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( UNOPAR PEDAGOGIA ) ( NÚBIA APARECIDA DA ROCHA ) ( RELATÓRIO DO ESTÁGIO curricular obrigatório II I ) I ( Governador Valadares-MG 2024 ) ( núbia aparecida da rocha ) ( RELATÓRIO DO ESTÁGIO curricular obrigatório ii I ) ( Relatório apresentado à UNOPAR , como requisito parcial para o aproveitamento da disciplina de Estágio Curricular Obrigatório II do Curso de Pedagogia. ) ( Governador Valadares-MG 2024 ) SUMÁRIO INTRODUÇÃO.......................................................................................................................3 1 RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS 4 2 RELATO DA ANÁLISE DO REGIMENTO ESCOLAR 6 3 ENTREVISTAS COM A EQUIPE DIRETIVA 8 4 OBSERVAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO E SUPERVISÃO DA ESCOLA 11 5 OBSERVAÇÃO DE REUNIÃO PEDAGÓGICA OU ADMINISTRATIVA 13 6 ELABORAÇÃO ATA DE REUNIÃO ESCOLAR 15 7 OBSERVAÇÃO DA ROTINA DA EQUIPE PEDAGÓGICA 16 8 ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO 17 9 APRESENTAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO À DIREÇÃO DA ESCOLA 18 10 CONSIDERAÇÕES FINAIS 19 11 VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO 20 REFERÊNCIAS 21 INTRODUÇÃO O Estágio Curricular Obrigatório III – Gestão Escolar do Curso de Pedagogia foi realizado no período de 02 de Setembro de 2024 a 27 de Setembro de 2024, na Escola Municipal Dom José Maria Pires, localizada na cidade de Periquito. O Estágio Curricular Obrigatório III tem como seu principal objetivo proporcionar a observação crítica e analisar o processo de gestão da escola e todos que fazem parte da equipe administrativa e pedagógica. Durante o período do estágio observou-se a organização da escola E. M. Dom José Maria Pires O estágio obrigatório III em Gestão Escolar é um período em que os estudantes se envolvem diretamente nas instituições de Educação, a fim de aprimorar suas habilidades de aprendizado. A supervisão durante esse estágio é de extrema importância para moldar um pedagogo-gestor excepcional. Nesse contexto, foi conduzido um projeto que acompanhou a administração educacional no Colégio Monteiro Lobato em Sousa. O objetivo principal desse estágio foi estimular a reflexão e a participação dos alunos do curso de Pedagogia nas atividades relacionadas à organização do trabalho pedagógico. Inicialmente, houve a entrega de uma carta de apresentação à escola. Em seguida, foi elaborado um texto argumentativo baseado no conteúdo "A Pedagogia em Ação: O Papel e as Diversas Atuações do Pedagogo". O terceiro estágio consistiu na análise do Projeto Político-Pedagógico da escola, incluindo sua missão, metas educacionais e características da comunidade. Um quarto momento contemplou a realização de uma entrevista com a diretora e um membro da equipe pedagógica. No quinto estágio, foi desenvolvido um roteiro para analisar a estrutura organizacional e de supervisão da instituição. Posteriormente, uma ata da reunião do conselho de classe foi elaborada como parte do sexto estágio, seguida por uma reunião escolar no sétimo estágio. No estágio oitavo, a rotina diária do orientador e supervisor da escola foi documentada. No nono estágio, foi criado um plano de ação e uma apresentação detalhada para a direção da escola. Por fim, as considerações finais encerraram o processo de estágio. Todo esse percurso proporcionou uma valiosa experiência de aprendizado em gestão educacional aos acadêmicos. Conclui-se ao reafirmar que o estágio é de grande importância, pois por meio de sua realização são reveladas as dificuldades e o potencial de cada graduando. Logo, espera-se por meio da realização desse estágio aplicar os conhecimentos já adquiridos ao longo do curso e por meio das situações vividas, procurar se aperfeiçoar para enfrentar as dificuldades encontradas. Busca-se também, por meio das experiências que serão proporcionadas por este e pelos futuros estágios, definir qual área em que se obteve um melhor desempenho, para atuar futuramente na mesma. 1 RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS O artigo intitulado "As Diversas Atuações do Pedagogo: Explorando Além da Sala de Aula", de autoria de Adrian Alvares e Mariana Rigo, tem como propósito oferecer ao leitor uma visão ampla das variadas oportunidades de trabalho do pedagogo, ultrapassando os limites tradicionais da sala de aula e desafiando crenças arraigadas. A estrutura do documento abrange um total de 17 páginas e inclui introdução, desenvolvimento, conclusão e referências. Ao longo do texto, são explorados aspectos da história da Pedagogia e suas diferentes esferas de atuação. De acordo com o Parecer CNE/CP5/2005 do Conselho Nacional de Educação, emitido em 2006, profissionais com formação em pedagogia têm capacidades versáteis, abrangendo áreas como educação infantil, anos iniciais e anos fundamentais, bem como cursos de ensino médio, educação de jovens e adultos (EJA), formação profissional, suporte escolar, desenvolvimento