Prévia do material em texto
Pré-clínicaPré-clínica III - NP2III - NP2 Leonardo Bitu Bezerra - Matrícula: 23.1.000147 Prótese fixa Fixa é pq ela foi cimentada e seu preparo é a nível dentinário Na prótese fixa o definitivo vai ser uma restauração indireta, ou seja, fora da boca do paciente Mas antes tem que ser feito em boca uma coroa provisória, o preparo... Oq é importante observar antes de reabilitar? Número, posição, inclinação dos dentes, as questões médicas, a questão monetária, se tem vitalidade, necessidade de retentores intrarradiculares Sempre que for ter retentores, precisa de endo Prótese fixa É muito importante os exames radiográficos, a oclusão, se o paciente vai precisar de orto, cirurgias, endo... aí a prótese entra no fim Condição dos remanescentes teciduais, inserção óssea, se existe espaço pra ser habilitado, saúde sistêmica tem que ser levada em consideração tbm no tratamento Tratamento sempre baseado na etiologia, como perdeu os dentes? a história do dente?... sempre de forma clara, o paciente não pode continuar o tratamento se ele n entender a importância, n vai querer pagar... Prótese fixa Para um sucesso, é necessário uma longevidade da prótese, satisfação do paciente, saúde pulpar e gengival dos dentes envolvidos Existem princípios fundamentais dos preparos para próstese fixa que precisam ser respeitados e em harmonia entre si, são eles: Os mecânicos, biológicos e estéticos Respeitar os princípios mecânicos vai acabar gerando resistência, longevidade e vai deixar o paciente utilizar os dentes de forma correta Prótese fixa Retenção: As paredes precisam ser mais paralelas e ao mesmo tempo convergindo um pouco para a oclusal (não muito, no máximo um ângulo de 6 a 10 graus). Vão gerar resistência às forças de tração Se for muito convergente para a oclusal a retenção vai diminuir e as paredes não podem ser 100% paralelas visto que isso vai dificultar o escoamento do cimento Tem relação com “ impedir o deslocamento vertical” da restauração Retenção ficcional e ação do agente cimentante geram a retenção Princípios mecânicos: Prótese fixa Resistência: Impede a rotação da restauração, gerando resistências à forças oblíquas (rotação da prótese) É a relação entre a altura, largura e convergência do preparo Para ter resistência a altura tem que ser idealmente maior que a largura, porém eventualmente pode ser uma proporção de 1:1 Existem alguns recursos para aumentar a resistência: Caixas, canaletas e sulcos. Porém, com o avanço dos cimentos, as canaletas quase não são mais usadas Princípios mecânicos: Prótese fixa Resistência: Quem tem bruxismo tem muitos movimentos laterais, por isso que a resistência tem que ser considerada ao preparar o dente Princípios mecânicos: Prótese fixa Rigidez estrutural: A capacidade que a restauração protética deve ter para não apresentar deformação permanente Espessura ideal para cada material Tipo de terminação cervical (se evidência o termino" para aumentar a quantidade de material) Quantidade de redução tecidual O material não pode ter trincas desgastes... o preparo precisa ser feito em uma espessura mínima para acomodar material suficiente para ter uma rigidez estrutural Princípios mecânicos: Prótese fixa Rigidez estrutural: Em metalocerâmicas, o metal gera essa rigidez estrutural e por consequência evita trincas... As vezes tentar ser extremamente conservador é pior pois desgastar pouco dente pode gerar problemas maiores do que desgastar “muito, porém a quantidade ideal”, ou seja, o material precisa ter um espaço adequado e mínimo para ser acomodado (aumentando a resistência contra forças mastigatórias) Entretanto desgastar excessivamente vai gerar o contrário, menor resistência e retenção, além de dano pulpar Princípios mecânicos: Prótese fixa Integridade marginal: Gira em torno da adaptação da peça protética Por mais perfeita que a peça aparenta ser, sempre vai existir um mínimo desajuste da margem que será preenchido pelo cimento Linha mínima do cimento = quanto melhor adaptado o preparo e a coroa, maior vai ser a integridade marginal Uma não adaptação pode levar a uma cárie, doença periodontal... Por mais perfeita que é a coroa, existem imperfeições Princípios mecânicos: Prótese fixa Princípios mecânicos: Integridade marginal: Próteses