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Aula 12: 
 
Arquitetura Paleocristã 
Disciplina: Teoria e História da Arquitetura e Urbanismo 1 
Prof.ª: Andrea Romão 
Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
Data: 19/10/2015 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
INTRODUÇÃO 
 
 • Cristianismo 
- Cristãos → pessoas unidas pela fé em Jesus Cristo; 
- Perseguições nos primeiros séculos: 
- A celebração da Eucaristia e a catequese aconteciam em casas 
privadas que algumas famílias punham à disposição da Igreja 
→primitivas Igrejas domésticas (chamadas de Títulos, em Roma); 
- Títulos → tabuinhas de madeira que se penduravam na entrada das 
vilas romanas; onde estava escrito o apelido do proprietário; 
- Não se refletia na fisionomia urbana; 
 
Moradas privadas 
Cemitérios 
Missas triclinium (sala jantar) 
Eucaristia (mesa) 
Oferendas (mesa) 
Terrenos apropriados 
Catacumbas subterrâneos 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
INTRODUÇÃO 
 
 • Cristianismo 
- Conversão de Constantino ao cristianismo: 
- Edito de Milão (313) → liberdade de culto aos cristãos; 
- Muitas domus doadas à Igreja para construção de templos cristãos; 
 
O processo trilhado pela arte primitiva cristã, que, de simples e 
grosseira nas catacumbas passa a ser rica e apurada nas basílicas, 
prediz mudanças que determinam uma nova época na história da 
humanidade, e indica o grau de comprometimento entre arte e 
doutrina cristã, que se tornará maior a cada dia e se consolidará 
na Idade Média. 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
INTRODUÇÃO 
 
 • Arte cristã primitiva 
- Principais características: 
 
- Espiritualidade; 
- Simbolismo; 
- Inspiração em temas bíblicos; 
- Simplicidade. 
 
- Dividida em dois períodos: 
 
-Fase catacumbária; 
-Fase basilical. 
 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Primeira fase: catacumbária 
- Período em que o povo cristão era intolerado e perseguido pelos 
romanos → viviam na clandestinidade; 
- Os cristão preferiam enterrar os corpos (ao invés de cremar como 
faziam em Roma); 
- Primeiras manifestações → pinturas feitas nas paredes e tetos das 
catacumbas, onde os cristãos secretamente se reuniam; 
- Pintura → mural, ornamental e figurativa 
• técnica do afresco; 
• uso de símbolos (pomba, peixe, fênix, cruz, etc); 
• objetivo de divulgar a palavra de Cristo. 
- Temas de pinturas: 
- O Bom Pastor (Jesus Cristo); 
- O peixe e o pão (símbolos cristãos); 
- Cristãos louvando a Deus; 
- Cenas do Antigo Testamento. 
 
Catacumbas → primeiros 
cemitérios cristãos, em 
túneis escavados na rocha, 
alguns metros abaixo da 
superfície da terra. 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Primeira fase: catacumbária 
 
Catacumbas de Santa Priscila, em Roma 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Primeira fase: catacumbária 
 
Ambulacra 
(passagem 
subterrânea) 
Loculo (nicho 
retangular) 
Catacumbas de Santa Priscila, em Roma 
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ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Primeira fase: catacumbária 
 
O Bom Pastor – 
Catacumba de Priscila, 
em Roma 
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ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Primeira fase: catacumbária 
 
Catacumbas de São Calixto 
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ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Primeira fase: catacumbária 
 
Catacumba de Siracusa 
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ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Primeira fase: catacumbária 
 
Catacumba 
de Santa 
Domitila 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Primeira fase: catacumbária 
 
Símbolos cristãos: o peixe e o pão eucarístico 
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ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Primeira fase: catacumbária 
 
