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ALFABETINHO ® - 2025 Todos os direitos reservados © 1 
 
 
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PROFESSOR(a): 
ESCOLA: 
TEMA: Leitura e escrita de números naturais até a ordem de dezenas de milhar 
Habilidade: EF04MA01 
Justificativa: Promove o domínio do sistema de numeração decimal. 
APRESENTAÇÃO DO TEMA 
 
 
 
 
 
• DEFINIÇÃO DO TEMA: O tema "Leitura e escrita de números naturais até a 
ordem de dezenas de milhar" visa desenvolver a compreensão dos alunos 
sobre a leitura e a escrita de números em ordens maiores, até as dezenas de 
milhar. Eles aprenderão a identificar a posição de cada algarismo e a 
escrever números de forma correta e clara, dentro do sistema de numeração 
decimal. 
 
• OBJETIVO DA AULA: O objetivo é que os alunos sejam capazes de ler, 
escrever e comparar números naturais até a ordem de dezenas de milhar, 
compreendendo o valor de cada algarismo conforme sua posição no 
número. 
 
• EIXO DE INTEGRAÇÃO "numeração, medição e resolução de problemas": 
A atividade permite que os alunos integrem os conceitos de leitura e escrita 
de números à resolução de problemas matemáticos que envolvem a 
comparação e a organização de grandes números. 
 
ESTRUTURA DA AULA 
 
INÍCIO: Revisão do Sistema de Numeração (10 minutos) 
 
• Atividade Inicial: O professor faz uma breve revisão com a turma sobre as ordens de grandeza dos 
números, começando com unidades, dezenas, centenas, e depois milhares. "Quantas centenas 
existem em mil? Quantas dezenas em cem?" 
• Exemplo no Quadro: O professor escreve números na ordem crescente (exemplo: 10, 100, 1.000, 
10.000) e explica as diferentes ordens. "Agora, vamos pensar em números até as dezenas de milhar. 
Como podemos ler 32.456?" 
 
DESENVOLVIMENTO: Leitura e Escrita de Números (20 minutos) 
 
• Atividade Prática 1: O professor apresenta diferentes números até a ordem de dezenas de milhar e 
pede para os alunos escreverem a leitura e a escrita desses números em seus cadernos. "Escreva o 
número que vemos no quadro: 15.827. Como você leria esse número?" 
• Atividade Prática 2: Os alunos praticam em duplas. Um aluno diz um número e o outro escreve. 
"Agora, um de vocês vai dizer um número até 99.999, e o outro vai escrever e ler em voz alta." 
• Atividade Prática 3: O professor distribui cartões com números para que os alunos organizem em 
ordem crescente ou decrescente. "Vamos organizar esses números em ordem crescente, 
começando do menor até o maior." 
 
 
MATEMÁTICA – 4º ANO 
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ENCERRAMENTO: Aplicação e Discussão (10 minutos) 
 
• Exposição dos Trabalhos: O professor pede para alguns alunos apresentarem os números que 
organizaram e lerem em voz alta. 
• Reflexão Final: O professor faz perguntas para reforçar o conceito. "Qual a importância de saber ler 
e escrever números grandes no nosso dia a dia? Como você acha que isso pode ser útil para você?" 
 
RECURSOS DIDÁTICOS 
 
• Cartões com Números: Para que os alunos pratiquem a leitura, escrita e organização dos 
números. 
• Quadro Branco ou Projetor: Para demonstrar os exemplos e números. 
• Papéis e Canetas: Para que os alunos registrem os números em seus cadernos. 
 
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM 
 
• Observação da Participação: O professor observa como os alunos se engajam na atividade e 
como conseguem identificar corretamente a leitura e escrita dos números. 
• Avaliação da Compreensão: Verificar se os alunos conseguem ler e escrever números até a ordem 
de dezenas de milhar com precisão. 
• Interação e Colaboração: Observar como os alunos colaboram ao organizarem os números e ao 
ajudarem uns aos outros na leitura e escrita. 
 
INTERDISCIPLINARIDADE 
 
• Ciências: O estudo de números grandes pode ser relacionado ao uso de grandes quantidades, 
como na contagem de partículas, temperatura ou distâncias em ciências. 
• Língua Portuguesa: A leitura e a escrita dos números também envolvem habilidades de leitura e 
dicção. 
 
DURAÇÃO DA AULA 
 
Tempo Total: A aula terá uma duração aproximada de 40 minutos, distribuídos da seguinte forma: 
• Início: 10 minutos 
• Desenvolvimento: 20 minutos 
• Encerramento: 10 minutos 
 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO 
 
• Considerações sobre a Diversidade: O tema permite que alunos de diferentes ritmos de 
aprendizagem pratiquem a leitura e escrita de números em um contexto visual e lúdico. 
• Adaptação para Necessidades Especiais: Para alunos com dificuldades de leitura, pode-se 
utilizar números maiores em fontes maiores ou fornecer exemplos escritos para facilitar a 
compreensão. 
 
INTERAÇÃO COM AS FAMÍLIAS 
 
• Sugestões para Atividades em Casa: Os pais podem ser incentivados a pedir aos filhos para lerem 
números em placas de rua, horários ou listas de preços. 
• Exemplo de Comunicação com as Famílias: "Hoje seu filho aprendeu a ler e escrever números 
até a ordem de dezenas de milhar. Em casa, vocês podem praticar juntos lendo números de 
endereços ou números em revistas." 
 
 
 
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PROFESSOR(a): 
ESCOLA: 
TEMA: Composição e decomposição de números utilizando potências de 10 
 
Habilidade: EF04MA02 
Justificativa: Reforça a compreensão do valor posicional. 
APRESENTAÇÃO DO TEMA 
 
 
 
 
 
• DEFINIÇÃO DO TEMA: O tema "Composição e decomposição de números 
utilizando potências de 10" envolve o entendimento e a aplicação das 
potências de 10 para representar números em sua forma expandida e 
composta. Através dessa abordagem, os alunos aprenderão como os 
números podem ser decompostos em unidades, dezenas, centenas, e assim 
por diante, utilizando as potências de 10 para facilitar esse processo. 
 
• OBJETIVO DA AULA: O objetivo é desenvolver a habilidade dos alunos em 
decompor e compor números de forma prática, utilizando potências de 10 
para reforçar o entendimento do valor posicional e como ele se aplica a 
diferentes ordens de grandeza. 
 
• EIXO DE INTEGRAÇÃO "matemática e resolução de problemas": A 
atividade integra a matemática com a resolução de problemas práticos do 
dia a dia, estimulando os alunos a utilizarem potências de 10 para resolver 
situações reais de maneira mais eficiente e compreensível. 
 
ESTRUTURA DA AULA 
 
INÍCIO: Introdução ao Conceito de Potências de 10 (10 minutos) 
 
• Atividade Inicial: O professor começa explicando que potências de 10 são usadas para 
representar múltiplos de 10, como 10, 100, 1000, etc. O professor pode mostrar um número como 
345, explicando como ele pode ser decompositado em 300 + 40 + 5 (potências de 10). 
o Exemplo Prático: "O número 345 pode ser representado como 3 centenas, 4 dezenas e 5 
unidades. Podemos escrever 345 como 3 x 100 + 4 x 10 + 5 x 1." 
• Discussão: Explicar como essa decomposição ajuda a entender o valor posicional de cada 
algarismo no número. 
 
DESENVOLVIMENTO: Composição e Decomposição de Números (20 minutos) 
 
• Atividade Prática: O professor distribui cartões com diferentes números e pede que os alunos 
decomponham esses números utilizando potências de 10. Por exemplo, para o número 528, eles 
devem escrever 500 + 20 + 8, e explicar que 500 é 5 x 100, 20 é 2 x 10, e 8 é 8 x 1. 
o Exemplo Prático: "Como podemos escrever o número 630 utilizando potências de 10? 
Vamos decompor: 6 x 100 + 3 x 10 + 0 x 1." 
• Atividade emRECURSOS DIDÁTICOS 
 
• Cédulas e Moedas Falsas: Para simulação de compras e trocos. 
• Problemas Impressos: Fichas de problemas com valores monetários para os alunos resolverem. 
• Materiais de Escrita: Lápis, canetas, borrachas, régua, calculadoras (se necessário). 
 
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM 
 
• Observação da Participação: O professor observa como os alunos resolvem os problemas, 
aplicando as operações corretamente e com segurança. 
• Avaliação das Soluções: Avaliar se os alunos conseguem calcular os valores corretamente, 
fazendo as operações necessárias e interpretando bem os problemas apresentados. 
• Compreensão do Consumo Responsável: Observar se os alunos compreendem a importância de 
controlar o consumo, calculando corretamente o dinheiro disponível e as despesas. 
 
INTERDISCIPLINARIDADE 
 
• Língua Portuguesa: A prática de leitura e interpretação de textos e problemas matemáticos ajuda a 
desenvolver habilidades de leitura e compreensão. 
• Ciências Sociais: O tema pode ser abordado também na perspectiva do consumo consciente e a 
conscientização sobre questões sociais relacionadas ao consumo de bens e recursos naturais. 
 
DURAÇÃO DA AULA 
 
Tempo Total: A aula terá uma duração aproximada de 40 minutos, distribuídos da seguinte forma: 
• Início: 10 minutos 
• Desenvolvimento: 20 minutos 
• Encerramento: 10 minutos 
 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO 
 
• Considerações sobre a Diversidade: O professor pode incluir exemplos de diferentes faixas 
etárias e realidades socioeconômicas nas situações de consumo, tornando o conteúdo mais 
próximo da realidade dos alunos. 
• Adaptação para Necessidades Especiais: Para alunos com dificuldades de leitura, o professor 
pode ler os problemas em voz alta. Para alunos com dificuldades motoras, pode-se permitir o uso 
de calculadoras para facilitar os cálculos. 
 
INTERAÇÃO COM AS FAMÍLIAS 
 
• Sugestões para Atividades em Casa: Os pais podem ajudar os alunos a organizar o dinheiro para 
compras em casa, ensinando como calcular o troco e verificar se o valor total está correto. 
• Exemplo de Comunicação com as Famílias: "Hoje seu filho aprendeu a resolver problemas 
matemáticos envolvendo valores monetários. Em casa, vocês podem praticar juntos, como 
calcular o valor de compras ou verificar o troco durante as compras." 
• "Quantas unidades quadradas são necessárias para cobrir este quadrado? E para cobrir este 
retângulo?" 
• Atividade Prática 2: Os alunos, em duplas ou pequenos grupos, comparam as áreas de duas ou 
mais figuras. Eles devem observar qual figura ocupa mais ou menos espaço e justificar suas 
respostas. "Qual figura tem maior área? Por quê?" 
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• Atividade Prática 3: O professor desafia os alunos a desenharem suas próprias figuras geométricas 
em uma malha quadriculada e pedirem para os colegas compararem as áreas. "Agora, desenhem 
uma figura de sua escolha e calculem a área. Deixem seus colegas compararem a área das suas 
figuras com a de outras." 
 
 
 
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PROFESSOR(a): 
ESCOLA: 
TEMA: Análise de gráficos de colunas e barras 
 
Habilidade: EF04MA27 
Justificativa: Promove a interpretação de informações visuais. 
APRESENTAÇÃO DO TEMA 
 
 
 
 
 
• DEFINIÇÃO DO TEMA: O tema "Análise de gráficos de colunas e barras" visa 
ensinar os alunos a interpretar informações representadas graficamente. 
Gráficos de colunas e barras são uma forma comum de representar dados 
numéricos de maneira visual, facilitando a comparação entre diferentes 
categorias. O objetivo é ajudar os alunos a compreender como ler esses 
gráficos e extrair informações importantes, como a magnitude dos dados e 
suas relações. 
 
• OBJETIVO DA AULA: O objetivo da aula é que os alunos compreendam como 
analisar gráficos de colunas e barras, identificando as informações 
representadas, fazendo comparações entre as diferentes categorias e 
utilizando as informações para responder a questões relacionadas aos dados 
apresentados. 
 
• EIXO DE INTEGRAÇÃO "numeração, medição e resolução de problemas": 
A atividade permite que os alunos usem a análise de gráficos como uma 
ferramenta para resolver problemas práticos. A interpretação de gráficos de 
barras está relacionada à medição e à quantificação de dados em diferentes 
contextos, ajudando na resolução de problemas. 
 
ESTRUTURA DA AULA 
 
INÍCIO: Introdução aos Gráficos de Colunas e Barras (10 minutos) 
 
• Atividade Inicial: O professor apresenta um gráfico simples de barras, explicando que cada barra 
representa uma categoria de dados (como números de livros lidos por diferentes alunos). O 
professor pode perguntar: "O que este gráfico nos mostra? Como podemos comparar os dados 
entre as diferentes categorias?" 
• Discussão: Explicar como os gráficos de barras e colunas são usados para mostrar informações de 
maneira visual, facilitando a comparação e a análise. Os alunos devem aprender a identificar os 
eixos, as categorias e a altura das barras, que indica a quantidade. 
 
DESENVOLVIMENTO: Análise Prática de Gráficos (20 minutos) 
• Atividade Prática: O professor distribui gráficos de colunas e barras, que mostram diferentes tipos 
de informações (exemplo: número de frutas vendidas por diferentes feirantes ou quantos alunos 
escolheram cada cor para seu uniforme escolar). 
• Atividade em Grupo: Os alunos, em grupos pequenos, analisam os gráficos e respondem a 
perguntas como: 
• "Qual categoria tem o maior valor?" 
 
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• "Como você pode comparar o número de frutas vendidas entre os feirantes?" 
• "O que você pode concluir sobre os dados apresentados?" 
• Orientação e Apoio: O professor circula entre os grupos, ajudando os alunos a interpretar 
corretamente os dados, destacando a importância de observar os detalhes dos gráficos, como os 
eixos e as legendas. 
 
ENCERRAMENTO: Reflexão e Aplicação (10 minutos) 
 
• Discussão Final: O professor faz uma revisão geral sobre a leitura e a análise de gráficos de barras 
e colunas. "O que podemos aprender a partir de um gráfico? Como as barras nos ajudam a 
comparar as quantidades?" 
• Exercício de Fixação: Os alunos resolvem questões individuais, onde precisam analisar um gráfico 
e responder perguntas sobre os dados, como a identificação da maior ou menor quantidade. 
 
RECURSOS DIDÁTICOS 
 
• Gráficos Impressos: Gráficos de barras e colunas que ilustram diferentes tipos de dados, com 
eixos, legendas e unidades de medida. 
• Materiais de Apoio: Quadro branco ou flipchart para desenhar e explicar gráficos, canetas 
coloridas para destacar diferentes partes do gráfico. 
• Recursos Digitais (se disponíveis): Ferramentas digitais como o Google Sheets ou Excel para criar 
gráficos interativos. 
 
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM 
 
• Observação da Participação: O professor observa como os alunos participam nas discussões 
sobre os gráficos, verificando a compreensão e a habilidade de identificar as informações 
corretamente. 
• Avaliação da Interpretação de Gráficos: A avaliação será focada na capacidade dos alunos de 
interpretar gráficos de colunas e barras, fazendo comparações precisas entre os dados 
apresentados. 
• Resolução de Questões: O professor verifica se os alunos conseguem responder corretamente às 
perguntas relacionadas à análise dos gráficos e se conseguem fazer conclusões a partir das 
informações visualizadas. 
 
INTERDISCIPLINARIDADE 
 
• Ciências: A análise de gráficos pode ser aplicada em Ciências ao examinar dados sobre 
experimentos, como o crescimento de plantas ou a medição de temperatura. 
• Geografia: No estudo de mapas ou dados geográficos, como apopulação de diferentes regiões ou 
a distribuição de recursos naturais, a interpretação de gráficos pode ser útil para comparar e 
analisar as informações. 
 
DURAÇÃO DA AULA 
 
Tempo Total: A aula terá uma duração aproximada de 40 minutos, distribuídos da seguinte forma: 
• Início: 10 minutos 
• Desenvolvimento: 20 minutos 
• Encerramento: 10 minutos 
 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO 
 
• Considerações sobre a Diversidade: Para alunos com dificuldades de leitura, podem ser 
fornecidos gráficos com legendas mais simples e imagens que ajudem na visualização das 
informações. 
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• Adaptação para Necessidades Especiais: Para alunos com dificuldades de compreensão, o 
professor pode explicar os gráficos de forma mais detalhada e usar recursos visuais, como figuras e 
cores, para facilitar a interpretação. 
 
INTERAÇÃO COM AS FAMÍLIAS 
 
• Sugestões para Atividades em Casa: Os pais podem ser incentivados a conversar sobre a análise 
de gráficos com os filhos, usando gráficos simples como os de compras familiares ou comparações 
entre quantidades em casa. 
• Exemplo de Comunicação com as Famílias: "Hoje seu filho aprendeu a analisar gráficos de 
colunas e barras. Sugerimos que explorem juntos gráficos simples, como aqueles que mostram a 
quantidade de alimentos ou produtos em casa." 
• "Como podemos ver que uma figura tem maior área que a outra? Quais estratégias vocês usaram 
para contar as unidades quadradas?" 
• Reflexão Final: O professor reforça a ideia de que a área de uma figura é a quantidade de unidades 
quadradas necessárias para cobri-la e que, para comparar áreas, é preciso contar as unidades de 
forma sistemática. "Agora que vocês aprenderam a comparar áreas, como acham que isso pode ser 
útil no nosso dia a dia?" 
 
 
 
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PROFESSOR(a): 
ESCOLA: 
TEMA: Investigação de eventos aleatórios no cotidiano 
 
Habilidade: EF04MA26 
Justificativa: Introduz o conceito de probabilidade. 
APRESENTAÇÃO DO TEMA 
 
 
 
 
 
• DEFINIÇÃO DO TEMA: O tema "Investigação de eventos aleatórios no 
cotidiano" tem como objetivo familiarizar os alunos com o conceito de 
probabilidade, introduzindo-os a eventos aleatórios e suas possíveis 
ocorrências. O tema explora como situações cotidianas podem ser 
analisadas à luz de probabilidades, permitindo que os alunos desenvolvam 
um entendimento inicial de como os eventos podem ser previsíveis ou 
imprevisíveis. 
 
• OBJETIVO DA AULA: O objetivo é ensinar aos alunos o conceito de 
probabilidade de maneira prática, usando exemplos do cotidiano para 
investigar eventos aleatórios, como lançar uma moeda, rolar um dado ou 
prever o tempo. Os alunos serão estimulados a reconhecer situações 
cotidianas em que a probabilidade desempenha um papel importante. 
 
• EIXO DE INTEGRAÇÃO "numeração, medição e resolução de problemas": 
A atividade ajudará os alunos a aplicar o conceito de probabilidade para 
resolver problemas e analisar diferentes cenários de forma prática, 
conectando esse conceito com outras áreas da matemática, como a análise 
de dados e resolução de problemas. 
 
