Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

1 
 
 
 
IESF - INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR FRANCISCANO 
Recredenciado pela Portaria do MEC No. 725, de 20 de julho de 2016, 
publicado no D.O.U de 21 de julho de 2016. 
Reconhecido pela Portaria no 891, de 20 de setembro de 2022, publicado no 
D.O.U de 21 de setembro de 2022. 
 
 
 
 
 
DISCIPLINA – CENTRO 
CIRÚRGICO ATIVIDADE PESO 4 
2º BIMESTRE - V PERÍODO DE ENFERMAGEM – 
2024.1 PROF. ENF. THAIANNA SOUSA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO REFERENTE ÀS ATIVIDADES DA PRÁTICA DE CAMPO NA 
DISCIPLINA DE ENFERMAGEM EM CENTRO CIRÚRGICO 
 
 
 
 
 
 
PAÇO DO LUMIAR-MA 
2024 
 
 
2 
 
IESF - INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR FRANCISCANO 
 
DMERSON DE SOUSA DA SILVA 
LOURDIMAR TORRES CARVALHO 
JULIANA DO NASCIMENTO FERREIRA 
LAIS RODRIGUES MARANHÃO 
TAIS FERNANDA ROCHA SILVA 
TALITA GOMES RIOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Relatório das aulas práticas realizadas pela 
Disciplina Centro Cirúrgico para obtenção da 
nota do 2º bimestre da turma V Período de 
Enfermagem-2024.1 do Instituto de Ensino 
Superior Franciscano – IESF. 
 
Orientadora: Prof. Enf. Thaianna Sousa 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3 
 
SUMÁRIO 
 
 
 
INTRODUÇÃO ......................................................................................................4 
1.1 Primeiro dia de prática......................................................................................4 
1.2 Segundo dia de prática.....................................................................................5 
1.3 Terceiro dia de prática ......................................................................................7 
1.4 Quarto dia de prática ........................................................................................8 
1.5 Quinto dia de prática.........................................................................................9 
1.6 Referência...................................................................................................... 11 
1.7 Anexos ............................................................................................................11 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
 
1 INTRODUÇÃO 
 
Rotinas de Centro Cirúrgico, degermação cirúrgica das mãos, paramentação dentro do 
ambiente hospitalar. O centro cirúrgico (CC) representa uma das unidades mais 
complexas por conta de suas características e particularidades, que possui um conjunto 
de áreas e instalações que asseguram as melhores condições de segurança para o 
paciente. Na efetuação da cirurgia, o CC apresenta-se como uma unidade que 
compreende a realização de procedimentos anestésicos cirúrgicos, de caráter 
emergencial e eletivo, desta forma este ambiente requer uma equipe multiprofissional 
habilitada que atenda todas as necessidades de saúde do paciente. 
 
RELATÓRIOS DAS PRÁTICAS 
 
1.1 Primeiro Dia De Prática 
 
Diversos estudos apontam que a maioria das infecções hospitalares é de origem 
endógena - 70% a 80% -, entretanto, a segunda causa de transmissão do sítio 
cirúrgico (ISC). Os principais veículos são as vias áreas superiores e as mãos, assim 
como a degermação do paciente, a lavagem cirúrgica das mãos é uma técnica de 
antissepsia para o procedimento cirúrgico. A degermação das mãos tem a finalidade 
de eliminar a microbiota transitória da pele do profissional. Além disso, toda a equipe 
que estará em campo, ou seja, que participará ativamente da cirurgia, deverá realizar 
esse tipo de lavagem. Durante o procedimento da lavagem das mãos, deve ser feito 
de três a cinco minutos para a primeira cirurgia e de dois a três minutos para as 
demais. Como é feito a lavagem de forma correta: primeiro molha-se as mãos e 
antebraços de forma abundante, segundo com a escova devidamente aquecida pela 
solução antisséptica, inicia-se a escovação pela mão dominante, seguindo uma 
sequência das palmas das mãos, dorso das mãos, faces laterais e médias, dedos, 
unhas e dobras dos dedos, sempre em movimento de vai e vem, sentindo mão e 
cotovelo, no enxague devemos tomar os devidos cuidados para que não ocorra 
contaminação, após isso deixamos a escova na pia e acionamos a torneira sem utilizar 
as mãos, em seguida as mãos devem ser mantidas sempre acima da linha do 
 