docente e outras áreas extraescolares que demandem competência pedagógica. Os autores do artigo esclarecem que o campo de atuação do pedagogo é vasto e vai além do cenário da sala de aula, englobando uma diversidade de contextos. Com o passar dos séculos, a Pedagogia passou por evoluções significativas. Nas antigas Grécia e Roma, o papel do educador se limitava à transmissão de conhecimento, mas atualmente engloba a orientação tanto da prática quanto da teoria, visando enriquecer o entendimento do indivíduo em formação, levando em conta as distintas situações. A história educacional no Brasil teve início com a chegada dos jesuítas em 1549, quando ensinaram a língua portuguesa a índios e escravos. Em 1759, os jesuítas foram substituídos por professores, transferindo a responsabilidade educacional ao Estado. No século XX, ocorreram mudanças significativas no sistema de ensino e, em 1939, o curso de Pedagogia foi instituído, conforme mencionado no presente artigo. Atualmente, o trabalho do pedagogo não se restringe ao ambiente escolar, estendendo-se a empresas, onde suas competências podem ser aplicadas em coordenação de equipes e colaboração em grupo, contribuindo para o crescimento de todos os envolvidos. O artigo explora as diversas formas de atuação do pedagogo no contexto escolar, seja em instituições públicas ou privadas, como professor, de acordo com suas habilidades nos diferentes níveis de educação. Ademais, o pedagogo pode assumir funções de gestão educacional, como coordenador, supervisor e orientador, e também trabalhar em clínicas, instituições governamentais e não governamentais, entre outras. Portanto, é notável que o âmbito de trabalho do pedagogo transcende o ambiente escolar, abrindo possibilidades onde sua expertise pedagógica é requisitada, como empresas, museus, emissoras de televisão, departamentos de recursos humanos, entre outros. 22 2 RELATO DA ANÁLISE DO REGIMENTO ESCOLAR O regimento escolar é um conjunto de regras que definem a organização administrativa, didática, pedagógica, disciplinar da instituição, estabelecendo normas que deverão ser seguidas para na sua elaboração, como, por exemplo, os direitos e deveres de todos que convivem no ambiente. O regime escolar é anual. O Calendário Escolar é elaborado anualmente de forma coletiva envolvendo os integrantes da comunidade escolar, atendendo o disposto na legislação vigente, em consonância com as orientações da Entidade Mantenedora. O Calendário Escolar é aprovado pela Entidade Mantenedora. Deve conter: I. Identificação do estabelecimento; II. Fins e objetivos do estabelecimento; III. Organização Administrativa e técnica; IV. Organização da vida escolar (Níveis e modalidades, fins e objetivos, organização curricular, rendimento escolar, formas de avaliação, recuperação, retenção, frequência, matricula, transferências, estágios, expedição de documentos escolares: V. Direitos e deveres; Cada ação a ser realizada no seio da escola que tenham em vista um trabalho coletivo, não é um trabalho fácil, porque de fato as pessoas devem se envolver e se comprometer, ainda mais na construção do Regulamento da Escola e do PPP escolar. Porém, para que essa construção aconteça, é necessárianão só a participação e envolvimento do gestor, mas também de toda a comunidade escolar. Portanto, a colaboração de todos os participantes é fundamental no contexto e na elaboração desses documentos, que devem ser vistos como guias do trabalho pedagógico e administrativo da escola. O grande desafio da gestão democrática é mobilizar toda a comunidade escolar em busca de uma escola que ofereça ensino qualitativo, tendo como eixo norteador o seu Projeto Político Pedagógico, que deve retratar fielmente a realidade da escola. Segundo a diretora, o Projeto Político Pedagógico, visa não apenas às necessidades materiais da escola, mas também um ensino de qualidade com a participação de todos os profissionais com o objetivo de melhorar o desempenho escolar e dentre outros objetivos, possibilitar a autonomia e a identidade pedagógica, política, administrativa e financeira da instituição escolar. Nessa perspectiva pode se disser que o Projeto Político Pedagógico é de fundamental importância para definir e manter as tomadas de decisões acerca do que se quer realizar na escola. Ainda segundo a diretora, o PPP contempla os fatores de ações favoráveis a nossa missão de educadores, visando à elaboração de um projeto flexível e contextualizado com a historicidade cultural e econômica da região, que mediante os avanços e retrocessos, vive uma constante necessidade de novas avaliações com amplitudes que contemple as propostas e metas a serem alcançadas, pois a escola anseia por melhorias que vise resultados satisfatórios em todas as áreas do processo do ensino-aprendizagem. A matrícula acontece de forma anual, devendo os pais ou responsáveis se comparecer na unidade escolar para está efetuando a renovação ou matricula de alunos novatos ou da casa. 3 ENTREVISTAS