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Revisão Final para o CNU: Dicas de ouro para gabaritar sua prova! Blocos 1 a 7: Conhecimentos Gerais FICHA TÉCNICA DO MATERIAL grancursosonline.com.br CÓDIGO: 2406193795M TIPO DE MATERIAL: E-book TÍTULO DO MATERIAL: Revisão Final para o CNU - Dicas de ouro para gabaritar sua prova! Blocos 1 a 7 - Conhecimentos Gerais ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 6/2024 Este material está sujeito a atualizações. O Gran não se responsabiliza por custos de impressão, que deve ser realizada sob responsabilidade exclusiva do aluno. 3 de 15gran.com.br SUMÁRIO Revisão Final para o CNU: Dicas de Ouro para Gabaritar sua Prova! Blocos 1 a 7: Conhecimentos Gerais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 Políticas Públicas – José Wesley . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 Desafios do Estado de Direito: Democracia e Cidadania . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 Weslei Machado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 Matheus Atalanio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 Ética e Integridade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 Glauber Marinho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 Rafael Barbosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 Administração Pública Federal – Raphael Spyere . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 Diversidade e Inclusão na Sociedade – Aline Menezes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12 Finanças Públicas – Manuel Piñon . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13 https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 4 de 15gran.com.br Revisão Final para o CNU - Dicas de ouro para gabaritar sua prova Blocos 1 a 7: Conhecimentos Gerais REVISÃO FINAL PARA O CNU: DICAS DE OURO REVISÃO FINAL PARA O CNU: DICAS DE OURO PARA GABARITAR SUA PROVA! BLOCOS 1 A 7: PARA GABARITAR SUA PROVA! BLOCOS 1 A 7: CONHECIMENTOS GERAISCONHECIMENTOS GERAIS POLÍTICAS PÚBLICAS – JOSÉ WESLEYPOLÍTICAS PÚBLICAS – JOSÉ WESLEY 1. Introdução às Políticas Públicas Lembre-se de que políticas públicas são ações governamentais planejadas para resolver problemas públicos. Conheça as principais tipologias: regulatórias, distributivas, redistributivas e constitutivas. 2. Ciclos de Políticas Públicas Fique atento às etapas do ciclo de políticas públicas: definição da agenda, formulação, tomada de decisão, implementação, monitoramento e avaliação. Cada fase é crucial para o sucesso da política. 3. Institucionalização das Políticas em Direitos Humanos Entenda que a institucionalização dos direitos humanos como políticas de Estado visa garantir a proteção contínua e a promoção dos direitos fundamentais, independente de mudanças governamentais. 4. Federalismo e Descentralização de Políticas Públicas no Brasil No contexto do federalismo brasileiro, a descentralização permite que estados e municípios adaptem programas nacionais às realidades locais, aumentando a eficácia das políticas públicas. 5. Organização e Funcionamento dos Sistemas de Programas Nacionais Conheça como a coordenação entre diferentes níveis de governo (federal, estadual e municipal) é fundamental para a implementação eficaz de programas nacionais, garantindo recursos e suporte adequados. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 5 de 15gran.com.br Revisão Final para o CNU - Dicas de ouro para gabaritar sua prova Blocos 1 a 7: Conhecimentos Gerais DESAFIOS DO ESTADO DE DIREITO: DEMOCRACIA E DESAFIOS DO ESTADO DE DIREITO: DEMOCRACIA E CIDADANIACIDADANIA WESLEI MACHADOWESLEI MACHADO 1. Em razão da adoção do regime democrático, a Constituição Federal assegurou ao povo todo o poder, a ser exercido por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos da Constituição Federal. Constitui forma de exercício da soberania popular: o sufrágio universal, o voto direto, secreto e com valor igual para todos, o plebiscito, o referendo e a iniciativa popular de lei. 2. A Constituição Federal adotou o modelo flexível de separação dos poderes, permitindo que o Executivo, o Legislativo e o Judiciário exerçam funções estatais típicas, mas também desempenhem funções denominadas atípicas, assemelhadas às funções de outros poderes. Ou seja, o Judiciário e o Legislativo exercem, além de suas funções próprias ( judiciária e legislativa, respectivamente), funções atípicas administrativas; o Executivo e o Judiciário desempenham também função atípica legislativa; por fim, o Legislativo e o Executivo, além de suas funções próprias, exercem papel de julgamento. 