Prévia do material em texto
Schistosoma mansoni - Esquistossomose · Única espécie infectada nas Américas – predomina no Brasil · Prevalência em crianças e adolescentes · Hospedeiro intermediário (moluscos do gênero: Biomphalaria) · 3 espécies diferentes de caramujos encontrados em água doce: Mais famoso B. Glabrata · Esses animais adoram alta umidade e temperatura · Dimorfíssimo sexual · Ciclo: Macho fecunda a fêmea e ela vai depositar seus ovos na parede do intestino (miracídio encontrado no ovo maduro). O miracídio precisa sair do tecido e ir para a luz do intestino e serem liberados no ambiente úmido (caso contrário, ele morre em dias). Quando os ovos estão em contato com a água, eles se rompem e o Miracídio vai buscar o caramujo (24 horas para isso). Depois de penetrar no caramujo, ele perde a cauda e se transformam em esporocistos primários que se multiplicam e se transformam em cercarias (1 miracídio = 300 mil cercarias). Essas cercarias saem através do tegumento para o meio ambiente no período mais quente do dia. Elas utilizam suas caudas para nadarem em busca do hospedeiro definitivo e penetram ativamente no ser humano e viram esquitossômulo. Ao chegar nos vasos sanguíneos, se alojam no fígado e se tornam vermes adultos. Após as fêmeas serem fecundadas elas migram para o intestino. · Macho é achatadado e na forma de cilindro para formar o canal ginecóforo · Fêmea é mais fina e comprida · Ovos apresentam uma espícula lateral · Cercária apresenta rabo bifurcado · Manifestação clínica: Problema maior são os ovos na fase tardia · Fase inicial : Forma aguda (Sintomática ou assintomático) · Reação do sistema imune – alergia, dermatite cercariana, febre de Katayama · Fase tardia: Forma crônica (Sintomática ou assintomático) · Intestinal (os ovos permanecem próximo da luz intestinal) · Hepatointestinal -> granuloma periovular -> fibrose -> hepatomegalia (os ovos entope a veia porta e aumenta a pressão no fígado) · Barriga d’ água: (Hepatoesplenica descompensada) · Diagnóstico: · Método direto: Exame de fezes · Método indireto: Reação intradérmica (tipo exame de alergia) e sorológico · Vacina brasileira está pronta, mas ainda não foi liberada no SUS · Tratamento: Prazinquantel (60 mg por quilo, dose única) · Profilaxia: Saneamento básico, controle da população dos moluscos. · Oxiuríase / Enterobíase · Coceira na região perianal · Enterobius vermicularis · Hospedeiro: Ser humano – ciclo monoxenico · Cosmopolita – ocorre nas cidades e em vários países · Acomete crianças em idade escolar · Macho (0,5 cm – cauda enrolada) é menor que a fêmea (1cm) -> dá para ver ao olho nu · O ovo parece com um D, membrana dupla e transparente · Ciclo: Ingere os ovos, passa pelo TGI até o Duodeno e se transforma em larvas, no ceco elas maturam e se transformam em adultos e precisam do macho para a cópula (macho não permanece no organismo). A fêmea consegue armazenar até 16 mil ovos e migra até a região anal para depositar eles. · Técnica evolutiva: coceira (reinfecção) e transporte dos ovos · Os ovos podem ficar no ambiente ao redor (roupa de cama, toalhas) · Se a pessoa não se reinfecta esse ciclo pode finalizar sem o uso de medicamentos · A autoinfecção externa e Heteroinfecção são as mais comuns · Manifestação clínica: Purido anal, pode haver infecção secundária caso tenha lesões no local devido a coceira, dificuldades para dormir e queda de produtividade (devido a coceira). Inflamação também pode ocorrer o no local. · Ele pode migrar para a região genital e para a uretra em mulheres, ocasionando coceira, corrimento e infecções na região. · Diagnóstico: Microscopia com fita (na parte da manhã com bastão e fita), exames de fezes pode indicar falso negativo. · Tratamento: Mebendazol (100mg, VO, dose única, repetir em 2 semanas) ou albendazol (400mg dose única). · Prevenção: Roupas íntimas e roupas de cama. Lavar