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Revisão Final para o 
CNU: Dicas de ouro para 
gabaritar sua prova!
Blocos 1 a 7: Conhecimentos Gerais
FICHA TÉCNICA DO MATERIAL
grancursosonline.com.br
CÓDIGO:
2406193795M
TIPO DE MATERIAL:
E-book
TÍTULO DO MATERIAL:
Revisão Final para o CNU - Dicas de
ouro para gabaritar sua prova! 
Blocos 1 a 7 - Conhecimentos Gerais
ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO:
6/2024
Este material está sujeito a atualizações. O Gran não se responsabiliza por custos 
de impressão, que deve ser realizada sob responsabilidade exclusiva do aluno.
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SUMÁRIO
Revisão Final para o CNU: Dicas de Ouro para Gabaritar sua Prova! Blocos 1 a 7: 
Conhecimentos Gerais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
Políticas Públicas – José Wesley . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
Desafios do Estado de Direito: Democracia e Cidadania . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
Weslei Machado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
Matheus Atalanio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5
Ética e Integridade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
Glauber Marinho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
Rafael Barbosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
Administração Pública Federal – Raphael Spyere . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
Diversidade e Inclusão na Sociedade – Aline Menezes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
Finanças Públicas – Manuel Piñon . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
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Blocos 1 a 7: Conhecimentos Gerais 
REVISÃO FINAL PARA O CNU: DICAS DE OURO REVISÃO FINAL PARA O CNU: DICAS DE OURO 
PARA GABARITAR SUA PROVA! BLOCOS 1 A 7: PARA GABARITAR SUA PROVA! BLOCOS 1 A 7: 
CONHECIMENTOS GERAISCONHECIMENTOS GERAIS
POLÍTICAS PÚBLICAS – JOSÉ WESLEYPOLÍTICAS PÚBLICAS – JOSÉ WESLEY
1. Introdução às Políticas Públicas
Lembre-se de que políticas públicas são ações governamentais planejadas para 
resolver problemas públicos. Conheça as principais tipologias: regulatórias, distributivas, 
redistributivas e constitutivas.
2. Ciclos de Políticas Públicas
Fique atento às etapas do ciclo de políticas públicas: definição da agenda, formulação, 
tomada de decisão, implementação, monitoramento e avaliação. Cada fase é crucial para 
o sucesso da política.
3. Institucionalização das Políticas em Direitos Humanos
Entenda que a institucionalização dos direitos humanos como políticas de Estado visa 
garantir a proteção contínua e a promoção dos direitos fundamentais, independente de 
mudanças governamentais.
4. Federalismo e Descentralização de Políticas Públicas no Brasil
No contexto do federalismo brasileiro, a descentralização permite que estados e 
municípios adaptem programas nacionais às realidades locais, aumentando a eficácia das 
políticas públicas.
5. Organização e Funcionamento dos Sistemas de Programas Nacionais
Conheça como a coordenação entre diferentes níveis de governo (federal, estadual e 
municipal) é fundamental para a implementação eficaz de programas nacionais, garantindo 
recursos e suporte adequados.
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DESAFIOS DO ESTADO DE DIREITO: DEMOCRACIA E DESAFIOS DO ESTADO DE DIREITO: DEMOCRACIA E 
CIDADANIACIDADANIA
WESLEI MACHADOWESLEI MACHADO
1. Em razão da adoção do regime democrático, a Constituição Federal assegurou ao 
povo todo o poder, a ser exercido por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos 
termos da Constituição Federal.
Constitui forma de exercício da soberania popular: o sufrágio universal, o voto direto, 
secreto e com valor igual para todos, o plebiscito, o referendo e a iniciativa popular de lei.
2. A Constituição Federal adotou o modelo flexível de separação dos poderes, permitindo 
que o Executivo, o Legislativo e o Judiciário exerçam funções estatais típicas, mas também 
desempenhem funções denominadas atípicas, assemelhadas às funções de outros poderes. 
Ou seja, o Judiciário e o Legislativo exercem, além de suas funções próprias ( judiciária e 
legislativa, respectivamente), funções atípicas administrativas; o Executivo e o Judiciário 
desempenham também função atípica legislativa; por fim, o Legislativo e o Executivo, além 
de suas funções próprias, exercem papel de julgamento.
