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O uso dos espaços na história do Brasil 
A cidade do Rio de Janeiro: da capital à 
vocação turística
História
3o bimestre – Aula 6
Ensino Médio
● Transformações urbanas: Rio de 
Janeiro.
● Analisar o uso dos espaços na cidade 
do Rio de Janeiro;
● Compreender os processos que levam 
à transformação dos espaços.
● Quando pensamos na cidade 
carioca, quais imagens nos vêm à 
cabeça?
● Quais adjetivos estamos 
acostumados a ouvir sobre a 
cidade do Rio de Janeiro?
A cidade do Rio de Janeiro
A intitulada Cidade Maravilhosa, uma vista aérea 
da cidade do Rio de Janeiro. 
Foto: Rafael Rabello de Barros, 2011.
VIREM E 
CONVERSEM
5 MINUTOS
Quem olha para o Rio de Janeiro e observa a sua 
encantadora paisagem pensa que a cidade 
sempre foi, naturalmente, turística. Mas nem 
sempre foi assim. 
Não há como negar que, desde a sua fundação, a 
beleza natural surpreendia as pessoas que lá 
chegavam. No entanto, apenas isso não é 
suficiente para que um local possa ser 
considerado turístico.
Para tal, é necessário que haja uma infraestrutura 
adequada, oferecimento de serviços para os 
possíveis visitantes, além de uma estética 
atraente, de forma a provocar a vontade de 
querer conhecer aquele determinado lugar. 
A vocação turística deve ser compreendida como 
uma construção, que não é fixa, nem imutável.”
“
Vista aérea da Baía de Guanabara 
Pexels, 2021. CONTINUA
CASTRO, 2001, p.119.
Assista!
O Rio de Janeiro desfrutou de uma posição 
central na história do Brasil, servindo como 
capital do Império desde 1763, continuando 
como a capital da nova República até a 
transferência para Brasília em 1960. 
Durante o século XIX, a cidade testemunhou 
um rápido crescimento populacional e 
econômico, impulsionado pela indústria 
cafeeira e outras commodities agrícolas. 
No século XX, consolidou sua reputação 
como um centro cultural e turístico 
internacional, destacando-se pelos carnavais 
e praias. 
No entanto, o Rio também enfrenta desafios 
persistentes relacionados à pobreza, à 
desigualdade social, a violência e o crime 
organizado.
Rio de Janeiro em 1920
Disponível em: https://youtu.be/MEQ-DudhsDE. Acesso em: 9 maio 
2024.
CONTINUA
https://youtu.be/MEQ-DudhsDE
Com as mudanças urbanísticas em andamento no final 
do século XIX, os hábitos e os costumes dos habitantes 
do Rio de Janeiro também se transformavam. Se antes 
estavam carentes de opções de entretenimento, agora 
os cafés e os teatros preenchiam esse papel. 
Os espaços públicos tornaram-se locais para encontros 
informais ao ar livre, enquanto os museus e suas 
exposições enriqueciam culturalmente a população. 
Essa combinação de elementos refletia o desejo da 
elite brasileira, especialmente durante o reinado de d. 
Pedro II, de modernizar o país. 
A atração de imigrantes europeus foi um marco 
significativo nesse processo. Enquanto as campanhas 
abolicionistas ganhavam força em todo o mundo, o 
Brasil ainda dependia fortemente do trabalho 
escravizado em sua atividade produtiva.
Além do Rio de Janeiro, a cidade de 
São Paulo foi e é um espaço de 
intensa migração de pessoas. 
Conheça o Museu da Imigração, 
seus acervos, pesquisas e 
publicações.
Museu da Imigração
Disponível em: 
https://museudaimigracao.org.br/acervo-e-
pesquisa/e-book. Acesso em: 13 maio 2024.
https://museudaimigracao.org.br/acervo-e-pesquisa/e-book
https://museudaimigracao.org.br/acervo-e-pesquisa/e-book
Com a abolição da escravidão, seguida da 
proclamação da República, em 1889, o processo de 
modernização do Rio de Janeiro foi definitivamente 
impulsionado. 
Após a consolidação do novo regime político, os 
governos federais do início do século XX 
concentraram seus esforços na cidade-capital, 
objetivando transformá-la na vitrine do país para o 
mundo. 
Para a elite econômica da época, a República 
representava o início de uma era de “modernidade”, 
“civilidade” e “progresso”.
Lei áurea, 1888
Fonte: Arquivo Nacional
A população do país era próxima de 10 
milhões de pessoas, com cerca de 15% 
de escravizados (aproximadamente 1,4 
milhão) e apenas 4% de imigrantes 
(cerca de 330 mil), predominantemente 
portugueses, alemães e italianos. 