ESTRUTURA DA AULA 
 
INÍCIO: Introdução ao Conceito de Probabilidade (10 minutos) 
 
• Atividade Inicial: O professor inicia com a questão: "O que vocês acham que acontece se 
jogarmos uma moeda? Qual é a chance de sair cara ou coroa?" 
• Discussão: O professor explica o conceito de probabilidade de forma simples, utilizando exemplos 
do cotidiano, como prever o tempo (chove ou não chove?), escolher uma carta de um baralho ou 
adivinhar o número em um dado. 
 
DESENVOLVIMENTO: Investigação de Eventos Aleatórios (20 minutos) 
• Atividade Prática: Os alunos são divididos em pequenos grupos e recebem tarefas para investigar 
eventos aleatórios, como: 
• Lançar uma moeda várias vezes e registrar os resultados (cara ou coroa). 
• Rolar um dado e contar quantas vezes sai cada número. 
• Observar se um determinado evento (como chover ou fazer sol) acontece em um dia específico, 
registrando os resultados. 
 
 
 
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• Orientação e Apoio: O professor ajuda os alunos a coletar dados e a refletir sobre a probabilidade 
dos eventos ocorrerem, questionando: "Qual a chance de sair 'cara' mais vezes? E qual a chance de 
rolar um número maior que 4 no dado?" 
 
ENCERRAMENTO: Reflexão sobre Probabilidade e Eventos Aleatórios (10 minutos) 
 
• Exposição dos Resultados: Cada grupo compartilha seus resultados e discute a probabilidade dos 
eventos investigados. 
• Reflexão Final: O professor provoca uma reflexão sobre como a probabilidade pode ser observada 
em várias situações do dia a dia e como ela nos ajuda a prever o que pode acontecer em diferentes 
cenários. "Como podemos usar o que aprendemos para prever outros eventos do cotidiano?" 
 
RECURSOS DIDÁTICOS 
 
• Materiais para a Investigação: Moedas, dados, baralhos de cartas, régua, ou outros objetos para 
os alunos investigarem os eventos aleatórios. 
• Gráficos e Tabelas: Papel e canetas para os alunos registrarem os resultados das investigações. 
• Quadro ou Cartaz: Para registrar as descobertas e resultados de cada grupo, visualizando as 
probabilidades. 
 
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM 
 
• Observação da Participação: O professor observa como os alunos estão interagindo durante a 
atividade prática, verificando a compreensão dos conceitos de probabilidade e sua aplicação nas 
investigações. 
• Avaliação dos Resultados: A avaliação será focada na capacidade dos alunos de registrar e 
interpretar os resultados corretamente, além de refletir sobre a probabilidade dos eventos 
investigados. 
 
INTERDISCIPLINARIDADE 
 
• Ciências: A probabilidade pode ser relacionada à previsão do tempo ou à chance de ocorrência de 
eventos naturais, como chuvas ou tempestades. 
 
DURAÇÃO DA AULA 
 
Tempo Total: A aula terá uma duração aproximada de 40 minutos, distribuídos da seguinte forma: 
• Início: 10 minutos 
• Desenvolvimento: 20 minutos 
• Encerramento: 10 minutos 
 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO 
 
• Considerações sobre a Diversidade: A atividade pode ser adaptada para diferentes níveis de 
aprendizagem, permitindo que todos os alunos participem, com adaptações nas tarefas ou nas 
formas de registro. 
 
INTERAÇÃO COM AS FAMÍLIAS 
 
• Avaliação da Capacidade de Comparação: Verificar se os alunos conseguem comparar 
corretamente as áreas das figuras e justificar suas respostas. 
• Interação e Colaboração: Observar como os alunos trabalham em grupo, ajudando-se 
mutuamente a calcular e comparar as áreas das figuras. 
 
 
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PROFESSOR(a): 
ESCOLA: 
TEMA: Planejamento de plantas simples de ambientes escolares 
 
Habilidade: EF04MA16 
Justificativa: Estimula habilidades espaciais. 
APRESENTAÇÃO DO TEMA 
 
 
 
 
 
• DEFINIÇÃO DO TEMA: O tema "Planejamento de plantas simples de 
ambientes escolares" tem como objetivo ensinar aos alunos como criar 
representações simples de espaços escolares, como salas de aula ou pátios, 
usando noções básicas de geometria e medidas. A atividade envolve a 
criação de plantas baixas, onde os alunos irão posicionar objetos ou 
elementos importantes, como mesas, quadros e portas, em um espaço 
escolar. 
 
• OBJETIVO DA AULA: Desenvolver habilidades espaciais nos alunos, 
ajudando-os a compreender como planejar e representar de maneira simples 
o espaço de um ambiente, além de reforçar o uso de noções geométricas 
básicas, como distâncias, formas e proporções. 
 
• EIXO DE INTEGRAÇÃO "leitura, produção textual e argumentação":A 
atividade também estimula a reflexão sobre como os ambientes podem ser 
organizados de maneira funcional, incentivando os alunos a descrever e 
justificar suas escolhas de organização, promovendo a argumentação sobre 
as decisões tomadas no planejamento do espaço. 
 
ESTRUTURA DA AULA 
 
INÍCIO: Introdução ao Conceito de Planejamento de Ambientes (10 minutos) 
 
• Atividade Inicial: O professor começa a aula mostrando exemplos de plantas baixas de ambientes 
simples, como uma sala de aula ou um pátio escolar. 
• Explanação: Explicar o que é uma planta baixa, como ela é representada em uma folha e a 
importância de usar medidas proporcionais para criar um plano que faça sentido. 
• Discussão: Perguntar aos alunos: "O que devemos considerar para planejar um espaço? Como 
devemos dispor os objetos na sala para que todos fiquem confortáveis?" 
 
DESENVOLVIMENTO: Planejamento da Planta do Ambiente Escolar (20 minutos) 
• Atividade Prática: Os alunos serão divididos em grupos e receberão uma folha quadriculada para 
desenhar a planta de uma sala de aula ou pátio escolar. Eles devem usar as medidas para 
representar a disposição de móveis (mesas, cadeiras, quadro, etc.) e outros elementos essenciais. 
• Orientação e Apoio: O professor circula pela turma, orientando os alunos quanto ao uso correto 
das escalas e medidas proporcionais. Eles devem também justificar suas escolhas, explicando o 
que consideraram importante ao organizar o espaço. 
• Exemplo de Atividade: "Agora, desenhem o seu planejamento para a sala de aula. Onde vocês 
colocariam as mesas, o quadro e os outros elementos? Por quê?" 
 
 
MATEMÁTICA – 4º ANO 
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ENCERRAMENTO: Discussão e Apresentação das Plantas (10 minutos) 
 
• Exposição dos Trabalhos: Cada grupo apresenta sua planta baixa para a turma, explicando a 
organização e as escolhas feitas. 
• Reflexão Final: O professor conduz uma reflexão sobre como o planejamento espacial pode 
influenciar a funcionalidade do ambiente. "Como a disposição das mesas pode influenciar o 
aprendizado? Como um espaço bem planejado ajuda no convívio de todos?" 
 
RECURSOS DIDÁTICOS 
 
• Folhas Quadriculadas: Para o desenho das plantas baixas. 
• Materiais para Desenho: Lápis, borracha, réguas para marcar as medidas e formas. 
• Imagens de Plantas Baixas: Exemplos de plantas simples de ambientes escolares para inspiração. 
 
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM 
 
• Observação da Participação: O professor observa como os alunos estão engajados na criação da 
planta baixa e na justificativa das escolhas feitas no planejamento do ambiente. 
• Avaliação da Criatividade e Coerência: A avaliação será baseada na capacidade dos alunos de 
aplicar as noções de escala e proporção ao planejar o espaço, bem como na clareza e justificação 
de suas escolhas. 
• Desenvolvimento das Habilidades Espaciais: O professor verifica se os alunos são capazes de 
organizar o espaço de maneira funcional e de se orientarem espacialmente ao projetar a planta. 
 
INTERDISCIPLINARIDADE 
 
• Arte: A atividade pode ser relacionada à Arte, já que os alunos estarão criando representações 
visuais de espaços. A relação com a geometria e o design de espaços pode ser explorada. 
• Geografia: A habilidade de planejar e representar um espaço também pode ser explorada em 
contextos geográficos, quando os alunos estudam a organização de territórios e ambientes. 
 
DURAÇÃO DA AULA 
 
Tempo Total: A aula terá uma duração aproximada de 40 minutos, distribuídos da seguinte forma: 
• Início: 10 minutos 
• Desenvolvimento: 20 minutos 
• Encerramento: 10 minutos 
 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO 
 
• Considerações sobre a Diversidade: O tema é acessível a todos os alunos, independentemente 
de suas habilidades, pois envolve criatividade e imaginação no planejamento do espaço. 
• Adaptação para Necessidades Especiais: Para alunos com dificuldades motoras ou de leitura, 
podem ser oferecidos modelos de plantas baixas mais simples ou orientações adicionais para a 
realização do desenho. 
 
INTERAÇÃO COM AS FAMÍLIAS 
 
• Sugestões para Atividades em Casa: Os pais podem ser incentivados a pedir aos alunos para 
desenharem a planta de um ambiente em casa, como o quarto ou a cozinha, pensando na 
funcionalidade e no aproveitamento do espaço. 
• Exemplo de Comunicação com as Famílias: "Hoje seu filho trabalhou no planejamento de uma 
planta baixa de um ambiente escolar. Em casa, vocês podem praticar desenhando um ambiente da 
casa de vocês, pensando na organização dos objetos e no uso do espaço." 
 
 
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PROFESSOR(a): 
ESCOLA: 
TEMA: Comparação de perímetros em figuras planas 
 
Habilidade: EF04MA21 
Justificativa: Introduz relações entre perímetro e área. 
APRESENTAÇÃO DO TEMA 
 
 
 
 
 
• DEFINIÇÃO DO TEMA: O tema "Comparação de perímetros em figuras 
planas" visa ensinar aos alunos como calcular e comparar o perímetro de 
diferentes figuras geométricas planas, como quadrados, retângulos, 
triângulos e círculos. O perímetro de uma figura é a soma de todos os seus 
lados, e essa atividade ajudará os alunos a compreenderem a importância 
dessa medida na geometria e suas relações com outras grandezas, como a 
área. 
 
• OBJETIVO DA AULA: O objetivo é que os alunos aprendam a calcular o 
perímetro de diferentes figuras geométricas e realizem comparações entre os 
perímetros de figuras diversas. Isso ajuda a consolidar o entendimento de 
perímetro e sua aplicação em problemas práticos. 
 
• EIXO DE INTEGRAÇÃO "numeração, medição e resolução de problemas": 
A atividade propicia o desenvolvimento das habilidades de medição, 
especialmente com relação ao perímetro das figuras geométricas. Os alunos 
serão desafiados a aplicar essa medida em situações cotidianas e a 
comparar resultados. 
 
ESTRUTURA DA AULA 
 
INÍCIO: Introdução ao Perímetro (10 minutos) 
 
• Atividade Inicial: O professor começa explicando o que é o perímetro e como calculá-lo. Por 
exemplo, para um quadrado, o perímetro é a soma dos quatro lados (P = 4 x lado). 
• Exemplo: O professor desenha no quadro um quadrado e um retângulo e calcula o perímetro de 
ambos. 
• Discussão: O professor pergunta: "Como podemos calcular o perímetro de outras figuras, como o 
triângulo e o círculo?" 
 
DESENVOLVIMENTO: Cálculo e Comparação de Perímetros (20 minutos) 
• Atividade Prática: O professor distribui figuras geométricas diferentes (quadrados, retângulos, 
triângulos e círculos) e pede aos alunos que calculem o perímetro de cada uma. Os alunos podem 
fazer os cálculos individualmente ou em grupos. 
• Orientação e Apoio: O professor circula pela sala, oferecendo ajuda para resolver dúvidas sobre 
como calcular o perímetro de figuras irregulares ou com dados fornecidos em unidades de medida 
diferentes. 
 
 
MATEMÁTICA – 4º ANO 
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ENCERRAMENTO: Discussão e Comparação de Resultados (10 minutos) 
 
• Exposição dos Resultados: Após o cálculo do perímetro, os alunos compartilham os resultados 
com a turma. O professor registra os resultados no quadro. 
• Reflexão Final: O professor provoca os alunos a comparar os perímetros das figuras e discutir qual 
delas tem o maior ou menor perímetro. "Por que o perímetro de um retângulo é maior que o de um 
quadrado, por exemplo?" 
 
RECURSOS DIDÁTICOS 
 
• Figuras Geométricas: Desenhos de quadrados, retângulos, triângulos e círculos para os alunos 
calcularem o perímetro. 
• Fitas Métricas ou Réguas: Para medir o comprimento dos lados das figuras (se forem figuras reais e 
não apenas desenhadas). 
• Material de Apoio: Quadro branco e marcadores para a explicação dos conceitos e cálculos de 
perímetros.AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM 
 
• Observação da Participação: O professor observa como os alunos realizam os cálculos dos 
perímetros e como participam da discussão sobre os resultados obtidos. 
• Avaliação dos Cálculos: A avaliação será feita com base na precisão dos cálculos de perímetro 
das figuras e na capacidade de comparar corretamente os resultados. 
• Reflexão Final: O professor verifica se os alunos conseguem explicar como chegaram aos 
resultados e se compreenderam a relação entre o perímetro das figuras. 
 
INTERDISCIPLINARIDADE 
 
• Ciências: O conceito de perímetro pode ser relacionado a conceitos de medidas em Ciências, 
especialmente ao estudar formas e objetos no mundo natural. 
• Geografia: O professor pode aplicar o cálculo de perímetros ao estudo de mapas e distâncias, 
ajudando os alunos a visualizarem o conceito de perímetro no contexto geográfico. 
 
DURAÇÃO DA AULA 
 
Tempo Total: A aula terá uma duração aproximada de 40 minutos, distribuídos da seguinte forma: 
• Início: 10 minutos 
• Desenvolvimento: 20 minutos 
• Encerramento: 10 minutos 
 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO 
 
• Considerações sobre a Diversidade: O tema é acessível a todos os alunos, com diferentes tipos 
de apoio conforme as necessidades. Os alunos com dificuldades podem contar com recursos 
visuais, como figuras impressas e materiais manipuláveis. 
• Adaptação para Necessidades Especiais: Para alunos com dificuldades de leitura e escrita, o 
professor pode fornecer material visual adicional e apoiar na leitura das questões e instruções. 
 
INTERAÇÃO COM AS FAMÍLIAS 
• 
 
 
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PROFESSOR(a): 
ESCOLA: 
TEMA: Representação de gráficos com variações de temperatura 
 
Habilidade: EF04MA24 
Justificativa: Relaciona matemática a fenômenos do cotidiano. 
APRESENTAÇÃO DO TEMA 
 
 
 
 
 
• DEFINIÇÃO DO TEMA: O tema "Representação de gráficos com variações de 
temperatura" busca ensinar os alunos a coletar dados sobre a temperatura 
ao longo de um período e representá-los graficamente. O objetivo é mostrar 
como as informações numéricas podem ser organizadas visualmente para 
facilitar a compreensão de fenômenos, como variações de temperatura, que 
acontecem no cotidiano. 
 
• OBJETIVO DA AULA: O objetivo é que os alunos aprendam a coletar dados 
sobre a temperatura, representá-los em gráficos simples e interpretem os 
gráficos para identificar padrões e variações ao longo do tempo. 
 
• EIXO DE INTEGRAÇÃO "leitura, produção textual e matemática": A 
atividade integra a leitura e interpretação de gráficos com a aplicação de 
conceitos matemáticos de coleta e organização de dados, permitindo que os 
alunos vejam a relação entre dados numéricos e eventos cotidianos. 
 
ESTRUTURA DA AULA 
 
INÍCIO: Introdução ao Gráfico de Temperatura (10 minutos) 
 
• Atividade Inicial: O professor explica o conceito de gráfico de linha, apresentando um exemplo 
simples de gráfico que mostra as variações de temperatura durante um dia. "Aqui temos um gráfico 
que mostra como a temperatura mudou ao longo do dia. O que podemos ver neste gráfico? Como a 
temperatura variou das 6h às 18h?" 
• Discussão: Explicar os eixos do gráfico (eixo vertical para temperatura, eixo horizontal para o 
tempo) e como interpretar as variações. "O que significa cada ponto no gráfico? Como podemos ler 
as temperaturas?" 
 
DESENVOLVIMENTO: Coleta de Dados e Construção do Gráfico (20 minutos) 
 
• Atividade Prática: Os alunos são divididos em grupos e recebem uma tabela com dados simulados 
de variação de temperatura ao longo de um dia (ou o professor pode coletar dados reais se 
possível). Cada grupo deve representar esses dados em um gráfico de linha, com o eixo vertical 
representando a temperatura e o eixo horizontal o tempo (hora do dia). "Agora vamos pegar os 
dados de temperatura e construir nosso gráfico. Lembrem-se de colocar corretamente as horas no 
eixo horizontal e as temperaturas no eixo vertical." 
• Orientação e Apoio: O professor circula pela turma, auxiliando os alunos na construção do gráfico, 
garantindo que a leitura dos dados e a representação no gráfico sejam feitas corretamente. 
 
 
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ENCERRAMENTO: Interpretação e Discussão dos Gráficos (10 minutos) 
 
• Exposição dos Trabalhos: Cada grupo apresenta o seu gráfico para a turma, explicando como a 
temperatura variou ao longo do dia. "Nosso gráfico mostra que a temperatura aumentou até o meio-
dia e depois começou a cair. Como podemos explicar essas variações?" 
• Reflexão Final: O professor destaca a importância de organizar dados de forma visual para facilitar 
a interpretação e tomada de decisões. "Como os gráficos ajudam a entender melhor a variação da 
temperatura? Que outros tipos de gráficos vocês conhecem?" 
 
RECURSOS DIDÁTICOS 
 
• Tabela com Dados de Temperatura: Pode ser uma tabela simulada ou real, com variações de 
temperatura ao longo de um dia. 
• Papéis e Canetas: Para desenhar os gráficos. 
• Quadro e Marcadores: Para explicar a construção dos gráficos e discutir as variações de 
temperatura. 
 
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM 
 
• Observação da Participação: O professor observa como os alunos estão engajados na atividade 
de construção e interpretação do gráfico, verificando se conseguem organizar os dados 
corretamente. 
• Avaliação da Compreensão: Avaliar se os alunos sabem interpretar os gráficos e relacionar as 
variações de temperatura com os dados numéricos. 
• Interação e Colaboração: Observar como os alunos colaboram em grupo para construir o gráfico e 
interpretar as informações coletadas. 
 
