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SISTEMA DE ENSINO TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 Livro Eletrônico 2 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá Sumário Gestão de Riscos ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 3 1. Introdução ..................................................................................................................................... 3 2. Termos e Definições ................................................................................................................... 3 3. Princípios da Gestão de Riscos ................................................................................................ 4 4. Estrutura da Gestão de Riscos ................................................................................................ 5 4.1. Generalidades ........................................................................................................................... 5 4.2. Liderança e Comprometimento ............................................................................................ 6 4.3. Integração ................................................................................................................................. 7 4.4. Concepção ................................................................................................................................. 8 4.5. Implementação .......................................................................................................................12 4.6. Avaliação ..................................................................................................................................12 4.7. Melhoria ....................................................................................................................................12 5. Processo ......................................................................................................................................13 5.1. Generalidades ..........................................................................................................................13 5.2. Comunicação e Consulta ...................................................................................................... 14 5.3. Escopo, Contexto e Critérios ................................................................................................15 5.4. Processo de Avaliação de Riscos ........................................................................................16 5.5. Tratamento de Riscos ............................................................................................................19 5.6. Monitoramento e Análise Crítica ........................................................................................21 5.7. Registro e Relato .................................................................................................................... 22 6. Gestão de Riscos (ABNT NBR ISO/IEC 31010:2012) ............................................................ 22 7. Planejamento e Resposta a Emergências (PRE) ................................................................ 30 Resumo ............................................................................................................................................ 32 Questões de Concurso ................................................................................................................. 35 Gabarito ...........................................................................................................................................43 Questões de Concurso .................................................................................................................44 O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 3 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá GESTÃO DE RISCOS ISO 31000/2018 E TÉCNICAS PARA AVALIAÇÃO DE RISCOS-ISO 31010/2012 1. Introdução Organizações de todos os tipos e tamanhos enfrentam influências e fatores externos e internos que tornam incerto se elas alcançarão seus objetivos. 2. termos e defInIções • Risco: é um efeito da incerteza nos objetivos. • Efeito: é um desvio em relação ao esperado. Pode ser positivo, negativo ou ambos, e pode abordar, criar ou resultar em oportunidades e ameaças. • Gestão de riscos: atividades coordenadas para dirigir e controlar uma organização no que se refere a riscos. • Parte interessada: pessoa ou organização que pode afetar, ser afetada ou perceber-se afetada por uma decisão ou atividade. O termo “parte interessada” pode ser utilizado como sinônimo de “stakeholder”. • Fonte de risco: elemento que, individualmente ou combinado, tem o potencial para dar origem ao risco. • Evento: ocorrência ou mudança em um conjunto específico de circunstâncias. Pode consistir em uma ou mais ocorrências e pode ter várias causas e várias consequências. Um evento pode também ser algo que é esperado, mas não acontece, ou algo que não é esperado, mas acontece. Um evento pode ser uma fonte de risco. • Consequência: resultado de um evento que afeta os objetivos. 001. (CS UFG/AUDITOR (UFG)/2017) A gestão de riscos refere-se ao processo de aplicação sistemática de políticas, procedimentos e práticas de gestão para as atividades de comuni- cação, estabelecimento do contexto, avaliação, tratamento, monitoramento e análise crítica dos riscos. A gestão de riscos envolve também a contínua avaliação da eficácia dos controles internos implantados na organização para a) uniformizar os riscos gerenciais. b) mitigar os riscos relevantes. c) eliminar os riscos críticos. d) corrigir os riscos inerentes. O efeito que o fenômeno da incerteza tem sobre os objetivos da organização é chamado de risco. A atividade de gestão organizacional é permeada por riscos de diversas fontes e origens. Cabe à organização identificar, avaliar, tratar, monitorar e analisar esses riscos. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 4 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá Outra ideia que devemos eliminar é sobre a eliminação de riscos. Essa ação é impossível no ambiente organizacional. Em outras palavras, o risco sempre existirá. Então, a ideia principal da gestão de riscos é minimizar ou mitigar os riscos! Portanto, a alternativa correta é a letra B. Letra b. 3. PrIncíPIos da Gestão de rIscos Os princípios são a base para gerenciar riscos e convém que sejam considerados quando se estabelecerem a estrutura e os processos de gestão de riscos da organização. a) Integrada: a gestão de riscos é parte integrante de todas as atividades organizacionais. b) Estruturada e abrangente: uma abordagem estruturada e abrangente para a gestão de riscos contribui para resultados consistentes e comparáveis. c) Personalizada: a estrutura e o processo de gestão de riscos são personalizados e pro- porcionais aos contextos externo e interno da organização relacionados aos seus objetivos. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado pararelativamen- te baratas. Quando a técnica foi desenvolvida pela primeira vez, o número de iterações requerido para as simulações de Monte Carlo resultou em um processo lento e demorado, porém os avanços O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 29 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá nos desenvolvimentos de computadores e teóricos, como amostragem por Hipercubo Latino, tornaram o tempo de processamento quase insignificante para muitas aplicações. Curvas FN As curvas FN são uma representação gráfica da probabilidade de eventos que causam um nível especificado de danos para uma população específica. Na maioria das vezes se referem à frequência de um determinado número de vítimas. As curvas FN mostram a frequência acu- mulada (F) em que N ou mais membros da população serão afetados. Os altos valores de N que podem ocorrer com uma alta frequência F são de interesse significativo, pois eles podem ser social e politicamente inaceitáveis. Índices de risco Um índice de risco é uma medida semiquantitativa do risco. É uma estimativa derivada uti- lizando uma abordagem de pontuação mediante escalas ordinais. Os índices de risco podem ser utilizados para avaliar uma série de riscos com o uso de critérios similares, de modo a que possam ser comparados. Pontuações são aplicadas para cada componente de risco, por exemplo, características do contaminante (fontes), a faixa de possíveis vias de exposição e o impacto sobre os receptores. Os índices de risco são essencialmente uma abordagem qualitativa para a classificação e a comparação de riscos. Embora números sejam utilizados, isto é feito simplesmente para per- mitir manipulação dos dados. Em muitos casos onde o modelo ou sistema subjacente não é bem conhecido ou não é capaz de ser representado, é melhor utilizar uma abordagem qualitativa mais aberta. Matriz de probabilidade/consequência A matriz de probabilidade/consequência é um meio de combinar classificações qualita- tivas ou semiquantitativas de consequências e probabilidades, a fim de produzir um nível de risco ou classificação de risco. O formato da matriz e as definições a ela aplicadas dependem do contexto em que é utili- zada e é importante que um projeto apropriado seja utilizado para as circunstâncias. Análise de custo/benefício (ACB) A análise de custo/benefício pode ser utilizada para avaliação de riscos quando os custos totais esperados são ponderados contra os benefícios totais esperados a fim de escolher a melhor ou a mais rentável opção. É uma parte implícita de muitos sistemas de avaliação de riscos. Ela pode ser qualitativa ou quantitativa, ou envolver uma combinação de elementos quantitativos e qualitativos. A ACB quantitativa agrega o valor monetário de todos os custos e todos os benefícios para todas as partes interessadas que estão incluídas no escopo e faz o ajuste para os diferentes períodos de tempo nos quais os custos e benefícios ocorrem. O valor presente líquido (VPL) calculado torna-se uma entrada nas decisões sobre o risco. Um VPL positivo associado a uma ação normalmente significaria que a ação deve ocorrer. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 30 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá Entretanto, para alguns riscos negativos, particularmente aqueles riscos que envolvem a vida humana ou danos ao meio ambiente, o princípio do ALARP pode ser aplicado. Isto divide os riscos em três regiões: um nível acima do qual os riscos negativos são intoleráveis e não devem ser aceitos, exceto em circunstâncias extraordinárias; um nível abaixo do qual os riscos são insignificantes e precisam somente ser monitorados para assegurar que eles permanecem baixos, e uma faixa central onde os riscos são mantidos tão baixos quanto razoavelmente pra- ticável (ALARP). Em direção ao menor risco desta região, uma análise rigorosa de custo/benefício pode aplicar-se, porém quando os riscos estiverem próximos ao intolerável, a expectativa do princí- pio do ALARP é que o tratamento ocorrerá, a menos que os custos de tratamento sejam subs- tancialmente desproporcionais em relação ao benefício obtido. Análise de decisão por multicritérios (MCDA) O objetivo é utilizar uma faixa de critérios para avaliar de forma objetiva e transparente o valor global de um conjunto de opções. Em geral, o objetivo global é produzir uma ordem de preferência entre as opções disponíveis. A análise envolve o desenvolvimento de uma matriz de opções e critérios que são classifi- cados e agregados para fornecer uma pontuação global para cada opção. 7. Planejamento e resPosta a emerGêncIas (Pre) Também conhecido como Plano de Atendimento a Emergência ou Plano de Ação de Emer- gência (PAE), o PRE é um documento que contém todos os procedimentos a serem tomados caso ocorram situações de risco iminente para a segurança dos trabalhadores. A Norma Regulamentadora NR-20 Segurança e Saúde com Inflamáveis e Combustíveis apresenta em seu item 20.14 a exigência de criação desse Plano, assim como o seu conteúdo mínimo. Em seu texto, descreve que “O empregador deve elaborar e implementar plano de res- posta a emergências que contemple ações específicas a serem adotadas na ocorrência de va- zamentos ou derramamentos de inflamáveis e líquidos combustíveis, incêndios ou explosões”. Já a NBR ISO 45001:2018, em seu requisito 8.2, Preparação e Resposta de Emergências, apresenta que “a organização deve estabelecer, implementar e manter um processo necessário para se preparar para resposta a potenciais situações de emergência”. Exigência semelhante é verificada na OHSAS 18001:2007. Com isso, tem-se que o PRE irá identificar potenciais situações de emergência e potenciais acidentes que possam ter impac- tos à saúde e segurança das pessoas, sejam colaboradores, visitantes, terceiros ou vizinhos à organização e ao meio ambiente. Apresentando, portanto, para cada cenário de emergência, as respectivas ações para que não ocorram os impactos negativos possíveis. Vale destacar que o requisito “preparação e resposta a emergências” enquadra-se na etapa de implementação e operação (na assim como na NBR ISSO 14001). O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 31 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá Pode-se entender como Situação de Emergência qualquer evento não planejado que, em função da sua gravidade, requeira ação imediata e inadiável para seu bloqueio e contenção. E, se possível, reparo. Assim, pode-se pensar que são exemplos de situações de emergência incêndio, explosão, vazamento de produto químico, vazamento de gases e derramamento de líquido inflamável. É necessário que na elaboração do Plano de Resposta a Emergência as ações para cada cenário sejam adequadas para tal. Isso ocorre, porque, por exemplo,a ação para um incêndio se difere, e muito, da ação de resposta a um vazamento de produto químico. Vale ressaltar que essa diferença não é somente nos impactos que cada situação pode causar ao ser humano ou ao meio ambiente, mas também no que deve ser feito. Assim, o pla- no deve determinar quem é capacitado para cada atividade, quais EPIs devem ser utilizados, quem será responsável por cada etapa, quais os recursos necessários e quais as entidades que devem ser acionadas. A NR-20 e as normas ISO 45001, ISO 14001 e OHSAS preveem ainda um teste periódico do Plano de Resposta a Emergência, bem como a revisão do PRE, sempre que se julgar neces- sário. Para isso, são criados cronogramas de simulados de emergência, com espaçamento máximo de 1 ano entre cada teste. A organização por sua vez, deve garantir que todos colaboradores sejam envolvidos e trei- nados. Para cada simulado ou em caso de ocorrência real (situação de emergência), deve ser realizado um relatório de análise crítica. É exigido também que o PRE seja comunicado a todos possíveis envolvidos. Isso significa que, todas pessoas que possam ser envolvidas ou afetadas por algum dos cenários de emer- gência descritos, devem estar cientes dos riscos aos quais estão expostos e como proceder em situações de emergência1. 