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AULA 06: PROTESE ULTRACONSERVADORA
AULA 07: PROTESE ADESIVA – 17/09/2019 - Iara
� É uma prótese fixa alternativa, com preparos efetuados a nível de esmalte e fixação aos dentes pilares por
meio de agente cimentante resinoso.
Substitui somente o dente ausente
Indicada para pacientes jovens
Não desgasta todo o elemento dental. Não corre risco de atingir a polpa que é mais volumosa em pacientes
jovens.
Preparo fácil, rápido, desvantagem: sistema de resistência e retenção é muito menor a uma fixa convencional
porque na convencional prepara todas as paredes e nesse prepara somente 2 faces
Fixada ao elemento dental por um agente cimentante resinoso.
Na convencional: ionômero de vidro ou fosfato de zinco (linha de cimentação mais delgada)
Nesse tipo de prótese não tem restauração provisória porque não tem nem como fazer. No momento da
fixação na convencional é isolamento relativo nessa é absoluto.
EVOLUÇÃO:
Rochete (1973) – contenção de dentes com problema periodontal e mobilidade.
Howe; Denehy (1977) – protesistas – prótese fixa. Desvantagem: prótese não tem um contorno adequado.
“latinha colada ao dente”. Sobrecontorno grande. Materiais: resina convencional e metal.
Livaditis (1980) – aperfeiçoou a técnica. Usou seguindo anatomia do elemento dental
Thompson et al (1983) – tirou perfurações. Fazia um condicionamento na estrutura. Esse tipo de prótese
soltava muito facilmente por falta de condicionamento perfeito. (precisava olhar por microscópio)
1986 – Resina Panavia Ex: resina desenvolvida no japão atraves de cola para navio que não descolava no mar.
Sistema po e liquido. Resina não polimeriza na presença de oxigênio
Resina Panavia 21 essas duas são pasta pasta
Resina Panavia F (usada atualmente)
Excessos polimerizados não são fáceis de tirar. Então tem que se certificar de que tirou os excessos
INDICAÇÕES:
1. Dentes suportes íntegros/ com pequenas restaurações/pequenas lesões cariosas – porque a fixação é a
nível de esmalte. Se pegar um dente muito destruído não há características estéticas e não vai ter área
para fixar a prótese.
2. Pequenos espaços protéticos; - ausência de apenas 1 elemento dental porqur o sistema de resistência e
retenção é mais frágil. Não havera área de suporte e qqr esforço pode desloca-la
3. Próteses fixas temporárias – melhor indicação: implante, mas pode ser feita a prótese adesiva ate o
paciente ter condições de colocar um implante
- deve unir as indicações e as contra-indicações para poder saber indicar o tratamento. Muitas vezes o
insucesso vem da indicação errada.
Planejamento: o que vou fazer; plano de tratamento: o passo a passo
CONTRA INDICAÇÕES:
- dentes pilares muito danificados
- espaços protéticos amplos – pela força mastigatória (área anterior pode ser ate 2 dentes, área posterior
tomar cuidado – apenas 1 dente. Homens tem mais força mastigatória do que mulheres.
- dentes pilares muito inclinados – porque vai ter que desgastar o eixo de inserção da prótese. Se for muito
inclinado vai desgastar muito e tirar a anatomia dental do elemento dental e vai deixar antiestético.
- oclusao desfavorável – modelo de estudo em articulador com muitas facetas de desgaste (bruxismo ou
apertamento) ou sobremordida profunda – prótese não vai ficar retida.
Bruxismo: poe a prótese e faz uma placa
- incisivos com dimensões vestíbulo-linguais reduzidas – não terá estrutura suficiente de contato da prótese
dificultando o sistema de resistência e retenção
- dentes com coroa clinica curta: preparo supragengival (fixação é a com cimento resinoso. Se fizer a nível
gengival não consegue isolar tendo problemas na fixação). Se for coroa clinica curta vai ter um espaço
pequeno para fixação porque a coroa é curta (não faz ate incisal para não ficar escuro e é supra gengival
porque senão n fica selado)
- dentes anteriores com deficiência estética – adesiva não vai melhorar esse comprometimento estético
- pacientes com sensibilidade as ligas alternativas (Ni/Cr) - porque a panadia so se fixa em níquel cromo
VANTAGENS:
- Restauração fixa; Redução mínima dos dentes pilares; manutenção da estética; tratamento reversível
(porque não destrói o elemento dental); facilidade na execução; não há necessidade de anestesia do
paciente; margens supragengivais (porque tem que isolar, fixar sem contaminação, e o paciente tem que
higienizar); ausência de envolvimento pulpar; tratamento atraumatico
DESVANTAGENS: seleção limitada de pacientes; possibilidade de alterações de cor no terço incisal (pacientes
jovens com a incisal translucida – ai fica-se aquém da margem para não alterar a cor); custo elevado da
resina para fixação; possibilidade de acumulo de biofilme (sempre terá um sobrecontorno pois so remove um
leve abaulamento dental)
COMPONENTES DOS RETENTORES: 33 min
Não invadir ângulo próximo-vestibular para não ter problema com a estética
- segmento proximal: fornece a área do conector para ponticos ou outros retentoteres. Fortalecimento no
sentido vestíbulo-lingual para a prótese não rotacionar (evita que movimente para o lado proximal)
Superfície adicional para união ao esmalte
- segmento lingual/palatino: retentor com significante área de interface esmalte/restauração protética;
elevada fixação da prótese
- Apoio no cíngulo: promover e orientar a inserção da prótese. – tanto faz a ponta diamantada que vai usar.
No momento que for cimentar a prótese vai servir como um ponto de parada para a prótese não descer
mais. Aumento da área de contato e as cargas incidirão de coronal para cervical.
- Apoio oclusal: Rompe-se a crista marginal e faz uma pequena cavidade
.objetivos:
Transmitir esforços mastigatórios; orientar o assentamento da prótese; conferir rigidez a estrutura metálica;
participar na estabilização da prótese.
Ângulos internos para metal tem que ser vivo!! E não arredondado (em forma de colher)
CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE O PREPARO:
- desgaste mínimo em esmalte – tira-se o abaulamento do elemento dental e cria um eixo de inserção para a
prótese.
- eliminar convexidades � plano de inserção -� ocluso-gengival e inciso-gengival
- união do segmento proximal com o lingual -> envolver 180º ou mais do contorno dental (detalhe no ultimo
dente da arcada e pensando em aumentar o contato da prótese – coloca-se um grampo de isolamento
absoluto e com o grampo em posição já prepara a area para saber ate onde vai). Em dente anterior não
consegue 180 graus porque tem que ficar aquém do ângulo próximo-vestibular senão prejudica estética.
- limites cervicais em nível zero – (na fixa convencional tem que fazer degrau, mas aqui não pode ter degrau,
tem que terminar em 0 para não ter sobrecontorno e ter um sistema de resistência e retenção adequado).
Fazendo com a 3113 ou 3238.
- termino cervical: 1 a 2 mm aquém da margem gengival livre (para poder isolar).
- apoios: oclusal e cíngulo.
- áreas de contato preservadas (com o dente adjacente – para aquem do ponto de contato) – para não afetar
estética e porque essa estrutura é muito delgada e pode deformar.
PREPARO DE ENTES ANTERIORES: localizar os pontos de contato nos dentes pilares (com carbono. Na área de
ponto de contato tem que desgastar mais para que quando venha a estrutura o paciente não sentir que esta
alto, não remove so o brilho do esmalte).
Desgaste da concavidade: 0,3 a 0,5 mm (com a ponta 3118 – nos pontos de contato) e em outras áreas
restantes so remoção do brilho do esmalte, Para analisar o desgaste pedir para o paciente fechar a boca e
analisa-se o contato com o espelho.
ponta 3113 para tirar a proximal e não fazer degrau (remoção das convexidades). – retira o abaulamento
tem que ter paralelismo entre os dentes pilares (ver esse paralelismo com a broca)
- apoio no cíngulo: preparo bem definido; permite estabilização na direção cervical – não importa a forma da
ponta e nem a posição de colocada dessa ponta – so tem que fazer um apoio nítido em cima do cíngulo.
(ponta 3069 é bom para fazer)
PREPARO DE DENTES POSTERIORES: eliminar convexidades (observando180 graus)
- apoio oclusal: profundidade = 1 mm e dimensões (M-D e V-L)= 1,5 a 2 mm (mas depende do elemento
dental). Ponta cone invertido ou tronco-conica
- biselar ângulos externos vivos – porque quando é somente liga metálica a liga contrai quando vai fundir a
coroa vai subir e ai fica desajustado cervical. Com o bisel a liga contrai e fica sobre o bisel sem desajustar.
CANALETAS OU CAIXAS: aumentam a retenção friccional (fica mais retido no elemento dental); aumentam a
estabilidade da estrutura metálica; minimizam a tendência de movimento da prótese no sentido V-L – usado
em anteriores e posteriores
Cuidado: moldar essas canaletas adequadamente!
AULA 08: MOLDAGEM E MODELOS EM PROTESE FIXA – 26/09/2019
� Moldagem: ato de levar o material a boca do paciente
� Molde: quando saca da boca do paciente
� Modelo: de estudo (paciente chegou no consultório – se tem removível, fix, etc – do jeito que ele chegou vai
moldar, não retira nada- avalia-se tudo que ele tem – se tem faceta de desgaste e etc) ou de relacionamento
(depois que fez o preparo do paciente, molda-se – moldagem total e obtem modelo total de relacionamento
– na hora de encerar o técnico vai avaliar o relacionamento com outras estruturas – ele encera a partir do
troquel/modelo de trabalho)
� Troquel/modelo de trabalho
� Modelo feito com material mais preciso: onde faz o enceramento. -> relacionamento – usado para relacionar
com estruturas adjacentes. Troquel/modelo de trablaho – inicia o enceramento e termina o enceramento
� MOLDE: requisitos – reprodução precisa dos elementos dentais (copiar todas as estruturas do elemento
dental para possibilitar a retenção adequada); reprodução dos tecidos adjacentes (moldar um pouco além);
ausência de bolhas (principalmente nas áreas criticas – cervical – se der bolha tem que fazer de novo)
� (colocar o molde sobre uma esponja umidecida dentro de um pote molhar o papel toalha apertar deixar o
papel umedecido e enrolar o alginato – para não perder e nem ganhar agua (2 maneiras de não perder agua)
Modelo de relacionamento: moldado com alginato
Modelo de trabalho: molde com material mais preciso – inicia o enceramento nesse e volta para o de
relacionamento para fazer todo o resto do enceramento, quando terminou o enceramento volta pro troquel
para fazer adaptação cervical, ai não volta mais pro de relacionamento porque não vai mais encaixar porque
o troquel foi moldado com material mais preciso do que o de relacionamento que foi moldado com alginato.
Removível conjugada – deve ter modelo único (de relacionamento e de trabalho juntos, pois precisa de
delineador)
MATERIAL USADO PARA MODELO DE TRABALHO/TROQUEL:
- gesso: pedra melhorado (tipo IV); pedra tipo III
- gesso: reforçado por resina e tipo III (reforçado por resina é mais duro, mais resistência e tem expansão de
presa menor do que o gesso tipo IV)
- metal: cobre e prata
- resina: epóxica – so área dos dentes com resina e a base.
Com os tipos de gesso que temos hoje, de alta qualidade, não tem necessidade de usar resina e metal (além
de levar tempo para sus produção)
MODELO/TROQUEL: gesso pedra melhorado (tipo IV) + gesso pedra (tipo III)
MODELO DE TRANSFERENCIA: provou a estrutura metálica ai molda com a peça em posição para a peça sair
no molde e o técnico vazar para por a cerâmica
MODELO/TROQUEL: reforçado por resina + gesso pedra tipo III
MODELAGEM: quantidade de agua depende: tamanho, forma, porosidade--- partículas
Partícula mais densa: menos agua
Poroso: mais agua
GESSO PEDRA MELHORADO TIPO IV: cristais: regulares; densos; cúbicos – mais fácil unir partículas
Pequena quantidade de agua: maior dureza; maior resistência; maior precisao dimensional – na hora de
esculpir não vai riscar
GESSO REFORÇADO POR RESINA: nomes comerciais: resin rock, tuff rock
Maior resistência e menor expansão de presa
GESSO PEDRA TIPO III: cristais: poroso, prismas
Propriedades piores que o tipo IV*
Maior alteração dimensional – usa mais agua
Usa para fazer base e montar o gesso no articulador
Depois completa a montagem no articulador com o gesso comum
Sempre quando for montar o modelo em articulador faz em 2 vezes: primeiro união do modelo com a
bolacha e depois uma segunda vez para completar o contorno – porque ai a alteração dimensional é menor
PROPORÇÃO AGUA PÓ
GESSO RESINOSO: 0,20 A 0,21
Gesso pedra melhorado: 0,20 a 0,25
GESSO PEDRA: 0,30 A 0,35
GESSO COMUM: 0,45 A 0,50
- calculando a agua: multiplicar proporção pelo peso
ALTERAÇÃO NA PRIPORÇAO AGUA/PO: resistência (pode ficar quebradiço); expansão de presa (mais agua –
maior expansão); tempo de presa
- importante: resistência e expansão
Moldar: ao moldar, vazar e deixar dentro do umidificador. Se não deu tempo de fazer a base faz depois. Tem
que sacar a base no mesmo dia pois o material fica rígido e altera pega agua do alginato. So pode sacar no
dia seguinte se deixar no umidificador
MODELAGEM: vibração suave; evitar molde seco (não escoa material); remover excesso de agua do molde
(molda, desinfecção do molde com spray de hipoclorito, tira, lava e tira o excesso de agua com ar)
MOLDAGEM COM ALGINATO: na hora de moldar tem que individualizar a moldeira (superior sempre) porque
nunca consegue na área anterior que a moldeira chegue no fundo de vestíbulo, então coloca uma cera na
vestibular e na área de palato – para que não fique uma expessura grande e não tenha muita alteração
dimensional e puxar as outras estruturas (coloca cera utilidade – palato profundo coloca mais cera para que
o alginato fica na espessura de todo o resto da moldagem)
Moldeira inferior: No precisa individualizar tudo, a não ser que tenha rebordo extrusivo – não individualiza
para não ficar mais alto ainda. As vezes coloca cera na posterior pq se o paciente tem terceiro molar as vezes
ele não cabe na moldeira. Se ficar mais alto, vai ter mais material e mais expansao
Pegar maior quantidade possível de alginato, colocar na moldeira e ir apertando, se colocar de pouquinho
em pouquinho vai formando bolhas de ar. Se coloca em maior quantidade evita bolhas. (aperta-se de
encontro as bordas). Não molhar o dedo e passar porque vai alterar proporção agua/po.
VAZAMENTO: modelagem – coloca primeiro a agua e depois o po, porque quando vai colocando o po na agua
as bokhas de ar já vao para superfície, manipula bem o gesso, vibra segurando com as duas mãos, e começa
a modelagem. Espátula 7 – sempre começar de um lado e depositar ali no mesmo lugar. Pq se colocar de dois
lados – da bolha de ar no encontro. Cada vez que vai buscar com a esparula o gesso tira do contato com o
vibrador porque vibração em excesso também da bolha
Ao perceber alguma bolha: bater a ponta do instrumento para a bolha estourar. Faz a retenção (gesso em
formato de suspiro) pois não há retenção química entre os gessos. So faz a base depois de tomar presa. Não
precisa vibrar para por a base – pega gesso tipo III com a espátula e vai colocando contornando as retenções
Não verte-se (não vira o gesso) porque senão ele pode movimentar e pode ter alteração. Nunca verte-se
modelo de fixa. Fazer um pouco menor que a área moldada
MOLDAGEM COM CASQUETES INDIVIDUAIS:
1- Confecção de casquetes
Modelo parcial. Não tem problema se tem bolha porque vai colocar uma camada de cera ate que perca a
transparência (essa cera ocupara o material de moldagem). Ai isola com cel lac e faz duas bolinhas sem
esculpir (casquete); feito isso recorta-se a superfície plana (é uma haleta) para poder segurar o casquete
(foca parecendo um cogumelo). Deve ser plano pois vai ficar sobre a bancada e vai auxiliar a na remoção.
Alem disso a distribuição de forças sera em todo o casquete (por ser plano). Se for uma pontinha (não
plano) ao aplicar pressão desestabiliza
Faz uma marca para saber qual que é a vestibular.
Tira-se o excesso, faz o perfil de emergência para entrar dentro da gengiva.
Reebasar: resina vermelha – duralei. Usa a vermelha proque ela tem alteração dimensional menor do
que a resina de provisório
Modode reembasar: enchenco o casquete, colocando sobre a cervical e com a broca esférica tira a parte
interna. Deve copiar toda a cervical. Tira todo o material de dentro para que aquela área que foi colocada
a cera não fique preenchida porque vai colocar o material de moldagem.
MOLDAGEM COM CASQUETES: passa vaselina na borracha;
Material: polieter (porem o adesivo dele não é mais produzido)
Não pode ter estrias – se tiver significa que não foi bem manipulado
Coloca na seringa e coloca primeiro em toda a cervical. Ai pega o casquete, prrenche e leva em posição.
Fica segurando em posição.
Saca-se sempre pelo longo eixo. Força para tirar no longo eixo. Se tiver difícil de sair – joga um pouc de ar
e puxa. Não fazer movimento de vai e vem porque vai alterar.
Analisando o molde: olhar a cervical
MODELAGEM DO TROQUEL: ideal – pegar gotejador de cera para por internamente. Vai preenchendo
com o gotejador. Ai depois de prrencher tudo faz um sorvetinho ou coloca cera em volta, faz o
encaixamento e vaza. O material não escoa tanto como o alginato.
Colocar a cera sobre a resina, nunca sobre o material. Porque senão ao aquecer a cera e colocar sobre o
material vai alterar...
Não recortar em excesso o molde – porque ao por o gesso vai deformar a borda porque o gesso vai pesar
na borda
Recorte o troquel:: com instrumento deixa exposta a área cervical
MOLDEIRA INDIVIDUAL: finalidade: fornecer espaço unfirome de 2 a 3 mm para o material de moldagem
Silicone não pede moldeira individual
Características: rígidas
Extensão: metade dos dentes adjacentes aquele trabalhado; e na cervical 3 mm além da margem
gengival
Adaptação periférica
Cabo ou salicncia para poder remover
CONFECCÇÃO DE MOLDEIRA INDIVIDUAL:
Área pontilhada: cera para dar espaço de 2 a 3 mm para o material de moldagem
Coloca papel aluminio sobre a cera (porque a resina esquenta e vai ficar cera retida na moldeira)
Área continua: o acrílico chega a tudo isso
Faz o cabinho
Área sem contato coloca por fora para vedar todas as áreas
MOLDAR: passa adesivo na moldeira de 5 a 8 min dentro e limites externos e leva em posição.
Encaixamento e Vazamento sempre em uma ponta
MISTURA EXCESSIVAMENTE VISCOSA: + água: desarranjo do crescimento cristalino; falta de coesão dos
cristais
MISTURA EXCESSIVAMENTE FLUIDA: + pó: 2 misturas de gesso que tomam presa em tempos diferentes ->
produto enfraquecido
AULA 09: NÚCLEOS METÁLICOS FUNDIDOS
� PREPARO PARA COROA TOTAL METALOCERAMICA EM DENTE COM COROA CLINICA INTEGRA
CARACTERISTICAS: paredes axiais paralelas; desgaste incisal em forma de ponta de lança; superfície palatina
em dois planos: cervical e concavidade
E QUANDO NÃO SE TEM REMANESCENTE CORONOA INTEGRO? – dentes tratados endodonticamente ->
necessidade de pinos intrarradiculares
Boa implantação óssea, existe na área cervical tecido dental sadio para poder aplicar princípios de preparo
(linha de termino) pode-se usar as raízes para cimentar um pino e devolver a parte coronária, condições de
fazer o preparo, usa parte da rais tratada endodonticamente para ancorar o fio intrarradicular que é
cimentado dentro da raiz preparada devolve a parte coronária onde faz o preparo com os princípios já
conhecidos existem diferentes técnicas para usar a raiz e um deles é o núcleo metálico fundido.
CLASSIFICAÇÃO DS PINOS INTRARRADICULARES:
- personalizados: núcleos metálicos fundidos ou cerâmicos
- pre fabricados: metálicos ou não metálico- pinos de fibra de carbono; pinos de vibra de vidro e pinos de
zircônia
NÚCLEOS METÁLICOS FUNFIFOS: o que é um núcleo metálico fundido? – é um dispositivo protético que
restabelece a porção coronária de um dente tratado endodonticamente permitindo sua reabilitação protética
NÚCLEOS METALICOS FUNFIDOS: perda da coroa dental – impossibilidade de realizar um preparo protético;
restabelecimento porção coronária perdida
A área cervical tem que ser realizada em tecido dental, mas a parte coronária que foi perdida restabelece
com uma parte metálica/um núcleo
Existem técnicas cuidadosas para preparar a raiz; molda com resina para obter os núcleos e depois faz o
núcleo para colocar.
OBJETIVOS: devolver ao dente condições de receber preparo protético; permitir a restauração da forma e
função; possibilitar o preparo do dente como possivel suporte de prótese parcial fixa ou prótese parcial
removível
VANTAGENS: remanescente coronário pode ser englobado no preparo; coroa – pode ser refeita; limite
cervical do preparo em tecido dental; facilidade de trabalho.
- limite cervical sempre em tecido dental para que se tenha uma boa adaptação do preparo.
DESVANTAGENS: necessidade de procedimento de moldagem (que depois vai la para o protético – então leva
uma sessão a mais para ser colocado); maior numero de sessões clinicas (devido isso citado anterior); rigidez
da liga metálica – principal desvantagem - tem modulo de elasticidade diferente da dentina – com o dente
em função essa rigidez da liga contra uma dentina menos rígida, se tiver muita força, erros nos preparos a
raiz vai sofrer e pode fraturar. (por isso que existem outros materiais no mercado, porem há situações que so
se adequam o núcleo metálico fundido, não da para usar outra técnica)
TÉCNICA DE PREPARO: avaliação radiográfica muito criteriosa; preparo do remanescente coronário (aquilo
que vai sobrar de dente); ptreparo do conduto radicular; moldagem (resina vermelha – duralei – tem
contração de polimerização menor, então molda-se ou modela-se a raiz)
PREPARO DO CONDUTO RADICULAR: remoção da guta percha com condensador aquecido; alisamento das
paredes internas com broca de peso ou de largo (brocas próprias para trabalhar dentro de uma raiz –
complementar a retirada da guta-percha); dentes unirradiculares: preparo ovóide (para evitar que o metal
rode la dentro, se faz ovoide ele trava e não roda); dentes multirradiculares: conduto mais amplo e reto (para
o preparo principal segure o pino).
PREPARO DO CONDUTO RADICULAR: técnicas de remoção da guta percha
Métodos:
- químico: uso de soluções que dissolvem a guta percha (contra indicado – porque tira toda a guta percha e
não deixa a parte apical selada)
- térmico: uso de condensadores aquecidos – método seguro mas o instrumental pode não atingir o
comprimento de trabalho
- mecânico: uso de brocas especificas
-- na faculdade usa-se o térmico associado ao mecânico
PREPARO DO CONDUTO RADICULAR: deve-se seguir a anatomia do conduto radicular evitando-se o
enfraquecimento de suas paredes.
Precisa seguir a anatomia: para não desviar o caminho; para não enfraquecer o dente...
A parte apical do tratamento é uma parte nobre – tem que ficar pelo menos 4 mm de selamento apical
O restante pode preparar para conseguir uma boa modelagem do núcleo (alisamento das paredes)
PREPARO DO CANINO OU INCISIVO CENTRAL PARA NUCLEO METALICO FUNDIDO:
Corte da coroa
Aspecto da coroa após o corte
Corte da coroa e preparo do remanescente: preparar o remanescente com ponta diamantada 3228 – chanfro
cervical
Preparo do dente para o núcleo metálico fundido
Remoção controlada de guta percha
Preparo para o núcleo metálico em atividade de laboratório: 10 mm de remoção da guta percha (broca
marcada com um cursor para conferir os 10 mm) – na clinica tira-se radiografia, mede-se no computador, e
tem que permanecer pelo menos 4 mm de selado apical
1º: entra com o instrumental aquecido e termina o preparo com a broca marcada com um cursor
Remoção com condesador aquecido; remoção da guta percha e alisamento das paredes com broca de peso
ou largo (retira mais a guta percha e alisa a parede para poder modelar)
- CUIDADOS: a guta percha é mais mole do que a dentina – aciona-se o baixa rotação (não entra com ele
parado dentro da raiz) e posiciona de encontro a guta percha (ve-se saindo cimento e guta percha). Se tiver
resitencia é porque esta encostando em dentina e pode correr o risco de perfurar as vezes em um ponto que
não há mais recuperação. Remover a broca sempre com o motor acionado ainda –se parar la dentro e puxar
pode-se sair toda a guta percha.
Se sentir resistência para e procura a guta percha.
Alisamento das paredes: para ficar expulsivo para incisal
IMPORTANTE: sempre verificar o comprimento de trabalho pre determinado – porque o cursor pode se
movimentar e ai você aumenta o seu comprimento sem saber
Ténica de moldagem:
- técnica direta: direto no paciente
- técnica indireta: molda – gesso – malda pro protético
TECNICA DIRETA: molda porção radicular + porção coronária � diretamente na boca (resina acrílica
autopolimerizavel)
TÉCNICA DIRETA DE MOLDAGEM PARA NUCLEO METALICO FUNDIDO: pno gui + resina acrílica
Faces axiais em resina
- o pino carrega a resina para dentro da raiz; na primeira parte, usa quantidade menor de resina e depois
coloca quantidade maior na superfície da raiz correspondente a parte coronária;
- faz-se então em 2 etapas
Inicio do desgate coronário; acabamento das paredes axiais com ponta diamantada em alta rotação sob
refrigeração. (já da a forma do preparo). (não deixar grande e volumoso, isso vai para o laboratório e volta
em metal – levar o mais próximo possível do desejado pro laboratório)
PORÇÃO CORONARIA -> compatível em forma e volume -> futura coroa
Padrão em resina acrílica pronto para ser fundido em liga metalica
LIGAS PARA CONFECÇÃO DO NUCLEO:
- nobres -> ouro tipo III e IV – caro
- semi-nobres -> prata/paládio – ainda é caro, é boa de trabalhar, não corrói e é fácil de desgastar (muito boa
– melhor para usar em consultório)
- não nobres -> cobre/ alumínio (sofre corrosão. Ao tirar a provisória o núcleo pode sair inteiro)
Níquel/cromo (não tem corrosão mas é dura demais para colocar dentro da raiz – pode
fraturar a raiz)
NUCLEO METALICO FUNDIDO:
Se houve uma justaposição do que preparamos e o que é preciso para ficar bom adaptado – cimenta-se
Prova clinica do NMF: necessidade de usinagem para melhor adaptação -> brocas carbide ou transmetal
Acabamento do núcleo metálico fundido: USINAGEM – remoção de nódulos e irregularidades
Nódulo -> concentração de stress -> fratura da raiz
NUCLEO METALICO FUNDIDO: cimentação – fosfato de zinco: observar muito bem a técnica de manipulação
– o cimento deve apresentar uma viscosidade própria para a cimentação
CIMENTAÇÃO: manter a pressão digital durante a cimentação; remoção dos excessos de cimento após a sua
presa inicial
NUCLEO METALICO FUNDIDO: desgaste correto da área cervical; grau de conicidade das paredes axiais;
espaço interoclusal adequado; restabelecimento da porção coronária perdida -> permite o preparo protético
do elemento dental
- restabelecimento da forma, função e estética.
DENTES MULTIRRADICULARES:
Seleciona-se o canal mais amplo e canal mais reto
Molar ifneiror – canal distal
Molar superior: canal palatino
Aplica-se os mesmos princípios: preservar de 4 a 5 mm de selado apical.
Os canais mesiais ou vestibular prepara-se somente um pouco para evitar que o núcleo rode. (somente a
entrada dos outros canais)
Quanto mais câmara pulpar melhor é para distribuição de forças
Resumo: preparo do remanescente coronário (tira restauração antiga; carie; etc – faz uma limpeza da
cavidade e analisa o remanescente). Adaptação dos pinos acrílicos; moldagem dos condutos; moldagem da
porção coronária (com excesso e depois desgasta com alta rotação) – resina com custo mais alto. Preparo da
porção coronária – alta rotação. Prova dos núcleos (pode voltar desadaptado; rugosos, etc – se tiver
desadaptação – molda e manda dnv para fazer outro). Imediatamente após a cimentação da um acabamento
– cuidado com a linha de cimentação porque se romper ela o núcleo pode cair – porque o cimento não
tomou presa ainda). Quando paciente voltar: após o termino dos preparos – alisamento, linha de termino
mais lisa possível, justaposto a gengiva marginal livre.
AULA 10: PREPAROS PARA RESTURAÇÕES PARCIAIS METÁLICAS E ESTÉTICAS
� Preparos que não envolvem todas as faces do dente.
- uma face ou mais sem preparar – consequência: tem menos retenção porque a face não preparada não
auxilia na retenção. Então tem que fazer algum sistema secundário de retenção (canaletas, caixas, etc) –
combina caixas com desgaste de paredes
- são os mesmo princípios: estético – preparo maior; metálico: até 0,5 mm
Na superfície oclusal: diferença entre metálica e estética -> 1mm e 1,5mm de desgaste seja estética ou
metálica
Degrau cervical: estética – 1mm e so metal: até 0,5 mm.
- o 0,5 mm é no degrau cervical, não significa que vai ser desgastado 0,5mm na face axial – nessa face
depende da forma do dente (convexidade) – geralmente desgasta mais do que 0,5 mm
3069 – superfície plana
Pode-se preparar com qualquer broca – tem que saber qual o preparo que tem que fazer – coroa total
metálica: degrau na cervical ate 0,5 mm e conicidade de 6 a 10º (parede inclinada de 3 a 5º) que é dado pela
ponta da ponta diamantada
2136 – arredondada
3118 – quibe
2135 – arredondada
2068 – plana
3228 – chanfro
3113 – preparo da adesiva.
- termino cervical bem nítido e ângulo cervicoaxial bem nítido.
Maioria dos preparos: chanfro e termino liso e bem evidente.
Paredes externas: paredes axiais
Paredes internas: paredes das caixas ou canaletas
Ponta da broca da o degrau. Chanfro – degrau meio inclinado. Arredondado – chanfrete
Toda vez no preparo tem que deixar a broca escapar para fora para não fazer um cabinho de guarda chuva
Coroa total: preparo de paredes externas – paredes cônicas para oclusal (6 a 10 graus) – convergem para
oclusal/incisal
Preparo sera combinado com preparos em paredes externas e paredes internas. Paredes externas convergem
para oclusal (10, 15, 20º) e as paredes internas (das caixas) divergem para oclusal. (diferente das dentisticas
que as paredes internas convergem para oclusal)
O grau de divergência é dado pela ponta diamantada que é inclinada. Forma da ponta da a inclinação das
paredes.
Aumentando o grau de conicidade diminui-se a retenção. É inversamente proporcional. Por isso preconiza-se
preparos de 6 a 10 graus.
COROAS PARCIAIS 4/5 – o dente tem 5 facez (V,M,L/P,D e O) – prepara-se 4 faces e deixa uma (que
geralmente é a vestibular)
Canaletas na vestibular próximo da parede proximal – material copia a reentrância e terá retenção.
No laboratório: sera com caixas e não canaletas
COROAS PARCIAIS VANTAGENS:
1. Margens supragengivais: acabamento e limpeza mais fácil. Menor área em contato com o tecido gengival
(na palatina pode ser). Quanto maior o contato com a superfície gengival pode causar um problema
periodontal
2. Maior facilidade de visualização da adaptação e assentamento, sobre o preparo, durante a cimentação.
(preparo subgengival pode não conseguir tirar o excesso de cimento e este causar um problema
periodontal)
3. Permite o teste de vitalidade pulpar
4. Preservação de estrutura dental saudável
DESVANTAGENS:
1. Menor capacidade de resistência e retenção
2. Exige maior habilidade por parte do operador
3. Apresenta metal visível – não é estética
4/5: mesial, distal, palatina e oclusal. Não prepara vestibular. Paredes externas convergem para oclusal e as
paredes internas das canaletas precisam divergir para oclusal. Porem as duas tem que ser expulsivo.
Caixas oclusais: MOD – 1 mm na caixa.
Como fazer para deixar: colocar a broca paralela ao longo eixo do dente e contornar o dente fazendo o
preparo – já fica perfeito a inclinação
- sem canaleta/caixa: prótese tende a rodar e sair. Com canaleta ou caixa: ela funciona como retenção (foto
no celular)
- canaletas são menores que caixas. Caixas são mais fáceis de fazer
- broca diamantada tronco- cônica: usa-se 1/3 da distancia oclusal. Paralela ao longo eixo do dente. Depois
da MOD – faz as caixas proximais chegando bem próximo da gengiva rompendo o ponto de contato (tem que
ficar separado do dente vizinho para poder moldar) oclusal: profundidade – 1 a 1,5mm. A caixa proximal vai
ate a base do ponto de contato bem próximo da gengiva. Usa-se uma broca mais fina para não desgastar
muitoo dente vizinos.
Depois da MOD começa-se o preparo das paredez externas – 4/5
Pela vestibular (como separa um dente do outro) aparede o metalzinho das proximais.
Desgaste oclusal: espaço interoclusal de 1 a 1,5mm tanto para estética tanto para metal. Se o dente for longo
pode desgastar mais para restaurações estéticas.
As pontas das pontas diamantadas que da a referencia do quanto vai desgastar. Sempre seguindo as
vertentes cuspidicas
Feito o desgaste na oclusal, passa-se para o degrau cervical
- COMEÇA-SE O PREPARO DA 4/5 PELA OCLUSAL; depois degrau cervical de acordo com o tipo de material
restaurador (broca de diâmetro maior serve para deixar mais liso. Quando tem dente vizinho usa-se uma de
diâmetro menor para não desgastar o dente vizinho); depois as conicidades mesial e distal (proximais);
depois a parede palatina/lingual axial
- ao final tem que enxergar todos os ângulos internos.
COROAS PARCIAIS INFERIORES:
Nos dentes superiores as cúspides vestibulares são as de balanceio, nos inferiores é a de trabalho, então tem
que proteger a cúspide.
Preparo inferior: degrau no terço oclusal – 34 min
(foto)
7/8 – deixa cúspide mesio vestibular. São 8 faces porque divide cada face em 2
INDICAÇÃO: para dentre com retração (porque coroa total teria que preparar muito perto da gengiva –
porem fenótipo fino daria problema – teria que fazer um enxerto de tecido conjuntivo).
Canaleta: broca diamantada ou carbide.
Fazendo muito perpendicular: não sobra dentina e o esmalte fica friável e quebra. Se fizer muito para baixo
ela não promove retenção e a prótese desloca.
ONLAY:
É muito parecido a 4/5
Restauração MOD modificada, onde toda a superfície oclusal é recoberta pelo material restaurador.
Vantagens: melhor distribuição das forças mastigatórias e protege as cúspides remanescentes
MOD com desgaste da superfície oclusal.
Na 4/5 as caixas são na proximal perto da gengiva e o degrau de proteção da cúspide é na mesma altura. Na
??onlay o degrau de proteção das cúspides é no terço oclusal, não chega perto da gengiva. (??)
Preparo próximo oclusal: 17 a 57 por cento de perda de ressitencia
Preparo de MOD: 36 a 61 por cento
Em uma restauração metálica fundida intracoronaria (inlay) ou restauração de amalgama não existe a
proteção das cúspides. Essas restaurações podem atuar como cunhas, levando a fratura das cúspides.
Com a proteção das cúspides há distribuição de forças e diminui a chance de fratura.
Não importa a sequencia do preparo, tem-se que chegar no preparo final
MOD; desgate da cúspide de trabalho com proteção da cúspide. Desgaste da cúspide de balanceio em menos
proporção; ai depois libera o contato com o dente vizinho
1º: desgaste oclusal; depois biselamento da cúspide de trabalho; MOD liberando os contatos descendo mais
pra cervical para separar um dente do outro;
Degrau no terço oclusal da face vestibular. Na onlay preserva a convexidade das proximais. Na 4/5 desgasta
porque faz todo o preparo das paredes externas.
No dente superior a proteção de cúspide é na palatina
O degrau da onlay no terço oclusal na cúspide de trabalho tem 1 mm mesmo sendo metálica. Porque é área
de força mastigatória. Não é na cervical é na oclusal.
AULA 11: PREPAROS PARA RESTAURAÕES PARCIAIS ESTÉTICAS – 17/10/2019 - Wilson
� A cúspide de trabalho: degrau de 1 mm para proteger as cúspides de trabalho. Inferiores: vestibular,
superiores – palatina
Espaço interoclusal continua 1mm – balanceio e 1,5 mm cúspide de trabalho
Pode-se fazer um bisel em cúspides de balanceio que estão muito fragilizadas, mas normalmente não se faz
um degrau igual na cúspide de trabalho.
- degrau no terço oclusal de 1 mm na onlay tanto para restauração metálica quanto para restauração
estética. Tem que ter 1 mm porque esta na área de função (terço oclusal).
ONLAY ESTÉTICA:
Toda restauração da cor do dente, podendo ser cerâmica (feldspatica, dissilicato de lítio, silicatio de lítio, etc)
ou resina
Se é algo estético tem que ter um certo volume
Altura da caixa: 1 mm 1,5 para ter resistência
Material friável: ter um certo volume para ter resistência
É colado e não cimentado. Colado atraves de cimento resinoso (resina composta, condicionando com acido,
adesivo e colagem da restauração). Existem cimentos autocondicionantes que não precisam de preparo
antes. Na restauração também é feito um tratamento adequado.
Dissilicato de lítio: 15 1ª 20 segundos com acido fluorídrico
Feldspatica: 1 min com acido fluorídrico
O que muda no preparo da estética? Praticamente não muda nada. Cerâmica feldspatica bastante friável,
dissilicato de lítio tem resistência alta.
Antigamente: preparo para cerâmica era mais expulsivo de 15 a 20 graus (em vez de 6 a 10 graus) para
aumentar resistência
Hoje em dia: cerâmicas mais resistentes (preparo de 6 a 10 graus).
Metálica: caixas de conicidade de 6 a 10 graus (divergente)
Estética: 15 a 20 graus (divergente)
Degrau na cúspide de trabalho é 1 mm
Espaço interoclusal é 1mm e 1,5 mm tanto cerâmica tanto metal
(se o dente for mais alongado pode aumentar o espaço interoclusal)
Preciso saber qual é o material porque o tratamento para colocação dela é diferente
Resina – jateamento com oxido de alumínio e as vezes no mínimo uma limpeza com acido fosfórico
Cerâmica – acido fluorídrico
Na boca do paciente: as vezes o dente não esta hígido. Tem que fazer o preenchimento, proteger a polpa,
etc.
FACETAS ESTÉTICAS OU LAMINADOS
- lentes de contatos
Idealmente antigamente: laminados somente em esmalte porque na época não tinha adesivo dentinario,
hoje em dia tem
A adesão na superfície de esmalte é muito mais eficiente do que na dentina;
Quanto que é desgastado?
Vai depender principalmente do grau de escurecimento que o dente apresenta
Mais opaca: dente escuro – tem que desgastar mais
Se tiver somente mudando a forma do dente: as vezes não precisa fazer nenhum preparo
MATERIAIS: resina composta; cerômero (resina composta feito para laboratório – diferentes meios de
polimerização – tem um pouco mais de resistência que as resinas compostas utilizadas na clínica); cerâmica:
feldspática ou dissilicato de lítio
Antes do preparo: faceta é somente uma lamina de cerâmica que é condicionado com acido fluorídrico 5%
ou 10% (dando características de microrretenções na superfície interna – adesivo e cimento vai penetrar e
terá microrretenção).
Preparo: pequeno desgaste sendo ideal somente na superfície de esmalte, acompanhando a superfície
convexa do dente (não é reto), pode usar qualquer broca, pode fazer canaletas para guiar o preparo
Desgaste de toda a superfície vai depender da cor do substrato (remanescente dental), as vezes se é muito
escuro desgasta todo o esmalte, se for forma tem que apenas permitir que haja material suficiente para uma
boa adesão.
Problema de fazer sulco de orientação: as vezes fica difícil de eliminar depressões
Profundidade: 0,3 a 0,9 mm (espessura da cerâmica), porem se tiver espaço pode ate fazer 0 preparos.
Basicamente tirar o brilho igual preparo de prótese adesiva.
Diâmetro da ponta da ponta diamantada que da a referencia do quanto sera desgastado. Tem que conhecer
o preparo para poder selecionar a broca.
Normalmente a faceta encobre a parte vestibular, porem dente muito escuro pode ser que tenha que
desgastar a proximal para colocar o material e ficar estético e harmônico
Teoricamente nos contatos proximais o ideal seria deixar um pouquinho afastado – Vezinho (“v”) de
separação de um dente do outro, para saber onde termina o dente e começa o outro.
As vezes o dente tem escurecimento e tem que romper o contato
Desgaste teoricamente em torno de meio mm.
Na superfície do dente: profilaxia, condicionamento ácido fosfórico a 37%, sistema adesivo, cimento
resinoso.
Na faceta: condicionamento com ácido fluorídrico; tratamento com silano e está pronto para receber o
cimento resinoso.
Acabamento: ponta diamantada bem fina
Mock up: serve para vender o tratamento e para preparar o dente – guia de preparo
Resina bisacrilica- Ai você vai desgastando ela ( a resina do mock up que ficou no dente) ->
Se você desgastar 0,5 mm e não chegou no dente ainda, sabe-se que não precisa desgastar o dente porque já
tem espaço para colocar a restauração ou desgasta-se bem menos. (se o dente tiver estética, não for
escurecido)
Cimento: pode alterar a cor. Ou volume maior de cerâmica tem uma pequena alteração de cor -> caso fique
uma coroa total e uma faceta uma do lado da outra: pode haver mudança de cor da coroa por ter volume
maior e por causa do cimento.
Faceta: desgaste de 0,3 a 0,6 mm
AULA 12: PRINCÍPIOS BIOLÓGICOS DOS PREPAROS COM FINALIDADE PROTÉTICA. – Regina – 31/10/2019
PREPARO PROTÉTICO: Não é um trabalho de um torneiro mecânico -> procedimento clinico executado sobre
estruturas com resposta biológica.
SUCESSO DE UMA PRÓTESE PARCIAL FIXA: longevidade é dada pela saúde pulpar e gengival.
ETAPAS DE EXECUÇÃO SÃO INTERDEPENDENTES!!!
Preparo protético se fundamenta em critérios -> prognostico favorável
Ao se romper um elo da corrente � INSUCESSO!!
CRITÉRIOS:
Fatores mecânicos: forma de retenção; forma de resistência; e, deformação
Fatores biológicos: conservar estrutura dental; evitar sobrecontorno da restauração; margens supragengivais;
estabilidade oclusal; proteção dental.
Fatores estéticos: mínima exposição de metal; espessura máxima de porcelana; superfícies oclusais
funcionais; margens intrassulculares metalocerâmicas.
Trabalhar acima da gengiva: é bom porque tem que moldar e também porque é muito melhor para o
paciente cuidar -> consegue escovar e higienizar corretamente!
HÁ UMA RESTAUAÇÃO IDEAL? Nem sempre...
“previsibilidade”
A previsibilidade na ppf – provisórias que dão essa noção de quantidade de desgaste, gengiva adequada,
paciente satisfeito, etc.
PREVENÇÃO DE DANOS DURANTE O PREPARO DENTAL:
- dentes adjacentes; tecidos moles circundantes -> cuidado!
POLPA: com refrigeração ou não
MARGEM GENGIVAL: localização da margem do preparo protético; geometria da margem do preparo.
DENTES ADJACENTES: cuidado nas faces proximais (observar o desgaste em fatia).
TECIDOS MOLES: cuidado com a língua e bochecha, uso adequado de sugador e afastador.
POLPA:
TEMPERATURA: calor gerado pela peça de mão. Observar refrigeração e pressão exercida; observar
instrumento rotatório adequado.
AÇÃO QUÍMICA: resina acrílica x provisória. Agentes de limpeza.
AÇÃO BACTERIANA: bactérias remanescentes, acesso a dentina devido a microinfiltração.
REDUÇÃO AXIAL: para permitir contorno correto
Observar: áreas interproximais e bifurcação de dentes posteriores
Relacionamento da prótese com o complexo dentina-polpa
� Tomar cuidado com a idade do paciente, porque quanto mais jovem mais ampla é a polpa – cuidado ao
indicar um preparo mais invasivo. Quanto mais velho, menor a capacidade de regeneração da polpa então
uma agressão é mais fácil de levar a uma pulpite!
DURANTE A TÁTICA OPERATÓRIA DO PREPARO DENTAL -> CUIDADOS COM A SAUDE PERIODONTAL.
FATORES DETERMINANTES: higiene oral; forma da restauração; contorno da restauração; localização da
margem do preparo.
O que mais deve ser cuidadoso é na junção epitélio juncional – porque nessa junção: se tiver com contorno,
sem infiltração a gengiva fica ok e não rompe o epitélio juncional. Se romper: gengivite localizada, crônica ou
periodontite.
MARGEM GENGIVAL: onde colocar as margens dos preparos com finalidade protética? Como executa-las?
COLOCAÇÃO DA MARGEM DO PREPARO: suprassulcular; intrassulcular; ao nível do sulco gengival;
subgengival (margem doente, margem que não deve ser trabalhada e sim recuperar essa margem
clinicamente pela periodontia)
Suprassulcular: 2 a 3 mm acima da gengiva marginal;
COLOCAÇÃO DA MARGEM DO PREPARO – ATENÇÃO!!! MANEQUIM – em nível da gengiva marginal do
manequim
INTRASSULCULAR: margem de 0,5 a 0,6 mm dentro do sulco: se houver carie dentaria, erosão cervical,
restaurações antigas
Na presença de fraturas com extensão dentro do sulco
Por razoes mecânicas, retenção adicional
Por necessidade estética: junção preparo-restauração
Em situação de sensibilidade dentinaria
Se a modificação do contorno axial for indicado
MARGEM SUBGENGIVAL: invasão do espaço biológico
Tratamento periodontal prévio
Após cicatrização (50 a 60 dias), determinar nova margem do preparo
MARGEM SUPRA SULCULAR: 2,0 a 3,0 mm aquém da gengiva marginal livre.
Fácil de executar e inspecionar
Fácil acesso para limpeza pelo paciente
Limitada para coroas com metal
O TIPO DE MARGEM CERVICAL (CONFIGURAÇÃO) PODE CAUSAR INSUCESSO ESTETICO E FUNCIONAL? – SIM!!
Quais as margens mais empregadas? – ombro, chanfro, chanfro profundo, chanferete
Chanfro: pega um pouco do epitélio interno da margem gengival em alguns casos. Margem arredondada.
AULA 12: PRÓTESE PARCIAL FIXA – Regina – 28/11
� Prótese parcial fixa sobre dentes – fatores mecânicos PPF I- 2019
“Prótese parcial fixa é um aparelho protético que visa a substituição de um ou mais dentes ausentes não
podendo ser removida para limpeza ou inspeção”. Rosenstiel 2002
“consiste em restaurações fixadas em dois dentes extremos ao espaço edêntulo que funcionam como pilares,
colunas e sustentam o dente artificial reposto ou viga em uma estrutura única usualmente rígida” Mezzomo
2006. Espaço protético é denominado pôntico.
COMPONENTES DE UMA PPF
- Componentes biológicos: dentes suportes, espaço protético
- Componentes mecânicos: retentores, pônticos e conectores.
O dente é o pilar. Retentor é o componente mecânico que faz parte da prótese.
PROTESE PARCIAL FIXA:
- sobre dentes
- sobre implantes (espaço edêntulo muito grande. Ou você faz ppr ou coloca implantes – ideal o numero de
implantes igual aos dentes perdidos, porem pode-se também por ex colocar 2 e fazer um pontico no meio).
PRINCIPAIS OBJETIVOS DA SUBSTITUIÇÃO:
- primeiro molar é o mais comum de perder porque é o primeiro que aparece na cavidade bucal
Ao longo do tempo há um desarranjo na região: o anterior inclina para distal, o posterior inclina para mesial
e o antagonista extrui
- evitar a extrusão e movimentação dos dentes adjacentes ou antagonistas em direção ao espaço protético
- restituir a função mastigatória.
Ao extruir o dente antagonista tem que desgastar ele para poder colocar o dente inferior... perde tecido
dental hígido. O paciente vai gastar com os pilares, o pontico e o superior.
Implantes vieram para contribuir com essa situação.
Com as movimentações dos dentes – paciente não consegue higienizar – ai vai juntando calculo, etc.
Mesmo fazendo implantes precisa-se trabalhar nos dentes vizinhos porque eles migraram e o implante
precisa de espaço.
Cúspide embolo – faz uma força deletéria (força a mais causando contato prematuro acarretando em perda
óssea, bolsa periodontal e o paciente pode perder o dente).
É preciso de uma estabilização dos dentes para fazer um procedimento adequado ao devolver o dente
faltante.
PRINCIPAIS OBJETIVOS DA SUBSTITUIÇÃO: restaurar a estética e fonética; proporcionar conforto ao paciente.
FATORES POSITIVOS (VANTAGENS)
- cimentação definitiva
- prótese com pequeno volume
- semelhança com os dentes naturais
- proporciona maior eficiência mastigatória
- conforto maior comparado a PPR
FATORES NEGATIVOS (DESVANTAGENS)
- tratamento mais invasivo (necessidade de preparo dental)
- possibilidade de tratamento endodôntico para retenção
- higiene dificultada
- custo maior, comparando com um PPR
PRÓTESE PARCIAL FIXA:
- Metalocerâmica
- Metaloplástica
- Metal free
Metaloceramica: canaletas ou caixas auxiliam na retenção da peça
METAL FREE:
- FAVORAVEL: possibilidade de margem suprassulcular, comprometendo menos a estética
- DESFAVORAVEL: retenção e resistência
RETENTORES: restaurações provisórias pela retenção do aparelho protético aos pilares:
- coroas totais (metálica, metalocerâmica, metaloplastica)
- restaurações parciais: 4/5, 7/8
ESPAÇO PROTÉTICO:
- avaliar a área edentula (única, longa, múltipla, intermediarias)
Quando esta faltando 1 elemento ou 2 – 1 ou2 ponticos: prognostico favorável
Espaço muito grande: para repor ate 3 dentes com somente 2 pilares. Quando tem uma viga com uma
espessura boa sobre pilares porem muito grande, quando ocorre a força oclusal no pontico não hpa nada
embaixo do pontico para sustentar a força, então os pilares que sofreram com isso. Além disso acontece a
deflexão do metal sendo então prognostico duvidoso e desfavorável. Com a deflexão o retentor tende a
deslocar do pilar soltando a prótese. Quando a prótese sai inteira é bom, o pior é que geralmente se solta no
ultimo pilar e o paciente não sente – entra bactéria, saliva e quando descobre perde-se o dente. Se perder o
dente é caso de PPR. Deflexão ocorre 8 x mais do que seria a deflecção de um pontico – quando se tem 2
ponticos. Quando se tem 3 pontcios tem deflexão de 27 vezes
Obs: além de sobrecarregar o ligamento periodontal , a prótese parcial fixa muito extensa, sera menos rígida.
PÔNTICO: Substitui o dente ausente, devolvendo a morfologia, estética e função (VIGA)
TIPOS:
1. Sela
2. Plano inclinado
3. Higiênico
4. Forma de bala
5. Oval
SELA: forma um contato côncavo e amplo com o rebordo; não coopera com a higiene; a base provoca
inflamação dos tecidos moles; não é recomendado (causa doença periodontal)
PLANO INCLINADO: superfícies convexas para facilitar a limpeza; superfície lingual contorno ligeiramente
curvo, para evitar o acumulo de alimentos; boa estética; indicação para áreas anteriores e posteriores;
metaloceramica/resina
HIGIÊNICO: para ponticos que não terão nenhum contato com o rebordo; restaura a oclusão estabiliza os
dentes adjacentes; possui configuração convexa, e distancia ocluso-gengival de 3,0 mm; indicado para região
posterior; material: metal
Utilizados mais para pacientes especiais que tem problemas para higienização.
Tem que ser convexo porque se for plano vai reter calculo e biofilme
FORMA DE BALA: arredondado e fácil de limpar; extremidade pequena, com relação ao seu tamanho geral;
estética deficiente; adequado para rebordo pequeno (rebordos largos é o plano inclinado); indicados para
molares inferiores
OVAL: superfícies arredondadas; exige um preparo de tecido mole; facilidade de limpeza, acumulo mínimo
de alimento; indicado para incisivos superiores, caninos, pré molares, linha do sorriso alta (porque comprime
a gengiva e forma papila)
CONECTOR: une o pôntico ao retentor
Parte do componente mecânico.
Estrutura monobloco ou individuais
Espaço para obtenção do conector rígido (solda)
Cantilever: pontico conectado a um retentor (so tem 1 dente pilar). É contra indicado porque terá uma força
muito grande na mastigação, há um fulcro e a tendência é soltar essa peça. Quanto mais pra linha mediana
mais favorável, quanto mais para posterior NÃO PODE FAZER.
AULA 13: ENCERAMENTO, INCLUSÃO E FUNDIÇÃO EM PRÓTESE FIXA – Takami – 14/11/2019
O processo de obtenção de uma peça protética pela técnica da fundição envolve uma quantidade
considerável de materiais, fases e variáveis
- seguimento de etapas; manipulação adequada materil;não inserção de variáveis
Não vai obter adaptação e ajuste.
Se não proporcionar o material adequadamente vai proporcionar maiores distorções. Moldagem altera
perdendo agua para o meio, etc. (modelo não compatível com o que se tem na boca).
PROCEDIMENTOS CLINICOS E LABORATORIAIS NA PPF – preparo dental; obtenção do molde; confecção
modelo e troquel; enceramento; inclusão e fundição; desinclusão e ajustes; prova clinica estrutura metálica;
registro intra-oral; moldagm de arrasto; cerâmica. Prova clinica cerâmica; glazeamento; fixação/cimentação.
Moldagem do casquete com polieter. Casquete com resina E reembasamento com resina duralei
Troquel: da para visualizar o termino do preparo – onde ser adaptado a prótese – se tiver infiltração/ áreas
de descontinuidade – vai ocorrer infiltração, carie e perda da estrutura em um curto espaço de tempo.
Modelo montado em articulador e manda ela com os troqueis para o laboratório.
Protético tem que enxergar o termino.
Ele faz um desgaste para evidenciar o termino.
No modelo de boca completa – faz um preparo removendo o excesso de gengiva que esta sobre essa região –
termino tem que ficar bem evidente.
Se pela vista oclusal não conseguir ver o termino do preparo, deve-se ajusta-lo.
Como tem que preparar o troquel para iniciar o enceramento da peça:
- selante de superfície, com finalidade de:
- vedar irregularidades entre cristais de gesso (para evitar penetração da cera), tornando:
- superfície lisa + redução aderência da cera, que permite:
- Remoção do padrão de cera (para mandar fundir não pode mandar a cera junto com o modelo de gesso,
manda-se so a pecinha)
CERAS PARA PADRÃO DE FUNDIÇÃO: propriedades desejáveis:
- Boa adaptação, uniforme e copia de detalhes de superfície (paredes do troquel)
- ótima estabilidade dimensional em temperatura ambiente (porque terá um tempo para ser levada ao
laboratório)
- Não descamar ou apresentar superfície rugosa
- Queima sem formação de resíduos (contaminação da liga).
TIPOS DE CERA PARA PADRÃO DE FUNDIÇÃO:
- MACIA (tipo C): baixa temperatura de fusão; alterações dimensionais por temperatura do ambiente; baixa
contração de resfriamento; facilidade manipulação; dificuldade de obter superfícies lisas por polimento e
realizar esculturas complexas -> usada na região cervical pela boa copia.
- MÉDIA (TIPO B): ponto de fusão intermediário; considerável contração pelo resfriamento; estável após
resfriamento
- DURA (tipo A): alta e constante temperatura de fusão; Alta contração por resfriamento; Alta estabilidade
dimensional; Frágil e quebradiça;
DISTORÇÃO DAS CERAS:
- Variações de temperatura
- Aplicação de força (remoção do padrão do troquel)
- Tempo e temperatura de armazenamento do padrão
- Reparos no padrão (tensões no resfriamento)
- Cuidados: correto selamento e isolamento do gesso.
Aplicação de força com os dedos nas bordas do padrão para remoção e manipulação do padrão de cera.
Reposiciona o padrão no articulador: para fazer o pôntico (porque pelos troqueis não da para fazer o
pontico); oclusao; dentes adjacentes ao enceramento – reavaliarr relacionamento com antagonista e com os
dentes adjacentes
Após avaliar no articulador, passa a peça por desgastes seletivos para deixar a peça mais fina para ser
ocupado pelo material estético que sera usado por cima do metálico.
Quando a peça é maior: faz uma secção do padrão de cera (divide a peça em 2), faz o selamento da borda e
manda para fundição
Padrão de cera: reprodução fiel da borda
Elemento unitário anterior: enceramento de 2/3 do tamanho final da restauração
Elemento unitário anterior = aumento na mesial e distal x espessura uniforme da cerâmica.
Tem que deixar uniforme a cerâmica para a estética
FALHAS NAS MARGENS DO PADRAO DE CERA:
- margens com excesso de cera
- margens curtas
- margens com ondulações (mas com adaptação – da para ajustar nas carbides ou diamantadas e adequar a
estrutura metálica no preparo)
- margens abertas (significa que ouve descolamento do termino do preparo – ficou largo – tem que mandar
repetir, não da para ajustar)
INCLUSÃO: consiste em envolver o padrão de cera com um material que duplique com exatidão, a sua forma
e detalhes anatômicos
ANEL DE SILICONE; base do anel de silicone, padrão de cera, apoiado no conduto de alimentação que tem
uma câmara de compensação e depois verte-se o revestimento para copiar a cera
ANEL PARA FUNDIÇÃO:
Forma: equidistância entre padrão de cera x paredes, permite:
Quantidade de revestimento: impacto da liga e expansão uniforme (sem que ocorra trincas)
Extremidades: abertas; medidas: 3cm de diâmetro e 3 cm de largura
BASE FORMADO DO ANEL: dispositivo de borracha, metal ou resina. Convexa, com orifício ou uma depressão
central voltada para inferior do anel
Função: imprimir no revestimento um concavidade para direcionar a liga fundida para o conduto de
alimentação
Funcionar como receptáculo para acomodar a sobra da liga após o preenchimentodo molde
CONDUTO DE ALIMENTAÇÃO: função: criar uma via de acesso para a liga fundida chegar ao molde do anel de
revestimento após a carbonização da cera
Tipo: metálico, plástico, cera
Diâmetro do pino: 2,5 e 1,25mm
Extensão do pino: padrão – 4 a 6 mm do anel)
Fixação do pino: área volumosa/45º
CONDUTOS COM INCLINAÇÃO DE 45º: padrão fora do centro térmico do anel: fora do centro térmico,
fazendo com que haja distribuição menor do calor e a velocidade de chegada da liga é menor, causando
menos impacto
MONTAGEM DOS CONDUTOS DE ALIMENTAÇÃO
- montagem direta: um conduto leva o metal fundido direto da base do bloco para a área dos padrões
(unitários ou pequena extensão)
- montagem indireta: um conduto leva o metal fundido para uma barra intermediaria e depois para condutos
menores e área dos padrões (peças de maior extensão)
- distancia entre superfícies de cera: mínimo de 5 mm – para evitar trincas no revestimento e rebarbas na
peça fundida.
ANTI BOLHAS: em superfícies de cera � agente redutor de tensão superficial �minimiza a formação de
bolhas de ar � facilita o escoamento do revestimento sobre o padrão de cera
INCLUSÃO: consiste na moldagem do padrão esculpido em cera com material adequado (revestimento)
REVESTIMENTO: funções: reproduzir anatomia do padrão de cera; resistir e suportar o aquecimento da
queima do padrão e injeção do metal fluido; compensar a contração da liga metálica.
TIPOS DE REVESTIMENTO: aglutinados por gesso (fundição de ouro); aglutinados por silicato de etila
(fundição de ligas não preciosas para PPR); Aglutinados por fosfato (fundição de todo tipo)
REVESTIMENTO:
- forma: pó + liquido – semelhante ao gesso; cópia da forma, detalhes anatômicos do padrão de cera
TIPOS: aglutinados por gesso (ouro)
Aglutinados por silicato de etila (ligas não preciosas para PPR)
Aglutinados por fosfato (fundição de todo tipo)
O produto final desse processo é um molde de revestimento endurecido que contém em seu interior o
padrão de cera
A cera do padrão e o pino são elimidados pela ação do calor (técnica da cera perdida) em um forno
apropriado
O interior do bloco de revestimento vazio será preenchido por uma liga metálica, injetada no interior do
molde.
FUNDIÇÃO: é o processo de se obter objetos vazando líquidos ou metal viscoso em um molde preparado ou
forma
O objetivo de uma fundição é o de produzir replicas de um objeto qualquer
MÉTODOS DE FUNDIÇÃO: fundição em cera perdida
MAQUINAS DE FUNDIÇÃO:
- PRESSÃO DE AR E A VÁCUO: a liga é derretida na cavidade feita pela base formadora do cadinho.
Quando a liga é fundida a maquina exerce uma pressão sobre a mesma fazendo com que ela penetre no
molde
Vácuo é aplicado à base do anel simultaneamente a aplicação da pressão
- FORÇA CENTRIFUGA:
- a liga é derretida em um cadinho separado do anel
- quando a liga é derretida, a mesma é injetada no molde por força centrifuga

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