INTERDISCIPLINARIDADE 
 
• Ciências: A atividade se conecta diretamente com o estudo das variações de temperatura e o 
clima, relacionando conceitos de Ciências com a matemática de coleta e organização de dados. 
• Geografia: A leitura de gráficos pode ser aplicada ao estudo de diferentes climas e como a 
temperatura varia em diferentes regiões ao longo do tempo. 
 
DURAÇÃO DA AULA 
 
Tempo Total: A aula terá uma duração aproximada de 40 minutos, distribuídos da seguinte forma: 
• Início: 10 minutos 
• Desenvolvimento: 20 minutos 
• Encerramento: 10 minutos 
 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO 
 
• Considerações sobre a Diversidade: A atividade utiliza recursos visuais (gráficos) e 
manipulativos, o que facilita a compreensão para alunos com diferentes estilos de aprendizagem. 
• Adaptação para Necessidades Especiais: Para alunos com dificuldades visuais, o professor pode 
utilizar gráficos em relevo ou adaptados, e para alunos com dificuldades motoras, pode-se oferecer 
o uso de ferramentas digitais para a construção dos gráficos. 
 
INTERAÇÃO COM AS FAMÍLIAS 
 
• Sugestões para Atividades em Casa: Os pais podem ser incentivados a observar as variações de 
temperatura em diferentes momentos do dia e ajudar os alunos a registrar os dados para criar um 
gráfico em casa. 
• Exemplo de Comunicação com as Famílias: "Hoje seu filho aprendeu a construir gráficos de 
temperatura. Em casa, vocês podem observar como a temperatura varia ao longo do dia e criar um 
gráfico juntos." 
 
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PROFESSOR(a): 
ESCOLA: 
TEMA: Construção de figuras congruentes em malhas quadriculadas 
 
Habilidade: EF04MA19 
Justificativa: Reforça o entendimento de congruência. 
APRESENTAÇÃO DO TEMA 
 
 
 
 
 
• DEFINIÇÃO DO TEMA: O tema "Construção de figuras congruentes em 
malhas quadriculadas" envolve o trabalho com figuras geométricas que são 
congruentes, ou seja, possuem a mesma forma e o mesmo tamanho, mas 
podem estar posicionadas de forma diferente. A ideia é construir figuras 
congruentes utilizando umamalha quadriculada, o que ajuda os alunos a 
visualizar as simetrias e as propriedades dessas figuras de forma prática. 
 
• OBJETIVO DA AULA: O objetivo é que os alunos compreendam o conceito de 
congruência, construindo figuras que sejam idênticas em forma e tamanho. 
Eles serão estimulados a identificar e desenhar figuras congruentes, 
utilizando uma malha quadriculada como ferramenta para facilitar o 
processo. 
 
• EIXO DE INTEGRAÇÃO "leitura, produção textual e valorização da 
cultura": A atividade propõe que os alunos construam figuras congruentes e 
descrevam suas características, trabalhando não apenas a parte geométrica, 
mas também a expressão verbal de suas descobertas. Essa integração entre 
a matemática e a comunicação reforça o entendimento do conteúdo. 
 
ESTRUTURA DA AULA 
 
INÍCIO: Introdução ao Conceito de Congruência (10 minutos) 
 
• Atividade Inicial: O professor começa a aula explicando o conceito de congruência. Pode-se 
utilizar exemplos simples, como dois quadrados ou triângulos que tenham o mesmo tamanho, mas 
estejam em posições diferentes. O professor pode perguntar: "O que significa dizer que duas 
figuras são congruentes?". 
• Exploração de Exemplos: O professor apresenta figuras congruentes desenhadas em malhas 
quadriculadas, destacando que, apesar das figuras estarem em posições diferentes, elas têm o 
mesmo tamanho e formato. 
 
DESENVOLVIMENTO: Construção de Figuras Congruentes (20 minutos) 
• Atividade Prática: Os alunos recebem malhas quadriculadas e devem construir figuras 
congruentes, como quadrados, triângulos e retângulos, utilizando lápis e régua. O desafio é 
construir uma figura e depois desenhar uma cópia exata, mas deslocada, para demonstrar que são 
congruentes. 
• Orientação e Apoio: O professor circula pela sala, orientando os alunos a garantir que as figuras 
que estão desenhando sejam realmente congruentes, ou seja, de tamanho e forma idênticos, 
utilizando a malha quadriculada para facilitar o alinhamento correto. 
 
 
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ENCERRAMENTO: Discussão e Reflexão sobre Congruência (10 minutos) 
 
• Exposição dos Trabalhos: Cada aluno apresenta suas figuras congruentes para a turma, 
explicando como conseguiu construí-las e como usou a malha quadriculada para garantir que as 
figuras fossem congruentes. 
• Reflexão Final: O professor conduz uma breve discussão sobre a importância da congruência na 
geometria e em situações do cotidiano, como na construção de peças que precisam se encaixar 
perfeitamente, como peças de quebra-cabeça. 
 
RECURSOS DIDÁTICOS 
 
• Malhas Quadriculadas: Para que os alunos possam desenhar suas figuras com precisão. 
• Materiais para Produção: Papel, lápis, régua e borracha. 
• Ferramentas de Apoio: Se disponível, recursos digitais como programas de geometria simples que 
permitam a construção de figuras congruentes. 
 
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM 
 
• Observação da Participação: O professor observa como os alunos estão realizando as 
construções e se estão conseguindo produzir figuras congruentes corretamente. 
• Avaliação da Precisão: A avaliação será focada na precisão dos desenhos, na congruência das 
figuras e na explicação de como as construções foram feitas. 
• Reflexão e Compreensão: O professor verifica se os alunos conseguem compreender o conceito 
de congruência e aplicar esse conhecimento de forma prática. 
 
INTERDISCIPLINARIDADE 
 
• Arte: A construção de figuras congruentes pode ser relacionada à arte, pois envolve a criação de 
padrões e simetrias, conceitos que também são explorados no campo artístico. 
• Ciências: O conceito de congruência pode ser relacionado a outras áreas da ciência, como a 
física, no estudo de simetrias e proporções. 
 
DURAÇÃO DA AULA 
 
Tempo Total: A aula terá uma duração aproximada de 40 minutos, distribuídos da seguinte forma: 
• Início: 10 minutos 
• Desenvolvimento: 20 minutos 
• Encerramento: 10 minutos 
 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO 
 
• Considerações sobre a Diversidade: A atividade pode ser adaptada para alunos com diferentes 
níveis de habilidade de desenho. Os alunos com dificuldades podem trabalhar em pares ou grupos, 
recebendo apoio de colegas mais avançados. 
• Adaptação para Necessidades Especiais: Para alunos com dificuldades motoras, pode-se 
fornecer templates ou estênceis de figuras geométricas para facilitar o desenho das figuras 
congruentes. 
 
INTERAÇÃO COM AS FAMÍLIAS 
 
• Sugestões para Atividades em Casa: Os pais podem ser incentivados a observar juntos objetos ou 
peças que são congruentes em casa, como livros, caixas, brinquedos e outros itens que tenham 
formas geométricas. 
• Exemplo de Comunicação com as Famílias: "Hoje seu filho trabalhou com o conceito de 
congruência, construindo figuras congruentes em malhas quadriculadas. Em casa, vocês podem 
explorar figuras congruentes e discutir as propriedades dessas formas." 
 
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PROFESSOR(a): 
ESCOLA: 
TEMA: Resolução de problemas envolvendo múltiplos e divisores 
 
Habilidade: EF04MA11 
Justificativa: Desenvolve habilidades algébricas iniciais. 
APRESENTAÇÃO DO TEMA 
 
 
 
 
 
• DEFINIÇÃO DO TEMA: O tema "Resolução de problemas envolvendo 
múltiplos e divisores" busca que os alunos compreendam os conceitos de 
múltiplos e divisores de números inteiros. A aula irá apresentar esses 
conceitos de forma prática, utilizando problemas do cotidiano para facilitar a 
compreensão. 
 
• OBJETIVO DA AULA: O objetivo é que os alunos desenvolvam a habilidade de 
identificar múltiplos e divisores de números e utilizem esse conhecimento 
para resolver problemas simples envolvendo essas operações. Os alunos 
irão aprender a aplicar esses conceitos na resolução de problemas 
matemáticos concretos. 
 
• EIXO DE INTEGRAÇÃO "leitura, produção textual e multimodalidade": 
Durante a resolução dos problemas, os alunos podem ser incentivados a 
escrever explicações sobre os passos utilizados para encontrar os múltiplos 
e divisores de um número, promovendo a integração entre a matemática e a 
expressão escrita. 
 
ESTRUTURA DA AULA 
 
INÍCIO: Introdução aos Múltiplos e Divisores (10 minutos) 
 
• Atividade Inicial: O professor começa explicando o que são múltiplos e divisores. Exemplo: "Os 
múltiplos de um número são os resultados da multiplicação desse número por outros números 
inteiros. Já os divisores são os números que podem dividir um número sem deixar resto." 
• Discussão: O professor pode usar exemplos simples, como os múltiplos de 2 (2, 4, 6, 8…) e os 
divisores de 12 (1, 2, 3, 4, 6, 12). Isso ajuda a esclarecer a diferença entre múltiplos e divisores. 
 
DESENVOLVIMENTO: Resolução de Problemas (20 minutos) 
 
• Atividade Prática: O professor distribui problemas que envolvem múltiplos e divisores, como: 
o "Quais são os múltiplos de 3 até 30?" 
o "Encontre os divisores de 24." 
o "Se você tem 20 balas e quer distribuí-las igualmente entre 4 amigos, quantas balas cada 
um receberá? Quais são os divisores de 20?" 
o Os alunos devem resolver os problemas individualmente ou em duplas, identificando os 
múltiplos e divisores relacionados. 
O professor orienta a turma enquanto eles resolvem os problemas, oferecendo explicações 
conforme necessário. 
 
 
MATEMÁTICA – 4º ANO 
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ENCERRAMENTO: Discussão e Reflexão (10 minutos) 
 
• Exposição dos Trabalhos: Alguns alunos apresentam suas respostas e explicações para a turma, 
mostrando como encontraram os múltiplos e divisores. 
• Reflexão Final: O professor pede aos alunos que pensem em outros exemplos do cotidiano onde 
múltiplos e divisores podem ser úteis, como ao dividir materiaisem pacotes iguais ou ao organizar 
itens em grupos. 
 
RECURSOS DIDÁTICOS 
 
• Cartazes e Quadro Branco: Para ilustrar exemplos de múltiplos e divisores, com listas e 
diagramas. 
• Problemas de Texto: Exemplos de problemas matemáticos simples que envolvem múltiplos e 
divisores. 
• Materiais de Apoio: Fichas de exercícios ou folhas de atividades para os alunos resolverem os 
problemas. 
 
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM 
 
• Observação da Participação: O professor observa como os alunos estão aplicando o conceito de 
múltiplos e divisores durante a resolução dos problemas. 
• Avaliação da Compreensão: Avaliar se os alunos conseguem identificar corretamente múltiplos e 
divisores de diferentes números e aplicar esse conhecimento em problemas matemáticos. 
 
INTERDISCIPLINARIDADE 
 
• Ciências: A resolução de problemas envolvendo múltiplos e divisores pode ser aplicada no estudo 
de padrões na natureza, como o ciclo de vida de alguns seres vivos ou padrões geométricos em 
cristais. 
 
DURAÇÃO DA AULA 
 
Tempo Total: A aula terá uma duração aproximada de 40 minutos, distribuídos da seguinte forma: 
• Início: 10 minutos 
• Desenvolvimento: 20 minutos 
• Encerramento: 10 minutos 
 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO 
 
• Considerações sobre a Diversidade: A atividade pode ser adaptada para alunos com diferentes 
níveis de compreensão matemática, oferecendo problemas mais simples ou mais desafiadores, 
conforme necessário. 
 
INTERAÇÃO COM AS FAMÍLIAS 
 
• Sugestões para Atividades em Casa: Os pais podem ser incentivados a pedir aos alunos para 
identificar múltiplos e divisores em objetos ao seu redor, como ao dividir brinquedos ou alimentos 
entre os membros da família. 
 
 
 
• Exemplo de Comunicação com as Famílias: "Hoje seu filho aprendeu a identificar múltiplos e 
divisores. Em casa, vocês podem procurar exemplos desses conceitos ao dividir itens igualmente 
ou ao observar padrões em objetos e números." 
 
 
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PROFESSOR(a): 
ESCOLA: 
TEMA: Medição de volumes utilizando cubos empilháveis 
 
Habilidade: EF04MA20 
Justificativa: Introduz o conceito de volume. 
APRESENTAÇÃO DO TEMA 
 
 
 
 
 
• DEFINIÇÃO DO TEMA: O tema "Medição de volumes utilizando cubos 
empilháveis" tem como objetivo introduzir o conceito de volume e como 
podemos medi-lo por meio de unidades cúbicas. Utilizando cubos 
empilháveis, os alunos aprenderão a visualizar o volume de diferentes figuras 
tridimensionais e como calcular o espaço que elas ocupam. 
 
• OBJETIVO DA AULA: O objetivo é que os alunos compreendam o conceito de 
volume e sejam capazes de medir o volume de sólidos utilizando cubos 
empilháveis, relacionando o volume com a quantidade de unidades cúbicas 
necessárias para preencher um espaço tridimensional. 
 
• EIXO DE INTEGRAÇÃO "numeração, medição e resolução de problemas": 
A atividade de medição de volumes permite que os alunos integrem a 
medição com a resolução de problemas do cotidiano, utilizando unidades 
cúbicas para quantificar o volume de diferentes objetos e formas. 
 
ESTRUTURA DA AULA 
 
INÍCIO: Introdução ao Conceito de Volume (10 minutos) 
 
• Atividade Inicial: O professor inicia a aula apresentando o conceito de volume e sua importância 
para medir o espaço ocupado por objetos tridimensionais. "O volume nos diz quanto espaço um 
objeto ocupa. Podemos medir o volume de uma caixa, por exemplo, contando quantos cubos 
pequenos cabem dentro dela." 
• Exemplo no Quadro: O professor desenha um cubo no quadro e explica como cada face é 
composta de quadrados e como o volume do cubo é calculado pela quantidade de unidades 
cúbicas que ele pode conter. "Este cubo pode ser preenchido com 8 cubos menores, então o 
volume dele é 8 unidades cúbicas." 
 
DESENVOLVIMENTO: Medição de Volume com Cubos Empilháveis (20 minutos) 
 
• Atividade Prática 1: O professor distribui cubos empilháveis (ou blocos de construção, se 
disponíveis) e pede aos alunos que formem diferentes figuras tridimensionais, como cubos e 
retângulos, utilizando esses cubos. Os alunos devem contar quantos cubos cabem em cada figura 
para determinar o volume. "Agora, formem um cubo com os blocos e contem quantos cubos vocês 
usaram." 
• Atividade Prática 2: O professor desafia os alunos a medir o volume de figuras mais complexas, 
como caixas retangulares, utilizando cubos empilháveis. Eles devem empilhar os cubos dentro das 
caixas e contar a quantidade de cubos para encontrar o volume. "Formem uma caixa retangular e 
digam quantos cubos cabem nela. Como podemos calcular o volume de uma caixa?" 
 
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• Atividade Prática 3: Em grupos, os alunos podem comparar o volume de diferentes figuras que 
construíram, discutindo qual tem maior ou menor volume. "Quais figuras vocês construíram? Qual 
delas tem o maior volume?" 
 
ENCERRAMENTO: Discussão sobre o Volume (10 minutos) 
 
• Exposição dos Trabalhos: Cada grupo ou aluno apresenta as figuras que construíram e explica 
como mediram o volume. O professor faz perguntas para promover a reflexão. "Como vocês 
calcularam o volume das figuras? O que mudou quando a figura tinha mais cubos?" 
• Reflexão Final: O professor reforça o conceito de volume como a quantidade de unidades cúbicas 
necessárias para preencher o espaço de uma figura tridimensional. "Agora que vocês sabem 
calcular o volume, como acham que isso pode ser útil na vida cotidiana?" 
 
RECURSOS DIDÁTICOS 
 
• Cubos Empilháveis: Cubos pequenos de diferentes cores, que podem ser facilmente empilhados 
para formar figuras tridimensionais. 
• Blocos de Construção (se disponíveis): Alternativa para cubos empilháveis, caso os cubos 
específicos não estejam disponíveis. 
• Fichas de Atividades: Folhas com desenhos de figuras tridimensionais para os alunos desenharem 
e medirem o volume. 
 
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM 
 
• Observação da Participação: O professor observa como os alunos se envolvem na construção das 
figuras e na contagem dos cubos, verificando se estão compreendendo o conceito de volume. 
• Avaliação da Capacidade de Medição: O professor avalia se os alunos conseguem medir 
corretamente o volume das figuras construídas, utilizando os cubos empilháveis de forma 
adequada. 
• Interação e Colaboração: Observar como os alunos trabalham em grupo, ajudando-se 
mutuamente na construção das figuras e na medição do volume. 
 
INTERDISCIPLINARIDADE 
 
• Ciências: O conceito de volume pode ser relacionado ao estudo de corpos tridimensionais e ao 
cálculo de volume de líquidos, ampliando a compreensão do espaço e da matéria. 
• Arte: Durante a construção das figuras, os alunos podem explorar sua criatividade, criando 
diferentes formas e figuras geométricas, além de utilizar cores e materiais variados para tornar o 
trabalho mais expressivo. 
 
DURAÇÃO DA AULA 
 
Tempo Total: A aula terá uma duração aproximada de 40 minutos, distribuídos da seguinte forma: 
• Início: 10 minutos 
• Desenvolvimento: 20 minutos 
• Encerramento: 10 minutos 
 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO 
 
• Considerações sobre a Diversidade: A atividade pode ser adaptada para diferentes ritmos de 
aprendizagem, permitindo que alunos com diferentes habilidades participem ativamente. Para 
alunos com dificuldades motoras, pode-se oferecer materiais adaptados ou ajuda para manipular 
os cubos. 
• Adaptação para Necessidades Especiais: Para alunos com deficiência visual, podem ser 
fornecidos cubos com diferentes texturas, ou utilizar cubos em relevo e malhas táteis para garantir 
que todos participem da atividade de forma inclusiva. 
 
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INTERAÇÃO COM AS FAMÍLIAS 
 
• Sugestões paraAtividades em Casa: Os pais podem ser incentivados a explorar o conceito de 
volume com objetos em casa, como caixas ou recipientes, utilizando materiais simples como arroz 
ou feijão para representar as unidades cúbicas. 
• Exemplo de Comunicação com as Famílias: "Hoje seu filho aprendeu a medir o volume de figuras 
usando cubos empilháveis. Em casa, vocês podem explorar diferentes formas e medir o volume de 
objetos, como caixas de brinquedos ou potes de comida." 
 
