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Modulo 1- Coaching e Planejamento de Carreira
1. Apresentação
2. Reflexões sobre carreira
3. Life Coach e Psicologia Positiva
4. Business Coaching e Planejamento de Carreira
5. O poder da comunicação
6. Relacionamentos Interpessoais
7. Gestão da Inovação e Design Thinking
8. Gestão do Tempo e Empreendedorismo
PRESENTAÇÂO 
A disciplina de Coaching e Planejamento de Carreira visa proporcionar ferramentas e conhecimentos para auxiliar na construção de uma carreira sustentável e consciente, alinhada aos seus objetivos, interesses e talentos. O foco é capacitar o aluno a utilizar melhor seus recursos, especialmente tempo e finanças, através de escolhas mais assertivas e conscientes. A proposta é combinar teoria e prática, utilizando elementos da psicologia positiva, inovação, produtividade e empreendedorismo, além de ferramentas de comunicação, gestão e gestão do tempo. O objetivo é auxiliar na construção de um perfil profissional versátil, preparado para diferentes possibilidades de carreira. A disciplina aborda a importância do autoconhecimento, explorando seus talentos e como eles podem contribuir para o alcance de seus objetivos. Através de exercícios práticos e reflexões, você poderá traçar um plano de desenvolvimento de carreira estruturado e eficiente. A gestão do tempo e a otimização da produtividade são aspectos cruciais para o sucesso profissional. A disciplina explora ferramentas e técnicas para auxiliar na organização do tempo, priorização de tarefas e aprimoramento da produtividade, permitindo que você alcance melhores resultados em menos tempo. O desenvolvimento de um modelo mental positivo, focado em crescimento, prosperidade e bem-estar, é fundamental para a construção de uma carreira sólida e gratificante. A disciplina incentiva a reflexão sobre seus valores, crenças e propósito de vida, auxiliando na definição de uma trajetória profissional mais significativa. A importância das competências comportamentais, como a inteligência emocional, a capacidade de comunicação e a resiliência, é amplamente discutida na disciplina. Você aprenderá a lidar melhor com as próprias emoções, a se comunicar de forma eficaz e a superar os desafios com mais facilidade. A disciplina também aborda a importância do networking e da construção de relacionamentos profissionais sólidos. Você aprenderá a identificar e se conectar com pessoas relevantes em sua área de atuação, expandindo suas oportunidades de carreira. A professora Fernanda Souza, psicóloga com vasta experiência em Recursos Humanos e especialista em gestão, compartilha sua trajetória profissional e utiliza exemplos práticos para ilustrar os conceitos abordados na disciplina. A paixão da professora por livros e sua busca constante por novos conhecimentos refletem a importância do aprendizado contínuo para o desenvolvimento profissional. A disciplina incentiva a leitura e a busca por aprimoramento constante. Ao final da disciplina, você terá adquirido um conjunto de ferramentas e conhecimentos valiosos para construir uma carreira de sucesso, alinhada aos seus valores, interesses e objetivos, além de desenvolver um mindset positivo e resiliente para enfrentar os desafios do mercado de trabalho. 
Resumo da aula 2
Resumo da aulaReflexões sobre carreira
A jornada profissional é um processo dinâmico que se molda ao longo da vida, impulsionado por escolhas, aspirações e circunstâncias. A escolha da profissão, muitas vezes iniciada na infância como um sonho distante, carrega consigo um peso significativo, representando não apenas uma forma de sustento, mas também um reflexo da identidade e do status social que almejamos. No entanto, essa decisão não é imune às pressões externas. As expectativas familiares, as normas sociais e a busca por reconhecimento influenciam nossas decisões, muitas vezes nos levando a questionar se estamos no caminho certo. Edgar Schein, em sua teoria dos ciclos de influência, argumenta que nossas escolhas profissionais são moldadas por três ciclos interdependentes: o biossocial, o profissional e o familiar. O ciclo biossocial, relacionado à nossa disposição física e mental, sofre alterações ao longo da vida. A energia vibrante da juventude pode dar lugar à busca por estabilidade e qualidade de vida na maturidade. O ciclo profissional, por sua vez, reflete a experiência acumulada ao longo da trajetória, levando-nos a buscar desafios e oportunidades alinhadas com nossos conhecimentos e aspirações. Já o ciclo familiar impõe a necessidade de conciliar as responsabilidades profissionais com as demandas da vida pessoal, como a criação dos filhos ou o cuidado com familiares. Diante de um mercado de trabalho em constante mutação, diversas possibilidades de carreira se apresentam, desafiando os modelos tradicionais. A carreira em Y, por exemplo, oferece um ponto de inflexão em que o profissional, após acumular experiência técnica, decide entre aprofundar seus conhecimentos em uma especialização ou seguir o caminho da gestão. A carreira em W, por outro lado, reflete a fluidez do mercado atual, permitindo que o profissional transite entre cargos técnicos e de liderança, adaptando-se a diferentes projetos e demandas. As carreiras complementares, cada vez mais comuns, oferecem a oportunidade de conciliar diferentes paixões e habilidades, como no caso de um profissional que atua como professor e consultor. O empreendedorismo, impulsionado pela busca por autonomia e inovação, desponta como uma alternativa para aqueles que desejam construir algo próprio e deixar sua marca no mundo. Em meio a tantas possibilidades, surge o desafio de integrar a vida pessoal e profissional de forma harmônica. O conceito japonês de Ikigai oferece uma bússola para encontrar o propósito de vida, combinando paixão, talento, missão e profissão. Encontrar o ponto de equilíbrio entre o que amamos fazer, o que fazemos bem, o que nos remunera e o que contribui para o mundo é a chave para uma vida profissional mais plena e significativa. No entanto, essa busca não deve ser encarada como uma obrigação, mas sim como um processo gradual de autoconhecimento e descoberta. Para trilhar uma trajetória profissional de sucesso, o desenvolvimento de competências é essencial. O conhecimento, adquirido por meio da educação formal e da busca constante por aprimoramento, fornece a base teórica para a atuação profissional. A habilidade, por sua vez, reside na capacidade de aplicar o conhecimento de forma prática, transformando ideias em ações e soluções. No entanto, é a atitude, o comportamento no ambiente de trabalho, que muitas vezes determina o sucesso ou o fracasso. A capacidade de se comunicar efetivamente, trabalhar em equipe, lidar com pressão e se adaptar a novos desafios são características cada vez mais valorizadas no mercado de trabalho. Em suma, a jornada profissional é um processo dinâmico e desafiador, que exige constante adaptação e busca por aprimoramento. Ao longo desse percurso, é fundamental manter o foco no autoconhecimento, identificar os ciclos de influência que moldam nossas decisões e buscar oportunidades que estejam alinhadas com nossos valores, paixões e propósito de vida. O desenvolvimento de competências, aliado a uma atitude positiva e proativa, é crucial para superar os obstáculos e alcançar o sucesso profissional em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo e em constante transformação.
Life Coach e Psicologia Positiva
Textual
Podcast
O Life Coaching é uma poderosa ferramenta de desenvolvimento pessoal que auxilia na identificação e no alcance de objetivos, tanto na esfera profissional quanto na pessoal. Originário da palavra húngara "kocsi", que significa carruagem, o coaching simboliza a jornada de progresso, com o coach atuando como um facilitador nesse processo. Diferentemente do mentoring, que se baseia em conselhos diretos, e da terapia, que se concentra na saúde mental, o coaching estimula o indivíduo a encontrar suas próprias soluções e a traçar planos de ação concretos. A Psicologia Positiva, por sua vez, complementa o coaching aoàs aplicações. Vozes, 2015.
CAMELO, Joseanne de Lima Sales. Gestão de carreira. Intersaberes, 2021.
DIAS, E. W. Carreira: a essência sobre a forma. 2. ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2023.
KNAPIK, J. Gestão de pessoas e talentos. Intersaberes, 2012.
LEITE, Aria Stella Sampaio. Orientação profissional. Blucher, 2018.
LISBOA, Marilu Diez; SOARES, Dulce Helena Penna. Orientação profissional em ação. v. 1. Grupo Summus, 2017.
QUENEHEN, Rômulo. Gestão de pessoas. 1. ed. São Paulo: Contentus, 2020.
ZACHARIAS, José Jorge de Morais. Breve guia para orientação de carreira e coaching. 1. ed. São Paulo: Vetor, 2016.
 
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Relacionamentos Interpessoais
Introdução
Nesta aula vamos abordar aspectos fundamentais que influenciam a qualidade das relações humanas no ambiente de trabalho. Exploraremos como a confiança e a reciprocidade são essenciais para estabelecer conexões duradouras e produtivas. Além disso, discutiremos a importância da comunicação eficaz, a prática da empatia e a gestão de conflitos. Cada um desses elementos desempenha um papel crucial na construção de redes profissionais saudáveis, na resolução de problemas e na criação de oportunidades de crescimento pessoal e profissional.
Objetivos da aula
· Compreender o impacto da confiança e da reciprocidade nos relacionamentos interpessoais.
· Explorar estratégias de comunicação eficaz, focando no alinhamento de expectativas.
· Desenvolver uma compreensão prática sobre a empatia no ambiente de trabalho e seus limites.
· Analisar as dinâmicas de poder e as estratégias de gestão de conflitos no ambiente organizacional.
· Refletir sobre os diferentes estilos de negociação e suas aplicações práticas.
 
Resumo
Os relacionamentos interpessoais são a base de qualquer ambiente profissional saudável e produtivo. Aristóteles já afirmava que o ser humano é um animal social, e nossa necessidade de conexão se reflete em todos os aspectos de nossas vidas, inclusive no trabalho. A confiança é o alicerce de qualquer relação, sendo construída ao longo do tempo por meio de sinais consistentes e previsíveis. A confiança envolve tanto aspectos cognitivos quanto emocionais, proporcionando segurança e reduzindo o estresse em nossas interações. Ao lado da confiança, a reciprocidade se destaca como uma prática importante: dar e receber de forma equilibrada fortalece os laços entre as pessoas.
A comunicação eficaz é essencial para alinhar expectativas e evitar mal-entendidos. Muitas vezes, o emissor e o receptor de uma mensagem possuem percepções diferentes sobre o que está sendo comunicado, especialmente em situações de mudança organizacional. Uma comunicação que não leve em conta as preocupações do outro pode gerar desconfiança e tensão. Assim, a compreensão do "ritmo" do outro, como descrito por autores como Elisama Santos, é fundamental para uma comunicação eficaz. Além disso, o autoconhecimento é vital para ajustar nosso estilo de comunicação e evitar conflitos desnecessários.
A empatia é outro componente essencial dos relacionamentos interpessoais. Ao contrário do que se acredita, empatia não é "se colocar no lugar do outro", mas sim encontrar pontos de conexão emocional que criem uma sintonia entre as partes. Brené Brown e Humberto Maturana destacam que a empatia está intimamente ligada ao respeito pelo ponto de vista do outro, mesmo que não compartilhemos da mesma experiência. No entanto, é importante reconhecer os limites da empatia. Como discutido por Adam Waits, ser empático pode consumir recursos emocionais e mentais, tornando difícil praticar a empatia de maneira contínua em todos os contextos.
Finalmente, os conflitos são inevitáveis em ambientes de trabalho. Eles podem surgir de diversas fontes, como objetivos incompatíveis, escassez de recursos, ou até mesmo problemas de comunicação. A chave para lidar com esses conflitos está em escolher estratégias de negociação adequadas, sejam elas distributivas, integrativas, posicional ou baseada em princípios. O conflito não precisa ser visto como algo negativo; ele pode ser construtivo, permitindo uma troca de perspectivas e a criação de soluções inovadoras. No entanto, é fundamental que as emoções e percepções envolvidas sejam cuidadosamente gerenciadas para evitar a escalada do conflito.
 
