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Pré-clínicaPré-clínica
III - NP2III - NP2
Leonardo Bitu Bezerra - Matrícula: 23.1.000147
Prótese fixa
Fixa é pq ela foi cimentada e seu preparo é a nível
dentinário
Na prótese fixa o definitivo vai ser uma restauração
indireta, ou seja, fora da boca do paciente
Mas antes tem que ser feito em boca uma coroa
provisória, o preparo...
Oq é importante observar antes de reabilitar? Número,
posição, inclinação dos dentes, as questões médicas, a
questão monetária, se tem vitalidade, necessidade de
retentores intrarradiculares
Sempre que for ter retentores, precisa de endo
Prótese fixa
É muito importante os exames radiográficos, a oclusão,
se o paciente vai precisar de orto, cirurgias, endo... aí a
prótese entra no fim
Condição dos remanescentes teciduais, inserção óssea, se
existe espaço pra ser habilitado, saúde sistêmica tem que
ser levada em consideração tbm no tratamento
Tratamento sempre baseado na etiologia, como perdeu os
dentes? a história do dente?...
 sempre de forma clara, o paciente não pode continuar o
tratamento se ele n entender a importância, n vai querer
pagar...
Prótese fixa
Para um sucesso, é necessário uma longevidade da
prótese, satisfação do paciente, saúde pulpar e
gengival dos dentes envolvidos
Existem princípios fundamentais dos preparos para
próstese fixa que precisam ser respeitados e em
harmonia entre si, são eles: Os mecânicos, biológicos e
estéticos
Respeitar os princípios mecânicos vai acabar gerando
resistência, longevidade e vai deixar o paciente utilizar
os dentes de forma correta
Prótese fixa
Retenção: As paredes precisam ser mais paralelas e ao
mesmo tempo convergindo um pouco para a oclusal (não
muito, no máximo um ângulo de 6 a 10 graus). Vão gerar
resistência às forças de tração
Se for muito convergente para a oclusal a retenção vai
diminuir e as paredes não podem ser 100% paralelas visto
que isso vai dificultar o escoamento do cimento
Tem relação com “ impedir o deslocamento vertical” da
restauração
Retenção ficcional e ação do agente cimentante geram a
retenção
Princípios
mecânicos:
Prótese fixa
Resistência: Impede a rotação da restauração, gerando
resistências à forças oblíquas (rotação da prótese)
É a relação entre a altura, largura e convergência do
preparo
Para ter resistência a altura tem que ser idealmente
maior que a largura, porém eventualmente pode ser uma
proporção de 1:1
Existem alguns recursos para aumentar a resistência:
Caixas, canaletas e sulcos. Porém, com o avanço dos
cimentos, as canaletas quase não são mais usadas
Princípios
mecânicos:
Prótese fixa
Resistência: Quem tem bruxismo tem muitos movimentos
laterais, por isso que a resistência tem que ser considerada
ao preparar o dente
Princípios
mecânicos:
Prótese fixa
Rigidez estrutural: A capacidade que a restauração
protética deve ter para não apresentar deformação
permanente
Espessura ideal para cada material
Tipo de terminação cervical (se evidência o termino" para
aumentar a quantidade de material)
Quantidade de redução tecidual
O material não pode ter trincas desgastes... o preparo
precisa ser feito em uma espessura mínima para
acomodar material suficiente para ter uma rigidez
estrutural
Princípios
mecânicos:
Prótese fixa
Rigidez estrutural: Em metalocerâmicas, o metal gera
essa rigidez estrutural e por consequência evita trincas...
As vezes tentar ser extremamente conservador é pior
pois desgastar pouco dente pode gerar problemas maiores
do que desgastar “muito, porém a quantidade ideal”, ou
seja, o material precisa ter um espaço adequado e mínimo
para ser acomodado (aumentando a resistência contra
forças mastigatórias)
Entretanto desgastar excessivamente vai gerar o
contrário, menor resistência e retenção, além de dano
pulpar
Princípios
mecânicos:
Prótese fixa
Integridade marginal: Gira em torno da adaptação da peça
protética
Por mais perfeita que a peça aparenta ser, sempre vai
existir um mínimo desajuste da margem que será
preenchido pelo cimento
Linha mínima do cimento = quanto melhor adaptado o
preparo e a coroa, maior vai ser a integridade marginal
Uma não adaptação pode levar a uma cárie, doença
periodontal...
