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CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO SÃO LUÍS CURSO DE PSICOLOGIA Relatório de Estágio Supervisionado Específico D: CRAS Cohab MILCA CIBELLE PEREIRA SOUSA São Luís 2025 RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO PSICOLOGIA MILCA CIBELLE PEREIRA SOUSA 201802400273 Apresentação do Relatório de Estágio Supervisionado para avaliação e obtenção da nota na disciplina SDE3830 Estágio Específico D , CRAS da Cohab. Tutor/docente: Erickson Carvalho Supervisor(a) técnico(a): Prof.(a) Yuri Andrei de Jesus Morais São Luís, Ma 2025 Milca Cibelle Pereira Sousa RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO ESPECÍFICO D CRAS-COHAB Relatório apresentado ao curso de Psicologia do Centro Universitário Estácio de São Luís para demonstrar as atividades de Estágio Supervisionado Específico, realizado no CRAS-COHAB como requisito para obtenção de nota da disciplina de Estágio Curricular. Supervisor docente: Prof. Erickson Carvalho Supervisor técnico(a): Yuri Andrei de Jesus Morais Aprovado em: _______/_______/_________ Nota:________________________________ _________________________________________________ Prof. Supervisor Docente _____________________________________________________ Prof.(a) Supervisor(a) Técnico(a) São Luís 2025 SUMÁRIO 1 DADOS GERAIS 5 1.1 Identificação do Estagiário 5 1.2 Identificação do campo de estágio 5 1.3 Período de duração e carga horária de estágio 5 1.4 Identificação do supervisor docente 5 1.5 Identificação do supervisor técnico 5 2 INTRODUÇÃO 6 3 DESENVOLVIMENTO 8 4 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS 8 5 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 18 6 CAMPO DE ESTÁGIO 27 7 ATIVIDADES DOCENTES 27 8 CONCLUSÃO 28 9 REGISTROS FOTOGRÁFICOS 30 REFERÊNCIAS 37 ANEXOS 41 1 DADOS GERAIS https://docs.google.com/document/d/1TQcVCoh32FlTwTur_Jxek-iBW4jJWlq3/edit#heading=h.v36pvbrg8lyz https://docs.google.com/document/d/1TQcVCoh32FlTwTur_Jxek-iBW4jJWlq3/edit#heading=h.q31lmbbgdyuw https://docs.google.com/document/d/1TQcVCoh32FlTwTur_Jxek-iBW4jJWlq3/edit#heading=h.hpywzb10mfuh https://docs.google.com/document/d/1TQcVCoh32FlTwTur_Jxek-iBW4jJWlq3/edit#heading=h.ixjkmx2bfzvx https://docs.google.com/document/d/1TQcVCoh32FlTwTur_Jxek-iBW4jJWlq3/edit#heading=h.ce2hlckf964z https://docs.google.com/document/d/1TQcVCoh32FlTwTur_Jxek-iBW4jJWlq3/edit#heading=h.u9li4g5oatm8 https://docs.google.com/document/d/1TQcVCoh32FlTwTur_Jxek-iBW4jJWlq3/edit#heading=h.2sz2nawcij36 https://docs.google.com/document/d/1TQcVCoh32FlTwTur_Jxek-iBW4jJWlq3/edit#heading=h.pr9lp2di21ai https://docs.google.com/document/d/1TQcVCoh32FlTwTur_Jxek-iBW4jJWlq3/edit#heading=h.lwa515ph0acu https://docs.google.com/document/d/1TQcVCoh32FlTwTur_Jxek-iBW4jJWlq3/edit#heading=h.vwi6dsm15rpv https://docs.google.com/document/d/1TQcVCoh32FlTwTur_Jxek-iBW4jJWlq3/edit#heading=h.o62n0p19i70r https://docs.google.com/document/d/1TQcVCoh32FlTwTur_Jxek-iBW4jJWlq3/edit#heading=h.cj669ow4dy2r https://docs.google.com/document/d/1TQcVCoh32FlTwTur_Jxek-iBW4jJWlq3/edit#heading=h.9ychls3tfmuv https://docs.google.com/document/d/1TQcVCoh32FlTwTur_Jxek-iBW4jJWlq3/edit#heading=h.g8jk7ho827pq https://docs.google.com/document/d/1TQcVCoh32FlTwTur_Jxek-iBW4jJWlq3/edit#heading=h.m3hy7ahkvh2e https://docs.google.com/document/d/1TQcVCoh32FlTwTur_Jxek-iBW4jJWlq3/edit#heading=h.urmydvblpbny https://docs.google.com/document/d/1TQcVCoh32FlTwTur_Jxek-iBW4jJWlq3/edit#heading=h.h9r7cwstkqfr 1.1 Identificação do Estagiário 1.1.1 Nome completo: Milca Cibelle Pereira Sousa 1.1.2 Curso: Psicologia 1.1.3 Período: 10° 1.1.4 Código de Matrícula: 20180240027 1.1.5 Endereço: Rua do Norte, Qd. B, Casa 10, Novo Cohatrac 1.1.6 Telefone: 989290336 1.1.7 E-mail: milkacybelle2@gmail.com 1.2 Identificação do campo de estágio 1.2.1 Nome completo: CRAS Cohab 1.2.2 Endereço: Rua 13, 0 – Cohab Anil Iv – São Luís – MA – CEP: 65053-330 1.2.3 Telefone: 98991226785 1.2.4 Ramo de Atividade: Atendimento 1.3 Período de duração e carga horária de estágio O período de duração do estágio foi de 26/03/25 e término 04/06/2025. O estágio curricular será composto por 80 horas de campo e 80 horas de supervisão, pesquisa e elaboração de relatório, perfazendo assim uma carga horária total de 160 horas. 1.4 Identificação do supervisor docente 1.4.1 Nome Completo: Prof. Erickson Lima de Carvalho 1.4.2 CRP: 22/03913 1.4.3 Departamento: Coordenação de Psicologia 1.5 Identificação do supervisor técnico 1.5.1 Nome Completo: Prof.(a) Yuri Andrei de Jesus Morais 1.5.2 CRP: 22/01784 1.5.3 Departamento: Técnico de Referência 5 mailto:milkacybelle2@gmail.com Relatório de Estágio Supervisionado Específico D: CRAS Cohab 2. INTRODUÇÃO: O CRAS-Cohab, acolheu neste primeiro semestre duas estagiárias: uma do curso de Psicologia (realizadora deste relatório), e outra do curso de Serviço Social, onde nesta organização pública, e conta com profissionais “volantes”: 1 coordenadora, (dois) técnicos de nível superior (sendo 1 assistente social e 1 psicólogo), selecionados por meio de concurso público, e outros profissionais que requerem como requisitos apenas o nível médio, como motorista, recepcionista, porteiro, e auxiliar de serviços gerais. O intuito deste relatório, será apresentar as competências da estagiária de Psicologia neste documento, e deveres da Psicologia Social no CRAS-Cohab (Centro de Referência de Assistência Social), conforme as diretrizes do SUAS (Sistema Único de Assistência Social) para a comunidade, assim como apresentar a importância dessa instituição onde a Psicologia se associa ao Serviço Social, considerando o público alvo: usuários do Cadastro Único (um mecanismo do Governo Brasileiro de identificar e mapear famílias de baixa renda), e usuários de outros projetos, em que são oferecidos benefícios e direitos pelo Governo. O CRAS-Cohab está ativo desde 2010 (15 anos atualmente, segundo a assistente social/técnica de referência) e tem domínio em dirigir serviços como Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF) apoio às famílias em situação de vulnerabilidade, assim como cadastar cidadãos para receberem outros benefícios. A quantidade de colaboradores do CRAS-COHAB é de doze pessoas, que realizam suas atividades em prol do público alvo, com a missão de trabalhar pela comunidade, com foco em melhorar a qualidade de vida dos que buscam por seus serviços. O período de estágio começou na data 26/03/2025 e data de término em 04/06/2025, onde a estagiária atuou no setor de Atendimento ao público como técnica, que possibilitou diversas atividades como: realização de emissão de Carteira do Idoso, visitas para coleta de informações e acompanhamento com Serviço Social, participação da promoção e conscientização sobre autismo, participação de inscrição de mulheres em um 6 curso profissionalizante de manicure e pedicure, e realizar encaminhamentos, sob orientação e supervisão do psicólogo preceptor/técnico de referência, e realização palestra em combate ao abuso sexual infantil. No estágio realizado no Cras, o foco principal está em reconhecer as operações/responsabilidades da organização, conforme as diretrizes dadas pelo CFP, e dahttp://site.cfp.org.br http://site.cfp.org.br/publicacao/referencias-tecnicas-para-atuacao-de-psicologasos-no-cras-suas http://site.cfp.org.br/publicacao/referencias-tecnicas-para-atuacao-de-psicologasos-no-cras-suas DUBET, François. A escola e a justiça. Petrópolis: Editora Vozes, 2004. Disponível em: https://www.scielo.br/j/cp/a/jLBWTVHsRGSNm78HxCWdHRQ/?format=pdf Acesso em: 8 maio de 2025. FARR, R. As raízes da psicologia social moderna. Petrópolis: Vozes, 1998. Disponível em:https://ria.ufrn.br/handle/123456789/2946?mode=full Acesso em: 10 maio de 2025. GERGEN, K. J. Realities and relationships: Soundings in social construction. Cambridge: Harvard University Press, 2008. Disponível em: https://www.hup.harvard.edu/books/9780674749313 Acesso em: 19 maio de 2025. GUITARRARA, Paloma. "Cidadania"; Brasil Escola. 