Como aplicar na prática o que aprendeu
Para aplicar esses conceitos na prática, é importante começar cultivando a confiança em suas interações profissionais por meio de comportamentos consistentes e previsíveis. Além disso, pratique a escuta ativa e alinhe expectativas sempre que estiver comunicando uma mudança ou resolvendo um problema. Desenvolva a empatia no seu ambiente de trabalho, reconhecendo suas próprias emoções e se conectando com os sentimentos dos outros. Quando surgir um conflito, utilize as estratégias de negociação aprendidas para buscar uma solução construtiva e sustentável.
 
 
Conteúdo bônus
Para quem deseja aprofundar os conceitos discutidos nesta aula, recomendo a leitura do livro Dar e Receber, de Adam Grant, que explora os diferentes tipos de relacionamentos interpessoais no ambiente de trabalho, focando em como os doadores têm mais sucesso a longo prazo. Além disso, assista ao vídeo "O Poder da Empatia" de Brené Brown no YouTube, que aprofunda a discussão sobre a importância da empatia e os desafios que ela apresenta em nosso cotidiano profissional.
 
Referências Bibliográficas
 
BARROSO, Sabrina Martins; SCORSOLINI-COMIN, Fabio; NASCIMENTO, Elizabeth do. Avaliação psicológica: da teoria às aplicações. Vozes, 2015.
CAMELO, Joseanne de Lima Sales. Gestão de carreira. Intersaberes, 2021.
DIAS, E. W. Carreira: a essência sobre a forma. 2. ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2023.
KNAPIK, J. Gestão de pessoas e talentos. Intersaberes, 2012.
LEITE, Aria Stella Sampaio. Orientação profissional. Blucher, 2018.
LISBOA, Marilu Diez; SOARES, Dulce Helena Penna. Orientação profissional em ação. v. 1. Grupo Summus, 2017.
QUENEHEN, Rômulo. Gestão de pessoas. 1. ed. São Paulo: Contentus, 2020.
ZACHARIAS, José Jorge de Morais. Breve guia para orientação de carreira e coaching. 1. ed. São Paulo: Vetor, 2016.
 
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Gestão da Inovação e Design Thinking
Introdução
Nesta aula sobre Gestão da Inovação e Design Thinking, exploraremos conceitos fundamentais que capacitam profissionais a criar e implementar soluções inovadoras no ambiente organizacional. Discutiremos como os avanços tecnológicos e a mudança na relação entre o físico e o digital estão redefinindo os modelos de negócios. Além disso, aprofundaremos nos princípios e etapas do Design Thinking como metodologia para resolver problemas complexos, examinaremos o processo criativo e veremos como transformar ideias em inovações concretas que agregam valor ao mercado.
Objetivos da aula
· Compreender os novos paradigmas de negócios e a transição de modelos reprodutivos para produtivos.
· Explorar os fundamentos e as etapas do Design Thinking como abordagem para a inovação.
· Analisar as premissas do processo criativo e sua relação com a inovação individual e organizacional.
· Desenvolver estratégias para implementar soluções inovadoras no ambiente de trabalho.
· Identificar as competências e habilidades necessárias para fomentar a inovação e a criatividade.
 
Resumo
A inovação tornou-se essencial para o sucesso e a sobrevivência das organizações no cenário atual, caracterizado por rápidas mudanças tecnológicas e uma concorrência acirrada. A transição de modelos de negócios reprodutivos para produtivos reflete a necessidade de olhar para os problemas sob novas perspectivas, buscando soluções que vão além da mera replicação do que já existe. Em vez de simplesmente reproduzir modelos de sucesso, as empresas precisam inovar, criando produtos e serviços que atendam às necessidades emergentes dos clientes de maneiras únicas e eficazes.
Os avanços tecnológicos têm sido um catalisador significativo nessa transformação. Tecnologias como inteligência artificial, big data e internet das coisas permitiram o surgimento de novas formas de interação com os consumidorese de oferta de produtos e serviços. Por exemplo, a Uber revolucionou o setor de mobilidade ao não apenas melhorar o serviço de táxi existente, mas ao introduzir um modelo totalmente novo que conecta motoristas particulares a passageiros por meio de uma plataforma tecnológica. Essa inovação foi possível graças à capacidade de processamento aprimorada, à ubiquidade dos smartphones e à evolução das redes de comunicação.
Além disso, a mudança na relação entre o físico e o digital permitiu que os negócios expandissem seus ecossistemas, integrando uma variedade de serviços e produtos complementares que agregam valor ao cliente. No setor automotivo, por exemplo, os veículos modernos não são apenas meios de transporte; eles são plataformas conectadas que oferecem serviços de entretenimento, navegação, segurança e muito mais, integrando aplicativos, softwares e outros componentes digitais. Essa integração cria um ecossistema de negócios mais robusto e centrado no cliente.
Para navegar nesse ambiente complexo, o Design Thinking emerge como uma abordagem poderosa para resolver problemas complexos e fomentar a inovação. Baseado em princípios como empatia, colaboração e experimentação, o Design Thinking incentiva as equipes a entender profundamente as necessidades dos usuários. Isso envolve sair a campo, realizar entrevistas, observar e interagir com os usuários para captar insights valiosos que não seriam obtidos através de análises superficiais.
A empatia é um componente central do Design Thinking. Ela exige que os inovadores se coloquem no lugar dos usuários para compreender seus desafios e motivações. Isso implica uma escuta ativa e a suspensão de julgamentos pré-concebidos, permitindo que insights valiosos emerjam do contato direto com os usuários. Compreender profundamente o problema é crucial, pois orienta todo o processo subsequente de ideação e prototipagem. Sem um entendimento claro do que precisa ser resolvido, as soluções propostas podem não atender às necessidades reais dos usuários.
No processo de ideação, a colaboração desempenha um papel fundamental. Reunir equipes multidisciplinares permite que diversas perspectivas sejam consideradas, enriquecendo a gama de possíveis soluções. A fase de prototipagem e testes é igualmente importante, pois permite que as ideias sejam materializadas em formatos tangíveis que podem ser avaliados e refinados com base no feedback real dos usuários.
O processo criativo é alimentado pela curiosidade e pela disposição de questionar convenções estabelecidas. Conforme discutido por Adam Grant em seu livro Originais, a originalidade surge da rejeição do convencional e da busca por opções melhores. Isso requer uma mentalidade aberta ao risco e à experimentação, reconhecendo que o fracasso é parte inerente do caminho para a inovação. Grant destaca que quanto mais valorizamos a realização, mais tememos o fracasso, o que pode inibir a criatividade. Portanto, é crucial criar um ambiente que equilibre o nível de desafio com as habilidades da equipe, estimulando o estado de "flow" onde a criatividade pode florescer.
Implementar soluções inovadoras envolve transformar ideias criativas em produtos ou serviços viáveis. Isso requer não apenas a geração de ideias, mas também a aplicação de um processo estruturado que inclui prototipagem, testes, ajustes e a consideração de recursos disponíveis. É importante resgatar a missão profissional e alinhar as inovações com os valores e propósitos da organização ou do indivíduo. Além disso, é necessário estar preparado para ajustes e adaptações ao longo do caminho, mantendo a flexibilidade e a abertura ao aprendizado contínuo.
A gestão da inovação não é um processo linear, mas uma jornada que exige resiliência, colaboração e uma visão clara dos objetivos a serem alcançados. Ao aplicar os princípios do Design Thinking e fomentar uma cultura de experimentação, as organizações podem não apenas resolver problemas complexos, mas também criar valor significativo para seus clientes e para a sociedade em geral.
 
Como aplicar na prática o que aprendeu
Para colocar esses conceitos em prática, comece identificando um problema ou oportunidade em seu ambiente de trabalho que possa se beneficiar de uma abordagem inovadora. Utilize os princípios do Design Thinking para aprofundar o entendimento das necessidades dos usuários ou stakeholders envolvidos. Forme equipes multidisciplinares para fomentar a colaboração e a diversidade de perspectivas. Prossiga para a fase de ideação, incentivando a geração de múltiplas soluções sem julgamentos prematuros. Crie protótipos rápidos e realize testes em pequena escala para validar as hipóteses e obter feedback. Esteja aberto a ajustes e refinamentos, iterando o processo conforme necessário. Ao longo do caminho, mantenha o alinhamento com a missão e os valores da organização, garantindo que as soluções implementadas agreguem valor e estejam em sintonia com os objetivos estratégicos.
 
Conteúdo bônus
Para quem deseja aprofundar seus conhecimentos sobre Design Thinking e entender como essa abordagem pode ser aplicada na prática, recomendo assistir ao vídeo "O QUE É DESIGN THINKING E PARA QUE SERVE?" do canal Mario Trentim - Gestão de Projetos & Tecnologia. No vídeo, Mario Trentim explica de maneira clara os princípios fundamentais do Design Thinking, como empatia, ideação e prototipagem, e também explora exemplos práticos de sua aplicação em diversas áreas, como desenvolvimento de produtos, inovação organizacional e serviços.
 
Referências Bibliográficas
 
BARROSO, Sabrina Martins; SCORSOLINI-COMIN, Fabio; NASCIMENTO, Elizabeth do. Avaliação psicológica: da teoria às aplicações. Vozes, 2015.
CAMELO, Joseanne de Lima Sales. Gestão de carreira. Intersaberes, 2021.
DIAS, E. W. Carreira: a essência sobre a forma. 2. ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2023.
KNAPIK, J. Gestão de pessoas e talentos. Intersaberes, 2012.
LEITE, Aria Stella Sampaio. Orientação profissional. Blucher, 2018.
LISBOA, Marilu Diez; SOARES, Dulce Helena Penna. Orientação profissional em ação. v. 1. Grupo Summus, 2017.
QUENEHEN, Rômulo. Gestão de pessoas. 1. ed. São Paulo: Contentus, 2020.
ZACHARIAS, José Jorge de Morais. Breve guia para orientação de carreira e coaching. 1. ed. São Paulo: Vetor, 2016.
 
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Gestão do Tempo e Empreendedorismo
Introdução
Nesta aula abordaremos dois temas essenciais para o sucesso na carreira e na vida pessoal: como gerenciar o tempo de forma eficaz e como explorar o empreendedorismo como uma oportunidade de desenvolvimento profissional. A gestão do tempo é uma habilidade crítica, especialmente no contexto empreendedor, onde o equilíbrio entre demandas pessoais e profissionais pode determinar o sucesso de um negócio ou de uma carreira. A aula explora ferramentas práticas para aumentar a produtividade e proporciona uma visão ampla sobre os desafios e as oportunidades do empreendedorismo, oferecendo estratégias e recursos para construir um plano de negócios eficiente.
 
Objetivos da Aula
· Compreender os princípios fundamentais da gestão do tempo e sua aplicação prática.
· Explorar ferramentas de produtividade para melhorar a eficiência e organização no trabalho.
· Discutir as características e desafios do empreendedorismo, tanto dentro de organizações quanto de forma independente.
· Desenvolver a habilidade de criar e estruturar um plano de negócios utilizando o modelo Canvas.
· Aplicar conceitos de priorização e planejamento na gestão pessoal e no contexto empreendedor.
 
