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Prática de Circuitos Eletrônicos 1 — RELATÓRIO — 1/9 119148 – Prática de Circuitos Eletrônicos 1 Turma F – Semestre 2017/01 RELATÓRIO EXPERIMENTO 09 Circuitos com Amplificador Operacional Docente: Prof. Diana Carolina Montilla Perafán Nome Matrícula Assinatura André Luis Sousa dos Santos 140016252 Arthur Evangelista dos Santos 140016686 Datas Realização do experimento 08/06/2017 Entrega do Relatório 22/06/2017 FICHA DE AVALIAÇÃO Item Nota Observações Estudo pré-laboratorial (4,0) Montagem (1,0) Folha de dados (1,0) Análise experimental (4,0) TOTAL (10,0) Prática de Circuitos Eletrônicos 1 — RELATÓRIO — 2/9 Sumário 1. Introdução ............................................................................................................................. 3 2. Objetivos .............................................................................................................................. 3 3. Materiais Utilizados .............................................................................................................. 3 4. Procedimento Experimental e Resultados ............................................................................ 3 5. Discussão .............................................................................................................................. 4 6. Conclusões ........................................................................................................................... 4 7. Referências ........................................................................................................................... 4 9. Diagramas Esquemáticos ...................................................................................................... 5 Prática de Circuitos Eletrônicos 1 — RELATÓRIO — 3/9 1. Introdução Segundo a ABNT (NBR 10719) a introdução é a primeira seção do texto, indicando a delimitação do tema, as razões de sua elaboração, bem como as relações existentes com outros trabalhos. A introdução não deve dar detalhes sobre a teoria experimental, o método ou os resultados, nem antecipar as conclusões e as recomendações. Notar a formatação de parágrafos (justificado), assim como tipo e tamanho da fonte. Todas as fontes de informação devem ser citadas corretamente. Por exemplo: de acordo com (1), esta é uma boa introdução. Figuras e tabelas também devem ser corretamente referenciadas. Utilizar no máximo uma página para a introdução. Além de ser entregue em formato impresso ao início da aula seguinte a execução do experimento, o relatório deve ser também entregue em formato eletrônico, extensão PDF, via Moodle, exclusivamente. 2. Objetivos Analisar circuitos com resistores e amplificador operacional para as seguintes configurações: amplificador inversor, amplificador somador inversor e amplificador diferença. 3. Materiais Utilizados Os equipamentos utilizados no experimento foram: Tabela 3.1 – Equipamentos utilizados. Descrição Modelo Fabricante Protoboard MP-2420 Minipa Gerador de Função GV2002 iCEL Osciloscópio 253x BK Precision Fonte de alimentação DC MPL-1303M Minipa Além destes equipamentos, foram utilizados alguns tipos de resistores, indutores, capacitores e fios para conexão da protoboard. Componentes eletrônicos utilizados: Resistor de 100 Ω, 560 Ω, 220 Ω e 330 Ω; Amplificador operacional uA741; Prática de Circuitos Eletrônicos 1 — RELATÓRIO — 4/9 4. Procedimento Experimental e Resultados Os circuitos foram montados segundo os circuitos mostrados no roteiro do experimento contendo um amplificador operacional uA741 e resistores 1R = 100 Ω, 2R = 560 Ω, 3R = 220 Ω e 4R = 330 Ω. Para o circuito A (Figura 4.1), temos a configuração do amplificador operacional inversor. O circuito B (Figura 4.2) tem a configuração do amplificador operacional somador inversor e, por último, o circuito C é amplificador operacional de diferença (Figura 4.3). Para a realização do experimento para cada configuração do amplificador operacional, o gerador de função GV2002 da iCEL aplicava um sinal de até 0,5 V com frequência de 100 Hz. E pelo o osciloscópio 253x da BK Precision podíamos observar o sinal de saída do amplificador operacional. Como um amplificador operacional tem uma limitação, o limite de saturação, precisamos manusear a fonte de alimentação MPL - 1303M da Minipa para que a saída do circuito seja limitada entre o intervalo de ssV = - 10 V e ddV = 10 V. Figura 4.1: Circuito amplificador operacional inversor. Figura 4.2: Circuito amplificador operacional somador inversor. Prática de Circuitos Eletrônicos 1 — RELATÓRIO — 5/9 Figura 4.3: Circuito amplificador operacional de diferença. Primeiramente, realizamos o teste com a configuração do amplificador inversor, Tabela 01, onde foi aplicada uma tensão senoidal no circuito com amplitude 0,5 V pico a pico para compararmos os valores experimentais com os reais. Tabela 4.1 – Valores de saída para a configuração do amplificador operacional inversor. Circuito Configuração das Entradas Senoide com f = 100 Hz Saída oppV Ganho Experimental Ganho Teórico Ganho % de Erro A ppVV 5,01 3,68 7,36 5,6 31,42 Logo em seguida, começamos a realizar os experimentos com o amplificador somador inversor. Já para este experimento, para analisar o sinal de saída do circuito B (Figura 4.2) como no laboratório há somente um gerador de função foi necessário está tirando um ou outro resistor. Na Tabela 4.2, podemos ver que o sinal senoidal é aplicado aos três resistores. Já para o segundo procedimento, o sinal 3V é nulo, portanto, tiramos do circuito somente do resistor 3R . Tabela 4.2 – Valores de saída para a configuração do amplificador operacional somador inversor. Circuito Configuração das Entradas Senoide com f = 100 Hz Saída oppV Ganho Experimental Ganho Teórico Ganho % de Erro A ppVVVV 5,0321 5,16 10,32 9,82 4,87 B ppVVV 5,021 e 03 V 4,64 9,28 8,145 13,93 C 01 V e ppVV 5,02 3,68 7,36 5,6 31,42 Por último, passamos a realizar experimento com o amplificador de diferença. Usamos o mesmo procedimento realizado no circuito amplificador somador inversor. Onde foi necessário tirar alguns resistores para termos uma determinada tensão nula no circuito. E podemos visualizar as tensões mensuradas na Tabela 4.3. Prática de Circuitos Eletrônicos 1 — RELATÓRIO — 6/9 Tabela 4.3 – Valores de saída para a configuração do amplificador operacional de diferença. Circuito Configuração das Entradas Senoide com f = 100 Hz Saída oppV Ganho Experimental Ganho Teórico Ganho % de Erro A ppVVV 5,021 1,32 2,64 1,5 76 B ppVV 5,01 e 02 V 0,56 1,12 5,6 80 C 01 V e ppVV 5,02 3,76 7,52 3 150 Agora todos os procedimentos a seguir foram realizados com o amplificador inversor. O primeiro procedimento é definir o slew-rate do amplificador operacional, Tabela 4.4. Tabela 4.4 – Slew-rate para uma onda quadrada com amplificador operacional inversor. Amplitude (V) Frequência (kHz) Slew-rate ( s V ) 0,5 28,6 0,5 Também, realizamos o procedimento para definir a saturação do amplificador operacional, Tabela 4.5. Tabela 4.5 – Saturação para uma onda senoidal com amplificador operacional inversor. Amplitude (V) Frequência (kHz) máxo tV )( (V) min)(tVo (V) 0,5 2,42 2,2 -1,96 Para terminar todos os procedimentos com o amplificador operacional, realizamos o experimento onde observamos a resposta em frequência do amplificador, Tabela 4.6.Tabela 4.6 – Resposta em frequência do amplificador operacional. Senoide com )(1 tV = 0,52 ppV Saída oppV (V) Ganho experimental 10 Hz 3,6 7,36 100 Hz 3,6 7,36 500 Hz 3,6 7,36 1 kHz 3,6 7,36 10 kHz 3,6 7,36 20 kHz 3,6 7,36 30 kHz 3,16 7,36 40 kHz 2,24 7,36 50 kHz 1,56 7,36 75 kHz 1 7,36 100 kHz 0,96 7,36 500 kHz 0,84 7,36 1 MHz 0,72 7,36 Para este último procedimento, resposta em frequência do amplificador operacional, o gerador de função aplicava sinais com frequência de até 1 MHz. Prática de Circuitos Eletrônicos 1 — RELATÓRIO — 7/9 5. Discussão Os resultados obtidos para as três configurações de amplificadores operacionais: inversor, somador inversor e subtrator. Onde podemos observar em todas as tabelas