com sobrecontorno vão dificultar a higienização, vão gerar trauma gengival e problemas periodontais Próteses com subcontorno: Maior acúmulo de placa, problemas periodontais, sensibilidade e defeitos estéticos Esses dois pontos vão comprometer a integridade marginal Princípios mecânicos: Prótese fixa Gira em torno da preservação do órgão pulpar e dos tecidos periodontais Preservação do órgão pulpar: Possível irritação gerada durante o preparo, reação exotérmica dos materiais, grau de infiltração marginal, permeabilidade dentinária Endo em último caso pois ela vai gerar um maior desgaste interno enquanto o preparo vai gerar o externo, ou seja, vai restar pouca estrutura dentária remanescente O calor das pontas/brocas podem gerar danos à polpa e aos tecidos periodontais Princípios Biológicos: Prótese fixa Preservação da saúde periodontal: higiene oral, adaptação marginal, forma do preparo, contorno do preparo e localização da margem cervical Perfil de emergência da coroa sempre plano (do sulco até a ponta da cúspide) Os dentes naturais tem essa “deformidade”, se não for plano vai ter um abaulamento e por consequência piorando o quadro periodontal Localização do termino cervical: 2mm aquém da gengival marginal e 0,5 a 1mm dentro do sulco (cuidado com o fenótipo gengival fino), permitindo a higienização Princípios Biológicos: Prótese fixa Preservação da saúde periodontal: Tem relação também com uma correta proporção entre a estética branca e rosa O chanfo ou chanfo biselado são os principais tipos de términos cervicais A prótese sempre deverá permitir uma correta higienização, preservando a saúde periodontal A saúde periodontal tem haver com o término e se a coroa está bem adaptada (perfil de emergência sempre plano), não podendo existir abaulamento Princípios Biológicos: Prótese fixa Princípios estéticos: formato natural dos dentes cor adequada proporção certa aos tecidos periodontais não invasão do espaço biológico espessura certa do material protético em relação ao preparo Se faz 2mm aquém da gengiva marginal e 1mm dentro do sulco pq aí vai ter uma correta estética, vai melhorar a resistência e a rigidez estrutural Princípios Estéticos: A estética branca tem relação com os dentes... A estética branca tem relação com a gengiva... Prótese fixa Unitária Ponte Fixa Prótese adesiva Restaurações indiretas Podem ser inlay, onlay e overlay Inlay não recobre cúspides, onlay envolve duas cúspides e a overlay recobre todas as cúspides Podem ser feitas de cerâmica ou resina Overlay de cerâmica só se o antagonista for de cerâmica Restauração direta apenas em situações sem perda de cúspides, pouco expulsivas, com términos cervicais visíveis e paredes com espessura adequada Por mas que exista indicação de restauração indireta, o profissional pode optar com uma inlay para reduzir o tempo clínico em situações com múltiplos dentes de uma única vez Restaurações indiretas Overlay (ou coroa): A restauração indireta (ou “bloco”) que preenche um espaço que envolve todas as cúspides Extracoronários totais: quando uma face livre é desgastada e coberta por um material (Ex: facetas de porcelana) Extracoronários parcial: para prótese fixa de três elementos Nas restaurações indiretas, as paredes precisam ser levemente expulsivas e ter uma espessura adequada Direta X Inlay: A escolha dessas técnicas precisam levar em consideração o número de cavidades, se tem ou não perda de cúspide, custo benefício, preferencia profissional, distância de interduspidação e se for em uma região de difícil acesso como uma classe II na distal do 28... Restaurações indiretas Indicação de onlay: Envolvimento das cúspides (principalmente as VIPs) , uma cavidade de maior extensão, uma abertura vestíbulo lingual maior que½ distância intercuspídea, dificuldade de acesso, visualização e a limitação de abertura bucal É importante sempre avaliar o espaço interoclusal, pq sempre tem que se avaliar primeiro esse espaço existente entre o dente superior e inferior, pois se o espaço for menor que 2mm, aumenta a chance da coroa fraturar Restaurações indiretas Vantagens das restaurações indiretas: Uma vantagem é um menor fator C, visto que elas demoram pelo menos 24hrs para serem colocadas em boca, que esse é o tempo que a resina precisa pra fotopolimerizar