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NÚMERO 
MAIS
PROVÁVEL
NÚMERO MAIS PROVÁVEL 
(NMP)
• Amplamente utilizado em laboratórios de
Microbiologia de Alimentos ou Ambiental, na
quantificação de microrganismos em água, leite
e outros produtos.
• Essa metodologia é basicamente utilizada para a
pesquisa de coliformes totais e coliformes
termotolerantes, que são microrganismos
indicadores de poluição fecal, o que pode ter
como conseqüência a presença de outros
organismos, como protozoários e vírus.
• Esta técnica foi desenvolvida após análises
estatísticas complexas. A determinação do
NMP é realizada inoculando-se 3 séries de
5 tubos com 10, 1 e 0,1 mL do produto
homogeneizado em solução salina, em
meios seletivos para coliformes totais
contendo tubos de Durham invertidos no
seu interior.
• De acordo com o número de tubos que
apresentam gás determina-se o NMP, pela
consulta de uma tabela desenvolvida por
Hoskins (1934).
•
MÉTODO D O NÚMERO MAIS PROVÁVEL 
(NMP)
A) diluição a partir de um alto volume de inóculo (ex. 10 mL)
• B) diluição a partir de um médio volume de inóculo (ex. 1 mL)
• c) diluição a partir de um baixo volume de inóculo (ex. 0,1 mL)
•
d) contagem do nº de tubos positivos
• e) estimativa do nº de células/mL de bactérias
10 mL de inóculo
1 mL de inóculo
0,1 mL de inóculo
6 tubos positivos 
(com crescimento 
bacteriano)
3 tubos positivos
1 tubos positivos
Tabela de combinações (NMP)
6-3-1
Índice de NMP/100 mL = 
110
Inferior = 40
Superior = 300
Confiabilidade de 95%
MÉTODO DO NÚMERO MAIS PROVÁVEL PARA ESTIMATIVA DE CRESCIMENTO
POLUIÇÃO BIOLÓGICA
Presença de microrganismos patogênicos, 
especialmente na água potável.
4 bilhões de pessoas no mundo não têm acesso à água 
potável tratada
2,9 bilhões de pessoas vivem em áreas sem coleta ou 
tratamento de esgoto
Controle simples
Apesar disso
250 milhões de casos de doenças (cólera, febre tifóide, 
diarréia, hepatite A) são transmitidas pela água por ano
10 milhões desses casos resultam em mortes (50% são crianças)
QuímicoFervura da água
• 30.000 pessoas morrem a cada dia nos
países em desenvolvimento por causa da
falta de água limpa (OMS)
• Com base nas estimativas do CDC,
940.000 americanos ficam doentes a cada
ano a partir de água contaminada, e,
destes, 900 morrem.
POLUIÇÃO POR ESGOTOS DOMÉSTICO 
E INDUSTRIAL
POLUIÇÃO POR ESGOTOS DOMÉSTICO 
E INDUSTRIAL
Matéria orgânica biodegradável
Explosão na população 
de microrganismos
Consumo de oxigênio
Bactérias, vírus, larvas e parasitas
Coliformes Termotolerantes ⇒ doenças
Brasil: 30% das praias 
são impróprias
Bactéria
Escherichia coli
Leptospira spp.
Salmonella spp.
Shigella
Vibrio cholerae
Doenças
Gastroenterite
Leptospirose
Tifo e Salmonelose 
Disenteria bacteriana
Cólera
Vírus
Enterovirus
Virus A Hepatite
Rotavirus
Doença
Gastroenterite, Meningite
Hepatite 
Gastroenterite
ORGANISMOS INDICADORES
• A probabilidade de existência das doenças na
água passadas a ela por fezes do indivíduos
doentes, se faz por contagem de
microrganismos não patogênicos, produzidos em
grande numero no intestino, sendo uma
referência, 
verdadeira
ao invés de uma contagem 
de patógenos, mais difíceis de
identificar. Os organismos usados como
referência pertencem a um grupo de bactérias
chamados Coliformes
Principais razões do uso de 
Organismos Indicadores
• Aparecem em grande quantidade nas fezes
humanas, bilhões produzidos por dia/individuo,
com grande probabilidade de serem encontrados
na água;
• São encontrados apenas nas fezes de animais
de sangue quente ou homeotermos, classe
que inclui o homem e todos os mamíferos. Essa
característica é importante, pois uma vez
identificada a sua presença, pode-se afirmar que
a água teve contato com excretas desses
animais.
