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Manual do Professor de Inglês

Manual do professor de Língua Inglesa para o Ensino Fundamental — Anos Finais (FTD, 1ª ed., 2022). Reúne equipe editorial e elaboradores, dados de produção e impressão, créditos de imagem, direitos autorais e ficha técnica de recursos em áudio.

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Elmo Rocha

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Ensino Fundam
ental • Anos Finais
Com
ponente curricular: Língua Inglesa
Componente curricular: 
Língua Inglesa
Editora responsável: 
Denise de Andrade 
Santos Oliveira
Ensino Fundamental 
Anos Finais
MANUAL DO 
PROFESSOR
09/08/2022 17:46:2009/08/2022 17:46:20
Organizadora: FTD Educação
Obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela FTD Educação.
1ª edição
São Paulo, 2022
Editora responsável: 
Denise de Andrade Santos Oliveira
Licenciada em Letras Anglo-Portuguesas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Especialista em Língua Inglesa pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Mestra em Letras Estrangeiras Modernas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Professora de Inglês em institutos de língua estrangeira e em escolas da rede particular de 
ensino e editora de materiais didáticos da área de Linguagens.
Ensino Fundamental 
Anos Finais
MANUAL DO 
PROFESSOR
Componente curricular: 
Língua Inglesa
09/08/2022 16:05:4009/08/2022 16:05:40
Impresso no Parque Gráfico da Editora FTD
CNPJ 61.186.490/0016-33
Avenida Antonio Bardella, 300
Guarulhos-SP – CEP 07220-020
Tel. (11) 3545-8600 e Fax (11) 2412-5375
Reprodução proibida: Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 
de 19 de fevereiro de 1998. Todos os direitos reservados à
EDITORA FTD.
Rua Rui Barbosa, 156 – Bela Vista – São Paulo – SP
CEP 01326-010 – Tel. 0800 772 2300
Caixa Postal 65149 – CEP da Caixa Postal 01390-970
www.ftd.com.br
central.relacionamento@ftd.com.br
Em respeito ao meio ambiente, as folhas
deste livro foram produzidas com fibras
obtidas de árvores de florestas plantadas,
com origem certificada.
Direção-geral Ricardo Tavares de Oliveira
Direção de conteúdo e negócios Cayube Galas
Direção editorial adjunta Ana Carolina Costa Lopes
Gerência editorial Renata Lara de Moraes
Edição Myrian Kobayashi Yamamoto (coordenação)
Preparação/Revisão Beatriz Carneiro (supervisão)
Assistência de produção Janaina Simplicio
Gerência de produção e arte Letícia Mendes de Souza
Supervisão de arte e design Simone Oliveira Vieira
Coordenação de imagens e textos Marcia Berne
Supervisão de arquivos Silvia Regina E. Almeida
Coordenação de eficiência e analytics Marcelo Henrique Ferreira Fontes
Direção de operações e produção gráfica Reginaldo Soares Damasceno
Projeto e produção editorial Scriba Soluções Editoriais
Edição Denise de Andrade Santos Oliveira, Karina Otsuka Nihonmatsu, 
Rosana Gemima Amancio, Guilherme dos Santos Roberto
Assistência editorial Marcela Marques Carreiro, 
Guilherme José Franzon Schürmann
Preparação/Revisão Moisés Manzano da Silva (coordenação), 
Raisa Rodrigues da Fonseca
Revisão técnica Jacob Lee Gaston
Gerência de produção editorial Camila Rumiko Minaki Hoshi
Supervisão de produção editorial Priscilla de Freitas Cornelsen Rosa
Coordenação de produção editorial Daiana Fernanda Leme de Melo
Coordenação de produção de arte Tamires Rose Azevedo
Edição de arte Rogério Casagrande
Projeto gráfico e capa Marcela Pialarissi
Imagens de capa irin-k/Shutterstock.com (bola de futebol), cristovao/
Shutterstock.com (bola de basquete), Roman Chazov/Shutterstock.
com (menino), Master1305/Shutterstock.com (menina), Erica Maradona 
(ilustrações)
Diagramação Ana Maria Puerta Guimarães, Laryssa Dias Almeron dos Santos, 
Vivian Larissa Morita, Formato Comunicação Ltda.
Autorização de recursos Marissol Martins Maia (coordenação) e Erika Cristina
Iconografia Bruna Parronchi
Tratamento de imagens Janaina Oliveira e Jéssica Sinnema
Todos os direitos reservados à Editora FTD S.A.
ELABORADORES DE ORIGINAIS
Denise de Andrade Santos Oliveira
Licenciada em Letras Anglo-Portuguesas pela Universidade Estadual 
de Londrina (UEL-PR).
Especialista em Língua Inglesa pela Universidade Estadual de Londrina 
(UEL-PR).
Mestra em Letras Estrangeiras Modernas pela Universidade Estadual 
de Londrina (UEL-PR).
Professora de Inglês em institutos de língua estrangeira e em escolas 
da rede particular de ensino e editora de materiais didáticos da área 
de Linguagens.
Ana Cláudia Cury Calia de Souza
Licenciada em Letras Estrangeiras Modernas pela Universidade 
Estadual de Londrina (UEL-PR).
Especialista em Formação de Professor, Práticas Metodológicas e 
Tradutórias pela Universidade Estadual de Maringá (UEM-PR).
Mestra em Estudos da Linguagem pela Universidade Estadual de 
Londrina (UEL-PR).
Doutora em Estudos da Linguagem pela Universidade Estadual de 
Londrina (UEL-PR).
Professora de Inglês em escolas da rede particular de ensino, 
elaboradora e editora de materiais didáticos da área de Linguagens.
Maria Paula Pereira de Lima
Licenciada em Letras Estrangeiras Modernas pela Universidade 
Estadual de Londrina (UEL-PR).
Elaboradora e editora de materiais didáticos da área de Linguagens.
Glaucia Alecrin Timoteo Silva
Licenciada em Letras Português-Inglês pela Universidade Cesumar 
(Unicesumar-PR).
Elaboradora de materiais didáticos da área de Linguagens.
Ficha técnica dos recursos em áudio
Locução: Lee Courtney Marvin, Mari Guedes, Rodrigo Seiji Kaneko, 
Tinofara Trevor Mangwiza
Captação, edição e mixagem: Yan Maran
22-114415 CDD-372.652
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Joy starter : 8º ano : ensino fundamental : anos 
 finais / organizadora FTD Educação ; obra 
 coletiva concebida, desenvolvida e produzida 
 pela FTD Educação ; editora responsável Denise 
 de Andrade Santos Oliveira. -- 1. ed. -- 
 São Paulo : FTD, 2022.
 Componente curricular: Língua inglesa.
 ISBN 978-85-96-03409-8 (aluno)
 ISBN 978-85-96-03410-4 (professor)
 1. Inglês (Ensino fundamental) I. Oliveira, Denise
de Andrade Santos.
Índices para catálogo sistemático:
1. Inglês : Ensino fundamental 372.652
Cibele Maria Dias - Bibliotecária - CRB-8/9427
09/08/2022 16:05:2109/08/2022 16:05:21
Caro professor,
O mundo segue em constante mudança, e não po-
demos deixar de considerar o impacto delas na forma-
ção de nossos estudantes. Dessa maneira, é preciso não 
apenas formar cidadãos capazes de analisar e interpre-
tar criticamente a grande quantidade de informações 
transmitidas a eles diariamente, mas também auxiliá-
-los a desenvolver estratégias de organização, colabo-
ração e respeito, tornando-os cada vez mais habilitados 
para agir no mundo de maneira responsável e ativa.
Pensando nisso, elaboramos esta coleção com o ob-
jetivo de lhe oferecer um instrumento que contribua 
tanto para a sua formação profissional quanto para a 
formação de seus estudantes.
Para facilitar esses processos, organizamos este 
Manual do Professor com orientações, comentários e 
sugestões que o auxiliarão a tornar suas aulas ainda 
mais interessantes e enriquecedoras.
Esperamos que as orientações didáticas e metodoló-
gicas apresentadas neste material possam efetivamente 
promover sua formação profissional assim como guiar 
seu trabalho em sala de aula com os comentários especí-
ficos das seções e as informações complementares.
Bom trabalho!
Apresentação
Fo
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04/08/2022 10:26:0504/08/2022 10:26:05
Sumário
Conheça a estrutura da coleção ..........V
Livro do Estudante .................................................. V
Manual do Professor ............................................ VII
Proposta teórico-metodológica 
da coleção.......................................................... VIII
A língua inglesa no mundo .................................. IX
Os eixos norteadores ...............................................X
O uso da língua materna nas 
aulas de Língua Inglesa ..................................... XVI
As atividades lúdicas .........................................XVII
Práticas pedagógicas ...............................XIX
O papel do professor ........................................... XIX
O ensino interdisciplinar e o planejamento .. XIX
Metodologias ativas.............................................habilidades devem 
estar envolvidas:
[...]
• diferenciação, comparação e contraste entre 
diferentes perspectivas disciplinares, profis-
sionais e interdisciplinares;
• identificação de pontos comuns e esclareci-
mento de como as diferenças se relacionam 
com a tarefa a ser cumprida;
• delineamento de um entendimento holístico 
baseado nos pontos comuns, mas que conti-
nua suscetível às diferenças.
[...]
KLEIN, 1996 apud KLEIN, Julie Thompson. Ensino 
interdisciplinar: didática e teoria. In: FAZENDA, Ivani Catarina 
Arantes (org.). Didática e interdisciplinaridade. 17. ed. 
Campinas: Papirus, 2012. (Coleção Práxis). p. 121. 
Ao identificar os componentes curriculares 
que podem ser associados no trabalho de deter-
minado objeto de conhecimento, iniciamos uma 
caminhada em direção a um processo de ensino-
-aprendizagem integrador.
A fim de promover a superação da fragmen-
tação disciplinar, em sintonia com a BNCC, esta 
coleção propõe, em diversos momentos, uma 
articulação entre os componentes curriculares e 
seus respectivos objetos de conhecimento com 
base em temas, conteúdos, recursos e seções 
que favoreçam tal abordagem. Em diferentes 
momentos, no Manual do Professor, são apre-
sentadas orientações de desenvolvimento espe-
cíficas para compreender quais componentes 
podem ser desenvolvidos com base na leitura 
de um texto ou no desenvolvimento de determi-
nada atividade.
XX
04/08/2022 10:26:0704/08/2022 10:26:07
Como planejar uma aula 
interdisciplinar
Para alcançar a interdisciplinaridade com ou-
tro componente curricular, é necessário partir 
dos objetivos de aprendizagem estabelecidos 
para o conteúdo a ser trabalhado e, depois, para 
a aula em específico. Em seguida, é necessário 
conversar com o outro professor e saber dele 
quais objetivos de aprendizagem delineados por 
você são pertinentes à área de conhecimento de-
le e, por fim, de que modo é possível trabalhá-
-los em conjunto. Tendo em vista que ambos le-
cionam para a turma em questão, é pressuposto 
que já tenham uma avaliação diagnóstica do que 
os estudantes sabem a respeito desse conteúdo 
e o que necessitam aprender no momento.
Outro ponto importante a salientar é, sempre 
que possível, considerar os interesses específicos 
dos estudantes, permitindo-lhes opinar e partici-
par das escolhas dos assuntos ou das atividades 
a serem realizadas. Desse modo, favorece-se o 
protagonismo da turma no processo de ensino-
-aprendizagem e, ao mesmo tempo, permite-se 
que temáticas relacionadas à vivência deles, co-
mo as pertencentes às culturas juvenis, possam 
ser discutidas em sala de aula. 
Se não houver a possibilidade do trabalho em 
parceria com o professor de outro componente 
curricular, conduza a realização de pesquisas para 
que a turma adquira os conhecimentos necessá-
rios para desenvolver a proposta interdisciplinar. 
Nesse caso, oriente os estudantes com relação a: 
• quais fontes de pesquisa devem consultar 
ou como fazer a escolha delas; 
• como executar as anotações, discernindo o 
que é relevante para o estudo do que não é; 
• como organizar as informações obtidas; 
• como elas deverão ser entregues (impres-
sas, por meio de cartazes, posts no blog da 
turma etc.).
Tanto no trabalho individual quanto em con-
junto com um professor colega, defina os objeti-
vos de cada aula, os tópicos a serem estudados, 
quais são as etapas necessárias para a realização 
deles, os prazos para a conclusão de cada etapa 
e quais são os critérios de avaliação a serem uti-
lizados. Defina o que se espera dos estudantes e 
atente para que todo o processo fique claro para 
eles. Nessa coleção, os momentos de interdisci-
plinaridade estão destacados nas orientações es-
pecíficas do Manual do Professor.
As metodologias ativas são estratégias pe-
dagógicas que buscam instigar o papel do pro-
fessor como mediador, em vez de unicamente 
transmissor de informação, e o protagonismo 
dos estudantes. Por meio delas, 
[...] os alunos passam a ter um comportamento 
mais ativo, envolvendo-os de modo que eles sejam 
mais engajados, realizando atividades que possam 
auxiliar o estabelecimento de relações com o con-
texto, o desenvolvimento de estratégias cognitivas 
e o processo de construção de conhecimento.
[...]
VALENTE, José Armando; ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de; 
GERALDINI, Alexandra Flogi Serpa. Metodologias ativas: das concepções às 
práticas em distintos níveis de ensino. Revista Diálogo Educacional, Curitiba, 
v. 17, n. 52, jun. 2017. p. 464. Disponível em: https://periodicos.pucpr.br/
dialogoeducacional/article/view/9900. Acesso em: 5 jun. 2022.
De acordo com Moran (2018, p. 2),
[...]
O que constatamos, cada vez mais, é que a 
aprendizagem por meio da transmissão é impor-
tante, mas a aprendizagem por questionamento e 
experimentação é mais relevante para uma com-
preensão mais ampla e profunda. Nos últimos 
anos, tem havido uma ênfase em combinar meto-
dologias ativas em contextos híbridos, que unam 
as vantagens das metodologias indutivas e das me-
todologias dedutivas. Os modelos híbridos procu-
ram equilibrar a experimentação com a dedução, 
invertendo a ordem tradicional: experimentamos, 
entendemos a teoria e voltamos para a realidade 
(indução-dedução, com apoio docente).
A aprendizagem é ativa e significativa quando 
avançamos em espiral, de níveis mais simples pa-
ra mais complexos de conhecimento e competên-
cia em todas as dimensões da vida. Esses avanços 
realizam-se por diversas trilhas com movimentos, 
tempos e desenhos diferentes, que se integram 
Metodologias ativas
XXI
04/08/2022 10:26:0704/08/2022 10:26:07
https://periodicos.pucpr.br/dialogoeducacional/article/view/9900
como mosaicos dinâmicos, com diversas ênfases, 
cores e sínteses, frutos das interações pessoais, so-
ciais e culturais em que estamos inseridos.
[...]
MORAN, José. Metodologias ativas para uma aprendizagem mais profunda. In: 
BACICH, Lilian; MORAN, José (org.). Metodologias ativas para uma educação 
inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018. p. 2.
Com relação às tecnologias e ao hibridismo, o 
autor ainda afirma:
[...] As metodologias ativas dão ênfase no papel 
protagonista do aluno, ao seu envolvimento direto, 
participativo e reflexivo em todas as etapas do pro-
cesso, experimentando, desenhando, criando, com 
orientação do professor; a aprendizagem híbrida 
destaca a flexibilidade, a mistura e compartilha-
mento de espaços, tempos, atividades, materiais, 
técnicas e tecnologias que compõem esse processo 
ativo. Híbrido, hoje, tem uma mediação tecnológica 
forte: físico-digital, móvel, ubíquo, realidade física 
e aumentada, que trazem inúmeras possibilidades 
de combinações, arranjos, itinerários, atividades.
[...]
Metodologias ativas são estratégias de ensino 
centradas na participação efetiva dos estudan-
tes na construção do processo de aprendizagem, 
de forma flexível, interligada e híbrida. As me-
todologias ativas, num mundo conectado e digi-
tal, expressam-se por meio de modelos de ensi-
no híbridos, com muitas possíveis combinações. 
A junção de metodologias ativas com modelos 
flexíveis e híbridos traz contribuições impor-
tantes para o desenho de soluções atuais para os 
aprendizes de hoje.
MORAN, José. Metodologias ativas para uma aprendizagem mais 
profunda. In: BACICH, Lilian; MORAN, José (org.). Metodologias ativas 
para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. 
Porto Alegre: Penso, 2018. p. 4.
O que se pretende com a utilização de metodo-
logias ativas na educação é conduzir os estudan-
tes para o centro do processo de ensino e apren-
dizagem, conferindo-lhes mais autonomia quan-
to aos assuntos e conteúdos que serão estudados 
e em formatos que favoreçam a descoberta e o 
desenvolvimento de suas habilidades pessoais 
(de fala, escrita, produção audiovisual, expres-
sões artísticas, gerenciamento, liderança etc.).
Dessa forma, as metodologias ativas podem 
ser utilizadas com o intuito de engajar os estu-
dantes e tornar a aprendizagemmais significa-
tiva em sala de aula, promovendo o trabalho em 
equipe, a cooperação, a empatia, o pluralismo de 
ideias, a argumentação, o pensamento crítico, a 
curiosidade intelectual, a investigação científica, 
entre outros inúmeros aspectos.
Sabemos que, com uma mudança de postura 
do professor e seu olhar direcionado às neces-
sidades e anseios de cada estudante, é possível 
reconfigurar a prática pedagógica para tornar a 
aprendizagem mais significativa, por isso apre-
sentamos a seguir algumas das estratégias mais 
recorrentes nesta coleção, o que não inviabiliza 
que você utilize em suas aulas outras estraté-
gias que sejam condizentes com o perfil de seus 
estudantes.
Estratégias
Card cluster (Cartões em grupos)
Card cluster é uma estratégia de debate que 
usa cartões com assuntos a serem debatidos 
pelos estudantes. Selecione um ou mais temas 
e prepare cartões com perguntas e provocações 
com base neles. Em seguida, há três formas de 
desenvolver essa estratégia.
Opção 1
Sorteie os cartões e leia-os para a turma. Em seguida, 
os estudantes iniciam o debate apresentando suas 
opiniões e as informações que as fundamentam.
Opção 2
Em pequenos grupos, os estudantes sorteiam os car-
tões e discutem o tema, anotando os principais pon-
tos levantados. Ao final, um representante de cada 
grupo apresenta essas informações para a turma.
Opção 3
Em pequenos grupos, os estudantes sorteiam os car-
tões e discutem o tema, anotando os principais pontos 
levantados. Ao final, colam em um mural o que escre-
veram, a fim de ser lido por toda a turma.
Vale reforçar que em turma com muitos estu-
dantes é necessário organizá-la em grupos meno-
res. Nesse caso, procure mesclar estudantes com 
diferentes tipos de conhecimentos e habilidades, 
lembrando-os sempre de que apoio, respeito e 
cooperação são indispensáveis na atividade.
XXII
04/08/2022 10:26:0704/08/2022 10:26:07
te, imprima formulários para a turma trabalhar 
individualmente ou em grupos. 
Gallery walk (Caminhada na galeria)
A estratégia contempla a aprendizagem 
por meios de diferentes recursos, como a in-
vestigação, a leitura, a troca de ideias com os 
pares, a escrita e a elaboração de materiais 
visuais. Cada indivíduo compreende melhor 
certos tipos de informação (visuais, sonoras, 
táteis etc.), portanto é necessário que, em uma 
aula, sejam usados diferentes estímulos para 
conduzir estudantes com diferentes tipos de 
conhecimentos e habilidades na construção do 
objeto do conhecimento. Essa estratégia prevê 
a execução de uma série de atividades que au-
xiliam o professor a promover essa diversidade 
de experiências, além de levar os estudantes a 
desenvolver o poder de síntese.
Essa estratégia consiste, basicamente, em 
expor os trabalhos (que podem ser o resultado 
de uma pesquisa – individual ou coletiva –, pro-
dução textual, atividade avaliativa, entre outros) 
como se fossem obras de arte em uma galeria: 
os estudantes produzem cartazes e os fixam nas 
paredes da sala de aula. Em seguida, a turma ca-
minha pela sala de aula analisando os trabalhos 
dos colegas e conversando sobre eles.
Nas aulas do componente curricular de Lín-
gua Inglesa, é possível empregar essa estratégia 
em diversos momentos, como na socialização 
de produções textuais, na apresentação do re-
sultado das atividades de pesquisa e na siste-
matização ou revisão de conteúdos. Ao final da 
atividade, é sempre interessante promover um 
encerramento reunindo a turma toda para uma 
discussão sobre o próprio trabalho e o dos cole-
gas. Com isso, é possível detectar possíveis erros 
de compreensão e sanar dúvidas.
Confira a seguir um resumo do passo a passo 
dessa estratégia.
1º momento
• Os estudantes elaboram cartazes com 
as principais ideias do tema ou conteú-
do proposto.
Quiz (Questionário)
O quiz tem por objetivo avaliar os conhecimen-
tos do jogador. Como instrumento de ensino, ele 
pode ser aplicado em avaliações formativas pa-
ra conferir o desenvolvimento e as necessidades 
dos estudantes. Como ele pode ser organizado 
em um programa ou aplicativo on-line próprio 
para produzir questionários, essa estratégia po-
de ser desenvolvida presencialmente ou a distân-
cia. Por ser um jogo que envolve pontuações, ele 
incentiva uma competição saudável entre os es-
tudantes. Se não puder ser realizado virtualmen-
Jigsaw (Quebra-cabeça)
O jigsaw – ou quebra-cabeça, em português – 
é uma estratégia de aprendizagem cooperativa 
composta de três etapas. Confira como ocorre 
cada uma delas no esquema a seguir.
Selecione um texto ou conteú-
do e organize-o de acordo com 
a quantidade de estudantes de 
cada grupo. Assim, para equipes 
com cinco estudantes, por exem-
plo, o conteúdo deve ser dividido 
em cinco partes. Cada um terá 
um tempo determinado para ler, concentrando-se 
exclusivamente em sua parte do assunto.
Etapa 1
Reorganize os grupos, formando 
as novas equipes com os estu-
dantes responsáveis pelo mesmo 
conteúdo ou trecho do texto. Com 
base nele, os integrantes do gru-
po devem debater entre si o que 
compreenderam.
Etapa 2
Volte à configuração original dos 
grupos para cada um compartilhar 
com sua equipe o que discutiu e 
o que entendeu sobre o conteú-
do estudado. Durante a dinâmica, 
caminhe entre os grupos para es-
clarecer dúvidas e auxiliar os es-
tudantes com dificuldades em se 
comunicar com os colegas.
Etapa 3
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XXIII
04/08/2022 10:26:0704/08/2022 10:26:07
One-minute paper 
(Papel de um minuto)
A estratégia pode ser utilizada no momen-
to da avaliação diagnóstica ou formativa ou ao 
longo do trabalho com os conteúdos. Consiste 
na escrita rápida, em um minuto, a respeito dos 
conhecimentos prévios sobre determinado tema 
ou conteúdo (no caso da avaliação diagnóstica) 
e também conceitos, respostas, opiniões, consi-
derações ou dúvidas com relação a um conteúdo 
recentemente visto (no caso da avaliação forma-
tiva ou durante o trabalho com os conteúdos).
Essa atividade pode ser feita utilizando tiras de 
papel, nas quais os estudantes devem escrever, 
em um minuto, o que é solicitado e entregar, sem 
identificação, ao professor, que terá a opção de 
abordar coletivamente os aspectos verificados 
nessas contribuições. 
No caso de usá-la como avaliação diagnóstica, 
estruture a aula do conteúdo a ser estudado de 
forma a não repetir o que os estudantes já sa-
bem. Se essa estratégia servir como avaliação 
formativa, elabore atividades específicas para 
atender às dificuldades identificadas.
Confira a seguir um resumo do passo a passo 
dessa estratégia.
2º momento
• Os cartazes são afixados na sala de aula, 
como obras de arte em uma galeria.
• Os estudantes circulam, analisando o 
trabalho dos colegas, refletindo e conver-
sando sobre as informações expostas.
3º momento
• A turma é reunida, e os estudantes dis-
cutem o próprio trabalho e o dos cole-
gas, esclarecendo eventuais dúvidas e 
promovendo um debate geral acerca 
da atividade.
Momento da abordagem
• Início da aula ou abordagem de algum conteúdo, 
como avaliação diagnóstica.
• Durante a aula ou ao final da abordagem do conteú-
do, como avaliação formativa.
Quick writing (Escrita rápida)
Estratégia que consiste na escrita rápida e cur-
ta sobre um tema em um tempo breve determina-
do pelo professor. Serve tanto para ativar conhe-
cimentos prévios quanto para auxiliar na fixação 
e esclarecimento de ideias. Além disso, ajuda os 
estudantes a desenvolver a fluência na escrita e a 
capacidade de síntese. A principal diferença entre 
esta e a estratégia One-minute paper é o tempo: 
nesse, caso, o tempo máximo é de cinco minutos. 
Uma das vantagens dessa estratégia é ela fa-
vorecer estudantes que não se sentem seguros 
para se expor oralmente. Não é necessário que o 
texto criado seja compartilhado com os colegas, 
mas após a realização da atividade, os estudan-
tes podem ser orientados a discutir as ideias re-
gistradas em grupos ou duplas.
Até que os estudantesse familiarizem com 
essa estratégia, de início, oriente-os a escrever 
as primeiras ideias que surgirem em sua mente. 
Com o tempo, eles poderão se concentrar mais 
facilmente no tema proposto e registrar o que 
pensam com maior clareza.
Think-pair-share 
(Pensar-conversar-compartilhar)
Trata-se de uma estratégia que incentiva o de-
senvolvimento de diferentes habilidades dos es-
tudantes, como refletir, dialogar e expor-se oral-
mente, sendo também uma excelente proposta 
para avaliação diagnóstica e formativa. 
Essa estratégia consiste em, primeiro, pensar 
individualmente a respeito de uma pergunta feita 
pelo professor. Depois, em duplas, os estudantes 
devem compartilhar suas respostas e trocar in-
formações sobre as ideias que tiveram, buscando 
Objetivo
• Explorar os conhecimentos prévios dos estudantes.
• Verificar a compreensão do conteúdo estudado.
• Identificar dúvidas ou dificuldades.
Exemplo
• O que você entende por argumentação?
• Dê um exemplo de texto jornalístico.
Ilu
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XXIV
04/08/2022 10:26:0704/08/2022 10:26:07
juntos chegar a uma resposta para a questão. Por 
fim, devem socializar com um grupo maior ou 
com toda a turma as conclusões da dupla e ela-
borar uma nova resposta ou conclusão coletiva.
É interessante empregar essa estratégia com 
estudantes mais tímidos e que não se sentem à 
vontade para compartilhar suas respostas com a 
turma toda, pois antes de se exporem ao grupo 
maior, há o momento de troca de ideias com um 
colega de turma. 
Nas aulas do componente curricular de Lín-
gua Inglesa, essa estratégia pode ser usada nas 
seções avaliativas, ao longo do desenvolvimen-
to dos conteúdos, durante a leitura para elabo-
rar hipóteses com relação ao texto e em diver-
sos outros momentos em que o professor julgar 
pertinente.
Confira a seguir um resumo do passo a passo 
dessa estratégia.
O professor faz uma pergunta que conduza 
os estudantes a uma reflexão e solicita-lhes 
que pensem individualmente sobre ela.
Os estudantes reúnem-se em duplas para trocar 
ideias sobre a resposta.
As duplas reúnem-se em grupos maiores ou toda a 
turma se reúne para compartilhar as respostas. O gru-
po discute as respostas de cada dupla e elabora uma 
nova resposta coletiva, com base nas conversas e con-
clusões anteriores.
THINK
PAIR
SHARE
Antes de colocar essa estratégia em prática, é 
importante esclarecer à turma como se dará a ati-
vidade, certificar-se de que todos a entenderam 
(exemplificar a estratégia com dois voluntários 
pode ser uma opção) e buscar formar duplas que 
se complementem (um estudante que fale pouco 
com outro que se expresse mais; um que domi-
ne mais o conteúdo com outro que demonstra 
ter mais dificuldade etc.), associando estudantes 
com diferentes conhecimentos e habilidades.
Turn and talk (Vire e fale)
Com base em uma pergunta motivadora ou 
em um assunto previamente definido pelo pro-
fessor, em duplas, os estudantes são convidados 
a conversar. Essa estratégia é propícia ao desen-
volvimento da exposição oral, do intercâmbio 
conversacional e da escuta ativa, podendo ser 
usada como avaliação formativa. A vantagem 
dela é proporcionar a toda a turma a chance de 
responder ao questionamento ou comentar o as-
sunto proposto.
O uso de recursos didáticos variados propicia 
maior dinâmica em sala de aula, além de possi-
bilitar aos estudantes acesso à informação por 
meio de diferentes linguagens, desenvolvendo 
assim estratégias de aprendizagem diversas. 
