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Bioquímica Clínica Livro indicado > bioquímica clínica para laboratório VALTER E MOTA · Plano de ensino > funcionamento dos órgãos e doenças que acometem seres humanos e relacionar a interpretação clínica dos resultados obtidos através de técnicas. · Correlacionar amostras com a amostra controle Para que serve o exame laboratorial? Para fazer avaliação da saúde/órgão/estado metabólico, para estabelecer a presença ou ausência de uma enfermidade/agente etiológico, acompanhar a evolução de enfermidades, fazer o controle de cura, vigilância epidemiológica, monitoramento terapêutico (para saber se o medicamento utilizado está gerando bons resultados) O exame possibilita descobrir se o paciente tem uma infecção viral, bacteriana Como surgiu os valores de referência? Foi feito um estudo com pessoas saudáveis, onde foi dosada a glicose, por exemplo, somado os valores, e depois dividido, chegando a um valor de referência. Valor ótimo é diferente de valor de referência, apesar de estar dentro do valor de referência, isso não significa que é o certo para a saúde do paciente, pois as vezes o valor está baixo demais Exemplo: insulina o ideal é estar com um valor mais baixo Como evoluem as doenças > alterações metabólicas a nível celular, alterações morfológicas > doença em estágio inicial > doença diagnosticada > falência dos órgãos *Deve se conhecer o quadro clínico do paciente (dieta, hábitos, exercício, medicamentos em uso, estado emocional) Fluídos biológicos a serem avaliados > sangue > coleta na veia basílica/cefálica, caso não conseguir, fazer coleta na mão (punção venosa), segundo caso (punção arterial) e terceiro caso (punção capilar) Urina tipo 1 /24 horas, fezes, líquido sinovial, líquidos cavitários, sêmen, líquor Sangue > tecido conjuntivo líquido > circula pelo sistema vascular do organismo, fluído biológico utilizado para fins analíticos Tem a função de levar nutrientes (proteínas glicose), e oxigênio para todas as células do organismo, e retirar as toxinas produzidas pelo metabolismo. Parte líquida > plasma ou soro, com 90% de água e 10% de substâncias orgânicas e inorgânicas Parte sólida > formada por células como hemácias, leucócitos, plaquetas Tubo amarelo: importância de separar soro/plasma do sangue > tubo com anticoagulante > não centrifugar, para a célula não se misturar, assim, o sangue permanece com suas características próximas da normalidade NÃO pode colocar amostras no banho maria Centrifugar por 10 minutos para obter soro/plasma ESTUDAR ORDEM DOS TUBOS Conservação e transporte de amostras: refrigerar entre 2ºC a 8ºC, maioria dos metabólitos não se alteram em 24 horas Congelamento (soro/plasma): congelado no gelo seco, conservar amostra em tubo fechado Transporte > refrigerar/congelar > separar soro do plasma antes do transporte Hemólise > rejeição de uma amostra biológica, qualquer alteração na cor (descartar), a hemácia rompe e libera hemoglobina, pode ser provocada por trauma na hora da punção, garrote no braço do paciente, banho maria, falta de secar o álcool na hora da coleta, anemia hemolítica Lipemia > triglicérides deve ser dislipidemia MATERIAL PARA COLETA DE SANGUE AULA 2 · Tubo preto, perolado, são novos Qual a diferença de sangue arterial (a coleta é feita na artéria radial, mede melhor concentração de O2 e CO2, pressão, é feita a gasometria), venoso (rico em CO2 e metabólitos, traz sangue dos tecidos, passa no rim para fazer a filtração, é coletado no dorso da mão, é mais coletado pois os valores de referência foram obtidos a partir dele) e capilar (uma mistura de sangue arterial com venoso e líquido intersticial, passa pela fossa ante cubital, fossa cefálica/cubital, para coletar é na lateral do calcanhar do recém-nascido, no 3 e 4 dedo da mão e no lóbulo da orelha)? Materiais> agulha e canhão, escalpe 25g mais fina que a 21g (calibre) Homogeneizar o sangue por inversão, tomar cuidado com tubo azul claro que tem coagulante, se o tubo chacoalhar demais pode formar micro coágulos, interferindo nos resultados Cinza, roxo, verde, homogeneizar de 8 a 10 vezes Vermelho/amarelo > homogeneizar 5 vezes Por que homogeneizar se tenho anticoagulante? Pois pode ter ativador de coágulo > em 15 minutos coagula sem ativador, em 30 minutos coagula à vácuo Tem outra forma de coleta além de agulha/escalpe? Sim, seringa e agulha, mas tem um maior risco, a pior consequência é na hora de colocar o sangue no tubo, fazer coleta com seringa apenas em último caso (Risco de acidente com o material perfurocortante no momento de transferir o sangue para o frasco a vácuo e descarte do material. Comprometimento da qualidade da amostra devido à proporção correta de sangue/aditivo. Comprometimento da amostra devido a hemólise, liberação dos constituintes intracelulares para o plasma ou soro, quando ocorre a ruptura das células do sangue. A hemólise é a principal causa de rejeição de amostras em laboratórios. Formação de microcoagulos e fibrina. Incômodo para o paciente em casos de múltiplas coletas.) Não pode coletar sangue caso o paciente esteja fazendo uso de medicamento intravenoso, ou por cima de edemas, queimaduras Principal complicação para coleta no paciente > hematoma, causado por agulha grossa no vaso fino, estoura o vaso, ou punção traumática (por fechar o braço, aumenta pressão do vaso) Veia bailarina > é aquela que aparece, e quando a agulha entra, ela dança, dança e some Torniquete (garrote) > utilizar por 1 minuto, entrou sangue no 1º tubo > tirar garrote *não bater na veia com dois dedos para n causar hemólise Flebite, infecção, oclusão venosa > complicações de uma coleta errada *Antissepsia do local da punção > movimento circular Procedimento errado: descarte de material perfurocortante em lixo comum Punção capilar > levar em consideração a profundidade da agulha > não vem sangue (agulha de menor profundidade), dedo + grosso > lanceta com maior profundidade, pé do recém-nascido > lanceta com menor profundidade Pode aquecer com compressa quente no caso de vasoconstrição (frio) Na punção capilar, sempre fazer antissepsia e dispensar a primeira gota *Reações em bioquímica clínica > resultado da ação de 1 ou mais reagentes sobre analito para formar produto > métodos > ver no slide Refratometria > densidade Espectofotometria > colorimétricos Reação > formação do produto e procedimento da formação do produto Metodologia: aglutinação, precipitação, colorimetria (cor) e ultravioleta Aglutinação > hemoaglutinação, partículas ligadas a antígenos ou anticorpos para reagir com o analito na amostra > método qualitativo > resultado positivo ou negativo Utilizada para PCR (PROTEÍNA C NEGATIVA), ABO e FR Precipitação/turvação > analito forma precipitado por ação do reagente químico/anticorpo *Turvações visualizada por turbidimetria (mede quantidade da solução com antígeno/anticorpo que absorve de luz e quanto ela deixa passar)/nefelometria (mede difração (desvio), da luz através de um ângulo que se transforma em concentração do analito) Nefelometria e turbidimetria > diferença Espectrofotômetro > ao contrário da nefelometria e turbidimetria, não vai ter o precipitado, e sim a absorbância, transforma quantidade de energia absorvida do analito em um número que vai ser a concentração Reação colorimétrica pode ser ponto final/cinética contínua Reação ultravioleta > Reação de ponto final > Adicionar em um dos reagentes um marcador colorido, forma produto cuja concentração chega a um ponto máximo permanecendo estável por um tempo Demora um determinado tempo onde a concentração do analito fica estável por um tempo e depois volta ao normal (estabilidade) > ácido úrico, glicose Reações cinéticas > absorbância em 60segundos, baseadas na velocidade da formação do produto A velocidade de formação do produto é medida num intervalo de tempo (não há estabilidade) > medida contínua da formação do produto · Para cada analito é um tempo que poderá ser dosado · UV > Cinética de tempo fixo > Após o intervalo de tempo, a reação é interrompida e o produto formado é medido Cinética de dois tempos > dosa em intervalos,leitura em 30s e a outra em 90s *Íon seletivo/potenciometria > usa eletrodo de referência (padrão) e indicador (amostra) > medida do potencial elétrico de amostras líquidas * Fornece informação sobre gases/íons dissolvidos Química seca > não usa água/reagente