Prévia do material em texto
A IMPORTÂNCIA DA LITERATURA INFANTO-JUVENIL PARA O PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM Nome Completo: GEOVANA MARIA FRANÇA BARBOSA Orientador: Sihara Toledo Resumo O tema reflete sobre a utilização da literatura infanto-juvenil para o processo de ensino e aprendizagem onde resulta na combinação de pensamentos junto com um mundo tornando as crianças e jovens que se faz presente cognitivo pensamento. Por meio da leitura as crianças e jovens vivenciarão a história fictícia no mundo presente tornando-se parte da própria história capazes de solucionar por meio do raciocínio lógico as diversas situações no discorrer da leitura. Através da literatura a redescoberta de fatos já conhecidos vai formando na criança os primeiros pensamentos e ideias onde vai sendo organizada e promovendo para o aluno soluções até nas circunstâncias da vida. São inúmeras ideias que entram em processo de formação à medida que outras disciplinas vão acompanhando durante sua fase de crescimento onde os livros didáticos serão menos assustadores. Uma importante jornada do saber nesta incrível aventura começa com a iniciativa de professores preocupados em colaborar para uma melhor qualidade de ensino e fazendo da aprendizagem contribuindo para a mudança social. Palavras-Chave: Educação. Leitura . Literatura .Alfabetização . Criança. Desenvolvimento Introdução A leitura desperta no aluno a curiosidade podendo observar tudo em sua volta a existência de um mundo melhor tornando-se participativa e capaz de interagir capaz de promover experiências transformando a sociedade em que vivem. Para que o estudante tenha uma ideia de conjunto das matérias escolares que também fazem parte de seu crescimento no conhecimento se faz necessária as atividades interdisciplinares que promove grandes benefícios como a importância da leitura dos livros paradidáticos. Quando o professor compreende a realidade do aluno que precisa também compreender diferentes grupos com valores diferentes vai promover na formação da criança atividades que leve as crianças através da leitura a superar o preconceito e o dogmatismo. Levar o aluno a compreender o mundo em sua volta por meio da leitura levará o aluno a realidade social em que se encontra e ser capaz de que forma o fará útil no meio em que vive. A utilização da literatura infanto-juvenil para o processo de ensino e aprendizagem promoverá nas crianças e jovens a despertar os pensamentos no meio em que vivem, fazendo pensar que os livros não apenas transmitem pensamentos teóricos, mas uma aprendizagem cheia de interpretações. No âmbito escolar onde as disciplinas demonstram uma leitura teórica e pragmática, as crianças e jovens verão que são capazes de raciocinar, de pensar de forma livre e espontânea no mundo em que vive.Os costumes e valores na visão das crianças e jovens vão tomando novas atitudes frente aos problemas sociais que surgem, vendo seu importante papel para a sociedade. As crianças e jovens quando desenvolvem a leitura vão perceber que seus desejos pela leitura não terão que passar pelos riscos de punições externas.A descoberta vai tomando forma e tornando elas mais participativas. Os pensamentos vão sendo formados à medida que a literatura vai tomando vez e voz, trazendo novas ideias e pensamentos, formando um mundo, estimulando a participação.A leitura pode tornar uma consciência crítica e tornar o educando um ser livre, mas esta liberdade pode ter um limite para o professor podendo mostrar uma resposta adequada quanto à sua forma de expressar. Desde a antiguidade as palavras e os textos inspiram a todas as pessoas independente da cultura que possua ou que idade ela esteja. A leitura também passa por um processo de aprendizagem que deve ser levada em consideração desde a infância.Formando cidadãos capazes de compreender os diferentes tipos de textos com os quais se defrontam é necessário organizar o trabalho educativo para que experimentem e aprendam isso na escola. Quando o aluno não tem contatos com bons materiais de leitura e com adultos leitores, quando não participam de prática onde ler é fundamental para o exercício da cidadania, a escola deve oferecer materiais de qualidade, modelos de leitores excelentes e práticas de leitura eficientes. Desenvolvimento A leitura pode tornar a mente de uma criança ou de um jovem uma consciência mais crítica permitindo que seja um ser livre, mas esta liberdade pode exceder ao limite logo o professor pode mostrar uma resposta adequada quanto à sua forma de expressar. A interação das crianças e jovens com os livros de literatura marcam em meio às dúvidas que insistem na tomada de soluções na perspectiva de solucionar a resposta correta para suas lógicas ao se questionar. Algumas concepções sobre o aprendizado da leitura na escola são questionadas e tiradas como um recurso para este