com água fervente, lavar as mãos e banhos diários de manhã, evitar levar a mão à boca e na região anal. Tricuríase · Trichuris truchiura · Aparência de chicote – prolapso retal · Top 3 doenças negligenciadas relacionadas ao solo · Maior parte dos casos em crianças adquire imunidade · Prevalece em regiões tropicais, úmidas e quentes (Ásia, África e américa do Sul) · Parte anterior bem fina, e posterior mais grossa · Vermes adultos são rosados e se fixam no hospedeiro pela parte mais fina (anterior) · A fêmea é maior que o macho (3-6 cm) e seus ovos tem aparência de bola de futebol americano (visível os poros nas extremidades) · Ciclo: Monoxênico · Ser humano infectado defecta e os ovos param no solo, após 2 semanas esse ovos se tornam infecciosos, após a ingestão de alimentos contaminados, no intestino delgado os ovos eclodem e as larvas decidem ir no intestino grosso (ceco) e se tornam adultas nessa região. Ocorre a cópula e colocam muitos ovos por dia que são liberados ao defecar. · O verme pode sobreviver de 1 a 4 anos no corpo se não houver tratamento · Muitos são assintomáticos. Na hora de se fixar no intestino grosso, pode ocorrer uma pequena lesão: sangramento, dor abdominal, dor ao defecar, inflamação e pode ocorrer prolapso retal em caso de alta infestação. · Diagnóstico: laboratorial através do exame de fezes. Pode ocorrer falso negativo nos primeiros 3 meses após infecção – tempo para ter ovos nas fezes. · Albendazol e mebendazol. Invermectina também pode ocorrer. · Prevenção: Saneamento básico, higiene pessoal, lavar frutas e legumes, consumir água filtrada e tratada, tratamento dos doentes e educação em saúde. Ascaridíase · Ascaris lumbricoides – lombriga - helminto · Ampla distribuição geográfica, problema de saúde pública · Maior parte dos infectados são crianças · Clima quente e úmido favorece · Macho (menor e cauda mais enrolada) e fêmea (mais grossa e longa) · Ovos são brancos, mas ficam manchados. Apresentam membrana tripla mamilonada – com relevos. Possuem boa aderência. · Ciclo monoxênico · Ciclo: Excreção de ovos infectados através das fezes, em condições favoráveis os ovos se tornam embrionados (2 semanas), ao ingerir alimentos e água contaminada com larvas L3 infectam o indivíduo (transmissão mecânica também ocorre, moscas por exemplo carregam os ovos em suas patas). Ao chegar ao intestino delgado os ovos eclodem e passam pelas paredes intestinais até atingir vasos linfáticos e capilares, e começam a correr por todo corpo até chegar ao pulmão na fase L4, elas amadurecem nos alvéolos para a fase L5. Após isso, elas sobrem pela faringe (tossir as lavas ou degluti-las). Ao chegar ao intestino delgado adultas (L5) podendo copular e liberar os ovos. · Podem viver de 1 a 2 anos sem tratamento. · Sintomas: Dependem do nível parasitário. No fígado e pulmões podem ocorrer pequenas lesões (sangramento, fibrose, inflamação). Desnutrição (ação espoliadora) com efeitos físico e mentais. Reação imune (urticária, edema, convulsão) Pode ocorrer a obstrução do intestino Manchas claras e arredondas no rosto e dorso pode ocorrer. · Alguns vermes adultos podem sair pela narina, ouvido, boca e outras regiões caso tenha algo que impulsione isso (medicamentos, comidas condimentadas). · Diagnóstico: Laboratorial (Exame de fezes) · Tratamento: Albendazol (dose única) ou Mebendazol (100 mg, 2x ao dia por 3 dias) Sonda com medicamentos e retirada cirúrgica e casos avançados. · Profilaxia: Saneamento básico, limpeza e desinfecção de alimentos e tratamento da água. Teníase e cisticercose · Taenia solium (porco, vive 3 anos) e Taenia saginata (boi, vive até 10 anos) · Solitária – canjiquinha · Hermafrodita · Teníase: Fase adulta – no intestino delgado – hospedeiro intermediário: Boi e porco · Cisticercose: Fase de larva (cisticerco) – nos tecidos (somente solium) · Saginata é bem maior (podendo