 
 
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PROFESSOR(a): 
ESCOLA: 
TEMA: Planejamento de cronogramas baseados no calendário escolar 
 
Habilidade: EF04MA22 
Justificativa: Relaciona organização ao tempo. 
APRESENTAÇÃO DO TEMA 
 
 
 
 
 
• DEFINIÇÃO DO TEMA: O tema "Planejamento de cronogramas baseados no 
calendário escolar" visa ensinar os alunos a organizar e planejar suas 
atividades dentro de um cronograma, utilizando o calendário escolar como 
referência. Isso ajuda as crianças a aprenderem a gerenciar o tempo de 
maneira eficiente e a visualizar a duração de atividades ao longo do ano 
letivo. 
 
• OBJETIVO DA AULA: O objetivo é que os alunos compreendam como usar o 
calendário escolar para planejar suas atividades, identificando datas 
importantes como feriados, provas e eventos escolares, e calculando o 
tempo necessário para se preparar para essas atividades. 
 
• EIXO DE INTEGRAÇÃO "matemática e resolução de problemas": A 
atividade proporciona uma oportunidade para os alunos aplicarem o 
conhecimento de leitura de calendário e a habilidade de calcular intervalos 
de tempo, além de desenvolverem a capacidade de planejar atividades de 
forma organizada. 
 
ESTRUTURA DA AULA 
 
INÍCIO: Introdução ao Planejamento com Calendário Escolar (10 minutos) 
 
• Atividade Inicial: O professor apresenta o calendário escolar do ano, destacando as datas 
importantes como feriados, férias e provas. O professor pergunta: "Como podemos usar este 
calendário para organizar nossas atividades? O que devemos considerar ao planejar nossas 
tarefas?" 
• Exemplo Prático: O professor explica como calcular o tempo disponível entre dois eventos 
importantes (exemplo: intervalo entre o início de um projeto e sua data de entrega), mostrando 
como o calendário pode ajudar a planejar atividades de forma eficiente. 
• Discussão: O professor introduz o conceito de cronograma, explicando a diferença entre 
calendário e cronograma e como os dois podem ser usados juntos para organizar o tempo. 
 
DESENVOLVIMENTO: Planejamento de Cronogramas (20 minutos) 
• Atividade Prática: Os alunos recebem uma cópia do calendário escolar do ano e devem, em 
grupos, criar um cronograma de atividades para um projeto fictício ou real (por exemplo, 
planejamento para uma apresentação de fim de ano ou preparação para um evento escolar). Eles 
devem calcular o tempo entre as datas de início e fim das atividades, distribuindo tarefas e 
identificando datas importantes para o projeto. 
 
 
MATEMÁTICA – 4º ANO 
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o Exemplo Prático: "Vamos planejar o tempo que vocês têm para estudar para uma prova. Se 
a prova é no dia 15 de outubro, o que podemos fazer para garantir que estaremos bem 
preparados até lá?" 
• Orientação e Apoio: O professor circula pela sala, ajudando os alunos a calcular intervalos de 
tempo corretamente e a preencher o cronograma de maneira eficiente, ajustando atividades ao 
longo do mês. 
 
ENCERRAMENTO: Apresentação e Discussão dos Cronogramas (10 minutos) 
 
• Exposição dos Trabalhos: Cada grupo apresenta seu cronograma para a turma, explicando como 
dividiram as tarefas e o tempo dedicado a cada uma. 
• Reflexão Final: O professor promove uma discussão sobre a importância de planejar as atividades 
ao longo do ano letivo e como isso pode ajudar na organização pessoal e no cumprimento de 
prazos. "Como o planejamento ajuda a gerenciar melhor o tempo e a evitar o acúmulo de tarefas?" 
 
RECURSOS DIDÁTICOS 
 
• Calendário Escolar: Cópias do calendário escolar do ano. 
• Fichas de Atividades: Fichas com espaço para os alunos criarem seus próprios cronogramas. 
• Materiais de Escrita: Papel, lápis, canetas coloridas para escrever e desenhar no cronograma. 
 
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM 
 
• Observação da Participação: O professor observa como os alunos estão engajados na criação dos 
cronogramas, avaliando sua capacidade de organizar as tarefas e identificar as datas importantes. 
• Avaliação da Compreensão do Conceito: Avaliar se os alunos conseguem calcular corretamente 
os intervalos de tempo e organizar as atividades dentro de um cronograma adequado. 
• Reflexão sobre o Processo: Observar se os alunos conseguem aplicar o conceito de planejamento 
de cronograma em situações do cotidiano, como o planejamento de atividades escolares ou 
familiares. 
 
INTERDISCIPLINARIDADE 
 
• Português: A criação de cronogramas pode envolver a habilidade de redação e planejamento de 
textos, como a descrição de tarefas e metas. 
• Ciências: O planejamento de atividades científicas e experimentos pode ser organizado em 
cronogramas, relacionando o tempo de execução e os passos necessários para completar a 
atividade. 
 
DURAÇÃO DA AULA 
 
Tempo Total: A aula terá uma duração aproximada de 40 minutos, distribuídos da seguinte forma: 
• Início: 10 minutos 
• Desenvolvimento: 20 minutos 
• Encerramento: 10 minutos 
 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO 
 
• Considerações sobre a Diversidade: As atividades são adaptáveis para diferentes níveis de 
habilidade. Alunos com dificuldades podem ser auxiliados na construção dos cronogramas, com 
explicações adicionais sobre como calcular intervalos de tempo e como organizar as tarefas de 
forma simples. 
• Adaptação para Necessidades Especiais: Para alunos com dificuldades motoras ou de leitura, 
pode-se fornecer recursos digitais ou usar cronogramas em formato maior ou mais visível, ou até 
mesmo aplicativos de cronograma para facilitar a organização. 
 
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INTERAÇÃO COM AS FAMÍLIAS 
 
• Sugestões para Atividades em Casa: Os pais podem ser incentivados a praticar com os alunos a 
organização de um cronograma para as atividades familiares, como o planejamento das refeições, 
arrumação da casa ou horário para lazer. 
• Exemplo de Comunicação com as Famílias: "Hoje seu filho trabalhou no planejamento de um 
cronograma escolar. Em casa, vocês podem tentar organizar as atividades da família em um 
cronograma, para ensinar sobre a importância de planejar o tempo." 
 
 
 
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PROFESSOR(a): 
ESCOLA: 
TEMA: Reconhecimento de padrões em sequências numéricas 
 
Habilidade: EF04MA11 
Justificativa: Estimula a observação de regularidades. 
APRESENTAÇÃO DO TEMA 
 
 
 
 
 
• DEFINIÇÃO DO TEMA: O tema "Reconhecimento de padrões em sequências 
numéricas" tem como objetivo ajudar os alunos a identificar e compreender 
padrões numéricos, ou seja, reconhecer repetições e regularidades em 
sequências de números. 
 
• OBJETIVO DA AULA: O objetivo é que os alunos desenvolvam a habilidade de 
identificar e continuar sequências numéricas, entendendo as regularidades e 
aplicando esse conhecimento para resolver problemas matemáticos. 
 
• EIXO DE INTEGRAÇÃO "numeração, medição e resolução de problemas": 
O reconhecimento de padrões em sequências numéricas permite aos alunos 
organizar números e informações, além de melhorar a capacidade de 
resolução de problemas envolvendo números e operações. 
 
ESTRUTURA DA AULA 
 
INÍCIO: Introdução ao Conceito de Padrão (10 minutos) 
 
• Atividade Inicial:O professor apresenta exemplos de sequências numéricas simples, como 2, 4, 6, 
8, 10, e pergunta aos alunos: "O que está acontecendo aqui? O que vocês percebem sobre esses 
números?" 
• Discussão: O professor explica o conceito de padrões, destacando que as sequências numéricas 
seguem uma regra que pode ser observada e repetida. "O que vem depois do número 10 nessa 
sequência? E se começássemos de 1, como seria?" 
• Exemplo: O professor escreve algumas sequências no quadro e pede aos alunos para identificar a 
regularidade, como: 5, 10, 15, 20 (adicionando 5 a cada vez). 
 
DESENVOLVIMENTO: Identificação de Padrões e Continuação de Sequências (20 minutos) 
 
• Atividade Prática: Os alunos são divididos em duplas ou grupos e recebem diferentes sequências 
numéricas para continuar ou criar seus próprios padrões. Exemplos de sequências para trabalhar 
com os alunos: 
o 3, 6, 9, __, __ 
o 1, 4, 7, __, __ 
o 10, 20, 30, __, __ 
o 2, 5, 8, __, __ 
• Orientação do Professor: O professor circula pela sala, ajudando os alunos a identificar os 
padrões e a aplicar as regras para continuar as sequências corretamente. "Quais números você 
acha que deveriam vir depois? Por que você escolheu esses números?" 
 
 
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ENCERRAMENTO: Discussão dos Resultados e Reflexão (10 minutos) 
 
• Exposição das Respostas: Alguns alunos apresentam suas sequências e explicam como 
identificaram o padrão. 
• Reflexão Final: O professor encerra a aula reforçando a ideia de que os padrões estão presentes 
em muitos aspectos da matemática e do cotidiano. "Onde vocês já viram esses padrões fora da 
sala de aula? Como podemos usar o conhecimento dos padrões para resolver problemas?" 
 
RECURSOS DIDÁTICOS 
 
• Cartões de Sequências Numéricas: Fichas ou cartões com sequências numéricas para os alunos 
analisarem e completarem. 
• Materiais de Escrita: Lápis, canetas, borrachas e papel para os alunos anotarem suas respostas e 
raciocínios. 
• Quadro ou Cartaz: Para escrever e ilustrar as sequências numéricas e discussões em grupo. 
 
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM 
 
• Observação da Participação: O professor observa como os alunos identificam e continuam as 
sequências numéricas, verificando se eles compreendem o conceito de padrão e aplicam 
corretamente a regra da sequência. 
• Avaliação das Soluções: Avaliar se os alunos conseguem continuar as sequências corretamente, 
explicando a lógica utilizada para identificar o padrão. 
 
INTERDISCIPLINARIDADE 
 
• Ciências: O reconhecimento de padrões pode ser relacionado ao estudo de fenômenos naturais e 
experimentos científicos que envolvem sequências, como a repetição de ciclos de vida de plantas 
ou animais. 
 
DURAÇÃO DA AULA 
 
Tempo Total: A aula terá uma duração aproximada de 40 minutos, distribuídos da seguinte forma: 
• Início: 10 minutos 
• Desenvolvimento: 20 minutos 
• Encerramento: 10 minutos 
 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO 
 
• Considerações sobre a Diversidade: O professor pode adaptar os exemplos e as atividades para 
incluir diferentes contextos e realidades dos alunos, garantindo que todos compreendam a 
aplicação dos padrões. 
• Adaptação para Necessidades Especiais: Para alunos com dificuldades de leitura, o professor 
pode usar recursos visuais, como gráficos ou representações pictográficas de padrões, e permitir o 
uso de materiais manipulativos para facilitar a compreensão. 
 
INTERAÇÃO COM AS FAMÍLIAS 
 
• Sugestões para Atividades em Casa: Os pais podem sugerir que os alunos encontrem padrões no 
cotidiano, como nas roupas, em objetos ao redor da casa ou até na natureza, e tentem continuar as 
sequências. 
• Exemplo de Comunicação com as Famílias: "Hoje seu filho aprendeu sobre padrões em 
sequências numéricas. Em casa, vocês podem explorar juntos padrões em objetos ou atividades 
cotidianas." 
 
 
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PROFESSOR(a): 
ESCOLA: 
TEMA: Identificação de relações de proporcionalidade direta 
 
Habilidade: EF04MA12 
Justificativa: Introduz noções iniciais de razão. 
APRESENTAÇÃO DO TEMA 
 
 
 
 
 
• DEFINIÇÃO DO TEMA: O tema "Identificação de relações de 
proporcionalidade direta" envolve a compreensão de como duas grandezas 
podem se relacionar de forma que, quando uma aumenta, a outra também 
aumenta na mesma proporção, ou quando uma diminui, a outra diminui. 
Esse conceito é a base para o estudo de razões e proporções, fundamentais 
na resolução de muitos problemas do cotidiano, como ao dividir alimentos 
ou medir ingredientes. 
 
• OBJETIVO DA AULA: O objetivo é que os alunos compreendam a noção de 
proporcionalidade direta, identificando situações no cotidiano em que uma 
quantidade está diretamente relacionada a outra, e aprendam a resolver 
problemas simples envolvendo esse conceito. 
 
• EIXO DE INTEGRAÇÃO "numeração, medição e resolução de problemas": 
A aula envolve a aplicação da razão e da proporcionalidade para resolver 
problemas práticos do dia a dia. Ao aprender a identificar relações de 
proporcionalidade direta, os alunos desenvolvem habilidades para resolver 
questões de medição e numeração em contextos reais. 
 
ESTRUTURA DA AULA 
 
INÍCIO: Introdução à Proporcionalidade Direta (10 minutos) 
 
• Atividade Inicial: O professor apresenta uma situação do cotidiano, como "Se 2 maçãs custam R$ 
4,00, quanto custariam 4 maçãs?" O objetivo é fazer os alunos perceberem que o preço aumenta 
proporcionalmente ao número de maçãs. 
• Discussão: O professor explica o conceito de proporcionalidade direta: quando uma quantidade 
aumenta, a outra também aumenta na mesma proporção, e o mesmo acontece quando diminui. 
Usar exemplos simples para ilustrar o conceito, como a quantidade de tinta necessária para pintar 
uma área proporcional ao tamanho da área a ser pintada. 
 
DESENVOLVIMENTO: Exploração de Problemas de Proporcionalidade Direta (20 minutos) 
• Atividade Prática: O professor distribui cartões com diferentes situações-problema relacionadas à 
proporcionalidade direta (exemplo: "Se 3 garrafas de suco custam R$ 12,00, quanto custam 6 
garrafas?"). 
• Atividade em Grupo: Os alunos, em grupos, resolvem as questões aplicando o conceito de 
proporcionalidade direta. Devem identificar como a mudança em uma quantidade (número de 
garrafas, por exemplo) afeta a outra (o valor pago). 
 
 
MATEMÁTICA – 4º ANO 
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• Orientação e Apoio: O professor circula entre os grupos, ajudando-os a identificar a relação de 
proporcionalidade direta nas questões. Pode também sugerir métodos para resolver as questões, 
como multiplicar ou dividir de acordo com a relação de aumento proporcional. 
 
ENCERRAMENTO: Consolidação do Conceito e Discussão Final (10 minutos) 
 
• Reflexão: O professor faz uma breve revisão sobre a proporcionalidade direta, destacando as 
principais características e reforçando o conceito com exemplos do cotidiano dos alunos. 
• Exercício de Fixação: Os alunos resolvem um exercício final individualmente, onde precisam 
aplicar a proporcionalidade direta em uma nova situação-problema, como: "Se 5 pacotes de 
biscoito custam R$ 25,00, quanto custam 7 pacotes?" 
• Discussão Final: O professor verifica se todos os alunos conseguiram identificar as relações de 
proporcionalidade e resolver as questões de forma adequada. 
 
RECURSOS DIDÁTICOS 
 
• Cartões com Situações-Problema: Situações-problema simples e concretas que envolvem 
proporcionalidade direta, como compras, quantidades de ingredientes, distâncias, etc. 
• Material de Apoio: Quadro branco ou flipchart para ilustrar as situações e resolver problemas com 
os alunos. 
• Materiais de Cálculo: Papel, lápis e canetaspara os alunos resolverem os exercícios. 
 
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM 
 
• Observação da Participação: O professor observa a participação dos alunos nas discussões e na 
resolução dos problemas, verificando a compreensão do conceito de proporcionalidade direta. 
• Avaliação das Respostas: A avaliação será focada na capacidade dos alunos de identificar 
relações de proporcionalidade direta e de aplicar esse conhecimento para resolver problemas 
práticos. 
• Exercício Final: A avaliação final será feita com base na resolução do exercício individual, onde os 
alunos precisam aplicar o conceito de proporcionalidade direta em uma nova situação. 
 
INTERDISCIPLINARIDADE 
 
• Ciências: A proporcionalidade direta pode ser aplicada em situações científicas, como a diluição 
de substâncias ou o aumento da temperatura em um experimento. 
• Geografia: No estudo de escalas e distâncias em mapas, os alunos podem entender como 
distâncias proporcionais são representadas em gráficos e mapas. 
 
DURAÇÃO DA AULA 
 
Tempo Total: A aula terá uma duração aproximada de 40 minutos, distribuídos da seguinte forma: 
• Início: 10 minutos 
• Desenvolvimento: 20 minutos 
• Encerramento: 10 minutos 
 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO 
 
• Considerações sobre a Diversidade: A aula oferece oportunidades para alunos com diferentes 
ritmos de aprendizagem, já que os problemas podem ser resolvidos de formas variadas. O uso de 
exemplos concretos facilita a compreensão. 
• Adaptação para Necessidades Especiais: Para alunos com dificuldades de cálculo, o professor 
pode fornecer materiais de apoio como tabelas ou exemplos visuais que ajudem a entender a 
relação de proporcionalidade. 
 
 
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INTERAÇÃO COM AS FAMÍLIAS 
 
• Sugestões para Atividades em Casa: Os pais podem ser incentivados a discutir em casa 
situações de proporcionalidade, como dividir o valor de uma conta de supermercado entre os 
membros da família ou comparar preços de diferentes produtos em promoção. 
• Exemplo de Comunicação com as Famílias: "Hoje seu filho aprendeu sobre proporcionalidade 
direta. Sugerimos que pratiquem juntos situações em casa onde possam comparar quantidades e 
valores, como na hora de fazer compras." 
 
 
 
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PROFESSOR(a): 
ESCOLA: 
TEMA: Planejamento de mapas representando a vizinhança 
 
Habilidade: EF04MA16 
Justificativa: Desenvolve habilidades de localização espacial. 
APRESENTAÇÃO DO TEMA 
 
 
 
 
 
• DEFINIÇÃO DO TEMA: O tema "Planejamento de mapas representando a 
vizinhança" foca no desenvolvimento das habilidades de leitura e criação de 
mapas, ajudando os alunos a compreender a relação espacial entre 
diferentes locais e elementos dentro de um espaço. Os alunos serão 
incentivados a planejar e representar sua vizinhança ou a escola em um 
mapa, aplicando conceitos de localização e orientação. 
 
• OBJETIVO DA AULA: O objetivo é que os alunos aprendam a representar, de 
forma simples, a vizinhança ou o espaço escolar em um mapa, utilizando 
pontos de referência e elementos característicos. A aula também busca 
promover a prática de análise e orientação espacial, desenvolvendo a 
capacidade de interpretar e criar representações gráficas de locais. 
 