• Do ponto de vista da resistência às condições
ambientais (temperatura e outros agentes
desinfetantes), são muito semelhantes aos
microrganismos patogênicos intestinais. Trata-se
de característica importante, pois se fossem
mais suscetíveis (sobrevivessem menos tempo
que os patogênicos), não poderiam ser
identificados, isto é, não seriam indicadores. Se
fossem menos suscetíveis (sobrevivessem por
mais tempo), poderia aparecer em águas já
livres dos patogênicos.
• Sua identificação, do ponto de vista
laboratorial, simples e
econômicas,
requer técnicas
ao contrário daquelas
necessárias à identificação dos
microrganismos patogênicos.
INDICADORES DE QUALIDADE 
DE ÁGUA
• Bactérias: Escherichia coli
• Protozoários: Cistos (Giardia) e oocistos 
(Cryptosporidium)
• Algas: cianobactérias
• Vírus
• Ovos de helmintos
Grupo Coliforme
• São bacilos Gram-negativos não
esporulados, que fermentam a lactose
com produção de gás em 48 h a 35 °C. De
maneira geral, os coliformes são
representados por 4 gêneros da família
Enterobacteriaceae: Citrobacter,
Enterobacter, Escherichia e klebsiella.
Grupo Coliforme: Coliformes totais 
e Termotolerantes
• Indicadores de escolha para monitorar qualidade 
da água;
Shigella, Vibrio, Mycobacterium,
• Presença→ riscos à saúde → Salmonella,
Pasteurella,
Leptospira e vírus entéricos
• Fermentam lactose→ gás, ácido, aldeído à 35°C 
em 24-48h
Coliformes Totais (CT)
• Reúne um grande número de bactérias, entre elas a
Escherichia coli, de origem exclusivamente fecal e que
dificilmente se multiplica fora do trato intestinal.
Entretanto outras bactérias dos gêneros Citrobacter,
Enterobacter e Klebsiella, igualmente identificadas
pelas técnicas laboratoriais como coliformes totais,
podem existir no solo e nos vegetais. Desta forma, não é
possível afirmar categoricamente que uma amostra de
água com resultado positivo para coliformes totais tenha
entrado em contato com fezes.
Coliformes Termotolerantes
• Pertencem a esse subgrupo os microrganismos
que aparecem exclusivamente no trato 
intestinal. Em laboratório, a diferença entre
coliformes totais e termotolerantes é feita
através da temperatura (os coliformes
termotolerantes continuam vivos mesmo a 44ºC,
enquanto os coliformes totais têm crescimento a
35ºC). Sua identificação na água permite afirmar
que houve presença de matéria fecal, embora
não exclusivamente humana.
Coliformes Termotolerantes
• Sub-grupo: coliformes totais → Escherichia coli
• Contaminação fecal oriundas de animais de sangue quente
• Metodologia: temperatura de 44,5 +0.2°C, fator seletivo 
(termotolerantes)
• Enzimas específicas
E. coli
OUTROS INDICADORES MICROBIOLÓGICOS
bactérias 
medida
• A contagem de 
heterotróficas→ 
empírica;
• presença em maior ou
menor quantidade → grau
de poluição da água →
enriquecimento MO.
Bactérias Heterotróficas
• Bactérias que utilizam 
nutrientes orgânicos
Estreptococos Fecais (EF)
• Embora sua identificação não seja rotina em
laboratórios de análise de água, trata-se de um
subgrupo importante, já que fazem parte dele as
espécies do gênero Streptococcus spp. que
ocorrem apenas no trato intestinal do homem e
de animais de sangue quente, como os
Coliformes Termotolerantes. Existe uma
correlação entre a ocorrência de Coliformes
Termotolerantes e Estreptococos Fecais.
• Normalmente empregada em cursos de água,
consiste em quantificar o número de
microrganismos de cada um dos subgrupos
existentes em uma amostra. Se a relação CT/EF
resultar maior que 4, diz-se que a amostra
apresenta contaminação fecal
predominantemente humana. Se essa relação
for menor que 1 a contaminação fecal
predominante será de animais de sangue
quente. Os resultados que se encontrarem entre
esses dois valores não permitem inferir nada a
respeito da origem da contaminação fecal.
causadas porDoenças 
Bactérias
•
Meningoencefalite: O contágio se dá pelo contato
(consumo ou banho) com águas contaminadas.