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Ademais, comprometo-me a enviar declaração de registro profissional ativo do supervisor de estágio da concedente, como condição para a aprovação da disciplina. ___________________, __ de _________ de ________________ . (cidade, data, mês) _________________________________________ (Assinatura do Aluno) ANEXO IV: FICHA DE AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO FICHA DE AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NOME COMPLETO: MATRÍCULA: CAMPUS/POLO: ANO: SEMESTRE: DISCIPLINA (CÓDIGO E NOME): LOCAL DE ESTÁGIO (NOME DA EMPRESA): ENDEREÇO DO LOCAL DE ESTÁGIO: TEL: TUTOR/DOCENTE DE ESTÁGIO: Classifique na escala abaixo o grau (entre 0 e 10) em que se encontram presentes no estagiário cada uma das habilidades seguintes: Parecer do Supervisor responsável pelo Estágio na Instituição: ____________________________________________________________________________________________________________ __________________________________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________________________________ _________________________________________________________________ Assinatura do Supervisor do local de Estágio (Empresa) - com carimbo COMPETÊNCIAS: CLASSIFICAÇÃO: ORGANIZAÇÃO Autoconfiança 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Organização 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Decisão 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 COMUNICAÇÃO PESSOAL Expressão Oral 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Expressão escrita 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Diálogo Constante 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Argumentação objetiva 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 INTELECTUAL Capacidade de solucionar problemas 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Capacidade de sugerir ideias 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Cooperação: disposição quando solicitado 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Conhecimento necessário às atividades planejadas 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 AUTONOMIA E RESPONSABILIDADE Iniciativa 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Disciplina 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Disposição para aprender 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Pontualidade 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Assiduidade 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Reconhecimento das suas limitações 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Destreza na parte prática 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 RESISTÊNCIA E PRESSÃO Atenção 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Flexibilidade 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Interesse pelo trabalho 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Persistência 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 ANEXO V: TERMO DE RESTRIÇÃO DE IMAGENS COMPROBATÓRIAS DE ESTÁGIO TERMO DE RESTRIÇÃO DE IMAGENS Pelo presente Termo, na condição de Supervisor(a) de Estágio ou o(a) Representante da Empresa abaixo assinado(a), declaro que não é permitida a realização de imagens do local de estágio para evidenciar as atividades realizadas, conforme a justificativa descrita abaixo: Justificativa: _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________________________________ _______________________________________________________ Em razão da restrição mencionada, o(a) aluno(a) do estágio não deverá realizar registros de imagens durante o período de estágio, sendo esta decisão tomada em conformidade com as normas internas da empresa/organização. Por fim, o presente Termo deverá ser incluído como anexo ao Relatório de Estágio do aluno(a), conforme estipulado no Regulamento de Estágio. ___________________, _____ de __________________ de _________. (Cidade, data, mês) _________________________________________ Supervisor(a) de Estágio ou o(a) Representante da Empresa (necessário incluir carimbo com CNPJ) 1 DADOS GERAIS ANEXO IV: FICHA DE AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADOPsicologia Social. Segundo Bueno et al (2025), a Psicologia Social tem novas “perspectivas” para essa área de atuação, pois há uma variedade de possibilidades de vertentes, uma característica de múltiplas faces com inúmeras vertentes. Apontando para o conceito dessa área, Kenneth J. Gergen um psicólogo social, nos dá uma definição de Psicologia Social: "A psicologia social é usualmente definida como ciência do comportamento humano e a psicologia social como aquele ramo dessa ciência que lida com a interação humana." (Gergen, 2008). Os serviços prestados no Cras pelo psicólogo social (um dos técnicos de referência) se alinham às REFERÊNCIAS TÉCNICAS PARA ATUAÇÃO DE PSICÓLOGAS(OS) NO CRAS/SUAS, uma cartilha oficial dada pelo CFP (2021), onde são apresentadas as diferentes responsabilidades do psicólogo e do assistente social nesse âmbito. Segundo CFP (2021): De forma amplificada, podemos pensar o campo ético-políti-co da Psicologia na assistência social atravessado pelo compromis-so com a promoção e defesa dos direitos de cidadania, o que im-plica o reconhecimento das cidadãs e dos cidadãos como sujeitos de direitos, bem como na construção de formas de enfrentamento das vulnerabilidades sociais e do acolhimento das diversidades. (CFP, 2021). Este órgão é responsável por reconhecer indivíduos ou famílias que precisam de assistência básica, havendo uma equipe preparada realização de visitas domiciliares, para levantamento de possíveis resoluções, de pessoas de baixa renda que podem ter acessado direitos como: Benefício de Prestação Continuada (BPC); Benefícios Eventuais; Benefícios de Transferência de Renda (Medeiros, 2020). O objetivo do relatório deste estágio, é apresentar as problemáticas e carências do 7 público alvo, e as sanções vindas das funcionalidades do CRAS, em que os aprendizados foram apreendidos na prática no curso de Psicologia. 3. Desenvolvimento: Para melhor compreensão do desenvolvimento, haverá três divisões, a primeira será a exposição em detalhes da “rotina”, junto aos casos recebidos, classificados como “Principais atividades desenvolvidas”, a segunda parte será a apresentação do embasamento teórico e científico, que se associam e justificam a existência da efetividade do CRAS, a terceira a apresentação de alguns registros fotográficos, mas garantindo a segurança de identidade dos envolvidos. 4. Atividades Desenvolvidas: Data 26/03: A estagiária foi recepcionada pela coordenadora do CRAS, onde explicou a sua função, e os recentes programas que realizou junto aos funcionários ultimamente, e os programas que “toma frente”, assim como as visitas institucionais recém feitas. Em seguida, a apresentou ao psicólogo/preceptor do CRAS. Houve orientação da parte do preceptor, sobre suas competências enquanto técnico do CRAS, e como se envolve com o Serviço Social, apresentou as demandas que recebe e para onde encaminha (para os CRAS’s por exemplo) os mais diversos públicos, apresentou também os serviços que funcionam e os que não funcionam, como o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos – SCFV, que não funciona a dois anos. Foram apresentados os profissionais à estagiária e suas funções e setores, e o ambiente de modo geral (recepção para o público, sala da coordenação, sala das crianças - Projeto Criança Feliz, 1 cozinha e 1 copa, 4 banheiros: sendo 2 femininos, um para o público e outro para as funcionárias, e 2 masculinos um para os funcionários e outro para o público, sala para realizar o começo do processo do Cadastro Único e sala onde o psicólogo e assistente social atuam ( os técnicos de referência), e da disponibilidade do transporte exclusivo para a instituição, para os funcionários realizarem as visitas domiciliares, quando solicitados. A estagiária foi orientada e acompanhada a como emitir a Carteira do Idoso, assim como recebeu explicações sobre o sistema que apenas os técnicos de referência utilizam para efetuar suas atividades para a população. 