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a partir destes valores já podemos construir o fluxo de caixa. N0 = (380.000,00) N1 = 135.200,00 N2 = 135.200,00 N3 = 111.600,00 N4 = 148.800,00 Onde, N = Ano Payback simples: Com os valores do fluxo de caixa calculados, podemos aplicar o payback simples e encontrar o período de payback, que sinaliza o momento em que o valor do investimento inicial retorna ao aplicador, na tabela este período acontece quando na coluna do somatório a soma atinge valor igual ou maior que zero. Lembrando que o payback simples não considera a taxa de atratividade, temos então: ANO FLUXO (FCL) SOMATÓRIO N0 (380.000,00) (380.000,00) N1 135.200,00 (244.800,00) N2 135.200,00 (109.600,00) N3 111.600,00 2.000,00 N4 148.800,00 150.800,00 Podemos concluir então que o período de payback é igual a 3, pois no terceiro período o valor do investimento retornou ao investidor, como destacado na tabela. Payback descontado: Quando consideramos a taxa de atratividade nos cálculos para se encontrar o período de payback, temos então o chamado payback descontado. O valor da taxa sobre o FCL é encontrado com a seguinte fórmula: FCL1 / (1 + i) para o período 1 FCL2 / (1 + i)2 para o período 2 FCLn / (1 + i)n para o período n Onde: FCL = valor do fluxo de caixa livre de um determinado período i = taxa de atratividade Lembrando que neste caso a taxa é de 10% ao ano (ou 0,1), aplicando a fórmula teremos então: 135.200,00 / (1 + 0,1) = 122.909,09 para o ano 1 135.200,00 / (1 + 0,1) = 111.735,54 para o ano 2 111.600,00 / (1 + 0,1) = 83.846,73 para o ano 3 148.800,00 / (1 + 0,1) = 101.639,34 para o ano 4 Aplicando o payback descontado: ANO FLUXO (FCL) PV SOMATÓRIO N0 (380.000,00) (380.000,00) (380.000,00) N1 135.200,00 122.909,09 (257.090,91) N2 135.200,00 111.735,54 (145.355,37) N3 111.600,00 83.846,73 (61.508,64) N4 148.800,00 101.639,34 40.130,70 Como podemos observar em destaque no gráfico detalhado, o período de payback descontado se dá no ano 4, que é quando o valor do somatório deixa de ser negativo. Valor presente líquido (VPL): Definidos os valores do FCL ano a ano e tendo em mãos a taxa de atratividade, podemos determinar o VPL, que consiste em descontar o fluxo de caixa a taxa determinada e carregar todos os valores anuais ao período inicial ano zero. Desta forma é verificado se o investimento é ou não viável. Para isto, usamos a seguinte fórmula: VPL = - I + [FCF1 / (1 + i)] + [FCF2 / (1 + i) ] + ... + [FCF / (1 + i) 2 n n] Onde: I = Investimento inicial FCF1, FCF2,FCFn = fluxo de caixa líquido (free cash flow) nos períodos 1,2 e n i = taxa de desconto ou de oportunidade a ser aplicada ao fluxo de caixa Aplicando a fórmula, temos: VPL = - 380.000,00 + [135.200,00 / (1 + 0,1)] + [135.2000,00/ (1 + 0,1) ] + 2 [111.600,00 / (1 + 0,1) ] + [148.800,00/ (1 + 0,1) ] Logo: VPL = - 380.000,00 + 122.909,09 + 111.735,54 + 83.846,73 + 101.639,34 VPL = R$ 40.130,70 O resultado é um valor positivo, logo o investimento é viável. Taxa interna de retorno (TIR): A partir do momento que temos o VPL podemos aplicar a metodologia TIR, que consiste em determinar a taxa implícita em um fluxo de caixa por um determinado período de tempo observando seu FCL. O TIR busca obter um retorno nulo do investimento, que coincide com um desconto do fluxo a um custo de oportunidade interno, o que significa um VPL igual a zero, como pode-se se observar na sua fórmula a seguir: VPL = - I + [FCF1 / (1 + TIR)] + [FCF2 / (1 + TIR) ] + ... + [FCF 2 n / (1 + TIR) ] = 0 Onde: I = Investimento inicial FCF1, FCF2,FCFn = fluxo de caixa líquido (free cash flow) nos períodos 1,2 e n TIR = taxa interna de retorno Porém o cálculo utilizando a fórmula se mostra muito complexo, portanto utilizaremos mais uma vez a calculadora HP 12C para realizar o cálculo de forma mais fácil utilizando os valores previamente calculados. f FIN 380000 CHS g CF0 135200 g CFj 135200 g CFj 111600 g CFj 148800 g CFj 4 n 0,1 i f IRR O visor mostrará a resposta: 14,773 Portanto a taxa mínima para se obter um retorno igual a zero é de TIR = 14,77% a. a. Sendo TIR um valor maior do que a taxa de atratividade, o investimento dará retorno positivo PARECER A conclusão na simulação 1 é que o valor total de juros pagos na tabela SAC é maior do que na tabela Price, portanto o método de amortização francês se mostra mais interessante para a empresa. Tendo em vista os resultados obtidos na simulação 2, podemos concluir que o período de payback simples se dará no ano 3, já se considerarmos a taxa de atratividade nos cálculos, o período de payback descontado se dará no ano 4. Observamos também que temos um retorno positivo no cálculo de VPL e no cálculo de TIR encontramos um valor maior do que a taxa de atratividade, logo o investimento é viável. Referências: https://www.capitalresearch.com.br/blog/investimentos/sistemas-deamortizacao/ Conteúdo dado nas