 
5 
 
cotovelo, o braço nunca deverá voltar para repetir o movimento. 
Para vestir o avental cirúrgico, deve-se ter os devidos cuidados ao pegar o avental 
cirúrgico estéril, deve-se desdobrá-lo com cuidado, abre-se o avental segurando 
apenas nas extremidades. Colocando um braço e depois o outro, abra o avental 
segurando apenas nas extremidades. Veste-se o avental colocando um braço e depois 
o outro, nesse ponto solicite ao circulante da equipe, para que amarre o avental, 
mantenha as mãos erguidas durante esse processo, em seguida é feito o calçamento 
das luvas estéreis, que deverão ser calçadas pela parte interna e posicionadas nos 
dedos, para calçar a primeira mão. Com a mão calçada, pegue a outra luva pela parte 
estéril e posicione a luva na segunda mão a ser calçada, em seguida faça o ajuste da 
luva sem tocar na parte interna ou em uniformes, roupas ou no próprio corpo; deste 
modo aprendemos dobrar os capotes e armazenar de forma correta. 
 
Materiais Utilizados 
Escova cirúrgica, compressas estéreis, luvas estéreis e os capotes. 
 1.2 Segundo Dia De Prática 
 
No preparo da área operatória foi utilizada uma cuba, gases e a solução antissépticos 
tópicos, com uma pinça - Collin oval - é feita a delimitação da área operatória com os 
campos cirúrgicos; as pinças utilizadas para a fixação dos campos foram as do tipo 
Backhaus. 
Tempos Cirúrgicos 
 
Conhecemos basicamente duas grandes classes de instrumentos cirúrgicos, sendo 
eles o instrumental básico de cirurgia geral e o instrumental seletivo. Os instrumentos 
básicos de cirurgia geral são os instrumentos cirúrgicos rotineiros, desde a mais simples 
a mais completa. Também temos os instrumentos seletivos, que são mais específicos. 
Para determinar os atos cirúrgicos, são classificados quatro grupos básicos, sendo 
cada grupo representados em uma determinada etapa da cirurgia. O primeiro grupo é 
a Diérese cirúrgica, onde temos os bisturis e as tesouras, onde os bisturis são os 
principais instrumentos de incisão. 
 
 
6 
 
O bisturi compõe-se por duas partes: cabo e lâmina; tanto os cabos e lâminas variam 
de formato e de tamanho de acordo com o tipo de cirurgia. Os cabos curtos são 
próprios para os atos cirúrgicos de superfície, ou seja, o seccionamento do tecido 
epitelial. Já os mais longos destinam-se aos atos cirúrgicos em cavidades, ou seja, em 
profundidade. As tesouras também variam de tamanho e de formato, podendo ser 
curvas ou retas, finas ou grossas. As mais utilizadas são as tesouras do tipo 
Metzenbaum que por ser do tipo curva e a tesoura do tipo Mayo, muito útil no corte dos 
fios cirúrgicos. 
Os grupos dos procedimentos de Hemostasia prévia ou pré-operatória é realizado 
antes da intervenção cirúrgica, já a hemostasia temporária é aquela efetuada durante 
a intervenção com a finalidade de deter ou impedir o fluxo de sangue ao campo 
operatória e a hemostasia definitiva é a método pelo qual se obtém a obliteração do 
vaso sanguíneo permanente. Temos pinças com uma grande variedade, tanto no 
tamanho - pequenas, médias e grandes – quanto nos formatos - reta e curvas-, dentre 
as pinças hemostáticas as mais empregadas destaca-se as pinças do tipo Kocher 
dotada. A pinça dente de rato é muito utilizada para preensão da aponeurose dos 
músculos e temos as pinças também do tipo Kelly aplicam a vasos em menor calibre, 
as pinças Hasltead por serem pinças finas são bastante utilizadas. Em cirurgias 
infantis temos do tipo Pean e as do tipo Mixter muito utilizadas em cirurgias pulmonar, 
hepática e renal e as Satinsky, utilizadas em cirurgias vasculares e as pinças Faure. 
Neste grupo Exérese cirúrgica trata-se do principal tempo de cirurgia,fase que pode 
ocorrer a retirada total ou parcial de um órgão ou tecido, nesse tempo são utilizados 
instrumentos específicos de acordo com a cirurgias. Dentre as mais usadas são as 
pinças anatômica: Dente de Rato, Duval, Allis, Collin Oval e os afastadores ou 
separadores que se classificam em auto-estáticos que são Gosset, Finochietto, 
Balfour e os dinâmicos são afastador de Farabeuf, afastador Doyen. Os instrumentos de 
separação como as espátulas de separação, aprendemos a montar nossa mesa 
cirúrgica, de acordo com o tempo cirúrgico e conhecemos alguns dos matérias citados 
nesse tempo cirúrgico. 
A Síntese é realizada com o porta agulha, através dos qual se manuseia os tecidos. 
O porta agulha é utilizado em conjunto com os fios de sutura. Dentre a grande 
diversidade, os dois tipos básicos de porta agulhas são: Hegar e o Mathieu. Os fios 
 
