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necessidades individuais, promovendo a participação ativa de todos os estudantes no ambiente escolar. A filosofia da inclusão também se baseia na ideia de que a educação deve ser um espaço de formação integral, onde o respeito e a convivência são fundamentais. Em relação a flexibilização da ação pedagógica Prieto (2003) questiona seu real significado. Para alguns é compreendida como uma mera substituição, simplificação e/ou redução de conteúdo. A modificação nas formas de avaliação também significa flexibilizar? E complementa: “Para que o professor do ensino comum esteja apto a realizar flexibilizações e adaptações curriculares, qual formação lhe deve ser garantida? (PRIETO, 2003, p.146). Prieto (2003) identifica a existência de três tipos possíveis de professor: os que não têm o domínio de conhecimentos sobre o ensino de alunos com NEES, aqueles têm um pouco de conhecimento sobre e aqueles professores que sabem mais que os outros dois. Identificando os dois primeiros, são do ensino comum que subdividem em duas categorias, e os últimos, são os professores “especializados”. As reflexões e críticas de Prieto (2003) amplia o debate sobre a política de formação de professores do ensino regular e dos professores para educação inclusiva, direcionando as ações para um novo olhar no desenvolvimento de um trabalho em conjunto entre os professores, para superação de dicotomias, distâncias e conflitos presentes nesta relação. Infelizmente, tem sido pouca ou nenhuma importância nas políticas oficiais a este tipo de organização do trabalho pedagógico 7. METODOLOGIA O acesso a educação e o direito à aprendizagem são garantias constitucionais universais, previstas como direito de todos os brasileiros e como dever do Estado e da Família. A grande diversidade de experiências, habilidades, contextos e as capacidades desenvolvidas pelo estudante é uma realidade que deve ser considerada nas práticas educacionais inclusivas. Nos últimos anos, a permanência e insistência em seguir modelos pedagógicos vem demostrando ineficiência, de forma que o futuro da nossa educação consiste na promoção da diversidade. Quanto mais se respeita as diferenças, mais a educação avança seja para pessoas com ou sem deficiência. Necessita-se de formação adequada aos professores e apoio para que sua atuação se torne efetiva e traga resultados na aprendizagem dos alunos com necessidades especiais. Com a utilização de materiais pedagógicos adaptados, apoio na oferta do atendimento educacional especializado colaborativo e projeto pedagógico com intencionalidade inclusiva. É de suma importância que alunos e professores estejam envolvidos nesse processo de ensino e aprendizagem de conteúdos, como também, na importante troca de experiências e vivências entre eles. As atividades em sala de aula regular, podem ser adaptadas para que todos os alunos, público-alvo da Educação Especial ou não, tenham acesso aos conteúdos de forma acessível. Faz-se necessário, portanto, que os professores do ensino regular e do Atendimento Educacional Especializado (AEE) atuem de forma colaborativa tendo iniciativas, competências e sensibilidade na busca de compreender as características reais necessidades dos seus alunos com deficiência. Os processos de inclusão educacional são diversos como por exemplo: a adequação de conteúdos lecionados em sala de aula comum com a colaboração de um profissional especializado. O importante de fato é a utilização de recursos e estratégias que contem com a colaboração de gestores, funcionários, professores regentes, professores especializados, e os órgãos competentes. Parceria e colaboração são essenciais nesse processo para que a inclusão seja efetiva no contexto escolar, com a garantia do acesso, permanência e participação do aluno no ensino regular. O Tema escolhido para desenvolvimento do presente Projeto de Ensino foi: Educação Especial: Com professores especializados na oferta de um ensino inclusivo e colaborativo no ensino fundamental. 1º passo: De acordo com a BNCC, em uma escola inclusiva, o aluno é sujeito de direito e foco central de toda ação educacional; garantir a sua caminhada no processo de aprendizagem e de construção das competências necessárias para o exercício pleno da cidadania, e por outro lado, objetivo primeiro de toda ação educacional. Desenvolver processos e técnicas associados ao ensino regular junto a profissionais especializados da Educação Especial. 