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Sumário 
 
 
1. BRIGADA DE INCÊNDIO E EMERGÊNCIA ....................................................................................... 3 
2. PCIP–PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO E PÂNICO ................................................................ 3 
3. PROPAGAÇÕES DO FOGO ............................................................................................................. 5 
4. AGENTES EXTINTORES .................................................................................................................. 8 
5. MÉTODOS DE EXTINÇÃO DO FOGO ............................................................................................ 12 
6. EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS DE COMBATE A INCÊNDIO........................................................ 14 
7. EQUIPAMENTOS DE DETECÇÃO, ALARME E COMUNICAÇÕES.................................................... 17 
8. COMUNICAÇÃO: ......................................................................................................................... 17 
9. ABANDONO DA ÁREA ORIENTAÇÃO ........................................................................................... 18 
10. PRIMEIROS SOCORROS ............................................................................................................. 19 
11. FERIMENTOS ............................................................................................................................ 21 
12. QUEIMADURAS ......................................................................................................................... 26 
13. FRATURAS, ENTORSES E LUXAÇÕES.......................................................................................... 30 
14. ENGASGO – OVACE................................................................................................................... 31 
15. PARADA CARDÍACA OU PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA ........................................................ 33 
 ....................................................................................................................................................... 33 
16.DESFIBRILADOR EXTERNO AUTOMÁTICO .................................................................................. 35 
17. IMOBILIZAÇÃO DE FRATURAS ................................................................................................... 37 
 
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1. BRIGADA DE INCÊNDIO E EMERGÊNCIA 
 
Definição: Grupo organizado de pessoas voluntárias ou não, 
treinadas e capacitadas para atuar na prevenção, abandono e 
combate a um PRINCÍPIO DE INCÊNDIO e prestar os primeiros socorros, dentro 
de uma área pré-estabelecida. 
 
Objetivo: Proteger a vida e o patrimônio, bem como reduzir as consequências 
iniciais do sinistro, e dos danos ao patrimônio e ao meio ambiente. 
 
Exigências Legais: Portaria do Ministério do Trabalho nº. 3214 de 08 de junho de 
1978, em sua norma regulamentadora nº. 23, IT- 17 do CBPMSP, Lei AM 2.812/03, 
Decreto AM 24.054/04 e NBR 14276. 
 
Responsabilidade da Brigada: 
a) Ações de prevenção: 
 Avaliação dos riscos existentes; 
 Inspeção geral dos equipamentos de combate a incêndio; 
 Inspeção geral das rotas de fuga; 
 Elaboração de relatório das irregularidades encontradas; 
 Encaminhamento de relatório aos setores competentes; 
 Orientação à população fixa e flutuante; 
 Prática de exercícios simulados. 
 
Ações de emergência: 
 Identificação da situação; 
 Alarme/abandono de área; 
 Corte de energia; 
 Acionamento do Corpo de Bombeiros e/ou ajuda externa; 
 Primeiros socorros; 
 Combate ao princípio de incêndio; 
 Recepção e orientação ao Corpo de Bombeiros. 
 
2. PCIP–PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO E PÂNICO 
 
Teoria do Fogo 
O efetivo controle e extinção do incêndio requerem um entendimento da natureza 
química e física do fogo. Isso inclui informações sobre fontes de calor, composição e 
características dos combustíveis e as condições necessárias para combustão. 
 
Mas, afinal, o que é FOGO? O fogo é uma reação química chamada combustão, 
na qual o combustível reage com o oxigênio, formando gás carbônico, vapor de 
água, liberando luz e calor. Para haver combustão é necessário que tenhamos algo 
que queime, o combustível, junto do oxigênio, que é o comburente. No entanto, 
4 
 
para que o fogo se inicie é necessário mais um elemento: a fonte de ignição 
(calor). 
TRIÂNGULO DO FOGO: Forma didática criada para melhor ilustrar a reação 
química da combustão onde cada lado do triangulo representa um elemento desta 
reação, para que exista fogo são necessários os três elementos. 
 
 
 
 
 
 
TETRAEDRO DO FOGO: Modernamente, 
foi acrescentado ao triângulo do fogo mais 
um elemento: a reação em cadeia, 
formando assim o tetraedro ou 
quadrado de fogo. A reação em cadeia 
torna a queima autossustentável. O calor 
irradiado das chamas atinge o combustível 
e este é decomposto em partículas 
menores, que se combinam com o 
oxigênio e queimam, irradiando outra vez calor para o combustível, formando um 
ciclo constante. 
 
CALOR: É a energia para que o fogo se inicie e continue. Este calor inicial também 
é conhecido como fonte de ignição. (centelha ou faísca elétrica, brasa ou fagulha). 
O calor é gerado pela transformação de outras formas de energia, quais sejam: 
 Energia química (a quantidade de calor gerado pelo processo de 
combustão); 
 Energia elétrica (o calor gerado pela passagem de eletricidade através de 
um condutor, como um fio elétrico ou um aparelho eletrodoméstico); 
 Energia mecânica (o calor gerado pelo atrito de dois corpos); 
 Energia nuclear (o calor gerado pela fissão (quebra) do núcleo de átomo). 
 
 
 
16% 
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3. PROPAGAÇÕES DO FOGO 
Agora que você, brigadista, conheceu os 
aspectos do fogo e seus elementos, serão 
apresentadas as formas de transmissão de calor: 
CONDUÇÃO, CONVECÇÃO e IRRADIAÇÃO. 
 
CONDUÇÂO: Transmissão do calor de molécula para molécula, através de um 
material que seja um bom condutor de calor, precisa de corpo sólido. 
 
 
 
 
 
 
CONVECÇÃO: Modo de propagação do calor em que as partes quentes sobem 
e as frias descem, formando correntes térmicas. Acontece com gases e 
líquidos. O ar quente sempre sobe e leva consigo o calor que poderá entrar em 
contato com o combustível e propagar o fogo. 
 
 
 
 
 
 
IRRADIAÇÃO: Modo de propagação em que o calor é transmitido à distância, 
através do ar e do espaço, por ondas eletromagnéticas (raios infravermelho). 
 
 
 
 
 
 
 
6 
 
 
Os combustíveis são transformados pelo calor, a partir desta 
transformação é que combinam com o oxigênio resultando a combustão. Essa 
transformação desenvolve- se em temperaturas diferentes. A medida que o 
material vai sendo aquecido. 
 
Ponto de Fulgor: Temperatura na qual os corpos 
combustíveis começam a liberar vapores, que se 
incendeiam em contato com uma fonte externa de calor. 
Entretanto, a combustão não se mantém devido à 
insuficiência de vapores. (Flash Point). 
 
 
Ponto de Combustão: Temperatura mínima, na qual os 
gases desprendidos dos corpos combustíveis se inflamam 
ao entrarem em contato com uma fonte externa de calor, e 
através do qual a combustão se mantém. (Fire Point). 
 
Ponto de Ignição: Temperatura mínima na qual os 
vapores desprendidos dos corpos combustíveis entram em 
combustão, quando em contato com o oxigênio 
independente de qualquer fonte externa de calor e através 
da qual a combustão se mantém. 
 
COMBUSTIVEL: Qualquer material ou substância sólida, líquida ou gasosa que 
seja inflamável, ou seja, passível de pegar fogo, como madeira, papel, lixo, gás, 
gasolina, borracha, etc. 
 
