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Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO - Unidade II Utilização de Proteínas Alimentares e Suplementares como Estratégia para Hipertrofia Muscular 16361-40-ED11692_10_10-202432 Unidade II Usuário Vanderleia Vicente Coelho Nunes Curso Utilização de Proteínas Alimentares e Suplementares como Estratégia para Hipertrofia Muscular Teste QUESTIONÁRIO - Unidade II Iniciado 08/03/25 15:31 Enviado 08/03/25 15:38 Status Completada Resultado da tentativa 1,5 em 1,5 pontos Tempo decorrido 7 minutos Resultados exibidos Todas as respostas, Respostas enviadas, Respostas corretas, Comentários, Perguntas respondidas incorretamente Pergunta 1 O consumo proteico diário que favorece a hipertrofia muscular deve ser suficiente para manter um balanço proteico consistentemente positivo. Para alcançar esse objetivo, as evidências apontam para a seguinte recomendação: PÓS EAD COMUNIDADES BIBLIOCONTEÚDOS ACADÊMICOS 0,15 em 0,15 pontos Vanderleia Nunes 1 https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/execute/courseMain?course_id=_224666_1 https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/content/listContent.jsp?course_id=_224666_1&content_id=_2765584_1&mode=reset https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_66_1 https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_69_1 https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_67_1 https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_70_1 https://ava.ead.unip.br/webapps/login/?action=logout Resposta Selecionada: c. Respostas: a. b. c. d. e. Comentário da resposta: Consumo proteico diário de aproximadamente 1,6 g/kg de massa corporal, distribuídos ao longo das refeições. Consumo proteico diário de 0,8 g/kg de massa corporal para populações jovens e 1,6 g/kg para populações de pessoas idosas. Consumo proteico diário de 3 g/kg de massa corporal, acrescidos de uma dose extra de 0,5 g/kg antes de dormir. Consumo proteico diário de aproximadamente 1,6 g/kg de massa corporal, distribuídos ao longo das refeições. Consumo de proteína apenas após sessões de exercício, independentemente do montante diário. Consumo proteico diário de aproximadamente 0,8 g/kg de massa corporal, fracionado ao longo do dia. Unidade II, páginas 16 e 17. “Os autores também reforçaram que 1,6 g/kg ao dia potencializa significativamente mudanças morfológicas no tecido muscular esquelético, independentemente do perfil do público orientado (pessoas idosas, jovens, pessoas fisicamente ativas ou atletas) (WIRTH; HILLESHEIM; BRENNAN, 2020)”. Pergunta 2 Resposta Selecionada: b. Respostas: a. b. c. “Síntese proteica” e “ativação de vias anabólicas” são termos muitas vezes utilizados para explicar desfechos que vão além do seu real significado. A esse respeito, é correto afirmar: Aumento de síntese proteica e ativação das vias anabólicas não devem ser interpretados como prova de aumento de volume muscular, pois esta última só pode ser verificada através de avaliações ao longo do tempo, não agudamente. A síntese proteica muscular significa necessariamente a construção de proteínas contrateis. Aumento de síntese proteica e ativação das vias anabólicas não devem ser interpretados como prova de aumento de volume muscular, pois esta última só pode ser verificada através de avaliações ao longo do tempo, não agudamente. Aumento de síntese proteica está associado a processos catabólicos miofibrilares. 0,15 em 0,15 pontos d. e. Comentário da resposta: A ativação das vias anabólicas pode ser sempre interpretada como um claro sinal de hipertrofia muscular, sem a necessidade de análise a longo prazo. Uma vez que há aumento de síntese proteica, logo está ocorrendo ganho concomitante de volume e força muscular. Unidade II, p. 6. “Por fim, o termo “síntese proteica” é consistentemente usado numa conotação que vai além do real significado, diga-se: aumento da produção de proteínas como um todo, ou seja, não necessariamente proteínas contrateis; e ativação de vias anabólicas, que não necessariamente indica maior síntese de proteínas. Portanto, para se verificar a possibilidade de efeito hipertrófico de uma intervenção dietética, é importante a utilização de técnicas capazes de medir ou minimamente inferir uma variação do volume muscular ao longo do tempo”. Pergunta 3 Avaliar o ganho de massa