Por mais perfeita que é a coroa, existem imperfeições
Princípios
mecânicos:
Prótese fixa
Princípios mecânicos:
Integridade marginal: Próteses com sobrecontorno
vão dificultar a higienização, vão gerar trauma
gengival e problemas periodontais
Próteses com subcontorno: Maior acúmulo de placa,
problemas periodontais, sensibilidade e defeitos
estéticos
Esses dois pontos vão comprometer a integridade
marginal
Princípios
mecânicos:
Prótese fixa
Gira em torno da preservação do órgão pulpar e dos
tecidos periodontais
Preservação do órgão pulpar: Possível irritação gerada
durante o preparo, reação exotérmica dos materiais, grau
de infiltração marginal, permeabilidade dentinária
Endo em último caso pois ela vai gerar um maior desgaste
interno enquanto o preparo vai gerar o externo, ou seja,
vai restar pouca estrutura dentária remanescente
O calor das pontas/brocas podem gerar danos à polpa e
aos tecidos periodontais
Princípios
Biológicos:
Prótese fixa
Preservação da saúde periodontal:
higiene oral, adaptação marginal, forma do preparo,
contorno do preparo e localização da margem cervical
Perfil de emergência da coroa sempre plano (do sulco até
a ponta da cúspide)
Os dentes naturais tem essa “deformidade”, se não for
plano vai ter um abaulamento e por consequência piorando
o quadro periodontal
Localização do termino cervical: 2mm aquém da gengival
marginal e 0,5 a 1mm dentro do sulco (cuidado com o
fenótipo gengival fino), permitindo a higienização
Princípios
Biológicos:
Prótese fixa
Preservação da saúde periodontal:
Tem relação também com uma correta proporção entre
a estética branca e rosa
O chanfo ou chanfo biselado são os principais tipos de
términos cervicais
A prótese sempre deverá permitir uma correta
higienização, preservando a saúde periodontal
A saúde periodontal tem haver com o término e se a
coroa está bem adaptada (perfil de emergência sempre
plano), não podendo existir abaulamento
Princípios
Biológicos:
Prótese fixa
Princípios estéticos:
formato natural dos dentes cor adequada 
proporção certa aos tecidos periodontais 
não invasão do espaço biológico 
espessura certa do material protético em relação
ao preparo
Se faz 2mm aquém da gengiva marginal e 1mm
dentro do sulco pq aí vai ter uma correta estética,
vai melhorar a resistência e a rigidez estrutural
Princípios
Estéticos:
A estética branca tem relação com os dentes...
A estética branca tem relação com a gengiva...
Prótese fixa
Unitária Ponte Fixa Prótese adesiva
Restaurações indiretas
Podem ser inlay, onlay e overlay
Inlay não recobre cúspides, onlay envolve duas cúspides e
a overlay recobre todas as cúspides
Podem ser feitas de cerâmica ou resina
Overlay de cerâmica só se o antagonista for de cerâmica
Restauração direta apenas em situações sem perda de
cúspides, pouco expulsivas, com términos cervicais visíveis
e paredes com espessura adequada
Por mas que exista indicação de restauração indireta, o
profissional pode optar com uma inlay para reduzir o
tempo clínico em situações com múltiplos dentes de uma
única vez
Restaurações indiretas
Overlay (ou coroa): A restauração indireta (ou “bloco”) que
preenche um espaço que envolve todas as cúspides
Extracoronários totais: quando uma face livre é desgastada
e coberta por um material (Ex: facetas de porcelana)
Extracoronários parcial: para prótese fixa de três elementos
Nas restaurações indiretas, as paredes precisam ser
levemente expulsivas e ter uma espessura adequada
Direta X Inlay: A escolha dessas técnicas precisam levar em
consideração o número de cavidades, se tem ou não perda de
cúspide, custo benefício, preferencia profissional, distância
de interduspidação e se for em uma região de difícil acesso
como uma classe II na distal do 28...