para cada configuração (Tabelas 4.1, 4.2 e 4.3) certa discrepância entre o ganho experimental e teórico. Esta diferença pode está relacionada com a tensão interna acumulada pelo amplificador operacional, por conta de experimentos anteriores. Este acúmulo de tensão no componente pode ter sido ocasionado pelos transistores e capacitores que compõem o mesmo. Antes de discutirmos os resultados obtidos sobre o slew-rate precisamos o que é de fato esta especificação do amplificador operacional. Slew-rate, ou taxa de variação, é uma especificação das mais importantes em amplificadores e em qualquer circuito de áudio, tais como processadores, mesas de som, etc., porém em amplificadores sua importância é maior, devido às altas amplitudes geradas. A não observância de um valor mínimo de slew-rate pode ocasionar distorções bastante desagradáveis (Barros, Marcos). Portanto, slew-rate a frequência máxima que pode ser aplicada ao amplificador operacional para que o sinal de saída não seja distorcido. E para o amplificador operacional uA741 foi observado que aplicando um sinal de 0,5 V, o sinal de saída começa a ser distorcer com frequência igual ou maior que 28,6 kHz, Tabela 4.4. A saturação é uma especificação de amplificadores reais, onde o sinal de sinal de saída depende da tensão de alimentação no componente. Como por exemplo, temos a tensão de alimentação ssV = - 5 V e ddV = 5 V. A saída do sinal do amplificador tem um comportamento linear dentro do intervalo de -5 V e 5 V. Já ultrapassando o valor de 5 V ou -5 V, o sinal de saída se tornar constante obtendo nenhum ganho no sinal. Na Tabela 4.5 podemos observar que com de 3,5 V e frequência de 2,42 Hz visualizamos uma saturação do sinal de saída, se tornou constante. E por último na Tabela 4.6 observamos a resposta em frequência sendo, também, uma limitação do amplificador operacional. O amplificador operacional com altas frequências começa a atenuar o sinal de saída. Para o amplificador operacional uA741 o sinal começou a ser atenuado a partir de uma frequência entre 20 kHz e 30 kHz. 6. Conclusões Mostrar os êxitos alcançados na realização do experimento, indicando as limitações, apresentando recomendações ou sugestões. Segundo a ABNT (NBR 10719) as conclusões e/ou recomendações devem ser apresentadas de forma clara e ordenada, as deduções tiradas dos resultados do trabalho ou levantadas ao longo da discussão do assunto. Dados quantitativos não devem aparecer na conclusão, nem tampouco resultados comprometidos e passíveis de discussão. As recomendações são declarações de ações, julgadas necessárias a partir das conclusões obtidas, a serem usadas no futuro. Prática de Circuitos Eletrônicos 1 — RELATÓRIO — 8/9 Utilizar no máximo uma página para este item. 7. Referências Bibliográficas Segundo a ABNT (NBR 10719) as citações bibliográficas textuais servem para dar maior clareza e autoridade ao texto, relacionando as idéias expostas com idéias defendidas em outros trabalhos, por outros autores. É indispensável que seja indicada a fonte de onde foi extraída a citação, através da utilização de um sistema de chamada (numérico ou alfabético). As referências bibliográficas relativas às citações textuais devem ser apresentadas de acordo com as normas da ABNT. Prática de Circuitos Eletrônicos 1 — RELATÓRIO — 9/9 1. DORF, R.C.; SVOBODA, J.A. (2012) Introdução aos Circuitos Elétricos, 8ª edição, ISBN 9788521621164. Editora LTC. 2. NILSSON, J.W.; RIEDEL, S.A. (2009) Circuitos elétricos, 8ª edição, ISBN 9788576051596. Editora Pearson. 3. BARROS, MARCOS. (2011) Slew-rate, Departamento de Física da Universidade de São Carlos, Universidade de São Carlos. 4. 9. Diagramas Esquemáticos Todos os diagramas devem ser inseridos ao final do relatório em páginas separadas do texto. Há apenas duas opções: dois diagramas por página (orientação retrato, para circuitos mais simples) ou um único diagrama por página (orientação paisagem, para circuitos mais complexos). Os diagramas devem conter a pinagem e identificação de todos os componentes.