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Resumo NP1 - Teoria Psicanalítica · Freud e Breuer · Ana O · Método catártico e ab-reação · Abandono da hipnose · Resistência · Catarse pela pressão · Repressão · Formação do sintoma neurótico · Ligação do consciente com o inconsciente (através do sonho) · Parapraxia, atos falhos, chiste · Origem do reprimido · Finalidade e formação do sonho · Sonho de criança (mais literal/transparente) x de adulto · Conteúdo latente x manifesto · Inconsciente, pré-consciente, consciente · Pulsão e instinto · Perversão · Destino da pulsão · Áreas erógenas · Desenvolvimento psicossocial · Complexo de édipo · Complexo de castração Freud, vida pessoal e etc · Família paterna fugiu da perseguição aos judeus nos séculos XIV e XV; · Seu desenvolvimento emocional foi influenciado não apenas pela herança genealógica, mas também pela rede de relações familiares da qual ele sentia dificuldade em se desvencilhar; · Os mistérios da infância deixaram resíduos que Freud reprimiu por anos e só veio a trabalhá-los através de sonhos e uma autoanalise, em 1890; · Família pobre; · Entrou na faculdade de medicina da Universidade de Viena em 1873; · Casou aos 30 e teve seis filhos; · 1923: diagnosticado com câncer na mandíbula e na boca; · Com a chegada dos nazistas na Áustria em 1938, teve que fugir com a família para Londres; · Quatro de suas irmãs morreram em campos de concentração; · Morreu em 1939, em Londres; Vida profissional · Cursou especialização em neurologia e atendia pessoas com problemas nervosos, medos irreais, obsessões e angústia; · Dedicou-se ao tratamento de transtornos mentais utilizando a Psicanálise, que exigia longas interações verbais com os pacientes, onde ele investigava suas vidas com profundidade; · Deu origem a Psicanálise a partir do estudo da histeria, mas Freud acreditava que ela nasceu com a interpretação dos sonhos; Afeto · Continua afetando a pessoa mesmo que ela não esteja consciente; Histeria · Atualmente é considerada pelo DSM como um transtorno de ansiedade; · No século IX, era diagnosticada como doença dos nervos (daí vem a neurose); · Do grego, significa útero, porque acreditavam que era uma doença só de mulheres; · Histeria clínica é caracterizada por sintomas de conversão (como era chamado as paralisias, que eram uma conversão de algo psíquico para o somático), sintomas físicos como paralisia, amnésia, dormência, cegueira mutismo sem que haja substrato anatômico que justifique; · Charcot percebeu que não era uma doença exclusiva de mulheres e começou a estudar sobre. Ele descobriu que através da sugestão hipnótica, era capaz de “curar” um sintoma histérico e induzir a formação de sintomas; · O sintoma histérico surge quando a energia de um processo psíquico não pode chegar a elaboração consciente e é dirigida para a inervação corporal; Charcot · Freud conheceu ele através de uma visita a Paris através de uma bolsa de estudos que ele ganhou; · Foi quem fez Freud se interessar pela temática da neurose; · Ele conseguiu demonstrar que a histeria era uma enfermidade nervosa como sintomas somáticos e causalidade psíquica; · Influência na utilização da hipnose; Janet · Antecipou algumas ideias de Freud sobre o inconsciente; Breuer · Médico, também usava hipnose para tratar seus pacientes; · Tinha Freud como colaborador; · Diferente de Charcot, ele e Freud não só tratavam os pacientes, como tentavam descobrir a etiologia (causa) dos sintomas; · Ajudou Freud a descobrir que entender a origem psíquica dos sintomas levava a seu desaparecimento; Psicanálise, origem e contexto histórico · Na época, os neurologistas eram instruídos a levarem em consideração apenas fatores químicos-físicos e patológicos-anatômicos (todo adoecimento psíquico era considerado apenas disfunção biológica e não psicológica); · O contato com a hipnose levou Freud e concluir depois que as doenças mentais eram causadas por distúrbios em uma parte