por completo Todos os preparos de indiretas tem que ter uma expulsividade, ângulos internos arredondados, margens bem delimitadas, espessura adequada e ausência de áreas de fragilidade Em inlays, a ponta 3131 gera a angulação necessária para ter a expulsividade A curva reversa de hollemback aumenta a quantidade de material que pode ser acomodado Restaurações indiretas Se a tem 2mm ou mais de espessura, não precisa recobrir a cúspide (se for menor que 2mm, tem a opção de recobrir ou realizar o “calçamento, que consiste na adição de resina para aumentara espessura e dar mais resistência ou rebaixar a cúspide) Se recobre a cúspide para gerar resistência Pode ser feito o calçamento com uma resina flow de alta carga, resina composta ou resina bulkfill Restaurações indiretas Propriedades das restaurações parciais indiretas: Capacidade de confecção fora da boca Uso de diferentes materiais restauradores Controle de umidade e temperatura Eleição da necessidade de envolvimento de cúspides Pode ser realizada pelo dentista ou laboratório Requer preparos expulsivos Restaurações indiretas Indicações das restaurações parciais indiretas: Substituições de restaurações de amálgama Dentes com bastante destruição mas sem envolvimento endodôntico Dentes com dificuldade de contornos proximais ou reconstruções complexas Preparos envolvendo uma ou mais cúspides Dentes com cristas marginais comprometidas Necessidade de múltiplas restaurações em uma única sessão Overlay (ou coroa): A restauração indireta (ou “bloco”) que preenche um espaço que envolve todas as cúspides Extracoronários totais: quando uma face livre é desgastada e coberta por um material (Ex: facetas de porcelana) Extracoronários parcial: para prótese fixa de três elementos Criar retenções no preparo, inviabiliza a reabilitação Preparo Posteriores: A 4138f vai fazer praticamente todo o trabalho, e também vai ser usada a 3131 para gerar a leve expulsividade 6 graus (para a onlay) e a holemback Após o preparo e antes da moldagem, para gerar o selamento imediato da dentina, deve ser aplicado apenas um sistema adesivo de forma isolada ou pode ser adicionado também uma resina flow, para deixar o fundo da cavidade plano e melhorar a adaptação da coroa Preparo Para restaurações Onlay e inlay, os preparos precisam ser divergentes para a oclusal, ou seja, são preparo muito expulsivos enquanto pra overlay precisa ser convergente Preparo Ombro Arredondado: consiste em um degrau em um ângulo de 90°, tendo a junção das duas paredes de forma arrendondada. indicado para coroas confeccionadas em cerâmica. Preparo Tipos de Términos Ombro biselado: consiste em um degrau com ângulo reto de 90°, tendo um biselamento da aresta cavossupercial. indicado para coroas confeccionadas em metalocerâmicas. Preparo Tipos de Términos Ombro Chanfrado Consiste em um térmico que tem sua junção com formato circular. é considerado o término cervical ideal. indicado para coroas confeccionadas por metalocêramica. Preparo Tipos de Términos Ombro Chanferete Consiste em um térmico que tem sua junção com formato circular de pequena dimensão. Indicado para coroas totais de metal. Preparo Tipos de Términos Com a técnica de dupla moldagem (material denso/pesado + fluida/leve) ou moldagem única É muito importante realizar a moldagem com fio retrator (Adicionando na dupla moldagem inicialmente um fio retrator mais fino para segurar o fluido crevicular, depois um mais fino para afastar bem a gengiva e para fazer com que o material leve penetre direito. Moldagem Moldagem Moldeira totalMoldeira parcial As moldeiras parciais são indicadas para moldar hemiarcos (tende a ser mais confortável para o paciente e gasta menos material de moldagem) Alginato tem distorções, precisando ser vazado com gesso o quanto antes O silicone de adição não tem essa desvantagem, podendo ser vazado com gesso mais tempo depois Antes de confeccionar o provisório no gesso, é importante sempre selar antes Moldagem Com bioplic, CIV... (CIV é mais fácil de diferenciar oq é dente ou CIV), resina fotoativada, resina bisacrílica, dente de estoque ou resina acrílica Mesmo sendo uma restauração provisória, é necessário sempre respeitar os mesmos princípios de uma coroa definitiva As restaurações provisórias são um guia funcional