Ed
há 2 meses
Para responder a essa questão, precisamos considerar a perspectiva freireana, que valoriza o conhecimento prévio dos alunos e promove um diálogo entre diferentes saberes, e a Etnomatemática, que reconhece e valoriza as práticas matemáticas presentes nas culturas locais. Analisando as alternativas: a) Corrigir imediatamente os estudantes, mostrando que essas formas de medir são imprecisas e inadequadas, substituindo-as por medidas padronizadas desde o início da aula. - Essa abordagem não respeita o conhecimento prévio dos alunos e não promove o diálogo. b) Ignorar os modos de medir dos estudantes, pois trazê-los para a discussão poderia confundi-los e dificultar a aprendizagem dos sistemas métricos oficiais. - Ignorar o conhecimento dos alunos vai contra a proposta de valorização do saber popular. c) Utilizar os modos populares de medir como ponto de partida legítimo, promovendo o diálogo entre esses saberes e as unidades padronizadas, problematizando sem hierarquizar um conhecimento como superior ao outro. - Esta alternativa é a mais coerente com a perspectiva freireana e a Etnomatemática, pois valoriza o conhecimento dos alunos e promove um diálogo. d) Aceitar somente as medidas reconhecidas pelo sistema métrico internacional, uma vez que cabe à escola “corrigir” a cultura local e alinhar os estudantes às exigências do mercado de trabalho. - Essa opção também não respeita o conhecimento prévio dos alunos e ignora a importância da cultura local. Portanto, a alternativa correta é: c) Utilizar os modos populares de medir como ponto de partida legítimo, promovendo o diálogo entre esses saberes e as unidades padronizadas, problematizando sem hierarquizar um conhecimento como superior ao outro.
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