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www.pciconcursos.com.br
11Cargo: Farmacêutico
categorias	 de	 medicamentos	 desde	 que	 não	
sejam sujeitas a controle especial.
Sobre a Portaria 344, de 12 de maio de 1998, 
que aprova o regulamento técnico sobre 
substâncias e medicamentos sujeitos a 
controle especial, assinale a alternativa 
correta.
(A)	 Substância	proscrita	é	aquela	em	que	o	médico,	
ou	outro	profissional	habilitado,	a	 indicou	a	um	
paciente	mediante	receita	específica.
(B)	 Notificação	 de	 Receita	 é	 o	 documento	 que,	
acompanhado	de	receita,	autoriza	a	dispensação	
de	medicamentos	a	base	de	substância	da	lista	
“C1”.
(C)	 A	 receita	 de	 Controle	 Especial	 contendo	
medicamentos	da	lista	“C1”	terá	validade	de	60	
dias,	contados	a	partir	da	data	de	sua	emissão.
(D)	 Medicamentos	 antiparkinsonianos	 e	
anticonvulsivantes	 poderão	 ser	 prescritos	 com	
quantidades	 máximas	 limitadas	 a	 60	 dias	 de	
tratamento.
(E)		 A	prescrição	por	 cirurgiões-dentistas	só	poderá	
ser	feita	quando	para	uso	odontológico.
Paciente asmático recebeu o diagnóstico de 
hipertensão arterial sistêmica e deverá iniciar 
o tratamento medicamentoso. Entretanto 
algumas drogas lhe são contraindicadas, pois 
podem desencadear broncoespasmo, com 
piora de asma e DPOC. Assinale a alternativa 
que apresenta uma droga que NÃO deve ser 
utilizada por este paciente devido a estes 
riscos.
(A)	 Losartana.
(B) Propranolol.
(C)	 Hidroclorotiazida.
(D)	 Anlodipino.
(E)	 Verapamil.
A programação da aquisição de medicamento 
representa um ponto-chave no ciclo 
da assistência farmacêutica. Sobre a 
programação, assinale a alternativa correta.
(A)	 A	programação	por	perfil	epidemiológico	requer,	
obrigatoriamente, dados de consumo.
(B)	 O	 método	 de	 programação	 por	 consumo	
histórico	consiste	na	análise	do	comportamento	
do consumo dos medicamentos com base em 
uma	série	histórica.
(C)	 O	 método	 de	 consumo	 histórico	 não	 é	 tão	
empregado, por necessitar de dados de 
morbimortalidade.
(D)	 O	 método	 de	 programação	 por	 perfil	
epidemiológico	 fundamenta-se	 principalmente	
no	consumo	médio	mensal.
(E)	 Para	 calcular	 o	 consumo	médio	mensal,	 deve-
se considerar inclusive meses em que ocorreu 
desabastecimento dos produtos.
Em relação à farmacocinética, assinale a 
alternativa correta.
(A)	 O	 fígado	 é	 o	 órgão	 mais	 importante	 para	 a	
excreção	de	fármacos	e	seus	metabólitos.
(B)	 A	extensão	da	 ligação	de	fármacos	a	proteínas	
plasmáticas	não	é	influenciada	por	patologias.
(C)	 O	volume	de	distribuição	é	um	parâmetro	que	se	
refere	ao	volume	de	sangue	no	organismo	de	um	
indivíduo.
(D)	 Meia-vida	 é	 o	 tempo	 necessário	 para	 que	 o	
fármaco	aumente	em	50%	sua	concentração	no	
plasma.
(E)	 As	 reações	 de	 conjugação	 de	 fase	 II	 levam	 à	
formação	 de	 conjugados	 mais	 polares	 para	
serem excretados.
A Portaria no 3916, de 30 de outubro de 1998, 
aprova a Política Nacional de Medicamentos. 
A respeito desta política, assinale a alternativa 
correta.
(A)	 A	RENAME	serve	de	base	para	que	estados	e	
municípios	organizem	suas	próprias	listas.
(B)	 O	 modelo	 de	 assistência	 farmacêutica	 será	
reorientado	de	modo	a	se	restringir	à	aquisição	
de medicamentos.
(C)	 A	reorientação	da	assistência	farmacêutica	está	
fundamentadas	na	centralização	da	gestão.
(D)	 Como	 diretriz,	 esta	 política	 também	 traz	 a	
promoção	do	uso	racional	do	medicamento	e	da	
automedicação.
(E)	 A	RENAME	não		deverá	servir	de	instrumento	para	
a	promoção	do	uso	racional	de	medicamentos.
A farmacodinâmica é o campo da 
farmacologia que estuda os efeitos 
fisiológicos dos fármacos nos organismos 
vivos, seus mecanismos de ação e a relação 
entre concentração do fármaco e efeito. A 
respeito do assunto, assinale a alternativa 
INCORRETA.
(A)	 Os	diuréticos	de	alça,	 como	a	 furosemida,	 são	
potentes	depletores	de	potássio.
(B)	 A	clonidina	é	uma	agonista	alfa-2	de	ação	central	
indicada	para	hipertensão.
(C)	 Losartana	atua	como	antagonista	de	receptor	de	
angiotensina	II.
(D)	 Fenoterol	e	Ipratrópio	são	duas	drogas	agonistas	
de	receptores	adrenérgicos.
(E)	 O	 ibuprofeno,	 ao	 bloquear	 a	 via	 das	 COXs,	
aumenta	 a	 produção	 de	 leucotrienos,	 devendo	
ser	 utilizado	 com	 precaução	 em	 pacientes	
asmáticos
QUESTÃO 34
QUESTÃO 35
QUESTÃO 36
QUESTÃO 37
QUESTÃO 38
QUESTÃO 39
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5Cargo: Farmacêutico
L Í N G U A P O R T U G U E S A
Atenção! Não ESQUEÇA de marcar, na Folha de Respostas, o número de sua prova indicado na capa desse caderno.
Medo de ser feliz
De onde vem a sensação de que a nossa felicidade 
pode ser destruída a qualquer momento?
IVAN MARTINS
Por uma razão ou outra, a gente vive com medo. A 
sensação de que as coisas podem repentinamente 
dar errado faz parte da nossa essência, eu acho. 
Alguns a têm mais forte; outros, mais fraca. Mas a 
ansiedade essencial em relação ao futuro está lá, em 
todos nós – mesmo quando estamos apaixonados 
e contentes. Ou, sobretudo, quando apaixonados e 
contentes.
[...]
Já vi pessoas ficarem com tanto medo do 
futuro que detonam o presente. É uma espécie de 
pânico em câmera lenta. O sentimento de desastre 
iminente é tão forte, a sensação de insegurança 
é tão grande, que a pessoa conclui (mesmo que 
seja de maneira inconsciente) que é melhor chutar 
logo o pau da barraca e sair correndo, em qualquer 
direção – deixando para trás o relacionamento, o 
emprego, o futuro e tudo o mais que estava dando 
certo e por isso mesmo parecia estar sob ameaça. 
É uma piração, claro, mas gente normal faz essas 
coisas todos os dias.
Existe uma coisa chamada medo de ser feliz.
Não estou falando daquele clichê sobre as 
pessoas terem medo de se entregar ao sentimento 
do amor e por isso não darem bola ao que sentimos 
por ela. Em geral, essa situação esconde um 
equívoco: a pessoa em questão não sente nada 
relevante por nós, mas preferimos acreditar que ela 
tem “medo de amar”. É uma ficção que protege a 
nossa auto-estima e rende uma boa história para 
contar aos amigos. Mas quase nunca é verdade.
Existem, porém, pessoas tocadas por dores tão 
intensas, por experiências tão sofridas, que não 
conseguem evitar a sensação de que tudo de mau 
vai se repetir, de uma forma ou de outra, mais cedo 
ou mais tarde. Esse sentimento é ainda mais forte 
quando tudo vai bem e existe algo importante a ser 
perdido. Apaixonada e feliz, a pessoa começa a ser 
perseguida por seus medos: 
Sonha que vai ser abandonada, imagina que algo 
de errado vai acontecer com a pessoa que ama, 
sente, de maneira inexplicável, que aquilo de bom 
que ela tem está sob ameaça, e que não vai durar.
Esse é o medo causado pela felicidade.
Em alguns, ele está à flor da pele. Em outros, 
esconde-se sob outros sentimentos e se manifesta 
de forma subterrânea. Mas, como eu disse no início, 
acho que ninguém está livre da sensação secreta de 
desastre. Todos têm traumas. Todos passaram por 
momentos difíceis na infância, quando não éramos 
capazes de entender e de nos proteger. Muitos de 
nós, menos afortunados, sofreram perdas terríveis, 
precoces, que deixaram uma profunda sensação de 
desamparo. Essas coisas provocam marcas que se 
refletem na forma como lidamos com o amor e com 
a sensação de felicidade. Alguns, de forma leve e 
otimista. Outros, de maneira pesada e pessimista. 
É um traço de personalidade, uma consequência da 
história de cada um. A gente ama como vive, cada 
um à sua maneira.
Isso não quer dizer que as coisas não mudem e 
não possam se tornar melhores e mais fáceis.
A gente se acostuma com tudo, até com a 
sensação de felicidade. No início ela nos apavora 
e desperta todos os medos e pressentimentos. 
Depois, a gente vai se habituando. Percebe que o 
Fulano não vai sumir de uma hora para outra. Que 
as pessoas no trabalho não nos acham uma fraude. 
Que a família, os amigos, as relações sociais que 
construímos são sólidas e não irão desmoronar de 
uma hora para outra.
Com o tempo, enfim, a gente relaxa e a maldita 
sensação de precariedade enfraquece. De algumaforma, a gente se acostuma a estar feliz e a se 
sentir seguro. Amado também, o que é muito, muito 
importante. Em algum momento, a gente começa a 
desfrutar da nossa existência e os medos recuam 
para segundo ou terceiro plano. Então um dia, numa 
manhã qualquer, diante da cafeteira fumegante, a 
gente talvez seja capaz de perceber – quem diria 
– que não está com tanto medo assim de ser feliz. 
Grande dia esse na história da nossa vida.
http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/ivan-martins/noti-
cia/2014/07/medo-de-bser-felizb.html

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