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Operador de processos químicos Bombas SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Unidade de Gestão Corporativa SP Av. Paulista, 1313 - Cerqueira Cesar São Paulo - SP CEP 01311-923 Telefone Telefax SENAI on-line (0XX11) 3146-7000 (0XX11) 3146-7230 0800-55-1000 E-mail Home page senai@sp.senai.br http:// www.sp.senai.br Bombas SENAI Sumário Bombas 5 Associação 17 Controle 19 Bombas SENAI 5 Bombas Dá-se o nome de bombas às máquinas que têm por finalidade movimentar e aumentar a pressão de fluidos incompreensíveis (líquidos). Classificação Classificam-se em bombas de deslocamento positivo e centrífugas. Bombas de deslocamento positivo Alternativas São usadas para sistemas que exigem alta pressão e pequena capacidade, líquidos viscosos e dosagem de produtos químicos. As alternativas podem ser: • De pistão Bombas SENAI6 As bombas de pistão possuem anéis de vedação no próprio pistão. Exemplo Uma bomba simples tem somente um cilindro. Uma bomba duplex tem dois cilindros, ambos ligados ao mesmo acionador. • De êmbolo Nas bombas de êmbolo os anéis de vedação ficam no cilindro. Essas bombas podem ser classificadas em bombas de simples ou duplo efeito. Uma bomba de simples efeito é definida com a que desloca o líquido durante a metade do ciclo, enquanto que uma de duplo efeito bombeia o líquido durante as duas metades de ciclo, na ida e na volta do pistão. As bombas alternativas podem ser medidas por turbina ou motor elétrico. Podem ser classificadas também pelo número de cilindros operados por um mesmo acionador. Nas bombas alternativas, a entrada e a saída do líquido é controlada por válvulas, que são movidas pela pressão diferencial, criada, quando o pistão se move para frente ou para trás. As válvulas que controlam a entrada são chamadas válvulas de sucção, e as que controlam a saída são chamadas válvulas de descarga. Bombas SENAI 7 Quando o pistão se move de um lado para o outro do cilindro, ele causa um vácuo parcial num lado e uma pressão positiva do outro, quando for de dupla ação. O vácuo parcial criado num lado faz abrir a válvula de sucção correspondente e, quando a pressão excede à de descarga, abre-se a válvula de descarga, esvaziando o líquido contido no cilindro. Devido ao movimento do pistão para frente e para trás, o fluxo de líquido é intermitente ou pulsante. Bombas com diafragma Um tipo especial de bombas alternativas são as bombas com diafragma, usadas para bombear fluidos muito corrosivos. Neste caso, o pistão comprime o diafragma, que entra em contato com o líquido e excede a ação de bombeamento. Rotativas Este tipo de bomba não tem válvula de entrada e saída, como nas bombas alternativas; simplesmente aprisiona uma quantidade de fluido na entrada e a descarga na saída. As bombas rotativas podem bombear quase todos os líquidos não-corrosivos. São muito utilizadas no bombeamento de líquidos viscosos. Estas bombas podem manter uma quantidade de líquido praticamente constante, contra qualquer pressão dentro dos limites do projeto da bomba. Bombas SENAI8 Rotativas de engrenagem São bombas rotativas mais simples. Princípio de funcionamento de bombas de engrenagens externas. Rotativa de lóbulos São bombas de funcionamento semelhante ao da bomba de engrenagem, podendo ter dois ou mais lóbulos. Nota Existem vários outros tipos de bombas rotativas, específicas para cada caso. Bombas SENAI 9 Dosadoras Quando queremos medir ou controlar uma vazão pequena com precisão, usamos as chamadas bombas dosadoras. São em geral, bombas de deslocamento positivo, que têm uma regulagem de vazão bombeada. Os tipos mais comuns são as de êmbolo e as de diafragma. Partidas de bombas alternativas e rotativas Nestas bombas, a pressão de descarga, caso a válvula de descarga esteja fechada, é sempre crescente e pode atingir valores tão altos a ponto de danificar a tubulação ou a própria bomba. Para que isto seja evitado existe uma válvula de alívio na descarga dessas bombas. Essas válvulas são reguladas para evitar que se atinjam pressões acima de determinado valor, considerando limite de pressão aceitável para a instalação. Observação As bombas alternativas e algumas rotativas requerem sempre que a válvula de descarga esteja aberta quando da partida. Bombas centrífugas São as mais usadas na indústria petroquímica. Princípio de funcionamento Uma maneira simples de explicar a bomba centrífuga é a seguinte: Quando giramos um balde contendo água acima de uma certa velocidade, a água não cai. A força que mantém a água no balde é a força centrífuga. Nas bombas centrífugas usamos esta força para bombear o líquido. Bombas SENAI10 Imagine o rotor da bomba em repouso dentro d�água. É a mesma coisa que o balde parado. Comece agora a girar o rotor. A água começará a sair por entre as lâminas do rotor (chamadas palhetas), da mesma maneira que sairia do fundo do balde, se este fosse furado. A força que faz sair a água é a força centrífuga, de onde vem o nome dessas bombas. Então, enquanto o impelidor manda para fora o líquido, no centro do rotor forma-se uma zona de menor pressão, onde ligamos a canalização de sucção da bomba. Para que o líquido saia na direção desejada, colocamos à direita, uma guia que dirige o líquido. Na parte de saída do líquido temos a voluta, onde a seção vai aumentando e o líquido vai perdendo velocidade e aumentando sua pressão. Bombas SENAI 11 Existem bombas centrífugas com o difusor, peça que auxilia a ação da voluta e serve também para dirigir o fluxo fluido para a saída. Partes de uma bomba centrífuga Rotor Existem três tipos principais: 1) Totalmente fechado: Usado para aplicação onde se deseja a alta pressão. 2) Semi-fechado: Usado em operações gerais. Bombas SENAI12 3) Aberto: Usado para baixas pressões, para líquidos com sólidos em suspensão e pequenas vazões. Geralmente, as palhetas do rotor são viradas para trás. Os rotores podem ser feitos de vários materiais, conforme o líquido bombeado. Voluta Pode ser construída de uma variedade de metais, podendo inclusive ser recoberta do mesmo material do rotor, quando este for recoberto de borracha, vidro ou plástico. Eixo É a peça responsável pela transmissão da potência do acionador para o rotor; deve ser feito de material resistente à corrosão. Caixa de gaxeta e selo mecânico O sucesso de qualquer instalação de bombeamento, muitas vezes, depende da seleção adequada da unidade de selagem, para prevenir vazamento do líquido que está sendo bombeado, através das aberturas entre o eixo e o corpo da bomba. Instala-se a unidade de vedação onde o eixo entra no corpo da bomba. Bombas SENAI 13 Comumente se emprega a caixa de gaxeta para câmara de vedação. Ela consta de gaxetas fixadas ao eixo para sobreposta e pela bucha, respectivamente, no lado de fora e de dentro do corpo da bomba. O aperto das gaxetas é dado pela sobreposta. Se tivermos a bomba operando com líquido quente que dissolve o lubrificante das gaxetas, empregamos um selo líquido, o líquido de selagem. O líquido de selagem protege a flexibilidade das gaxetas. Quando usamos líquidos de selagem, colocamos no centro das gaxetas um anel, chamado anel de lanterna. O anel de lanterna é o guia do líquido de selagem. O líquido de selagem, além da vedação, lubrifica e refrigera as gaxetas. O próprio líquido que está sendo bombeado pode servir como líquido de selagem. Quando isto não é possível usa-se um líquido de composição semelhante à do líquido em bombeamento. A pressão do líquido de selagem deve ser maior do que a pressão de secção da bomba. Quando há necessidade de uma vedação melhor do que a conseguida por uma caixa de gaxeta, usa-se o chamado selo mecânico. Bombas SENAI14 O selo mecânico é fundamentalmente constituído de dois anéis polidos, mantidos em contato por um sistema de molas. Um dos anéis gira com o eixo, sendo preso a este por um anel de borracha. A face polida deste anel é posta em contato com a face polida de um anel fixo de carvão, através do sistema de molas. Oanel de carvão fica solidário ao corpo da bomba. A vedação é feita pelo contato íntimo das superfícies polidas. Observação Quando usamos uma caixa de gaxeta como elemento vedante, não se pode apertá-la em demasia. É necessário que haja um pequeno vazamento de líquido para lubrificar e resfriar as gaxetas. Em bombas que trabalham com líquidos à temperatura abaixo da temperatura de solidificação da água, costuma-se usar sistema de selos mecânicos duplos, de maneira que o selo mecânico interno não entre em contato com o ar ambiente. Isto evita a formação de cristais de gelo no selo interno. Também é empregado um sistema anti-congelante o qual se constitui da circulação de um produto com características anti-congelantes, através do selo. O produto anti- congelante mais comumente empregado é o Metanol (H5C2-OH). As unidades de processamento que se utilizam desse meio devem dispor de um sistema de armazenagem. Bombas SENAI 15 Mancal Os mancais suportam o conjunto eixo-rotor. Conforme o tipo de bomba centrífuga, varia o número e o tipo de mancal. O mancal mais comum é o mancal de rolamento, lubrificado a óleo ou graxa. O óleo lubrificante fica geralmente num depósito situado abaixo do mancal. A distribuição do lubrificante no rolamento pode ser feita por um anel de lubrificação, ou por uma bomba auxiliar. Características A bomba centrífuga é uma unidade versátil na área de processos, pois é de fácil controle e fluxo contínuo. Apresenta as seguintes características: a) Pode operar em grande faixa de vazão, de pressão e com fluidos de características diferentes; b) É facilmente acoplada diretamente aos acionadores; c) Ocupa pequeno espaço; d) É de custo relativamente baixo; e) Difícil obter vazões baixas com pressões moderadas e altas; f) Imprime turbulência ao fluido. Curva característica Dá-se o nome de �head� à altura que uma bomba centrífuga eleva qualquer líquido, quando a pressão onde o fluido é descarregado e não houver perda de energia na canalização, para uma dada vazão. A não variação de �head� com o líquido está limitada a líquidos com viscosidades superiores a 50 centipoise. Para líquidos com viscosidades superiores a 50 centipoise, a perda de carga no interior da bomba torna-se apreciável, variando então a �head� com o líquido. Bombas SENAI16 Apesar de não haver variação do �head�, a pressão de descarga da bomba é tanto maior quanto for a densidade do líquido. A energia a ser fornecida ao fluido é também, tanto maior quanto for a densidade do líquido. Esta energia é fornecida pelo acionador. Temos uma curva característica para cada rotação da bomba. As bombas são projetadas para uma determinada rotação e um determinado �head�. Nestas condições a eficiência é máxima. Eficiência é a relação entre a potência fornecida pela bomba ao fluido e a potência fornecida pelo acionador à bomba. Bombas SENAI 17 Associação Associação em paralelo Usada em instalações onde a vazão varia numa faixa grande. Uma só bomba grande seria suficiente para a vazão máxima, mas ineficiente para pequenas vazões. Nesta situação o melhor é associar duas bombas em paralelo. • As pressões de descarga continuam praticamente as mesmas; • As capacidades somam-se. Associação em série Algumas vezes é vantajoso, economicamente, usar duas ou mais bombas em série. A pressão de descarga da primeira bomba é a pressão de sucção da segunda. Assim consegue-se uma maior pressão na descarga embora a vazão seja a mesma que a da menor das bombas associadas. As tendências são as seguintes: • As capacidades permanecem as mesmas; • As pressões somam-se. Cavitação Numa bomba centrífuga, se a pressão de sucção é deficiente, aparece o fenômeno de cavitação. Assim, num ponto qualquer do rotor, geralmente na entrada, existindo baixa pressão, pode haver formação de bolhas de gás. Bombas SENAI18 Essas bolhas provêm da vaporização do líquido ao encontrar uma região de pressão inferior à sua pressão de vapor. Mais à frente, no rotor, a pressão se eleva e as bolhas se condensam. Denomina-se cavitação ao fenômeno da vaporização e condensação sucessiva. O rotor pode ser danificado por efeito de cavitação. A cavitação é evitada com enchimento total da bomba e uma pressão de sucção adequada, que dê uma margem de segurança sobre a pressão de vapor do líquido. A esta margem de pressão dá-se o nome de NPSH (Net Positive Head) ou CPS (Carga Positiva de Sucção). Bombas SENAI 19 Controle Variação da rotação É um método fácil de controlar uma bomba se o acionador for uma turbina, pois, a rotação de uma turbina, pode ser variada numa faixa grande de rotação. Estrangulamento na descarga Este é um método mais usual por ser mais simples. É feito por meio de maior ou menor abertura na válvula de descarga da bomba. Resfriamento É feito um resfriamento do mancal e de outras partes possivelmente afetadas pela temperatura, quando a bomba trabalha com líquido quente. O resfriamento é feito por meio de camisas de resfriamento. Normalmente, o fluido de resfriamento é a água. Essa água deve ser tratada para evitar depósitos e corrosão. Tipo monobloco O motor vem acoplado diretamente na bomba, por isso, dispensa alinhamento. Com mancal de apoio Normalmente, são bombas maiores e pesadas. O desacoplamento das partes, motor, mancal, redutos (se houver) e bombas, torna mais fácil a sua manutenção. Estas bombas requerem perfeito alinhamento. Instalação Na instalação destas bombas, uma lavagem com água a 83º deve ser providenciada; pois no armazenamento uma solução aquosa com agente antioxidante foi introduzido na bomba para protegê-la contra a ferrugem. Bombas SENAI20 A bomba deve ser instalada o mais próximo possível da origem do líquido, de modo que a linha de sucção seja curta e direta. As fundações devem ser firmes e rígidas, suportando e absorvendo ao máximo as vibrações do equipamento. É importante também que as fundações estejam niveladas. O alinhamento do equipamento deve ser rigorosamente verificado e se houver desalinhamento entre a luva de acoplamento, bomba e motor, este deve ser corrigido. O desalinhamento é a causa mais comum de ruído excessivo e vibrações. Feitas as fundações, montadas as unidades e verificados os alinhamentos, conecta-se a tubulação de sucção e recalque da bomba. A abertura de sucção deve ser inferior ao diâmetro da tubulação da sucção. Isto ajuda a evitar a formação de bolhas de ar no interior da bomba. Um filtro ou um ralo deve ser colocado para evitar a entrada de corpos estranhos na linha de sucção da bomba. Quando a bomba é instalada acima do nível do líquido, uma válvula de pé deve ser colocada acima do filtro, a fim de propiciar a escorva da bomba. A válvula de pé, facilitará na escorva manual da bomba. Uma válvula de retenção instalada na linha de descarga da bomba evitará que o rotor gire ao contrário, devido ao retorno do líquido, depois de a bomba ser desligada. Nas bombas que trabalharão com líquidos quentes ou que serão acionadas, por exemplo, por turbinas a vapor, uma nova inspeção de alinhamento deve ser feita quando a bomba e o acionador estiverem trabalhando nas temperaturas máximas de operação. Operação Uma bomba centrífuga deve ter sempre o corpo e a tubulação de sucção completamente cheios do líquido que se vai bombear, para entrar em funcionamento. O líquido, ao entrar no interior da bomba também elimina o ar, os gases e os vapores, que porventura estejam em seu interior. A presença de gases ou vapores no corpo da bomba afeta as condições de sucção, acarretando a chamada cavitação. Bombas SENAI 21 De forma alguma a bomba deve partir vazia. Se for necessário, é feita então a escorva da bomba. Para promover a escorva devemos considerar duas situações. Nível do líquido �abaixo� da bomba Neste caso, a bomba e a linha de sucção devem ser enchidas. Se a linha de sucção for equipada com um dispositivo auxiliar, chamado válvula de pé, a escorva poderá ser feita enchendo-se manualmente a bomba e a linha. Se a bomba precisar ser escorvada com muita freqüência, deveráexistir nas proximidades uma fonte de abastecimento de líquido e uma ligação permanente entre a fonte e a bomba. No topo da carcaça da bomba, existe uma abertura rosqueada (plug), denominada �vent� ou respiradouro. Quando a bomba e a linha estão sendo enchidas, este �plug�, desde que desconectado, permite a saída dos gases, vapores e ar. Ao encher a bomba, o líquido começará a vazar pelo �vent�. Neste ponto, é hora de recolocar o �plug�. Se a escorva for muito freqüente, no lugar do �plug� coloca-se uma válvula de bloqueio comum. Nível do líquido �acima� da bomba ou bomba afogada Estando a bomba centrífuga numa posição mais abaixo do nível da fonte abastecedora do líquido, a escorva pode ser feita pela ação da gravidade e da seguinte maneira: • Abre-se o �vent� da carcaça e a válvula de sucção. Ao começar o vazamento do líquido pela abertura, fecha-se o �vent� (respiradouro). Seqüência operacional de partida a) Verificar drenos e �vents�, se abertos devem ser fechados; b) Alinhar água de refrigeração para selo e mancais (se houver); c) Alinhar sucção lentamente, pressurizando; d) Verificar o óleo e o sistema de lubrificação; e) Ventar a bomba, expulsando os gases; f) Partir (ligar acionador); g) Alinhar descarga lentamente. Quando a bomba estiver em funcionamento, observar se há aquecimento no selo, deficiência na refrigeração, vibração, ruído estranho e aspecto do óleo. Um vazamento mínimo deve ser tolerado (10 a 20 gotas por minuto) para lubrificação do engaxetamento. O vazamento da caixa de gaxeta é controlado pelo ajuste da sobrecarga. Bombas SENAI22 Seqüência operacional de parada a) Fechar válvulas de descarga; b) Desligar o acionador; c) Fechar válvula de sucção; d) Abrir �vent� (respiradouro). Obedecida esta seqüência, não é necessário reescorvar a bomba para reiniciar operação. Porém, se houver evaporação ou vazamento do líquido, nova escorva deve ser providenciada. Em qualquer situação, nunca devemos partir uma bomba sem verificar a escorva. Também não devemos permitir que uma bomba funcione por mais de 1 a 2 minutos com a descarga fechada, pois, isto irá causar superaquecimento da bomba. A bomba centrífuga nunca deve ser regulada por estrangulamento da sucção, ou seja, a sucção deve estar sempre totalmente aberta. Particularidades de operação a) A vibração pode ser problema de alinhamento ou rolamento; b) Ao se receber uma bomba da manutenção elétrica, deve-se verificar o seu sentido de rotação; c) Antes de partirmos uma bomba de espera (bomba paralela), quando o fluxo for quente, devemos aquecê-la. O aquecimento deve ser feito com drenos e �vents� abertos. Uma vez aquecido, fecham-se os drenos e �vents� e equaliza-se a pressão para evitar variações no processo. Depois, abre-se a válvula de descarga. Digamos que na sucção da bomba tenha líquido parado. Se o líquido do processo for quente, então este líquido estará frio e se ligarmos a bomba sem drenar este líquido mais frio, a mistura dos dois provocará uma queda de temperatura na corrente do processo. Bombas SENAI 23 Para evitar este problema, a sucção e a descarga devem estar fechadas e o dreno da bomba deve estar aberto. Se necessário, posteriormente, fecha-se o dreno, alinha-se sucção e promove-se o aquecimento da bomba com o �vent� aberto. Uma vez aquecida, fecha-se o �vent�. Para evitar que varie a pressão no processo, deve-se equalizar as pressões. Isto é conseguido, abrindo-se lentamente a válvula de descarga. Lembramos ainda que a variação na pressão, causa variação na vazão, temperatura e, às vezes, até a perda de especificação do produto; d) Ao colocarmos em operação uma bomba de produtos criogênicos, a mesma deve ser resfriada, pois do contrário o produto se evapora e não é bombeado. É feita a drenagem por uma linha especial de recuperação do produto. O resfriamento requer muito tempo. 46.42.51.485-4 Operador de processos químicos Tubulações, válvulas, conexões e acessórios Trocador de calor Transferência de fluidos Tanques de armazenagem Bombas Escoamento de fluidos Instrumentação industrial Caldeiras Operações nas caldeiras Fornos Lubrificação industrial Destilação