Unidades 3 e 4 da disciplinaa partir destes valores já podemos construir o fluxo de caixa. N0 = (380.000,00) N1 = 135.200,00 N2 = 135.200,00 N3 = 111.600,00 N4 = 148.800,00 Onde, N = Ano Payback simples: Com os valores do fluxo de caixa calculados, podemos aplicar o payback simples e encontrar o período de payback, que sinaliza o momento em que o valor do investimento inicial retorna ao aplicador, na tabela este período acontece quando na coluna do somatório a soma atinge valor igual ou maior que zero. Lembrando que o payback simples não considera a taxa de atratividade, temos então: ANO FLUXO (FCL) SOMATÓRIO N0 (380.000,00) (380.000,00) N1 135.200,00 (244.800,00) N2 135.200,00 (109.600,00) N3 111.600,00 2.000,00 N4 148.800,00 150.800,00 Podemos concluir então que o período de payback é igual a 3, pois no terceiro período o valor do investimento retornou ao investidor, como destacado na tabela. Payback descontado: Quando consideramos a taxa de atratividade nos cálculos para se encontrar o período de payback, temos então o chamado payback descontado. O valor da taxa sobre o FCL é encontrado com a seguinte fórmula: FCL1 / (1 + i) para o período 1 FCL2 / (1 + i)2 para o período 2 FCLn / (1 + i)n para o período n Onde: FCL = valor do fluxo de caixa livre de um determinado período i = taxa de atratividade Lembrando que neste caso a taxa é de 10% ao ano (ou 0,1), aplicando a fórmula teremos então: 135.200,00 / (1 + 0,1) = 122.909,09 para o ano 1 135.200,00 / (1 + 0,1) = 111.735,54 para o ano 2 111.600,00 / (1 + 0,1) = 83.846,73 para o ano 3 148.800,00 / (1 + 0,1) = 101.639,34 para o ano 4 Aplicando o payback descontado: ANO FLUXO (FCL) PV SOMATÓRIO N0 (380.000,00) (380.000,00) (380.000,00) N1 135.200,00 122.909,09 (257.090,91) N2 135.200,00 111.735,54 (145.355,37) N3 111.600,00 83.846,73 (61.508,64) N4 148.800,00 101.639,34 40.130,70 Como podemos observar em destaque no gráfico detalhado, o período de payback descontado se dá no ano 4, que é quando o valor do somatório deixa de ser negativo. Valor presente líquido (VPL): Definidos os valores do FCL ano a ano e tendo em mãos a taxa de atratividade, podemos determinar o VPL, que consiste em descontar o fluxo de caixa a taxa determinada e carregar todos os valores anuais ao período inicial ano zero. Desta forma é verificado se o investimento é ou não viável. Para isto, usamos a seguinte fórmula: VPL = - I + [FCF1 / (1 + i)] + [FCF2 / (1 + i) ] + ... + [FCF / (1 + i) 2 n n] Onde: I = Investimento inicial FCF1, FCF2,FCFn = fluxo de caixa líquido (free cash flow) nos períodos 1,2 e n i = taxa de desconto ou de oportunidade a ser aplicada ao fluxo de caixa Aplicando a fórmula, temos: VPL = - 380.000,00 + [135.200,00 / (1 + 0,1)] + [135.2000,00/ (1 + 0,1) ] + 2 [111.600,00 / (1 + 0,1) ] + [148.800,00/ (1 + 0,1) ] Logo: VPL = - 380.000,00 + 122.909,09 + 111.735,54 + 83.846,73 + 101.639,34 VPL = R$ 40.130,70 O resultado é um valor positivo, logo o investimento é viável. Taxa interna de retorno (TIR): A partir do momento que temos o VPL podemos aplicar a metodologia TIR, que consiste em determinar a taxa implícita em um fluxo de caixa por um determinado período de tempo observando seu FCL. O TIR busca obter um retorno nulo do investimento, que coincide com um desconto do fluxo a um custo de oportunidade interno, o que significa um VPL igual a zero, como pode-se se observar na sua fórmula a seguir: VPL = - I + [FCF1 / (1 + TIR)] + [FCF2 / (1 + TIR) ] + ... + [FCF 2 n / (1 + TIR) ] = 0 Onde: I = Investimento inicial FCF1, FCF2,FCFn = fluxo de caixa líquido (free cash flow) nos períodos 1,2 e n TIR = taxa interna de retorno Porém o cálculo utilizando a fórmula se mostra muito complexo, portanto utilizaremos mais uma vez a calculadora HP 12C para realizar o cálculo de forma mais fácil utilizando os valores previamente calculados. f FIN 380000 CHS g CF0 135200 g CFj 135200 g CFj 111600 g CFj 148800 g CFj 4 n 0,1 i f IRR O visor mostrará a resposta: 14,773 Portanto a taxa mínima para se obter um retorno igual a zero é de TIR = 14,77% a. a. Sendo TIR um valor maior do que a taxa de atratividade, o investimento dará retorno positivo PARECER A conclusão na simulação 1 é que o valor total de juros pagos na tabela SAC é maior do que na tabela Price, portanto o método de amortização francês se mostra mais interessante para a empresa. Tendo em vista os resultados obtidos na simulação 2, podemos concluir que o período de payback simples se dará no ano 3, já se considerarmos a taxa de atratividade nos cálculos, o período de payback descontado se dará no ano 4. Observamos também que temos um retorno positivo no cálculo de VPL e no cálculo de TIR encontramos um valor maior do que a taxa de atratividade, logo o investimento é viável. Referências: https://www.capitalresearch.com.br/blog/investimentos/sistemas-deamortizacao/ Conteúdo dado nas Unidades 3 e 4 da disciplina