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NÚMERO MAIS PROVÁVEL NÚMERO MAIS PROVÁVEL (NMP) • Amplamente utilizado em laboratórios de Microbiologia de Alimentos ou Ambiental, na quantificação de microrganismos em água, leite e outros produtos. • Essa metodologia é basicamente utilizada para a pesquisa de coliformes totais e coliformes termotolerantes, que são microrganismos indicadores de poluição fecal, o que pode ter como conseqüência a presença de outros organismos, como protozoários e vírus. • Esta técnica foi desenvolvida após análises estatísticas complexas. A determinação do NMP é realizada inoculando-se 3 séries de 5 tubos com 10, 1 e 0,1 mL do produto homogeneizado em solução salina, em meios seletivos para coliformes totais contendo tubos de Durham invertidos no seu interior. • De acordo com o número de tubos que apresentam gás determina-se o NMP, pela consulta de uma tabela desenvolvida por Hoskins (1934). • MÉTODO D O NÚMERO MAIS PROVÁVEL (NMP) A) diluição a partir de um alto volume de inóculo (ex. 10 mL) • B) diluição a partir de um médio volume de inóculo (ex. 1 mL) • c) diluição a partir de um baixo volume de inóculo (ex. 0,1 mL) • d) contagem do nº de tubos positivos • e) estimativa do nº de células/mL de bactérias 10 mL de inóculo 1 mL de inóculo 0,1 mL de inóculo 6 tubos positivos (com crescimento bacteriano) 3 tubos positivos 1 tubos positivos Tabela de combinações (NMP) 6-3-1 Índice de NMP/100 mL = 110 Inferior = 40 Superior = 300 Confiabilidade de 95% MÉTODO DO NÚMERO MAIS PROVÁVEL PARA ESTIMATIVA DE CRESCIMENTO POLUIÇÃO BIOLÓGICA Presença de microrganismos patogênicos, especialmente na água potável. 4 bilhões de pessoas no mundo não têm acesso à água potável tratada 2,9 bilhões de pessoas vivem em áreas sem coleta ou tratamento de esgoto Controle simples Apesar disso 250 milhões de casos de doenças (cólera, febre tifóide, diarréia, hepatite A) são transmitidas pela água por ano 10 milhões desses casos resultam em mortes (50% são crianças) QuímicoFervura da água • 30.000 pessoas morrem a cada dia nos países em desenvolvimento por causa da falta de água limpa (OMS) • Com base nas estimativas do CDC, 940.000 americanos ficam doentes a cada ano a partir de água contaminada, e, destes, 900 morrem. POLUIÇÃO POR ESGOTOS DOMÉSTICO E INDUSTRIAL POLUIÇÃO POR ESGOTOS DOMÉSTICO E INDUSTRIAL Matéria orgânica biodegradável Explosão na população de microrganismos Consumo de oxigênio Bactérias, vírus, larvas e parasitas Coliformes Termotolerantes ⇒ doenças Brasil: 30% das praias são impróprias Bactéria Escherichia coli Leptospira spp. Salmonella spp. Shigella Vibrio cholerae Doenças Gastroenterite Leptospirose Tifo e Salmonelose Disenteria bacteriana Cólera Vírus Enterovirus Virus A Hepatite Rotavirus Doença Gastroenterite, Meningite Hepatite Gastroenterite ORGANISMOS INDICADORES • A probabilidade de existência das doenças na água passadas a ela por fezes do indivíduos doentes, se faz por contagem de microrganismos não patogênicos, produzidos em grande numero no intestino, sendo uma referência, verdadeira ao invés de uma contagem de patógenos, mais difíceis de identificar. Os organismos usados como referência pertencem a um grupo de bactérias chamados Coliformes Principais razões do uso de Organismos Indicadores • Aparecem em grande quantidade nas fezes humanas, bilhões produzidos por dia/individuo, com grande probabilidade de serem encontrados na água; • São encontrados apenas nas fezes de animais de sangue quente ou homeotermos, classe que inclui o homem e todos os mamíferos. Essa característica é importante, pois uma vez