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19/08/2025
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UNIDADES I
Profa. Ms. Flávia Berenguer
ULTRACAVITAÇÃO E CRIOLIPÓLISE
ELETROTERAPIA FACIAL E CORPORAL
CURSO: ESTÉTICA
▪Consiste em um tratamento não invasivo que combate a gordura 
localizada e a lipodistrofia ginóide (celulite), por meio da aplicação 
do ultrassom de baixa frequência. 
▪O método age de forma seletiva sobre as células adiposas que se 
rompem sem lesionar os tecidos ao redor.
ULTRACAVITAÇÃO
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ULTRACAVITAÇÃO
Estável: as microbolhas 
são formadas, mantendo-
se integras, sem 
implodirem → aumenta a 
permeabilidade de 
membrana.
Instável*: as microbolhas 
sofrem elevada pressão 
das ondas ultrassônicas e 
acabam implodindo e 
gerando danos teciduais.
Efeito mecânico
▪Cavitação: formação de microbolhas gasosas que expandem-se e 
comprimem-se em razão da mudança de pressão induzida pelo 
ultrassom nos líquidos teciduais
Mecanismos de ação da cavitação
▪Cavitação estável é a oscilação das bolhas gasosas que aumentam e 
diminuem. Isso proporciona:
▪ liberação de hormônios beta adrenérgicos (adrenalina e 
noradrenalina);
▪a ligação dos receptores da membrana da célula
▪a geração das reações químicas;
▪a saída de triglicerídeo;
▪a quebra em glicerol e ácido graxos.
ULTRACAVITAÇÃO
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Mecanismos de ação da cavitação
▪Cavitação instável promove a implosão cavitacional por bolhas de 
colapso na cavitação transitória, rompendo o adipócito e 
promovendo a lipólise por meio da implosão cavitacional no interstício
ULTRACAVITAÇÃO
Efeito térmico 
▪Ocorre pela ação das forças nas mudanças de movimento das 
bolhas gasosas de diâmetro de 10 mm e ou 6 mm. 
▪ Isso gera calor para o meio e aumenta a extensibilidade do colágeno. 
ULTRACAVITAÇÃO
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Estágios de cavitação ultrassônica do tecido adiposo.
▪Estágio 1
▪ Ainda antes do tratamento, as células adiposas subcutâneas 
podem ser vistas de forma visível e as membranas celulares estão 
claramente definidas. 
ULTRACAVITAÇÃO
Estágios de cavitação ultrassônica do tecido adiposo.
▪Estágio 2
▪Quando o tratamento começa, o ultrassom causa oscilações 
dentro da célula, fazendo com que a gordura e a água comecem 
a emulsificação. Isso leva à ruptura das membranas celulares e 
destrói permanentemente a célula adiposa.
ULTRACAVITAÇÃO
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Estágios de cavitação ultrassônica do tecido adiposo.
▪Estágio 3 
▪Ocorre a destruição intensa das células e também 
a emulsificação do conteúdo da membrana. 
Neste momento, a gordura e a água da célula já 
conseguem ser vistas.
ULTRACAVITAÇÃO
Estágios de cavitação ultrassônica do tecido adiposo.
▪Estágio 3
▪Ocorre uma destruição significativa das células adiposas e do 
conteúdo emulsionado da célula. Com isso, as membranas 
celulares danificadas começarão a ser descartadas pelo 
organismo
ULTRACAVITAÇÃO
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Bioefeitos da ultracavitação
▪O tratamento de cavitação produz resultados imediatos e 
duradouros. A maioria dos clientes experimenta uma redução de 2 
cm a 10 cm de circunferência após uma única sessão, com resultados 
crescentes após cada aplicação. 
ULTRACAVITAÇÃO
Bioefeitos da ultracavitação
▪Tais resultados podem variar de acordo com:
▪a estrutura do tecido;
▪a área de tratamento;
▪a idade;
▪o metabolismo;
▪os medicamentos;
▪as alterações hormonais.
ULTRACAVITAÇÃO
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Indicações
▪Adiposidade volumosa localizada
▪Pregas cutâneas maiores de 3.
ULTRACAVITAÇÃO
Contraindicações 
▪Gravidez e amamentação
▪Marca-passos,
▪Triglicerídeos elevados
▪Patologias vasculares 
▪ Insuficiência renal
▪ Implantes metálicos no local
▪Neoplasias.
Aplicação da ultracavitação
▪Cada sessão dura 40 minutos
▪Higienizar a área escolhida 
▪Demarcar a área
▪Quadrantes variam de 20 a 15 cm2 dependendo do tamanho do 
cabeçote do transdutor.
▪Aplicar o gel condutor com espátula sobre a pele (camada generosa)
▪ Intensidade variar e vai depender do conforto para o cliente, não 
podendo ocasionar incomodo.
▪O uso do termômetro é fundamental para acompanhar a 
temperatura superficial da pele
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▪É uma técnica de tratamento de eliminação de gordura corporal 
localizada não invasiva através do congelamento de células de 
gordura.
CRIOLIPÓLISE
▪Resfriamento localizado do tecido adiposo subcutâneo.
▪Temperatura entre -5 a -15 °C 
▪Medidas externas (paniculite e morte do adipócito por apoptose)
▪ Indicação
▪Gordura localizada
CRIOLIPÓLISE
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Efeito fisiológico
CRIOLIPÓLISE
Frio Paniculite
Apoptose 
dos 
adipócito
s
Eliminação 
da gordura
Efeito fisiológico
▪Paniculite
▪Os adipócitos são mais sensíveis ao frio
▪Abaixo de zero grau há uma cristalização dos adipócitos e inicia um 
processo inflamatório
▪As células são levadas a uma morte programada (apoptose)
▪Apoptose do adipócito 
▪A célula evolui com uma retração que causa a perda da aderência 
com a matriz extra celular e algumas células vizinhas.
CRIOLIPÓLISE
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Efeito fisiológico
CRIOLIPÓLISE
Período Processo
Imediato Não existe danos nos adipócitos
24 a 72 horas Início da reação inflamatória
7 dias Paniculite intensa, pico em 14 dias
14°ao 30° dia 
Macrófagos começam a envolver e digerir os 
adipócitos
A partir de 30 
dias
Diminuição da inflamação
Atividade fagocitária 
Primeiros resultados
60 a 120 dias Eliminação definitiva dos adipócitos
Efeito fisiológico
CRIOLIPÓLISE
Imediato 24 a 72 h 30° dia 7°ao 14° dia Antes
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Efeito fisiológico
▪Destino da gordura
▪A gordura permanece restrita dentro dos macrófagos até ser 
digerida/metabolizada e eliminada naturalmente pelo organismo.
CRIOLIPÓLISE
Efeito fisiológico
▪Destino da gordura
▪A gordura permanece restrita dentro dos macrófagos até ser 
digerida/metabolizada e eliminada naturalmente pelo organismo.
CRIOLIPÓLISE
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Aparelhos
▪Criolipólise de contraste
▪ Inclui períodos de aquecimento no início e no final do procedimento 
(calor/frio/calor). 
▪Criolipólise de reperfusão
▪ Inclui período de aquecimento no final do procedimento. 
▪Criolipólise de preparo
▪Provoca aquecimento no início do procedimento. 
CRIOLIPÓLISE
Aparelhos
CRIOLIPÓLISE APARELHOS
Sucção
Placa
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Aparelhos - Sucção
▪Prega cutânea → gordura deve ser pinçável, no mínimo 2 cm
▪Ajustes
▪Tempo
▪Nível de vácuo 
▪Grau de resfriamento 
▪Manoplas (aplicador)
CRIOLIPÓLISE
Aparelhos - Sucção
▪Placas de resfriamento
▪Posicionadas na parte interna da manopla
▪Quanto maior a placa, maior a área resfriada 
▪Há efeitos em regiões onde não estavam exatamente embaixo 
da placa, pois a temperatura se dissemina do tecido.
CRIOLIPÓLISE
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Aparelhos - Sucção
▪Vácuo
▪Durante o procedimento o tecido alvo é sugado para dentro do 
aplicador.
▪A força do vácuo é de 650 a 700mmHg
▪Durante o tratamento, pode-se oscilar essa pressão 
CRIOLIPÓLISE
Aparelhos - Sucção
▪Vácuo
▪Após a sessão, de imediato se observa uma pele abaulada 
(bloco).
CRIOLIPÓLISE
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Aparelhos - Placas
▪ Todas as regiões com acúmulo de gordura localizada, inclusive, em 
áreas com pouca prega, como braços, flancos e costas.
▪Ajustes
▪Tempo
▪Grau de resfriamento 
CRIOLIPÓLISE
Aparelhos - Placas
▪Placas de resfriamento
▪Posicionadas na superfície do aplicador
▪Placo a com contato total com a área a ser tratada
▪Quanto maior a placa, maior a área resfriada 
▪Não precisa sucção*
▪Maior segurança na aplicação
▪Menos riscos de intercorrências 
▪Maior conforto para o paciente
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Manta
▪Membrana anticongelante: tecido 
embebido num líquido anticongelante. 
▪Descartável
▪Uso único
▪Não pode ser dividida 
CRIOLIPÓLISE
Temperatura
▪ -5 a -10 °C
▪A temperatura ajustada no equipamento não será a mesma do 
tecido adiposo.
▪Contraste*
Tempo
▪Varia entre 45 a 60 minutos
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Massagem manual
▪Logo após o procedimento
▪Ajuda na reperfusão do tecido
▪Facilita a homogeneidade da cristalização no local de tratamento
▪Diminui a deformação tecidual (prega)*
CRIOLIPÓLISE
Efeitos adversos
▪Pode aparecer nódulos em poucos dias
▪Regressão espontânea 
▪Causas: Resposta inflamatória 
▪Queimadura
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Indicação
▪Tratamento conservador de 
gordura localizada
▪ Modelagem não invasiva do 
contorno corporal
CRIOLIPÓLISE
Contraindicação
▪Gestantes 
▪Dispositivos eletrônicos implantados
▪Áreas neoplásicas ou sobre áreas 
onde o tumor foi retirado
▪Alta sensibilidade ao frio
▪Sobre áreas isquêmicas 
▪Sobre pele irritada ou com 
presença de dermatites
▪Diabetes: 
▪Uso de anti-inflamatório
OBRIGADA
Profa. Ms. Flávia Berenguer
flavia.santana@sereduc.edu.br
@fisioflaviaberenguer
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mailto:flavia.santana@sereduc.edu.br
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