além do que está na fita/slide Slide colorimétrico > fita *Ensaios imunológicos > reagente quantifica concentração do antígeno ou anticorpo *Baseia se na reação imunológica entre antígeno e anticorpo > marcadores: radioisótopos, enzima Radioimunoensaio (RIA) > moléculas marcadas com isótopo > hormônio, proteína sérica, drogas, vitaminas A concentração do antígeno em análise é inversamente proporcional a luz/radiação emitida · Vantagem > alta sensibilidade, detecção em nano/picogramas, medida rápida e precisa · Desvantagens > instabilidade dos componentes radiomarcados/ meia vida dos radioisótopos, precisa de mão de obra qualificada e treinada, equipamento de análise caro, lixo radioativo Laboratório tem que obedecer a RDC 786 Quimiluminescência > redução de luz em consequência de uma reação química (energia muda de órbita) · Reação antígeno x anticorpo onde um dos reagentes é conjugado a uma substância que quando ativada, emite luz (transforma luz em quantidade (concentração)) Exemplos: luminol, vagalume *Técnica > soro do paciente > colocar no kit > pesquisar depois a reação > Facilidade na execução dos testes > Rápida liberação dos laudos > Ensaio com alta sensibilidade > Reagentes estáveis prontos para uso Imuno ensaio enzimático (EIA)/(ELISA) > reação antígeno/anticorpo monitorada por ativação enzimática (peroxidase) Alta sensibilidade, reagente muito estável, baixo custo, livre de exigência de trabalho com radioisótopo. ELISA direto procura > antígeno ELISA indireto procura > anticorpo ELISA qualitativo > quero saber se tem tal anticorpo/substância. ELISA quantitativo > quanto de positivo (concentração de antígeno no sangue do paciente) Igg > anticorpo de memória Espectometria de massa: melhor especificidade/exatidão > reduz taxa de falso positivo/negativo, examina ampla gama de moléculas · Permite separar átomos/íons gasosos de acordo com massa sobre carga > cada elemento vai ter um pico que pode ser convertido em concentração · Catecolamina, cocaína, vitamina B1 e B6, clonazepam e tacrolimus Coenzima q10, b12 e b6 > para memória MALDI-TOF > específica para microbiologia > baseada em conceitos proteômicos > dissorção/ionização a laser > vaporiza > passa no tubo e bate no detector, detectando bactérias 1ml > 1000ul / 1ul > 0,001ml Interfaceamento no laboratório clínico > com equipamentos laboratoriais > processo de fazer exame é mais rápido, mais assertivo e de maior qualidade Futuro da patologia clínica > biologia molecular, testes rápidos, automação, telemedicina PERFIL PANCREÁTICO Pâncreas > glândula mista > secreta e sintetiza Parte exócrina > produz enzimas digestivas, secreta no intestino Endócrina > produz hormônios, ilhota de langerhans, produção hormonal Ácinos > parte exócrina > produz suco digestivo > que passa pelo ducto pancreático > age junto com a bile no duodeno Endócrino > tem 4 tipos de células, alfa > produz glucagon, beta > produz insulina > delta > somatostatina e PP > secreta polipeptídio pancreático *Insulina: deixa membrana plasmática permeável a glicose > sintetizada por células beta Aumento da glicose estimula a clivagem da pro-insulina em insulina Glucagon > sintetizada por célula alfa, ativada no jejum > jejum ativa o pré cursor não ativo (pro-glucagon) > se transforma em glucagon Glicogênio > glicose armazenada no fígado Somatostatina > meia vida curta, três minutos > tem a função de controlar quantidade elevada de insulina em resposta ao meu estímulo (aumento de glicose no caso) Causa menor motilidade do estômago, duodeno e vesícula biliar, diminui secreção e absorção no trato gastrointestinal Aumento da glicose > estimula célula beta > aumenta insulina, fígado armazena Glicogênio > baixa glicose > aumenta glucagon (estímulo da célula alfa) > quebra de glicogênio Parte exócrina > acinos > componente enzimático > digere carboidrato/proteína/lipídio Componente aquoso rico em bicarbonato > neutraliza ph ácido do quimo > proporciona digestão e absorção dos macronutrientes Ductos: menor ph do duodeno, estimula produção de secretina (pela célula s do duodeno), que migra ao pâncreas, se liga aos receptores e sinaliza a liberação do componente aquoso (para ajudar na absorção dos nutrientes) >Fase intestinal > enzima com função digestiva > estimula CCK (coleristoquinina) > ela vai ao pâncreas e induz produção de enzima para continuar digestão e absorção dos nutrientes > libera no duodeno * CCK: se liga nos receptores do pâncreas > líquido com alto teor de enzimas Enzima digestiva > tripsina > digere proteína, lipase > digere lipídio, > amilase pancreática > digere carboidrato Pancreatite · Processo inflamatório no pâncreas (enzimas que deveriam sair do pâncreas, não saem), então são ativadas enzimas no próprio pâncreas, e não no intestino, assim ocorre uma auto digestão e processo inflamatório mais grave > causa lesão no pâncreas e pode induzir outros órgãos a fazer o processo inflamatório também (como no pulmão, fígado, rim) Causas da pancreatite > calculo biliar, obstrução do ducto biliar, causa refluxo da bile para ducto pancreático Alcoolismo > toxicidade direta Doenças metabólicas (hipercalcemia), trauma abdominal, medicamentos como sulfonamidas, tetraciclinas, infecções parasitarias como ascaris Sintomas > dor abdominal abrupta e grave que pode ir até a lombar/costas, vômito (pancreatite aguda), perda de peso, intolerância a glicose, esteatorreia (pancreatite crônica) Diagnóstico no laboratório > por amilase (pancreática em 70% e salivar em 30% no soro) · Na pancreatite aguda pode aumentar até seis vezes o limite de referência, o valor se eleva em 2 horas, chega ao pico de nível máximo em 12 horas e volta ao normal em 3 a 4 dias · É um marcador importante de ser dosado (dosagem seriada) · Amilase não é específica do pâncreas (pode servir para identificar caxumba) > é um marcador precoce de doenças Pancreatite CRÔNICA > pode ter nível de amilase normal 20% dos casos de pancreatite aguda podem cursar com valor normal de amilase OUTRAS causas do aumento da amilase: - Insuficiência renal (diminui excreção renal de amilase) - Lesão inflamatória das glândulas salivares > caxumba, cirurgia maxilofacial - Gravidez tubaria - Obstrução intestinal - Macroamilasemia > amilase forma complexo com gde, igG, igA > pode acontecer em 2% da população, não é filtrada no rim, não sai na urina COMO DIFERENCIAR Aumento da amilase sérica e diminuição de amilase urinaria > macroamilasemia Aumento da amilase sérica e aumento de amilase urinaria > pancreatite LIPASE · Importante para confirmar pancreatite · Marcador mais específico > vai estar aumentado em todos casos de pancreatite e alterações pancreáticas · Aumenta nas primeiras 8 horas, após início da agressão pancreática, atinge valores mais altos em 24 horas · Se mantém elevada de 7 a 14 dias Glicemia aumentada >200mg/dL > pois não produz insulina direito, pancreatite destrói as células beta Leucócitos > 16.000 mm3 Lactato desidrogenase >2x mais que o normal ALT (GTP) > 6x mais que o normal Lipase > nível aumenta em pancreatite aguda, recorrente, carcinoma de pâncreas, tumor pancreático Amilase X lipase: melhor diagnóstico, 20% dos casos pode ocorrer amilase normal e lipase isoladamente elevada Caxumba > dosa mais pela amilase Amilase > exame > soro sem jejum, método cinético/colorimétrico, valor de referência > de 8 a 53 Lipase > exame > soro sem jejum, enzimático ou cinético/turbidimetrico > valor de ref de 56 a 239 UI/L Tratamento > monitora sinais vitais, componentes sanguíneos (hematócrito) Medicamento que interfere no resultado > amilase > aumenta com medicamento colinérgico/narcóticos Opiáceos aumentam lipase Diabete Mellitus · Doença metabólica caracteriza pela hiperglicemia, sendo defeito de secreção ou ação da insulina Insulina > peptídeo secretado pelas célulasbeta, faz com que a membrana plasmática fique permeável á glicose, promove a incorporação celular e o armazenamento. Age por meio de receptores > principalmente no fígado, músculo e tecido adiposo Glicose aumenta na corrente sanguínea > hiperglicemia Glucagon > quebra de glicogênio, glucagon age em jejum Hipoglicemia > aumenta glucagon a 3x mais do que o valor basal Hiperglicemia > glucagon diminuído Importância da regulação da glicose > para não fazer com que as células que dependem da insulina acabem sendo prejudicadas, como células do cérebro 65 a 99 > normal / 100 a 125 > resistente a insulina / maior que 126, sugere diabetes Hiperglicemia > diabetes Hipoglicemia > pode evoluir para coma e convulsão Tipo 2 > pode causar doença crônica, no começo não tem sintomas, depois pode causar falência dos órgãos se não for tratada a tempo Falta absoluta ou relativa de insulina ou resistência á insulina Causa primária > tipo 1 (fatores genéticos) e tipo 2 (diabete mellito insulino dependente ou não insulino dependente) Causa secundária > pancreatite que destruiu as células beta, ou por conta de medicamentos Tipo 1 · Mediada por processo imune ou causa idiopática (sem causa definida) · Tipo 1 também é chamada de diabete juvenil/infantil, pois o pico é entre a idade de 9/14 anos · É imune mediada, tem anticorpos contra células beta (auto anticorpos) · Não imune mediada > não há anticorpos, causa desconhecida · No tipo 1, o paciente não produz insulina · Bebe muita água (polidpsia), sente muita fome (polifagia), urina muito (poliúria), perde peso, sente desânimo · Faz cetoacidose mais rápido, quebra muito lipídio Paciente adulto com diabete tipo 1 não é obeso Tem problemas de visão, lesão na perna com dificuldade de cicatrização, infecções frequentes, na pele, urina Tipo 2 · Tem maior prevalência a determinadas populações e grupos étnicos · Pode ser causada por defeito genético, doença de pâncreas, infecção, endocrinopatia, diabete gestacional · Pode ocorrer em qualquer idade, é o tipo mais comum · Secreção deficiente de insulina ou tem resistência à insulina · Genética ou obesidade/sedentarismo (fatores ambientais) · Fatores de risco > idade, excesso de peso, antecedente familiar, hipertensão, HDL menor que 35, triglicérides maior que 250, ocorrência de diabetes gestacional Pré diabético (125) > controla com exercício físico, dieta, uso de medicamento oral, uso de insulina em alguns casos Sintomas > infecção, alteração visual, menor cicatrização, formigamento nos pés e furunculose > esses sintomas já são de um diabético descompensado Microangiopatia > anormalidade na parede dos pequenos vasos sanguíneos (deixa mais espessa), a glicose desidrata as células do vaso > causa menor irrigação sanguínea dos tecidos > morte celular, prejudica chegada de nutrientes ao tecido Retinopatia > afeta visão Nefropatia > afeta rim Neuropatia > afeta nervos mais longos, necrose, falta oxigenação, afeta sensibilidade Neuropatia autonômica > ataca funcionamento do SNA Macroangiopatia > a gordura e o sangue se coagulam nos vasos sanguíneos grandes, aderindo às paredes do vaso e bloqueando o fluxo de sangue, complicações tardias > aterosclerose acelerada, desenvolve hipertrigliceridemia, diminui glicose, aumenta lipídio · Predisposição para infarto/AVC/trombose Tratamento tipo I > insulina basal e bolus Tratamento para tipo II > medicamento ou insulina basal/bolus Basal (gota contínua) > pâncreas produz / níveis baixos de insulina no sangue > Insulina que cobre as necessidades do organismo entre as refeições e durante a noite, ou seja, ao longo do dia. É uma insulina de ação lenta ou intermediária. Bolus > grande concentração de insulina de 1 vez só > rápida ação > o paciente tipo 1 toma depois da alimentação Diabetes gestacional · DM diagnosticada na gestação > causada pela incapacidade da produção de insulina para demanda na gravidez · Fatores de risco > diabete em parente de 1º grau, alimentação, história obstétrica de macrossomia HIPOGLICEMIA · Concentração baixa de glicose no sangue · Assintomática > só diagnostica no laboratório · Leve > reconhece e consegue tratar sozinho · Grave > perda de consciência e é necessária intervenção de outras pessoas Causa > menor glucagon e glicogênio, menor produção de fonte energética alternativa, uso de insulina Sintoma > tremor, palidez, taquicardia, confusão mental, distúrbio visual, palpitação Tratamento > oferecer algo contendo açúcar Estudo dirigido > parte da coleta, soro/plasma, métodos analíticos (reação colorimétrica, nefelometria, turbidimetria, ELISA), parte pancreática (fisiopato, enzimas, características laboratoriais, amilase/lipase), diabetes (conceito e ação da insulina, diabetes gestacional) image1.png image2.png image3.png image4.png image5.png