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Revisar envio do teste_ QUESTIONÁRIO - Unidade II _IIIII

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Avaliar o ganho de massa muscular mediante a ingestão de diferentes fontes proteicas é uma tarefa metodológica delicada, uma vez que diversas variáveis de confusão (padrão alimentar, ingestão proteica diária não controlada, timing etc.) podem interferir no desfecho primário. Portanto, os poucos estudos que avaliaram cronicamente a ingestão de proteínas vegetais apresentam limitações que devem ser levadas em consideração. A maioria dos estudos ofertam a proteína de forma a suplementar o padrão alimentar predominantemente omnívoro dos sujeitos, e não a uma dieta exclusivamente vegetariana. Isso, em última análise, poderia atenuar os efeitos anabólicos das fontes vegetais. Em relação às proteínas plant-based e animal no ganho de massa muscular, é correto afirmar, EXCETO:
Qual das seguintes afirmacoes é INCORRETA?
a. A ingestão de quantidades maiores de proteínas plant-based parece não compensar as menores concentrações de aminoácidos essenciais presentes nestas fontes.
b. Possivelmente doses maiores de proteínas vegetais sejam suficientes para atingir o limiar de leucina e assim ter maximizado o estímulo à síntese proteica.
c. Sugere-se que a combinação de diversas fontes proteicas vegetais, e não somente o consumo isolado de uma única fonte vegetal, possa melhorar o perfil de aminoácidos de uma refeição, conduzindo assim a uma melhor resposta à síntese proteica.
d. Ainda que o aumento no consumo proteico proveniente de fontes vegetais possa promover adaptações similares às fontes animais, não se conhecem ainda os mecanismos que possam explicar este fenômeno.

Avaliar o ganho de massa muscular mediante a ingestão de diferentes fontes proteicas é uma tarefa metodológica delicada, uma vez que diversas variáveis de confusão (padrão alimentar, ingestão proteica diária não controlada, timing etc.) podem interferir no desfecho primário. Portanto, os poucos estudos que avaliaram cronicamente a ingestão de proteínas vegetais apresentam limitações que devem ser levadas em consideração.
Em relação às proteínas plant-based e animal no ganho de massa muscular, é correto afirmar, EXCETO:
a. A ingestão de quantidades maiores de proteínas plant-based parece não compensar as menores concentrações de aminoácidos essenciais presentes nestas fontes.
b. Possivelmente doses maiores de proteínas vegetais sejam suficientes para atingir o limiar de leucina e assim ter maximizado o estímulo à síntese proteica.
c. Sugere-se que a combinação de diversas fontes proteicas vegetais, e não somente o consumo isolado de uma única fonte vegetal, possa melhorar o perfil de aminoácidos de uma refeição, conduzindo assim a uma melhor resposta à síntese proteica.
d. Ainda que o aumento no consumo proteico proveniente de fontes vegetais possa promover adaptações similares às fontes animais, não se conhecem ainda os mecanismos que possam explicar este fenômeno.
e. A combinação de cereais e grãos integrais – que apresentam baixo conteúdo de lisina e alto conteúdo de metionina – com as leguminosas – que apresentam alto conteúdo de lisina e baixo conteúdo de metionina – parece ser uma boa estratégia para ingerir uma proteína “completa”.

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Questões resolvidas

Avaliar o ganho de massa muscular mediante a ingestão de diferentes fontes proteicas é uma tarefa metodológica delicada, uma vez que diversas variáveis de confusão (padrão alimentar, ingestão proteica diária não controlada, timing etc.) podem interferir no desfecho primário. Portanto, os poucos estudos que avaliaram cronicamente a ingestão de proteínas vegetais apresentam limitações que devem ser levadas em consideração. A maioria dos estudos ofertam a proteína de forma a suplementar o padrão alimentar predominantemente omnívoro dos sujeitos, e não a uma dieta exclusivamente vegetariana. Isso, em última análise, poderia atenuar os efeitos anabólicos das fontes vegetais. Em relação às proteínas plant-based e animal no ganho de massa muscular, é correto afirmar, EXCETO:
Qual das seguintes afirmacoes é INCORRETA?
a. A ingestão de quantidades maiores de proteínas plant-based parece não compensar as menores concentrações de aminoácidos essenciais presentes nestas fontes.
b. Possivelmente doses maiores de proteínas vegetais sejam suficientes para atingir o limiar de leucina e assim ter maximizado o estímulo à síntese proteica.
c. Sugere-se que a combinação de diversas fontes proteicas vegetais, e não somente o consumo isolado de uma única fonte vegetal, possa melhorar o perfil de aminoácidos de uma refeição, conduzindo assim a uma melhor resposta à síntese proteica.
d. Ainda que o aumento no consumo proteico proveniente de fontes vegetais possa promover adaptações similares às fontes animais, não se conhecem ainda os mecanismos que possam explicar este fenômeno.

Avaliar o ganho de massa muscular mediante a ingestão de diferentes fontes proteicas é uma tarefa metodológica delicada, uma vez que diversas variáveis de confusão (padrão alimentar, ingestão proteica diária não controlada, timing etc.) podem interferir no desfecho primário. Portanto, os poucos estudos que avaliaram cronicamente a ingestão de proteínas vegetais apresentam limitações que devem ser levadas em consideração.
Em relação às proteínas plant-based e animal no ganho de massa muscular, é correto afirmar, EXCETO:
a. A ingestão de quantidades maiores de proteínas plant-based parece não compensar as menores concentrações de aminoácidos essenciais presentes nestas fontes.
b. Possivelmente doses maiores de proteínas vegetais sejam suficientes para atingir o limiar de leucina e assim ter maximizado o estímulo à síntese proteica.
c. Sugere-se que a combinação de diversas fontes proteicas vegetais, e não somente o consumo isolado de uma única fonte vegetal, possa melhorar o perfil de aminoácidos de uma refeição, conduzindo assim a uma melhor resposta à síntese proteica.
d. Ainda que o aumento no consumo proteico proveniente de fontes vegetais possa promover adaptações similares às fontes animais, não se conhecem ainda os mecanismos que possam explicar este fenômeno.
e. A combinação de cereais e grãos integrais – que apresentam baixo conteúdo de lisina e alto conteúdo de metionina – com as leguminosas – que apresentam alto conteúdo de lisina e baixo conteúdo de metionina – parece ser uma boa estratégia para ingerir uma proteína “completa”.

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Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO - Unidade II
Utilização de Proteínas Alimentares e Suplementares como Estratégia para
Hipertrofia Muscular 16361-40-ED11692_10_10-202432
Unidade II
Usuário Vanderleia Vicente Coelho Nunes
Curso Utilização de Proteínas Alimentares e Suplementares como
Estratégia para Hipertrofia Muscular
Teste QUESTIONÁRIO - Unidade II
Iniciado 08/03/25 15:31
Enviado 08/03/25 15:38
Status Completada
Resultado da
tentativa
1,5 em 1,5 pontos  
Tempo
decorrido
7 minutos
Resultados
exibidos
Todas as respostas, Respostas enviadas, Respostas corretas,
Comentários, Perguntas respondidas incorretamente
Pergunta 1
O consumo proteico diário que favorece a hipertrofia
muscular deve ser suficiente para manter um balanço
proteico consistentemente positivo. Para alcançar esse
objetivo, as evidências apontam para a seguinte
recomendação:
PÓS EAD COMUNIDADES BIBLIOCONTEÚDOS ACADÊMICOS
0,15 em 0,15 pontos
Vanderleia Nunes 1
https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/execute/courseMain?course_id=_224666_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/content/listContent.jsp?course_id=_224666_1&content_id=_2765584_1&mode=reset
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_66_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_69_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_67_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_70_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/login/?action=logout
Resposta
Selecionada:
c.
Respostas: a.
b.
c.
d.
e.
Comentário
da resposta:
Consumo proteico diário de
aproximadamente 1,6 g/kg de massa
corporal, distribuídos ao longo das
refeições.
Consumo proteico diário de 0,8 g/kg
de massa corporal para populações
jovens e 1,6 g/kg para populações de
pessoas idosas.
Consumo proteico diário de 3 g/kg
de massa corporal, acrescidos de
uma dose extra de 0,5 g/kg antes de
dormir.
Consumo proteico diário de
aproximadamente 1,6 g/kg de massa
corporal, distribuídos ao longo das
refeições.
Consumo de proteína apenas após
sessões de exercício,
independentemente do montante
diário.
Consumo proteico diário de
aproximadamente 0,8 g/kg de massa
corporal, fracionado ao longo do dia.
Unidade II, páginas 16 e 17. “Os
autores também reforçaram que 1,6
g/kg ao dia potencializa
significativamente mudanças
morfológicas no tecido muscular
esquelético, independentemente do
perfil do público orientado (pessoas
idosas, jovens, pessoas fisicamente
ativas ou atletas) (WIRTH; HILLESHEIM;
BRENNAN, 2020)”.
Pergunta 2
Resposta
Selecionada:
b.
Respostas: a.
b.
c.
“Síntese proteica” e “ativação de vias anabólicas” são
termos muitas vezes utilizados para explicar desfechos
que vão além do seu real significado. A esse respeito, é
correto afirmar:
Aumento de síntese proteica e
ativação das vias anabólicas não
devem ser interpretados como prova
de aumento de volume muscular,
pois esta última só pode ser
verificada através de avaliações ao
longo do tempo, não agudamente.
A síntese proteica muscular significa
necessariamente a construção de
proteínas contrateis.
Aumento de síntese proteica e
ativação das vias anabólicas não
devem ser interpretados como prova
de aumento de volume muscular,
pois esta última só pode ser
verificada através de avaliações ao
longo do tempo, não agudamente.
Aumento de síntese proteica está
associado a processos catabólicos
miofibrilares.
0,15 em 0,15 pontos
d.
e.
Comentário
da resposta:
A ativação das vias anabólicas pode
ser sempre interpretada como um
claro sinal de hipertrofia muscular,
sem a necessidade de análise a longo
prazo.
Uma vez que há aumento de síntese
proteica, logo está ocorrendo ganho
concomitante de volume e força
muscular.
Unidade II, p. 6.  “Por fim, o termo
“síntese proteica” é consistentemente
usado numa conotação que vai além
do real significado, diga-se: aumento
da produção de proteínas como um
todo, ou seja, não necessariamente
proteínas contrateis; e ativação de vias
anabólicas, que não necessariamente
indica maior síntese de proteínas.
Portanto, para se verificar a
possibilidade de efeito hipertrófico de
uma intervenção dietética, é
importante a utilização de técnicas
capazes de medir ou minimamente
inferir uma variação do volume
muscular ao longo do tempo”.
Pergunta 3
Avaliar o ganho de massa muscular mediante a
ingestão de diferentes fontes proteicas é uma tarefa
metodológica delicada, uma vez que diversas variáveis
de confusão (padrão alimentar, ingestão proteica
0,15 em 0,15 pontos
Resposta
Selecionada:
e.
Respostas: a.
b.
c.
diária não controlada, timing etc.) podem interferir no
desfecho primário. Portanto, os poucos estudos que
avaliaram cronicamente a ingestão de proteínas
vegetais apresentam limitações que devem ser levadas
em consideração. A maioria dos estudos ofertam a
proteína de forma a suplementar o padrão alimentar
predominantemente omnívoro dos sujeitos, e não a
uma dieta exclusivamente vegetariana. Isso, em última
análise, poderia atenuar os efeitos anabólicos das
fontes vegetais. Em relação às proteínas
plant-based e animal no ganho de massa muscular, é
correto afirmar, EXCETO:
A ingestão de quantidades maiores de
proteínas plant -based parece não
compensar as menores
concentrações de aminoácidos
essenciais presentes nestas fontes.
Possivelmente doses maiores de
proteínas vegetais sejam suficientes
para atingir o limiar de leucina e
assim ter maximizado o estímulo à
síntese proteica.
Sugere-se que a combinação de
diversas fontes proteicas vegetais, e
não somente o consumo isolado de
uma única fonte vegetal, possa
melhorar o perfil de aminoácidos de
uma refeição, conduzindo assim a
uma melhor resposta à síntese
proteica.
Ainda que o aumento no consumo
proteico proveniente de fontes
vegetais possa promover adaptações
similares às fontes animais, não se
conhecem ainda os mecanismos que
possam explicar este fenômeno.
d.
e.
Comentário
da resposta:
A combinação de cereais e grãos
integrais – que apresentam baixo
conteúdo de lisina e alto conteúdo de
metionina – com as leguminosas –
que apresentam alto conteúdo de
lisina e baixo conteúdo de metionina
– parece ser uma boa estratégia para
ingerir uma proteína “completa”.