2º passo: Os conteúdos abordados durante as aulas estão relacionados ao ensino regular com a colaboração do professor regente e do professor especializado desenvolvendo estratégias didáticas e a mediação pedagógica adequada para apoiar na inclusão desse aluno no cotidiano pedagógico de sala de aula comum e social da escola. Falaremos sobre Educação Inclusiva, avaliação do desempenho, habilidades e competências especiais desenvolvidas, habilidades de comunicação, aprendizagem, de trabalho em equipe e resolução de problemas. 3º passo: O conteúdo ministrado será por meio de aulas práticas e expositivo – dialogadas em colaboração aos conteúdos abordados no ensino regular; contação de histórias, jogos, vídeos, dinâmicas; durante o intervalo da aula serão oferecidas atividades lúdicas aos alunos que não interagem com os demais colegas. 4º passo: Serão oferecidas atividades para que os alunos possam aplicar os conteúdos aprendidos; as atividades desenvolvidas serão realizadas de forma individual com atividades impressas e trabalhos em grupo. 8. CRONOGRAMA O processo de ensino colaborativo para assegurar uma educação inclusiva de qualidade, perpassa por várias etapas, promovendo oportunidades de aprendizagem a todos, fortalecendo a ação entre os docentes, que atuam para tornar os conteúdos propostos pelo currículo em uma ação acessível para todos os alunos com necessidades especiais em sala regular. Garantindo a efetivação da apropriação do conteúdo ministrado e o compartilhamento da sala de aula por todos os estudantes. Etapas do Projeto: Setembro Outubro Novembro 1.PLANEJAMENTO X X 2.EXECUÇÃO X 3.AVALIAÇÃO X X X 9. RECURSOS Os materiais que podem ser usados na educação especial incluem: 1. Recursos didáticos adaptados : livros em braille, audiolivros, materiais com letras grandes. 2. Tecnologia assistiva : softwares educativos, tablets, dispositivos de comunicação alternativa. 3. Materiais sensoriais : texturas, brinquedos táteis, objetos manipulativos. 4. Jogos educativos : jogos de tabuleiro adaptados, jogos de cartas. 5. Materiais visuais : cartazes, pictogramas, vídeos com legendas. 6. Instrumentos musicais : para estimular a expressão e a coordenação motora. Esses materiais ajudam a atender às necessidades específicas de cada aluno. 10. AVALIAÇÃO A avaliação do aprendizado dos alunos com necessidades especiais pode ser feita por meio de: 1. Avaliações Adaptadas : Utilizar instrumentos de avaliação que considerem as dificuldades e habilidades específicas do aluno. 2. Observação : Monitorar o desempenho e o progresso em atividades diárias e interações sociais. 3. Portfólios : Coletar trabalhos e projetos ao longo do tempo para mostrar o desenvolvimento. 4. Feedback Contínuo : Oferecer comentários regulares e construtivos sobre o desempenho. 5. Metas Individualizadas : Estabelecer objetivos personalizados e avaliar o progresso em relação a eles. 6. Inclusão de Famílias : Envolver os pais ou responsáveis no processo de avaliação e feedback. Essas abordagens ajudam a entender melhor o aprendizado e as necessidades dos alunos, promovendo um ambiente mais inclusivo. CONSIDERAÇÕES FINAIS Na Educação Especial destacam a importância da inclusão, personalização do ensino e valorização das diferenças. É fundamental reconhecer que cada aluno possui necessidades e ritmos de aprendizagem únicos. A formação contínua de educadores e a colaboração com famílias e profissionais especializados são essenciais para segmento social. Precisamos mudar esse cenário.” talvez sejam os maiores desafios do processo de inclusão, a promoção a igualdade, convivência pacífica, aprendizagem mútua, tolerância .Mas pode-se dizer que esses desafios, aos poucos, podem ser vencidos com base na preparação dos professores, da conscientização do seu papel perante o processo de inclusão. Segundo Paulo Freire a inclusão acontece quando se aprende com as diferenças e não com as igualdades.” ; Atividades Pedagógicas Adaptadas para Alunos Públicos-Alvo da Educação Especial é inegável e essencial no contexto da educação contemporânea. Este projeto assume um papel crucial , pois aborda uma série de desafios e oportunidades que são de grande importância para a melhoria do sistema educacional e o desenvolvimento