identificada a sua presença, pode-se afirmar que a água teve contato com excretas desses animais. • Do ponto de vista da resistência às condições ambientais (temperatura e outros agentes desinfetantes), são muito semelhantes aos microrganismos patogênicos intestinais. Trata-se de característica importante, pois se fossem mais suscetíveis (sobrevivessem menos tempo que os patogênicos), não poderiam ser identificados, isto é, não seriam indicadores. Se fossem menos suscetíveis (sobrevivessem por mais tempo), poderia aparecer em águas já livres dos patogênicos. • Sua identificação, do ponto de vista laboratorial, simples e econômicas, requer técnicas ao contrário daquelas necessárias à identificação dos microrganismos patogênicos. INDICADORES DE QUALIDADE DE ÁGUA • Bactérias: Escherichia coli • Protozoários: Cistos (Giardia) e oocistos (Cryptosporidium) • Algas: cianobactérias • Vírus • Ovos de helmintos Grupo Coliforme • São bacilos Gram-negativos não esporulados, que fermentam a lactose com produção de gás em 48 h a 35 °C. De maneira geral, os coliformes são representados por 4 gêneros da família Enterobacteriaceae: Citrobacter, Enterobacter, Escherichia e klebsiella. Grupo Coliforme: Coliformes totais e Termotolerantes • Indicadores de escolha para monitorar qualidade da água; Shigella, Vibrio, Mycobacterium, • Presença→ riscos à saúde → Salmonella, Pasteurella, Leptospira e vírus entéricos • Fermentam lactose→ gás, ácido, aldeído à 35°C em 24-48h Coliformes Totais (CT) • Reúne um grande número de bactérias, entre elas a Escherichia coli, de origem exclusivamente fecal e que dificilmente se multiplica fora do trato intestinal. Entretanto outras bactérias dos gêneros Citrobacter, Enterobacter e Klebsiella, igualmente identificadas pelas técnicas laboratoriais como coliformes totais, podem existir no solo e nos vegetais. Desta forma, não é possível afirmar categoricamente que uma amostra de água com resultado positivo para coliformes totais tenha entrado em contato com fezes. Coliformes Termotolerantes • Pertencem a esse subgrupo os microrganismos que aparecem exclusivamente no trato intestinal. Em laboratório, a diferença entre coliformes totais e termotolerantes é feita através da temperatura (os coliformes termotolerantes continuam vivos mesmo a 44ºC, enquanto os coliformes totais têm crescimento a 35ºC). Sua identificação na água permite afirmar que houve presença de matéria fecal, embora não exclusivamente humana. Coliformes Termotolerantes • Sub-grupo: coliformes totais → Escherichia coli • Contaminação fecal oriundas de animais de sangue quente • Metodologia: temperatura de 44,5 +0.2°C, fator seletivo (termotolerantes) • Enzimas específicas E. coli OUTROS INDICADORES MICROBIOLÓGICOS bactérias medida • A contagem de heterotróficas→ empírica; • presença em maior ou menor quantidade → grau de poluição da água → enriquecimento MO. Bactérias Heterotróficas • Bactérias que utilizam nutrientes orgânicos Estreptococos Fecais (EF) • Embora sua identificação não seja rotina em laboratórios de análise de água, trata-se de um subgrupo importante, já que fazem parte dele as espécies do gênero Streptococcus spp. que ocorrem apenas no trato intestinal do homem e de animais de sangue quente, como os Coliformes Termotolerantes. Existe uma correlação entre a ocorrência de Coliformes Termotolerantes e Estreptococos Fecais. • Normalmente empregada em cursos de água, consiste em quantificar o número de microrganismos de cada um dos subgrupos existentes em uma amostra. Se a relação CT/EF resultar maior que 4, diz-se que a amostra apresenta contaminação