COM A EQUIPE DIRETIVA A equipe diretiva é formada por Diretor (a) e Vice-diretor (a), muitas escolas contam também com psicólogo (a), coordenador (a) pedagógico (a). Estes profissionais têm a função de representar tanto a comunidade escolar, pais e profissionais que junto dela atuam (professores e funcionários) como também a secretaria da educação. Além da parte burocrática devem também zelar pelo bom relacionamento, funcionamento da rotina e pelo bem estar de todos, pois afinal são eles que respondem por tudo que acontece na Escola. Eles trabalham juntos, embora cada um tenha seu papel. É “muito importante definir e distribuir tarefas” e trabalharem juntos em busca de um objetivo comum: apresentar um ambiente de trabalho agradável e com boas condições de aprendizagem. Diretora de Escola Municipal Dom José Maria Pires 1) Há quanto tempo atuas na área da Educação? R- Este é o 19º ano que atuo com Educação Infantil, sendo que é o meu 7º ano como Diretora de uma Escola de Educação Infantil. 2) Qual a sua formação? R- Sou graduada em Pedagogia – Licenciatura plena para Educação Infantil e Séries Iniciais, pela Universidade Uberaba Uniube, mas também tenho magistério específico para atuar na Educação Infantil. 3) Possui preparação/formação específica para atuar na área de gestão escolar? R- Não, apenas cursei um módulo na faculdade onde o assunto gestão foi abordado. Toda a experiência que tenho é baseada no trabalho de todos estes anos em CEMEIs, sendo que sempre estive atuante também na diretoria da ACPM (Associação do Círculo de Pais e Mestres), onde tive a oportunidade de acompanhar bastante e de forma bem próxima grande parte das funções e decisões que são tomadas nas escolas. 4) Quais são as maiores dificuldades encontradas frente à Direção? R- As dificuldades aparecem no dia-a-dia, em situações diversificadas. Entre elas, destaco: Falta de recursos financeiros e apoio público municipal para melhorar espaço físico e adquirir material pedagógico, falta de pessoal qualificado para trabalhar com crianças (pois aparecem pessoas inexperientes e muito novas, que nunca atuaram e ali precisam ficar muitas vezes com bebês de 4 meses, o que acho muito compromisso para alguém assim). Além disso, considero o quão importante seria ter auxiliares na CEMEI, especialmente nos Berçários e ressalto a dificuldade de agradar a todos, pais, alunos e equipe de funcionários, pois isso nem sempre é possível. Os baixos salários pagos em certos contratos (a diferença salarial entre eles) é também um fator que acho importante lembrar, bem como a dificuldade de poder lidar com crianças portadoras de necessidades especiais, pois a escola não tem pessoas capacitadas e nem ambiente adequado para recebê-las. 5) Que outros profissionais atuam junto com você? Qual a função destes? R- Uma vice-diretora e uma coordenadora pedagógica A nutricionista supervisiona a alimentação das crianças e equipe de funcionários da escola e a psicóloga faz duas visitas mensais para acompanhar o desenvolvimento psicológico dos pequenos, bem como também dos funcionários. A vice-diretora me acompanha, divide opiniões, ajuda a coordenar a equipe e auxilia na tomada de decisões. Já a coordenadora pedagógica acompanha o processo de aprendizagem dos alunos da instituição de ensino, tanto individual quanto coletivamente. É também tem a função de avaliar o rendimento escolar dos estudantes e buscar a causa de possíveis problemas 6) Quais as características que consideras essenciais para um bom diretor? R- Características como honestidade, lealdade, humildade, capacidade para resolver problemas, ser transparente e coerente nas ações, ter pontualidade e realizar trabalho em equipe são características que considero fundamentais para um diretor exercer um bom trabalho na escola. Além disso, o diretor escolar precisa ter pré-disposição para o trabalho coletivo, ser articulador e mediador dos segmentos internos e externos, o que significa que deve ser uma pessoa que abra o diálogo com os diferentes grupos existentes tanto dentro da escola como fora dela, buscando a maior interação possível com esses grupos em favor do desenvolvimento de sua escola. Ter iniciativa e firmeza de propósito para realização de ações, ser conhecedor dos assuntos técnicos, pedagógicos, administrativos, financeiros e legislativos, ter espírito ético e solidário, além de ser conhecedor da realidade da escola, precisando conhecer não apenas a escola internamente, mas a comunidade em volta da escola. Além disso, é necessário que o diretor tenha credibilidade na comunidade, pois as pessoas, na maioria das vezes, avaliam o comportamento do diretor da escola com o comportamento que ele apresenta na vida social. Ainda acho importante que seja um defensor da Educação, ter liderança democrática e capacidade de mediação, pois somente assim é que ele irá construir uma gestão democrática e participativa. Porém, ser capaz de auto-avaliar-se e promover a avaliação do grupo também é necessário, pois o diretor precisa saber que nem sempre está certo e que nem sempre tem razão, nem ele e muitas vezes nem o grupo. Por isso, ele deve ser capaz de reconhecer isso e tomar as medidas necessárias para corrigir suas deficiências e as deficiências do grupo. Este é um grande sinal de humildade, como já mencionei anteriormente. Ao fazer uma avaliação de si mesmo e do grupo o diretor está tendo a grande oportunidade de medir seus erros e acertos e corrigi-los a tempo antes que seja tarde demais e comprometer todo o seu trabalho e o trabalho de sua equipe. 7) Qual a participação dos pais e da comunidade? R- A Associação do Círculo de Pais e Mestres (ACPM) é muito ativa na nossa escola, participando das reuniões, decisões e projetos. Além disso, são organizadas jantas, rifas e festas para arrecadar fundos que são revertidos em obras para a CEMEI. Também ainda são feitas palestras, reuniões, mutirões da solidariedade e encontros com apresentações das crianças, nas quais os pais tem participação ativa. 8) Qual o foco principal de sua função? R- Existem vários aspectos do trabalho que o diretor deve fazer na escola e que chamamos de papéis ou atribuições, entre eles que o diretor é o representante legal da secretaria estadual de educação e de que ele representa os alunos,a sua equipe e a comunidade, sendo o responsável por criar um ambiente de trabalho onde haja respeito e confiança entre os membros da equipe escolar, assegurando condições para o alcance dos objetivos. Por isso, acho muito importante definir e distribuir tarefas dando total apoio às pessoas que trabalham comigo e lembrando-me sempre de que um bom relacionamento é a base para uma boa gestão. Trabalhando desta forma, acredito que a escola está sendo bem administrada, apresentando um ambiente de trabalho tranquilo e que propicia boas condições de aprendizagem. Assim, o foco do meu trabalho está voltado para a realização de um trabalho com determinação, a fim de tornar a escola um centro de qualidade de ensino e principalmente, de qualidade de vida. 4 OBSERVAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO E SUPERVISÃO DA ESCOLA Determinar função de cada funcionário quer seja da limpeza, cantina, secretaria delegar as ações requer uma gestão. Professor e a equipe pedagógica devem estar por dentro dos conteúdos ministrados e das metodologias, mas o diretor também tem q acompanhar as avaliações, evasões, aprovação e reprovação de alunos no conselho de classe. Verificar se algum aluno tem algum tipo de necessidade e assim auxilia da medida de inclusão desse aluno. · Recursos para uma limpeza da escola; · Olhar a validade e estoque da merenda; · Valorização biblioteca; · Material didático; · Tecnologia informação e comunicação; · Uma escola bem gerida na administração e pedagógica tem um grande impacto na vida acadêmica dos alunos. A Escola Municipal Dom José Maria Pires é mantida pela prefeitura municipal de Periquito, a diretora foi nomeada através da secretária da educação Raquel Alves de Morais Brandão pela Secretaria Municipal de Educação de Periquito. Diante disto a diretora da instituição é a senhora Lucinéa Souza de Oliveira e sua vice a senhora Karine Barros, sobre a direção das mesmas e coordenadas por Luzia da Silva, estive na instituição realizando o estágio supervisionado para obtenção e conclusão do curso de História para realizar o mesmo estive observando e participando de vários eventos que ocorreram dentro do ambiente escolar. Em visita a Escola Municipal Dom José Maria Pires tem por finalidade regulamentar o funcionamento da instituição, integrante do sistema de ensino do município de Periquito a mesma está localizada na Rua do Campo, S/N, no distrito de Pedra Corrida, no município de Periquito, Minas Gerais. As etapas da Educação Básica são a Educação infantil para crianças de quatro e cinco anos e o Ensino Fundamental com duração de nove anos, anos iniciais e anos finais. Os alunos que apresentam necessidades especiais têm o atendimento educacional na Educação Básica com a sala de recurso. A organização do funcionamento da escola fundamenta-se no princípio de gestão democrática. É função do Diretor ser articulador político, pedagógico e administrativo da escola, suas atribuições e deveres são: Administrar o patrimônio; Coordenar a administração financeira; Coordenar a administração de pessoas; Favorecer a gestão participativa da escola; Gerenciar ações de desenvolvimento dos recursos humanos da escola; Orientar o funcionamento da secretaria da escola; Participar do atendimento escolar do município; Representar a escola junto aos demais órgãos; Coordenar elaboração, implementação e avaliação do plano de Desenvolvimento da Escola. O corpo discente é constituído de todos os alunos regularmente matriculados, que tem deveres de freqüentar as aulas; respeitar as normas da escola; frequentar as aulas uniformizados; contribuir com o bom nome da escola, entre outros. 5 OBSERVAÇÃO DE REUNIÃO PEDAGÓGICA OU ADMINISTRATIVA No dia 20 de setembro de 2024, às nove horas, ocorreu uma assembléia nas instalações da Escola Municipal Dom José Maria Pires. Presentes estavam a diretora Lucinéa de Souza Oliveira, a Vice diretora Karine da Silva Barros, a coordenadora Luzia da Silva Costa Ferreira e as professoras Eliana Pedrozza, Maria Aparecida Alves, Fernanda Oliveira, Maria Aparecida Soares, Anita Soares, Ellem Cássia Ferreira, Renata Thaiany da Silva, Jeanny Costa e Rute Alves de Morais. O encontro teve início com uma prece, seguida pela diretora solicitando às professoras que partilhassem informações sobre o progresso dos alunos. Cada docente apresentou insights sobre o avanço dos estudantes, os desafios comportamentais enfrentados, suas expectativas e os objetivos alcançados. Logo após, foi discutido o assunto das notas e foram consideradas estratégias para aprimorar a aprendizagem dos alunos, além de dinâmicas para melhorar a comunicação entre educador e aluno. Em etapa subsequente, o foco foi como elevar a aprendizagem dos estudantes com dificuldades, seja por meio de aulas suplementares, personalização do ensino ou a utilização de recursos específicos para abordar diversas situações. No término, a ata da reunião foi lida pela secretaria e todos os professores, juntamente com a diretora, apuseram suas assinaturas. Em seguida, os participantes foram liberados para se retirarem. A pauta do Conselho de Classe era apresentada. Antes de iniciar cada Conselho de Classe deixava-se claro que o enfoque principal não era a discussão de questões pessoais dos alunos, mas os problemas apresentados no pré-conselho de classe, bem como a análise do processo de avaliação aplicado no período. Os problemas apresentados no pré-conselho com alunos e agentes educacionais eram então apresentados aos professores. Nos primeiros conselhos realizados definiu que o objetivo do pré-conselho com alunos e funcionários era a busca de melhoria do processo de ensino-aprendizagem, a fim de obter uma visão mais ampla do todo, além de realizar um trabalho preventivo contra eventuais problemas que interfiram neste processo. Foi destacado, também, o sentido do trabalho coletivo e da gestão democrática na escola. Dessa forma, ficou claro para os professores que o objetivo do trabalho não era perseguir profissionais os que muitos pensavam - mas analisar os problemas e buscar soluções. Com o tempo, a confiança se estabeleceu, não havendo necessidade de tal explanação. Os professores, inclusive, gostavam muito deste formato, enfatizando sua objetividade e funcionalidade na resolução dos problemas. Deve evitar qualquer comentário direcionado a determinado professor no coletivo. Uma boa prática é avisar, neste momento, que comentários específicos seriam realizados em particular. A partir de então, os problemas eram apresentados e os professores definiam encaminhamentos em conjunto. Após as definições, apresentávamos os problemas e as sugestões levantadas pelos professores no Pré-Conselho de Classe. Foram apresentados os gráficos de rendimento, os quais ao final da reunião eram fixados na sala de professores para análise mais profunda do professor, enfatizando que o objetivo desta era para que o professor realizasse uma auto-avaliação das práticas. O professor era convidado a analisar os motivos que fizeram a turma, em geral, a decair ou a progredir, a fim de identificar e repetir as ações que surtiram bons resultados. Todas as decisões eram registradas em livro ata e assinadas pelos presentes, colocando os nomes dos alunos que necessitavam de maior atenção no próximo período, enfatizando as ações que seriam tomadas para recuperá-los. 6 ELABORAÇÃO ATA DE REUNIÃO ESCOLAR No dia 10 de setembro de 2023, às nove horas, ocorreu um encontro nas instalações da Escola Municipal Dom José Maria Pires. Presentes estavam a diretora Lucinéa de Souza Oliveira, a Vice diretora Karine da Silva Barros, a coordenadora Luzia da Silva Costa Ferreira e as professoras Eliana Pedrozza, Maria Aparecida Alves, Fernanda Oliveira, Maria Aparecida Soares, Anita Soares, Ellem Cássia Ferreira, Renata Thaiany da Silva, Jeanny Costa e Rute Alves de Morais. O objetivo da reunião foi debater as aulas de reforço. A direção e a coordenadora Maria de Fátima lideraram a reunião, solicitando que as professoras elaborassem uma relação com os alunos necessitando de aulas de reforço, detalhando quaismatérias apresentam desafios. Após a confecção da lista, a diretora requisitou a opinião das professoras para definir o horário mais adequado e as atividades que seriam oferecidas como suporte para o reforço. Depois de um consenso ser alcançado, ficou decidido que as aulas de reforço ocorreriam todas as terças e sextas-feiras, após o intervalo, com duração de 50 minutos cada. Tal decisão foi estruturada para não interferir no processo regular de aprendizagem dos alunos. Além disso, a coordenadora pedagógica foi designada como a docente responsável por essas aulas, enquanto as demais professoras