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GABARITO Aprendizagem Acertei ______ Errei ______ • 01. A • 02. A • 03. B • 04. C • 05. C • 06. B • 07. A • 08. B Propostos Acertei ______ Errei ______ • 01. E • 02. B • 03. B • 04. E 05. • A) 60 kgf • B) 4 crianças • 06. C • 07. A • 08. A • 09. A • 10. m 2kL g (tg – sen )= θ θ • 11. D • 12. B Seção Enem Acertei ______ Errei ______ • 01. D • 02. C • 03. B Meu aproveitamento Total dos meus acertos: _____ de _____ . ______ % SEÇÃO ENEM 01. Pinturas rupestres comprovam que o uso do arco e flecha surgiu como atividade de caça e guerra ainda na Pré-História. Com o advento da pólvora e das armas de fogo, a prática do arco e flecha perdeu popularidade. Atualmente, ela é difundida em diversas competições, como as Olimpíadas. Ao armar um arco, a corda não é esticada. Apesar de a corda ficar em formato de V, o arco é que é flexionado, como está indicado na figura a seguir: Armado Para a posição em que o arco está armado, a força feita pela mão direita do arqueiro A) possui intensidade igual e sentido oposto ao do peso do arco, pois, estando este em repouso, a resultante de forças sobre ele dever ser igual a zero. B) possui intensidade igual e sentido oposto ao da força exercida pela mão esquerda, pois, estando o arco em repouso, a resultante de forças sobre ele vale zero. C) possui direção oblíqua, de maneira que a flecha seja lançada com uma velocidade ligeiramente voltada para baixo. D) apresenta intensidade igual à da força de tensão na corda, dependendo de o ângulo da corda em V assumir determinado valor. E) apresenta uma intensidade sempre igual a do peso do arco, independentemente do valor do ângulo da corda em V. 02. Em uma aula prática sobre equilíbrio de corpos, um professor sustentou um caderno espiral através de dois fios idênticos, como mostra a figura. θ Lentamente, o professor aumentou o ângulo θ entre os fios até que, para θ igual a 100°, um dos fios se rompeu, pois a tração no fio atingiu o limite de ruptura. O valor dessa tração é A) igual ao peso do caderno, e o ponto de ruptura ocorreu próximo à mão do professor. B) igual ao peso do caderno, e o ponto de ruptura ocorreu próximo ao caderno. C) menor que o peso do caderno, mas não é possível prever o local onde o fio se rompeu. D) menor que o peso do caderno, e o ponto de ruptura ocorreu próximo à mão do professor. E) maior que o peso do caderno, mas não é possível prever o local onde o fio se rompeu. 03. Os antigos romanos construíram grandes pontes e aquedutos em forma de arcos (foto). Geralmente em pedra e tijolo, o arco é construído com blocos em forma de cunha que, colocados lado a lado, permite distribuir todo o peso da construção para dois pilares verticais de suporte (figura). O bloco situado no alto do arco é o último a ser colocado, permitindo o travamento do conjunto. Antes da colocação desse último elemento, a estrutura é sustentada por uma armação provisória, que sustenta o peso do arco e ainda serve de molde para a forma da curva que o arco terá. B er na rd G ag no n / C re at iv e C om m on s A rq ui vo B er no ul li Considerando que a força de atrito entre os blocos seja desprezível, qual dos esquemas a seguir melhor representa o sistema de forças atuantes no bloco colocado no ponto mais alto do arco? A) B) D) E) C) Frente A Módulo 16 10 Coleção 6V Quando um corpo está em repouso e assim permanece, significa que a resultante de forças que atuam sobre ele é igual a zero. Dizemos, nesse caso, que o corpo está em equilíbrio estático. Na verdade, a nulidade da resultante de forças é uma das duas condições necessárias para que um corpo permaneça em equilíbrio estático. A outra condição diz respeito ao momento de uma força (ou torque), grandeza a ser estudada neste módulo e que se aplica aos corpos extensos. Chamamos de corpo extenso qualquer objeto