da mente que ele chamou de inconsciente; · Freud perceber que a parte consciente da mente humana não tinha acesso a todas as lembranças, e que grande parte dos pensamentos ficava reprimido no inconsciente; Afeto · Em excesso pode se tornar patológico; · Afeto patogênico é contornado de angústias; Ana O · Paciente que adoeceu enquanto cuidava de seu pai; · Apresentava paralisias, inibições e confusão mental, não reconhecimento da língua materna, problemas na visão e ausência; · Os sintomas apareceram quando o pai faleceu; · Quando estava em seu estado natural, não conseguia identificar a origem dos sintomas e tinha dificuldade em se manter lúcida. Durante a hipnose, ela conseguia relatar a origem de cada sintoma, sempre ligando a morte de seu pai; · Breuer concluiu que os sintomas eram produto e suas memórias perturbadas que permaneciam adormecidas em sua mente inconsciente e que ao proporcionar o resgate e trazer elas de volta à realidade, possibilitou o desaparecimento dos sintomas; · Breuer percebeu que os resultados do tratamento tinha o maior alcance se ele permitisse que a paciente falasse sobre suas fantasias em um estado de hipnose. Depois de relatar várias vezes suas fantasias, elas se sentia aliviada e reconduzida à vida normal. Esse método de tratamento foi nomeado pela paciente de “cura pela palavra”; · A partir disso se criou a teoria da catarse, método catártico; · A doença se instalava porque as emoções desenvolvidas nas situações patogênicas não podiam ter externalização normal, e a essência da doença consistia na atual utilização anormal das emoções entaladas; · O uso da hipnose permitia com que a paciente se recordasse dos afetos patogênicos esquecidos que eram incompatíveis com princípios e ideais conscientes; · Ou seja, o sintoma é a energia do afeto patogênico, impedido de externalização, conduzido por vias de inervação, causando a conversão histérica; Método catártico CONTEÚDO DE PROVA!! · O efeito esperado da ab-reação; · Método de psicoterapia em que o efeito visado é uma purgação, uma descarga adequada dos afetos patogênicos; · Permite à pessoa evocar e até reviver os acontecimentos traumáticos e fazer ab-reação dos afetos ligados ao trauma; · Foi usado na época pré-psicanalítica; · Baseado no pensamento de que afetos que não conseguiram encontrar o caminho para a descarga ficam presos, exercendo então efeitos patogênicos; · Freud e Breuer usaram o termo catarse para se referir ao efeito esperado de uma ab-reação adequada do traumatismo; · A cura era obtida pela liberação do afeto desviado e a sua descarga por vias normais (ab-reação); Ab-reação CONTEÚDO DE PROVA!! · É reagir tardiamente a alguma situação; · Recordar com externalização afetiva; · Uma descarga emocional pela qual um sujeito se liberta do afeto ligado à recordação de um acontecimento traumático, permitindo que ele não se torne ou não continue sendo patogênico; · A pessoa relembra e coloca em palavras o acontecimento traumático e então liberta-se da quantia de afeto que provoca sofrimento; · Para Freud, falar sobre pode ser um substituto para a reação; O abandono da hipnose · Freud percebeu que apenas uma pequena parte dos pacientes conseguia ser hipnotizada; · Ele abandona o uso da hipnose, tornando o procedimento catártico independente a ele, que consistia em uma técnica da pressão para impulsionar seus pacientes a relatarem conteúdos desagradáveis que julgavam não lembrar; Repressão e resistência · Afeto patogênico: representa emoções ou traumas reprimidos que causam sintomas neuróticos (o perturbador da conferência); · Repressão: expulsa da consciência esses afetos patogênicos, jogando-os no inconsciente (os homens que colocaram o perturbador para fora da sala). É o principal mecanismo de defesa utilizado pelo neurótico; · Reprimido: quando o afeto patogênico que foi expulso tenta retornar; · Resistência: cria barreiras para evitar que o conteúdo reprimido volte à consciência (a cadeira que foi colocada para tentar impedir o perturbador de entrar). Tudo o que nos atos e palavras do analisando, durante o tratamento psicanalítico, se opõe ao acesso deste ao seuinconsciente; · Sintoma: surge quando afeto patogênico reprimido tenta retornar e, consequentemente, perturba o consciente; Retorno do recalcado · Quando um afeto patogênico que perturbou o consciente é reprimido e jogado no inconsciente não desaparece e continua tentando se manifestar, gerando conflito no consciente; · Pode se expressar por meio de sintomas neuróticos, sonhos, atos falhos e outras formações do inconsciente; Associação livre · Envolve encorajar o paciente a expressar livremente seus pensamentos, sentimentos e imagens, sem censura; · É uma ferramenta valiosa para acessar o inconsciente e compreender as dinâmicas internas do indivíduo; Determinismo psíquico · Sugere que todos os pensamentos e ações têm uma causa, mesmo que inconsciente; Elizabeth Von R. · Gostava do cunhado; · O caso dela ilustrar a transição de Freud de métodos hipnóticos e sugestivos para a técnica da associação livre; · Também reforçou a ideia de que os sintomas histéricos têm origem em conflitos psíquicos inconscientes; · Consolidou a importância da escuta clínica e da exploração do inconsciente; Inconsciente · Freud elaborou seu conceito de inconsciente a partir das parapraxias (atos falhos), dos sintomas e dos sonhos; Atos falhos · São esquecimentos, pequenos enganos (como chamar alguém pelo nome de outra pessoa), deixar cair algum objeto e etc. Ou seja, são situações em que cometemos pequenos erros no nosso cotidiano; · Para que possamos viver socialmente, não podemos falar tudo o que queremos, então temos que renunciar alguns desejos (reprimir). Esses pensamentos, ideias e desejos reprimidos não deixam de existir e continuam presentes em nós, no inconsciente. Eles estão ligados aos nossos impulsos (sexuais ou agressivos), por isso possuem uma força energética muito grande e continuam insistindo em se fazerem presentes em nossa vida. Quando encontram uma oportunidade de se fazerem presentes, elas farão, e é aí que surgem os atos falhos. Quando se está distraído ou cansado (vulnerável), essas ideias reprimidas encontram uma maneira de se manifestar (seja por um esquecimento, engano e por aí vai); · Atingem um certo nível de sentimento e tendem a ser reprimidos, e, quando reprimidos, tendem a aparecer com mais frequência; · São formas simbólicas que encontramos para expressar desejos que não podemos sair manifestando; · Não acontecem por acaso. Revelam frequentemente os verdadeiros sentimentos de uma pessoa; · Exemplo: uma pessoa que tem um ódio reprimido pelo pai. Um dia ela recebe um presente desse pai e “sem querer” deixa ele cair no chão e quebrar. Deixar o objeto cair pode estar representando simbolicamente o ódio reprimido pelo pai; Chistes · Têm a mesma função que sintomas neuróticos, sonhos e atos falhos: expressar o inconsciente; · Piadas são uma forma de liberar pensamentos inibidos; Consciente · A totalidade dos processos mentais não se restringe a ela (nem tudo que a gente pensa fica na consciência); · Determinados conteúdos só se tornam acessíveis à consciência depois de superadas certas resistências; · Quanto mais perturbadores e angustiantes forem as ideias ou sentimentos, mais difícil seu acesso à consciência; Interpretação dos sonhos · Interpretação dos sonhos é a peça central da vida de Freud; · Sua obra mais significativa; · Se fosse reconhecida, a psicologia normal teria de ser refeita sobre novas bases; · Freud considerava a interpretação dos sonhos como um caminho para o inconsciente, revelando desejos ocultos disfarçados no conteúdo manifesto do sonho; Conteúdo manifesto e latente · O conteúdo manifesto é o que lembramos ao acordar (geralmente sob a forma de imagens visuais), enquanto o conteúdo latente representa os pensamentos inconscientes que estão por trás do