assumiram a responsabilidade de desenvolver as atividades e o conteúdo das aulas. Com esses tópicos abordados, a reunião foi encerrada. A tomada de decisões em grupo quanto aos assuntos pertinentes ao âmbito administrativo e pedagógico; a supervisão do trabalho de toda a equipe escolar; reunião com funcionários e membros do Conselho de Escola para sugestões sobre onde devem ser investidos os recursos do PNE, PDDE; integração da Escola, Família e Comunidade, visando à participação de todos no processo ensinoaprendizagem; atendimento aos pais, garantindo-lhes o direito de sugestões para melhorias das ações da escola, e também, informações e esclarecimentos sobre assuntos diversos que por eles forem apontados; constante avaliação por parte dos funcionários sobre a organização da escola no que se refere ao horário, controle de estoque, rotinas da limpeza, utilização dos espaços como parquinhos e refeitório, garantindo que possíveis mudanças ocorram em função de todos (funcionários, crianças e pais); e, finalmente, a adoção de uma agenda escolar pelo aluno com o objetivo de garantir a comunicação entre a escola e família através de bilhetes e informativos sobre o funcionamento e as atividades realizadas pela escola. 7 OBSERVAÇÃO DA ROTINA DA EQUIPE PEDAGÓGICA Em 22 de setembro de 2024, por volta das sete horas da manhã, na Escola Municipal Dom José Maria Pires, a coordenadora Luzia iniciou seu dia. Ela supervisionou a entrada dos alunos no período matutino. Após a chegada de todos os alunos às suas respectivas salas de aula, dirigiu-se às classes para coletar os cadernos de planejamento das professoras para a semana seguinte. O objetivo era revisar os planos de aula e as atividades planejadas. Em seguida, selecionou os materiais necessários para imprimir as lições da próxima semana. Durante o intervalo, a coordenadora monitorou o recreio, garantindo a segurança dos alunos e prevenindo incidentes. Após o almoço, por volta das 12h50, Luzia retornou à escola junto com a diretora e a secretária. Elas aguardaram a chegada dos alunos. Assim que todos estavam em suas salas de aula, a coordenadora dirigiu-se à turma do 3º ano A para auxiliar durante uma atividade de leitura. Enquanto estava envolvida na leitura, a secretária a chamou, informando que uma mãe queria conversar com ela. Após a conversa com a mãe, Luzia retomou a atividade de leitura com os alunos. Ela também auxiliou durante o recreio e, ao concluir suas atividades, foi à secretaria para assinar documentos e revisar as atividades impressas. Finalmente, às 17h45, esperou os pais chegarem para buscar os alunos e encerrou suas responsabilidades do dia. Determinar função de cada funcionário quer seja da limpeza, cantina, secretaria delegar as ações requer uma gestão. Professor e a equipe pedagógica devem estar por dentro dos conteúdos ministrados e das metodologias, mas o diretor também tem q acompanhar as avaliações, evasões, aprovação e reprovação de alunos no conselho de classe. Verificar se algum aluno tem algum tipo de necessidade e assim auxilia da medida de inclusão desse aluno. · Recursos para uma limpeza da escola; · Olhar a validade e estoque da merenda; · Valorização biblioteca; · Material didático; · Tecnologia informação e comunicação; · Uma escola bem gerida na administração e pedagógica tem um grande impacto na vida acadêmica dos alunos · 8 ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO Tema: Indisciplina na Escola Dados de Identificação Nome da Escola: Escola Municipal Dom José Maria Pires Diretor (a): Lucinéa de Souza Oliveira Número de alunos: 237 Descrição da situação-problema O combate à indisciplina tem sido um processo difícil, considerando que a escola necessita do apoio da família para que consigam juntas atingir seus objetivos. A análise dos fatos é muito mais complexa do que questionar o mau comportamento apresentado pela criança ou adolescente, é necessário um estudo mais aprofundado, buscando descobrir a raiz do problema. Objetivos do plano de ação Promover o combate à indisciplina escolar; Promover momentos em que todos os docentes reflitam sua própria prática pedagógica; Discutir com toda a comunidade escolar a importância de vivenciarem relações interpessoais; Discutir o conceito de ética e cidadania com todos os alunos. Realidade social e educacional da comunidade escolar A indisciplina escolar tem sido o tema de inúmeras discussões no meio educacional. É um fenômeno que não se limita apenas a alguma classe social, faixa etária, gênero ou cultura específica. Não há como ignorar que a forma como as famílias estão sendo estruturadas podem interferir no processo de ensino-aprendizagem, os membros de uma família desestruturada, geralmente se mostram defensivos, distantes, agressivos e tendem a apresentar na maioria das vezes, dificuldades de aprendizado e de socialização. Abordagem teórico metodológica A dificuldade dos professores na atualidade em relação à indisciplina está relacionada a uma didática