Restaurações indiretas
Indicação de onlay: Envolvimento das cúspides
(principalmente as VIPs) , uma cavidade de maior
extensão, uma abertura vestíbulo lingual maior que½
distância intercuspídea, dificuldade de acesso,
visualização e a limitação de abertura bucal
É importante sempre avaliar o espaço interoclusal, pq
sempre tem que se avaliar primeiro esse espaço
existente entre o dente superior e inferior, pois se o
espaço for menor que 2mm, aumenta a chance da coroa
fraturar
Restaurações indiretas
Vantagens das restaurações indiretas: Uma vantagem é um
menor fator C, visto que elas demoram pelo menos 24hrs
para serem colocadas em boca, que esse é o tempo que a
resina precisa pra fotopolimerizar por completo
Todos os preparos de indiretas tem que ter uma
expulsividade, ângulos internos arredondados, margens bem
delimitadas, espessura adequada e ausência de áreas de
fragilidade
Em inlays, a ponta 3131 gera a angulação necessária para
ter a expulsividade
A curva reversa de
hollemback aumenta a
quantidade de material
que pode ser acomodado
Restaurações indiretas
Se a tem 2mm ou mais de espessura, não precisa recobrir a
cúspide (se for menor que 2mm, tem a opção de recobrir ou
realizar o “calçamento, que consiste na adição de resina
para aumentara espessura e dar mais resistência ou
rebaixar a cúspide)
Se recobre a cúspide para gerar resistência
Pode ser feito o calçamento com uma resina flow de alta
carga, resina composta ou resina bulkfill
Restaurações indiretas
Propriedades das restaurações parciais indiretas:
Capacidade de confecção fora da boca
Uso de diferentes materiais restauradores
Controle de umidade e temperatura
Eleição da necessidade de envolvimento de cúspides
Pode ser realizada pelo dentista ou laboratório
Requer preparos expulsivos
Restaurações indiretas
Indicações das restaurações parciais indiretas:
Substituições de restaurações de amálgama
Dentes com bastante destruição mas sem
envolvimento endodôntico
Dentes com dificuldade de contornos proximais ou
reconstruções complexas
Preparos envolvendo uma ou mais cúspides
Dentes com cristas marginais comprometidas
Necessidade de múltiplas restaurações em uma
única sessão
Overlay (ou coroa): A restauração indireta (ou
“bloco”) que preenche um espaço que envolve todas
as cúspides
Extracoronários totais: quando uma face livre é
desgastada e coberta por um material (Ex: facetas de
porcelana)
Extracoronários parcial: para prótese fixa de três
elementos
Criar retenções no preparo, inviabiliza a reabilitação
Preparo
Posteriores:
A 4138f vai fazer praticamente todo o trabalho, e
também vai ser usada a 3131 para gerar a leve
expulsividade 6 graus (para a onlay) e a holemback
Após o preparo e antes da moldagem, para gerar o
selamento imediato da dentina, deve ser aplicado
apenas um sistema adesivo de forma isolada ou pode
ser adicionado também uma resina flow, para deixar
o fundo da cavidade plano e melhorar a adaptação
da coroa
Preparo
Para restaurações Onlay e
inlay, os preparos precisam ser
divergentes para a oclusal, ou
seja, são preparo muito
expulsivos enquanto pra overlay
precisa ser convergente 
Preparo
Ombro Arredondado:
consiste em um degrau em um
ângulo de 90°, tendo a junção
das duas paredes de forma
arrendondada. indicado para
coroas confeccionadas em
cerâmica.
Preparo Tipos de Términos
Ombro biselado:
consiste em um degrau com
ângulo reto de 90°, tendo um
biselamento da aresta
cavossupercial. indicado para
coroas confeccionadas em
metalocerâmicas.
