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Trajetória da Educação Especial e Educação Inclusiva Objetivos de aprendizagem Ao término desta aula, vocês serão capazes de: • compreender os conceitos de ensino integrado e inclusivo; • identificar as diferenças entre a Educação Inclusiva e a Educação Especial; • definir parâmetros para uma educação realmente inclusiva. Na aula passada, vimos toda a evolução do conceito de deficiência ao longo dos séculos XIX e XX. Traçamos um panorama dos comportamentos de toda a sociedade em relação à interação e integração com estas pessoas. Nesse momento, antes de entrarmos diretamente no debate sobre educação inclusiva, veremos os avanços na tentativa de integração de pessoas com deficiência. Vocês já leram os textos complementares da aula dois, assim, poderão compreender melhor o conteúdo a seguir! Disponível em: http://www.rac.com.br/. Acesso em: 26 maio 2023. Bons estudos! 03Aula 20Educação Especial e Inclusiva 1 - Ensino Integrado versus Ensino Inclusivo 2 - Legislações acerca da Educação Inclusiva 1 - Ensino Integrado versus Ensino Inclusivo Vocês poderiam definir a diferença entre integrado e inclusivo? Pensem um pouco antes de seguir na leitura. Entre as décadas de 70 e 80, houve um avanço na tentativa de integração das pessoas com deficiências. Essa integração foi idealizada primeiramente por profissionais da Escandinávia e depois percorrendo os Estados Unidos, o Canadá e diversos outros países. Esse processo objetivou oferecer condições de vida e educação iguais tanto para os considerados normais, quanto aos deficientes. Todavia, essa educação dirigida às pessoas com deficiências deveria ser adaptada às suas necessidades específicas. Já nos anos 90, os americanos apresentaram o conceito full inclusion (inclusão total). O conceito de inclusão total pretendeu oferecer a todas as crianças a inclusão na vida social e educacional o mais precocemente possível (Paccini, 2001). Vemos que a situação começa melhorar, mas a questão agora é pensar: como realizar toda essa ideologia? Vamos, primeiro, tratar dos conceitos de ensino integrado e ensino inclusivo sob a ótica de Susie Miles (2002). De acordo com o manual eleborado por ela, os termos “integrado” e “ inclusivo” são, muitas vezes, empregados como se tivessem o mesmo significado. Contudo, apresentam diferenças significativas, veremos a seguir: • o ensino integrado está relacionado à frequência das crianças nas escolas regulares, a atenção está na quantidade de frequência. Nesse processo, vale-se do modelo de deficiência médico no qual a criança precisa ser reabilitada da deficiência para poder assim ser aceita pelo sistema escolar e sociedade. Por exemplo, crianças surdas devem usar aparelhos auditivos e espera-se que aprenda a falar como os demais. Contudo, não se espera que professores e outras crianças aprendam a linguagem de sinais ou outras formas de comunicação. No mesmo sentido, as avaliações e testes para as criança com dificuldades de aprendizagem são padronizadas e por vezes são obrigadas a repetir o ano ou a sair da escola; • o ensino inclusivo está diretamente relacionado com a qualidade do ensino, a preocupação está com as crianças com deficiência em aprenderem eficazmente quando incluídas nas escolas regulares. Este ensino surgiu do modelo social de deficiência. Dessa forma, acredita que todas as crianças são diferentes, e que as escolas e sistemas de educação Seções de estudo precisam se adequar em direção ao atendimento às necessidades individuais de todos os educandos que apresentam ou não dificuldades. De acordo com a autora, o ensino integrado pode ser visto como uma porta de entrada para o ensino inclusivo. A maior limitação do ensino integrado é a permanência da rigidez do sistema escolar, pois, desta forma, apenas determinadas crianças com deficiências, passíveis de reabilitação, poderão ser integradas no ensino regular. Antes mesmo de se estabelecer a educação integrada e inclusiva de fato, já era pensado por educadores e psicólogos de se realizar uma educação especial. Esta, por sua vez, trata- se da integração das crianças com deficiência em escolas especiais, com apoio especializado, em geral fora do ensino regular, como são os casos das APAEs e Pestalozzi. No Brasil, o ensino especial foi, na sua origem, um sistema separado de educação das crianças com deficiência, fora do ensino regular, baseado na crença de que as necessidades das crianças com deficiência não podem ser supridas nas escolas regulares (PORTAL MEC, 2012). Fonte: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/politica.pdf. Vantagens Desvantagens As escolas especiais podem ser desenvolvidas como centros de excelência. As escolas especiais geralmente não estão disponíveis no ambiente imediato da criança. Concentração de aptidões a nível de insuficiências específicas. As aptidões estão apenas disponíveis a um pequeno grupo de crianças. A relação professor – criança permite que cada criança receba maior atenção. As