dos alunos com necessidades especiais nas escolas públicas . Educação Inclusiva como Princípio Fundamentado: A educação inclusiva é uma das bases da educação contemporânea. Garantir que todos os alunos, incluindo aqueles com necessidades especiais, tenham acesso a uma educação de qualidade não é apenas um direito fundamental, mas também uma questão de justiça e equidade. A inclusão promove a valorização da diversidade e a construção de uma sociedade mais igualitária. Ampliação das Oportunidades de Aprendizado: A adaptação de atividades pedagógicas é fundamental para possibilitar que alunos com diferentes habilidades e necessidades tenham acesso a um currículo significativo. Isso amplia suas oportunidades de aprendizado e os prepara para enfrentar desafios acadêmicos e pessoais de maneira mais eficaz Empoderamento dos Educadores: Este projeto capacita os educadores a desenvolverem estratégias pedagógicas personalizadas. Ao fornecer orientações claras, recursos e métodos comprovados, os professores podem se sentir mais confiantes ao atender às necessidades específicas de seus alunos com deficiência, criando assim um ambiente de ensino mais inclusivo impacto Social e Econômico: A inclusão educacional não beneficia apenas os alunos com necessidades especiais, mas também toda a sociedade. Ao investir em educação inclusiva, estamos moldando cidadãos mais bem preparados para contribuir de maneira significativa para a economia e a coesão social. Alinhamento com Políticas Educacionais: Este projeto se alinha com as políticas educacionais nacionais e internacionais que promovem a inclusão de alunos com deficiência. Ele ajuda a atender às metas e diretrizes estabelecidas pelos órgãos reguladores da educação. Segundo Paulo Freire, uma boa educação deve ser dialógica, crítica e libertadora. É importante promover o diálogo entre educador e educando, respeitar a experiência do aluno, e estimular o pensamento crítico. Além disso, a educação deve ser contextualizada e relevante para a realidade dos estudantes, promovendo a conscientização e a transformação social. 3.PARTICIPANTES Trabalhar sob a perspectiva inclusiva no desenvolvimento de projetos de acessibilidade curricular, é pensar em desenvolver novas metodologias de inclusão; sempre questionando sobre o que é significativo e quais formas, e como o aprendizado desses alunos acontece. A importância de estabelecer vínculos e propor atividades que trabalhe suas habilidades e competências com empatia, respeito e confiança, desenvolvendo a curiosidade de aprender, a imaginação e o interesse pelas atividades propostas. O presente projeto que será desenvolvido se destina a alunos com necessidades educacionais especiais do Ensino Fundamental Anos Iniciais, visando proporcionar às crianças uma oportunidade de terem um desenvolvimento equilibrado. Com a execução do plano, os alunos terão acesso aos serviços educacionais necessários para desenvolvimento da aprendizagem. Nesse sentido as ações desenvolvidas configuram-se sempre como estratégia de superar barreiras de acesso aos conteúdos e para garantir o sucesso na aprendizagem. Com a colaboração de todos os participantes o sucesso é essencial nas práticas inclusivas da Educação Especial. 24 4.OBJETIVOS Os objetivos da educação especial inclusiva incluem: 1. Acesso e Participação : Garantir que todos os alunos, independentemente de suas necessidades, tenham acesso ao currículo escolar e participem ativamente das atividades educacionais. 2. Desenvolvimento de Habilidades :Promover o desenvolvimento integral das habilidades sociais, emocionais e acadêmicas dos alunos com deficiência. 3. Valorização da Diversidade : Fomentar um ambiente que respeite e valorize a diversidade, promovendo a aceitação e a convivência entre todos os alunos. 4. Formação de Professores : Capacitar educadores para atender às necessidades específicas de alunos com deficiências, utilizando metodologias inclusivas. 5. Apoio e Recursos :Disponibilizar recursos e apoio especializado para atender às necessidades individuais dos alunos. 6. Colaboração com Famílias : Envolver as famílias no processo educativo, promovendo uma parceria que beneficie o aprendizado do aluno. Esses objetivos visam criar um sistema educacional mais justo e equitativo. 