8 Data 31/03: A estagiária recebeu novamente instruções quanto ao sistema, foi explicado que antes de um técnico assumir o cargo (por meio de um concurso público), este passa por um processo de “capacitação”, e a informação de que os funcionários estavam a espera do curso preparatório para um novo sistema atualizado do Governo Federal, que não mais solicitaria o número do NIS, mas o número do CPF, com intuito de reduzir a burocracia. A estagiária realizou emissão de três Carteiras do Idoso, e recebeu orientações sobre as condições (dadas por lei) para as emitir. A realizadora deste relatório, teve acesso aos prontuários do psicólogo/técnico/preceptor, onde pôde ver as demandas descritas em “tópicos", mantendo assim “os detalhes” em sigilo, para assim então realizar encaminhamentos necessários para outros órgãos públicos. Foi-lhe explicado que o CRAS, tem como um dos objetivos de conscientizar a comunidade, de que esta instituição não se resume apenas a “receber benefícios”, ou só para “receber o Bolsa Família”, mas realizar atividades de conscientização, que visam o crescimento de cidadãos conscientes sobre determinados temas como: autismo, TDAH, vacinação, abuso de álcool e etc. Data 02/04: Neste dia foram dadas outras instruções sobre o sistema, acompanhou um caso do psicólogo preceptor, de uma senhora que apresentou queixa ao seu filho “não se comportar bem em casa”, mas apenas na escola. O psicólogo realizou a escuta ativa e acolhimento, realizou perguntas básicas à mãe sobre a idade, família, histórico de saúde mental, e sobre o convívio em detalhes da criança (a relação com o pai e a mãe), horários de refeições e lazer, e o uso de celular. Disso, a mãe responde ao psicólogo, e realiza perguntas se poderia ser um possível sintoma de TDAH, e para isso o psicólogo esclarece que o CRAS não realiza procedimentos de atendimento clínico, mas apenas encaminhamentos para outros setores e órgãos públicos. Por isso a encaminhou para o CAPSI Infanto-Juvenil, onde recebe esse público de crianças e adolescentes com psicopatologias, esclarecendo que pode ou ser que a criança tenha tal transtorno, e por isso o encaminhamento. Neste dia, a estagiária realizou a emissão de três Carteira do idoso, e recebeu outras explicações da assistente de Serviço Social (outra técnica de referência). Dia 07/04: A estagiária acompanhou, e coletou informações em uma visita domiciliar, onde uma criança (menino de 6 anos) apresentava “maus comportamentos”, 9 “muito agressivo e agitado”, “uma hora ficava bem e do nada chutava as coisas’’, segundo o pai e a avó (a mãe da mãe da criança), por ter sido abandonado por sua mãe (usuária de drogas). A visita foi solicitada pelo Conselho Tutelar, para que o psicólogo técnico analisasse a demanda por inteiro, para poder direcionar o pai para algum órgão ou colocá-lo em algum programa do Governo. O pai e a avó, relataram que a mãe constantemente, faz “alienação parental”, colocando a contra eles, e que apesar da mãe ser dessa forma, eles reforçam/insistem para que o menino converse com a mãe por telefone, por mais que ele repetidas vezes não querer mais, entrar em contato com ela. O domicílio, apresenta-se “limpo”, “organizado”, “adequado para uma criança viver”, de pessoas que têm “boas condições de vida”, a criança não aparentava estar “suja”, “alterada” ou sinais de maus tratos, o menino tem acesso a uma escola particular e plano de saúde. Foi dito ao pai, que ele não se enquadraria em nenhum programa, por este ser CNPJ (dono de umaoficina mecânica), mas que ele poderia ir a algum órgão público, buscar atendimento psicológico para a criança. Data 09/04: Houve uma apresentação na recepção do CRAS sobre o Autismo (2 de maio), em que os técnicos de referência (psicólogo e assistente social), apresentaram dados, e conscientizaram sobre a importância do CRAS “prevenir” (expuseram os sintomas/sinais do autismo na infância) os usuários ou cidadãos da instituição, e trataram também dos direitos que autistas possuem, assim como mostraram que “ser autista” necessita de uma equipe interdisciplinar, como fonoaudiólogo, psicólogo, nutricionista, pediatra, entre outros. Nessas falas, houve participação do público com perguntas e contribuições. Foi realizada visitas institucionais com o psicólogo/técnico no Centro de Saúde Genésio Filho, Centro de Saúde Salomão Fiquene, e Policlínica do Cohatrac, com o objetivo de coletar informações sobre os órgãos públicos estarem ou não preparados para receberem pessoas para entendimento psicológicos, e aos dias e horários que psicólogos estão atuando, assim como saber quais as atividades realizam, como grupo terapêuticos para determinados públicos em específico (como para gestantes) e atendimento clínico. Os profissionais que atenderam a visita, relataram as áreas que funcionam atualmente, quantas equipes por turno, quais profissionais que faltam ter, e inclusive verbas para 10 algumas ações sociais. Um ponto em comum entre todas essas instituições é de que realizam apresentaçõe sde prevenção a diversas assuntos como: vacinação contra dengue, abuso infantil, sobre o autismo, conscientizaçao de saude mental, sobre depressão, ansiedade e suicídio, exercício fisico, transmissão de DST’s, entre outros. Ao decorrer das coletas de informações, foi observado que algumas destas instituições, há uma precariedade de materiais e até mesmo espaço para atendimento psicológico, outro ponto, é que estas instituições recebem uma alta demanda de cidadãos de outros bairros mais distantes, que não conseguem atendimentos nem serviços em seus próprios bairros, mas ainda assim, os funcionários devem atender e prestar seus serviços a esta parcela da população. Data 14/04: Neste dia foi realizado preparação de um projeto de conscientização em combate ao abuso infantil (18 de maio), as estagiárias realizaram atividades educativas, junto ás funcionárias, dirigidos para o público de mães de crianças de 2 a 6 anos, que já receberam algum beneficio no CRAS, e que foram contactadas pela assistente social. Quanto às atividades educativas (para as crianças), as estagiárias prepararam suas falas, assim como selecionaram e criaram algumas atividades para construir/montar/elaborar uma espécie simples de “cartilha”, para as mães educarem suas crianças, a se prevenirem. Na cartilha estavam informações do que é o abuso e exploraçao suxual, e de que é primordial que a mãe converse com a criança sobre as partes íntimas que não podem ser tocadas sem o consentimento desta, para que a criança tenha a mãe como ponto de “refúgio e segurança”, e fale caso seja abusada sexualmente. A estagiária deste relatório, acompanhou também três casos da assistente social, onde dois cidadãos e uma cidadã, pediram a solicitação para atualizar o Cadastro Único. Neste dia, não houve demanda para o psicólogo. Foi explicado para as estagiárias (pela assistente social), que há dias em que os técnicos não recebem nenhuma demanda. Data 16/04: Foi realizado duas visitas domiciliares, porém, um dos que haviam solicitado a visita do CRAS, não se encontrava em casa. A estagiária acompanhou, e coletou informações de outra visita domiciliar com o psicólogo e estagiária do Serviço Social. Nesta visita, a demanda foi de abuso sexual infantil, em que uma mãe afetiva 11 (mãe de dois filhos já adultos e empregados), que havia resgatado uma criança (menina) de seis anos, da mãe biológica usuária de drogas, que havia “vendido” a criança para um senhor, por drogas. A assistente social, realizou uma série de perguntas, de como é o convívio da criança, se a família da mãe afetiva aceita, se ela tem dificuldades na escola e a mãe respondeu que no começo foi “muito difícil”, pois a criança roubava os colegas de classe, não obedecia aos professores, nem mesmo a mãe afetiva. Relatou também sobre seus filhos mais velhos terem sido francos com ela, caso os maus comportamentos da criança continuassem (se referiam a colocá-la no orfanato). A visita consistiu em pesquisar suas condições e porquê da solicitação do CRAS, a mãe afetiva disse que foi encaminhada pelo juiz para o CRAS, pois ela havia recusado a ajuda sigilosa de se mudar para outro estado, por ela ser “perseguida”, se sentir “ameaçada”, pelos companheiros da mãe biológica, pois esta não queria que a mãe afetiva “cortasse” o benefício que recebe do Governo: Bolsa Família. A assistente social relatou que ela não se enquadra para receber benefícios como o Auxílio Aluguel (um benefício de 400R$ temporário, podendo durar um ano, dependendo do município e estado), por sua situação financeira não condizer com os parâmetros necessários para receber o benefício, porém, foi encaminhada para o psicólogo do CRAS, poder encaminhar esta para algum CAPS, tanto ela (mãe afetiva) como a criança. Com o psicólogo, foi discutido acerca das desavenças e conflitos que o psicólogo pode encontrar, inclusive casos de “crimes”, em que o Conselho Tutelar solicita a atividade do psicólogo. O psicólogo relatou que há casos, que fogem das competências do CRAS, mas que ainda assim realiza o que pode efetuar enquanto psicólogo social. Data 23/03: Outras duas visitas foram realizadas, uma foi em um condomínio fechado, onde o caso foi sobre um menino apresentar agressividade, e desrespeito constante ao padrasto e a mãe. O padrasto estava presente mas a mãe estava no serviço, a visita foi solicitada por estes devido ao autismo, o psicólogo questionado sobre como é o convívio com a criança, se estuda, se faz os deveres de casa, e como é a relação deste com pai biológico, o padrasto respondeu que com o pai biológico, o menino obedece, “põe moral”, e reclama que eles padrasto e a mãe “que não tem moral e pressão”. A outra razão pelo qual o CRAS foi solicitado, era pra verificar novamente a necessidade 12 ou não de atualizar ou não os dados da criança no programa BPC Benefício de Prestação Continuada , pois o valor não estava mais “caindo” , o psicólogo realizou a petição para que em outro momento, e dia fosse marcado a visita,mas com a mãe presente, junto com os documentos da criança. Foi explicado ao padrasto que o CRAS não realiza atendimento clínico e contínuo, mas que encaminha para os CAPSI Infanto-Juvenil. Foi realizada solicitação de emissão de Carteira do Idoso para dois idosos, porém os mesmos idosos não tinham a idade certa para obterem. Data 28/04: Foi feita a emissão de cerca de quatro emissões de Carteira do idoso, pela estagiária, com acompanhamento e supervisão do psicólogo/técnico, e inicio de inscrição de mulheres para um curso gratuito de manicure e pedicure, promovido pelo SENAC, onde a estagiária contactou com cerca de vinte mulheres, para informá-las, para caso tivessem interesse, solicitar documentos precisos (comprovante de residência, identidade, comprovante de conclusão do ensino médio ou fundamental, ou curso superior), para se inscrever presencialmente, com os técnicos de referência. Data 30/04: Foi realizado visitas a uma cidadã que solicitou serviços do CRAS, ondeesta tem dois filhos, um de 2 anos, e outro de 1 ano e 7 meses. O mais velho foi diagnosticado com autismo, e faz acompanhamento, pois “desde o começo” a mãe “percebia o olhar diferente da criança”, assim como a avó. Houve atraso da parte da mãe em vacinar as crianças, de acordo com a carteira de vacinação. Esta mãe, foi ao Conselho Tutelar quando ela procurou por seus direitos de mãe de uma criança autista, pois o pai “não ajudava muito”. A mãe passou a guarda para avó, pois atualmente se encontra desempregada, e a avó que tem condições de cuidar de seu filho, porém, a avó estava em Anapurus. A mãe se separou do pai, dois anos atrás, e que este “fala e faz pouco pelas crianças”. A avó, ainda não recebe nenhum benefício BPC pois a perícia está em andamento (prevista para Agosto), mas a avó já recebe Bolsa Família, benefício que ela divide com a filha. A casa tem três quartos, duas salas, um banheiro, uma cozinha e um banheiro, e parecia estar “limpa e organizada”, apropriada para abrigar as crianças. A mãe provavelmente vai ficar responsável pelo cadastro, para conseguir acesso aos 13 programas de saúde e educação da criança. A assistente social, irá acompanhar o caso desta mãe, prestando serviços de convivência e incluir a criança no Programa Criança Feliz. Na segunda visita, foi um caso de uma idosa de 89 anos que, antes, não tinha quem morasse com ela, mas atualmente possui uma cuidadora, que reside com ela. Ela tem uma amiga que a visita constantemente, e comunica-se “sempre” por telefone com ela. Foi-lhe questionado como está sua saúde, e se a equipe de ajuda à saúde está a acompanhando (foi solicitado pela assistente social), ela respondeu que sente as dores de “sempre’’ e que não está recebendo as visitas da equipe da saúde. A idosa, apresentou-se “limpa”, e “lúcida", já foi encaminhada para o CREAS PSI. Data 05/05: A estagiária acompanhou cerca de três dos atendimentos da assistente social, onde os serviços foram para atualização de Cadastro Único de duas senhoras, e outro atendimento para um adolescente de 14 anos e autista (BPC), pois não houve demanda para o psicólogo neste dia, e acompanhou dois casos do psicólogo/técnico onde este esclareceu dúvidas quanto aos benefícios e atualização do Cadastro Único. Data 07/05: Neste dia, foi realizado a programação preparada pelas estagiárias e funcionários sobre o mês de maio - prevenção e combate contra o abuso infantil (18 de maio, dia nacional do combate contra exploração e abuso infnatil), um momento de conscientização dirigido às mães de crianças de 2 a 6 anos de idade, onde houveram falas do psicólogo, da estagiária deste relatório, da coordenadora e da assistente social. As falas consistiram de apresentar dados e estimular as mães a entenderem que as crianças podem apresentar um repertório comportamental (choro constante, isolamento, agressividade, retração) por estarem sendo não só abusadas, como silenciadas ou manipuladas pelo abusador, foi explicado pela estagiária deste relatório, que os dados sociológicos estatísticos provam que na maioria dos casos, os abusadores são próximos à família da criança, ou que são da própria família. A estagiária também esclardceu, a diferença enrtre exploração sexual (se trata de recompensar a criança com dinheiro, bombom ou brinquedo, pra que não fale a ninguém) e abuso sexual (manipulação que pode ser com o objetivo de fazer com que a criança normalize o abuso e se familiarize com o abusador, e coação, onde o abusador refere-se 14 ser “preso”, construindo na criança a culpa se caso ela fale a alguém). A programação terminou com um lanche, e compartilhamento de materiais educativos para as mães. Data 12/05: Não houve demanda para nenhum dos técnicos de referência. Data 14/05: Visita institucional- onde a coordenação do CRAS Cohab propôs realizar uma associação com uma diretora de uma escola infantil e fundamental, focada em efetuar ações sociais com um grupo vulnerável de idosas, realizando o serviço de convivência e fortalecimento de convívio, as convidando para passeios, rodas de conversas, oficinas (artesanato, culinária) palestras (saúde mental do idoso). Nessa visita foram realizadas discussões sobre possíveis materiais a serem utilizados (materiais de artesanato: papel, tinta, cola, etc., ingredientes para oficinas de culinária, equipamentos de áudio e vídeo para palestras, e materiais impressos: folhetos, cartazes, etc.), e levantamento de possíveis datas, quantidade de idosas projeto de convivência e fortalecimento de vínculos para idosas. 19/05: Não houve demanda para nenhum dos técnicos de referência. 21/05: Foi realizado duas visitas domiciliares, onde uma não pode ser concluída pela pessoa não estar em casa, e a outra visita foi para uma família composta por uma senhora de 57 anos (mãe e avó), uma adulta de 29 anos (é filha da senhora e tia do adolesente) e um adolescente de 15 anos se encontram em situação de vulnerabilidade, por não terem como custear as necessidades básicas, como pagar aluguel, comprar mantimento e pagar conta (luz, gás, água). A mãe e filha se encontram em situação de saúde mental comprometida devido ao constante estresse e conflitos de como educar o adolescente, e por estarem desempregadas. A senhora apresentou queixa de dores constantes nas costas e dores de cabeça, e de pressão baixa, de que já sofreu um infarto a alguns meses atrás, uma queixa da forma como a filha a culpa por se “vitimizar” e “vitimizar o menino”, enquanto a filha queixa da forma “passiva”, que a mãe educa o neto, “a ponto de se ver na obrigação de sair do trabalho para criar” o sobrinho. A assistente social as encaminhou para o psicólogo do CRAS, por receber a queixa da senhora que se sente “depressiva”, “cansada”, constantemente, por “brigar” com a filha que a julga como uma pessoa que “pega pesado demais” com a criação do adolescente. 15 Foi realizada uma visita institucional próximo ao CRAS, no CREAS, onde foi realizado uma palestra (com tema Conhecendo os Serviços da Defensoria Pública do Estado), e apresentações artísticas de idosos e idosas. 26/05: Neste dia houve atendimento para um idoso (em estado grave saúde, mas lúcido, consciente) que foi encaminhado para o órgão CREAS, onde para o seu caso precisará dos serviços e auxílio da Defensoria Pública. Foi orientado acerca de casos que estão em desligamento, ou seja, famílias que não continuam mais com os benefícios ou serviços (estes são os que não atualizaram seus cadastros, ou quando de endereços ou estados). Foram recebidos duas cidadãs, (uma era acompanhante da outra) onde uma apresentou laudos médicos provando seu diagnóstico de epilepsia, problema de audição e tumor no cérebro. Sua procura foi espontânea pelo Cras, para análise de possíveis chances de se cadastrar no Cadastro Único, pois não apresenta condições de trabalho. A que possui os diagnósticos, é mãe de três filhos. 28/05: Houve uma visita institucional no CAPS i, acolhe adolescentes e crianças em sofrimento psíquico, nesta visita recolheu-se informações sobre o seu funcionamento e profissões que estão envolvidos na instituição, realizando seus deveres e competências do modo direto e interventivo, e com foco a reduzir os sinais e sintomas de psicopatologias. Foi explicado que ali foca no público de crianças e adolescentesconforme as diretrizes do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), é uma instituição com conveniada ao SUS, com profissionais como médico psiquiatra, terapeuta ocupacional, psicólogo, e farmacêutico, aberto de segunda à sexta das 8h às 18h. 02/06: Houve acompanhamento com Serviço Social, em que as demandas foram espontâneas, de dois idosos que buscaram o novo benefício recente do governo de viagem gratuita para idosos, onde foi preciso esclarecer a estes as condições precisas para se beneficiarem do programa (Duas vagas gratuitas por veículo de transporte interestadual (rodoviário, ferroviário ou aquaviário. Desconto mínimo de 50% no valor das passagens, caso as vagas gratuitas já tenham sido preenchidas. Fonte: Idosos com Dignidade.com por Fernanda 16 de abril de 2025), e dois adolescentes PCD’s acompanhados de seus responsáveis para renovar o benefício para BPC. 16 http://dignidade.com https://idososcomdignidade.com.br/author/fernanda/ https://idososcomdignidade.com.br/2025/04/16/beneficios/novo-beneficio-idosos-2025/ Já aos atendimentos deste dia para o psicólogo, foram cerca de três emissões de carteira para idosos, e um caso de uma mãe solo onde havia procurado o CRAS anos atrás para receber benefícios BPC por seus três filhos com “deficiências” porém, atualmente não recebe mesmo tendo sido submetida a todos os procedimentos de verificação de seus filhos serem ou não “deficientes”, e por isso a sua busca foi espontânea. Ela esclareceu que havia passado pelo processo de perícia, e que um dos profissionais havia lhe garantido que “quase tudo estava certo” para ela poder receber o benefício. O psicólogo lhe solicitou alguns documentos e outro retorno para averiguar mais a fundo o seu caso, assim como este lhe apresentou o seu estado atual no CADúnico. Outra demanda do psicólogo técnico foi de um caso mandado pelo Conselho Tutelar, apresentando um adolescente de 15 anos com Transtorno Opositivo Desafiador ser um agressor à sua avó de 94 anos, onde houveram denúncias de terceiros e de familiares, resultando no afastamento da avó do adolescente, provocando no mesmo, depressão de grau maior. Seu caso se resume em ser encaminhado para o CRAS, para ser contemplado pelo Serviço de Convivência Fortalecimento, que atualmente está inativo por falta de verbas. 04/06: No último dia, o psicólogo recebeu demandas de emissão e carteira de idoso, e um caso de uma jovem de 23 anos que procurou o CRAS de forma espontânea, relatando ter vivido um surto por ter consumido cannabis pela primeira vez, e ter tido episódios suicidas, e de alucinações auditivas, resultando em se sentir culpada, e sentir que precisava se isolar de sua família e namorado para não obedecer “as vozes” que lhe mandavam “machucar” sua mãe, pai e avó e companheiro. Ela apresentou perguntas sobre sua ansiedade e depressão, e sobre os medicamentos recomendados pelo psiquiatra a uma semana atrás. A cidadã, foi acolhida e orientada sobre o CRAS não ser o órgão que “trata” de pessoas com problemas de saúde mental, mas que recebe e efetua os direcionamentos, portanto, ela foi encaminhada para o CAPS III onde poderá receber os atendimentos necessários conforme sua necessidade. De acordo com a Agência (SECOM, 2023): “O CAPS é um serviço de saúde aberto, sem necessidade de agendamento, com atendimento exclusivo para adultos (…)”. Após o atendimento, houve uma discussão sobre os deveres dos CAPS III, que se baseia em receber, e realizar atendimentos em continuidade aos pacientes. 17 5. Fundamentação teórica: A Psicologia, vem crescendo conforme estudos multifacetados de fatores sociais que afetam diretamente a conduta e saúde mental do ser humano, é uma área que anda com diversas outras áreas e campos como: Medicina, Filosofia, e Direito, Sociologia por exemplo. Estas duas últimas áreas junto a Psicologia Social, consideram e trabalham com objetos de estudo em comum: cidadania, e direitos. A cidadania segundo Paloma (2025), se define como uma junção de direitos que são dirigidos para todos os sujeitos, dentro de um país ou delimitação territorial reconhecida, que no qual, são garantidos para a "construção social, política e cultural do país". Este entendimento, pode-nos levar ao que a Psicologia Social tem como papel diferenciado, diante de uma sociedade com as mais diversas questões e problemas sociais, por Farr (1998) lemos: “O objetivo da psicologia social é estudar as relações entre o indivíduo e a sociedade, analisando como os fatores sociais moldam o comportamento humano." Essa ideação por Farr, evidencia que os direitos garantidos ou não (enquanto fatores sociais), influenciam no comportamento do ser humano, sendo a cidadania a vivência e o exercício desses direitos, que nos leva a buscar, identificar e conhecer quais são esses “direitos” que devem ser mantidos e garantidos. Segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos de 10 de dezembro de 1948 no artigo 25° expõe: Artigo 25 1. Todo ser humano tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e à sua família saúde, bem-estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis e direito à segurança em caso de desemprego, doença invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência em circunstâncias fora de seu controle. (ONU, 1948). Mediante esta declaração, é válido direcionar a atenção para a realidade de cada país e suas circunstâncias atuais, resultantes de seus históricos, o que nos permite entender a necessidade, da garantia de políticas públicas, que promovam sanções ou melhores ações interventivas, que reduzem “injustiças” à dignidade humana. Assim, colocamos outros objetos de estudo: a equidade, justiça e política na sociedade. 18 De acordo com John Rawls (1971): "A justiça como equidade é uma concepção de justiça política que se baseia na ideia de que a sociedade deve ser estruturada de forma a garantir a igualdade de oportunidades para todos os seus membros, especialmente os menos favorecidos". Nesta pontuação, adentramos ao que o CRAS, no Brasil realiza com “os menos favorecidos”, identificando-os por território, e exercendo o que lhes compete fazer. Outro caminho da Psicologia Social, está a Psicologia Social Crítica que segundo Martín-Baró (1986), esta ramificação da Psicologia é: "Uma psicologia que busca compreender os processos psicossociais em seu contexto histórico e social, e que se compromete com a transformação das estruturas sociais injustas e opressivas." (BARÓ, 1986). Essa afirmação, nos diz que a Psicologia se propõe e se preocupa com as pessoas que nascem e se desenvolvem em condições precárias de vida, fazendo assim da Psicologia não ser “elitista”, ou ser “exclusiva”, mas um campo de fato “humano, direcionada para todos.” O CRAS, sendo uma instituição que acolhe públicos vulneráveis, entendemos que este órgão é uma tentativa governamental de “amenizar” tais problemas sociais, de direcionar meios de prevenir e promover dignidade “aos menos favorecidos”, o que nos concede “abrir as portas” para considerarmos os problemas que ainda persistem e crescem no Brasil, que “geram/reproduzem” os “menos favorecidos.” Por isso, o conceito de identificação do CRAS Cohab, deve aqui ser constatado: O CRAS Cohab /Forquilha – São Luís – MA ( Centro de Referência de Assistência Social ) é um equipamento público mantido pelo MDS (Ministériodo Desenvolvimento Social). Ele foi criado com o objetivo de fornecer apoio e proteção assistencial a pessoas que residem em áreas consideradas de vulnerabilidade social. Uma das atribuições do CRAS é viabilizar o acesso a projetos e benefícios governamentais. (BRASIL, 2019). Quanto aos públicos vulneráveis contemplados pelo CRAS, estão: Famílias e pessoas em situação de desproteção social, pessoas com deficiência, idosos, crianças retiradas do trabalho infantil, pessoas inscritas no Cadastro Único, beneficiários do Bolsa Família, beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC), entre outros. (BRASIL, 2019). 