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2 RESUMO AULA 17/02 Coleta de Exames Laboratoriais e Controle de Qualidade: Coleta de Exames Laboratoriais e Controle de Qualidade ⸻ Bioquímica Clínica: Foco nos Resultados Obtidos por Meio de Exames Exames analisados: • Escarro • Saliva • Fezes • Urina • Sangue Parâmetros observados: • Enzimas • Proteínas • Eletrólitos Esses elementos são voltados para o diagnóstico bioquímico. 1º Princípio: A concentração de uma enzima intracelular (dentro da célula) aumenta no soro ou plasma em decorrência de lesão ou proliferação celular. Observação: Quando há lesão, apoptose ou proliferação celular, a célula pode romper e liberar enzimas. Essas enzimas aparecem na corrente sanguínea naturalmente devido à renovação celular. Contudo, sua concentração se eleva consideravelmente em casos de necrose ou tumores. Enzimas e Tecidos: • Fígado: • Aspartato Aminotransferase (AST) • Alanina Aminotransferase (ALT) • Fosfatase Alcalina (ALP) • Gama Glutamiltransferase (GGT) • Pâncreas: • Amilase Pancreática • Lipase Pancreática • Coração: • Creatinofosfoquinase (CPK-MB) • Mioglobina • Desidrogenase Lática (LDH) • Troponina • Estômago: • Gastrina 2º Princípio: Avaliação da capacidade funcional dos órgãos, observando alterações na capacidade de síntese e depuração. 3º Princípio: Análise de alterações nos componentes intermediários envolvidos na síntese, degradação e transporte de substâncias produzidas pelo corpo. Importância do Diagnóstico Integrado O diagnóstico laboratorial é integrado e não se limita apenas à bioquímica clínica. Exemplo: • Paciente gestante em uso de vitamina C. • Médico solicita dosagem de glicose na urina e no sangue. • O laboratório utiliza um reagente baseado em reação de oxidação (mudança de cor), mas a vitamina C (antioxidante) interfere nesse tipo de reação. Conclusão: O medicamento impede a realização correta do exame com esse tipo de reagente. Fase Pré-Analítica na Coleta de Exames Bioquímicos Tubo mais indicado para dosagem de glicose ou lactato: • Tubo cinza com fluoreto. • O fluoreto é um inibidor clássico do metabolismo celular, necessário para impedir a produção de ATP, CO₂ e ácidos H⁺. Monitoramento da fase pré-analítica: · Identificação do paciente; · Conhecimento das variáveis pertinentes a analise; · Tempo de processamento da amostra; · Registros -possíveis erros de transcrição; · Preparo adequado do paciente; · Coleta e transporte da amostra; · Separação da amostra. ORIENTAÇÃO É MUITO IMPORTANTE. T Importância da Orientação: • O tempo de espera da amostra interfere diretamente na fase pré-analítica. • A fase pré-analítica se encerra quando a amostra chega ao laboratório e é separada em soro e plasma. A partir daí, inicia-se a fase analítica. • O paciente deve ser orientado adequadamente sobre o preparo para o exame e deve verbalizar o que pode ou não fazer. • Utilizar linguagem apropriada para instruções ao paciente. Observações importantes: • A vitamina C, por ser antioxidante, influencia significativamente nos resultados dos exames. • Os frascos de coleta contêm substâncias químicas para conservar as amostras. • Exercícios físicos intensos podem aumentar as enzimas hepáticas. • É fundamental saber qual tipo de sangue está sendo coletado (arterial, venoso ou periférico), pois apresentam composições diferentes. • Todas as amostras podem ser analisadas, desde que seja observado o valor de referência correspondente. • Importante: Anotar sempre o tipo de amostra e o tubo utilizado. Na dúvida, usar tubo seco e processar imediatamente. Tubo a ser evitado na dosagem de cálcio: • EDTA (pois interfere nos resultados). Sequência de Tubos na Coleta Motivo bioquímico para seguir a sequência correta: • Durante o garroteamento, ocorre impedimento do retorno venoso, o que eleva a concentração de proteínas no sangue. • Os valores de referência foram calculados considerando esse aumento. • O garroteamento não deve ultrapassar um minuto. ⸻ Proteínas e Aminoácidos Importantes Exemplos de proteínas: • Albumina • Miosina Exemplos de aminoácidos e íons: • Potássio (intracelular) • Sódio (extracelular) Hemólise: • Pode causar falsos resultados. • Exemplo: em caso de hemólise na dosagem de sódio: • Sódio: tende a estar mais baixo • Cloreto: tende a diminuir • Potássio: tende a aumentar ⸻ Locais Proibidos para Coleta de Sangue: • Locais com escoriação • Locais com hematomas • Membros com histórico de mastectomia Fatores de Variação na Coleta de Sangue Antes da coleta: • Atividade física • Alimentação • Estresse • Exposição à luz • Sono • Estado de alerta Testes com variações circadianas: • Fosfatase Ácida • ACTH • Prolactina • Hormônio do Crescimento • TSH • Cortisol • Renina / Aldosterona • Catecolaminas • Ferro Outros fatores de variação: • Jejum inadequado • Excesso ou falta de repouso • Postura durante a coleta • Uso de medicamentos, álcool, tabaco • Estado nutricional (obesidade, desnutrição, vegetarianismo) • Cegueira • Gravidez • Ciclo menstrual • Febre, choque ou trauma • Transfusão • Fatores biológicos (idade, sexo, etnia) • Fatores ambientais (altitude, temperatura) Resumo livro: Bioquímica Clínica e Controle de Qualidade A fase pré-analítica é uma das etapas mais críticas da bioquímica clínica, sendo responsável por grande parte dos erros laboratoriais. O capítulo de coleta aborda os cuidados necessários para garantir amostras de qualidade e resultados confiáveis. RESUMO DO CAPÍTULO DE COLETA 1. Importância da Coleta Correta. • A precisão dos resultados laboratoriais começa com a obtenção adequada da amostra. • A coleta incorreta pode alterar os níveis de analitos (como glicose, potássio, enzimas, etc.) • O jejum, postura do paciente, hora do dia e uso de medicamentos influenciam os resultados. 2. Tipos de Amostras Biológicas • Sangue venoso: mais comum em bioquímica clínica. • Sangue capilar: usado em triagens e testes rápidos (ex: glicemia). • Soro e plasma: o soro é o componente líquido do sangue coagulado; o plasma é obtido de sangue anticoagulado. 3. Tubos de Coleta • Cada tubo contém diferentes aditivos: • Sem aditivo (vermelho): para soro. • EDTA (roxo): hemograma, não usado em testes bioquímicos. • Heparina (verde): testes bioquímicos em plasma. • Fluoreto de sódio (cinza): dosagem de glicose (inibe a glicólise). • A ordem correta de coleta evita contaminação cruzada dos aditivos. 4. Técnicas de Coleta • Preparo do paciente: jejum, repouso, evitar esforço físico. • Identificação correta: nome completo, data de nascimento, código. • Assepsia do local: uso de álcool 70% e material estéril. • Punção venosa: preferencialmente na fossa antecubital. • Manipulação da amostra: inversões suaves se houver aditivos, evitar hemólise. 5. Armazenamento e Transporte • Temperatura, tempo e luz afetam a estabilidade dos analitos. • Atrasos na separação do soro/plasma podem alterar resultados (ex: aumento falso de potássio por lise celular). • O transporte deve ser feito rapidamente e em condições adequadas. 6. Fontes de Erro Pré-Analítico • Hemólise, lipemia e icterícia interferem na leitura bioquímica. • Amostras mal identificadas ou mal acondicionadas. • Uso incorreto de tubos ou má técnica de punção. CONTINUAÇÃO DA AULA 2 – 10/03 - FASE ANALITICA – PROCESSAMENTO DA AMOSTRA Monitorização da fase analítica: · Seleção do método analítico; · Uso de materiais de referência e de controle; · Calibrações periódicas de equipamentos; · Documentação de protocolos analíticos; · Verificação dos intervalos de referência; · Avaliação da competência técnica; · Controle do estoque dos materiais e reagentes (vencimento, lote, e outros); · Monitoramento de mudança de métodos; · Treinamento adequado e contínuo de pessoal. · · AULA 3 – 10/03 - CONTROLE DE QUALIDADE ANALÍTICA Monitoração da Fase Analítica – Controle de Qualidade Interno e Externo • Utilização de materiais e amostras controle; • Análise de exatidão e precisão; • Uso de gráficos de Levey-Jennings; • Aplicação das regras múltiplas de Westgard; • Controle de qualidade interno e externo;• Treinamento e atualização constante dos profissionais; • Estabelecimento de protocolos de trabalho e critérios para seleção de materiais. Controle de Qualidade – Finalidade • Avaliar o desempenho de processos e resultados no sistema de qualidade assegurada; • Medir e acompanhar o desempenho do sistema de qualidade como um todo; • Manter registros de todas as ações realizadas; • Garantir a reprodutibilidade dos procedimentos laboratoriais; • Verificar o status da calibração dos sistemas analíticos; • Detectar desvios no desempenho que ultrapassem os limites de tolerância; • Informar sobre a exatidão e precisão de cada método; • Ser de fácil implementação, manutenção e interpretação; • Detectar falhas no sistema; • Comparar o desempenho de métodos, técnicos e equipamentos. Diferença entre Controle e Padrão CONTROLE • Espécime com matriz semelhante à das amostras analisadas; • Serve para aferir a qualidade e confiabilidade do sistema; • Usado para implementar e monitorar a precisão; • Pode monitorar mudanças na exatidão; • Exclusivamente para controle – não deve ser utilizado para calibração. PADRÃO (CALIBRADOR) • Material ou