Preparo Tipos de Términos
Ombro Chanfrado
Consiste em um térmico que
tem sua junção com formato
circular. é considerado o
término cervical ideal.
indicado para coroas
confeccionadas por
metalocêramica.
Preparo Tipos de Términos
Ombro Chanferete
Consiste em um térmico que
tem sua junção com formato
circular de pequena
dimensão. Indicado para
coroas totais de metal.
Preparo Tipos de Términos
Com a técnica de dupla moldagem (material
denso/pesado + fluida/leve) ou moldagem única
É muito importante realizar a moldagem com fio
retrator (Adicionando na dupla moldagem
inicialmente um fio retrator mais fino para segurar
o fluido crevicular, depois um mais fino para afastar
bem a gengiva e para fazer com que o material leve
penetre direito.
Moldagem
Moldagem
Moldeira totalMoldeira parcial
As moldeiras parciais são indicadas para moldar
hemiarcos (tende a ser mais confortável para o
paciente e gasta menos material de moldagem)
Alginato tem distorções, precisando ser vazado
com gesso o quanto antes
O silicone de adição não tem essa desvantagem,
podendo ser vazado com gesso mais tempo depois
Antes de confeccionar o provisório no gesso, é
importante sempre selar antes
Moldagem
Com bioplic, CIV... (CIV é mais fácil de diferenciar
oq é dente ou CIV), resina fotoativada, resina
bisacrílica, dente de estoque ou resina acrílica
Mesmo sendo uma restauração provisória, é
necessário sempre respeitar os mesmos princípios
de uma coroa definitiva
As restaurações provisórias são um guia funcional
e estético para a coroa definitiva, auxiliando no
planejamento da reabilitação
Provisórios
Outras funções: Protegem o complexo dentinopulpar,
mantem a saúde gengival durante a fase provisória
(como o preparo precisa ser sub, isso impede que a
gengiva “ invada” o preparo), mantém o paciente em
convívio social, auxiliam na seleção de cor adequada e
auxiliam na fonética
São restaurações de uso temporário entre o preparo
e a cimentação da prótese final
Provisórios
Deficiências da fase provisória: Limitação
mastigatória, dor ou desconforto, aumento do risco
de cárie, comprometimento pulpar, invasão do
preparo por tecido gengival e relacionamento
desconfortável paciente-profissional
Fatores que geram insatisfação: Contatos proximais
insatisfatórios, formatos anatômicos incorretos,
cor incompatível, provisórios que deslocam com
facilidade e fraturas marginais (sensibilidade/
inflamação/ sangramento)
Provisórios
Características ideais: Proteção do preparo,
manutenção do dente em função, permitir a avaliação
do preparo, adaptação precisa, estabilização da
oclusão, baixo custo, estética aceitável, permitir a
higiene oral e análise do padrão de higiene do paciente
Quando o acrílico toma presa ele gera uma reação
exotérmica, então ele gera calor, então é importante
tomar cuidado
Depois ele tbm expande, por isso tem que tomar presa
em boca, tirando e colocando várias vezes
Provisórios
Perfil de emergência plano quer dizer que ele está
corretamente posicionado, sem ter inclinações de
forma errada
Importante nunca comprimir papila e gengiva ao
restaurar com o provisório
Mesmo sendo uma restauração provisória, deixar o
dente em infraoclusão nunca pode ser uma opção
Pq o dente antagonista pode extruir, causando um
problema pior, ou seja, as VIPS precisam ficar em
contato
Provisórios
Existe a resina acrílica auto e termo polimerizável
(apenas em laboratório)
O provisório sempre deve ser polido e liso
Eles evitam a migração dentária, o desequilíbrio
articular e neuromuscular
A restauração deve permitir uma correta limpeza
Ele precisa resistir a forças mastigatórias sem
fraturar ou deslocar
A resina da Indireta é mais resistente pq ela é
termo e tem uma qualidade maior de polimento
Provisórios
Resina acrílica:
Fácil manipulação
Permite reembasamento na região cervical
Relativamente tem um baixo custo
Resistência à fratura (em relação a um material
restaurador temporário)
Estabilidade de cor razoàvel
Provisórios
Dentes de estoque:
Facilidade de obtenção de estética vestibular
Estabilidade de cor e lisura
Variedade de marcas comerciais
Resina prensada
Provisórios
Dentes de estoque são mais estéticos e tem uma
maior estabilidade de cor que os provisórios de
resina acrílica, demandando um menor tempo de
cadeira, sendo usados apenas em anteriores
A resina acrílica pode ser autopolimerizável ou
termopolimerizável (as de estoque, por isso ela é
mais resistente, tem mais estabilidade de cor...)
