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b) A otite média aguda causa mais meningite, mas a otite média crônica gera maior mortalidade. c) A Síndrome de Gradenigo se caracteriza por dor retro-orbitária e paralisia do VII par craniano. d) Na labirintite bacteriana, a vertigem é severa e geralmente se compensa, mas a perda auditiva geralmente é permanente e severa. 37 - (prefeitura de SP-2008) Em relação à otite média secretora (OMS), pode-se afirmar que: A) A colocação do tubo de ventilação promove a melhora da OMS, facilitando a ação da gravidade na caixa timpânica, não influenciando a função ciliar no clearance. B) A adenoidectomia tem comprovada eficácia no tratamento das OMS, porém quando o volume adenoidiano ultrapassa 50% da luz da rinofaringe. C) A audiometria é um método para avaliar um grau de perda auditiva e não para o diagnóstico de efusão (OMS), e a timpanometria para avaliar a função da tuba auditiva e mobilidade da membrana timpânica, indicando presença de efusão. D) Este diagnóstico só pode ser confirmado se a efusão da orelha média for estéril, sem a presença de germes patogênicos. E) Na orelha média, as trocas dos gases inertes (N2) são reguladas por difusão, enquanto os gases quimicamente ativos (O2 e CO2) são regulados por perfusão. 38. (SESA-RN-2008) Na otite média secretora, o tipo de perda auditiva e de curva observados no audiograma e no timpanograma, respectivamente, são: A) anacusia e A. B) neural e A. C) sensorioneural e B. D) condutiva e B. E) mista e C. 39. (SESA-RN-2009) O tratamento cirúrgico da otite média secretora consiste na timpanotomia com colocação de tubo de ventilação. A região da membrana timpânica mais adequada para o posicionamento deste tubo é a: A) superior. B) central. C) ântero-superior. D) ântero-inferior. E) lateral ao cabo do martelo. 40. Sobre corpos estranhos na orofaringe assinale a resposta correta: A) Os CE mais comuns em crianças, nessa região, são moedas, as quais são facilmente visualizadas à radiografia simples. B) Devido ao risco que representam às vidas das crianças acometidas, e a dificuldade de se retirar tais CE, a maioria dos casos é conduzida à retirada no centro cirúrgico, sob anestesia geral. C) A radiografia simples nos casos de espinha de peixe está indicada quando o exame clínico não revela sua presença. D) Normalmente, tais casos são achados incidentais, ou seja, assintomáticos. 41. Mulher, 25 anos, chega ao pronto socorro bastante ansiosa e desconfortável com história de zumbido na orelha direita, sensação de ouvido “tapado” e refere que algum tipo de “besouro” entrou em sua orelha. Com base no relato da paciente, avalie as assertivas e assinale a INCORRETA: A) Deve-se instilar óleo mineral em seu ouvido e retirá-lo com o auxílio de uma pinça “jacaré” ou com lavagem otológica. B) O manejo cirúrgico inicial deve ser considerado, pois por se tratar de CE animado, dificilmente se conseguirá retirá-lo sem causar algum tipo de traumatismo ao conduto auditivo externo. C) Se a paciente evoluir com otorréia devido a penetração do CE ou se tratar de miíase aural, deve-se tratá-la como sendo uma otite média após a remoção do corpo estranho. D) Em caso de crianças, tais CE podem necessitar de retirada sob anestesia geral. 42.- (PREF RIO DE JANEIRO-RJ/FJG). A massa calcária que se forma ao redor de um corpo estranho devido a sais insolúveis da secreção nasal é denominada: A) Rinolito; B) Pólipo; C) Nódulo; D) Papiloma. 43. (OTORRINOLARINGOLOGIA/ CIAAR-2008). O tratamento de corpo estranho em fossas nasais deve ser, sempre que possível: A) Antibioticoterapia e observação. B) Cirúrgico, por rinotomia. C) Observação simples. D) Remoção com sonda de itard ou estilete abotoado e curvo. 44. (SES-GO/UEG-2004) Rinorréia mucopurulenta crônica fétida, associada à obstrução nasal unilateral em crianças. Diante desse quadro, deve-se pensar em primeiro lugar em: A) etimoidite. B) pólipo de Killian (pólipo antro-coanal). C) adenoidite. D) presença de corpo estranho. 45. (PREF MUN PAULO AFONSO-BA/CONSULPLAN-2008) O diagnóstico provável em lactente com secreção nasal mucossanguinolenta unilateral persistente, é: A) Infecção pneumocócica ou sífilis congênita. B) Corpo estranho ou difteria. C) Infecção por Haemophilus influenzae. D) Infecção estafilocócica. E) Infecção estreptocócica. 46. (SES-TO/CESGRANRIO-2004). Criança há três dias com obstrução nasal, rinorréia purulenta e às vezes sanguinolenta unilateral sugere: A) rinorréia alérgica. B) corpo estranho nasal.