sonho; · Conteúdo Manifesto: O sonho como é lembrado, a narrativa aparente; · Conteúdo Latente: O significado oculto do sonho, desejos e conflitos inconscientes; Formação dos sonhos · Estímulos sensoriais: estímulos internos ou externos com pouca influência (ruídos, odores, luz. Pouca influência na origem dos sonhos; · Restos diurnos: estímulos ambientais significativos (eventos · marcantes, filmes impactantes, ou a mente cheia de interesses e preocupações); · Sentimentos, pensamentos e desejos reprimidos no inconsciente; Trabalho do sonho · Processo pelo qual o conteúdo latente é transformado no conteúdo manifesto, incluindo: · Elaboração Onírica Secundária/trabalho do sonho: responsável por disfarçar o que está reprimido no inconsciente. Organização do sonho para torná-lo coerente ao lembrar; · Condensação: vários pensamentos resumidos em uma única imagem; · Deslocamento: transferência da carga emocional de um elemento para outro menos significativos; · Dramatização: apresentação do conteúdo do sonho como um roteiro teatral; · Simbolização/Figuração: transformação de pensamentos em imagens, com significados individuais; Função do Sonho · Realização de desejos: Os sonhos expressam desejos reprimidos; · Guardião do sono: Proteção do sono ao permitir uma gratificação disfarçada de desejos, evitando o despertar por pensamentos perturbadores. Quando o sonho não consegue desempenhar esse papel de guardião do sono, pode acontecer “terror noturno” (pesadelos); Primeira tópica freudiana · Inconsciente: O inconsciente abriga conteúdos reprimidos, que não conseguem acessar o pré-consciente e o consciente facilmente. Ele opera segundo o princípio do prazer, buscando satisfação imediata dos impulsos. Seus processos ocorrem de maneira atemporal, sem distinção entre passado e presente, e são regidos por mecanismos como condensação e deslocamento. No inconsciente, impulsos contraditórios podem coexistir sem se anularem, e ele é a principal fonte das pulsões humanas; · Pré-consciente: contém conteúdos que não estão na consciência no momento, mas podem ser acessados facilmente quando necessário. Esses conteúdos são regulados pelo princípio da realidade, o que significa que seu acesso é controlado e pode ser adiado. Um exemplo prático: sentir um incômodo sem saber de imediato do que se trata, mas logo identificar que é fome. Nesse momento, a informação sai do pré-consciente e entra no consciente; · Consciente: funciona como um "órgão sensorial" que capta informações do mundo externo e as torna acessíveis para nossa percepção. Ela não armazena informações, porque essa função pertence à memória, que fica no inconsciente. A consciência é momentânea e está ligada às percepções recebidas pelos sentidos; Pulsão e instinto · Tem origem no corpo, (como nas zonas erógenas); · É uma força interna que impulsiona o organismo a buscar um objetivo (satisfação); · Não é só instinto, é uma necessidade; · está na base da formação dos desejos, dos sintomas e dos mecanismos de defesa; · Diferentemente dos instintos nos animais, seu padrão não é fixo ou predeterminado geneticamente. Nos animais, o instinto já define tanto o objeto (por exemplo, um parceiro da mesma espécie) quanto o objetivo (reprodução). Já no ser humano, a pulsão tem base em necessidades fisiológicas, mas seu desenvolvimento é influenciado pela história individual; · Tudo o que remove uma necessidade, gera satisfação; Elementos da Pulsão · Fonte: A origem da pulsão reside em um estado de tensão corporal, uma necessidade fisiológica que busca satisfação; · Força: A intensidade da pulsão, sua pressão ou ímpeto, varia de acordo com a urgência da necessidade; · Finalidade: O objetivo da pulsão é a satisfação, a redução da tensão corporal, o retorno a um estado de equilíbrio; · Objeto: O meio pelo qual a pulsão busca sua satisfação, que pode variar amplamente (uma pessoa, um objeto, uma ação); Destino da pulsão · Para onde ela é direcionada