Cólera: O contágio se dá com o consumo de água
contaminada por fezes ou vômito de algum indivíduo
contaminado.
Leptospirose: A água contaminada por urina de ratos
é a principal causa da doença, cuja incidência
aumenta com chuvas fortes e enchentes. Apresenta
maior perigo em águas próximas a depósitosde lixo
e em áreas sem esgotamento sanitário.
• Febre Tifóide: O contágio se dá pela ingestão de
água ou alimentos contaminados. A contaminação
de alimentos ocorre ao se lavar alimentos com
água contaminada
Gastroenterites: a ingestão de água ou 
alimentos contaminados por fezes causam muita
variedade de distúrbios 
associados a
gástricos, 
fortes
geralmente 
diarréias.
Desinteria Bacilar: Uma série de bactérias
causam, através da ingestão de água sem
tratamento, severas formas de diarréias,
formando um quadro de febre, dores e mal estar
geral.
Doenças Causadas por Vírus
• Hepatite Viral tipo A e Poliomielite: O
contágio se dá ao contato ( consumo ou
banho) com água contendo urina ou fezes
humanas.
Pseudomonas aeruginosa
• Solo, água, matéria orgânica em decomposição;
• Microbiota do intestino e pele de seres humanos;
• Patógeno oportunista
-infecções auditivas em usuários de águas recreativas 
contaminadas
-surtos de gastroenterites veiculadas por água - imunodeprimidos
Outros Indicadores Microbiológicos
• Melhores indicadores para 
marinhas → Tolerância a
águas 
altas
concentrações de sal
• Grupo Streptococcus fecais→
Streptococcus faecalis, S. faecium, S.
galinarume S. avium;
• contaminação fecal humana X fezes
outros animais
Estreptococos fecais
• Bioindicador referenciado na 
legislação
CONAMA 274/2000
Staphylococcus aureus
• Pele e mucosa (nariz, garganta) do homem: Diversas infecções
• Não estão relacionados com contaminação fecal;
• Sobrevivem mais tempo na água;
• Ambientes aquáticos – intensa utilização para fins recreacionais - 
contagens de S. aureus
• Indicadoras de poluição: ambientes de água doce, quanto 
marinhos;
• número e espécie → tipo e pureza da água;
• Ocorrência e distribuição→ presença de poluição orgânica;
• complemento a contagem de coliformes;
C Gêneros comuns: Aureobasidium, Candida, Cryptococcus, 
Rhodotorula, Saccharomyces e Trichosporon
C Maioria associada a plantas, solos ou fontes de poluição 
orgânica
Leveduras
Legislação
Água potável: obedecer ao padrão de potabilidade, não oferecer riscos à 
saúde humana
Padrões de Balneabilidade determinados pelo CONAMA, 
através da Resolução nº 357, de 17 de março de 2005.
Categoria Coliformes 
fecais/100ml
Escherichia 
coli/100mL
Enterococcus
/ 100 mL
Excelente até 250 até 200 até 25
Muito boa até 500 até 400 Até 50
Satisfatória até 1000 até 800 Até 100
Imprópria > 2500 > 2000 > 400
Metodologia
Coleta:
• Coletar a amostra em recipiente esterilizado;
• Até 4/5 da capacidade do frasco;
• Água com cloro: 0,1 ml de tiossulfato a 10%;
• Água bruta que contenha metais pesados: 0,3 mL EDTA a 
15%.
