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necessidades individuais, promovendo a participação ativa de todos os estudantes no ambiente escolar. A filosofia da inclusão também se baseia na ideia de que a educação deve ser um espaço de formação integral, onde o respeito e a convivência são fundamentais.
Em relação a flexibilização da ação pedagógica Prieto (2003) questiona
seu real significado. Para alguns é compreendida como uma mera substituição,
simplificação e/ou redução de conteúdo. A modificação nas formas de avaliação
também significa flexibilizar? E complementa: “Para que o professor do ensino
comum esteja apto a realizar flexibilizações e adaptações curriculares, qual
formação lhe deve ser garantida? (PRIETO, 2003, p.146). 
Prieto (2003) identifica a existência de três tipos possíveis de professor:
os que não têm o domínio de conhecimentos sobre o ensino de alunos com
NEES, aqueles têm um pouco de conhecimento sobre e aqueles professores
que sabem mais que os outros dois. Identificando os dois primeiros, são do
ensino comum que subdividem em duas categorias, e os últimos, são os
professores “especializados”. 
As reflexões e críticas de Prieto (2003) amplia o debate sobre a política
de formação de professores do ensino regular e dos professores para educação
inclusiva, direcionando as ações para um novo olhar no desenvolvimento de um
trabalho em conjunto entre os professores, para superação de dicotomias,
distâncias e conflitos presentes nesta relação. Infelizmente, tem sido pouca ou
nenhuma importância nas políticas oficiais a este tipo de organização do
trabalho pedagógico
7. METODOLOGIA
O acesso a educação e o direito à aprendizagem são garantias
constitucionais universais, previstas como direito de todos os brasileiros e como
dever do Estado e da Família. A grande diversidade de experiências,
habilidades, contextos e as capacidades desenvolvidas pelo estudante é uma
realidade que deve ser considerada nas práticas educacionais inclusivas. Nos
últimos anos, a permanência e insistência em seguir modelos pedagógicos vem
demostrando ineficiência, de forma que o futuro da nossa educação consiste na
promoção da diversidade. Quanto mais se respeita as diferenças, mais a
educação avança seja para pessoas com ou sem deficiência. 
Necessita-se de formação adequada aos professores e apoio para que
sua atuação se torne efetiva e traga resultados na aprendizagem dos alunos
com necessidades especiais. Com a utilização de materiais pedagógicos
adaptados, apoio na oferta do atendimento educacional especializado
colaborativo e projeto pedagógico com intencionalidade inclusiva.
É de suma importância que alunos e professores estejam envolvidos
nesse processo de ensino e aprendizagem de conteúdos, como também, na
importante troca de experiências e vivências entre eles. 
As atividades em sala de aula regular, podem ser adaptadas para que
todos os alunos, público-alvo da Educação Especial ou não, tenham acesso aos
conteúdos de forma acessível. Faz-se necessário, portanto, que os professores
do ensino regular e do Atendimento Educacional Especializado (AEE) atuem de
forma colaborativa tendo iniciativas, competências e sensibilidade na busca de
compreender as características reais necessidades dos seus alunos com
deficiência.
Os processos de inclusão educacional são diversos como por exemplo:
a adequação de conteúdos lecionados em sala de aula comum com a
colaboração de um profissional especializado. O importante de fato é a utilização
de recursos e estratégias que contem com a colaboração de gestores,
funcionários, professores regentes, professores especializados, e os órgãos
competentes. Parceria e colaboração são essenciais nesse processo para que a
inclusão seja efetiva no contexto escolar, com a garantia do acesso,
permanência e participação do aluno no ensino regular.
O Tema escolhido para desenvolvimento do presente Projeto de Ensino
foi: Educação Especial: Com professores especializados na oferta de um ensino
inclusivo e colaborativo no ensino fundamental. 
1º passo: De acordo com a BNCC, em uma escola inclusiva, o aluno é
sujeito de direito e foco central de toda ação educacional; garantir a sua
caminhada no processo de aprendizagem e de construção das competências
necessárias para o exercício pleno da cidadania, e por outro lado, objetivo
primeiro de toda ação educacional. Desenvolver processos e técnicas
associados ao ensino regular junto a profissionais especializados da Educação
Especial. 
2º passo: Os conteúdos abordados durante as aulas estão relacionados
ao ensino regular com a colaboração do professor regente e do professor
especializado desenvolvendo estratégias didáticas e a mediação pedagógica
adequada para apoiar na inclusão desse aluno no cotidiano pedagógico de sala
de aula comum e social da escola. Falaremos sobre Educação Inclusiva,
avaliação do desempenho, habilidades e competências especiais desenvolvidas,
habilidades de comunicação, aprendizagem, de trabalho em equipe e resolução
de problemas. 
3º passo: O conteúdo ministrado será por meio de aulas práticas e
expositivo – dialogadas em colaboração aos conteúdos abordados no ensino
regular; contação de histórias, jogos, vídeos, dinâmicas; durante o intervalo da
aula serão oferecidas atividades lúdicas aos alunos que não interagem com os
demais colegas.
4º passo: Serão oferecidas atividades para que os alunos possam
aplicar os conteúdos aprendidos; as atividades desenvolvidas serão realizadas
de forma individual com atividades impressas e trabalhos em grupo.
8. CRONOGRAMA
 
