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DEFINIÇÃO
Tipos de alopecia: os padrões masculino e feminino. Hipertricose e hirsutismo. Sintomatologia.
Possíveis abordagens terapêuticas.
PROPÓSITO
Tornar o profissional capaz de realizar diagnóstico estético do couro cabeludo e do pelo,
desenvolvendo um programa de tratamento adequado.
OBJETIVOS
MÓDULO 1
Identificar os tipos de alopecia de acordo com os sinais apresentados no couro cabeludo
MÓDULO 2
Diferenciar a alopecia masculina e feminina, bem como o hirsutismo e a hipertricose,
identificando as possibilidades de tratamento para queda capilar
INTRODUÇÃO
Fonte: Prostock-studio/Shutterstock.
O terapeuta capilar é um profissional que domina a avaliação dos fios e do couro cabeludo,
Identificando possíveis afecções tratáveis na área da saúde estética e fazendo diagnósticos de
caspa, seborreia, oleosidade excessiva, quebra dos fios por processos químicos, entre outros.
Ele faz tudo isso por meio de protocolos capilares estéticos associados aos recursos de
eletroterapia estética, cosmetologia capilar, além de outras formas. Suas competências
obedecem aos princípios éticos e estéticos, orientando, portanto, os clientes que sofrerem de
alguma patologia severa a procurar um médico.
MÓDULO 1
 Identificar os tipos de alopecia de acordo com os sinais apresentados no couro
cabeludo
ALOPECIA OU CALVÍCIE?
A alopecia e a calvície são a mesma coisa. Trata-se de um distúrbio que provoca perda parcial
ou total dos cabelos progressivamente.
Para atuar como terapeuta capilar, é necessário conhecer o couro cabeludo, começando pelos
folículos pilosos. O cabelo é composto por cerca de 150 mil folículos, os quais sofrem ações
hormonais que, inclusive, afetarão o crescimento e a queda do fio.
Fonte: polygraphus/Shutterstock.
A alopecia pode começar na puberdade, tendo como aspecto inicial a região das têmporas, que
formam uma rarefação por meio de perda significativa, deixando essa região com o couro
cabeludo aparente. Além disso, pode estar relacionada a outros fatores, como estresse,
tratamentos medicamentosos, quimioterapia, problemas na tireoide, entre outros.
 ATENÇÃO
O terapeuta capilar deve ter conhecimento de tricologia a fim de identificar os tipos da doença
de acordo com suas características, implementando tratamentos personalizados que
apresentarão resultados satisfatórios.
A QUEDA CAPILAR ACENTUADA
Atualmente, nos salões de beleza e nas clínicas estéticas, existe uma procura muito grande de
clientes que desejam sanar suas dúvidas em relação à queda acentuada dos cabelos, que,
muitas vezes, leva à rarefação, deixando o couro à mostra.
Para quem se depara com a situação instalada, isso causa um verdadeiro desespero, a ponto
de gerar consequências emocionais. Neste momento, é importante que o profissional tenha
muita calma e cautela para realizar a avaliação capilar e não causar mais pânico no cliente,
deixando-o estressado e agravando ainda mais o problema.
A maior incidência de reclamações e preocupações são os relatos por parte dos clientes em
relação aos fios encontrados no travesseiro, no ralo do banheiro após a lavagem dos cabelos,
na escova, no pente, na roupa etc.
Fonte: ShotPrime Studio/Shutterstock.
Cabe ao profissional investigar e tentar descobrir o seguinte: trata-se de uma queda capilar
temporária ou definitiva?
As causas da calvície (ou alopecia) são muitas e vão desde a herança genética até doenças
específicas do couro cabeludo, como dermatite seborreica, fungos, sem contar os problemas
de tireoide, as alterações hormonais e o estresse.
Ao terapeuta capilar, compete os tratamentos estéticos capilares que melhoram a condição
circulatória, liberando aderências e eliminando resíduos metabólicos do couro cabeludo,
resultando em crescimento dos fios, desobstrução dos óstios capilares e controle da oleosidade
excessiva e da caspa seborreia, deixando o couro cabeludo mais sadio e livre dos problemas
que geram a queda capilar acentuada. O foco do terapeuta capilar é o couro cabeludo, e não o
fio; porém, os produtos utilizados para combater a queda capilar tendem a provocar
ressecamento, e, portanto, é necessária a utilização de cosméticos que hidratem os fios como
um todo.
Fonte: megaflopp/Shutterstock.
Qual seria o ponto inicial de atendimento ao cliente?
Ficha de anamnese
A partir de então, iniciam-se as perguntas necessárias para definir o diagnóstico estético
capilar.
Assuntos tratados na anamnese: quantidade de fios retidos na escova ou no pente; análise
do fio (vê o bulbo?); como é feita a higienização no couro cabeludo e nos fios (quantas vezes
por semana); tipo de shampoo utilizado; uso de química capilar; uso de remédios; doenças em
atividade; resultado dos últimos exames de sangue.