3. No presidencialismo, espécie de sistema de governo, a marca principal é a concentração de funções executivas no Presidente da República e uma acentuada separação de poderes entre o Poder Legislativo e o Poder Executivo. Nesse sistema, a chefia do Poder Executivo é monocrática e unipessoal, sendo os ministros de Estado meros auxiliares do Presidente da República. MATHEUS ATALANIOMATHEUS ATALANIO Produto Trata-se de três dicas com base nos conhecimentos gerais para todos os blocos (1 a 7) do Concurso Nacional Unificado (CNU), a saber: Efetivação e reparação de Direitos Humanos: memória, autoritarismo e violência de Estado. Programa Nacional de Direitos Humanos PNDH-3 (Decreto n. 7.037/2009). Combate às discriminações, desigualdades e injustiças: de renda, regional, racial, etária e de gênero. Desenvolvimento sustentável, meio ambiente e mudança climática. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 6 de 15gran.com.br Revisão Final para o CNU - Dicas de ouro para gabaritar sua prova Blocos 1 a 7: Conhecimentos Gerais 1. Programa Nacional de Direitos Humanos PNDH-3 (Decreto n. 7.037/2009). O Eixo Orientador II “Desenvolvimento e Direitos Humanos”, do PNDH-3, é aquele que se vincula diretamente aos direitos humanos de 3ª geração. Além de colocar o indivíduo como sujeito central do processo de desenvolvimento, foca no desenvolvimento sustentável, bem como promove e protege direitos ambientais como direitos humanos, incluindo as gerações futuras como sujeitos de direitos. Os direitos humanos de 3ª geração são aqueles provenientes da FRATERNIDADE, solidariedade, de caráter metaindividual ou transindividual, utilizado com muita frequência a partir dos direitos difusos. 2. Desenvolvimento Sustentável, Meio ambiente e Mudança Climática A Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática é a convenção-quadro responsável pela estrutura do direito internacional do meio ambiente sobre a temática das mudanças climáticas. O órgão supremo do mencionado tratado é a Conferência das Partes (COP), que ocorre anualmente nos mais diversos países. O Protocolo de Quioto e o Acordo de Paris são exemplos de produtos das COPs sobre mudanças climáticas. A COP-30 será realizada no Brasil, em Belém-PA, no ano de 2025. 3. Efetivação e Reparação de Direitos Humanos: Memória, Autoritarismo e Violência de Estado No ano de 2010, o Supremo Tribunal Federal (STF), por meio da ADPF 153, julgou a Lei de Anistia (Lei n. 6.683/1979) válida por entender as características políticas e jurídicas do documento no âmbito interno. Ocorre que, no mesmo ano, a Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH), na sentença de 24 de novembro de 2010, além de outras disposições, também interpretou a Lei de Anistia brasileira, no caso Gomes Lund e outros vs. Brasil, também conhecido como caso Guerrilha do Araguaia. A Corte IDH, diferentemente do STF, entendeu que a Lei de Anistia (Lei n. 6.683/1979) não temvalidade jurídica, não podendo acobertar aqueles que praticaram crimes de tortura, sequestro, desaparecimento forçado e outros. Deve-se reter que o STF avaliou questões jurídicas e políticas de cunho interno. A Corte IDH avaliou questões jurídicas no PLANO INTERNACIONAL; logo a Lei de Anistia, é INCONVENCIONAL. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 7 de 15gran.com.br Revisão Final para o CNU - Dicas de ouro para gabaritar sua prova Blocos 1 a 7: Conhecimentos Gerais ÉTICA E INTEGRIDADE ÉTICA E INTEGRIDADE GLAUBER MARINHOGLAUBER MARINHO 1. Conforme a ENAP, por meio do curso de ética e serviço público, o serviço público é uma vocação profissional. Desse modo, espera-se de ocupantes dos cargos públicos: vínculo permanente, empenho para servir à comunidade, concentração no trabalho, dedicação e competência. Acrescente-se a isso valores, tais como: imparcialidade, objetividade, excelência, decoro e civilidade. 2. De acordo com as disposições do Decreto n. 1.171/1994, a moralidade administrativa se consolida por meio do equilíbrio entre a finalidade (bem comum) e a legalidade das ações dos agentes públicos. Ao mesmo tempo, a publicidade é requisito de eficácia e moralidade dessas ações, exceto quando previamente definidas sigilosas, por lei, nos casos de investigações policiais, segurança nacional e interesses superiores da Administração ou do Estado. RAFAEL BARBOSARAFAEL BARBOSA 1. Princípios da Governança Conforme o Guia da Política de Governança Pública e o art. 3º do Decreto n. 9.203/2017, são princípios da governança pública os seguintes: • Capacidade de resposta – a capacidade de resposta (do inglês, responsiveness) representa a competência de uma instituição pública de atender de forma eficiente e eficaz às necessidades dos cidadãos, inclusive antevendo interesses e antecipando aspirações. • Integridade – a integridade tradicionalmente representa a busca pela prevenção da corrupção e pelo fortalecimento dos padrões morais de conduta. • Confiabilidade – a confiabilidade (do inglês, reliability) representa a capacidade das instituições de minimizar as incertezas para os cidadãos nos ambientes econômico, social e político. • Melhoria regulatória – a melhoria regulatória (do inglês, better regulation) representa o desenvolvimento e a avaliação de políticas e de atos normativos em um processo transparente, baseado em evidências e orientado pela visão de cidadãos e partes diretamente interessadas (European Comission, 2016). Não se restringe, portanto, à regulação econômica de setores específicos realizada pelas agências reguladoras. • Prestação de contas e responsabilidade – prestação de contas e responsabilidade (no inglês, accountability) representa a vinculação necessária, notadamente na administração de recursos públicos, entre decisões, condutas e competências e https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 8 de 15gran.com.br Revisão Final para o CNU - Dicas de ouro para gabaritar sua prova Blocos 1 a 7: Conhecimentos Gerais seus respectivos responsáveis. Trata-se de manter uma linha clara e objetiva entre as justificativas e os resultados da atuação administrativa, de um lado, e os agentes públicos que dela tomarem parte, de outro. • Transparência – a transparência representa o compromisso da administração pública com a divulgação das suas atividades, prestando informações confiáveis, relevantes e tempestivas à sociedade. Inserida em um conjunto de princípios centrais que orienta a atividade pública, a transparência é um dos pilares para a construção de um governo aberto (open government). Por outro lado, de acordo com Vieira e Barreto (2019): É muito difícil estabelecer um referencial único de governança, aplicável a todas as formas de agências públicas; embora, princípios de boa governança sejam reconhecidamente compartilhados entre todos os modelos adotados (IFAC, 2001, p. 1-2; IFAC, 2013, p. 8-9). Os referidos autores fazem referência ao relatório Cadbury (1992), no qual são especificados três desses princípios: a transparência (openness), a integridade (integrity) e a responsividade (accountability). • Transparência (openness) – a transparência é necessária para assegurar que as partes interessadas tenham confiança no processo decisório e ações das agências públicas na gestão de suas atividades e nos agentes dentro delas. Ser transparente por meio de consulta às partes interessadas e comunicação completa e acurada da informação permite a ação tempestiva e efetiva e promove o seu necessário escrutínio público. • Integridade (Integrity) – a integridade envolve uma negociação direta e confiável, baseada na honestidade e na objetividade, protegida por padrões elevados de probidade na aplicação dos recursos públicos e gestão dos assuntos de interesse público. Depende da efetividade do referencial de controle e do profissionalismo dos agentes que integram essas entidades. Está refletida nos procedimentos decisórios e na qualidade de seus relatórios financeiros e de desempenho. • Responsividade (Accountability) – a responsividade é o processo por meio do qual as agências públicas e os agentes dentro delas são chamados à responsabilidade por suas ações e decisões, incluindo a aplicação dos recursos públicos e todos os demais aspectos de desempenho, submetendo-se ao escrutínio público. Isto é alcançado quando todas as partes têm um claro entendimento de suas responsabilidades e dispõem de papéis bem definidos dentro de um determinado processo organizacional. É, de fato, a obrigação do agente de responder pela responsabilidade que lhe foi conferida. O Tribunal de Contas da União, por sua vez, trouxe uma perspectiva sugerida pelo Banco Mundial, segundo o qual os princípios básicos da Governança para o Setor Público são os seguintes: https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 9 de 15gran.com.br Revisão Final para o CNU - Dicas de ouro para gabaritar sua prova Blocos 1 a 7: Conhecimentos Gerais a) Legitimidade – princípio jurídico fundamental do Estado Democrático de Direito e critério informativo do controle externo da administração pública que amplia a incidência do controle para além da aplicação isolada do critério da legalidade. Não basta verificar se a lei foi cumprida, mas se o interesse público, o bem comum, foi alcançado. Admite o ceticismo profissional de que nem sempre o que