 
7 
 
de suturas são fios absorvíveis Catgut simples e cromado, já os não absorvíveis ou 
inabsorvíveis são aqueles que mesmo sofrendo a ação dos líquidos orgânicos, não 
são absorvidos. O bisturi elétrico no procedimento é frequentemente usado para parar 
o sangramento de pequenos vasos ou cortar um tecido corporal, é importante ter todo 
os cuidados com os ricos eletro-cirúrgicos, para isso é feita a colocação da placa 
neutra do eletro-cautério, onde simulamos uma cirurgia com a equipe composta por 
médico cirurgião, auxiliar do médico e o técnico de enfermagem, médico anestesista 
e o enfermeiro do setor. Separamos os instrumentos de acordo com os tempos 
cirúrgicos e a passagem de instrumentos obedece os critérios básicos, de forma que 
possamos facilitar o trabalho do cirurgião de forma segura para todos. 
 
Materiais Utilizados 
 
Mesa cirúrgica, campos estéreis, bisturi, tesouras, pinças de dissecção pinças 
hemostáticas, Instrumentais para exposição e instrumentais para síntese. 
 
 1.3 Terceiro Dia De Prática 
 
Revisamos o conhecimento dos instrumentos cirúrgicos, visto na aula anterior, 
aprendemos a forma correta de manejar os instrumentos cirúrgicos, preparar o 
ambiente que envolve a organização da sala cirúrgica (medicamentos e materiais 
necessários), bem como garantir a segurança do paciente. Cada aluno em aula, pegou 
os instrumentos cirúrgicos, nisso tivemos de montar os instrumentos conforme o 
tempo cirúrgico. 
Materiais Utilizados 
 
Foram utilizados os mesmos materiais da aula anterior - mesa cirúrgica, campos 
estéreis, bisturi, tesouras, pinças de dissecção pinças hemostáticas, Instrumentais 
para exposição, instrumentais para síntese e as pinças Collin oval, Allis, afastadores 
de Farabeuf, Doyen e espátula maleável. 
 
 
 
 
8 
 
 1.4 Quarto Dia De Prática 
 Anestesiologia 
A anestesiologia é a especialidade médica que estuda e proporciona ausência ou 
alívio da dor e outras sensações ao paciente que necessita realizar procedimentos, 
através de cirurgias ou exames diagnósticos. A equipe de enfermagem é peça 
fundamental para compor nos cuidados, de forma segura, os pacientes que vivenciam 
determinadas complicações no pós-operatório imediato (PAULA et al., 2011). 
A assistência de enfermagem prestada ao paciente na SRPA deve ser integral e 
sistematizada, sendo necessário que tenha conhecimento das informações desde a 
chegada do paciente, através de anotações como o horário de admissão em impresso 
próprio, sempre avaliando o nível de consciência e as condições clínicas do paciente 
(SANTOS et al., 2017). A anestesia é o procedimento voltado a proporcionar no 
paciente a perda momentânea, total ou parcial da sensibilidade a dor, existem diversas 
formas de procedimentos anestésico, sendo cada qual apropriado para um 
determinado tipo de cirurgia, basicamente podemos enunciar anestesia local, geral, 
peridural, sempre o médico anestesista irá acompanhar a evolução do paciente 
durante todo o ato cirúrgico e pós-cirúrgico. 
 
Aprendemos em aula prática de anestesiologia, sobre a assistência de enfermagem 
desde montar as bandejas, os instrumentos para ser realizado - cuba, gazes uma 
pinça C ollin para assepsia, colocar no paciente o L a r i ng o sc óp io , c â nu la d e 
Guedel, tubo - conforme anatomia do paciente - uma seringa posição correta. Na 
anestesia geral precisamos montar uma bandeja mais especifica com de 10ml para 
insuflar o cuff. É de grande importância o enfermeiro do setor fazer a checagem no 
laringoscópio. A anestesia local, feitas pelo médico é realizada uma infiltração de um 
anestésico local na área a ser operada, podendo haver com sedação ou não. A 
anestesia de sedação pode ser realizada em três níveis leves em que a pessoa está 
relaxada, mas acordada, podendo responder a perguntas do médico. Também foi feita 
demonstração de fios de sutura e lâmina de bisturi. 
 