Contagem de Coliforme – Técnica dos 
tubos múltiplos
1- Caldo lactosado
35/370C/ 24-48 h
2- Caldo Verde 
Brilhante e Bile 2% 
35/370C/ 24-48 h
3- Caldo Ec
44,50C- 24 h
10 mL
1 mL
0,1 mL
Água: três séries de cinco tubos
Fermentação 
Caldo Lauril Triptose
Formação de 
Gás
Confirmação: Fermentação com 
Caldo Verde Brilhante Lactose
- + +
Gás
Fermentação: Caldo lactosado Confirmação: Caldo verde brilhante
E.coli: fluorescência (UV)
Substrato Cromogênico/fluorogênico
Teste P/A
Adição do meio com 
subst r at o à amost r a
Incubação por 24h.Resultados:
Incolor:Negativo; 
Amarelo:Coliforme total+; 
Azul:Coliforme E. co l i +
Membrana Filtrante
Categoria Parâmetro Unidade Águas doces
1 2 3 4
Físicos Cor mgPt-Co/l nível natur. 75 75 -
Turbidez UNT 40 100 100 -
Sólidos dissolvidos totais mg/l 500 500 500 -
Biológicos Coliformes totais org/100ml 1000 5000 20000 -
Coliformes termotolerantes org/100ml 200 1000 4000 -
Químicos DBO5 
OD
mg/l 
mg/l
3
6
5
5
10
4
-
2
pH - 6,0 a 9,0 6,0 a 9,0 6,0 a 9,0 6 a 9
Subst.pot.prejud. Amônia não ionizável mgNH3/l 0,02 0,02 - -
Amônia total mgN/l - - 1,0 -
Nitrato mgN/l 10 10 10 -
Nitrito mgN/l 1,0 1,0 1,0 -
Fosfato total mgP/l 0,025 0,025 0,025 -
Resolução CONAMA 20/86
Padrões do corpo d’água – Exemplos de 
parâmetros associados a esgotos domésticos
Balneabilidade –
categoria
Padrões para o corpo d’água
Própria
Excelente Máximo de 250 CF/100ml 1 ou 200 EC/100ml 3 ou 25 Enterococos/100ml 4 em 80% ou 
mais das amostras das cinco semanas anteriores.
Muito Boa Máximo de 500 CF/100ml 1 ou 400 EC/100ml 3 ou 50 Enterococos/100ml 4 em 80% ou 
mais das amostras das cinco semanas anteriores.
Satisfatória Máximo de 1000 CF/100ml 1 ou 800 EC/100ml 3 ou 100 Enterococos/100ml 4 em 80% ou 
mais das amostras das cinco semanas anteriores.
Imprópria
a) Não atendimento aos critérios estabelecidos para as águas próprias.
b) Incidência elevada ou anormal, na região, de enfermidades transmissíveis por via hídrica, 
indicadas pelas autoridades sanitárias.
c) Valor obtido na última amostragem for superior a 2500 CF/100ml 1 (termotolerantes) ou 
2000 EC/100ml 3 ou 400 Enterococos/100 ml.
d) Presença de resíduos ou despejos, sólidos ou líquidos, inclusive esgotos sanitários, óleos, 
graxas e outras substâncias, capazes de oferecer risco à saúde ou tornar desagradável a
recreação.
e) pH 9,0 (águas doces), à exceção das condições naturais.
f) Floração de algas ou outros organismos, até que se comprove que não oferecem riscos à 
saúde humana.
h) Outros fatores que contra-indiquem, temporária ou permanentemente, o exercício da 
recreação de contato primário.
(1) Coliformes Fecais (2) Coliformes Totais (3) Escherichia coli
(4) Os padrões referentes aos enterococos aplicam-se somente às águas marinhas
Resolução CONAMA 274/2000 
Padrões de Balneabilidade
Fonte: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2020/01/23/por-que-uma-praia-
e-considerada-impropria-e-quais-doencas-se-pode-contrair.htm
Semanalmente, órgãos ambientais ligados aos 
governos dos 17 estados com acesso ao mar 
divulgam boletins sobre a qualidade das mais 
de 2 mil praias brasileiras. 
As classificações —própria ou imprópria — têm 
objetivo de alertar os banhistas sobre os riscos 
que o contato com águas contaminadas pode 
trazer à saúde e ajudar na escolha da melhor 
praia para curtir o verão. No entanto, apesar do 
fácil acesso, a informação costuma ser deixada 
de lado pelos turistas que lotam as praias, 
inclusive as impróprias, nesta época do ano.... 
Para se ter uma ideia, durante quase todo o 
mês de janeiro do ano passado, a famosa praia 
de Copacabana, no Rio de Janeiro, esteve 
imprópria para o banho. O mesmo aconteceu 
com Balneário de Camboriú, em Santa 
Catarina, a praia do Gonzaga, na cidade de 
Santos, em São Paulo. As consequências do 
contato com a água podem ir desde infecções 
nos olhos, ouvidos, nariz e pele até doenças 
mais graves como gastroenterite e Hepatite A.