é legal é legítimo (BRASIL, 2012). b) Equidade – promover a equidade é garantir as condições para que todos tenham acesso ao exercício de seus direitos civis –liberdade de expressão, de acesso à informação, de associação, de voto, igualdade entre gêneros –, políticos e sociais – saúde, educação, moradia, segurança (BRASIL, 2010c). c) Responsabilidade – diz respeito ao zelo que os agentes de governança devem ter pela sustentabilidade das organizações, visando sua longevidade, incorporando considerações de ordem social e ambiental na definição dos negócios e operações (IBGC, 2010). d) Eficiência – é fazer o que é preciso ser feito com qualidade adequada ao menor custo possível. Não se trata de redução de custo de qualquer maneira, mas de buscar a melhor relação entre qualidade do serviço e qualidade do gasto (BRASIL, 2010c). e) Probidade – trata-se do dever dos servidores públicos de demonstrar probidade, zelo, economia e observância às regras e aos procedimentos do órgão ao utilizar, arrecadar, gerenciar e administrar bens e valores públicos. Enfim, refere-se à obrigação que têm os servidores de demonstrar serem dignos de confiança (IFAC, 2001). f) Transparência – caracteriza-se pela possibilidade de acesso a todas as informações relativas à organização pública, sendo um dos requisitos de controle do Estado pela sociedade civil. A adequada transparência resulta em um clima de confiança, tanto internamente quanto nas relações de órgãos e entidades com terceiros. g) Accountability – As normas de auditoria da Intosai conceituamaccountability como a obrigação que têm as pessoas ou entidades às quais se tenham confiado recursos, incluídas as empresas e organizações públicas, de assumir as responsabilidades de ordem fiscal, gerencial e programática que lhes foram conferidas, e de informar a quem lhes delegou essas responsabilidades (BRASIL, 2011). Espera-se que os agentes de governança prestem contas de sua atuação de forma voluntária, assumindo integralmente as consequências de seus atos e omissões (IBGC, 2010). Em síntese, não há um quadro fechado acerca de quais são esses princípios, razão pela qual é de extrema importância conhecer diversas perspectivas, em especial os princípios estabelecidos pelo Decreto n. 9.203/2017. 2. Princípios da Gestão de Riscos Segundo a ABNT, o propósito da gestão de riscos é a criação e proteção de valor, com a consequente melhoria do desempenho, encorajando a inovação e apoiando o alcance de https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 10 de 15gran.com.br Revisão Final para o CNU - Dicas de ouro para gabaritar sua prova Blocos 1 a 7: Conhecimentos Gerais objetivos. Segundo a referida organização, os princípios da gestão de riscos são os seguintes (ABNT, 2018): a) Integrada – a gestão de riscos é parte integrante de todas as atividades organizacionais. b) Estruturada e abrangente – uma abordagem estruturada e abrangente para a gestão de riscos contribui para resultados consistentes e comparáveis. c) Personalizada – a estrutura e o processo de gestão de riscos são personalizados e proporcionais aos contextos externo e interno da organização relacionados aos seus objetivos. d) Inclusiva – o envolvimento apropriado e oportuno das partes interessadas possibilita que seus conhecimentos, pontos de vista e percepções sejam considerados. Isto resulta em melhor conscientização e gestão de riscos fundamentada. e) Dinâmica – riscos podem emergir, mudar ou desaparecer à medida que os contextos externo e interno de uma organização mudem. A gestão de riscos antecipa, detecta, reconhece e responde a estas mudanças e eventos de uma maneira apropriada e oportuna. f) Melhor informação disponível – as entradas para a gestão de riscos são baseadas em informações históricas e atuais, bem como em expectativas futuras. A gestão de riscos explicitamente leva em consideração quaisquer limitações e incertezas associadas a estas informações e expectativas. Convém que a informação seja oportuna, clara e disponível para as partes interessadas pertinentes. g) Fatores humanos e culturais – o comportamento humano e a cultura influenciam significativamente todos os aspectos da gestão de riscos em cada nível e estágio. h) Melhoria contínua – a gestão de riscos é melhorada continuamente por meio do aprendizado e experiências. Segundo a Metodologia de Gestão de Riscos da Presidência da República, os princípios da gestão de riscos são os seguintes: I – integração do processo de gestão de riscos ao processo de planejamento estratégico e aos seus desdobramentos, aos processos de trabalho, às atividades e aos projetos em todos os