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Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba 
Educação Profissional e Tecnológica/Educação Superior Campus 
Princesa Isabel 
 
DISCIPLINA: EMBRIOLOGIA E HISTOLOGIA ANIMAL 
ANÁLISE DE DADOS DE MALFORMAÇÕES NA CIDADE DE PATOS-PB 
 
 
 
 
JOSÉ RENAN MORATO DE LIMA 
PROFESSOR: Me. CAIO RODRIGO MOURA SANTOS 
 
 
 
 
 
 PRINCESA ISABEL – PARAÍBA 2024 
- Levantamento de casos de malformações congênitas, deformidades e 
anomalias cromossômicas, nascidos na cidade de Patos – PB. 
 
As malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas 
são condições que se manifestam durante o desenvolvimento fetal, podendo 
afetar a estrutura ou a função de diversos órgãos e sistemas do corpo. Essas 
alterações podem variar em gravidade, desde formas leves, que podem não 
comprometer significativamente a saúde, até condições graves, que podem 
impactar de maneira importante a qualidade de vida ou até mesmo ser 
incompatíveis com a vida. 
O levantamento de casos de malformações congênitas, deformidades e 
anomalias cromossômicas em recém-nascidos na cidade de Patos, Paraíba, é 
um esforço essencial para entender a prevalência dessas condições na 
população local. Esse tipo de estudo é fundamental para identificar padrões 
epidemiológicos, avaliar fatores de risco e auxiliar na formulação de políticas de 
saúde pública direcionadas ao atendimento especializado e à prevenção dessas 
condições. A cidade de Patos, na Paraíba, possui uma população de 103.165 
habitantes. (IBGE, 2022). 
 
 
Figura 1: Mapa da cidade de Patos – PB. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: INDE, 2024. 
 
Entre os anos de 2020 a 2024, foram relatados 28 casos de malformações 
congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas em recém-nascidos na 
cidade de Patos, Paraíba. A distribuição dos casos ao longo desses cinco anos 
https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/pb/patos.html
https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/pb/patos.html
https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/pb/patos.html
foi a seguinte: em 2020, foram registrados 4 casos; em 2021, houve uma 
diminuição para 2 casos; em 2022, observou-se um aumento significativo, com 
9 casos relatados; em 2023, o número de casos foi de 8; e, finalmente, em 2024, 
foram reportados 5 casos. Essa variação ao longo dos anos sugere a 
necessidade de uma análise mais detalhada para identificar possíveis fatores 
que possam estar influenciando essas flutuações. A coleta desses dados é 
crucial para direcionar políticas públicas e ações de saúde que visem reduzir a 
incidência dessas condições e melhorar o cuidado neonatal na região, como 
mostra a Figura 2. 
 
 
Figura 2: Casos nos anos de 2020 a 2024 de malformações congênitas, deformidades e 
anomalias cromossômicas em recém-nascidos na cidade de Patos – PB. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: (Próprio autor). 
 
 
 
 
No ano de 2020, com um caso em cada um dos seguintes meses: fevereiro, março, 
junho e setembro. Essa distribuição mensal sugere que as ocorrências foram 
relativamente esparsas ao longo do ano, sem uma concentração em um período 
específico. A análise desses dados pode ser útil para compreender melhor os 
padrões temporais e os possíveis fatores de risco associados ao surgimento dessas 
condições na região. 
 
Figura 3: 2020 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Fonte: (Próprio autor). 
 
 
No ano de 2021, foram registrados 2 casos de malformações congênitas, 
deformidades e anomalias cromossômicas em recém-nascidos. Esses casos 
ocorreram de forma isolada, com um caso registrado em março e outro em agosto. 
A baixa incidência e a distribuição desses casos ao longo do ano sugerem que, 
embora menos frequentes. 
 
 
Figura 4: 2021 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: (Próprio autor). 
 
 
No ano de 2022, ocorreram ao longo de nove meses distintos, com um caso 
registrado em cada um dos seguintes meses: fevereiro, março, maio, julho, agosto, 
setembro, outubro, novembro e dezembro. A distribuição regular desses casos ao 
longo do ano de 2022 indica uma presença contínua dessas condições na população 
neonatal local, destacando a importância de um monitoramento constante e de 
intervenções direcionadas para identificar e tratar precocemente essas anomalias. 
 
 
Figura 5: 2022 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: (Próprio autor). 
 
No ano de 2023, aconteceram de forma distribuída ao longo do ano, com a seguinte 
distribuição: 2 casos em fevereiro, 1 caso em março, 1 caso em abril, 2 casos em junho e 2 casos em 
novembro. 
 
 
Figura 6: 2023 
Fonte: (Próprio autor). 
 
 
No ano de 2024, ocorreram nos primeiros meses do ano, com 1 caso registrado em janeiro, 
1 caso em fevereiro e um aumento para 3 casos em março. Essa concentração de casos no início do 
ano sugere uma possível tendência de aumento temporário na incidência dessas condições. 
 