crianças têm dificuldade em se readaptarem à vida com as famílias, colegas e comunidades As crianças crescem com os colegas com deficiências e desenvolvem uma cultura em comum. O sistema de ensino é muito caro. Por conseguinte não é possível ou sustentável para todas as crianças. Fonte: Miles (2002). O custo da educação especial por criança é demasiado elevado para a maioria dos países. Os governos estão a reconhecer a necessidade para se desenvolver um sistema financeiramente mais propício, que forneça ensino de qualidade para todas as crianças. Cada vez mais, aqueles que trabalham no ensino especial estão a aperceber-se da necessidade de laços com o ensino regular, para que se possa ir em direção a práticas mais inclusivas (Miles, 2002, p.11). Diante de todo esse processo, cresce a necessidade de se estabelecer a educação inclusiva garantindo a participação de todos, iguais ou diferentes, no ensino regular. Trata-se de uma abordagem humanista e democrática que tem como prioridade o direito de educação igualmente a todos, respeitando suas singularidades e particularidades (Declaração de Salamanca, 1994). Nesse sentido, a educação inclusiva está direcionada 21 a possibilitar o crescimento, a satisfação pessoal e a inserção social de todos. Todavia, é preciso uma reestruturação da cultura e da sociedade, revisando seus preconceitos e estereótipos. A inclusão se difere da assimilação, e não se trata simplesmente de tornar todos iguais. Uma questão fundamental é a flexibilidade, a aceitação de que as crianças aprendem em momentos diferentes e que os professores necessitam de técnicas assistivas e adequadas para apoiar a sua aprendizagem. Por vezes, as crianças precisam apenas de um método de ensino eficiente, claro e acessível. Para isso, é preciso a preparação e aplicação de diferentes métodos para atender às diferentes necessidades, capacidades e níveis de desenvolvimento (Miles, 2002). Então, caros(as) alunos(as), estão acompanhando? Vocês se lembram da nossa aula 1 ? Vocês conseguem fazer a relação entre a concepção interacionista sócio- histórica de Vigotsky e educação inclusiva? Na perspectiva da Educação Inclusiva, outras racionalidades estão surgindo sobre a aprendizagem. Fazendo uso da concepção Vygotskyana principalmente, entende que a participação inclusiva dos alunos facilita o aprendizado para todos. Este entendimento está baseado no conceito da Zona de desenvolvimento proximal, ou seja, zona de conhecimento a ser conquistada, por meio da mediação do outro, seja este o professor ou os próprios colegas (MEC, 2006). FIGURA 1 - PROFESSORA COM ALUNOS Disponível em: http://2.bp.blogspot.com. Acesso em: 26 maio 2023. 2 - Legislações acerca da Educação Inclusiva Desde a Constiuição Federal de 1988, já eram previstos os direitos das pessoas com deficiência. Inicia-se então uma nova perspectiva sobre os direitos educacionais das pessoas com deficiência: a de que elas devem ser educadas,preferencialmente, na rede regular de ensino (CF/88). Com a Declaração de Salamanca em 1994 foi proclamado que: • toda criança tem direito fundamental à educação, e deve ser dada a oportunidade de atingir e manter o nível adequado de aprendizagem; • toda criança possui características, interesses, habilidades e necessidades de aprendizagem que são únicas; • sistemas educacionais deveriam ser designados e programas educacionais deveriam ser implementados no sentido de se levar em conta a vasta diversidade de tais características e necessidades; • aqueles com necessidades educacionais especiais devem ter acesso à escola regular, que deveria acomodá-los dentro de uma Pedagogia centrada na criança, capaz de satisfazer a tais necessidades; • escolas regulares que possuam tal orientação inclusiva constituem os meios mais eficazes de combater atitudes discriminatórias criando-se comunidades acolhedoras, construindo uma sociedade inclusiva e alcançando educação para todos; além disso, tais escolas proveem uma educação efetiva à maioria das crianças e aprimoram a eficiência e, em última instância, o custo da eficácia de todo o sistema educacional. Para Refletir Reflita sobre o impacto que esta declaração causou para as ações que se seguem... Em 1996, a LDBEN (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - 9.094/96) estabelece um novo paradigma da Educação de Integração Social para a Inclusão Social, e com esta mudança se estabelece o nome de Educação Inclusiva (Mello, 2010). Na reformulação da LDB, com o intuito de salientar a obrigatoriedade da educação para as pessoas com deficiência, garantiu a importância da capacitação do professor a fim de melhor compreender a diversidade dos alunos, a oferta de educação especial de crianças até 6 anos, bem como o investimento na qualidade do ensino dos alunos (Ferreira, 1998). Na mesma década foi possível estabelecer que um sistema educacional só pode ser considerado inclusivo quando abarca os seguintes termos, isto segundo o Seminário Internacional do Consórcio da Deficiência e do