19 https://cras.br.com/cras-cohab-forquilha-sao-luis-ma-endereco-e-atendimento/ Olhando para o retrato geral brasileiro, em relação à fome, vemos Salati (2025), levantar um questionamento, do por quê o Brasil ter tantos cidadãos passando fome, sendo o país um “grande produtor de alimentos.” Neste cenário, é importante mencionar o que o Governo Brasileiro tem feito ou está realizando, para sancionar este problema. Segundo a Secretaria de Comunicação Social (2025), há um plano nomeado III Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Plansan), que consiste em retirar o Brasil da fome até 2026. Este projeto apresenta oito “diretrizes” apresentadas pela Secretaria de Comunicação Social (2025), que são: 1.Fortalecimento do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) com governança participativa e intersetorial; 2.Superação da fome por meio de acesso à renda e políticas públicas; 3.Garantia de acesso à terra e à água; 4.Sistemas alimentares resilientes diante das mudanças climáticas; 5.Fomento à produção de alimentos saudáveis por agricultores familiares e comunidades tradicionais; 6.Redução da má nutrição e ampliação da alimentação adequada e saudável; 7.Garantia do direito humano à alimentação adequada para populações vulnerabilizadas, combatendo desigualdades; 8.Cooperação internacional com base no Direito Humano à Alimentação Adequada. (BRASIL, 2025). A segunda diretriz (acesso à renda e políticas públicas), se refere diretamente ao órgão público do CRAS, que compõe o conjunto de políticas públicas no Brasil, e que de acordo com Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (2009) uma publicação dirigida aos trabalhadores do CRAS, apresenta-se neste material que mostra: Com este espírito, o Ministério ampliou e aprimorou o maior programa do mundo de transferência de renda com condicionalidades – o Bolsa Família, fortaleceu o Benefício de Prestação Continuada - BPC, instituiu o Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional – SISAN, aprimorou ações voltadas à geração de trabalho e renda para famílias em situação de vulnerabilidade social e instituiu e consolidou o Sistema Único de Assistência Social – o SUAS. Também implementou um sistema de monitoramento e avaliação de suas ações. 20 https://www.gov.br/secom/pt-br Na consolidação do SUAS destacam-se a reorganização dos serviços por nível de proteção, a centralidade do Estado no acompanhamento às famílias, a territorialização das ações e a oferta de serviços da Proteção Social Básica, prioritariamente para famílias beneficiárias de transferência de renda. (BRASIL, 2009). Verificamos nessa citação, a junção de alguns exemplos de meios (organizações e programas), nos quais as políticas públicas ocorrem no Brasil, que iniciam por meio de levantamentos de problemáticas, e dessas problemáticas construção de metas que sancionam essas problemáticas “graves”, conforme Almeida e Gomes (2018): "O processo das políticas públicas é resultado da interação de diversas variáveis, como instituições, atores, ideias e crenças, assumindo que a política pública seria resultado dessas interações ao longo do tempo." É significativo manifestar a definição simples do SUAS: "O SUAS é um sistema que organiza e articula os serviços de assistência social no Brasil, com o objetivo de proteger e promover os direitos dos cidadãos, especialmente aqueles em situação de pobreza, vulnerabilidade ou risco." (BRASIL, 2005, p. 15). Essa definição, baseia-se na Política Nacional de Assistência Social (PNAS), que também estabelece os princípios e diretrizes para a organização e funcionamento do SUAS. Ainda conforme o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (2025), uma declaração mais recente sobre o exercer do CRAS: O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) é a porta de entrada da Assistência Social. É um local público, localizado prioritariamente em áreas de maior vulnerabilidade social, onde são oferecidos os serviços de Assistência Social, com o objetivo de fortalecer a convivência com a família e com a comunidade. ( BRASIL, 2025). Entendemos aqui, um levantamento, “um estudo antecedente”, ou “recolha de dados” para a escolha da localização do Centro de Referência, papel esse desempenhado pelos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), citando novamente a publicação do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, intitulado: Orientações Técnicas Centro de Referência em Assistência Social- CRAS (2009): 21 https://www.gov.br/mds/pt-br https://www.gov.br/mds/pt-br https://www.gov.br/mds/pt-br https://www.gov.br/mds/pt-br A oferta dos serviços no CRAS deve ser planejada e depende de um bom conhecimento do território e das famílias que nele vivem, suas necessidades, potencialidades, bem como do mapeamento da ocorrência das situações de risco e de vulnerabilidade social e das ofertas já existentes. (BRASIL, 2009). Reconhecendo o papel de modo geral do CRAS, podemos aqui nos aprofundar mais sobre como a sociedade brasileira se encontra, e de como a mesma sustenta a desigualdade social que afeta de diversas formas a vida/dignidade de cidadãos que não possuem condições dignas “de viverem bem”, com acesso à educação, saúde, alimentação, segurança, acesso a lazer e entretenimentos culturais. É importante avaliarmos as razões e porquês das políticas públicas serem essenciais em um país demoratico com desigualdade social. Conforme Celina Souza em seu artigo de 2006, vemos como esta afirmação faz-se ser atual e enquadrada com a realidade brasileira: "As últimas décadas registraram o ressurgimento da importância do campo de conhecimento denominado políticas públicas, assim como das instituições, regras e modelos que regem sua decisão, elaboração, implementação e avaliação." (SOUZA, 2006). As políticas públicas desempenham um papel crucial no Brasil, pois cooperam para garantir os direitos fundamentais dos cidadãos, como saúde, educação e segurança. Além disso, elas contribuem para reduzir as desigualdades sociais e econômicas, promovendo um desenvolvimento mais justo e sustentável. Isso sinaliza o que consta nos documentos da Constituição Federal de 1988 e a Política Nacional de Assistência Social (PNAS), que destacam a importância das políticas públicas na promoção da igualdade e do bem-estar social. Pela Constituição Federal (1988) observamos: Art. 216-A. O Sistema Nacional de Cultura, organizado em regime de colaboração, de forma descentralizada e participativa, institui um processo de gestão e promoção conjunta de políticas públicas de cultura, democráticas e permanentes, pactuadas entre os entes da Federação e a sociedade, tendo porobjetivo promover o desenvolvimento humano, social e econômico com pleno exercício dos direitos culturais. (BRASIL, 1988). 22 Ao considerarmos o direito ao trabalho em nosso país, vemos nos dados recentes do IBGE (2025), que há cerca de 7,7 milhões de desempregados no 1° trimestre de 2025, considerando 40.679mil pessoas classificadas como “abaixo da idade de trabalhar”, 102.483mil ocupados (trabalhadores), 7.714mil desocupados (desempregados), 66.975mil pessoas fora da força de trabalho. Segundo Nunes (2025): Houve um aumento de 0,8 ponto percentual (p.p.) em relação ao trimestre anterior (6,2%), terminado em dezembro, mas uma queda de 0,9 p.p. em comparação ao mesmo período de 2024 (7,9%). Por este prisma, podemos levantar a possibilidade de que houve um aumento pela busca dos serviços do CRAS, pois de acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Social (2025): “Mais de 155 mil famílias vulneráveis foram atendidas nas recepções do Cras em 2024”, título de um artigo online, dessa secretaria que aborda sobre a noção de contagem de cidadãos serem atendidos no CRAS, mais além, Kelner e Medeiros (2024), apresentam uma nota técnica exibindo dados de agosto de 2012 a novembro de 2023, de que de fato houve um aumento significativo de famílias cadastradas no Cadastro Único e em outros programas realizados pelo Governo Federal do Brasil. Kelner e Medeiros (2024) apresentam dados gráficos de quatro categorias: o primeiro gráfico apresenta a “Quantidade total de famílias inscritas no Cadastro Único” onde são apresentados fatores que sociais como o crises econômicas no país, e o período pandêmico da COVID-19; o segundo “Quantidade de famílias em situação de pobreza, segundo os critérios do Programa Bolsa Família”; o terceiro “Quantidade de famílias com renda per capita mensal acima de meio salário-mínimo; e quarto gráfico “Evolução do Perfil de renda das famílias inscritas no cadúnico”. Estes dados clarificam que a busca por emprego e a necessidade de acesso a programas sociais do governo brasileiro estão relacionadas, pois muitos trabalhadores enfrentam dificuldades para se inserir ou se manter no mercado formal de trabalho. Especialistas apontam que, diante de um quadro de instabilidade econômica, diversas famílias recorrem ao Cadastro Único e a programas como o Bolsa Família para garantir condições básicas de vida. Dessa forma, políticas públicas voltadas à qualificação profissional e ao incentivo à empregabilidade desempenham papel na redução da vulnerabilidade social. Bem sabemos que por de trás do emprego, há um processo “evolutivo”, essencial, que movimenta e constroi toda a sociedade, e que capacita os cidadãos a entrarem no mercado de trabalho, e que também é reconhecido como um direito básico para todos: acesso e 23 https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/01/31/desemprego-vai-a-62percent-no-trimestre-terminado-em-dezembro-diz-ibge.ghtml direito à educação. Conforme um artigo disponível no site da Agência Brasil, por Vitor Abdala (2024) aqui no Brasil: Uma parcela de 19,8% dos jovens de 15 a 29 anos no Brasil, ou seja, um entre cinco, não estudava nem trabalhava em 2023, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (22), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (ABDALA, 2024). Com esta informação, refletimos no que esses dados continuam a gerar em nossa sociedade: a desigualdade social, sendo a educação dada por lei, e sendo motor primário para redução de desempregos. A educação desenvolve um papel fundamental na redução da desigualdade social, pois possibilita o acesso a melhores oportunidades (emprego) e contribui para a mobilidade social. De acordo com François Dubet (2004): “A democratização do acesso à educação não foi suficiente para impedir a reprodução das desigualdades sociais, sendo necessária a incorporação de instrumentos de discriminação positiva para alcançar a justiça social.” O que nos conduz a ponderar que a propagação de desigualdades sociais, surgem e se mantém por estruturas que perpetuam entre os grupos sociais, gerando discriminação,aos menos “afortunados.” Identificando diversos problemas sociais, faz-nos refletir a importância da sociedade ter apropriação de conhecer os seus próprios direitos, e de quando não são garantidos, incentivando inclusive, a futura geração a se assegurar de seus direitos e deveres básicos enquanto cidadãos. Segundo Santos et al (2023): “...o Estado não deve abdicar-se do que é assegurado por lei. Além de proteger os direitos sociais, bem-estar, e desenvolvimento da sociedade, a Assistência Social dá ao cidadão em situação de pobreza uma chance de transformar seu estado atual.” Esse laço governamental com a política e população, propicia a nós enquanto cidadãos, refletirmos sobre o que significa justiça, que para Rawls (2002): A justiça é a primeira virtude das instituições sociais, assim como a verdade o é para os sistemas de pensamento.” Observamos aqui, que a justiça não deve ser exclusiva apenas para um determinado grupo que se desenvolve com condições adequadas de vida, mas uma virtude que precisa existir para todos os espaços e sujeitos sociais, compreendemos que 24 esta possui uma força que apresenta com precisão, a existência de uma ordem social, que concede o básico para todos. Um outro aspecto dos deveres do Estado, relacionado também à justiça, e direitos básicos, é reconhecer como a saúde pública se encontra atualmente, sendo a saúde um dos componentes a manter a integridade da sociedade e que não exclui a saúde mental, mas destaca, enfatiza a sua existência a ser tratada/resgatada também pelo Estado/Governo. Segundo a CNN (2025), foi realizada uma pesquisa que aponta que “Fila do SUS coloca vida da população em risco”, um estudo realizado pelo Instituto Locomotiva. Carneiro (2024), em seu artigo online no site JusBrasil, apresenta que a Constituição de 1988, dirige-se à garantia do direito de saúde, e que a saúde mental está incluída. Com mais especificidade Carneiro (2024) clarifica: Este dispositivo inclui a saúde mental como parte integral do direito à saúde, garantindo que o Estado deve prover as condições necessárias para a sua promoção, proteção e recuperação. A previsão constitucional dá base para a implementação de políticas públicas voltadas à saúde mental e reforça a responsabilidade do Estado em assegurar que todos os cidadãos tenham acesso a cuidados adequados. (CARNEIRO, 2024). Diante dessa informação, podemos designar as instituições (instituições que o psicólogo social pode realizar encaminhamentos) que se responsabilizam diretamente com a saúde mental pública no Brasil: os CAPSI (Centro de Atenção Psicossocial), onde o psicólogo investiga o contexto do indivíduo, e a saúde mental primeiramente, e após orientações e direcionamento para uma dessas organizações públicas conforme a demanda e faixa etária. O Ministério da Saúde (2025) salienta: “Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são lugares onde oferecem serviços de saúde abertos para a comunidade. Uma equipe diversificada trabalha em conjunto para atender às necessidades de saúde mental das pessoas…” Estes espaços, denotam que houve também um levantamento antecessor de dados territoriais para a inserir estas instituições nas comunidades. Os centros se classificam em: CAPS I, CAPS II, CAPS III, CAPS i (Infanto-Juvenil), 25 CAPS ad Álcool e Drogas, CAPS ad IIIÁlcool e Drogas. Todos recebem pessoas em sofrimento intenso psíquico, porém se divergem em quantidade para cada região, público, e quantidade de leitos, e se assemelha em receber pessoas com vícios em álcool e drogas, mesmo havendo um exclusivo dessa demanda. (BRASIL, 2025). Estas instituições, se aprofundam trabalhando para casos onde determinados cidadãos podem encontrar-se em contextos, onde não conseguem facilmente e naturalmente lidar “consigo mesmo”, como por exemplo o público de pessoas viciadas em álcool, que são encaminhadas pelo psicólogo social do CRAS, para o CAPS ad Álcool e Drogas. De acordo com o Ministério da Saúde (2025): CAPS ad Álcool e Drogas: Atende pessoas de todas as faixas etárias que apresentam intenso sofrimento psíquico decorrente do uso de álcool e outras drogas, e outras situações clínicas que impossibilitem estabelecer laços sociais e realizar projetos de vida. Indicado para municípios ou regiões de saúde com população acima de 70 mil habitantes. (BRASIL, 2025). Nesses exemplos de assistências social no CRAS, está o psicólogo social capacitado, crucial na promoção e proteção dos direitos sociais para melhor entendimento do que é a atuação de um psicólogo no CRAS, o CFP (2008) explica: 1. Serviços: socioeducativo-geracionais, intergeracionais e com famílias; sócio-comunitário; reabilitação