Combustíveis líquidos: Sãos os líquidos que estão 
armazenados dentro de um recipiente. É importante 
notar também que as maiorias dos líquidos inflamáveis 
são mais leves que a água, e, portanto, flutuam sobre 
esta. 
 
Combustíveis gasosos: Não temvolume definido, tendendo, rapidamente, a 
ocupar todos os recipientes que estão envolvidos. 
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Os gases combustíveis são obtidos, a partir de combustíveis sólidos, pela pirólise 
(decomposição química de uma matéria ou substância através do calor). 
 
 
 
 
 
 
 GÁS LIQUEFEITO DO PETRÓLEO (GLP) 
 
 
 
 
 
 
 
 
COMBURENTE OU OXIGÊNIO: Gás contido no ar que respiramos, indispensável 
para que ocorra a combustão ou fogo (sem o oxigênio não há fogo). 
A atmosfera é composta por 21% de oxigênio, 78% de nitrogênio e 1% de outros 
gases. (- 8% O2 - não há fogo). 
 
 
 
 
Classes de Incêndio 
 
Características dos 
cilindros: 
. Constituído de chapa de 
aço. 
. Costura na horizontal. 
. Utilizado na vertical. 
Plug-fusível. 
. Válvula de segurança. 
Composição: 
. 50% propano 
. 40% butano 
. 10% hercaptano (subst. 
Odorífica). 
 
Características do GLP: 
. Não toxico. 
. Asfixiante. 
. Mais pesado que o AR. 
. Efeito anestésico. 
. Inodoro. 
. Liquido sobre pressão. 
. Convertido em gases (30º C). 
. 85% Liquido. 
. 15% gases (vapor). 
Obs: O plug-fusível derrete-se a 
temperatura externa de 70º C. 
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Os incêndios são classificados de acordo com os materiais que 
estão queimando. Esta classificação serve para indicar o agente extintor 
adequado para o tipo de incêndio. 
CLASSES MATERIAL COMBUSTIVEL 
 
Materiais sólidos que queimam na superfície e em 
profundidade, deixando resíduos. Tendo como 
exemplos: madeira, papel, plástico e etc. 
 
Combustíveis Líquidos que queimam somente em superfície 
ou graxos que não deixam resíduo. Tendo como exemplos 
os derivados do petróleo: gasolina, gases, acetona, álcool e 
etc. 
 
 
 
Equipamentos elétricos e energizados. Temos como 
exemplos: motores, geradores, tv e etc. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Materiais Pirofóricos sãos os elementos que queimam 
espontaneamente, sob certas condições. Tendo como 
exemplos: magnésio, antimônio, potássio, alumínio 
fragmentado, zinco, titânio e etc. 
 
Fogos oriundos de gorduras, banhas e óleos quentes. Tendo 
como exemplos: óleo de cozinha, gordura vegetal e etc. 
 
 
 
4. AGENTES EXTINTORES 
 
São substâncias contidas no interior do cilindro do extintor que será 
utilizado para combater o princípio de incêndio. São inúmeros os agentes 
extintores existentes, porém os mais comuns são: 
 
Água: É a mais abundante na natureza, é o agente extintor mais empregado, em 
virtude do seu baixo custo e da facilidade de obtenção. 
Espuma Mecânica: E produzida pelo batimento da água + LGE (líquido gerador de 
espuma) e ar. 
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Pó Químico Seco: são substâncias constituídas de bicarbonato de sódio e 
bicarbonato de potássio ou cloreto de potássio. 
Pó ABC: São pós compostos a base de fosfato monoamônico, tem aplicação polivalente 
para as classes de fogo A B e C. 
Gás Carbônico: Também conhecido como dióxido de carbono ou CO2, é um gás 
mais denso (mais pesado) que o ar, sem cor, sem cheiro, não condutor de 
eletricidade e não venenoso (mas asfixiante). 
Acetato de Potássio: Os extintores de agente úmido Classe K, contém uma 
solução especial de Acetato de Potássio, diluída em água, que quando acionado, é 
descarregada com um jato tipo neblina (pulverização) como em um sistema fixo. O 
fogo é extinto por resfriamento e pelo efeito asfixiante da espuma (saponificação). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
EXTINTOR DE PÓ 
QUÍMICO SECO 
Capacidade: 1, 2 
4,6,8,12,20,30, 50 kg. 
Agente Químico: 
Bicarbonato de sódio 
Gás Propelente: 
nitrogênio 
Alcance médio do jato: 
4Mt. 05 metros. 
Tempo de descarga: 25 
a 40 seg. 
Função Principal: 
abafamento 
 
 
EXTINTOR DE AGUA 
Capacidade: 10,50 Lt. 
Agente Químico: Água 
Gás Propelente: 
nitrogênio 
Alcance médio do jato: 
10 Mt. 05 metros. 
Tempo de descarga: 60 
seg. 
Função Principal: 
resfriamento. 
 
 
CLASSIFICAÇÃO DOS EXTINTORES 
 
EXTINTOR DE PÓ ABC 
Capacidade: 
2,4,6,8,12,50 kg. 
Agente Químico: 
Monofosfato de Amônia 
Gás Propelente: 
Nitrogênio 
Alcance médio do jato: 
4 Mt. 05 metros. 
Tempo de descarga: 25 
a 40 seg. 
Função Principal: 
abafamento 
 
 
EXTINTOR DE CO2 
Capacidade: 4,6,25 kg. 
Agente Químico: Gás 
Carbônico 
Gás Propelente: Gás 
Carbônico 
Alcance médio do jato: 
2,5Mt. 05 metros. 
Tempo de descarga: 14 
a 20 seg. 
Função Principal: 
abafamento 
 
 
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USANDO O EXTINTOR PORTÁTIL 
 
Para aciona-lo puxe o pino de segurança rompendo o lacre, mire o mangote na 
base do fogo e pressione a alavanca para baixo para dispara-lo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
EXTINTOR DE PÓ 
ESPECIAL 
Capacidade: 12 kg. 
Agente Químico: grafite 
em pó 
Gás Propelente: 
Nitrogênio 
Alcance médio do jato: 
4 Mt. 05 metros. 
Tempo de descarga: 30 
a 45 seg. 
Função Principal: 
abafamento 
 
 
EXTINTOR DE PÓ 
ESPECIAL 
Capacidade: 06 Lt. 
Agente Químico: Acetato 
de potassio 
Gás Propelente: 
Nitrogênio 
Alcance médio do jato: 
5 a 8 Mt. 05 metros. 
Tempo de descarga: 80 
a 100 seg. 
Função Principal: 
resfriamento e efeito 
asfixiante da espuma. 
 
 
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USANDO OS EXTINTORES SOBRE RODAS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MANÔMETRO DE PRESSÃO DO EXTINTOR 
 
Manômetro: Indica a operacionalidade do equipamento (se está apto ao uso ou 
não). Tem finalidade de mensurar se o equipamento está com “pressão” 
(pressurizado) ou não. 
 
 
 
 
 
 
 
 Despressurizado Carregado Sobrecarregado 
 
 
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5. MÉTODOS DE EXTINÇÃO DO FOGO 
 
RETIRADA DO MATERIAL/ISOLAMENTO: 
É a forma simples de se extinguir um incêndio. Ao afastar ou isolar 
produtos inflamáveis ou combustíveis que ainda não queimaram, estaremos 
limitando o incêndio, evitando a sua propagação. 
 
 
 
 
 
 
 
RESFRIAMENTO: 
É o método mais utilizado. Consiste em diminuir a temperatura do material 
combustível que está queimando, diminuindo, consequentemente, a liberação de 
gases ou vapores inflamáveis. A água é o agente extintor mais usado, por ter 
grande capacidade de absorver calor e ser facilmente encontrada na natureza. 
É inútil o emprego de água onde queimam combustíveis com baixo ponto 
de combustão (menos de 20ºC), pois a água resfria até a temperatura ambiente e 
o material continuará produzindo gases combustíveis. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
13 
 
ABAFAMENTO: 
É a tentativa de extinguir um incêndio diminuindo a quantidade de oxigênio 
disponível para a queima, abafando com cobertores, areia, etc. Não havendo 
comburente para reagir com o combustível, não haverá fogo. 
Como exceções estão os materiais que têm oxigênio em sua 
composição e queimam sem necessidade do oxigênio do ar, como os 
peróxidos orgânicos e o fósforo branco. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
QUEBRA DA REAÇÃO EM CADEIA: 
Certos agentes extintores, quando lançados sobre o fogo, sofrem ação do 
calor, reagindo sobre a área das chamas, interrompendo assim a “reação em 
cadeia” (extinção química). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
14 
 
6. EQUIPAMENTOS HIDRÁULICOS DE COMBATE A INCÊNDIO 
 
INSTALAÇÔES HIDRÁULICAS: 
As instalações 
hidráulicas sãos recursos que as 
equipes de brigada possuem 
para permitir o início do combate 
a incêndios, antes da chegada 
dos bombeiros, e ainda facilitar o 
serviço destes no recalque de 
água, principalmente em 
construções elevadas. Elas se dividem em duas (2) principais: automática e a sob 
comando. 
INSTALAÇÔES SOB COMANDOS: 
São aquelas que necessitamos de equipes treinadas para, no momento da 
ocorrência. Colocarmos em operação, montando os dispositivos de combate ao 
fogo. Essas instalações são compostas de: 
RESERVATÓRIOS: 
 
São tanques, caixas (subterrâneas ou aéreas), 
fossos, etc., que utilizamos para guardar uma quantidade 
de água exclusiva para uso em caso de incêndios. Os 
elevados mantêma rede constantemente pressurizada; 
os ao nível do chão ou subterrâneo, necessitam de 
bombas de recalque para fornecer a pressão exigida. 
 
REGISTROS DE RECALQUE (RR): 
São equipamentos destinados a enviar a água a 
pontos distantes ou elevados, e fornecer pressão 
necessária nos equipamentos. São acionadas por motores 
elétricos ou à explosão acoplados a elas. 
 
TUBULAÇÕES: 
As tubulações são metálicas (aço carbono ou 
ferro fundido), subterrâneas, e que servem para distribuir 
a água por todo o parque industrial. 
 
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HIDRANTES: 
São terminais das tubulações, que permitem 
a captação da água através de mangueira e 
controlados por válvulas (registros). Os hidrantes 
podem ser de tipos diferentes, de acordo com as 
necessidades dos locais. 
 
ABRIGOS DE MANGUEIRAS: 
São caixas de madeira, metais ou vidros e que 
servem para guardar esguichos, mangueiras e chaves. 
 
 
MANGUEIRAS DE INCÊNDIO: 
São dutos flexíveis dobráveis, 
fabricados com fibras naturais: rami, 
algodão, linho etc., ou fibras sintéticas 
(poliéster). As mangueiras são utilizadas 
para conduzir água até o ponto do incêndio. 
São fabricadas em diversos diâmetros. (1 ½ , 
2½ ). 
 
CONEXÕES: 
São peças confeccionadas em latão, 
montadas por meio de empatação às 
extremidades das mangueiras e que servem para 
acoplá-las aos hidrantes, outras mangueiras, 
viaturas, esguichos, etc. As conexões não podem 
ser jogadas ao chão, sofrer impactos ou quaisquer 
danos, pois, caso isto ocorra, toda a mangueira 
ficará inutilizada. 
 
 
 
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ESGUICHOS: 
São equipamentos destinados a dar forma e 
direção ao jato d'água. São de diversos tipos, porém 
são comuns os esguichos: 
 Regulável simples; 
 Regulável com bloqueio. 
 
CHAVES DE MANGUEIRAS: 
Auxiliam no acoplamento entre mangueiras ou equipamentos com 
conexões, quando há dificuldade para fazê-lo com as mãos. 
 
 
 
 
 
 
 
DERIVANTE: 
São peças em forma de "Y", destinadas a dividir a aplicação da água para 
dois ou mais pontos. Podem ser montadas com ou sem registros. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
17 
 
7. EQUIPAMENTOS DE DETECÇÃO, ALARME E COMUNICAÇÕES 
 
Detecção e alarme: 
Dispositivos destinados a operar reconhecendo e avisando um princípio de 
incêndio a população de uma edificação. No mercado encontramos diversos tipos 
de detectores e alarmes tais como: Alarme sonoro; Alarme visual; Alarme sonoro e 
visual; Detector automático pontual de fumaça; Detector de temperatura pontual; 
Detector linear; Detector automático de chama; Detectores térmicos; os detectores 
são instalados de acordo com a exigência legal de cada Estado seguindo 
orientações da NBR- 9441/94. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
8. COMUNICAÇÃO: 
 
Comunicação é o ato ou o efeito de emitir, transmitir e 
receber mensagens. 
 
COMUNICAÇÃO OPERACIONAL: 
É a correta utilização dos procedimentos e 
equipamentos de comunicação, permitindo o fluxo de 
mensagens entre os brigadistas ou da edificação ao 
Corpo de Bombeiro. 
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EQUIPAMENTOS UTILIZADOS NA COMUNICAÇÃO: 
 
 Rádio; Celular; 
Telefone; Computador. 
 
Manutenção e revisão de extintores 
Problemas encontrados, visando um funcionamento seguro e eficiente. É realizada 
através de inspeções, onde são verificados: localização, acesso, visibilidade, rótulo 
de identificação, lacre e selo da ABNT, peso, danos físicos, obstrução no bico ou na 
mangueira, peças soltas ou quebradas e pressão nos manômetros. 
 