chegar a 8 metros) · Ovos esféricos com embrião (oncosfera), dupla camada (embrióforo) · Cisticercos tem acúleos que ajudam a fixar no tecido + vesícula translúcida · As prologlotes são independentes (reprodução e alimentação) e se soltam. · Ciclo Teníase: Nas fezes são liberadas proglotes grávidas, cheias de ovos.Esses ovos quando param no solo podem contaminar água e alimentos que são oferecidos para porcos ou bois. Assim, o ovo eclode e a oncosfera no intestino se espalha por meio das veias e linfáticos, até encontrar tecidos moles (cisticerco) como, por exemplo, músculo esquelético. Quando o ser humano se alimenta da carne contamina com cisticercos, nesse momento através do suco gástrico ele se desenvolve em verme adulto e migra para o intestino delgado onde se fixa e continua a crescer. · Ciclo cisticercose: Sem hospedeiro intermediário. O ser humano ingeriu os ovos que estava no meio ambiente (água, alimentos, autoinfecção). Esse ovo se transforma em larva e ocorre o mesmo processo que nos animais. (podendo alojar no cérebro, músculos, olhos) · Manifestação clínica · Teníase: Subnutrição (ação espoliadora), inflamação, fome, tontura, enjoo, dor epigástrica, perda de peso... Compromete a produtividade. · Cisticercose: Depende do local. Músculo ou subcutâneo (assintomático, dor ou câimbra). Cardíaco (palpitações). SNC (muito variado os sintomas, epilepsia, déficit cognitivo). · Diagnóstico: · Teníase: Clínico é muito difícil identificar. Laboratoriais: Exame de fezes (proglote e ovos) · Cisticercose: Clínico e histórico do paciente. Laboratorial: Biopsia, cirurgia ou necropsia. E detecção de anticorpos · Ténia no intestino, medicamento resolve (Albendazol, Niclosamida (crianças após 2 dias), Praziquantel (dose única). · Ténia em outros órgãos: cirurgia · Neuro-cisticercose: Praziquetal ou albendazol associado com dexametasona (anti-inflamatório) · Profilaxia: Saneamento básico, fiscalização das carnes de boi de porco, Higiene pessoal, tratamento de pessoas infectadas e descontaminação de água e alimentos, evitar carne mal passada ou crua. Larva Migrans cutânea e visceral · Bicho geográfico · Ancylostoma braziliense e Ancylostoma caninum · Somos hospedeiros acidentais · Infectam cães, gatos, bovinos · Locais subtropicais e tropicais · Ciclo: O animal defeca fezes contaminadas com ovos, eles se desenvolvem e condições favoráveis e eclodem em L1 no meio externo. Lá ela se desenvolve no estágio L3 (estágio que infecta animais) e pode penetrar na pele do ser humano e permanecer no tecido cutâneo. Caso a pessoa se alimente das larvas L3 (alimentos contaminados ou carne com larva), pode desenvolver a larva migrans visceral. · Sintomas: Coceira no local que pode ocasionar feridas e uma infecção secundária. Já a visceral depende da quantidade de parasitos e se há granuloma (produto do sistema imunológico). Pode ocorrer hepatomegalia e depende do local. · Diagnóstico: Clínico na cutânea. Na visceral: Clínica + exames laboratoriais sorológicos. · Tratamento: Ela morre naturalmente. Pomada de Tiabendazol ou oral em casos complicados (alternativa: Albendazol ou Ivermectina). · Locais mais comuns: caixas de areia, praias e parques. · Profilaxia: Diminuir quantidade de animais de rua e tratar os animais infectados. Ancilostomíase · Amarelão – Família Ancylostomatidae · Ancylostoma duodenale (lugares mais frios) e Necator americanus (mais prevalente) · Verme adulto tem uma cápsula bucal e o macho uma bolsa reprodutora · Podem viver até 10 anos – ciclo monoxênico · Ciclo: Pessoa infectada, defeca os ovos com a fezes e eles se desenvolvem até a fase de Larva L3. Ao penetrar através da pele, elas chegam nos vasos sanguíneos e param no pulmão (oxigenação ajuda elas a virarem L4). Ao subir pelo trato respiratório são deglutidas e param no intestino delgado onde se tornam adultas. · Sintomas: Tosse, febre, inflamação, perda