ou em que é transformada; · Sublimação: quando impulsos indesejados são transformados em atividades socialmente aceitas; · Repressão: mantém impulsos indesejados fora do consciente; · Racionalização: criação de justificativas lógicas para comportamentos ou pensamentos inaceitáveis. O objetivo é reduzir a ansiedade; · Projeção: atribuir pensamentos,desejos ou sentimentos indesejados a outras pessoas, para que evite reconhecer esses aspectos em si mesmo; · Deslocamento: redirecionar impulsos emocionais de um objeto ou pessoa para outro menos ameaçador (Ex: alguém frustrado com o chefe pode descarregar a raiva em um membro da família); · Formação reativa: adoção de comportamentos ou sentimentos opostos aos desejos ou impulsos verdadeiros; · Negação: a recusa em aceitar a realidade ou a verdade de uma situação para reduzir a ansiedade; Pulsão de morte · Manifesta-se em comportamentos autodestrutivos ou agressivos, mas também pode ser direcionada para fora, como na agressividade; Pulsão de vida · Ligada à libido e autopreservação, busca prazer; · Está associada às zonas erógenas (boca, ânus, genitais); Princípio da inércia · O sistema do neurônio tem que evacuar toda a energia que ele recebe; · Tenta eliminar o máximo de estimulação possível, buscando um estado de inércia; Princípio da constância · A descarga total de energia (inércia) seria prejudicial ao funcionamento do aparelho psíquico; · Então o aparelho mental busca trabalhar usando a menor quantidade de energia possível; Estágios psicossociais ESTÁGIO IDADE FOCO ERÓTICO PRINCIPAIS TAREFAS E EXPERIÊNCIAS ORAL 0-1 Boca (chupar, morder) Desmame do peito e da mamadeira. Primeira parte do corpo que a criança aprende a controlar. ANAL 2-3 Ânus (retenção ou expulsão de fezes) Treinamento para usar o banheiro. Controle (nos relacionamentos e dos esfíncteres). FÁLICO 4-5 Genitais Identificação com modelos de papéis adultos: superação da crise edípica LATÊNCIA 6-12 Nenhum (reprimido sexualmente) Expansão de contatos sociais. A sexualidade da criança é recalcada, então torna-se latente. GENITAL Puberdade em diante Genitais (ter intimidade sexual) Estabelecimento de relacionamentos íntimos, contribuição para sociedade por meio de trabalho. Energia sexual é normalmente canalizada para os objetos, e não a si mesmo. Desenvolvimento formal e mais elaborado da personalidade. Complexo de Édipo · Desejos amorosos e hostis que a criança sente em relação aos pais; · Ao mesmo tempo que toma a mãe como objeto de seus desejos (pré-genitais), o menino se identifica com o pai, que se torna seu rival; · Ele procura então ser o pai para “ter” a mãe, escolhendo-o como modelo de comportamento; · Posteriormente, por medo da perda do amor do pai, desiste da mãe; · O complexo de Édipo positivo é simplista, pois o menino no decurso do complexo se comporta também como menina; · Oferece ao menino duas fontes de satisfação (ativa e passiva). O menino pode se colocar no lugar do pai e desejar o domínio da mãe ou ser amado pelo pai. O medo da castração põe fim a essas duas possibilidades de satisfação, pois as duas implicam na perda do pênis; · A constatação de que mulheres não possuem pênis provoca uma terrível tormenta no menino que o leva a acreditar na castração; · Já na menina o complexo de Édipo ocorre porque ela se percebe castrada, isso vai gerar uma “inveja do pênis”. A mãe que era objeto de amor passa a ser substituída pelo pai, para o qual o investimento libidinal se volta, pois somente ele pode proporcionar o falo ou filho; · O menino molda sua personalidade no medo de perder algo, enquanto a menina molda tentando preencher algo que já lhe falta; · Superego é considerado o herdeiro do complexo de Édipo; · Uma boa resolução do complexo de Édipo possibilita a capacidade de amar e trabalhar; · Se o complexo não for adequadamente resolvido, pode levar a conflitos psicológicos, fixações e dificuldades nos relacionamentos na vida adulta;