e estético para a coroa definitiva, auxiliando no planejamento da reabilitação Provisórios Outras funções: Protegem o complexo dentinopulpar, mantem a saúde gengival durante a fase provisória (como o preparo precisa ser sub, isso impede que a gengiva “ invada” o preparo), mantém o paciente em convívio social, auxiliam na seleção de cor adequada e auxiliam na fonética São restaurações de uso temporário entre o preparo e a cimentação da prótese final Provisórios Deficiências da fase provisória: Limitação mastigatória, dor ou desconforto, aumento do risco de cárie, comprometimento pulpar, invasão do preparo por tecido gengival e relacionamento desconfortável paciente-profissional Fatores que geram insatisfação: Contatos proximais insatisfatórios, formatos anatômicos incorretos, cor incompatível, provisórios que deslocam com facilidade e fraturas marginais (sensibilidade/ inflamação/ sangramento) Provisórios Características ideais: Proteção do preparo, manutenção do dente em função, permitir a avaliação do preparo, adaptação precisa, estabilização da oclusão, baixo custo, estética aceitável, permitir a higiene oral e análise do padrão de higiene do paciente Quando o acrílico toma presa ele gera uma reação exotérmica, então ele gera calor, então é importante tomar cuidado Depois ele tbm expande, por isso tem que tomar presa em boca, tirando e colocando várias vezes Provisórios Perfil de emergência plano quer dizer que ele está corretamente posicionado, sem ter inclinações de forma errada Importante nunca comprimir papila e gengiva ao restaurar com o provisório Mesmo sendo uma restauração provisória, deixar o dente em infraoclusão nunca pode ser uma opção Pq o dente antagonista pode extruir, causando um problema pior, ou seja, as VIPS precisam ficar em contato Provisórios Existe a resina acrílica auto e termo polimerizável (apenas em laboratório) O provisório sempre deve ser polido e liso Eles evitam a migração dentária, o desequilíbrio articular e neuromuscular A restauração deve permitir uma correta limpeza Ele precisa resistir a forças mastigatórias sem fraturar ou deslocar A resina da Indireta é mais resistente pq ela é termo e tem uma qualidade maior de polimento Provisórios Resina acrílica: Fácil manipulação Permite reembasamento na região cervical Relativamente tem um baixo custo Resistência à fratura (em relação a um material restaurador temporário) Estabilidade de cor razoàvel Provisórios Dentes de estoque: Facilidade de obtenção de estética vestibular Estabilidade de cor e lisura Variedade de marcas comerciais Resina prensada Provisórios Dentes de estoque são mais estéticos e tem uma maior estabilidade de cor que os provisórios de resina acrílica, demandando um menor tempo de cadeira, sendo usados apenas em anteriores A resina acrílica pode ser autopolimerizável ou termopolimerizável (as de estoque, por isso ela é mais resistente, tem mais estabilidade de cor...) O provisório pode ser feito pelo dentista ou pelo laboratório Provisórios QUESTÃO DE PROVA!!!!!! Resina acrílica auto em técnica direta e a termo em indireta Mesmo fora da boca como os dentes em estoque é a técnica direta (se tá fazendoao vivo na boca do paciente, é direta, a indireta tem que ser feita no laboratório...) Ou seja, na indireta o paciente vai pra casa e depois tem que ser feita em laboratório e em outro dia ele volta, direta se é na mesma sessão Provisórios Técnicas de confecção de provisórios: Direta: Alteração de cor, menor resistência, alta porosidade, menor durabilidade e favorece a irritação gengival e pulpar Indireta: Custo mais elevado, necessidade de laboratório, confecção prévia dos provisórios e mais sessões clínicas Provisórios Técnicas direta de confecção de provisórios: Técnica da faceta (com os dentes de estoque): Vantagens: Melhor estética, facilidade e rapidez de confecção e lisura/polimento da face vestibular Desvantagens: Impossibilidade de ajustar a face vestibular, união desfavorável entre a faceta e a resina acrílica adicionada (risco de fratura) e não é indicada para posteriores Provisórios Técnica da faceta: O princípio básico dessa técnica é não desgastar a vestibular do provisório, por isso, é necessário ter várias placas de vários tipos pra se adaptar aos dentes Por serem resinas