aprendizado e muitos alunos ficam à deriva da aprendizagem quando muitas vezes não possuem livros para estudar. Quando os alunos não têm contatos com bons materiais de leitura e com adultos leitores, quando não participam de prática onde ler é fundamental para o exercício da cidadania, a escola deve oferecer materiais de qualidade, modelos de leitores excelentes e práticas de leitura eficientes.As dificuldades de ler e escrever são os mais comuns entre os alunos dos anos iniciais principalmente dos anos iniciais nas redes públicas de ensino, além do mais com os inúmeros problemas que trazem por parte de seus familiares que alguns podem até esquecer, mas ao retornar vão dar de encontro com mudanças que não aconteceram. OBJETIVOS 4.1. Geral Desenvolver nos alunos o interesse e o prazer pela leitura, ampliando seus conhecimentos e capacidades de interpretar os variados tipos de textos, para sua transformação em cidadãos conscientes de seus direitos e cumpridores de seus deveres. 4.2. Específicos Desenvolver no aluno o hábito pela leitura como um lazer ou para conhecimento. Aproximar nas crianças e jovens dos textos, condição para leitura fluente e produção dos textos. Expandir o conhecimento através da leitura Possibilitar ao leitor a compreensão da fala e escrita. Inserir na criança e nos jovens a cultura da leitura letrada. Para que o aluno possa aprender a ler é preciso se encontrar com os escritos que gostaria de ler se soubesse ler, isto de acordo com a PCN – Parâmetros Curriculares Nacionais, que interaja com a diversidade dos textos escritos.Experimentar o conhecimento pelo novo, encontrando consigo um sentido para viver através da leitura apresentado pelos textos e sua criação tanto comoinventos fictícios e ao mesmo tempo cheio de aventuras e mistérios. Kleiman, em 1993, disse que durante a interação que o leitor tem mediante a leitura é capaz de compreender a leitura dos textos e das passagens lidas e não durante a leitura em voz alta nem durante a leitura silenciosa, mas durante as conversas relevantes durante os textos. Os materiais que são feitos para ensinar a ler servem na verdade para ensinar a decodificar contribuindo para uma construção empobrecida da leitura. Mesmo que diversos programa do Ministério da Educação tenha contribuído na área da leitura ao longo de muitas décadas, mesmo voltados para a dinâmica das atividades escolares com os livros didáticos e paradidáticos no incentivo à leitura e a formação de leitores não tem impedido o incentivo as escolas o cultivo de ensinar a ler por meio de práticas centradas na codificação.A principal tarefa da educação é a formação do senso crítico para formar verdadeiros cidadãos e que ao longo da formação acadêmica e isto se faz preparando desde a ler como à prática da leitura em todo âmbito escolar no crescimento de ensino.Entender a situação em que o leitor infanto-juvenil se encontra durante sua experiência de leitura é compreender seu espaço neste mundo, onde a decodificação vai sendo inserida em seu consciente. “É como se continuássemos vivendo com a escrita encerrada nos mosteiros e não presente na rua, nas lojas e nas nossas casas” (BARBOSA, 1994, p.88)disse este trecho ao pensar que a decodificação pode ser um inibidor para o crescimento de uma melhor experiência do leitor para melhores conhecimentos dos textos lidos. Barbosa entende que ler não é mais decodificar e o leitor não é mais o alfabetizado. Na visão do autor demonstra sua insatisfação de inibir a prática da leitura com os fatores que venham decodificar aos alunos durante sua leitura, no entanto, muito professor não tem nenhuma informação a respeito desta decodificação.Na verdade, a prática pela leitura muita vê apenas como um aluno tem a possibilidade de adentrar em seu mundo e codificar durante a leitura todos os aspectos que lhes estão sujeitas a compreender. Todo o aluno em diversas escolares nos anos iniciais tem um estímulo voltado para a leitura.O leitor infanto-juvenil tem a possibilidade de aprender a codificar seus pensamentos durante os anos iniciais devendo a cada professor, educador, coordenador, gestores de cada escola desenvolver atos de leitura para que seja desenvolvida o gosto pela leitura. É feita uma nova mensagem em seu subconsciente a cada momento de leitura que se estabelece. Novos conhecimentos, novas oportunidades, novas conquistas vai superando o medo de as inúmeras palavras e redescobrindo na leitura como uma ferramenta para o crescimento do conhecimento para aprender a ler. A cada leitura em literaturas infanto-juvenis as crianças e os jovens vão criando novos significados mediante a leitura, tornando mais profunda sua compreensão dos livros e da importância que todos são para eles. A formação pela da leitura torna cada vez capaz de compreender o mundo em que vive, as pessoas, as gentes que fazem parte da convivência da