*É importante salientar que, embora a 
maioria da população fosse de africanos 
ou afro-brasileiros no período, o censo não 
considerou os indígenas em seus cálculos.
Uma família acompanhada de trabalhadoras 
escravizadas no Brasil, 1860. Fotografia (Estereoscópio) 
de Revert Henry Klumb (c.1825-c.1886).
Acervo Instituto Moreira Salles
Censo de 1872
Revert Henrique Klumb (c. 1826-c. 1886), foi um 
dos primeiros fotógrafos estrangeiros a se 
estabelecer no Brasil. O francês foi o fotógrafo 
preferido da família imperial brasileira, tendo sido 
agraciado com o título de “Fotógrafo da Casa 
Imperial”, em 1861.
● A abolição da escravidão no Brasil aconteceu por pressões internas e externas, 
somadas ao desejo de consolidar a imagem de uma sociedade moderna, espelhada 
em países europeus que já não mais utilizavam esse modo de trabalho em seus 
territórios.
● No entanto, à medida que a libertação dos escravizados avançava gradualmente, 
surgia a necessidade de encontrar uma alternativa para preencher os postos de 
trabalho, uma vez que não se desejava empregar os ex-escravizados. 
● A partir de 1880, os cafeicultores do oeste paulista, em colaboração com o regime 
imperial, promoveram campanhas para fomentar a migração de trabalhadores do 
continente europeu.
● Além de ocupar o lugar da mão de obra escravizada, objetivava-se realizar um 
processo de embranquecimento da população brasileira, uma vez que os habitantes 
do Brasil, majoritariamente, eram de origem africana, resultado do intenso e mais 
duradouro processo de escravização do mundo.
O desejo por um país moderno e a contradição da escravidão
Com base em seus conhecimentos prévios e nas discussões, analise os textos e as imagens 
a seguir para responder:
FAÇA AGORA
15 MINUTOS
● Como os processos de urbanização transformaram a cidade do Rio de Janeiro? 
● De que maneira essas transformações se caracterizaram como um “projeto civilizador” e 
“modernizador”, almejado pelas elites no contexto?
CONTINUA
A abertura da avenida foi uma das principais marcas da reforma urbana realizada por 
Francisco Pereira Passos (1836-1913), o bota-abaixo, entre 1902 e 1906, período em 
que foi prefeito do Rio de Janeiro. [...] Essa reforma urbana tornou o Rio uma cidade 
cosmopolita, moderna. A Avenida Central inaugurou um novo eixo da cidade em 
direção ao mar, a orla foi embelezada com a Avenida Beira-Mar, aberta em 1906, e a 
cidade, antes portuária, incorporou à sua vida urbana as praias de Copacabana, 
Ipanema e Leblon. [...] Em um período de cerca de 20 anos, o Rio de Janeiro assumia 
sua identidade de cidade balneária. [...]. Além de edifícios do governo, ergueram-se, na 
avenida, jornais, clubes, hotéis e sedes de empresas. O calçamento, em mosaico 
português, foi feito por artesãos vindos de Portugal. Passear pela Avenida Central era 
passear pela espinha dorsal do mundo das compras e do lazer dos elegantes, dos 
negócios e da cultura.” 
“
WANDERLEY, 2016.
TEXTO I – Reformas urbanas do Rio de Janeiro
TEXTO II – Um Rio de Janeiro para poucos
Tendo Paris como modelo, o centro da cidade foi depressa modificado, a avenida 
Beira-Mar foi aberta, jardins foram criados e reformados [...] sem esquecer a 
construção do novo porto. [...] A população que se comprimia nas áreas afetadas 
pelo bota-abaixo de Pereira Passos teve ou de apertar-se mais no que ficou 
intocado, ou de subir os morros adjacentes, ou de deslocar-se para a Cidade Nova 
e para os subúrbios da Central. Abriu-se espaço para o mundo elegante que 
anteriormente se limitava aos bairros chiques, como Botafogo, e se espremia na 
rua do Ouvidor. [...] No Rio reformado circulava o mundo belle époque fascinado 
com a Europa, envergonhado do Brasil, em particular do Brasilpobre e do Brasil 
negro.”
“
CARVALHO, 1987.
Fontes iconográficas
CONTINUA
Avenida Rio Branco (Rio de Janeiro, RJ), início do século XX, após Reformas Urbanas de Pereira Passos. Avenida 
Central, atual avenida Rio Branco, na altura da rua do Ouvidor com rua Miguel Couto, c. 1910. Fotografias de Marc 
Ferrez, Coleção Gilberto Ferrez. Acervo Instituto Moreira Salles. 