Resumo
A gestão do tempo é um recurso crucial na vida pessoal e profissional, e seu uso eficaz pode influenciar diretamente o sucesso nas atividades diárias e no desenvolvimento de uma carreira. Um dos principais desafios é evitar a procrastinação e o desperdício de tempo com atividades que não contribuem para objetivos maiores. Para combater esses obstáculos, é necessário compreender os princípios da gestão do tempo, como planejamento e priorização.
O planejamento envolve a definição clara de metas e a decomposição de grandes tarefas em atividadesmenores e mais gerenciáveis. Essa estratégia ajuda a reduzir o estresse e permite uma melhor organização dos recursos necessários, sejam eles materiais ou de tempo. Por exemplo, ao preparar uma apresentação, é importante dividir o processo em etapas, como pesquisa, desenvolvimento de slides e revisão. Ao planejar, o uso de ferramentas como folhas de papel, planilhas ou aplicativos digitais pode facilitar o controle sobre o progresso.
A priorização, outro princípio essencial, é o processo de classificar tarefas com base na urgência e importância, o que pode ser feito com a ajuda da Matriz de Eisenhower. A matriz ajuda a identificar o que precisa ser feito imediatamente, o que pode ser agendado, o que pode ser delegado e o que pode ser descartado. Isso evita a sobrecarga de tarefas e permite uma melhor alocação do tempo e dos recursos disponíveis.
Além desses princípios, o uso de ferramentas de produtividade, como o Trello e o Runrun.it, permite uma melhor gestão de projetos e tarefas, tanto no ambiente profissional quanto no pessoal. Ferramentas de comunicação eficazes, como WhatsApp ou Slack, também podem evitar falhas na comunicação, que muitas vezes resultam em perda de tempo. Já as ferramentas de foco, como os aplicativos baseados na técnica Pomodoro, ajudam a manter a concentração em uma única tarefa por blocos de tempo definidos, aumentando a produtividade.
No contexto do empreendedorismo, a gestão do tempo também é crucial. Empreender exige coragem para assumir riscos e começar algo novo, seja dentro de uma organização ou de maneira independente. Utilizar o modelo de negócios Canvas para mapear as atividades-chave, parcerias, proposta de valor e estrutura de custos é uma estratégia eficaz para quem deseja iniciar um empreendimento. Este modelo permite que o empreendedor visualize os principais componentes de um negócio de maneira clara e objetiva, ajudando na construção de um plano de negócios sustentável e bem estruturado.
 
Como aplicar na prática o que aprendeu
Para aplicar os conceitos desta aula, comece definindo suas metas a longo prazo e, a partir delas, estruture suas tarefas diárias utilizando ferramentas de produtividade, como calendários digitais ou aplicativos de gestão de tarefas. Experimente a técnica Pomodoro para melhorar sua concentração e observe quais atividades estão consumindo mais tempo do que deveriam. No empreendedorismo, crie um módulo de negócio Canvas para mapear o seu plano de negócios, considerando a proposta de valor, as parcerias e os recursos que serão necessários para iniciar sua jornada.
 
Conteúdo bônus
Para quem deseja aprimorar suas habilidades de gestão do tempo e planejamento, recomendo a leitura do livro "Essencialismo: A Disciplinada Busca por Menos" de Greg McKeown. Este livro aborda a importância de focar no que realmente importa, eliminando distrações e simplificando a vida para alcançar uma produtividade mais significativa. McKeown apresenta métodos práticos para organizar prioridades e tomar decisões mais assertivas em relação ao uso do tempo.
 
Referências Bibliográficas
 
BARROSO, Sabrina Martins; SCORSOLINI-COMIN, Fabio; NASCIMENTO, Elizabeth do. Avaliação psicológica: da teoria às aplicações. Vozes, 2015.
CAMELO, Joseanne de Lima Sales. Gestão de carreira. Intersaberes, 2021.
DIAS, E. W. Carreira: a essência sobre a forma. 2. ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2023.
KNAPIK, J. Gestão de pessoas e talentos. Intersaberes, 2012.
LEITE, Aria Stella Sampaio. Orientação profissional. Blucher, 2018.
LISBOA, Marilu Diez; SOARES, Dulce Helena Penna. Orientação profissional em ação. v. 1. Grupo Summus, 2017.
QUENEHEN, Rômulo. Gestão de pessoas. 1. ed. São Paulo: Contentus, 2020.
ZACHARIAS, José Jorge de Morais. Breve guia para orientação de carreira e coaching. 1. ed. São Paulo: Vetor, 2016.
 
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Bem-Estar no Trabalho
Introdução
Nesta aula vamos abordar temas essenciais para o bem-estar no ambiente de trabalho, um aspecto fundamental para o desenvolvimento pessoal e profissional. Durante a aula, discutiremos a importância de equilibrar as diversas áreas da vida, utilizando ferramentas como a Roda da Vida para avaliar a satisfação pessoal. Também veremos como o gerenciamento do estresse, práticas de Mindfulness, e novas estratégias de planejamento de carreira podem influenciar a saúde mental e a satisfação no ambiente profissional. Por fim, analisaremos o impacto desses fatores na produtividade e no equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
 
Objetivos da Aula
· Compreender a importância do bem-estar no trabalho para o desenvolvimento pessoal e profissional.
· Analisar as diferentes esferas da vida e como elas afetam o equilíbrio emocional e cognitivo.
· Identificar técnicas e ferramentas para gerenciar o estresse no ambiente de trabalho.
· Explorar práticas de Mindfulness como forma de melhorar a atenção e reduzir a ansiedade.
· Refletir sobre novas perspectivas de carreira e o impacto de um planejamento eficiente.
 
​Resumo
O bem-estar no trabalho é uma das bases para o crescimento tanto pessoal quanto profissional. Para abordar este tema, começamos com uma ferramenta de coaching chamada Roda da Vida. A Roda da Vida permite a autoavaliação das diferentes áreas da vida, como a vida profissional, social, familiar e financeira, através de uma escala de 1 a 10. O objetivo é identificar quais áreas estão equilibradas e quais necessitam de maior atenção para que o indivíduo possa ter uma percepção mais clara do seu nível de satisfação.
Essa ferramenta é apenas uma parte de uma avaliação mais abrangente, que envolve tanto uma análise cognitiva quanto emocional. Às vezes, percebemos que uma baixa satisfação em determinadas áreas afeta diretamente outras esferas da vida, drenando energia e motivação. Isso nos leva à importância de identificar os valores pessoais que orientam essas áreas, como liberdade, honestidade e estabilidade. Quando um valor não é atendido, o desconforto se manifesta, levando à insatisfação.
Outro tema crucial nesta aula é o gerenciamento do estresse. O estresse, embora muitas vezes percebido como negativo, também pode ter uma função positiva ao nos impulsionar a agir. No entanto, quando o estresse se torna constante e excessivo, ele prejudica tanto a saúde mental quanto a física, gerando sintomas como dores, ansiedade, e até doenças psicossomáticas. Para lidar com esses desafios, é necessário adotar estratégias de gerenciamento, que podem incluir mudanças de percepção, técnicas de respiração e pausas no trabalho. 
A prática de Mindfulness também é explorada como uma ferramenta eficaz para a gestão do estresse e da ansiedade. Mindfulness, ou "atenção plena", incentiva a concentração no momento presente, evitando que pensamentos negativos e antecipações de problemas tomem conta da mente. As práticas sugeridas incluem meditação guiada e pausas conscientes durante o trabalho, como o "almoço consciente", onde o indivíduo se desconecta das preocupações para focar no presente.
Por fim, discutimos a importância de planejar novos ciclos de carreira, utilizando ferramentas como o ciclo PDCA (Planejar, Desenvolver, Checar, Agir). Através de uma autoavaliação contínua de satisfação profissional, o indivíduo pode tomar decisões mais conscientes sobre seu futuro, identificando áreas de melhoria e oportunidades de crescimento.
 
Como Aplicar na Prática o que Aprendeu
Para aplicar na prática os conceitos abordados, sugiro que realize uma autoavaliação utilizando a Roda da Vida, refletindo sobre o nível de satisfação em cada área de suas vidas. Além disso, a implementação de técnicas de gerenciamento de estresse, como pausas conscientes e Mindfulness, pode ser integrada à rotina diária para melhorar o bem-estar geral. No campo profissional, o uso do PDCA para reavaliar o planejamento de carreira é uma prática recomendada para quem busca novos rumos ou deseja evoluir na carreira atual.
 
 
Conteúdo Bônus
Para quem deseja entender mais sobre a importância da saúde mental no ambiente de trabalho, recomendo assistir ao vídeo "SAÚDE MENTALNO TRABALHO" do canal RH Academy, no YouTube. Este conteúdo explora a influência que as relações sociais, a estrutura organizacional e as formas de trabalho exercem sobre a saúde mental dos colaboradores. A compreensão dessas dinâmicas é fundamental para identificar como o ambiente de trabalho afeta o bem-estar psicológico dos profissionais, proporcionando insights valiosos sobre estratégias de prevenção e intervenção para a promoção de um ambiente saudável. Ideal para quem busca entender os impactos organizacionais no psiquismo e a importância de políticas de saúde mental no trabalho.
 
Referências Bibliográficas
BARROSO, Sabrina Martins; SCORSOLINI-COMIN, Fabio; NASCIMENTO, Elizabeth do. Avaliação psicológica: da teoria às aplicações. Vozes, 2015.
CAMELO, Joseanne de Lima Sales. Gestão de carreira. Intersaberes, 2021.
DIAS, E. W. Carreira: a essência sobre a forma. 2. ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2023.
KNAPIK, J. Gestão de pessoas e talentos. Intersaberes, 2012.
LEITE, Aria Stella Sampaio. Orientação profissional. Blucher, 2018.
LISBOA, Marilu Diez; SOARES, Dulce Helena Penna. Orientação profissional em ação. v. 1. Grupo Summus, 2017.
QUENEHEN, Rômulo. Gestão de pessoas. 1. ed. São Paulo: Contentus, 2020.
ZACHARIAS, José Jorge de Morais. Brevinvestigar os elementos que contribuem para uma vida mais feliz e realizada. Seus três pilares, o florescimento, as emoções positivas e as forças e virtudes, fornecem um arcabouço para o desenvolvimento pessoal. O florescimento representa um estado de bem-estar abrangente, enquanto as emoções positivas, como a gratidão, impactam positivamente a saúde mental e física. As forças e virtudes, como a resiliência, capacitam o indivíduo a enfrentar desafios de forma construtiva. A gratidão, emoção central na Psicologia Positiva, consiste na capacidade de reconhecer e valorizar os aspectos positivos da vida. Praticar a gratidão, por meio de um diário, por exemplo, promove a positividade, a resiliência e fortalece os relacionamentos interpessoais. Para alcançar objetivos de forma eficaz, é crucial estabelecer metas claras e bem definidas. O modelo SMART, amplamente utilizado nesse processo, preconiza que as metas sejam específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e temporais. Essa estruturação garante que os objetivos sejam realistas e estejam alinhados com os valores pessoais. No entanto, a jornada rumo aos objetivos é frequentemente permeada por obstáculos internos, os chamados sabotadores. Esses padrões de pensamento e comportamento, muitas vezes enraizados em crenças limitantes, atuam como barreiras para o progresso. Para superá-los, é essencial identificá-los, questionar sua validade e reformular as crenças que os sustentam. Buscar feedback de pessoas de confiança e implementar pequenas mudanças graduais também são estratégias eficazes. A superação dos sabotadores, em sinergia com a prática do Life Coaching e os princípios da Psicologia Positiva, pavimenta o caminho para o desenvolvimento pessoal e profissional. Ao cultivar emoções positivas, fortalecer suas virtudes e adotar uma mentalidade orientada para ação, você estará apto a alcançar seus objetivos e construir uma vida mais significativa e gratificante. Lembre-se de que a jornada de autoconhecimento e desenvolvimento é contínua. Esteja aberto a novos aprendizados, pratique a autocompaixão e celebre cada conquista ao longo do caminho. 
Business Coaching e Planejamento de Carreira
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Podcast
O Business Coaching, aplicado ao desenvolvimento de carreira, é uma ferramenta poderosa que auxilia profissionais a navegarem pelo cenário profissional de forma estratégica e eficiente. Ele transcende a simples ideia de aconselhamento, atuando como um processo estruturado que capacita o indivíduo a assumir o controle de sua trajetória profissional, impulsionando-o em direção ao sucesso e à realização. Diferentemente do coaching tradicional, que aborda a vida como um todo, o Business Coaching concentra-se especificamente no âmbito profissional, visando aprimorar o desempenho, desenvolver habilidades específicas e alcançar metas dentro do contexto organizacional. Um dos pilares do Business Coaching é a análise profunda do desempenho atual do profissional. Essa análise, realizada de forma honesta e crítica, permite identificar os pontos fortes a serem potencializados e as áreas que necessitam de aprimoramento. Por exemplo, um profissional pode descobrir que possui excelentes habilidades técnicas, mas precisa desenvolver suas habilidades de liderança para progredir na carreira. A partir dessa análise, é possível traçar um plano de ação personalizado, definindo metas claras e alcançáveis. As metas, para serem eficazes, devem seguir o modelo SMART, sendo específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e temporais. Em outras palavras, metas vagas como "quero ser promovido" devem ser substituídas por objetivos claros e específicos, como "quero me tornar gerente de projetos nos próximos dois anos, desenvolvendo minhas habilidades de liderança e gestão de equipes". Essa clareza é fundamental para manter o foco e a motivação ao longo da jornada. Outro elemento crucial no planejamento de carreira é a definição da missão profissional. A missão profissional, diferentemente de um cargo ou posição específica, representa o propósito do indivíduo em sua carreira, conectando seus talentos, paixões e valores com suas atividades profissionais. Ter uma missão profissional bem definida não só proporciona maior satisfação no trabalho, mas também contribui para um desempenho excepcional. Por exemplo, um profissional cuja missão é "promover a saúde e o bem-estar através da tecnologia" estará mais engajado e motivado trabalhando em empresas ou projetos que compartilhem dessa visão. Com a missão profissional definida e as metas SMART estabelecidas, o próximo passo é elaborar um plano de ação detalhado para transformar aspirações em realidade. Esse plano deve listar as competências técnicas e comportamentais necessárias para alcançar os objetivos traçados. Competências técnicas referem-se a habilidades específicas, como domínio de softwares, linguagens de programação ou conhecimentos técnicos em determinada área. Já as competências comportamentais, também conhecidas como soft skills, englobam habilidades como comunicação eficaz, trabalho em equipe, liderança, resiliência e inteligência emocional. É importante ressaltar que ter conhecimento teórico não é o mesmo que possuir a competência prática. Saber como o Excel funciona em teoria é diferente de ser capaz de utilizá-lo para criar dashboards e relatórios complexos que auxiliem na tomada de decisões estratégicas. O foco, portanto, deve estar na aplicação prática do conhecimento, transformando-o em uma ferramenta poderosa para o alcance de resultados. Existem diversas formas de desenvolver as competências necessárias para impulsionar a carreira. Cursos, workshops, certificações, programas de mentoring e networking são exemplos de métodos eficazes para adquirir novos conhecimentos, aprimorar habilidades e construir uma rede de contatos sólida. Participar de projetos desafiadores, assumir responsabilidades e buscar feedback constante também são estratégias valiosas para o desenvolvimento profissional. Acompanhar o progresso em relação às metas estabelecidas é essencial para garantir que o plano de carreira esteja no caminho certo. Definir indicadores de desempenho, tanto quantitativos quanto qualitativos, permite avaliar o quão próximo o profissional está de seus objetivos e identificar áreas que precisam de mais atenção. Buscar feedback regular de superiores, colegas e mentores também oferece insights valiosos para o desenvolvimento da carreira. Ferramentas de gestão de tempo, plataformas de aprendizado online e aplicativos de acompanhamento de metas são aliados poderosos para manter a organização, otimizar o tempo e monitorar o progresso de forma eficiente. Celebrar as conquistas ao longo do caminho, por menores que sejam, é fundamental para manter a motivação e o entusiasmo. Reconhecer o próprio esforço e celebrar cada passo dado em direção aos objetivos reforça a autoestima e a confiança, impulsionando o profissional em direção ao sucesso. É importante ter em mente que imprevistos acontecem e o plano de carreira precisa ser flexível o suficiente para se adaptar às mudanças. Novas oportunidades podem surgir, prioridades podem mudar e é preciso estar preparado para ajustar as velas conforme a direção do vento. A flexibilidade, nesse contexto, é sinônimo de resiliência e capacidade de adaptação, características essenciais para navegar pelo dinâmico mundo profissional. Ao longo da jornada, é natural que surjam obstáculos e desafios. O medo de falhar, a procrastinação e o perfeccionismo são exemplos de sabotadores internos que podem minar a confiança e impedir o progresso. Identificar esses padrões de comportamento e buscar estratégias para superá-los é fundamental para alcançar o sucesso. Técnicas de gerenciamento de tempo, mindfulness e desenvolvimento da inteligência emocional são ferramentas poderosas para fortalecer a resiliência, superar a procrastinação e silenciar a voz crítica interna. Em suma, o Business Coaching aplicado ao desenvolvimento de carreira é uma jornada de autoconhecimento, planejamento estratégico e açãodirecionada. Ao definir uma missão profissional inspiradora, estabelecer metas desafiadoras e construir um plano de ação sólido, o profissional assume o controle de sua trajetória, abrindo caminho para uma carreira gratificante e repleta de realizações. 
O poder da comunicação
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Podcast
A comunicação eficaz é um pilar fundamental para construir uma imagem profissional sólida e alcançar o sucesso no ambiente de trabalho. Ela transcende a mera troca de informações, atuando como um reflexo da nossa identidade profissional e influenciando diretamente a forma como somos percebidos pelos outros. Desde a primeira impressão, construída a partir de nossa aparência, comportamento e linguagem corporal, até a maneira como expressamos ideias e interagimos em situações profissionais, a comunicação molda a percepção que os outros têm de nós. A imagem profissional, um ativo valioso no mundo profissional, é moldada por diversos elementos, sendo a comunicação um dos mais importantes. Uma comunicação clara, assertiva e respeitosa contribui para a construção de credibilidade, facilitando a colaboração entre colegas e abrindo portas para novas oportunidades. Quando nos comunicamos de forma eficaz, transmitimos confiança, segurança e profissionalismo, características altamente valorizadas no mercado de trabalho. Compreender os diferentes estilos de comunicação é crucial para aprimorar nossas habilidades interpessoais e construir relacionamentos mais saudáveis no trabalho. O estilo assertivo, considerado o modelo ideal, se destaca pela comunicação direta, honesta e respeitosa, na qual o indivíduo expressa suas opiniões e necessidades de forma clara, sem desrespeitar o interlocutor. Em contraste, o estilo passivo se caracteriza pela dificuldade em expressar opiniões e necessidades, buscando evitar conflitos a todo custo. Já o estilo agressivo se manifesta pela imposição de ideias e opiniões, muitas vezes desrespeitando os limites dos outros. Por fim, o estilo manipulador se baseia em estratégias indiretas para influenciar os outros, gerando desconfiança e falta de clareza nas relações. A Comunicação Não Violenta (CNV), desenvolvida por Marshall Rosenberg, oferece um caminho para transformar a comunicação em um instrumento de conexão e empatia. Baseada em quatro componentes principais - observação, sentimento, necessidade e pedido - a CNV nos convida a expressar nossas necessidades e vontades de forma clara e respeitosa, sem recorrer a julgamentos ou ataques. Ao adotarmos a CNV, criamos um espaço de diálogo mais seguro e propício à resolução de conflitos. O poder das histórias, conhecido como storytelling, é outra ferramenta poderosa no contexto profissional. Através de narrativas envolventes, podemos comunicar ideias complexas de forma mais acessível, conectar-nos emocionalmente com a audiência e fortalecer a mensagem que desejamos transmitir. Seja em apresentações de trabalho, entrevistas de emprego ou conversas informais, o storytelling, quando bem aplicado, torna a comunicação mais memorável e impactante. Dominar as habilidades de comunicação é um processo contínuo que exige autoconhecimento, prática e a busca constante por aprimoramento. Ao investir no desenvolvimento dessas habilidades, fortalecemos nossa imagem profissional, construímos relações mais sólidas e ampliamos as oportunidades de crescimento na carreira. A comunicação, quando utilizada de forma estratégica e consciente, torna-se um diferencial competitivo, abrindo portas e impulsionando o sucesso profissional. Portanto, a comunicação eficaz no ambiente de trabalho vai além de simplesmente transmitir informações. É sobre construir uma imagem profissional autêntica e respeitosa, cultivar relações interpessoais saudáveis e criar conexões genuínas que impulsionem o crescimento e o sucesso profissional.
Relacionamentos Interpessoais
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Podcast
A construção de relacionamentos interpessoais saudáveis e produtivos é um pilar fundamental para o sucesso profissional. A confiança mútua, alicerçada na consistência, previsibilidade e generosidade, é a base para interações autênticas e colaborativas. A reciprocidade, por sua vez, garante o equilíbrio entre dar e receber, fortalecendo os laços e criando uma rede de apoio mútua. A comunicação eficaz transcende a mera transmissão de informações. É imprescindível alinhar as expectativas entre emissor e receptor, considerando as perspectivas, necessidades e preocupações de cada parte. A escuta ativa, a empatia e a capacidade de se adaptar a diferentes estilos de comunicação são habilidades essenciais para evitar ruídos e construir pontes de entendimento. A empatia, frequentemente confundida com a ideia de se colocar no lugar do outro, reside na capacidade de reconhecer e respeitar as emoções e perspectivas alheias, estabelecendo uma conexão genuína. Entretanto, é crucial reconhecer os limites da empatia, que, como um recurso finito, demanda autoconhecimento e gestão emocional para evitar o esgotamento e a perda da objetividade. Conflitos são inerentes a qualquer ambiente onde diferentes perspectivas e interesses coexistem. A chave para a gestão eficaz de conflitos reside na identificação da sua natureza, na análise das dinâmicas de poder envolvidas e na escolha de estratégias de negociação adequadas. A negociação integrativa, por exemplo, busca soluções criativas que beneficiem todas as partes, expandindo as possibilidades e fortalecendo os laços. A confiança, a comunicação eficaz e a empatia são elementos interdependentes que se fortalecem mutuamente. Ao cultivar essas habilidades, construímos uma base sólida para relacionamentos interpessoais autênticos, produtivos e gratificantes. A gestão de conflitos, por sua vez, deixa de ser uma batalha por território e se torna uma oportunidade de aprendizado, crescimento e construção de soluções conjuntas. Desenvolver habilidades de comunicação eficaz, autoconhecimento e inteligência emocional são investimentos valiosos para qualquer profissional que almeja construir uma carreira sólida e gratificante. A capacidade de se conectar genuinamente com os outros, comunicar-se de forma clara e empática, e navegar por conflitos de forma construtiva, abre portas para novas oportunidades, colaborações e crescimento mútuo. Ao integrar esses aprendizados em nosso dia a dia profissional, criamos um ambiente de trabalho mais positivo, colaborativo e propício à inovação. Afinal, o sucesso individual é amplificado quando caminha lado a lado com o sucesso coletivo, em um ciclo virtuoso de confiança, respeito e crescimento mútuo. Portanto, invista em seus relacionamentos interpessoais, aprimore suas habilidades de comunicação e cultive a empatia. Esses são os pilares de um ambiente de trabalho saudável, produtivo e gratificante, onde o sucesso individual e coletivo se entrelaçam de forma harmoniosa. 