substância de referência com características definidas e conhecidas; • Utilizado como parâmetro de comparação para determinar uma característica em uma amostra desconhecida; • Possui nível de pureza de 100% ± 0,02; • Tipos: Padrão Calibrador e Multicalibradores. Definições Importantes • Exatidão: Grau de concordância entre o valor medido de um analito e seu valor verdadeiro (fidelidade). • Precisão: Capacidade de um método analítico de reproduzir o mesmo valor em replicatas da mesma amostra (reprodutibilidade). Linearidade • Capacidade de um método analítico de gerar resultados proporcionais à concentração da substância analisada; • Para avaliar a linearidade: • Analisar em triplicata soluções padrão com 6 ou mais concentrações diferentes, dentro da faixa de trabalho; • Os valores usados na curva devem estar livres de valores aberrantes e apresentar homocedasticidade. Curva Padrão • Sucessão de pontos crescentes ou decrescentes que relacionam a concentração do padrão com a intensidade de sinal detectado. • Fórmula prática: Concentração = Leitura x 10 • Quanto maior a concentração, maior a leitura – relação proporcional. • Para linearidade, usa-se o padrão. Controle, Exatidão e Precisão • Para avaliar exatidão e precisão, usa-se controle. • Erros aleatórios e sistemáticos também são avaliados com o uso de controle. Tipos de Erros Erros Aleatórios (acidentais ou ao acaso) • Não podem ser corrigidos, pois são imprevisíveis; • Causam perda da precisão; • Avaliados pelo desvio padrão; • Causas comuns: • Bolhas em reagentes, tubulações ou seringas; • Reagente mal homogeneizado; • Ponteiras mal adaptadas; • Coágulo no pipetador; • Pipetagem imprecisa; • Flutuações na energia elétrica. Erros Sistemáticos • Podem ser identificados e corrigidos com fatores de correção; • Relacionam-se a erros constantes, como: • Erros instrumentais; • Presença de impurezas; • Erros operacionais ou pessoais; • Método inadequado. Causas comuns de erro sistemático: • Mudança de lote de reagentes ou padrão calibrador; • Valores incorretos nos padrões calibradores; • Reagentes mal preparados ou armazenados de forma inadequada; • Deterioração dos padrões calibradores. Perda de Exatidão • Alterações nos controles e padrões; • Reagentes mal preparados; • Variação na temperatura dos banhos-maria; • Mudanças no tempo de execução dos métodos; • Leituras feitas em comprimentos de onda incorretos; • Instabilidade dos reagentes. Importante: Se houver perda de exatidão, não deve ser liberado o laudo. Perda de Precisão • Pipetagem imprecisa de amostras e padrões; • Agitação inadequada dos tubos; • Uso de materiais contaminados ou sujos; • Métodos com baixa sensibilidade; • Controle inadequado da temperatura; • Falhas operacionais nos equipamentos. Gráficos de Levey-Jennings Etapas para elaboração: 1. Realizar pelo menos 20 determinações da mesma amostra; 2. Calcular a média e o desvio padrão; 3. Registrar os valores em um gráfico; 4. Traçar as linhas correspondentes à média, -3DP, -2DP, -1DP, +1DP, +2DP, +3DP. Regras de Westgard • Método de controle de qualidade por regras múltiplas; • Usa critérios combinados para decidir se a corrida analítica está sob controle ou fora de controle; · • Auxilia na interpretação dos gráficos de Levey-Jennings. · AULA 4 – 17/03 - Fisiopatologia da água corporal e eletrólitos (Equilíbrio Hidroeletrolítico). Doenças especificas que causam edemas? Hipertença, cardiacas.. Doencas por desidratação: hemorragia, diarreia. Muito hormônio ADH: retenção de água. Insuficiencia renal e cardiaca: Obs: se eu tiver pouca agua e muito sal a celula diminui. Se tiver muita agua e pouco sal e celula aumenta de tamanho. O hipotalamo envia um sinal para a hipofise liberar o ADH. Regula osmolaridade. Obs: quando o sodio é aumentado a osmolaridade celular aument tbm. Modificação de eletrolitros pode dar parada cardiaca. No entanto quando aumenta muito o sal, o rim segura agua e o hipotálamo enviar o sinal para hipófise secretar mais hormônio ADH (controla a quantidade de agua). FAÇO MENOS XIXI. 6. Desequilíbrios Hídricos Desidratação: • Perda de água intracelular → sintomas neurológicos (letargia, coma) • Perda de água extracelular → colapso circulatório, choque, falência renal Causas: • Perda de líquidos (vômito, diarreia, sudorese, fístulas) • Hemorragia, queimadura • Poliúria • Hiperglicemia, insuficiência renal • Deficiência de ADH • Uso excessivo de diuréticos Sinais Clínicos: • Pulso aumentado • Membranas e mucosas secas • Globo ocular afundado • Diminuição da turgidez da pele • Débito urinário reduzido • Hipotensão postural • Perda de consciência . Tipos de desidratação: hipernatremia: (excesso de sal) ocorre diminuição de água e alimentos, sudorese excessiva, diurese osmótica (c/glicosuria: Glicosúria ocorre quando a concentração de glicose no sangue ultrapassa a capacidade de reabsorção dos túbulos renais (limiar renal da glicose: cerca de 160–180 mg/dL) Terapia diurética (menos ingestão de água). Normonatremia: (normal) vomito, diarreia, baixo teor de sódio. Hiponatremia: (baixo sal) Insuficiência suprarrenal, doença renal com perda de sal e terapia diurética. Identificação de desidratação: olhar para a membrana e mucosas secas, pele seca, pulso aumentado... Obs: sal e albumina são importante para manter a concentração osmotica plasmatica. HIDRATAÇÃO EXCESSIVA: Hidratação Excessiva (Hipervolemia): • Acúmulo de água no espaço extracelular • Causas: • Excreção diminuída de água • Excreção insuficiente de sódio • Insuficiência cardíaca • Sintomas: • Edema • Aumento de peso • Cefaleia • Vômitos • Distúrbios neurológicos · Distribuição de Íons nos Compartimentos • Líquido Extracelular: Na+, Cl-, HCO₃⁻ • Líquido Intracelular: • K+, Mg²⁺, proteínas, fosfatos, sulfatos · Hiato Aniônico (Anion Gap) • Fórmula: Hiato aniônico = [Na+] – ([Cl⁻] + [HCO₃⁻]) • Indica a presença de ânions não mensuráveis Regulação da Osmolaridade e Volume • Hipotálamo • Sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) • Peptídeos natriuréticos • Rins Hormônio Antidiurético (ADH ou AVP) • Secretado pela hipófise posterior • Regula reabsorção de água • Variação do volume urinário (0,5 a 15 mL/min) • Mecanismo de ação: • Aumento da osmolaridade → secreção de ADH → retenção de água • Redução da osmolaridade → inibição de ADH → excreção de água Sistema Renina-Angiotensina-Aldosterona • Estímulo: queda da perfusão renal ou da [Na+] • Renina converte angiotensinogênio em angiotensina I • Angiotensina I → Angiotensina II • Ações da angiotensina II: • Liberação de aldosterona • Vasoconstrição • Liberação de ADH • Estímulo da sede Ações da Aldosterona • Retenção de Na+ e água • Excreção de K+ e H+ • Aumento da volemia e pressão arterial • Aumento do pH (alcalose). Peptídeo Atrial Natriurético (ANP): • Secretado pelos átrios cardíacos • Inibe aldosterona e SRAA • Estimula excreção deNa+ e água • Reduz pressão arterial e volemia. SODIO: Distúrbios do equilíbrio de sódio: hipernatremia Insuficiência cardíaca; Doença hepática; Doença renal; Hiperaldosteronismo; Gravidez; Distúrbios do equilíbrio de sódio: Hiponatremia Perdas gastrintestinais (vômitos, diarréia); Suor excessivo –exercícios, febre, calor; Doença renal; Insuficiência adrenal (hipoaldoteronismo); Terapia diurética; Queimaduras Como quantificar sódio em um paciente que chega no laboratório de bioquímica clinica? 1. Jejum recomendado de 4 horas; Identificação do paciente; Identificação de medicações e doenças pré-existentes. 2. COLETA: Qual o tipo de amostra requisitado pelo médico? Soro; Plasma heparinizado; Sangue integral; Suor ; Urina ; Fezes ; Líquidos gastro-intestinais. 3. Processamento da amostra: Soro, plasma e urina podem ser armazenados a um atemperatura de 2°-4° C ou congeladasparaanálisetardia. 4. Procedimento Analítico: Colorimetria Espectrofotometria de emissão de chama Métodos eletroquímicos (eletrodo seletivo para íons. POTASSIO · Funções Principal cátion no liquido intracelular No LEC – influência na atividade muscular Manutenção do equilíbrio ácido-base, da pressão osmótica e da retenção de água no LIC Mantém a neutralidade elétrica dentro da célula · Metabolismo de potássio Potássio intracelular: Variações influenciam a atividade dos músculos estriados; Paralisia no músculo esquelético; Anormalidades na condução e atividade do músculo cardíaco; Excreção: Excretado no TGI com secreções digestivas e reabsorvido no intestino delgado; Rins: principal órgão excretor ^ · Interferentes: 1. Cerrar rapidamente os punhos antes da punção venosa; 2. “Batidinhas sobre a veia”; 3. Torniquete aplicado por muito tempo; 4. Terapia com penicilina G potássica; 5. Nefrotoxicidade pela aplicação de anfotericina B; 6. Meticilina ou Tetraciclina. CLORO Funções: Auxilia na manutenção do equilíbrio hidro-eletrolítico e regulação da pressão osmótica e do equilibrio ácido-base Importante na produção do suco gástrico. Como quantificar cloro/cloreto em um paciente que chega no laboratório de bioquímica clinica? Jejum recomendado de 4 horas Coleta: Qual o tipo de amostra requisitado pelo médico? Soro; Plasma; Suor ; Urina ; Líquidos gastrointestinais; Processamento da amostra: Soro, plasma e urina podem ser