muscular mediante a ingestão de diferentes fontes proteicas é uma tarefa metodológica delicada, uma vez que diversas variáveis de confusão (padrão alimentar, ingestão proteica 0,15 em 0,15 pontos Resposta Selecionada: e. Respostas: a. b. c. diária não controlada, timing etc.) podem interferir no desfecho primário. Portanto, os poucos estudos que avaliaram cronicamente a ingestão de proteínas vegetais apresentam limitações que devem ser levadas em consideração. A maioria dos estudos ofertam a proteína de forma a suplementar o padrão alimentar predominantemente omnívoro dos sujeitos, e não a uma dieta exclusivamente vegetariana. Isso, em última análise, poderia atenuar os efeitos anabólicos das fontes vegetais. Em relação às proteínas plant-based e animal no ganho de massa muscular, é correto afirmar, EXCETO: A ingestão de quantidades maiores de proteínas plant -based parece não compensar as menores concentrações de aminoácidos essenciais presentes nestas fontes. Possivelmente doses maiores de proteínas vegetais sejam suficientes para atingir o limiar de leucina e assim ter maximizado o estímulo à síntese proteica. Sugere-se que a combinação de diversas fontes proteicas vegetais, e não somente o consumo isolado de uma única fonte vegetal, possa melhorar o perfil de aminoácidos de uma refeição, conduzindo assim a uma melhor resposta à síntese proteica. Ainda que o aumento no consumo proteico proveniente de fontes vegetais possa promover adaptações similares às fontes animais, não se conhecem ainda os mecanismos que possam explicar este fenômeno. d. e. Comentário da resposta: A combinação de cereais e grãos integrais – que apresentam baixo conteúdo de lisina e alto conteúdo de metionina – com as leguminosas – que apresentam alto conteúdo de lisina e baixo conteúdo de metionina – parece ser uma boa estratégia para ingerir uma proteína “completa”. A ingestão de quantidades maiores de proteínas plant -based parece não compensar as menores concentrações de aminoácidos essenciais presentes nestas fontes. Unidade II, p. 19. De fato, a ingestão de quantidade maiores de proteínas plant - based parecem compensar as menores concentrações de aminoácidos essenciais presentes nestas fontes. Joy et al. (2013) observaram que a ingestão de 48g da proteína isolada do arroz imediatamente após a sessão de treino de força, durante 8 semanas de treinamento, promoveu ganhos de massa magra similares a ingestão de 48 g de whey protein (2,5 Kg x 3,2 Kg respectivamente). Possivelmente essa dose de proteína tenha sido suficiente para atingir o limiar de leucina e assim ter maximizado o estímulo a síntese proteica. Pergunta 4 0,15 em 0,15 pontos Resposta Selecionada: c. Respostas: a. b. c. O crescimento da população idosa é um fenômeno global, e estima-se que em 2025 possivelmente 15% (mais de 30 milhões) da população brasileira será representada por pessoas idosas, colocando o país em sexto colocado no mundo em número de pessoas idosas (INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA, 2013). Baseado nisso, assinale abaixo a alternativa CORRETA: Com o envelhecimento, diversas alterações fisiológicas ocorrem, e uma das principais delas é a redução progressiva da massa muscular, acompanhada do aumento da massa adiposa, ainda que o peso corporal total possa permanecer constante ao longo da vida. A saúde de pessoas idosas não é diretamente influenciada pela quantidade e proporção adequada de nutrientes oferecidos pela dieta. O consumo adequado de carboidrato torna-se essencial para minimizar as perdas de massa muscular que ocorrem com o avançar da idade. Com o envelhecimento, diversas alteraçõesfisiológicas ocorrem, e uma das principais delas é a redução progressiva da massa muscular, acompanhada do aumento da massa adiposa, ainda que o peso corporal total possa permanecer constante ao longo da vida. d. e. Comentário da resposta: O pico de massa muscular é atingido entre 10 e 20 anos de idade, e posteriormente observa-se uma taxa na perda de massa magra de aproximadamente 3 – 8% por década. A perda muscular progressiva que ocorre com o avançar da idade é denominada dinapenia. Unidade II, p. 21. Com o envelhecimento, diversas alterações fisiológicas ocorrem, e uma das principais delas é a redução progressiva da massa muscular, acompanhado do aumento da massa adiposa, ainda que o peso corporal total possa permanecer constante ao longo da vida (RIDDLE, STIPANUK, THALACKER-MERCER, 2016). O pico de massa muscular é atingido entre 20 e 35 anos de idade, e posteriormente observa-se uma taxa na perda de massa magra de aproximadamente 3 – 8% por década. Após os 60 anos, essa taxa de perda pode se acelerar ainda mais, atingindo aproximadamente 15% por década, especialmente na presença da inatividade física e consumo inadequado de energia e proteínas (MALAFARINA et al., 2013). Pergunta 5 0,15 em 0,15 pontos Resposta Selecionada: a. Respostas: a. b. c. No que se refere a dietas hiperproteicas, não existe um consenso geral, mas a indústria utiliza o termo para se referir a produtos com 20% de energia proveniente das proteínas. Já as dietas hiperproteicas comumente reportadas nos estudos que objetivam perda de peso geralmente utilizam em média 30% do valor energético total proveniente das proteínas (JOHNSTONE, 2012). Em relação aos possíveis mecanismos de ação das proteínas no emagrecimento, assinale a alternativa correta: Postula-se que dietas ricas em proteínas podem aumentar o gasto energético através da elevação da termogênese pós-prandial e do metabolismo de repouso, também conhecido como Efeito Termogênico do Alimento. Postula-se que dietas ricas em proteínas podem aumentar o gasto energético através da elevação da termogênese pós-prandial e do metabolismo de repouso, também conhecido como Efeito Termogênico do Alimento. O ETA é o gasto energético abaixo do repouso, que ocorre antes da ingestão dos alimentos. As proteínas alimentares atuam na liberação e inibição de diversos hormônios (peptídeos) relacionados aos processos de fome e saciedade; no entanto, isso parece não influenciar no emagrecimento. d. e. Comentário da resposta: A grelina é um peptídeo responsável pelo aumento da saciedade. Os peptídeos YY e GLP-1 estão associados ao aumento da fome. Unidade II, p. 25. Postula-se que dietas ricas em proteínas podem aumentar o gasto energético através da elevação da termogênese pós-prandial e do metabolismo de repouso, também conhecido como efeito termogênico do alimento (ETA). O ETA é o gasto energético acima do repouso, que ocorre após a ingestão dos alimentos. Também pode ser definido como a energia requerida para os processos de digestão, absorção e excreção dos nutrientes (HALTON; FRANK, 2004). Pergunta 6 Após o exercício a célula muscular está mais sensível à captação de aminoácidos, que por sua vez estimulam e alimentam os processos moleculares responsáveis pela síntese de proteínas, portanto, logo após o treino, deve-se ingerir um alimento proteico. Sobre essa afirmação, assinale a alternativa correta. 0,15 em 0,15 pontos Resposta Selecionada: b. Respostas: a. b. c. d. Não é possível concluir que o estímulo anabólico perdure apenas um curto período após o exercício. Para isso, são necessárias análises durante intervalo de tempo maior, a fim de identificar o momento no qual ocorre o retorno da sensibilidade aos níveis iniciais. A afirmação está correta, pois os momentos seguintes ao exercício representam a “janela de oportunidade” para o consumo de proteína. Não é possível concluir que o estímulo anabólico perdure apenas um curto período após o exercício. Para isso, são necessárias análises durante intervalo de tempo maior, a fim de identificar o momento no qual ocorre o retorno da sensibilidade aos níveis iniciais. O exercício exerce pouca influência sobre as vias moleculares anabólicas, portanto o consumo de proteína após o exercício é irrelevante. A afirmação está correta, mas é importante reforçar que o efeito da ingestão de proteína é efetivo apenas se o consumo acontecer imediatamente após a sessão de treino. e. Comentário da resposta: A afirmação é totalmente incorreta, pois as evidências atuais refutam a hipótese de que o consumo de proteína aliado ao exercício possa promover adaptações morfológicas e funcionais no tecido muscular. Unidade II, página 11. “Em resumo, o exercício “prepara” as células musculares para receber uma carga de aminoácidos, que serão utilizados para sintetizar proteína muscular. Essa hipótese ficou popularmente conhecida como “janela metabólica”, ou “janela de oportunidade”, um período de aproximadamente 3 horas seguintes ao exercício, no qual a taxa de síntese proteica estaria elevada. Nesse sentido, Pennings et al. (2011) mostraram que a ingestão de 20 g de proteína imediatamente após a realização de uma sessão de 30 minutos de exercícios, aumentou a taxa de síntese proteica e a incorporação de aminoácidos no tecido muscular. Vale salientar que isso não quer dizer que o intervalo de tempo da “janela de oportunidade” havia sido determinado. Na verdade, era necessário que se experimentasse intervalos maiores de tempo a fim de se verificar em que momento o grau de sensibilidade das vias anabólicas aos EAAs, estimuladas em função do exercício, passa a retornar ao estado anterior à sessão de treino”. Pergunta 7 Resposta Selecionada: a. Respostas: a. b. c. d. As recomendações atuais definem que uma dosagem mínima ideal de proteína por refeição deve ser de aproximadamente 0,25 g/kg de massa corporal. Antes de dormir, sobretudo para atletas, também se recomenda um aporte proteico. A esse respeito, é correta a afirmação: É importante, sobretudo para atletas, ingerir uma quantidade de proteína correspondente ao dobro da recomendação por refeição, ou seja, 0,5 g/kg de massa corporal. É importante, sobretudo para atletas, ingerir uma quantidade de proteína correspondente ao dobro da recomendação por refeição, ou seja, 0,5 g/kg de massa corporal. Atletas devem consumir uma dose correspondente à metade da recomendação diária por dose, ou seja, 0,12 g/kg de massa corporal. É necessário cautela ao prescrever a recomendação, pois alimentos proteicos oferecidos antes do sono podem prejudicar os processos de adaptação no tecido muscular de atletas. O aporte extra é importante para evitar interrupções do sono, pois mantém o atleta saciado. 0,15 em 0,15 pontos e. Comentário da resposta: A recomendação deve ser seguida apenas por atletas de ponta, excluindo os atletas amadores e pessoas fisicamente ativas. Unidade II, página 16. “Finalmente, Phillips (2014) revisa uma série de estudos, alguns dos quais aqui discutidos, a fim de propor uma recomendação especialmente voltada para atletas. O pesquisador sugere que as doses contemplem uma média de 0,25 g/kg de massa corporal em cada refeição. O autor ainda acrescenta a importância de um aporte dobrado de 0,5 g/kg antes de dormir, com o objetivo de minimizar a degradação de proteínas musculares durante o sono, assim mantendo o balanço proteico positivo ao longo do dia”. Pergunta 8 A leucina, que compõe a tríade dos BCAAs, foi observada como o principal elemento estimulante das vias de síntese proteica mediante a ingestão de proteína intacta, BCAAs ou EAAs. A esse respeito, assinale a alternativa correta: 0,15 em 0,15 pontos Resposta Selecionada: c. Respostas: a. b. c. d. Embora promova estímulo à síntese proteica no tecido muscular, a suplementação com leucina isolada ou BCAAs parece não acrescentar vantagem sobre o aumento de força e hipertrofia ao longo de um programa de treinamento de força. A disponibilidade de leucina é o principal fatorestimulante das vias moleculares responsáveis pelos processos anabólicos; portanto, suplementar leucina isoladamente é uma estratégia eficiente para otimizar o processo de hipertrofia muscular. A suplementação de leucina parece não promover vantagem alguma sobre as adaptações musculares ao treinamento de força, exceto se for utilizada com os demais BCAAs. Embora promova estímulo à síntese proteica no tecido muscular, a suplementação com leucina isolada ou BCAAs parece não acrescentar vantagem sobre o aumento de força e hipertrofia ao longo de um programa de treinamento de força. Os estudos mostram que, para a população idosa, a suplementação de BCAAs resulta em melhora significativa de desempenho em qualquer teste funcional, diferentemente do que acontece com um grupo suplementado com placebo. e. Comentário da resposta: A ausência de resultados sobre a função muscular e hipertrofia mediante a suplementação de BCCAs se deve à presença da leucina, responsável por saturar as vias moleculares de síntese proteica, prejudicando, assim, a captação de valina e isoleucina. Unidade II, páginas 8 e 9. “Se para a população idosa os testes não apresentaram resultados favoráveis a suplementação de leucina, recentemente IT et al. (2020) também não observaram qualquer vantagem do protocolo quando aplicado em jovens treinados e que habitualmente já consumiam doses adequadas de proteína na rotina alimentar diária. Esse ensaio, portanto, evidencia a possibilidade de se dispensar a utilização de BCAAs ou leucina isolada como suplementos alimentares. Se por um lado a hiperaminoacidemia, sobretudo de EAAs ou apenas BCAAs ativa vias anabólicas no tecido muscular, por outro a ingestão oral desses compostos, mesmo associada ao treinamento de força, parece não acrescentar vantagem sobre os principais desfechos almejados: hipertrofia muscular e aumento de força. Pergunta 9 0,15 em 0,15 pontos Resposta Selecionada: c. Respostas: a. b. c. d. Recentemente tem-se observado uma ascensão no interesse por dietas vegetarianas e veganas. Esse aumento é fundamentado na premissa de que padrões alimentares ricos em alimentos vegetais e pobres em animais, assim como uma menor densidade energética, são considerados mais saudáveis, além de estarem menos associados aos impactos ambientais que a dieta contemporânea apresenta (MAGKOS et al., 2019). Baseado nisso, assinale a alternativa CORRETA: Observa-se que a maioria das proteínas consumidas no mundo são mais provenientes de fontes vegetais (58%) que animais (42%) (FAO, 2009), ainda que sua predominância possa variar em diferentes regiões do planeta. O mercado de proteínas vegetais está em decadência nos últimos anos. Atribui-se à produção de alimentos plant-based maiores quantidades de água, terra e energia. Observa-se que a maioria das proteínas consumidas no mundo são mais provenientes de fontes vegetais (58%) que animais (42%) (FAO, 2009), ainda que sua predominância possa variar em diferentes regiões do planeta. A maioria dos estudos avalia o impacto crônico da ingestão de proteínas sobre a síntese proteica. e. Comentário da resposta: Assumir que o aumento agudo na taxa de síntese proteica irá se refletir em alterações fenotípicas em longo prazo é uma análise correta. Unidade II, p. 14. Segundo dados recentes do The Good Food Institute (2020), as vendas de produtos plant- based apresentou um crescimento de $3,9 bilhões em 2017 para $5,0 bilhões em 2019, representando um aumento de 29%. Adicionalmente, observa-se que a maioria das proteínas consumidas no mundo são provenientes de fontes vegetais (58%) à animais (42%) (FAO, 2009), ainda que sua predominância possa variar em diferentes regiões do planeta. Pergunta 10 Resposta Selecionada: e. Em geral, proteínas plant-based apresentam menor digestibilidade do que proteínas de origem animal. Assim, com exceção da proteína derivada da soja, proteínas plant-based caracterizadas pelo PDCAAS apresentam valores abaixo de 100%, enquanto proteínas animais como o leite, carnes e ovos apresentam valores >90%. Baseado nisso, é correto afirmar, EXCETO: As proteínas vegetais apresentam maior conteúdo de lisina e metionina em comparação às proteínas animais. 0,15 em 0,15 pontos Respostas: a. b. c. d. e. Comentário da resposta: Dependendo do método de processamento e/ou presença de vários fatores antinutricionais (i.e., substâncias que podem interferir na digestão e absorção), fontes proteicas vegetais como milho, aveia, feijão e ervilha tendem a exibir baixa digestibilidade. Uma vez livres dos fatores antinutricionais, as proteínas plant- based isoladas podem apresentar digestibilidade similar à das proteínas animais. Observa-se que os aminoácidos derivados das proteínas vegetais, como a soja e o trigo, são mais rapidamente convertidos em ureia quando comparados aos derivados da proteína do leite. Especula-se que a composição dos aminoácidos essenciais presentes na fonte proteica seja preditiva na capacidade de estimular o anabolismo muscular, e que todos os aminoácidos essenciais devem estar presentes em quantidades suficientes para o estímulo ótimo da síntese proteica. As proteínas vegetais apresentam maior conteúdo de lisina e metionina em comparação às proteínas animais. Unidade II, p. 16. Em relação aos de aminoácidos, as proteínas vegetais apresentam menor conteúdo de lisina Sábado, 8 de Março de 2025 15h38min13s BRT e metionina comparada as proteínas animais (YOUNG, PELLETT, 1994). Por exemplo, fontes proteicas vegetais como o milho e trigo apresentam baixo conteúdo de lisina, enquanto a lentilha e a soja em metionina (VLIET et al. 2015). Por outro lado, o feijão preto, a aveia, a batata e a ervilha podem apresentam um conteúdo recomendado suficiente de metionina, ainda que seu conteúdo ainda seja baixo se comparado as fontes proteicas animais. ← OK