Jonas 
deitado ao 
mar, 
Catacumb
as de S. 
Pedro, em 
Roma 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Imperador Constantino → reconhecimento do cristianismo como 
religião oficial do Império Romano; 
- Fim da perseguição aos cristãos; 
- Arte cristã → deixa seu esconderijo nas catacumbas; 
- Edificações para reunião dos cultos: 
- Mausoléus ; 
- Batistérios ; 
- Basílicas. 
“Quando é concedida aos cristãos liberdade para construírem 
os seus templos, a arquitetura pagã encontra-se no auge de 
suas possibilidades técnicas. (...) Os construtores dos edifícios 
cristãos baseiam-se necessariamente nesta herança”. 
(BENEVOLO, Leonardo. Introdução à arquitetura. Grifo nosso) 
Por que não se utilizaram os templos existentes? 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Mausoléus: 
- Monumento funerário; 
- Decorados com mosaicos e pinturas; 
- Adotaram a planta geralmente centrada (circular ou poligonal) → 
influência oriental e helenística; 
Mausoléu de Santa Constanza (filha de Constantino), em Roma (354) 
Restos dos muro 
perimetrais da 
antiga Basílica de 
Sant’Agnese 
Estrutura redonda, com três 
seções cilíndricas superpostas de 
diferentes dimensões 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Mausoléus 
Mausoléu 
de Santa 
Constanza, 
em Roma 
(354) 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Mausoléus 
Planta e corte do Mausoléu de Santa Constanza, em Roma (354) 
Edifício de planta centrada, constituído por uma galeria circular interna, 
com nichos murais para altares e sarcófagos, separada da zona central por 
uma arcada de doze colunas duplas e coberta por uma abóbada de berço. 
Possuía também um peristilo exterior. 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Mausoléus 
Mausoléu de Santa Constanza, em Roma (354) 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Mausoléus 
Mausoléu de Santa 
Constanza, em Roma (354) 
Detalhe cúpula interior 
rodeada de janelas 
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ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Mausoléus 
Mausoléu de 
Santa 
Constanza, em 
Roma (354) 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Mausoléus 
Mausoléu de Santa 
Constanza, em Roma (354) 
Parede interna com recortes 
com nichos 
Paredes em tijolos, 
que tinham 
acabamento em 
mármore colorido 
Recortes nas 
paredes 
formando nichos 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Mausoléus 
Vista interior do Mausoléu de Santa Constanza, em Roma (354) 
Arcada circular: 
12 colunas duplas 
de granito com 
capitéis coríntios 
Mosaicos no teto 
abobadado 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Mausoléus 
Mausoléu de 
Santa 
Constanza, 
em Roma 
(354) 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Batistério 
- Edifícios sagrados destinados à celebraçãodo batismo; 
- O ritual do batismo implicava um banho de imersão → pia batismal; 
- Edifício central independente, muitas vezes octogonal; 
Fachada do Batistério 
de Albenga (Séc. VI), 
em Savona, na Itália 
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ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Batistério 
Planta e seção do Batistério de Albenga (Séc. VI), em Savona, na Itália 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Batistério 
Vistas do interior do Batistério de Albenga (Séc. VI), em Savona, na Itália 
Pia batismal 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Basílicas 
- Princípio tipológico tem suas origens na basílica romana; 
Basílica romana Basílica paleocristã 
- Edifícios multifuncionais; 
- Caráter representativo; 
- Não estavam relacionadas a 
culto; 
- Reunião das largas congregações; 
- Caráter simbólico e religioso; 
- Lugares que representam a 
eterna “cidade de Deus”; 
- Relações simbólicas espaciais → 
“tour”: intenção do homem para 
chegar a Deus; 
- “luz”: que vem de cima, luz 
divina que ilumina o espaço 
sacro; 
 