3. No presidencialismo, espécie de sistema de governo, a marca principal é a concentração de 
funções executivas no Presidente da República e uma acentuada separação de poderes entre o 
Poder Legislativo e o Poder Executivo. Nesse sistema, a chefia do Poder Executivo é monocrática 
e unipessoal, sendo os ministros de Estado meros auxiliares do Presidente da República.
MATHEUS ATALANIOMATHEUS ATALANIO
Produto
Trata-se de três dicas com base nos conhecimentos gerais para todos os blocos (1 a 7) 
do Concurso Nacional Unificado (CNU), a saber:
Efetivação e reparação de Direitos Humanos: memória, autoritarismo e violência de Estado. Programa 
Nacional de Direitos Humanos PNDH-3 (Decreto n. 7.037/2009). Combate às discriminações, 
desigualdades e injustiças: de renda, regional, racial, etária e de gênero. Desenvolvimento 
sustentável, meio ambiente e mudança climática.
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Blocos 1 a 7: Conhecimentos Gerais 
1. Programa Nacional de Direitos Humanos PNDH-3 (Decreto n. 7.037/2009).
O Eixo Orientador II “Desenvolvimento e Direitos Humanos”, do PNDH-3, é aquele que se 
vincula diretamente aos direitos humanos de 3ª geração. Além de colocar o indivíduo como 
sujeito central do processo de desenvolvimento, foca no desenvolvimento sustentável, 
bem como promove e protege direitos ambientais como direitos humanos, incluindo as 
gerações futuras como sujeitos de direitos. Os direitos humanos de 3ª geração são aqueles 
provenientes da FRATERNIDADE, solidariedade, de caráter metaindividual ou transindividual, 
utilizado com muita frequência a partir dos direitos difusos.
2. Desenvolvimento Sustentável, Meio ambiente e Mudança Climática
A Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática é a convenção-quadro 
responsável pela estrutura do direito internacional do meio ambiente sobre a temática das 
mudanças climáticas. O órgão supremo do mencionado tratado é a Conferência das Partes 
(COP), que ocorre anualmente nos mais diversos países. O Protocolo de Quioto e o Acordo 
de Paris são exemplos de produtos das COPs sobre mudanças climáticas. A COP-30 será 
realizada no Brasil, em Belém-PA, no ano de 2025.
3. Efetivação e Reparação de Direitos Humanos: Memória, Autoritarismo e 
Violência de Estado
No ano de 2010, o Supremo Tribunal Federal (STF), por meio da ADPF 153, julgou a Lei 
de Anistia (Lei n. 6.683/1979) válida por entender as características políticas e jurídicas 
do documento no âmbito interno. Ocorre que, no mesmo ano, a Corte Interamericana de 
Direitos Humanos (Corte IDH), na sentença de 24 de novembro de 2010, além de outras 
disposições, também interpretou a Lei de Anistia brasileira, no caso Gomes Lund e outros 
vs. Brasil, também conhecido como caso Guerrilha do Araguaia.
A Corte IDH, diferentemente do STF, entendeu que a Lei de Anistia (Lei n. 6.683/1979) 
não temvalidade jurídica, não podendo acobertar aqueles que praticaram crimes de tortura, 
sequestro, desaparecimento forçado e outros.
Deve-se reter que o STF avaliou questões jurídicas e políticas de cunho interno. A 
Corte IDH avaliou questões jurídicas no PLANO INTERNACIONAL; logo a Lei de Anistia, é 
INCONVENCIONAL.
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ÉTICA E INTEGRIDADE ÉTICA E INTEGRIDADE 
GLAUBER MARINHOGLAUBER MARINHO
1. Conforme a ENAP, por meio do curso de ética e serviço público, o serviço público é 
uma vocação profissional. Desse modo, espera-se de ocupantes dos cargos públicos: vínculo 
permanente, empenho para servir à comunidade, concentração no trabalho, dedicação 
e competência. Acrescente-se a isso valores, tais como: imparcialidade, objetividade, 
excelência, decoro e civilidade.
2. De acordo com as disposições do Decreto n. 1.171/1994, a moralidade administrativa 
se consolida por meio do equilíbrio entre a finalidade (bem comum) e a legalidade das 
ações dos agentes públicos. Ao mesmo tempo, a publicidade é requisito de eficácia e 
moralidade dessas ações, exceto quando previamente definidas sigilosas, por lei, nos casos 
de investigações policiais, segurança nacional e interesses superiores da Administração ou 
do Estado.
