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HIV 1 HIV Atualmente, a PrEP está disponível para quem desejar. Encontra-se em farmácias, mas alguns usuários não a utilizam corretamente, o que pode favorecer a resistência viral. Origem de macacos; AIDS Síndrome da Imunodeficiência Adquirida → diagnóstico baseado em contagem muito baixa de células TCD4 Década de 80 conhecida como "doença dos 5 Hs" 1983 descoberta do vírus causador LAV 1986 renomeado para HIV 1987 início da administração do AZT Zidovudina) HTLV vírus com estrutura similar ao HIV 1997 introdução da TARV 2012 introdução da PrEP 2017 estabelecido que carga viral indetectável não transmite o vírus → prevalência: 65% masculino e 35% feminino Transmissão: 85% sexual → troca de secreções → quem recebe a penetração tem o dobro de chance de se infectar ( a mulher não transmite tanto para o homem, quanto o homem para mulher) → sexo anal é muito mais transmissível, maior taxa para ambos os sexos → aumenta a chance de transmissão com a presença de carga viral, quanto maior, maior a chance de infecção, presença de micro lesões em mucosas (oral/ genial), presença de inflamação Gestante com HIV, constitui pré-natal de alto risco Gestante com CV 1000 cópias ou desconhecida após a 34º semanas, tem indicação de cesariana eletiva na 38º semana Gestante com CV detectável, independente do número, tem indicação de AZT intravenoso durante o parto; Contra-indicação ABSOLUTA a amamentação HIV 2 OUTRAS FORMAS DE TRANSMISSÃO Transfusão de sangue e derivados Usuários de drogas e injetáveis → no Brasil diminuiu bastante; Acidentes biológicos Retrovírus RNA virus Ação da transcriptase reversa Infecção de céls TCD4 e macrofágos Infecção disseminada resposta imune específica: imunidade humoral e imunidade celular Destruição da maior parte dos virus Alguns persistem Destruição gradual das celulas tcd4 Infecção aguda: → intervalo entre o contágio e o surgimento de anticorpos anti-HIV (soroconversão) → ocorre aproximadamente após 4 semanas do contágio Surge a sindrome retroviral aguda → ocorre entre 50 a 90 dos infectados SRA febre, mialgia, cefaleia, faringite, dor ocular, rash cutâneo, linfadenopatia → síndrome mono-like MANIFESTAÇÕES CRÔNICAS Crônica assintomática: dura em torno de 3 a 7 anos em pacientes não tratados; paciente assintomático; podem ser encontradas alterações clínicas e/ou laboratoriais; anemia e plaquetopenia, sem repercussões clínicas; linfadenopatia crônica CRONICA SINTOMÁTICA OU FASE AIDS Normalmente ocorre quando CD4 300 Pode apresentar infecções bacterianas de repetição; Reativação de infecções crônicas (herpes zoster) HIV 3 Febre prolongada de origem indeterminada; Diarreia crônica Doenças oportunistas DIAGNÓSTICO Sorologia ELISA Teste rápido: TR Diagnóstico Carga viral Não peço genotipagem para todo mundo, peço em casos de falha no tratamento da tarv (aumento da CV → tem que ter certeza que não é problema de aderência do paciente ao tratamento O tratamento é de inicio imediato da TARV está recomendado para todos as PVHIV, independente do seu estágio clínico e/ou imunológico Uma vez que a TARV é iniciada não deve ser interrompida! TRATAMENTO Inibidor da transcriptase reversa Inibidor da integrasse ou inibidor da protease Indicado: Lavimudiva Tenofovir) Dolutegravir Sindrome da reconstituição imune: