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<p>WBA1094_v1.0</p><p>Faixas Sigma: White, Yellow,</p><p>Green e Black Belt</p><p>Métodos experimentais</p><p>voltados à melhoria de</p><p>qualidade de produtos e</p><p>processos</p><p>Fundamentos de Melhoria da Qualidade</p><p>Bloco 1</p><p>Marco Aurélio da Cruz Gouveia</p><p>Qualidade: uma reação em cadeia</p><p>• Menos erros.</p><p>• Menos atrasos.</p><p>• Menos verificação.</p><p>• Menos retrabalho.</p><p>• Menor variabilidade.</p><p>• Rapidez no atendimento.</p><p>• Confiabilidade das</p><p>informações.</p><p>• Cordialidade no</p><p>relacionamento.</p><p>Inovação Qualidade</p><p>Superior:</p><p>• Projeto.</p><p>• Processamento.</p><p>• Atendimento. Cliente satisfeito:</p><p>• Qualidade serviços.</p><p>• Desempenho.</p><p>• Preço total.</p><p>• Qualidade produtos.</p><p>• Redução de custo.</p><p>• Maior produtividade.</p><p>• Preferência.</p><p>• Maior volume de vendas.</p><p>Empresário satisfeito:</p><p>• Aumento fatia de mercado.</p><p>• Aumento lucrativo.</p><p>• Redução custo total.</p><p>• Mais agilidade.</p><p>• Imagem.</p><p>Funcionário satisfeito:</p><p>• Salário digno.</p><p>• Estabilidade.</p><p>• Satisfação.</p><p>• Reconhecimento.</p><p>• Sociabilidade.</p><p>Trabalho</p><p>em</p><p>equipe.</p><p>Educação e</p><p>Treinamento.</p><p>Estratégia.</p><p>Liderança</p><p>da alta</p><p>Gerência.</p><p>Empresa mais sólida:</p><p>• Crescimento dos negócios.</p><p>• Maior capacidade de investimento.</p><p>Ambiente externo:</p><p>• Clientes.</p><p>• Concorrentes.</p><p>• Tecnologia.</p><p>• Mudanças.</p><p>Ambiente interno:</p><p>• Valores, missão.</p><p>• Ideias.</p><p>• Know-how.</p><p>• Desempenho.</p><p>Fonte: elaborada pelo autor.</p><p>Figura 1 – Qualidade</p><p>O modelo de Kano</p><p>QUALIDADE MANDATÓRIA</p><p>(requisitos funcionais).</p><p>QUALIDADE ATRATIVA</p><p>(inovação).</p><p>QUALIDADE ESPERADA</p><p>(usualmente verbalizada pelo cliente ).</p><p>Conformidade.</p><p>Satisfação do cliente.</p><p>Efeito do tempo.</p><p>• Estratégia de qualidade:</p><p>• Garantir qualidade mandatória.</p><p>• Manter a qualidade esperada no nível dos concorrentes.</p><p>• Incorporar ao produto/ serviço itens de qualidade</p><p>atrativa, como diferencial competitivo.</p><p>Fonte: adaptada de Kano (1984, p. 40).</p><p>Figura 2 – As dimensões da Qualidade segundo Kano</p><p>Definição de qualidade</p><p>O conjunto de características de um produto ou serviço,</p><p>capazes de gerar benefícios que satisfaçam competitivamente</p><p>às necessidades explícitas e implícitas.