A densidade capilar é uma das questões a serem investigadas durante a anamnese capilar,
que compreende a quantidade de fios de cabelos por quadrante do couro cabeludo, ou seja,
uma densidade fina ou baixa pode implicar em rarefação; logo, pode caracterizar perda de
cabelos sem reposição (crescimento natural).
 ATENÇÃO
Antes do tratamento, tire fotos da área a ser tratada, a fim de acompanhar os resultados.
A ficha de evolução deve ser preenchida após cada sessão, para relatar os princípios ativos e
outros recursos utilizados no tratamento deste cliente, assim como a resposta positiva ou
negativa ao método.
DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA DE
TRATAMENTO ESTÉTICO ASSOCIADO AOS
PRINCÍPIOS ATIVOS.
Quais são as orientações para o cliente durante o tratamento capilar?

Fonte: Syda Productions/Shutterstock.
Evitar uso de escovas térmicas – afinal, arrancam os cabelos.
Uso de tinturas – neste momento, químicas devem ser evitadas.
Fonte: Dmitrii Pridannikov/Shutterstock.


Fonte: Tiplyashina Evgeniya/Shutterstock.
Apliques – são proibidos nestas condições.
Prendedores de cabelos – tenha cuidado, pois eles podem ajudar a arrancar os fios.
Fonte: Damir Khabirov/Shutterstock.

 ATENÇÃO
O terapeuta capilar precisa ser solidário com o sofrimento e a preocupação alheios, pois um fio
que cai pode não ser nada para o profissional, mas representa um momento de desespero para
o cliente. Portanto, todo cuidado é pouco ao lidar com pessoas nestas situações.
Assista ao vídeo a seguir em que a especialista Cássia Batista apresenta como é feito o
atendimento ao paciente com queixa de queda capilar.
TRATAMENTO CAPILAR
DEFINIÇÃO DOS TIPOS DE ALOPECIAS
ABORDADAS EM NOSSO ESTUDO
Segundo Borges (2016), o acometimento da alopecia possui variações clínicas, definindo-as
para tratamento em cicatriciais, que ocasionam fibrose cicatricial local, e não cicatriciais, que
provocam uma alteração transitória.
ALOPECIA CICATRICIAL
ALOPECIA NÃO CICATRICIAL
Ocorre a destruição os folículos pilosos – perda definitiva dos cabelos.
Refere-se a um tipo de alopecia reversível, onde não existe destruição do folículo piloso; desta
forma, o cabelo volta a crescer. São exemplos de alopecia não cicatricial: alopecia areata,
alopecia androgenética, eflúvio telógeno, eflúvio anágeno e alopecia de tração.
A seguir conheça mais sobre esses tratamentos:
ALOPECIA CICATRICIAL
É a calvície que se produz como resultado de má-formação, dano, destruição ou perda
definitiva dos folículos pilosos, não nascendo mais cabelos. É importante ressaltar que
processos infecciosos mais severos, de forma específica e identificável, como invasão tumoral,
favo, tuberculose e sífilis, podem levar à destruição do folículo piloso.
Classificação dos tipos de alopecia cicatricial:
• Alopecia cicatricial primária – caracteriza-se pelo tipo de alopecia decorrente da genética,
onde existem alterações que comprometem folículo piloso.
• Alopecia cicatricial secundária – ocorre quando o acometimento surge por meio de um
processo físico, como queimadura, radioterapia, prurido intenso (comichão), gerando infecção.
• Alopecia cicatricial primária adquirida – resultado de dano à região das células do folículo
piloso causado por doenças inflamatórias ou outrosprocessos patológicos que deixam
cicatrizes. As principais patologias envolvidas são: lúpus discoide crônico, líquen plano pilar,
pseudopelada de Brocq, foliculite decalvante, foliculite dissecante do couro cabeludo e foliculite
queloidiana da nuca (a seguir, explicaremos com detalhes cada um destes itens).
Conheça mais sobre essas principais patologias da alopecia cicatricial primária adquirida:
Lúpus discoide crônico
Trata-se de uma doença crônica, rara, autoimune. Seu acometimento ocorre de forma
frequente no couro cabeludo, desenvolvendo placas cicatriciais de alopecia, com placas
avermelhadas e cicatrizes esbranquiçadas.
Líquen plano pilar
É uma dermatose que acomete a pele, as mucosas, unhas e os folículos pilosos. O
envolvimento folicular, em geral, é restrito ao infundíbulo e ao istmo, com formação de corpos
citoides.
Pseudopelada de Brocq
É uma afecção que provoca alopecia permanente. Acomete ambos os sexos, sendo mais
comum em mulheres após os 40 anos. Afeta mais a região cortical, mas pode acometer
qualquer área do couro cabeludo. É semelhante ao líquen plano, de caráter irreversível, sem
reação aos procedimentos invasivos ou farmacológicos para conter sua evolução.
Foliculite decalvante
Foliculite crônica caudada por um microrganismo (Staphylococus aureus), que determina
intensa destruição folicular com posterior atrofia.