INSPEÇÕES 
 
Semanais: Verificar acesso, visibilidade e sinalização. 
Mensais: Verificar se o bico ou a mangueira estão obstruídos. Observar a pressão 
do manômetro (se houver), o lacre e o pino de segurança. 
Semestrais: Verificar o peso do extintor de CO2 e do cilindro de gás comprimido, 
quando houver. Se o peso do extintor estiver abaixo de 90% do especificado, 
recarregar. 
Anuais: Verificar se não há dano físico no extintor, avaria no pino de segurança e no 
lacre. Recarregar o extintor. 
Quinquenais: Fazer o teste hidrostático, que é a prova a que se submete o extintor, 
a cada 5 anos ou toda vez que o aparelho sofrer acidentes, tais como: batidas, 
exposição a temperaturas altas, ataques químicos ou corrosão. Deve ser efetuado 
por pessoal habilitado e com equipamentos especializados. Neste teste, o aparelho é 
submetido a uma pressão de 2,5 vezes a pressão de trabalho, isto é, se a pressão de 
trabalho é de 14 kgf/cm2, a pressão de prova será de 35 KGF/cm2. Este teste é 
precedido por uma minuciosa observação do aparelho, para verificar a existência de 
danos físico. 
9. ABANDONO DA ÁREA ORIENTAÇÃO 
 
Saia imediatamente. Muitas pessoas morrem por não acreditar que o 
incêndio pode se alastrar rapidamente. 
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Se você ficar preso em meio a fumaça, respire pelo nariz, em rápidas 
inalações e procure rastejar para a saída, pois junto ao chão o ar permanece 
respirável mais tempo. 
Use escadas, nunca o elevador. Um incêndio pode determinar um corte de 
energia e você cairá numa armadilha, sem mais esperanças. Feche todas as portas 
que for deixando para trás. 
Toque a porta com a mão. Se estiver quente não abra. Se estiver fria faça 
este teste: abra vagarosamente e fique atrás da porta. Se sentir calor ou pressão 
vindo através da abertura, mantenha a fechada. 
Não combata o incêndio a menos que você saiba manusear o equipamento 
de combate ao fogo com eficiência. 
Não salte do prédio. Muitas pessoas morrem, sem imaginar que o socorro 
pode chegar em poucos minutos. 
Se houver pânico na saída principal, mantenha-se afastado da multidão. 
Procure outra saída, uma vez que você tenha conseguido escapar. 
 
 
10. PRIMEIROS SOCORROS 
 
Conceito: Primeiro socorro é o atendimento dado ao acidentado, portador de 
qualquer outra urgência médica, imediatamente após o fato, de forma provisória, 
antes da chegada do auxílio médico, com a finalidade de evitar agravamentos. 
A aplicação de primeiros socorros deve ser realizada por pessoal treinado e 
capacitado, pois quando devidamente realizada previne ou impede o agravamento 
da lesão, tornando mais fácil à recuperação do acidentado. 
 
Socorrista: Pessoa com conhecimento técnico para atuar com calma, avaliar, 
identificar e atuar utilizando os procedimentos corretos: 
Mantendo a vítima bem sossegada. Agir de forma calma, mas agir rapidamente. 
Não tentar fazer uma pessoa inconsciente tomar água ou outros líquidos, e nunca 
dar bebidas alcoólicas. 
 
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Não mudar a posição de uma pessoa ferida que apresente suspeita de fratura, antes 
de receber autorização do médico ou de outra pessoa mais habilitada, ou antes, do 
membro fraturado ter sido devidamente imobilizado. A remoção imediata deverá ser 
realizada quando houver perigo maior (iminente) para acidentado. 
Chamar auxílio médico imediatamente. Não confiar em demasia nos próprios 
recursos. Quando possível, remover a vítima, com toda a urgência para o centro 
hospitalar mais próximo. 
Procedimentos a serem adotados numa ocorrência: 
Avaliar a cena e garantir a segurança, aproximar-se da vítima de frente para a sua 
face, estabilizar sua cabeça manualmente, verificar nível de consciência e solicitar 
apoio dos serviços de emergências médicas locais (192, 193 e outros). 

Quando avaliamos uma vítima podemos nos deparar com diversos fatores 
por isso podemos dividir essa avaliação em duas partes: 

No exame primário devemos avaliar a vítima para identificar o 
máximo de lesões que ela pode ter e caso nos depararmos com uma vítima 
inconsciente e sem movimentos do tórax devemos iniciar o atendimento mais 
rápido possível já que identificamos possivelmente uma parada 
cardiorrespiratória, assim temos como referência o protocolo CAB do trauma 
onde é verificado: Sinais vitais e nível de consciência. Visando a manutenção 
do Suporte Básico de Vida SBV (Batimentos Cardíacos e Respiração). 
 
C Checar pulso, conter grandes hemorragias e realizar RCP se necessário. 
A Checarnível de consciência e liberar as vias aéreas. 
B Checar cavidade oral e efetuar a ventilação. (se tiver domínio da técnica) 
Exame 
 
Exame 
Primário 
Vítima 
21 
 
 
 
 
 
 
 
 
No exame secundário: Procurar e tratar outros males que venham a comprometer 
o Suporte Básico de Vida – SBV. 
• Exame DETALHADO, dura em média três minutos. 
É conhecido como EXAME da CABEÇA aos PÉS. 
 
11. FERIMENTOS 
 
Em casos de ferimentos como as escoriações, deve-se limpá-los com soro 
fisiológico ou água corrente e sabão. 
Nunca colocar material estranho, seja ele medicamento caseiro, pomadas, etc. 
Proteger a ferida com um pano limpo ou gaze esterilizada. Corpos estranhos 
não devem ser removidos a menos que estejam fora da ferida e que saiam 
facilmente durante a limpeza, não tente retirar farpas, vidros, ou partículas de metal 
ou de madeira encravados. Não toque no ferimento com os dedos, lenços usados ou 
materiais sujos. 
 
Nos ferimentos com grande perda de sangue, a conduta deverá ser a 
seguinte: 
 
 Aplicação de pressão direta: através da colocação de uma camada de gases 
esterilizados sobre o ferimento ou panos limpos, fazendo uma forte pressão sobre 
a compressa, não remova a gaze, pois pode voltar a sangrar.
 Pressão indireta: localizando a artéria que irriga sangue no local do ferimento, 
fazendo pressão sobre a mesma.
 Curativo compressivo:envolvendo ataduras esterilizadas ou pano limpo sobre o 
C A B 
22 
 
ferimento com uma leve pressão.
 Torniquete: método (não recomendado), devido as consequências que pode 
acarretar. Deverá ser realizado por profissional da saúde. O torniquete caso seja 
aplicado como última medida para salvar a vida de uma pessoa ferida. 

Se a ferida parar de sangrar, leve o paciente a um hospital imediatamente. 
Obs: hoje já existe torniquete comercial disponível no mercado, fazendo com que 
não seja necessário ser aplicado um improvisado pois a chance de lesionar o tecido 
da vítima acaba sendo muito maior ou na maioria das vezes ineficiente. 
 
 Em ferimentos no couro cabeludo, rosto, nariz ou boca, deve-se deitar a vítima 
com a cabeça, pescoço e ombros num local plano e estabilizar a cabeça e o 
pescoço com as mãos evitando que se movimente. Não obstrua sangramento 
pela boca, ouvidos ou nariz. Aplique compressa para cessar o sangramento no 
couro cabeludo.


23 
 
Hemorragia nasal 
 
 Colocar a vítima sentada com a cabeça levemente inclinada para trás; 
 Fazer pressão sobre a narina sangrenta durante + ou – 5 minutos com o dedo 
indicador na parte externa da narina; 
 Aplicar compressa de água fria ou gelo envolvido em um pano sobre a narina, 
testa e face para contrair os vasos sanguíneos e auxiliar no controle da 
hemorragia. 
 Encaminhar ao hospital. 
 
Nos ferimentos abdominais, com saída de vísceras não tentar reintroduzi-las. Cobrir 
as vísceras com um plástico (filme de PVC) ou um pano limpo úmido por cima, e 
encaminhá-lo rapidamente a assistência médica. Cobrir a vítima para evitar 
perda de temperatura corporal. 
 
Avulsões 
Quando uma parte do corpo é arrancada, proceda da seguinte forma: 
 Controlar o sangramento existente; 
 Colocar a parte arrancada (do jeito que estiver: suja, cheio de graxa, terra, etc.) 
dentro de um saco plástico limpo; 
 Colocar algumas pedras de gelo ao redor para evitar a degeneração rápida dos 
tecidos; 
 Conduzir a vítima para um hospital o mais rápido possível. 
 
Objetos cravados no corpo 
 
Quando um objeto estiver cravado no corpo da vítima proceda da seguinte forma: 
 Controlar o sangramento existente; 
 Estabilizar o objeto no próprio local com compressas de gazes, toalhas ou 
outro meio disponível; 
 Não permitir que seja removido o objeto; 
24 
 
 Conduzir a vítima para o hospital. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Em todos os casos de ferimentos, sejam leves ou profundos, há 
necessidade do atendimento médico, para a indicação de medicamentos e 
antibióticos. 
 
Contusões 
 
É quando uma região do corpo se choca contra qualquer objeto ou 
superfície dura, sofrendo agressão sem ferimento hemorrágico. Forma 
posteriormente, um hematoma. Observar a superfície, se ela aumenta ou 
estaciona. Imobilize o local e conduza a vítima para um hospital. 
 
Estado de Choque 
 
É uma terminologia médica que indica um paciente prostrado, inconsciente 
ou semiconsciente, com a pele fria e pegajosa, sudorese intensa, pálido, sensação 
de frio, respiração curta, rápida e irregular, com visão prejudicada, pulso fraco e 
rápido devido geralmente a grandes perdas de sangue. 
Outras causas são devido a uma série de eventos: queimaduras graves, 
acidentes por choque elétrico, envenenamento, ataque cardíaco, etc. O primeiro 
socorro é tirar desta situação patológica, ou seja, descobrir a causa e combatê-la. 
Após, as seguintes condutas devem ser tomadas: 
 Inspeção rápida das condições da vítima; 
 Manter a vítima deitada, agasalhada e calma;
 Afrouxar toda a roupa, principalmente da região do pescoço, cintura e tórax;
25 
 
 Retirar da boca, todo objeto que possa prejudicar a respiração ou ser 
engolido indevidamente;
 Se estiver vomitando, mantenha a vítima deitada de lado na posição de 
recuperação;
 Nunca ofereça líquido para ingerir, como chá, café, água, etc. Devido a 
possibilidade de vômitos;
 Observar bem o doente enquanto é providenciado o socorro médico. Se 
acontecer a parada cardíaca, iniciar imediatamente, as compressões 
torácicas.
Choque Elétrico 
 
Qualquer acidente com um fio 
condutor de eletricidade pode levar a um 
choque elétrico. Ao manipular os fios 
ligados, e que estejam em mal estado de 
conservação, pisar em fios caídos no chão e 
que estejam conduzindo eletricidade, 
trocando lâmpadas em casa enfim, tudo 
aquilo que é relacionado com a eletricidade, pode causar acidente e 
choque elétrico ou apenas um atordoamento. 
 
Conduta de Atendimento: 
 
 Desligar a corrente elétrica ou providenciar para que seja desligada antes de 
qualquer conduta com a vítima; 
 Nunca tocar na vítima, até que ela esteja separada do fio elétrico ou da 
corrente; 
 Tão logo a vítima se livre da corrente elétrica, avalie-a e se necessário, iniciar 
as manobras de ressuscitação cardiopulmonar; 
 Procurar a porta de entrada e a saída da corrente elétrica no corpo da vítima 
para fazermos os curativos nas queimaduras; 
 Nos acidentes com alta tensão acione o Corpo de Bombeiros e isole a área, 
26 
 
sinalize-a e não deixe ninguém tocar na vítima devido ao risco de morte do 
socorrista. 
Desmaios 
O paciente sente mal-estar, tonturas, distúrbios visuais, suor frio e palidez. 
Geralmente ocorre por diminuição de glicose ou oxigênio no cérebro. 
Conduta de atendimento: 
 Deitar a vítima no chão; 
 Realizar avaliação primária (liberação das vias aéreas, verificar pulso); 
 Afrouxar a roupa, principalmente aquelas que estão apertando o tórax e o 
pescoço; 
 NUNCA devemos dar amoníaco, álcool, vinagre, etc. para cheirar; 
 NUNCA oferecer bebidas para uma vítima de desmaio, devido ao risco de 
vômito; 
 Encaminhar sempre ao médico. 
 
12. QUEIMADURAS 
 
São lesões produzidas na pele pelo calor, frio, produtos químicos, eletricidade, 
irradiações ionizantes. 
As queimaduras são classificadas como: 
1º Grau – Atinge a primeira camada da pele, provoca dor intensa (sintoma) e pele 
avermelhada (sinal). Ex: exposição aos raios solares, e fonte de calor intensa. 
2º Grau – Atinge a segunda camada da pele, há formação de “bolhas”. Não 
devemos estourar as bolhas. Ex: queimadura com óleo quente, café, ferro de passar 
roupa. 
3ºGrau – Atinge todo o tecido de revestimento, camadas de gorduras, músculos e 
até ossos. Ex: queimadura com eletricidade, explosões, incêndios. 
 
 
 
 
 
 
1° GRAU 
27 
 
 
 
 
 
 
 
Conduta: O curativo em geral para queimadura sempre será: 
 
 Lavar a região queimada com água fria ou sorofisiológico;
 Cobrir a queimadura com gaze esterilizada;
 Manter a vítima agasalhada, mantendo a temperatura corporal; 
 Não devemos passar no local queimado pasta de dente, manteiga, óleo, casca 
de banana, etc. 
 
Gravidade das Queimaduras: 
 
A gravidade depende mais de sua extensão do que de sua profundidade. É 
mais grave, queimaduras do 1º grau em todo o corpo, do que a de 3º grau que 
atinja somente uma pequena porção. 
Cálculo de porcentagem nas vítimas com idade superior a 8 anos: 
 
Cabeça e Pescoço 9% 
Membros superiores 18% 
Tórax e abdome 18% 
Costas 18% 
Região genital 1% 
Membros inferiores 36% 
Total de área corporal 100% 

O tratamento do queimado deve obedecer a seguinte ordem: 
 
a) Evitar choque; 
b) Evitar perda de plasma na área queimada; 
c) Evitar infecção; 
 
 
2° GRAU 
3° GRAU 
28 
 
d) Prevenir a perda de temperatura corporal; 
 
Como proceder os primeiros socorros nas grandes queimaduras: 
Queimaduras térmicas (líquidos quentes, fogo, vapor, etc.): 
 Interromper o processo da queimadura como, por exemplo, o fogo, abafando o 
corpo da vítima com cobertor ou rolar a vítima pelo chão; 
 Esfriar a área queimada com água corrente em abundância e então retirar as 
roupas da vítima. CUIDADO PARA NÃO RETIRAR ROUPAS ADERIDAS Á PELE. 
 Deitar a vítima e acalmá-la; 
 Colocar um pano úmido sobre a superfície queimada; 
 Não romper as bolhas; retirar anéis, relógios, 
correntes; 
 Cobrir as áreas queimadas com plástico limpo 
ou gaze estéril; 
 Cobrir a vítima para prevenir a perda de calor 
corporal; 
 Procurar recursos médicos urgentemente; 
removê-lo para um hospital, se possível em 
uma ambulância. 
 
Queimaduras por agentes químicos: 
 
 Lavar a área atingida com bastante água corrente 
para retirar o produto químico por no mínimo 15 
minutos. Produtos em pó ou em pasta, retirar o 
excesso antes de lavar.
 Remover corpos contaminados como relógios, 
pulseiras, anéis. NÃO ESQUECER DE USAR LUVAR PARA A MANIPULAÇÃO 
DESTA VÍTIMA.
 No restante, proceder como queimaduras térmicas.

NOTA - As queimaduras apresentam como uma das complicações mais temidas, a 
29 
 
INFECÇÃO. Para se evitar esse tipo de intercorrência, não se deve: 
 Aplicar unguentos, graxas, óleo comestível, medicamentos caseiros, pasta de 
dentes, creme de barbear, pomadas, qualquer tipo de medicamentos ou 
preparados. Fica a critério médico;
 Furar as bolhas existentes;
 Colocar as mãos, dedos, panos sujos no local queimado;
 
Insolação 
Qualquer pessoa que fica exposta por um tempo prolongado a radiações 
solares muito fortes, sofre este mal. Fica com a pele seca e quente, dor de cabeça, 
latejante, rosto vermelho, dificuldade à respiração e sede intensa, chegando a 
perder os sentidos. 
 
Conduta: 
 Colocar a pessoa em lugar fresco e com sombras; 
 Retirar toda a sua roupa refrescá-la com água fresca ou gelada nos pontos 
onde as artérias são mais superficiais: pescoço, axilas, virilhas, atrás dos 
joelhos. 
 Poderá tomar água fresca em pequena quantidade, em intervalos. Não lhe dar 
outro tipo de líquidos, ou medicação. 
 
Convulsões 
Também conhecido como "ataque" ou “crise convulsiva”. Dentre as várias 
causas, a epilepsia é a mais comum. Não se trata de uma doença 
infectocontagiosa, mas sim neurológica. A pessoa em crise epiléptica tem 
contraturas musculares, baba pela boca, muitas defecam e/ ou urinam durante a 
crise, perdem a consciência e apresentam espasmos generalizados. 
Condutas: 
 
 Deitar a vítima no chão;
 Proteger a cabeça da vítima, colocando embaixo da mesma um pano, bolsas 
ou sua própria mão para não causar fraturas;
30 
 
 Deixar a vítima se debater, agitar, não segurá-la;
 Afastar objetos como mesa, cadeira de perto da vítima para ela não se 
machucar;
 Virar a vítima de lado com auxílio de outras pessoas para evitar que aspire 
secreções;
 Não tentar segurar a mandíbula e o maxilar pelos dentes, pois além de você se 
machucar, poderá provocar uma fratura na boca da vítima.
 
OBS: NUNCA ABRA A BOCA DA VÍTIMA OU TENTE COLOCAR ALGO ENTRE 
SEUS DENTES. 
 
13. FRATURAS, ENTORSES E LUXAÇÕES. 
 
Este tipo de acidente ortopédico que atinge os ossos ou as articulações, a 
medida definitiva e o diagnóstico ficam a critério do médico que o atende. Qualquer 
intercorrência que o trabalhador fique sujeito, com dores articulares ou ósseas, 
movimentos prejudicados ou dolorosos, deve suspeitar primeiramente de fraturas. 
Depois dos primeiros socorros, acidentado deve ser levado a um hospital para o 
tratamento adequado. 
Deve-se suspeitar de fraturas sempre que a parte atingida não possua 
aparência ou funções normais, quando haja dor e ou inchaço ou quando o membro 
apresentar um posicionamento anormal. 
Nestes casos, a maior preocupação deve ser no sentido de evitar o 
deslocamento das partes atingidas. Devemos improvisar talas, para imobilizar a 
região atingida. 
 
Temos dois tipos de fraturas: 
Fraturas fechadas – quando o osso 
se quebrou, mas a pele não foi 
perfurada. 
Fraturas expostas - quando o osso 
está quebrado e a pele rompida, 
podendo aparecer inclusive 
31 
 
fragmentos ósseos. 
A conduta geral nos casos de fraturas deve ser: 
 
Fraturas fechadas, Entorses ou Luxações: 
 
Colocar o membro acidentado em posição tão natural quanto possível, sem, 
no entanto, alinhar a fratura, evitando desconforto e dor para a vítima. Colocar uma 
tala sustentando o membro atingido. 
As talas deverão ter comprimento suficiente para ultrapassar as juntas 
acima e abaixo da fratura. Qualquer material rígido pode ser empregado com tala 
(tábua, papelão, vareta de metal ou mesmo uma revista grossa ou jornal e 
dobrado). Usar panos com material macio para acolchoar as talas, a fim de evitar 
danos à pele. As talas devem ser amarradas com ataduras ou tiras de pano, não 
muito apertados. 
Fraturas expostas - colocar uma gaze, um lenço ou um pano limpo sobre o 
ferimento; fixar firmemente o curativo no local, sem apertar, utilizando-se de uma 
bandagem forte. Aplicar talas para imobilizar a parte atingida. Procurar manter a 
vítima deitada. NÃO DEVEMOS TENTAR RECOLOCAR O OSSO NO LUGAR para 
não provocar maiores danos. 
Não deslocar ou arrastar a vítima, até que a região suspeita tenha sido imobilizada, 
a menos que a vítima esteja em perigo. 
 
 
14. ENGASGO – OVACE 
 
Obstrução das vias aéreas por corpo estranho 
 
Nos conscientes, o alimento é a principal causa de obstrução das VAS (vias aéreas 
superiores) e a vítima fica: 
 Agitada e nervosa; 
 Segura o pescoço e abre a boca; 
 Tentará falar e não conseguirá. 
 
Entretanto devemos entender que existem duas formas de engasgo que são a 
(Parcial e a Total). 
32 
 
Na parcial ainda existe a troca de ar entre os pulmões e o meio externo. Logo 
devemos incentivar o paciente a tossir. 
No total já não existe a troca de ar ou oxigenação dos alvéolos, funcionalmente o 
paciente se encontra em uma parada respiratória. Logo o socorrista deve 
imediatamente iniciar de maneira intercalada cinco tapotagens na área 
interescapular e cinco compressões abdominais em conscientes com 
obstrução total. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Procedimentos em parada respiratória 
 
Abrir as vias aéreas, inspecionar a cavidade oral, em caso de afogamento ou 
lactente, sendo o socorrista proficiente (TENHA HABILIDADE) poderá iniciar com 
02 ventilações em intervalos de 06 a 08 segundos, totalizando em média 12 por 
minutos.
Fechar as narinas da vítima com os dedos indicadores e polegar da mão 
posicionado na testa da vítima para evitar o retorno de quando ventilar pela boca
Inspirar profundamente, colocar sua boca sobre a da vítima, e soprar até 
perceber a elevação do peito dela, sendo socorrista proficiente (TENHA 
HABILIDADE).
Se necessário à ventilação pode ser executada pelo nariz, principalmente 
em crianças, nesse caso feche a boca davítima, sendo socorrista proficiente 
(TENHA HABILIDADE). 
Utilize sempre métodos de barreiras faciais para ventilar uma vítima 
33 
 
(exemplos: máscara para ventilação, bolsa válvula mascara), evitando contato com 
as mucosas da boca da vítima, diminuindo, dessa forma, o risco de contrair uma 
doença infectocontagiosa.
Remover seus lábios da boca da vítima ou do nariz e soltar as narinas após 
cada ventilação para permitir que o ar saia dos pulmões.
Se o ar não passar pode haver uma obstrução de vias aéreas, reposicione a 
cabeça da vítima e tente ventilar novamente, se o ar não passar trata-se de uma 
obstrução total das vias aéreas. Inicie, nesse caso, as manobras de compressões 
torácicas e tentativas de Ventilação como na Reanimação Cardiopulmonar. 
Inspecione a cavidade oral antes de cada ventilação. 
Ventilações excessivas ou forçadas podem levar a insuflação gástrica e 
regurgitação com risco de aspiração de vômito e sérias consequências.
(Observe após a primeira série de manobras se houve retorno, tosse ou 
movimentos), cheque o pulso carotídeo no pescoço da vítima. Se há sinais de 
batimentos cardíacos e não houver retorno da respiração, execute 1 ventilação a 
cada 5 segundos (12 por minuto) para vítimas maiores de 8 anos e 1 ventilação a 
cada 3 segundos (20 por minuto) para vítimas com idade inferior a 8 anos. A cada 
minuto cheque o retorno dos sinais vitais (respiração e batimentos cardíacos).
Não suspender o tratamento até ter certeza de que a vítima está totalmente 
recuperada, ou até que o médico indique. Não desanime, e no caso de cansaço 
troque com um auxiliar sem diminuir o ritmo.
 
OBS: Voltando a respiração, aguarde o transporte ou conduza-a imediatamente a 
um médico. 
 
15. PARADA CARDÍACA OU PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA 
 
Uma pessoa tem parada cardíaca quando o 
coração deixa de bater devido a uma série de 
fatores involuntários. Para fazê-lo funcionar de 
forma artificial e bombear sangue para o corpo, há 
necessidade de realizar compressões torácicas 
externas. 
34 
 
Com 2 socorristas, enquanto um auxiliar executa as manobras de respiração 
artificial descritas anteriormente, (CASO SEJA PROFICIENTE, OU SEJA, TENHA 
TOTAL DOMÍNIO DA TÉCNICA) o outro socorrista realiza as compressões torácicas 
da seguinte maneira:
 Deitar a vítima de costas, em uma superfície plana rígida; 
 Procurar a última costela, deslizar sobre a mesma os dedos indicador e médio até 
encontrar “uma pontinha de osso” que chamamos de apêndice xifoide. Mantemos 
os dois dedos no mesmo e então colocaremos os dedos indicador e médio da 
outra mão acima do apêndice xifoide, este é o local exato da compressão torácica 
cardíaca. 
 
 
 
 
 
Devemos colocar uma das mãos sobre estes dedos que estão marcando o 
local e apoiar a outra mão sobre a mesma entrecruzando os dedos apoiá-las sobre 
o tórax. 
 
 Fazer um movimento de pressão sobre as mãos, tendo os braços estendidos, 
com um, a força de aproximadamente 40 kg. Manter as mãos no mesmo lugar e 
35 
 
relaxar a pressão;
 
 Devemos ter sempre em pensamento que esta força deverá abaixar o tórax da 
vítima em 5 à 6cm (Adulto), de 4 à 5cm (Criança) e de 3 à 4cm (Lactente).
 
 Repetir esse movimento, constantemente e com suavidade, duas vezes por 
segundo: pressão-relaxar, pressão-relaxar.
 
 Após 30 compressões, o auxiliar deverá assumir a posição do primeiro socorrista 
e manter as manobras enquanto o primeiro mantém as vias aéreas liberadas com a 
elevação do queixo e rotação da cabeça. Verificando sinais após cinco ciclos de 30 
compressões.
 
Adulto 
Criança 
ou 
Lactente 
1 SOCORRISTA 
Compressões 1 minuto 
Profundidade das 
compressões 
Frequência 
das compressões 
 
100 à 120 1 ciclo 
5 à 6cm 
de profundidade do 
tórax. 
100 à 120por 
minuto. 
 
Nunca parar os movimentos de reanimação cardiopulmonar por mais de 05 
segundos, os movimentos deverão ser continuados, até que o paciente volte a 
respirar e o coração a bater novamente. Se houver retorno dos sinais interrompa a 
reanimação. 
 
16.DESFIBRILADOR EXTERNO AUTOMÁTICO 
 
CONCEITO 
 
O Desfibrilador externo 
automático (DEA), foi 
desenvolvido para ser 
utilizado em pessoas que 
estejam em parada 
36 
 
cardiorrespiratória e ele pode ser usado por qualquer pessoa. 
 O DEA é simples de utilizar e foi programado para analisar o ritmo cardíaco do 
paciente e reconhecer uma (Fibrilação Ventricular/Taquicardia Ventricular sem 
pulso), indicar e aplicar o choque nesses ritmos. 
 Além disso, o aparelho se comunica com o socorrista por voz e por sinais 
luminosos no seu painel, dando as orientações sobre o que fazer durante toda a 
Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP). 
Existem alguns modelos de Desfibriladores Externos Automáticos no mercado, 
de diferentes marcas. Todos possuem um funcionamento muito similar. 
 Abaixo apresentaremos 
um modelo e seus 
acessórios. Logo 
aprenderemos seu 
funcionamento. 
Como usar o DEA: 
para usar o DEA é muito 
simples. Devemos agir de 
forma rápida e precisa. 
 
Algumas observações devem ser levadas em considerações para o uso do DEA. 
 
1.Tórax peludo: Os pelos dificultam a adesão das pás no tórax e 
consequentemente a análise do ritmo. Por isso e necessário que se remova todos 
os pelos do local onde se colocará as pás. 
2.Tórax molhado: O tórax molhado também dificulta a adesão das pás e 
consequentemente a análise do ritmo. Por isso e necessário enxugar antes de 
colocar as pás. 
3.Crianças e lactantes: Preferencialmente em crianças e lactentes deve-se usar 
um desfibrilador manual, não tendo esse equipamento então devemos usar um DEA 
com pás pediátricas e um atenuador de cargas. Na ausência de pás pediátricas, pás 
de adultos poderão ser utilizadas sendo eventualmente necessário colocar uma das 
pás no centro no tórax e a segunda na região inter-escapular. 
37 
 
 
17. IMOBILIZAÇÃO DE FRATURAS 
 
As fraturas do pescoço e da coluna vertebrais 
exigem cuidados excepcionais. A vítima, deverá ficar 
deitada, calma, sem movimentaras partes suspeitas, 
acolchoadas e bem protegidas. O encaminhamento 
ao médico, deverá ser realizado imediatamente, mas 
com a vítima bem confortável e imóvel. Casos de 
suspeita de fratura coluna cervical utilizar colar 
cervical ou similar para proteger a coluna cervical. 
 
Corpos estranhos: 
São quando elementos estranhos se alojam dentro das cavidades naturais do 
corpo. Os mais comuns são nos olhos, nariz, no ouvido e na garganta. 
 
Corpo estranho nos olhos- qualquer objeto ou elemento pode ser alojar nos 
olhos, tanto nas conjuntivas, nas córneas ou mesmo intraocular. Não tente 
remover corpos estranhos. Conduza a vítima para um hospital mantendo seus 
olhos vendados. 
 