As amostragens realizadas pelos órgãos 
governamentais consideram a presença de 
bactérias fecais na água das praias, de acordo 
com critério estabelecido pela Resolução 274 
do Conselho Nacional do Meio Ambiente 
(CONAMA). Claudia Lamparelli, gerente do 
setor de Águas Litorâneas da Companhia 
Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) 
explica que a a legislação prevê o uso de três 
indicadores de micro poluição fecal: os 
coliformes termotolerantes (conhecidos como 
coliformes fecais), E. coli e os enterococos. -
... -
Assim, uma praia é considerada imprópria para banho 
quando são identificadas densidades superiores a 100 
unidades de colônias desta bactéria para cada 100 
mililitros de água (100 UFC/100 mL) em duas ou mais 
amostras dentro de um conjunto de cinco semanas. 
Ou ainda valor superior a 400 unidades desta colônia 
na última amostragem. A presença da quantidade 
destes organismos além do limite estabelecido é 
motivada por uma série de fatores. Os principais são: 
lançamento de esgoto na praia, a influência do 
formato na praia na capacidade de dispersão dos 
poluentes, chuva, proximidade com desembocadura 
de rios e aumento no número de banhistas.
Com sintomas que podem aparecer até dois dias após 
o contato com a água imprópria, a gastroenterite - 
inflamaçãodo trato gastrointestinal que afeta o 
estômago e o intestino delgado - é a mais comum 
delas. "Ela ocorre em uma variedade de formas que 
podem ter um ou mais sintomas, como náusea, 
vômito, dor de estômago, diarreia, dor de cabeça ou 
febre", explica o médico. Dependendo da gravidade, 
o tratamento pode requerer até o uso de antibióticos. 
Crianças, idosos, e pessoas com sistema imunológico 
comprometidos são mais suscetíveis. 
Outras doenças adquiridas pela ingestão da água 
contaminada são a Hepatite A e a Febre Tifóide. A 
primeira é uma infeção provocada pelo vírus da 
Hepatite A (VHA), que entra no organismo, atinge o 
aparelho digestivo e se multiplica no fígado, 
causando inflamação. Ela pode ser sintomática ou 
assintomática. O período de incubação pode durar 
de duas a seis semanas e neste período os sintomas 
não se manifestam, porém o vírus já é transmitido. 
Entre os sinais clássicos da doença estão febres, 
dores musculares, mal-estar, cansaço, náuseas e 
vômitos. "É importante ressaltar que a Hepatite A 
pode ser prevenida com vacina", lembra o 
infectologista Zinsly. 
Mais rara, a febre Tifoide é causada pela bactéria 
Salmonella typhi. Ao entrar no organismo, elas 
atravessam a parede do intestino delgado e caem na 
corrente sanguínea. É neste momento em que 
aparecem os primeiros sintomas, como febre 
prolongada, cefaleia, alterações intestinais que vão da 
constipação à diarreia com sangue, falta de apetite, 
mal-estar, dores abdominais, náuseas e vômitos, 
além do aumento do fígado e baço, dois dos órgãos 
mais atingidos pela bactéria. O não tratamento destes 
sintomas em fase inicial pode resultar em 
hemorragias abdominais, perfurações do intestino e 
pode levar à morte.
A Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) 
divulgou, nesta quarta-feira (6), o novo boletim de 
balneabilidade que apresenta 23 trechos de praias próprias 
para banho em Fortaleza. As praias se dividem em três 
setores: Leste, Centro e Oeste.
O boletim foi elaborado pela equipe da Gerência de Análise e 
Monitoramento da Semace. Os técnicos da Geamo seguem os 
critérios de balneabilidade descritos na Resolução Conama Nº 
274, de 29/11/2000. O documento está disponível no site e 
no aplicativo da autarquia.
Fonte: https://www.ceara.gov.br/2023/09/06/praia-do-futuro-e-mais-13-trechos-estao-
proprios-para-banho-neste-feriadao/ . 