Fontes iconográficas
CONTINUA
Demolições de hospedarias e cortiços, processo de 
segregação socioespacial e obras de preparação 
para pavimentação na Avenida Central, atual 
Avenida Rio Branco, 1904. Instituto Moreira Salles.
Transcrição: “Os sem tecto”. A inauguração 
solemne da placa da rua da Amargura. [Grafia 
original]. Charge Revista Careta, 1921. Acervo 
Biblioteca Nacional.
Os processos de urbanização e edificação do final do século XIX e início do XX, 
observados nas fontes iconográficas, transformaram o Rio de Janeiro, com infraestrutura, 
sistemas de transporte e redes de água, melhorando a qualidade de vida para uma parte 
da população, ainda que ex-escravizados, imigrantes pobres e “mestiços” tenham sido 
marginalizados, o que deu origem às favelas, por exemplo.
A arquitetura refletiu essas mudanças, adotando estilos mais “modernos” e inspirados na 
Europa. Paralelamente, o desenvolvimento da imprensa alterou a disseminação de 
informações e formação de opinião pública, tornando-se veículo para debates sociais e 
políticos. 
Essas transformações se caracterizaram, para as elites políticas, desde o fim do Império 
até a Primeira República, como um projeto “civilizatório” que, na visão da época, levaria a 
sociedade a padrões considerados mais avançados, por meio do desenvolvimento 
econômico, avanços tecnológicos e progresso cultural.
Correção
● Como os processos de urbanização transformaram a cidade do Rio de Janeiro? 
● De que maneira essas transformações se caracterizaram como um “projeto civilizador” 
e “modernizador”, almejado pelas elites no contexto?
Assista!
Sob a orientação do seu professor, assista 
ao vídeo e discuta com seus colegas de 
classe a necessidade de celebrarmos as 
favelas, rompendo preconceitos e 
estereótipos. 
RioOnWatchTV. 
Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=sxwTqGzCUyc. 
Acesso em: 13 mai. 2024.
O Que é Favela? [Animação]
Registre suas anotações!
10 MINUTOS
DISCUSSÃO 
DISCIPLINADA
https://www.youtube.com/watch?v=sxwTqGzCUyc
● Analisamos a ocupação 
humana na cidade do Rio 
de Janeiro, a produção do 
espaço urbano e seus 
desdobramentos em 
tempos específicos.
Avenida Central: vista panorâmica durante os 
trabalhos de pavimentação, 1905. Coleção 
Família Passos, Museu da República.
ANDRADE, M. L. V. de. et al. Cidade do Rio de Janeiro: uma bibliografia. Rio de Janeiro: Ed. Museu da 
República, 1990. 
CARVALHO, J. M. Os bestializados: o Rio de Janeiro e a República que não foi. São Paulo: Companhia das 
Letras, 1987. p. 40-41 .
CASTRO, C. A natureza turística do Rio de Janeiro. In: BANDUCCI JÚNIOR, Á.; BARRETO, M. (org.). Turismo 
e identidade local: uma visão antropológica. Campinas: Papirus, 2001. 
DELGALDO, C. de C. A História da cidade do Rio de Janeiro. Biblioteca Carioca. Rio de Janeiro: Secretaria 
Municipal de Cultura, Dep. Geral de Doc. 126, 1990. Disponível em: 
https://www.rio.rj.gov.br/dlstatic/10112/4204210/4101378/historia_cidade_rio_janeiro.pdf. Acesso em: 13 maio 
2024.
ELIAS, N. O processo civilizador: uma história dos costumes. São Paulo: Zahar, 1995. v. 1. 
LEMOV, D. Aula nota 10 3.0: 63 técnicas para melhorar a gestão da sala de aula. Porto Alegre: Penso, 2023.
NUNES, L. J. O turismo em construção: o processo de transformação do Rio de Janeiro em destino turístico. 
Revista Transversos. Dossiê Por uma História do Turismo: Atividade e fenômeno turístico em perspectiva 
histórica, Rio de Janeiro, n. 28, p. 11-28, 2023. Disponível em: https://www.e-
publicacoes.uerj.br/transversos/article/view/76734/47592. Acesso em: 13 maio 2024.
WANDERLEY, A. C. T. Série Avenidas e ruas do Brasil I – Avenida Central, atual Rio Branco. Brasiliana 
Fotográfica. Publicações/07 set. 2016. Disponível em: https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880 Acesso 
em: 18 jun. 2024.
