Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Resumo NP1 - Teoria Psicanalítica 
· Freud e Breuer
· Ana O
· Método catártico e ab-reação
· Abandono da hipnose
· Resistência
· Catarse pela pressão
· Repressão
· Formação do sintoma neurótico
· Ligação do consciente com o inconsciente (através do sonho)
· Parapraxia, atos falhos, chiste
· Origem do reprimido
· Finalidade e formação do sonho
· Sonho de criança (mais literal/transparente) x de adulto
· Conteúdo latente x manifesto
· Inconsciente, pré-consciente, consciente
· Pulsão e instinto
· Perversão
· Destino da pulsão
· Áreas erógenas
· Desenvolvimento psicossocial 
· Complexo de édipo
· Complexo de castração
Freud, vida pessoal e etc
· Família paterna fugiu da perseguição aos judeus nos séculos XIV e XV;
· Seu desenvolvimento emocional foi influenciado não apenas pela herança genealógica, mas também pela rede de relações familiares da qual ele sentia dificuldade em se desvencilhar;
· Os mistérios da infância deixaram resíduos que Freud reprimiu por anos e só veio a trabalhá-los através de sonhos e uma autoanalise, em 1890;
· Família pobre;
· Entrou na faculdade de medicina da Universidade de Viena em 1873;
· Casou aos 30 e teve seis filhos;
· 1923: diagnosticado com câncer na mandíbula e na boca;
· Com a chegada dos nazistas na Áustria em 1938, teve que fugir com a família para Londres;
· Quatro de suas irmãs morreram em campos de concentração;
· Morreu em 1939, em Londres;
Vida profissional
· Cursou especialização em neurologia e atendia pessoas com problemas nervosos, medos irreais, obsessões e angústia;
· Dedicou-se ao tratamento de transtornos mentais utilizando a Psicanálise, que exigia longas interações verbais com os pacientes, onde ele investigava suas vidas com profundidade;
· Deu origem a Psicanálise a partir do estudo da histeria, mas Freud acreditava que ela nasceu com a interpretação dos sonhos;
Afeto
· Continua afetando a pessoa mesmo que ela não esteja consciente;
Histeria
· Atualmente é considerada pelo DSM como um transtorno de ansiedade;
· No século IX, era diagnosticada como doença dos nervos (daí vem a neurose);
· Do grego, significa útero, porque acreditavam que era uma doença só de mulheres;
· Histeria clínica é caracterizada por sintomas de conversão (como era chamado as paralisias, que eram uma conversão de algo psíquico para o somático), sintomas físicos como paralisia, amnésia, dormência, cegueira mutismo sem que haja substrato anatômico que justifique;
· Charcot percebeu que não era uma doença exclusiva de mulheres e começou a estudar sobre. Ele descobriu que através da sugestão hipnótica, era capaz de “curar” um sintoma histérico e induzir a formação de sintomas;
· O sintoma histérico surge quando a energia de um processo psíquico não pode chegar a elaboração consciente e é dirigida para a inervação corporal;
Charcot
· Freud conheceu ele através de uma visita a Paris através de uma bolsa de estudos que ele ganhou;
· Foi quem fez Freud se interessar pela temática da neurose;
· Ele conseguiu demonstrar que a histeria era uma enfermidade nervosa como sintomas somáticos e causalidade psíquica;
· Influência na utilização da hipnose;
 
Janet
· Antecipou algumas ideias de Freud sobre o inconsciente;
Breuer
· Médico, também usava hipnose para tratar seus pacientes;
· Tinha Freud como colaborador;
· Diferente de Charcot, ele e Freud não só tratavam os pacientes, como tentavam descobrir a etiologia (causa) dos sintomas;
· Ajudou Freud a descobrir que entender a origem psíquica dos sintomas levava a seu desaparecimento;
Psicanálise, origem e contexto histórico
· Na época, os neurologistas eram instruídos a levarem em consideração apenas fatores químicos-físicos e patológicos-anatômicos (todo adoecimento psíquico era considerado apenas disfunção biológica e não psicológica); 
· O contato com a hipnose levou Freud e concluir depois que as doenças mentais eram causadas por distúrbios em uma parte da mente que ele chamou de inconsciente; 
· Freud perceber que a parte consciente da mente humana não tinha acesso a todas as lembranças, e que grande parte dos pensamentos ficava reprimido no inconsciente;
Afeto
· Em excesso pode se tornar patológico;
· Afeto patogênico é contornado de angústias; 
Ana O
· Paciente que adoeceu enquanto cuidava de seu pai;
· Apresentava paralisias, inibições e confusão mental, não reconhecimento da língua materna, problemas na visão e ausência;