Afinal, realizar uma pesquisa em um livro é dife-
rente de pesquisar um conteúdo em uma revista 
ou na internet, ainda que seja sobre o mesmo 
assunto; ler uma imagem é diferente de ler um 
texto verbal, e assim por diante.
Dessa maneira, é importante compreender 
quais recursos podem ser utilizados em sala de 
aula e como esse uso pode efetivamente auxi-
liar os estudantes a ser protagonistas de seu 
aprendizado.
Tecnologias digitais da 
informação e comunicação
A tecnologia faz parte da evolução do ser hu-
mano e da história da humanidade. Atualmente, 
temos as Tecnologias Digitais da Informação e 
Comunicação (TDIC), que modificam as noções 
de tempo e espaço, influenciando diretamente 
as relações humanas. Elas permitem o processa-
mento de qualquer tipo de informação, e a co-
municação ocorre em tempo real mesmo entre 
pessoas distantes geograficamente.
A presença das TDIC ampliou a gama de ele-
mentos disponíveis para enriquecer o trabalho 
em sala de aula, que há muito tempo já contava 
com recursos tecnológicos como televisão, fil-
mes, músicas e projeções.
O uso de tecnologias em sala de aula poten-
cializa o processo de aprendizagem, favorecendo 
Recursos didáticos
XXV
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a interação entre professor, estudante e conhe-
cimento. Além disso, utilizar a internet, os recur-
sos e as ferramentas tecnológicas transforma a 
escola em um espaço aberto, conectado com o 
mundo, capaz de promover trocas de experiên-
cias entre professores e estudantes de outras lo-
calidades.
É importante ressaltar, porém, que o uso de 
TDIC é um instrumento para o processo de ensi-
no e aprendizagem e não o foco. A lousa, o giz e 
o professor compartilham espaço na sala de aula 
com televisores, mídias digitais, computadores, 
softwares, lousas digitais e projetores multimídia 
e não reduzem o papel da escola ou do professor 
na educação.
[...] Os recursos semióticos que encontramos nas te-
las dos computadores são basicamente os mesmos 
que podemos encontrar em uma sala de aula con-
vencional: letras e textos escritos, imagens estáticas 
ou em movimento, linguagem oral, sons, dados nu-
méricos, gráficos, etc. A novidade, em resumo, está 
realmente no fato de que as TIC digitais permitem 
criar ambientes que integram os sistemas semióti-
cos conhecidos e ampliam até limites inimagináveis 
à capacidade humana de (re)apresentar, processar, 
transmitir e compartilhar grandes quantidades de 
informação com cada vez menos limitações de es-
paço e de tempo, de forma quase instantânea e com 
um custo econômico cada vez menor.
[...]
COLL, César; MAURI, Teresa; ONRUBIA, Javier. A incorporação das tecnologias 
da informação e da comunicação na educação: do projeto técnico-pedagógico 
às práticas de uso. In: COLL, César; MONEREO, Carles. Psicologia da 
educação virtual: aprender e ensinar com as tecnologias da informação 
e da comunicação. Porto Alegre: Artmed, 2010. p. 76.
Ao longo da coleção, é possível encontrar su-
gestões de como aproveitar os recursos tecnoló-
gicos, digitais ou não, multimidiáticos e multimo-
dais, presentes no dia a dia dos estudantes, para 
ampliar o campo da educação e torná-la mais 
significativa e prazerosa, um desafio para a for-
mação das novas e futuras gerações.
É inegável que a educação é influenciada pela 
tecnologia e pelas diferentes formas de comu-
nicação, assim como não é possível desvincular 
o ensino da comunicação em massa, seja ela 
impressa ou digital. Se julgar pertinente, aces-
se com os estudantes a versão digital-interativa 
desta coleção, que contém alguns objetos de 
enriquecimento que complementam o material 
impresso e poderão tornar as aulas mais atrati-
vas e interessantes.
Televisão e cinema
A televisão e o cinema podem ser utilizados 
para mostrar fatos históricos, a construção de 
conceitos científicos e os conceitos errôneos pre-
sentes em muitas ideias de senso comum. Os fil-
mes e os programas de televisão têm em comum 
o aspecto motivador e podem ser utilizados de 
forma contextualizada, complementando os con-
ceitos científicos do currículo escolar. Ao longo 
da coleção são encontradas orientações de tra-
balho com esses recursos tecnológicos.
Artes gráficas e literatura
O trabalho com leitura de imagens é extre-
mamente importante e pode ser utilizado em 
diferentes momentos. O próprio material didá-
tico apresenta fotografias, pinturas, ilustrações, 
entre outras imagens que podem ser exploradas 
em sala de aula,considerando sempre que possí-
vel o contexto em que a imagem foi produzida, a 
técnica utilizada, o artista que a produziu (quan-
do for o caso) e o objetivo da imagem (apresen-
tar uma crítica social, expressar um sentimento, 
retratar um momento etc.).
Outra possibilidade é o trabalho com literatu-
ra, que além de incentivar a leitura, permite aos 
estudantes desenvolver a criatividade e a imagi-
nação. É importante conhecer o contexto da obra 
(autor, época, público) antecipadamente para 
que, dessa forma, o conteúdo se torne mais insti-
gante. Essas informações de contexto podem ser 
pesquisadas por eles ou apresentadas por você 
antes de realizar a leitura da obra. Atividades co-
mo essas auxiliam no desenvolvimento da com-
petência leitora.
Jornais e revistas
Ler jornais – impressos ou digitais – oferece 
diversos benefícios ao trabalho em sala de aula, 
pois além de contribuir para o desenvolvimento 
da competência leitora, o jornal é uma impor-
tante fonte de informações atuais. Nele estão 
registradas informações, opiniões, fatos históri-
cos, descobertas científicas e conflitos políticos 
XXVI
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e econômicos. Trata-se de um veículo de comu-
nicação capaz de auxiliar na formação de cida-
dãos críticos.
O trabalho com jornais na escola desenvolve 
nos estudantes habilidades como: identificar, 
relacionar, combinar, comparar, selecionar, clas-
sificar e ordenar, codificar, esquematizar, repro-
duzir, transformar, memorizar, conceituar, criar e 
reaplicar conhecimentos. Esse trabalho também 
promove a capacidade de indução, dedução, le-
vantamento e verificação de hipóteses, além do 
desenvolvimento da criticidade diante das fake 
news (notícias falsas) e da importância da busca 
por fontes seguras e confiáveis, além da checa-
gem dos fatos e da curadoria da informação.
As revistas especializadas (História, Ciências, 
Linguística, Arte) geralmente têm uma preocupa-
ção com o caráter didático de suas reportagens, 
que facilita a compreensão e aumenta o compro-
metimento com o assunto estudado. Elas são in-
dicadas tanto para a sua leitura quanto para a dos 
estudantes, sempre que o momento for propício. 
Além disso, recursos livres e gratuitos em língua 
inglesa podem ser consultados na internet.
Nesta coleção, em vários momentos, os estu-
dantes são instruídos a realizar pesquisas, tan-
to individuais quanto coletivas. Para que a pes-
quisa escolar obtenha resultados satisfatórios, 
existem algumas etapas importantes que devem 
ser seguidas sempre que possível: definição do 
tema, planejamento, coleta de dados, análise e 
interpretação dos dados, produção do texto, re-
visão, socialização.
A pesquisa incentiva os estudantes a analisar 
a realidade e a levantar hipóteses para explicá-
-la e/ou modificá-la, instigando sua curiosidade 
intelectual, a reflexão sobre seu contexto de vi-
da, suas experiências pessoais e seu projeto de 
vida. Além disso, aproxima-os do saber científi-
co, que lhes permite o contato com o pluralismo 
de ideias e o desenvolvimento do pensamento 
crítico, e, futuramente, facilitará sua inserção no 
mundo do trabalho.
A internet é uma das principais ferramentas 
utilizadas por eles quando se trata de pesquisa. 
Práticas de pesquisa
Para desenvolver essa prática com os estudan-
tes, é necessário atentar à restrição de alguns 
conteúdos para determinadas faixas etárias, de 
acordo com critérios éticos e legais. Ao solicitar a 
eles a pesquisa na internet, é preciso orientá-los 
em relação aos cuidados que devem ter nas re-
des e em acessar fontes confiáveis e adequadas 
à faixa etária. A supervisão do professor ou dos 
responsáveis é imprescindível para o uso dessas 
tecnologias de forma crítica, significativa, reflexi-
va e ética.
Visando ampliar a perspectiva dos estudan-
tes a respeito do fazer científico, são trabalhadas 
nesta coleção noções introdutórias das seguintes 
práticas de pesquisa: revisão bibliográfica, obser-
vação, tomada de nota e construção de relatórios 
e entrevistas. 
Ao longo das orientações ao professor, essas 
práticas de pesquisa são indicadas em momen-
tos específicos e propícios, mas o professor tem 
a liberdade para empregá-las em outros momen-
tos do livro que julgar pertinentes e também em 
outras atividades que dispensem o uso do livro 
didático, de acordo com o perfil de sua turma.
Conheça a seguir um pouco mais sobre cada 
uma delas.
Revisão bibliográfica 
A base para uma pesquisa consiste em co-
nhecer todo o repertório de conhecimento pro-
duzido a respeito da questão ou problema que 
se quer averiguar. A revisão bibliográfica é feita, 
principalmente, por meio da escolha de fontes 
confiáveis e da identificação de conceitos e pala-
vras-chave a fim de distinguir, na bibliografia dis-
ponível, o que é relevante para a investigação do 
que não é. Ao desenvolver esse tipo de pesquisa, 
é importante que os estudantes pesquisem fon-
tes recentes e atualizadas sobre o tema e tam-
bém os autores clássicos e canônicos. Em segui-
da, devem registrar as informações selecionadas 
para apresentar à turma.
Essa prática de pesquisa pode ser desenvolvi-
da em diversos momentos, por exemplo, na se-
ção Time to read, quando os estudantes preci-
sam pesquisar informações relacionadas aos te-
mas dos textos lidos, e no boxe Time to reflect, a 
fim de ampliar a discussão de temas relevantes.
XXVII
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Observação, tomada de nota 
e construção de relatórios 
A observação científica é diferente daquela que 
procedemos habitualmente. O investigador busca 
a todo momento estar integralmente nas situa-
ções que envolvem a pesquisa (ambiente físico e 
humano, problemas, fatos, histórias etc.), refletin-
do e atentando aos detalhes que a circundam. De 
modo a não confiar apenas em sua memória ou no 
que lhe marcou no momento, é necessária a toma-
da de nota. Por fim, com base nas anotações, deve 
ser feita a construção do relatório, cujo objetivo é 
socializar o resultado da pesquisa/investigação. 
Essa prática de pesquisa pode ser usada ao se 
desenvolver, por exemplo, um relatório com base 
em dados coletados em discussões com a turma.
Entrevistas 
A entrevista é um gênero textual que faz parte 
dos objetos de ensino de Língua Inglesa, portanto 
os estudantes costumam ter certa familiaridade 
com ela. Enquanto prática de pesquisa, as entre-
vistas possibilitam a interação entre o pesquisador 
e o entrevistado. Ela é guiada por um roteiro, con-
tudo, como é esperado de qualquer relação hu-
mana, não pode ser determinada por ele. Ao estar 
diante do entrevistado, o entrevistador deve saber 
que postura assumir (não julgar qualquer respos-
ta obtida), como abordar o assunto, que registro 
utilizar (mais formal ou mais informal), de que mo-
do deixar a pessoa à vontade para falar e diversos 
outros fatores relacionados ao ato conversacional 
em si. Por fim, as percepções e conclusões a res-
peito da pesquisa realizada por meio da entrevista 
devem ser compartilhadas com a turma.
Além de estar na seção Time to speak, como 
gênero a ser produzido, é possível solicitar aos es-
tudantes que façam entrevistas ao produzirem ou-
tros textos e em outras atividades investigativas.
Diante desse cenário, é imprescindível o desen-
volvimento do pensamento computacional, que 
se constitui na utilização de fundamentos e con-
ceitos da Ciência da Computação para resolver 
problemas cada vez maiores e mais complexos.
Pensamento computacional baseia-se no poder e 
limites de processos computacionais, sejam eles exe-
cutados por um humano ou por uma máquina. Mé-
todos e modelos computacionais nos dão a coragem 
para resolver problemas e projetar sistemas que ne-
nhum de nós seria capaz de enfrentar sozinhos. [...]
WING, Jeannette. Pensamento computacional – Um conjunto de 
atitudes e habilidades que todos, não só cientistas da computação, 
ficaram ansiosos para aprender e usar. Revista Brasileira de 
Ensino de Ciência e Tecnologia, Ponta Grossa, v. 9, n. 2,maio/ago. 2016. p. 2. Disponível em: https://periodicos.utfpr.edu.br/ 
rbect/article/download/4711/pdf. Acesso em: 30 maio 2022.
É importante assinalar que para desenvolver o 
pensamento computacional não é indispensável 
o uso do computador, havendo o pensamento 
computacional plugado (aquele que exige o uso 
de ferramentas tecnológicas, como softwares e 
aplicativos) e o desplugado (aquele que não exige 
o uso de ferramentas tecnológicas, mas materiais 
impressos, como o próprio livro didático).
O pensamento computacional designa um 
mecanismo de atuação que pode ser reproduzi-
do quando temos em mente seus quatro pilares: 
decomposição, reconhecimento de padrões, abs-
tração e algoritmo. Confira uma breve explicação 
de cada um deles a seguir.
Dividir um problema em partes menores 
para compreendê-lo e resolvê-lo mais fa-
cilmente.
Decomposição
Extrair dessa comparação informações 
relevantes para a solução do problema.
Abstração 
Elaborar e seguir um passo a passo ou 
um conjunto de regras para a solução do 
problema.
Algoritmos 
Comparar uma dessas partes com pro-
blemas parecidos que foram soluciona-
dos, reconhecendo semelhanças.
Reconhecimento de padrões 
Vivemos em um mundo cada vez mais tecno-
lógico e conectado, e a necessidade de acompa-
nhar todas essas transformações impulsionou o 
uso das Tecnologias Digitais da Informação e Co-
municação (TDIC) como recursos pedagógicos. 
Pensamento computacional
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https://periodicos.utfpr.edu.br/rbect/article/download/4711/pdf
Esta coleção proporciona o uso tanto do pen-
samento computacional plugado quanto do des-
plugado. Confira a seguir algumas sugestões de 
abordagens. 
Pensamento 
computacional 
plugado
Pensamento 
computacional 
desplugado
• Atividades de 
pesquisa na 
internet.
• Leitura de textos 
multissemióticos, 
próprios da 
cultura digital.
• Atividades práticas, de pesquisa 
e investigativas.
• Atividades de produção de 
texto escrito, que envolvem 
planejamento, pesquisa, 
produção, revisão e edição.
• Atividades de produção de 
texto oral, que envolvem plane-
jamento, como dramatização.
• Atividades de análise linguística, 
em que é possível desenvolver 
o reconhecimento de padrões.
Há outros momentos em que é possível explo-
rar conceitos do pensamento computacional na 
abordagem de conteúdos do componente curri-
cular de Língua Inglesa. Exemplificamos no qua-
dro a seguir algumas dessas possibilidades.
Conceitos de 
pensamento 
computacional
Língua Inglesa
Coleção de 
dados 
Identificar padrões em diferentes 
tipos de frases e gêneros textuais; 
pesquisar e coletar informações 
para discutir sobre algum tema 
proposto.
Análise de 
dados 
Representar padrões de diferentes 
tipos de frases e gêneros textuais.
Representação 
de dados 
Escrever diferentes gêneros 
textuais colocando em prática 
a língua em estudo.
Abstração Deduzir conclusões dos fatos.
Algoritmos e 
procedimentos 
Descrever o passo a passo necessá-
rio para produzir um exemplar de 
determinado gênero textual.
Paralelismo Utilizar o corretor ortográfico.
Simulação Encenação de um diálogo e jogos 
para praticar o vocabulário.
Fonte: BRACKMANN, Christian Puhlmann. Desenvolvimento do pensamento 
computacional através de atividades desplugadas na educação básica. 
2017. Tese (Doutorado em Informática na Educação) – Programa de Pós-
graduação em Informática na Educação, Universidade Federal do Rio 
Grande do Sul, Porto Alegre, 2017. Disponível em: https://lume.ufrgs.br/
handle/10183/172208. Acesso em: 3 maio 2022.
A BNCC orienta a incorporação de tecnolo-
gias digitais por meio da competência geral 5, 
da competência específica de Linguagens 6 e 
da competência específica de Língua Inglesa 
5. Além disso, segundo a BNCC, o pensamento 
computacional 
[...] envolve as capacidades de compreender, ana-
lisar, definir, modelar, resolver, comparar e auto-
matizar problemas e suas soluções, de forma me-
tódica e sistemática, por meio do desenvolvimento 
de algoritmos [...] 
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum 
Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 474. Disponível em: 
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_
versaofinal_site.pdf. Acesso em: 11 fev. 2022.
Percebe-se, então, que o objetivo não se res-
tringe a proporcionar o contato com ferramen-
tas digitais, mas também tornar os estudantes 
capazes de entender a estrutura desse mundo 
tecnológico e de atuar nele, de maneira crítica, 
reflexiva e ética. Sem dúvida, isso os auxiliará em 
outros contextos, fora do ambiente escolar, ao 
estabelecer e executar seus projetos pessoais.
A importância da avaliação
A avaliação é um instrumento essencial para 
sistematizar e orientar as ações pedagógicas do 
professor com base no diagnóstico e na análise 
do desenvolvimento dos estudantes.
Reforçamos também que, além de a avaliação 
ser importante, seu processo deve ser contínuo 
e não se restringir a resultados ou a momentos 
definidos e estanques, pois ela diagnostica os 
reais problemas e defasagens na aprendizagem 
dos estudantes e colabora para a evolução de 
seu conhecimento.
Assim, professores e estudantes participam 
da avaliação, que só acontece efetivamente se as 
dificuldades, os erros e os acertos fizerem senti-
do para ambos, como uma via de mão dupla para 
o ensino e a aprendizagem.
Dentro de sua atuação em sala de aula, po-
dem ser desenvolvidos três tipos de avaliação: 
diagnóstica, formativa e somativa.
A avaliação diagnóstica deve ser realizada a ca-
da início de um ciclo de estudos, com o objetivo 
A Avaliação
XXIX
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https://lume.ufrgs.br/handle/10183/172208
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf
de sondar os conhecimentos que os estudantes 
já têm sobre determinado assunto. Essa avalia-
ção auxilia no planejamento do seu trabalho com 
os próximos conteúdos, pois revela um possí-
vel ponto de partida. Segundo Santos e Varela 
(2007), essa etapa tem como objetivo averiguar 
como e em que medida ocorreram os conheci-
mentos anteriores e o que precisa para selecio-
nar as dificuldades que surgiram.
Nesta coleção, a avaliação diagnóstica está na 
seção What I know, no começo do volume, embo-
ra possa ser desenvolvida durante o trabalho com 
as páginas de abertura, ao explorar os gêneros a 
serem estudados, e no início de cada conteúdo.
A avaliação formativa deve ser utilizada duran-
te todo o processo de ensino-aprendizagem, pois 
está relacionada aos aspectos que proporcionam 
a formação dos estudantes e, por esse motivo, 
considera o processo de aprendizagem tão im-
portante quanto aquilo que se aprende.
A avaliação formativa privilegia a observação 
do processo ensino-aprendizagem por meio de di-
versos instrumentos que podem ser utilizados para 
verificar o alcance dos objetivos almejados, o domí-
nio do conhecimento, os avanços, as dificuldades 
em que o aluno necessita de uma nova abordagem. 
O erro é visto como parte integrante de uma cami-
nhada e revela a necessidade interventiva em de-
terminado conteúdo ou em dado momento.
[...]
GAVASSI, Susana Lisboa. Avaliação formativa: um desafio aos professores 
das séries finais do ensino fundamental. Trabalho de Conclusão de Curso 
(Especialização em Educação: Métodos e técnicas de ensino) – Universidade 
Tecnológica Federal do Paraná, Medianeira, 2012. p. 21.
Diversas atividades do Livro do Estudante 
podem ser aplicadas como avaliação formativa. 
No Manual do Professor, também são sugeri-
das atividades extras que podem desempenhar 
essa função. A seção Time to check pode ser 
usada tanto como avaliação formativa quanto 
somativa, a depender dos seus objetivos no pla-
nejamento das aulas. Nela, os estudantes exa-
minarão o que aprenderam durante o estudo da 
unidade e também refletirão, com base nessas 
informações, sobre seu desempenho no proces-
so, avaliando o que é necessário melhorar. Des-
se modo, a seção promoveoportunidades de au-
toavaliação por meio de metodologias ativas ao 
final de cada unidade.
A avaliação somativa, por sua vez, pretende 
ajuizar o progresso realizado pelos estudantes no 
final de uma unidade de aprendizagem, no senti-
do de aferir resultados já colhidos pelas avaliações 
formativas e obter indicadores que permitam 
aperfeiçoar o processo de ensino. Corresponde a 
um balanço final, a uma visão de conjunto relativo 
a um todo sobre o qual, até então, só haviam sido 
feitos juízos parciais. É fato que a avaliação soma-
tiva é a mais utilizada nas escolas e que, em mui-
tos casos, representa um caráter classificatório.
Nesta coleção, a seção What I know, ao final 
do volume, funciona como avaliação somativa ao 
final do ano letivo. Além dela, como citado ante-
riormente, a seção Time to check também pode 
servir como avaliação somativa, pois suas ques-
tões contemplam os conteúdos da unidade.
É importante pensar na avaliação como um 
processo que vai além de sua mera realização e 
que precisa ser cuidadosamente elaborado. O 
resultado dessa avaliação, por sua vez, deve ser 
devolvido e revisado com os estudantes, para que 
percebam o ensino como um processo, o que im-
plica analisar os motivos de seus erros a fim de 
avançar na aprendizagem. O planejamento ava-
liativo deve incluir conteúdos trabalhados em sala 
de aula de maneira contextualizada e reflexiva, le-
vando em consideração o processo de aprendiza-
gem dos estudantes. Deve, ainda, na medida do 
possível, conter atividades que valorizem diferen-
tes formas de expressão do conhecimento dos es-
tudantes, como atividades objetivas, dissertativas, 
trabalhos em grupo, debates, e assim por diante.
Para que a avaliação não se torne uma forma 
de seleção e exclusão, focada apenas em princí-
pios de eficiência e competitividade, é importan-
te haver um canal de comunicação entre os estu-
dantes e o professor. Desse modo, os critérios da 
avaliação, seja ela formativa ou somativa, preci-
sam ser apresentados e discutidos antes de sua 
realização, para que os estudantes saibam como 
e sob quais aspectos serão avaliados.
Quando elaborada, aplicada e revisada corre-
tamente, a avaliação perde seu caráter punitivo 
e excludente e passa a avaliar os estudantes de 
maneira formativa e continuada, além de possi-
bilitar a revisão e o aprimoramento da sua práti-
ca pedagógica.
XXX
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A seguir, apresentamos um modelo de ficha de 
desenvolvimento individual, que pode ser usado 
para mapear tanto os conhecimentos quanto as 
habilidades, atitudes e valores dos estudantes 
no início do processo de ensino-aprendizagem, 
auxiliando no acompanhamento da aprendiza-
gem de cada estudante ao longo do ano letivo e 
também no planejamento das aulas.
Essa ficha pode ser adaptada de acordo com 
as necessidades de cada turma. Por exemplo, o 
campo dos objetivos avaliados pode ser preenchi-
do com habilidades e competências da BNCC ou 
com os objetivos de aprendizagem do ano letivo, 
de acordo com seu planejamento. O campo de 
acompanhamento socioemocional permite um 
diagnóstico das habilidades e competências so-
cioemocionais de cada estudante e também pode 
ser adequado da maneira que julgar melhor.
Os campos de avaliação diagnóstica inicial e 
de observações podem auxiliar no planejamen-
to de suas aulas, conforme o diagnóstico de sua 
turma.
Ficha de desenvolvimento individual
Estudante Turma
Objetivos avaliados Avaliação 
inicial 1º bim 2º bim 3º bim 4º bim
Ler e compreender um cartum.
Conhecer e empregar vocabulário 
referente a tipos de lojas.
Conhecer e usar afixos.
Ouvir e compreender um trecho 
de podcast.
Conversar sobre consumismo.
Produzir um cartum.
Acompanhamento socioemocional Avaliação 
inicial 1º bim 2º bim 3º bim 4º bim
Desenvolve as atividades com 
autonomia?
É participativo e cooperativo nas aulas?
Trabalha bem em grupo?
Demonstra empatia e respeito com os 
colegas de turma e as demais pessoas 
de seu convívio?
Demonstra interesse com relação aos 
conteúdos estudados?
Avaliação diagnóstica inicial – considerações gerais
Avaliação final
Observações
Legenda
S = sim N = não ED = em desenvolvimento
XXXI
04/08/2022 10:26:0904/08/2022 10:26:09
Sem dúvida, o professor deve levar em conta, 
ainda, o contexto das avaliações extraescolares, 
como o Saeb (Sistema Nacional de Avaliação do 
Ensino Básico), conjunto de avaliações governa-
mentais que medem a qualidade da educação 
básica brasileira, e, em um futuro próximo, o 
Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), que, 
além de avaliar o desempenho dos estudantes 
ao término da educação básica, permite o ingres-
so em um grande número de universidades.
O alinhamento desta coleção com as com-
petências e habilidades da BNCC, assim como a 
escolha dos textos e atividades propostas tanto 
no Livro do Estudante quanto no Manual do 
Professor permitem aos estudantes estarem 
preparados para esses exames de larga escala. 
As avaliações diagnóstica, formativa e somativa 
propostas ao longo da obra viabilizam um acom-
panhamento constante do professor quanto ao 
desenvolvimento da turma, possibilitando inter-
venções estratégicas para melhor condução do 
processo de ensino-aprendizagem.
A autoavaliação
A autoavaliação tem um papel fundamental 
na democratização da avaliação. A sua utilização 
possibilita tanto a estudantes quanto a professo-
res avaliar seu desempenho em sala de aula.
[...]
Para o aluno autoavaliar-se, é altamente favorá-
vel o desafio do professor, provocando-o a refletir 
sobre o que está fazendo, retomar passo a passo 
seus processos, tomar consciência das estratégias 
de pensamento utilizadas. Mas não é tarefa sim-
ples. Para tal, ele precisará ajustar suas perguntas 
e desafios às possibilidades de cada um, às etapas 
do processo em que se encontra, priorizando uns 
e outros aspectos, decidindo sobre o quê, como e 
quando falar, refletindo sobre o seu papel frente à 
possível vulnerabilidade do aprendiz. [...]
HOFFMANN, Jussara Maria Lerch. Avaliar para promover: as setas do 
caminho. 15. ed. Porto Alegre: Mediação, 2014. p. 60.
Portanto, ao desafiar os estudantes, o profes-
sor também passa a refletir sobre sua atuação 
nos processos didáticos, adequando-se às neces-
sidades do dia a dia em sala de aula e tomando 
consciência de seu papel diante dos desafios do 
processo de ensino-aprendizagem.
Confira, a seguir, sugestões de questionamen-
tos autoavaliativos que podem ser apresentados 
aos estudantes.
• O que estou aprendendo?
• O que eu aprendi?
• De que forma eu poderia aprender melhor?
• Como eu poderia agir/participar para 
aprender mais?
• Como desenvolvi as tarefas e atividades so-
licitadas?
• O que eu aprendi com elas? 
• O que mais eu poderia aprender?
• O que eu aprendi, com meus colegas e pro-
fessores, a ser e a fazer?
• De que forma contribuí para que todos 
aprendessem mais?
Cada indivíduo aprende de um jeito. Dentro de 
uma mesma sala de aula temos uma diversidade 
de estudantes quando pensamos em característi-
cas comportamentais e cognitivas. Cada um tem 
uma história, que é única e decorre das particu-
laridades de sua estrutura biológica, psicológica, 
familiar e sociocultural, resultando em diferenças 
que interferem diretamente na maneira como 
eles se apropriam do conhecimento na escola. 
Como salienta Bencini (2003), para entender o 
desenvolvimento das crianças e dos adolescen-
tes, é necessário considerar, por exemplo, suas 
experiências, o espaço onde vivem, suas práticas 
culturais e a forma como constroem significados.
A questão norteadora do trabalho docente 
deve ser: como enfrentar a heterogeneidade das 
turmas – principalmente em turmas grandes?
Tendo em vista essas condições, é importante 
estarmos conscientes de que os níveis de apren-
dizagem em uma sala de aula serão distintos, e 
devemos estar preparados para lidar com esse 
aspecto do trabalho docente, de modo que o de-
senvolvimento dos estudantes não seja prejudi-
cado. É função da escola[...] detectar a diversidade presente nas salas 
de aula e criar condições para que os conteúdos 
A defasagem em sala de aula
XXXII
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trabalhados, quando não são bem compreendidos, 
sejam retomados em classe com novas atividades 
e estratégias de ensino.
FRAIDENRAICH, Verônica. O reforço que funciona. Nova Escola, 
1 out. 2010. Disponível em: https://gestaoescolar.org.br/conteudo/ 
575/o-reforco-que-funciona. Acesso em: 5 jun. 2022.
Antes mesmo de refletirmos sobre rendimen-
to e defasagem escolar, salientamos que, para 
um bom desempenho dos estudantes em sala 
de aula, é fundamental que eles compreendam 
a importância dos estudos e abandonem a visão 
pessimista que muitos têm de que “estudar é 
chato”. Atividades instigantes, desafiadoras, que 
colocam os estudantes no centro do processo de 
ensino-aprendizagem e que saiam da rotina con-
tribuem para atrair a atenção deles e para o de-
senvolvimento de competências que favoreçam 
tanto sua aprendizagem quanto sua formação 
socioemocional. O envolvimento da família nesse 
processo é de suma importância para criar uma 
relação de confiança com a escola.
O rendimento escolar dos estudantes e a pos-
sível defasagem em sala de aula podem ser in-
fluenciados por aspectos cognitivos (crianças 
com necessidades especiais relacionadas à lin-
guagem, à percepção ou ao raciocínio, por exem-
plo, ou outros problemas de saúde), sociocultu-
rais (ambiente familiar, lugar onde mora, conví-
vio social, oportunidade de desenvolvimento de 
atividades extracurriculares, tempo e lugar para 
se dedicar aos estudos em casa, relação da famí-
lia com a escola e participação no processo de 
educação, entre outros) e político-institucionais 
(legislação educacional, trabalhista e de saúde 
em seus diversos níveis, metodologia de ensino 
adotada pela escola, corpo diretivo escolar, qua-
lificação e motivação dos professores, infraestru-
tura da escola etc.). Desse modo, é necessário 
refletirmos a respeito das situações de ensino e 
aprendizagem que podem detectar os tipos de 
defasagem dos estudantes.
É preciso, ainda, considerar os efeitos resul-
tantes da pandemia de covid-19, vivenciada re-
centemente, na aprendizagem dos estudantes. 
As diferentes realidades das instituições escola-
res brasileiras dificultaram ainda mais o nivela-
mento da frequência e dos conteúdos das aulas 
remotas ou híbridas. Apesar dos esforços para 
minimizar essa defasagem, estudos realizados 
ainda em 2021 mostraram que os estudantes 
brasileiros apresentaram até quatro anos de de-
fasagem educacional. Nesse contexto, é impor-
tante considerar não só a defasagem com rela-
ção aos conteúdos, mas também as relaciona-
das ao desenvolvimento socioemocional dessas 
crianças e adolescentes.
Para conhecer os níveis de aprendizagem dos 
estudantes e detectar uma possível defasagem, 
os instrumentos de avaliação e o trabalho do pro-
fessor em conjunto com a coordenação pedagógica 
da escola são fundamentais. Segundo Fraidenraich 
(2010), alguns dos instrumentos que podem aju-
dar o professor a ter um panorama da turma são: 
o diagnóstico inicial, as provas, a observação da 
sala de aula, as atividades de sondagem, as tare-
fas de casa e a análise de cadernos e portfólios.
Geralmente, o que se faz em sala de aula é de-
senvolver o mesmo tipo de atividade para todos 
os estudantes. Em vários casos, alguns terminam 
mais rápido, outros precisam de mais tempo, e 
outros nem conseguem realizar a atividade, de 
maneira que o objetivo de ensino-aprendizagem 
nem sempre é atingido. Essa situação acaba de-
sestimulando aqueles que têm resultados e rit-
mos diferentes da maioria da classe.
Uma possibilidade de auxiliar todos a atingir 
os objetivos de aprendizagem de maneira satis-
fatória e eficiente é diversificar as estratégias de 
ensino, respeitando essa diversidade de modo a 
potencializar as habilidades de cada estudante.
E quais são as estratégias de ensino que po-
dem contribuir para corrigir as defasagens dos 
estudantes? São muitas e devem variar de acor-
do com a realidade de cada comunidade escolar. 
No entanto, podem começar pelo espaço da sala 
de aula: em vez de trabalhar permanentemente 
com as carteiras enfileiradas, é possível organizá-
-las em círculo ou em grupos, a fim de favorecer 
naturalmente a interação entre os estudantes. O 
importante é garantir na sala de aula um ambien-
te flexível que contemple experiências de intera-
ção social, pois se trata de um fator fundamental 
para o desenvolvimento, corroborando a apren-
dizagem sob a perspectiva sociointeracionista. 
Diferentes metodologias ativas podem contribuir 
para essa diversificação de atividades e estraté-
gias que incentivam o papel ativo dos estudantes.
XXXIII
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https://gestaoescolar.org.br/conteudo/575/o-reforco-que-funciona
Também devem fazer parte da rotina os tra-
balhos em grupos, em duplas e individuais. Para 
cada um deles, é possível desenvolver diferentes 
habilidades. Ao propor trabalhos em duplas ou 
em grupos, é importante unir estudantes com 
diferentes tipos de conhecimentos e habilidades 
e que tenham diferentes níveis de aprendiza-
gem, pois, no trabalho colaborativo, eles apren-
dem mais do que apenas o conteúdo em estudo. 
Quando se ajudam, eles desenvolvem compe-
tências como organização, liderança, cooperação, 
respeito, paciência e empatia, além de certamente 
melhorarem suas habilidades de comunicação. Em 
outros momentos, concentrar nos grupos estudan-
tes com níveis de aprendizagem semelhantes é re-
levante para dar a atenção necessária, e de maneira 
integrada, para o grupo. Já os trabalhos individuais 
permitem a eles momentos de autonomia, respon-
sabilidade, autoconhecimento e criatividade.
Do mesmo modo, é importante utilizar outros 
espaços, além da sala de aula, para atividades de 
ensino e aprendizagem, como o pátio da esco-
la, o laboratório, o bairro, uma praça, um parque 
municipal, um museu etc. Tais espaços possibili-
tam, muitas vezes, a aprendizagem de forma lú-
dica, informal, fortalecendo o objetivo educativo.
Outro ponto importante é alternar o uso de ma-
teriais pedagógicos – revistas, mapas, jogos didáti-
cos, histórias em quadrinhos, músicas, filmes – que 
desafiam os estudantes a refletir e a diversificar as 
formas de aprendizagem e a expressão do conhe-
cimento formulado. Isso porque há estudantes 
que são mais visuais, outros são mais auditivos, 
e outros, cinestésicos. A avaliação diagnóstica ini-
cial, com atividades variadas de escrita, leitura e 
interpretação de diferentes linguagens, auxilia a 
detectar as principais características dos estudan-
tes: alguns podem ter facilidade em compreender 
uma música (estímulo auditivo), enquanto outros 
podem ter bom desempenho em analisar uma 
imagem (estímulo visual), por exemplo.
Utilizar tecnologias digitais também é um óti-
mo recurso quando corretamente empregado. 
Se a escola dispuser de uma sala de tecnologia, 
aproveite esse espaço e utilize ferramentas como 
sites e aplicativos para instigar a curiosidade dos 
estudantes e auxiliar na correção das defasagens.
Em alguns casos, quando se detecta que de-
terminado estudante está muito aquém do de-
sempenho da turma, é importante desenvolver 
atividades educativas separadas dos demais, 
para avançar com ele na compreensão de certos 
conteúdos. Para isso, sempre que possível, reser-
ve momentos, ainda que semanais, para acom-
panhar individualmente as atividades realizadas 
por alguns deles. Em outros casos, atividades ex-
tras em sala separada, com auxílio de outro pro-
fessor e da coordenação pedagógica, são condu-
ções relevantes para o progresso dos estudantes.
Em todas essas situações, o professor deve 
planejar seu cotidiano, por isso Bencini (2003) de-
fende que o professor precisa saber exatamente 
quais são os objetivos e resultados que almeja al-
cançar com cada atividade, para que não exija da 
turma aquém nem além do esperado.
É importante compreender queos estudantes 
dos Anos Finais do Ensino Fundamental estão em 
período de transição entre a infância e a adoles-
cência, fase marcada por inúmeras mudanças, e 
que é necessário entendê-los como sujeitos com 
as próprias histórias de vida, experiências e indi-
vidualidades.
As mudanças próprias dessa fase da vida impli-
cam a compreensão do adolescente como sujeito 
O estudante e os Anos Finais do Ensino Fundamental
Culturas juvenis em desenvolvimento, com singularidades e forma-
ções identitárias e culturais próprias, que deman-
dam práticas escolares diferenciadas, capazes de 
contemplar suas necessidades e diferentes modos 
de inserção social. [...]
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum 
Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 60. Disponível em: 
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_
versaofinal_site.pdf. Acesso em: 11 fev. 2022.
Nesse sentido, é importante que professores 
e toda a comunidade escolar estejam prepara-
dos para entender as culturas juvenis e dialogar 
com elas, uma vez que os jovens não constituem 
XXXIV
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http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf
um grupo homogêneo, muito pelo contrário, os 
diferentes contextos – histórico, social, cultural, 
econômico, regional – nos quais estão inseridos 
contribuem para a existência de variadas realida-
des e culturas juvenis.
É necessário, portanto, revisitar constante-
mente as práticas pedagógicas de modo a avaliar 
se contemplam as mais variadas culturas juvenis 
e se compreendem esses estudantes como sujei-
tos ativos no processo de ensino-aprendizagem, 
considerando suas ideias, vivências e opiniões.
Esta coleção, além de instigar o protagonismo 
dos jovens por meio de atividades que envolvem 
metodologias ativas, pesquisa, argumentação, 
reflexão e autoavaliação, preocupou-se em ex-
plorar a cultura digital e os gêneros multimidiá-
ticos, como cartum, podcast, tutorial e quiz, entre 
outros recursos, pois promovem a leitura e a pro-
dução, assegurando aos estudantes um espaço 
para expressar seus pensamentos, sentimentos 
e ideias. Além disso, a escolha dos textos e dos 
temas visa abarcar as culturas juvenis, para que 
os estudantes com diferentes tipos de conheci-
mentos e habilidades se sintam acolhidos e de-
senvolvam o prazer em estudar.
Utilizamos as mais diferentes linguagens – ver-
bal, corporal, visual, sonora, digital – para nos ex-
pressar e produzir sentidos. Por meio dos textos, 
temas e conteúdos apresentados nesta coleção, 
buscamos enfatizar o cuidado consigo e com o pró-
ximo, a importância de comportamentos éticos, 
democráticos e inclusivos para o estabelecimento 
de um diálogo, a resolução de conflitos e a cons-
trução de uma sociedade mais justa e democrática.
Apresentando manifestações culturais de di-
ferentes matrizes étnico-culturais e expressando 
diferentes experiências e visões de mundo, os 
textos artísticos e literários prestam-se à com-
preensão da diversidade da vivência humana, o 
confronto com o pluralismo de ideias, a propaga-
ção da não violência e o reconhecimento de dis-
tintas realidades sociais. A linguagem artístico- 
-literária, em suma, constitui uma forma inegável 
de contato com o outro.
Saúde mental, cultura 
da paz e bullying
Em um tempo em que as pessoas, sobretudo 
os jovens, estão constantemente conectados, é 
preciso destacar, mais do que nunca, os aspec-
tos humanos que nos ligam e desenvolver com-
petências e habilidades socioemocionais que nos 
habilitem a resolver pacificamente os problemas 
com os quais nos defrontamos. 
Tem-se notado, há algum tempo, o fenômeno 
do bullying nas escolas e, mais recentemente, o 
cyberbullying, os quais devem ser combatidos e 
desencorajados no ambiente escolar e fora dele. 
Para isso, é necessário que haja uma relação de 
confiança e, principalmente, respeito entre estu-
dantes e professores. 
Não haverá uma cultura da paz se não a incen-
tivarmos desde a infância. É necessário contribuir 
para que as relações que acontecem no ambien-
te escolar promovam não só a superação das 
diferenças, mas também a valorização delas. Se 
todos os profissionais da escola estiverem sensi-
bilizados para perceber situações problemáticas 
e conseguirem oferecer suporte aos estudantes 
e às famílias, certamente será possível evitar que 
episódios mais sérios ocorram. O professor, sem 
dúvida, tem papel preponderante na observa-
ção do que ocorre em sala de aula e muito tem 
a contribuir no combate ao bullying. Para isso, ao 
longo da coleção, é sugerido ao professor, em di-
ferentes momentos, que incentive o respeito às 
diferenças e converse com os estudantes sobre 
valores que promovam a cultura da paz.
Esta coleção desenvolve competências e habi-
lidades socioemocionais e propõe a discussão de 
temáticas de relevância social que abordam tam-
bém os temas contemporâneos transversais. Em 
diferentes atividades, ao longo da coleção, os es-
tudantes contam com a oportunidade de conver-
sar com os pares, desenvolvendo a escuta ativa, 
a empatia e o respeito ao próximo. Temas de re-
levância social, ao selecionarem textos para leitu-
ra e interpretação, podem servir como ponto de 
partida para aprofundar discussões importantes 
com a turma. Além disso, o pensamento crítico, o 
diálogo e o questionamento são constantemente 
incentivados nas atividades, oferecendo aos es-
tudantes a oportunidade de discutir e se posicio-
nar quanto aos temas abordados, especialmente 
no boxe Time to reflect.
XXXV
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Esta coleção pauta-se no nivelamento de parâ-
metros de proficiência estabelecidos pelo Qua-
dro Europeu Comum de Referência para Línguas 
(Common European Framework of Reference – 
CEFR), padrão reconhecido e adotado internacio-
nalmente para classificar as habilidades linguís-
ticas dos estudantes de línguas estrangeiras, de 
acordo com as competências desenvolvidas por 
eles ao longo do processo de aprendizagem.
Essa classificação é dividida em seis níveis: A1, 
A2, B1, B2, C1 e C2. O CEFR descreve as capaci-
dades que os estudantes terão ao longo do pro-
cesso de aprendizagem da língua, explicitando o 
que se espera que sejam capazes de fazer em ca-
da um deles, como demonstra a figura a seguir.
O Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas
A1
A2
B1
B2
C2
C1
ainda deixa espaço para o professor considerar 
questões inerentes ao contexto em que o mate-
rial será aplicado.
As categorias contempladas aqui se referem 
aos níveis A1 (Iniciante) e A2 (Básico), que abran-
gem falantes capazes de se comunicar de modo 
simples e compreender estruturas básicas rela-
cionadas a informações pessoais e necessidades 
imediatas.
De acordo com o CEFR, os aprendizes classifi-
cados nos níveis A1 e A2 são capazes, por exem-
plo, de: 
• compreender e empregar expressões bási-
cas em ações concretas do dia a dia;
• apresentar-se e fazer perguntas aos outros 
sobre detalhes pessoais;
• interagir com outra pessoa de forma simples, 
desde que o outro fale lenta e claramente;
• compreender expressões relacionadas a 
áreas de maior relevância imediata (como 
informações pessoais e familiares, compras, 
emprego e meio circundante);
• concluir tarefas rotineiras que envolvam tro-
ca direta de informações;
• descrever assuntos de necessidade imediata 
em termos simples;
• empregar linguagem simples e sinais não ver-
bais para demonstrar interesse em uma ideia.
Depois de atualizar seus descritores em 2018, 
o CEFR passou a adotar uma “abordagem mais 
flexível da relação entre a língua materna e a lín-
gua de ensino” (EUROPEAN COMMISSION, 2018, 
p. 3), considerando, portanto, questões pluricul-
turais e plurilíngues. Outras melhorias buscaram 
alinhar-se aos progressos tecnológicos, ao ado-
tar e avaliar o uso de suportes digitais, incluindo 
as habilidades para verificar e trocar mensagens, 
manter interações orais e contribuir em discus-
sões. Pautado em princípios inclusivos, o CEFRtambém adaptou alguns de seus descritores pa-
ra a língua de sinais.
Fonte: COUNCIL OF EUROPE. Common European Framework 
of Reference for Languages: Learning, Teaching, Assessment. Feb. 2018. 
Disponível em: https://rm.coe.int/cefr-companion-volume-with-new-
descriptors-2018/1680787989. Acesso em: 21 jun. 2022.
O documento está organizado em quatro ei-
xos linguísticos: recepção, produção, interação 
e mediação. Nesses eixos, estão os descritores 
referentes a situações de comunicação especí-
ficas. Ao utilizar esse documento para elaborar 
materiais didáticos, é possível estabelecer obje-
tivos comuns para o que se espera de cada um, 
em cada fase, ao mesmo tempo que serve como 
referência para o professor verificar e avaliar o 
processo de aprendizagem de seus estudantes. 
Dessa maneira, embora o processo seja nivelado, 
Ca
io
 T
an
ak
a/
Ar
qu
iv
o 
da
 e
di
to
ra
XXXVI
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https://rm.coe.int/cefr-companion-volume-with-newdescriptors-2018/1680787989
A seguir, apresentamos os descritores do nível 
A2 desenvolvidos no decorrer desse volume.
Spoken reception
• Overall listening comprehension
Can understand enough to be able to meet needs 
of a concrete type provided speech is clearly and slowly 
articulated.
• Listening to audio media recordings
Can understand and extract the essential 
information from short, recorded passages dealing with 
predictable everyday matters that are delivered slowly 
and clearly.
Written reception
• Overall reading comprehension
Can understand short, simple texts on familiar 
matters of a concrete type which consist of high 
frequency everyday or job-related language.
• Reading for information and argument
Can follow the general outline of a news report on 
a familiar type of event, provided that the contents are 
familiar and predictable.
• Reading as a leisure activity
Can understand short narratives and descriptions 
of someone’s life that are written in simple words.
Written production
• Overall written production
Can write a series of simple phrases and 
sentences linked with simple connectors like ‘and,’ ‘but’ 
and ‘because’.
• Creative writing
Can write very short, basic descriptions of events, 
past activities and personal experiences.
Spoken production
• Adressing audiences
Can give a short, rehearsed, basic presentation on 
a familiar subject.
Descritores do CEFR • 8º ano
A2
A2
A2
A2
A2
A2
A2
A2
Spoken interaction
• Overall spoken interaction
Can give a simple description or presentation of 
people, living or working conditions, daily routines, 
likes/dislikes etc. as a short series of simple phrases and 
sentences linked into a list.
• Conversation
Can chat in simple language with peers, 
colleagues or members of a host family, asking 
questions and understanding the answers relating to 
most routine matters.
Can participate in short conversations in routine 
contexts on topics of interest.
• Informal discussion (with friends)
Can agree and disagree with others.
Can express opinions in a limited way.
• Information exchange
Can ask and answer questions about habits and 
routines.
• General linguistic range
Has a repertoire of basic language, 
which enables him/her to deal with everyday 
situations with predictable content, though he/she 
will generally have to compromise the message 
and search for words.
Can produce brief everyday expressions in order 
to satisfy simple needs of a concrete type: personal 
details, daily routines, wants and needs, requests for 
information.
Can use basic sentence patterns and 
communicate with memorised phrases, groups of a few 
words and formulae about themselves and other 
people, what they do, places, possessions etc.
 
• Vocabulary range
Has a sufficient vocabulary for the expression of 
basic communicative needs.
 
• Vocabulary control
Can control a narrow repertoire dealing with 
concrete everyday needs.
A2
A2
A2
A2
A2
A2
A2
A2
A2
A2
A2
XXXVII
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• Orthographic control
Can link groups of words with simple connectors 
like ‘and, ‘but’ and ‘because’.
 
• Flexibility
Can expand learned phrases through simple 
recombination of their elements
 
• Plurilingue comprehension
Can recognise internationalisms and 
words common to different languages 
(e.g. Haus/hus/house) to: - deduce the meaning 
of simple signs and notices; - identify the probable 
message of a short, simple, written text; - follow in 
outline short, simple social exchanges conducted 
very slowly and clearly in his/her presence; - deduce 
what people are trying to say directly to him/her, 
provided they speak very slowly and clearly, with 
repetition if necessary
A2
A2
A2
 
• Mediating communication
Can communicate in (Language B) the main point 
of what is said in (Language A) in predictable, everyday 
situations, conveying back and forth information about 
personal wants and needs, provided that the speakers 
help with formulation.
 
• Processing text in speech
Can convey (in Language B) the main point(s) 
contained in clearly structured, short, simple spoken and 
written texts (in Language A), supplementing his/her 
limited repertoire with other means (e.g. gestures, 
drawings, words from other languages) in order to do so.
 
• Analysis and criticism of creative texts 
(including literature)
Can identify and briefly describe, in basic 
formulaic language, the key themes and characters in 
short, simple narratives involving familiar situations 
that are written in high frequency everyday language.
A2
A2
A2
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) 
tem como objetivo definir as aprendizagens es-
senciais que os estudantes desenvolverão de 
modo progressivo ao longo das etapas da edu-
cação básica. Em consonância com as Diretrizes 
Curriculares Nacionais da Educação Básica, esse 
documento normativo apresenta uma concep-
ção de educação baseada em princípios éticos, 
políticos e estéticos que favorecem a formação 
integral dos estudantes.
Nesse sentido, a BNCC valoriza a formação 
cognitiva dos estudantes, mas também reconhe-
ce a necessidade de trabalhar com aspectos so-
cioemocionais, buscando combater problemas 
como o preconceito e valorizar a diversidade. 
Além disso, a BNCC apresenta orientações para 
A Base Nacional Comum Curricular
a construção de uma sociedade justa, democrá-
tica, inclusiva e preocupada com os problemas 
contemporâneos.
Independentemente da duração da jornada es-
colar, o conceito de educação integral com o qual a 
BNCC está comprometida se refere à construção in-
tencional de processos educativos que promovam 
aprendizagens sintonizadas com as necessidades, 
as possibilidades e os interesses dos estudantes e, 
também, com os desafios da sociedade contempo-
rânea. Isso supõe considerar as diferentes infân-
cias e juventudes, as diversas culturas juvenis e 
seu potencial de criar novas formas de existir.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum 
Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 14. Disponível em: 
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_
versaofinal_site.pdf. Acesso em: 11 fev. 2022.
COUNCIL OF EUROPE. Common European Framework of Reference for Languages (CEFR). 
Disponível em: http://www.coe.int/en/web/common-european-framework-reference-languages/. Acesso em: 24 jun. 2022.
XXXVIII
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https://www.coe.int/en/web/common-european-framework-reference-languages/
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf
Na etapa dos Anos Finais do Ensino Funda-
mental, a BNCC sugere a realização de um tra-
balho de retomada e aprofundamento do que 
foi desenvolvido nos Anos Iniciais. Nessa etapa, 
os estudantes devem fortalecer também sua au-
tonomia ao refletir de modo crítico, realizando 
argumentações coerentes e análises embasadas 
criteriosamente, e buscando sempre valorizar o 
diálogo e os princípios dos direitos humanos.No que se refere à língua inglesa, a BNCC des-
taca a importância de sua aprendizagem para a 
participação dos sujeitos no mundo globalizado, 
o exercício da cidadania e o engajamento social 
dos estudantes. Por isso, o documento privilegia 
o ensino desse componente com base no foco na 
função social e política que o inglês desempenha 
na sociedade contemporânea, pautando-se, por 
essa razão, em seu status de língua franca. Os 
estudantes devem ser incentivados a valorizar e 
respeitar as diferentes formas de expressão de 
valores e perspectivas de mundo ao participar de 
práticas sociais de diferentes semioses e lingua-
gens, os multiletramentos. Assim, a aprendiza-
gem de língua inglesa prioriza a formação para o 
protagonismo social ético, responsável e coeren-
te aos valores democráticos.
Valorizar e utilizar os conhecimentos historica-
mente construídos sobre o mundo físico, social, cul-
tural e digital para entender e explicar a realidade, 
continuar aprendendo e colaborar para a construção 
de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.
Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à 
abordagem própria das ciências, incluindo a investi-
gação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a 
criatividade, para investigar causas, elaborar e testar 
hipóteses, formular e resolver problemas e criar so-
luções (inclusive tecnológicas) com base nos conhe-
cimentos das diferentes áreas.
Valorizar e fruir as diversas manifestações ar-
tísticas e culturais, das locais às mundiais, e também 
participar de práticas diversificadas da produção 
artístico-cultural.
Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou 
visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visu-
al, sonora e digital –, bem como conhecimentos das 
linguagens artística, matemática e científica, para se 
expressar e partilhar informações, experiências, 
ideias e sentimentos em diferentes contextos e pro-
duzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.
Compreender, utilizar e criar tecnologias digi-
tais de informação e comunicação de forma crítica, 
significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas 
sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, 
acessar e disseminar informações, produzir conheci-
mentos, resolver problemas e exercer protagonismo 
e autoria na vida pessoal e coletiva.
Valorizar a diversidade de saberes e vivências 
culturais e apropriar-se de conhecimentos e experi-
ências que lhe possibilitem entender as relações pró-
prias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinha-
das ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vi-
da, com liberdade, autonomia, consciência crítica e 
responsabilidade.
Argumentar com base em fatos, dados e infor-
mações confiáveis, para formular, negociar e defen-
der ideias, pontos de vista e decisões comuns que 
respeitem e promovam os direitos humanos, a cons-
ciência socioambiental e o consumo responsável em 
âmbito local, regional e global, com posicionamento 
ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros 
e do planeta.
Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde 
física e emocional, compreendendo-se na diversidade 
1. 
Competências gerais da Educação Básica
2. 
3. 
4. 
5. 
6. 
7. 
8. 
A organização da BNCC foi estabelecida por 
meio da definição de competências gerais, com-
petências específicas de área e competências es-
pecíficas dos componentes curriculares. Nesta 
coleção, as competências gerais serão trabalha-
das ao longo dos conteúdos, nas atividades e nas 
propostas disponibilizadas nas orientações ao 
professor. Nesses momentos, os estudantes se-
rão incentivados a realizar reflexões que os levem 
a desenvolver seu senso crítico e sua capacidade 
de mobilização social diante dos desafios con-
temporâneos. Destacamos, aqui, a competência 
geral 9, dada a importância do desenvolvimento 
e exercício da empatia, do diálogo, da coopera-
ção e da resolução de conflitos para a construção 
de relações saudáveis e respeitosas entre os es-
tudantes e seus pares, professores, familiares e 
outras pessoas de seu convívio.
As competências da BNCC
XXXIX
04/08/2022 10:26:1004/08/2022 10:26:10
humana e reconhecendo suas emoções e as dos ou-
tros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas.
Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de 
conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e pro-
movendo o respeito ao outro e aos direitos huma-
nos, com acolhimento e valorização da diversidade 
de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, iden-
tidades, culturas e potencialidades, sem preconcei-
tos de qualquer natureza.
Agir pessoal e coletivamente com autonomia, 
responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determi-
nação, tomando decisões com base em princípios éti-
cos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.
9. 
10. 
utilizar diversas linguagens para se expressar, desenvol-
vendo também a capacidade de argumentação. 
Interpretação
• Competências gerais 1, 4 e 7
Para compreender de modo crítico os conteúdos apre-
sentados no material, é necessário trabalhar a capacida-
de de interpretação. Desse modo, os estudantes terão 
fundamentação para explicar a realidade e reconhecer 
a diversidade.
Contexto local
• Competências gerais 6, 8 e 10
Em alguns momentos da coleção, serão estabelecidas 
relações entre os conteúdos e a vivência dos estudantes. 
Desse modo, eles poderão refletir sobre a realidade em 
que vivem e propor possíveis intervenções. 
Análise de imagens 
• Competências gerais 1, 2 e 3
As análises de imagens permitem aos estudantes desen-
volver seu senso estético, valorizando diferentes mani-
festações culturais.
Esta coleção também contempla as compe-
tências específicas da área de Linguagens e as 
competências específicas de Língua Inglesa, pro-
postas pela BNCC.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum 
Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 9-10. Disponível em: 
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_
versaofinal_site.pdf. Acesso em: 11 fev. 2022.
O trabalho com o desenvolvimento das com-
petências gerais auxilia os estudantes a estabele-
cer relações com sua vida cotidiana, resolver pro-
blemas e atuar de modo consciente no mundo. 
Algumas iniciativas em sala de aula podem fa-
vorecer o trabalho com as competências gerais, 
auxiliando os estudantes a mobilizar seus conhe-
cimentos para se tornarem pessoas atuantes na 
sociedade. Leia a seguir algumas estratégias di-
dáticas que podem ser desenvolvidas para que 
as competências gerais sejam contempladas no 
trabalho com esta coleção.
Pesquisa
• Competências gerais 1, 2 e 5
Em atividades que permitem desenvolver essas com-
petências, os estudantes são orientados a usar de mo-
do responsável os meios digitais, além de exercitar sua 
curiosidade intelectual.
Produção de textos escritos
• Competências gerais 1, 4 e 7
Na coleção, os estudantes poderão utilizar os conheci-
mentos construídos ao longo das unidades para se ex-
pressar por meio da linguagem escrita para argumentar, 
formular reflexões, registrar informações etc.
Diálogo
• Competências gerais 4, 7, 8 e 9
Diferentes abordagens de diálogo são propostas ao lon-
go da coleção, nas quais os estudantes são levados a 
Compreender as linguagens como construção 
humana, histórica, social e cultural, de natureza di-
nâmica, reconhecendo-as e valorizando-as como for-
mas de significação da realidade e expressão de sub-
jetividades e identidades sociais e culturais.
Conhecer e explorar diversas práticas de lin-
guagem (artísticas, corporais e linguísticas) em dife-
rentes campos da atividade humana para continuar 
aprendendo, ampliar suas possibilidades de partici-
pação na vida social e colaborar para a construção de 
uma sociedade mais justa, democrática e inclusiva.
Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou 
visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, 
sonora e digital –, para se expressar e partilhar infor-
mações, experiências, ideias e sentimentos em dife-
rentes contextos e produzir sentidos que levem ao 
diálogo,XXI
Recursos didáticos ..............................................XXV
Práticas de pesquisa ........................................XXVII
Pensamento computacional ....................... XXVIII
A avaliação .......................................................... XXIX
A defasagem em sala de aula .......................XXXII
O estudante e os Anos Finais 
do Ensino Fundamental ................ XXXIV
Culturas juvenis ...............................................XXXIV
Saúde mental, cultura da paz e bullying .. XXXV
O Quadro Europeu Comum de 
Referência para Línguas .............. XXXVI
Descritores do CEFR • 8º ano ..XXXVII
A Base Nacional 
Comum Curricular ........................XXXVIII
As competências da BNCC ............................XXXIX
Habilidades da BNCC • 8º ano .........................XLII
Os temas contemporâneos 
transversais e a formação cidadã ............... XLIII
Articulação entre a abordagem teórico- 
-metodológica e a BNCC .................................... XLV
A Agenda 2030 .............................................XLVI
Quadro de conteúdos • 8º ano ....XLVII
Sugestões de cronogramas ....................LV
Ampliando conhecimentos ................ LVI
Referências bibliográficas 
comentadas ......................................................LXI
Referências bibliográficas 
complementares comentadas ..... LXIV
Início da reprodução do 
Livro do Estudante .......................................... 1
Sumário ........................................................................6
Get on board .............................................................10
What I know .............................................................16
UNIDADE 1 • What I buy .....................................18
UNIDADE 2 • What I wear ...................................40
Keep learning ...........................................................58
UNIDADE 3 • Entertainment ..............................62
UNIDADE 4 • Art .....................................................82
Keep learning ........................................................ 102
UNIDADE 5 • The environment ...................... 106
UNIDADE 6 • A more sustainable life .......... 126
Keep learning ........................................................ 144
UNIDADE 7 • Future and technology ........... 148
UNIDADE 8 • Future plans ............................... 168
Keep learning ........................................................ 189
What I know .......................................................... 193
English in the world ............................................ 197
Keep an eye on... ................................................... 201
List of verbs ............................................................ 203
Transcript ............................................................... 204
Commented bibliographic references .......... 208
04/08/2022 10:26:0504/08/2022 10:26:05
Esta coleção é composta de quatro volumes 
destinados aos estudantes dos Anos Finais do 
Ensino Fundamental – do 6º ao 9º anos – e qua-
tro volumes destinados a você, professor. Para 
o ensino de língua inglesa, este material conta 
também com áudios específicos devidamente 
indicados no Livro do Estudante. Além disso, a 
coleção contempla a versão digital-interativa dos 
quatro volumes, os quais incluem alguns objetos 
de enriquecimento que complementam o mate-
rial impresso. 
Conheça a estrutura da coleção
Cada volume do Livro do Estudante é orga-
nizado em oito unidades temáticas estruturadas 
em seções e subseções, as quais desenvolvem os 
eixos leitura, conhecimentos linguísticos, oralida-
de e escrita. Antes de iniciarmos a primeira unida-
de, temos uma seção que aborda o uso da língua 
inglesa no cotidiano. Permeando as unidades, 
podemos encontrar seções voltadas à avaliação 
diagnóstica, formativa e somativa. Também ao 
final do volume, temos uma seção que desenvol-
ve algumas habilidades do eixo intercultural da 
Base Nacional Comum Curricular (BNCC), além 
de indicações de filmes, livros, sites, músicas, en-
tre outras sugestões que enriquecem o repertó-
rio dos estudantes, como uma lista de verbos e 
as referências bibliográficas comentadas. A se-
guir, apresentamos mais informações sobre a or-
ganização desta coleção.
Livro do Estudante
No 6º ano, essa seção explora a língua inglesa 
em sala de aula, além de consultar o dicionário. 
No 7º ano, a seção apresenta a língua inglesa por 
meio de músicas e situações comunicativas mais 
informais. No 8º ano, ela aborda a língua ingle-
sa em filmes e explora aspectos culturais, como 
gestos e comportamentos, que podem interferir 
na eficácia da comunicação. Por fim, no 9º ano, 
a seção apresenta a língua inglesa em exames 
de larga escala, como os vestibulares e o Enem, 
além de apresentar o uso da língua para divulga-
ção de conhecimentos.
Essa seção, apresentada no início do volume, 
propõe aplicar a língua inglesa no cotidiano com 
o objetivo de levar os estudantes a desenvolver 
uma comunicação mais eficaz e autônoma. Por-
tanto, aborda-se a língua inglesa de diferentes 
formas ao longo dos quatro volumes que com-
põem a coleção, sendo desenvolvida em língua 
portuguesa nos volumes de 6º e 7º anos e em 
língua inglesa nos volumes de 8º e 9º anos.
Get on board
Essa seção está presente em dois momentos 
em cada volume com o objetivo de promover 
avaliação. No início do volume, ela é proposta co-
mo instrumento de avaliação dos conhecimentos 
prévios dos estudantes, explorando o que eles já 
sabem sobre os principais conteúdos abordados 
no volume. Ao final do volume, a seção serve pa-
ra avaliar o conhecimento deles com base no que 
foi estudado até então.
What I know
As unidades temáticas são organizadas em 
seções que desenvolvem objetivos de aprendiza-
gem em torno dos eixos leitura, conhecimentos 
linguísticos, oralidade e escrita: Abertura, Time to 
read, Time to learn words, Time to study the language, 
Time to listen, Time to speak, Time to write e Time to 
check. A seguir, apresentamos uma descrição de 
cada seção.
Unidades
A abertura apresenta para os estudantes os 
objetivos de aprendizagem da unidade, uma 
imagem relacionada ao tema e alguns questiona-
mentos cujas respostas devem ser orais. A análi-
se da imagem e a conversa proposta por meio 
das questões possibilitam aos estudantes envol-
ver-se com o tema da unidade de maneira leve 
e gradativa, além de permitir que expressem o 
Abertura
V
04/08/2022 10:26:0504/08/2022 10:26:05
que já sabem e o que pensam a respeito do tema 
estudado, valorizando, assim, seu conhecimento 
prévio e as opiniões formadas sobre os temas. Nessa seção, os estudantes podem desenvol-
ver e ampliar sua produção escrita, elaborando 
textos de diversos gêneros baseados em uma 
perspectiva processual. A seção é organizada em 
Pre-writing, com orientações para o planejamen-
to do texto; While writing, com orientações para a 
produção do texto, a revisão e a escrita da versão 
final; e Post-writing, com orientações de como di-
vulgar o texto.
Time to write
O intuito dessa seção é desenvolver habilidades 
de leitura e compreensão textual com base em 
uma perspectiva processual. Para isso, ela apre-
senta textos de diversos gêneros e é organizada 
em etapas de: Pre-reading, com atividades que vi-
sam motivar e criar expectativas sobre a leitura; 
While reading, cujas atividades levam os estudan-
tes a conhecer, compreender e confirmar expecta-
tivas; e Post-reading, que promove a reflexão sobre 
o que leram e sobre o processo de leitura em si.
Time to read
Nessa seção, os estudantes são incentivados 
a desenvolver seu vocabulário por meio de pa-
lavras e expressões conhecidas e/ou novas por 
meio de atividades contextualizadas com o tema 
da unidade.
Time to learn words
Essa seção propõe o estudo das estruturas 
gramaticais da língua inglesa de forma contex-
tualizada com o tema da unidade.
Time to study the language
Essa seção apresenta as etapas Pre-listening, 
comà resolução de conflitos e à cooperação.
1. 
Competências específicas de 
Linguagens para o Ensino Fundamental
2. 
3. 
XL
04/08/2022 10:26:1004/08/2022 10:26:10
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf
Utilizar diferentes linguagens para defender 
pontos de vista que respeitem o outro e promovam 
os direitos humanos, a consciência socioambiental e 
o consumo responsável em âmbito local, regional e 
global, atuando criticamente frente a questões do 
mundo contemporâneo.
Desenvolver o senso estético para reconhecer, 
fruir e respeitar as diversas manifestações artísticas 
e culturais, das locais às mundiais, inclusive aquelas 
pertencentes ao patrimônio cultural da humanida-
de, bem como participar de práticas diversificadas, 
individuais e coletivas, da produção artístico-cultu-
ral, com respeito à diversidade de saberes, identida-
des e culturas.
Compreender e utilizar tecnologias digitais de 
informação e comunicação de forma crítica, signifi-
cativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais 
(incluindo as escolares), para se comunicar por meio 
das diferentes linguagens e mídias, produzir conhe-
cimentos, resolver problemas e desenvolver projetos 
autorais e coletivos.
4. 
5. 
6. 
do a reconhecer a diversidade linguística como direito 
e valorizar os usos heterogêneos, híbridos e multimo-
dais emergentes nas sociedades contemporâneas.
Utilizar novas tecnologias, com novas lingua-
gens e modos de interação, para pesquisar, selecio-
nar, compartilhar, posicionar-se e produzir sentidos 
em práticas de letramento na língua inglesa, de for-
ma ética, crítica e responsável.
Conhecer diferentes patrimônios culturais, ma-
teriais e imateriais, difundidos na língua inglesa, com 
vistas ao exercício da fruição e da ampliação de pers-
pectivas no contato com diferentes manifestações 
artístico-culturais.
5. 
6. 
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum 
Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 65. Disponível em: 
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_
versaofinal_site.pdf. Acesso em: 11 fev. 2022.
Identificar o lugar de si e o do outro em um 
mundo plurilíngue e multicultural, refletindo, criti-
camente, sobre como a aprendizagem da língua in-
glesa contribui para a inserção dos sujeitos no mun-
do globalizado, inclusive no que concerne ao mundo 
do trabalho.
Comunicar-se na língua inglesa, por meio do 
uso variado de linguagens em mídias impressas ou 
digitais, reconhecendo-a como ferramenta de aces-
so ao conhecimento, de ampliação das perspectivas 
e de possibilidades para a compreensão dos valores 
e interesses de outras culturas e para o exercício do 
protagonismo social.
Identificar similaridades e diferenças entre a 
língua inglesa e a língua materna/outras línguas, ar-
ticulando-as a aspectos sociais, culturais e identitá-
rios, em uma relação intrínseca entre língua, cultura 
e identidade. 
Elaborar repertórios linguístico-discursivos da 
língua inglesa, usados em diferentes países e por gru-
pos sociais distintos dentro de um mesmo país, de mo-
1. 
Competências específicas de Língua 
Inglesa para o Ensino Fundamental
2. 
3. 
4. 
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum 
Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 246. Disponível em: 
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_
versaofinal_site.pdf. Acesso em: 20 jun. 2022.
De acordo com a BNCC, 
[...]
Ao longo da Educação Básica, as aprendizagens 
essenciais definidas na BNCC devem concorrer pa-
ra assegurar aos estudantes o desenvolvimento de 
dez competências gerais, que consubstanciam, 
no âmbito pedagógico, os direitos de aprendiza-
gem e desenvolvimento.
[...]
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum 
Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 8. Disponível em: 
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_
versaofinal_site.pdf. Acesso em: 11 fev. 2022.
Sendo assim, as competências gerais orien-
tam o trabalho pedagógico ao longo das três 
etapas da educação básica, de todos os compo-
nentes curriculares, norteando também o desen-
volvimento das competências específicas da área 
e das competências específicas do componente 
curricular. As habilidades constituem as aprendi-
zagens essenciais para cada ano e devem ser de-
senvolvidas de forma articulada às competências 
específicas do componente, às competências da 
área e às competências gerais.
As competências e as habilidades referentes a 
cada um dos objetos de conhecimento do com-
ponente curricular de Língua Inglesa são con-
templadas pelas seções que integram esta cole-
ção, seja na leitura, compreensão ou produção 
de textos orais ou escritos, na dimensão intercul-
XLI
04/08/2022 10:26:1004/08/2022 10:26:10
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf
tural, seja no estudo de tópicos de conhecimen-
tos linguísticos. 
No tópico Quadro de conteúdos deste Manual 
do Professor, são explicitadas as habilidades e 
competências (gerais, específicas da área de Lin-
guagens e específicas de Língua Inglesa) de cada 
unidade, além dos temas contemporâneos trans-
versais. Nas orientações ao professor, são indica-
das as relações entre os conteúdos da coleção e a 
BNCC, demonstrando a diferença de se trabalhar 
com as competências gerais, as competências es-
pecíficas da área de Linguagens, as competências 
específicas de Língua Inglesa e as habilidades.
Os conteúdos apresentados neste volume 
permitem aos estudantes desenvolver as habili-
dades propostas pela BNCC para este ano esco-
lar. O quadro a seguir indica as habilidades a se-
rem desenvolvidas pelos estudantes no decorrer 
do trabalho com este volume. Cada habilidade 
é identificada por um código alfanumérico, que 
varia de acordo com o ano a que ela se refere. 
No componente curricular de Língua Inglesa, há 
somente uma forma de composição de código a 
cada volume. Confira o exemplo a seguir.
Habilidades da BNCC • 8º ano
EF08LI01
EF: Ensino Fundamental
08: 8º ano
LI: Língua Inglesa
01: numeração sequencial da habilidade
(EF08LI01) Fazer uso da língua inglesa para resolver mal-entendidos, emitir opiniões e esclarecer informações por 
meio de paráfrases ou justificativas.
(EF08LI02) Explorar o uso de recursos linguísticos (frases incompletas, hesitações, entre outros) e paralinguísticos 
(gestos, expressões faciais, entre outros) em situações de interação oral.
(EF08LI03) Construir o sentido global de textos orais, relacionando suas partes, o assunto principal e informações 
relevantes.
(EF08LI04) Utilizar recursos e repertório linguísticos apropriados para informar/comunicar/falar do futuro: planos, 
previsões, possibilidades e probabilidades.
Oralidade
(EF08LI05) Inferir informações e relações que não aparecem de modo explícito no texto para construção de sentidos.
(EF08LI06) Apreciar textos narrativos em língua inglesa (contos, romances, entre outros, em versão original ou 
simplificada), como forma de valorizar o patrimônio cultural produzido em língua inglesa.
(EF08LI07) Explorar ambientes virtuais e/ou aplicativos para acessar e usufruir do patrimônio artístico literário em 
língua inglesa.
(EF08LI08) Analisar, criticamente, o conteúdo de textos, comparando diferentes perspectivas apresentadas sobre 
um mesmo assunto.
Leitura
(EF08LI09) Avaliar a própria produção escrita e a de colegas, com base no contexto de comunicação (finalidade e 
adequação ao público, conteúdo a ser comunicado, organização textual, legibilidade, estrutura de frases).
(EF08LI10) Reconstruir o texto, com cortes, acréscimos, reformulações e correções, para aprimoramento, edição 
e publicação final.
(EF08LI11) Produzir textos (comentários em fóruns, relatos pessoais, mensagens instantâneas, tweets, reportagens, 
histórias de ficção, blogues,entre outros), com o uso de estratégias de escrita (planejamento, produção de rascunho, 
revisão e edição final), apontando sonhos e projetos para o futuro (pessoal, da família, da comunidade ou do planeta).
Escrita
XLII
04/08/2022 10:26:1004/08/2022 10:26:10
Nesta coleção, procuramos incentivar os es-
tudantes à participação social, política e cidadã. 
Desse modo, o trabalho com os temas contem-
porâneos transversais propicia reflexões impor-
tantes a respeito de temas relevantes da contem-
poraneidade. 
Por que abordar Temas Contemporâneos Trans-
versais (TCTs) nas escolas? A abordagem da con-
temporaneidade é uma busca pela melhoria da 
aprendizagem. Ao contextualizar o que é ensi-
nado em sala de aula juntamente com os temas 
contemporâneos, espera-se aumentar o interesse 
dos estudantes durante o processo e despertar a 
relevância desses temas no seu desenvolvimento 
como cidadão. O maior objetivo dessa abordagem 
é que o estudante conclua a sua educação formal 
Os temas contemporâneos 
transversais e a formação 
cidadã
(EF08LI12) Construir repertório lexical relativo a planos, previsões e expectativas para o futuro.
(EF08LI13) Reconhecer sufixos e prefixos comuns utilizados na formação de palavras em língua inglesa.
(EF08LI14) Utilizar formas verbais do futuro para descrever planos e expectativas e fazer previsões.
(EF08LI15) Utilizar, de modo inteligível, as formas comparativas e superlativas de adjetivos para comparar quali-
dades e quantidades.
(EF08LI16) Utilizar, de modo inteligível, corretamente, some, any, many, much.
(EF08LI17) Empregar, de modo inteligível, os pronomes relativos (who, which, that, whose) para construir períodos 
compostos por subordinação. 
Conhecimentos linguísticos
(EF08LI18) Construir repertório cultural por meio do contato com manifestações artístico-culturais vinculadas à 
língua inglesa (artes plásticas e visuais, literatura, música, cinema, dança, festividades, entre outros), valorizando 
a diversidade entre culturas.
(EF08LI19) Investigar de que forma expressões, gestos e comportamentos são interpretados em função de aspec-
tos culturais.
(EF08LI20) Examinar fatores que podem impedir o entendimento entre pessoas de culturas diferentes que falam 
a língua inglesa.
Dimensão intercultural
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 256-259. Disponível 
em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 11 fev. 2022.
reconhecendo e aprendendo sobre os temas que 
são relevantes para sua atuação na sociedade. [...]
Já a transversalidade é um princípio que desen-
cadeia metodologias modificadoras da prática peda-
gógica, integrando diversos conhecimentos e ultra-
passando uma concepção fragmentada, em direção 
a uma visão sistêmica. Os TCTs não são de domínio 
exclusivo de um componente curricular, mas per-
passam a todos de forma transversal e integradora.
[...] 
Nesse sentido, os Temas Contemporâneos 
Transversais (TCTs) têm a condição de explicitar a 
ligação entre os diferentes componentes curricu-
lares de forma integrada, bem como de fazer sua 
conexão com situações vivenciadas pelos estudan-
tes em suas realidades, contribuindo para trazer 
contexto e contemporaneidade aos objetos do co-
nhecimento descritos na Base Nacional Comum 
Curricular (BNCC).
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. 
Temas contemporâneos transversais na BNCC: Proposta de Práticas de 
Implementação. Brasília, 2019. Disponível em: http://basenacionalcomum.
mec.gov.br/images/implementacao/guia_pratico_temas_ 
contemporaneos.pdf. Acesso em: 31 maio 2022.
XLIII
04/08/2022 10:26:1004/08/2022 10:26:10
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/implementacao/guia_pratico_temas_contemporaneos.pdf
Nesta coleção, os temas contemporâneos 
transversais são contemplados principalmente 
no boxe Time to reflect, mas é possível abordá-
-los também durante a leitura e interpretação de 
textos, ao explorar os recursos imagéticos das 
páginas de abertura e em diversos outros mo-
mentos. Sempre que for pertinente trabalhar 
um dos temas, estará indicada nas orientações 
ao professor a relação do conteúdo com o tema 
em questão, acompanhada de uma sugestão de 
como abordá-lo com a turma.
Conheça mais sobre esses temas a seguir.
Educação ambiental
Considerando as perspectivas alarmantes divulgadas nos 
últimos anos sobre a situação do planeta, discutir a edu-
cação ambiental na escola tornou-se algo essencial. Essa 
formação visa preparar cidadãos que sejam preocupados, 
conscientes e que consigam tomar atitudes adequadas 
com relação ao consumo de recursos, à poluição, ao des-
pejo indevido de resíduos, à implantação de energias al-
ternativas, entre outras questões. Nesse sentido, assuntos 
como o desenvolvimento sustentável e o consumo cons-
ciente devem fazer parte do cotidiano dos estudantes.
Educação para o consumo
Nos últimos anos, o estabelecimento de políticas de con-
sumo responsável tem sido um grande desafio, levando 
em conta a repercussão dos meios de comunicação em 
incentivar o consumo de bens e serviços de modo de-
senfreado. Com isso, a educação para o consumo visa 
contribuir para que os estudantes analisem criticamente 
o contexto atual, identificando atitudes consumistas e 
possíveis alternativas sustentáveis em seu dia a dia.
Ciência e tecnologia 
Refletir criticamente sobre as aplicações do desenvolvi-
mento científico, analisando as tecnologias sob diferen-
tes perspectivas e olhares, torna-se essencial no contex-
to contemporâneo. O espaço escolar deve estar aberto 
às transformações e às modernizações, aplicando-as 
com responsabilidade e capacitando os estudantes a de-
senvolver o uso consciente desses recursos.
Diversidade cultural
Entrar em contato com povos e culturas variados per-
mite aos estudantes desenvolver a ideia de diversidade, 
reconhecendo, portanto, que o mundo é formado por 
diferentes modos de vida e tradições. Uma educação 
escolar voltada à valorização da diversidade favorece a 
desconstrução de ideias etnocêntricas. Nesse sentido, 
o Brasil surge como país privilegiado para discutir tais 
questões, tendo em vista a grande diversidade de etnias 
que contribuíram para a formação do povo brasileiro.
Educação para valorização do 
multiculturalismo nas matrizes 
históricas e culturais brasileiras
A aprovação de leis afirmativas, como a lei nº 10 639, de 
2003, que determinou a introdução do ensino de história 
da África e da cultura afro-brasileira, e a lei nº 11 645, de 
2008, que estabeleceu a obrigatoriedade da inclusão de 
história e cultura dos povos indígenas aos estudantes dos 
níveis fundamental e médio, colabora para a desconstru-
ção de preconceitos e estereótipos, fortemente impregna-
dos no conteúdo escolar, sobre africanos, afro-brasileiros 
e indígenas. No caso da inserção da história da África e 
da cultura afro-brasileira e da história e cultura dos povos 
indígenas nos currículos dos ensinos fundamental e mé-
dio, vemos a expansão dos direitos de grupos tradicional-
mente marginalizados, os quais têm agora sua cultura e 
sua contribuição para a construção da sociedade brasilei-
ra reconhecidas, ao mesmo tempo que as especificidades 
desses grupos devem ser valorizadas como responsáveis 
por contribuições originais na formação de nosso povo.
Vida familiar e social
Conceber a convivência familiar e social como um tema 
significativo a ser abordado com os estudantes faz parte 
da proposta de educação integral. Assim, é necessário 
que se façam na escola reflexões sobre: diferentes cons-
tituições familiares, conceitos patriarcais e matrilineares, 
papel dos membros familiares, regras de convivência 
com diferentes grupos, a importância do diálogo e do 
respeito, entre outras discussões.
Educação para o trânsito
Problemas relacionados à convivência no trânsito se im-
põem como um dos grandes desafiosatuais, principal-
mente em um mundo cada vez mais urbanizado e com 
escassos investimentos em planejamento de infraes-
trutura. Nesse sentido, a educação para o trânsito tem 
como objetivo contribuir para reflexões sobre posturas 
responsáveis de pedestres, ciclistas e motoristas.
Educação em direitos humanos 
A noção de direitos humanos foi construída historica-
mente, ao longo de anos de lutas e mobilizações. Tra-
tar o outro com dignidade, considerando sua condição 
humana fundamental, é um dever de todos. A escola se 
apresenta então como um espaço ideal para que essas 
noções sejam discutidas. Desse modo, busca-se comba-
ter concepções e atitudes que tenham como base pers-
pectivas discriminatórias.
XLIV
04/08/2022 10:26:1004/08/2022 10:26:10
Direitos da criança e do adolescente
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), aprova-
do no Brasil em 1990, trata da necessidade de conceder 
proteção integral à criança e ao adolescente, atribuindo 
prioridade a essa parcela da sociedade em diversos se-
tores públicos e na destinação de recursos. Essa nova 
concepção a respeito das crianças e dos adolescentes 
passou a compreendê-los como pessoas em estágio de 
desenvolvimento e que requerem atenção e proteção da 
sociedade como um todo. Nesse sentido, prima-se por 
uma educação que destaque elementos como a preven-
ção do trabalho e da exploração infantil, a promoção 
da convivência familiar saudável, o combate à violência 
intrafamiliar, além do incentivo e apoio à ampliação do 
universo cultural das crianças e adolescentes.
Processo de envelhecimento, 
respeito e valorização do idoso
O Estatuto do Idoso foi aprovado no Brasil em 2003, visan-
do garantir o bem-estar das pessoas com idade igual ou 
superior a 60 anos. Nesse documento, uma série de leis 
busca promover o respeito, a autonomia, a integração e a 
participação efetiva dos idosos na sociedade brasileira. A 
educação tem um papel relevante a cumprir na efetivação 
dessas leis, atuando na conscientização dos estudantes 
sobre a importância das pessoas idosas em nossa socieda-
de, buscando promover a sociabilização e o compartilha-
mento de experiências entre pessoas idosas e estudantes.
Saúde
A escola apresenta um papel importante nas reflexões 
dos estudantes sobre sua saúde. Os conhecimentos 
apreendidos com base nos componentes curriculares e 
na convivência diária no ambiente escolar devem sempre 
contribuir para a formação de hábitos saudáveis, como a 
prática de atividades físicas e de higiene, além de promo-
ver o cuidado com o bem-estar físico, mental e emocional.
Educação alimentar e nutricional
A preocupação com a alimentação e com o aprimora-
mento nutricional também é muito importante no con-
texto atual. Com os altos níveis de industrialização viven-
ciados nos últimos anos e com a aceleração do ritmo de 
vida imposta pelo sistema capitalista, nos submetemos 
a uma alimentação muitas vezes de má qualidade e sem 
critérios adequados para saúde. Assim, a educação nu-
tricional se faz necessária, para que possamos identificar 
e seguir melhores hábitos.
Trabalho 
Reflexões sobre as relações de trabalho são importantes 
para os estudantes compreenderem de modo crítico o 
mundo em que vivemos. Temas como trabalho infantil, 
desemprego, direitos trabalhistas e trabalho análogo 
ao escravo devem ser abordados em sala de aula para 
auxiliá-los a perceber as dinâmicas do sistema capitalista 
nas quais estão inseridos. Com base em discussões co-
mo essas, é possível ajudar os estudantes a analisar as 
condições adversas que podem estar presentes em seu 
dia a dia, como é o caso da desigualdade social.
Educação financeira
A escola pode contribuir para a formação inicial dos estu-
dantes com relação à educação financeira, apresentando 
reflexões que envolvam noções de planejamento financei-
ro, aplicação, investimentos, consumo consciente, tomada 
de decisões etc. Além de aprender a importância do plane-
jamento financeiro, a educação financeira ajuda a formar 
cidadãos mais conscientes em relação ao consumo e que 
compreendam a relação direta que há entre economia, 
meio ambiente e desenvolvimento sustentável.
Educação fiscal
É papel do cidadão compreender as dinâmicas que en-
volvem a aplicação de investimentos tributários pelo po-
der público. Assim, é de suma importância que os estu-
dantes aprendam desde cedo sobre educação fiscal para 
que possam fiscalizar e cobrar dos governantes a desti-
nação adequada dos tributos arrecadados, que devem 
ser convertidos em benfeitorias para a população.
As unidades abordam os eixos norteadores 
leitura, oralidade, escrita, conhecimentos linguís-
ticos e dimensão intercultural. Dessa forma, busca-
-se desenvolver a autonomia dos estudantes por 
meio de atividades que os auxiliem no desenvol-
vimento de competências, habilidades, atitudes 
e valores, garantindo sua formação integral.
Ao longo dos quatro volumes, desenvolvemos 
a totalidade de competências e habilidades da 
BNCC, considerando a especificidade de cada 
ano escolar. Em nossa proposta, destacamos a 
importância da competência geral 9, uma vez 
que a empatia, o diálogo, a resolução de confli-
tos, a cooperação, o respeito e a valorização da 
diversidade são essenciais para todas as relações 
sociais, não apenas no contexto de sala de aula; 
das competências específicas de Linguagens 
2 e 3, pois os estudantes conhecem e exploram 
diversas práticas de linguagem ao longo do ano 
Articulação entre a abordagem 
teórico-metodológica e a BNCC
XLV
04/08/2022 10:26:1004/08/2022 10:26:10
e empregam diferentes linguagens para se ex-
pressar e aprender; da competência específica 
de Língua Inglesa 2, uma vez que leem, escutam 
e produzem textos orais, escritos e multissemió-
ticos em língua inglesa, buscando desenvolver 
o protagonismo social; da habilidade EF08LI02, 
pois exploram os recursos linguísticos e paralin-
guísticos em interações orais; das habilidades 
EF08LI03 e EF08LI05, visto que constroem o sen-
tido global de textos orais e inferem informações 
implícitas do texto para construção de sentidos 
da habilidade EF08LI12, pois constroem reper-
tório linguístico em língua inglesa e da habilida-
de EF08LI18, uma vez que constroem repertório 
cultural por meio do contato com manifestações 
artístico-culturais relacionadas à língua inglesa.
Além do trabalho com as competências e os 
temas contemporâneos transversais da BNCC, 
desenvolvemos o trabalho com os Objetivos de 
Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 
para o Desenvolvimento Sustentável, que consis-
tem em um plano de ação que orienta os traba-
lhos da Organização das Nações Unidas (ONU) 
e de 193 Estados-membros, rumo ao desenvol-
vimento sustentável até o ano de 2030. Além 
de ser universal, baseia-se em cinco princípios 
orientadores: Pessoas, Planeta, Prosperidade, 
Paz e Parcerias (5 Ps). 
Esse documento reflete os temas centrais que 
desafiam a qualidade de vida das pessoas e o 
A Agenda 2030
futuro do planeta, aprimorando e ampliando o 
escopo dos Objetivos de Desenvolvimento do 
Milênio (ODMs), aprovados em 2000. A Agenda 
2030 é a maior referência na contemporaneida-
de para o direcionamento de modelos de desen-
volvimento inclusivos e sustentáveis, portanto 
cabe a cada Estado-membro ajustar as diretrizes 
apresentadas no documento e definir a forma de 
implementá-las no contexto nacional.
Aprovada em uma cúpula internacional reali-
zada em 2015, a Agenda inclui uma Declaração, 
17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 
(ODSs) e 169 metas. Apresentamos a seguir os 
17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
O
D
S:
 O
s 
O
bj
et
iv
os
 d
e 
D
es
en
vo
lv
im
en
to
 S
us
te
nt
áv
el
XLVI
04/08/2022 10:26:1104/08/2022 10:26:11
Ao longo da coleção, marcamos momentos 
propícios para desenvolver determinados Obje-
tivos de Desenvolvimento Sustentável, sempre 
acompanhados do respectivo número (ODS 3, 
por exemplo) e relacionados, muitas vezes, aos 
temas contemporâneos transversais. Por exem-
plo, aotrabalhar o tema contemporâneo trans-
versal Saúde, é possível desenvolver o ODS 3, 
Boa saúde e Bem-estar.
O quadro a seguir apresenta os principais conteúdos de cada uni-
dade, as habilidades, as principais competências e temas contem-
porâneos transversais da BNCC e os descritores do CEFR referentes 
a tais conteúdos.
Quadro de conteúdos • 8º ano CG: Competência geral
CEL: Competência específica 
de Linguagens
CELI: Competência específica 
de Língua Inglesa
TCT: Tema contemporâneo 
transversal
Seção Get on board
Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR
• Inglês relacionado a 
filmes
• Diferenças culturais 
na comunicação
O objetivo dessa seção é levar 
os estudantes a conhecer 
palavras relacionadas a filmes, 
além de possibilitar a reflexão 
sobre diferenças culturais na 
comunicação. Tudo isso favorece 
o desenvolvimento de 
habilidades de conhecimentos 
linguísticos, em que empregam 
a língua inglesa com autonomia. 
Esse estudo se justifica não 
apenas por estabelecer relação 
com a BNCC e o CEFR, mas 
também para agregar 
conhecimentos que podem ser 
incorporados ao cotidiano dos 
estudantes, auxiliando-os a 
empregar a língua como um 
recurso de participação social.
• EF08LI01; EF08LI06; 
EF08LI19; EF08LI20
• CG3 
• CEL5
• CELI2; CELI6
• A2: Analysis and 
criticism of 
creative texts 
(including 
literature)
XLVII
04/08/2022 10:26:1104/08/2022 10:26:11
Seção What I know
Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR
• Avaliar os 
conhecimentos 
prévios dos 
estudantes
O objetivo dessa seção é propor 
um jogo para que o professor 
faça uma avaliação diagnóstica 
dos estudantes.
Esse estudo é importante tanto 
para avaliar os conhecimentos 
de língua inglesa dos estudantes 
quanto para o professor 
planejar sua prática pedagógica.
What I buy
Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR
• Cartum
• Tipos de lojas
• Afixos
• Substantivos 
contáveis e 
incontáveis
• Indicar quantidades 
(quantifiers) 
• Trecho de podcast
• Conversar sobre 
consumismo
O objetivo dessa unidade é 
apresentar aos estudantes o 
gênero cartum e o vocabulário 
referente a tipos de lojas, 
permitindo-lhes que 
desenvolvam habilidades de 
oralidade, leitura, compreensão 
e produção textual e que 
aprimorem seus conhecimentos 
linguísticos, empregando a 
língua inglesa com autonomia e 
criticidade. Esse estudo se 
justifica não apenas pela relação 
que estabelece com a BNCC e o 
CEFR, mas também pelos 
conhecimentos que capacitam 
os estudantes a explorar a 
língua como um recurso de 
participação social.
• EF08LI01; EF08LI02; 
EF08LI03; EF08LI05; 
EF08LI07; EF08LI08; 
EF08LI09; EF08LI10; 
EF08LI11; EF08LI13; 
EF08LI16
• CG3; CG4; CG5; 
CG7; CG9
• CEL3; CEL4; CEL5; 
• CELI3; CELI5; CELI6
• TCT: Educação 
para o consumo; 
Educação 
financeira; 
Educação fiscal
• A2: Mediating 
communication
• A2: Overall 
reading 
comprehension
• A2: Flexibility
• A2: General 
Linguistic Range
• A2: Listening to 
audio and media 
recordings
• A2: Overall 
written 
production
Unidade 1
XLVIII
04/08/2022 10:26:1104/08/2022 10:26:11
What I wear
Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR
• Tutorial
• Roupas
• Afixos
• Pronomes relativos
• Trecho de tutorial
• Apresentar um 
tutorial de 
customização de 
roupas
O objetivo dessa unidade é 
apresentar aos estudantes o 
gênero tutorial e o vocabulário 
referente a roupas, 
desenvolvendo, assim, 
habilidades de oralidade, leitura 
e compreensão textual e 
aprimorando os conhecimentos 
linguísticos. Esse estudo é válido 
não somente pela relação que 
estabelece com a BNCC e o 
CEFR, mas também pelos 
conhecimentos que podem ser 
incorporados ao cotidiano dos 
estudantes, auxiliando-os a 
explorar a língua como um 
recurso de participação social.
• EF08LI02; EF08LI03; 
EF08LI05; EF08LI13; 
EF08LI17
• CG4; CG5; CG7; CG9
• CEL3; CEL4; CEL6
• CELI2; CELI4; CELI5
• TCT: Educação para 
o consumo
• A2: Listening to 
audio and media 
recordings
• A2: Overall 
spoken 
interaction
• A2: General 
linguistic range 
• A2: Mediating 
communication
Seção Keep learning
Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR
• Revisão das 
unidades 1 e 2
O objetivo dessa seção é 
retomar, por meio de outras 
atividades, os conteúdos 
estudados até o momento. Esse 
estudo se justifica pela 
importância de aprimorar 
algumas das competências da 
BNCC e o nível A2 do CEFR, 
desenvolvidos nas unidades 
anteriores.
• CG4
• CEL3
• A2: General 
linguistic range
Unidade 2
XLIX
04/08/2022 10:26:1104/08/2022 10:26:11
Entertainment
Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR
• Entrevista
• Tipos de 
entretenimento
• Adjetivos
• Comparativo
• Trecho de palestra
• Participar de uma 
entrevista oral
O objetivo dessa unidade é 
apresentar aos estudantes o 
gênero entrevista e o 
vocabulário referente a 
entretenimento, desenvolvendo, 
assim, habilidades de oralidade, 
leitura e compreensão textual e 
aprimorando os conhecimentos 
linguísticos. Esse estudo se 
justifica não apenas pela relação 
que estabelece com a BNCC e o 
CEFR, mas também pelos 
conhecimentos que podem ser 
incorporados ao cotidiano dos 
estudantes, auxiliando-os a 
explorar a língua de forma 
crítica e como um recurso de 
participação social.
• EF08LI01; EF08LI02; 
EF08LI03; EF08LI05; 
EF08LI15; EF08LI18
• CG1; CG3; CG4; CG5
• CEL2; CEL3; CEL5
• CELI1; CELI2; CELI5
• TCT: Diversidade 
cultural; Educação 
ambiental; Ciência 
e tecnologia
• A2: Overall 
reading 
comprehension
• A2: Listening to 
audio and media 
recordings
• A2: Overall 
spoken 
interaction
• A2: General 
linguistic range
• A2: Vocabulary 
range
• A2: Mediating 
communication
Art
Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR
• Quiz
• Tipos de arte
• Adjetivos 
• Superlativo
• Trecho de programa 
de TV
• Apresentação oral 
de uma obra de arte
O objetivo dessa unidade é 
apresentar aos estudantes o 
gênero notícia e o vocabulário 
referente a questões ambientais, 
desenvolvendo, assim, 
habilidades de oralidade, leitura, 
compreensão e produção textual 
e aprimorando os 
conhecimentos linguísticos. Esse 
estudo se justifica não apenas 
pela relação que estabelece com 
a BNCC e o CEFR, mas também 
pelos conhecimentos que 
auxiliam os estudantes a 
explorar a língua como um 
recurso de participação social.
• EF08LI02; EF08LI03; 
EF08LI05; EF08LI09; 
EF08LI10; EF08LI15; 
EF08LI18
• CG1; CG2; CG3; CG4
• CEL3; CEL5
• CELI1; CELI2; CELI6
• TCT: Diversidade 
cultural
• A2: Mediating 
Communication
• A2: Overall 
reading 
comprehension
• A2: General 
linguistic range
• A2: Listening to 
audio media and 
recordings
• A2: Overall 
written 
production
Unidade 3
Unidade 4
L
04/08/2022 10:26:1104/08/2022 10:26:11
Seção Keep learning
Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR
• Revisão das 
unidades 3 e 4
O objetivo dessa seção é 
retomar, por meio de outras 
atividades, os conteúdos 
estudados nas últimas unidades. 
Esse estudo se justifica pela 
importância de aprimorar 
algumas das competências da 
BNCC e o nível A2 do CEFR, 
desenvolvidos nas unidades 
anteriores.
• CG4
• CEL3
• CELI2
• A2: General 
linguistic range
The environment
Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR
• Notícia
• Questões ambientais
• Pronomes 
indefinidos
• Trecho de discurso
• Apresentar um 
telejornal
O objetivo dessa unidade é 
apresentar aos estudantes o 
gênero notícia e o vocabulário 
referente a questões ambientais, 
desenvolvendo, assim, 
habilidades de oralidade, leitura, 
compreensão e produção textual 
e aprimorando os 
conhecimentos linguísticos. Esse 
estudo se justifica não apenas 
pela relação que estabelece com 
a BNCC e o CEFR, mas também 
pelos conhecimentos que 
auxiliam os estudantes a 
explorar a língua como um 
recurso de participação social.
• EF08LI02; EF08LI03; 
EF08LI05; EF08LI08; 
EF08LI09; EF08LI10
• CG4; CG5; CG6; 
CG7; CG10
• CEL3; CEL4; CEL6
• CELI1; CELI2; CELI5; 
CELI6
• TCT: Educação 
ambiental
• A2: Read for 
information and 
argument
• A2: Creative 
writing
•A2: Informal 
discussion (with 
friends)
• A2: Overall 
listening 
comprehension
• A2: General 
linguistic range
• A2: Processing 
text in speech
Unidade 5
LI
04/08/2022 10:26:1104/08/2022 10:26:11
A more sustainable life
Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR
• Tirinha
• Ações sustentáveis
• Pronomes reflexivos
• Informações sobre 
reciclagem
• Apresentação oral 
de uma ação 
sustentável
O objetivo dessa unidade é 
apresentar aos estudantes o 
gênero tirinha e o vocabulário 
referente a ações sustentáveis, 
desenvolvendo, assim, 
habilidades de oralidade, leitura 
e compreensão textual e 
aprimorando os conhecimentos 
linguísticos. Esse estudo se 
justifica não apenas pela relação 
que estabelece com a BNCC e o 
CEFR, mas também pelos 
conhecimentos que auxiliam os 
estudantes a explorar a língua 
como um recurso de 
participação social.
• EF08LI01; EF08LI02; 
EF08LI03; EF08LI05; 
EF08LI06; EF08LI11
• CG3; CG7; CG10
• CEL4; CEL5
• CELI2
• TCT: Educação 
ambiental; 
Educação para o 
consumo
• A2: Reading as a 
leisure activity
• A2: General 
linguistic range
• A2: Vocabulary 
range
• A2: Listening to 
audio and media 
recordings
• A2: Overall 
spoken 
interaction
• A2: Processing 
text in speech
Seção Keep learning
Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR
• Revisão das 
unidades 5 e 6
O objetivo dessa seção é 
retomar, por meio de outras 
atividades, os conteúdos 
estudados nas últimas unidades. 
Esse estudo se justifica pela 
importância de aprimorar 
algumas das competências da 
BNCC e o nível A2 do CEFR, 
desenvolvidos nas unidades 
anteriores.
• CG4
• CELI2
• A2: Vocabulary 
range
Unidade 6
LII
04/08/2022 10:26:1104/08/2022 10:26:11
Future and technology
Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR
• Conto de ficção 
científica
• Gadgets
• Will 
• Informações sobre 
as leis da robótica
• Expressão oral de 
previsões para o 
futuro
O objetivo dessa unidade é 
apresentar aos estudantes o 
gênero conto de ficção científica 
e o vocabulário referente a 
aparelhos tecnológicos (gadgets), 
desenvolvendo, assim, 
habilidades de oralidade, leitura 
e compreensão textual e 
aprimorando os conhecimentos 
linguísticos. Esse estudo se 
justifica não apenas pela relação 
que estabelece com a BNCC e o 
CEFR, mas também pelos 
conhecimentos que auxiliam os 
estudantes a explorar a língua 
como um recurso de 
participação social.
• EF08LI02; EF08LI03; 
EF08LI04; EF08LI05; 
EF08LI06; EF08LI07; 
EF08LI12; EF08LI14
• CG2; CG4 
• CEL3; CEL5; 
• CELI2; CELI6 
• TCT: Ciência e 
tecnologia
• A2: Processing 
text in speech
• A2: Listening to 
audio and media 
recordings
• A2: Reading as a 
leisure activity
• A2: Vocabulary 
control
• A2: Overall 
listening 
comprehension
• A2: Addressing 
audiences
Future plans
Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR
• Postagem de Blog
• Planos para o futuro
• Going to
• Presente contínuo
• Podcast
• Expressão oral de 
planos para o 
futuro.
O objetivo dessa unidade é 
apresentar aos estudantes o 
gênero postagem de blog e o 
vocabulário referente a planos 
para o futuro, desenvolvendo, 
assim, habilidades de oralidade, 
leitura, compreensão e 
produção textual e aprimorando 
os conhecimentos linguísticos. 
Esse estudo se justifica não 
apenas pela relação que 
estabelece com a BNCC e o 
CEFR, mas também pelos 
conhecimentos que auxiliam os 
estudantes a explorar a língua 
como um recurso de 
participação social.
• EF08LI02; EF08LI03; 
EF08LI04; EF08LI05; 
EF08LI09; EF08LI10; 
EF08LI11; EF08LI12; 
EF08LI14; EF08LI19
• CG1; CG4; CG6; 
CG9; CG10
• CEL2; CEL3; CEL4
• CELI1; CELI2; CELI6
• TCT: Processo de 
envelhecimento, 
respeito e 
valorização do 
idoso
• A2: Mediating 
Communication
• A2: Overall 
reading 
comprehension
• A2: Vocabulary 
control
• A2: General 
linguistic range
• A2: Overall 
listening 
comprehension
• A2: Overall 
written 
production
Unidade 7
Unidade 8
LIII
04/08/2022 10:26:1104/08/2022 10:26:11
Seção Keep learning
Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR
• Revisão das 
unidades 7 e 8
O objetivo dessa seção é 
retomar, por meio de outras 
atividades, os conteúdos 
estudados nas últimas unidades. 
Esse estudo se justifica pela 
importância de aprimorar 
algumas das habilidades da 
BNCC e o nível A2 do CEFR, 
desenvolvidos nas unidades 
anteriores.
• EF08LI12; EF08LI14 • A2: General 
linguistic range
Seção What I know
Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR
• Avaliar os 
conhecimentos 
adquiridos pelos 
estudantes ao longo 
do ano letivo
O objetivo dessa seção é propor 
uma avaliação somativa.
Esse estudo se justifica pela 
importância de avaliar os 
conhecimentos que os 
estudantes adquiriram sobre a 
língua inglesa.
Seção English in the world
Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR
• A presença da 
língua inglesa em 
manifestações 
culturais
• Impacto das 
manifestações 
culturais em língua 
inglesa na cultura 
brasileira.
O objetivo da seção é discutir a 
presença da língua inglesa em 
manifestações culturais e o 
impacto das manifestações 
culturais em língua inglesa na 
cultura brasileira. Esse estudo se 
justifica não apenas pela relação 
que estabelece com a BNCC e o 
CEFR, mas também pelos 
conhecimentos que auxiliam os 
estudantes a explorar a língua 
de forma crítica e como um 
recurso de participação social.
• EF08LI18
• CG1; CG3
• CEL2; CEL5
• CELI6
• TCT: Diversidade 
cultural; Educação 
para valorização do 
multiculturalismo 
nas matrizes 
históricas e 
culturais brasileiras
• A2: Mediating 
communication
LIV
04/08/2022 10:26:1104/08/2022 10:26:11
Nestas sugestões de cronogramas, conside-
ramos que o componente curricular de Língua 
Inglesa será trabalhado com uma carga horária 
média de duas aulas semanais. Dessa forma, 
apresentamos exemplos de como os conteúdos 
do livro podem ser desenvolvidos por bimestre 
e por semestre. Caso a carga horária semanal 
seja menor, o professor poderá ajustar o con-
teúdo de forma autônoma, conforme suas ne-
cessidades. Além disso, as aulas desenvolvem 
outras atividades que possam surgir ao longo 
do ano letivo e que deverão ser consideradas no 
planejamento anual. 
Salientamos que essas sugestões devem ser 
adaptadas de acordo com o perfil de cada turma 
e com seu planejamento, levando em considera-
ção outros recursos e materiais além do livro di-
Sugestões de cronogramas
dático. Ainda é necessário atentar para as seções 
que apresentam subdivisões, como Reading (Pre- 
-reading, While reading, Post-reading), Listening 
(Pre-listening, While listening, Post-listening) e 
Writing (Pre-writing, While writing, Post-writing), o 
que poderá demandar mais ou menos tempo de 
interação, conforme a participação dos estudantes.
Enfatizamos também que este material pos-
sibilita diferentes modos de apresentar e orde-
nar os conteúdos, sendo possível, por exemplo, 
alterar a ordem de algumas unidades ou mudar 
a ordem do trabalho de algumas seções em cada 
unidade. Ao longo das orientações ao professor, 
encontram-se algumas dessas sugestões. Cabe 
a você também selecionar as atividades a serem 
feitas em casa, envolvendo, dessa forma, a famí-
lia no processo de ensino e aprendizagem.
Unidades e seções 1º bimestre 2º bimestre 3º bimestre 4º bimestre
Seções Get on board 
e What I know 2 aulas
9 aulas
7 aulas
Keep learning 2 aulas
9 aulas
9 aulas
Keep learning 2 aulas
10 aulas
8 aulas
Keep learning 2 aulas
8 aulas
8 aulas
Keep learning 2 aulas
Seções What I know 
e English in the world 2 aulas
Unidade 1
Unidade 2
Unidade 3
Unidade 4
Unidade 5
Unidade 6
Unidade 7
Unidade 8
LV
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Apresentamos a seguir uma seleção de textos 
que podem contribuir para a ampliação dos seus 
conhecimentos sobre importantes questões 
abordadas nesta coleção. 
Ampliando conhecimentos
É nesse cenário de busca por meios de lidar com 
as mudanças com relação ao conceito de letramen-
to em si bem como com relação às novas deman-
das e mudançasocorridas no mundo do trabalho, 
no espaço público e nas nossas vidas em comuni-
dade que surge a pedagogia dos “Multiletramen-
tos” proposta pelo “New London Group” (COPE; 
KALANTZIS, 2000). Essa pedagogia tem como ob-
jetivos centrais: refletir sobre as diferenças cultu-
rais, de língua e de gênero que poderiam se tornar 
barreiras para o sucesso educacional e também so-
bre as implicações das diversidades culturais e lin-
guísticas pertencentes às sociedades amplamente 
globalizadas em uma pedagogia de letramento. 
Os autores pontuam ainda que o aspecto de “co-
mo” ensinar segundo a pedagogia dos Multiletra-
mentos é uma complexa integração de quatro fato-
Unidades e seções 1º semestre 2º semestre
Seções Get on board e What I know 2 aulas
9 aulas
7 aulas
Keep learning 2 aulas
9 aulas
9 aulas
Keep learning 2 aulas
10 aulas
8 aulas
Keep learning 2 aulas
8 aulas
8 aulas
Keep learning 2 aulas
Seções What I know e English in the world 2 aulas
Unidade 1
Unidade 2
Unidade 3
Unidade 4
Unidade 5
Unidade 6
Unidade 7
Unidade 8
[...] O termo “Novos Estudos do Letramento” se re-
fere a uma nova tradição que considera a natureza 
do letramento não mais em termos de aquisição de 
habilidades, mas com o enfoque no entendimento 
do letramento como prática social. Isso implica no 
reconhecimento de que existem múltiplos letra-
mentos que variam de acordo com o tempo e espa-
ço, mas que também são contestados por meio das 
relações de poder. 
Ensino de línguas na perspectiva 
dos multiletramentos
LVI
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res: prática situada (baseada no mundo das expe-
riências já adquiridas e em processo de aquisição 
dos aprendizes); instrução explícita por meio do 
processo da metalinguagem; enquadramento críti-
co, que relaciona os significados aos seus contextos 
e propósitos sociais; e a prática transformada, na 
qual os estudantes transferem e recriam designs 
de significados de um contexto para outro. 
SALDANHA, Gabriela da Cunha Barbosa. Letramento crítico e o ensino de 
língua estrangeira via língua-alvo em escolas públicas brasileiras: uma 
proposta viável? In: OLIVEIRA, Shirlene Bemfica de; SÓL, Vanderlice dos Santos 
Andrade (org.). Multiletramentos no ensino de inglês: experiências da escola 
regular contemporânea. Ouro Preto: Instituto Federal de Minas Gerais, 2016. 
p. 152-153.
do, dessa forma, que uns se apropriem de estra-
tégias utilizadas por outros, ampliando e aprofun-
dando sua proficiência leitora pessoal”. [...]
PEREIRA, Valquiria. A importância da leitura em sala de aula para a 
fluência leitora. Nova Escola, 1 jul. 2013. Disponível em: https://novaescola.
org.br/conteudo/136/a-importancia-da-leitura-em-sala-de-aula-para-a-
fluencia-leitora. Acesso em: 21 fev. 2022.
[...]
A formação de hipóteses de leitura é uma es-
tratégia cognitiva baseada em diversos elementos 
textuais, explorados antes de começar a ler o con-
teúdo propriamente dito: a capa do livro, o título, 
as imagens – fotos, gráficos, tabelas, figuras – que 
fazem parte do texto, as informações tipográficas e 
de diagramação, na página ou na tela, como fontes, 
tamanho das letras, cores. Tudo isso são aspectos 
em que o leitor se apoia para, junto com os conhe-
cimentos que ele já tem e ativa mentalmente para 
realizar a atividade de leitura, elaborar hipóteses. 
[...]
KLEIMAN, Angela B. Levantamento de hipóteses de leitura. 
Glossário Ceale. Disponível em: https://www.ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/ 
verbetes/levantamento-de-hipoteses-de-leitura. Acesso em: 21 fev. 2022.
Levantamento de 
hipóteses antes da leitura
[...]
A leitura compartilhada ou colaborativa – aque-
la em que alunos e professor leem juntos um mes-
mo texto e apresentam suas ideias e impressões 
acerca do que foi lido – tem como finalidade [...] 
“ensinar a ler, ou seja, criar condições para que as 
estratégias de atribuição de sentido (sejam rela-
tivas à mobilização de capacidades de leitura, ou 
utilização de determinados procedimentos e de-
senvolvimento de comportamentos leitores) sejam 
explicitadas pelos diferentes leitores, possibilitan-
Importância do trabalho 
com a leitura compartilhada 
em sala de aula
[...]
O sucesso da compreensão leitora depende da 
atividade do leitor. O bom leitor é aquele que sa-
be selecionar das inúmeras atividades possíveis 
do ato de ler aquela que é mais adequada ao texto 
e ao objetivo de uma determinada leitura. Have-
rá momentos em que para resolver uma dúvida é 
aconselhável reler um determinado segmento do 
texto e outros em que o correto é prosseguir na lei-
tura. Segundo BROWN (1980), o leitor eficiente é 
aquele que:
1. Determina o objetivo de uma leitura e sele-
ciona as estratégias adequadas a esse objetivo 
(se está procurando um automóvel nos anún-
cios classificados sabe como correr os olhos 
pela página até encontrar o que deseja).
2. Identifica as ideias principais e secundárias 
de um texto (sabe quando o autor está resu-
mindo um parágrafo, dando um exemplo ou 
acrescentando um detalhe).
3. Distribui a atenção de maneira diferenciada, 
concentrando-se mais nos aspectos importan-
tes e menos nos detalhes.
4. Avalia constantemente a compreensão (“es-
tou entendendo muito bem isto aqui”, “esta 
parte não entendi bem”).
5. Interroga-se para avaliar se os objetivos da lei-
tura estão sendo atingidos (“o que não entendi 
é importante para o que quero desta leitura?”).
6. Toma medidas corretivas quando detecta falhas 
na compreensão (relê o parágrafo, lê adiante, 
consulta o dicionário, faz um esquema).
7. Recupera-se das distrações ocorridas durante 
a leitura.
O uso dessas estratégias dá ao leitor a capacida-
de de avaliar a própria compreensão, fazendo com 
Estratégias metacognitivas de 
leitura em língua estrangeira
LVII
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https://novaescola.org.br/conteudo/136/a-importancia-da-leitura-em-sala-de-aula-para-a-fluencia-leitora
https://www.ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbetes/levantamento-de-hipoteses-de-leitura
que a leitura deixe de ser uma atividade mecânica 
para se tornar um processo consciente de constru-
ção do significado. [...]
LEFFA, Vilson José. A leitura da outra língua: uma crítica das 
estratégias. In: LEFFA, Vilson José. Língua estrangeira. Ensino e 
aprendizagem. Pelotas: EDUCAT, 2016. p. 196-197. [...] algumas canções podem ser ótimos modelos 
para linguagem do cotidiano, repletas de frases 
informais e expressões idiomáticas. Para o autor, 
há razões afetivas, cognitivas e linguísticas para se 
utilizar música na sala de aula. Além de ser uma 
atividade recreativa e relaxante, as canções po-
dem ser utilizadas para a aquisição de habilidades 
linguísticas, como a pronúncia, ritmo, vocabulário 
e gramática.
[Há] uma série de motivos para que professores 
utilizem canções e versos no ensino de inglês como 
língua estrangeira:
• para apresentar e praticar estruturas linguísticas;
• para apresentar e praticar vocabulário;
• para ajudar na entonação e na pronúncia;
• para contar (parte de) uma história;
• para ilustrar um tópico;
• para dar um insight da cultura de um país fa-
lante do inglês;
• para enfatizar associações culturais entre nos-
so país e o mundo de falantes do inglês;
• para proporcionar uma atmosfera agradável.
Os autores enfatizam que as canções têm gran-
de relação com a motivação na sala de aula, pois é 
uma forma de vivenciar algo prazeroso na LE. 
Dessa forma, os alunos tornam-se mais interes-
sados na língua a partir da boa experiência e até 
os que apresentam mais dificuldades sentem que, 
de alguma forma, tiveram êxito [...].
SOUZA, Drielle Caroline Izaias Juvino. A música como recurso 
de ensino-aprendizagem da língua inglesa nos livros didáticos. Porto das 
Letras, v. 8, n. 1, 16 dez. 2021. p. 295-296. Disponível em: https://sistemas.uft.
edu.br/periodicos/index.php/portodasletras/article/view/12842/19889. Acesso 
em: 12 jul. 2022.
O gênero canção como recurso 
motivacional nas aulas de inglês
[...]
Especificamenteno caso do desenvolvimento e 
aprimoramento da habilidade de escrita, Warschauer, 
Arada e Zheng (2010, p. 223) argumentam que “os 
educadores devem enxergar seus estudantes não 
apenas como aprendizes, mas também como reais 
escritores com alguma coisa importante para dizer 
e proporcionar a eles a oportunidade de escrever 
algo com uma finalidade definida e para uma au-
diência real por meio da mídia digital”.
Levando em conta os aspectos mencionados pe-
los autores, os diversos gêneros digitais oriundos 
do contínuo e acelerado avanço das TDIC podem 
se constituir como alternativa para o ensino e a 
aprendizagem da produção escrita tanto na esco-
la, quanto no contexto acadêmico. Essa prática po-
de servir como incentivo para que os aprendizes 
utilizem as ferramentas digitais não apenas para 
se comunicar, buscar informações ou se relacio-
narem socialmente, mas também para que pos-
sam aprender a pesquisar informações relevantes 
para sua formação, a interagir na língua alvo, a 
construir significados e pensamento crítico a par-
tir de leituras, a produzir, publicar e comentar 
textos que expressem suas reflexões e opiniões, 
seus conhecimentos prévios, suas expectativas 
pessoais e profissionais.
Do mesmo modo, a produção escrita individual 
e coletiva deve ser vista como prática social, contri-
buindo para que os educandos aprendam a fazer 
escolhas, a se posicionar, a cooperar, a respeitar e 
tolerar diferentes pontos de vista, a refletir sobre a 
língua e cultura, exercendo a criatividade, a ética 
e a autonomia.
[...]
OLIVEIRA, Flávia Medianeira de. O uso de blogs como ferramenta de 
apoio ao desenvolvimento da produção escrita em língua inglesa. 
Trabalhos em Linguística Aplicada, v. 60, n. 3, 2021. p. 797. 
Disponível em: https://www.scielo.br/j/tla/a/cSNBBmJvQvzVrHBgtmn 
G45Q/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 8 jul. 2022.
A produção escrita no 
contexto da mídia digital
[...] o desenvolvimento da produção oral não ocor-
re pela simples memorização de palavras repeti-
das inúmeras vezes pelos aprendizes em uma aula 
A importância de práticas 
significativas na produção oral
LVIII
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https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/portodasletras/article/view/12842/19889
de idiomas (JOHNSON, 2009). Pelo contrário, este 
desenvolvimento acontece dentro de um ambien-
te em que interações significativas emergem dos e 
entre os seres sociais, os quais estão trabalhando 
dialogicamente e colaborativamente na constru-
ção de sentido em uma língua adicional (KRAMS-
CH & SULIVAN, 1996). Por conta disto, cada sujeito 
possui seu próprio tempo e ritmo para desenvol-
ver a produção oral e esse processo não deve ser 
tomado como homogêneo, sem percalços ou obs-
táculos. 
O desenvolvimento da oralidade de um(a) 
aprendiz de uma língua adicional está considera-
velmente relacionado a sua participação em dife-
rentes instâncias de uso da língua para diversos 
propósitos (JOHNSON, 2009). Ao poderem partici-
par de modo mais engajado e colaborativo em di-
ferentes atividades orais, maiores serão as oportu-
nidades que o(a) aprendiz terá para desenvolver 
sua produção oral. De maneira sucinta, podemos 
dizer que o desenvolvimento da produção oral se-
rá dependente da interconexão das experiências 
anteriores individuais de um aluno e seus colegas, 
de seus contextos socioculturais onde estão locali-
zados, assim como as necessidades destes apren-
dizes e o quê e como estes lidam com a produção 
oral neste processo contínuo de aprendizagem e, 
ao mesmo tempo, desenvolvimento.
[...]
RIO, Marlon Machado Oliveira; NICOLAIDES, Christine Siqueira. Olha, teacher, 
acho que dá pra gente usar isso na sala de aula, né? – diferentes usos de 
tecnologias digitais no desenvolvimento da produção oral da língua inglesa 
em contexto da escola pública pelo viés da teoria sociocultural. Revista 
Intercâmbio, São Paulo, v. XLV, 2020. p. 146. Disponível em: https://revistas.
pucsp.br/index.php/intercambio/article/view/50452/32974. Acesso em: 25 jul. 
2022.
• As atitudes que geram curiosidade e pronti-
dão para aceitação de outras culturas e de sua 
própria;
• O conhecimento de grupos sociais com suas 
práticas e produtos e de processos de intera-
ção individuais e na sociedade; 
• A habilidade de interpretação de outra cultu-
ra aliada à habilidade de explicar e de relacio-
nar essa outra cultura a sua própria;
• As habilidades de aquisição de novo conheci-
mento de outras culturas e suas práticas e o 
saber e lidar com esse conhecimento nos mo-
mentos reais de comunicação e interação. 
Cabe ressaltar que a responsabilidade de se tor-
nar um cidadão intercultural é de todos que fazem 
parte do processo educativo. Tanto alunos quanto 
professores precisam desenvolver essas compe-
tências. [...]
SILVA, Flavia Matias da. O ensino de língua inglesa sob uma perspectiva 
intercultural: caminhos e desafios. Trabalhos em Linguística Aplicada, 
Campinas, n. 58, jan./abr. 2019. p. 165-166. Disponível em: 
https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/tla/article/
view/8654189/19288. Acesso em: 8 jul. 2022.
Ser um cidadão intercultural implica desenvol-
ver certas competências que viabilizam um olhar 
sensível para as questões políticas, sociais e edu-
cacionais que envolvem o ensino de língua/cultu-
ra. Segundo Byram (2008, p. 163-164), uma dessas 
competências é a consciência cultural crítica, que 
pode ser definida como a habilidade de avaliar 
crítica e criteriosamente perspectivas, práticas 
e produtos de sua e de outras culturas. Os outros 
elementos que auxiliam o desenvolvimento de um 
cidadão intercultural seriam:
Ensino de línguas e a 
interculturalidade
[...]
Considera-se cada vez mais relevante preparar 
os alunos para a era digital e móvel, de forma a 
levá-los a desenvolver competências necessárias 
para uma vida em constante evolução tecnológica.
Ao ser bem preparado, esse aluno não estará 
suscetível à obsolescência tecnológica, pois traz 
aspectos essenciais para lidar com ela, nem ao 
despreparo para novos raciocínios que essa vida 
contemporânea em constante transformação pro-
põe. Para tanto, é preciso aproveitar e incentivar 
a curiosidade humana, a capacidade de ouvir e de 
buscar conhecimentos diversos no contexto de es-
paços de informação integrados, compartilhamen-
to constante, identidades públicas e baixas barrei-
ras à produção [...]
GARCIA, Marilene Santana dos Santos; CZESZAK, Wanderlucy. Contextos da 
curadoria e transformações esperadas. In: GARCIA, Marilene Santana dos 
Santos; CZESZAK, Wanderlucy. Curadoria educacional: práticas pedagógicas 
para tratar (o excesso de) informação e fake news em sala de aula. São Paulo: 
Editora Senac São Paulo, 2019. p. 48-49.
A curadoria educacional
LIX
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https://revistas.pucsp.br/index.php/intercambio/article/view/50452/32974
https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/tla/article/view/8654189/19288
[...]
Em termos práticos, a concepção formativa de 
avaliação da aprendizagem posta ao final do século 
XX, somada à legitimidade da natureza subjetiva e 
heterogênea da construção do saber, inaugura no-
vos conteúdos, propósitos e modalidades avaliati-
vas. No que diz respeito aos conteúdos, a avaliação 
da aprendizagem de línguas passa a considerar 
conteúdos menos objetivos e estáveis (em geral, 
restritos ao uso “correto” da língua ou à acepção 
de leitura como mera decodificação) ao legitimar 
a multiplicidade de sentidos em exercícios de in-
terpretação textual, por exemplo, ou mesmo o uso 
contextualizado e situado da língua. Quanto aos 
propósitos, passa-se a “avaliar para conhecer” em 
vez de “examinar para excluir”, nos termos de Álvarez 
Méndez (2002), concepção avaliativa que vem pre-
valecendo nos diversos documentos reguladores 
da educação básica. Tal preocupação formativa 
nos leva a modalidades alternativas de avaliação 
que passam a priorizar o processo em detrimento 
do produto. Assim é que no fervor do final do sé-
culoXX, em que teorias socioculturais influenciam 
sobremaneira o currículo escolar brasileiro, a pro-
va escrita, sempre no pedestal, como instrumento 
avaliativo por excelência, passa a conviver com o 
desenvolvimento de projetos e portfólios como mo-
dalidades avaliativas menos verticalizadas e cen-
tralizadoras (VIEIRA, 2002; VILLAS-BOAS, 2005), os 
quais primavam pela centralidade do aluno.
[...]
DUBOC, Ana Paula Martinez. Avaliação da aprendizagem de línguas e os 
multiletramentos. Estudos em Avaliação Educacional, São Paulo, v. 26, n. 63, 
set./dez. 2015. p. 675-676. Disponível em: https://publicacoes.fcc.org.br/eae/
article/view/3628/3123. Acesso em: 19 jul. 2022.
Avaliação formativa da 
aprendizagem de línguas
Além disso, o professor pode atuar como um tu-
tor e favorecer a criação de novos ambientes de 
aprendizagem, pois é ele quem pode assumir o pa-
pel de guia dos alunos para a execução de tarefas 
de forma ativa e com uma postura crítica. Ao usar 
uma abordagem em prol do letramento crítico di-
gital, o professor pode oportunizar aos alunos a 
construção e a negociação de significados de forma 
coletiva, de revisão de suas crenças e de questiona-
mento das implicações de suas visões de mundo, 
conforme defendem Jordão e Fogaça (2007). 
Outra forma de o professor atuar como media-
dor na construção do conhecimento é buscando o 
equilíbrio entre o currículo e as tecnologias. [...]
Certamente, as tecnologias digitais não podem 
e nem devem substituir o professor, mas servir de 
alternativas e meios de tornar seu trabalho em sa-
la de aula mais dinâmico e eficiente e, para tal, o 
professor deve buscar letrar-se digitalmente. [...]
DENARDI, Didiê Ana Ceni; MARCOS, Raquel Amoroginski; STANKOSKI, Camila 
Ribas. Impactos da pandemia Covid-19 nas aulas de inglês. Ilha do Desterro, 
Florianópolis, v. 74, n. 3, set./dez. 2021. p. 117. Disponível em: https://
periodicos.ufsc.br/index.php/desterro/article/view/80733/47239. Acesso em: 
20 jul. 2022.
[...]
Contudo, o uso efetivo e adequado da tecnologia 
em sala de aula requer uma nova competência exi-
gida dos professores: a fluência digital. Não basta 
conhecer e se familiarizar com as mídias, sobre-
tudo as digitais, ou seja, não basta alfabetizar-se 
tecnologicamente (SAMPAIO; LEITE, 2001). Para 
Silva (2014, p. 22), o professor “deve ter uma men-
te aberta para receber as inovações” e, consequen-
temente, fazer uso pedagógico dessas inovações. 
O desenvolvimento da 
autonomia na aprendizagem de 
línguas
[...]
As metodologias ativas associadas ao ensino de 
Língua Inglesa motivam os alunos a buscar ativa-
mente outros recursos para completar sua forma-
ção, além de incentivá-los à cooperatividade para 
o desenvolvimento do pensamento crítico frente à 
realidade atual e aos problemas tratados em sala 
de aula (Gimenez, 2009; Leal et al., 2019). Ao ser 
operacionalizado nessa perspectiva, o processo de 
ensino-aprendizagem de Língua Inglesa possibili-
ta aos estudantes compreender o mundo através 
de aspectos linguísticos e culturais (Leffa, 2009).
O uso de metodologias ativas exige que todos 
assumam papéis atuantes no processo de ensino-
-aprendizagem, tendo em vista que a interação 
entre professores e alunos se torna fundamental 
para construção do saber. Isso acontece quando o 
professor compreende que além de ensinar con-
teúdos, ele também está em sala de aula para ins-
pirar, impulsionar, ouvir e motivar os estudantes. 
Adicionalmente, também cabe ao professor criar 
boas relações com seus alunos e entender as espe-
cificidades de cada um deles [...]
NASCIMENTO, Wilton Cardoso; OLIVEIRA-MELO, Felipe Guilherme de. Língua 
inglesa e metodologias ativas: desafios, experiências e perspectivas docentes. 
Research, Society and Development, v. 11, n. 6, 2022. p. 2. Disponível em: 
https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/29345/25318. Acesso em: 19 
jul. 2022.
Metodologias ativas no 
ensino de inglês
LX
04/08/2022 10:26:1204/08/2022 10:26:12
https://publicacoes.fcc.org.br/eae/article/view/3628/3123
https://periodicos.ufsc.br/index.php/desterro/article/view/80733/47239
Referências bibliográficas comentadas
BACICH, Lilian; MORAN, José (org.). Metodologias ati-
vas para uma educação inovadora: uma abordagem 
teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018.
Esse livro apresenta práticas pedagógicas em diferen-
tes níveis de ensino que empregam as metodologias 
ativas e valorizam o protagonismo dos estudantes. Nos 
capítulos, os autores analisam por que e para que usar 
metodologias ativas na educação de forma inovadora.
BAKHTIN, Mikhail. Os gêneros do discurso. Tradução: 
Paulo Bezerra. São Paulo: Editora 34, 2016.
Esse livro apresenta ensaios de Mikhail Bakhtin a res-
peito da abordagem dialógica de texto e linguagem.
BASSIT, Ana Zahira (org.). O interdisciplinar: olhares 
contemporâneos. São Paulo: Factash Editora, 2010.
O livro traz um olhar diferente sob a ótica interdisciplinar 
e a linguagem, apresentando recursos linguísticos que 
podem ser trabalhados de modo interdisciplinar e que 
se baseiam na cultura e na sociedade brasileira por meio 
da representação da língua. Além disso, aborda métodos 
interdisciplinares dentro de diferentes contextos educa-
cionais e menciona o papel do professor nessa ótica. 
BENCINI, Roberta. Cada um aprende de um jeito. Nova 
Escola, 1 jan. 2003. Disponível em: https://novaescola.
org.br/conteudo/1444/cada-um-aprende-de-um-jeito. 
Acesso em: 19 maio 2022.
A autora demonstra as diferentes formas pelas quais os 
estudantes aprendem, considerando que cada um tem 
um ritmo de aprendizagem. Além disso, apresenta dois 
exemplos de trabalho em sala de aula com grupos nu-
merosos de estudantes e demonstra, por meio de ilus-
trações, como é a organização de uma aula. O intuito é 
todos aprenderem, o professor conseguir avaliar os estu-
dantes e o planejamento ser efetivo na sala de aula. 
BERNABÉ, Flávia Herker Lopes. O uso da língua materna 
no ensino de língua estrangeira. Diálogos pertinentes: 
revista científica de Letras, v. 4, n. 4, p. 243-257, jan./
dez. 2008. Disponível em: http://www.educadores.diaa-
dia.pr.gov.br/arquivos/File/setembro2012/lem_artigos/
bernabe.pdf. Acesso em: 5 jun. 2022.
Esse artigo busca verificar situações específicas de ensino e 
aprendizagem em que há o uso da língua materna no en-
sino de língua estrangeira. Também propõe uma reflexão 
sobre os momentos em que o uso da língua materna é vis-
to como um recurso eficaz no ensino de língua estrangeira.
BRACKMANN, Christian Puhlmann. Desenvolvimento 
do pensamento computacional através de atividades 
desplugadas na educação básica. Tese (Doutorado em 
Informática na Educação) – Programa de Pós-Gradua-
ção em Informática na Educação, Universidade Federal 
do Rio Grande do Sul, Centro de Estudos Interdiscipli-
nares em Novas Tecnologias na Educação, Porto Alegre, 
2017. Disponível em: https://lume.ufrgs.br/bitstream/
handle/10183/172208/001054290.pdf?sequence=1&i-
sAllowed=y. Acesso em: 3 maio 2022.
Esse trabalho trata do pensamento computacional e 
de sua relevância na educação como importante ferra-
menta para promover uma aprendizagem mais crítica e 
reflexiva por parte dos estudantes.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum 
Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: 
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_
EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 11 fev. 2022.
A Base Nacional Comum Curricular é o documento ofi-
cial que define as competências e habilidades que de-
vem ser desenvolvidas pelos estudantes em cada etapa 
da Educação Básica em todo o Brasil.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educa-
ção Básica. Temas contemporâneos transversais na 
BNCC: proposta de práticas de implementação. Brasília, 
2019. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.
gov.br/images/implementacao/guia_pratico_temas_
contemporaneos.pdf. Acesso em: 31 maio 2022.
Esse documento apresenta os temas contemporâneos 
transversais, a importância deles para os currículos daEducação Básica, além de uma proposta de práticas de 
implementação.
BROWN, H. Douglas. Teaching by principles: an interactive 
approach to language pedagogy. Michigan: Longman, 
2001. 
O livro traz uma série de perspectivas metodológicas 
de ensino de idiomas, todas ancoradas em princípios 
de ensino-aprendizagem já estabelecidos na área. Além 
disso, conta com uma seção revisada sobre avaliação e 
outras a respeito de tópicos relevantes como instrução 
baseada em estratégias, pedagogia crítica etc. 
COLL, César; MONEREO, Carles. Psicologia da educação 
virtual: aprender e ensinar com as tecnologias da infor-
mação e da comunicação. Porto Alegre: Artmed, 2010. 
Nesse livro, são apontadas análises e ferramentas para 
o trabalho do professor com as tecnologias educacio-
nais, além de técnicas que podem ser desenvolvidas no 
processo de ensino. 
COUNCIL OF EUROPE. Common European Framework 
of Reference for Languages (CEFR). Disponível em: 
http://www.coe.int/en/web/common-european-fra-
mework-reference-languages/. Acesso em: 25 jul. 2022.
Esse texto trata de um padrão reconhecido de manei-
ra internacional que descreve as competências de um 
idioma no decorrer das fases da aprendizagem.
DENARDI, Didiê Ana Ceni; MARCOS, Raquel Amoroginski; 
STANKOSKI, Camila Ribas. Impactos da pandemia Covid-19 
nas aulas de inglês. Ilha do Desterro, Florianópolis, 
v. 74, n. 3, p. 113-143, set./dez. 2021. Disponível em: 
https://periodicos.ufsc.br/index.php/desterro/article/
view/80733/47239. Acesso em: 20 jul. 2022.
LXI
04/08/2022 10:26:1204/08/2022 10:26:12
https://novaescola.org.br/conteudo/1444/cada-um-aprende-de-um-jeito
http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/setembro2012/lem_artigos/bernabe.pdf
https://lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/172208/001054290.pdf?sequence=1&isAllowed=y
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/implementacao/guia_pratico_temas_contemporaneos.pdf
https://www.coe.int/en/web/common-european-framework-reference-languages/
https://periodicos.ufsc.br/index.php/desterro/article/view/80733/47239
Esse texto apresenta os resultados de uma pesquisa 
que investigou como as aulas de inglês foram ministra-
das e como os professores reagiram às aulas remotas 
em decorrência da pandemia da covid-19 em 2020. 
DUBOC, Ana Paula Martinez. Avaliação da aprendizagem 
de línguas e os multiletramentos. Estudos em Avaliação 
Educacional, São Paulo, v. 26, n. 63, p. 664-687, set./dez. 
2015. Disponível em: https://publicacoes.fcc.org.br/eae/
article/view/3628/3123. Acesso em: 19 jul. 2022.
Esse artigo discute as implicações dos conhecimentos 
digitais nos processos de avaliação da aprendizagem 
de línguas. 
EL KADRI, Michele S. Inglês como língua franca: um 
olhar sobre programas disciplinares de um curso de 
formação inicial de professores de inglês. Entretextos, 
Londrina, v. 10, n. 2, p. 64-91, jul./dez. 2010. Disponível 
em: http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/entretex-
tos/article/viewFile/7966/6950. Acesso em: 19 jun. 2022.
O artigo traz reflexões sobre a utilização da língua in-
glesa como língua franca e os desafios relacionados aos 
currículos para a formação do profissional de línguas.
EUROPEAN COMMISSION. Proposta de recomendação 
do conselho relativa a uma abordagem global de ensino 
e aprendizagem de línguas. Disponível em: https://ec.eu-
ropa.eu/transparency/regdoc/rep/1/2018/PT/COM-2018-
272-F1-PT-MAIN-PART-1.PDF. Acesso em: 25 jul. 2022.
O documento apresenta reflexões sobre os benefícios que 
a aprendizagem de uma língua estrangeira pode propor-
cionar aos jovens. Além disso, discorre sobre a relevância 
do uso da tecnologia no processo de aprendizagem e o 
incentivo ao uso de metodologias voltadas para as neces-
sidades locais, regionais e estaduais de cada país.
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes (org.). Didática e in-
terdisciplinaridade. 17. ed. Campinas: Papirus, 2012. 
(Coleção Práxis).
Nessa coletânea, os autores abordam questões referen-
tes à interdisciplinaridade, considerando as mudanças 
pelas quais passam a educação e o papel do professor.
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Integração e inter-
disciplinaridade no ensino brasileiro: efetividade ou 
ideologia. 6. ed. São Paulo: Loyola, 2011. 
A autora apresenta os significados dos termos ligados à 
interdisciplinaridade. É uma obra que busca promover 
a sistematização do modelo interdisciplinar ao ensino 
por meio do diálogo e propõe uma educação inovadora. 
FRAIDENRAICH, Verônica. O reforço que funciona. Nova 
Escola, 1 out. 2010. Disponível em: https://gestaoesco-
lar.org.br/conteudo/575/o-reforco-que-funciona. Aces-
so em: 5 jun. 2022.
Nesse texto, a autora defende que um trabalho cons-
tante durante todo o ano é a melhor maneira de lidar 
com os diferentes níveis de aprendizagem em sala de 
aula. Ela ressalta a importância de a escola detectar a 
diversidade que há nas turmas e empregar diferentes 
estratégias de ensino.
GARCIA, Marilene Santana dos Santos; CZESZAK, Wanderlucy. 
Curadoria educacional: práticas pedagógicas para tra-
tar (o excesso de) informação e fake news em sala de 
aula. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2019.
A obra possibilita reflexões sobre o impacto das mídias 
digitais na educação e como professores e estudantes 
podem usar a curadoria da informação, além de apre-
sentar exemplos e modelos para as aulas.
GAVASSI, Susana Lisboa. Avaliação formativa: um de-
safio aos professores das séries finais do ensino funda-
mental. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização 
em Educação: Métodos e técnicas de ensino) – Universi-
dade Tecnológica Federal do Paraná, Medianeira, 2012. 
O trabalho apresenta referenciais teóricos e suscita a 
importância de avaliar formalmente estudantes dos 
anos finais do Ensino Fundamental. A autora ainda 
acrescenta as três principais formas de avaliação e 
aponta os objetivos de cada uma delas para o ensino. 
HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas 
do caminho. 15. ed. Porto Alegre: Mediação, 2014.
A autora apresenta o ato de avaliar como uma avaliação 
mediadora e enfatiza a importância de ser um processo 
de diálogo entre estudante e professor. Promove tam-
bém a reflexão dos leitores sobre o processo avaliativo 
em todas as dimensões da aprendizagem. 
KLEIMAN, Angela B. Levantamento de hipóteses de lei-
tura. Glossário Ceale. Disponível em: https://www.cea-
le.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbetes/levantamento 
-de-hipoteses-de-leitura. Acesso em: 15 jun. 2022.
O texto apresenta aos docentes a importância de levantar 
hipóteses de leitura com os estudantes, a fim de promo-
ver um engajamento durante todo o processo de ler e in-
terpretar um texto, desde a análise dos elementos verbais 
e não verbais até a verificação da estrutura do gênero e 
de seu contexto de produção e circulação na sociedade.
LEFFA, Vilson José. Língua estrangeira. Ensino e apren-
dizagem. Pelotas: EDUCAT, 2016.
O livro é dividido em duas grandes áreas: ensino, em que 
aborda questões de metodologia, produção de materiais, 
tecnologias etc., e aprendizagem, em que discorre sobre a 
perspectiva do estudante, em diferentes níveis, abordan-
do tópicos como autonomia e autorrevisão.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gê-
neros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. 
Essa obra apresenta estudos preliminares e de gran-
des contribuições para acadêmicos e professores sobre 
produção textual com ênfase em linguística de texto 
de base cognitiva; análise sociointerativa de gêneros 
textuais no contínuo fala-escrita; e processos de com-
preensão textual e produção de sentidos.
MARTINS, Viviane Lima. O lúdico no processo ensino-
-aprendizagem de língua inglesa. Revista Científica 
Intraciência, ed. 10, dez. Disponível em: http://uniesp.
edu.br/sites/_biblioteca/revistas/20170531134517.pdf. 
Acesso em: 5 jun. 2022.
Esse artigo apresenta uma reflexão teórica sobre o en-
sino e aprendizagem da língua inglesa e a importância 
do lúdico nesse processo. 
MEURER,José L.; BONINI, Adair; MOTTA-ROTH, Désirée 
(org.). Gêneros: teorias, métodos, debates. São Paulo: 
Parábola Editorial, 2005.
Essa obra tem como um de seus objetivos apresentar 
LXII
04/08/2022 10:26:1204/08/2022 10:26:12
https://publicacoes.fcc.org.br/eae/article/view/3628/3123
http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/entretextos/
https://ec.europa.eu/transparency/documents-register/detail?ref=COM(2018)272&lang=pt
https://gestaoescolar.org.br/conteudo/575/o-reforco-que-funciona
https://www.ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbetes/levantamento-de-hipoteses-de-leitura
http://uniesp.edu.br/sites/_biblioteca/revistas/20170531134517.pdf
os principais conceitos e termos presentes até o mo-
mento sobre os gêneros textuais.
ONU Brasil. Objetivos de Desenvolvimento Susten-
tável. Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br/sdgs. 
Acesso em: 25 jul. 2022.
Essa página do site da ONU Brasil apresenta as prin-
cipais informações sobre os Objetivos de Desenvolvi-
mento Sustentável e como esses objetivos são desen-
volvidos no Brasil.
NASCIMENTO, Wilton Cardoso; OLIVEIRA-MELO, Felipe 
Guilherme de. Língua inglesa e metodologias ativas: de-
safios, experiências e perspectivas docentes. Research, 
Society and Development, v. 11, n. 6, p. 1-16, 2022. Dis-
ponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/arti-
cle/view/29345/25318. Acesso em: 19 jul. 2022.
Por meio da investigação da experiência de cinco profes-
soras de inglês, os autores refletem sobre os desafios e 
perspectivas quanto à utilização de metodologias ativas 
de ensino-aprendizagem no ensino de língua inglesa. 
OLIVEIRA, Flávia Medianeira de. O uso de blogs como 
ferramenta de apoio ao desenvolvimento da produção 
escrita em língua inglesa. Trabalhos em Linguística 
Aplicada, v. 60, n. 3, p. 791-810, 2021. Disponível em: 
https://www.scielo.br/j/tla/a/cSNBBmJvQvzVrHBgtmn 
G45Q/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 8 jul. 2022.
A autora reflete sobre a importância do uso das Tecnolo-
gias Digitais de Informação e Comunicação no ensino de 
língua inglesa, por meio da análise de uma experiência 
cujo foco era desenvolver a habilidade escrita dos estu-
dantes por meio da criação de um blog acadêmico. 
OLIVEIRA, Shirlene Bemfica de; SÓL, Vanderlice dos 
Santos Andrade (org.). Multiletramentos no ensino de 
inglês: experiências da escola regular contemporânea. 
Ouro Preto: Instituto Federal de Minas Gerais, 2016.
Esse livro aborda diferentes aspectos do multiletramen-
to para ensinar a língua inglesa, como o uso de filmes e 
séries na sala de aula, o uso de ferramentas de trabalho 
colaborativo, aspectos motivacionais etc.
PEREIRA, Valquiria. A importância da leitura em sala de 
aula para a fluência leitora. Nova Escola, 1 jul. 2013. Dis-
ponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/136/ 
a-importancia-da-leitura-em-sala-de-aula-para-a-fluencia 
-leitora. Acesso em: 21 fev. 2022.
O artigo aborda a prática da leitura compartilhada em 
sala de aula, dentre outras práticas de leitura que têm 
sido cada vez mais valorizadas na escola e que têm po-
tencial para promover a fluência leitora. 
RIO, Marlon Machado Oliveira; NICOLAIDES, Christine 
Siqueira. Olha, teacher, acho que dá pra gente usar isso 
na sala de aula, né? – diferentes usos de tecnologias 
digitais no desenvolvimento da produção oral da língua 
inglesa em contexto da escola pública pelo viés da teo-
ria sociocultural. Revista Intercâmbio, São Paulo, v. XLV, 
p. 140-167, 2020. Disponível em: https://revistas.pucsp.
br/index.php/intercambio/article/view/50452/32974. 
Acesso em: 25 jul. 2022. 
Esse artigo apresenta uma experiência com o uso de 
tecnologias digitais em um contexto de ensino de lín-
gua inglesa com enfoque no desenvolvimento da orali-
dade, de forma colaborativa, e também no aumento do 
engajamento dos participantes. 