</p><p>NECESSIDADES EXPLÍCITAS:</p><p>claramente colocadas pelo cliente.</p><p>NECESSIDADES IMPLÍCITAS:</p><p>Mandatórias:</p><p>características básicas de</p><p>funcionamento ou segurança.</p><p>Latentes:</p><p>são aquelas que o cliente não</p><p>consegue expor, por não ter</p><p>consciência das mesmas.</p><p>Melhoria contínua – produtos, processos e</p><p>serviços</p><p>Melhoria contínua: gradual (Kaizen) ou radical (Kaikaku inovação).</p><p>Obtida, principalmente, por meio do trabalho em equipe.</p><p>D</p><p>e</p><p>se</p><p>m</p><p>p</p><p>re</p><p>n</p><p>h</p><p>o</p><p>Tempo</p><p>Só controle</p><p>Melhoria</p><p>gradual</p><p>Melhoria gradual +</p><p>radical</p><p>Fonte: elaborada pelo autor.</p><p>Figura 3 - Gráfico de desempenho versus tempo</p><p>Métodos experimentais</p><p>voltados à melhoria de</p><p>qualidade de produtos e</p><p>processos</p><p>Análise da Variância (ANOVA)</p><p>Bloco 2</p><p>Marco Aurélio da Cruz Gouveia</p><p>ANOVA – Análise da Variância de um fator</p><p>• Análise da Variância (ANOVA) é um método para testar a</p><p>igualdade de três ou mais médias populacionais, baseado</p><p>na análise das variâncias amostrais.</p><p>• Os dados amostrais são separados em grupos segundo uma</p><p>característica (fator).</p><p>• Fator (ou tratamento): é uma característica que permite</p><p>distinguir diferentes populações umas das outras. Cada</p><p>fator contém dois ou mais grupos (classificações).</p><p>ANOVA - Disposição dos dados</p><p>Quadro 1 – Tabela ANOVA – Disposição dos dados</p><p>Fonte: adaptada de Montgomery (2016).</p><p>𝐹𝑎𝑡𝑜𝑟 𝐴 𝐴1 𝐴2 ... 𝐴𝑘</p><p>𝑦11 𝑦12 ... 𝑦1𝑘</p><p>𝑦21 𝑦22 ... 𝑦2𝑘</p><p>: : 𝑦𝑖𝑗 :</p><p>: : ... :</p><p>𝑦𝑛1,1 𝑦𝑛2,2 ... 𝑦𝑛𝑘,𝑘</p><p>𝑇𝑜𝑡𝑎𝑖𝑠 𝑇𝑗 𝑇1 𝑇2 ... 𝑇𝑘 𝑇.. =</p><p>𝑁𝑜. 𝑂𝑏𝑠. 𝑛𝑗 𝑛1 𝑛2 ... 𝑛𝑘 𝑁 =</p><p>𝑀é𝑑𝑖𝑎𝑠 ത𝑌𝑗</p><p>ത𝑌1 ത𝑌2 ...</p><p>ത𝑌𝑘 ന𝑌.. =</p><p>ANOVA – Cálculos e tabela completa</p><p>Fonte SQ GDL MQ Teste F</p><p>Entre Grupos SQG K-1 MQG F= MQG/ MQR</p><p>Dentro Grupos SQR N-K MQR</p><p>Total SQT N-1</p><p>𝑇𝐶 =</p><p>𝑇..</p><p>2</p><p>𝑁</p><p>; 𝑇𝑒𝑟𝑚𝑜 𝑑𝑒 𝐶𝑜𝑟𝑟𝑒çã𝑜.</p><p>𝑆𝑄𝑇 = σ 𝑌𝐼𝐽</p><p>2 − 𝑇𝐶 ; 𝑆𝑜𝑚𝑎 𝑑𝑜𝑠 𝑄𝑢𝑎𝑑𝑟𝑎𝑑𝑜𝑠 𝑇𝑜𝑡𝑎𝑖𝑠.</p><p>𝑆𝑄𝐺 =</p><p>𝑇.𝑗</p><p>2</p><p>𝑛𝑗</p><p>− 𝑇𝐶; 𝑠𝑜𝑚𝑎 𝑑𝑜𝑠 𝑞𝑢𝑎𝑑𝑟𝑎𝑑𝑜𝑠 𝑑𝑜𝑠 𝑔𝑟𝑢𝑝𝑜𝑠.</p><p>𝑆𝑄𝑅 = 𝑆𝑄𝑇 − 𝑆𝑄𝐺; 𝑠𝑜𝑚𝑎 𝑑𝑜𝑠 𝑞𝑢𝑎𝑑𝑟𝑎𝑑𝑜𝑠 𝑑𝑜𝑠 𝑟𝑒𝑠í𝑑𝑢𝑜𝑠.</p><p>Quadro 2 – Tabela ANOVA – Completa</p><p>Fonte: adaptada de Montgomery (2016).