Gestão da Inovação e Design Thinking
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Podcast
No cenário empresarial em constante mutação, a inovação emerge como um pilar fundamental para o sucesso e a longevidade das organizações. A transição de modelos de negócios reprodutivos para modelos produtivos ilustra a necessidade de abordar os desafios sob novas perspectivas, buscando soluções originais e não meramente replicando o que já existe. Essa mudança de paradigma impulsiona as empresas a se tornarem agentes de inovação, criando produtos e serviços que atendam às necessidades emergentes dos clientes de maneira singular e eficaz. Os avanços tecnológicos, sem dúvida, atuam como catalisadores dessa transformação, proporcionando ferramentas e recursos que permitem a criação de novos modelos de negócios e revolucionam a interação com os consumidores. A ascensão de tecnologias como inteligência artificial, big data e internet das coisas possibilita a oferta de produtos e serviços personalizados e a criação de experiências inovadoras para o cliente. Um exemplo emblemático dessa mudança é a Uber, que transformou o setor de mobilidade urbana ao conectar motoristas particulares a passageiros por meio de uma plataforma tecnológica intuitiva.Essa disrupção só foi possível graças à convergência de fatores como o aumento da capacidade de processamento de dados, a onipresença dos smartphones e a evolução das redes de comunicação. Paralelamente, a mudança na relação entre o mundo físico e o digital impulsionou a expansão dos ecossistemas de negócios, integrando serviços e produtos complementares que enriquecem a experiência do cliente. Nesse contexto, o Design Thinking desponta como uma metodologia eficaz para solucionar problemas complexos e promover a inovação. Fundamentado em princípios como empatia, colaboração e experimentação, o Design Thinking incentiva as equipes a mergulharem profundamente nas necessidades dos usuários, buscando insights valiosos por meio de entrevistas, observação e interação direta com o público-alvo. A empatia, elemento central do Design Thinking, exige que os inovadores se coloquem no lugar dos usuários, compreendendo seus desafios, motivações e perspectivas. Essa postura empática, livre de julgamentos pré-concebidos, é crucial para identificar as reais necessidades dos usuários e, consequentemente, desenvolver soluções eficazes e centradas no ser humano. A ideação, etapa crucial no processo de Design Thinking, se beneficia da colaboração entre equipes multidisciplinares, fomentando a diversidade de ideias e perspectivas. A prototipagem e os testes, por sua vez, permitem que as ideias saiam do papel e ganhem forma, possibilitando a validação das hipóteses e a obtenção de feedback concreto dos usuários. O processo criativo, intrinsecamente ligado à inovação, é alimentado pela curiosidade, pela disposição de questionar o status quo e pela busca constante por alternativas melhores. Adam Grant, em seu livro "Originais", argumenta que a originalidade reside em desafiar o convencional e explorar novas possibilidades. Para isso, é fundamental cultivar uma mentalidade aberta ao risco e à experimentação, reconhecendo que os erros e fracassos são etapas naturais no processo de inovação. A implementação de soluções inovadoras exige a transformação de ideias criativas em produtos ou serviços viáveis, o que requer um processo estruturado de prototipagem, testes, ajustes e alocação estratégica de recursos. É crucial alinhar as iniciativas de inovação à missão e aos valores da organização, garantindo que as soluções implementadas agreguem valor e estejam em consonância com os objetivos estratégicos. A gestão da inovação, portanto, não se configura como um processo linear, mas sim como uma jornada dinâmica que exige resiliência, colaboração e uma visão clara dos objetivos a serem alcançados. Ao incorporar os princípios do Design Thinking e cultivar uma cultura de experimentação, as organizações podem não apenas solucionar problemas complexos, mas também gerar valor significativo para seus clientes e para a sociedade como um todo. Para aplicar esses conceitos na prática, é fundamental identificar problemas ou oportunidades em seu ambiente de trabalho que possam se beneficiar de uma abordagem inovadora. Utilize o Design Thinking como guia para aprofundar a compreensão das necessidades dos usuários, forme equipes multidisciplinares para estimular a colaboração e incentive a geração de múltiplas soluções. A prototipagem rápida e os testes em pequena escala são ferramentas valiosas para validar as hipóteses e obter feedback dos usuários. Mantenha a flexibilidade para realizar ajustes e refinamentos ao longo do processo, sempre em sintonia com a missão e os valores da organização. Lembre-se de que a inovação é um processo contínuo de aprendizado e adaptação, e que a abertura para experimentar e aprender com os erros é crucial para alcançar o sucesso em um cenário empresarial em constante mutação. 
Gestão do Tempo e Empreendedorismo
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Podcast
A gestão do tempo eficaz é crucial tanto para a vida profissional quanto pessoal, especialmente no contexto do empreendedorismo, onde o sucesso depende da capacidade de equilibrar múltiplas demandas. Dominar essa habilidade exige a compreensão de princípios básicos, como planejamento e priorização, além do uso estratégico de ferramentas de produtividade. O planejamento, que envolve a divisão de tarefas complexas em etapas menores e mais gerenciáveis, proporciona uma visão clara do caminho a seguir, reduzindo o estresse e otimizando o uso dos recursos disponíveis. Já a priorização, que consiste em classificar as tarefas de acordo com sua urgência e importância, garante que o tempo seja dedicado às atividades mais relevantes. A Matriz de Eisenhower, uma ferramenta valiosa para a priorização, auxilia na identificação de tarefas urgentes e importantes, que exigem atenção imediata, e na distinção daquelas que podem ser agendadas, delegadas ou até mesmo eliminadas. Essa matriz, combinada com outras ferramentas de produtividade, como aplicativos de gestão de tarefas como Trello e Runrun.it, capacita o indivíduo a assumir o controle de sua agenda e a direcionar seus esforços para alcançar seus objetivos de forma mais eficiente. No âmbito do empreendedorismo, a gestão do tempo se torna ainda mais crítica. Empreender exige dedicação, organização e a capacidade de lidar com riscos e incertezas inerentes ao processo de criação de um novo negócio. A falta de organização e a má gestão do tempo podem resultar em perda de oportunidades, aumento do estresse e, em casos extremos, no fracasso do empreendimento. Ferramentas como a Técnica Pomodoro, que propõe a divisão do trabalho em blocos de tempo focados, intercalados por breves intervalos, podem ser particularmente úteis para empreendedores que buscam aumentar sua produtividade e manter o foco em meio a um turbilhão de demandas. Essa técnica, baseada no princípio de que pausas regulares aumentam a agilidade mental, auxilia na concentração e na conclusão eficiente de tarefas. Além da gestão do tempo, o sucesso no empreendedorismo também depende da capacidade de planejar e estruturar o negócio de forma sólida. O modelo Canvas, uma ferramenta visual amplamente utilizada para esse fim, permite mapear os principais elementos de um negócio de maneira clara e concisa. A Proposta de Valor, um dos componentes centrais do Canvas, ocupa um lugar de destaque nesse modelo. Ela representa o cerne do negócio, definindo o valor que o produto ou serviço oferece aos clientes e como ele se diferencia da concorrência. Uma Proposta de Valor bem definida é crucial para atrair clientes, gerar receita e garantir a sustentabilidade do negócio a longo prazo. O Canvas também destaca a importância das "Parcerias-Chave", que podem fornecer recursos essenciais, ampliar o alcance do negócio e fortalecer a proposta de valor. Essas parcerias podem envolver fornecedores, distribuidores, instituições de pesquisa ou até mesmo concorrentes que atuam em nichos complementares. Outro elemento importante do Canvas é a "Estrutura de Custos", que engloba todos os custos associados à operação do negócio, desde a produção e entrega do produto ou serviço até as despesas administrativas e de marketing. Compreender a estrutura de custos é fundamental para definir preços adequados, controlar as finanças e garantir a viabilidade econômica do empreendimento. Por fim, o Canvas aborda as "Fontes de Receita", que representam as diferentes formas pelas quais o negócio gera receita a partir da sua proposta de valor. Essas fontes podem incluir vendas diretas, assinaturas, licenciamento de tecnologias, publicidade, entre outras. Diversificar as fontes de receita pode aumentar a estabilidade financeira do negócio e abrir caminho para novas oportunidades de crescimento.
Resumo da aulaBem-Estar no Trabalho
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Podcast
O desenvolvimento profissional e a busca por uma carreira gratificante são, sem dúvida, objetivos importantes para muitos. No entanto, é fundamental reconhecer que o sucesso nesse âmbito está intrinsecamente ligado ao bem-estar integral do indivíduo. Afinal, de que adianta alcançar o topo da carreira se negligenciamos nossa saúde física, mental e emocional ao longo do caminho? É nesse contextoque a saúde mental no ambiente de trabalho emerge como um tema crucial, merecendo atenção especial tanto de profissionais quanto de organizações. Uma ferramenta valiosa para avaliar o nível de satisfação em diferentes áreas da vida é a Roda da Vida, amplamente utilizada em processos de coaching. Essa ferramenta nos convida a refletir sobre como estamos nos sentindo em relação a aspectos como vida profissional, social, familiar, saúde, finanças, entre outros. Ao atribuir notas de 1 a 10 para cada área, podemos visualizar de forma clara quais aspectos estão em equilíbrio e quais demandam mais atenção. Essa análise, que envolve tanto o lado racional quanto o emocional, nos permite identificar áreas que podem estar drenando nossa energia e motivação, impactando negativamente outras esferas da vida. A identificação de valores pessoais é outro ponto crucial nesse processo de autoconhecimento. Valores como liberdade, honestidade, estabilidade e companheirismo são como bússolas que nos guiam em direção a uma vida mais plena e significativa. Quando esses valores são negligenciados ou ignorados, é natural que a insatisfação e o desconforto se manifestem, impactando nosso bem-estar geral. O estresse, frequentemente associado a impactos negativos, também desempenha um papel importante em nossas vidas. Em doses controladas, ele nos impulsiona à ação, nos motivando a superar desafios e alcançar objetivos. No entanto, quando se torna crônico e excessivo, o estresse pode levar ao esgotamento físico e mental, abrindo portas para uma série de problemas de saúde. É fundamental, portanto, aprender a gerenciar o estresse de forma eficaz, adotando estratégias que nos permitam lidar com as pressões do dia a dia de maneira mais saudável e equilibrada. Nesse sentido, a prática de Mindfulness surge como uma poderosa aliada. Ao cultivar a atenção plena no momento presente, sem julgamentos ou expectativas, podemos reduzir a ansiedade, o estresse e alcançar maior clareza mental. A meditação guiada, as pausas conscientes durante o trabalho e a prática do "almoço consciente" são exemplos de práticas que nos ajudam a aquietar a mente, conectar-nos com o momento presente e recarregar as energias. Outro ponto crucial para o bem-estar profissional é a habilidade de planejar e gerenciar a carreira de forma estratégica. A insatisfação com o trabalho pode ser um gatilho para o estresse e outros problemas de saúde. Portanto, é fundamental que os profissionais se sintam engajados, motivados e alinhados com seus propósitos. Ferramentas como o ciclo PDCA (Planejar, Desenvolver, Checar, Agir) podem auxiliar nesse processo de autoavaliação e planejamento, permitindo que o indivíduo trace metas realistas, identifique oportunidades de crescimento e faça escolhas mais conscientes em relação à sua trajetória profissional. Ao longo dessa jornada, é essencial cultivar a autoeficácia e o locus de controle interno. Acreditar em nossa capacidade de aprender, superar desafios e alcançar o sucesso é fundamental para manter a motivação e perseverança. Da mesma forma, assumir a responsabilidade por nossas escolhas e ações, reconhecendo o nosso papel na construção da nossa própria realidade, nos empodera a trilhar um caminho mais autêntico e gratificante. Em suma, o bem-estar no trabalho é um componente essencial para o desenvolvimento pessoal e profissional. Ao dedicarmos tempo e energia para cuidar de nossa saúde mental, física e emocional, cultivando a autoconsciência, o autoconhecimento e a resiliência, estaremos mais preparados para enfrentar os desafios, alcançar nossos objetivos e construir uma carreira significativa e gratificante. Afinal, o sucesso profissional não deve ser conquistado à custa da nossa saúde e bem-estar, mas sim como um reflexo de uma vida equilibrada e plena em todos os aspectos. 
Reflexões sobre carreira
Introdução
Neste módulo, vamos explorar as diversas facetas da carreira profissional e do planejamento de vida. Abordaremos temas fundamentais como a escolha da profissão, os ciclos de influência que moldam nossas decisões de carreira ao longo do tempo, as diferentes possibilidades de trajetória profissional e a integração entre vida pessoal e profissional. Também discutiremos como o conceito de propósito pode influenciar nossas escolhas e de que maneira o desenvolvimento de competências se alinha a esses objetivos. Ao longo das aulas, você será convidado a refletir profundamente sobre suas decisões profissionais, sempre com base em teorias contemporâneas de coaching e psicologia positiva.
 
Objetivos da aula (módulo)
· Compreender a importância da escolha da profissão e sua relação com identidade e status social.
· Analisar os ciclos de influência e como eles moldam as decisões de carreira em diferentes fases da vida.
· Explorar as diversas possibilidades de carreira, como carreiras em Y, W, complementares e o empreendedorismo.
· Refletir sobre a integração entre vida pessoal e profissional e como equilibrar as esferas.
· Entender o conceito de competências e sua aplicação prática no desenvolvimento pessoal e profissional.
 
Resumo
Escolha da Profissão 
A primeira etapa do planejamento de carreira começa com a escolha da profissão, uma decisão que transcende o simples "o que você quer ser" e toca em aspectos mais profundos de identidade. A profissão reflete nossos interesses, habilidades e, em muitos casos, nossas expectativas sociais. Essa escolha pode ser influenciada tanto pelos desejos pessoais quanto pelas expectativas familiares e sociais. De acordo com Alan de Botton, o desejo de status — o valor que as pessoas atribuem ao modo como são vistas pelo mundo — desempenha um papel crucial nessa decisão. Isso pode gerar uma pressão significativa, uma vez que o trabalho é frequentemente visto como a principal fonte de realização pessoal. No entanto, autores como Erin Szeck nos alertam sobre a armadilha de buscar satisfação plena no trabalho, sugerindo que as fontes de realização devem ser diluídas em outras esferas da vida, como família, saúde e espiritualidade.
Ciclos de Influência 
Edgar Schein propôs uma teoria sobre os ciclos de influência que moldam nossas escolhas de carreira. Ele identificou três principais ciclos: o biossocial, o profissional e o familiar. O ciclo biossocial refere-se à nossa disposição física e mental em diferentes fases da vida. Jovens tendem a ter mais energia e disposição para enfrentar desafios profissionais, enquanto indivíduos em idades mais avançadas podem priorizar estabilidade e qualidade de vida. O ciclo profissional trata do amadurecimento ao longo da carreira, quando, após uma fase de aprendizado e busca por experiências, passamos a ser mais seletivos em nossas escolhas. O ciclo familiar, por sua vez, reflete as mudanças de prioridades conforme formamos uma família, tendo que equilibrar carreira e vida pessoal. A história de Laura, uma profissional que enfrentou dilemas ao buscar estabilidade em um concurso público versus a possibilidade de seguir uma carreira mais alinhada com seus sonhos, ilustra bem como esses ciclos interagem e influenciam nossas decisões.
Possibilidades de Carreira 
O mercado de trabalho moderno oferece diversas possibilidades de carreira que vão além dos modelos tradicionais. Entre elas, destaca-se a carreira em Y, na qual, após uma fase de desenvolvimento técnico, o profissional escolhe entre seguir uma especialização técnica ou assumir uma posição gerencial. Outra possibilidade é a carreira em W, que reflete a natureza transitória e flexível das carreiras atuais, onde o profissional alterna entre papéis de liderança e funções técnicas, adaptando-se a diferentes projetos. Além dessas, as carreiras complementares permitem que um indivíduo exerça mais de uma função profissional, como ser professor e consultor simultaneamente. O empreendedorismo também se destaca como uma alternativa cada vez mais comum, tanto por necessidade quanto por desejo de realizar algo novo e inovador no mercado.
Integração entre Vida Pessoal e Profissional 
A separação entre vida pessoal eprofissional muitas vezes é vista como uma ilusão. O conceito de Ikigai, de origem japonesa, propõe uma forma de integrar essas esferas por meio de um propósito maior, que une o que amamos fazer, o que somos bons em fazer, o que podemos ser pagos para fazer e o que é bom para o mundo. Encontrar esse equilíbrio, porém, não deve ser visto como uma obrigação. O propósito pode ser algo construído ao longo do tempo, e não uma descoberta imediata. A divisão entre vida pessoal e profissional é mais fluida do que parece, e equilibrar ambas as esferas é um desafio contínuo.
Competências 
O desenvolvimento de competências é essencial para o sucesso profissional. Competências englobam três pilares: conhecimento, habilidade e atitude. O conhecimento refere-se ao saber teórico que adquirimos por meio de estudos e treinamentos. No entanto, é a habilidade — a capacidade de aplicar esse conhecimento em contextos práticos — que diferencia os profissionais no mercado de trabalho. Por fim, a atitude, ou o comportamento no ambiente de trabalho, muitas vezes pode ser o fator decisivo para o sucesso, já que, como dizem, “somos contratados pelo conhecimento e demitidos pelo comportamento.” Ter uma boa atitude implica estar aberto a colaborar, se adaptar e mostrar comprometimento.
 
Como aplicar na prática o que aprendeu
Para aplicar o conhecimento adquirido na prática, é fundamental iniciar uma análise profunda de seu ciclo atual de influência e como ele tem moldado suas escolhas. Faça uma autoavaliação das suas prioridades de carreira e vida pessoal, identificando em qual dos ciclos (biossocial, profissional ou familiar) você se encontra. Além disso, explore ativamente as diferentes possibilidades de carreira apresentadas, como a carreira em Y, W, ou até mesmo o empreendedorismo, buscando oportunidades que alinhem suas competências com seus objetivos de vida.
 
Conteúdo bônus
Tópicos avançados
Para quem deseja se aprofundar no tema de planejamento de carreira, recomendo explorar mais sobre os impactos das transformações digitais no mercado de trabalho. A automação e a inteligência artificial estão mudando radicalmente as dinâmicas de emprego, e entender como se adaptar a essas mudanças é crucial. Sugiro a leitura do livro A Quarta Revolução Industrial de Klaus Schwab, que aborda a revolução tecnológica e suas implicações para carreiras futuras. Além disso, o site da Harvard Business Review tem uma seção rica em artigos sobre o futuro do trabalho e as novas competências exigidas no mercado.
 
Referências Bibliográficas
BARROSO, Sabrina Martins; SCORSOLINI-COMIN, Fabio; NASCIMENTO, Elizabeth do. Avaliação psicológica: da teoria às aplicações. Vozes, 2015.
CAMELO, Joseanne de Lima Sales. Gestão de carreira. Intersaberes, 2021.
DIAS, E. W. Carreira: a essência sobre a forma. 2. ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2023.
KNAPIK, J. Gestão de pessoas e talentos. Intersaberes, 2012.
LEITE, Aria Stella Sampaio. Orientação profissional. Blucher, 2018.
LISBOA, Marilu Diez; SOARES, Dulce Helena Penna. Orientação profissional em ação. v. 1. Grupo Summus, 2017.
QUENEHEN, Rômulo. Gestão de pessoas. 1. ed. São Paulo: Contentus, 2020.
ZACHARIAS, José Jorge de Morais. Breve guia para orientação de carreira e coaching. 1. ed. São Paulo: Vetor, 2016.
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Life Coach e Psicologia Positiva
Introdução
Neste módulo, exploraremos os fundamentos do Life Coaching e da Psicologia Positiva, ferramentas essenciais para o desenvolvimento pessoal e profissional. Abordaremos conceitos-chave que auxiliarão na construção do seu plano de carreira, incluindo técnicas para estabelecer metas eficazes, superar sabotadores internos e cultivar emoções positivas. O objetivo é proporcionar um entendimento profundo desses temas, preparando você para aplicar estratégias eficazes em sua trajetória profissional e pessoal.
 
Objetivos da aula (módulo)
· Compreender o conceito de Life Coaching e sua aplicação no desenvolvimento pessoal.
· Explorar os pilares da Psicologia Positiva e suas técnicas para melhorar o bem-estar.
· Identificar os desafios na definição e alcance de metas pessoais.
· Analisar os sabotadores internos e desenvolver estratégias para superá-los.
· Aplicar práticas de coaching e psicologia positiva em situações reais de planejamento de carreira.
 
Resumo
O Life Coaching é uma prática de desenvolvimento pessoal focada em auxiliar indivíduos a identificar e alcançar seus objetivos pessoais e profissionais. A origem do termo "coaching" remonta ao século XV, derivado da palavra húngara kocsi, que se referia a uma carruagem confortável e eficiente. Essa metáfora simboliza a jornada de levar alguém de um ponto a outro, enfatizando o papel do coach como facilitador do desenvolvimento.
No contexto atual, o coach é o profissional que conduz o processo, o coachee é quem recebe a orientação, e o coaching é o próprio processo de desenvolvimento. Diferentemente de outras práticas como o mentoring e a terapia, o coaching é orientado para o futuro e para a ação, concentrando-se na superação de barreiras e no desenvolvimento de habilidades específicas. Enquanto o mentoring oferece conselhos baseados na experiência do mentor e a terapia foca na saúde mental geral, o coaching desafia o indivíduo a encontrar suas próprias respostas e a elaborar planos de ação concretos.
A Psicologia Positiva, fundada por Martin Seligman na década de 1990, busca compreender o que torna a vida mais satisfatória e plena, em vez de se concentrar apenas nas patologias. Seus três pilares principais são:
1. Florescimento: refere-se ao estado de viver plenamente, com bem-estar emocional, psicológico e social. Não se trata apenas de momentos de felicidade, mas de uma perspectiva de vida que promove engajamento e consciência positiva.
2. Emoções Positivas: envolve o cultivo de sentimentos como alegria, gratidão, esperança e orgulho. Essas emoções ampliam nosso repertório de recursos internos e promovem a liberação de hormônios como dopamina e serotonina, melhorando o bem-estar físico e mental. Por exemplo, ao praticar a gratidão regularmente, podemos alterar nosso estado neurobiológico, favorecendo sensações de prazer e relaxamento.
3. Forças e Virtudes: enfatiza o desenvolvimento de características como coragem, resiliência e empatia. Essas qualidades permitem que os indivíduos enfrentem desafios de maneira significativa e construtiva. Por exemplo, ao desenvolver a resiliência, uma pessoa pode se recuperar mais rapidamente de adversidades, mantendo o foco em seus objetivos.
Uma emoção especial abordada na Psicologia Positiva é a gratidão, definida como a capacidade de reconhecer e valorizar aspectos positivos na vida, mesmo diante de adversidades. A gratidão pode ser cultivada por meio de práticas como o diário da gratidão, onde se registram diariamente pequenas coisas pelas quais somos gratos. Essa prática ajuda a reenquadrar situações de maneira mais positiva, valorizar aspectos positivos da mudança, reduzir o apego a ganhos secundários negativos e fortalecer relacionamentos de apoio.
Por exemplo, ao anotar que você é grato pelo apoio de um colega em um projeto desafiador, você reconhece a colaboração e fortalece o relacionamento profissional. Isso não apenas melhora seu bem-estar, mas também pode levar a uma maior cooperação no futuro.
No que diz respeito aos desafios das metas pessoais, estabelecer objetivos claros é fundamental, mas muitas vezes é difícil manter o foco e a motivação necessários para alcançá-los. Para definir metas eficazes, é recomendado utilizar o modelo SMART, que estabelece que as metas devem ser:
· Específicas: claramente definidas e detalhadas. Por exemplo, "Quero concluir um curso de especialização em Gestão de Projetos nos próximos 12 meses" é mais específico do que "Quero me especializar".
· Mensuráveis: possíveis de serem quantificadas ou avaliadas. Isso permite acompanhar o progresso e ajustar estratégias conforme necessário.
· Alcançáveis: realistas dentro das capacidades e recursos disponíveis. Estabelecer metas impossíveis pode levar à frustraçãoe desmotivação.
· Relevantes: importantes para os objetivos de longo prazo e alinhadas com seus valores pessoais.
· Temporais: com prazos definidos, o que ajuda a manter o senso de urgência e comprometimento.
Dividir grandes objetivos em tarefas menores é outra estratégia eficaz. Por exemplo, se o objetivo é escrever uma tese de mestrado em um ano, você pode dividir essa meta em etapas mensais ou semanais, como pesquisar literatura relevante, elaborar o projeto, escrever capítulos específicos, etc.
Um dos maiores obstáculos no caminho para atingir objetivos são os sabotadores internos, comportamentos contraproducentes que impedem o progresso. Esses sabotadores funcionam como uma "imunidade à mudança", onde crenças limitantes e suposições subjacentes mantêm o indivíduo em um estado de estagnação.
Por exemplo, uma pessoa que deseja ser mais assertiva em reuniões pode se sabotar ao concordar com a maioria para evitar conflitos. A crença subjacente pode ser o medo de não ser aceita ou de ser vista como agressiva. Para superar esse sabotador, é necessário:
· Identificar os comportamentos contraproducentes: reconhecer que evitar expressar opiniões está impedindo o desenvolvimento da assertividade.
· Analisar as crenças subjacentes: questionar a suposição de que ser assertivo leva necessariamente a conflitos ou rejeição.
· Testar a veracidade dessas crenças: observar se, na prática, colegas que são assertivos são realmente menos aceitos ou se enfrentam conflitos significativos.
· Reformular crenças: substituir pensamentos limitantes por perspectivas que permitam a mudança, como acreditar que expressar opiniões de forma respeitosa é valorizado no ambiente profissional.
· Buscar feedback: obter opiniões de pessoas confiáveis sobre seu comportamento em reuniões e como ele é percebido.
· Implementar pequenas mudanças: começar a expressar opiniões em situações de menor risco e aumentar gradualmente a participação.
Outro exemplo é o profissional que almeja uma posição de liderança, mas tem dificuldade em delegar tarefas por acreditar que "se não for feito por mim, não será bem feito". Essa crença limita o desenvolvimento da equipe e sobrecarrega o profissional. Para superar esse sabotador, é necessário trabalhar na confiança nos colegas, fornecer orientações claras e aceitar que erros fazem parte do processo de aprendizado.
A superação dos sabotadores é crucial para o progresso pessoal e profissional. Ao enfrentar esses desafios internos, é possível liberar todo o potencial para alcançar metas e realizar mudanças significativas na carreira.
 
Como aplicar na prática o que aprendeu
Para aplicar esses conceitos, siga estes passos:
1. Identifique uma meta pessoal ou profissional que deseja alcançar. Utilize o modelo SMART para definir essa meta de forma clara e estruturada.
2. Pratique o diário da gratidão: reserve alguns minutos diariamente para anotar três coisas pelas quais é grato. Isso ajudará a cultivar emoções positivas e aumentar a resiliência diante de desafios.
3. Reconheça seus sabotadores internos: reflita sobre comportamentos ou crenças que podem estar impedindo seu progresso. Escreva-os e analise as suposições subjacentes.
4. Desenvolva estratégias para superar sabotadores: questione a veracidade de suas crenças limitantes e busque evidências que as contradigam. Por exemplo, se você acredita que não é capaz de aprender uma nova habilidade, lembre-se de outras situações em que aprendeu algo novo com sucesso.
5. Busque apoio: compartilhe suas metas com alguém de confiança e peça feedback regularmente. O apoio social é um fator importante na manutenção da motivação e na superação de obstáculos.
6. Implemente pequenas mudanças: comece com ações simples que o aproximem de sua meta. Celebrar pequenas vitórias ajuda a manter o engajamento e a confiança.
 
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Tópicos avançados
Para quem deseja ter contato com tema de mindfulness, sugiro a leitura de uma publicação que aborda as vantagens dessa prática e ensina um passo a passo de como implementá-la no seu dia a dia. O texto, publicado pelo Hospital Israelita Albert Einstein, destaca cinco benefícios do mindfulness, como a redução de estresse, melhora do foco, e até benefícios físicos. Esse conteúdo é ideal para quem busca melhorar o bem-estar mental e físico por meio de práticas de atenção plena.
· Publicação: "5 vantagens do mindfulness e um passo a passo para praticá-lo"
· Plataforma: Blog Vida Saudável (Hospital Israelita Albert Einstein)
 
Referências Bibliográficas
BARROSO, Sabrina Martins; SCORSOLINI-COMIN, Fabio; NASCIMENTO, Elizabeth do. Avaliação psicológica: da teoria às aplicações. Vozes, 2015.
CAMELO, Joseanne de Lima Sales. Gestão de carreira. Intersaberes, 2021.
DIAS, E. W. Carreira: a essência sobre a forma. 2. ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2023.
KNAPIK, J. Gestão de pessoas e talentos. Intersaberes, 2012.
LEITE, Aria Stella Sampaio. Orientação profissional. Blucher, 2018.
LISBOA, Marilu Diez; SOARES, Dulce Helena Penna. Orientação profissional em ação. v. 1. Grupo Summus, 2017.
QUENEHEN, Rômulo. Gestão de pessoas. 1. ed. São Paulo: Contentus, 2020.
ZACHARIAS, José Jorge de Morais. Breve guia para orientação de carreira e coaching. 1. ed. São Paulo: Vetor, 2016.
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Business Coaching e Planejamento de Carreira
Introdução
Neste módulo, aprofundaremos o conceito de Business Coaching aplicado ao planejamento de carreira. Exploraremos como alinhar objetivos pessoais com metas profissionais, utilizando técnicas específicas para o ambiente de negócios. Abordaremos a definição de missão profissional, a construção de metas estratégicas e a elaboração de um plano de carreira eficaz. Além disso, discutiremos a importância de avaliar o progresso ao longo do caminho, garantindo que você permaneça focado e motivado em direção aos seus objetivos.
 
Objetivos da aula (módulo)
· Compreender o conceito de Business Coaching e sua aplicação no ambiente organizacional.
· Definir a missão profissional e estabelecer metas estratégicas alinhadas ao desenvolvimento de carreira.
· Elaborar um plano de carreira detalhado, identificando competências técnicas e comportamentais a serem desenvolvidas.
· Aprender a monitorar e avaliar o progresso das metas profissionais, realizando ajustes quando necessário.
· Aplicar técnicas de Business Coaching para melhorar o desempenho e a satisfação no trabalho.
 
Resumo
O Business Coaching é uma extensão do coaching tradicional, focado especificamente no ambiente de negócios e no desenvolvimento de carreira dentro de organizações. Enquanto o coaching pessoal aborda aspectos gerais da vida, o Business Coaching concentra-se em melhorar o desempenho profissional, desenvolver competências específicas e alcançar metas organizacionais.
Uma das principais vantagens do Business Coaching é a capacidade de analisar o desempenho atual. Isso envolve uma avaliação honesta de pontos fortes e áreas que necessitam de melhoria. Por exemplo, um profissional pode identificar que possui habilidades técnicas sólidas, mas precisa desenvolver competências de liderança para avançar em sua carreira.
Após essa análise, é essencial definir metas claras. Essas metas devem ser específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e temporais (SMART). Por exemplo, ao invés de estabelecer uma meta genérica como "quero ser promovido", seria mais eficaz definir "quero alcançar a posição de gerente de projetos nos próximos dois anos, desenvolvendo habilidades em liderança e gestão de equipes".
A definição da missão profissional é um passo crucial nesse processo. A missão profissional reflete o propósito do indivíduo em sua carreira, alinhando seus talentos, interesses e valores pessoais com suas atividades profissionais. Isso não apenas proporciona satisfação no trabalho, mas também contribui para um desempenho superior. Por exemplo, alguém cuja missão é "contribuir para o desenvolvimento sustentável através da inovação tecnológica" estará mais alinhado em empresas ou projetos que compartilhem desses valores.
Em seguida, é necessárioelaborar um plano de ação para alcançar as metas estabelecidas. Isso envolve identificar as competências técnicas e comportamentais necessárias. Competências técnicas podem incluir habilidades específicas, como proficiência em uma linguagem de programação ou conhecimento em análise de dados. Já as competências comportamentais, ou soft skills, envolvem habilidades como comunicação eficaz, liderança, resiliência e inteligência emocional.
É importante diferenciar entre conhecimento teórico e competência prática. Por exemplo, saber teoricamente como funciona o Excel é diferente de ser capaz de criar relatórios complexos que auxiliem na tomada de decisões estratégicas. Portanto, o foco deve ser na aplicação prática do conhecimento.
Para o desenvolvimento dessas competências, há diversas abordagens. Métodos formais incluem cursos, workshops, certificações e programas acadêmicos. Métodos informais podem envolver mentoria, networking, participação em projetos especiais ou voluntariado. Por exemplo, um profissional que deseja aprimorar suas habilidades de liderança pode buscar um mentor que já ocupa uma posição de gestão ou assumir a coordenação de um projeto voluntário.
A avaliação do progresso é uma etapa fundamental para garantir que você está no caminho certo. Isso envolve estabelecer indicadores de desempenho, tanto quantitativos quanto qualitativos. Indicadores quantitativos podem ser metas numéricas, como alcançar um determinado nível de fluência em um idioma estrangeiro. Indicadores qualitativos podem incluir feedback de colegas e superiores sobre melhorias percebidas em comportamentos específicos.
Considere o uso de ferramentas e tecnologias para auxiliar nesse monitoramento. Aplicativos de gerenciamento de tempo, plataformas de aprendizado online e softwares de acompanhamento de metas podem fornecer insights valiosos sobre seu progresso. Além disso, buscar feedback regular de pessoas confiáveis em seu círculo profissional pode oferecer perspectivas adicionais e identificar áreas que talvez você não tenha notado.
É essencial também reconhecer e celebrar as pequenas conquistas ao longo do caminho. Isso não apenas aumenta a motivação, mas também reforça comportamentos positivos. Por exemplo, após concluir um curso importante, você pode se recompensar com uma atividade que aprecia, reforçando a associação entre esforço e recompensa.
Outra consideração importante é estar preparado para ajustar rotas quando necessário. Circunstâncias mudam, e ser flexível permite que você adapte seu plano de carreira conforme novas oportunidades ou desafios surgem. Isso pode envolver redefinir metas, buscar novas formas de desenvolver competências ou até mesmo reconsiderar a missão profissional se seus interesses e valores evoluírem.
Ao longo desse processo, é provável que sabotadores internos apareçam. Esses sabotadores são comportamentos ou crenças que podem impedir seu progresso, como procrastinação, medo de falhar ou excesso de perfeccionismo. Reconhecer esses padrões é o primeiro passo para superá-los. Por exemplo, se você percebe que adia constantemente tarefas importantes, pode explorar técnicas de gerenciamento de tempo ou buscar entender as causas subjacentes dessa procrastinação.
Em resumo, o Business Coaching aplicado ao planejamento de carreira é uma abordagem estruturada que ajuda você a definir claramente onde está, para onde quer ir e como chegar lá. Ao alinhar sua missão profissional com metas estratégicas e desenvolver um plano de ação detalhado, você aumenta significativamente suas chances de sucesso e satisfação profissional.
 
Como aplicar na prática o que aprendeu
Para colocar esses conceitos em prática, comece realizando uma autoavaliação detalhada de suas competências atuais, identificando pontos fortes e áreas de melhoria. Em seguida, defina sua missão profissional, refletindo sobre seus valores, interesses e o impacto que deseja ter no mundo. Estabeleça metas estratégicas utilizando o modelo SMART e elabore um plano de ação com etapas claras, prazos e recursos necessários. Utilize ferramentas de acompanhamento para monitorar seu progresso regularmente e não hesite em ajustar seu plano conforme necessário. Busque feedback de mentores, colegas e use recursos tecnológicos para apoiar seu desenvolvimento.
 