O provisório pode ser feito pelo dentista ou pelo
laboratório
Provisórios
QUESTÃO DE PROVA!!!!!!
Resina acrílica auto em técnica direta e a termo
em indireta
Mesmo fora da boca como os dentes em estoque é
a técnica direta (se tá fazendoao vivo na boca do
paciente, é direta, a indireta tem que ser feita no
laboratório...)
Ou seja, na indireta o paciente vai pra casa e
depois tem que ser feita em laboratório e em
outro dia ele volta, direta se é na mesma sessão
Provisórios
Técnicas de confecção de provisórios:
Direta: Alteração de cor, menor resistência, alta
porosidade, menor durabilidade e favorece a
irritação gengival e pulpar
Indireta: Custo mais elevado, necessidade de
laboratório, confecção prévia dos provisórios e
mais sessões clínicas
Provisórios
Técnicas direta de confecção de provisórios:
Técnica da faceta (com os dentes de estoque): 
Vantagens: Melhor estética, facilidade e rapidez
de confecção e lisura/polimento da face
vestibular
Desvantagens: Impossibilidade de ajustar a face
vestibular, união desfavorável entre a faceta e a
resina acrílica adicionada (risco de fratura) e não
é indicada para posteriores
Provisórios
Técnica da faceta:
O princípio básico dessa técnica é não desgastar a
vestibular do provisório, por isso, é necessário ter
várias placas de vários tipos pra se adaptar aos
dentes
Por serem resinas diferentes, elas tem uma união
menos favorável
Provisórios
Técnica da faceta com retentor intrarradicular:
Em situações com grande perda de estrutura
dentária
Nesses casos, não é obrigatório fazer a endo
antes do provisório
Provisórios
Prova seca da peça (pra ver se ela está descendo
tranquilamente e sempre de forma passiva), isolamento
do campo, preparo da peça, preparo do dente e por fim
cimentação propriamente dita
OBS: os cimentos resinosos tem uma fotopolimerização
química e dual
Antes de fotopolimerizar é importante remover todos
os excessos de cimento
Cimentação
Preparo da peça: se for de resina, ácido fosfórico
37% por 15s
Cerâmica é com o ácido fluoridrico 8 a 10% (20s se
for feita de dissilicato de lítio e por 2min se for de
feita de cerâmica feldspática)
Preparo do dente: Profilaxia, condicionamento com
ácido fosfórico, aplicação do primer - adesivo e
fotopolimerização 
Cimentação
Preparo da peça: se for de resina, ácido fosfórico
37% por 15s
Cerâmica é com o ácido fluoridrico 8 a 10% (20s se
for feita de dissilicato de lítio e por 2min se for de
feita de erâmica feldspática)
Aplicação do silano ou adesivo
Preparo do dente: Profilaxia com pedra pomes,
condicionamento com ácido fosfórico, aplicação do
primer - adesivo e fotopolimerização 
Cimento sem eugenol pra resina
Cimentação
Existe a técnica semi-indireta: Usando silicone de
adição e silicone para modelo (ou gesso, a vantagem
é que tem uma presa lenta e não contrai)
O silicone para modelo tem a possibilidade de
contrair, alterando o volume final da coroa, sendo
então uma técnica indicada apenas para a confecção
imediata da coroa (pro paciente não ter que esperar
o protético terminar a coroa...)