RAFAEL BARBOSARAFAEL BARBOSA
1. Princípios da Governança
Conforme o Guia da Política de Governança Pública e o art. 3º do Decreto n. 9.203/2017, 
são princípios da governança pública os seguintes:
• Capacidade de resposta – a capacidade de resposta (do inglês, responsiveness) representa 
a competência de uma instituição pública de atender de forma eficiente e eficaz às 
necessidades dos cidadãos, inclusive antevendo interesses e antecipando aspirações.
• Integridade – a integridade tradicionalmente representa a busca pela prevenção da 
corrupção e pelo fortalecimento dos padrões morais de conduta.
• Confiabilidade – a confiabilidade (do inglês, reliability) representa a capacidade das 
instituições de minimizar as incertezas para os cidadãos nos ambientes econômico, 
social e político.
• Melhoria regulatória – a melhoria regulatória (do inglês, better regulation) representa 
o desenvolvimento e a avaliação de políticas e de atos normativos em um processo 
transparente, baseado em evidências e orientado pela visão de cidadãos e partes 
diretamente interessadas (European Comission, 2016). Não se restringe, portanto, 
à regulação econômica de setores específicos realizada pelas agências reguladoras.
• Prestação de contas e responsabilidade – prestação de contas e responsabilidade 
(no inglês, accountability) representa a vinculação necessária, notadamente na 
administração de recursos públicos, entre decisões, condutas e competências e 
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seus respectivos responsáveis. Trata-se de manter uma linha clara e objetiva entre 
as justificativas e os resultados da atuação administrativa, de um lado, e os agentes 
públicos que dela tomarem parte, de outro.
• Transparência – a transparência representa o compromisso da administração pública 
com a divulgação das suas atividades, prestando informações confiáveis, relevantes e 
tempestivas à sociedade. Inserida em um conjunto de princípios centrais que orienta 
a atividade pública, a transparência é um dos pilares para a construção de um governo 
aberto (open government).
Por outro lado, de acordo com Vieira e Barreto (2019):
É muito difícil estabelecer um referencial único de governança, aplicável a todas as formas de 
agências públicas; embora, princípios de boa governança sejam reconhecidamente compartilhados 
entre todos os modelos adotados (IFAC, 2001, p. 1-2; IFAC, 2013, p. 8-9).
Os referidos autores fazem referência ao relatório Cadbury (1992), no qual são 
especificados três desses princípios: a transparência (openness), a integridade (integrity) 
e a responsividade (accountability).
• Transparência (openness) – a transparência é necessária para assegurar que as partes 
interessadas tenham confiança no processo decisório e ações das agências públicas 
na gestão de suas atividades e nos agentes dentro delas. Ser transparente por meio 
de consulta às partes interessadas e comunicação completa e acurada da informação 
permite a ação tempestiva e efetiva e promove o seu necessário escrutínio público.
• Integridade (Integrity) – a integridade envolve uma negociação direta e confiável, 
baseada na honestidade e na objetividade, protegida por padrões elevados de 
probidade na aplicação dos recursos públicos e gestão dos assuntos de interesse 
público. Depende da efetividade do referencial de controle e do profissionalismo dos 
agentes que integram essas entidades. Está refletida nos procedimentos decisórios 
e na qualidade de seus relatórios financeiros e de desempenho.
• Responsividade (Accountability) – a responsividade é o processo por meio do qual 
as agências públicas e os agentes dentro delas são chamados à responsabilidade por 
suas ações e decisões, incluindo a aplicação dos recursos públicos e todos os demais 
aspectos de desempenho, submetendo-se ao escrutínio público. Isto é alcançado quando 
todas as partes têm um claro entendimento de suas responsabilidades e dispõem de 
papéis bem definidos dentro de um determinado processo organizacional. É, de fato, 
a obrigação do agente de responder pela responsabilidade que lhe foi conferida.