Foliculite dissecante do couro cabeludo
Inicialmente, surgem espinhas, que evoluem para nódulos inflamados e dolorosos. Ocorre
oclusão folicular, com obstrução do óstio por hiperqueratose folicular inata. Observam-se
comedões, abscessos, trajetos fistulosos e cicatrizes hipertróficas e queloidianas.
Foliculite queloidiana da nuca
São pústulas foliculares na nuca que evoluem para lesões queloidianas, sendo mais comum
nos homens negros, que apresentam fusão de folículos na superfície da pele, onde costumam
surgir dois ou três pelos.
Alopecias associadas a outras doenças:
HIPERTIREOISIMO
HIPOTIROIDISMO
Mais comum em mulheres, causando queda capilar, ocasiona rarefação difusa dos cabelos.
Acomete mais mulheres, onde os cabelos (fibra capilar) apresentam-se secos, ásperos e
quebradiços. A alopecia surge por meio de placa ou difusa, e ambos não são cicatriciais.
 SAIBA MAIS
Há uma responsabilidade no diagnóstico capilar! O terapeuta capilar deve sempre
investigar as queixas dos clientes e checar as causas, pois, talvez, seja necessário que eles
procurem um médico, para, depois, seguirem com o tratamento capilar.
ALOPECIA NÃO CICATRICIAL
Ocorre perda dos cabelos, formando uma alopecia de ação não permanente, reversível, de
forma transitória.
Alopecia areata
Refere-se a uma forma de alopecia (a origem de seus acometimentos encontra-se em estudo)
provocada pela desordem no sistema imunológico, fazendo com que os folículos parem de
produzir cabelo, desenvolvendo uma ou várias placas alopecias. Causa perda localizada de
cabelos, sem destruição ou atrofia dos folículos, mas se não for controlada, continuará se
expandindo, até tomar a região inteira da cabeça.
 SAIBA MAIS
As placas de areatas são bem delimitadas, arredondadas, de superfície lisa, preservando a cor
da pele, sem descamação, tendo sua evolução de dentro para fora, não cicatricial, sem
presença de processo inflamatório. Acomete as regiões do couro cabeludo, sobrancelhas, os
cílios e a barba, podendo aparecer em outras regiões de ação assintomática. Em uma análise
microscópica, seus fios têm o formato de clave, ou seja, ponto de exclamação, confirmando o
diagnóstico de presença da areata.
A evolução da alopecia areata pode seguir diferentes rumos, apresentando-se em formas
clássicas:
ALOPECIA AREATA UNIFOCAL
Pode ser a forma inicial de areata, pois apresenta uma única placa caracterizando o
acometimento de formato redondo ou ovalar e de característica lisa.
ALOPECIA AREATA OFIÁSICA
Caracteriza-se pela perda dos cabelos no couro cabeludo, acometendo as têmporas e o
occipital, apresentando extensão e faixas de acometimento no couro cabeludo.
ALOPECIA AREATA MULTIFOCAL
Presença de múltiplas placas de arreatas, que afetam não só o couro cabeludo, mas também
outras regiões do corpo com pelos.
ALOPECIA AREATA TOTAL (CASOS RAROS)
Surge de forma inicial por meio de placas de areata, que sofrem evolução, dando origem a
novas placas, que, se não forem controladas, unem-se umas com as outras, atingindo toda a
cabeça do indivíduo, levando à perda total dos cabelos, sem acometimento dos demais pelos
do corpo, proporcionando um aspecto liso e brilhante ao couro cabeludo.
ALOPECIA AREATA UNIVERSAL (CASOS MUITO
RAROS)
Perda de cabelos e dos demais pelos do corpo, incluindo: couro cabeludo, cílios, sobrancelhas,
barba, axilas etc. Atualmente, não há cura para a alopecia universal. Não é contagiosa.
Qual a atuação profissional nestes casos de alopecia não cicatricial?
Executar um tratamento de profilaxia, quando identificada a presença da alopecia, diminuindo
ou cessando a queda capilar acentuada, retardando a progressão (evolução) da rarefação e
controlando a densidade capilar.
Como o terapeuta capilar realiza a anamnese neste caso?
Devem ser utilizados dermatoscópio, além de todo o aparato profissional (EPIs), pente de cabo
metal e celular ou câmera fotográfica para tirar fotos. Ele deve perguntar a quantidade de fios
que caem durante a lavagem dos cabelos e a quantidade de fios que ficam no ralo do box.
Uma quantidade superior a 150 fios pode significar problemas, e a causa deve ser investigada.
Se necessário, ele deve perguntar se o cliente realizou exames de laboratórios recentemente.
Como a pessoa descobre que está com alopecia areata?
Por não apresentar sintomas, a pessoa acaba descobrindo por acaso, durante a ida ao
barbeiro ou cabelereiro, ou até mesmo por outra pessoa. A alopecia areata também é
vulgarmente chamada de “pelada”. A regressão dessa doença ocorre após longo período de
tratamento adequado, mas pode voltar a ocorrer.
PADRÕES BÁSICOS DE ALOPECIAS
ANDROGENÉTICAS
Fonte: goodluz/Shutterstock.
Fonte: MRAORAOR/Shutterstock.