O processo de ensino colaborativo para assegurar uma educação
inclusiva de qualidade, perpassa por várias etapas, promovendo oportunidades
de aprendizagem a todos, fortalecendo a ação entre os docentes, que atuam
para tornar os conteúdos propostos pelo currículo em uma ação acessível para
todos os alunos com necessidades especiais em sala regular. Garantindo a
efetivação da apropriação do conteúdo ministrado e o compartilhamento da sala
de aula por todos os estudantes. 
Etapas do Projeto:
	
	
	
	
	
	Setembro 
	Outubro 
	Novembro
	 1.PLANEJAMENTO
	X
	X
	
	 2.EXECUÇÃO
	
	X
	
	 3.AVALIAÇÃO
	X
	X
	X
9. RECURSOS
Os materiais que podem ser usados na educação especial incluem:
1. Recursos didáticos adaptados : livros em braille, audiolivros, materiais com letras grandes.
2. Tecnologia assistiva : softwares educativos, tablets, dispositivos de comunicação alternativa.
3. Materiais sensoriais : texturas, brinquedos táteis, objetos manipulativos.
4. Jogos educativos : jogos de tabuleiro adaptados, jogos de cartas.
5. Materiais visuais : cartazes, pictogramas, vídeos com legendas.
6. Instrumentos musicais : para estimular a expressão e a coordenação motora.
Esses materiais ajudam a atender às necessidades específicas de cada aluno.
10. AVALIAÇÃO
 	A avaliação do aprendizado dos alunos com necessidades especiais pode ser feita por meio de:
1. Avaliações Adaptadas : Utilizar instrumentos de avaliação que considerem as dificuldades e habilidades específicas do aluno.
 
2. Observação : Monitorar o desempenho e o progresso em atividades diárias e interações sociais.
3. Portfólios : Coletar trabalhos e projetos ao longo do tempo para mostrar o desenvolvimento.
4. Feedback Contínuo : Oferecer comentários regulares e construtivos sobre o desempenho.
5. Metas Individualizadas : Estabelecer objetivos personalizados e avaliar o progresso em relação a eles.
6. Inclusão de Famílias : Envolver os pais ou responsáveis no processo de avaliação e feedback.
Essas abordagens ajudam a entender melhor o aprendizado e as necessidades dos alunos, promovendo um ambiente mais inclusivo.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Na Educação Especial destacam a importância da inclusão, personalização do ensino e valorização das diferenças. É fundamental reconhecer que cada aluno possui necessidades e ritmos de aprendizagem únicos. A formação contínua de educadores e a colaboração com famílias e profissionais especializados são essenciais para
segmento social. Precisamos mudar esse cenário.”
 talvez sejam os maiores desafios do processo de inclusão, a promoção a igualdade, convivência pacífica, aprendizagem mútua, tolerância .Mas pode-se dizer que esses desafios, aos poucos, podem ser vencidos com base na preparação dos professores, da conscientização do seu papel perante o processo de inclusão. 
Segundo Paulo Freire a inclusão acontece quando se aprende com as diferenças e não com as igualdades.” ;
Atividades Pedagógicas Adaptadas para Alunos Públicos-Alvo da Educação Especial é inegável e essencial no contexto da educação contemporânea. Este projeto assume um papel crucial , pois aborda uma série de desafios e oportunidades que são de grande importância para a melhoria do sistema educacional e o desenvolvimento dos alunos com necessidades especiais nas escolas públicas . Educação Inclusiva como Princípio Fundamentado: A educação inclusiva é uma das bases da educação contemporânea. Garantir que todos os alunos, incluindo aqueles com necessidades especiais, tenham acesso a uma educação de qualidade não é apenas um direito fundamental, mas também uma questão de justiça e equidade. A inclusão promove a valorização da diversidade e a construção de uma sociedade mais igualitária. Ampliação das Oportunidades de Aprendizado: A adaptação de atividades pedagógicas é fundamental para possibilitar que alunos com diferentes habilidades e necessidades tenham acesso a um currículo significativo. Isso amplia suas oportunidades de aprendizado e os prepara para enfrentar desafios acadêmicos e pessoais de maneira mais eficaz Empoderamento dos Educadores: Este projeto capacita os educadores a desenvolverem estratégias pedagógicas personalizadas. Ao fornecer orientações claras, recursos e métodos comprovados, os professores podem se sentir mais confiantes ao atender às necessidades específicas de seus alunos com deficiência, criando assim um ambiente de ensino mais inclusivo impacto Social e Econômico: A inclusão educacional não beneficia apenas os alunos com necessidades especiais, mas também toda a sociedade. Ao investir em educação inclusiva, estamos moldando cidadãos mais bem preparados para contribuir de maneira significativa para a economia e a coesão social. Alinhamento com Políticas Educacionais: Este projeto se alinha com as políticas educacionais nacionais e internacionais que promovem a inclusão de alunos com deficiência. Ele ajuda a atender às metas e diretrizes estabelecidas pelos órgãos reguladores da educação.
Segundo Paulo Freire, uma boa educação deve ser dialógica, crítica e libertadora. É importante promover o diálogo entre educador e educando, respeitar a experiência do aluno, e estimular o pensamento crítico. Além disso, a educação deve ser contextualizada e relevante para a realidade dos estudantes, promovendo a conscientização e a transformação social.
3.PARTICIPANTES
Trabalhar sob a perspectiva inclusiva no desenvolvimento de projetos de
acessibilidade curricular, é pensar em desenvolver novas metodologias de
inclusão; sempre questionando sobre o que é significativo e quais formas, e
como o aprendizado desses alunos acontece. A importância de estabelecer
vínculos e propor atividades que trabalhe suas habilidades e competências com
empatia, respeito e confiança, desenvolvendo a curiosidade de aprender, a
imaginação e o interesse pelas atividades propostas. 
O presente projeto que será desenvolvido se destina a alunos com
necessidades educacionais especiais do Ensino Fundamental Anos Iniciais,
visando proporcionar às crianças uma oportunidade de terem um
desenvolvimento equilibrado. Com a execução do plano, os alunos terão acesso
aos serviços educacionais necessários para desenvolvimento da aprendizagem.
Nesse sentido as ações desenvolvidas configuram-se sempre como
estratégia de superar barreiras de acesso aos conteúdos e para garantir o
sucesso na aprendizagem.
Com a colaboração de todos os participantes o sucesso é essencial nas práticas inclusivas da Educação Especial. 
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4.OBJETIVOS
Os objetivos da educação especial inclusiva incluem:
1. Acesso e Participação : Garantir que todos os alunos, independentemente de suas necessidades, tenham acesso ao currículo escolar e participem ativamente das atividades educacionais.
2. Desenvolvimento de Habilidades :Promover o desenvolvimento integral das habilidades sociais, emocionais e acadêmicas dos alunos com deficiência.
3. Valorização da Diversidade : Fomentar um ambiente que respeite e valorize a diversidade, promovendo a aceitação e a convivência entre todos os alunos.
4. Formação de Professores : Capacitar educadores para atender às necessidades específicas de alunos com deficiências, utilizando metodologias inclusivas.
5. Apoio e Recursos :Disponibilizar recursos e apoio especializado para atender às necessidades individuais dos alunos.
6. Colaboração com Famílias : Envolver as famílias no processo educativo, promovendo uma parceria que beneficie o aprendizado do aluno.
Esses objetivos visam criar um sistema educacional mais justo e equitativo.
5.PROBLEMATIZAÇÃO
A educação inclusiva no Brasil enfrenta desafios significativos, como a falta de formação adequada de professores, a escassez de recursos e materiais adaptados, e a resistência cultural à inclusão. Além disso, muitas escolas ainda não estão preparadas para atender a diversidade de necessidades dos alunos com deficiência. A implementação de políticas públicas eficazes e a conscientização da sociedade são essenciais para promover um ambiente educacional mais inclusivo e equitativo.
 