fecal predominantemente humana. Se essa relação for menor que 1 a contaminação fecal predominante será de animais de sangue quente. Os resultados que se encontrarem entre esses dois valores não permitem inferir nada a respeito da origem da contaminação fecal. causadas porDoenças Bactérias • Meningoencefalite: O contágio se dá pelo contato (consumo ou banho) com águas contaminadas. Cólera: O contágio se dá com o consumo de água contaminada por fezes ou vômito de algum indivíduo contaminado. Leptospirose: A água contaminada por urina de ratos é a principal causa da doença, cuja incidência aumenta com chuvas fortes e enchentes. Apresenta maior perigo em águas próximas a depósitosde lixo e em áreas sem esgotamento sanitário. • Febre Tifóide: O contágio se dá pela ingestão de água ou alimentos contaminados. A contaminação de alimentos ocorre ao se lavar alimentos com água contaminada Gastroenterites: a ingestão de água ou alimentos contaminados por fezes causam muita variedade de distúrbios associados a gástricos, fortes geralmente diarréias. Desinteria Bacilar: Uma série de bactérias causam, através da ingestão de água sem tratamento, severas formas de diarréias, formando um quadro de febre, dores e mal estar geral. Doenças Causadas por Vírus • Hepatite Viral tipo A e Poliomielite: O contágio se dá ao contato ( consumo ou banho) com água contendo urina ou fezes humanas. Pseudomonas aeruginosa • Solo, água, matéria orgânica em decomposição; • Microbiota do intestino e pele de seres humanos; • Patógeno oportunista -infecções auditivas em usuários de águas recreativas contaminadas -surtos de gastroenterites veiculadas por água - imunodeprimidos Outros Indicadores Microbiológicos • Melhores indicadores para marinhas → Tolerância a águas altas concentrações de sal • Grupo Streptococcus fecais→ Streptococcus faecalis, S. faecium, S. galinarume S. avium; • contaminação fecal humana X fezes outros animais Estreptococos fecais • Bioindicador referenciado na legislação CONAMA 274/2000 Staphylococcus aureus • Pele e mucosa (nariz, garganta) do homem: Diversas infecções • Não estão relacionados com contaminação fecal; • Sobrevivem mais tempo na água; • Ambientes aquáticos – intensa utilização para fins recreacionais - contagens de S. aureus • Indicadoras de poluição: ambientes de água doce, quanto marinhos; • número e espécie → tipo e pureza da água; • Ocorrência e distribuição→ presença de poluição orgânica; • complemento a contagem de coliformes; C Gêneros comuns: Aureobasidium, Candida, Cryptococcus, Rhodotorula, Saccharomyces e Trichosporon C Maioria associada a plantas, solos ou fontes de poluição orgânica Leveduras Legislação Água potável: obedecer ao padrão de potabilidade, não oferecer riscos à saúde humana Padrões de Balneabilidade determinados pelo CONAMA, através da Resolução nº 357, de 17 de março de 2005. Categoria Coliformes fecais/100ml Escherichia coli/100mL Enterococcus / 100 mL Excelente até 250 até 200 até 25 Muito boa até 500 até 400 Até 50 Satisfatória até 1000 até 800 Até 100 Imprópria > 2500 > 2000 > 400 Metodologia Coleta: • Coletar a amostra em recipiente esterilizado; • Até 4/5 da capacidade do frasco; • Água com cloro: 0,1 ml de tiossulfato a 10%; • Água bruta que contenha metais pesados: 0,3 mL EDTA a 15%. Contagem de Coliforme – Técnica dos tubos múltiplos 1- Caldo lactosado 35/370C/ 24-48 h 2- Caldo Verde Brilhante e Bile 2% 35/370C/ 24-48 h 3- Caldo Ec 44,50C- 24 h 10 mL 1 mL 0,1 mL Água: três séries de cinco tubos Fermentação Caldo Lauril Triptose Formação de Gás Confirmação: Fermentação com Caldo Verde Brilhante Lactose - + + Gás Fermentação: Caldo lactosado Confirmação: Caldo verde brilhante E.coli: fluorescência (UV) Substrato Cromogênico/fluorogênico Teste P/A Adição do meio com subst r at o à amost r a Incubação por 24h.Resultados: Incolor:Negativo; Amarelo:Coliforme total+; Azul:Coliforme E. co l i + Membrana Filtrante Categoria Parâmetro Unidade Águas doces 1 2 3 4 Físicos Cor mgPt-Co/l nível natur. 75 75 - Turbidez UNT 40 100 100 - Sólidos dissolvidos totais mg/l 500 500 500 - Biológicos Coliformes totais org/100ml 1000 5000 20000 - Coliformes termotolerantes org/100ml 200 1000 4000 - Químicos DBO5 OD mg/l mg/l 3 6 5 5 10 4 - 2 pH - 6,0 a 9,0 6,0 a 9,0 6,0 a 9,0 6 a 9 Subst.pot.prejud. Amônia não ionizável mgNH3/l 0,02 0,02 - - Amônia total mgN/l - - 1,0 - Nitrato mgN/l 10 10 10 - Nitrito mgN/l 1,0 1,0 1,0 - Fosfato total mgP/l 0,025 0,025 0,025 - Resolução CONAMA 20/86 Padrões do corpo d’água – Exemplos de parâmetros associados a esgotos domésticos Balneabilidade – categoria Padrões para o corpo d’água Própria Excelente Máximo de 250 CF/100ml 1 ou 200 EC/100ml 3 ou 25 Enterococos/100ml 4 em 80% ou mais das amostras das cinco semanas anteriores. Muito Boa Máximo de 500 CF/100ml 1 ou 400 EC/100ml 3 ou 50 Enterococos/100ml 4 em 80% ou mais das amostras das cinco semanas anteriores. Satisfatória Máximo de 1000 CF/100ml 1 ou 800 EC/100ml 3 ou 100 Enterococos/100ml 4 em 80% ou mais das amostras das cinco semanas anteriores. Imprópria a) Não atendimento aos critérios estabelecidos para as águas próprias. b) Incidência elevada ou anormal, na região, de enfermidades transmissíveis por via hídrica, indicadas pelas autoridades sanitárias. c) Valor obtido na última amostragem for superior a 2500 CF/100ml 1 (termotolerantes) ou 2000 EC/100ml 3 ou 400 Enterococos/100 ml. d) Presença de resíduos ou despejos, sólidos ou líquidos, inclusive esgotos sanitários, óleos, graxas e outras substâncias, capazes de oferecer risco à saúde ou tornar desagradável a recreação. e) pH 9,0 (águas doces), à exceção das condições naturais. f) Floração de algas ou outros organismos, até que se comprove que não oferecem riscos à saúde humana. h) Outros fatores que contra-indiquem, temporária ou permanentemente, o exercício da recreação de contato primário. (1) Coliformes Fecais (2) Coliformes Totais (3) Escherichia coli (4) Os padrões referentes aos enterococos aplicam-se somente às águas marinhas Resolução CONAMA 274/2000 Padrões de Balneabilidade Fonte: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2020/01/23/por-que-uma-praia- e-considerada-impropria-e-quais-doencas-se-pode-contrair.htm Semanalmente, órgãos ambientais ligados aos governos dos 17 estados com acesso ao mar divulgam boletins sobre a qualidade das mais de 2 mil praias brasileiras. As classificações —própria ou imprópria — têm objetivo de alertar os banhistas sobre os riscos que o contato com águas contaminadas pode trazer à saúde e ajudar na escolha da melhor praia para curtir o verão. No entanto, apesar do fácil acesso, a informação costuma ser deixada de lado pelos turistas que lotam as praias, inclusive as impróprias, nesta época do ano.... Para se ter uma ideia, durante quase todo o mês de janeiro do ano passado, a famosa praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, esteve imprópria para o banho. O mesmo aconteceu com Balneário de Camboriú, em Santa Catarina, a praia do Gonzaga, na cidade de Santos, em São Paulo. As consequências do contato com a água podem ir desde infecções nos olhos, ouvidos, nariz e pele até doenças mais graves como gastroenterite e Hepatite A. As amostragens realizadas pelos órgãos governamentais consideram a presença de bactérias fecais na água das praias, de acordo com critério estabelecido pela Resolução 274 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA). Claudia Lamparelli, gerente do setor de Águas Litorâneas da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) explica que a a legislação prevê o uso de três indicadores de micro poluição fecal: os coliformes termotolerantes (conhecidos como coliformes fecais), E. coli e os enterococos. - ... - Assim, uma praia é considerada imprópria para banho quando são identificadas densidades superiores a 100 unidades de colônias desta bactéria para cada 100 mililitros de água (100 UFC/100 mL) em duas ou mais amostras dentro de um conjunto de cinco semanas. Ou ainda valor superior a 400 unidades desta colônia na última amostragem. A presença da quantidade destes organismos além do limite estabelecido é motivada por uma série de fatores. Os principais são: lançamento de esgoto na praia, a influência do formato na praia na capacidade de dispersão dos poluentes, chuva, proximidade com desembocadura de rios e aumento no número de banhistas. Com sintomas que podem aparecer até dois dias após o contato com a água imprópria, a gastroenterite - inflamaçãodo trato gastrointestinal que afeta o estômago e o intestino delgado - é a mais comum delas. "Ela ocorre em uma variedade de formas que podem ter um ou mais sintomas, como náusea, vômito, dor de estômago, diarreia, dor de cabeça ou febre", explica o médico. Dependendo da gravidade, o tratamento pode requerer até o uso de antibióticos. Crianças, idosos, e pessoas com sistema imunológico comprometidos são mais suscetíveis. Outras doenças adquiridas pela ingestão da água contaminada são a Hepatite A e a Febre Tifóide. A primeira é uma infeção provocada pelo vírus da Hepatite A (VHA), que entra no organismo, atinge o aparelho digestivo e se multiplica no fígado, causando inflamação. Ela pode ser sintomática ou assintomática. O período de incubação pode durar de duas a seis semanas e neste período os sintomas não se manifestam, porém o vírus já é transmitido. Entre os sinais clássicos da doença estão febres, dores musculares, mal-estar, cansaço, náuseas e vômitos. "É importante ressaltar que a Hepatite A pode ser prevenida com vacina", lembra o infectologista Zinsly. Mais rara, a febre Tifoide é causada pela bactéria Salmonella typhi. Ao entrar no organismo, elas atravessam a parede do intestino delgado e caem na corrente sanguínea. É neste momento em que aparecem os primeiros sintomas, como febre prolongada, cefaleia, alterações intestinais que vão da constipação à diarreia com sangue, falta de apetite, mal-estar, dores abdominais, náuseas e vômitos, além do aumento do fígado e baço, dois dos órgãos mais atingidos pela bactéria. O não tratamento destes sintomas em fase inicial pode resultar em hemorragias abdominais, perfurações do intestino e pode levar à morte. A Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) divulgou, nesta quarta-feira (6), o novo boletim de balneabilidade que apresenta 23 trechos de praias próprias para banho em Fortaleza. As praias se dividem em três setores: Leste, Centro e Oeste. O boletim foi elaborado pela equipe da Gerência de Análise e Monitoramento da Semace. Os técnicos da Geamo seguem os critérios de balneabilidade descritos na Resolução Conama Nº 274, de 29/11/2000. O documento está disponível no site e no aplicativo da autarquia. Fonte: https://www.ceara.gov.br/2023/09/06/praia-do-futuro-e-mais-13-trechos-estao- proprios-para-banho-neste-feriadao/ . Slide 1: NÚMERO MAIS PROVÁVEL