• EIXO DE INTEGRAÇÃO "numeração, medição e resolução de problemas": 
A atividade possibilita a integração da matemática com o espaço ao trabalhar 
com representações cartográficas, utilizando conceitos geométricos e de 
localização, além de estimular o pensamento crítico para resolver problemas 
de orientação e espacialidade. 
 
ESTRUTURA DA AULA 
 
INÍCIO: Introdução ao Conceito de Mapas (10 minutos) 
 
• Atividade Inicial: O professor inicia com a pergunta: "O que é um mapa? Como ele nos ajuda a 
entender o espaço em que vivemos?" 
• Discussão: O professor explica o conceito de mapas e como eles ajudam a representar lugares, 
distâncias e pontos de referência. Pode-se mostrar diferentes tipos de mapas, como o mapa da 
escola, da vizinhança ou de uma cidade, explicando como ler e interpretar esses mapas. 
 
DESENVOLVIMENTO: Criação do Mapa da Vizinhança (20 minutos) 
 
• Atividade Prática: Os alunos serão divididos em grupos e orientados a criar um mapa simples da 
vizinhança ou da escola. Eles devem identificar pontos de referência importantes, como ruas, 
praças, comércios, ou áreas da escola (como a biblioteca, pátio, etc.), e representá-los no mapa. 
o Passos para a atividade: 
1. Identificar os principais pontos de referência. 
2. Planejar a posição desses pontos no mapa. 
3. Utilizar símbolos simples para representar os locais (como um quadrado para uma 
casa, um círculo para uma praça, etc.). 
 
 
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• Orientação e Apoio: O professor orienta os alunos a pensar sobre as distâncias entre os pontos e a 
maneira mais clara de representá-los no papel. Também pode usar o quadro para desenhar um 
exemplo simples de mapa, explicando a legenda e os símbolos. 
 
ENCERRAMENTO: Apresentação e Discussão dos Mapas (10 minutos) 
 
• Exposição dos Mapas: Cada grupo apresenta o seu mapa para a turma, explicando os pontos de 
referência escolhidos e como organizaram a representação espacial. 
• Reflexão Final: O professor pergunta aos alunos o que aprenderam ao criar o mapa e como eles 
poderiam melhorar a representação de lugares em um mapa. "Quais desafios vocês encontraram 
ao planejar e desenhar o mapa? Como vocês decidiram a localização dos pontos de referência?" 
 
RECURSOS DIDÁTICOS 
 
• Material para Desenho: Papel em branco, lápis, borracha, canetas coloridas, régua. 
• Exemplos de Mapas: Mapas simples para apresentar aos alunos, como um mapa da escola ou de 
uma cidade, que podem ser usados para explicar a criação e leitura de mapas. 
• Computadores ou Tablets (se disponíveis): Para apresentar exemplos digitais de mapas e realizar 
atividades interativas de mapeamento. 
 
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM 
 
• Observação da Participação: O professor observa como os alunos participam na criação e na 
discussão dos mapas, verificando sua capacidade de aplicar conceitos de localização e 
representação espacial. 
• Avaliação da Criatividade e Clareza: A avaliação será focada na capacidade dos alunos de 
representar corretamente os pontos de referência e a organização do mapa, além da clareza na 
explicação de sua criação. 
 
INTERDISCIPLINARIDADE 
 
• Geografia: O tema está diretamente relacionado à disciplina de Geografia, onde se estuda a leitura 
de mapas e a compreensão de espaços geográficos, ajudando os alunos a conectar a Matemática 
à representação do espaço. 
• História: Ao criar um mapa, os alunos podem identificar e refletir sobre a história local da 
vizinhança ou da escola, ligando a atividade à história do lugar. 
 
DURAÇÃO DA AULA 
 
Tempo Total: A aula terá uma duração aproximada de 40 minutos, distribuídos da seguinte forma: 
• Início: 10 minutos 
• Desenvolvimento: 20 minutos 
• Encerramento: 10 minutos 
 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO 
 
• Considerações sobre a Diversidade: O tema oferece uma oportunidade de trabalhar com alunos 
de diferentes realidades e contextos, permitindo que cada grupo crie um mapa com base em suas 
próprias experiências e vivências. 
• Adaptação para Necessidades Especiais: Para alunos com dificuldades de leitura e escrita, pode-
se fornecer apoio adicional, como a utilização de imagens ou símbolos para representar os pontos 
de referência, e o uso de tablets ou recursos visuais para apoiar a criação do mapa. 
 
 
 
 
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ALFABETINHO ® - 2025 Todos os direitos reservados © 64INTERAÇÃO COM AS FAMÍLIAS 
 
• Sugestões para Atividades em Casa: Os pais podem ser incentivados a fazer um passeio pela 
vizinhança com seus filhos, ajudando-os a identificar e desenhar os pontos de referência 
importantes para eles. 
• Exemplo de Comunicação com as Famílias: "Hoje seu filho trabalhou na criação de um mapa da 
vizinhança. Vocês podem explorar juntos a área em que moram, ajudando-o a identificar lugares e 
pontos importantes para incluir no mapa." 
 
 
 
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PROFESSOR(a): 
ESCOLA: 
TEMA: Resolução de problemas práticos com frações 
 
Habilidade: EF04MA09 
Justificativa: Relaciona conceitos matemáticos ao cotidiano. 
APRESENTAÇÃO DO TEMA 
 
 
 
 
 
• DEFINIÇÃO DO TEMA: O tema "Resolução de problemas práticos com 
frações" visa ensinar os alunos a aplicarem conceitos de frações em 
situações do dia a dia. Os alunos aprenderão a identificar, representar e 
calcular frações em problemas cotidianos, como dividir uma pizza, 
compartilhar brinquedos ou dividir tempo e dinheiro de forma justa. 
 
• OBJETIVO DA AULA: Desenvolver a capacidade dos alunos de resolver 
problemas práticos utilizando frações, ajudando-os a perceber a importância 
das frações no cotidiano e como elas podem ser aplicadas em diversas 
situações. 
 
• EIXO DE INTEGRAÇÃO "leitura, produção textual e argumentação": A 
atividade também envolve a leitura de problemas e a produção de soluções, 
permitindo que os alunos argumentem e justifiquem suas respostas ao 
resolverem os problemas propostos. 
 
ESTRUTURA DA AULA 
 
INÍCIO: Introdução às Frações no Cotidiano (10 minutos) 
 
• Atividade Inicial: O professor começa a aula mostrando exemplos simples de frações no 
cotidiano, como dividir uma pizza ou uma barra de chocolate entre amigos. "Se tivermos 4 pedaços 
de pizza e 2 pessoas, quantos pedaços cada um recebe?" 
• Discussão: Explicar o que são frações e como elas representam partes de um todo. Perguntar aos 
alunos onde eles já ouviram falar de frações em seu dia a dia. 
 
DESENVOLVIMENTO: Resolução de Problemas Práticos com Frações (20 minutos) 
 
• Atividade Prática: Os alunos serão desafiados a resolver problemas práticos envolvendo frações. 
Exemplos de problemas incluem: 
o "Em uma caixa com 12 balas, se 4 forem de morango e 8 de chocolate, qual fração da caixa é 
de balas de morango?" 
o "Divida 1 hora em 4 partes iguais. Quantos minutos cada parte terá?" 
o "Em uma receita, se uma pizza é dividida em 8 fatias e você comeu 3, qual fração da pizza 
você comeu?" 
• Orientação e Apoio: O professor circula pela turma, auxiliando os alunos na identificação das 
frações nos problemas e orientando-os sobre como fazer os cálculos corretamente. 
 
 
 
MATEMÁTICA – 4º ANO 
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ENCERRAMENTO: Discussão e Reflexão sobre as Respostas (10 minutos) 
 
• Exposição das Soluções: Cada aluno ou grupo de alunos apresenta suas soluções para os 
problemas propostos, explicando como chegaram à resposta. 
• Reflexão Final: O professor conduz uma breve discussão sobre como as frações ajudam a resolver 
problemas do cotidiano e como podemos usar essas habilidades em situações práticas. 
 
RECURSOS DIDÁTICOS 
 
• Problemas Práticos Escritos: Cartões ou folhas com problemas que envolvem frações no 
cotidiano. 
• Materiais Visuais: Imagens de pizzas, barras de chocolate ou outros exemplos de frações visuais 
para facilitar a compreensão. 
• Material para Desenho: Papel, lápis, régua para desenhar representações de frações. 
 
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM 
 
• Observação da Participação: O professor observa como os alunos estão se saindo ao resolver os 
problemas e como conseguem aplicar o conceito de frações de maneira prática. 
• Avaliação das Soluções: A avaliação será baseada na capacidade dos alunos de compreender a 
ideia de frações e aplicar esse conhecimento para resolver problemas de maneira correta e clara. 
• Reflexão Crítica: O professor verifica se os alunos conseguem entender a utilidade das frações no 
cotidiano e aplicar os conceitos de maneira funcional. 
 
INTERDISCIPLINARIDADE 
 
• Ciências: O conceito de frações pode ser aplicado na divisão de quantidades em experimentos ou 
na explicação de fenômenos que envolvem divisão e proporção. 
• Arte: Trabalhar com frações em arte, como ao dividir formas ou espaços para criar desenhos ou 
colagens, pode ajudar a tornar o conceito mais visual e prático. 
 
DURAÇÃO DA AULA 
 
Tempo Total: A aula terá uma duração aproximada de 40 minutos, distribuídos da seguinte forma: 
• Início: 10 minutos 
• Desenvolvimento: 20 minutos 
• Encerramento: 10 minutos 
 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO 
 
• Considerações sobre a Diversidade: O tema é acessível a todos os alunos, com exemplos 
práticos e visuais que ajudam na compreensão dos conceitos de frações. 
• Adaptação para Necessidades Especiais: Para alunos com dificuldades de leitura e escrita, pode-
se utilizar recursos visuais, como frações representadas por desenhos, ou permitir que os alunos 
façam os cálculos utilizando materiais manipuláveis. 
 
INTERAÇÃO COM AS FAMÍLIAS 
 
• Sugestões para Atividades em Casa: Os pais podem ser incentivados a pedir aos alunos para 
resolverem problemas práticos envolvendo frações em casa, como dividir alimentos ou objetos de 
maneira proporcional. 
• Exemplo de Comunicação com as Famílias: "Hoje seu filho trabalhou com frações em situações 
cotidianas. Em casa, vocês podem pedir a ele para dividir objetos ou alimentos em frações e 
explicar como fez." 
 
 
Conteúdo licenciado para Evelyn Batista Cabral - 042.820.152-09Grupo: Os alunos, divididos em pequenos grupos, trabalham com diferentes 
números, decompondo-os em potências de 10. Eles devem escrever a forma expandida e compor 
números a partir das potências de 10 fornecidas. 
 
 
MATEMÁTICA – 4º ANO 
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• Orientação e Apoio: O professor circula pela sala, orientando os alunos e explicando dúvidas, 
reforçando a decomposição e composição dos números. 
 
ENCERRAMENTO: Reflexão e Discussão Final (10 minutos) 
 
• Discussão Final: O professor pede para alguns alunos apresentarem as composições e 
decomposições feitas e explica a importância de entender o valor posicional de cada número. 
"Como vocês acham que a decomposição de números facilita a nossa compreensão dos 
mesmos?" 
• Reflexão Final: Reforçar que a compreensão das potências de 10 é essencial para o entendimento 
da ordem dos números e seu valor posicional. "Por que é importante saber como decompor um 
número usando potências de 10?" 
 
RECURSOS DIDÁTICOS 
 
• Cartões com Números: Cartões com números para que os alunos possam praticar a 
decomposição e composição. 
• Quadro ou Lousa: Para escrever os exemplos e mostrar como os números podem ser 
decompostos em potências de 10. 
• Fichas de Potências de 10: Fichas ilustrativas mostrando 10, 100, 1000, etc., para ajudar na 
visualização do conceito de potências de 10. 
 
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM 
 
• Observação da Participação: O professor observa como os alunos estão engajados na 
decomposição e composição dos números, verificando se eles compreendem como usar 
potências de 10. 
• Avaliação da Compreensão do Conceito: Avaliar se os alunos conseguem decompor números 
corretamente utilizando potências de 10, tanto na forma expandida quanto na composta. 
• Reflexão sobre o Processo: Observar se os alunos conseguem aplicar os conceitos de 
decomposição e composição em situações cotidianas ou problemas simples. 
 
INTERDISCIPLINARIDADE 
 
• Ciências: O estudo das potências de 10 pode ser relacionado a áreas da ciência, como a medida 
de distâncias no espaço, onde os números podem ser representados em potências de 10. 
• Geografia: Os alunos podem aplicar o conceito de potências de 10 ao estudar escalas de mapas e 
distâncias geográficas, onde as unidades de medida frequentemente envolvem múltiplos de 10. 
 
DURAÇÃO DA AULA 
 
Tempo Total: A aula terá uma duração aproximada de 40 minutos, distribuídos da seguinte forma: 
• Início: 10 minutos 
• Desenvolvimento: 20 minutos 
• Encerramento: 10 minutos 
 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO 
 
• Considerações sobre a Diversidade: A atividade é acessível a alunos com diferentes ritmos de 
aprendizagem. Para aqueles que necessitam de mais apoio, pode-se usar materiais visuais, como 
fichas ilustrativas ou calculadoras, para facilitar a compreensão. 
• Adaptação para Necessidades Especiais: Para alunos com dificuldades de leitura ou escrita, o 
professor pode fornecer materiais com maior apoio visual e simplificar os números utilizados nas 
atividades. 
 
 
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INTERAÇÃO COM AS FAMÍLIAS 
 
• Sugestões para Atividades em Casa: Os pais podem ser incentivados a pedir aos alunos que 
decomponham números de objetos ao redor de casa, como o preço de um produto, utilizando 
potências de 10 para explicar os valores das dezenas, centenas, etc. 
• Exemplo de Comunicação com as Famílias: "Hoje seu filho aprendeu a decompor números 
utilizando potências de 10. Em casa, você pode praticar com ele decompondo o preço dos 
produtos ou outros números que aparecem no dia a dia." 
 
 
 
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PROFESSOR(a): 
ESCOLA: 
TEMA: Resolução de problemas envolvendo adição e subtração 
 
Habilidade: EF04MA03 
Justificativa: Desenvolve estratégias diversas de cálculo. 
APRESENTAÇÃO DO TEMA 
 
 
 
 
 
• DEFINIÇÃO DO TEMA: O tema "Resolução de problemas envolvendo adição 
e subtração" visa desenvolver a capacidade dos alunos de resolver 
problemas matemáticos que envolvem as operações de adição e subtração, 
utilizando diferentes estratégias de cálculo. 
 
• OBJETIVO DA AULA: O objetivo é que os alunos resolvam problemas 
matemáticos de adição e subtração, aplicando estratégias diversas e 
compreendendo o significado das operações dentro do contexto das 
situações-problema. 
 
• EIXO DE INTEGRAÇÃO "numeração, medição e resolução de problemas": 
A resolução de problemas com adição e subtração permite que os alunos 
utilizem o conhecimento de números e operações matemáticas para resolver 
situações práticas e cotidianas. 
 
ESTRUTURA DA AULA 
 
INÍCIO: Apresentação do Conceito de Problema (10 minutos) 
 
• Atividade Inicial: O professor começa a aula explicando o que é um problema matemático e como 
identificar as operações necessárias para resolvê-lo. "Quando a gente fala em resolver um 
problema, o que é que devemos procurar? Como sabemos se devemos somar ou subtrair?" 
• Exemplo: O professor apresenta um problema simples no quadro: "Maria tem 15 balas e ganha 
mais 8. Quantas balas ela tem agora?" A turma discute qual operação utilizar (adição) e como 
resolver. 
 
DESENVOLVIMENTO: Resolução de Problemas (20 minutos) 
 
• Atividade Prática: Os alunos são distribuídos em duplas e recebem uma série de problemas para 
resolver. Os problemas podem envolver situações como o cálculo de troco, o total de itens 
comprados, a comparação de quantidades, etc. Exemplos de problemas: 
o "João tinha 30 figurinhas. Ele deu 12 para seu amigo. Quantas figurinhas ele tem agora?" 
o "Uma loja vendeu 150 camisetas em uma semana e 200 na semana seguinte. Quantas 
camisetas a loja vendeu no total?" 
• Estratégias de Cálculo: O professor circula pela sala, auxiliando os alunos a escolherem a 
operação correta e a resolverem os problemas de maneira eficiente, utilizando a adição ou a 
subtração. 
 
 
 
MATEMÁTICA – 4º ANO 
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ENCERRAMENTO: Discussão e Reflexão (10 minutos) 
 
• Exposição das Soluções: Alguns alunos apresentam suas soluções no quadro, explicando o 
raciocínio que utilizaram para resolver o problema. 
• Reflexão Final: O professor faz uma revisão sobre a importância de escolher a operação correta 
para resolver um problema e como isso ajuda no nosso dia a dia. "Como podemos saber quando 
devemos somar e quando devemos subtrair? Como essas operações ajudam a resolver problemas 
práticos?" 
 
RECURSOS DIDÁTICOS 
 
• Fichas de Problemas: Cartões ou folhas com problemas matemáticos para os alunos resolverem. 
• Materiais de Escrita: Lápis, canetas coloridas, borracha, e régua para resolver os problemas. 
• Quadro ou Cartaz: Para ilustrar os problemas e as soluções. 
 
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM 
 
• Observação da Participação: O professor observa como os alunos estão aplicando as estratégias 
de cálculo e resolvendo os problemas, verificando se escolhem a operação correta. 
• Avaliação das Soluções: Avaliar se os alunos conseguem resolver os problemas de forma clara, 
explicando suas escolhas de operações e estratégias de cálculo. 
• Compreensão dos Conceitos: Observar se os alunos demonstram entendimento sobre quando 
utilizar adição ou subtração em diferentes contextos. 
 
INTERDISCIPLINARIDADE 
 
• Língua Portuguesa: Os alunos podem escrever um resumo sobre os problemas que resolveram, 
desenvolvendo a capacidade de se expressar por meio da escrita. 
• Ciências: O conceito de resolução de problemas pode ser utilizado em situações de ciências, 
como calcular a quantidade de materiais necessários para realizar um experimento ou medir o 
tempo necessáriopara um processo. 
 