5.PROBLEMATIZAÇÃO A educação inclusiva no Brasil enfrenta desafios significativos, como a falta de formação adequada de professores, a escassez de recursos e materiais adaptados, e a resistência cultural à inclusão. Além disso, muitas escolas ainda não estão preparadas para atender a diversidade de necessidades dos alunos com deficiência. A implementação de políticas públicas eficazes e a conscientização da sociedade são essenciais para promover um ambiente educacional mais inclusivo e equitativo. A escola é a base para o desenvolvimento da aprendizagem, por isso deve se preparar para trabalhar com a diversidade, valorizando indivíduos como seres capazes, e que possuem direitos e deveres com um único objetivo em comum: o acesso igualitário ao conhecimento. 6 . Referencial Teórico Adaptadas para Alunos Públicos-Alvo da Educação Especial" é fundamentado em uma variedade de abordagens e conceitos que abrangem a educação inclusiva, a adaptação curricular e pedagógica, a formação de professores e a promoção da igualdade de oportunidades na educação. Esta seção apresenta os principais tópicos e conceitos do referencial teórico que sustentam a elaboração do projeto: Segundo a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) e o MEC (Ministério da Educação), a educação especial deve ser inclusiva, garantindo o acesso, a participação e a aprendizagem de todos os estudantes, independentemente de suas condições. A BNCC enfatiza a importância de respeitar a diversidade e promover práticas pedagógicas que atendam às necessidades específicas dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. A proposta é que a educação especial seja ofertada preferencialmente na educação regular, com apoio especializado quando necessário. Os filósofos discutem a educação inclusiva enfatizando a importância da igualdade, do respeito à diversidade e do direito de todos ao aprendizado. Filósofos como John Dewey defendem que a educação deve ser um processo democrático e participativo, onde todos os alunos, independentemente de suas diferenças, têm a oportunidade de se desenvolver plenamente. Já Michel Foucault aborda como as instituições educacionais podem perpetuar desigualdades, ressaltando a necessidade de práticas que promovam a inclusão e a justiça social. Em geral, a educação inclusiva é vista como um meio de promover a dignidade humana e a coesão social. Os filósofos defendem a educação inclusiva enfatizando a importância do respeito à diversidade e à igualdade de oportunidades . Segundo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), a educação inclusiva deve garantir que todos os alunos, independentemente de suas condições, tenham acesso a um ensino de qualidade. Isso envolve práticas pedagógicas que considerem as necessidades individuais, promovendo a participação ativa de todos os estudantes no ambiente escolar. A filosofia da inclusão também se baseia na ideia de que a educação deve ser um espaço de formação integral, onde o respeito e a convivência são fundamentais. Em relação a flexibilização da ação pedagógica Prieto (2003) questiona seu real significado. Para alguns é compreendida como uma mera substituição, simplificação e/ou redução de conteúdo. A modificação nas formas de avaliação também significa flexibilizar? E complementa: “Para que o professor do ensino comum esteja apto a realizar flexibilizações e adaptações curriculares, qual formação lhe deve ser garantida? (PRIETO, 2003, p.146). Prieto (2003) identifica a existência de três tipos possíveis de professor: os que não têm o domínio de conhecimentos sobre o ensino de alunos com NEES, aqueles têm um pouco de conhecimento sobre e aqueles professores que sabem mais que os outros dois. Identificando os dois primeiros, são do ensino comum que subdividem em duas categorias, e os últimos, são os professores “especializados”. As reflexões e críticas de Prieto (2003) amplia o debate sobre a política de formação de professores do ensino regular e dos professores para educação inclusiva, direcionando as ações para um novo olhar no desenvolvimento de um trabalho em conjunto entre os professores, para superação de dicotomias, distâncias e conflitos presentes nesta relação. Infelizmente, tem sido pouca ou nenhuma importância nas políticas oficiais a este tipo de organização do trabalho pedagógico 7. METODOLOGIA O acesso a educação e o direito à aprendizagem são garantias constitucionais universais, previstas como direito de todos os brasileiros e como dever do Estado e da Família. A grande diversidade de experiências, habilidades, contextos e as capacidades desenvolvidas pelo estudante é uma realidade que deve ser considerada nas práticas educacionais inclusivas. Nos últimos anos, a permanência e insistência em seguir modelos pedagógicos vem demostrando ineficiência, de forma que o futuro da nossa educação consiste na promoção da diversidade. Quanto mais se respeita as diferenças, mais a educação avança seja para pessoas com ou sem deficiência. Necessita-se de formação adequada aos professores e apoio para que sua atuação se torne efetiva e traga resultados na aprendizagem dos alunos com necessidades especiais. Com a utilização de materiais pedagógicos adaptados, apoio na oferta do atendimento educacional especializado colaborativo e projeto pedagógico com intencionalidade inclusiva. É de suma importância que alunos e professores estejam envolvidos nesse processo de ensino e aprendizagem de conteúdos, como também, na importante troca de experiências e vivências entre eles. As atividades em sala de aula regular, podem ser adaptadas para que todos os alunos, público-alvo da Educação Especial ou não, tenham acesso aos conteúdos de forma acessível. Faz-se necessário, portanto, que os professores do ensino regular e do Atendimento Educacional Especializado (AEE) atuem de forma colaborativa tendo iniciativas, competências e sensibilidade na busca de compreender as características reais necessidades dos seus alunos com deficiência. Os processos de inclusão educacional são diversos como por exemplo: a adequação de conteúdos lecionados em sala de aula comum com a colaboração de um profissional especializado. O importante de fato é a utilização de recursos e estratégias que contem com a colaboração de gestores, funcionários, professores regentes, professores especializados, e os órgãos competentes. Parceria e colaboração são essenciais nesse processo para que a inclusão seja efetiva no contexto escolar, com a garantia do acesso, permanência e participação do aluno no ensino regular. O Tema escolhido para desenvolvimento do presente Projeto de Ensino foi: Educação Especial: Com professores especializados na oferta de um ensino inclusivo e colaborativo no ensino fundamental. 1º passo: De acordo com a BNCC, em uma escola inclusiva, o aluno é sujeito de direito e foco central de toda ação educacional; garantir a sua caminhada no processo de aprendizagem e de construção das competências necessárias para o exercício pleno da cidadania, e por outro lado, objetivo primeiro de toda ação educacional. Desenvolver processos e técnicas associados ao ensino regular junto a profissionais especializados da Educação Especial. 2º passo: Os conteúdos abordados durante as aulas estão relacionados ao ensino regular com a colaboração do professor regente e do professor especializado desenvolvendo estratégias didáticas e a mediação pedagógica adequada para apoiar na inclusão desse aluno no cotidiano pedagógico de sala de aula comum e social da escola. Falaremos sobre Educação Inclusiva, avaliação do desempenho, habilidades e competências especiais desenvolvidas, habilidades de comunicação, aprendizagem, de trabalho em equipe e resolução de problemas. 3º passo: O conteúdo ministrado será por meio de aulas práticas e expositivo – dialogadas em colaboração aos conteúdos abordados no ensino regular; contação de histórias, jogos, vídeos, dinâmicas; durante o intervalo da aula serão oferecidas atividades lúdicas aos alunos que não interagem com os demais colegas. 4º passo: Serão oferecidas atividades para que os alunos possam aplicar os conteúdos aprendidos; as atividades desenvolvidas serão realizadas de forma individual com atividades impressas e trabalhos em grupo. 8. CRONOGRAMA O processo de ensino colaborativo para assegurar uma educação inclusiva de qualidade, perpassa por várias etapas, promovendo oportunidades de aprendizagem a todos, fortalecendo a ação entre os docentes, que atuam para tornar os conteúdos propostos pelo currículo em uma ação acessível para todos os alunos com necessidades especiais em sala regular. Garantindo a efetivação da apropriação do conteúdo ministrado e o compartilhamento da sala de aula por todos os estudantes. Etapas do Projeto: Setembro Outubro Novembro 1.PLANEJAMENTO X X 2.EXECUÇÃO X 3.AVALIAÇÃO X X X 9. RECURSOS Os materiais que podem ser usados na educação especial incluem: 1. Recursos didáticos adaptados : livros em braille, audiolivros, materiais com letras grandes. 