 
 
 
9 
 
Materiais Utilizados 
Luvas estéreis, bandejas, cuba, seringas, pinça Collin, gaze, tubo, laringoscópio, 
cânula de Guedel, fios de sutura e lâmina de bisturi. 
 
1.5 Quinto Dia de Prática 
 CENTRAL DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO (CME) 
A Central de Material e Esterilização (CME) é a área responsável pela limpeza e 
processamento de artigos e instrumentais médico-hospitalares. É na CME que se 
realiza o controle, o preparo, esterilização e a distribuição dos materiais hospitalares. 
A classificação dos materiais são: críticos são as que entram em contato com vasos 
sanguíneos ou tecidos livres de microrganismos exemplo: instrumental. Material 
semicrítico entra em contato com mucosa ou pele não íntegra, exemplo: inaladores. 
Material não crítico entra em contato com pele íntegra, exemplo: comadre, papagaio, 
esfigmomanómetro. 
O papel da enfermagem na CME, é o de fornecer o material esterilizado a todo 
hospital, promover a interação entre as áreas: expurgo, preparo e montagem de 
instrumental, bem como adequar as condições ambientais às necessidades do 
trabalho na área. Também planejar e implementar programas de treinamento e 
reciclagem que atendam às necessidades da área junto à Educação Continuada, 
promover o envolvimento e compromisso de toda a equipe com os objetivos e 
finalidades do serviço, favorecer o bom relacionamento interpessoal, prover materiais 
e equipamentos que atendam às necessidades do trabalho na área. 
A CME é composta por cinco áreas, sendo elas área contaminada (também chamada 
de expurgo ou área suja), área de preparo, área de esterilização, área de 
armazenamento e área de dispensação. Em aula aprendemos como funciona essa 
área do CC, na área suja que expurgo onde recebemos os instrumentos e materiais 
sujos, conferimos e lavamos e secamos. Os funcionários desta área utilizam EPIs 
(Equipamentos de proteção individual) para se protegerem de se contaminarem com 
sangue e fluidos corpóreos, quando lavam os instrumentais. 
As lavadoras ultrassônicas auxiliam na lavagem dos instrumentais através da vibração 
 
 
10 
 
do som adicionado com solução desincrustante, promovendo uma limpeza mais eficaz 
e maior segurança para o funcionário. Já no setor de preparo, responsável por 
preparar e acondicionar os materiais, são utilizados invólucros especiais que permitam 
a passagem do agente esterilizante e impeçam a passagem dos microrganismos. 
Aprendemos como montar as caixas de forma correta, os kits de instrumentos, quais 
são as vantagens e desvantagens das embalagens como tecido de algodão, papel 
grau cirúrgico, SMS, o setor de esterilização da Central de Material e Esterilização 
(CME) é responsável pela esterilização dos materiais. 
Essa área, destina-se à instalação dos equipamentos utilizados para a esterilização 
de materiais pelos métodos físicos e químicos. Saber fazer manuseios dos materiais 
cirúrgicos da forma correta, esterilização ou desinfecção dos materiais utilizando 
diferentes métodos, como calor úmido (autoclave), calor seco, radiação ou produtos 
químicos esterilizantes ou desinfetantes. Cada tipo de materialrequer um método 
específico de acordo com sua criticidade e composição, conhecemos uns indicadores 
químicos que não utilizados no setor como a fita zebrada, teste bowie disk, integrador 
químico, e os indicadores biológicos são considerados o padrão ouro na monitorização 
da esterilização com resultados bastante confiáveis. 
 
Materiais utilizados 
kits cirúrgicos, embalagens como tecido de algodão, papel grau cirúrgico, SMS, 
seladora, os testes químicos como teste de bowie e dick, indicador multiparamétrico, 
integrador, teste biológico teste padrão ouro. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
11 
 
 REFERÊNCIAS 
 
Sousa, Silva, Bassine, Caroline, Antônia, Creusa. A importância da equipe de 
enfermagem na recuperação pós-anestésica. Faculdade Sant´ana em Revista, Ponta 
Grossa. V.4. P.4-13. Sem.2020. 
Disponível em: https://www.iessa.edu.br/revista/index.php/fsr/index. Acesso: 
29/05/2024. 
Lomba, Lomba, Marcos, André. Enfermagem e medicina clínica cirúrgicas: 
Instrumentações cirúrgicas. 1 Ed. Grupo universo. Olinda. Grupo Universo, 2003. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
12 
 
 Anexos: 
 
 
 
Fonte: Alunos do curso de Enfermagem do 5° período (2024) 
 
 
 
 
 
13 
 
 
 
Fonte: Alunos do curso de Enfermagem do 5° período (2024)

Mais conteúdos dessa disciplina