	Slide 1: NÚMERO MAIS PROVÁVEL
	Slide 2: NÚMERO MAIS PROVÁVEL (NMP)
	Slide 3
	Slide 4
	Slide 5: MÉTODO DO NÚMERO MAIS PROVÁVEL (NMP)
	Slide 6
	Slide 7: 6-3-1
	Slide 8
	Slide 9: POLUIÇÃO BIOLÓGICA
	Slide 10
	Slide 11: POLUIÇÃO POR ESGOTOS DOMÉSTICO E INDUSTRIAL
	Slide 12: POLUIÇÃO POR ESGOTOS DOMÉSTICO E INDUSTRIAL
	Slide 13: Bactéria Escherichia coli
	Slide 14: Vírus Enterovirus
	Slide 15: ORGANISMOS INDICADORES
	Slide 16: Principais razões do uso de Organismos Indicadores
	Slide 17
	Slide 18
	Slide 19: INDICADORES DE QUALIDADE DE ÁGUA
	Slide 20: Grupo Coliforme
	Slide 21: Grupo Coliforme: Coliformes totais e Termotolerantes
	Slide 22: Coliformes Totais (CT)
	Slide 23: Coliformes Termotolerantes
	Slide 24: Coliformes Termotolerantes
	Slide 25: OUTROS INDICADORES MICROBIOLÓGICOS
	Slide 26: Estreptococos Fecais (EF)
	Slide 27
	Slide 28: Doenças Bactérias
	Slide 29
	Slide 30: Doenças Causadas por Vírus
	Slide 31: Pseudomonas aeruginosa
	Slide 32: Outros Indicadores Microbiológicos
	Slide 33: Staphylococcus aureus
	Slide 34: Leveduras
	Slide 35: Legislação
	Slide 36
	Slide 37
	Slide 38: Padrões de Balneabilidade determinados pelo CONAMA, através da Resolução nº 357, de 17 de março de 2005.
	Slide 39: Metodologia
	Slide 40: Contagem de Coliforme – Técnica dos tubos múltiplos
	Slide 41
	Slide 42
	Slide 43: Substrato Cromogênico/fluorogênico Teste P/A
	Slide 44: Membrana Filtrante
	Slide 45
	Slide 46: Resolução CONAMA 20/86 Padrões do corpo d’água – Exemplos de parâmetros associados a esgotos domésticos
	Slide 47: Resolução CONAMA 274/2000 Padrões de Balneabilidade
	Slide 48
	Slide 49: Semanalmente, órgãos ambientais ligados aos governos dos 17 estados com acesso ao mar divulgam boletins sobre a qualidade das mais de 2 mil praias brasileiras. As classificações —própria ou imprópria — têm objetivo de alertar os banhistas sobre
	Slide 50: Para se ter uma ideia, durante quase todo o mês de janeiro do ano passado, a famosa praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, esteve imprópria para o banho. O mesmo aconteceu com Balneário de Camboriú, em Santa Catarina, a praia do Gonzaga, na cid
	Slide 51: As amostragens realizadas pelos órgãos governamentais consideram a presença de bactérias fecais na água das praias, de acordo com critério estabelecido pela Resolução 274 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA). Claudia Lamparelli, gerent
	Slide 52: Assim, uma praia é considerada imprópria para banho quando são identificadas densidades superiores a 100 unidades de colônias desta bactéria para cada 100 mililitros de água (100 UFC/100 mL) em duas ou mais amostras dentro de um conjunto de cinc
	Slide 53: Com sintomas que podem aparecer até dois dias após o contato com a água imprópria, a gastroenterite - inflamação do trato gastrointestinal que afeta o estômago e o intestino delgado - é a mais comum delas. "Ela ocorre em uma variedade de formas 
	Slide 54: Outras doenças adquiridas pela ingestão da água contaminada são a Hepatite A e a Febre Tifóide. A primeira é uma infeção provocada pelo vírus da Hepatite A (VHA), que entra no organismo, atinge o aparelho digestivo e se multiplica no fígado, cau
	Slide 55: Mais rara, a febre Tifoide é causada pela bactéria Salmonella typhi. Ao entrar no organismo, elas atravessam a parede do intestino delgado e caem na corrente sanguínea. É neste momento em que aparecem os primeiros sintomas, como febre prolongada
	Slide 56
	Slide 57: A Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace) divulgou, nesta quarta-feira (6), o novo boletim de balneabilidade que apresenta 23 trechos de praias próprias para banho em Fortaleza. As praias se dividem em três setores: Leste, Centro e O

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