diferentes, elas tem uma união menos favorável Provisórios Técnica da faceta com retentor intrarradicular: Em situações com grande perda de estrutura dentária Nesses casos, não é obrigatório fazer a endo antes do provisório Provisórios Prova seca da peça (pra ver se ela está descendo tranquilamente e sempre de forma passiva), isolamento do campo, preparo da peça, preparo do dente e por fim cimentação propriamente dita OBS: os cimentos resinosos tem uma fotopolimerização química e dual Antes de fotopolimerizar é importante remover todos os excessos de cimento Cimentação Preparo da peça: se for de resina, ácido fosfórico 37% por 15s Cerâmica é com o ácido fluoridrico 8 a 10% (20s se for feita de dissilicato de lítio e por 2min se for de feita de cerâmica feldspática) Preparo do dente: Profilaxia, condicionamento com ácido fosfórico, aplicação do primer - adesivo e fotopolimerização Cimentação Preparo da peça: se for de resina, ácido fosfórico 37% por 15s Cerâmica é com o ácido fluoridrico 8 a 10% (20s se for feita de dissilicato de lítio e por 2min se for de feita de erâmica feldspática) Aplicação do silano ou adesivo Preparo do dente: Profilaxia com pedra pomes, condicionamento com ácido fosfórico, aplicação do primer - adesivo e fotopolimerização Cimento sem eugenol pra resina Cimentação Existe a técnica semi-indireta: Usando silicone de adição e silicone para modelo (ou gesso, a vantagem é que tem uma presa lenta e não contrai) O silicone para modelo tem a possibilidade de contrair, alterando o volume final da coroa, sendo então uma técnica indicada apenas para a confecção imediata da coroa (pro paciente não ter que esperar o protético terminar a coroa...) Coroa Pontas 101431181111314522004138 3216 1) Confecção dos sulcos de orientação cervical: Com uma ponta diamantada esférica compatível com o tamanho do dente Ângulo de 45° (para evitar um desgaste excessivo) Inserindo meia ponta ativa por todas as faces livres 4) Preparo Anteriores: 2) Confecção dos sulcos de orientação verticais: Com uma ponta diamantada cilíndrica (como a 3145) 2 sulcos nos Inc. inf e nos outros 3 por vestibular e por palatina/lingual Largura e profundidade de uma ponta ativa 4) Preparo 2) Confecção dos sulcos de orientação verticais: É muito importante seguir todas as inclinações do dente Ângulo de 45° em relação à borda incisal, angulando a caneta para a palatina/lingual desgastando o terço incisal Paralela ao longo eixo para os outros terços No final os sulcos verticais precisam encontrar os sulcos cervicais 4) Preparo 2) Confecção dos sulcos de orientação verticais: Pra não criar um batente na cervical, a ponta da broca tem que se encontrar com o sulco (mas sem encostar) 4) Preparo 3) Confecção dos sulcos de orientação incisais: Com uma ponta diamantada cilíndrica (como a 3145) Usando os sulcos verticais como referências, na altura de uma ponta e meia 4) Preparo 4) Rompimentos dos pontos de contato: Com a 2200 É muito importante sempre proteger os dentes adjacentes com uma tira metálica Movimento vestíbulos palatino/ lingual, até existir uma distância suficiente para a ponta passar “frouxa” 4) Preparo 5) desgaste da concavidade palatina/lingual: Com a 1111 para os inc. inf. e a 3118 para os outros dentes Sempre com a mão leve Acima do cíngulo O que vai reduzir o cíngulo é apenas a ponta da ponta em chama 4) Preparo 6) União dos sulcos: Com uma diamantada tronco cônica como a 4138 ou cilíndrica Percorrendo todas as faces com o intuito de unir todos os sulcos 4) Preparo 7) Evidenciamento do término: com a 3145 ou 3216 (chanfro biselado) para deixar ele levemente sub Acabamento: remoção de ângulos vivos, irregularidades do preparo, deixando os ângulos arredondados. 4) Preparo 4) Preparo 1) Confecção dos sulcos de orientação cervical: Com uma ponta diamantada esférica compatível com o tamanho do dente Ângulo de 45° (para evitar um desgaste excessivo) Inserindo meia ponta ativa por todas as faces livres 4) Preparo Posteriores: 2) Confecção dos sulcos de orientação verticais: Com uma ponta diamantada cilíndrica (como a 3145) 2 a 3 sulcos por vestibular e por palatina/lingual Largura e profundidade de uma ponta ativa 4) Preparo 3) Confecção dos sulcos de orientação oclusais: Com uma ponta diamantada cilíndrica (como a 3145) Usando os sulcos verticais como referências, na altura de uma ponta e meia Seguindo as inclinações das cúspides 4) Preparo 4) Rompimentos dos pontos de contato: Com a 2200 É muito importante sempre proteger os dentes adjacentes com uma tira metálica Movimento vestíbulos palatino/ lingual, até existir uma distância suficiente para a ponta passar “frouxa” 4) Preparo 5) União dos sulcos: Com uma diamantada tronco cônica como a 4138 ou cilíndrica Percorrendo todas as faces com o intuito de unir todos os sulcos 4) Preparo Técnica da faceta: 1) seleção do dente de estoque 2) Tem que remover tudo acima da jce do dente de estoque (adaptação da cervical ao término do preparo) 3) Depois tem que desgastar a palatina com a peça reta 5) Provisório Anteriores: 4) Depois tem que manipular a resina acrílica pra cobrir essa região palatina “transformando a faceta em uma coroa” 5) Reenbasamento do término O provisório toma presa em boca mas ela precisa ser removida pra conseguir reembasar o término (Vaselina pra isolar o dente ) 5) Provisório Anteriores: 6) Remoção dos excessos após o reembasamento com a maxicute e minicute Marcando antes sempre com a lapiseira 7) Conferência da adaptação marginal, formato e oclusão 8) Caracterizações da anatomia secundária, acabamento e polimento (nunca por vestibular) 9) cimentação com cimento provisório 5) Provisório Anteriores: Técnica da faceta com retentor: 1) seleção do dente de estoque 2) Prova e adaptação do pino metálico (pode ser até uma broca velha por exemplo) e verificação se há espaço oclusal para o pino retentor intrarradicular sempre na altura do cíngulo 5) Provisório Anteriores: Técnica da faceta com retentor: 3) Isolamento intrarradicular com vaselina/ lubrificante 4) Reembasamento do pino com resina acrílica 5) Cimentação do pino com cimento provisório 5) Provisório Anteriores: Técnica da faceta com retentor: 6) Depois tem que ser feito os mesmos passos da técnica da faceta Nesses casos não é obrigatório fazer a endo antes do provisório 5) Provisório Anteriores: Técnica da matriz de alginato: Em posteriores o importante não vai ser a estética mas sim a funcionalidade Na de alginato, a matriz não pode ser reutilizada, enquanto na de silicone sim Se faz essa técnica quando o dente ta integro e é possível “salvar sua forma” com a moldagem ou para trocar a coroa 5) Provisório Posteriores: Técnica da matriz de alginato: 1) Moldagem com alginato 2) Preenchimento da matriz com resina acrílica 3) Adição da moldeira com a resina 4) depois do acabamento e polimentoa coroa pode ser cimentada 5) Provisório Posteriores: Técnica da matriz de silicone: A mesma técnica a diferença é que no lugar do alginato, vai ser usado o silicone de adição o condensação 5) Provisório Posteriores: Vantagens da técnica da matriz: Facilidade e rapidez de confecção Baixo custo Poucos ajustes oclusais Menor tempo de cadeira 5) Provisório Posteriores: Desvantagens: Nem sempre é possível ser utilizada Porosidade da resina acrílica Dificuldade de controlar a polimerização da resina Indicado apenas para dentes posteriores 5) Provisório Posteriores: Técnica da bolinha ou da anatomia funcional: Normalmente é a mais usada visto que nem sempre o dente vai estar hígido para fazer a matriz OBS: O paciente obrigatoriamente precisa ter os dentes antagonistas, se não tiver, tem que ser feito "na marra" restaurando do zero 5) Provisório Posteriores: Técnica da bolinha ou da anatomia funcional: 1) Isolamento do dente, dos dentes adjacente e o antagonista 2) Manipulação da resina no pote dappen. A dica é usar o lado raso, colocando o pó e depois pingando 8 gotas de liquido e tem que posicionar bolinha no dente preparado 5) Provisório Posteriores: Técnica da bolinha ou da anatomia funcional: 3) Adição de uma resina acrílica mais fluida no termino e depois tem que adicionar a bolinha pra encontrar com essa resina 4) O paciente deverá então ocluir para realizar anatomia, O que é cúspide vira sulco e o que é sulco vira cúspide 5) Provisório Posteriores: Técnica da bolinha ou da anatomia funcional: 5) marcação dos excessos com a lapiseira e com a peça reta, deverá ser removido os excessos Para o ponto de contato, tem que de fato ser marcado o mesmo e ele deverá ficar intacto 5) Provisório Posteriores: