Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

26/02/2024
1
INFLUENZA 
AVIÁRIA
1 2
Influenza Aviária
Influenza é uma doença infectocontagiosa 
das aves, causada pelo vírus da influenza A.
É uma doença de notificação obrigatória à 
Organização Mundial de Saúde Animal 
(OIE).
Doença viral respiratória que afeta diversas 
espécies de aves, tanto domésticas quanto 
silvestres e, ocasionalmente, mamíferos 
como roedores sinantrópicos, felinos, 
caninos, equinos, suínos e o homem, 
refletindo em uma natureza zoonótica.
3
Influenza Aviária
O vírus da influenza tipo A possui alta 
capacidade de mutação e, 
subsequentemente, adapta-se a novos 
hospedeiros.
A adaptação viral aos humanos é 
responsável por alta taxa de letalidade 
que, somada à alta transmissibilidade 
entre a população, representa grande 
risco em abrangência mundial.
4
1 2
3 4
26/02/2024
2
Histórico da 
Influenza
A história da 
influenza aviária (IA) 
pode ser dividia em 
quatro grandes 
períodos:
5
01
Primeiros relatórios de influenza aviária 
altamente patogênica (HPAI)
02
Reconhecimento da influenza aviária 
menos grave (LPAI) em aves domésticas
03 Identificação de vírus da IA em 
reservatórios de aves selvagens 
assintomáticas
04
Relatos generalizados de HPAI da década 
de 1990 em diante, incluindo a H5N1-
HPAI
6
1878 1901 1955 1960
Relatada pela primeira vez por
Perroncito, na Itália. Inicialmente, 
a doença foi confundida com a 
forma septicêmica aguda da 
cólera aviária
Descoberta que a
enfermidade era causada
por um vírus.
Identificação do agente
etiológico da Influenza.
Identificação do virus 
H9N2 em aves
domésticas, e 
disseminação em aves
asiáticas.
1974
Descoberta a presença do virus 
em espécies selvagens e o papel
dessas aves no ciclo natural da 
gripe aviária
Exemplos de aves pertencentes à ordem 
Anseriformes: 
(a) pato-real Anas platyrhynchos
(b) marreca-de-asa-azul Anas discors
(c) marreca-cabocla Dendrocygna autumnalis
(d) marreca-irerê Dendrocygna viduata
Exemplos de aves 
pertencentes à ordem 
Charadriiformes:
(a) maçarico-pintado Actitis
macularius
(b) maçariquinho Calidris
pusilla
(c) vira-pedras Arenaria
interpres
(d) batuíra-de-bando 
Charadrius
semipalmatus
5 6
7 8
26/02/2024
3
Etiologia
Família: Orthomyxoviridae
Gênero: Influenzavirus A
Espécie: Influenza A virus
sRNA
Capsídeo helicoidal
Envelopado
9
Etiologia
10
Tem pouca resistência ao 
ambiente
Inativado pelo calor, 
dessecação, luz UV e 
desinfetantes químicos 
comuns.
Principais proteínas virais:
HA (hemaglutinina) (H1 – H18)
NA (neuraminidase) (N1 – N11)
Etiologia
11
A classificação do tipo e 
subtipo não determina 
sua capacidade de causar 
enfermidade, 
patogenicidade ou 
virulência.
Epidemiologia
Influenciada pela distribuição das aves domésticas e das aves 
silvestres.
No Brasil, até o momento, não existe diagnóstico clínico e 
nem laboratorial da IA.
• Pode estar relacionado a fatores que interrelacionam a doença com as 
aves silvestres aquáticas e as criações industriais de perus e patos 
CLASSIFICAÇÃO DE RISCOS!!
O período em que as aves migratórias visitam o Brasil 
também pode influenciar.
• A partir de agosto  final do inverno, início da primavera
12
9 10
11 12
26/02/2024
4
13 14
15
Principais rotas migratórias (flyways) de aves que se deslocam 
entre os Hemisférios Norte e Sul 
13 14
15 16
26/02/2024
5
• No Brasil, a porção norte é considerada porta-
de-entrada dos migrantes setentrionais no
país; a Amazônia e a zona costeira das regiões
Norte e Nordeste são locais com muitos
registros de espécies migratórias do
Hemisfério Norte.
• Estas aves chegam ao país entre setembro e
outubro e regressam às suas áreas de
reprodução entre março e maio.
• Projeções de cenários para a chegada do vírus
ao Brasil indicam que as rotas migratórias de
maiores riscos seriam aquelas oriundas da
América do Norte (Estados Unidos e Canadá),
justamente por serem as mais frequentemente
utilizadas pelas aves para entrar ao país.
• Cerca de 60% das espécies migratórias
brasileiras utilizam estas rotas de migração
anualmente.
• Além disso, existem deslocamentos de aves
entre a América do Norte e oeste Europeu,
dois continentes com numerosos registros de
ocorrência do vírus da influenza
17
Patogenia
Vírus eliminado pelas secreções nasooculares e pelas 
fezes.
Transmissão: contato direto, aerossóis, equipamentos 
contaminados, cama do aviário, água, alimento e aves 
mortas.
Infecção por inalação e ingestão do vírus, que vai se 
replicar nas células epiteliais do trato respiratório 
superior e intestinal.
18
Sinais Clínicos
19
Tosse, espirros, 
muco nasal
Queda de postura, na 
produção de ovos 
e/ou alterações nas 
cascas dos ovos;
Hemorragias, nas 
pernas e as vezes 
nos músculos;
Edema articular;
Edema de crista e 
barbela, com 
cianose;
Incoordenação 
motora (sintomas 
nervosos)
Diarreia e 
desidratação
Lesões de Necropsia
Muco excessivo ou hemorragia da traqueia
Edema subcutâneo na região da cabeça e pescoço  edema em cabeça, olhos, crista, barbela e juntas das 
pernas
Cianose nas penas, cristas e barbelas
Hemorragias musculares
Petéquias na musculatura de peito, gordura abdominal e interior da carcaça
Severa congestão dos rins, às vezes com depósitos de uratos
Hemorragias e degeneração do ovário
Hemorragias na mucosa do pró-ventrículo principalmente na junção com a moela
Focos de hemorragias na mucosa do intestino
20
17 18
19 20
26/02/2024
6
21 22
23
Diagnóstico
Isolamento de amostras individuais
ou do conjunto de amostras de
diferentes tecidos (pulmão, traqueia,
sacos aéreos, intestino, baço,
cérebro, fígado, coração e sangue).
Aves vivas  swab ocular, de cloaca
e traqueia.
Água de bebedouros contaminada
com secreções e/ou fezes.
24
21 22
23 24
26/02/2024
7
Diagnóstico
Inoculação em ovos embrionados
A confirmação do isolamento é realizada a 
partir da inibição da hemaglutinação (HA).
O teste de IDGA (imunodifusão em gel de 
ágar) pode ser utilizado para confirmar o 
vírus do tipo A
Testes moleculares (RT-PCR)
26
O método de diagnóstico mais utilizado para o 
isolamento do vírus é a inoculação em ovos 
embrionados de galinha de 9 a 11 dias que após o 
período de incubação apresentam alterações no 
embrião como nanismo, enrolamento e congestão 
dos vasos sanguíneos (LOVATO; DEZENGRINI, 2007).
Diagnóstico
Para que uma amostra seja
considerada de alta patogenicidade, 
segundo o OIE, ela deve ser letal
para 75% ou mais de 8 aves de 4 a 8 
semanas inoculadas com 0,2mL de 
fluído alantóide, diluído 1/10, 
proveniente de ovos inoculados com 
o vírus da IA.
As aves devem ser inoculadas via 
endovenosa e observadas por 10 
dias.
27 28
25 26
27 28
26/02/2024
8
29 30
31 32
29 30
31 32
26/02/2024
9
Profilaxia e Controle
No Brasil, até o momento, o uso de 
vacinas para influenza em aves é 
proibido.
Antiviral fosfato de oseltamivir
diminui a replicação viral e reduz a 
eliminação em cepas LPAI.
Medidas de biosseguridade devem 
ser adotadas para o controle da 
doença.
33
Tipos de Vacinas
• Vacinas vetoriais que 
estimulam uma efetiva 
resposta imune;
• Vacinas inativadas em 
emulsão oleosa –
autógena;
• Vacinas de DNA – gene de 
hemaglutinina de influenza 
inserido no DNA de uma 
bactéria.
34
35https://youtu.be/ar1v33TflMc
R E S U M I N D O . . .
36
33 34
35 36
26/02/2024
10
37 38
37 38