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Atividade Prática Nome Vitor Lenkner RU 4553818 Experiencia 1: Retificador de meia onda foto 1:circuito montado Circuito da meia onda foi montado na protoboard com um Transformador, um diodo de 1n4004 e 1 Resistor de 10kohm. O retificador de meia onda aproveita apenas uma metade da onda de corrente alternada aplicada na entrada, convertendo-a em corrente contínua na saída. Utilizando o osciloscópio, é possível observar que o circuito permite a passagem do semiciclo positivo da onda e bloqueia o semiciclo negativo. Eletrônica Analógica 1 foto 2: A forma de onda de saída apresentada no osciloscópio acontece porque o diodo do retificador de meia onda permite apenas a passagem do semiciclo positivo da tensão de entrada. Assim, a parte positiva da onda aparece na saída, enquanto a parte negativa é bloqueada, ficando próxima de 0 V. Por isso, o sinal de saída fica “cortado” nos semiciclos negativos. Tabela 1:sinais de entrada e saída do retificador de meia onda vi Vo 22 0 -19 0 -8 0 -11 0 0 0 5 5 12 10 20 20,4 20,7 21 23,1 21,5 23,3 23,7 25,5 24,1 sas aa parâmetro vi vo tensão pico a pico(v) 37.3 17.9 frequência 60 hz 60 hz 2 Experiencia 2: Retificador de onda inteira No experimento foram utilizados dois diodos 1n4004 e um resistor de 10 k ohm montados na protoboard. O retificador de onda completa aproveita os dois semiciclos da corrente alternada na entrada para gerar uma tensão contínua na saída. Com o auxílio do osciloscópio, é possível observar que tanto a parte positiva quanto a negativa da onda aparecem no lado positivo da saída, pois o circuito inverte o semiciclo negativo, resultando em uma tensão mais contínua e com menor variação. Podemos perceber que no circuito retificador de meia onda a parte negativa da tensão foi bloqueada, permitindo apenas a passagem do semiciclo positivo da onda. Já no retificador de onda completa, os dois diodos atuam nos dois semiciclos da tensão alternada, fazendo com que tanto a parte positiva quanto a negativa apareçam na saída em forma positiva. Dessa maneira, a frequência do sinal de saída fica dobrada em relação à entrada. parâmetro vi(v) vo(v) Tensão pico a pico (v) 35,3 35,3 Frequência(hz) 60 120 Eletrônica Analógica 3 Tabela 4:curva de transferência do retificador de onda inteira vi(v) vo(v) -12 -12 -10 -10 -8 -8 -5 -5 -1 -1 0 0 1 1 5 5 8 8 10 10 12 12 14 14 15 15 Gráfico a partir da tabela 4:curva de transferência do retificador de onda inteira Experiencia 3:Ampilificador Operaciol Para o amplificador inversor vamos calcular o R1 e R2 de tal forma que no final iremos ter um ganho de tensão de Av=-2 A formula usada será Av=R2/R1 Para o amplificador não inversor vamos calcular o R1 e R2 de orma que no final tenheremos um ganho de tensão de Av=4 A formula que será usada para o amplificador não inverso é Av=1+R2/R1 Vamos adotar um resistor R1 de 1kOhm Circuito inversor Av=-r2/r1 -2=-r2/1 Av=2 Assim vamos usar para o resistor R1 =1kOhm e para o R2=2kOhm Circuito nao inversor Av=4 Av=1+r2/r1 4=1+r2/1 Av=3 Assim vamos usar também para o resistor R1=1kOhm e para o R2=3kOhm 6 7 Eletrônica Analógica 10 Com o osciloscópio podemos vizualizar o funcionamento dos circuitos e ver o ganho de tensão. Calculando o ganho real da tensão Não inversor Av =vo/vi Av=12/-4,7 Av=-2,55 Amplificador não inversor Av vo/vi Av=12/2,46 Av=4,87 Inversor Não Inversor Av calculado Av medido Av calculado Av medido -4,7 -3,2 4,87 3,53 Tabela 5:ganho de tensão dos amplificadores operacionais Durante as práticas, observou-se uma pequena divergência entre os valores medidos e os calculados teoricamente. Essa variação ocorre porque os cálculos teóricos consideram componentes ideais e máxima precisão, enquanto na bancada real ocorrem perdas causadas por resistências de contato e conexões no circuito, gerando pequenas interferências. Apesar dessas variações práticas, os resultados medidos mantiveram-se muito próximos dos valores esperados, validando o experimento. image3.jpeg image4.png image5.png image6.png image7.png image8.jpeg image9.jpeg image10.png image1.jpeg image2.png