Coroa
Pontas
101431181111314522004138 3216
1) Confecção dos sulcos de
orientação cervical:
Com uma ponta diamantada
esférica compatível com o
tamanho do dente
Ângulo de 45° (para evitar
um desgaste excessivo)
Inserindo meia ponta ativa
por todas as faces livres
4) Preparo Anteriores:
2) Confecção dos sulcos de
orientação verticais:
Com uma ponta diamantada
cilíndrica (como a 3145)
2 sulcos nos Inc. inf e nos
outros 3 por vestibular e por
palatina/lingual
Largura e profundidade de
uma ponta ativa
4) Preparo
2) Confecção dos sulcos de orientação verticais:
É muito importante seguir todas as inclinações
do dente
Ângulo de 45° em relação à borda incisal,
angulando a caneta para a palatina/lingual
desgastando o terço incisal
Paralela ao longo eixo para os outros terços
No final os sulcos verticais precisam encontrar
os sulcos cervicais
4) Preparo
2) Confecção dos sulcos de orientação verticais:
Pra não criar um batente na cervical, a ponta
da broca tem que se encontrar com o sulco (mas
sem encostar)
4) Preparo
3) Confecção dos sulcos de
orientação incisais:
Com uma ponta diamantada
cilíndrica (como a 3145)
Usando os sulcos verticais
como referências, na altura
de uma ponta e meia
4) Preparo
4) Rompimentos dos pontos de
contato:
Com a 2200
É muito importante sempre
proteger os dentes adjacentes
com uma tira metálica
Movimento vestíbulos palatino/
lingual, até existir uma distância
suficiente para a ponta passar
“frouxa”
4) Preparo
5) desgaste da concavidade
palatina/lingual:
Com a 1111 para os inc. inf. e a
3118 para os outros dentes
Sempre com a mão leve
Acima do cíngulo
O que vai reduzir o cíngulo é
apenas a ponta da ponta em
chama
4) Preparo
6) União dos sulcos:
Com uma diamantada tronco
cônica como a 4138 ou cilíndrica
Percorrendo todas as faces com
o intuito de unir todos os sulcos
4) Preparo
7) Evidenciamento do término:
com a 3145 ou 3216 (chanfro
biselado) para deixar ele
levemente sub
Acabamento: remoção de
ângulos vivos, irregularidades
do preparo, deixando os
ângulos arredondados.
4) Preparo
4) Preparo
1) Confecção dos sulcos de
orientação cervical:
Com uma ponta diamantada
esférica compatível com o
tamanho do dente
Ângulo de 45° (para evitar
um desgaste excessivo)
Inserindo meia ponta ativa
por todas as faces livres
4) Preparo Posteriores:
2) Confecção dos sulcos de
orientação verticais:
Com uma ponta diamantada
cilíndrica (como a 3145)
2 a 3 sulcos por vestibular e
por palatina/lingual
Largura e profundidade de
uma ponta ativa
4) Preparo
3) Confecção dos sulcos de
orientação oclusais:
Com uma ponta diamantada
cilíndrica (como a 3145)
Usando os sulcos verticais
como referências, na altura
de uma ponta e meia
Seguindo as inclinações das
cúspides
4) Preparo
4) Rompimentos dos pontos de
contato:
Com a 2200
É muito importante sempre
proteger os dentes adjacentes
com uma tira metálica
Movimento vestíbulos palatino/
lingual, até existir uma distância
suficiente para a ponta passar
“frouxa”
4) Preparo
5) União dos sulcos:
Com uma diamantada tronco
cônica como a 4138 ou cilíndrica
Percorrendo todas as faces com
o intuito de unir todos os sulcos
4) Preparo
Técnica da faceta: 
1) seleção do dente de estoque
2) Tem que remover tudo acima da jce do
dente de estoque (adaptação da cervical ao
término do preparo)
3) Depois tem que desgastar a palatina com
a peça reta
5) Provisório Anteriores:
4) Depois tem que manipular a resina acrílica
pra cobrir essa região palatina
“transformando a faceta em uma coroa”