níveis da organização, todos esses relevantes para a execução da estratégia e para o alcance dos objetivos institucionais; II – estabelecimento de níveis adequados de exposição a riscos; III – observância da relação custo-benefício para a adoção dos controles internos, aplicando-se a análise da proporcionalidade em relação ao risco; IV – implementação e aplicação de forma sistemática, estruturada, oportuna e documentada, mantendo sua subordinação aos interesses públicos; V – utilização do mapeamento de riscos para apoio à tomada de decisão; VI – monitoramento e melhoria contínua do desempenho e dos processos de gestão de risco, controle e governança; VII – apoio e comprometimento da alta administração, e da liderança de todos os níveis de gestão, obtendo-se o engajamento de todo o corpo funcional; https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 11 de 15gran.com.br Revisão Final para o CNU - Dicas de ouro para gabaritar sua prova Blocos 1 a 7: Conhecimentos Gerais VIII – consideração dos fatores humanos e culturais; e IX – capacitação de agentes públicos e comunicação contínua. Conhecer os diversos princípios é fundamental para um concurso como o CNU, em especial porque a prova tende a avaliar a capacidade do candidato de aplicar esses conceitos de maneira prática na administração pública. As questões podem abordar cenários hipotéticos que exigem compreensão profunda dos princípios de governança e gestão de riscos para propor soluções eficazes e éticas. Além disso, uma visão holística e detalhada sobre esses temas prepara o candidato para enfrentar os desafios reais no setor público, onde esses princípios orientam decisões críticas e impactam diretamente a qualidade do serviço oferecido à sociedade. ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL – RAPHAEL SPYEREADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL – RAPHAEL SPYERE 1. Nem todos os cargos públicos são providos mediante concurso público. A exceção reside nos cargos em comissão, que são de livre nomeação e exoneração. Também não se pode confundir os servidores públicos com os empregados públicos. Estes, que estão sujeitos ao regime trabalhista – CLT, compõem os quadros das entidades de direito privado na administração indireta, a saber: fundações públicas, empresas públicas e sociedades de economia mista. Aqueles, que se submetem ao regime estatutário, integram os quadros das entidades de direito público (autarquias e fundações públicas autárquicas) e atingem a estabilidade no serviço. 2. A administração direta ou centralizada é representada pela entidade federada e seus respectivos órgãos. A administração indireta ou descentralizada, por seu turno, é representada pelo conjunto de entidades administrativas criadas ou autorizadas por lei específica da entidade federada respectiva. Os órgãos da administração direta não são pessoas jurídicas, porque não possuem personalidade jurídica. Já as entidades da administração indireta são pessoas jurídicas e, por conseguinte, possuem personalidade jurídica própria. 3. Segundo o princípio da impessoalidade, a publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos. A violação dessa regra prevista no § 1º do art. 37 da CF/1988 pode constituir ato de improbidade administrativa que atenta contra princípios da administração. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 12 de 15gran.com.br Revisão Final para o CNU - Dicas de ouro para gabaritar sua prova Blocos 1 a 7: Conhecimentos Gerais 4. A estabilidade estatutária não se confunde com a vitaliciedade. A estabilidade é assegurada aos servidores públicos após 3 anos de efetivo exercício e sua aquisição está condicionada à aprovação em avaliação de desempenho realizada ao final do estágio probatório. Vitaliciedade, que é assegurada especialmente aos juízes e aos membros do ministério público, será adquirida após 2 anos de efetivo exercício. A estabilidade permite que o servidor somente perca seu cargo efetivo nas hipóteses constitucionais, entre elas, decisão judicial transitada em julgado e decisão em processo administrativo disciplinar desde que assegurada ampla defesa. Já a vitaliciedade garante ao agente apenas perder o cargo em uma única hipótese constitucional: com o trânsito em julgado de decisão judicial condenatória. 5. Nem todas as licenças asseguradas aos servidores públicos federais será computada como de efetivo exercício. Com efeito, nos termos do art. 102 da Lei n. 8.112/1990, a licença gestante, adotante, paternidade, capacitação, mandado classista e serviço militar serão consideradas como de efetivo exercício. Contudo, a licença para acompanhar o cônjuge bem rt por motivo de doença empessoa da família não serão consideradas como de efetivo exercício. Além disso, as licenças para tratar de assuntos particulares, capacitação e mandato classista somente poderão usufruídas por servidores que tenham passado do estágio probatório. DIVERSIDADE E INCLUSÃO NA SOCIEDADE – ALINE DIVERSIDADE E INCLUSÃO NA SOCIEDADE – ALINE MENEZESMENEZES 1. Racismo É a crença ou convicção sobre a superioridade de uma raça ou determinadas raças, sobre as demais, com base em diferentes motivações, em especial, as características físicas e outros traços do comportamento humano. Tipificações de racismo: Estrutural, Religioso, Ambiental, Institucional. Lembre-se de que foi tipificado como crime de racismo toda conduta de preconceito e xenofobia contra o povo nordestino! Ah, não é somente os negros (pretos e pardos) que sofrem racismo. Temos, ainda, como exemplos de povos que sofrem racismo: indígenas, árabes, judeus, ciganos e quilombolas. 2. Discriminação Racial Toda distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada em raça, cor, descendência ou origem nacional ou étnica que tenha por objeto anular ou restringir o reconhecimento, gozo ou exercício, em igualdade de condições, de direitos humanos e liberdades fundamentais https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 13 de 15gran.com.br Revisão Final para o CNU - Dicas de ouro para gabaritar sua prova Blocos 1 a 7: Conhecimentos Gerais nos campos político, econômico, social, cultural ou em qualquer outro campo da vida pública ou privada. 3. Desigualdade Racial Toda situação injustificada de diferenciação de acesso e fruição de bens, serviços e oportunidades, nas esferas pública e privada, em virtude de raça, cor, descendência ou origem nacional ou étnica. 4. Capacitismo Toda forma de discriminação e preconceito contra pessoa com deficiência. 5. Idadismo/Ageísmo/Etarismo Toda forma de discriminação e preconceito baseada na idade, sobretudo com a população idosa (60+). FINANÇAS PÚBLICAS – MANUEL PIÑONFINANÇAS PÚBLICAS – MANUEL PIÑON 1. Função Alocativa A função alocativa do setor público está relacionada às ações empreendidas no fornecimento de bens e serviços não disponibilizados pela economia de mercado. A ideia básica da função alocativa é de o setor público atuar onde a iniciativa privada sozinha não consegue ou não tem interesse de atuar. 2. Função Distributiva A função distributiva refere-se às ações de caráter redistributivo efetuadas por meio de medidas de transferência que o Estado executa em favor dos segmentos menos favorecidos na sociedade. O programa bolsa família talvez seja o exemplo mais emblemático da função distributiva (estilo Robin Wood), uma vez que o governo transfere para os mais pobres os valores arrecadados de toda a sociedade de acordo com a capacidade contributiva de cada um. 3. Função Estabilizadora A função estabilizadora é expressa por ações de intervenção na economia no intuito de contribuir para seu melhor funcionamento. Destacam-se as intervenções voltadas à redução da inflação e o combate do desemprego. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 14 de 15gran.com.br Revisão Final para o CNU - Dicas de ouro para gabaritar sua prova Blocos 1 a 7: Conhecimentos Gerais 4. Plano Plurianual (PPA) O PPA – Plano Plurianual é instrumento de planejamento de médio prazo que estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, os objetivos e as metas da Administração Pública Federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada. Para o PPA guarde o mnemônico DOM – Diretrizes, Objetivos e Metas. 5. Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) A LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias compreende as metas e prioridades da administração pública federal, estabelece as diretrizes de política fiscal e respectivas metas, em consonância com trajetória sustentável da dívida pública, orientar a elaboração da LOA - Lei Orçamentária Anual, dispõe sobre as alterações na legislação tributária e estabelece a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. Para a LDO guarde o mnemônico MP – Metas e Prioridades. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br A realização do seu sonho merece um investimento de qualidade. Não desperdice tempo, dinheiro e energia. Invista no seu sucesso, no seu futuro e na sua realização profissional. Assine AGORA a melhor e mais completa plataforma de ensino para concursos públicos. Sua nomeação na palma da sua mão com a Assinatura Ilimitada 9.0 do Gran Cursos Online. Mude de vida. 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