SANTOS, Monalize Rigon dos; VARELA, Simone. A avalia-
ção como um instrumento diagnóstico da construção 
do conhecimento nas séries iniciais do ensino funda-
mental. Revista Eletrônica de Educação, São Carlos, 
n. 1, ago./dez. 2007. Disponível em: http://web.unifil.br/
docs/revista_eletronica/educacao/Artigo_04.pdf. Aces-
so em: 19 maio 2022.
O artigo traz a concepção da avaliação diagnóstica como 
parte do processo de aprendizagem, enfatizando que 
avaliar diagnosticamente possibilita ao professor atingir 
seus objetivos durante o desenvolvimento do ensino. 
Além disso, demonstra que tal avaliação serve como base 
para tomadas de decisão frente aos diagnósticos obtidos. 
SILVA, Flavia Matias. O ensino de língua inglesa sob 
uma perspectiva intercultural: caminhos e desafios. 
Trabalhos em Linguística Aplicada, Campinas, n. 58, 
p. 158-176, jan./abr. 2019. Disponível em: https://pe-
riodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/tla/article/
view/8654189/19288. Acesso em: 8 jul. 2022.
O artigo traz reflexões a respeito do ensino intercultu-
ral da língua inglesa por meio da análise das respostas 
de um grupo de estudantes a uma atividade que trata-
va desse tema e cujo resultado reforça a importância da 
perspectiva crítica dentro do ensino. 
SOUZA, Drielle Caroline Izaias Juvino. A música como 
recurso de ensino-aprendizagem da língua ingle-
sa nos livros didáticos. Porto das Letras, v. 8, n. 1, 
p. 291-309, 2022. Disponível em: https://sistemas.uft.
edu.br/periodicos/index.php/portodasletras/article/
view/12842/19889. Acesso em: 12 jul. 2022.
O artigo traz uma investigação a respeito de como as 
letras de músicas são abordadas em livros didáticos de 
língua inglesa, ressaltando a importância desse recurso 
dentro nas novas perspectivas de ensino e aprendiza-
gem, voltadas para o uso de materiais autênticos e de 
forma contextualizada. 
TURNBULL, Miles; DAILEY-O’CAIN, Jennifer. (ed.) First 
language use in second and foreign language learning. 
Buffalo: Multilingual matters, 2009.
Esse livro examina o papel da língua materna no pro-
cesso de aprendizagem de uma segunda língua, dentro 
de abordagens comunicativas e/ou de imersão. 
UR, Penny. A Course in Language Teaching: practice 
and theory. New York: Cambridge University Press, 1996.
Esse livro apresenta temas que englobam o papel do 
material didático no ensino de línguas, o uso de textos 
literários no processo de ensino e aprendizagem, bem 
como questões relacionadas à formação docente.
VALENTE, José Armando; ALMEIDA, Maria Elizabeth 
Bianconcini de; GERALDINI, Alexandra Flogi Serpa. 
Metodologias ativas: das concepções às práticas em 
distintos níveis de ensino. Revista Diálogo Educacio-
nal, Curitiba, v. 17, n. 52, p. 455-478, jun. 2017. Dispo-
nível em: https://periodicos.pucpr.br/dialogoeducacio-
nal/article/view/9900/12386. Acesso em: 5 jun. 2022. 
Esse artigo aborda o resultado de uma prática peda-
gógica com estudantes do Ensino Básico ou Superior, 
LXIII
04/08/2022 10:26:1204/08/2022 10:26:12
https://brasil.un.org/pt-br/sdgs
https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/29345/25318
https://www.scielo.br/j/tla/a/cSNBBmJvQvzVrHBgtmnG45Q/?format=pdf&lang=pt
https://novaescola.org.br/conteudo/136/a-importancia-da-leitura-em-sala-de-aula-para-a-fluencia-leitora
https://revistas.pucsp.br/index.php/intercambio/article/view/50452/32974
https://web.unifil.br/docs/revista_eletronica/educacao/Artigo_04.pdf
https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/tla/article/view/8654189/19288
https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/portodasletras/article/view/12842/19889
https://periodicos.pucpr.br/dialogoeducacional/article/view/9900/12386
baseada em metodologias ativas e no uso das TDIC, 
possibilitando entender as diferentes concepções so-
bre metodologias ativas e suas potencialidades em di-
ferentes níveis de ensino.
VIAN JÚNIOR; Orlando. Língua e cultura inglesa. Curiti-
ba: IESDE Brasil, 2008.
Esse livro aborda a língua inglesa em diversos contex-
tos: de uma perspectiva histórica, como língua nativa, 
como segunda língua, língua global, etc. 
VYGOTSKY, Lev S. Pensamento e linguagem. São Pau-
lo: Martins Fontes, 1993.
Livro em que se destaca o caráter social do desenvolvi-
mento da linguagematividades que visam motivar e criar expec-
tativas sobre a compreensão oral; While listening, 
cujas atividades possibilitam conhecer, compreen-
der e confirmar expectativas; e Post-listening, com 
atividades que promovem a reflexão sobre o que 
ouviram. Nela, os estudantes podem desenvolver 
a compreensão oral com base em uma perspec-
tiva processual por meio de atividades inspiradas 
nos diversos textos orais.
Time to listen
Nessa seção, os estudantes têm a oportunida-
de de desenvolver e praticar a produção oral em 
inglês, por meio de atividades variadas, contex-
tualizadas e relacionadas ao tema da unidade.
Time to speak
O objetivo dessa seção é proporcionar a ava-
liação formativa dos estudantes. Assim, ao reto-
mar os principais conceitos estudados na unida-
de, os estudantes têm a oportunidade de avaliar 
seu desempenho. Essa seção é apresentada em 
língua portuguesa nos quatro volumes da cole-
ção a fim de que todos tirem suas dúvidas em lín-
gua materna, com o intuito de levá-los a se apro-
priarem melhor das situações comunicativas em 
língua inglesa.
Time to check
Apresentada a cada duas unidades, essa se-
ção propõe atividades que abordam os conteú-
dos das unidades anteriores com o objetivo de 
complementar o aprendizado e reforçar os con-
teúdos estudados.
Keep learning
Essa seção aborda o uso da língua inglesa ao 
redor do mundo, ampliando os conhecimentos 
interculturais dos estudantes.
English in the world
Essa seção traz indicações de filmes, livros, 
músicas e outros recursos interessantes relacio-
nados aos temas abordados ao longo do volume 
para incentivar os estudantes a ampliar seus co-
nhecimentos, além de levá-los a perceber que o 
estudo da língua inglesa também pode aconte-
cer fora do material didático.
Keep an eye on…
VI
04/08/2022 10:26:0604/08/2022 10:26:06
Nessa seção, apresentamos uma lista de verbos 
comuns em língua inglesa para os estudantes con-
sultarem quando estiverem estudando os tempos 
verbais e para sanar dúvidas sobre a escrita desses 
verbos ou revisá-los sempre que necessário.
No 6º e 8º anos, a lista apresenta verbos 
exemplificados em frases. No 7º e 9º anos, a lista 
contempla os verbos no infinitivo, a respectiva 
tradução e suas formas no passado e no particí-
pio passado.
List of verbs
Ao final de cada volume, apresentamos a trans-
crição dos áudios que não estão reproduzidos em 
texto nas atividades. Com ela, é possível tirar dúvi-
das sobre o áudio, servindo de apoio para treinar 
a habilidade de escuta e compreensão textual. 
Boxes
Os boxes são recursos que favorecem a orga-
nização das informações. Com objetivos varia-
dos, eles aparecem em momentos diversos ao 
longo do volume. A seguir, apresentamos uma 
descrição dos boxes contemplados na coleção.
Transcript
O objetivo desse boxe é proporcionar a re-
flexão de temas importantes da atualidade, 
principalmente por meio de textos sobre es-
ses assuntos, os quais podem ser usados para 
promover conversas tanto entre os estudantes 
quanto entre eles e o professor.
Time to reflect
Esse boxe trabalha aspectos sonoros da lín-
gua inglesa com o objetivo de proporcionar 
momentos de prática reflexiva de pronúncia de 
palavras e frases.
Time to pronounce
Esse boxe tem por objetivo relembrar con-
teúdos que os estudantes possam ter aprendi-
do em outros momentos.
Keep in mind
Ao longo dos conteúdos é possível encon-
trar boxes com definições de palavras, infor-
mações adicionais e explicações sobre conteú-
dos gramaticais.
Esse boxe traz dicas que podem auxiliar 
os estudantes na leitura de textos e na reso-
lução de atividades.
Tip
Para indicar a habilidade específica (Speaking 
ou Listening) que a atividade desenvolve ou enfati-
za, auxiliando na organização das aulas, os ícones 
aparecem constantemente ao longo do volume.
Esse ícone indica que se deve responder à ativi-
dade oralmente, fortalecendo o eixo da oralidade. 
Speaking
Esse ícone indica que será necessário es-
cutar uma das faixas do áudio da coletânea para 
realizar a atividade.
Listening
track 00
O Manual do Professor desta coleção é orga-
nizado em duas partes. A primeira, localizada no 
início de cada volume, apresenta informações 
gerais sobre a coleção, incluindo a estrutura do 
Livro do Estudante e a do Manual do Professor; 
as competências gerais e específicas desenvolvi-
das; a proposta teórico-metodológica; e os con-
teúdos e as habilidades a serem desenvolvidos 
pelos estudantes em cada volume. A segunda 
parte apresenta a reprodução do Livro do Estu-
dante em tamanho reduzido. Nas laterais e no 
rodapé das páginas é possível encontrar orien-
tações que auxiliam o trabalho em sala de aula, 
trazendo eventualmente algumas estratégias. 
Em algumas páginas ímpares, para destacar o 
sentido da leitura, encontra-se o seguinte recur-
so visual na lateral e no rodapé:
A seguir, confira as características das divi-
sões nas orientações do Manual do Professor 
página a página.
Manual do Professor
VII
04/08/2022 10:26:0604/08/2022 10:26:06
Houve, por muito tempo, a ideia de que o en-
sino da língua estrangeira se baseava na apre-
sentação de um conjunto de formas e estruturas 
gramaticais, desconsiderando seu papel comu-
nicativo e contexto social. A aprendizagem era 
compreendida como um processo no qual os es-
tudantes adquiririam novos hábitos linguísticos, 
e os métodos eram considerados modelos a se-
rem seguidos como uma receita pronta.
No final da década de 1980, no entanto, esse 
modelo passou a ser questionado, pois se reco-
nhece que as condições de aprendizagem de to-
dos os estudantes eram iguais, desconsiderando 
a importância de incluir uma contextualização 
autêntica ao falar a língua. Inicia-se, então, uma 
mudança de pensamento que passa a compreen-
der a função da linguagem no contexto histórico, 
cultural e social no qual as interações acontecem. 
Dessa maneira, para construir um conhecimento 
mais significativo, é importante levar em conta 
Proposta teórico-metodológica da coleção
Conforme a abordagem, são sugeridas algumas atividades para serem desenvolvidas com a 
turma a fim de aprofundar o conhecimento dos estudantes ou praticar um conteúdo específico.
Atividade
Com o objetivo de orientar o trabalho com 
a BNCC e com o Quadro Europeu Comum de 
Referências para Línguas (CEFR, na sigla em in-
glês), inserimos, no início do Manual do Profes-
sor página a página, uma explicação sobre os 
códigos encontrados ao longo das orientações.
No início das seções Get on board, What I 
know, Keep learning e English in the world 
são apresentados os objetivos a serem desen-
volvidos pelos estudantes. Você pode aprovei-
tar os itens listados nesse boxe para orientar 
suas aulas durante o desenvolvimento dessas 
seções e também para acompanhar o aprendi-
zado deles.
Objetivo
Orientações
A fim de orientar o trabalho com o conteúdo 
das seções em sala de aula, são apresentadas, 
por tópicos, instruções, informações, sugestões 
e outras orientações conforme a necessidade.
Conforme o conteúdo, são indicadas suges-
tões para que você aprofunde seu conhecimen-
to sobre determinado tópico.
Conhecimento
a quem o indivíduo se dirige em seus discursos, 
quem se dirigiu a ele, bem como o papel social 
desse indivíduo.
Planejada e produzida nesse contexto, esta 
coleção baseia-se na perspectiva enunciativo-dis-
cursiva da linguagem ao compreendê-la como 
prática social situada em um contexto sócio-his-
tórico. Portanto, na concepção desta obra, o en-
sino de língua inglesa tem um valor educacional 
que considera as situações reais de comunicação 
e cria oportunidades para que os estudantes par-
ticipem de situações autênticas do uso da língua, 
sentindo-se incluídos no processo de ensino e 
aprendizagem.
Dessa forma, para que os estudantes sejam 
participantes ativos de seu processo de constru-
ção de conhecimento na aprendizagem da língua 
inglesa, consideramos o sociointeracionismo, de-
senvolvido por Lev Vygotsky (1896-1934), como 
teoria metodológica norteadora destee a importância dela no processo 
cognitivo e social do ser humano.
WING, Jeannette. Pensamento computacional: um con-
junto de atitudes e habilidades que todos, não só cien-
tistas da computação, ficaram ansiosos para aprender 
e usar. Revista Brasileira de Ensino de Ciência e Tecno-
logia, Ponta Grossa, v. 9, n. 2, p. 1-10, maio/ago. 2016. 
Disponível em: https://periodicos.utfpr.edu.br/rbect/
article/view/4711/pdfhttps://periodicos.utfpr.edu.br/
rbect/article/view/4711/pd. Acesso em: 30 maio 2022.
Nesse texto, a autora explica o que é o pensamento com-
putacional, além de apresentar seus benefícios e sua 
importância para nossa sociedade, pois cada vez mais 
as pessoas precisam aprender a resolver problemas de 
diferentes níveis de complexidade utilizando as estraté-
gias que envolvem o pensamento computacional.
Referências bibliográficas 
complementares comentadas
A ESCOLA tá ON. Cultura escolar × cultura juvenil: pos-
sibilidades de diálogo na escola. Google Podcasts, 9 
fev. 2022. Disponível em: https://podcasts.google.com/
feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy83ZjEyMzA4N-
C9wb2RjYXN0L3Jzcw/episode/YTk3ZDVjNmMtOTY0M-
C00YmU3LTk3MDQtNDJjYWQwNWRhYTEy?sa=X&ve-
d=0CAgQuIEEahgKEwigmIfKrqP4AhUAAAAAHQAAAAA-
QvEg. Acesso em: 10 jun. 2022.
Nesse episódio do podcast, são entrevistados um pro-
fessor, uma pedagoga e uma estudante, que debatem 
o favorecimento do ambiente escolar para expressão 
da cultura juvenil. Eles destacam que, para que essa 
expressividade ocorra, a cultura escolar deve estar ali-
nhada ao progresso da cultura juvenil em atividades, 
projetos, planejamentos, métodos, interdisciplinarida-
de e espaços alternativos e tecnológicos. 
INTERNATIONAL DIALECTS OF ENGLISH ARCHIVE. Dis-
ponível em: https://www.dialectsarchive.com/. Acesso 
em: 8 jun. 2022.
O site apresenta arquivos de gravações de falantes na-
tivos, demonstrando e comparando as diferentes va-
riantes da língua inglesa, por meio de histórias, fatos 
históricos, relatos de experiências, entre outros discur-
sos. Além disso, ele apresenta as análises fonéticas e as 
transcrições das falas. 
LEARNING English. BBC. Disponível em: https://www.
bbc.co.uk/learningenglish/. Acesso em: 8 jun. 2022.
Nesse site há uma variedade de conteúdos para aprender 
inglês com vídeos que desenvolvem e auxiliam na apren-
dizagem da língua. Os conteúdos abordam a gramática, 
a pronúncia e vocabulários por meio de temáticas da roti-
na do dia a dia e de outros temas que cercam o indivíduo.
METODOLOGIAS ativas para engajar seus alunos. 
Canal Futura, 5 nov. 2020. Disponível em: https://www.
youtube.com/watch?v=WEPHFb5_9eU. Acesso em: 10 
jun. 2022.
Nesse vídeo, são abordadas as metodologias ativas que 
promovem a autonomia e o protagonismo dos estudan-
tes. Ele apresenta respostas às dúvidas sobre como apli-
car as metodologias ativas em sala de aula, além de trazer 
um relato de efetividade dos métodos aplicados em aula. 
O QUE É o pensamento computacional e para que ele 
serve? Instituto Ayrton Senna, 9 jan. 2020. Disponível 
em: https://www.youtube.com/watch?v=IpUbdH7ZuuA. 
Acesso em: 10 jun. 2022. 
O vídeo apresenta uma definição de pensamento com-
putacional e exemplos de sua aplicabilidade em diver-
sas situações.
RADIO GARDEN. Disponível em: http://radio.garden/vi-
sit/jacksonville-fl/uv7VqrAV. Acesso em 9 jun. 2022.
O site traz rádios do mundo todo, possibilitando a na-
vegação por rádios americanas e de outros países de 
língua inglesa. 
SILVA, Renato Caixeta da. Livro didático de inglês: que 
livro é este? Discursos de produtores e usuários. Curitiba: 
Appris, 2016.
Nesse livro, o autor apresenta uma reflexão sobre a 
avaliação e seleção do material didático e como ele 
pode auxiliar o professor na prática docente e no de-
senvolvimento dos alunos.
VOICES OF AMERICA. Learning English. Disponível em: 
https://learningenglish.voanews.com/. Acesso em: 10 jun. 
2022.
O site oferece materiais para a aprendizagem da lín-
gua inglesa, divididos em níveis de conhecimento. Para 
cada nível, os materiais são compartilhados para que o 
aprendiz aprenda a ler e ouvir os formatos da língua. 
Ao final de cada vídeo é possível realizar uma atividade 
prática da fala e escrita do inglês, que promove o desen-
volvimento da pronúncia, conversação, escuta e escrita.
WEBSTER, Merriam. The Merriam-Webster Thesaurus. 
Springfield: Merriam-Webster, 2005.
O dicionário oferece a tradução de sinônimos, antôni-
mos, palavras e expressões e suas definições. 
LXIV
04/08/2022 10:26:1204/08/2022 10:26:12
https://periodicos.utfpr.edu.br/rbect/article/view/4711/pdfhttps://periodicos.utfpr.edu.br/rbect/article/view/4711/pd
https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy83ZjEyMzA4NC9wb2RjYXN0L3Jzcw/episode/YTk3ZDVjNmMtOTY0MC00YmU3LTk3MDQtNDJjYWQwNWRhYTEy?sa=X&ved=0CAgQuIEEahgKEwigmIfKrqP4AhUAAAAAHQAAAAAQvEg
https://www.dialectsarchive.com/
https://www.bbc.co.uk/learningenglish/
https://www.youtube.com/watch?v=WEPHFb5_9eU
https://www.youtube.com/watch?v=IpUbdH7ZuuA
http://radio.garden/visit/jacksonville-fl/uv7VqrAV
https://learningenglish.voanews.com/
Ensino Fundamental 
Anos Finais
Organizadora: FTD Educação
Obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela FTD Educação.
1ª edição
São Paulo, 2022
Editora responsável: 
Denise de Andrade Santos Oliveira
Licenciada em Letras Anglo-Portuguesas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Especialista em Língua Inglesa pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Mestra em Letras Estrangeiras Modernas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR).
Professora de Inglês em institutos de língua estrangeira e em escolas da rede particular de 
ensino e editora de materiais didáticos da área de Linguagens.
Componente curricular: 
Língua Inglesa
09/08/2022 15:42:5609/08/2022 15:42:56
1
09/08/2022 15:50:2309/08/2022 15:50:23
Impresso no Parque Gráfico da Editora FTD
CNPJ 61.186.490/0016-33
Avenida Antonio Bardella, 300
Guarulhos-SP – CEP 07220-020
Tel. (11) 3545-8600 e Fax (11) 2412-5375
Reprodução proibida: Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 
de 19 de fevereiro de 1998. Todos os direitos reservados à
EDITORA FTD.
Rua Rui Barbosa, 156 – Bela Vista – São Paulo – SP
CEP 01326-010 – Tel. 0800 772 2300
Caixa Postal 65149 – CEP da Caixa Postal 01390-970
www.ftd.com.br
central.relacionamento@ftd.com.br
Em respeito ao meio ambiente, as folhas
deste livro foram produzidas com fibras
obtidas de árvores de florestas plantadas,
com origem certificada.
Direção-geral Ricardo Tavares de Oliveira
Direção de conteúdo e negócios Cayube Galas
Direção editorial adjunta Ana Carolina Costa Lopes
Gerência editorial Renata Lara de Moraes
Edição Myrian Kobayashi Yamamoto (coordenação)
Preparação/Revisão Beatriz Carneiro (supervisão)
Assistência de produção Janaina Simplicio
Gerência de produção e arte Letícia Mendes de Souza
Supervisão de arte e design Simone Oliveira Vieira
Coordenação de imagens e textos Marcia Berne
Supervisão de arquivos Silvia Regina E. Almeida
Coordenação de eficiência e analytics Marcelo Henrique Ferreira Fontes
Direção de operações e produção gráfica Reginaldo Soares Damasceno
Projeto e produção editorial Scriba Soluções Editoriais
Edição Denise de Andrade Santos Oliveira, Karina Otsuka Nihonmatsu, 
Rosana Gemima Amancio, Guilherme dos Santos Roberto
Assistência editorial Marcela Marques Carreiro, 
Guilherme José Franzon Schürmann
Preparação/Revisão Moisés Manzano da Silva (coordenação), 
Raisa Rodrigues da Fonseca
Revisão técnica Jacob Lee Gaston
Gerência de produção editorial Camila Rumiko Minaki Hoshi
Supervisão de produção editorial Priscilla de Freitas Cornelsen Rosa
Coordenação de produção editorial Daiana Fernanda Leme de Melo
Coordenação de produção de arte Tamires Rose Azevedo
Edição de arte Rogério Casagrande
Projeto gráfico e capa Marcela Pialarissi
Imagens de capa irin-k/Shutterstock.com (bola de futebol), cristovao/
Shutterstock.com (bola de basquete), Roman Chazov/Shutterstock.
com (menino), Master1305/Shutterstock.com (menina),Erica Maradona 
(ilustrações)
Diagramação Ana Maria Puerta Guimarães, Laryssa Dias Almeron dos Santos, 
Vivian Larissa Morita, Formato Comunicação Ltda.
Autorização de recursos Marissol Martins Maia (coordenação) e Erika Cristina
Iconografia Bruna Parronchi
Tratamento de imagens Janaina Oliveira e Jéssica Sinnema
Todos os direitos reservados à Editora FTD S.A.
ELABORADORES DE ORIGINAIS
Denise de Andrade Santos Oliveira
Licenciada em Letras Anglo-Portuguesas pela Universidade Estadual 
de Londrina (UEL-PR).
Especialista em Língua Inglesa pela Universidade Estadual de Londrina 
(UEL-PR).
Mestra em Letras Estrangeiras Modernas pela Universidade Estadual 
de Londrina (UEL-PR).
Professora de Inglês em institutos de língua estrangeira e em escolas 
da rede particular de ensino e editora de materiais didáticos da área 
de Linguagens.
Ana Cláudia Cury Calia de Souza
Licenciada em Letras Estrangeiras Modernas pela Universidade 
Estadual de Londrina (UEL-PR).
Especialista em Formação de Professor, Práticas Metodológicas e 
Tradutórias pela Universidade Estadual de Maringá (UEM-PR).
Mestra em Estudos da Linguagem pela Universidade Estadual de 
Londrina (UEL-PR).
Doutora em Estudos da Linguagem pela Universidade Estadual de 
Londrina (UEL-PR).
Professora de Inglês em escolas da rede particular de ensino, 
elaboradora e editora de materiais didáticos da área de Linguagens.
Maria Paula Pereira de Lima
Licenciada em Letras Estrangeiras Modernas pela Universidade 
Estadual de Londrina (UEL-PR).
Elaboradora e editora de materiais didáticos da área de Linguagens.
Glaucia Alecrin Timoteo Silva
Licenciada em Letras Português-Inglês pela Universidade Cesumar 
(Unicesumar-PR).
Elaboradora de materiais didáticos da área de Linguagens.
Ficha técnica dos recursos em áudio
Locução: Lee Courtney Marvin, Mari Guedes, Rodrigo Seiji Kaneko, 
Tinofara Trevor Mangwiza
Captação, edição e mixagem: Yan Maran
22-114415 CDD-372.652
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Joy starter : 8º ano : ensino fundamental : anos 
 finais / organizadora FTD Educação ; obra 
 coletiva concebida, desenvolvida e produzida 
 pela FTD Educação ; editora responsável Denise 
 de Andrade Santos Oliveira. -- 1. ed. -- 
 São Paulo : FTD, 2022.
 Componente curricular: Língua inglesa.
 ISBN 978-85-96-03409-8 (aluno)
 ISBN 978-85-96-03410-4 (professor)
 1. Inglês (Ensino fundamental) I. Oliveira, Denise
de Andrade Santos.
Índices para catálogo sistemático:
1. Inglês : Ensino fundamental 372.652
Cibele Maria Dias - Bibliotecária - CRB-8/9427
09/08/2022 15:44:3109/08/2022 15:44:31
Get on board
What I know
Estudar uma língua estrangeira nos propicia o acesso a outras 
culturas e a informações diversificadas, além de certamente nos 
ajudar a compreender a sociedade em que vivemos. Afinal, é cada 
vez mais comum almoçarmos em um restaurante self-service, 
observar uma propaganda em um outdoor ou fazer compras no 
shopping center, não é mesmo?
Com textos atuais, temas contemporâneos e uma proposta 
gradativa de aprendizagem, este material foi organizado para que 
sua aprendizagem da Língua Inglesa aconteça de forma reflexiva e 
significativa. Esperamos que você se identifique com este material 
e encontre nele o prazer de estudar outro idioma.
Começamos aqui o estudo da Língua 
Inglesa e vamos compreender o quão 
presente ela está em nosso cotidiano. 
Para que você possa desenvolver sua 
comunicação de forma gradativa e 
autônoma, essa seção abordará situações 
e temas diferentes ao longo dos anos.
Vamos entender um pouco sobre o que 
você já sabe? No início de cada livro, há 
uma avaliação dos seus conhecimentos 
sobre os principais conteúdos que serão 
abordados no volume. No final de cada 
livro você encontrará uma nova 
avaliação com o objetivo de verificar 
seu desempenho com relação ao que 
foi estudado ao longo do ano.
Para conhecer 
seu livro
Fo
to
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ta
ge
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e 
M
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ce
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Pi
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ar
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Get on board
What I know
Estudar uma língua estrangeira nos propicia o acesso a outras 
culturas e a informações diversificadas, além de certamente nos 
ajudar a compreender a sociedade em que vivemos. Afinal, é cada 
vez mais comum almoçarmos em um restaurante self-service, 
observar uma propaganda em um outdoor ou fazer compras no 
shopping center, não é mesmo?
Com textos atuais, temas contemporâneos e uma proposta 
gradativa de aprendizagem, este material foi organizado para que 
sua aprendizagem da Língua Inglesa aconteça de forma reflexiva e 
significativa. Esperamos que você se identifique com este material 
e encontre nele o prazer de estudar outro idioma.
Começamos aqui o estudo da Língua 
Inglesa e vamos compreender o quão 
presente ela está em nosso cotidiano. 
Para que você possa desenvolver sua 
comunicação de forma gradativa e 
autônoma, essa seção abordará situações 
e temas diferentes ao longo dos anos.
Vamos entender um pouco sobre o que 
você já sabe? No início de cada livro, há 
uma avaliação dos seus conhecimentos 
sobre os principais conteúdos que serão 
abordados no volume. No final de cada 
livro você encontrará uma nova 
avaliação com o objetivo de verificar 
seu desempenho com relação ao que 
foi estudado ao longo do ano.
Para conhecer 
seu livro
Fo
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3
04/08/2022 09:20:2904/08/2022 09:20:29
Abertura
Além de indicar o início 
da unidade, a abertura 
apresenta os objetivos de 
aprendizagem, importantes 
para que você compreenda o 
que será estudado. A imagem 
e as questões lhe permitem 
expressar o que você já sabe 
e o que pensa a respeito do 
tema em estudo.
Time to read
A leitura e a compreensão textual são 
importantes para o seu desenvolvimento 
e a sua aprendizagem da Língua Inglesa.
Organizada em pre-reading, while reading 
e post-reading, essa seção vai ajudá-lo 
nesse processo.
Time to learn words
Nessa seção, você encontrará atividades 
contextualizadas para expandir seu 
vocabulário.
Time to study the language
Essa seção propõe o estudo das estruturas 
gramaticais da Língua Inglesa.
Time to speak
É hora de falar! O trabalho com a 
produção oral acontece por meio de 
atividades variadas e contextualizadas 
com o tema da unidade.
Time to write
Produzir textos escritos exige 
planejamento, organização e revisão. 
Por isso, essa seção é estruturada em 
pre-writing, while writing e post-writing.
Time to check
É hora de retomar os principais 
conceitos estudados na unidade e 
avaliar seu desempenho em uma 
autoavaliação simples e de fácil 
compreensão.