Corpo estranho no nariz- o objeto ou inseto pode penetrar pelo orifício externo 
ou internamente pelo conduto rinofaringe. Deve assuar o nariz com força, tapando 
a narina livre. Se não der resultado, encaminhar ao médico. 
 
Corpo estranho no ouvido- geralmente o orifício externo serve de entrada para 
pequenos insetos e moscas. A colocação de uma fonte de luz artificial é outro 
método que pode ser tentado. Se o inseto estiver vivo, se aproximará da luz e 
sairá. Isso não é garantia que a saída ocorra, mas é uma tentativa válida se 
estiver longe de um centro hospitalar. 
As crianças brincando podem colocar grãos e nos casos de grãos de cereais, nada 
deve ser tentado. Somente encaminhar ao hospital, onde serão tomadas as 
38 
 
medidas cabíveis. Nunca tente retirar com pedaços de arame, agulha, etc., que só 
prejudicará mais. 
 
Corpo estranho na garganta- pode ser provocada, por qualquer objeto engolido 
voluntariamente ou não. Desde uma espinha de peixe até corpos maiores, que 
poderão obstruir a respiração como dentaduras, alimentos (pedaços de carnes, 
pão, bala...). 
Se o objeto for visível pode-se tentar remove-lo. Quando provocar asfixia totaltente fazer compressão na altura do estômago ocasionando reflexo de tosse 
expelindo o objeto para fora. 
Nas crianças maiores adote o mesmo procedimento, porém, com apenas uma 
mão. Crianças pequenas, pegar no colo com a cabeça inclinada para baixo e bater 
suavemente entre as escápulas. 
 
Tomar cuidado para que não ocorra insuficiência respiratória, 
encaminhando, todos os casos que não possam ser resolvidos no local, ao 
médico. 
 
 
Transporte de acidentados 
 
O transporte de acidentado do local do evento até um hospital deve ser 
realizado com a devida imobilização, com materiais e equipamentos adequados e 
cuidados e observação constante da vítima, para que não ocorra hemorragia, 
parada cardiorrespiratória, coma, choque, ou agravamento de danos na coluna 
cervical etc. 
De preferência, deve-se usar prancha longa para o transporte, com colar 
cervical e apoio lateral de cabeça. Se for necessário improvisar, utilize uma tábua, 
porta ou outro material plano rígido para apoiar a coluna vertebral. Se não houver 
traumas pode-se improvisar com camisa, blusas ou paletós em duas varas de 
madeira resistente 
Os cuidados deverão ser extremos, pois uma fratura simples pode tornar-
39 
 
se fratura exposta, devido aos solavancos, desequilíbrios e balanços no momento 
do transporte. A vítima deve ser levantada do chão com movimento em bloco 
(cada parte do seu corpo apoiado em uma superfície firme). Existem várias 
técnicas adequadas de movimentação de acidentados que levam em conta a 
situação em que a vítima se encontra e os ferimentos sofridos. Em situações de 
risco imediato a pode-se empregar no mínimo três pessoas para levanta-la do 
chão quando não houver outro recurso. Quando tiver que puxar, deitá-lo em um 
lençol, cobertor ou pano firme, arrastando pela direção da cabeça, e nunca pelos 
pés. 
E recomendado o uso de ambulância, e o transporte, apesar da sua 
urgência, deve ser realizado com cuidados para não agravar o estado do ferido. 
 
Serviço de atendimento móvel de urgências 
Alguns métodos de transportes de vítimas em prancha 
 
Elevação frontal 
40 
 
 
Modo a cavaleira 
 
 
 
 
 
 
 
 
Rolamento 90º 
 
 
] 
 
 
 
 
 
Fontes de consulta: Manual do Corpo de Bombeiros SP, Instrução técnica 
17 CB, NR-23 Ministério do Trabalho, Americam Hert Association, 
ABNT/NBR-14276 e Sociedade Brasileira de Cardiologia. 
 
Na próxima página segue o modelo de avaliação que o Corpo de Bombeiro 
deve aplicar durante a vistoria na edificação, conforme IT-17 
 
5.11.1 Os integrantes da brigada de incêndio devem ser avaliados pelo Corpo de 
Bombeiros, durante as vistorias técnicas, de acordo com o Anexo C desta IT. 
5.11.1.1 Para esta avaliação, o vistoriador pode escolher um brigadista e fazer 06 
(seis) perguntas dentre as 24 (vinte e quatro) constantes do Anexo C. O avaliado 
deve acertar, no mínimo, 03 (três) das perguntas feitas. Quando isso não ocorrer, 
41 
 
pode ser avaliado outro brigadista e, caso este também não acerte o mínimo 
estipulado acima, deve ser exigido um novo treinamento. 
Questionário de avaliação que pode ser aplicado pelo Corpo de Bombeiros na 
ocasião de Vistoria Técnica. 
 
1 – Onde se localizam as escadas de segurança existentes na edificação? 
 
2 – As portas corta-fogo de uma escada de segurança podem permanecer abertas? 
 
3 – Onde se localiza a central de alarme? 
 
4 – Onde se localiza a central de iluminação de emergência? 
 
5 – Onde se localiza a central de detecção de incêndio? 
 
6 – Cite uma forma correta de acondicionamento da mangueira de incêndio no 
interior do abrigo? 
 
7 – Solicito que aponte um acionador manual do sistema de alarme instalado na 
edificação? 
 
8 – Solicito que demonstre a localização do registro de recalque? 
9 – Solicito que demonstre a forma de acionamento de um hidrante existente na 
edificação? 
 
10 – Solicito que demonstre a forma de funcionamento do sistema de espuma 
existente na edificação? 
 
11 – Cite 3 elementos que formam o tetraedro do fogo? 
 
12 – Quais são os métodos de extinção do fogo? 
 
42 
 
13 – Qual o tipo de extintor existente na edificação ideal para combater incêndio 
classe A? 
 
14 – Qual o tipo de extintor existente na edificação ideal para combater incêndio 
classe B? 
 
15 – Qual o tipo de extintor existente na edificação ideal para combater incêndio 
classe C? 
 
16 – Solicito que demonstre a forma de utilização de um extintor de incêndio 
existente na edificação? 
 
17 – Qual o telefone para acionamento do Corpo de Bombeiros? 
 
18 – Qual a sequência para análise primária de uma vítima? 
 
19 – Como deve ser realizado a RCP em um adulto? 
 
20 – Onde se localiza a chave geral de energia elétrica da edificação? 
 
21 -O comando seccional (CS) do sistema de chuveiros automáticos deve 
permanecer aberto ou fechado? 
 
 
22 - Solicito que demonstre o procedimento para acionamento manual da bomba 
de incêndio? 
 
23 - Como é o acionamento e/ou desativação manual do sistema fixo de gás (CO2 
ou outros)? 
 
24 - Aponte as rotas de fuga da edificação: 
 
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Laudo de vistoria do AVCB 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ocupação: ______________________ End:__________________________________
Nº Vistoria:_________________ Nº Proposta:________________________________
Nome do avaliado: (1)_________________ Nº de acertos ____( )aprovado ( )reprovado
Nome do avaliado: (1)_________________ Nº de acertos ____( )aprovado ( )reprovado
Data: ___/___/___
_________________ ___________________
Avaliado (1) Avaliado (1)
___________________ _____________________
Vistoriador (Avaliador) Testemunha
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