armazenados a uma temperatura de 2°- 4 °C ou congeladas para análise tardia. As hemácias devem ser separadas do plasma logo após o sangue ser exposto ao ar, pois a perda de dióxido de carbono não altera a distribuição de Cl- entre as células e o plasma INTERFERENTES: Cloreto de amônio; Infusão excessiva de cloreto de sódio; Diuréticos tiazídicos; Infusão intravenosa de soro glicosado ESPECTROFOTOMETRO · Espectrofotometria de emissão de chama Baseia-se nas características de emissão de luz por átomos de diversos elementos metálicos quando é fornecida energia suficiente, por exemplo, uma chama quente: Baseia-se na excitação de átomos neutros de (Na, Li, Ca e K) obtida pelo uso de uma chama; Os átomos excitados voltam ao seu estado fundamental com emissão de um fóton de radiação Que pode ser identificado e medido em um fotômetro de chama; RESUMO DA AULA 4 1. Conceitos Básicos • Homeostase: manutenção do equilíbrio interno. • Água Corporal Total: varia com a composição corporal: • 70% em indivíduos magros, 50% em obesos. 2. Compartimentos Líquidos • Líquido Intracelular (LIC): dentro das células. • Líquido Extracelular (LEC): fora das células, dividido em: • Plasma (LIV), intersticial (LIT) e transcelular (LT) (LCR, TGI, etc). 3. Equilíbrio Hídrico • Ingestão: alimentos, água, infusão IV. • Perdas: urina, pele/pulmões, fezes. • Desequilíbrios: • Desidratação: perda de água (causas: diarreia, sudorese, diuréticos, ADH deficiente). • Hidratação excessiva: acúmulo de água (causas: falência cardíaca, renal, excesso de ingestão). 4. Regulação • ADH (vasopressina): aumenta a reabsorção de água nos rins. • Sistema Renina-Angiotensina-Aldosterona: retém sódio e água. • Peptídeo Natriurético Atrial: promove excreção de sódio e água. 5. Eletrólitos Principais Sódio (Na⁺) • Principal cátion do LEC. • Valores de referência: 135–145 mEq/L. • Hiponatremia: por perdas GI, suor, diuréticos, etc. • Hipernatremia: por desidratação, diabetes insipidus, ingestão excessiva. Potássio (K⁺) • Principal cátion do LIC. • Importante na atividade muscular e cardíaca. • Excreção principal: rins. • Hipocalemia (5,0 mmol/L): paralisia, alterações cardíacas. Cloro (Cl⁻) • Principal ânion do LEC. • Valores de referência: 97–106 mEq/L. • Relaciona-se inversamente com o bicarbonato. • Importante para equilíbrio ácido-base e formação do suco gástrico. 6. Quantificação Laboratorial • Amostras: soro, plasma, urina, suor, fezes. • Métodos: Colorimetria, espectrofotometria de emissão de chama, eletrodos seletivos de íons. AULA 5 – DIA 07/04 – EQUILIBRIO ACIDO E BASICO RESUMO – EQUILÍBRIO ÁCIDO-BASE (BIOQUÍMICA CLÍNICA) 1. Produção de Ácidos pelo Metabolismo • O corpo produz ácidos diariamente (aprox. 60 mmol de H+). • Fontes: • Carboidratos: ácido lático, pirúvico. • Lipídeos: corpos cetônicos (acetoacético, β-hidroxibutírico). • Proteínas: CO2, ácido sulfúrico. • Ácidos: • Voláteis: ácido carbônico (CO2). • Não voláteis: lático, acético, cetônicos, fosfato, sulfato. 2. Manutenção do pH Sanguíneo • Faixa normal: 7,35 – 7,45. • pH 7,8 é incompatível com a vida. • Controlado por sistemas tampão, pulmões e rins. 3. Sistemas Tampão • Definição: solução de ácido fraco + sal que estabiliza o pH. • Principais: • Bicarbonato (HCO₃⁻ / H₂CO₃). • Hemoglobina, fosfato e proteínas. • Equação: Equilíbrio acido-base é controlado por sistemas tampões: Pulmão: tampão bicarbonato e hemoglobina Sangue: tampão bicarbonato e hemoglobina Rins: tampão bicarbonato e fosfato 4. Papel dos Pulmões e Rins • Pulmões: eliminam CO₂ → regulam pCO₂. • Rins: • Excreção de H⁺. • Reabsorção e regeneração de HCO₃⁻. • Uso de tampões urinários: fosfato (HPO₄²⁻), amônia (NH₃ → NH₄⁺) Sistema tampão bicarbonato - importância dos rins: Os rins são extremamente importantes na regeneração e recuperação do bicarbonato. Na célula tubular renal, o H+ é excretado, enquanto o CO2 difunde-se ao longo do gradiente de concentração. 6. Distúrbios do Equilíbrio Ácido-Base • Respiratórios (alteração na pCO₂): • Acidose respiratória (↑ pCO₂) • Alcalose respiratória (↓ pCO₂) • Metabólicos (alteração no HCO₃⁻): • Acidose metabólica (↓ HCO₃⁻) • Alcalose metabólica (↑ HCO₃⁻) 7. Gasometria Arterial • Avalia: pH, pCO₂, HCO₃⁻, pO₂. • Coleta: • Arterial preferencial. • Evitar contato com o ar. • Análise imediata. • Uso de heparina como anticoagulante. 