monótona, fazendo com que os alunos percam o interesse em estudar. O resultado disso é uma turma de estudantes entediados, ansiosos, desatentos, barulhentos, brincalhões e com conversas paralelas. Necessitando de um estímulo que os mobilizem a se interessar novamente pelos conteúdos ministrados pelo professor. Uma das consequências causadas pela indisciplina é o baixo rendimento escolar, devido a interrupções durante as aulas. O barulho de conversas paralelas e fora do contexto dos conteúdos, causando um tormento no processo de aprendizagem, e transformam a sala de aula em um ambiente desconfortável, desagradável e desfavorável para o aprendizado. Buscando minimizar as consequências causadas pela indisciplina escolar na educação e na sociedade, a escola e a família podem unir forças para o combate desses transtornos. O professor como formador, deve estar atento aos sinais emitidos pelos alunos, podendo assim, buscar meios para que essa barreira possa der destruída. A construção de uma relação de respeito, afeto, admiração mútua, confiança e valores morais, contribuem para a formação de cidadãos responsáveis e solidários. E é na escola onde começam a surgir as primeiras práticas sociais, visto que, na maioria das vezes antes de chegar ao ambiente escolar, o aluno só mantém contato com o ambiente familiar. Estabelecendo essas relações, o processo de aprendizagem se torna coeso e produtivo, minimizando os conflitos e mantendo a harmonia no ambiente. Claro que para se ter um resultado positivo em relação à construção da afetividade no educando, a escola necessita da contribuição da família. A relação de cuidado e carinho que o estudante recebe no seio familiar complementará a formação da personalidade que este revela no ambiente escolar, através da sua convivência com os demais alunos e professores. Síntese dos procedimentos 1ª ETAPA - A equipe escolar fez um levantamento das principais situações de indisciplina. 2ª ETAPA – Palestra com uma psicóloga e com a coordenadora pedagógica da instituição sobre atitudes de indisciplina e a violência gerada pela mesma. Conceituação do significado da palavra indisciplina. A postura adequada que o professor deve adquirir diante de situações de conflitos; as propostas didáticas bem elaboradas visando aproximar o aluno de seu cotidiano e a elaboração do Projeto Gentileza gera Gentileza. 3ª ETAPA – A convite da gestão escolar, os pais participarão de uma palestra com a psicóloga, assistente social,conselho tutelar, e docentes. O objetivo dessa ação será construir um vínculo de respeito entre as partes. O tema desenvolvido durante a palestra será “responsabilidades no combate à indisciplina”, o debate servirá para conscientizar que as responsabilidades devem ser distribuídas entre todos. No final da palestra, serão formadas parcerias para transformar a realidade escolar. 4ª ETAPA – Vivência do Projeto Gentileza gera Gentileza juntamente com os educandos. Durante o dia letivo, o projeto deverá ser vivenciado de forma lúdica e inovadora. Os alunos devem ser levados para o auditório da escola, e lá assistirão o vídeo Profeta Gentileza – Documentário. Logo após a apresentação do vídeo proporcionar um debate sobre as seguintes questões: “O que é gentileza?”, “Existe espaço para a gentileza no mundo atual? E na escola?”, “A gentileza é um ato em extinção?”, “Que atos de gentileza são possíveis identificar na escola?”, “Como é a questão da gentileza no mundo?”, “O que podemos fazer na prática para se ter um mundo mais gentil?”, “O que devemos fazer na escola para que se tenha um ambiente mais gentil?”. Ao terminar a discussão construa o acordo didático contendo as regras para boa convivência na escola, todos participaram dessa construção. Em seguida, serão distribuídas folhas coma letra da música “Gentileza” de autoria da cantora brasileira Marisa Monte, e apresentado o videoclipe da música. Após fazer uma reflexão da letra da música que é um protesto contra o fato de terem apagado a poesia da gentileza. Recursos Microfone, Aparelho de som, DVD, retroprojetor, TV, papel oficio, pendrive, psicóloga, assistente social, conselho tutelar. Considerações finais A Escola Dom José Maria Pires, constatou que não podemos relacionar o problema simplesmente com o aluno, pois, a aprendizagem não é um processo individual, ou seja, não depende só do esforço de quem aprende, mas sim de um processo coletivo. Sendo assim os professores deveriam buscar dinamizar mais suas aulas para atrair mais a atenção de seus alunos. E acima de tudo procurar conseguir a participação dos pais na escola, pois é de suma importância para o bom andamento da aprendizagem de seus filhos. O projeto desenvolvido nesse trabalho acadêmico apresenta propostas para descobrir e combater o foco da indisciplina, utilizando uma metodologia diversificada, para que o professor possa ter um trabalho efetivo dentro da sala de aula. Trabalhar conteúdos relacionados à autoestima, ao respeito e a solidariedade, ajudam na formação