</p><p>Métodos experimentais</p><p>voltados à melhoria de</p><p>qualidade de produtos e</p><p>processos</p><p>Introdução ao Método Taguchi</p><p>Bloco 3</p><p>Marco Aurélio da Cruz Gouveia</p><p>O conceito de Qualidade de Taguchi</p><p>Qualidade é a mínima</p><p>perda que um produto</p><p>causa à sociedade após</p><p>ter sido expedido,</p><p>excluindo-se as perdas</p><p>causada por suas funções</p><p>intrínsecas. (TAGUCHI;</p><p>ELSAYED; HSIANG, 1990)</p><p>Figura 4 - Função Perda de Taguchi</p><p>Fonte: Toleto et al. (2012, p. 336).</p><p>Todo sistema perde energia</p><p>}</p><p>TRANSFORMAÇÃO</p><p>DE ENERGIA</p><p>M</p><p>Energia Útil</p><p>Redução velocidade.</p><p>Energia</p><p>Perdida }</p><p>Quantidade de</p><p>sinal</p><p>na saída.</p><p>Quantidade de ruído</p><p>na saída: Perdas, $.</p><p>Ruído audível.</p><p>Vibração.</p><p>Calor por atrito.</p><p>Desgaste.</p><p>Etc.</p><p>Y</p><p>Y</p><p>M</p><p>Fonte: elaborada pelo autor.</p><p>Figura 5 - Transformações de energia</p><p>Como avaliar a Qualidade</p><p>S/N =</p><p>Energia útil</p><p>(energia transformada na função requerida)</p><p>Energia perdida</p><p>(energia transformada em outras coisas)</p><p>Quanto mais próximo do ideal o sistema funcionar, menos</p><p>energia sobrará para ser perdida em sintomas indesejáveis.</p><p>Teoria em Prática</p><p>Bloco 4</p><p>Marco Aurélio da Cruz Gouveia</p><p>ANOVA – Temperatura e dureza</p><p>Um engenheiro da qualidade deseja analisar o efeito da variação</p><p>da temperatura de têmpera na dureza de determinado tipo de aço</p><p>ferramenta. Após a realização dos experimentos, foram obtidos os</p><p>seguintes dados:</p><p>Temperatura</p><p>1070 1080 1090 1100 1010</p><p>15,0 13,1 12,4 10,4 13,1</p><p>15,9 14,1 11,2 13,4 10,0</p><p>18,4 18,2 15,9 11,5 13,9</p><p>17,2 11,1 13,4 14,2 11,1</p><p>18,6 15,5 9,0 12,7 13,6</p><p>18,7 12,2 10,3 13,8 12,4</p><p>16,0 12,3 10,0 12,6 11,2</p><p>17,1 13,0 13,2 11,4 12,3</p><p>21,5 15,5 11,0 16,1 13,4</p><p>14,2 14,3 13,8 13,7 15,9</p><p>18,4 15,9 12,4 9,2 9,1</p><p>15,1 15,6 13,4 10,6 10,2</p><p>Totais 206,1 170,8 146 149,6 146,2 𝑇.. = 818,7</p><p>No. Obs. 12 12 12 12 12 𝑁 = 60</p><p>Médias 17,18 14,23 12,17 12,47 12,18</p><p>ന𝑌.. = 13,65</p><p>𝑇𝑒𝑚𝑝𝑒𝑟𝑎𝑡𝑢𝑟𝑎 [℃] 𝐷𝑢𝑟𝑒𝑧𝑎 (𝐻𝑅𝐶)</p><p>Figura 6 - Dados do exercício</p><p>Fonte: elaborada pelo autor.</p><p>ANOVA – Temperatura e dureza</p><p>𝑻𝒆𝒓𝒎𝒐 𝒅𝒆 𝑪𝒐𝒓𝒓𝒆çã𝒐</p><p>𝑇𝐶 =</p><p>𝑇..</p><p>2</p><p>𝑁</p><p>=</p><p>818,72</p><p>60</p><p>= 11.171,1;</p><p>𝑺𝒐𝒎𝒂 𝒅𝒐𝒔 𝑸𝒖𝒂𝒅𝒓𝒂𝒅𝒐𝒔 𝑻𝒐𝒕𝒂𝒊𝒔</p><p>𝑆𝑄𝑇 = 𝑌𝐼𝐽</p><p>2 − 𝑇𝐶 =15,02 + 13,12 +⋯+ 10,62 + 10,22 − 11.171,1 = 437,10;</p><p>S𝒐𝒎𝒂 𝒅𝒐𝒔 𝑸𝒖𝒂𝒅𝒓𝒂𝒅𝒐𝒔 𝒅𝒐𝒔 𝑮𝒓𝒖𝒑𝒐𝒔</p><p>𝑆𝑄𝐺 =</p><p>𝑇.