Alopecia androgenética clássica
Seu acometimento inicia-se pelas regiões das têmporas e cortical do couro cabeludo,
normalmente com apenas uma rarefação em toda a região frontal ou apenas em cortical. Na
grande maioria dos casos, o acometimento pode ocorrer de forma lenta ou acelerada, levando
à perda significativa dos cabelos, principalmente na região cortical (alto do couro cabeludo).
Alopecia androgenética difusa
Tem início com a manifestação de forma difusa no alto do couro cabeludo e de forma
progressiva (cabelos espaçados), onde perdas de pelo acontecem de forma secundária;
normalmente, são motivadas por eflúvios: anágeno, em razão de doenças agudas e
tratamentos químicos, e telógeno, em virtude de pós-parto, dietas severas, anemia,
subnutrição etc.
Alopecia de pressão/tração
É uma alopecia em que ocorre tração dos cabelos na região temporal ou na orla do couro
cabeludo e é causada, muitas vezes, pelo uso de boné, chapéus e mega hair. Muitas pessoas
usam química no cabelo e, logo após, colocam os chamados apliques (mega hair), que podem
gerar uma sensibilidade no local ou até mesmo uma ferida, evoluindo para uma infecção local.
Nós, profissionais de saúde, devemos orientar nossos pacientes com relação ao uso de
químicas e apliques. Não é proibi-los, mas, sim, orientá-los quanto ao uso, a fim de que não
cause danos ao couro cabeludo.
Alopecia mucinosa
Ocorre devido ao depósito de mucina (proteína de elevada massa molecular que tem como
característica a formação de géis) nos folículos do couro cabeludo e da face, ocaisonando
áreas de alopecia.
Há formação de pápulas foliculosas, placas papulosas ou infiltração nodular. Este tipo de
alopecia, geralmente, é temporário; porém, torna-se definitivo se houver destruição do folículo
piloso pela mucina. Há também a mucinose folicular, que causa depósito de mucina, mas não
causa alopecia.
A alopecia mucinosa pode ocorrer em criançase adultos jovens, não sendo associada à
doença primária, podendo regredir espontaneamente. É possível que atinja adultos, podendo
estar associada a linfoma.
CLASSIFICAÇÃO DE EFLÚVIOS
Definição: eflúvio refere-se à queda capilar de maneira acelerada, e pode ocorrer devido a
vários fatores, como estresse, medicamentos, pós-parto, entre outros.
Fonte: Mygate/Shutterstock.
Eflúvio telógeno
É definido pelo aumento de queda capilar diária. Para efeito de comparação, uma queda dentro
do padrão de normalidade gira em torno de 100-150 fios ao dia; com o processo de eflúvio,
passa para, aproximadamente, 200 fios ao dia ou até mais. Os fatores que causam eflúvio
podem ser de origem emocional, entre outros. Seu acometimento ocorre em padrão difuso e
não cicatricial. Os cabelos caem ainda com a presença do bulbo não pigmentado. A cura pode
ocorrer de forma espontânea. O eflúvio se divide em dois tipos: agudo e crônico.
Diferença entre eflúvio telógeno agudo e crônico:
EFLÚVIO TELÓGENO AGUDO
Ocorre por meio de uma motivação, chamada de gatilho, que eleva o número normal de queda
diário de fios de até 150 para até 300 fios. Estudos apontam que essa queda é reflexo do
gatilho de três meses que antecedem o acometimento desse problema. Os gatilhos que
desencadeiam o eflúvio são: cirurgia bariátrica, pós-parto, sinusite, infecção aguda, dietas
restritivas, doenças metabólicas, entre outros. A queda capilar costuma se estabilizar após três
meses.

EFLÚVIO TELÓGENO CRÔNICO
Apresenta-se diferente do agudo, pois sua queda não é diária, e ocorre por meio de ciclos (uma
ou duas vezes ao ano), que vão diminuindo a densidade capilar – perda de volume e
comprimento. Sua incidência ocorre em virtude de doenças autoimunes. A queda capilar pode
durar de três meses até anos, acompanhada de rarefação.
Eflúvio anágeno
Apresenta-se como uma alopecia difusa, que ocorre, muitas vezes, de maneira abrupta; está
associada ao uso de agentes quimioterápicos e a eventos sindrômicos. A queda do cabelo é
abrupta e começa entre a primeira e a segunda semanas após o início da quimioterapia.
Depois de um a dois meses de tratamento quimioterápico, torna-se bastante visível.
VERIFICANDO O APRENDIZADO
1. UM HOMEM DE 39 ANOS DE IDADE RELATOU AO TERAPEUTA
CAPILAR QUEDA ABRUPTA, INTENSA E DIÁRIA DOS SEUS CABELOS.
INFORMOU AINDA QUE, QUATRO MESES ANTES, HAVIA ENFRENTADO
UMA SITUAÇÃO DE ESTRESSE. DURANTE A AVALIAÇÃO DO
PROFISSIONAL, FORAM IDENTIFICADAS RAREFAÇÃO DOS FIOS E
QUEDA INTENSA, INCLUSIVE COM BULBOS. COM BASE NAS
INFORMAÇÕES APRESENTAS, ASSINALE A OPÇÃO CORRETA QUANTO
AO TIPO DE QUEDA CAPILAR QUE O CLIENTE APRESENTA.