da personalidade dos alunos. A parceria entre escola e família também é um ponto positivo no combate à indisciplina, pois, o aluno está presente nesses ambientes, tornando-os assim, espaço de aprendizagem. Segundo Cury (2017), a família traz segurança para a criança, e essa segurança auxilia na formação de um adulto confiante. Provavelmente a indisciplina escolar é um importante obstáculo no processo de ensino-aprendizagem no mundo, além de prejudicar o trabalho docente e o aproveitamento dos conteúdos por parte dos alunos, tem sido o principal motivo de reuniões de pais e mestres, conselho de classe, etc. Sendo o universo educacional um vasto ambiente de diversidades e experiências vivenciadas, talvez seja impossível existir receitas prontas e infalíveis contra a falta de disciplina. 9 APRESENTAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO À DIREÇÃO DA ESCOLA O plano de ação Projeto Indisciplina na Escola foi apresentado a toda equipe pedagógica, foram realizadas explicações detalhadas, de forma clara e coerente, do passo a passo para realização do projeto, com o objetivo de maior entendimento por toda equipe, e de maneira eficaz, contemplar as necessidades da instituição; Todos os membros da equipe pedagógica elogiaram o projeto,e juntos discutiram, elaboraram formas de incluí-lo no planejamento escolar. Como sugerido pela estagiária, parte do projeto será introduzido; O mais importante é que a equipe acredita que o projeto vai ser um sucesso, que as atividades propostas são interessantes para os alunos refletirem sobre o assunto, e assim conseguirão entender o porquê é tão importante manter a boa convivência entre todos do ambiente escolar para o desenvolvimento em geral dos mesmos. A equipe pedagógica me fez um convite, para que na possibilidade, volte para elaboração, realização e observação da próxima reunião com implantação do projeto, para que possa acompanhar o trabalho na prática. Fiquei muito feliz, e aceitei o convite. Gestão democrática Avaliações externas, infraestrutura reformas Atendimento aos seus professores e comunidade Metas e tempo a ser executado Documento essencial ao diretor Hierarquia Diretor->conselho escolar->grêmio escolar-. APMF (Associação Pais Mestres e Professores). Conselho escolar que ira valida-lo. 10 CONSIDERAÇÕES FINAIS O processo de criação e execução do Projeto de Intervenção promoveu uma dinâmica que permitiu ao estagiário desenvolver importantes habilidades e atitudes para a prática docente. Vale ressaltar que a pesquisa foi fundamental como guia dessa prática. Ao longo desse processo, enfatizou-se o trabalho em equipe, o diálogo, a interação com a literatura científica e a análise crítica da realidade escolar. Assim, a equipe pedagógica, informada de que determinado estudante passa por dificuldades em alguma disciplina, pode planejar melhor formas para ajudá-lo. Dessa forma, uma avaliação detalhada dos motivos que dificultam a aprendizagem de alguns conteúdos mostra direção ao plano de aula e planejamento pedagógico, possibilitam a criação de projetos e ações que ajudarão nos ganhos tanto para o aluno quanto para a escola. O desenvolvimento abrangeu a delimitação do tema, a exploração de soluções dentro das limitações para resolver ou minimizar problemas identificados, a revisão bibliográfica e, especialmente, a análise crítica da situação atual. Essas atividades proporcionaram aos estagiários uma base sólida para a prática profissional, contribuindo para o desenvolvimento acadêmico e profissional dos alunos. Por exemplo, se o coordenador pedagógico percebe que uma turma está com rendimento baixo na disciplina de Matemática em sala de aula, para mostrar a melhor direção diante dessa situação, podem ser criados projetos que envolvem o lúdico e os conteúdos que precisam ser aprendidos, em parceria com os professores. Assim, o aprendizado se torna mais atraente e apresenta outras formas para que se possa ensinar e aprender. O acompanhamento pedagógico possibilita o conhecimento sobre o aluno em todas as suas áreas, ou seja, ele passa a ser visto na escola e fora dela também, já que toda a vida do estudante pode influenciar em sua aprendizagem e, por isso, é preciso estar atento. Logo, desenvolver um trabalho no estágio requer interesse, comprometimento e colaboração, pois nesse percurso tive o ensejo de conhecer as múltiplas relações presentes no âmbito educacional, os alunos na sua especificidade, os dilemas existentes no ambiente da sala de aula, e fora dela, oportunizando refletir na e sobre nossas ações. Conclui-se que o estágio possibilitou ampliar meu conhecimento reflexão nas práticas pedagógicas como educadora, no entanto, contribuiu para minha formação no curso de Pedagogia e foi uma experiência rica de aprendizagem no meu desenvolvimento profissional. 11 VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO REFERÊNCIAS ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. 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