𝑗</p><p>2</p><p>𝑛𝑗</p><p>− 𝑇𝐶 =</p><p>206,12</p><p>12</p><p>+ ⋯+</p><p>1462</p><p>12</p><p>− 11,171,1 = 222,3;</p><p>S𝒐𝒎𝒂 𝒅𝒐𝒔 𝑸𝒖𝒂𝒅𝒓𝒂𝒅𝒐𝒔 𝒅𝒐𝒔 𝑹𝒆𝒔í𝒅𝒖𝒐𝒔</p><p>𝑆𝑄𝑅 = 𝑆𝑄𝑇 − 𝑆𝑄𝐺 = 437,1 − 222,3 = 214,8;</p><p>Fonte SQ GDL MQ Teste F</p><p>Entre Grupos SQG K-1 MQG F= MQG/ MQR</p><p>Dentro Grupos SQR N-K MQR</p><p>Total SQT N-1</p><p>Quadro 3 - Dados do exercício</p><p>Fonte: elaborado pelo autor.</p><p>ANOVA – Temperatura e Dureza</p><p>Fonte SQ GDL MQ Teste F Ftab</p><p>Entre Grupos (temperatura) 222,3 4 55,6 14,2 2,55</p><p>Dentro Grupos (residual) 214,8 55 3,9</p><p>Total 437,1 59</p><p>F calculado F tabelado</p><p>14,2 > 2,55</p><p>Há diferenças significativas entre os grupos,</p><p>provocada pelo fator controlável temperatura.</p><p>Quadro 4 - Dados do exercício</p><p>Fonte: elaborado pelo autor.</p><p>Dicas do(a) Professor(a)</p><p>Bloco 5</p><p>Marco Aurélio da Cruz Gouveia</p><p>Prezado aluno, as indicações a seguir podem estar disponíveis</p><p>em algum dos parceiros da nossa Biblioteca Virtual (faça o login</p><p>através do seu AVA). Algumas indicações também podem estar</p><p>disponíveis em sites acadêmicos como o Scielo, repositórios de</p><p>instituições públicas, órgãos públicos, anais de eventos</p><p>científicos ou periódicos científicos, acessíveis pela internet.</p><p>Isso não significa que o protagonismo da sua jornada de</p><p>autodesenvolvimento deva mudar de foco. Reconhecemos que</p><p>você é a autoridade máxima da sua própria vida e deve,</p><p>portanto, assumir uma postura autônoma nos estudos e na</p><p>construção da sua carreira profissional.</p><p>Por isso, te convidamos a explorar todas as possibilidades da</p><p>nossa Biblioteca Virtual e além! Sucesso!</p><p>Leitura Fundamental</p><p>Indicação de leitura 1</p><p>Leia a dissertação de Vivacqua (1995), que apresenta, de</p><p>forma didática, ideias que visam a melhoria da</p><p>qualidade de</p><p>produtos e processos.</p><p>Referência:</p><p>VIVACQUA, C. A. Uma apresentação e crítica aos métodos de Taguchi em</p><p>planejamento de experimentos. Dissertação (Mestado), Instituto de Matemática,</p><p>Estatística e Ciência a Computação. Campinas: Universidade Estadual de Campinas,</p><p>1995.</p><p>Indicação de leitura 2</p><p>Veja a dissertação de Godoy (2014), que propõe uma</p><p>abordagem detalhada de implementação do Ciclo DMAIC para</p><p>a Melhoria da Qualidade em um dos processos de uma</p><p>indústria de cosméticos, denotando as dificuldades,</p><p>problemas e barreiras encontradas na aplicação, utilizando</p><p>métodos estatísticos, como Planejamento de Experimentos e</p><p>Carta de Controle para o desenvolvimento do estudo.