 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Basílicas 
- Tipologia basílica romana: 
- Partido longitudinal; 
- Três naves (a central mais alta, recebendo iluminação natural de 
ambos os lados) separadas por colunatas; 
- Absides em ambas as extremidades, funcionando como tribunas; 
Planta e corte típicos de uma basílica romana 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Basílicas 
- Tipologia basílica romana: 
- Acesso → quase sempre em um ou ambos os lados mais longos; 
- Absides → nos lados mais curtos; onde ficava o tribunal judicial; 
Planta típica de uma basílica romana 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Basílicas 
- Tipologia basílica paleocristã: 
- Alterações em relação à basílica romana; 
- Mudança no acesso para um dos lados mais curtos, substituindo 
a abside por um pórtico e, no lado oposto, colocado na frente de 
uma abside, o altar; 
Planta e corte típicos de uma basílica paleocristã 
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ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Basílicas 
- Tipologia basílica paleocristã: 
- Tratamento exterior → 
simples, sem adornos, 
geralmente tijolo ou pedra à 
vista; 
Exterior da Basílica de Santo Apolinário em Classe, em Ravena, na Itália 
(500) 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Basílicas 
- Tipologia basílica paleocristã: 
- Tratamento interior → mais luxuoso, feito e decorado com 
materiais preciosos, mármores de diferentes cores, objetos de 
ouro e prata, tetos de ouro; 
Interior da 
Basílica de 
Santo 
Apolinário 
em Classe, 
em Ravena, 
na Itália (500) 
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ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Basílicas 
- Tipologia basílica paleocristã: 
Detalhe do mosaico da abside da Basílica de Santo Apolinário 
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ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Basílicas 
- Tipologia basílica paleocristã: 
- Acréscimo de um transepto → eixo perpendicular à nave; 
- Intenção simbólica de representar em planta a cruz latina, 
símbolo máximo do cristianismo. 
Planta da Basílica de São João de Latrão, Catedral de Roma (318) 
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ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Basílicas 
- Tipologia basílica paleocristã: 
Interior da Basílica 
de São João de 
Latrão, Catedral 
de Roma (318) 
Catedral → igreja que contém 
o assento ou cátedra de um 
bispo. Embora sejam 
normalmente maiores que as 
igrejas comuns, nem toda 
grande igreja é uma catedral. 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Basílicas 
- Tipologia basílica paleocristã: 
Planta da antiga Basílica de São Pedro do Vaticano, em Roma (319-322) 
(1) Abside; 
(2) Transepto; 
(3) Navecentral; 
(4) Naves laterais; 
(5) Atrium. 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Basílicas 
Alpendre 
Transepto 
Atrium 
Nave central Nave lateral 
Ambulatório 
Nártex 
Fonte 
Abside 
Basílica de São Pedro do 
Vaticano, em Roma 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Basílicas 
- Tipologia basílica paleocristã: 
Desenho esquemático da antiga Basílica de São Pedro do Vaticano, em Roma 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Basílicas: elementos arquitetônicos 
- Nártex: 
- Zona de entrada de uma basílica; 
- Também chamada de pronaos, átrio, vestíbulo, galilé ou paraíso. 
Representação esquemática de uma basílica, com destaque para o nártex. 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Basílicas: elementos arquitetônicos 
- Nave: 
- Originário do grego naos e do latim medieval navis; 
- Refere-se à ala central, onde se reúnem os fiéis para assistirem 
ao serviço religioso. 
Representação esquemática de uma basílica, com destaque para a nave 
central e as naves laterais. 
Nave central Naves laterais 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Basílicas: elementos arquitetônicos 
- Transepto: 
- Parte que atravessam perpendicularmente o corpo principal da 
nave (ou naves); 
- Dá ao edifício o formato da planta em cruz. 
Representação esquemática de uma basílica, com destaque para o transepto. 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Basílicas: elementos arquitetônicos 
- Cruzeiro: 
- Área de interseção da nave central com o transepto; 
- Dá acesso a oeste à nave; a norte ao braço norte do transepto; 
ao sul ao braço sul do transepto e a leste ao coro; 
- No exterior do edifício, esta área é normalmente assinalada por 
uma torre-lanterna ou uma cúpula. 
Representação esquemática de uma basílica, com destaque para o cruzeiro. 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Basílicas: elementos arquitetônicos 
- Coro: 
- Onde se encontra o altar-mor; 
- Situada, geralmente, a leste da igreja, entre a nave (ou transepto) 
e a abside; 
- Reservada ao clero que se ocupa do canto litúrgico. 
Representação esquemática de uma basílica, com destaque para o coro. 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Basílicas: elementos arquitetônicos 
- Abside: 
- Ala que se projeta para fora de forma semi-cilíndrica ou 
poliédrica, onde o remate superior é geralmente uma semi-
cúpula (planta circular) ou abóbada (planta poligonal); 
- É aberto para o interior (capela-mor) no seguimento do eixo da 
nave, situando-se na extremidade leste. 
Representação esquemáticade uma basílica, com destaque para a abside. 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Basílicas: elementos arquitetônicos 
- Deambulatório: 
- Originário do latim ambulatorium, significa local para andar, 
deambular; 
- Ala processional onde os fiéis podem ter acesso visual ao altar ou 
a alguma cripta; 
Representação esquemática de uma basílica, com destaque para o 
deambulatório 
Prof.ª: Andrea Romão Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
ARQUITETURA CRISTÃ PRIMITIVA 
 
 • Segunda fase: basilical 
- Basílicas: elementos arquitetônicos 
- Capelas radiantes: 
- Pequena capela secundária; 
- Pode ser de forma circular ou poligonal. 
Representação esquemática de uma basílica, com destaque para as 
capelas radiantes 
OBRIGADA! 
 
Contato: 
dearomao@yahoo.com.br 
Disciplina: Teoria e História da Arquitetura e Urbanismo 1 
Prof.ª: Andrea Romão 
Aula 12: Arquitetura Paleocristã 
Data: 19/10/2015

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