A) Alopecia areata.
B) Alopecia tracional.
C) Alopecia androgenética.
D) Eflúvio telógeno.
2. A ALOPECIA, CONHECIDA POPULARMENTE POR CALVÍCIE, PODE SER
ENTENDIDA COMO UM CONJUNTO DE DESORDENS QUE GERA A FALTA
DE CABELOS OU PELOS EM DETERMINADAS PARTES DO CORPO
HUMANO. DEPENDENDO DO TIPO DE ACOMETIMENTO DA INFECÇÃO,
PODE SER CICATRICIAL OU NÃO CICATRICIAL. COM BASE NAS
INFORMAÇÕES APRESENTAS, ASSINALE A OPÇÃO CORRETA QUANTO
ÀS CARACTERÍSTICAS DE ALOPECIA CICATRICIAL.
A) Não apresenta acometimento nos folículos, apresentando queda temporária.
B) Os folículos apresentam-se destruídos, tendo queda definitiva.
C) Consiste na queda capilar temporária por meio de ação hormonal.
D) Ocorre a queda capilar, sem comprometimento do folículo, definitiva.
GABARITO
1. Um homem de 39 anos de idade relatou ao terapeuta capilar queda abrupta, intensa e
diária dos seus cabelos. Informou ainda que, quatro meses antes, havia enfrentado uma
situação de estresse. Durante a avaliação do profissional, foram identificadas rarefação
dos fios e queda intensa, inclusive com bulbos. Com base nas informações apresentas,
assinale a opção correta quanto ao tipo de queda capilar que o cliente apresenta.
A alternativa "D " está correta.
Este módulo, foram definidos os acometimentos causados pelo eflúvio telógeno, suas
manifestações, e uma das situações abordadas foi situação de estresse, que acentua a queda
capilar, embora seja de caráter temporário. Trata-se de uma área de atuação do terapeuta
capilar, mas, se houver necessidade, um médico especialista pode ser consultado para
averiguar a situação.
2. A alopecia, conhecida popularmente por calvície, pode ser entendida como um
conjunto de desordens que gera a falta de cabelos ou pelos em determinadas partes do
corpo humano. Dependendo do tipo de acometimento da infecção, pode ser cicatricial
ou não cicatricial. Com base nas informações apresentas, assinale a opção correta
quanto às características de alopecia cicatricial.
A alternativa "B " está correta.
A alopecia cicatricial leva à destruição dos folículos pilossebáceos, não tendo mais o
crescimento dos pelos. O terapeuta capilar deve informar ao cliente que o tratamento não trará
o crescimento dos cabelos, pois se trata de uma queda definitiva.
MÓDULO 2
 Diferenciar a alopecia masculina e feminina, bem como o hirsutismo e a hipertricose,
identificando as possibilidades de tratamento para queda capilar
ALOPECIA ANDROGENÉTICA MASCULINA
(AAG), TAMBÉM CONHECIDA COMO
ANDROGENIA
Boa parte da população brasileira do sexo masculino sofre de alopecia masculina, sendo a
calvície de padrão masculino ou alopecia androgênica a mais comum. Atinge homens jovens e
maduros e é transmitida através de andrógenos, autossômica de origem poligênica, de
transmissão genética de avós para netos (as), pais para filhos (as). O padrão de herança que
prevalece consiste em uma predisposição genética tanto em homens como nas mulheres para
perda de cabelo.
O processo começa com a miniaturização dos cabelos, que ficam mais curtos e ralos, deixando
o couro cabeludo aparente. A alopecia androgenética ocorre em estágios já previstos,
tornando-se progressiva, isto é, a perda de cabelo progredirá do estágio inicial para estágios
mais avançados.
Fonte: art4stock/Shutterstock.
 VOCÊ SABIA
A partir da puberdade, inicia-se o processo hormonal do DHT – di-hidrotestosterona,
começando pela região das têmporas, conhecidas como “as entradas” da orla do couro
cabeludo. Com o passar dos anos, vai evoluindo, deixando vários estágios de alopecia. Halal
(2014) aponta em sua literatura a existência de até sete graus ou níveis de calvície.
Fonte: art4stock/Shutterstock.
ALOPECIA ANDROGENÉTICA FEMININA
A calvície ou alopecia androgenética também acomete o público feminino, mas de forma menos
severa. A calvície feminina é classificada em três tipos principais, nos graus I, II e III, devido à
ação da enzima aromatase, presente em maior quantidade na mulher.
Seu início surge a partir da purbedade, mas apresenta o processo evolutivo a partir dos 30-50
anos de idade. Seu carater de acometimento está ligado à predisposição genética e ao
aumento na sensibilidade dos receptores hormonais, envolvendo a presença do hormônio di-
hidrotestosterona (DHT), causando afinamento progressivo dos fios de cabelo.