</p><p>Referência:</p><p>GODOY, C. Uma aplicação do planejamento de experimentos e carta de controle</p><p>em uma indústria de cosméticos: ciclo DMAIC. Dissertação (Mestrado), Faculdade</p><p>de Engenharia. Bauru: Universidade Estadual Paulista, 2014.</p><p>Dica do(a) Professor(a)</p><p>Um documentário muito interesse é Jiro Dreams of Sushi (O Sushi dos</p><p>Sonhos de Jiro), que está disponível em algumas plataformas de</p><p>streaming. Retrata um restaurante famoso e peculiar, em Tóquio, e a busca</p><p>pela perfeição dos produtos e serviços por seu fundador, o senhor Jiro.</p><p>Ano produção: 2011; dirigido por David Gelb; duraçãode 83 minutos,</p><p>Países de Origem: Estados Unidos da América.</p><p>Sinopse:</p><p>No subsolo de um edifício de escritórios em Tóquio, Jiro Ono, antigo</p><p>mestre do sushi de 85 anos, trabalha incansavelmente em seu</p><p>restaurante de fama internacional, o Sukiyabashi Jiro. Enquanto seu</p><p>filho, Yoshikazu, encara a pressão de ficar no lugar do pai e gerenciar o</p><p>lendário restaurante, Jiro-san persegue implacavelmente sua busca</p><p>pelo sushi perfeito.</p><p>Referências</p><p>GODOY, C. Uma aplicação do planejamento de experimentos e carta de controle em uma indústria</p><p>de cosméticos: ciclo DMAIC. Dissertação (Mestrado), Faculdade de Engenharia. Bauru: Universidade</p><p>Estadual Paulista, 2014. Disponível em:</p><p>https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/115586/000805087.pdf?sequence=1. Acesso</p><p>em: 25 maio 2022.</p><p>KANO, N. Attractive quality and must-be quality. In: Hinshitsu (Quality, The Journal of Japanese</p><p>Society for Quality Control), v. 14, p. 39-48, 1984.</p><p>MONTGOMERY, D. C. Introdução ao Controle Estatístico da Qualidade. 7. ed. Rio de Janeiro: Grupo</p><p>GEN, 2016. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788521631873/.</p><p>Acesso em: 25 maio 2022.</p><p>TAGUCHI, G.; ELSAYED E. A.; HSIANG T. C. Engenharia da qualidade em sistemas de produção. São</p><p>Paulo: McGraw-Hill, 1990.</p><p>TOLETO, J. C. D.; BORRÁS, M. Á. A.; MERGULHÃO, R. C. et al. Qualidade - Gestão e Métodos. Rio de</p><p>Janeiro: Grupo GEN, 2012. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-</p><p>85-216-2195-9/. Acesso em: 25 maio 2022.</p><p>VIVACQUA, C. A. Uma apresentação e crítica aos métodos de Taguchi em planejamento de</p><p>experimentos. Dissertação (Mestado), Instituto de Matemática, Estatística e Ciência a Computação.</p><p>Campinas: Universidade Estadual de Campinas, 1995. Disponível em:</p><p>https://acervus.unicamp.br/index.html. Acesso em: 25 maio 2022.</p><p>Bons estudos!</p>