que pode girar em torno de um eixo, como portas, volantes, réguas e muitos outros objetos do nosso dia a dia. Um corpo extenso permanece em equilíbrio estático apenas quando a resultante de forças e a resultante de momentos de força que atuam sobre ele são, ambas, nulas. Este módulo é dedicado ao estudo desse tipo de equilíbrio. Iniciaremos o módulo definindo momento de uma força e mostrando como essa grandeza afeta a rotação dos corpos. Depois, apresentaremos formalmente as duas condições de equilíbrio estático para os corpos extensos. Na sequência, definiremos o centro de gravidade de um corpo e discutiremos a estabilidade do equilíbrio de um corpo. Por fim, vamos explicar o funcionamento das alavancas, citando vários exemplos de aplicações dessas. MOMENTO DE UMA FORÇA A figura 1 mostra um homem trocando o pneu de seu carro. Na primeira tentativa, o homem segurou no meio do cabo da chave de roda e aplicou uma força de 10 N perpendicularmente ao cabo, como mostra a primeira imagem. Com as mãos nessa posição, o homem não conseguiu girar o parafuso. Então, o homem aplicou a mesma força, mas segurando na extremidade do cabo da chave, como indicado na segunda imagem. Nessa tentativa, ele conseguiu soltar o parafuso. d = 30 cm d = 45 cm F = 10 NF = 10 N Figura 1. A eficácia da chave de roda depende do ponto de aplicação da força. Essa experiência nos permite chegar à seguinte conclusão: quanto mais distante do eixo de rotação aplicarmos uma força, mais facilmente conseguiremos girar um corpo. Foi por esse motivo que, na segunda imagem, a aplicação da força na extremidade do cabo da chave permitiu soltar o parafuso, ao passo que a ação da outra força, de mesma intensidade, porém mais próxima ao eixo de rotação, não pôde fazê-lo. O efeito de rotação que uma força produz em um corpo pode ser quantificado por meio de uma grandeza conhecida como momento de força ou torque. O momento de uma força é definido pela seguinte equação: MO = F.d Nessa equação, F é a intensidade da força, e d é a distância da linha de ação da força até o ponto (eixo de rotação) em relação ao qual o momento é calculado (o subscrito “O”, que aparece no momento, indica esse ponto). No Sistema Internacional, a unidade de momento de força é o newton.metro (N.m). Unidades como N.cm ou kgf.cm também são usuais em alguns problemas. De acordo com a equação anterior, quanto maior for a distância d, maior será o momento para uma dada força. Observe ainda que o momento é nulo quando d é igual a zero. Um exemplo dessa situação ocorre quando tentamos mover uma porta exercendo uma força sobre a quina onde estão as dobradiças. Por maior que seja nosso esforço, a porta não se moverá, pois, como não existe distância entre a força e o eixo de rotação da porta, nenhum momento é transmitido à porta. Agora, usando a equação anterior, vamos calcular os momentos das forças representadas na figura 1, tomando como referência o eixo de rotação do parafuso. Para o primeiro ponto de aplicação da força, o momento vale 300 N.cm, que é o produto entre a força de 10 N e a distância de 30 cm. O momento para o outro ponto de aplicação da força vale 450 N.cm, dado pelo produto entre 10 N e 45 cm. Ainda sobre os valores calculados anteriormente, a seguinte pergunta é importante: por que o momento de 450 N.cm foi suficiente para soltar o parafuso, mas o momento de 300 N.cm não foi? A explicação está na força de atrito que o parafuso sofre da cavidade da roda onde ele está enroscado. Essa força de atrito age tangencialmente à periferia do parafuso, produzindo um momento resistivo que se opõe ao momento aplicado pelo homem. Nesse problema, o momento de 450 N.cm foi suficientemente grande para vencer o momento resistivo, enquanto o momento de 300 N.cm não foi. MÓDULO 17 FRENTE A 11Bernoulli Sistema de Ensino FÍSICA Equilíbrio de Corpos Extensos