A escola é a base para o desenvolvimento da aprendizagem, por isso deve
se preparar para trabalhar com a diversidade, valorizando indivíduos como seres
capazes, e que possuem direitos e deveres com um único objetivo em comum: o
acesso igualitário ao conhecimento.
6 . Referencial Teórico 
Adaptadas para Alunos Públicos-Alvo da Educação Especial" é fundamentado em
uma variedade de abordagens e conceitos que abrangem a educação inclusiva, a
adaptação curricular e pedagógica, a formação de professores e a promoção da
igualdade de oportunidades na educação. Esta seção apresenta os principais
tópicos e conceitos do referencial teórico que sustentam a elaboração do projeto:
Segundo a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) e o MEC (Ministério da Educação), a educação especial deve ser inclusiva, garantindo o acesso, a participação e a aprendizagem de todos os estudantes, independentemente de suas condições. A BNCC enfatiza a importância de respeitar a diversidade e promover práticas pedagógicas que atendam às necessidades específicas dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. A proposta é que a educação especial seja ofertada preferencialmente na educação regular, com apoio especializado quando necessário. 
Os filósofos discutem a educação inclusiva enfatizando a importância da igualdade, do respeito à diversidade e do direito de todos ao aprendizado. Filósofos como John Dewey defendem que a educação deve ser um processo democrático e participativo, onde todos os alunos, independentemente de suas diferenças, têm a oportunidade de se desenvolver plenamente. Já Michel Foucault aborda como as instituições educacionais podem perpetuar desigualdades, ressaltando a necessidade de práticas que promovam a inclusão e a justiça social. Em geral, a educação inclusiva é vista como um meio de promover a dignidade humana e a coesão social.
Os filósofos defendem a educação inclusiva enfatizando a importância do respeito à diversidade e à igualdade de oportunidades
. Segundo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), a educação inclusiva deve garantir que todos os alunos, independentemente de suas condições, tenham acesso a um ensino de qualidade. Isso envolve práticas pedagógicas que considerem as
necessidades individuais, promovendo a participação ativa de todos os estudantes no ambiente escolar. A filosofia da inclusão também se baseia na ideia de que a educação deve ser um espaço de formação integral, onde o respeito e a convivência são fundamentais.
Em relação a flexibilização da ação pedagógica Prieto (2003) questiona
seu real significado. Para alguns é compreendida como uma mera substituição,
simplificação e/ou redução de conteúdo. A modificação nas formas de avaliação
também significa flexibilizar? E complementa: “Para que o professor do ensino
comum esteja apto a realizar flexibilizações e adaptações curriculares, qual
formação lhe deve ser garantida? (PRIETO, 2003, p.146). 
Prieto (2003) identifica a existência de três tipos possíveis de professor:
os que não têm o domínio de conhecimentos sobre o ensino de alunos com
NEES, aqueles têm um pouco de conhecimento sobre e aqueles professores
que sabem mais que os outros dois. Identificando os dois primeiros, são do
ensino comum que subdividem em duas categorias, e os últimos, são os
professores “especializados”. 
As reflexões e críticas de Prieto (2003) amplia o debate sobre a política
de formação de professores do ensino regular e dos professores para educação
inclusiva, direcionando as ações para um novo olhar no desenvolvimento de um
trabalho em conjunto entre os professores, para superação de dicotomias,
distâncias e conflitos presentes nesta relação. Infelizmente, tem sido pouca ou
nenhuma importância nas políticas oficiais a este tipo de organização do
trabalho pedagógico
7. METODOLOGIA
O acesso a educação e o direito à aprendizagem são garantias