2. Tecnologia assistiva : softwares educativos, tablets, dispositivos de comunicação alternativa. 3. Materiais sensoriais : texturas, brinquedos táteis, objetos manipulativos. 4. Jogos educativos : jogos de tabuleiro adaptados, jogos de cartas. 5. Materiais visuais : cartazes, pictogramas, vídeos com legendas. 6. Instrumentos musicais : para estimular a expressão e a coordenação motora. Esses materiais ajudam a atender às necessidades específicas de cada aluno. 10. AVALIAÇÃO A avaliação do aprendizado dos alunos com necessidades especiais pode ser feita por meio de: 1. Avaliações Adaptadas : Utilizar instrumentos de avaliação que considerem as dificuldades e habilidades específicas do aluno. 2. Observação : Monitorar o desempenho e o progresso em atividades diárias e interações sociais. 3. Portfólios : Coletar trabalhos e projetos ao longo do tempo para mostrar o desenvolvimento. 4. Feedback Contínuo : Oferecer comentários regulares e construtivos sobre o desempenho. 5. Metas Individualizadas : Estabelecer objetivos personalizados e avaliar o progresso em relação a eles. 6. Inclusão de Famílias : Envolver os pais ou responsáveis no processo de avaliação e feedback. Essas abordagens ajudam a entender melhor o aprendizado e as necessidades dos alunos, promovendo um ambiente mais inclusivo. CONSIDERAÇÕES FINAIS Na Educação Especial destacam a importância da inclusão, personalização do ensino e valorização das diferenças. É fundamental reconhecer que cada aluno possui necessidades e ritmos de aprendizagem únicos. A formação contínua de educadores e a colaboração com famílias e profissionais especializados são essenciais para criar um ambiente educacional que promova o desenvolvimento integral dos alunos com deficiências. Além disso, a conscientização e o respeito à diversidade contribuem para uma sociedade mais justa e igualitária. A educação especial na infância visa desenvolver habilidades sociais, emocionais e acadêmicas que são fundamentais para a vida adulta. Espera-se que essa abordagem ajude os indivíduos a: 1. Aumentar a Autonomia : Promover a independência nas atividades diárias. 2. Desenvolver Habilidades Sociais : Melhorar a interação e comunicação com os outros. 3. Preparar para o Mercado de Trabalho : Oferecer capacitação profissional e habilidades que facilitem a inserção no mercado. 4. Fomentar a Autoestima : Contribuir para uma imagem positiva de si mesmo e confiança nas próprias capacidades. 5. Promover Inclusão : Ajudar a integrar-se à sociedade de forma plena e participativa. Esses aspectos são cruciais para uma vida adulta saudável e produtiva. REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/implementacao /praticas/caderno-de-praticas/aprofundamentos/196-educacao-inclusiva-na-escola- regular. Acesso em: 11 out. 2023 ______. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Currículos e Educação Integral. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/ diretrizes.pdf. Acesso em: 14 out 2023. ______. O plano de desenvolvimento da educação: razões, princípios e programas. Brasília: MEC, [2007]. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/arquivos/ livro/livro.pdf. Acesso em: 01 set. 2023. ______. Política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva Brasília: MEC, 2008. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/ politicaeducespecial.pdf Acesso em: 05 set. 2023. ______. Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CEB nº 2, de 11 de setembro de 2001. Estabelece as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. 2001b. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/ pdf/ (CEB0201.pdf >. Acesso em:13 de out. de 2023. ______. Secretaria da Educação Especial. Saberes e Práticas da Inclusão. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/ BRASIL. Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Lei nº 8.069, 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Diário Oficial da União. ano 1990, Disponível em:https://cutt.ly/yECV BmB. Acesso em: 6 out. 2023. BUENO, J.G.S. As políticas de inclusão escolar: uma prerrogativa da educação especial? In: BUENO, J.G.S.; MENDES, G. M. L.; SANTOS, R.A. (Org.). image2.png image4.png