DURAÇÃO DA AULA 
 
Tempo Total: A aula terá uma duração aproximada de 40 minutos, distribuídos da seguinte forma: 
• Início: 10 minutos 
• Desenvolvimento: 20 minutos 
• Encerramento: 10 minutos 
 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO 
 
• Considerações sobre a Diversidade: O professor pode oferecer exemplos de problemas que 
contemplem diferentes realidades sociais e culturais dos alunos, tornando a aprendizagem mais 
inclusiva e acessível. 
• Adaptação para Necessidades Especiais: Para alunos com dificuldades de leitura, o professor 
pode ler os problemas em voz alta, oferecendo apoio individual na interpretação. Para alunos com 
dificuldades motoras, pode-se utilizar recursos digitais para resolver os problemas. 
 
INTERAÇÃO COM AS FAMÍLIAS 
 
• Sugestões para Atividades em Casa: Os pais podem ajudar os alunos a resolver problemas 
cotidianos em casa, como calcular o valor total das compras ou medir o tempo para realizar 
atividades domésticas. 
• Exemplo de Comunicação com as Famílias: "Hoje seu filho aprendeu a resolver problemas 
envolvendo adição e subtração. Em casa, vocês podem praticar juntos, como calcular o troco das 
compras ou contar o total de itens em um conjunto." 
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PROFESSOR(a): 
ESCOLA: 
TEMA: Relação entre multiplicação e divisão em problemas práticos 
 
Habilidade: EF04MA04 
Justificativa: Reforça a compreensão das operações inversas. 
APRESENTAÇÃO DO TEMA 
 
 
 
 
 
• DEFINIÇÃO DO TEMA: O tema "Relação entre multiplicação e divisão em 
problemas práticos" aborda como essas duas operações matemáticas estão 
interligadas e podem ser usadas de forma complementar na resolução de 
problemas do cotidiano. A compreensão da relação entre multiplicação e 
divisão ajuda a entender como resolver situações práticas em que é 
necessário calcular quantidades, dividir recursos ou repartir objetos de 
maneira equitativa. 
 
• OBJETIVO DA AULA: O objetivo é que os alunos compreendam a relação 
entre a multiplicação e a divisão, utilizando essas operações para resolver 
problemas práticos. A aula busca fortalecer a compreensão de que essas 
operações são inversas, e a prática ajudará a consolidar o raciocínio sobre 
como usá-las de forma eficiente. 
 
• EIXO DE INTEGRAÇÃO "numeração, medição e resolução de problemas": 
A atividade permite que os alunos pratiquem a resolução de problemas 
envolvendo multiplicação e divisão, utilizando essas operações de forma 
interligada para resolver situações cotidianas e entender sua aplicabilidade 
em diferentes contextos. 
 
ESTRUTURA DA AULA 
 
INÍCIO: Introdução às Operações Inversas (10 minutos) 
 
• Atividade Inicial: O professor apresenta uma situação-problema simples, como: "Se temos 12 
maçãs e precisamos dividir igualmente entre 4 amigos, quantas maçãs cada um vai receber?" Em 
seguida, explica que a divisão é o oposto da multiplicação. O aluno pode verificar que 4 amigos 
multiplicados por 3 maçãs resultam em 12, estabelecendo a conexão entre ambas as operações. 
• Discussão: O professor explica como a multiplicação e a divisão são operações inversas, ou seja, a 
multiplicação pode ser desfeita pela divisão, e vice-versa. 
 
DESENVOLVIMENTO: Resolução de Problemas Práticos (20 minutos) 
• Atividade Prática: Os alunos são divididos em grupos e recebem problemas práticos que envolvem 
tanto multiplicação quanto divisão. Exemplos de problemas incluem: 
o "Se um pacote tem 6 bolachas e você tem 5 pacotes, quantas bolachas você tem ao todo?" 
(multiplicação) 
o "Se você tem 24 bolachas e quer dividir igualmente entre 4 amigos, quantas bolachas cada 
um vai receber?" (divisão) 
 
 
MATEMÁTICA – 4º ANO 
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• Orientação e Apoio: O professor acompanha os grupos, ajudando os alunos a identificar qual 
operação usar em cada situação e como a multiplicação e a divisão se complementam. 
 
ENCERRAMENTO: Reflexão e Aplicação (10 minutos) 
 
• Discussão Final: O professor faz uma revisão com os alunos sobre a relação entre multiplicação e 
divisão, perguntando como uma operação pode ajudar a resolver problemas que envolvem a outra. 
A ideia é reforçar a compreensão de que, ao conhecer uma operação, podemos facilmente resolver 
o problema com a operação inversa. 
• Atividade de Fixação: Os alunos resolvem um exercício individual com questões de multiplicação 
e divisão relacionadas entre si. 
 
RECURSOS DIDÁTICOS 
 
• Problemas Impressos: Folhas com situações-problema envolvendo multiplicação e divisão. 
• Materiais para Apoio: Cartazes ou quadros brancos para ilustrar as relações entre as operações. 
• Recursos Digitais (se disponíveis): Jogos interativos ou vídeos que expliquem a relação entre 
multiplicação e divisão. 
 
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM 
 
• Observação da Participação: O professor observa a participação dos alunos nas discussões e na 
resolução dos problemas, verificando a compreensão das operações e a relação entre elas. 
• Avaliação das Soluções: O professor avalia a precisão das respostas, observando se os alunos 
aplicaram corretamente as operações de multiplicação e divisão nos problemas práticos. 
• Reflexão sobre a Relação entre as Operações: O professor verifica se os alunos conseguem 
explicar a relação entre multiplicação e divisão e como elas se complementam para resolver 
problemas. 
 
INTERDISCIPLINARIDADE 
 
• Ciências: Em atividades que envolvem o cálculo de quantidades (como medir ingredientes para 
uma receita ou calcular a quantidade de material necessário para uma construção), a relação entre 
multiplicação e divisão pode ser aplicada. 
• Geografia: No estudo da distribuição de recursos ou na divisão de territórios em diferentes partes, 
a multiplicação e a divisão podem ser úteis para calcular áreas ou repartir recursos igualmente. 
 
DURAÇÃO DA AULA 
 
Tempo Total: A aula terá uma duração aproximada de 40 minutos, distribuídos da seguinte forma: 
• Início: 10 minutos 
• Desenvolvimento: 20 minutos 
• Encerramento: 10 minutos 
 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO 
 
• Considerações sobre a Diversidade: A aula pode ser adaptada para diferentes níveis de 
habilidade. Para alunos com dificuldades de compreensão, pode-se usar materiais visuais, como 
ilustrações ou objetos concretos, para ajudar na visualização dos problemas. 
• Adaptação para Necessidades Especiais: Para alunos com dificuldades de leitura e escrita, pode-
se oferecer apoio adicional, como ler os problemas em voz alta ou fornecer soluções modeladas 
para visualização. 
 
 
 
 
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INTERAÇÃO COM AS FAMÍLIAS 
 
• Sugestões para Atividades em Casa: Os pais podem ser incentivados a propor problemas 
práticos de multiplicação e divisão em situações cotidianas, como calcular o total de itens em 
pacotes de compras ou dividir alimentos para a família. 
• Exemplo de Comunicação com as Famílias: "Hoje seu filho trabalhou com a relação entre 
multiplicação e divisão. Sugerimos que resolvam juntos problemas práticos em casa que envolvam 
essas operações." 
 
 
 
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PROFESSOR(a): 
ESCOLA: 
TEMA: Problemas de contagem e agrupamento 
 
Habilidade: EF04MA08 
Justificativa: Estimula a análise combinatória inicial. 
APRESENTAÇÃO DO TEMA 
 
 
 
 
 
• DEFINIÇÃO DO TEMA: O tema "Problemas de contagem e agrupamento" visa 
introduzir os alunos ao conceito de análise combinatória de forma prática e 
contextualizada. A partir de situações cotidianas, os alunos aprenderão a 
contar e agrupar objetos de diferentes maneiras, desenvolvendo o raciocínio 
lógico e a capacidadede resolver problemas relacionados à contagem. 
 
• OBJETIVO DA AULA: O objetivo é ensinar os alunos a resolver problemas 
envolvendo contagem e agrupamento, utilizando a estratégia de organização 
de elementos e análise de diferentes possibilidades. Os alunos serão 
estimulados a observar as diferentes formas de contar e agrupar objetos, 
como no caso de combinações e disposições simples. 
 
• EIXO DE INTEGRAÇÃO "numeração, medição e resolução de problemas": 
A atividade ajudará os alunos a entender a importância da contagem e do 
agrupamento na resolução de problemas do cotidiano, conectando esses 
conceitos com outras áreas da matemática, como a organização e o cálculo 
de possibilidades. 
 
ESTRUTURA DA AULA 
 
INÍCIO: Introdução ao Conceito de Agrupamento (10 minutos) 
 
• Atividade Inicial: O professor apresenta exemplos simples de problemas de contagem e 
agrupamento, como: "Se temos 3 camisetas e 2 calças, quantas combinações diferentes de roupas 
podemos formar?" 
• Discussão: O professor explica o conceito de contagem e agrupamento, utilizando objetos 
concretos (como lápis, fichas ou brinquedos) para ilustrar as combinações possíveis. 
 
DESENVOLVIMENTO: Resolução de Problemas de Contagem e Agrupamento (20 minutos) 
 
• Atividade Prática: Os alunos são divididos em pequenos grupos e recebem problemas para 
resolver, como: 
o "Quantos pares de sapatos podemos formar se temos 4 pares de sapatos de cores 
diferentes?" 
o "Em uma escola, 5 meninas e 3 meninos estão se organizando para uma foto. Quantas 
maneiras diferentes eles podem se agrupar?" 
• Orientação e Apoio: O professor circula pela sala, ajudando os alunos a visualizar as diferentes 
combinações e explicando como contar as diferentes possibilidades de agrupamento. 
 
 
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ENCERRAMENTO: Discussão e Explicação das Respostas (10 minutos) 
 
• Exposição das Respostas: Cada grupo compartilha suas respostas e explica o raciocínio utilizado 
para resolver os problemas. 
• Reflexão Final: O professor reflete com a turma sobre a importância de entender como os 
diferentes agrupamentos podem ser feitos e como isso é útil no dia a dia, como na organização de 
eventos ou atividades. 
 
RECURSOS DIDÁTICOS 
 
• Materiais para Agrupamento: Fichas, cartões, brinquedos ou outros objetos concretos que os 
alunos possam manipular para praticar a contagem e o agrupamento. 
• Quadro ou Cartaz: Para registrar as combinações e soluções propostas pelos alunos. 
 
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM 
 
• Observação da Participação: O professor observa como os alunos estão interagindo e 
colaborando durante a resolução dos problemas, verificando a compreensão das estratégias de 
contagem e agrupamento. 
• Avaliação das Respostas: A avaliação será baseada na clareza das respostas e na lógica utilizada 
pelos alunos para resolver os problemas. O professor verifica se os alunos conseguem identificar e 
contar corretamente as combinações ou agrupamentos possíveis. 
 
INTERDISCIPLINARIDADE 
 
• Ciências: O conceito de agrupamento pode ser explorado também nas Ciências, como ao agrupar 
diferentes tipos de animais ou plantas em uma categoria específica, ou ao contar os itens 
necessários para experimentos. 
• Arte: A atividade de contagem e agrupamento pode ser integrada com a arte, como ao agrupar 
diferentes cores ou formas geométricas em um projeto de arte. 
 
DURAÇÃO DA AULA 
 
Tempo Total: A aula terá uma duração aproximada de 40 minutos, distribuídos da seguinte forma: 
• Início: 10 minutos 
• Desenvolvimento: 20 minutos 
• Encerramento: 10 minutos 
 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO 
 
• Considerações sobre a Diversidade: A atividade pode ser adaptada para alunos com diferentes 
habilidades cognitivas, permitindo que eles escolham os problemas que se sintam mais 
confortáveis em resolver, ou fornecendo apoio extra na resolução de problemas mais complexos. 
• Adaptação para Necessidades Especiais: Para alunos com dificuldades de leitura ou escrita, o 
professor pode fornecer materiais visuais ou auxiliares, como modelos prontos de agrupamento ou 
problemas ilustrados. 
 
INTERAÇÃO COM AS FAMÍLIAS 
 
• Sugestões para Atividades em Casa: Os pais podem ser incentivados a pedir aos filhos que 
resolvam problemas de contagem e agrupamento em casa, como contar objetos em casa 
(brinquedos, utensílios) e organizar de diferentes formas. 
• Exemplo de Comunicação com as Famílias: "Hoje seu filho trabalhou com problemas de 
contagem e agrupamento. Vocês podem praticar em casa, organizando objetos de diferentes 
formas e contando as combinações possíveis." 
 
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PROFESSOR(a): 
ESCOLA: 
TEMA: Reconhecimento de frações unitárias em situações cotidianas 
 
Habilidade: EF04MA09 
Justificativa: Introduz conceitos básicos de frações. 
APRESENTAÇÃO DO TEMA 
 
 
 
 
 
• DEFINIÇÃO DO TEMA: O tema "Reconhecimento de frações unitárias em 
situações cotidianas" tem como objetivo ensinar aos alunos o conceito de 
frações unitárias, que representam uma parte de um todo. O foco é 
identificar frações simples em atividades do cotidiano, como dividir uma 
pizza, uma barra de chocolate ou dividir um valor de dinheiro em partes 
iguais. 
 
• OBJETIVO DA AULA: Ensinar os alunos a identificar e compreender frações 
unitárias (frações de numerador 1) em situações práticas do dia a dia, 
ajudando a visualizar como as frações fazem parte de um todo. 
 
• EIXO DE INTEGRAÇÃO "leitura, produção textual e argumentação": A 
atividade combina o reconhecimento de frações unitárias em situações 
cotidianas com a produção de textos simples, onde os alunos podem 
explicar como as frações foram usadas para dividir os itens apresentados. 
Eles argumentam sobre a importância das frações no dia a dia e como elas 
facilitam a divisão de coisas. 
 
ESTRUTURA DA AULA 
 
INÍCIO: Introdução ao Conceito de Frações Unitárias (10 minutos) 
 
• Atividade Inicial: O professor começa com uma pergunta: "Se eu tenho uma pizza e a divido em 4 
partes iguais, cada pedaço é uma fração dessa pizza. Como podemos escrever isso?" 
• Explanação: O professor desenha uma pizza no quadro e divide em 4 partes, explicando que cada 
pedaço é uma fração da pizza, e que frações como 1/4, 1/2, 1/3 são exemplos de frações unitárias 
(onde o numerador é 1). 
• Exemplo Prático: O professor apresenta outras situações do cotidiano, como dividir um chocolate, 
uma barra de sabão, entre outros, e destaca como as frações unitárias aparecem nessas situações. 
 
DESENVOLVIMENTO: Identificação de Frações Unitárias em Situações Cotidianas (20 minutos) 
• Atividade Prática: O professor distribui imagens de objetos que podem ser divididos em frações, 
como pizza, bolo, barra de chocolate, garrafa de suco, etc. Cada imagem é dividida em partes 
iguais (2, 4, 8, etc.), e os alunos devem identificar as frações unitárias presentes em cada divisão. 
• Exemplo de Atividade: "Olhem para esta imagem de uma pizza dividida em 8 partes. Como 
podemos escrever a fração de cada pedaço dessa pizza?" 
• Discussão em Grupo: Após as atividades individuais, os alunos compartilham suas respostas e 
discutem em grupo o que aprenderam sobre as frações unitárias. 
 
 
MATEMÁTICA – 4º ANO 
Conteúdo licenciado para Evelyn Batista Cabral - 042.820.152-09
 
 
 
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ENCERRAMENTO: Produção de Textos sobre Frações Unitárias (10 minutos) 
 
• Atividade de Produção Textual: Os alunos devem escrever uma breve explicação sobre como as 
frações unitárias são usadas no cotidiano, com exemplos como pizza, chocolate, ou qualquer outra 
situação do seu dia a dia. 
• Orientação e Apoio: O professor orienta os alunos na produção do texto, garantindo que eles usemexemplos concretos de frações unitárias e expliquem de forma simples e clara. 
 
RECURSOS DIDÁTICOS 
 
• Imagens de Objetos Divididos em Partes Iguais: Figuras de pizzas, bolos, chocolates, garrafas de 
suco, etc. 
• Materiais para Desenho e Escrita: Papel, lápis e borracha para a produção de atividades e textos. 
• Quadro e Giz/Marcadores: Para explicações e exemplos práticos. 
 
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM 
 
• Observação da Participação: O professor observa a participação dos alunos nas discussões e 
atividades práticas, verificando se conseguem identificar frações unitárias corretamente. 
• Avaliação da Produção Textual: A avaliação será focada na capacidade de os alunos explicarem o 
conceito de frações unitárias e aplicá-las em situações do cotidiano de maneira clara e objetiva. 
• Verificação da Compreensão: O professor verifica se os alunos conseguem identificar e 
representar frações unitárias de forma precisa, além de aplicá-las corretamente em problemas 
simples. 
 
INTERDISCIPLINARIDADE 
 
• Educação Física: Em atividades de divisão de equipes para jogos ou exercícios, os alunos podem 
aplicar conceitos de frações unitárias para dividir um grupo de forma igualitária. 
• Ciências: Ao estudar alimentos e seus componentes, como porções de alimentos saudáveis, os 
alunos podem usar frações unitárias para representar essas porções. 
 
DURAÇÃO DA AULA 
 
Tempo Total: A aula terá uma duração aproximada de 40 minutos, distribuídos da seguinte forma: 
• Início: 10 minutos 
• Desenvolvimento: 20 minutos 
• Encerramento: 10 minutos 
 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO 
 
• Considerações sobre a Diversidade: O tema é acessível a todos os alunos, independentemente 
de suas condições socioeconômicas ou culturais, pois o conceito de frações unitárias está 
presente em diversas situações cotidianas. 
• Adaptação para Necessidades Especiais: Para alunos com dificuldades de leitura e escrita, pode-
se usar recursos visuais e exemplos práticos com objetos reais para facilitar o entendimento. 
 
INTERAÇÃO COM AS FAMÍLIAS 
 
• Sugestões para Atividades em Casa: Os pais podem ser incentivados a pedir aos alunos para 
identificar frações unitárias em alimentos que consumam em casa (como dividições de pizza ou 
chocolate) e discutir como essas frações são representadas numericamente. 
• Exemplo de Comunicação com as Famílias: "Hoje seu filho trabalhou com o conceito de frações 
unitárias. Em casa, vocês podem praticar com ele a divisão de alimentos em partes iguais, como 
pizza ou chocolate, e falar sobre o valor de cada parte." 
 
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PROFESSOR(a): 
ESCOLA: 
TEMA: Identificação de múltiplos de números naturais em sequências 
 
Habilidade: EF04MA11 
Justificativa: Desenvolve o raciocínio lógico e matemático. 
APRESENTAÇÃO DO TEMA 
 
 
 
 
 
• DEFINIÇÃO DO TEMA: O tema "Identificação de múltiplos de números 
naturais em sequências" propõe que os alunos aprendam a reconhecer 
padrões de múltiplos em sequências numéricas. Os múltiplos de um número 
são os resultados da multiplicação desse número por outros números 
naturais. A atividade visa ajudar os alunos a identificar esses múltiplos em 
diferentes sequências numéricas, compreendendo a relação entre eles. 
 