1 https://www.verdeghaia.com.br/plano-de-resposta-a-emergencia/ O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 32 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá RESUMO • Risco: efeito da incerteza nos objetivos. • Efeito: desvio em relação ao esperado (positivo, negativo ou ambos). • Gestão de riscos: atividades coordenadas para dirigir e controlar uma organização no que se refere a riscos. • Parte interessada: pessoa ou organização que pode afetar, ser afetada ou perceber-se afetada por uma decisão ou atividade (stakeholder). • Fonte de risco: elemento que, individualmente ou combinado, tem o potencial para dar origem ao risco. • Evento: ocorrência ou mudança em um conjunto específico de circunstâncias. • Consequência: resultado de um evento que afeta os objetivos. • Princípios da gestão de riscos • Estrutura da gestão de riscos O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 33 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 34 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá − Comunicação e consulta: auxiliar as partes interessadas pertinentes na compreen- são do risco, na base sobre a qual decisões são tomadas e nas razões pelas quais ações específicas são requeridas. − Escopo, contexto e critérios: personalizar o processo de gestão de riscos, permitindo um processo de avaliação de riscos eficaz e um tratamento de riscos apropriado. − Avaliação de riscos: ◦ Identificação de riscos: encontrar, reconhecer e descrever riscos que possam aju- dar ou impedir que uma organização alcance seus objetivos. ◦ Análise de riscos: compreender a natureza do risco e suas características, incluin- do o nível de risco, onde apropriado. ◦ Tratamento de riscos: selecionar e implementar opções para abordar riscos. − Monitoramento e análise crítica: assegurar e melhorar a qualidade e eficácia da con- cepção, implementação e resultados do processo. − Registro e o relato: comunicar atividades e resultados de gestão de riscos em toda a organização, fornecendo informações para a tomada de decisão. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 35 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá QUESTÕES DE CONCURSO 001. (CEBRASPE (CESPE)/PROFISSIONAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (ME)/ATI- VIDADES TÉCNICAS DE COMPLEXIDADE GERENCIAL, DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E DE ENGENHARIA SÊNIOR/GESTÃO DE PROJETOS/2020) Com relação à gestão de riscos, julgue o seguinte item. A definição de critérios de riscos é feita durante o estabelecimento do contexto da gestão de riscos. 002. (CEBRASPE (CESPE)/ATIVIDADES TÉCNICAS DE COMPLEXIDADE GERENCIAL (MEC)/ GERENTE DE SUPORTE/2015) A respeito da gestão de riscos, julgue o item subsecutivo. Para assegurar que a gestão de riscos seja eficaz, a organização deve analisar, criticamente e de forma periódica, se a política, o plano e a estrutura da gestão de riscos permanecem apro- priados, dados os contextos externo e interno da organização. 003. (FUNDATEC/AUDITOR DE CONTROLE INTERNO (PREF POA)/2019) A ISO 31000/2018 descreve princípios que são a base para o gerenciamento de riscos e fornece orientações sobre as características da gestão de riscos eficaz e eficiente. O documento também salienta que esses princípios devem ser considerados quando da estruturação da gestão de riscos. De acordo com os termos da referida norma, analise as assertivas a seguir: I – Gestão Integrada: a gestão de riscos é parte de todas as atividades organizacionais. II – Gestão Inclusiva: o processo de gestão de riscos envolve modelos padronizados abor- dando áreas estratégicas com foco no desempenho. III – Gestão Personalizada: a estrutura e o processo de gestão de riscos são personalizados e proporcionais aos contextos interno e externo da organização relacionados aos seus objetivos. Quais estão corretas? a) Apenas I. b) Apenas II. c) Apenas III. d) Apenas I e II. e) Apenas I e III. 004. (CEBRASPE (CESPE)/AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO (TCU)/CONTRO- LE EXTERNO/AUDITORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO/2015) Com relação à gestão de riscos, julgue o item. De acordo com a NBR ISO/IEC 31000:2009, a fim de assegurar que a gestão de riscos seja eficaz e continue a apoiar o desempenho organizacional, convém que a organização ga- O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 36 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá ranta recursos materiais irrestritos para evitar desvios em relação ao plano de gestão de riscos, que deve ser mantido inflexível, especialmente em relação ao contexto interno da organização. 005. (CEBRASPE (CESPE)/ATIVIDADES TÉCNICAS DE COMPLEXIDADE GERENCIAL (MEC)/GERENTE DE SUPORTE/2015) A respeito da gestão de riscos, julgue o item subsecutivo. A gestão de riscos faz parte das responsabilidades da administração e é parte integrante de todos os processos organizacionais, nos quais se incluem planejamento estratégico e todos os processos de gestão de projetos e de gestão de mudanças. 006. (UFMT/ENGENHEIRO (IF MT)/SEGURANÇA DO TRABALHO/2013) Fazem parte de um sistema de gestão de riscos as etapas indicadas abaixo: I – Monitorar riscos II – Identificar riscos III – Controlar riscos IV – Avaliar riscos Marque a sequência que apresenta a ordem correta da implementação de ações no Processo de Gestão de Riscos. a) III, I, II, IV b) II, IV, III, I c) I, IV, III, II d) II, III, IV, I 007. (FUNDEP/ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (IFNMG)/2016) Atividades coordenadas para direcionar e controlar uma organização no que compete a riscos refere-se a: a) gestão de riscos. b) avaliação de riscos. c) aceitação de riscos. d) risco residual. 008. (IBADE/ANALISTA PREVIDENCIÁRIO (IPM JP)/ANALISTA DE INFORMÁTICA/ANA- LISTA DE SISTEMAS E PROGRAMAÇÃO/2018) No âmbito da gestão de riscos, o remanes- cente, após o tratamento de riscos, é conhecido como risco: a) tratado. b) residual. c) final. d) intratável. e) desconsiderado. 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(FEPESE/ADMINISTRADOR (CELESC)/2018) A Norma ISO 31000 tem como eixo cen- tral especificamente qual destes assuntos? a) Gestão Ambiental b) Gestão Sustentável c) Gestão de Riscos no âmbito das organizações d) Redução de desperdícios na operação da empresas e) Qualidade no Processo Produtivo 011. (CEBRASPE (CESPE)/ANALISTA JUDICIÁRIO (TRE BA)/JUDICIÁRIA/2017) De acordo com a NBR ISO 31000:2009, no que diz respeito ao processo de gestão de riscos, a etapa espe- cífica de apreciação das causas e fontes de riscos, suas consequências positivas e negativas, e da probabilidade de ocorrência dessas consequências denomina-se a) identificação de riscos. b) análise de riscos. c) monitoramento e análise crítica. d) avaliação de riscos. e) estabelecimento do contexto interno. 012. (CEBRASPE (CESPE)/AUDITOR DE CONTROLE EXTERNO (TCE-PA)/INFORMÁTICA/ ANALISTA DE SEGURANÇA/2016) Com relação ao que dispõe a NBR ISO 31000:2009 acerca da gestão de riscos, julgue o item subsecutivo. São consideradas as circunstâncias e as necessidades da organização para se determinar se a análise de riscos será qualitativa, quantitativa ou uma combinação dessas duas formas de análise. 013. (COTEC UNIMONTES/TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO (PREF VÁRZEA DA PALMA)/2015) A norma da ABNT que estabelece os princípios e diretrizes genéricas para a gestão de riscos de forma eficaz e coerente, através de uma maneira sistemática, transparente e confiável, dentro de qualquer escopo e contexto, é: a) NBR 31000:2009. b) NBR 26000:2010. c) NBR 28000:2009. d) NBR 28004-1:2013 O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 38 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá 014. (VUNESP/AUDITOR MUNICIPAL DE CONTROLE INTERNO (SP)/GERAL/2015) O pro- cesso de análise de riscos, em conformidade com a estrutura de gestão de riscos, é precedida e sucedida, respectivamente, a) pelo tratamento de riscos e pela avaliação de riscos. b) pela avaliação de riscos e pelo tratamento de riscos. c) pela identificação de riscos e pelo tratamento de riscos. d) pela avaliação de riscos e pela identificação de riscos. e) pela identificação de riscos e pela avaliação de riscos. 015. (CESGRANRIO/ENGENHEIRO JÚNIOR (TRANSPETRO)/SEGURANÇA/2011) De acor- do com a ABNT NBR ISO 31000 - Gestão de Riscos/ Princípios e Diretrizes, considere as afir- mativas abaixo. I – Um risco significativo pode derivar do fracasso ou da ineficácia das medidas de trata- mento de risco. II – A retenção do risco, por uma decisão consciente e bem embasada, pode ser uma das alternativas para eliminação do risco. III – As análises de risco podem ser qualitativa, semiquantitativa ou quantitativa ou uma combinação delas. IV – Risco é o efeito das incertezas nos objetivos. São corretas APENAS as afirmações a) I e II b) II e III c) III e IV d) I, II e IV e) I, III e IV 016. (CESGRANRIO/ENGENHEIRO JÚNIOR (TRANSPETRO)/SEGURANÇA/2012) Segundo a NBR ISO 31000:2009 (Gestão de Riscos – Princípios e Diretrizes), constata-se que gestão de risco é(são) a) a identificação dos perigos, a avaliação e o controle das perdas humanas, materiais e ambientais. b) o controle do prejuízo sofrido por uma organização, com garantia de ressarcimento por seguro. c) um processo que garante que situações causadoras de danos nunca ocorrerão. d) atividades coordenadas para dirigir e controlar uma organização no que se refere a riscos. e) atividades que devem ser implementadas para eliminar e transferir os perigos ou reduzi-los a níveis os mais baixos possíveis. 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(FCC/TÉCNICO JUDICIÁRIO (TRF 3ª REGIÃO)/ADMINISTRATIVA/SEM ESPECIALIDA- DE/2019) No que concerne ao tema de gestão de riscos, os conceitos correntes na literatura sobre o tema, incluída a mais recente abordagem feita pela norma técnica ABNT NBR ISO 31000 − Gestão de Risco, definem avaliação de riscos como a) adoção de medidas corretivas para neutralizar ou mitigar eventos que possam impactar os resultados da organização. b) elemento que, individualmente ou combinado, tem o potencial intrínseco para dar ori- gem ao risco. c) processo de comparar os resultados da análise de riscos com os critérios de risco para de- terminar se o risco e/ou sua magnitude é aceitável ou tolerável. d) conjunto de medidas preventivas para evitar ou reduzir a ocorrência de eventos que possam ensejar riscos à organização. e) processo de tomada de decisão, exclusivo da alta direção da organização, com base no qual são assumidos alguns riscos inerentes ao negócio. 018. (QUADRIX/TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR (SESC DF)/CONTROLADORIA/2018) A pro- pósito da ISO 31.000, é correto afirmar que a) é uma norma específica para o Brasil. b) é uma norma destinada à padronização de terminologia e conceitos sobre gestão de risco. c) tem por finalidade a certificação. d) é específica para o setor privado. e) se aplica a situações específicas de uma entidade. 019. (CESGRANRIO/ENGENHEIRO (PETROBRAS)/MEIO AMBIENTE JÚNIOR/2018) A NBR ISO 31.000/2009 define osprincípios e as diretrizes para gestão de riscos. O processo de ges- tão de riscos baseado nesse instrumento legal segue as etapas de: análise de riscos, avaliação de riscos, identificação de riscos, definição do contexto e tratamento de riscos, conforme ilus- trado no fluxograma abaixo, adaptado dessa norma. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 40 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá A etapa de análise de riscos é aquela na qual se busca compreender a natureza do risco e determinar o nível de risco, discutindo todas as possibilidades de ocorrência de um eventual acidente, na tentativa de evitar que ele aconteça. No fluxograma apresentado na norma, essa etapa aparece na parte a) I b) II c) III d) IV e) V 020. (COVEST-COPSET/TECNÓLOGO (UFPE)/SEGURANÇA/2015) O mercado oferece nor- mas voluntárias de gestão organizacional cujos objetivos principais são os de auxiliar, por meio de padronização, algumas funções empresariais, tais como qualidade e meio ambien- te. A Organização Internacional para a Padronização, uma entidade europeia, sediada na Su- íça, trabalha a padronização de produtos e de serviços em todo o mundo. Algumas de suas normas são referendadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas. Sabendo disso, qual das normas abaixo representa Gestão Administrativa dos Riscos Empresariais? a) ISO 9000. b) OHSAS 18000. c) ISO 31000. d) NBR 9050. e) ISO 14000 021. (FCC/TÉCNICO JUDICIÁRIO (TRF 3ª REGIÃO)/APOIO ESPECIALIZADO/INFORMÁTI- CA/2019) Suponha que determinada organização pretenda adotar um sistema robusto de gestão de riscos, utilizando os conceitos trazidos pela norma técnica ABNT NBR ISO 31000 − Gestão de Risco. O primeiro passo, então, é a própria compreensão pelos integrantes da organização do conceito de “risco”, que, nesse contexto, corresponde a) a consequências e impactos não mensuráveis de ações ou medidas adotadas de forma consciente pela organização. b) a potenciais consequências negativas de um comportamento inadequado ou impreviden- te, cuja certeza de ocorrência é assumida. c) a eventos que estão fora da governabilidade da empresa e cuja probabilidade de ocorrên- cia não pode ser aferida. d) ao efeito da incerteza nos objetivos, cujas consequências podem ser positivas ou negativas. e) a condições de atuação da organização no cenário em que se situa, quando este se mos- tra adverso. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 41 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá 022. (VUNESP/ENGENHEIRO (PREF DIADEMA)/SEGURANÇA DO TRABALHO/2011) No Programa de Gerenciamento de Riscos, a etapa de monitoramento desempenha importante função de prover informações sobre o programa, sendo correto afirmar que nesta etapa a) melhorará o entendimento que as partes interessadas têm sobre as fontes de dano e do processo de gestão de riscos. b) serão verificados se os pressupostos assumidos para o controle estão corretos e se o ca- dastro de riscos se mantém atualizado. c) serão identificados quais fatores podem aumentar ou diminuir as frequências e as consequ- ências frente a um cenário de risco. d) serão estabelecidos um conjunto de critérios qualitativos e quantitativos com base nos quais os riscos serão avaliados. e) será analisado se o risco residual se mantém o mesmo ou não para os diferentes gru- pos expostos. 023. (FGV - ENGENHEIRO (SUDENE)/ÁREA 1/2013) É responsabilidade de cada organização desenvolver procedimento(s) de preparação e resposta a emergências que atenda(m) às suas próprias necessidades específicas. Segundo a norma NBR ISO 14001:2004, a preparação e a resposta a situações de emergência são realizadas na(s) fase(s) de a) Verificação e Ações Corretivas. b) Implementação e Operação. c) Avaliação da Política Ambiental. d) Revisão Gerencial. e) Planejamento. 024. (CVEST IFPE - TÉCNICO (IF PE)/SEGURANÇA DO TRABALHO/2016) A Norma OHSAS 18001:2007 especifica requisitos para um Sistema de Gestão da Segurança e Saúde do Tra- balho (SST), para permitir que uma organização desenvolva e implemente uma política e ob- jetivos que levem em consideração requisitos legais e informações sobre os riscos de SST. Pretende-se que ela seja aplicada a todos os tipos e portes de organizações, bem como se adeque a diferentes condições geográficas, culturais e sociais. É CORRETO afirmar que o requisito “preparação e resposta a emergências” enquadra-se no modelo do sistema de gestão da SST, estabelecido pela referida norma na etapa de a) verificação. b) política de SST. c) planejamento. d) implementação e operação. e) análise crítica pela direção. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 42 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá 025. (SELECON - ANALISTA DE PROJETOS NAVAIS (EMGEPRON)/ENGENHEIRO DE SEGU- RANÇA DO TRABALHO/2021) A norma ABNT NBR ISO 14001: 2015 (Sistemas de gestão am- biental – Requisitos com orientações para uso) estabelece determinadas orientações a serem seguidas. A preparação e resposta a emergências se encontram relacionadas à orientação de: a) Apoio b) Liderança c) Operação d) Planejamento O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 43 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá GABARITO 1. C 2. C 3. e 4. E 5. C 6. b 7. a 8. b 9. E 10. c 11. b 12. C 13. a 14. e 15. e 16. d 17. c 18. b 19. c 20. c 21. d 22. b 23. b 24. d 25. c O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 44 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá QUESTÕES DE CONCURSO 001. (CEBRASPE (CESPE)/PROFISSIONAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (ME)/ATI- VIDADES TÉCNICAS DE COMPLEXIDADE GERENCIAL, DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E DE ENGENHARIA SÊNIOR/GESTÃO DE PROJETOS/2020) Com relação à gestão de riscos, julgue o seguinte item. A definição de critérios de riscos é feita durante o estabelecimento do contexto da gestão de riscos. O estabelecimento do escopo, do contexto e dos critérios fazem parte de um mesmo processo, permitindo um processo de avaliação de riscos eficaze um tratamento de riscos apropriado. Em suma, escopo, contexto e critérios envolvem a definição do escopo do processo e a com- preensão dos contextos externo e interno. Certo. 002. (CEBRASPE (CESPE)/ATIVIDADES TÉCNICAS DE COMPLEXIDADE GERENCIAL (MEC)/ GERENTE DE SUPORTE/2015) A respeito da gestão de riscos, julgue o item subsecutivo. Para assegurar que a gestão de riscos seja eficaz, a organização deve analisar, criticamente e de forma periódica, se a política, o plano e a estrutura da gestão de riscos permanecem apro- priados, dados os contextos externo e interno da organização. De fato, as organizações devem monitorar e analisar continuamente sua política de riscos. Para isso, podem: • medir o desempenho da gestão de riscos utilizando indicadores, os quais devem ser analisados criticamente de forma periódica para garantir sua adequação; • medir periodicamente o progresso obtido ou o desvio em relação ao plano de gestão de riscos; • analisar criticamente e de forma periódica se a política, o plano e a estrutura da gestão de riscos ainda são apropriados, dado o contexto externo e interno das organizações; • reportar sobre os riscos, sobre o progresso do plano de gestão de riscos e como a polí- tica de gestão de riscos está sendo seguida, e analisar criticamente a eficácia da estru- tura da gestão de riscos. Certo. 003. (FUNDATEC/AUDITOR DE CONTROLE INTERNO (PREF POA)/2019) A ISO 31000/2018 descreve princípios que são a base para o gerenciamento de riscos e fornece orientações sobre as características da gestão de riscos eficaz e eficiente. O documento também salienta O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 45 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá que esses princípios devem ser considerados quando da estruturação da gestão de riscos. De acordo com os termos da referida norma, analise as assertivas a seguir: I – Gestão Integrada: a gestão de riscos é parte de todas as atividades organizacionais. II – Gestão Inclusiva: o processo de gestão de riscos envolve modelos padronizados abor- dando áreas estratégicas com foco no desempenho. III – Gestão Personalizada: a estrutura e o processo de gestão de riscos são personalizados e proporcionais aos contextos interno e externo da organização relacionados aos seus objetivos. Quais estão corretas? a) Apenas I. b) Apenas II. c) Apenas III. d) Apenas I e II. e) Apenas I e III. À luz da ISO 31000/2018, vamos rever a síntese dos princípios da gestão de riscos: a) Integrada: a gestão de riscos é parte integrante de todas as atividades organizacionais. b) Estruturada e abrangente: uma abordagem estruturada e abrangente para a gestão de ris- cos contribui para resultados consistentes e comparáveis. c) Personalizada: a estrutura e o processo de gestão de riscos são personalizados e proporcio- nais aos contextos externo e interno da organização relacionados aos seus objetivos. d) Inclusiva: o envolvimento apropriado e oportuno das partes interessadas possibilita que seus conhecimentos, pontos de vista e percepções sejam considerados. Isto resulta em me- lhor conscientização e gestão de riscos fundamentada. e) Dinâmica: riscos podem emergir, mudar ou desaparecer à medida que os contextos externo e interno de uma organização mudem. A gestão de riscos antecipa, detecta, reconhece e res- ponde a estas mudanças e eventos de uma maneira apropriada e oportuna. f) Melhor informação disponível: as entradas para a gestão de riscos são baseadas em infor- mações históricas e atuais, bem como em expectativas futuras. A gestão de riscos explicita- mente leva em consideração quaisquer limitações e incertezas associadas a estas informa- ções e expectativas. Convém que a informação seja oportuna, clara e disponível para as partes interessadas pertinentes. g) Fatores humanos e culturais: o comportamento humano e a cultura influenciam significati- vamente todos os aspectos da gestão de riscos em cada nível e estágio. h) Melhoria contínua: a gestão de riscos é melhorada continuamente por meio do aprendizado e experiências. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 46 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá Logo, apenas as assertivas I e III estão corretas. A assertiva II trata-se da gestão personaliza- da, e não a gestão inclusiva. Letra e. 004. (CEBRASPE (CESPE)/AUDITOR FEDERAL DE CONTROLE EXTERNO (TCU)/CONTRO- LE EXTERNO/AUDITORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO/2015) Com relação à gestão de riscos, julgue o item. De acordo com a NBR ISO/IEC 31000:2009, a fim de assegurar que a gestão de riscos seja eficaz e continue a apoiar o desempenho organizacional, convém que a organização garanta recursos materiais irrestritos para evitar desvios em relação ao plano de gestão de riscos, que deve ser mantido inflexível, especialmente em relação ao contexto interno da organização. Os erros são evidentes. Nada de recursos irrestritos. A organização deve garantir recursos apropriados a cada processo. Outro erro está no fato de que a gestão de riscos deve ser mo- nitorada e avaliada continuamente, de forma que planos sejam adaptados a cada realidade. Logo, os planos de riscos não devem ser inflexíveis. Errado. 005. (CEBRASPE (CESPE)/ATIVIDADES TÉCNICAS DE COMPLEXIDADE GERENCIAL (MEC)/ GERENTE DE SUPORTE/2015) A respeito da gestão de riscos, julgue o item subsecutivo. A gestão de riscos faz parte das responsabilidades da administração e é parte integrante de todos os processos organizacionais, nos quais se incluem planejamento estratégico e todos os processos de gestão de projetos e de gestão de mudanças. De fato, esse é um dos princípios da gestão de riscos. A gestão de riscos é parte integrante de todos os processos organizacionais. A gestão de riscos não é uma atividade autônoma separada das principais atividades e proces- sos da organização. A gestão de riscos faz parte das responsabilidades da administração e é parte integrante de todos os processos organizacionais, incluindo o planejamento estratégico e todos os proces- sos de gestão de projetos e gestão de mudanças. Certo. 006. (UFMT/ENGENHEIRO (IF MT)/SEGURANÇA DO TRABALHO/2013) Fazem parte de um sistema de gestão de riscos as etapas indicadas abaixo: I – Monitorar riscos II – Identificar riscos O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 47 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá III – Controlar riscos IV – Avaliar riscos Marque a sequência que apresenta a ordem correta da implementação de ações no Processo de Gestão de Riscos. a) III, I, II, IV b) II, IV, III, I c) I, IV, III, II d) II, III, IV, I A questão é bem intuitiva. Você só pode monitorar aquilo que foi identificado. Logo, na gestão de riscos, a identificação dos riscos é etapa inicial do modelo. Assim, temos que primeiro eu identifico os riscos, depois avalioo grau de cada risco, para depois controlar e, por fim, mo- nitorá-los. Letra b. 007. (FUNDEP/ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (IFNMG)/2016) Atividades coordenadas para direcionar e controlar uma organização no que compete a riscos refere-se a: a) gestão de riscos. b) avaliação de riscos. c) aceitação de riscos. d) risco residual. A gestão de riscos envolve atividades coordenadas para dirigir e controlar uma organização no que se refere a riscos. Sobre a letra B (avaliação de riscos), trata-se do processo de comparar os resultados da aná- lise de riscos com os critérios de riscos para determinar se o risco e/ou sua magnitude é acei- tável ou tolerável. Sobre a letra C (aceitação de riscos), refere-se ao tratamento de riscos, que envolve a seleção de uma ou mais opções para modificar os riscos e a implementação dessas opções. Tratar ris- cos envolve um processo de decidir acerca de quais medidas podem ser adotadas para tratar potenciais riscos de sorte a mantê-los em níveis compatíveis de aceitação e tolerância. Sobre a letra D (risco residual), como já mencionamos, não existe risco zero. Assim, ao final da adoção das medidas mitigadoras, teremos os riscos residuais, que precisam ser monitorados e mantidos dentro de limites compatíveis com os critérios de riscos estabelecidos. Letra a. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 48 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá 008. (IBADE/ANALISTA PREVIDENCIÁRIO (IPM JP)/ANALISTA DE INFORMÁTICA/ANA- LISTA DE SISTEMAS E PROGRAMAÇÃO/2018) No âmbito da gestão de riscos, o remanes- cente, após o tratamento de riscos, é conhecido como risco: a) tratado. b) residual. c) final. d) intratável. e) desconsiderado. Temos duas classificações genéricas de riscos: Risco inerente, que é o risco associado ao negócio, o qual existe independente da ação toma- da para sua redução ou mitigação. Risco residual, que é o risco remanescente após a implementação de atividades de tratamento de riscos. Logo, temos: Letra b. 009. (CEBRASPE (CESPE)/PROFISSIONAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (ME)/ATI- VIDADES TÉCNICAS DE COMPLEXIDADE GERENCIAL, DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E DE ENGENHARIA SÊNIOR/GESTÃO DE PROJETOS/2020) Com relação à gestão de riscos, julgue o seguinte item. Identificar, analisar e tratar os riscos são atividades do processo de avaliação de riscos. Identificar e analisar, sim, fazem parte do processo de avaliação de riscos! No entanto, tratar faz parte do processo de tratamento de riscos. O processo de avaliação de riscos é o processo global de identificação de riscos, análise de riscos e avaliação de riscos. O processo de tratamento de riscos envolve a seleção de uma ou mais opções para modificar os riscos e a implementação dessas opções. Uma vez implementado, o tratamento fornece novos controles ou modifica os existentes. Errado. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 49 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá 010. (FEPESE/ADMINISTRADOR (CELESC)/2018) A Norma ISO 31000 tem como eixo cen- tral especificamente qual destes assuntos? a) Gestão Ambiental b) Gestão Sustentável c) Gestão de Riscos no âmbito das organizações d) Redução de desperdícios na operação da empresas e) Qualidade no Processo Produtivo A ABNT NBR ISO 31000 foi elaborada na Comissão de Estudo Especial de Gestão de Riscos. Este documento é para uso por pessoas que criam e protegem valor nas organizações, ge- renciando riscos, tomando decisões, estabelecendo e alcançando objetivos e melhorando o desempenho. Letra c. 011. (CEBRASPE (CESPE)/ANALISTA JUDICIÁRIO (TRE BA)/JUDICIÁRIA/2017) De acordo com a NBR ISO 31000:2009, no que diz respeito ao processo de gestão de riscos, a etapa espe- cífica de apreciação das causas e fontes de riscos, suas consequências positivas e negativas, e da probabilidade de ocorrência dessas consequências denomina-se a) identificação de riscos. b) análise de riscos. c) monitoramento e análise crítica. d) avaliação de riscos. e) estabelecimento do contexto interno. A questão considerou a norma ISO 31000:2009, antes da sua atualização pela ISO 31000:2018. Observe: ISO 31000:2009: Identificação de riscos: identificação das fontes de risco, áreas de impactos, eventos (incluin- do mudanças nas circunstâncias) e suas causas e consequências potenciais. A finalidade des- ta etapa é gerar uma lista abrangente de riscos baseada nestes eventos que possam criar, aumentar, evitar, reduzir, acelerar ou atrasar a realização dos objetivos. É importante identificar os riscos associados com não perseguir uma oportunidade. A identificação abrangente é críti- ca, pois um risco que não é identificado nesta fase não será incluído em análises posteriores. Análise de riscos: envolve a apreciação das causas e as fontes de risco, suas consequências positivas e negativas, e a probabilidade de que essas consequências possam ocorrer. Convém que os fatores que afetam as consequências e a probabilidade sejam identificados. O risco é analisado determinando–se as consequências e sua probabilidade, e outros atributos do risco. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 50 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá Avaliação de riscos: finalidade é auxiliar na tomada de decisões com base nos resultados da análise de riscos, sobre quais riscos necessitam de tratamento e a prioridade para a imple- mentação do tratamento. A avaliação de riscos envolve comparar o nível de risco encontrado durante o processo de análise com os critérios de risco estabelecidos quando o contexto foi considerado. ISO 31000:2018: Identificação de riscos: o propósito da identificação de riscos é encontrar, reconhecer e des- crever riscos que possam ajudar ou impedir que uma organização alcance seus objetivos. In- formações pertinentes, apropriadas e atualizadas são importantes na identificação de riscos. Análise de riscos: o propósito da análise de riscos é compreender a natureza do risco e suas características, incluindo o nível de risco, onde apropriado. A análise de riscos envolve a con- sideração detalhada de incertezas, fontes de risco, consequências, probabilidade, eventos, ce- nários, controles e sua eficácia. Um evento pode ter múltiplas causas e consequências e pode afetar múltiplos objetivos. Avaliação de riscos: o propósito da avaliação de riscos é apoiar decisões. A avaliação de ris- cos envolve a comparação dos resultados da análise de riscos com os critérios de risco esta- belecidos para determinar onde é necessária ação adicional. Letra b. 012. (CEBRASPE (CESPE)/AUDITOR DE CONTROLE EXTERNO (TCE-PA)/INFORMÁTICA/ ANALISTA DE SEGURANÇA/2016) Com relação ao que dispõe a NBR ISO 31000:2009 acerca da gestão de riscos, julgue o item subsecutivo. São consideradas as circunstâncias e as necessidades da organizaçãopara se determinar se a análise de riscos será qualitativa, quantitativa ou uma combinação dessas duas formas de análise. A análise de riscos pode ser realizada com vários graus de detalhamento e complexidade, de- pendendo do propósito da análise, da disponibilidade e confiabilidade da informação, e dos re- cursos disponíveis. As técnicas de análise podem ser qualitativas, quantitativas ou uma com- binação destas, dependendo das circunstâncias e do uso pretendido. Certo. 013. (COTEC UNIMONTES/TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO (PREF VÁRZEA DA PALMA)/2015) A norma da ABNT que estabelece os princípios e diretrizes genéricas para a gestão de riscos de forma eficaz e coerente, através de uma maneira sistemática, transparente e confiável, dentro de qualquer escopo e contexto, é: a) NBR 31000:2009. b) NBR 26000:2010. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 51 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá c) NBR 28000:2009. d) NBR 28004-1:2013 A NBR 31000:2009, atualizada para NBR 31000:2018 trata de um documento que é para uso por pessoas que criam e protegem valor nas organizações, gerenciando riscos, tomando deci- sões, estabelecendo e alcançando objetivos e melhorando o desempenho. A NBR 26000:2010 (letra B) fornece orientações para todos os tipos de organização, indepen- dente de seu porte ou localização, sobre conceitos, termos e definições referentes à responsa- bilidade social. A NBR 28000:2009 (letra C) especifica os requisitos para um sistema de gestão de segurança. A NBR 28004-1:2013 (letra D) também especifica os requisitos para um sistema de gestão de segurança, incluindo aqueles aspectos fundamentais que garantem a segurança da cadeia logística. Letra a. 014. (VUNESP/AUDITOR MUNICIPAL DE CONTROLE INTERNO (SP)/GERAL/2015) O pro- cesso de análise de riscos, em conformidade com a estrutura de gestão de riscos, é precedida e sucedida, respectivamente, a) pelo tratamento de riscos e pela avaliação de riscos. b) pela avaliação de riscos e pelo tratamento de riscos. c) pela identificação de riscos e pelo tratamento de riscos. d) pela avaliação de riscos e pela identificação de riscos. e) pela identificação de riscos e pela avaliação de riscos. Dentro do processo de avaliação de riscos temos: • Identificação de riscos • Análise de riscos • Avaliação de riscos Logo, em conformidade com a estrutura de gestão de riscos, o processo de análise de riscos é precedido e sucedido, respectivamente, pela identificação de riscos e pela avaliação de riscos. Letra e. 015. (CESGRANRIO/ENGENHEIRO JÚNIOR (TRANSPETRO)/SEGURANÇA/2011) De acor- do com a ABNT NBR ISO 31000 - Gestão de Riscos/ Princípios e Diretrizes, considere as afir- mativas abaixo. I – Um risco significativo pode derivar do fracasso ou da ineficácia das medidas de trata- mento de risco. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 52 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá II – A retenção do risco, por uma decisão consciente e bem embasada, pode ser uma das alternativas para eliminação do risco. III – As análises de risco podem ser qualitativa, semiquantitativa ou quantitativa ou uma combinação delas. IV – Risco é o efeito das incertezas nos objetivos. São corretas APENAS as afirmações a) I e II b) II e III c) III e IV d) I, II e IV e) I, III e IV A afirmativa I está correta. O propósito do tratamento de riscos é selecionar e implementar opções para abordar riscos. Se esse tratamento não foi eficaz e o risco não for aceitável, esse risco pode se tornar ainda mais significativo. A afirmativa II está incorreta. Retenção de riscos significa aceitação do ônus de uma perda, ou dos benefícios de um ganho, resultante de um determinado risco. O erro está no fato de que isso não elimina o risco! A afirmativa III está correta. As técnicas de análise podem ser qualitativas, quantitativas ou uma combinação destas, dependendo das circunstâncias e do uso pretendido. A afirmativa IV está correta. O risco é o efeito da incerteza nos objetivos, normalmente ex- presso em termos de fontes de risco, eventos potenciais, suas consequências e suas pro- babilidades. Letra e. 016. (CESGRANRIO/ENGENHEIRO JÚNIOR (TRANSPETRO)/SEGURANÇA/2012) Segundo a NBR ISO 31000:2009 (Gestão de Riscos – Princípios e Diretrizes), constata-se que gestão de risco é(são) a) a identificação dos perigos, a avaliação e o controle das perdas humanas, materiais e ambientais. b) o controle do prejuízo sofrido por uma organização, com garantia de ressarcimento por seguro. c) um processo que garante que situações causadoras de danos nunca ocorrerão. d) atividades coordenadas para dirigir e controlar uma organização no que se refere a riscos. e) atividades que devem ser implementadas para eliminar e transferir os perigos ou reduzi-los a níveis os mais baixos possíveis. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 53 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá Ainda que a questão tenha utilizado a norma antes da sua atualização, podemos facilmente perceber que a NBR ISO 31000:2018 manteve a conceituação de gestão de riscos: atividades coordenadas para dirigir e controlar uma organização no que se refere a riscos. Letra d. 017. (FCC/TÉCNICO JUDICIÁRIO (TRF 3ª REGIÃO)/ADMINISTRATIVA/SEM ESPECIALIDA- DE/2019) No que concerne ao tema de gestão de riscos, os conceitos correntes na literatura sobre o tema, incluída a mais recente abordagem feita pela norma técnica ABNT NBR ISO 31000 − Gestão de Risco, definem avaliação de riscos como a) adoção de medidas corretivas para neutralizar ou mitigar eventos que possam impactar os resultados da organização. b) elemento que, individualmente ou combinado, tem o potencial intrínseco para dar ori- gem ao risco. c) processo de comparar os resultados da análise de riscos com os critérios de risco para de- terminar se o risco e/ou sua magnitude é aceitável ou tolerável. d) conjunto de medidas preventivas para evitar ou reduzir a ocorrência de eventos que possam ensejar riscos à organização. e) processo de tomada de decisão, exclusivo da alta direção da organização, com base no qual são assumidos alguns riscos inerentes ao negócio. O propósito da avaliação de riscos é apoiar decisões. A avaliação de riscos envolve a compa- ração dos resultados da análise de riscos com os critérios de risco estabelecidos para deter- minar onde é necessária ação adicional. a) Errada, porque não traz o conceito correto de avaliação de riscos. Além disso, a gestão de riscos não é “corretiva”, mas “preventiva”. b) Errada, porque apresenta o conceito de fonte de risco. d) Errada, porque se trata de um conceito vinculado a mecanismos de controle, e não à avalia- ção de riscos. e) Errada, porque se vincula ao conceito de processo decisório centralizado, e não à avaliação de riscos. Letrac. 018. (QUADRIX/TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR (SESC DF)/CONTROLADORIA/2018) A pro- pósito da ISO 31.000, é correto afirmar que a) é uma norma específica para o Brasil. b) é uma norma destinada à padronização de terminologia e conceitos sobre gestão de risco. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 54 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá c) tem por finalidade a certificação. d) é específica para o setor privado. e) se aplica a situações específicas de uma entidade. A NBR ISO 31000 foi elaborada na Comissão de Estudo Especial de Gestão de Riscos. a) Errada, porque a ISO 31.000 é uma norma internacional. c) Errada, porque a norma não é certificadora, mas fornecedora de diretrizes para gerenciar riscos enfrentados pelas organizações. d) Errada, porque a aplicação destas diretrizes pode ser personalizada para qualquer organiza- ção e seu contexto. e) Errada, porque a ISO 31.000 fornece uma abordagem comum para gerenciar qualquer tipo de risco e não é específico para qualquer indústria ou setor. Letra b. 019. (CESGRANRIO/ENGENHEIRO (PETROBRAS)/MEIO AMBIENTE JÚNIOR/2018) A NBR ISO 31.000/2009 define os princípios e as diretrizes para gestão de riscos. O processo de ges- tão de riscos baseado nesse instrumento legal segue as etapas de: análise de riscos, avaliação de riscos, identificação de riscos, definição do contexto e tratamento de riscos, conforme ilus- trado no fluxograma abaixo, adaptado dessa norma. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 55 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá A etapa de análise de riscos é aquela na qual se busca compreender a natureza do risco e determinar o nível de risco, discutindo todas as possibilidades de ocorrência de um eventual acidente, na tentativa de evitar que ele aconteça. No fluxograma apresentado na norma, essa etapa aparece na parte a) I b) II c) III d) IV e) V O processo de avaliação de riscos é dividido em três etapas: • Identificação de riscos • Análise de riscos • Avaliação de riscos Portanto, na imagem referenciada, a análise de riscos está posicionada na caixa III. Letra c. 020. (COVEST-COPSET/TECNÓLOGO (UFPE)/SEGURANÇA/2015) O mercado oferece nor- mas voluntárias de gestão organizacional cujos objetivos principais são os de auxiliar, por meio de padronização, algumas funções empresariais, tais como qualidade e meio ambiente. A Organização Internacional para a Padronização, uma entidade europeia, sediada na Suíça, trabalha a padronização de produtos e de serviços em todo o mundo. Algumas de suas normas são referendadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas. Sabendo disso, qual das normas abaixo representa Gestão Administrativa dos Riscos Empresariais? a) ISO 9000. b) OHSAS 18000. c) ISO 31000. d) NBR 9050. e) ISO 14000 A norma brasileira que trata da gestão de riscos é a NBR ISSO 31000. Convém destacar essa norma é uma adoção idêntica, em conteúdo técnico, estrutura e redação, à ISO 31000:2018, que foi elaborada pelo Technical Committee Risk Management. Letra c. 021. (FCC/TÉCNICO JUDICIÁRIO (TRF 3ª REGIÃO)/APOIO ESPECIALIZADO/INFORMÁ- TICA/2019) Suponha que determinada organização pretenda adotar um sistema robusto de O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 56 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá gestão de riscos, utilizando os conceitos trazidos pela norma técnica ABNT NBR ISO 31000 − Gestão de Risco. O primeiro passo, então, é a própria compreensão pelos integrantes da organização do conceito de “risco”, que, nesse contexto, corresponde a) a consequências e impactos não mensuráveis de ações ou medidas adotadas de forma consciente pela organização. b) a potenciais consequências negativas de um comportamento inadequado ou impreviden- te, cuja certeza de ocorrência é assumida. c) a eventos que estão fora da governabilidade da empresa e cuja probabilidade de ocorrên- cia não pode ser aferida. d) ao efeito da incerteza nos objetivos, cujas consequências podem ser positivas ou negativas. e) a condições de atuação da organização no cenário em que se situa, quando este se mos- tra adverso. Um risco é o efeito da incerteza nos objetivos, que pode ser positivo, negativo ou ambos, e pode abordar, criar ou resultar em oportunidades e ameaças. a) Errada, porque o risco pode ser mensurado quantitativamente ou qualitativamente. b) Errada, porque riscos podem ser negativos ou positivos. Além disso, a ocorrência de um risco nem sempre é certeza. c) Errada, porque os riscos envolvem eventos que podem ser gerenciados. Além disso, a probabilidade só é probabilidade porque pode ser aferida! e) Errada, porque o risco está no contexto da organização, em ambiente adverso ou não! Letra d. 022. (VUNESP/ENGENHEIRO (PREF DIADEMA)/SEGURANÇA DO TRABALHO/2011) No Programa de Gerenciamento de Riscos, a etapa de monitoramento desempenha importante função de prover informações sobre o programa, sendo correto afirmar que nesta etapa a) melhorará o entendimento que as partes interessadas têm sobre as fontes de dano e do processo de gestão de riscos. b) serão verificados se os pressupostos assumidos para o controle estão corretos e se o cadastro de riscos se mantém atualizado. c) serão identificados quais fatores podem aumentar ou diminuir as frequências e as conse- quências frente a um cenário de risco. d) serão estabelecidos um conjunto de critérios qualitativos e quantitativos com base nos quais os riscos serão avaliados. e) será analisado se o risco residual se mantém o mesmo ou não para os diferentes gru- pos expostos. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 57 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá O propósito do monitoramento é assegurar e melhorar a qualidade e eficácia da concepção, implementação e resultados do processo. Ou seja, irá averiguar se os critérios assumidos são verdadeiros e correspondem à realidade do resultado. a) Errada, porque se refere à etapa de comunicação, e não monitoramento. c) e d) Erradas, porque se referem à etapa de definição de critérios, e não monitoramento. e) Errada, porque os riscos residuais precisam ser monitorados e mantidos dentro de limites compatíveis com os critérios de riscos estabelecidos. A alternativa menciona “diferentes gru- pos expostos”, o que a torna incorreta, já que isso não é critério obrigatório. Letra b. 023. (FGV - ENGENHEIRO (SUDENE)/ÁREA 1/2013) É responsabilidadede cada organização desenvolver procedimento(s) de preparação e resposta a emergências que atenda(m) às suas próprias necessidades específicas. Segundo a norma NBR ISO 14001:2004, a preparação e a resposta a situações de emergência são realizadas na(s) fase(s) de a) Verificação e Ações Corretivas. b) Implementação e Operação. c) Avaliação da Política Ambiental. d) Revisão Gerencial. e) Planejamento. Gente, a ideia é acertar a questão na prova! Então, sem elocubrações, vamos ficar ligado nesse tipo de cobrança sobre o PRE pertencer a qual etapa! Tanto na NBR ISO 14001 como na OHSAS 18001:2007, o PRE está na etapa de Implementação e Operação (a norma ISO 14001 teve uma atualização, mudando para Operação, apenas). Letra b. 024. (CVEST IFPE - TÉCNICO (IF PE)/SEGURANÇA DO TRABALHO/2016) A Norma OHSAS 18001:2007 especifica requisitos para um Sistema de Gestão da Segurança e Saúde do Tra- balho (SST), para permitir que uma organização desenvolva e implemente uma política e ob- jetivos que levem em consideração requisitos legais e informações sobre os riscos de SST. Pretende-se que ela seja aplicada a todos os tipos e portes de organizações, bem como se adeque a diferentes condições geográficas, culturais e sociais. É CORRETO afirmar que o requisito “preparação e resposta a emergências” enquadra-se no modelo do sistema de gestão da SST, estabelecido pela referida norma na etapa de a) verificação. b) política de SST. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 58 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá c) planejamento. d) implementação e operação. e) análise crítica pela direção. Mais uma vez, agora a cobrança é segundo a norma OHSAS 18001:2007. Já sabemos que tan- to na NBR ISO 14001 como na OHSAS 18001:2007, o PRE está na etapa de Implementação e Operação (a norma ISO 14001 teve uma atualização, mudando para Operação, apenas). Letra d. 025. (SELECON - ANALISTA DE PROJETOS NAVAIS (EMGEPRON)/ENGENHEIRO DE SEGU- RANÇA DO TRABALHO/2021) A norma ABNT NBR ISO 14001: 2015 (Sistemas de gestão am- biental – Requisitos com orientações para uso) estabelece determinadas orientações a serem seguidas. A preparação e resposta a emergências se encontram relacionadas à orientação de: a) Apoio b) Liderança c) Operação d) Planejamento A questão considera a atualização feita na norma NBR ISO 14001. No entanto, manteve-se a ideia. O que era etapa de Implementação e Operação ficou apenas como Operação. Letra c. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br Adriel Sá Professor de Direito Administrativo, Administração Geral e Administração Pública em diversos cursos presenciais e telepresenciais. Servidor público federal da área administrativa desde 1999 e, atualmente, atuando no Ministério Público Federal. Formado em Administração de Empresas pela Universidade Federal de Santa Catarina, com especialização em Gestão Pública. Foi militar das Forças Armadas por 11 anos, sempre atuando nas áreas administrativas. É coautor da obra “Direito Administrativo Facilitado” e autor da obra “Administração Geral e Pública - Teoria Contextualizada em Questões”, ambas publicadas pela Editora Juspodivm. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. Gestão de Riscos ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 1. Introdução 2. Termos e Definições 3. Princípios da Gestão de Riscos 4. Estrutura da Gestão de Riscos 4.1. Generalidades 4.2. Liderança e Comprometimento 4.3. Integração 4.4. Concepção 4.5. Implementação 4.6. Avaliação 4.7. Melhoria 5. Processo 5.1. Generalidades 5.2. Comunicação e Consulta 5.3. Escopo, Contexto e Critérios 5.4. Processo de Avaliação de Riscos 5.5. Tratamento de Riscos 5.6. Monitoramento e Análise Crítica 5.7. Registro e Relato 6. Gestão de Riscos (ABNT NBR ISO/IEC 31010:2012) 7. Planejamento e Resposta a Emergências (PRE) Resumo Questões de Concurso Gabarito Questões de Concurso AVALIAR 5: Página 59:Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 5 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá d) Inclusiva: o envolvimento apropriado e oportuno das partes interessadas possibilita que seus conhecimentos, pontos de vista e percepções sejam considerados. Isto resulta em me- lhor conscientização e gestão de riscos fundamentada. e) Dinâmica: riscos podem emergir, mudar ou desaparecer à medida que os contextos ex- terno e interno de uma organização mudem. A gestão de riscos antecipa, detecta, reconhece e responde a estas mudanças e eventos de uma maneira apropriada e oportuna. f) Melhor informação disponível: as entradas para a gestão de riscos são baseadas em informações históricas e atuais, bem como em expectativas futuras. A gestão de riscos expli- citamente leva em consideração quaisquer limitações e incertezas associadas a estas infor- mações e expectativas. Convém que a informação seja oportuna, clara e disponível para as partes interessadas pertinentes. g) Fatores humanos e culturais: o comportamento humano e a cultura influenciam signifi- cativamente todos os aspectos da gestão de riscos em cada nível e estágio. h) Melhoria contínua: a gestão de riscos é melhorada continuamente por meio do aprendi- zado e experiências. 002. (CEBRASPE (CESPE)/AUDITOR DE CONTROLE EXTERNO (TCE-PA)/INFORMÁTICA/ ANALISTA DE SEGURANÇA/2016) Com relação ao que dispõe a NBR ISO 31000:2009 acerca da gestão de riscos, julgue o item subsecutivo. A gestão de riscos é uma atividade autônoma e independente de outros processos da organização. Um dos princípios da gestão de riscos destaca que essa gestão é parte integrante de todos os processos organizacionais. Ou seja, a gestão de riscos não é uma atividade autônoma separa- da das principais atividades e processos da organização. Na realidade, a gestão de riscos faz parte das responsabilidades da administração e é parte in- tegrante de todos os processos organizacionais, incluindo o planejamento estratégico e todos os processos de gestão de projetos e gestão de mudanças. Errado. 4. estrutura da Gestão de rIscos 4.1. GeneralIdades O propósito da estrutura da gestão de riscos é apoiar a organização na integração da ges- tão de riscos em atividades significativas e funções. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 6 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá A eficácia da gestão de riscos dependerá da sua integração na governança e em todas as atividades da organização, incluindo a tomada de decisão. Isto requer apoio das partes interes- sadas, em particular da Alta Direção. O desenvolvimento da estrutura engloba integração, concepção, implementação, avaliação e melhoria da gestão de riscos através da organização. 4.2. lIderança e comPrometImento Convém que a Alta Direção e os órgãos de supervisão, onde aplicável, assegurem que a gestão de riscos esteja integrada em todas as atividades da organização, e convém que de- monstrem liderança e comprometimento por: • personalizar e implementar todos os componentes da estrutura; • emitir uma declaração ou política que estabeleça uma abordagem, plano ou curso de ação da gestão de riscos; • assegurar que os recursos necessários sejam alocados para gerenciar riscos; • atribuir autoridades, responsabilidades e responsabilização nos níveis apropriados den- tro da organização; O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 7 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá Isto vai ajudar a organização a: − alinhar a gestão de riscos com seus objetivos, estratégia e cultura; − reconhecer e abordar todas as obrigações, bem como seus compromissos voluntá- rios; − estabelecer a quantidade e o tipo de risco que pode ou não ser assumido para orien- tar o − desenvolvimento de critérios, assegurando que sejam comunicados à organização e às suas partes interessadas; − comunicar o valor da gestão de riscos para a organização e suas partes interessadas; − promover o monitoramento sistemático de riscos; − assegurar que a estrutura de gestão de riscos permaneça apropriada ao contexto da organização. Obs.: � O termo “accountability” foi traduzido como “responsabilização” com o sentido de “responsabilidade por atribuições e atos”, ou seja, por prestar contas. Assim, o termo “accountable” é entendido como” responsabilizado”. A Alta Direção é responsabilizada por gerenciar riscos, enquanto os órgãos de supervisão são responsabilizados por supervisionar a gestão de riscos. Com frequência, é requerido ou esperado que os órgãos de supervisão: • assegurem que os riscos sejam adequadamente considerados no estabelecimento dos objetivos da organização; • compreendam os riscos aos quais a organização está exposta na busca de seus obje- tivos; • assegurem que sistemas para gerenciar estes riscos estejam implementados e operem eficazmente; • assegurem que estes riscos sejam apropriados no contexto dos objetivos da organiza- ção; • assegurem que a informação sobre estes riscos e sua gestão seja apropriadamente comunicada. 4.3. InteGração A integração da gestão de riscos apoia-se em uma compreensão das estruturas e do con- texto organizacional. Estruturas diferem, dependendo do propósito, metas e complexidade da organização. O risco é gerenciado em todas as partes da estrutura da organização. Todos na organiza- ção têm responsabilidade por gerenciar riscos. A governança orienta o rumo da organização, suas relações externas e internas, e as re- gras, processos e práticas necessárias para alcançar o seu propósito. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 8 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá As estruturas de gestão traduzem a direção da governança para a estratégia e os objetivos associados requeridos para alcançar níveis desejados de desempenho sustentável e viabilida- de a longo prazo. Determinar a responsabilização pela gestão de riscos e os papéis de supervisão no âmbito de uma organização é parte integrante da governança da organização. Integrar a gestão de riscos em uma organização é um processo dinâmico e iterativo, e con- vém que seja personalizado para as necessidades e cultura da organização. Convém que a gestão de riscos seja uma parte, e não separada, do propósito organizacio- nal, governança, liderança e comprometimento, estratégia, objetivos e operações. 4.4. concePção Entendendo a organização e seu contexto Ao conceber a estrutura para gerenciar riscos, convémque a organização examine e enten- da seus contextos externo e interno. Examinar o contexto externo da organização pode incluir, mas não está limitado a: • fatores sociais, culturais, políticos, jurídicos, regulatórios, financeiros, tecnológicos, eco- nômicos e ambientais, em âmbito internacional, nacional, regional ou local; • direcionadores-chave e tendências que afetem os objetivos da organização; • relacionamentos, percepções, valores, necessidades e expectativas das partes interes- sadas externas; • relações e compromissos contratuais; • complexidade das redes de relacionamento e dependências. Examinar o contexto interno da organização pode incluir, mas não está limitado a: • visão, missão e valores; • governança, estrutura organizacional, papéis e responsabilizações; • estratégia, objetivos e políticas; • cultura da organização; • normas, diretrizes e modelos adotados pela organização; • capacidades entendidas em termos de recursos e conhecimento (por exemplo, capital, tempo, pessoas, propriedade intelectual, processos, sistemas e tecnologias); • dados, sistemas de informação e fluxos de informação; • relacionamentos com partes interessadas internas, levando em consideração suas per- cepções e valores; • relações contratuais e compromissos; • interdependências e interconexões. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 9 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá 003. (CEBRASPE (CESPE) - PROFISSIONAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (ME)/ATI- VIDADES TÉCNICAS DE COMPLEXIDADE GERENCIAL, DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E DE ENGENHARIA SÊNIOR/GESTÃO DE PROJETOS/2020) Com relação à gestão de riscos, julgue o seguinte item. O contexto interno da organização precisa ser estabelecido na gestão de riscos, de modo a se identificarem os principais stakeholders: clientes, fornecedores e marco regulatório. Examinar o contexto externo da organização pode incluir, mas não está limitado a: • fatores sociais, culturais, políticos, jurídicos, regulatórios, financeiros, tecnológicos, eco- nômicos e ambientais, em âmbito internacional, nacional, regional ou local; • direcionadores-chave e tendências que afetem os objetivos da organização; • relacionamentos, percepções, valores, necessidades e expectativas das partes interes- sadas externas; • relações e compromissos contratuais; • complexidade das redes de relacionamento e dependências. Já examinar o contexto interno da organização pode incluir, mas não está limitado a: • visão, missão e valores; • governança, estrutura organizacional, papéis e responsabilizações; • estratégia, objetivos e políticas; • cultura da organização; • normas, diretrizes e modelos adotados pela organização; • capacidades entendidas em termos de recursos e conhecimento (por exemplo, capital, tempo, pessoas, propriedade intelectual, processos, sistemas e tecnologias); • dados, sistemas de informação e fluxos de informação; • relacionamentos com partes interessadas internas, levando em consideração suas per- cepções e valores; • relações contratuais e compromissos; • interdependências e interconexões. Note que a questão menciona clientes, fornecedores e marco regulatório. Clientes e fornece- dores fazem parte das relações contratuais e compromissos, que constam tanto como contex- to interno quanto externo, a depender das atividades das organizações. No entanto, atividades regulatórias fazem parte do contexto externo da organização. Daí o erro do item. Errado. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 10 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá Articulando o Comprometimento com a Gestão de Riscos Convém que a Alta Direção e os órgãos de supervisão, onde aplicável, demonstrem e arti- culem o seu comprometimento contínuo com a gestão de riscos por meio de uma política, uma declaração ou outras formas que claramente transmitam os objetivos e o comprometimento com a gestão de riscos de uma organização. Convém que o comprometimento inclua, mas não se limite a: • o propósito da organização para gerenciar riscos e vínculos com seus objetivos e outras políticas; • reforçar a necessidade de integrar a gestão de riscos na cultura global da organização; • liderar a integração da gestão de riscos nas atividades principais do negócio e na toma- da de decisão; • autoridades, responsabilidades e responsabilizações; • tornar disponíveis os recursos necessários; • a maneira pela qual os objetivos conflitantes são tratados; • medição e relato no âmbito dos indicadores de desempenho da organização; • análise crítica e melhoria. Convém que o comprometimento com a gestão de riscos seja comunicado na organização e às partes interessadas, como apropriado. Atribuindo Papéis Organizacionais, Autoridades, Responsabilidades e Res- ponsabilizações Convém que a Alta Direção e os órgãos de supervisão, onde aplicável, assegurem que as autoridades, responsabilidades e responsabilizações para os papéis pertinentes à gestão de riscos sejam atribuídas e comunicadas a todos os níveis da organização, e convém que: • enfatizem que a gestão de riscos é uma responsabilidade principal; • identifiquem indivíduos que possuam responsabilização e tenham autoridade para ge- renciar riscos (proprietários dos riscos). Alocando Recursos Convém que a Alta Direção e os órgãos de supervisão, onde aplicável, assegurem a alocação de recursos apropriados para a gestão de riscos, que podem incluir, mas não estão limitados a: • pessoas, habilidades, experiência e competência; • processos, métodos e ferramentas da organização a serem usados na gestão de riscos; • processos e procedimentos documentados; • sistemas de gestão da informação e do conhecimento; • necessidades de treinamento e desenvolvimento profissional. Convém que a organização considere as capacidades e restrições dos recursos existentes. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 11 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá Estabelecendo Comunicação e Consulta Convém que a organização estabeleça uma abordagem aprovada para comunicação e consulta para apoiar a estrutura e facilitar a aplicação eficaz da gestão de riscos. Comunicação envolve compartilhar informação com públicos-alvo. A consulta também en- volve o fornecimento de retorno pelos participantes, com a expectativa de que isto contribuirá para as decisões e sua formulação ou outras atividades. Convém que os métodos e conteúdo da comunicação e consulta reflitam as expectativas das partes interessadas, onde for pertinente. Convém que a comunicação e a consulta sejam oportunas e assegurem que a informação pertinente seja coletada, consolidada, sintetizada e compartilhada, como apropriado, e que o retorno seja fornecido e as melhorias sejam implementadas. 004. (CESGRANRIO/ENGENHEIRO JÚNIOR (TRANSPETRO)/SEGURANÇA/2011)Segundo a NBR ISO 31000, Gestão de Riscos – Princípios e diretrizes, na etapa de concepção da estru- tura para gerenciar riscos, a) a pessoa designada para gerenciar todo o processo de risco de uma organização deve possuir experiência mínima de três anos em gestão de risco e ser do corpo gerencial da organização. b) a organização deve identificar os proprietários dos riscos que têm a responsabilidade e a autoridade para gerenciá-los. c) a publicação de uma política de gestão de risco é obrigatória, sendo que a mesma deve ser assinada pela maior autoridade da organização. d) os estudos de riscos serão coordenados pela organização e deles deverão participar dois representantes da comunidade, caso a comunidade vizinha possa ser afetada pelos riscos gerados pela organização. e) os planos de ação para a eliminação e controle dos riscos devem ser reavaliados, obrigato- riamente a cada dois anos. A concepção da estrutura para gerenciar riscos envolve: • Entender a organização e seu contexto; • Articular o comprometimento com a gestão de riscos; • Atribuir papéis organizacionais, autoridades, responsabilidades e responsabilizações (nosso gabarito); • Alocar recursos; e • Estabelecer comunicação e consulta. Note que as alternativas A, C e E mencionam prazos e a norma silencia quanto a isso. Sobre a alternativa D, a norma nada estabelece essa composição com representantes da sociedade. Letra b. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 12 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá 4.5. ImPlementação Convém que a organização implemente a estrutura de gestão de riscos por meio de: • desenvolvimento de um plano apropriado, incluindo prazos e recursos; • identificação de onde, quando e como diferentes tipos de decisões são tomadas pela organização, e por quem; • modificação dos processos de tomada de decisão aplicáveis, onde necessário; • garantia de que os arranjos da organização para gerenciar riscos sejam claramente compreendidos e praticados. A implementação bem-sucedida da estrutura requer o engajamento e a conscientização das partes interessadas. Isso permite que as organizações abordem explicitamente a incer- teza na tomada de decisão, enquanto também asseguram que qualquer incerteza nova ou posterior possa ser levada em consideração à medida que ela surja. Adequadamente concebida e implementada, a estrutura de gestão de riscos assegurará que o processo de gestão de riscos é parte de todas as atividades da organização, incluindo a tomada de decisão, e que as mudanças nos contextos externo e interno serão adequadamente capturadas. 4.6. avalIação Para avaliar a eficácia da estrutura de gestão de riscos, convém que a organização: • mensure periodicamente o desempenho da estrutura de gestão de riscos em relação ao seu propósito, planos de implementação, indicadores e comportamento esperado; • determine se permanece adequada para apoiar o alcance dos objetivos da organização. 4.7. melhorIa Adaptação Convém que a organização monitore e adapte continuamente a estrutura de gestão de ris- cos para abordar as mudanças externas e internas. Ao fazer isso, a organização pode melhorar seu valor. Melhoria Contínua Convém que organização melhore continuamente a adequação, suficiência e eficácia da estrutura de gestão de riscos e a forma como o processo de gestão de riscos é integrado. À medida que lacunas ou oportunidades de melhoria pertinentes são identificadas, con- vém que a organização desenvolva planos e tarefas e os atribua àqueles responsabilizados pela implementação. 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Convém que o processo de gestão de riscos seja parte integrante da gestão e da tomada de decisão, e seja integrado na estrutura, operações e processos da organização. Pode ser aplicado nos níveis estratégico, operacional, de programas ou de projetos. Pode haver muitas aplicações do processo de gestão de riscos em uma organização, per- sonalizadas para alcançar objetivos e para se adequar aos contextos externo e interno nos quais são realizadas. Convém que a natureza dinâmica e variável do comportamento humano e cultura seja con- siderada ao longo do processo de gestão de riscos. Embora o processo de gestão de riscos seja frequentemente apresentado como sequen- cial, na prática ele é iterativo. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 14 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá 5.2. comunIcação e consulta O propósito da comunicação e consulta é auxiliar as partes interessadas pertinentes na compreensão do risco, na base sobre a qual decisões são tomadas e nas razões pelas quais ações específicas são requeridas. A comunicação busca promover a conscientização e o entendimento do risco, enquanto a consulta envolve obter retorno e informação para auxiliar a tomada de decisão. Convém que uma coordenação estreita entre as duas facilite a troca de informações factuais, oportunas, pertinentes, precisas e compreensíveis, levando em consideração a confidencialidade e integridade da informação, bem como os direitos de privacidade dos indivíduos. Convém que ocorram comunicação e consulta com partes interessadas apropriadas ex- ternas e internas, no âmbito de cada etapa e ao longo de todo o processo de gestão de riscos. Comunicação e consulta visam a: • reunir diferentes áreas de especialização para cada etapa do processo de gestão de riscos; • assegurar que pontos de vista diferentes sejam considerados apropriadamente ao se definirem critérios de risco e ao se avaliarem riscos; • fornecer informações suficientes para facilitar a supervisão dos riscos e a tomada de decisão; • construir um senso de inclusão e propriedade entre os afetados pelo risco. 005. (CEBRASPE (CESPE)/ANALISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO/TÉCNICO-ES- PECIALIZADO/FINANÇAS E CONTROLE/2013) Julgue o item que se segue, relativo à ges- tão de risco. Na fase de comunicação do risco, deve-se proceder à identificação das diversas partes in- teressadas na gestão de riscos, bem como à delimitação das funções e responsabilidades dessas partes. O propósito da comunicação é auxiliar as partes interessadas pertinentes na compreensão do risco. Note que as partes interessadas já estão identificadas. A identificação das diversas partes interessadas na gestão de riscos faz parte da fasede concepção. Errado. 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Como o processo de gestão de riscos pode ser aplicado em diferentes níveis (por exemplo, estratégico, operacional, programa, projeto ou outras atividades), é importante ser claro sobre o escopo em consideração, os objetivos pertinentes a serem considerados e o seu alinhamen- to aos objetivos organizacionais. Ao planejar a abordagem, as considerações incluem: • objetivos e decisões que precisam ser tomadas; • resultados esperados das etapas a serem realizadas no processo; • tempo, localização, inclusões e exclusões específicas; • ferramentas e técnicas apropriadas para o processo de avaliação de riscos; • recursos requeridos, responsabilidades e registros a serem mantidos; • relacionamentos com outros projetos, processos e atividades. Contextos Externo e Interno Os contextos externo e interno são o ambiente no qual a organização procura definir e al- cançar seus objetivos. Convém que o contexto do processo de gestão de riscos seja estabelecido a partir da com- preensão dos ambientes externo e interno no qual a organização opera, e convém que reflita o ambiente específico da atividade ao qual o processo de gestão de riscos é aplicado. Compreender o contexto é importante porque: • a gestão de riscos ocorre no contexto dos objetivos e atividades da organização; • fatores organizacionais podem ser uma fonte de risco; • propósito e escopo do processo de gestão de riscos podem estar inter-relacionados com os objetivos da organização como um todo. Convém que a organização estabeleça os contextos externo e interno do processo de ges- tão de riscos. 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Convém que os critérios de risco reflitam os valores, objetivos e recursos da organização e sejam consistentes com as políticas e declarações sobre gestão de riscos. Convém que os critérios de risco sejam estabelecidos levando em consideração as obri- gações da organização e os pontos de vista das partes interessadas. Embora convenha que os critérios de risco sejam estabelecidos no início do processo de avaliação de riscos, eles são dinâmicos; e convém que sejam continuamente analisados criticamente e alterados, se necessário. Para estabelecer os critérios de risco, convém considerar: • a natureza e o tipo de incertezas que podem afetar resultados e objetivos (tanto tangí- veis quanto intangíveis); • como as consequências (tanto positivas quanto negativas) e as probabilidades serão definidas e medidas; • fatores relacionados ao tempo; • consistência no uso de medidas; • como o nível de risco será determinado; • como as combinações e sequências de múltiplos riscos serão levadas em considera- ção; • a capacidade da organização. 5.4. Processo de avalIação de rIscos Generalidades O processo de avaliação de riscos é o processo global de identificação de riscos, análise de riscos e avaliação de riscos. Convém que o processo de avaliação de riscos seja conduzido de forma sistemática, iterativa e colaborativa, com base no conhecimento e nos pontos de vista das partes in- teressadas. Convém que use a melhor informação disponível, complementada por investigação adi- cional, como necessário. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 17 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá Identificação de Riscos O propósito da identificação de riscos é encontrar, reconhecer e descrever riscos que pos- sam ajudar ou impedir que uma organização alcance seus objetivos. Informações pertinentes, apropriadas e atualizadas são importantes na identificação de riscos. A organização pode usar uma variedade de técnicas para identificar incertezas que podem afetar um ou mais objetivos. Convém que os seguintes fatores e o relacionamento entre estes fatores sejam considerados: • fontes tangíveis e intangíveis de risco; • causas e eventos; • ameaças e oportunidades; • vulnerabilidades e capacidades; • mudanças nos contextos externo e interno; • indicadores de riscos emergentes; • natureza e valor dos ativos e recursos; • consequências e seus impactos nos objetivos; • limitações de conhecimento e de confiabilidade da informação; • fatores temporais; • vieses, hipóteses e crenças dos envolvidos. Convém que a organização identifique os riscos, independentemente de suas fontes esta- rem ou não sob seu controle. Convém considerar que pode haver mais de um tipo de resultado, o que pode resultar em uma variedade de consequências tangíveis ou intangíveis. 006. (CEBRASPE (CESPE)/ANALISTA JUDICIÁRIO (TJ AC)/TÉCNICO-ADMINISTRATIVA/ ANALISTA DE SUPORTE/2012) A respeito de plano de continuidade de negócios, planeja- mento do sistema de gestão de riscos, processo de gestão de risco e etapa de identificação de controles, julgue o seguinte item. A identificação do ativo, que representa elemento com valor para o empreendimento que ne- cessita de proteção, é uma etapa fundamental ao processo de gestão de riscos. A identificação de riscos, por óbvio, considera diversos fatores, e um deles é a natureza e valor dos ativos e recursos organizacionais. Outros exemplos podem ser citados: • fontes tangíveis e intangíveis de risco; • causas e eventos; O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 18 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá • ameaças e oportunidades; • vulnerabilidadese capacidades; • mudanças nos contextos externo e interno; • indicadores de riscos emergentes; • consequências e seus impactos nos objetivos; • limitações de conhecimento e de confiabilidade da informação; • fatores temporais; • vieses, hipóteses e crenças dos envolvidos. Certo. Análise de Riscos O propósito da análise de riscos é compreender a natureza do risco e suas características, incluindo o nível de risco, onde apropriado. A análise de riscos envolve a consideração detalhada de incertezas, fontes de risco, conse- quências, probabilidade, eventos, cenários, controles e sua eficácia. Um evento pode ter múltiplas causas e consequências e pode afetar múltiplos objetivos. A análise de riscos pode ser realizada com vários graus de detalhamento e complexidade, dependendo do propósito da análise, da disponibilidade e confiabilidade da informação, e dos recursos disponíveis. As técnicas de análise podem ser qualitativas, quantitativas ou uma combinação destas, dependendo das circunstâncias e do uso pretendido. Convém que a análise de riscos considere fatores como: • a probabilidade de eventos e consequências; • a natureza e magnitude das consequências; • complexidade e conectividade; • fatores temporais e volatilidade; • a eficácia dos controles existentes; • sensibilidade e níveis de confiança. A análise de riscos pode ser influenciada por qualquer divergência de opiniões, vieses, percepções do risco e julgamentos. Influências adicionais são a qualidade da informação uti- lizada, as hipóteses e as exclusões feitas, quaisquer limitações das técnicas e como elas são executadas. Convém que estas influências sejam consideradas, documentadas e comunicadas aos to- madores de decisão. Eventos altamente incertos podem ser difíceis de quantificar. Isso pode ser um problema ao analisar eventos com consequências severas. Nestes casos, usar uma combinação de técnicas geralmente fornece maior discernimento. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 19 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá A análise de riscos fornece uma entrada para a avaliação de riscos, para decisões sobre se o risco necessita ser tratado e como, e sobre a estratégia e os métodos mais apropriados para o tratamento de riscos. Os resultados propiciam discernimento para decisões, em que escolhas estão sendo feitas e as opções envolvem diferentes tipos e níveis de risco. 007. (CEBRASPE (CESPE)/ANALISTA LEGISLATIVO (ALECE)/INFORMÁTICA/2011) A res- peito da gestão de riscos, julgue o item subsequente. No processo de análise de risco, deve ser realizada a identificação dos ativos, bem como dos responsáveis por eles. Nessa identificação, deve-se estabelecer um escopo para a gestão de riscos da organização. A avaliação de riscos envolve a comparação dos resultados da análise de riscos com os cri- térios de risco estabelecidos. Como vimos, a identificação de ativos e a natureza de cada um deles é essencial nessa avaliação. A afirmativa destaca o escopo, ou seja, o alcance do que será avaliado nos níveis apropriados da organização. Certo. 5.5. tratamento de rIscos Generalidades O propósito do tratamento de riscos é selecionar e implementar opções para abordar riscos. O tratamento de riscos envolve um processo iterativo de: • formular e selecionar opções para tratamento do risco; • planejar e implementar o tratamento do risco; • avaliar a eficácia deste tratamento; • decidir se o risco remanescente é aceitável; • se não for aceitável, realizar tratamento adicional. Seleção de Opções de Tratamento de Riscos Selecionar a(s) opção(ões) mais apropriada(s) de tratamento de riscos envolve balancear os benefícios potenciais derivados em relação ao alcance dos objetivos, face aos custos, es- forço ou desvantagens da implementação. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 20 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá As opções de tratamento de riscos não são necessariamente mutuamente exclusivas ou apropriadas em todas as circunstâncias. As opções para tratar o risco podem envolver um ou mais dos seguintes: • evitar o risco ao decidir não iniciar ou continuar com a atividade que dá origem ao risco; • assumir ou aumentar o risco de maneira a perseguir uma oportunidade; • remover a fonte de risco; • mudar a probabilidade; • mudar as consequências; • compartilhar o risco (por exemplo, por meio de contratos, compra de seguros); • reter o risco por decisão fundamentada. A justificativa para o tratamento de riscos é mais ampla do que apenas considerações econômicas, e convém que leve em consideração todas as obrigações da organização, com- promissos voluntários e pontos de vista das partes interessadas. Convém que a seleção de opções de tratamento de riscos seja feita de acordo com os ob- jetivos da organização, critérios de risco e recursos disponíveis. Ao selecionar opções de tratamento de riscos, convém que a organização considere os valores, percepções e potencial envolvimento das partes interessadas, e as formas mais apro- priadas para com elas se comunicar e consultar. Embora igualmente eficazes, alguns tratamen- tos de riscos podem ser mais aceitáveis para algumas partes interessadas do que para outras. Ainda que cuidadosamente concebido e implementado, o tratamento de riscos pode não produzir os resultados esperados e pode produzir consequências não pretendidas. Monitoramento e análise crítica precisam ser parte integrante da implementação do trata- mento de riscos, para assegurar que as diferentes formas de tratamento se tornem e perma- neçam eficazes. O tratamento de riscos também pode introduzir novos riscos que precisem ser gerenciados. Se não houver opções de tratamento disponíveis ou se as opções de tratamento não mo- dificarem suficientemente o risco, convém que este seja registrado e mantido sob análise crí- tica contínua. Convém que os tomadores de decisão e outras partes interessadas estejam conscientes da natureza e extensão do risco remanescente após o tratamento de riscos. Convém que o risco remanescente seja documentado e submetido a monitoramento, aná- lise crítica e, onde apropriado, tratamento adicional. Preparando e Implementando Planos de Tratamento de Riscos O propósito dos planos de tratamento de riscos é especificar como as opções de tratamen- to escolhidas serão implementadas de maneira que os arranjos sejam compreendidos pelos envolvidos, e o progresso em relação ao plano possa ser monitorado. 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Convém que as informações fornecidas no plano de tratamento incluam: • a justificativa para a seleção das opções de tratamento, incluindo os benefícios espera- dos a serem obtidos; • aqueles que são responsabilizáveis e responsáveis por aprovar e implementar o plano; • as ações propostas; • os recursos requeridos, incluindo contingências; • as medidas de desempenho; • as restrições; • os relatos e monitoramento requeridos; • quando se espera que ações sejam tomadas e concluídas. 008. (FCC/ANALISTA JUDICIÁRIO (TRF 3ª REGIÃO)/APOIO ESPECIALIZADO/INFORMÁTI- CA/2019) Uma das abordagens mais recentes sobre gestão de riscos no âmbito das organiza- ções está contida na norma técnica ABNT NBR ISO 31000 − Gestão de Risco, segundo a qual o denominado “tratamento de risco” consiste em a) processo para modificar o risco, atuando sobre a probabilidade ou consequência do risco. b) estabelecer referências em face das quais a significância de um risco é avaliada. c) identificar a natureza do risco, entre provável, possível ou remoto, e determinar a sua alocação. d) aferir o grau de probabilidade da materialização do risco, utilizando cenários de compa- rabilidade. e) avaliar a magnitude da consequência do risco para fins de explicitação e quantificação nas demonstrações financeiras. O propósito do tratamento de riscos é selecionar e implementar opções para abordar riscos. Ou seja, se estamos falando em tratar o risco, estamos querendo agir sobre o risco, modifican- do a sua natureza, suas probabilidade s e suas prováveis consequências. Letra a. 5.6. monItoramento e análIse crítIca O propósito do monitoramento e análise crítica é assegurar e melhorar a qualidade e eficá- cia da concepção, implementação e resultados do processo. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 22 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá Convém que o monitoramento contínuo e a análise crítica periódica do processo de gestão de riscos e seus resultados sejam uma parte planejada do processo de gestão de riscos, com responsabilidades claramente estabelecidas. Convém que monitoramento e análise crítica ocorram em todos os estágios do processo. Monitoramento e análise crítica incluem planejamento, coleta e análise de informações, registro de resultados e fornecimento de retorno. Convém que os resultados do monitoramento e análise crítica sejam incorporados em to- das as atividades de gestão de desempenho, medição e relatos da organização. 5.7. reGIstro e relato Convém que o processo de gestão de riscos e seus resultados sejam documentados e relatados por meio de mecanismos apropriados. O registro e o relato visam: • comunicar atividades e resultados de gestão de riscos em toda a organização; • fornecer informações para a tomada de decisão; • melhorar as atividades de gestão de riscos; • auxiliar a interação com as partes interessadas, incluindo aquelas com responsabilida- de e com responsabilização por atividades de gestão de riscos. Convém que as decisões relativas à criação, retenção e manuseio de informação docu- mentada levem em consideração, mas não se limitem a, o seu uso, a sensibilidade da informa- ção e os contextos externo e interno. O relato é parte integrante da governança da organização e convém que melhore a qualida- de do diálogo com as partes interessadas e apoie a Alta Direção e os órgãos de supervisão a cumprirem suas responsabilidades. Os fatores a considerar para o relato incluem, mas não estão limitados a: • diferentes partes interessadas e suas necessidades específicas de informação e requi- sitos; • custo, frequência e pontualidade do relato; • método de relato; • pertinência da informação para os objetivos organizacionais e para a tomada de deci- são. 6. Gestão de rIscos (aBnt nBr Iso/Iec 31010:2012) Esta Norma era uma norma de apoio à ABNT NBR ISO 31000 e fornecia orientações so- bre a seleção e aplicação de técnicas sistemáticas para o processo de avaliação de riscos. No entanto, a norma NBR ISO/IEC 31010:2012 foi cancelada em data anterior à publi- cação do edital. Como até o momento de publicação dessa aula não houve retificação do edital, julgamos desnecessário o estudo de uma norma que foi cancelada. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 23 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá Ainda assim, observe o que diz o seguinte item do edital: 21.15. A legislação com entrada em vigor após a data de publicação deste Edital, bem como alterações em dispositivos legais e normativos posteriores, não será objeto de avalia- ção nas provas deste concurso público. Dessa forma, vamos reproduzir aqui os principais conceitos das técnicas para o pro- cesso de avaliação de risco e casa haja tempo no seu cronograma de estudo, vale a pena dar uma lida para não ser “pego de surpresa”. Brainstorming O Brainstorming envolve estimular e incentivar o livre fluxo de conversação entre um grupo de pessoas conhecedoras para identificar os modos de falha potenciais e os perigos e riscos associados, os critérios para decisões e/ou opções para tratamento. O termo “brainstorming” é frequentemente utilizado muito livremente para qualquer tipo de discussão em grupo. Entretanto, o verdadeiro brainstorming envolve técnicas espe- cíficas para tentar assegurar que a imaginação das pessoas é provocada pelos pensamen- tos e declarações de outras pessoas no grupo. Entrevistas estruturadas ou semiestruturadas Em uma entrevista estruturada, os entrevistados são solicitados individualmente a res- ponder a um conjunto de questões pré-elaboradas que constam de um roteiro de instru- ções e que incentivam o entrevistado a ver uma situação a partir de uma perspectiva dife- rente e, assim, identificar os riscos a partir desta perspectiva. Uma entrevista semiestruturada é semelhante, porém permite mais liberdade para uma conversa que explore questões que surjam. Técnica Delphi A técnica Delphi é um procedimento para obter um consenso confiável de opiniões de um grupo de especialistas. Embora muitas vezes o termo seja agora amplamente utilizado para significar qualquer forma de brainstorming, uma característica essencial da técnica Delphi, como originalmente formulada, era a de que os especialistas expressavam suas opiniões individual e anonimamente e tinham acesso aos pontos de vista de outros espe- cialistas à medida o processo evoluía. Listas de verificação As listas de verificação são listas de perigos, riscos ou falhas de controle que foram desen- volvidas normalmente a partir da experiência, como resultado de um processo de uma avalia- ção de riscos anterior ou como um resultado de falhas passadas. Análise preliminar de perigos (APP) A APP é um método de análise simples e indutivo cujo objetivo é identificar os perigos e situações e eventos perigosos que podem causar danos em uma determinada atividade, ins- talação ou sistema. Estudo de perigos e operabilidade (HAZOP) O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal.https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 24 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá HAZOP é o acrônimo para “HAZard and OPerability Study” e é um exame estruturado e sistemático de um produto, processo, procedimento ou sistema existente ou planejado. É uma técnica para identificar os riscos para pessoas, equipamentos, ambiente e/ou objetivos orga- nizacionais. Espera-se também que a equipe de estudo, sempre que possível, forneça uma solução para o tratamento do risco. Análise de perigos e pontos críticos de controle (APPCC) A análise de perigos e pontos críticos de controle (APPCC) fornece uma estrutura para a identificar perigos e pôr em prática controles em todas as partes pertinentes de um processo para proteger dos perigos e manter a confiabilidade da qualidade e segurança de um produto. A APPCC tem como objetivo assegurar que os riscos sejam minimizados por controles ao longo do processo ao invés de mediante a inspeção do produto final. Avaliação da toxicidade O processo de avaliação de riscos ambientais é utilizado aqui para abranger o processo seguido no processo de avaliação de riscos em vegetais, animais e seres humanos como um resultado da exposição a uma série de perigos ambientais. A gestão de riscos refere-se às etapas do processo decisório, incluindo a avaliação de ris- cos e o tratamento de riscos. O método envolve a análise do perigo ou da fonte de dano e como ela afeta a população-alvo e os caminhos pelos quais o perigo pode alcançar uma população- -alvo susceptível. Esta informação é então combinada para dar uma estimativa da provável extensão e a natureza do dano Técnica estruturada “E se” (SWIFT) A técnica SWIFT foi originalmente desenvolvida como uma alternativa mais simples para o HAZOP. É um estudo sistemático, baseado em trabalho em equipe, que utiliza um conjunto de palavras ou frases de ‘comando’ que é usado pelo facilitador dentro de uma oficina de trabalho para estimular os participantes a identificar riscos. O facilitador e a equipe utilizam frases padrão do tipo “e se” em combinação com os comandos para investigar como um sistema, item de instalações, organização ou procedi- mento será afetado por desvios de comportamento e operações normais. A técnica SWIFT é normalmente aplicada mais em nível de sistemas com um nível menor de detalhes do que o HAZOP. Análise de cenários A análise de cenários é um nome dado para o desenvolvimento de modelos descritivos de como o futuro poderá ser. Pode ser utilizada para identificar os riscos, considerando possí- veis desenvolvimentos futuros e explorando suas implicações. Os conjuntos de cenários (por exemplo) ‘melhor caso’, ‘pior caso’ e ‘caso esperado’, podem ser utilizados para analisar conse- quências potenciais e suas probabilidades para cada cenário como uma forma de análise da sensibilidade ao analisar o risco. O poder da análise de cenários é ilustrado considerando as grandes mudanças ao longo dos últimos 50 anos em tecnologia, as preferências do consumidor, atitudes sociais etc. A O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 25 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá análise de cenários não pode prever as probabilidades de tais mudanças, mas pode considerar as consequências e auxiliar as organizações a desenvolverem forças e resiliência necessárias para se adaptar às mudanças previsíveis. Análise de impactos nos negócios (BIA) A análise de impactos nos negócios, também conhecida como avaliação de impacto nos negócios, analisa como os principais riscos de ruptura poderiam afetar as operações da or- ganização, e identifica e quantifica as capacidades que seriam necessárias para gerenciá-los. Especificamente, a BIA prevê um entendimento acordado de: identificação e criticidade dos principais processos de negócios, funções e recursos asso- ciados e as principais interdependências que existem para uma organização; como os eventos de ruptura afetarão a capacidade e a capabilidade de alcançar os objeti- vos críticos do negócio; capacidade e capabilidade necessárias para gerenciar o impacto de uma ruptura e recupe- rar a organização para níveis acordados de operação. Análise de causa-raiz (RCA) A análise de uma grande perda para evitar a sua recorrência é comumente referida como Análise de Causa-Raiz (RCA), Análise de Falhas de Causa-Raiz (RCFA) ou análise da perda. A RCA é focada nas perdas dos ativos devidas a vários tipos de falhas enquanto a análise da perda está relacionada principalmente às perdas financeiras ou econômicas devido a fatores externos ou catástrofes. Esta análise tenta identificar a raiz ou causas originais ao invés de lidar somente com os sintomas imediatamente óbvios. É reconhecido que a ação corretiva nem sempre pode ser to- talmente eficaz e que a melhoria contínua pode ser requerida. A RCA é mais frequentemente aplicada para a avaliação de uma grande perda, mas também pode ser utilizada para analisar as perdas de uma forma mais global a fim de determinar onde as melhorias podem ser efetuadas. Análise de modo e efeito de falha (FMEA) e análise de modo, efeito e criticidade de falha (FMECA) A análise de modo e efeito de falha (FMEA) é uma técnica utilizada para identificar as formas em que componentes, sistemas ou processos podem falhar em atender o intuito de seu projeto. A FMEA identifica: todos os modos de falha potenciais das várias partes de um sistema (um modo de falha é aquilo que é observado ao falhar ou ao desempenhar incorretamente); os efeitos que estas falhas podem ter no sistema; os mecanismos de falha; como evitar as falhas e/ou mitigar os efeitos das falhas no sistema. A análise de modo, efeito e criticidade de falha FMECA estende uma FMEA de modo que cada modo de falha identificado seja classificado de acordo com a sua importância ou criticidade. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 26 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá Esta análise de criticidade é normalmente qualitativa ou semiquantitativa, porém pode ser quantificada utilizando taxas reais de falha. Análise de árvore de falhas (FTA) A FTA é uma técnica para identificar e analisar os fatores que podem contribuir para um evento específico indesejado (chamado “evento de topo”). Fatores causais são identificados por dedução e organizados de uma maneira lógica e representados pictograficamente em um diagrama de árvore que descreve os fatores causais e sua relação lógica com o even- to de topo. Os fatores identificados na árvore podem ser eventos que estão associados a falhas de componente de equipamentos, erros humanos ou quaisquer outros eventos pertinentes que levem ao evento indesejado. Análise de árvore de eventos (ETA) A ETA é uma técnica gráfica para representar as sequências mutuamente excludentes de eventos após um evento iniciador de acordo com o funcionamento/não funcionamento dos vários sistemas projetados para mitigar as suas consequências. Pode ser aplicada qualitativa e quantitativamente. Análise de causa e consequênciaA análise de causa e consequência é uma combinação da análise da árvore de falhas e árvore de eventos. Ela começa a partir de um evento crítico e analisa as consequências por meio de uma combinação de portas lógicas SIM/NÃO que representam condições que podem ocorrer ou falhas de sistemas projetados para atenuar as consequências do evento iniciador. As causas das condições ou falhas são analisadas por meio de árvores de falhas. Análise de causa e efeito A análise de causa e efeito é um método estruturado para identificar as possíveis causas de um evento ou problema indesejado. Ele organiza os possíveis fatores contributivos em ca- tegorias amplas de modo que todas as hipóteses possíveis possam ser consideradas. Entretanto, por si só não aponta para as causas reais, já que estas somente podem ser determinadas por evidência real e testes empíricos de hipóteses. A informação é organizada em diagramas de espinha de peixe (também chamados de Ishikawa) ou por vezes em diagra- mas de árvore Análise de camadas de proteção (LOPA) A LOPA é um método semiquantitativo para estimar os riscos associados a um evento ou cenário indesejado. Analisa se há medidas sufi cientes para controlar ou mitigar os riscos. Um par de causa e consequência é selecionado e as camadas de proteção que evitam que a causa leve à consequência indesejada são identificadas. Um cálculo da ordem de grandeza é realizado para determinar se a proteção é adequada para reduzir o risco a um nível tolerável. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 27 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá Análise de árvore de decisões Uma árvore de decisões representa alternativas de decisão e resultados de maneira se- quencial, que leva em consideração resultados incertos. É similar a uma árvore de eventos na medida em que ela começa a partir de um evento iniciador ou uma decisão inicial e modela di- ferentes caminhos e resultados como um resultado de eventos que podem ocorrer e decisões diferentes que podem ser tomadas. Avaliação da confiabilidade humana (ACH) A avaliação da confiabilidade humana (ACH) trata do impacto de pessoas sobre o desem- penho do sistema e pode ser utilizada para avaliar as influências de erro humano no sistema. Muitos processos contêm potencial para erro humano, especialmente quando o tempo dispo- nível para o operador tomar decisões for curto. A probabilidade de que problemas irão se desenvolver sufi cientemente para tornarem-se graves pode ser pequena. Algumas vezes, porém, a ação humana será a única defesa para evitar que uma falha inicial progrida para um acidente. A importância da ACH foi ilustrada por vários acidentes em que os erros humanos críticos contribuíram para uma sequência de even- tos catastróficos. Tais acidentes são advertências contra os processos de avaliações de riscos que se con- centram exclusivamente no hardware e software em um sistema. Eles ilustram os perigos de ignorar a possibilidade de contribuição do erro humano. Além disso, as ACH são úteis em destacar os erros que podem impedir a produtividade e em revelar as maneiras pelas quais esses erros e outras falhas (hardware e software) podem ser “recuperados” pelos operadores humanos e pelo pessoal de manutenção. Análise bow tie A análise bow tie é uma maneira esquemática simples de descrever e analisar os caminhos de um risco desde as causas até as consequências. Pode ser considerada uma combinação do raciocínio de árvore de falhas, que analisa a causa de um evento (representada pelo nó de uma bow tie), com árvore de eventos, que analisa as consequências. Entretanto, o foco bow tie está nas barreiras entre as causas e o risco, e o risco e as con- sequências. Diagramas de bow tie podem ser construídos a partir das árvores de falhas e eventos, porém são mais frequentemente desenhados diretamente a partir de uma sessão de brainstorming. Manutenção centrada em confiabilidade A manutenção centrada em confiabilidade (RCM) é um método para identificar as políticas que é conveniente que sejam implementadas para gerenciar falhas, a fim de alcançar a segu- rança, disponibilidade e economia de operação requeridas, de maneira eficiente e eficaz, para todos os tipos de equipamento. A RCM é atualmente uma metodologia comprovada e aceita, utilizada em uma ampla gama de indústrias. A RCM fornece um processo de decisão para identificar requisitos de manuten- ção preventiva eficazes e aplicáveis para equipamentos de acordo com as consequências de O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para Rubens Sérgio - 60464407346, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 28 de 59www.grancursosonline.com.br Gestão de Riscos-ISO 31000/2018 e Técnicas para Avaliação de Riscos-ISO 31010/2012 – Multibancas TEORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO PÚBLICA Adriel Sá segurança, operacionais e econômicas das falhas identificáveis, e o mecanismo de degrada- ção responsável por essas falhas. O resultado final do processo é um julgamento quanto à necessidade de realizar uma tare- fa de manutenção ou outras ações, como mudanças operacionais. Sneak analysis (SA) e sneak circuit analysis (SCA) A sneak analysis (SA) é uma metodologia para a identificação de erros de projeto. Uma condição sneak é um hardware, software ou condição integrada latente que pode causar a ocorrência de um evento indesejado ou inibir um evento desejado, não sendo causado por falha do componente. Estas condições são caracterizadas pela sua natureza aleatória e capacidade de escapar à detecção durante os ensaios normalizados mais rigorosos do sistema. As condições sneak podem causar operação imprópria, perda da disponibilidade do sistema, atrasos no programa ou mesmo morte ou ferimento de pessoas. Análise de Markov A análise de Markov é utilizada quando o estado futuro de um sistema depende somente de seu estado atual. Ela é comumente utilizada para a análise de sistemas reparáveis que po- dem existir em múltiplos estados e a utilização de uma análise de bloco de confiabilidade seria inapropriada para analisar adequadamente o sistema. O método pode ser estendido para sistemas mais complexos, empregando processos de Markov de ordem mais elevada, e é somente restrito pelo modelo, cálculos matemáticos e as premissas. O processo da análise de Markov é uma técnica quantitativa e pode ser discreto (utilizando probabilidades de mudança entre os estados) ou contínuo (utilizando taxas de mu- dança através dos estados). Apesar de uma análise de Markov poder ser realizada manualmente, a natureza das técnicas se presta ao uso de programas de computador, estando muitos deles disponíveis no mercado. Simulação de Monte Carlo Muitos sistemas são muito complexos quanto aos efeitos da incerteza sobre eles para se- rem modelados utilizando técnicas analíticas, porém eles podem ser avaliados considerando as entradas como variáveis aleatórias e executando-se um número N de cálculos (as chama- das simulações), por meio de amostragens da entrada, a fim de obter N saídas possíveis do resultado desejado. Este método pode tratar de situações complexas que seriam muito difíceis de entender e resolver por um método analítico. Sistemas podem ser desenvolvidos utilizando planilhas e outras ferramentas convencionais, porém ferramentas mais sofisticadas estão prontamente disponíveis para auxiliar com requisitos mais complexos, muitas das quais são