Fonte: L Julia/Shutterstock.
Fonte: L Julia/Shutterstock.
O processo de miniaturização também se faz presente, mas de forma difusa, tornando o cabelo
mais ralo em uma área vasta da cabeça, sem criar áreas totalmente calvas e sem regressão na
linha do cabelo. Normalmente, a área mais afetada é o topo da cabeça.
No decorrer da rarefação difusa do cabelo, começa a diminuir a densidade capilar, dando início
a uma transparência do couro cabeludo. Além da calvície de padrão feminino, existem ainda
outras causas para justificar a perda de cabelo em mulheres, como, por exemplo:
ALTERAÇÕES HORMONAIS ESTRESSE
ALGUMAS PATOLOGIAS
USO PROLONGADO DE DETERMINADOS
MEDICAMENTOS, ENTRE OUTRAS
 ATENÇÃO
Através do dermatoscópio (analisador do couro cabeludo), o diagnóstico em consultório/cabine
pode ser realizado de maneira mais precisa; além disso, o profissional pode solicitar exames
complementares mais complexos, como hemograma, ferro sérico, ferritina, avaliação da
tireoide, relação FSH/LH, prolactina, vitaminaD, e os andrógenos, a fim de contribuir para a
elaboração de um protocolo de tratamento mais eficaz para a cliente.
A seguir, entenda a classificação da alopecia androgenética feminina segundo Ludwig:
Fonte: ankomando/Shutterstock.
GRAU I
Rarefação perceptível, com linha frontal de, aproximadamente, três
centímetros, com preservação do cabelo.
GRAU II
Rarefação acentuada do cabelo na coroa.
GRAU III
Rarefação total do cabelo.
PROCESSO DE MINIATURIZAÇÃO
A calvície tem seu estágio inicial de forma gradual, começando pelo processo de miniaturização
(miniatura) dos pelos, que ocorre de forma progressiva, transformando pelos terminais
(grossos) em velus (finos).
Tal acontecimento está intimamente ligado às ações hormonais, pois as células que compõem
o folículo piloso possuem receptores que se ligam ao hormônio di-hidrotestosterona (DHT),
passando a informação genética (DNA), causando o início do processo de miniaturização, onde
a testosterona é convertida em DHT pela enzima 5¤ – redutase, tornando os folículos cada vez
mais finos, até que mais nenhum cabelo volte a nascer.
Fonte: Alila Medical Media/Shutterstock.
Entenda a ação dos andrógenos na atuação da alopecia androgenética, através do quadro
explicativo a seguir:
Adaptado de: Barata, 2003.
ALGUNS PROTOCOLOS DE TRATAMENTOS
ESTÉTICOS / TERAPIA CAPILAR
Para auxiliar a compreensão do terapeuta capilar, após a realização da ficha de anamnese
capilar, a indicação de um protocolo sugestivo para controlar a queda capilar contribui de forma
positiva para o profissional ter como parâmetro uma maneira de montar um tratamento
terapêutico.
Protocolo de tratamento capilar para controle de queda:
1) ELETROTERAPIA
Eletrodo pente por 3 minutos (movimentos de vai e vem);
2) ARGILOTERAPIA
Preparar cataplasma com óleo essencial (O.E) para crescimento dos fios;
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javascript:void(0)
javascript:void(0)
3) SHAMPOO COSMECÊUTICO
Aplicar somente no couro e deixar agir por 3 minutos;
4) SHAMPOO PARA OS FIOS
Aplicar somente para emoliência;
5) CONDICIONADOR
Aplicar somente nas pontas;
6) IONTOFORESE COM IONTO
Controlador de queda (ativos);
7) MASSAGEM CAPILAR
Por 10 minutos para finalizar.
ÓLEO ESSENCIAL (O.E)
Alecrim, Ylang-Ylang e Cedro. Observar as contraindicações ao uso do óleo essencial de
alecrim. Só utilizar uma gota de cada óleo essencial indicado e trabalhar somente com
uma sinergia de três óleos essenciais. Cuidado com o modo de preparo.
IONTOFORESE COM IONTO
Recurso eletroestético utilizado na terapia capilar.
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javascript:void(0)
javascript:void(0)
javascript:void(0)
javascript:void(0)
Frequência do tratamento: 1 sessão por semana com duração de 60 minutos.
Observação:
• Ativos mais indicados para ionto ou solução ionizável: pilocarpina e extrato de jaborandi
e alecrim.
• Usar argilas nos tratamentos capilares: A argila tem a propriedade de absorver e
armazenar a energia de todos os elementos, como se fosse um condutor, sendo capaz de
liberar a energia retida. Além disso, tem ação de antisséptico natural, que respeita os
elementos do corpo enfermo. Na terapia capilar, tem grande ação descongestionante,
refrescante, absorvente, calmante, entre outras. O poder de ação absorvente do cataplasma de
argila é excelente, principalmente quando associado ao carvão ativado, que potencializa sua
ação.Pesquisas revelam que a argila verde associada ao carvão vegetal ativado, juntamente a
uma sinergia de óleos essenciais, promove resultados muito satisfatórios no controle da
oleosidade do couro cabeludo, queda capilar, na estimulação da circulação sanguínea e até na
drenagem linfática.