 
 
 
Figura 7: 2024 
 
 
 
 
Fonte: (Próprio autor). 
 
 
Os dados indicam que, enquanto nos anos de 2020, 2021 e 2022 não foram 
registrados casos, em 2023 houve 1 caso e em 2024 o número aumentou para 2 
casos entre meninos brancos na cidade de Patos, PB. 
 
Figura 8: Meninos brancos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: (Próprio autor). 
 
 
 
 
Da mesma forma para meninos pretos, observa-se que nos anos de 2020 a 
2022 não houve ocorrências. Em 2023, surgiu o primeiro caso, seguido por um 
aumento para 2 casos em 2024. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 9: Meninos pretos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: (Próprio autor). 
 
 
 
Os dados mostram que, de 2020 a 2022 e em 2024, não houve registros de 
casos. No entanto, em 2023, foi registrado 1 caso entre meninos amarelos. 
 
 
 
 
Figura 10: Meninos amarelos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: (Próprio autor). 
 
 
Revelam que houve um caso em 2020, e um aumento significativo em 2022 e 2023, 
com 3 casos registrados em cada um desses anos. Em 2021 e 2024, não foram 
registrados casos. 
 
 
Figura 11: Meninos pardos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: (Próprio autor). 
 
 
 
Os dados indicam que em 2020 foi registrado 1 caso e em 2022 o número aumentou 
para 2 casos. Nos anos de 2021, 2023 e 2024, não houve registros de casos entre 
meninas brancas. 
 
 
 
 
Figura 12: Meninas brancas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: (Próprio autor). 
 
 
 
Mostram que em 2020 e 2021 foram registrados 2 casos em cada ano, com um 
aumento para 4 casos em 2022. Em 2023, não houve registros, mas em 2024 foi 
registrado 1 caso entre meninas pardas. 
 
 
 
Figura 13: Meninas pardas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: (Próprio autor). 
 
 
Revelam que nos anos de 2020, 2021 e 2022 não foram registrados casos. 
No entanto, em 2023 e 2024, houve 1 caso registrado em cada ano para nascidos 
de cor branca com sexo ignorado. 
 
 
 
Figura 14: Sexo ignorado para a cor branca. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: (Próprio autor). 
 
 
 
 
A análise dos dados referentes aos casos de malformações congênitas, 
deformidades e anomalias cromossômicas em recém-nascidos na cidade de Patos, 
Paraíba, no período de 2020 a 2024, revela uma presença significativa dessas 
condições na população neonatal local. Ao longo desses quatro anos, foram 
registrados 28 casos, com variações na distribuição mensal e anual, indicando a 
necessidade de um monitoramento contínuo e detalhado. 
A flutuação no número de casos ao longo dos anos e entre os diferentes 
meses sugere que fatores diversos, possivelmente relacionados a condições 
ambientais, socioeconômicas ou ao acesso aos cuidados pré-natais, possam estar 
influenciando a ocorrência dessas anomalias. A identificação desses fatores é crucial 
para a implementação de políticas públicas de saúde que visem à prevenção, aodiagnóstico precoce e ao tratamento eficaz dessas condições. 
Além disso, a continuidade do acompanhamento especializado e a análise 
periódica dos dados são fundamentais para orientar as ações de saúde e garantir 
uma melhor qualidade de vida para os recém-nascidos afetados e suas famílias. Este 
levantamento também serve como base para futuras pesquisas que possam 
aprofundar o entendimento das causas e dos impactos dessas condições na cidade 
de Patos, contribuindo para a melhoria do atendimento neonatal na região. 
Entre meninas brancas, observou-se um total de três casos, com picos em 
2020 (1 caso) e 2022 (2 casos), e ausência de registros nos outros anos. Para 
meninos brancos, não houve registros nos três primeiros anos analisados, mas um 
aumento foi notado em 2023 (1 caso) e 2024 (2 casos). Os meninos amarelos 
mostraram um único caso em 2023, sem registros nos demais anos. Em contraste, 
os meninos pardos apresentaram um número relativamente alto de casos, com 
registros em 2020 (1 caso), 2022 e 2023 (3 casos cada), enquanto 2021 e 2024 não 
registraram casos. Para meninas pardas, o número de casos variou ao longo dos 
anos, com 2 casos em 2020 e 2021, um aumento para 4 casos em 2022, nenhum 
caso em 2023 e 1 caso em 2024. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Referências 
 
 
Build: 2.0.0.25921 - Visualizador da INDE - Infraestrutura Nacional de Dados 
Espaciais. Disponível em: . 
 
IBGE. Disponível em: 
. Acesso em: 17 ago. 2024. 
 
Painel de Monitoramento de Malformações Congênitas, Deformidades e 
Anomalias Cromossômicas (D180 e Q00-Q99) - Natalidade - Painéis de 
Monitoramento - Centrais de Conteúdos - DAENT - SVS/MS. Disponível em: 
.

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