O Tribunal de Contas da União, por sua vez, trouxe uma perspectiva sugerida pelo Banco 
Mundial, segundo o qual os princípios básicos da Governança para o Setor Público são os 
seguintes:
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a) Legitimidade – princípio jurídico fundamental do Estado Democrático de Direito e 
critério informativo do controle externo da administração pública que amplia a incidência 
do controle para além da aplicação isolada do critério da legalidade. Não basta verificar 
se a lei foi cumprida, mas se o interesse público, o bem comum, foi alcançado. Admite o 
ceticismo profissional de que nem sempre o que é legal é legítimo (BRASIL, 2012).
b) Equidade – promover a equidade é garantir as condições para que todos tenham 
acesso ao exercício de seus direitos civis –liberdade de expressão, de acesso à informação, 
de associação, de voto, igualdade entre gêneros –, políticos e sociais – saúde, educação, 
moradia, segurança (BRASIL, 2010c).
c) Responsabilidade – diz respeito ao zelo que os agentes de governança devem ter pela 
sustentabilidade das organizações, visando sua longevidade, incorporando considerações 
de ordem social e ambiental na definição dos negócios e operações (IBGC, 2010).
d) Eficiência – é fazer o que é preciso ser feito com qualidade adequada ao menor custo 
possível. Não se trata de redução de custo de qualquer maneira, mas de buscar a melhor 
relação entre qualidade do serviço e qualidade do gasto (BRASIL, 2010c).
e) Probidade – trata-se do dever dos servidores públicos de demonstrar probidade, 
zelo, economia e observância às regras e aos procedimentos do órgão ao utilizar, arrecadar, 
gerenciar e administrar bens e valores públicos. Enfim, refere-se à obrigação que têm os 
servidores de demonstrar serem dignos de confiança (IFAC, 2001).
f) Transparência – caracteriza-se pela possibilidade de acesso a todas as informações 
relativas à organização pública, sendo um dos requisitos de controle do Estado pela sociedade 
civil. A adequada transparência resulta em um clima de confiança, tanto internamente 
quanto nas relações de órgãos e entidades com terceiros.
g) Accountability – As normas de auditoria da Intosai conceituamaccountability como a 
obrigação que têm as pessoas ou entidades às quais se tenham confiado recursos, incluídas 
as empresas e organizações públicas, de assumir as responsabilidades de ordem fiscal, 
gerencial e programática que lhes foram conferidas, e de informar a quem lhes delegou 
essas responsabilidades (BRASIL, 2011). Espera-se que os agentes de governança prestem 
contas de sua atuação de forma voluntária, assumindo integralmente as consequências de 
seus atos e omissões (IBGC, 2010).
Em síntese, não há um quadro fechado acerca de quais são esses princípios, razão pela 
qual é de extrema importância conhecer diversas perspectivas, em especial os princípios 
estabelecidos pelo Decreto n. 9.203/2017.
2. Princípios da Gestão de Riscos
Segundo a ABNT, o propósito da gestão de riscos é a criação e proteção de valor, com 
a consequente melhoria do desempenho, encorajando a inovação e apoiando o alcance de 
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objetivos. Segundo a referida organização, os princípios da gestão de riscos são os seguintes 
(ABNT, 2018):
a) Integrada – a gestão de riscos é parte integrante de todas as atividades organizacionais.
 b) Estruturada e abrangente – uma abordagem estruturada e abrangente para a gestão 
de riscos contribui para resultados consistentes e comparáveis.
 c) Personalizada – a estrutura e o processo de gestão de riscos são personalizados e 
proporcionais aos contextos externo e interno da organização relacionados aos seus objetivos.
 d) Inclusiva – o envolvimento apropriado e oportuno das partes interessadas possibilita 
que seus conhecimentos, pontos de vista e percepções sejam considerados. Isto resulta 
em melhor conscientização e gestão de riscos fundamentada.
 e) Dinâmica – riscos podem emergir, mudar ou desaparecer à medida que os contextos 
externo e interno de uma organização mudem. A gestão de riscos antecipa, detecta, 
reconhece e responde a estas mudanças e eventos de uma maneira apropriada e oportuna.
f) Melhor informação disponível – as entradas para a gestão de riscos são baseadas 
em informações históricas e atuais, bem como em expectativas futuras. A gestão de riscos 
explicitamente leva em consideração quaisquer limitações e incertezas associadas a estas 
informações e expectativas. Convém que a informação seja oportuna, clara e disponível 
para as partes interessadas pertinentes.
g) Fatores humanos e culturais – o comportamento humano e a cultura influenciam 
significativamente todos os aspectos da gestão de riscos em cada nível e estágio.
h) Melhoria contínua – a gestão de riscos é melhorada continuamente por meio do 
aprendizado e experiências.