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https://www.rio.rj.gov.br/dlstatic/10112/4204210/4101378/historia_cidade_rio_janeiro.pdf
https://www.e-publicacoes.uerj.br/transversos/article/view/76734/47592
https://www.e-publicacoes.uerj.br/transversos/article/view/76734/47592
https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5880
Lista de imagens e vídeos
Imagem da capa – SEDUC.
Slide 3 – Wikipedia. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro#/media/Ficheiro:Cidade_Maravilhosa.jpg. 
Acesso em: 9 maio 2024.
Slide 4 – Pexels. Disponível em: https://www.pexels.com/photo/aerial-photography-of-sugarloaf-mountain-in-guanabara-bay-
rio-de-janeiro-rj-brazil-8530451/. Acesso em: 13 maio 2024.
Slide 6 – Pexels. Disponível em: https://www.pexels.com/photo/low-angle-photography-of-interior-of-the-royal-portuguese-
reading-room-in-rio-de-janeiro-brazil-13061420/. Acesso em: 13 maio 2024.
Slide 7 – MATERIAL DIGITAL. Rio de Janeiro_Brasil em 1920. Disponível em: https://youtu.be/MEQ-DudhsDE. Acesso em 
9 maio 2024.
Slide 10 – Wikipedia. Disponível em: 
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Family_and_slave_house_servants_by_Klumb_1860.jpg. Acesso em: 13 maio 2024.
Slide 11 – Wikipedia. Disponível em: 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_%C3%81urea#/media/Ficheiro:Lei_%C3%81urea_(Golden_Law).tif. Acesso em: 13 maio 
2024.
Slide 13 – Avenida Central, [1909]. Brasil, Rio de Janeiro (RJ), Avenida Central. À esquerda o Teatro Municipal e à direita a 
Escola Nacional de Belas Artes. Fotografia de Marc Ferrez, Coleção Gilberto Ferrez. Acervo Instituto Moreira Salles. 
Disponível em: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:TeatroMunicipal-MFerrez1909.jpg; Avenida Central, atual avenida 
Rio Branco, na altura da rua do Ouvidor com rua Miguel Couto, c. 1910. Fotografia de Marc Ferrez, Coleção Gilberto Ferrez. 
Acervo Instituto Moreira Salles. Disponível em: https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2549. 
Acessos em: 18 jun. 2024.
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https://www.pexels.com/photo/aerial-photography-of-sugarloaf-mountain-in-guanabara-bay-rio-de-janeiro-rj-brazil-8530451/
https://www.pexels.com/photo/low-angle-photography-of-interior-of-the-royal-portuguese-reading-room-in-rio-de-janeiro-brazil-13061420/
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https://youtu.be/MEQ-DudhsDE
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Family_and_slave_house_servants_by_Klumb_1860.jpg
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_%C3%81urea#/media/Ficheiro:Lei_%C3%81urea_(Golden_Law).tif
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:TeatroMunicipal-MFerrez1909.jpg
https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/2549
Lista de imagens e vídeos
Slide 14 – Demolições de hospedarias e cortiços, processo de segregação socioespacial e obras de preparação para 
pavimentação na Avenida Central, atual Avenida Rio Branco, 1904. Instituto Moreira Salles. Disponível em: 
https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/10768; Charge Revista Careta, 1921. Acervo 
Biblioteca Nacional. Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=083712&pagfis=26625. 
Acessos em: 18 jun. 2024.
Slide 16 – RIO On WATCH TV. O Que é Favela? [Animação]. Disponível em: 
https://www.youtube.com/watch?v=sxwTqGzCUyc. Acesso em: 13 maio 2024.
Slide 18 – Avenida Central: vista panorâmica durante os trabalhos de pavimentação, 1905. Coleção Família Passos, 
Museu da República. Disponível em: https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4990.Acesso em: 18 jun. 2024.
https://memoria.bn.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=083712&pagfis=26625
https://www.youtube.com/watch?v=sxwTqGzCUyc
https://brasilianafotografica.bn.gov.br/brasiliana/handle/20.500.12156.1/4990
	Slide 1
	Slide 2
	Slide 3: A cidade do Rio de Janeiro
	Slide 4
	Slide 5
	Slide 6
	Slide 7
	Slide 8: Censo de 1872
	Slide 9: O desejo por um país moderno e a contradição da escravidão
	Slide 10
	Slide 11: TEXTO I – Reformas urbanas do Rio de Janeiro
	Slide 12: TEXTO II – Um Rio de Janeiro para poucos
	Slide 13
	Slide 14
	Slide 15: Correção
	Slide 16: RioOnWatchTV. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=sxwTqGzCUyc. Acesso em: 13 mai. 2024.
	Slide 17
	Slide 18
	Slide 19
	Slide 20
	Slide 21

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