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FACULDADE UNITÀ Curso de Direito ANA CAROLINA GOMES DA SILVA DAVI FERNANDO REIS SANTEZ JEAN LUCAS SILVA ISABELLY DOS SANTOS SANTANA LILIANE POUSA EVARISTO SIMONE LIMA PIMPIM SUSAN MARY NOGUEIRA SÓCRATES: VIDA, PENSAMENTO E LEGADO Campinas 2025 ANA CAROLINA GOMES DA SILVA DAVI FERNANDO REIS SANTEZ JEAN LUCAS SILVA ISABELLY DOS SANTOS SANTANA LILIANE SOUSA EVARISTO SIMONE LIMA PIMPIM SUSAN MARY NOGUEIRA SÓCRATES: VIDA, PENSAMENTO E LEGADO Trabalho apresentado à disciplina de Filosofia do Direito, da Faculdade UNITÀ, como requisito parcial para avaliação. Prof. Dr. Mário Guerreiro Campinas 2025 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ............................................................................................................. 6 2 CONTEXTO HISTÓRICO E BIOGRAFIA .................................................................... 7 3 PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS ...................................................................................... 8 4 JULGAMENTO E MORTE ......................................................................................... 9 5 LEGADO E INFLUÊNCIA .......................................................................................... 12 6 CONSIDERAÇÕES FINAIS ....................................................................................... 13 REFERÊNCIAS ............................................................................................................. 15 RESUMO Este trabalho apresenta uma análise sobre Sócrates, um dos filósofos mais influentes da Grécia Antiga. Explora-se sua vida, método filosófico, ideias principais e o impacto que exerceu sobre o pensamento ocidental. Apesar de não ter deixado obras escritas, Sócrates influenciou profundamente seus discípulos, especialmente Platão. Sua condenação à morte e sua postura diante do tribunal ateniense são analisadas como marcos do pensamento ético e filosófico. Palavras-chave: Sócrates; Filosofia grega; Ética; Pensamento crítico. 5 6 1 INTRODUÇÃO A filosofia ocidental não seria a mesma sem a contribuição de um dos seus maiores pioneiros: Sócrates. Mesmo sem deixar escritos próprios, sua presença e suas ideias marcaram profundamente o desenvolvimento do pensamento crítico e da busca pela verdade. Através de seus questionamentos e do método de diálogo, conhecido como maiêutica, Sócrates incentivava as pessoas a refletirem por si mesmas, desafiando crenças e buscando compreender o mundo de forma mais profunda. Este trabalho tem como objetivo explorar a vida de Sócrates, entender seu método filosófico inovador, analisar seus principais ensinamentos e refletir sobre a influência duradoura que ele exerceu na história da filosofia e na forma como pensamos até hoj 7 2 CONTEXTO HISTÓRICO E BIOGRAFIA Sócrates nasceu por volta de 469 a.C., em Atenas, durante um período de grande efervescência cultural e política. Filho de um escultor e de uma parteira, viveu em uma época de transformações sociais intensas. Foi soldado, participou de batalhas, mas dedicou-se principalmente à busca pelo conhecimento e pela verdade. Sua atuação como filósofo foi marcada pelo diálogo nas praças públicas, onde questionava valores e crenças estabelecidas. 3 O MÉTODO SOCRÁTICO O método socrático baseava-se na maiêutica, que consistia em ajudar o interlocutor a 'dar à luz' suas próprias ideias, através do diálogo e da investigação racional. Sócrates fazia perguntas com o objetivo de levar seu interlocutor à reflexão, identificando contradições e alcançando definições mais claras. Esse método foi fundamental para o desenvolvimento do pensamento crítico e da lógica filosófica. A filosofia da Natureza não deu resposta ao problema que Sócrates carregava dentro de si e do qual, segundo ele, tudo dependia. Sócrates, ao contrário da antiga filosofia, adota um ponto de vista antropocêntrico na sua condição de natureza: o dos físicos, o ponto de partida de suas conclusões é o homem e a estrutura do corpo humano. Seu ponto de vista é o que os filósofos naturais, com suas hipóteses, não podem ensinar-lhe nada. A crítica aos filósofos naturais demonstra, portanto, indiretamente que o olhar de Sócrates foi projetado desde o primeiro momento sobre o problema moral e religioso. E, de alguma forma, o desinteresse de Sócrates pela filosofia da natureza não se deveu tanto ao desconhecimento dos problemas físicos, mas à impossibilidade de reduzir a sua forma de colocar o problema a um critério comum. Ele desencorajou outros de se aprofundarem nas teorias cosmológicas porque entendeu que as energias espirituais seriam melhor se tivessem conhecimento das coisas humanas. 8 Nos socráticos, há os cuidados da alma, ou preocupação com a alma, é mencionado como a missão suprema do homem. Encontramos aqui o cerne da consciência do próprio Sócrates sobre o seu conteúdo e sua missão: é uma missão educativa que se interpreta como frequentemente sua a analogia entre a sua ação e a do médico. A alma de que fala Sócrates só pode ser concebida juntamente com o corpo, como dois aspectos diferentes da mesma natureza humana. No pensamento de Sócrates, o psíquico não se opõe ao físico. O conceito de Physis, da antiga filosofia da natureza inclui o espiritual em Sócrates, com o qual é essencialmente transformado. As ideias e a forma de ensinar de Sócrates: busca da verdade, importância do diálogo e da razão. Sócrates defendia um método de ensino baseado no diálogo e no questionamento conhecido como Método Socrático ou Maiêutica, que visava estimular o pensamento crítico e a reflexão pessoal, em vez de fornecer respostas prontas. Este método consistia em duas etapas: a ironia, onde Sócrates aparentava ignorância para levar o interlocutor a questionar as suas próprias ideias, e a maiêutica, onde ele ajudava o interlocutor a “dar à luz” novas ideias e conceitos. Ele usava a ironia para expor as contradições e incoerências nas ideias do interlocutor, levando-o a reconhecer sua própria ignorância. Já a maiêutica (do grego parteira) era a fase em que Sócrates , após a ironia, ajudava o interlocutor a “partir” das ideias, ou seja, a desenvolver um pensamento mais claro e coerente. 4 PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS Sócrates acreditava que o autoconhecimento era o caminho para a virtude. Sua máxima 'Conhece-te a ti mesmo' orientava sua prática filosófica. Para ele, a sabedoria estava em reconhecer a própria ignorância. Ele defendia que o bem deveria ser buscado pela razão e que ninguém fazia o mal voluntariamente, mas por ignorância do bem. Sócrates não deixou escritos, e tudo o que sabemos sobre ele vem dos relatos de seus discípulos, como Platão e Xenofonte. 9 CRÍTICA DE SÓCRATES AOS VALORES E PRÁTICAS SOCIAIS DE ATENAS: MORALIDADE E ÉTICA A ética é a expressão da natureza humana bem compreendida, ou seja, a virtude e a felicidade moviam-se dentro do homem. Platão e Xenofonte concordam que Sócrates era um mestre da política. Uma educação que não fosse política não teria encontrado discípulos na Atenas do seu tempo. A grande novidade com que Sócrates contribuiu foi procurar na personalidade, no caráter moral, o cerne da existência humana em geral, e em particular, o da vida coletiva. A premissa fundamental que Sócrates parte é que toda educação deve ser política e deve necessariamente educar o homem para fazer uma de duas coisas: governar ou ser governado. A Autonomia moral no sentido socrático significaria, portanto, fundamentalmente a independência do homem em relação à sua parte animal da sua natureza. Somente o homem sábio que sabe domar os monstros selvagens dos instintos dentro do seu próprio peito, é verdadeiramente autossuficiente.Por isso, na perspectiva Socrática, conhecimento e sabedoria são inseparáveis da virtude, de ética e do viver bem e plenamente 5 JULGAMENTO E MORTE Em 399 a.C., Sócrates foi julgado e condenado à morte sob as acusações de corromper a juventude e introduzir novos deuses. Recusando-se a renegar seus princípios, aceitou a sentença e tomou cicuta. Seu julgamento se tornou símbolo da liberdade de pensamento e da resistência à tirania intelectual. JUSTIÇA, SABER E DEMOCRACIA. Ideia Socrática de Justiça: respeito e obediência às leis. Pregava o amor ao saber, devendo buscar o fundamento das ideias e dos conceitos. Considera que o justo não é uma imposição de alguns contra os outros, nem da maioria, nem do mais forte. 10 Para ele, a democracia, só pelo simples ato de vontade da maioria, não faz a boa lei nem faz o justo. Ele buscava extrair a ideia do justo por meio da razão. SÓCRATES: A SENTENÇA - APÓS SÓCRATES TER SIDO CONDENADO Á MORTE - E O DIÁLOGO NA PRISÃO No diálogo Críton, ou o Dever, Platão, através de Sócrates, nos ensina porque devemos respeitar as decisões judiciais mesmo que, aparentemente, sejam injustas. O diálogo se passa na prisão, após Sócrates ter sido condenado à morte. O problema central deste diálogo é saber se é correto e justo o cumprimento desta sentença. Sócrates, na cadeia, aguarda a execução da sentença condenatória. Enquanto isso, Críton e outros amigos de Sócrates tentaram lhe persuadir para que ele fugisse. Entretanto, Sócrates se manteve firme no seu proceder, afirmando que obedeceria às leis e à cidade, mesmo discordando da justiça da decisão. Críton faz uso de três argumentos para persuadir Sócrates a fugir da cadeia, a saber: primeiro, Sócrates é um amigo sem igual para ele; segundo, a reputação de Críton será maculada, pois o povo comentará que este tinha condições de providenciar a fuga de Sócrates, mas preferiu poupar seu dinheiro em vez de salvar seu amigo; por fim, tendo esposa e filhos para criar e, mesmo assim, escolhendo cumprir a pena de morte quando poderia fugir, Sócrates opta por abandonar sua família. Contra o argumento de que a reputação dos seus amigos será maculada, Sócrates diz que não é a toda opinião que se deve prestar atenção, mas somente à opinião qualificada. Para demonstrar isso, cita o exemplo de um atleta e de seu técnico, em que questiona se, para cuidar do corpo, o atleta deve obedecer ao técnico ou à opinião da multidão. A partir disso, faz uma analogia às leis e à cidade, pois elas representam a opinião qualificada sobre a justiça (mesmo que, aparentemente, injustas) e, se é o corpo do atleta que pagará pela desobediência às ordens do técnico, será a alma de Sócrates que sofrerá os prejuízos do descumprimento das leis humanas no Hades. 11 Além disso, desrespeito às leis irá enfraquecer as instituições da cidade. Sócrates diz que não devemos cometer injustiças voluntariamente nem retribuir a injustiça com a injustiça. Pois não há diferença entre cometer o mal é uma injustiça. Sócrates cria uma ficção, um diálogo seu com as leis e a cidade. São elas que lhe apresentam as decorrências do seu posicionamento (de Sócrates): uma convenção (as leis da cidade) deve ser cumprida, mesmo que injusta; descumprir a lei, mesmo que injusta, é cometer injustiça (e não devemos retribuir a injustiça com outra injustiça). Ao invés da desobediência, quem não estiver satisfeito com as convenções da sua cidade deverá modificá-las através do Direito. Por fim, além da 6 oportunidade de modificar as leis pelo Direito, quem não conseguir fazer isso e ainda estiver em desacordo com elas poderá ir embora da cidade. O diálogo de Críton é importantíssimo para ilustrar o que ocorre no atual cenário jurídico do país. Podemos afirmar que a democracia tem seus bônus e, por sua vez, também seus ônus. Portanto, sempre existirá um elemento de princípio que jamais pode ser violado. Eis a questão: qual seria este elemento de princípio que jamais poderá ser violado? O respeito às regras preestabelecidas. Todavia, em tempos de ativismos judiciais desenfreados, é impossível que se mantenha a integridade de regras preestabelecidas. Respeitar o texto legislativo não se trata de exegetismo; é uma questão de princípio, de democracia e institucionalidade. Isto significa que o cumprimento da lei e o respeito ao texto legislativo são fundamentais para manter a integridade das instituições democráticas e garantir que as regras preestabelecidas sejam seguidas. Ainda, a impossibilidade de manter a integridade de regras preestabelecidas pode ser atribuída a vários fatores: um deles, seria quando os juízes interpretam as leis de maneira subjetiva ou com base em suas próprias convicções pessoais, isto pode levar a decisões que não respeitam o texto legislativo original. Esse tipo de ativismo pode enfraquecer as instituições democráticas e criar um ambiente de incerteza jurídica, onde as regras não são aplicadas de maneira uniforme e previsível. Contudo, quando as leis são respeitadas, há uma garantia de que todos os cidadãos estão sujeitos às 12 mesmas regras, o que promove a igualdade e a justiça. Além disso, o respeito ao texto legislativo fortalece a confiança nas instituições e no sistema jurídico, evitando a arbitrariedade e o ativismo judicial desenfreado que podem ameaçar a democracia. É importante destacar que o ativismo judicial, conforme observado por Streck, se baseia em um utilitarismo que se diz moral e na vontade de quem o exerce. Essa prática é considerada uma ameaça significativa ao regime democrático, pois coloca em risco os princípios fundamentais da democracia. 6 LEGADO E INFLUÊNCIA O legado de Sócrates é imenso. Influenciou diretamente Platão, que por sua vez influenciou Aristóteles e toda a filosofia ocidental. Seu método é utilizado até hoje no ensino, na política e na ciência. A figura de Sócrates representa o compromisso com a verdade, a ética e a razão como base para a convivência humana. Como a sua forma de ensinar influenciou a educação posterior. O método socrático deixou uma profunda marca na educação posterior, visto que especialmente na filosofia e na pedagogia, dos interlocutores, a influência se manifesta na valorização do diálogo, do questionamento do pensamento crítico e da busca pela verdade através da reflexão e da argumentação. Eis que este pensamento desafia as premissas e crenças dos interlocutores, levando-os a questionar e analisar suas próprias ideias 13 7 CONSIDERAÇÕES FINAIS Sócrates foi um marco na história do pensamento humano. Sua vida dedicada ao questionamento e à reflexão ética tornou-se exemplo de coerência filosófica. Seu pensamento continua vivo, desafiando gerações a buscarem a verdade, a justiça e o autoconhecimento. Para Sócrates, a felicidade (eudaimonia) não era uma questão de prazer ou satisfação dos desejos, mas sim de viver de acordo com a virtude e o conhecimento. Ele acreditava que a virtude e a busca da verdade eram os caminhos para a verdadeira felicidade. Para Sócrates, a moral era profundamente pessoal, mas universalmente aplicável. Ele acreditava que a excelência moral era mais importante do que a riqueza material, a fama ou o poder. Essa crença refletia-se em seu próprio estilo de vida modesto e seu método de envolver-se com indivíduos de todas as esferas da vida em Atenas. A filosofia moral de Sócrates não era sobre aderir às normas sociais ou leis, mas sobre buscar um padrão ético mais elevado por meio de inquérito racional e diálogo. Ele desafiou a sabedoria moral convencional do seu tempo, questionando o entendimento social das virtudes e defendendo uma moral baseada em princípios éticos universais em vez de normas sociais relativas. A insistência de Sócrates em questionar e examinar os aspectos morais da vida levou ao seu julgamento e execuçãosob acusações de corromper a juventude e impiedade. Sua defesa, conforme registrada na “Apologia” de Platão (seu discípulo) apresenta seu compromisso com seus princípios morais acima de sua própria vida. A disposição de Sócrates de morrer por suas crenças em vez de trair seus princípios éticos é talvez o testemunho mais profundo de sua filosofia moral. 