Desenvolvimento (International Disability and Development Consortium - IDDC) realizado em março de 1998 em Agra, na Índia: • reconhece que todas as crianças podem aprender; • reconhece e respeita diferenças nas crianças: idade, sexo, etnia, língua, deficiência/inabilidade, classe social, estado de saúde (i.e. HIV, TB, hemofilia, hidrocefalia ou qualquer outra condição); • permite que as estruturas, sistemas e metodologias de ensino atendam as necessidades de todas as crianças; • faz parte de uma estratégia mais abrangente de promover uma sociedade inclusiva; • é um processo dinâmico que está em evolução constante; • não deve ser restrito ou limitado por salas de aula numerosas nem por falta de recursos materiais. Essas são exigências que asseguraram os direitos dos alunos com deficiências, já que podemos nos lembrar de que nem sempre foi assim, como vimos nas aulas anteriores. A crítica aos estudos da deficiência só foram difundidos em ações, de fato, na década de 90. 22Educação Especial e Inclusiva Seguindo com as ações em relação à inclusão das pessoas com deficiências, foi aprovada pelo Conselho Permanente em 26 de maio de 1999, na Guatemala, a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência (Convenção da Organização dos Estados Americanos), que definiu em seu artigo I as seguintes questões: 1. O termo “deficiência” significa uma restrição física, mental ou sensorial, de natureza permanente ou transitória, que limita a capacidade de exercer uma ou mais atividades essenciais da vida diária, causada ou agravada pelo ambiente econômico e social; 2. O termo “discriminação” contra as pessoas com deficiência significa toda diferenciação, exclusão ou restrição baseada em deficiência, antecedente de deficiência, consequência de deficiência anterior ou percepção de deficiência presente ou passada, que tenha o efeito ou propósito de impedir ou anular o reconhecimento, gozo ou exercício por parte das pessoas com deficiência de seus direitos humanos e suas liberdades fundamentais. Não constitui discriminação a diferenciação ou preferência adotada pelo Estado para promover a integração social ou o desenvolvimento pessoal dos portadores de deficiência, desde que a diferenciação ou preferência não limite em si mesma o direito à igualdade dessas pessoas e que elas não sejam obrigadas a aceitar tal diferenciação ou preferência. Nos casos em que a legislação interna preveja a declaração de interdição, quando for necessária e apropriada para o seu bem-estar, esta não constituirá discriminação. Dentre os tantos documentos, a Declaração Internacional de Montreal sobre Inclusão, convocado pelo Conselho Canadense de Reabilitação e Trabalho, realizou um apelo aos governos, empregadores e trabalhadores, bem como à sociedade civil para que se comprometessem com o desenvolvimento e a implementação de contextos inclusivos em todos os ambientes, produtos e serviços, para que se reconheça a necessidade de garantias adicionais de acesso para excluídos. Em 13 de dezembro de 2006 durante a Assembleia Geral das Organizações das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque, foi realizada a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, que foi o primeiro tratado dos direitos humanos do século XXI, sobre os direitos das pessoas com deficiência. Ela foi aprovada por unanimidade logo na primeira disposição de seu artigo sobre o Direito à Educação, o artigo 24, que proclama o reconhecimento do “direito das pessoas com deficiência à educação” (Mello, 2010). E esse foi o marco que instituiu oficialmente a terminologia “pessoa com deficiência” em substituição ao termo “excepcional” ou “portador de deficiência”. A convenção promoveu uma abordagem baseada nos direitos humanos e na dignidade, eliminando terminologias que carregavam conotações estigmatizantes e reforçando a importância de respeitar e garantir os direitos das pessoas com deficiência. O documento destaca, ainda, a educação inclusiva como direito de todos e obriga os governos a assegurar que as medidas efetivas de apoio individualizado sejam garantidas nos estabelecimentos que priorizam o desenvolvimento acadêmico e social, em sintonia com o objetivo da inclusão plena. Em seu artigo II afirma que: A Convenção tem por objetivo prevenir e eliminar todas as formas de discriminação contra as pessoas com deficiência e propiciar a sua plena integração à sociedade. Enquanto os artigos III e IV enumeram as ações que os Estados se comprometem a tomar para alcançar o objetivo acordado. O conjunto de artigos desta convenção apresentam medidas práticas, baseadas no princípio de eliminar toda e qualquer forma de discriminação baseada em deficiência. Elementos significativos do artigo 24 da instrução do esboço da Convenção: • nenhuma exclusão do sistema de ensino regular por motivo de deficiência; • acesso para estudantes com deficiência à educação inclusiva em suas comunidades locais; • acomodação razoável das exigências indivíduais; • o suporte necessário dentro do sistema de ensino regular para possibilitar a aprendizagem, inclusive medidas eficazes de apoio individualizado. Em 2003, no Brasil, por intermédio da Secretaria de Educação Especial (Ministério da Educação), foi elaborado um programa de direito à diversidade. Este teve como intuito garantir o acesso de todas as crianças e adolescentes com deficiência ao sistema educacional público, bem como disseminar a política de construção de sistemas educacionais inclusivos e apoiar o processo de implementação nos municípios brasileiros. Neste momento, o programa teve a participação de 144 municípios-polo para participarem como multiplicadores da formação para mais 4.646 municípios. Vejam os objetivos específicos do programa: • subsidiar filosófica e tecnicamente o processo de transformaçãodo sistema educacional brasileiro em um sistema inclusivo; • sensibilizar e envolver a sociedade em geral e a comunidade escolar em particular; • preparar gestores e educadores dos municípios-polo para dar continuidade à política de educação inclusiva; • preparar gestores e educadores para atuarem como multiplicadores nos municípios de sua área de abrangência; • desenvolver projetos de formação de gestores e educadores para dar continuidade ao processo de implementação de sistemas educacionais inclusivos. 23 Chegamos, assim, ao final da terceira aula. Espera-se que agora tenha ficado mais claro o entendimento de vocês sobre a educação inclusiva. É preciso ter em mente a diferença entre ensino integrado e ensino inclusivo, já que o ensino inclusivo está diretamente relacionado com a qualidade do ensino, a preocupação está com as crianças com deficiência em aprenderem eficazmente quando incluídas nas escolas regulares, o ensino inclusivo surgiu do modelo social de deficiência. Vamos, então recordar: Retomando a aula 1 - Ensino Integrado versus Ensino Inclusivo Nesta seção, vimos que o ensino integrado está relacionado à frequência das crianças nas escolas regulares. A atenção está na quantidade de frequência. As avaliações e testes para as crianças com dificuldades de aprendizagem são padronizados e por vezes são obrigadas a repetir o ano ou a sair da escola. No ensino inclusivo, a atenção está na qualidade do aprendizado das crianças com deficiência, eficazmente quando incluídas nas escolas regulares. Dessa forma, na educação inclusiva, acredita-se que todas as crianças são diferentes, e que as escolas e sistemas de educação precisam se adequar em direção ao atendimento às necessidades individuais de todos os educandos que apresentam ou não dificuldades. 2 - Legislações acerca da Educação Inclusiva Nesta seção, estudamos que outras propostas foram realizadas no mundo para que a inclusão fosse de fato uma realidade. Veremos a seguir, a lista de algumas declarações internacionais e legislações brasileiras que tentam assegurar o direito a todos. Legislações que regulamentam a Educação Especial no Brasil: • Constituição Federal de 1988 - Educação Especial; • Lei nº 9394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDBN; • Lei nº 9394/96 – LDBN - Educação Especial; • Lei nº 8069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente – Educação Especial; • Lei nº 8069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente; • Lei nº 8859/94 – Estágio; • Lei nº 10.098/94 - Acessibilidade; • Lei nº 10.436/02 - Libras; • Lei nº 7.853/89 - CORDE - Apoio às pessoas portadoras de deficiência; • Lei n.º 8.899, de 29 de junho de 1994 - Passe Livre; • Lei nº 9424 de 24 de dezembro de 1996 – FUNDEF; • Lei nº 10.845, de 5 de março de 2004 - Programa de Complementação ao Atendimento Educacional Especializado às Pessoas Portadoras de Deficiência; MELLO, A., G. Políticas públicas de educação inclusiva: oferta de tecnologia assistiva para estudantes com deficiência. Revista Habitus. Rio de Janeiro: IFCS/UFRJ. v. 8, n. 1 , p.68-92, jul. 2010. Disponível em: www.habitus.ifcs. ufrj.br. MENDES, E.G. A radicalização do debate sobre inclusão no Brasil. Revista Brasileira de Educação v. 11 n. 33 set./dez. 2006. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ rbedu/v11n33/a02v1133.pdf.. Vale a pena ler Vale a pena Inclusão Já. Disponível em: http://inclusaoja.com.br/ legislacao/. Portal MEC. Disponível em: http:// p o r t a l . m e c . g o v. b r / i n d e x . p h p ? o p t i o n = c o m _ content&view=article&id=12625&Itemid=860. Vale a pena acessar • Lei nº 10.216 de 4 de junho de 2001 - Direitos e proteção às pessoas acometidas de transtorno mental; • Plano Nacional de Educação - Educação Especial. • Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência) - Lei nº 13.146/2015: regulamenta os direitos das pessoas com deficiência, incluindo a educação inclusiva, garantindo acessibilidade, apoio especializado e a não exclusão de alunos com deficiência do sistema regular de ensino. • Decreto nº 10.502/2020: institui a Política Nacional de Educação Especial, considerando as diretrizes da educação inclusiva e a oferta de atendimento educacional especializado.