Segundo a Metodologia de Gestão de Riscos da Presidência da República, os princípios 
da gestão de riscos são os seguintes:
I – integração do processo de gestão de riscos ao processo de planejamento estratégico e aos 
seus desdobramentos, aos processos de trabalho, às atividades e aos projetos em todos os 
níveis da organização, todos esses relevantes para a execução da estratégia e para o alcance 
dos objetivos institucionais;
II – estabelecimento de níveis adequados de exposição a riscos;
III – observância da relação custo-benefício para a adoção dos controles internos, aplicando-se 
a análise da proporcionalidade em relação ao risco;
IV – implementação e aplicação de forma sistemática, estruturada, oportuna e documentada, 
mantendo sua subordinação aos interesses públicos;
V – utilização do mapeamento de riscos para apoio à tomada de decisão;
VI – monitoramento e melhoria contínua do desempenho e dos processos de gestão de risco, 
controle e governança;
VII – apoio e comprometimento da alta administração, e da liderança de todos os níveis de gestão, 
obtendo-se o engajamento de todo o corpo funcional;
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VIII – consideração dos fatores humanos e culturais; e
IX – capacitação de agentes públicos e comunicação contínua.
Conhecer os diversos princípios é fundamental para um concurso como o CNU, em especial 
porque a prova tende a avaliar a capacidade do candidato de aplicar esses conceitos de 
maneira prática na administração pública. As questões podem abordar cenários hipotéticos 
que exigem compreensão profunda dos princípios de governança e gestão de riscos para 
propor soluções eficazes e éticas. Além disso, uma visão holística e detalhada sobre esses 
temas prepara o candidato para enfrentar os desafios reais no setor público, onde esses 
princípios orientam decisões críticas e impactam diretamente a qualidade do serviço 
oferecido à sociedade.
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL – RAPHAEL SPYEREADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL – RAPHAEL SPYERE
1. Nem todos os cargos públicos são providos mediante concurso público. A exceção 
reside nos cargos em comissão, que são de livre nomeação e exoneração. Também não 
se pode confundir os servidores públicos com os empregados públicos. Estes, que estão 
sujeitos ao regime trabalhista – CLT, compõem os quadros das entidades de direito privado 
na administração indireta, a saber: fundações públicas, empresas públicas e sociedades de 
economia mista. Aqueles, que se submetem ao regime estatutário, integram os quadros 
das entidades de direito público (autarquias e fundações públicas autárquicas) e atingem 
a estabilidade no serviço.
2. A administração direta ou centralizada é representada pela entidade federada e seus 
respectivos órgãos. A administração indireta ou descentralizada, por seu turno, é representada 
pelo conjunto de entidades administrativas criadas ou autorizadas por lei específica da 
entidade federada respectiva. Os órgãos da administração direta não são pessoas jurídicas, 
porque não possuem personalidade jurídica. Já as entidades da administração indireta são 
pessoas jurídicas e, por conseguinte, possuem personalidade jurídica própria.
3. Segundo o princípio da impessoalidade, a publicidade dos atos, programas, obras, 
serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de 
orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem 
promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos. A violação dessa regra prevista no 
§ 1º do art. 37 da CF/1988 pode constituir ato de improbidade administrativa que atenta 
contra princípios da administração.
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4. A estabilidade estatutária não se confunde com a vitaliciedade. A estabilidade é 
assegurada aos servidores públicos após 3 anos de efetivo exercício e sua aquisição está 
condicionada à aprovação em avaliação de desempenho realizada ao final do estágio 
probatório. Vitaliciedade, que é assegurada especialmente aos juízes e aos membros do 
ministério público, será adquirida após 2 anos de efetivo exercício. A estabilidade permite 
que o servidor somente perca seu cargo efetivo nas hipóteses constitucionais, entre elas, 
decisão judicial transitada em julgado e decisão em processo administrativo disciplinar 
desde que assegurada ampla defesa. Já a vitaliciedade garante ao agente apenas perder o 
cargo em uma única hipótese constitucional: com o trânsito em julgado de decisão judicial 
condenatória.