• OBJETIVO DA AULA: O objetivo é que os alunos identifiquem e escrevam 
múltiplos de números naturais, desenvolvendo habilidades de raciocínio 
lógico e numérico, além de estimular a capacidade de reconhecer padrões 
em sequências 
 
• EIXO DE INTEGRAÇÃO "numeração, medição e resolução de problemas": 
A atividade propicia o trabalho com números e sequências, estimulando a 
aplicação dos conceitos de múltiplos para a resolução de problemas 
matemáticos e o desenvolvimento do pensamento lógico. 
 
ESTRUTURA DA AULA 
 
INÍCIO: Introdução aos Múltiplos (10 minutos) 
 
• Atividade Inicial: O professor inicia com a questão: "O que são múltiplos de um número? Como 
podemos encontrar múltiplos de um número?" 
• Exemplo: O professor escreve na lousa os múltiplos do número 2 (2, 4, 6, 8, 10, etc.) e explica que 
esses são os resultados da multiplicação do número 2 por outros números naturais (2 x 1, 2 x 2, 2 x 
3, etc.). 
• Discussão: O professor pergunta aos alunos se conseguem identificar outros múltiplos de 
números diferentes, como os múltiplos de 3 (3, 6, 9, 12, etc.). 
 
DESENVOLVIMENTO: Identificação de Múltiplos em Sequências (20 minutos) 
 
• Atividade Prática: O professor distribui sequências numéricas incompletas e solicita que os 
alunos preencham os espaços em branco com múltiplos de números dados, como: 
o "Complete a sequência: 3, __, 9, __, 15, __" 
o "Complete a sequência: 5, __, 15, __, 25, __" 
• Orientação e Apoio: O professor orienta os alunos na identificação dos múltiplos, explicando 
como os números se relacionam e como identificar o padrão em cada sequência. 
 
 
 
MATEMÁTICA – 4º ANO 
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ENCERRAMENTO: Discussão e Reflexão (10 minutos) 
 
• Discussão em Grupo: Após a atividade prática, o professor promove uma discussão em grupo 
sobre as estratégias utilizadas para identificar os múltiplos e preencher as sequências. 
• Reflexão Final: O professor reforça a importância de compreender os múltiplos e como eles 
aparecem em várias situações matemáticas, como em problemas de divisão e multiplicação. 
 
RECURSOS DIDÁTICOS 
 
• Cartões ou Folhas de Exercícios: Sequências numéricas para que os alunos possam preencher 
com os múltiplos corretos. 
• Material de Apoio: Quadro branco e marcadores para exemplos de múltiplos e explicações. 
• Jogos ou Atividades Lúdicas: Se disponível, o uso de jogos educativos de múltiplos pode ser uma 
boa alternativa para tornar a aprendizagem mais interativa. 
 
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM 
 
• Observação da Participação: O professor observa como os alunos se envolvem nas atividades de 
identificação de múltiplos, verificando a capacidade de seguir padrões e preencher as sequências 
corretamente. 
• Avaliação das Respostas: O professor verifica se os alunos conseguiram identificar corretamente 
os múltiplos nas sequências e se compreenderam o conceito de múltiplos. 
• Reflexão Final: A avaliação também inclui uma reflexão sobre como os alunos podem aplicar o 
conceito de múltiplos em situações do cotidiano. 
 
INTERDISCIPLINARIDADE 
 
• Ciências: O conceito de múltiplos pode ser explorado em atividades relacionadas à medição de 
tempo (por exemplo, múltiplos de 5 ou 10 minutos) ou ao estudo de padrões em fenômenos 
naturais. 
• Artes: Sequências e padrões podem ser explorados em atividades artísticas, como a criação de 
padrões geométricos ou simétricos, relacionando a matemática com a criatividade. 
 
DURAÇÃO DA AULA 
 
Tempo Total: A aula terá uma duração aproximada de 40 minutos, distribuídos da seguinte forma: 
• Início: 10 minutos 
• Desenvolvimento: 20 minutos 
• Encerramento: 10 minutos 
 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO 
 
• Considerações sobre a Diversidade: O tema é acessível a todos os alunos, podendo ser ajustado 
de acordo com o ritmo de aprendizagem de cada um. Para alunos com dificuldades, o professor 
pode fornecer exemplos mais simples ou utilizar recursos visuais. 
• Adaptação para Necessidades Especiais: Para alunos com dificuldades de leitura e escrita, o 
professor pode usar recursos audiovisuais ou realizar a atividade de forma mais interativa, com o 
uso de objetos ou brinquedos que ajudem a visualizar os múltiplos. 
 
INTERAÇÃO COM AS FAMÍLIAS 
 
• Sugestões para Atividades em Casa: Os pais podem ser incentivados a trabalhar com os filhos 
em casa, criando sequências numéricas e ajudando-os a identificar os múltiplos de números, 
como 2, 5 ou 10. 
• Exemplo de Comunicação com as Famílias: "Hoje seu filho aprendeu a identificar múltiplos de 
númerosem sequências. Em casa, eles podem praticar criando suas próprias sequências 
numéricas e identificando os múltiplos de números como 2, 3 e 5." 
 
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PROFESSOR(a): 
ESCOLA: 
TEMA: Planejamento de trajetos com base em mapas simples 
 
Habilidade: EF04MA16 
Justificativa: Reforça habilidades de localização e direção. 
APRESENTAÇÃO DO TEMA 
 
 
 
 
 
• DEFINIÇÃO DO TEMA: O tema "Planejamento de trajetos com base em 
mapas simples" busca desenvolver nos alunos a habilidade de ler e 
interpretar mapas simples para planejar deslocamentos. Através dessa 
atividade, os alunos aprenderão a usar orientações espaciais e a calcular 
trajetos, desenvolvendo habilidades de localização, direção e compreensão 
de símbolos em mapas. 
 
• OBJETIVO DA AULA: O objetivo é que os alunos sejam capazes de interpretar 
mapas simples, identificar pontos de referência e planejar trajetos entre 
diferentes locais, aplicando noções de direção, distância e posição. 
 
• EIXO DE INTEGRAÇÃO "leitura, produção textual e matemática": A 
atividade integra a leitura e interpretação de mapas com a habilidade 
matemática de calcular distâncias e planejar trajetos, promovendo a 
aplicação de conceitos geométricos no cotidiano. 
 
ESTRUTURA DA AULA 
 
INÍCIO: Introdução aos Mapas Simples (10 minutos) 
 
• Atividade Inicial: O professor apresenta um mapa simples da escola ou da cidade, explicando os 
símbolos e as orientações (norte, sul, leste, oeste). "Aqui temos um mapa. O que vocês conseguem 
identificar? Onde fica a nossa sala de aula? Como podemos nos orientar a partir do mapa?" 
• Discussão: Explicar como os mapas utilizam símbolos para representar lugares, e a importância de 
saber ler um mapa para se localizar em diferentes espaços. 
 
DESENVOLVIMENTO: Planejamento de Trajetos (20 minutos) 
 
• Atividade Prática: Os alunos recebem mapas simples e devem planejar um trajeto entre dois 
pontos, como de casa para a escola ou de um ponto turístico para outro. Eles deverão identificar o 
melhor caminho utilizando as direções do mapa. "Vamos agora planejar o trajeto de casa até a 
escola. Onde começamos? Que direção seguimos?" 
• Orientação e Apoio: O professor orienta os alunos, ajudando-os a identificar pontos de referência 
no mapa e a escolher as rotas mais adequadas, explicando conceitos de distância e direção. 
 
 
ENCERRAMENTO: Apresentação dos Trajetos (10 minutos) 
 
• Exposição dos Trabalhos: Os alunos compartilham os trajetos planejados com a turma, 
explicando as escolhas feitas. "Explique para a turma como você fez o trajeto. Quais pontos de 
referência você usou?" 
 
 
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• Reflexão Final: O professor faz uma revisão sobre a importância de saber planejar trajetos e como 
os mapas são ferramentas úteis para nos orientarmos no espaço. "Como os mapas podem nos 
ajudar no dia a dia? Que outros tipos de mapas vocês já viram?" 
 
RECURSOS DIDÁTICOS 
 
• Mapas Simples: Mapas da escola, da cidade ou de bairros para distribuir entre os alunos. 
• Material de Apoio: Folhas em branco, lápis de cor e régua para os alunos desenharem seus 
próprios trajetos no mapa. 
• Quadro e Marcadores: Para explicar a leitura de mapas e planejar trajetos. 
 
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM 
 
• Observação da Participação: O professor observa como os alunos estão interpretando os mapas 
e planejando os trajetos, verificando a clareza e precisão nas escolhas dos caminhos. 
• Avaliação da Compreensão: Avaliar se os alunos conseguem identificar pontos de referência no 
mapa e planejar trajetos corretamente, aplicando as direções e distâncias. 
• Interação e Colaboração: Observar como os alunos discutem e colaboram para entender os 
mapas e planejar os trajetos. 
 
INTERDISCIPLINARIDADE 
 
• Geografia: O estudo de mapas está diretamente relacionado à Geografia, pois os alunos aprendem 
a identificar localidades e rotas no espaço geográfico. 
• Ciências: A percepção do ambiente ao redor e o uso de mapas também podem ser associados ao 
estudo de diferentes tipos de paisagens e como nos orientamos no meio ambiente. 
 
DURAÇÃO DA AULA 
 
Tempo Total: A aula terá uma duração aproximada de 40 minutos, distribuídos da seguinte forma: 
• Início: 10 minutos 
• Desenvolvimento: 20 minutos 
• Encerramento: 10 minutos 
 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO 
 
• Considerações sobre a Diversidade: A atividade é inclusiva, pois utiliza recursos visuais que 
ajudam na compreensão dos mapas e trajetos, atendendo diferentes estilos de aprendizagem. 
• Adaptação para Necessidades Especiais: Para alunos com dificuldades de visão, pode-se utilizar 
mapas com maior contraste de cores ou em relevo. Para alunos com dificuldades motoras, a 
atividade pode ser realizada com o uso de tablets ou computadores. 
 
INTERAÇÃO COM AS FAMÍLIAS 
 
• Sugestões para Atividades em Casa: Os pais podem ser incentivados a ajudar os alunos a estudar 
um mapa de sua cidade ou bairro, e juntos, planejar um trajeto até um ponto de interesse. 
• Exemplo de Comunicação com as Famílias: "Hoje seu filho aprendeu sobre como planejar 
trajetos usando mapas. Em casa, vocês podem explorar um mapa da cidade e planejar uma rota 
para um passeio." 
 
 
 
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PROFESSOR(a): 
ESCOLA: 
TEMA: Reconhecimento de prismas e pirâmides no cotidiano 
 
Habilidade: EF04MA17 
Justificativa: Relaciona formas geométricas a objetos reais. 
APRESENTAÇÃO DO TEMA 
 
 
 
 
 
• DEFINIÇÃO DO TEMA: O tema "Reconhecimento de prismas e pirâmides no 
cotidiano" propõe que os alunos identifiquem essas formas geométricas em 
objetos do seu dia a dia. A ideia é que eles reconheçam as características 
dos prismas e pirâmides em objetos reais, como caixas, tetraedros, cones, 
entre outros. Ao explorar essas formas no ambiente, os alunos conseguem 
visualizar a matemática de forma mais concreta e aplicada à sua realidade. 
 
• OBJETIVO DA AULA: O objetivo é que os alunos identifiquem prismas e 
pirâmides em objetos cotidianos e compreendam suas características, como 
faces, vértices e arestas, e como essas formas se relacionam com o 
ambiente ao seu redor. 
 
• EIXO DE INTEGRAÇÃO "leitura, produção textual e valorização da 
cultura": A atividade propõe que os alunos, ao reconhecerem as formas 
geométricas em objetos do cotidiano, comuniquem suas descobertas por 
meio de desenhos e explicações simples, o que reforça a conexão entre 
matemática e as outras formas de conhecimento e expressão. 
 
ESTRUTURA DA AULA 
 
INÍCIO: Introdução ao Conceito de Prismas e Pirâmides (10 minutos) 
 
• Atividade Inicial: O professor começa a aula com perguntas de sondagem: "O que é um prisma? E 
uma pirâmide?" Em seguida, apresenta alguns exemplos de prismas e pirâmides, como uma caixa 
de sapatos (prisma retangular) e um chapéu de festa (pirâmide). 
• Explicação: O professor detalha as características dessas formas geométricas, explicando a 
diferença entre prismas e pirâmides e destacando suas faces, arestas e vértices. 
 
DESENVOLVIMENTO: Identificação de Prismas e Pirâmides no Cotidiano (20 minutos) 
 
• Atividade Prática: Os alunos são convidados a observar o ambiente ao seu redor e identificar 
objetos que correspondam a prismas e pirâmides. Eles podem procurar objetos na sala de aula, em 
casa ou na escola, como caixas, copos, cones e outras formas geométricas. 
• Desenho e Explicação: Depois de identificar os objetos, os alunos devem desenhar os objetos que 
encontraram e marcar suas características principais, como faces e vértices. O professor pode 
sugerir que eles desenhem esses objetos em papel quadriculado para facilitar a visualização das 
formas.MATEMÁTICA – 4º ANO 
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ENCERRAMENTO: Compartilhamento e Discussão (10 minutos) 
 
• Exposição dos Trabalhos: Cada aluno compartilha com a turma os objetos que encontrou e 
explica por que acha que são prismas ou pirâmides. O professor pode fazer perguntas para 
estimular a reflexão, como "Quais são as características principais que você percebeu nesses 
objetos?". 
• Reflexão Final: O professor destaca como o conhecimento sobre formas geométricas está 
presente no cotidiano e como ele é útil para identificar e compreender o mundo ao nosso redor. 
 
RECURSOS DIDÁTICOS 
 
• Exemplos de Prismas e Pirâmides: Objetos do cotidiano que os alunos possam observar, como 
caixas de papelão (prismas) e cones (pirâmides). 
• Materiais para Produção: Papel, lápis, borracha, canetas coloridas, régua e, se disponível, 
materiais de modelagem (como massinha) para criar representações tridimensionais. 
 
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM 
 
• Observação da Participação: O professor observa como os alunos participam da identificação 
dos objetos e compartilham suas descobertas. A avaliação será baseada na capacidade de 
reconhecer prismas e pirâmides e na explicação das características dessas formas. 
• Avaliação da Produção Gráfica: A avaliação dos desenhos dos alunos deve considerar a clareza e 
precisão na representação das formas geométricas, destacando as faces, arestas e vértices. 
• Reflexão e Compreensão: O professor verifica se os alunos conseguiram compreender as 
diferenças entre prismas e pirâmides e como essas formas aparecem no cotidiano. 
 
INTERDISCIPLINARIDADE 
 
• Arte: Ao desenharem as formas geométricas, os alunos podem explorar a parte estética e criativa 
da representação das formas, utilizando cores e elementos visuais. 
• Ciências: O tema pode ser relacionado a outras áreas, como a física, onde se discute como 
diferentes formas geométricas são utilizadas para diferentes finalidades no ambiente, como na 
construção de objetos. 
 
DURAÇÃO DA AULA 
 
Tempo Total: A aula terá uma duração aproximada de 40 minutos, distribuídos da seguinte forma: 
• Início: 10 minutos 
• Desenvolvimento: 20 minutos 
• Encerramento: 10 minutos 
 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO 
 
• Considerações sobre a Diversidade: A atividade pode ser adaptada para alunos com diferentes 
habilidades de observação e desenho. O foco é que todos participem da identificação das formas, 
independentemente da habilidade artística. 
• Adaptação para Necessidades Especiais: Para alunos com dificuldades motoras, pode-se 
oferecer apoio na realização dos desenhos, como modelos prontos para colorir ou apoio para 
desenhar as formas. 
 
INTERAÇÃO COM AS FAMÍLIAS 
 
• Sugestões para Atividades em Casa: Os pais podem ser incentivados a fazer uma "caça ao prisma 
e à pirâmide" em casa, ajudando os alunos a identificar objetos em forma de prisma ou pirâmide. 
• Exemplo de Comunicação com as Famílias: "Hoje seu filho trabalhou com a identificação de 
prismas e pirâmides no cotidiano. Em casa, vocês podem observar juntos objetos que possuem 
essas formas e discutir suas características." 
 
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PROFESSOR(a): 
ESCOLA: 
TEMA: Identificação de ângulos retos e não retos 
 
Habilidade: EF04MA18 
Justificativa: Introduz noções básicas de geometria angular. 
APRESENTAÇÃO DO TEMA 
 
 
 
 
 
• DEFINIÇÃO DO TEMA: O tema "Identificação de ângulos retos e não retos" 
propõe que os alunos aprendam a reconhecer a diferença entre os ângulos 
retos (aqueles de 90 graus) e os não retos (como os agudos e os obtusos). O 
objetivo é que os alunos desenvolvam a percepção espacial necessária para 
identificar e classificar diferentes tipos de ângulos no ambiente ao seu redor. 
 
• OBJETIVO DA AULA: O objetivo é ensinar os alunos a identificar e classificar 
ângulos retos e não retos em figuras geométricas e no mundo à sua volta. 
Além disso, busca-se que os alunos aprendam a usar instrumentos como o 
esquadro para medir e reconhecer esses ângulos. 
 
• EIXO DE INTEGRAÇÃO "leitura, produção textual e multimodalidade": 
Durante a atividade, os alunos podem ser incentivados a descrever com 
palavras os ângulos encontrados nas figuras e objetos ao seu redor, 
promovendo uma integração entre a matemática e a expressão escrita. 
 
ESTRUTURA DA AULA 
 
INÍCIO: Apresentação dos Conceitos de Ângulos (10 minutos) 
 
• Atividade Inicial: O professor apresenta o conceito de ângulo reto (90º) e explica as diferenças 
entre ângulos agudos, retos e obtusos. O professor pode usar um esquadro para mostrar como 
medir um ângulo reto. 
o "Hoje vamos aprender a identificar ângulos retos, que são os ângulos de 90 graus. Vocês 
sabiam que muitas coisas ao nosso redor têm ângulos retos, como as esquinas das mesas 
ou os cantos das páginas de um livro?" 
• Discussão: O professor explica que o ângulo reto é formado por duas linhas que se encontram em 
um ponto formando um "L". A ideia é mostrar como a matemática está presente em objetos do 
cotidiano, como livros, quadros e caixas. 
 