8. Fatores Interferentes • Medicamentos (ex: hidrocortisona, acetazolamida). • Temperatura (hipotermia/febre alteram resultados). • Atividade muscular (altera pO₂ venosa e acumula ácidos. AULA 6 – 07 E 14 CONTINUAÇÃO: Função Renal e Uroanálise Funções dos rins · Função hormonal; · Formação da urina · Regulação do equilíbrio hidroeletrolítico · Regulação do equilíbrio ácido-base · Excreção dos produtos finais do metabolismo proteico(uréia, creatinina, ácido úrico, sulfato e fosfato. Obs: os rins são os maiores filtros do nosso corpo, Néfron: unidade estrutural e funcional dos rins: A capacidade renal de depurar seletivamente resíduos provenientes do sangue e, ao mesmo tempo, de manter a água e o equilíbrio eletrolítico no organismo é controlada pelos néfrons por meio das seguintes funções renais: -Fluxo sanguíneo renal; -Filtração glomerular; -Reabsorção tubular; -Secreção tubular É no glomérulo que acontece a maior parte de filtração. Tupo contorcido glomerular, é o mais próximo do glomérulo: (onde ocorre a maior parte da reabsorção de sais. Proteína na urina é espumosa. Proteínas e glicose não devem aparecer na urina. ATENÇÃO: A filtração depende do sistema renina-algiotensina-aldosteronae do hosmonio ADH, vasopressina. FATORES QUE AFETAM A FILTRAÇÃO GLOMERULAR: · Tamanho da partícula; · Estrutura celular das paredes dos capilares; · Pressões hidrostáticas e oncótica; · Estrutura celular da cápsula glomerular; · Mecanismo de retro-alimentação do sistema renina-algiotensina-aldosterona e hormonais O volume do sangue diminui, o hipotálamo responde e ativa os barorreceptores, com a perfusão do sangue baixo. O sistema renina-angiotensina-aldosterona é ativa com a vasoconstrição. Função Hormonal dos Rins: Síntese de eritropoietina; Síntese de Renina; Síntese de Prostaglandinas; 1,25 dihidroxicolicalciferol (derivado da vitamina D). Pergunta da prof: se o paciente está com hipocalemia, como estará o ph do seu sangue? Um paciente com hipocalemia está com potássio baixo e H+ baixo também, pois os mesmos tendem a andar juntos. O meio vai ficando básico (alcalose metabólica) pois o H+ está saindo da corrente sanguínea junto com o potássio. Investigações Bioquímicas da Função Renal URINA 1 – COLETAR A PRIMEIRA URINA DO DIA (MAIS CONSENTRADA) Exame físico: volume, densidade, aspecto, cor, odor, presença de sedimento Exame químico: pH, proteína, cetona, glicose, sangue oculto, urubilinogênio, pigmentos biliares, nitrito, leucócitos. Exame microscópico: Inorgânicos: cristais Orgânicos: células (leucócitos, hemácias, células epiteliais do túbulo renal), cilindros, cilindroides, filamentos de muco, bactérias, fungos, leveduras, parasitas, etc. ATENÇÃO: ESSE EXAME NÃO DAR DIAGNOSTICO, POIS ELE NÃO QUANTIFICA, DAR SOMENTE A BASE DO QUE TEM NA URINA . Glicose: diabetes, corpos cetonicos: diabetes descompensada, · hemoglobina: hemorragia, · leucocitos: infecção, · nitrito: infecção (pois algumas bacterias geram nitrito), · densidade: desidratação, proteinas: pode ser infecção, hipertenção. EXAME DE URINA POR 24 HORAS: PROTEINURIA: muito importante para dosar proteinas e albumina (menor proteina). Exame Físico, aspecto: cheiro Límpido, · cheiro Límpido, ligeiramente turvo, turvo, hemorrágico. · Opacidade: presença de cristais, células e muco; · Cheiro: Amoniacal, pútrido, cetônico · Turvação: leucócitos, hemácias e bactérias Microscópio: analisar microrganismo na amostra de urina.ATENÇÃO EXAME QUIMICO: · Proteínas: Indicativo de doença renal · Urina normal: 10mg/dl ou 150 mg/24 horas · Proteinúria transitória (benignas/não- renais): exposição ao frio, exercício vigoroso, febre alta, desitratação. · Proteinúria patológica (renais): lesão da membrana glomerular; comprometimento da reabsorção tubular, Mieloma múltiplo e nefropatias diabéticas. · pH (Indicador do equilíbrio ácido-base). · Glicose: análise química realizada com maior frequência, · Urina normal: contém quantidade míninas de glicose; · Condições patológicas: dos níveis séricos de glicose -presença de glicose na urina Limiar renal da glicose: 160 a 180 mg/dL · Diabetes: Reabsorção tubular, deficiente Lesões do sistema nervoso central, Distúrbios da tireóide e Gravidez com possível diabetes. · Corpos cetônicos: monitoração do diabetes Urina Normal: não apresenta quantidade mensurável de cetona · Condições patológicas: diminuição do uso de carboidratos (carência alimentar) ou na incapacidade de metabolizar os carboidratos como ocorre no diabetes melito. Acidose diabética. Bilirrubina na urina: Obstrução do ducto biliar e integridade do fígado comprometida. Nitrito: prova rápida para detectar infecções; •Avaliação da terapia com antibióticos; •Monitoração de pacientes com alto risco de infecção do trato urinário; •Seleção de amostras para a cultura de urina. Elementos do Sedimento Urinário: · CÉLULASEPITELIAIS: revestimento do sistema urogenital/ descamação normal de célula velhas · Cels. Epiteliais tubulares renais (+ importantes –necrose tubular) · Cels. Epiteliais transicionais (pelve renal e bexiga) mais redonda e nunleo maior que a pavimentosa. · Cels. Epiteliais pavimentosas (amostras de mulheres/vagina) CRISTAIS NA URINA: A formação de cristais é influenciada por: pH; Densidade; Temperatura da urina; O aparecimento de cristais na urina está associado a deficiências metabólicas. TESTES DA FUNÇÃO GLOMERULAR: Dosagem de creatinina no soro; Dosar creatinina na urina; Clearance (dosar sangue e na urina) de creatinina (depuração de creatinina, analisa a função renal, velocidade de filtração glomerular.), Dosagem de ureia no soro; Dosar ureia na urina; Dosagem de proteínas totais urinárias; Microalbuminúria; Atenção: partículas maiores como: glicose e proteínas não aparecem na urina, glomerulo não filtra. Somente se houver inflamação ou excesso desses partículas. Creatinina: -Produção proporcional à massa muscular total;-Retirada do plasma por filtração glomerular;-Excretada na urina;-Distúrbio renal : única causa de elevação na creatinina no soro (exceção gigantismo e acromegalia);-Distúrbio renal : diminuição da creatinina na urina, Calculo de filtração glomerular: CORREÇÃO AULA – 7 – DIA 14/04 - FUNÇÃO PANCREATICA E METABOLISMO DE CARBOIDRATOS (DIABETES). Função Exócrina do Pâncreas: 99% das células do pâncreas produzem enzimas digestivas, a mesma digere carboidratos, proteínas e lipídeos. Tem sua função hormonal tambem. CELULAS ACINARES: SÃO CELULAS QUE FAZEM ENSIMAS DIGESTIVAS. Função Exócrina do Pâncreas: o pâncreas faz as enzimas digestivas, onde ela se encontra inativas, essas enzimas caem em ductos e vai até o duodeno, é ativa somente no duodeno. Enzimas ativa Principais Doenças do Pâncreas: Câncer de Pâncreas; Pancreatite Aguda; Pancreatite Crônica. Pancreatite: Inflamação do pâncreas (quando tenho inflamação a enzimas aumentam. E as que mais aumentam são as amilase e lipase pancreatica). Causas da Pancreatite: Cálculos biliares; Álcool; Infecções virais (caxumba); Traumatismo abdominal; aumento de triglicerídeos; Malformações do pâncreas. Sintomas da pancreatite: Dor abdominal; Vômito, náusea; Eliminação de gordura nas fezes Exames alterados: Amilase; Lipase; Glicemia. Função Endócrina do Pâncreas: Células alfa pancreático: Produzem glucagon; - Enteroglucagon (mucosa duodenal); Células delta-Secretam somatostatina-Inibe a secreção da insulina; inibe e a secreção de enzimas pancreáticas; diminui o fluxo biliar; inibidor do GH; é produzida em outros sítios do organismo, (hipotálamo e intestino). Células F -Produzem o polipeptídio pancreático, -hormônio que estimula a secreção de enzimas gástricas e intestinais; inibe a motilidade intestinal. DIABETES Diabetes Mellitus É um grupo de doenças metabólicas caracterizadas pela hiperglicemia resultante do defeito na secreção e/ou ação da insulina. GLUCAGOM: hormônio que joga a glicemia na corrente sanguínea (hiperglicemia). O pâncreas sintetiza o glucagon e insulina, são hormônios que afetam o metabolismo. O intestino produz entero glucagon que aumenta glicose na corrente sanguínea. ATENÇÃO: Quando a glicose (normal 70 mg/dl) é aumentada na corrente sanguínea, é liberado a insulina pelo pâncreas, e esse insulina faz com que a glicose seja armazenada em formato de glicogênio. E se for glicose em excesso, começamos a estocar tecido adiposo (gordura). A glicose é altamente reativa, podendo reagir com proteínas e lipídeos. A glicose aumenta na corrente sanguínea porque não consegui entrar no celular. ATENÇÃO: Quando a glicose aumenta na corrente sanguínea, o pâncreas sente a glicose e produz insulina, ela se liga ao receptor de insulina e ao acontecer isso esse hormônio ativo várias proteínas dentro da célula que vão fazer que um transportador (GLUT) de glicose vai até a membrana plasmática e a glicose entra dentro da célula. A glicose precisa entrar na celula para produzir energia (ATP). Insulina diminui a glicose na corrente sanguínea. Tipos de diabetes: DM1 – O que não produz insulina (precisa tomar insulina) e DM2 o que produz insulina, porém não possui o receptor na membrana plasmática. GLICOSE NA CORRENTE SANGUINEA FICA TOTALMENTE SEM ENERGIA E O INDIVIDUO SENTE FOME. (sinal de fome). Fatores de risco –Diabetes Mellitus tipo 2 •Idade superior a 45 anos •Histórico família •Obesidade (IMC > 25 kg/m2) • Circunferência abdominal 80 cm para mulheres 94 cm para homens • Sedentarismo • Infecções recorrentes •Diabetes gestacional prévio •Hipertensão ou dislipidemia. Classificação