5. Nem todas as licenças asseguradas aos servidores públicos federais será computada 
como de efetivo exercício. Com efeito, nos termos do art. 102 da Lei n. 8.112/1990, a licença 
gestante, adotante, paternidade, capacitação, mandado classista e serviço militar serão 
consideradas como de efetivo exercício. Contudo, a licença para acompanhar o cônjuge 
bem rt por motivo de doença empessoa da família não serão consideradas como de 
efetivo exercício. Além disso, as licenças para tratar de assuntos particulares, capacitação 
e mandato classista somente poderão usufruídas por servidores que tenham passado do 
estágio probatório.
DIVERSIDADE E INCLUSÃO NA SOCIEDADE – ALINE DIVERSIDADE E INCLUSÃO NA SOCIEDADE – ALINE 
MENEZESMENEZES
1. Racismo
É a crença ou convicção sobre a superioridade de uma raça ou determinadas raças, sobre 
as demais, com base em diferentes motivações, em especial, as características físicas e 
outros traços do comportamento humano.
Tipificações de racismo: Estrutural, Religioso, Ambiental, Institucional.
Lembre-se de que foi tipificado como crime de racismo toda conduta de preconceito 
e xenofobia contra o povo nordestino!
Ah, não é somente os negros (pretos e pardos) que sofrem racismo. Temos, ainda, como 
exemplos de povos que sofrem racismo: indígenas, árabes, judeus, ciganos e quilombolas.
2. Discriminação Racial
Toda distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada em raça, cor, descendência ou 
origem nacional ou étnica que tenha por objeto anular ou restringir o reconhecimento, gozo 
ou exercício, em igualdade de condições, de direitos humanos e liberdades fundamentais 
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nos campos político, econômico, social, cultural ou em qualquer outro campo da vida pública 
ou privada.
3. Desigualdade Racial
Toda situação injustificada de diferenciação de acesso e fruição de bens, serviços e 
oportunidades, nas esferas pública e privada, em virtude de raça, cor, descendência ou 
origem nacional ou étnica.
4. Capacitismo
Toda forma de discriminação e preconceito contra pessoa com deficiência.
5. Idadismo/Ageísmo/Etarismo
Toda forma de discriminação e preconceito baseada na idade, sobretudo com a população 
idosa (60+).
FINANÇAS PÚBLICAS – MANUEL PIÑONFINANÇAS PÚBLICAS – MANUEL PIÑON
1. Função Alocativa
A função alocativa do setor público está relacionada às ações empreendidas no 
fornecimento de bens e serviços não disponibilizados pela economia de mercado. A ideia 
básica da função alocativa é de o setor público atuar onde a iniciativa privada sozinha não 
consegue ou não tem interesse de atuar.
2. Função Distributiva
A função distributiva refere-se às ações de caráter redistributivo efetuadas por 
meio de medidas de transferência que o Estado executa em favor dos segmentos menos 
favorecidos na sociedade. O programa bolsa família talvez seja o exemplo mais emblemático 
da função distributiva (estilo Robin Wood), uma vez que o governo transfere para os mais 
pobres os valores arrecadados de toda a sociedade de acordo com a capacidade contributiva 
de cada um.
3. Função Estabilizadora
A função estabilizadora é expressa por ações de intervenção na economia no intuito 
de contribuir para seu melhor funcionamento. Destacam-se as intervenções voltadas à 
redução da inflação e o combate do desemprego.
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4. Plano Plurianual (PPA)
O PPA – Plano Plurianual é instrumento de planejamento de médio prazo que estabelece, de 
forma regionalizada, as diretrizes, os objetivos e as metas da Administração Pública Federal 
para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração 
continuada. Para o PPA guarde o mnemônico DOM – Diretrizes, Objetivos e Metas.
5. Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO)
A LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias compreende as metas e prioridades da 
administração pública federal, estabelece as diretrizes de política fiscal e respectivas metas, 
em consonância com trajetória sustentável da dívida pública, orientar a elaboração da LOA 
- Lei Orçamentária Anual, dispõe sobre as alterações na legislação tributária e estabelece 
a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. Para a LDO guarde o 
mnemônico MP – Metas e Prioridades.
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