· Os sintomas apareceram quando o pai faleceu;
· Quando estava em seu estado natural, não conseguia identificar a origem dos sintomas e tinha dificuldade em se manter lúcida. Durante a hipnose, ela conseguia relatar a origem de cada sintoma, sempre ligando a morte de seu pai;
· Breuer concluiu que os sintomas eram produto e suas memórias perturbadas que permaneciam adormecidas em sua mente inconsciente e que ao proporcionar o resgate e trazer elas de volta à realidade, possibilitou o desaparecimento dos sintomas;
· Breuer percebeu que os resultados do tratamento tinha o maior alcance se ele permitisse que a paciente falasse sobre suas fantasias em um estado de hipnose. Depois de relatar várias vezes suas fantasias, elas se sentia aliviada e reconduzida à vida normal. Esse método de tratamento foi nomeado pela paciente de “cura pela palavra”;
· A partir disso se criou a teoria da catarse, método catártico;
· A doença se instalava porque as emoções desenvolvidas nas situações patogênicas não podiam ter externalização normal, e a essência da doença consistia na atual utilização anormal das emoções entaladas;
· O uso da hipnose permitia com que a paciente se recordasse dos afetos patogênicos esquecidos que eram incompatíveis com princípios e ideais conscientes; 
· Ou seja, o sintoma é a energia do afeto patogênico, impedido de externalização, conduzido por vias de inervação, causando a conversão histérica;
Método catártico CONTEÚDO DE PROVA!!
· O efeito esperado da ab-reação;
· Método de psicoterapia em que o efeito visado é uma purgação, uma descarga adequada dos afetos patogênicos;
· Permite à pessoa evocar e até reviver os acontecimentos traumáticos e fazer ab-reação dos afetos ligados ao trauma;
· Foi usado na época pré-psicanalítica;
· Baseado no pensamento de que afetos que não conseguiram encontrar o caminho para a descarga ficam presos, exercendo então efeitos patogênicos;
· Freud e Breuer usaram o termo catarse para se referir ao efeito esperado de uma ab-reação adequada do traumatismo;
· A cura era obtida pela liberação do afeto desviado e a sua descarga por vias normais (ab-reação);
Ab-reação CONTEÚDO DE PROVA!!
· É reagir tardiamente a alguma situação;
· Recordar com externalização afetiva;
· Uma descarga emocional pela qual um sujeito se liberta do afeto ligado à recordação de um acontecimento traumático, permitindo que ele não se torne ou não continue sendo patogênico;
· A pessoa relembra e coloca em palavras o acontecimento traumático e então liberta-se da quantia de afeto que provoca sofrimento;
· Para Freud, falar sobre pode ser um substituto para a reação;
O abandono da hipnose
· Freud percebeu que apenas uma pequena parte dos pacientes conseguia ser hipnotizada;
· Ele abandona o uso da hipnose, tornando o procedimento catártico independente a ele, que consistia em uma técnica da pressão para impulsionar seus pacientes a relatarem conteúdos desagradáveis que julgavam não lembrar;
Repressão e resistência
· Afeto patogênico: representa emoções ou traumas reprimidos que causam sintomas neuróticos (o perturbador da conferência);
· Repressão: expulsa da consciência esses afetos patogênicos, jogando-os no inconsciente (os homens que colocaram o perturbador para fora da sala). É o principal mecanismo de defesa utilizado pelo neurótico;
· Reprimido: quando o afeto patogênico que foi expulso tenta retornar;
· Resistência: cria barreiras para evitar que o conteúdo reprimido volte à consciência (a cadeira que foi colocada para tentar impedir o perturbador de entrar). Tudo o que nos atos e palavras do analisando, durante o tratamento psicanalítico, se opõe ao acesso deste ao seuinconsciente;
· Sintoma: surge quando afeto patogênico reprimido tenta retornar e, consequentemente, perturba o consciente;
Retorno do recalcado
· Quando um afeto patogênico que perturbou o consciente é reprimido e jogado no inconsciente não desaparece e continua tentando se manifestar, gerando conflito no consciente;
· Pode se expressar por meio de sintomas neuróticos, sonhos, atos falhos e outras formações do inconsciente;
Associação livre
· Envolve encorajar o paciente a expressar livremente seus pensamentos, sentimentos e imagens, sem censura;
· É uma ferramenta valiosa para acessar o inconsciente e compreender as dinâmicas internas do indivíduo;
Determinismo psíquico 
· Sugere que todos os pensamentos e ações têm uma causa, mesmo que inconsciente;
Elizabeth Von R.