constitucionais universais, previstas como direito de todos os brasileiros e como
dever do Estado e da Família. A grande diversidade de experiências,
habilidades, contextos e as capacidades desenvolvidas pelo estudante é uma
realidade que deve ser considerada nas práticas educacionais inclusivas. Nos
últimos anos, a permanência e insistência em seguir modelos pedagógicos vem
demostrando ineficiência, de forma que o futuro da nossa educação consiste na
promoção da diversidade. Quanto mais se respeita as diferenças, mais a
educação avança seja para pessoas com ou sem deficiência. 
Necessita-se de formação adequada aos professores e apoio para que
sua atuação se torne efetiva e traga resultados na aprendizagem dos alunos
com necessidades especiais. Com a utilização de materiais pedagógicos
adaptados, apoio na oferta do atendimento educacional especializado
colaborativo e projeto pedagógico com intencionalidade inclusiva.
É de suma importância que alunos e professores estejam envolvidos
nesse processo de ensino e aprendizagem de conteúdos, como também, na
importante troca de experiências e vivências entre eles. 
As atividades em sala de aula regular, podem ser adaptadas para que
todos os alunos, público-alvo da Educação Especial ou não, tenham acesso aos
conteúdos de forma acessível. Faz-se necessário, portanto, que os professores
do ensino regular e do Atendimento Educacional Especializado (AEE) atuem de
forma colaborativa tendo iniciativas, competências e sensibilidade na busca de
compreender as características reais necessidades dos seus alunos com
deficiência.
Os processos de inclusão educacional são diversos como por exemplo:
a adequação de conteúdos lecionados em sala de aula comum com a
colaboração de um profissional especializado. O importante de fato é a utilização
de recursos e estratégias que contem com a colaboração de gestores,
funcionários, professores regentes, professores especializados, e os órgãos
competentes. Parceria e colaboração são essenciais nesse processo para que a
inclusão seja efetiva no contexto escolar, com a garantia do acesso,
permanência e participação do aluno no ensino regular.
O Tema escolhido para desenvolvimento do presente Projeto de Ensino
foi: Educação Especial: Com professores especializados na oferta de um ensino
inclusivo e colaborativo no ensino fundamental. 
1º passo: De acordo com a BNCC, em uma escola inclusiva, o aluno é
sujeito de direito e foco central de toda ação educacional; garantir a sua
caminhada no processo de aprendizagem e de construção das competências
necessárias para o exercício pleno da cidadania, e por outro lado, objetivo
primeiro de toda ação educacional. Desenvolver processos e técnicas
associados ao ensino regular junto a profissionais especializados da Educação
Especial. 
2º passo: Os conteúdos abordados durante as aulas estão relacionados
ao ensino regular com a colaboração do professor regente e do professor
especializado desenvolvendo estratégias didáticas e a mediação pedagógica
adequada para apoiar na inclusão desse aluno no cotidiano pedagógico de sala
de aula comum e social da escola. Falaremos sobre Educação Inclusiva,
avaliação do desempenho, habilidades e competências especiais desenvolvidas,
habilidades de comunicação, aprendizagem, de trabalho em equipe e resolução
de problemas. 
3º passo: O conteúdo ministrado será por meio de aulas práticas e
expositivo – dialogadas em colaboração aos conteúdos abordados no ensino
regular; contação de histórias, jogos, vídeos, dinâmicas; durante o intervalo da
aula serão oferecidas atividades lúdicas aos alunos que não interagem com os
demais colegas.
4º passo: Serão oferecidas atividades para que os alunos possam
aplicar os conteúdos aprendidos; as atividades desenvolvidas serão realizadas
de forma individual com atividades impressas e trabalhos em grupo.
8. CRONOGRAMA
 
