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SUMÁRIO
A reprodução deste documento só poderá ser feita integralmente.
RELATÓRIO DE ENSAIO Nº.: XXXX/18
QUALIDADE DO AR INTERIOR EM AMBIENTES ARTIFICIALMENTE CLIMATIZADOS DE:
NOME DO CLIENTE
1.Introdução 
2.Objetivos e Metodologias de amostragem
3.Estratégia de Amostragem
4.Relatório de Ensaio / Resultados
5.Conclusão
Revisão 10 1 
RE Nº XXXX/18
Com o desenvolvimento tecnológico, a urbanização desenfreada, e a construção de prédios cada vez mais altos, houve a
necessidade de desenvolver tecnologias para oferecer conforto e bem estar ao homem, entre elas a climatização artificial de
ambientes fechados. Porém a comodidade que a tecnologia traz, também gera pontos negativos caso não ocorra um
monitoramento adequado desses sistemas.
O ambiente climatizado tem sido apontado como fonte importante da disseminação de microrganismos. Com a crise de
energia global houve a necessidade drástica de redução do uso de energia, desta forma esses sistemas são obrigados a
trabalhar, como forma de economia, com baixas taxas de renovação de ar exterior, além do que, para um controle melhor do ar
condicionado, as aberturas externas desapareceram, e os edifícios tornaram-se hermeticamente fechados. Introduziram-se
novos materiais e revestimentos (carpetes, divisórias e móveis recobertos por vernizes e resinas), a iluminação passa a ser
totalmente artificial. Esses fatores têm sido apontados como uma das causas do aumento da concentração de poluentes no ar
interior, coincidindo, nas últimas décadas com um aumento de queixas clínicas e até mesmo de doenças nos ocupantes desses
ambientes. Em 1983 foi descrito pela World Health Organization (WHO) a Síndrome dos Edifícios Doentes (SED), que
relaciona um grupo de sintomas (dor de cabeça, fadiga, letargia, prurido e ardor nos olhos, irritação de nariz e garganta, que
atingem uma porcentagem significativa (cerca de 20% ou mais) dos ocupantes de um edifício e quando estes são afastados do
ambiente, os sintomas reduzem ou desaparecem.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 45% dos processos alérgicos na população mundial são causados pela
climatização de ambientes, cujos sistemas não passam por manutenção, higienização e o controle do ambiente climatizado
(Resolução RN 09 de 16 de janeiro de 2003 – ANVISA). 
Assim sendo, é imprescindível o controle da qualidade do ar dos ambientes climatizados, com o objetivo de promover a
saúde e bem estar das pessoas confinadas nesses ambientes, e consequentemente a diminuição do absenteísmo e a perda de
produtividade.
1. INTRODUÇÃO
Revisão 10 2 
RE Nº XXXX/18
Equipamento: Impactador de 1 estágio.
Objetivo: Pesquisa, monitoramento e controle do processo de climatização de ar em ambientes climatizados. Marcadores:
Temperatura do ar (°C) Umidade do ar (%) Velocidade do ar (m/s). 
Equipamentos: Termo-higrômetro faixa 5 a 95 % UR e -20 a 70°C exatidão ± 0,5 ºC e 5% UR e Anemômetro faixa de 0 a 10
m/s, exatidão ± 0,10 m/s ± 4 % do valor medido.
Utilizou-se a metodologia de amostragem por equipamento de leitura direta.
2. OBJETIVOS E METODOLOGIAS DE AMOSTRAGEM
Este relatório baseia-se nos requisitos da Norma ABNT NBR ISO/IEC 17025, NBR-10.719 da ABNT - Associação
Brasileira de Normas Técnicas e na Resolução – RE nº. 09, do MS/ANVISA, de 16 de janeiro de 2003, sendo os ensaios
realizados de acordo com as seguintes normas:
Objetivo: Pesquisa, monitoramento e controle ambiental da possível colonização, multiplicação e disseminação de fungos em
ar ambiental interior. Marcador Epidemiológico: Fungos.
Metodologia de Amostragem:
Utilizou-se a metodologia descrita no "The United States Pharmacopeia". USP. 
Metodologia de Amostragem:
Equipamento: Medidor de CO2, com dois canais de infravermelhos não dispersivos, faixa de medição de 0-5000 ppm,
exatidão ± 50 + 2% do valor medido.
 2.3 - Norma Técnica 003 - Temperatura, Umidade e Velocidade do Ar em Ambientes Interiores
Tempo de amostragem: 5 minutos.
Volume amostrado: Mínimo 140 L.
Objetivo: Pesquisa, monitoramento e controle do processo de renovação de ar em ambientes climatizados. Marcador
Epidemiológico: Dióxido de Carbono (CO2). 
Metodologia de Amostragem:
Utilizou-se a metodologia de amostragem por equipamento de leitura direta por meio de sensor infravermelho específico para
poeira total. 
Metodolgia de Amostragem:
Utilizou-se a metodologia de amostragem por equipamento de leitura direta.
Equipamento: Medidor de poeira faixa: 10 – 9990,0 μg/m3 - Exatidão: ± 20 μg/m3 ± 10%.