criança e do jovem no meio inserido na sociedade. Muitos elementos contribuem para o desenvolvimento de um bom leitor mas tem muitas circunstâncias que não contribuem pelo prazer da leitura e que somente através da escola vai desenvolver este hábito pela leitura. Escolas não tem levado a sério a existência da escrita diversificada e dos diversos modelos de leitura baseando-se apenas nos livros didáticos como meio de transmissão de informações e de conhecimentos fundamentais que eles precisam conhecer. Os tempos mostram o contrário onde a autonomia parte da juventude criando meios e oportunidades para o conhecimento. As áreas do conhecimento estão voltadas para a finalidade de conduzir na compreensão dos textos e integração na sociedade como parte dela e como um descobridor de integração, de ajudar onde for coerente. Desde os primeiros anos iniciais a escola deve tomar esta modalidade de leitura pelas literaturas como parte inabalável do crescimento do conhecimento como vivência de seus pensamentos e iniciativas cógnitas de fatores que regem o mundo que os cerca. A situação emergente deve ser prioridade quanto aos recursos de assegurar as crianças e jovens nas escolas assegurando a cada dia nas escolas um local promissor para o seu desenvolvimento e aos muitos fatores sociais que os torne capazes de solucionar os mais diversos problemas sociais que surgir começando em casa e continuando aperfeiçoado nas escolas. Oferecer estratégias para que a leitura seja uma ferramenta para seu crescimento propondo um acompanhamento de relacionamento ao leitor realizando através da leitura uma completa presença de sua pessoa no mundo físico. Mobilizar os alunos para aprender a ler exigirá das escolas mais intensamente as estratégias que possibilitem momentos de os alunos estar em uma biblioteca ou mesmo nas salas praticando a leitura e assim comunicando um maior número possível de informações para que possam ser bons críticos na sociedade e bons cidadãos. A escola deve promover na leitura algo interessante para que eles venham buscar o desejo pela leitura, pois a escola deve estar sempre oferecendo meios desta prática onde ao mesmo tempo promove o saber a ler e escrever. É preciso ler para saber praticar a leitura. Quando os professores começam a ler em voz alta histórias as crianças ou jovens estão sempre atentos no decorrer da história do início ao fim todas as ocorrências que acontecem, no entanto, evitam de as crianças promover a leitura silenciosa que proporcione pensamentos e soluções dos fatos discorridos durante aleitura. A leitura da literatura desperta sentimentos nos leitores expandindo uma postura crítica na sociedade, sendo inseridos na cultura e letramento aperfeiçoando a escrita e o falar. A comunicação vai tomando forma depois cria um ambiente de melhores resultados nas avaliações como tendo um bom sendo formando os primeiros passos os ideais de cidadania e respeito pelo próximo. As afirmações e convicções estão sendo desenvolvidas durante o processo de letramento e leitura.Influências externas vão sendo analisadas e motivadas ao conhecimento da verdade terão maior interesse no ensino e aprendizagem. Todo educador tem este importante cumprimento de seu dever para dar curso aos benefícios da aprendizagem e ensinos de pesquisas na aplicação da literatura. O letramento literário precisa da escola que precisa do professor, agente facilitador mediador para o conhecimento, agente dentro e fora da sala de aula para a contribuição do letramento aos estudantes que tanto necessitam para o seu desenvolvimento. O sujeito-leitor, histórico marcado por ideologias, seja estimulado a passar do estado de passividade para atitude questionadora, assumindo, portanto, uma posição discursiva. (HEINE, 2013) A comunicação vai tomando forma depois cria um ambiente de melhores resultados nas avaliações como tendo um bom sendo formando os primeiros passos os ideais de cidadania e respeito pelo próximo. As afirmações e convicções estão sendo desenvolvidas durante o processo de letramento e leitura. Influências externas vão sendo analisadas e motivadas ao conhecimento da verdade terão maior interesse no ensino e aprendizagem. Todo educador tem este importante cumprimento de seu dever para dar curso aos benefícios da aprendizagem e ensinos de pesquisas na aplicação da literatura. O letramento literário precisa da escola que precisa do professor, agente facilitador mediador para o conhecimento, agente dentro e fora da sala de aula para a contribuição do letramento aos estudantes que tanto necessitam para o seu desenvolvimento O sujeito-leitor, histórico marcado por ideologias, seja estimulado a passar do estado de passividade para atitude questionadora, assumindo, portanto, uma posição discursiva. (HEINE, 2013) Nesse sentido, um tipo de relação específica é a que nos interessa mais diretamente: a relação pedagógica que se trava tendo em vista uma finalidade determinada, ligada a transmissão ou aquisição de conhecimento e que engloba, portanto, a todo o conjunto de interações entre o professor, alunos e o conhecimento. (CORDEIRO, 2007. p. 01) O professor deve ir além de um método teórico e sim elevar os conhecimentos notórios para o aprendizado ressaltando as outras disciplinas como um indicador para o crescimento para se obter a condição de um melhor letramento. Também deve proporcionar relações entre as relações humanas e pedagógicas para as atividades em sala de aula. Uma boa literatura onde chame a atenção dos alunos deve ser criativa e que fale a linguagem que ele permita desenvolver o raciocínio lógico interativo e social, na intenção de priorizar o leitor como formadores de pensamentos e aprender que o mundo em que vivem podem fazer melhor. Todo conhecimento traz responsabilidades tanto para quem leva como para quem aprende pois ambos são agentes propícios de sentimentos que serão desenvolvidos tanto para o educador como para o educando. Os alunos dos anos iniciais são de alguma forma aprimorando seus pensamentos quanto a motivação nos estudos a partir dos livros paradidáticos e continuarão a sentir o estímulo pela leitura e se verem sem esta continuidade se sentirão frustradas. A educação é a ação exercida pelas gerações adultas sobre as novas, que ainda não se encontram preparadaspara a vida social. A leitura engloba unicamente uma melhor comunicação de si mesmo com o meio em que vive e de outros como participantes nesta fase. A escola promovendo a leitura de literaturas contribui para sua própria mudança e para a superação das estruturas sociais, tornando a escola um subsistema do sistema social mais amplo evoluindo com as mudanças sociais mais gerais. Preparar o futuro começa com a aquisição de conhecimento através do saber ler e escrever e a prática da leitura vai ser uma importante ferramenta pear este desenvolvimento onde requer a principal ferramenta que o professor tem que são os livros didáticos e os paradidáticos, ainda assim alguns momentos que podem elevar estes conhecimentos são os materiais lúdicos utilizados em brinquedotecas, que podem ter a presença de livros, revistas e gibis. Conclusão A leitura de literaturas infanto-juvenil será feita em um espaço de convivência onde o interesse é a leitura sendo na biblioteca onde o aluno devendo promover uma forma natural de avaliação, bem como na conduta e interesse na busca de informação em aprender a ler através desta forma de aprendizagem. Durante os anos iniciais o ensino-aprendizagem do aluno vai ser enriquecido com o auxílio de materiais lúdicos e o cantinho da alegria está na qualidade destes materiais que promovam um conhecimento de forma divertida. Neste trabalho mostrou que a utilização da literatura infanto-juvenil para o processo de ensino e aprendizagem leva a criança e o jovem a criar uma identidade na sociedade apresentando importantes conceitos para o conhecimento no desenvolvimento dos alunos nos anos iniciais, desenvolvendo na criança reações sociais educativas, proporcionando reflexões sobre a realidade cultural no meio em que vive. A leitura promove o saber ler e escrever ao mesmo tempo podem trazer o aluno para a realidade, sendo um intermediário para a comunicação externa de seus pensamentos dos estudos estimulando o ensino e a participação social para o fortalecimento técnico, científico e humano. Referências FALCÃO, Gérson Marinho. Psicologia da Aprendizagem. São Paulo: Editora Ática S.A., 1988. SILVA, Pedro Paulo. Teoria da Literatura I. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2015. KISHIMOTO, Tisuko Morchida (org.). O brincar e suas teorias. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002; Letramento literário inclusivo: Práticas para a formação do leitor literário crítico-cidadão, em condições de igualdade, a alunos portadores da síndrome de down no ensino fundamental II. Disponível em: <https://monografias.brasilescola.uol.com.br/pedagogia/letramento-literario-inclusivo- praticas-para-formacao-leitor.htm#indice_12>. Acesso em: XXXXXX MARCELINO, Nelson Carvalho. “Estudos do lazer: uma introdução”. Campinas. São Paulo: Autores Associados, 1996. ORRÚ, Sílvia Ester. Eixos de Interesse – Pontes para o aprendizado e desenvolvimento de todos os alunos. Disponível em: <https://diversa.org.br/artigos/eixos-de-interesse-pontes-para-o-aprendizado-e- desenvolvimento-de-todos-os-alunos/?gclid=Cj0KCQjwzbv7BRDIARIsAM-A6- 0696jsJkkYCadu4QwswJaKc- 8Mgmjt7ekVaDRNvNFXzodBe5ilTu8aAjH1EALw_wcB>. Acesso em: XXXXX PILETTI, Nelson. Sociologia da Educação. São Paulo: Editora Ática S.A., 1989. TEGRA. A Importância da brinquedoteca no desenvolvimento da criança. Disponível em: https://www.tegraincorporadora.com.br/blog/lifestyle/a-importancia- da-brinquedoteca/. Acesso em: XXXXXX