de apetite, cólica, úlceras intestinais. · Pequenas lesões no intestino e sangramentos (se alimentam de sangue). · Anemia · Diagnóstico: Clínico + exames de fezes (recorrentes 7, 14 e 21 dias) · Tratamento: Albendazol ou mebendazol · Profilaxia: Saneamento básico, higiene, educação em saúde. Filariose linfática · Wuchereria bancrofti · Verme adulto -> sistema linfático · Fêmea 10 cm, macho 5 cm · Microfilária (embrião) vive no sangue · Microscópica · Vetor: Culex quinquefasciatus (fêmea) · Ciclo: O inseto é contaminado ao sugar o sangue que contem microfilária, no TGI ele sofre mudanças até larva L3 e migra para o aparelho sugador de sangue. Ao picar outro ser humano, ocorre a infecção. As larvas L3 migram para o sistema linfático onde crescem e atingem a fase sexual. Os vermes adultos nos linfonodos produzem microfilárias que migram para o sangue. · Para o diagnóstico via exame de sangue: colher o sangue após as 22h, horário que o parasito está no sangue. · Manifestações crônicas: não há reversão do quadro quando ocorre a fibrose · Hidrocele, linfedema, elefantíase. · Diagnóstico diferencial: não confundir com outras doenças (hanseníase, estafilococcias, má formação congênita que interfira no fluxo linfático) · Exame: · Gota espessa de sangue (diagnóstico parasitológico) · Técnica de concentração (filtração em membrana), baixa quantidade carga parasitária. · Diferenciar: Mansonella ozzardi (não tem uma bainha de revestimento) · Sorológico (Imunocromatografia e ELISA) -> identifica antígenos circulantes em qualquer horário do dia. · Ultra sonografia (não é ideal para testar toda a população) · Pesquisa de larvas (contidas no mosquito) -> PCR, diagnóstico molecular. · Tratamento: Dietilcarbamazina (DEC) – restrito ao SUS · 6 mg/kg/dia – 12 dias (repetir se necessário) · OMS: Pode ser associado à Ivermectina (150 a 200mcg – mata somente a microfilária) puro ou com albendazol (não é eficaz contra a filariose) – Tratamento em massa 1 ou 2x ano · Período pré-patente -> infecção até o verme adulto (7 à 9 meses) Strongyloides stercoralis · Parasitos intestinais com fase/ciclo pulmonar · Intestino delgado como habitat · Albendazol em dose única não é efetivo · Prevalência em regiões tropicais e subtropicais · Caráter crônico devido à autoinfecção · Menor dos nematódeos encontrados nos seres humanos · Única forma parasitária adulta é a fêmea (partenogenética) – triploide 3n · Sexo masculino tem vida livre. · Formas evolutivas: Fêmea parasita (3n), larva rabditoide (apresenta cutícula fina e hialina), larva filarióide (cauda que parece uma bandeira de São João), Macho (1n) e fêmea de vida livre (2n). · Ovos eclodem no intestino delgado muito rápido, nas fezes são encontradas larvas rabditoide que podem ser n, 2n ou 3n e vão para o solo onde sofrem mudanças para larva L1, L2 e L3. · Quem penetra no ser humano pela é a larva L3 triploide através da pele íntegra ou mucosa. · Macho menor (0,7 mm) e com cauda enrolada. Fêmeas ficam cheia de ovos. · Hetero ou primo infecção: Quando infecta através da pele a partir do solo · Auto infecção externa ou exógena: Larva rabitidóides presentes na região peri-anal se desenvolvem e infectam a pessoa novamente. · Auto infecção interna ou endógena: Pessoas com prisão de ventre podem ter larvas que se desenvolvem dentro do TGI e as que forem L3 (3n) podem cair nas criptas intestinas e infectar novamente a pessoa · Quando ocorre a infecção a larva cai no capilar, ela começa a migrar por vários órgãos e no pulmão ela rompe capilares e alvéolos o que provoca inflamação aguda localizada, no pulmão ela se transforma em L4 e ao subir pelo trato respiratório se transforma em L5. Ao ser deglutida ela chega ao intestino delgado e se transforma em verme adulto. · Quadro pneumônico: Síndrome de Löffler (tosse, febre, dispneia, expectoração, pequenas hemorragias – petequiais) · Clico evolutivo dos parasitas intestinas que passam pelo pulmão: Ciclo de Loss · Pode ocorrer ação cutânea: Dermatite no local da entrada da larva, pode danificar a barreira de proteção e apresentar infecção secundária · Pode ocorrer inflamação no intestino: Micro lesões, infecções, dor abdominal. · Eusonófilia: Processo alérgico ou infecção por nematódeos · Aumento de linfócitos: Infecção viral · Neutrofilia: Infecção bacteriana · Patogenia disseminada: Resposta imune depletada e/ou autoinfecção interna (piora em todos os sintomas) · Pode encontrar larvas na urina, proteinúria, e hematúria.· Atacam coração, fígado, SNC · Tratamento: · Tiabendazol (VO 50 mg/Kg) -> ataca as fêmeas partenogenéticas · Albendazol (Durante 6 dias consecutivos! 400mg) -> atua nas larvas Principais artrópodes vetores ou causadores de doenças humanas · Vetor: Transmite o agente etiológico · Vetor mecânico: Ex.: Moscas, baratas e formigas (agente patogênico fica aderido nas patas do animal, não há fase do vetor dentro do artrópode). · Vetor biológico: Hospedeiro do agente patogênico. Ex.: Culex, Aedes, Pulga. · Artrópodes: Pés articulados, exoesqueleto de quitina, simetria bilateral. · Ordem hemíptera: · Insetos com aparelho bucal (probóscida ou tromba) ou tipo picador sugador, que se origina perto dos olhos. · Dois pares de asas e um par de mandíbulas e um de maxila · Fitófagos (probóscida longa, ultrapassa o primeiro par de patas), hematófagos (curta e reta) ou predadores (curta e curva). · Principais gêneros: Triatomíneos (amarelo e preto), Rhodnius (marrom), Panstrongylus (vermelho e preto) -> Fêmeas apresentam órgão ovopositor na parte inferior. · Ordem: Anofelinos (mosquitos): · Desenvolvimento em diferentes tipos de água – doce, salobra · Transmite plasmodium. · Hábitos noturnos ou crespuculares. · Culicíneos · Maior subfamília de mosquitos: Culex (hábito noturno, mosquito doméstico – água suja) e Aedes (hábitos diurnos, urbano e doméstico – água limpa e parada) · Transmite: Filariose linfática, dengue e outros arbovirores (vírus transmitidos por artrópodes). · Miíase: · Infestação de vertebrados vivos por larvas dípteros que se alimentam do tecido do hospedeiro, de suas substâncias líquidas corporais ou de alimentos ingeridos por ele. · Infestação vs Infecção : Ação na parte externa/ parte interno do corpo · Larvas: Sem cabeça, segmentados, cor branca ou cinza-claro, 2-3 cm. · Miíase primária: Somente uma larva. · Miíase secundária/ bicheira: Invade tecidos necrosados, muitas larvas. · Miíase acidental: Ingestão de alimentos contaminados com ovos de moscas, localização intestinal ou no sist. Urinário. · Como retirar? Interrompendo o fluxo de oxigênio · Ordem Siphonaptera · São pulgas, bichos de pés – ectoparasitas obrigatórios. · Transmitem: Tifo e Peste bubônica · Apresentam corpo achatado e armadura bucal picadora - sugadora. · Pernas longas para o salto · Tunga penetrans – Menor pulga que infecta o ser humano (tungíase – bicho de pé) e veicula mecanicamente o tétano. · Pulex irritans – Mais frequente nos seres humanos · Xenopsylla cheopis – Pulga de ratos doméstico (Peste bubônica) · Ctenocephalides sp. – Pulga de cães e gatos (apresenta um “bigode”) · Anoplura · Conhecidos como piolhos · Hematófagos de mamíferos · Pediculus humanus (outras regiões do corpo) · Pediculus capitis (couro cabeludo) · Ptirus púbis (garras na lateral) · Pediculose -> Piolhos sugadores · Pitríase -> Piolhos chatos · Sarcoptes scabiei · Causador da sarna ou escabiose · Muito pequeno, fica abaixo da epiderme · Transmissão por contato direto · Diagnóstico clínico + Parasitológico (fita gomada, raspado em lâmina) · Tratamento: Benzoato de Benzila ou Ivermectina · Dermatophagoides farinae · Ácaros presentes em poeiras domésticas · Podem causar alergia ou quadros de asma · Higiene de casa e aplicação de fungicidas image1.png