 2.1-Norma técnica 001 - Bioaerosol em Ambientes Interiores
 2.2 - Norma Técnica 002 - Concentração de Dióxido de Carbono em Ambientes Interiores
 2.4 - Norma Técnica 004 - Concentração de Aerodispersóides em Ambientes Interiores
Objetivo: Pesquisa, monitoramento e controle de aerodispersóides totais em ambientes interiores climatizados. Marcador 
Epidemiológico: Particulado Total (μg/m3 ). 
Revisão 10 3 
RE Nº XXXX/18
5
1.000 a 2.000
3.000 a 5.000 8
3. ESTRATÉGIA DE AMOSTRAGEM
Definir o número de amostras de ar interior, tomando por base a área construída climatizada dentro de uma mesma
edificação e razão social, seguindo a tabela abaixo:
Área construída (m
2
 )
Número mínimo de 
amostras
5.000 a 10.000
20.000 a 30.000
Acima de 30.000 25
Nota 01: Todas as amostras são retiradas com o amostrador localizado na altura de 1,5 m do piso, no centro do ambiente
ou em zona ocupada.
Até 1.000
3
15.000 a 20.000
1
2.000 a 3.000
Nota 03: As unidades funcionais dos estabelecimentos com características epidemiológicas diferenciadas, tais como serviço
médico, restaurantes, creches e outros, deverão ser amostrados isoladamente.
12
18
10.000 a 15.000 15
21
Nota 02: A quantidade e a definição dos pontos é de responsabilidade do contratante.
Revisão 10 4 
RE Nº XXXX/18
Contrato n°: CXXXX
End:
Cidade: Estado:
A/C.: 5
Tabela 1
(UFC/m³) (UFC/m³)
≤ 750 -
Cladosporium sp.; 
Penicillium sp.; 
Aspergillus sp; 
Rhodotorula sp.; 
Curvularia sp.; 
Dentro dos Parâmetros
Cladosporium sp.; 
Rhodotorula sp.; 
Dentro dos Parâmetros
Cladosporium sp.; 
Penicillium sp.; 
Aspergillus sp; 
Dentro dos Parâmetros
540
Restaurante
15853
0,315854
/18
NOME DO SOLICITANTE
Data do Ensaio:
Pontos Amostrados:
Solicitante:
NOME DO CLIENTEUnidade:
Caracterização da 
Amostragem (Plano de 
amostragem)
 Interpretação dos Resultados
SÃO PAULO
4. RELATÓRIO DE ENSAIO DA QUALIDADE DO AR INTERNO
LAUDO DA QUALIDADE DO AR INTERIOR
Plano de amostragem: Conforme POP 012 Plano de amostragem.
Laboratório de Ensaio acreditado pela Cgcre de acordo com a ABNT NBR ISO/IEC 17025, sob o número CRL 445. 
RUA XXXX, Nº 475
Data da Retirada de amostra: 22/03/2018
Nº da Amostra
Ar
ambiente
Ar externo Relação I/E
Ar ambiente/Ar 
externo
A seguir são apresentados os resultados dos ensaios microbiológicos.
Gêneros Fúngicos 
Isolados
Situação Atual
Faixas recomendáveis (limite ≤ 1,5)
Norma Técnica 01
NOME DO RESPONSÁVEL
SP
Adminstrativo
Ambulatório
/18 227 540 0,4
29/03/2018
15855
/18
540
135
298 0,6
Revisão 10 5 
RE Nº XXXX/18
Tabela 2
Cladosporium sp.; 
Penicillium sp.; 
Aspergillus sp; 
Dentro dos Parâmetros
Cladosporium sp.; 
Trichoderma sp.; 
Dentro dos Parâmetros
Continuação da tabela 1
15856 /18 277 540 0,5
Obs.: O valor obtido da Relação I/E da tabela 01, é referente á média aritmética de todas amostras de ar externo realizado no dia da amostragem .
Nota 5: Este Relatório de Ensaios só pode ser reproduzido na sua forma integral. Reproduções parciais devem ser previamente autorizadas pelo Conforlab, e os resultados apresentados
referem-se exclusivamente à amostra ensaiada.
Nota 4: Os valores menores que 7 UFC estão representados comoRecepção Leite
15857 /18 142 540 0,3
Ana Cristina P. Sousa
Signatária Autorizada
Jeferson L. Alberto 
Signatário Autorizado
Carlos Ronaldo Brito Alves
Químico
CRQ-IV 04253001
Solange C. Lima 
Bióloga 
CRBio-26981/01-D
Revisão 10 6 
RE Nº XXXX/18
Tabela 3
Dióxido de Carbono
(ppm)
Relatório de Visita Técnica XXXX/18
NOME DO CLIENTE
Nº
GRÁFICOS
NOME DO CLIENTE
XXXX/18
São Paulo, 13 de abril de 2018
0,4
0,3
0,6
0,5
0,3
0,0
0,3
0,6
0,9
1,2
1,5
1,8
Local
Relação I/E
Legenda: Valor máximo aceitável: I/E

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