14 É importante mencionar que Platão tinha em torno de 20 anos, quando conheceu o filósofo Sócrates e tornou-se seu discípulo. A partir daí desse encontro, Platão passou a assistir a suas discussões e tornou-se seu seguidor. A relevância da menção se deve ao fato de que quando o mestre foi levado ao tribunal, em 399. A. C., é acusado de corromper a juventude), Platão estava presente e registrou seus últimos ensinamentos na obra hoje conhecida como “Apologia de Sócrates”. Defesa de Sócrates diante do Tribunal Ateniense. Assim, tudo o que sabemos a respeito de Sócrates, vem dos escritos de Platão. Não poderíamos deixar de mencionar a obra Fédon, em que Platão retrata a morte de Sócrates com serenidade e felicidade filosófica. Nessa obra, Sócrates encara a morte não como um fim trágico, mas como a libertação da alma do corpo, permitindo-lhe alcançar o mundo das ideias. Ele argumenta que o verdadeiro filósofo passa toda a vida se preparando para esse momento, em busca da verdade e da sabedoria. Sua confiança na imortalidade da alma o torna sereno diante da morte. Sócrates consola seus discípulos, afirmando que a alma dos justos encontrará um destino melhor. Bebe a cicuta sem hesitação, demonstrando plena coerência entre sua filosofia e sua conduta. Sua morte simboliza o triunfo da razão sobre o medo, tornando-se pelas mãos de Platão, um ícone da busca pela verdade. Assim, Sócrates morre feliz, pois sua alma se liberta para alcançar o conhecimento puro. Ambas as obras – tanto os diálogos quanto os relatos da morte de Sócrates - são fundamentais para a compreensão do pensamento socrático e da visão de Platão sobre filosofia, justiça e existência. O legado de Sócrates desperta grande interesse entre pensadores liberais modernos, que sustentam que, enquanto a verdade for objeto de investigação científica e filosófica, jamais se chegará a uma verdade absoluta. Entre as heranças socráticas está o reconhecimento do “ato de ser ” como fundamento de todos os atos humanos. A existência do homem, sua vida, e todas as ações que realiza decorrem de seu direito ontológico de ser: ser humano e, como tal , manter relações com seus semelhantes. O ser é, portanto, o fundamento de todo o Direito, pois lhe é ontologicamente devido. Só é 15 possível falar da virtude da justiça, fundamentada no bem, a partir do reconhecimento da procedência do ser do homem como base de todos os direitos.Na contemporaneidade, ao interpretarmos esse julgamento, percebemos que o homem não pode viver isoladamente, mas deve conviver em sociedade. Sócrates nos legou a importância de disciplinar esse convívio, não apenas em benefício próprio, mas em nome do bem comum. A justiça assim, deve ser fundamentada no bem, reconhecendo que os direitos das pessoas antecedem quaisquer normas ou instituições. 16 REFERÊNCIAS BLASCO, Pablo G. Sócrates: o fenômeno pedagógico mais formidável da história do Ocidente. In: JAEGER, Werner. Paideia: os ideais da cultura grega. Trad. Artur M. Parreira. São Paulo: Martins Fontes, 2013. CHAUÍ, Marilena. Convite à filosofia. 7. ed. São Paulo: Ática, 2000. CONJUR. DIÁRIO DE CLASSE: O diálogo Críton, de Platão, e o árduo combate ao ativismo judicial. Consultor Jurídico, 26 jan. 2019. Disponível em: https://www.conjur.com.br/2019-jan-26/diario-classe-dialogo-criton-platao-arduo-combat e-ativismo-judicial. Acesso em: 13 maio 2025. PLATÃO. Apologia de Sócrates. Trad. Carlos Alberto Nunes. São Paulo: Edições Loyola, 2005. REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. História da filosofia: antiguidade e idade média. Vol. 1. Trad. Ivo Storniolo. São Paulo: Paulus, 1990. UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL. Revista do Curso de Direito. Disponível em: https://online.unisc.br/seer/index.php/direito/index. Acesso em: 13 maio 2025. VELLA, Giovanni. A alma e a morte na apologia do Fédon: Sócrates entre θάνατος e τεθνάναι. 2019. 165 f. Tese (Doutorado em Filosofia) – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2019. Disponível em: https://tede2.pucsp.br/handle/handle/22454. Acesso em: 13 maio 2025.