A ingestão de quantidades maiores de
proteínas plant -based parece não
compensar as menores
concentrações de aminoácidos
essenciais presentes nestas fontes.
Unidade II, p. 19. De fato, a ingestão de
quantidade maiores de proteínas plant -
based parecem compensar as menores
concentrações de aminoácidos
essenciais presentes nestas fontes. Joy
et al. (2013) observaram que a ingestão
de 48g da proteína isolada do arroz
imediatamente após a sessão de treino
de força, durante 8 semanas de
treinamento, promoveu ganhos de
massa magra similares a ingestão de
48 g de whey protein (2,5 Kg x 3,2 Kg
respectivamente). Possivelmente essa
dose de proteína tenha sido suficiente
para atingir o limiar de leucina e assim
ter maximizado o estímulo a síntese
proteica.
Pergunta 4 0,15 em 0,15 pontos
Resposta
Selecionada:
c.
Respostas: a.
b.
c.
O crescimento da população idosa é um fenômeno
global, e estima-se que em 2025 possivelmente 15%
(mais de 30 milhões) da população brasileira será
representada por pessoas idosas, colocando o país em
sexto colocado no mundo em número de pessoas
idosas (INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E
ESTATÍSTICA, 2013). Baseado nisso, assinale abaixo a
alternativa CORRETA:
Com o envelhecimento, diversas
alterações fisiológicas ocorrem, e uma
das principais delas é a redução
progressiva da massa muscular,
acompanhada do aumento da massa
adiposa, ainda que o peso corporal
total possa permanecer constante ao
longo da vida.
A saúde de pessoas idosas não é
diretamente influenciada pela
quantidade e proporção adequada de
nutrientes oferecidos pela dieta.
O consumo adequado de carboidrato
torna-se essencial para minimizar as
perdas de massa muscular que
ocorrem com o avançar da idade.
Com o envelhecimento, diversas
alteraçõesfisiológicas ocorrem, e uma
das principais delas é a redução
progressiva da massa muscular,
acompanhada do aumento da massa
adiposa, ainda que o peso corporal
total possa permanecer constante ao
longo da vida.
d.
e.
Comentário
da resposta:
O pico de massa muscular é atingido
entre 10 e 20 anos de idade, e
posteriormente observa-se uma taxa
na perda de massa magra de
aproximadamente 3 – 8% por década.
A perda muscular progressiva que
ocorre com o avançar da idade é
denominada dinapenia.
Unidade II, p. 21. Com o
envelhecimento, diversas alterações
fisiológicas ocorrem, e uma das
principais delas é a redução
progressiva da massa muscular,
acompanhado do aumento da massa
adiposa, ainda que o peso corporal
total possa permanecer constante ao
longo da vida (RIDDLE, STIPANUK,
THALACKER-MERCER, 2016). O pico de
massa muscular é atingido entre 20 e
35 anos de idade, e posteriormente
observa-se uma taxa na perda de
massa magra de aproximadamente 3 –
8% por década. Após os 60 anos, essa
taxa de perda pode se acelerar ainda
mais, atingindo aproximadamente 15%
por década, especialmente na
presença da inatividade física e
consumo inadequado de energia e
proteínas (MALAFARINA et al., 2013).
Pergunta 5 0,15 em 0,15 pontos
Resposta
Selecionada:
a.
Respostas: a.
b.
c.
No que se refere a dietas hiperproteicas, não existe um
consenso geral, mas a indústria utiliza o termo para se
referir a produtos com 20% de energia proveniente
das proteínas. Já as dietas hiperproteicas comumente
reportadas nos estudos que objetivam perda de peso
geralmente utilizam em média 30% do valor energético
total proveniente das proteínas (JOHNSTONE, 2012).
Em relação aos possíveis mecanismos de ação das
proteínas no emagrecimento, assinale a alternativa
correta:
Postula-se que dietas ricas em
proteínas podem aumentar o gasto
energético através da elevação da
termogênese pós-prandial e do
metabolismo de repouso, também
conhecido como Efeito Termogênico
do Alimento.
Postula-se que dietas ricas em
proteínas podem aumentar o gasto
energético através da elevação da
termogênese pós-prandial e do
metabolismo de repouso, também
conhecido como Efeito Termogênico
do Alimento.
O ETA é o gasto energético abaixo do
repouso, que ocorre antes da
ingestão dos alimentos.
As proteínas alimentares atuam na
liberação e inibição de diversos
hormônios (peptídeos) relacionados
aos processos de fome e saciedade;
no entanto, isso parece não
influenciar no emagrecimento.
d.
e.
Comentário
da resposta:
A grelina é um peptídeo responsável
pelo aumento da saciedade.
Os peptídeos YY e GLP-1 estão
associados ao aumento da fome.
Unidade II, p. 25. Postula-se que dietas
ricas em proteínas podem aumentar o
gasto energético através da elevação
da termogênese pós-prandial e do
metabolismo de repouso, também
conhecido como efeito termogênico
do alimento (ETA). O ETA é o gasto
energético acima do repouso, que
ocorre após a ingestão dos alimentos.
Também pode ser definido como a
energia requerida para os processos
de digestão, absorção e excreção dos
nutrientes (HALTON; FRANK, 2004).
Pergunta 6
Após o exercício a célula muscular está mais sensível à
captação de aminoácidos, que por sua vez estimulam e
alimentam os processos moleculares responsáveis
pela síntese de proteínas, portanto, logo após o treino,
deve-se ingerir um alimento proteico. Sobre essa
afirmação, assinale a alternativa correta.
0,15 em 0,15 pontos
Resposta
Selecionada:
b.
Respostas: a.
b.
c.
d.
Não é possível concluir que o
estímulo anabólico perdure apenas
um curto período após o exercício.
Para isso, são necessárias análises
durante intervalo de tempo maior, a
fim de identificar o momento no qual
ocorre o retorno da sensibilidade aos
níveis iniciais.
A afirmação está correta, pois os
momentos seguintes ao exercício
representam a “janela de
oportunidade” para o consumo de
proteína.
Não é possível concluir que o
estímulo anabólico perdure apenas
um curto período após o exercício.
Para isso, são necessárias análises
durante intervalo de tempo maior, a
fim de identificar o momento no qual
ocorre o retorno da sensibilidade aos
níveis iniciais.
O exercício exerce pouca influência
sobre as vias moleculares anabólicas,
portanto o consumo de proteína após
o exercício é irrelevante.
A afirmação está correta, mas é
importante reforçar que o efeito da
ingestão de proteína é efetivo apenas
se o consumo acontecer
imediatamente após a sessão de
treino.
e.
Comentário
da resposta:
A afirmação é totalmente incorreta,
pois as evidências atuais refutam a
hipótese de que o consumo de
proteína aliado ao exercício possa
promover adaptações morfológicas e
funcionais no tecido muscular.   
Unidade II, página 11.  “Em resumo, o
exercício “prepara” as células
musculares para receber uma carga de
aminoácidos, que serão utilizados para
sintetizar proteína muscular. Essa
hipótese ficou popularmente
conhecida como “janela metabólica”,
ou “janela de oportunidade”, um
período de aproximadamente 3 horas
seguintes ao exercício, no qual a taxa
de síntese proteica estaria elevada.
Nesse sentido, Pennings et al. (2011)
mostraram que a ingestão de 20 g de
proteína imediatamente após a
realização de uma sessão de 30
minutos de exercícios, aumentou a taxa
de síntese proteica e a incorporação de
aminoácidos no tecido muscular. Vale
salientar que isso não quer dizer que o
intervalo de tempo da “janela de
oportunidade” havia sido determinado.
Na verdade, era necessário que se
experimentasse intervalos maiores de
tempo a fim de se verificar em que
momento o grau de sensibilidade das
vias anabólicas aos EAAs, estimuladas
em função do exercício, passa a
retornar ao estado anterior à sessão de
treino”.
Pergunta 7
Resposta
Selecionada:
a.
Respostas: a.
b.
c.
d.
As recomendações atuais definem que uma dosagem
mínima ideal de proteína por refeição deve ser de
aproximadamente 0,25 g/kg de massa corporal. Antes
de dormir, sobretudo para atletas, também se
recomenda um aporte proteico. A esse respeito, é
correta a afirmação:
É importante, sobretudo para atletas,
ingerir uma quantidade de proteína
correspondente ao dobro da
recomendação por refeição, ou seja,
0,5 g/kg de massa corporal.
É importante, sobretudo para atletas,
ingerir uma quantidade de proteína
correspondente ao dobro da
recomendação por refeição, ou seja,
0,5 g/kg de massa corporal.
Atletas devem consumir uma dose
correspondente à metade da
recomendação diária por dose, ou
seja, 0,12 g/kg de massa corporal.
É necessário cautela ao prescrever a
recomendação, pois alimentos
proteicos oferecidos antes do sono
podem prejudicar os processos de
adaptação no tecido muscular de
atletas.
O aporte extra é importante para
evitar interrupções do sono, pois
mantém o atleta saciado.
0,15 em 0,15 pontos
e.
Comentário
da resposta:
A recomendação deve ser seguida
apenas por atletas de ponta,
excluindo os atletas amadores e
pessoas fisicamente ativas.
Unidade II, página 16. “Finalmente,
Phillips (2014) revisa uma série de
estudos, alguns dos quais aqui
discutidos, a fim de propor uma
recomendação especialmente voltada
para atletas. O pesquisador sugere que
as doses contemplem uma média de
0,25 g/kg de massa corporal em cada
refeição. O autor ainda acrescenta a
importância de um aporte dobrado de
0,5 g/kg antes de dormir, com o
objetivo de minimizar a degradação de
proteínas musculares durante o sono,
assim mantendo o balanço proteico
positivo ao longo do dia”.
Pergunta 8
A leucina, que compõe a tríade dos BCAAs, foi
observada como o principal elemento estimulante das
vias de síntese proteica mediante a ingestão de
proteína intacta, BCAAs ou EAAs. A esse respeito,
assinale a alternativa correta:
0,15 em 0,15 pontos
Resposta
Selecionada:
c.
Respostas: a.
b.
c.
d.
Embora promova estímulo à síntese
proteica no tecido muscular, a
suplementação com leucina isolada
ou BCAAs parece não acrescentar
vantagem sobre o aumento de força e
hipertrofia ao longo de um programa
de treinamento de força.
A disponibilidade de leucina é o
principal fatorestimulante das vias
moleculares responsáveis pelos
processos anabólicos; portanto,
suplementar leucina isoladamente é
uma estratégia eficiente para otimizar
o processo de hipertrofia muscular.
A suplementação de leucina parece
não promover vantagem alguma
sobre as adaptações musculares ao
treinamento de força, exceto se for
utilizada com os demais BCAAs.
Embora promova estímulo à síntese
proteica no tecido muscular, a
suplementação com leucina isolada
ou BCAAs parece não acrescentar
vantagem sobre o aumento de força e
hipertrofia ao longo de um programa
de treinamento de força.
Os estudos mostram que, para a
população idosa, a suplementação de
BCAAs resulta em melhora
significativa de desempenho em
qualquer teste funcional,
diferentemente do que acontece com
um grupo suplementado com
placebo.
e.
Comentário
da resposta:
A ausência de resultados sobre a
função muscular e hipertrofia
mediante a suplementação de BCCAs
se deve à presença da leucina,
responsável por saturar as vias
moleculares de síntese proteica,
prejudicando, assim, a captação de
valina e isoleucina.
Unidade II, páginas 8 e 9.   “Se para a
população idosa os testes não
apresentaram resultados favoráveis a
suplementação de leucina,
recentemente IT et al. (2020) também
não observaram qualquer vantagem
do protocolo quando aplicado em
jovens treinados e que habitualmente
já consumiam doses adequadas de
proteína na rotina alimentar diária.
Esse ensaio, portanto, evidencia a
possibilidade de se dispensar a
utilização de BCAAs ou leucina isolada
como suplementos alimentares. Se por
um lado a hiperaminoacidemia,
sobretudo de EAAs ou apenas BCAAs
ativa vias anabólicas no tecido
muscular, por outro a ingestão oral
desses compostos, mesmo associada
ao treinamento de força, parece não
acrescentar vantagem sobre os
principais desfechos almejados:
hipertrofia muscular e aumento de
força.
Pergunta 9 0,15 em 0,15 pontos
Resposta
Selecionada:
c.
Respostas: a.
b.
c.
d.
Recentemente tem-se observado uma ascensão no
interesse por dietas vegetarianas e veganas. Esse
aumento é fundamentado na premissa de que
padrões alimentares ricos em alimentos vegetais e
pobres em animais, assim como uma menor
densidade energética, são considerados mais
saudáveis, além de estarem menos associados aos
impactos ambientais que a dieta contemporânea
apresenta (MAGKOS et al., 2019). Baseado nisso,
assinale a alternativa CORRETA:
Observa-se que a maioria das
proteínas consumidas no mundo são
mais provenientes de fontes vegetais
(58%) que animais (42%) (FAO, 2009),
ainda que sua predominância possa
variar em diferentes regiões do
planeta.
O mercado de proteínas vegetais está
em decadência nos últimos anos.
Atribui-se à produção de alimentos
plant-based maiores quantidades de
água, terra e energia.
Observa-se que a maioria das
proteínas consumidas no mundo são
mais provenientes de fontes vegetais
(58%) que animais (42%) (FAO, 2009),
ainda que sua predominância possa
variar em diferentes regiões do
planeta.
A maioria dos estudos avalia o
impacto crônico da ingestão de
proteínas sobre a síntese proteica.
e.
Comentário
da resposta:
Assumir que o aumento agudo na
taxa de síntese proteica irá se refletir
em alterações fenotípicas em longo
prazo é uma análise correta.
Unidade II, p. 14. Segundo dados
recentes do The Good Food Institute
(2020), as vendas de produtos plant-
based apresentou um crescimento de
$3,9 bilhões em 2017 para $5,0 bilhões
em 2019, representando um aumento
de 29%. Adicionalmente, observa-se
que a maioria das proteínas
consumidas no mundo são
provenientes de fontes vegetais (58%)
à animais (42%) (FAO, 2009), ainda que
sua predominância possa variar em
diferentes regiões do planeta.
Pergunta 10
Resposta
Selecionada:
e.
Em geral, proteínas plant-based apresentam menor
digestibilidade do que proteínas de origem animal.
Assim, com exceção da proteína derivada da soja,
proteínas plant-based caracterizadas pelo PDCAAS
apresentam valores abaixo de 100%, enquanto
proteínas animais como o leite, carnes e ovos
apresentam valores >90%. Baseado nisso, é correto
afirmar, EXCETO:
As proteínas vegetais apresentam
maior conteúdo de lisina e metionina
em comparação às proteínas animais.
0,15 em 0,15 pontos
Respostas: a.
b.
c.
d.
e.
Comentário
da resposta:
Dependendo do método de
processamento e/ou presença de
vários fatores antinutricionais (i.e.,
substâncias que podem interferir na
digestão e absorção), fontes proteicas
vegetais como milho, aveia, feijão e
ervilha tendem a exibir baixa
digestibilidade.
Uma vez livres dos fatores
antinutricionais, as proteínas plant-
based isoladas podem apresentar
digestibilidade similar à das proteínas
animais.
Observa-se que os aminoácidos
derivados das proteínas vegetais,
como a soja e o trigo, são mais
rapidamente convertidos em ureia
quando comparados aos derivados da
proteína do leite.
Especula-se que a composição dos
aminoácidos essenciais presentes na
fonte proteica seja preditiva na
capacidade de estimular o
anabolismo muscular, e que todos os
aminoácidos essenciais devem estar
presentes em quantidades suficientes
para o estímulo ótimo da síntese
proteica.
As proteínas vegetais apresentam
maior conteúdo de lisina e metionina
em comparação às proteínas animais.
Unidade II, p. 16. Em relação aos de
aminoácidos, as proteínas vegetais
apresentam menor conteúdo de lisina
Sábado, 8 de Março de 2025 15h38min13s BRT
e metionina comparada as proteínas
animais (YOUNG, PELLETT, 1994). Por
exemplo, fontes proteicas vegetais
como o milho e trigo apresentam baixo
conteúdo de lisina, enquanto a lentilha
e a soja em metionina (VLIET et al.
2015). Por outro lado, o feijão preto, a
aveia, a batata e a ervilha podem
apresentam um conteúdo
recomendado suficiente de metionina,
ainda que seu conteúdo ainda seja
baixo se comparado as fontes
proteicas animais.
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