DESENVOLVIMENTO: Identificação e Classificação de Ângulos (20 minutos) 
• Atividade Prática: O professor distribui figuras geométricas simples (quadrados, triângulos e 
retângulos) e pede aos alunos que identifiquem os ângulos retos e não retos. Em seguida, eles 
devem usar um esquadro para verificar se realmente há um ângulo reto nas figuras. 
o Para os ângulos não retos, os alunos devem identificar se são agudos (menores que 90º) ou 
obtusos (maiores que 90º). 
• Orientação e Apoio: O professor orienta os alunos enquanto eles utilizam o esquadro para medir 
os ângulos e verificar se são retos ou não retos, reforçando as características de cada tipo de 
ângulo. 
 
 
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ENCERRAMENTO: Discussão e Aplicação Prática (10 minutos) 
 
• Exposição dos Trabalhos: Os alunos podem apresentar algumas das figuras que analisaram, 
explicando os tipos de ângulos que encontraram e como usaram o esquadro para identificar os 
ângulos retos. 
• Reflexão Final: O professor pede que os alunos procurem por exemplos de ângulos retos em sua 
sala de aula, como nas janelas, portas ou mesas, promovendo uma reflexão sobre como a 
geometria está presente no ambiente cotidiano. 
 
RECURSOS DIDÁTICOS 
 
• Figuras Geométricas: Figuras como quadrados, retângulos e triângulos, com diferentes tipos de 
ângulos. 
• Esquadro: Para medir e verificar os ângulos retos. 
• Materiais de Desenho: Papel, lápis, borracha e réguas para desenhar e medir ângulos. 
 
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM 
 
• Observação da Participação: O professor observa como os alunos estão aplicando os conceitos 
de ângulos retos e não retos durante as atividades práticas. 
• Avaliação da Compreensão: Avaliar se os alunos conseguem identificar corretamente os ângulos 
retos e não retos nas figuras e objetos ao seu redor. 
• Interação e Colaboração: Observar como os alunos trabalham juntos para verificar os ângulos, 
trocando ideias e ajudando uns aos outros. 
 
INTERDISCIPLINARIDADE 
 
• Ciências: A identificação de ângulos pode ser aplicada ao estudo de figuras naturais ou estruturas 
em ciências, como ângulos encontrados em elementos naturais ou no design de objetos. 
• Arte: A atividade pode ser relacionada ao desenho e à criação de arte geométrica, estimulando a 
percepção dos alunos sobre formas e simetrias. 
 
DURAÇÃO DA AULA 
 
Tempo Total: A aula terá uma duração aproximada de 40 minutos, distribuídos da seguinte forma: 
• Início: 10 minutos 
• Desenvolvimento: 20 minutos 
• Encerramento: 10 minutos 
 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO 
 
• Considerações sobre a Diversidade: A atividadepode ser adaptada para alunos com diferentes 
necessidades, utilizando esquadros ampliados ou figuras geométricas em braile para alunos com 
deficiências visuais. 
• Adaptação para Necessidades Especiais: Para alunos com dificuldades motoras, o professor 
pode fornecer assistência no uso do esquadro e em atividades de escrita e desenho. 
 
INTERAÇÃO COM AS FAMÍLIAS 
 
• Sugestões para Atividades em Casa: Os pais podem ser incentivados a pedir aos alunos que 
identifiquem ângulos retos e não retos em objetos da casa, como livros, quadros, portas e janelas. 
• Exemplo de Comunicação com as Famílias: "Hoje seu filho aprendeu a identificar ângulos retos. 
Em casa, vocês podem procurar juntos por ângulos retos em objetos como móveis ou no design de 
ambientes." 
 
 
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PROFESSOR(a): 
ESCOLA: 
TEMA: Comparação de áreas em malhas quadriculadas 
 
Habilidade: EF04MA21 
Justificativa: Desenvolve a noção de área. 
APRESENTAÇÃO DO TEMA 
 
 
 
 
 
• DEFINIÇÃO DO TEMA: O tema "Comparação de áreas em malhas 
quadriculadas" busca ensinar aos alunos como comparar áreas de figuras 
geométricas utilizando malhas quadriculadas. Por meio dessa abordagem, 
os alunos serão capazes de contar as unidades de área e compreender como 
diferentes figuras ocupam o mesmo ou diferentes espaços. 
 
• OBJETIVO DA AULA: O objetivo é que os alunos consigam comparar áreas de 
diferentes figuras geométricas em uma malha quadriculada, entendendo o 
conceito de área como a quantidade de unidades quadradas necessárias 
para cobrir uma superfície. 
 
• EIXO DE INTEGRAÇÃO "numeração, medição e resolução de problemas": 
A atividade permite que os alunos integrem a medição de áreas com a 
resolução de problemas, utilizando unidades quadradas para comparar o 
tamanho de diferentes figuras geométricas. 
 
ESTRUTURA DA AULA 
 
INÍCIO: Introdução ao Conceito de Área (10 minutos) 
 
• Atividade Inicial: O professor inicia com uma breve explicação sobre o que é área e como 
podemos medi-la em figuras planas. "Quando queremos saber o tamanho de uma superfície, 
estamos calculando a área. Podemos fazer isso com unidades quadradas, como as de uma malha 
quadriculada." 
• Exemplo no Quadro: O professor desenha duas figuras geométricas simples (como um quadrado e 
um triângulo) em uma malha quadriculada e conta quantas unidades quadradas são necessárias 
para cobrir cada figura. "Vejam como o quadrado cobre exatamente 9 unidades, enquanto o 
triângulo cobre 5 unidades." 
 
DESENVOLVIMENTO: Comparação de Áreas (20 minutos) 
 
• Atividade Prática 1: O professor distribui malhas quadriculadas impressas e figuras geométricas 
variadas (quadrados, retângulos, triângulos, etc.). Os alunos devem contar as unidades quadradas 
para calcular a área de cada figura e comparar as áreas entre elas. "Quantas unidades quadradas 
são necessárias para cobrir este quadrado? E para cobrir este retângulo?" 
• Atividade Prática 2: Os alunos, em duplas ou pequenos grupos, comparam as áreas de duas ou 
mais figuras. Eles devem observar qual figura ocupa mais ou menos espaço e justificar suas 
respostas. "Qual figura tem maior área? Por quê?" 
• Atividade Prática 3: O professor desafia os alunos a desenharem suas próprias figuras geométricas 
em uma malha quadriculada e pedirem para os colegas compararem as áreas. "Agora, desenhem 
 
MATEMÁTICA – 4º ANO 
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 uma figura de sua escolha e calculem a área. Deixem seus colegas compararem a área das suas figuras 
com a de outras." 
 
ENCERRAMENTO: Discussão sobre as Comparações (10 minutos) 
 
• Exposição dos Trabalhos: Os alunos compartilham suas figuras e explicam como compararam as 
áreas. O professor faz perguntas para ajudar na reflexão. "Como podemos ver que uma figura tem 
maior área que a outra? Quais estratégias vocês usaram para contar as unidades quadradas?" 
• Reflexão Final: O professor reforça a ideia de que a área de uma figura é a quantidade de unidades 
quadradas necessárias para cobri-la e que, para comparar áreas, é preciso contar as unidades de 
forma sistemática. "Agora que vocês aprenderam a comparar áreas, como acham que isso pode ser 
útil no nosso dia a dia?" 
 
RECURSOS DIDÁTICOS 
 
• Malhas Quadriculadas: Para que os alunos possam desenhar e medir as áreas de diferentes 
figuras. 
• Figuras Geométricas Diversas: Desenhadas em malhas quadriculadas ou para os alunos 
copiarem. 
• Lápis e Canetas: Para marcar as unidades e desenhar as figuras. 
 
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM 
 
• Observação da Participação: O professor observa como os alunos se engajam nas atividades 
práticas, verificando se compreendem o conceito de área e sabem contar as unidades quadradas. 
• Avaliação da Capacidade de Comparação: Verificar se os alunos conseguem comparar 
corretamente as áreas das figuras e justificar suas respostas. 
• Interação e Colaboração: Observar como os alunos trabalham em grupo, ajudando-se 
mutuamente a calcular e comparar as áreas das figuras. 
 
INTERDISCIPLINARIDADE 
 
• Ciências: O conceito de área pode ser relacionado ao estudo de superfícies em ciências, como a 
medição de áreas de plantas ou outros objetos naturais. 
• Arte: Ao desenharem suas próprias figuras, os alunos podem também explorar aspectos criativos 
do uso de áreas em suas representações visuais. 
 
DURAÇÃO DA AULA 
 
Tempo Total: A aula terá uma duração aproximada de 40 minutos, distribuídos da seguinte forma: 
• Início: 10 minutos 
• Desenvolvimento: 20 minutos 
• Encerramento: 10 minutos 
 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO 
 
• Considerações sobre a Diversidade: O tema é flexível, permitindo que os alunos de diferentes 
ritmos de aprendizagem pratiquem as atividades de acordo com suas necessidades. 
• Adaptação para Necessidades Especiais: Para alunos com dificuldades de visão ou coordenação 
motora, pode-se fornecer malhas quadriculadas maiores ou apoio visual adicional. 
 
INTERAÇÃO COM AS FAMÍLIAS 
 
• Sugestões para Atividades em Casa: Os pais podem ser incentivados a pedir aos filhos para medir 
a área de superfícies em casa, como a área de uma mesa ou tapete, usando malhas quadriculadas 
ou outros objetos. 
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• Exemplo de Comunicação com as Famílias: "Hoje seu filho aprendeu a comparar áreas em 
malhas quadriculadas. Em casa, vocês podem praticar juntos, medindo áreas de diferentes 
superfícies, como um quadro ou uma janela." 
 
 
 
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PROFESSOR(a): 
ESCOLA: 
TEMA: Leitura e registro de intervalos de tempo 
 
Habilidade: EF04MA22 
Justificativa: Relaciona tempo ao cotidiano. 
APRESENTAÇÃO DO TEMA 
 
 
 
 
 
• DEFINIÇÃO DO TEMA: O tema "Leitura e registro de intervalos de tempo" 
envolve a habilidade de identificar, ler e registrar intervalos de tempo de 
forma precisa. Os alunos aprenderão a trabalhar com horas, minutos e 
segundos, tanto em formatos analógicos quanto digitais, e a relacionar esses 
intervalos com situações cotidianas, como a duração de atividades diárias e 
o cálculo de tempo. 
 
• OBJETIVO DA AULA: O objetivo é desenvolver a habilidade de ler e registrar 
intervalos de tempo, utilizando relógios analógicos e digitais, além de 
compreender a importância do tempo no cotidiano e como ele pode ser 
utilizado para planejar atividades diárias. 
 
• EIXO DE INTEGRAÇÃO "matemática e resolução de problemas": A 
atividade permite que os alunos apliquem seus conhecimentos matemáticos 
sobre tempo para resolver problemas do cotidiano, como calcular quanto 
tempo leva para realizar uma tarefa ou comparar duraçõesde diferentes 
atividades. 
ESTRUTURA DA AULA 
 
INÍCIO: Introdução ao Conceito de Intervalos de Tempo (10 minutos) 
 
• Atividade Inicial: O professor apresenta exemplos de situações cotidianas que envolvem 
intervalos de tempo, como o tempo necessário para ir à escola, fazer uma refeição ou assistir a um 
filme. A partir disso, o professor pergunta: "Quanto tempo vocês acham que leva para fazer essas 
atividades? Como podemos registrar esse tempo?" 
• Exemplo Prático: O professor desenha um relógio analógico na lousa e um relógio digital, 
explicando como ler as horas e minutos em ambos os formatos. "Se agora são 10:30, quantos 
minutos faltam para 12:00?" 
• Discussão: O professor introduz o conceito de intervalo de tempo, explicando como ele pode ser 
representado como a diferença entre dois momentos (ex: de 9:00 a 11:00 são 2 horas). 
 
DESENVOLVIMENTO: Leitura e Registro de Intervalos de Tempo (20 minutos) 
• Atividade Prática: O professor distribui imagens de relógios analógicos e digitais, juntamente com 
atividades de cálculo de intervalos de tempo. Os alunos devem identificar as horas nos relógios e 
registrar os intervalos entre os horários apresentados. 
• Exemplo Prático: "O relógio mostra 9:15. Quanto tempo passou até 10:30? E de 10:30 até 11:00?" 
• Atividade em Grupo: Em grupos, os alunos devem criar suas próprias atividades de intervalos de 
tempo, usando tanto relógios analógicos quanto digitais. Eles podem criar cronogramas simples do 
seu dia, registrando atividades e o tempo gasto em cada uma delas. 
 
 
MATEMÁTICA – 4º ANO 
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• Orientação e Apoio: O professor circula pela sala, orientando os alunos a calcular corretamente 
os intervalos de tempo e a fazer as conversões de formato de relógio quando necessário. 
 
ENCERRAMENTO: Reflexão e Discussão Final (10 minutos) 
 
• Exposição dos Trabalhos: Cada grupo apresenta seu cronograma, explicando os intervalos de 
tempo e como calcularam a duração das atividades. 
• Reflexão Final: O professor reflete com os alunos sobre a importância de saber calcular o tempo 
no dia a dia e como isso ajuda no planejamento das atividades. "Como saber o intervalo de tempo 
pode nos ajudar a organizar melhor o nosso dia?" 
 
RECURSOS DIDÁTICOS 
 
• Imagens de Relógios: Relógios analógicos e digitais, tanto impressos quanto projetados na lousa. 
• Fichas de Atividades: Fichas com questões sobre leitura e cálculo de intervalos de tempo. 
• Materiais para Registro: Papel, lápis e canetas coloridas para que os alunos criem seus próprios 
cronogramas. 
 
AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM 
 
• Observação da Participação: O professor observa como os alunos estão engajados na leitura e no 
registro dos intervalos de tempo, avaliando se eles conseguem identificar corretamente as horas e 
calcular os intervalos de tempo. 
• Avaliação da Compreensão do Conceito: Avaliar se os alunos conseguem calcular intervalos de 
tempo entre dois horários e se conseguem registrar esses intervalos de maneira clara e precisa. 
• Reflexão sobre o Processo: Observar se os alunos conseguem aplicar a leitura e o registro de 
intervalos de tempo em situações cotidianas, como planejar suas próprias atividades. 
 
INTERDISCIPLINARIDADE 
 
• Ciências: O conceito de tempo pode ser relacionado ao estudo de fenômenos naturais, como o 
ciclo do dia e da noite, as estações do ano e os relógios biológicos. 
• Geografia: Estudar a hora em diferentes fusos horários pode ser uma maneira de ampliar a 
compreensão do tempo e sua relação com a geografia. 
 
DURAÇÃO DA AULA 
 
• Tempo Total: A aula terá uma duração aproximada de 40 minutos, distribuídos da seguinte forma: 
• Início: 10 minutos 
• Desenvolvimento: 20 minutos 
• Encerramento: 10 minutos 
 
DIVERSIDADE E INCLUSÃO 
 
• Considerações sobre a Diversidade: As atividades são adaptáveis para diferentes níveis de 
habilidade. Alunos com dificuldades podem receber relógios manipuláveis ou usar recursos 
digitais, como aplicativos de relógio, para facilitar o aprendizado. 
• Adaptação para Necessidades Especiais: Para alunos com dificuldades motoras, pode-se 
oferecer atividades de leitura de tempo apenas com formato digital, utilizando recursos como apps 
de relógio interativos. 
 
INTERAÇÃO COM AS FAMÍLIAS 
 
• Sugestões para Atividades em Casa: Os pais podem ser incentivados a praticar com os alunos a 
leitura de relógios, pedindo para eles registrar os horários das atividades diárias, como as refeições 
ou os horários de dormir. 
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• Exemplo de Comunicação com as Famílias: "Hoje seu filho trabalhou na leitura e registro de 
intervalos de tempo. Em casa, vocês podem praticar juntos, calculando o tempo de atividades 
como o trajeto até a escola ou o tempo gasto assistindo a um programa de TV." 
 
 
 
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PROFESSOR(a): 
ESCOLA: 
TEMA: Resolução de problemas com valores monetários 
 
Habilidade: EF04MA25 
Justificativa: Estimula o consumo ético e responsável. 
APRESENTAÇÃO DO TEMA 
 
 
 
 
 
• DEFINIÇÃO DO TEMA: O tema "Resolução de problemas com valores 
monetários" visa desenvolver a capacidade dos alunos de resolver 
problemas que envolvem a utilização de dinheiro, como calcular trocos, fazer 
compras, estimar gastos e trabalhar com o conceito de valores monetários 
no contexto cotidiano. 
 
• OBJETIVO DA AULA: O objetivo é que os alunos resolvam problemas 
matemáticos que envolvam valores monetários, utilizando corretamente as 
operações de adição e subtração e entendendo a importância de um 
consumo responsável. 
 
• EIXO DE INTEGRAÇÃO "numeração, medição e resolução de problemas": 
A resolução de problemas com valores monetários ajuda os alunos a 
entenderem como utilizar o sistema monetário nas situações do dia a dia, 
promovendo a conscientização sobre o consumo ético e responsável. 
 
ESTRUTURA DA AULA 
 
INÍCIO: Introdução aos Valores Monetários (10 minutos) 
 
• Atividade Inicial: O professor apresenta diferentes cédulas e moedas aos alunos e faz uma breve 
explicação sobre as denominações e o uso do dinheiro. "Como vocês usam o dinheiro no dia a dia? 
Quando precisamos somar ou subtrair valores monetários?" 
• Exemplo: O professor dá um exemplo simples de problema: "Você tem R$ 20,00 e compra um 
brinquedo que custa R$ 12,50. Quanto você vai receber de troco?" 
 
 
DESENVOLVIMENTO: Resolução de Problemas com Dinheiro (20 minutos) 
 
• Atividade Prática: Os alunos são divididos em duplas e recebem problemas para resolver. 
Exemplos de problemas: 
• "Se um bilhete de cinema custa R$ 15,00 e você tem R$ 30,00, quanto de troco você vai receber?" 
• "Você quer comprar 3 livros que custam R$ 25,00 cada um. Quanto vai pagar no total e quanto vai 
restar se você tiver R$ 100,00?" 
• Estratégias de Cálculo: O professor circula pela sala, auxiliando os alunos a aplicar as operações 
de adição e subtração para resolver os problemas de valores monetários, e reforça a importância 
de fazer cálculos para garantir um consumo responsável. 
 
ENCERRAMENTO: Discussão e Reflexão (10 minutos) 
 
• Exposição das Soluções: Alguns alunos apresentam suas soluções no quadro e explicam como 
chegaram ao resultado. 
 
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• Reflexão Final: O professor pergunta aos alunos como o entendimento de valores monetários pode 
ajudar no dia a dia e como eles podem tomar decisões financeiras mais responsáveis. "Como saber 
o troco que vamos receber pode nos ajudar a controlar o nosso dinheiro e tomar decisões de 
compras mais inteligentes?"

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