O processo de ensino colaborativo para assegurar uma educação
inclusiva de qualidade, perpassa por várias etapas, promovendo oportunidades
de aprendizagem a todos, fortalecendo a ação entre os docentes, que atuam
para tornar os conteúdos propostos pelo currículo em uma ação acessível para
todos os alunos com necessidades especiais em sala regular. Garantindo a
efetivação da apropriação do conteúdo ministrado e o compartilhamento da sala
de aula por todos os estudantes. 
Etapas do Projeto:
	
	
	
	
	
	Setembro 
	Outubro 
	Novembro
	 1.PLANEJAMENTO
	X
	X
	
	 2.EXECUÇÃO
	
	X
	
	 3.AVALIAÇÃO
	X
	X
	X
9. RECURSOS
Os materiais que podem ser usados na educação especial incluem:
1. Recursos didáticos adaptados : livros em braille, audiolivros, materiais com letras grandes.
2. Tecnologia assistiva : softwares educativos, tablets, dispositivos de comunicação alternativa.
3. Materiais sensoriais : texturas, brinquedos táteis, objetos manipulativos.
4. Jogos educativos : jogos de tabuleiro adaptados, jogos de cartas.
5. Materiais visuais : cartazes, pictogramas, vídeos com legendas.
6. Instrumentos musicais : para estimular a expressão e a coordenação motora.
Esses materiais ajudam a atender às necessidades específicas de cada aluno.
10. AVALIAÇÃO
 	A avaliação do aprendizado dos alunos com necessidades especiais pode ser feita por meio de:
1. Avaliações Adaptadas : Utilizar instrumentos de avaliação que considerem as dificuldades e habilidades específicas do aluno.
 
2. Observação : Monitorar o desempenho e o progresso em atividades diárias e interações sociais.
3. Portfólios : Coletar trabalhos e projetos ao longo do tempo para mostrar o desenvolvimento.
4. Feedback Contínuo : Oferecer comentários regulares e construtivos sobre o desempenho.
5. Metas Individualizadas : Estabelecer objetivos personalizados e avaliar o progresso em relação a eles.
6. Inclusão de Famílias : Envolver os pais ou responsáveis no processo de avaliação e feedback.
Essas abordagens ajudam a entender melhor o aprendizado e as necessidades dos alunos, promovendo um ambiente mais inclusivo.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Na Educação Especial destacam a importância da inclusão, personalização do ensino e valorização das diferenças. É fundamental reconhecer que cada aluno possui necessidades e ritmos de aprendizagem únicos. A formação contínua de educadores e a colaboração com famílias e profissionais especializados são essenciais para
criar um ambiente educacional que promova o desenvolvimento integral dos alunos com deficiências. Além disso, a conscientização e o respeito à diversidade contribuem para uma sociedade mais justa e igualitária.
A educação especial na infância visa desenvolver habilidades sociais, emocionais e acadêmicas que são fundamentais para a vida adulta. Espera-se que essa abordagem ajude os indivíduos a:
1. Aumentar a Autonomia : Promover a independência nas atividades diárias.
2. Desenvolver Habilidades Sociais : Melhorar a interação e comunicação com os outros.
3. Preparar para o Mercado de Trabalho : Oferecer capacitação profissional e habilidades que facilitem a inserção no mercado.
4. Fomentar a Autoestima : Contribuir para uma imagem positiva de si mesmo e confiança nas próprias capacidades.
5. Promover Inclusão : Ajudar a integrar-se à sociedade de forma plena e participativa.
Esses aspectos são cruciais para uma vida adulta saudável e produtiva.
REFERÊNCIAS
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: 
MEC, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/implementacao 
/praticas/caderno-de-praticas/aprofundamentos/196-educacao-inclusiva-na-escola-
regular. Acesso em: 11 out. 2023
______. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica.
Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Currículos e Educação Integral. 
Brasília: MEC, 2018. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/ 
diretrizes.pdf. Acesso em: 14 out 2023.
______. O plano de desenvolvimento da educação: razões, princípios e 
programas. Brasília: MEC, [2007]. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/arquivos/ 
livro/livro.pdf. Acesso em: 01 set. 2023.
______. Política nacional de educação especial na perspectiva da educação 
inclusiva Brasília: MEC, 2008. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/ 
politicaeducespecial.pdf Acesso em: 05 set. 2023.
______. Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CEB nº 2, de 11 de 
setembro de 2001. Estabelece as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na
Educação Básica. 2001b. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/ pdf/
(CEB0201.pdf >. Acesso em:13 de out. de 2023.
______. Secretaria da Educação Especial. Saberes e Práticas da Inclusão. 
Brasília: MEC, 2018. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/ 
BRASIL. Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Lei nº 8.069, 13
de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras
providências. Diário Oficial da União. ano 1990, Disponível em:https://cutt.ly/yECV
BmB. Acesso em: 6 out. 2023.
BUENO, J.G.S. As políticas de inclusão escolar: uma prerrogativa da educação 
especial? In: BUENO, J.G.S.; MENDES, G. M. L.; SANTOS, R.A. (Org.). 
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