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3. Quando o agente quis o resultado ou assumiu o risco de produzi- Lo, ele 
comete o crime de forma: dolosa. (IBADE - SEPLAG- SE - Guarda de 
Segurança). 
 
4. São elementos do crime doloso: desejo do resultado e assunção do risco 
de produzi- Lo. (FCC - TCE- CE - Procurador). 
 
5. O Código Penal Brasileiro, ao dispor que o crime é doloso quando o agente 
quis o resultado ou assumiu o risco de produzi- Lo, está adotando as teorias 
da vontade e do assentimento, respectivamente. (PUC- PR - TJ- MS - 
Analista Judiciário). 
 
6. Em relação ao crime doloso, o Código Penal adota a teoria da vontade 
para o dolo direto e a teoria do assentimento para o dolo eventual. (CESPE 
- STJ - Analista Judiciário - Oficial de Justiça Avaliador). 
 
Observação: As três principais teorias a respeito do dolo são: 
 
a) Teoria da representação (possibilidade): há dolo quando o agente 
simplesmente prevê o resultado (prioriza o aspecto intelectual, 
excluindo- Se o volitivo – não há qualquer diferença entre o dolo 
eventual e a culpa consciente). 
 
b) Teoria da vontade: há dolo quando o agente prevê o resultado e 
deseja produzi- Lo. 
 
c) Teoria do assentimento (consentimento): há dolo quando o agente 
prevê o resultado, não quer diretamente produzi- Lo, mas assume o 
risco (não se importa com a sua ocorrência). 
 
- O CP adotou as teorias da vontade e do assentimento, pois o crime 
será doloso quando o agente quis o resultado ou assumiu o risco de 
produzi- Lo (art. 18, I, CP). 
 
7. Em tema de Dolo Eventual, para qual das teorias abaixo nominadas basta 
que haja o conhecimento sobre a possibilidade de ocorrência do resultado

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