• Massofilaxia: massagem no couro cabeludo
Trata-se da técnica de massagem manual realizada no couro cabeludo, na nuca, no pescoço e
nos ombros, com movimentos leves, rítmicos, que trabalham os sistemas linfáticos, circulatório
e nervoso, contribuindo para o relaxamento e aumentando a nutrição tecidual do couro
cabeludo. Deve ser realizada em pele íntegra e com o couro cabeludo higienizado – a
aplicação deve durar em torno de 7 minutos.
Assista o vídeo em que a especialista Cássia Batista irá falar sobre sugestões de programas de
tratamento para queda capilar.
PROTOCOLOS DE TRATAMENTOS
TRICOSES COM CRESCIMENTO
EXCESSIVO DE PELOS
São distúrbios do crescimento dos cabelos. As alterações que atingem os anexos cutâneos são
numerosas e, às vezes, de difícil diagnóstico e ação terapêutica. Podem ser divididas em:
PRIMÁRIAS
SECUNDÁRIAS
A partir de características do próprio cabelo ou pelo.
Surge através de afecção que afeta a estrutura da pele, como vasos sanguíneos, glândulas
sebáceas ou órgãos internos.
Além de falta ou rarefação de pelos, também existe excesso de pelos, como as causas de
hirsutismo e Hipertricose. Entenda, a seguir, a diferença entre eles.
HIRSUTISMO
Refere-se ao crescimento dos pelos terminais de forma excessiva em áreas específicas de
ação andrógena e afeta o gênero feminino, gerando, em determinadas regiões, os efeitos:
“barba”, “bigode”, “cavanhaque” e “tórax cabeludo”, causando um desconforto muito grande.
É importante entendermos que a fisiopatologia do hirsutismo envolve a ação dos andrógenos
sobre a pele através de alguns mecanismos, como os níveis circulantes de andrógenos e a
sensibilidade cutânea a esses hormônios.
Pode ser classificado em três categorias:
I- excesso de andrógenos produzidos pelos ovários e/ou adrenais;
II- aumento da sensibilidade cutânea aos andrógenos circulantes ou
III- situações que envolvam causas secundárias no transporte e/ou metabolismo de
andrógenos.
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HIPERTRICOSE
é caracterizada pela transformação de pelos velus, distribuídos por todo o corpo, em pelos
terminais. Ocorre na velocidade de crescimento dos pelos, podendo ser de origem primária ou
secundária. Quando é de origem primária, é chamada de hipertricose congênita e aparece na
infância; quando se trata de origem secundária, é transitória, ocorre na idade adulta e surge em
virtude de estímulos exógenos, como medicamentos e doenças metabólicas, como
hipotiroidismo (LORETTE & LACOUR, 2007; PEREIRA, 2006).
Também pode ser provocada por doenças nutricionais, como anorexia, desnutrição ou
síndromes de má absorção. A hipertricose não é causada pelo aumento na produção de
andrógenos, ou seja, hormônios, podendo ser congênita ou adquirida.
Saber a diferença entre hirsutismo e hipertricose se faz necessário, pois decorrem de etiologias
diversas, logo o tratamento será diferenciado.
Por que nós, da área da Estética, precisamos conhecer as características básicas destas
patologias?
Porque muitas pacientes buscam tratamentos para resolver a questão de diminuição ou perda
de pelos; assim, caso não conheçamos a origem do problema, poderemos vender muitas
sessões de tratamento, mas a paciente não obterá o resultado satisfatório.
 ATENÇÃO
Não cabe à esteticista tratar essas doenças, mas, sim, sugerir que a paciente procure um
médico, caso não alcance algum resultado com as sessões de depilação a laser, por exemplo.
É claro que o tipo de equipamento a ser utilizado também precisa ser analisado, o que reforça
a importância de uma consulta estética detalhada. Não basta apenas vender o serviço; é
preciso conversar com a paciente e entender suas queixas e pesquisar se isso tem relação
com alguma patologia.
VERIFICANDO O APRENDIZADO
1. EXISTEM VÁRIOS TIPOS DE ALOPECIA E CADA UM APRESENTA UMA
CARACTERÍSTICA, PERMITINDO AO PROFISSIONAL IDENTIFICÁ-LO
PELO SEU FORMATO OU ACOMETIMENTO. A ALOPECIA QUE SE INICIA
PELAS REGIÕES DAS TÊMPORAS E CORTICAL DO COURO CABELUDO
É CLASSIFICADA COMO:
A) Alopecia areata.
B) Alopecia tracional.
C) Alopecia androgenética.
D) Eflúvio telógeno.
2. A ALOPECIA, CONHECIDA POPULARMENTE POR CALVÍCIE, PODE SER
DESENVOLVIDA POR HOMENS (DE FORMA MAIS SEVERA) OU
MULHERES (FORMA MAIS BRANDA), SENDO DE ORDEM FISIOLÓGICA.