5) Reenbasamento do término
O provisório toma presa em boca mas ela
precisa ser removida pra conseguir reembasar
o término (Vaselina pra isolar o dente )
5) Provisório Anteriores:
6) Remoção dos excessos após o reembasamento
com a maxicute e minicute
Marcando antes sempre com a lapiseira
7) Conferência da adaptação marginal, formato
e oclusão
8) Caracterizações da anatomia secundária,
acabamento e polimento (nunca por vestibular)
9) cimentação com cimento provisório
5) Provisório Anteriores:
Técnica da faceta com retentor: 
1) seleção do dente de estoque
2) Prova e adaptação do pino metálico (pode
ser até uma broca velha por exemplo) e
verificação se há espaço oclusal para o pino
retentor intrarradicular sempre na altura
do cíngulo
5) Provisório Anteriores:
Técnica da faceta com retentor: 
3) Isolamento intrarradicular com
vaselina/ lubrificante
4) Reembasamento do pino com resina
acrílica
5) Cimentação do pino com cimento
provisório
5) Provisório Anteriores:
Técnica da faceta com retentor: 
6) Depois tem que ser feito os mesmos
passos da técnica da faceta
Nesses casos não é obrigatório fazer a
endo antes do provisório
5) Provisório Anteriores:
Técnica da matriz de alginato:
Em posteriores o importante não vai ser
a estética mas sim a funcionalidade
Na de alginato, a matriz não pode ser
reutilizada, enquanto na de silicone sim 
Se faz essa técnica quando o dente ta
integro e é possível “salvar sua forma”
com a moldagem ou para trocar a coroa
5) Provisório Posteriores:
Técnica da matriz de alginato:
1) Moldagem com alginato 
2) Preenchimento da matriz com resina
acrílica
3) Adição da moldeira com a resina 
4) depois do acabamento e polimentoa
coroa pode ser cimentada
5) Provisório Posteriores:
Técnica da matriz de silicone:
A mesma técnica a diferença é que no
lugar do alginato, vai ser usado o silicone
de adição o condensação
5) Provisório Posteriores:
Vantagens da técnica da matriz: 
Facilidade e rapidez de confecção
Baixo custo
Poucos ajustes oclusais
Menor tempo de cadeira
5) Provisório Posteriores:
Desvantagens:
Nem sempre é possível ser utilizada
Porosidade da resina acrílica
Dificuldade de controlar a polimerização
da resina
Indicado apenas para dentes posteriores
5) Provisório Posteriores:
Técnica da bolinha ou da anatomia funcional:
 Normalmente é a mais usada visto que nem
sempre o dente vai estar hígido para fazer a
matriz
OBS: O paciente obrigatoriamente precisa
ter os dentes antagonistas, se não tiver, tem
que ser feito "na marra" restaurando do zero
5) Provisório Posteriores:
Técnica da bolinha ou da anatomia funcional:
1) Isolamento do dente, dos dentes adjacente
e o antagonista
2) Manipulação da resina no pote dappen. A
dica é usar o lado raso, colocando o pó e
depois pingando 8 gotas de liquido e tem que
posicionar bolinha no dente preparado
5) Provisório Posteriores:
Técnica da bolinha ou da anatomia funcional:
3) Adição de uma resina acrílica mais fluida
no termino e depois tem que adicionar a
bolinha pra encontrar com essa resina
4) O paciente deverá então ocluir para
realizar anatomia, O que é cúspide vira sulco
e o que é sulco vira cúspide
5) Provisório Posteriores:
Técnica da bolinha ou da anatomia funcional:
5) marcação dos excessos com a lapiseira e
com a peça reta, deverá ser removido os
excessos
Para o ponto de contato, tem que de fato ser
marcado o mesmo e ele deverá ficar intacto
5) Provisório Posteriores:

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