Slide 2: NÚMERO MAIS PROVÁVEL (NMP) Slide 3 Slide 4 Slide 5: MÉTODO DO NÚMERO MAIS PROVÁVEL (NMP) Slide 6 Slide 7: 6-3-1 Slide 8 Slide 9: POLUIÇÃO BIOLÓGICA Slide 10 Slide 11: POLUIÇÃO POR ESGOTOS DOMÉSTICO E INDUSTRIAL Slide 12: POLUIÇÃO POR ESGOTOS DOMÉSTICO E INDUSTRIAL Slide 13: Bactéria Escherichia coli Slide 14: Vírus Enterovirus Slide 15: ORGANISMOS INDICADORES Slide 16: Principais razões do uso de Organismos Indicadores Slide 17 Slide 18 Slide 19: INDICADORES DE QUALIDADE DE ÁGUA Slide 20: Grupo Coliforme Slide 21: Grupo Coliforme: Coliformes totais e Termotolerantes Slide 22: Coliformes Totais (CT) Slide 23: Coliformes Termotolerantes Slide 24: Coliformes Termotolerantes Slide 25: OUTROS INDICADORES MICROBIOLÓGICOS Slide 26: Estreptococos Fecais (EF) Slide 27 Slide 28: Doenças Bactérias Slide 29 Slide 30: Doenças Causadas por Vírus Slide 31: Pseudomonas aeruginosa Slide 32: Outros Indicadores Microbiológicos Slide 33: Staphylococcus aureus Slide 34: Leveduras Slide 35: Legislação Slide 36 Slide 37 Slide 38: Padrões de Balneabilidade determinados pelo CONAMA, através da Resolução nº 357, de 17 de março de 2005. Slide 39: Metodologia Slide 40: Contagem de Coliforme – Técnica dos tubos múltiplos Slide 41 Slide 42 Slide 43: Substrato Cromogênico/fluorogênico Teste P/A Slide 44: Membrana Filtrante Slide 45 Slide 46: Resolução CONAMA 20/86 Padrões do corpo d’água – Exemplos de parâmetros associados a esgotos domésticos Slide 47: Resolução CONAMA 274/2000 Padrões de Balneabilidade Slide 48 Slide 49: Semanalmente, órgãos ambientais ligados aos governos dos 17 estados com acesso ao mar divulgam boletins sobre a qualidade das mais de 2 mil praias brasileiras. As classificações —própria ou imprópria — têm objetivo de alertar os banhistas sobre Slide 50: Para se ter uma ideia, durante quase todo o mês de janeiro do ano passado, a famosa praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, esteve imprópria para o banho. O mesmo aconteceu com Balneário de Camboriú, em Santa Catarina, a praia do Gonzaga, na cid Slide 51: As amostragens realizadas pelos órgãos governamentais consideram a presença de bactérias fecais na água das praias, de acordo com critério estabelecido pela Resolução 274 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA). Claudia Lamparelli, gerent Slide 52: Assim, uma praia é considerada imprópria para banho quando são identificadas densidades superiores a 100 unidades de colônias desta bactéria para cada 100 mililitros de água (100 UFC/100 mL) em duas ou mais amostras dentro de um conjunto de cinc Slide 53: Com sintomas que podem aparecer até dois dias após o contato com a água imprópria, a gastroenterite - inflamação do trato gastrointestinal que afeta o estômago e o intestino delgado - é a mais comum delas. "Ela ocorre em uma variedade de formas Slide 54: Outras doenças adquiridas pela ingestão da água contaminada são a Hepatite A e a Febre Tifóide. A primeira é uma infeção provocada pelo vírus da Hepatite A (VHA), que entra no organismo, atinge o aparelho digestivo e se multiplica no fígado, cau Slide 55: Mais rara, a febre Tifoide é causada pela bactéria Salmonella typhi. Ao entrar no organismo, elas atravessam a parede do intestino delgado e caem na corrente sanguínea. É neste momento em que aparecem os primeiros sintomas, como febre prolongada Slide 56 Slide 57: A Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) divulgou, nesta quarta-feira (6), o novo boletim de balneabilidade que apresenta 23 trechos de praias próprias para banho em Fortaleza. As praias se dividem em três setores: Leste, Centro e O