na comunidade; outros; 2. Benefícios: transferência de renda (bolsa-família e outra); Benefícios de Prestação Continuada – BPC; benefícios eventuais – assistência em espécie ou material; outros; 3. Programas e Projetos: capacitação e promoção da inserção produtiva; promoção da inclusão produtiva para beneficiários do programa Bolsa Família – PBF e do Benefício de Prestação Continuada; projetos e programas de enfrentamento à pobreza; projetos e programas de enfrentamento à fome; grupos de produção e economia solidária; geração de trabalho e renda. (CFP, 2008). O psicólogo social a conhecer e exercer suas competências, e o espaço de atuação, poderá fornecer provas de que a Psicologia está além de um lugar “fechado” (clínica), e que deve estar conectada à Sociologia. Por meio de Kenneth J. Gergen (2008) compreendemos: "A psicologia social é aquele ramo da ciência psicológica que investiga 26 a interação humana e os processos que a influenciam.” É um ramo que nos possibilita refletir sobre as relações humanas, ao decorrer da história da humanidade, e seus impactos atuais. A Psicologia é essencial pois, estudos indicam que ao levar em conta aspectos psicológicos e sociais, as políticas públicas se tornam mais eficazes, promovendo maior adesão da sociedade e gerando impactos positivos na redução de desigualdades e no fortalecimento da cidadania. Dessa forma, a integração entre psicologia social e políticas públicas contribui para a construção de estratégias mais humanizadas e inclusivas. Tais atividades do psicólogo social, se projetam ao desenvolvimento do senso de justiça, de humanidade, junto às equipes preparadas que se organizam e articulam nas unidades da rede socioassistencial, resgatando o senso de equidade e dignidade para os que são carentes de alcançados por estes serviços públicos. 6. CAMPO DE ESTÁGIO: Localizado em: CRAS COHAB – SÃO LUÍS, Rua 13 , 0 – Bairro: Cohab Anil IV – São Luís – MA – CEP:65053-330. No local contém: na entrada uma recepção para o público, sala da coordenação, sala das crianças para o Projeto Criança Feliz, 1 cozinha e 1 copa, 4 banheiros: sendo 2 femininos, um para o público e outro para as funcionárias, e 2 masculinos um para os funcionários e outro para o público, sala para realizar o processo do Cadastro Único e uma sala onde o psicólogo e assistente social atuam ( os técnicos de referência). 7. ATIVIDADES DOCENTES: As atividades do professor orientador, foram assertivas para o processo de estágio, este realizou a designação de estagiários para os seus campos de estágio, realizou rodas de conversas sobre os casos que estagiários recebiam e direcionava orientações e explicações e exemplificações, assim como também compartilhou materiais oficiais acerca: da finalidade e definição de estágio, acerca da relação “teoria-prática” (sendo o estágio o espaço para aprimoramento profissional), fundamentação legal (leis n° 11.788/2008, n° 9394/1996, acerca da documentação pelo Conselho Federal de Psicologia. 27 O professor orientador proporcionou aos alunos aulas interativas, integrando teorias advindas do meio científico, este também apresentou um vídeo da Dr. Ana Beatriz, uma psiquiatra brasileira renomada, com o tema “A problemática da Saúde Mental no mundo, no Brasil e nas organizações”, onde ela aborda a relação da Medicina, Filosofia e Psicologia, e traz questionamentos e pensamentos pertinentes na atualidade, nas aulas foram apresentadas sobre o histórico da “Evolução do conceito de saúde”, junto aos princípios e diretrizes da Carta de Ottawa, que também serviu de base para a prática no estágio. Quanto às atividades do supervisor técnico do campo de estágio: explicou sobre suas competências junto ao Serviço Social, abordando sobre o CRAS ser além do programa do “Bolsa Família”, em que o psicólogo acolhe, recebe as demandas e as acompanha, se associando às ações sociais com foco de prevenção por meio da conscientização, propiciou visitas técnicas e institucionais, para a coleta de informações e discussões dos casos, apresentou quanto aos documentos oficiais conforme as orientações e modelo dado pelo Conselho Federal de Psicologia. Este realizou orientações sobre a emissão de Carteira do Idoso, sobre os programas do Governo e as condições para os programas serem aplicados para os cidadãos que buscam voluntariamente ou por encaminhamentos por estes programas, explicou seu dever em acolher as demandas mas não as tratar, pois este realiza encaminhamentos para outras instituições, de acordo com a demanda que lhe é recebida. 8. CONCLUSÃO: O estágio foi de grande importância para término de formação da estagiária, pois o campo de atuação proporcionou a acadêmica a ter acesso a outras realidades e públicos vulneráveis (como mães solo, idosos que vivem só, idosos de baixa renda, indivíduos PCD) que precisam de acompanhamento e encaminhamento psicológico, assim como entender os desafios que um psicólogo social pode encontrar nas comunidades. É essencial estagiar em um órgão público, que leva o estudante/acadêmico, a romper as barreiras da “clínica”, efetivando suas atividades que lhe concerne com a ética profissional. 28 Foi aprendido de como as ações sociais, podem unir as pessoas de determinada comunidade e vulnerabilidade, assim como os próprios funcionários, para conscientizá-los de seus direitos e lutas por esses direitos, por meio dos esforços dos técnicos do CRAS, que possuem essa competência de apresentar determinados assuntos com intuito de prevenção, ao realizarem rodas de conversas e palestras educativas. O estágio no CRAS - Cohab, também serviu de aprendizagem sobre os mais diversos e complexos casos/contextos que os técnicos já receberam, atenderam e acompanharam, e de como esses casos refletem a desigualdade social perpetuar tais problemáticas, para as futuras gerações, como machismo, etarismo, abandono da parte do pai com filho, preconceito com pessoas com alguma psicopatologia já diagnosticada e etc. Este estágio reforçou para a estagiária, a necessidade de estudo constante sobre estes problemas sociais, que afetam diretamente a saúde mentaldas pessoas, que adoecem afetando a auto estima, que provocam ansiedade e depressão, e até mesmo tendência suicida, tal cenário comprovou como os direitos violados são a desordem para a saúde pública, formando assim cidadãos doentes emocionalmente. Um aspecto atual, válido de ser mencionado, é o conhecimento de que infelizmente alguns órgãos públicos não podem exercer o que lhe é dever de exercer (projetos para outros públicos), devido a “ausência de investimento e patrocínio” da parte do “governo”, e “prefeitura”, mesmo havendo uma grande demanda, que poderia se beneficiar desses projetos. Neste tempo de aprimoramento no CRAS, enfatizou-se a importância do psicólogo ter domínio do conhecimento do Código de Ética, e desenvoltura da escuta ativa e acolhimento, assim como este profissional deve saber emitir documentos oficiais, conforme o CFP, garantindo o sigilo dos “cidadãos”/ “pacientes”, independente da área que esteja atuando. Neste estágio, concedeu para a estagiária a oportunidade conhecer outros profissionais ( equipe multiprofissional) de outros órgãos públicos que realizam seus deveres, da maneira como podem. Observação: o supervisor técnico e o supervisor docente permitiram o registro fotográfico, desde que os rostos das pessoas fossem “camuflados” 29 9. REGISTROS FOTOGRÁFICOS 30 31 32 33 34 35 36 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: ABDALA, Vitor. Um em cinco jovens brasileiros de 15 a 29 anos não estuda nem trabalha. Agência Brasil, 22 mar. 2024. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2024-03/um-em-cinco-jovens-brasileiro s-de-15-29-anos-nao-estuda-nem-trabalha Acesso em: 10 de maio 2025. ALMEIDA, Lia de Azevedo; GOMES, Ricardo Corrêa. Processo das políticas públicas: revisão de literatura, reflexões teóricas e apontamentos para futuras pesquisas. Cadernos EBAPE.BR, 2018. Disponível em: https://periodicos.fgv.br/cadernosebape/article/view/64108. BRASIL. Constituição Federal de 1988. Artigo 216-A: Sistema Nacional de Cultura. Brasília: Presidência da República, 1988. Incluído pela Emenda Constitucional nº 71, de 2012. 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