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Discente: Gabrielly Lorrane Ramos Lopes Enfermagem/ 1º semestre ESPECIALIDADES DO ENFERMEIRO DISTRIBUÍDAS POR ÁREA ÁREA I Saúde Coletiva; Saúde da Criança e do adolescente; Saúde do Adulto (Saúde do homem e Saúde da mulher) Saúde do Idoso; Urgência e Emergência. a) Saúde Coletiva: O enfermeiro especializado em Saúde Coletiva estar em sintonia com os debates sobre a atuação profissional e suas bases, reconhecendo a importância da Saúde Coletiva enquanto campo intrínseco e fundamental ao bom funcionamento do SUS. O profissional deve ser capaz de analisar, orientar e conduzir relações em seu trabalho de forma a promover uma assistência positiva ao paciente, para além de cuidar da saúde física, promovendo um conceito ampliado de saúde que leva em consideração o conforto, o bem- estar e a saúde mental. Mais do que observar, diagnosticar e tratar doenças, o profissional formado em Saúde Coletiva atua na promoção, proteção e recuperação da saúde das comunidades, a partir de uma visão crítica da realidade. b) Saúde da Criança e do Adolescente: Na Saúde da Criança e do Adolescente, a enfermagem, sobretudo, vem acompanhar o desenvolvimento infanto-juvenil e ampliar as competências e responsabilidades familiares no cuidado da criança e do adolescente. O atendimento à criança engloba uma sequência de ações ou medidas preventivas desde antes do nascimento evitando seu adoecimento para, desta forma, promover crescimento e desenvolvimento adequados. A atenção Integral à Saúde de Adolescentes enfatiza a promoção à saúde, a prevenção de agravos e da gravidez não intencional e a redução da morbimortalidade por causas externas. O cuidado em saúde de adolescentes compreende a faixa etária de 10 a 19 anos, tendo três eixos centrais: crescimento e desenvolvimento saudáveis, saúde sexual e reprodutiva e redução da morbimortalidade por acidentes e violências, para esta tarefa exige-se o fortalecimento de ações de promoção da saúde, prevenção de doenças e agravos, atenção humanizada e trabalho em rede. c) Saúde do Adulto (Saúde do homem e Saúde da mulher): A atenção Integral à Saúde do Adulto tem como foco principal a atuação nas condições específicas a esse público, entre os quais: hipertensão arterial, diabetes mellitus, tuberculose, hanseníase e a saúde do homem. A execução dessas ações se constitui como uma das iniciativas do Ministério da Saúde que priorizam condições pautadas no perfil epidemiológico desta população, com o intuito de articular ações de caráter individual e coletivo (PERALBA, 2012). A atuação do enfermeiro na saúde do adulto assume um caráter amplo, visto que esse profissional tem seu campo de atuação em ações de promoção, prevenção, diagnóstico, tratamento, recuperação, manutenção e reabilitação em saúde. d) Saúde do Idoso: A enfermagem apoia a saúde e o bem-estar das pessoas idosas e previne o uso inadequado ou evitável de hospitalizações e a entrada precoce nos cuidados em lares. Os enfermeiros têm a perícia, através de avaliação, planeamento de cuidados e colaboração interdisciplinar para identificar e gerir a doença crónica e questões de saúde com impacto no bem-estar e longevidade das pessoas idosas tais como diabetes, demência, dor, mobilidade reduzida e nutrição. Área II a) Gestão: O enfermeiro deve ter uma especialização em gestão voltadas à saúde, para, assim, poder entrar em cargos de chefia e coordenar as equipes. É relevante que o profissional tenha habilidade com liderança, visão estratégica e curiosidade em buscar melhorias. Nesse sentido, o enfermeiro gestor deverá: - organizar escalas; - identificar possíveis profissionais produtivos, ociosos e sobrecarregados; - certificar que os procedimentos estão sendo seguidos; - ter relatórios de uso racional de materiais e medicamentos; - buscar ferramentas para melhorar a produtividade do serviço; - propor estratégias para diminuir a demora de atendimento; - atuar na gestão da qualidade dos serviços prestados. Área III a) Ensino e Pesquisa O profissional formado em Enfermagem pode ainda atuar dentro das faculdades e universidades; O enfermeiro docente tem como papel de facilitador no processo de ensino- aprendizagem, permitindo aproximação dos discentes da prática profissional, estimulando a construção de conhecimentos, atitudes, habilidades, com responsabilidades e autonomias, contextualizando participação ativa dos discentes (SOUZA, et al, 2018). Além de compor o corpo docente dos cursos de saúde e de disciplinas da área, há também muita demanda por pesquisas na academia. Essas pesquisas são a base do desenvolvimento de tratamentos, descobertas de doenças, curas e vacinas.