EM MUITOS CASOS, INICIA-SE PELA PERDA ACENTUADA DOS FIOS E
DIMINUIÇÃO DA DENSIDADE CAPILAR. AS ALTERNATIVASABAIXO
RELATAM PROCESSOS QUE IDENTIFICAM A INSTALAÇÃO OU O
ACOMETIMENTO DA CALVÍCIE ANDROGENÉTICA, EXCETO:
A) A diminuição progressiva dos fios (miniaturização) e queda capilar.
B) Fatores como idade e pré-disposição genética contribuem para o acometimento da calvície.
C) Consiste na queda capilar por meio de ação hormonal.
D) O aparecimento de lesões no couro cabeludo caracteriza sua identificação.
GABARITO
1. Existem vários tipos de alopecia e cada um apresenta uma característica, permitindo
ao profissional identificá-lo pelo seu formato ou acometimento. A alopecia que se inicia
pelas regiões das têmporas e cortical do couro cabeludo é classificada como:
A alternativa "C " está correta.
Neste módulo, foram abordados os tipos e as classificações da alopecia. Por meio do
acometimento, formato e pelo desenvolvimento, é possível identificar o tipo de alopecia que
está se instalando neste indivíduo. Um dos padrões característicos de instalação da alopecia
androgenética inicia-se pelas regiões das têmporas e cortical do couro cabeludo; portanto, a
letra C corresponde à opção correta.
2. A alopecia, conhecida popularmente por calvície, pode ser desenvolvida por homens
(de forma mais severa) ou mulheres (forma mais branda), sendo de ordem fisiológica.
Em muitos casos, inicia-se pela perda acentuada dos fios e diminuição da densidade
capilar. As alternativas abaixo relatam processos que identificam a instalação ou o
acometimento da calvície androgenética, EXCETO:
A alternativa "D " está correta.
Neste módulo, foram estudados os tipos de alopecia e as formas de identificação que cada
uma apresenta, como uma forma de orientar o estudante. Na questão acima, a única
alternativa que não faz menção ao acometimento da alopecia (ou calvície) androgenética é a
letra D, pois lesões não caracterizam o acometimento dessa doença, salvo se ela desenvolver,
ao mesmo tempo, outra afecção.
CONCLUSÃO
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Na apresentação do nosso estudo, abordamos várias questões a respeito das alterações do
cabelo e do pelo, deixando bem clara a responsabilidade do terapeuta capilar em atender
somente afecções de sua competência, exercendo, desta forma, protocolos estéticos.
Além disso, demos uma sugestão de protocolo para servir de base para outros protocolos
vigentes, como a forma de abordagem na terapia capilar, ressaltando que aspectos
psicológicos relacionados à alopecia, entre outros problemas, devem ser levados em
consideração durante o atendimento.
Portanto, não arrisque fazendo um diagnóstico prematuro; tenha cautela ao lidar com esse
cliente, pois cada fio perdido pode desequilibrar o emocional deste indivíduo e desesperá-lo.
AVALIAÇÃO DO TEMA:
REFERÊNCIAS
BARATA, E.; A. F. Cosmetologia – princípios básicos. São Paulo: Tecnotreff, 2003.
BORGES, F. dos S.; SCORZA, F. A. Terapêutica em Estética: conceitos e técnicas. São
Paulo: Phorte, 2016.
ESTRADA, B. D. et al. Padrão dermatoscópico das alopecias cicatriciais causadas por
lúpus eritematoso discoide e líquen plano pilar. Anais Brasileiros de Dermatologia 2010;
85(2):179-83. Consultado em meio eletrônico em: 17 ago. 2020.
HALAL, J. Tricologia e a Química Cosmética Capilar. São Paulo: Cengage Learning, 2014.
LYON, S. Dermatologia estética: medicina e cirurgia estética. 1. ed. Rio de Janeiro: Medbook,
2015.
PEREIRA, J. M. Eflúvio telógeno após dermatite de contato no couro cabeludo. Anais
Brasileiros de Dermatologia, v. 81, n. 5, p. S288-9, 2008. Suplemento 3. Consultado em meio
eletrônico em: 17 ago. 2020.
PEREIRA, J. M. Propedêutica das doenças dos cabelos e do couro cabeludo. São Paulo:
Atheneu, 2011.
RIVITTI, E. A. Alopecia areata: revisão e atualização. Anais Brasileiros de Dermatologia, 2005.
Consultado em meio eletrônico em: 17 ago. 2020.
SITTART, J. A. de S. Dermatologia para o clínico. 3. ed. São Paulo: Lemos, 2011.
LORETTE, G.; LACOUR, J. P. Dermatologie pédiatrique. Paris: Doin, 2007, p. 305.
EXPLORE+
Recomendamos a leitura dos seguintes artigos:
Alopecia areata: revisão e atualização, de Evandro A. Rivitti.
Protocolos de tratamento da alopecia: uma revisão, de Carla Pereira Cavalcante.
CONTEUDISTA
Cláudia Batalha
 CURRÍCULO LATTES
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