· Gostava do cunhado;
· O caso dela ilustrar a transição de Freud de métodos hipnóticos e sugestivos para a técnica da associação livre;
· Também reforçou a ideia de que os sintomas histéricos têm origem em conflitos psíquicos inconscientes;
· Consolidou a importância da escuta clínica e da exploração do inconsciente;
Inconsciente
· Freud elaborou seu conceito de inconsciente a partir das parapraxias (atos falhos), dos sintomas e dos sonhos;
Atos falhos
· São esquecimentos, pequenos enganos (como chamar alguém pelo nome de outra pessoa), deixar cair algum objeto e etc. Ou seja, são situações em que cometemos pequenos erros no nosso cotidiano;
· Para que possamos viver socialmente, não podemos falar tudo o que queremos, então temos que renunciar alguns desejos (reprimir). Esses pensamentos, ideias e desejos reprimidos não deixam de existir e continuam presentes em nós, no inconsciente. Eles estão ligados aos nossos impulsos (sexuais ou agressivos), por isso possuem uma força energética muito grande e continuam insistindo em se fazerem presentes em nossa vida. Quando encontram uma oportunidade de se fazerem presentes, elas farão, e é aí que surgem os atos falhos. Quando se está distraído ou cansado (vulnerável), essas ideias reprimidas encontram uma maneira de se manifestar (seja por um esquecimento, engano e por aí vai);
· Atingem um certo nível de sentimento e tendem a ser reprimidos, e, quando reprimidos, tendem a aparecer com mais frequência;
· São formas simbólicas que encontramos para expressar desejos que não podemos sair manifestando;
· Não acontecem por acaso. Revelam frequentemente os verdadeiros sentimentos de uma pessoa;
· Exemplo: uma pessoa que tem um ódio reprimido pelo pai. Um dia ela recebe um presente desse pai e “sem querer” deixa ele cair no chão e quebrar. Deixar o objeto cair pode estar representando simbolicamente o ódio reprimido pelo pai;
Chistes
· Têm a mesma função que sintomas neuróticos, sonhos e atos falhos: expressar o inconsciente;
· Piadas são uma forma de liberar pensamentos inibidos;
Consciente
· A totalidade dos processos mentais não se restringe a ela (nem tudo que a gente pensa fica na consciência);
· Determinados conteúdos só se tornam acessíveis à consciência depois de superadas certas resistências;
· Quanto mais perturbadores e angustiantes forem as ideias ou sentimentos, mais difícil seu acesso à consciência;
Interpretação dos sonhos
· Interpretação dos sonhos é a peça central da vida de Freud;
· Sua obra mais significativa;
· Se fosse reconhecida, a psicologia normal teria de ser refeita sobre novas bases;
· Freud considerava a interpretação dos sonhos como um caminho para o inconsciente, revelando desejos ocultos disfarçados no conteúdo manifesto do sonho;
Conteúdo manifesto e latente
· O conteúdo manifesto é o que lembramos ao acordar (geralmente sob a forma de imagens visuais), enquanto o conteúdo latente representa os pensamentos inconscientes que estão por trás do sonho;
· Conteúdo Manifesto: O sonho como é lembrado, a narrativa aparente;
· Conteúdo Latente: O significado oculto do sonho, desejos e conflitos inconscientes;
Formação dos sonhos
· Estímulos sensoriais: estímulos internos ou externos com pouca influência (ruídos, odores, luz. Pouca influência na origem dos sonhos;
· Restos diurnos: estímulos ambientais significativos (eventos
· marcantes, filmes impactantes, ou a mente cheia de interesses e preocupações);
· Sentimentos, pensamentos e desejos reprimidos no inconsciente;
Trabalho do sonho
· Processo pelo qual o conteúdo latente é transformado no conteúdo manifesto, incluindo:
· Elaboração Onírica Secundária/trabalho do sonho: responsável por disfarçar o que está reprimido no inconsciente. Organização do sonho para torná-lo coerente ao lembrar;
· Condensação: vários pensamentos resumidos em uma única imagem;
· Deslocamento: transferência da carga emocional de um elemento para outro menos significativos;
· Dramatização: apresentação do conteúdo do sonho como um roteiro teatral;
· Simbolização/Figuração: transformação de pensamentos em imagens, com significados individuais;
Função do Sonho
· Realização de desejos: Os sonhos expressam desejos reprimidos;
· Guardião do sono: Proteção do sono ao permitir uma gratificação disfarçada de desejos, evitando o despertar por pensamentos perturbadores. Quando o sonho não consegue desempenhar esse papel de guardião do sono, pode acontecer “terror noturno” (pesadelos);
Primeira tópica freudiana 
· Inconsciente: O inconsciente abriga conteúdos reprimidos, que não conseguem acessar o pré-consciente e o consciente facilmente. Ele opera segundo o princípio do prazer, buscando satisfação imediata dos impulsos. Seus processos ocorrem de maneira atemporal, sem distinção entre passado e presente, e são regidos por mecanismos como condensação e deslocamento. No inconsciente, impulsos contraditórios podem coexistir sem se anularem, e ele é a principal fonte das pulsões humanas;
· Pré-consciente: contém conteúdos que não estão na consciência no momento, mas podem ser acessados facilmente quando necessário. Esses conteúdos são regulados pelo princípio da realidade, o que significa que seu acesso é controlado e pode ser adiado. Um exemplo prático: sentir um incômodo sem saber de imediato do que se trata, mas logo identificar que é fome. Nesse momento, a informação sai do pré-consciente e entra no consciente;
· Consciente: funciona como um "órgão sensorial" que capta informações do mundo externo e as torna acessíveis para nossa percepção. Ela não armazena informações, porque essa função pertence à memória, que fica no inconsciente. A consciência é momentânea e está ligada às percepções recebidas pelos sentidos;
Pulsão e instinto
· Tem origem no corpo, (como nas zonas erógenas);
· É uma força interna que impulsiona o organismo a buscar um objetivo (satisfação);
· Não é só instinto, é uma necessidade;
· está na base da formação dos desejos, dos sintomas e dos mecanismos de defesa;
· Diferentemente dos instintos nos animais, seu padrão não é fixo ou predeterminado geneticamente. Nos animais, o instinto já define tanto o objeto (por exemplo, um parceiro da mesma espécie) quanto o objetivo (reprodução). Já no ser humano, a pulsão tem base em necessidades fisiológicas, mas seu desenvolvimento é influenciado pela história individual;
· Tudo o que remove uma necessidade, gera satisfação;
Elementos da Pulsão
· Fonte: A origem da pulsão reside em um estado de tensão corporal, uma necessidade fisiológica que busca satisfação;
· Força: A intensidade da pulsão, sua pressão ou ímpeto, varia de acordo com a urgência da necessidade;
· Finalidade: O objetivo da pulsão é a satisfação, a redução da tensão corporal, o retorno a um estado de equilíbrio;
· Objeto: O meio pelo qual a pulsão busca sua satisfação, que pode variar amplamente (uma pessoa, um objeto, uma ação);
Destino da pulsão
· Para onde ela é direcionada ou em que é transformada;
· Sublimação: quando impulsos indesejados são transformados em atividades socialmente aceitas; 
· Repressão: mantém impulsos indesejados fora do consciente;
· Racionalização: criação de justificativas lógicas para comportamentos ou pensamentos inaceitáveis. O objetivo é reduzir a ansiedade;
· Projeção: atribuir pensamentos,desejos ou sentimentos indesejados a outras pessoas, para que evite reconhecer esses aspectos em si mesmo;
· Deslocamento: redirecionar impulsos emocionais de um objeto ou pessoa para outro menos ameaçador (Ex: alguém frustrado com o chefe pode descarregar a raiva em um membro da família);
· Formação reativa: adoção de comportamentos ou sentimentos opostos aos desejos ou impulsos verdadeiros;
· Negação: a recusa em aceitar a realidade ou a verdade de uma situação para reduzir a ansiedade;
Pulsão de morte
· Manifesta-se em comportamentos autodestrutivos ou agressivos, mas também pode ser direcionada para fora, como na agressividade;
Pulsão de vida
· Ligada à libido e autopreservação, busca prazer;
· Está associada às zonas erógenas (boca, ânus, genitais);
Princípio da inércia
· O sistema do neurônio tem que evacuar toda a energia que ele recebe;
· Tenta eliminar o máximo de estimulação possível, buscando um estado de inércia;
Princípio da constância
· A descarga total de energia (inércia) seria prejudicial ao funcionamento do aparelho psíquico;
· Então o aparelho mental busca trabalhar usando a menor quantidade de energia possível;
Estágios psicossociais
	ESTÁGIO
	IDADE 
	FOCO ERÓTICO
	PRINCIPAIS TAREFAS E EXPERIÊNCIAS
	ORAL
	0-1 
	Boca (chupar, morder)
	Desmame do peito e da mamadeira. Primeira parte do corpo que a criança aprende a controlar.
	ANAL
	2-3
	Ânus (retenção ou expulsão de fezes)
	Treinamento para usar o banheiro. Controle (nos relacionamentos e dos esfíncteres).
	FÁLICO
	4-5
	Genitais
	Identificação com modelos de papéis adultos: superação da crise edípica
	LATÊNCIA
	6-12
	Nenhum (reprimido sexualmente)
	Expansão de contatos sociais. A sexualidade da criança é recalcada, então torna-se latente.
	GENITAL
	Puberdade em diante
	Genitais (ter intimidade sexual)
	Estabelecimento de relacionamentos íntimos, contribuição para sociedade por meio de trabalho. Energia sexual é normalmente canalizada para os objetos, e não a si mesmo. Desenvolvimento formal e mais elaborado da personalidade.
Complexo de Édipo
· Desejos amorosos e hostis que a criança sente em relação aos pais;
· Ao mesmo tempo que toma a mãe como objeto de seus desejos (pré-genitais), o menino se identifica com o pai, que se torna seu rival;
· Ele procura então ser o pai para “ter” a mãe, escolhendo-o como modelo de comportamento;
· Posteriormente, por medo da perda do amor do pai, desiste da mãe;
· O complexo de Édipo positivo é simplista, pois o menino no decurso do complexo se comporta também como menina;
· Oferece ao menino duas fontes de satisfação (ativa e passiva). O menino pode se colocar no lugar do pai e desejar o domínio da mãe ou ser amado pelo pai. O medo da castração põe fim a essas duas possibilidades de satisfação, pois as duas implicam na perda do pênis;
· A constatação de que mulheres não possuem pênis provoca uma terrível tormenta no menino que o leva a acreditar na castração;
· Já na menina o complexo de Édipo ocorre porque ela se percebe castrada, isso vai gerar uma “inveja do pênis”. A mãe que era objeto de amor passa a ser substituída pelo pai, para o qual o investimento libidinal se volta, pois somente ele pode proporcionar o falo ou filho;
· O menino molda sua personalidade no medo de perder algo, enquanto a menina molda tentando preencher algo que já lhe falta;
· Superego é considerado o herdeiro do complexo de Édipo;
· Uma boa resolução do complexo de Édipo possibilita a capacidade de amar e trabalhar;
· Se o complexo não for adequadamente resolvido, pode levar a conflitos psicológicos, fixações e dificuldades nos relacionamentos na vida adulta;

Mais conteúdos dessa disciplina