Conteúdo bônus
Tópicos avançados
Para quem busca alternativas de ferramentas avançadas de planejamento estratégico, sugiro a exploração de softwares similares aos OKRs (Objectives and Key Results) e Balanced Scorecard. Abaixo estão algumas opções gratuitas ou com versões de teste que podem ser úteis para aprimorar o planejamento estratégico e o gerenciamento de desempenho:
1. Gtmhub
Software focado em implementar e acompanhar OKRs de maneira integrada aos objetivos da empresa. Ele auxilia na definição clara de metas e no monitoramento de resultados.
2. Perdoo
Uma plataforma robusta para a gestão de OKRs, permitindo que empresas alinhem estratégias e objetivos com resultados mensuráveis de forma simplificada.
3. ClearPoint Strategy
Uma ferramenta voltada para a implementação do Balanced Scorecard, ideal para gerenciar e monitorar metas estratégicas e indicadores de desempenho de forma visual e integrada.
4. Weekdone
Oferece uma abordagem simples para o acompanhamento de OKRs, com dashboards de visualização de metas e relatórios de progresso, ajudando equipes a manterem o foco nos objetivos principais.
Faça uma pesquisa utilizando o nome dessas ferramentas para obter mais informações sobre elas e verificar suas funcionalidades e planos disponíveis.
 
Referências Bibliográficas
BARROSO, Sabrina Martins; SCORSOLINI-COMIN, Fabio; NASCIMENTO, Elizabeth do. Avaliação psicológica: da teoria às aplicações. Vozes, 2015.
CAMELO, Joseanne de Lima Sales. Gestão de carreira. Intersaberes, 2021.
DIAS, E. W. Carreira: a essência sobre a forma. 2. ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2023.
KNAPIK, J. Gestão de pessoas e talentos. Intersaberes, 2012.
LEITE, Aria Stella Sampaio. Orientação profissional. Blucher, 2018.
LISBOA, Marilu Diez; SOARES, Dulce Helena Penna. Orientação profissional em ação. v. 1. Grupo Summus, 2017.
QUENEHEN, Rômulo. Gestão de pessoas. 1. ed. São Paulo: Contentus, 2020.
ZACHARIAS, José Jorge de Morais. Breve guia para orientação de carreira e coaching. 1. ed. São Paulo: Vetor, 2016.
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O poder da comunicação
Introdução
Neste módulo, exploraremos o papel fundamental da comunicação na construção e aprimoramento da sua imagem profissional. Discutiremos como a maneira pela qual nos comunicamos — verbal e não verbalmente — influencia a percepção que os outros têm de nós no ambiente de trabalho. Abordaremos os diferentes estilos de comunicação, a importância da comunicação não violenta para promover interações mais assertivas e respeitosas, e o poder das histórias como ferramenta para engajar, persuadir e inspirar em contextos profissionais.
 
Objetivos da aula 
· Compreender a influência da comunicação na construção da imagem profissional e na credibilidade pessoal.
· Identificar os diferentes estilos de comunicação e analisar seus impactos nas interações interpessoais.
· Aplicar os princípios da comunicação não violenta para aprimorar a assertividade e a eficácia nas relações profissionais.
· Explorar o uso do storytelling como estratégia para melhorar a comunicação e o engajamento em ambientes profissionais.
Resumo
A comunicação é uma ferramenta essencial que vai além da simples troca de informações; ela é fundamental para construir nossa imagem profissional e estabelecer relacionamentos sólidos no ambiente de trabalho. A forma como nos apresentamos, incluindo nossa aparência, comportamento e modos de expressão, tanto verbais quanto não verbais, influencia diretamente como somos percebidos pelos outros.
Imagem Profissional e Comunicação
Quando entramos em um novo ambiente profissional, as pessoas ao nosso redor começam a formar impressões sobre nós com base em pistas sutis: nossa maneira de vestir, o tom de voz, o vocabulário utilizado, gestos e expressões faciais. Essas impressõesiniciais são influenciadas por heurísticas e vieses — atalhos mentais que utilizamos para interpretar o mundo ao nosso redor rapidamente.
Por exemplo, se você se apresenta com uma postura confiante, utilizando uma linguagem clara e adequada ao contexto, é mais provável que seja percebido como competente e confiável. Por outro lado, uma comunicação confusa ou inadequada pode prejudicar sua credibilidade e limitar oportunidades profissionais.
É importante destacar que não se trata de renunciar à autenticidade, mas sim de alinhar a forma como nos comunicamos com a imagem que desejamos projetar. Isso envolve compreender as expectativas do ambiente profissional e encontrar um equilíbrio entre ser você mesmo e atender às normas e culturas organizacionais.
Benefícios da Comunicação Eficaz
Uma comunicação clara e eficaz traz diversos benefícios:
· Credibilidade: comunicar-se de forma assertiva e consistente aumenta a confiança que os outros depositam em você.
· Colaboração: uma comunicação positiva facilita a cooperação e o trabalho em equipe, promovendo um ambiente de respeito e apoio mútuo.
· Visibilidade Profissional: profissionais que se comunicam bem tendem a ganhar destaque, abrindo portas para novas oportunidades e reconhecimentos.
· Persuasão e Influência: a habilidade de comunicar ideias de forma convincente permite influenciar decisões e orientar projetos na direção desejada.
· Networking: uma comunicação eficaz amplia sua rede de contatos, conectando-o com pessoas que podem contribuir para seu crescimento profissional.
Estilos de Comunicação
 
As pessoas adotam diferentes estilos de comunicação, muitas vezes influenciados por suas personalidades, emoções e experiências passadas. Conhecer e compreender esses estilos pode melhorar significativamente a forma como interagimos com os outros.
1. Assertivo: é o estilo ideal, caracterizado por uma comunicação direta, respeitosa e honesta. Pessoas assertivas expressam suas opiniões e necessidades de forma clara, sem agressividade, e respeitam os direitos dos outros. Por exemplo, um profissional assertivo pode dizer: "Acredito que podemos melhorar este projeto ao incluir mais pesquisas de mercado".
2. Passivo: pessoas com este estilo tendem a evitar conflitos e têm dificuldade em expressar seus próprios desejos ou opiniões. Podem concordar com decisões mesmo quando discordam internamente, por medo de desaprovação. Isso pode levar a frustrações e ressentimentos. Por exemplo, um colaborador passivo pode aceitar tarefas excessivas sem questionar, mesmo estando sobrecarregado.
3. Agressivo: este estilo é marcado por uma comunicação autoritária e dominante. Pessoas agressivas impõem suas opiniões, frequentemente desrespeitando ou intimidando os outros. Isso pode gerar ambientes hostis e prejudicar relacionamentos profissionais. Um exemplo seria um gerente que critica duramente a equipe sem oferecer feedback construtivo.
4. Manipulativo: envolve o uso de indiretas e estratégias para influenciar os outros sem comunicação direta. Pode criar desconfiança e confusão, pois as intenções não são claramente expressas. Por exemplo, um colega que espalha rumores para influenciar decisões em seu favor.
Influência das Emoções e do Contexto
 
As emoções desempenham um papel crucial na forma como nos comunicamos. Sentimentos de medo, raiva ou insegurança podem levar a respostas defensivas, ou agressivas. Desenvolver a inteligência emocional, reconhecendo e regulando nossas emoções, é fundamental para aprimorar a comunicação.
Além disso, adaptar o estilo de comunicação ao contexto, ao objetivo da interação e ao interlocutor é essencial. Em uma apresentação formal para a diretoria, por exemplo, é apropriado utilizar uma linguagem técnica e um tom mais sério. Já em um ambiente informal com colegas, uma comunicação descontraída pode ser mais adequada.
Comunicação Não Violenta (CNV)
A Comunicação Não Violenta, desenvolvida por Marshall Rosenberg, é uma abordagem que promove interações mais empáticas e eficazes, reduzindo conflitos e mal-entendidos. A CNV baseia-se em quatro componentes:
1. Observação: descrever os fatos de forma objetiva, sem julgamentos ou interpretações. Por exemplo: "Notei que nas últimas três reuniões, o relatório não foi apresentado".
2. Sentimentos: expressar como você se sente em relação aos fatos. Por exemplo: "Sinto-me preocupado com o andamento do projeto".
3. Necessidades: identificar suas necessidades ou valores que não estão sendo atendidos. Por exemplo: "Preciso de informações atualizadas para cumprir os prazos".
4. Pedidos: fazer um pedido claro e concreto. Por exemplo: "Poderia me enviar o relatório até sexta-feira?"
 
Ao seguir esses passos, a comunicação torna-se mais clara e reduz a possibilidade de o interlocutor sentir-se atacado ou defensivo, favorecendo a colaboração e a resolução de problemas.
 
O Poder das Histórias (Storytelling)
Histórias são utilizadas desde os primórdios da humanidade como forma de transmitir conhecimento, valores e experiências. No ambiente profissional, o storytelling é uma ferramenta poderosa para:
· Comunicar ideias complexas de forma acessível.
· Engajar e inspirar a audiência.
· Criar conexões emocionais que facilitam a memorização e a influência.
 
Para contar uma história eficaz, é útil seguir a estrutura narrativa clássica:
1. Introdução: apresentação do contexto e dos personagens. Por exemplo, introduzir um desafio enfrentado pela equipe.
2. Desenvolvimento: explorar os eventos, conflitos ou obstáculos. Descrever as dificuldades encontradas no projeto.
3. Clímax: o ponto de maior tensão ou virada na história. Relatar como uma solução inovadora foi encontrada.
4. Desfecho: resolver a história e destacar as lições aprendidas. Mostrar os resultados positivos alcançados.
​Aplicações práticas do storytelling incluem:
· Apresentações de trabalho: introduzir temas complexos de forma envolvente.
· Entrevistas de emprego: compartilhar experiências profissionais de maneira impactante.
· Networking: criar conexões pessoais ao compartilhar histórias relevantes.
· Reuniões de equipe: motivar e inspirar colaboradores através de narrativas que reforçam valores e objetivos comuns.
 
Ao combinar o storytelling com habilidades de comunicação assertiva e os princípios da CNV, você potencializa sua capacidade de influenciar positivamente o ambiente de trabalho e avançar em sua carreira.
 
Como aplicar na prática o que aprendeu
Para aplicar esses conceitos no dia a dia, comece por refletir sobre como sua comunicação atual pode estar impactando sua imagem profissional. Observe suas interações e identifique padrões nos seus estilos de comunicação. Pratique a Comunicação Não Violenta em situações cotidianas, prestando atenção aos quatro componentes: observação, sentimentos, necessidades e pedidos.
Experimente incorporar histórias em suas apresentações ou conversas profissionais. Comece com situações simples e vá aumentando a complexidade à medida que se sentir mais confortável. Peça feedback a colegas ou mentores sobre sua comunicação e esteja aberto a ajustar seu estilo conforme necessário.
Lembre-se de que desenvolver habilidades de comunicação é um processo contínuo que requer prática e autoconhecimento. Ao investir nesse desenvolvimento, você estará fortalecendo sua capacidade de construir relacionamentos sólidos e alcançar seus objetivos profissionais.
 
Conteúdo bônus
Tópicos avançados
 
Para quem deseja melhorar suas habilidades de comunicação e liderança, recomendo a leitura do livro "Storytelling: Aprenda a Contar Histórias com Steve Jobs, Papa Francisco, Churchill e Outras Lendas da Liderança". Este livro, escrito por Carmine Gallo, ensina técnicas poderosas de contar histórias, explorando exemplos de grandes líderes e figuras influentes da história. A obra é ideal para quem quer aprender a envolver e inspirar equipes, apresentar ideias de forma impactante e conquistar audiências.
 
Referências Bibliográficas
 
BARROSO, Sabrina Martins; SCORSOLINI-COMIN, Fabio; NASCIMENTO, Elizabeth do. Avaliação psicológica: da teoria

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