do Diabetes: Diabetes tipo 1: • Doença autoimune; • manifesta-se na infância e na idade adulta jovem; Diabetes tipo 2: • Doença caracterizada pela hiposecreção e/ou hiperprodução de insulina; • geralmente relacionada a obesidade, intolerância a carboidratos; • A resistência à insulina torna-se mais comum com o envelhecimento; Diabetes gestacional: Qualquer manifestação de intolerância a glicose que tenha se manifestado pela primeira vez na gravides Outros tipos: específicos Defeitos genéticos de função das células beta Cromossomo 20, HNF-4alfa (MODY1) Cromossomo 7 glucoquinase (MODY2) Cromossomo 12 HNF-1 alfa (MODY3) Defeito no DNA mitocondrial das células beta Hiperglicemia induzida por endocrinopatias: GH, cortisol, glucagon, epinefrina Hiperglicemia induzida por drogas ou substâncias químicas: agonistas beta adrenérgicos, glicocorticóides A DM tipo 1 apresenta-se com sintomas agudos e hiperglicemia marcante, a DM tipo 2 só é diagnosticada quando as complicações aparecem, isto é, pode permanecer não diagnosticada. O tecido adiposo, (prejudica o reconhecimento da insulina na célula) produz adipocinas e são proteínas inflamatórias. Com isso com a idade e obesidade influencia muito, pois temos mais tecido adiposo e prejudica esse reconhecimento de insulina. Poliuria: muito xixi Polidipsia: muita sede Polifagia: fome Hemoglobina Glicada: é uma proteína e dura 120 dias na corrente sanguínea. A hemoglobina reage com a glicose e se transforma em hemoglobina glicada. TESTE DE TOLERANCIA ORAL A GLICOSE: Em jejum o paciente precisa estar com pelo menos 126 mg/dl de glicose, se estiver acima não é permitido realizar o teste. Quando realizado o teste o paciente normalmente está na base 140 mg/dl após duas horas do teste. Se estiver a mais o paciente pode ser resistência à insulina. DM1 - não produz insulina DM2 – produz muita insulina, porém não é reconhecida. O ser humano precisa ter insulina na corrente sanguinea, para produzir ATP e tudo funcionar. Marcadores para destruição autoimune das células beta-pancreáticas Anticorpos anti-GAD (descarboxilase do ácido glutâmico). • anticorpos dirigidos contra a DAG (enzima presente nas células β); • surge nas primeiras semanas de diagnóstico. EXEMPLO: Uma criança que está desenvolvendo uma DM1, ela ainda tem ant-GAD, peptídeo c e hiperglicemia. Ainda pode ser tratada. TESTE HOME: medi a relaçao da quantidade de glicose e a quantidade e insulina. DOSAGEM DE FRUTOSAMINA: ALBUMINA + GLICOSE (DURA NA CORRENTE SANGUINEA 15 DIAS) = FRUTOSAMINA PROTEINA GLICADA. EXAMES DE CONTROLE: dose hemoglobina glicada, dosa frutosamina e DX. CONTINUAÇÃO DA AULA – DIA 28/04 - DIABETES EXAMES PARA CONTROLE DE GLICEMIA: DX, glicose, glicosuria, hemoglobina glicada e frutosamina. DIABETES MODY: É uma condição genética, não produz insulina, porém não é autoimune). Atenção: doença autoimune é uma quando o sistema imune ataca erroneamente os tecidos saudáveis do próprio corpo. Complicações crônicas do diabetes: • Retinopatias; • Nefropatias; • Neuropatia Periférica; • Distúrbios Gastro-intestinais; • Ulceração das extremidades; • Distúrbios do trato genito-urinário; • Infecções recorrentes. NEUROPATIA DIABÉTICA: Sensitivos: formigamento, dormência ou queimação das pernas, pés e mãos. Dores locais e desequilíbrio; Motores: estado de fraqueza e atrofia muscular; Autonômicos: ocorrência de pele seca, traumatismo dos pêlos, pressão baixa, distúrbios digestivos, excesso de transpiração e impotência. image4.png image5.png image6.png image7.png image8.png image9.png image10.png image11.png image12.png image13.png image14.png image15.png image16.png image17.png image18.png image19.png image20.png image21.png image22.png image23.png image24.png image25.png image26.png image27.png image28.png image29.png image30.png image31.png image32.png image33.png image34.png image35.png image36.png image37.png image38.png image39.png image40.png image41.png image42.png image43.png image44.png image45.png image46.png image47.png image48.png image49.png image50.png image51.png image52.png image53.png image54.png image55.png image56.png image57.png image58.png image59.png image60.png image61.jpg image62.jpg image63.png image1.png image64.png image65.png image66.png image67.png image68.jpg image69.png image70.png image71.png image72.png image73.png image2.png image74.png image75.png image76.png image77.png image78.png image79.png image80.png image81.png image82.png image83.png image3.png image84.png image85.png image86.png image87.png image88.png image89.png image90.png image91.png image92.png image93.png