Time to listen
Vamos escutar? Ouvir e compreender 
textos em inglês parece um desafio, mas 
a organização das etapas pre-listening, 
while listening e post-listening vão ajudá-lo 
a desenvolver e praticar essa habilidade.
Keep learning
Para complementar seu aprendizado, 
essa seção contém atividades que 
abordam os conteúdos estudados nas 
duas unidades a que ela se refere.
• Ler e compreender um cartum.
• Conhecer e usar vocabulário sobre 
tipos de lojas.
• Conhecer e usar afixos.
• Usar substantivos contáveis 
e incontáveis.
• Indicar quantidades usando quantifiers.
• Ouvir e compreender um trecho de 
podcast.
• Conversar sobre consumismo.
• Produzir um cartum.
Objetivos
What I buy
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Performance Os cegos, do 
grupo Desvio Coletivo, em Nova 
York, Estados Unidos, 2014.
a. Qual é a crítica da performance representada na imagem?
b. Você acha que as pessoas compram coisas de que não necessitam? 
Justifique sua resposta.
c. Em sua opinião, que fatores devem ser consideradosantes de 
realizarmos uma compra?
Responda
a. Sugestão de resposta: A performance 
representa uma crítica ao consumo exagerado, 
não consciente.
b. Resposta pessoal. Espera-se 
que os estudantes reflitam sobre 
os hábitos de consumo, como o 
fato de que, muitas vezes, as 
pessoas adquirem itens que já 
têm em quantidade suficiente.
c. Sugestão de resposta: É importante refletir sobre o 
quanto realmente necessitamos fazer determinada 
aquisição e, não menos importante, analisar se temos 
condições de arcar com os custos do produto, 
considerando nosso orçamento.
19nineteen
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Time to pronounce
Keep in mind
English in the world
List of verbs
Keep an eye on...
Essa seção aborda o uso da língua 
inglesa ao redor do mundo, ampliando 
seus conhecimentos interculturais.
Nessa seção, você encontrará uma 
lista de verbos bastante comuns em 
língua inglesa. Você poderá consultá-la 
quando estiver estudando os tempos 
verbais, para sanar dúvidas sobre a 
escrita desses verbos ou revisá-los 
quando necessário.
Conversar sobre 
os temas importantes 
da atualidade é uma 
maneira de aprender com 
os colegas, trocar ideias 
e refletir sobre o mundo 
em que vivemos.
Esse boxe auxiliará você a 
relembrar conteúdos que 
você possa ter estudado 
em outros momentos.
Ao longo do livro, você encontrará 
definições de palavras, informações 
adicionais e explicações sobre 
conteúdos gramaticais que podem 
auxiliar na leitura e na compreensão 
dos textos.
Esse boxe trabalha 
aspectos sonoros da 
língua inglesa, com o 
objetivo de proporcionar 
uma reflexão sobre a 
pronúncia de determinados 
fonemas da língua.
Transcript
Nessa seção, você 
encontrará a transcrição 
de alguns dos textos 
orais trabalhados 
no volume.
Essa seção traz indicações de 
filmes, livros, podcasts, músicas e 
outros recursos interessantes para 
você continuar estudando os temas 
desenvolvidos no volume.
Dicas são sempre bem-vindas, 
não é mesmo? Especialmente 
as que auxiliam na leitura 
de textos e na resolução 
de atividades.
Tip
Vocabulário
Time to reflect Speaking
Este ícone indica que 
a atividade deve ser 
respondida oralmente. 
Listening
Este ícone indica qual 
faixa da coletânea de 
áudios você deverá 
ouvir para realizar a 
atividade.
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Abertura
Além de indicar o início 
da unidade, a abertura 
apresenta os objetivos de 
aprendizagem, importantes 
para que você compreenda o 
que será estudado. A imagem 
e as questões lhe permitem 
expressar o que você já sabe 
e o que pensa a respeito do 
tema em estudo.
Time to read
A leitura e a compreensão textual são 
importantes para o seu desenvolvimento 
e a sua aprendizagem da Língua Inglesa.
Organizada em pre-reading, while reading 
e post-reading, essa seção vai ajudá-lo 
nesse processo.
Time to learn words
Nessa seção, você encontrará atividades 
contextualizadas para expandir seu 
vocabulário.
Time to study the language
Essa seção propõe o estudo das estruturas 
gramaticais da Língua Inglesa.
Time to speak
É hora de falar! O trabalho com a 
produção oral acontece por meio de 
atividades variadas e contextualizadas 
com o tema da unidade.
Time to write
Produzir textos escritos exige 
planejamento, organização e revisão. 
Por isso, essa seção é estruturada em 
pre-writing, while writing e post-writing.
Time to check
É hora de retomar os principais 
conceitos estudados na unidade e 
avaliar seu desempenho em uma 
autoavaliação simples e de fácil 
compreensão.
Time to listen
Vamos escutar? Ouvir e compreender 
textos em inglês parece um desafio, mas 
a organização das etapas pre-listening, 
while listening e post-listening vão ajudá-lo 
a desenvolver e praticar essa habilidade.
Keep learning
Para complementar seu aprendizado, 
essa seção contém atividades que 
abordam os conteúdos estudados nas 
duas unidades a que ela se refere.
• Ler e compreender um cartum.
• Conhecer e usar vocabulário sobre 
tipos de lojas.
• Conhecer e usar afixos.
• Usar substantivos contáveis 
e incontáveis.
• Indicar quantidades usando quantifiers.
• Ouvir e compreender um trecho de 
podcast.
• Conversar sobre consumismo.
• Produzir um cartum.
Objetivos
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Performance Os cegos, do 
grupo Desvio Coletivo, em Nova 
York, Estados Unidos, 2014.
a. Qual é a crítica da performance representada na imagem?
b. Você acha que as pessoas compram coisas de que não necessitam? 
Justifique sua resposta.
c. Em sua opinião, que fatores devem ser considerados antes de 
realizarmos uma compra?
Responda
a. Sugestão de resposta: A performance 
representa uma crítica ao consumo exagerado, 
não consciente.
b. Resposta pessoal. Espera-se 
que os estudantes reflitam sobre 
os hábitos de consumo, como o 
fato de que, muitas vezes, as 
pessoas adquirem itens que já 
têm em quantidade suficiente.
c. Sugestão de resposta: É importante refletir sobre o 
quanto realmente necessitamos fazer determinada 
aquisição e, não menos importante, analisar se temos 
condições de arcar com os custos do produto, 
considerando nosso orçamento.
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Time to pronounce
Keep in mind
English in the world
List of verbs
Keep an eye on...
Essa seção aborda o uso da língua 
inglesa ao redor do mundo, ampliando 
seus conhecimentos interculturais.
Nessa seção, você encontrará uma 
lista de verbos bastante comuns em 
língua inglesa. Você poderá consultá-la 
quando estiver estudando os tempos 
verbais, para sanar dúvidas sobre a 
escrita desses verbos ou revisá-los 
quando necessário.
Conversar sobre 
os temas importantes 
da atualidade é uma 
maneira de aprender com 
os colegas, trocar ideias 
e refletir sobre o mundo 
em que vivemos.
Esse boxe auxiliará você a 
relembrar conteúdos que 
você possa ter estudado 
em outros momentos.
Ao longo do livro, você encontrará 
definições de palavras, informações 
adicionais e explicações sobre 
conteúdos gramaticais que podem 
auxiliar na leitura e na compreensão 
dos textos.
Esse boxe trabalha 
aspectos sonoros da 
língua inglesa, com o 
objetivo de proporcionar 
uma reflexão sobre a 
pronúncia de determinados 
fonemas da língua.
Transcript
Nessa seção, você 
encontrará a transcrição 
de alguns dos textos 
orais trabalhados 
no volume.
Essa seção traz indicações de 
filmes, livros, podcasts, músicas e 
outros recursos interessantes para 
você continuar estudando os temas 
desenvolvidos no volume.
Dicas são sempre bem-vindas, 
não é mesmo? Especialmente 
as que auxiliam na leitura 
de textos e na resolução 
de atividades.
Tip
Vocabulário
Time to reflect Speaking
Este ícone indica que 
a atividade deve ser 
respondida oralmente. 
Listening
Este ícone indica qual 
faixa da coletânea de 
áudios você deverá 
ouvir para realizar a 
atividade.
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5
04/08/2022 09:20:2904/08/2022 09:20:29
Unit 1
What I buy ..........................18
Time to read ..............................20
Cartoon
Time to reflect .................................... 23
Time to learn words ........24
Kinds of stores ............................. 24
Affixes .............................................. 27
Time to study the 
language ..........................................30
Countable and 
uncountable nouns ................... 30
Quantifiers ..................................... 33
Time to listen ...........................35
Podcast
Time to speak ...........................36
Talking about consumerism
Time to write ............................37
Cartoon
Time to check ...........................39
Unit 2
What I wear ....................40
Time to read ..............................42
Tutorial
Time to learn words ........46
Clothes ..............................................46
Affixes .............................................. 50
Time to study the 
language ..........................................52
Relative pronouns ..................... 52
Time to listen ...........................55
Tutorial
Time to speak ...........................56
Recording a tutorial
Time to check ...........................57
Keep learning ...........................58
Get on board ...................................10
Learning through movies ......10
How to avoid 
misunderstandings .....................13
What I know ....................................16
Content
29/07/2022 17:33:4429/07/2022 17:33:44
Unit 3
Entertainment .........62
Time to read ..............................64
Interview
Time to learn words ........68
Kinds of entertainment........... 68
Adjectives ....................................... 70
Time to study the 
language ..........................................73
Comparatives ............................... 73
Time to listen ...........................78
Lecture
Time to speak ...........................79
Interviewing a classmate
Time to reflect .................................... 80
Time to check ...........................81
Unit 4
Art ............................................................82
Time to read ..............................84
Quiz
Time to learn words ........87
Works of art .................................. 87
Adjectives ....................................... 90
Time to study the 
language ..........................................92
Superlatives .................................. 92
Time to listen ...........................97
TV show
Time to speak ...........................98
Presenting a work of art
Time to write ............................99
Quiz
Time to check ........................101
Keep learning ........................102
29/07/2022 17:33:4429/07/2022 17:33:44
6
04/08/2022 09:20:3004/08/2022 09:20:30
Unit 1
What I buy ..........................18
Time to read ..............................20
Cartoon
Time to reflect .................................... 23
Time to learn words ........24
Kinds of stores ............................. 24
Affixes .............................................. 27
Time to study the 
language ..........................................30
Countable and 
uncountable nouns ................... 30
Quantifiers ..................................... 33
Time to listen ...........................35
Podcast
Time to speak ...........................36
Talking about consumerism
Time to write ............................37
Cartoon
Time to check ...........................39
Unit 2
What I wear ....................40
Time to read ..............................42
Tutorial
Time to learn words ........46
Clothes .............................................. 46
Affixes .............................................. 50
Time to study the 
language ..........................................52
Relative pronouns ..................... 52
Time to listen ...........................55
Tutorial
Time to speak ...........................56
Recording a tutorial
Time to check ...........................57
Keep learning ...........................58
Get on board ...................................10
Learning through movies ......10
How to avoid 
misunderstandings .....................13
What I know ....................................16
Content
29/07/2022 17:33:4429/07/2022 17:33:44
Unit 3
Entertainment .........62
Time to read ..............................64
Interview
Time to learn words ........68
Kinds of entertainment........... 68
Adjectives ....................................... 70
Time to study the 
language ..........................................73
Comparatives ............................... 73
Time to listen ...........................78
Lecture
Time to speak ...........................79
Interviewing a classmate
Time to reflect .................................... 80
Time to check ...........................81
Unit 4
Art ............................................................82
Time to read ..............................84
Quiz
Time to learn words ........87
Works of art .................................. 87
Adjectives ....................................... 90
Time to study the 
language ..........................................92
Superlatives .................................. 92
Time to listen ...........................97
TV show
Time to speak ...........................98
Presenting a work of art
Time to write ............................99
Quiz
Time to check ........................101
Keep learning ........................102
29/07/2022 17:33:4429/07/2022 17:33:44
7
04/08/2022 09:20:3004/08/2022 09:20:30
Unit 5
The 
environment ...........106
Time to read ...........................108
News article
Time to learn words .....112
Environmental issues ............112
Time to study the 
language .......................................117
Indefinite pronouns ................117
Time to listen ........................121
Speech
Time to write .........................122
News article
Time to speak ........................124
Recording a newscast
Time to check ........................125
Unit 6
A more 
sustainable life ....126
Time to read ...........................128
Comic strip
Time to learn words .....132
Sustainable actions .................132
Time to study the 
language .......................................136
Reflexive pronouns .................136
Time to listen ........................140
Information about recycling
Time to speak ........................141
Presenting a sustainable action
Time to reflect ..................................142
Time to check ........................143
Keep learning ........................144
29/07/2022 17:33:4529/07/2022 17:33:45
Unit 7
Future and 
technology .....................148
Time to read ...........................150
Short story
Time to learn words .....155
 Gadgets .........................................155
Time to study the 
language .......................................160
Future • will ................................160
Time to listen ........................165
Information about laws of robotics
Time to speak ........................166
Expressing future predictions
Time to check ........................167
Unit 8
Future plans .............168
Time to read ...........................170
Blog post
Time to learn words .....174
Plans for the future .................174
Time to study the 
language .......................................178
Future • going to ..............................178
Future • present continuous ...181
Time to listen ........................183
Podcast
Time to speak ........................184
Presenting future plans
Time to write .........................185
Blog post
Time to reflect ..................................187
Time to check ........................188
Keep learning ........................189
What I know .................................193
English in the world ..........197
Keep an eye on ..........................201
List of verbs .................................203
Transcript .......................................204
Commented 
bibliographic 
references .......................................208
29/07/2022 17:33:4529/07/2022 17:33:45
8
04/08/2022 09:20:3004/08/2022 09:20:30
Unit 5
The 
environment ...........106
Time to read ...........................108
News article
Time to learn words .....112
Environmental issues ............112
Time to study the 
language .......................................117
Indefinite pronouns ................117
Time to listen ........................121
Speech
Time to write .........................122
News article
Time to speak ........................124
Recording a newscast
Time to check ........................125
Unit 6
A more 
sustainable life ....126
Time to read ...........................128
Comicstrip
Time to learn words .....132
Sustainable actions .................132
Time to study the 
language .......................................136
Reflexive pronouns .................136
Time to listen ........................140
Information about recycling
Time to speak ........................141
Presenting a sustainable action
Time to reflect ..................................142
Time to check ........................143
Keep learning ........................144
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Unit 7
Future and 
technology .....................148
Time to read ...........................150
Short story
Time to learn words .....155
 Gadgets .........................................155
Time to study the 
language .......................................160
Future • will ................................160
Time to listen ........................165
Information about laws of robotics
Time to speak ........................166
Expressing future predictions
Time to check ........................167
Unit 8
Future plans .............168
Time to read ...........................170
Blog post
Time to learn words .....174
Plans for the future .................174
Time to study the 
language .......................................178
Future • going to ..............................178
Future • present continuous ...181
Time to listen ........................183
Podcast
Time to speak ........................184
Presenting future plans
Time to write .........................185
Blog post
Time to reflect ..................................187
Time to check ........................188
Keep learning ........................189
What I know .................................193
English in the world ..........197
Keep an eye on ..........................201
List of verbs .................................203
Transcript .......................................204
Commented 
bibliographic 
references .......................................208
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9
04/08/2022 09:20:3004/08/2022 09:20:30
Get on board
In this section, you are going to study the language related to 
movies. Also, you are going to be aware of how cultural differences can 
affect communication and how to avoid miscommunication.
Learning through movies
 1. Read and repeat the following words out loud.
A. 
G. 
B. 
H. 
C. 
I. 
action
musical
animation
romance
comedy
D. E. F. 
documentary drama horror
sci-fi
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Around the world in 80 days (Volta ao mundo em 80 dias, em 
português) é um filme baseado no livro do escritor francês Júlio Verne 
(1828-1905). Na história, o nobre inglês Phileas Fogg aposta com alguns 
colegas que ele consegue dar a volta no planeta em exatamente 80 dias. 
Com a companhia de Jean Passepartout, ele tenta cumprir seu objetivo, 
vivendo aventuras em todos os continentes.
 2. Talk to your classmates and teacher about the following questions.
a. What are the main characteristics of these movies genres?
b. What is your favorite movie genre? Why?
 3. In your notebook, write down the sentences that you consider true 
about movies and learning English.
a. Watching movies in English is a fun way to appreciate art.
b. Watching movies in English with subtitles in English helps to 
learn new words and how they are written.
c. Watching movies in English without subtitles helps to improve 
listening skills.
d. Watching movies in English about other countries is a way to 
learn about their culture.
 4. Analyze the movie cover and answer the questions in your notebook.
What genre is this movie?A. 
What elements from the story 
are represented in the cover?
B. 
This movie was based on a 
book. What other movies 
based on books do you know?
C. 
What do you notice when 
books are adapted for the 
cinema?
D. 
2. a. Sugestão de resposta: An action movie has fight 
scenes; an animation has computer-generated characters; 
a comedy has jokes; a documentary shows facts about a 
Resposta pessoal. Os estudantes podem mencionar que gostam de determinado gênero 
pelos sentimentos que ele causa ou por características de personagens comuns ao gênero.
Resposta pessoal.
Possíveis respostas: Adventure; comedy.
Resposta: The characters and the places 
where the story happens.
4. c. Resposta pessoal. Os estudantes podem citar Harry Potter, O Senhor dos Anéis, 
A culpa é das estrelas, Extraordinário, entre outros.
4. d. Resposta pessoal. Os estudantes podem dizer que as descrições nos livros de personagens e 
locais podem ser longas enquanto que inexistem no filme, pois é possível observar tais 
características, ou que cenas podem ser cortadas ou alteradas.
relevant topic; a drama has a dilemma to be solved; a horror movie has monsters or scary scenes; a 
musical has actors singing and dancing; a romance has love scenes; a sci-fi movie has a futuristic 
story, involving science and technology.
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11eleven
29/07/2022 15:51:0529/07/2022 15:51:05
Objetivos
• Conhecer vocabulário em 
língua inglesa relacionado a 
filmes.
• Refletir a respeito de dife-
renças culturais na comuni-
cação, com o objetivo de evi-
tar falhas de comunicação.
 
Orientações
• Ao longo desta seção são 
desenvolvidas a competên-
cia geral 3 e a competência 
específica de Linguagens 5 
ao engajar o estudante na 
valorização de manifestações 
artísticas e culturais, como o 
cinema, reconhecendo-o co-
mo forma de expressar sua 
cultura e identidade. Esse tra-
balho proporciona o contato 
com elementos das culturas 
juvenis.
• Para iniciar a atividade 1, 
peça aos estudantes que 
analisem as imagens e falem 
se conhecem algum dos fil-
mes apresentados. Em caso 
positivo, peça-lhes que com-
partilhem o que sabem sobre 
eles, se gostaram ou não, en-
tre outras informações que 
souberem. 
• A seguir, confira informa-
ções sobre filmes trabalha-
dos na atividade.
 ભ A. The grandmaster, de 
Wong Kar-Wai, 2013. 130 min.
 ભ B. The Little Prince, de 
Mark Osborne, 2015. 110 min.
 ભ C. Diary of a wimpy kid: the 
long haul, de David Bowers, 
2017. 91 min.
 ભ D. Senna, de Asif Kapadia, 
2010. 106 min.
 ભ E. Que horas ela volta?, de 
Anna Muylaert, 2015. 112 min.
• Ao longo das orienta-
ções apresentadas neste 
manual, você encontrará 
indicações como esta: 
EF08LI01. Esse código 
está relacionado às ha-
bilidades da BNCC. As 
indicações A1 e A2, por 
sua vez, referem-se aos 
níveis do CEFR. Alguns 
descritores desses níveis 
são desenvolvidos nas 
unidades.
 ભ F. Goosebumps, de Rob Letterman, 2015. 103 
min.
 ભ G. La La Land, de Damien Chazelle, 2016. 128 
min.
 ભ H. Letters to Juliet, de Gary Winick, 2010. 105 
min.
 ભ I. Arrival, de Denis Villeneuve, 2016. 116 min.
• Se considerar oportuno, explique aos estudantes 
que o termo movie é mais usado no inglês ame-
ricano; já no inglês britânico, é mais comum film.
Atividade
• Por meio de uma votação, proponha aos estu-
dantes que escolham um dos filmes apresentados 
na página para assistir em sala de aula. Providencie 
a reprodução do filme para a turma e, depois, soli-
cite aos estudantes que escrevam, em inglês, suas 
impressões sobre ele. Ao final, peça a voluntários 
que compartilhem o que escreveram e discutam 
suas opiniões com os colegas. 
 
10
04/08/2022 09:20:3104/08/2022 09:20:31
Get on board
In this section, you are going to study the language related to 
movies. Also, you are going to be awareof how cultural differences can 
affect communication and how to avoid miscommunication.
Learning through movies
 1. Read and repeat the following words out loud.
A. 
G. 
B. 
H. 
C. 
I. 
action
musical
animation
romance
comedy
D. E. F. 
documentary drama horror
sci-fi
Co
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Around the world in 80 days (Volta ao mundo em 80 dias, em 
português) é um filme baseado no livro do escritor francês Júlio Verne 
(1828-1905). Na história, o nobre inglês Phileas Fogg aposta com alguns 
colegas que ele consegue dar a volta no planeta em exatamente 80 dias. 
Com a companhia de Jean Passepartout, ele tenta cumprir seu objetivo, 
vivendo aventuras em todos os continentes.
 2. Talk to your classmates and teacher about the following questions.
a. What are the main characteristics of these movies genres?
b. What is your favorite movie genre? Why?
 3. In your notebook, write down the sentences that you consider true 
about movies and learning English.
a. Watching movies in English is a fun way to appreciate art.
b. Watching movies in English with subtitles in English helps to 
learn new words and how they are written.
c. Watching movies in English without subtitles helps to improve 
listening skills.
d. Watching movies in English about other countries is a way to 
learn about their culture.
 4. Analyze the movie cover and answer the questions in your notebook.
What genre is this movie?A. 
What elements from the story 
are represented in the cover?
B. 
This movie was based on a 
book. What other movies 
based on books do you know?
C. 
What do you notice when 
books are adapted for the 
cinema?
D. 
2. a. Sugestão de resposta: An action movie has fight 
scenes; an animation has computer-generated characters; 
a comedy has jokes; a documentary shows facts about a 
Resposta pessoal. Os estudantes podem mencionar que gostam de determinado gênero 
pelos sentimentos que ele causa ou por características de personagens comuns ao gênero.
Resposta pessoal.
Possíveis respostas: Adventure; comedy.
Resposta: The characters and the places 
where the story happens.
4. c. Resposta pessoal. Os estudantes podem citar Harry Potter, O Senhor dos Anéis, 
A culpa é das estrelas, Extraordinário, entre outros.
4. d. Resposta pessoal. Os estudantes podem dizer que as descrições nos livros de personagens e 
locais podem ser longas enquanto que inexistem no filme, pois é possível observar tais 
características, ou que cenas podem ser cortadas ou alteradas.
relevant topic; a drama has a dilemma to be solved; a horror movie has monsters or scary scenes; a 
musical has actors singing and dancing; a romance has love scenes; a sci-fi movie has a futuristic 
story, involving science and technology.
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• Para a atividade 2, retome 
a discussão da atividade an-
terior, em que os estudantes 
compartilharam suas infor-
mações a respeito dos filmes 
apresentados. Caso respon-
dam que não conhecem ou 
não tenham assistido aos fil-
mes, pergunte se gostariam 
de assisti-los e peça-lhes que 
justifiquem suas respostas. 
Se necessário, proponha que 
seja feita uma pesquisa a res-
peito dos títulos apresenta-
dos, para que conheçam um 
pouco sobre eles. Ao discutir 
o tema proposto, os estu-
dantes vão desenvolver, par-
cialmente, aspectos do nível 
A2 ao descrever narrativas 
curtas utilizando expressões 
relacionadas a situações e 
temas familiares. Além dis-
so, essa atividade permite o 
desenvolvimento da compe-
tência específica de Língua 
Inglesa 6, pois os estudantes 
serão levados a discutir e co-
nhecer produtos artístico-cul-
turais em língua inglesa.
• Na atividade 3, pergunte 
aos estudantes se ao assistir 
a filmes estrangeiros prefe-
rem a versão dublada ou a 
legendada e peça-lhes que 
justifiquem os motivos de 
tal preferência. Durante essa 
conversa, incentive-os a as-
sistir a filmes em inglês, a fim 
de aprimorar as habilidades 
mencionadas nas alternati-
vas. Essa atividade permite 
aos estudantes que desen-
volvam a competência espe-
cífica de Língua Inglesa 2 ao 
levá-los a se comunicar em 
língua inglesa, reconhecendo 
os filmes como possibilida-
des para mais aprendizagem 
de inglês.
• Na atividade 4, no momento 
da correção, explique que os 
filmes podem se enquadrar 
em mais de um gênero. Apro-
veite pra expandir a discussão 
e pergunte-lhes quais outros 
filmes baseados em livros eles 
conhecem (Duna, As crôni-
cas de Nárnia, Harry Potter, 
Extraordinário, O senhor dos 
anéis, Coraline, Jogos vorazes 
etc.). Ao final, peça a um volun-
tário que leia o boxe em voz 
alta, enquanto todos acompanham a leitura silencio-
samente. Em seguida, pergunte aos estudantes se 
esse seria um bom filme para assistir a fim de prati-
car/estudar inglês e por quê. 
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04/08/2022 09:20:3104/08/2022 09:20:31
 5. Read a chapter of the book Around the world in 80 days.
1. Phileas Fogg, a man of few words and many mysteries
On October 2, 1872, Phileas Fogg lived at Nº. 7 Saville row, London. He was a 
man of few words and his life was a perfect routine. His every move was made 
according to the hands of a clock. Everything had to be done with precision. Not 
one second more or one second less. Such rigorousness cost his servant dearly 
after preparing his master’s shaving lotion one day. He had heated the water to 
29 degrees instead of 30 degrees. He was dismissed because of that, and 
substituted on the same day by a young Frenchman called Jean Passepartout.
In the midst of such precision, Phileas Fogg’s life was, however, a mystery 
to all. Was he rich? Undoubtedly. Yet, how had he made his fortune? No one 
knew. Had he travelled a lot? It was likely, for he knew maps better than 
anyone. But where did he travel to? It was impossible to say. Did he have 
friends and family? No one had ever heard of them. He was a member of 
the Reform Club. That was all.
As usual, Phileas Fogg left his house when Big Ben struck 11:30. After walking 
down the same path, putting his right foot before his left foot five hundred and 
seventy-five times, and his left foot before his right foot five hundred and 
seventy-six times, the mysterious gentleman arrived at the Reform Club. 
His daily routine followed the same ritual: he sat at the same table, ordered 
the same dish, and finished his meal at exactly 12:47 pm. Then, he went to the 
large hall and read two newspapers until it was dinner time. Finally, still in the 
same hall, at 5:40 pm, he started to read the third newspaper of the day.
Phileas Fogg seemed to be chained to his pocket watch. Or perhaps time 
never let him go. Nevertheless, an unexpected event could put his orderly 
life at risk…
[…]
VERNE, Jules. Around the world in 80 days. Adaptation: Beto Junqueira. 
Illustrations: Danilo Tanaka. Itapira: Estrela Cultural, 2021. p. 5-6.
Now talk to your classmates and teacher about the following 
questions.
a. How is Phileas Fogg described in this chapter?
b. Where did he use to go every day? What did he do there?
c. While you were reading the text, could you imagine this scene 
in the movie? In your opinion, how would it be?
Resposta: As a man of few words, who does things with precision; a rich and mysterious man.
5. b. Resposta: He used to go to the Reform Club. He used to have lunch, 
dinner and read newspapers there. 
Resposta pessoal.
12 twelve
29/07/2022 15:51:0529/07/2022 15:51:05
 1.In your notebook, match the following pictures to the explanations.
A comunicação vai além da linguagem verbal, e, por isso, conhecer os 
significados de gestos em diferentes culturas pode facilitar as interações. 
Da mesma forma, gestos usados de forma inadequada podem causar 
desentendimentos.
How to avoid misunderstandings
 2. Do you know other gestures with different meanings in other 
cultures?
In Brazil, people use the fingers crossed gesture to wish good 
luck. However, in Vietnam, this is considered a very vulgar and 
rude gesture.
1. 
In Brazil, this gesture means “come here”. But, in the Philippines, 
it is considered rude and should not be used with people.
2. 
In some Asian countries, such as Japan and Korea, people bow when 
they greet each other to show respect, especially to older people.
3. 
In Brazil, the thumbs up gesture expresses approval. However, in 
Iran and Iraq, it is considered a serious insult and must not be used.
4. 
A. 
C. 
B. 
D. 
Resposta: A – 2; B – 3; C – 1; D – 4.
Resposta pessoal. Professor, incentive os estudantes a demonstrar qual é o 
gesto e a explicar o significado dele em diferentes países.
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29/07/2022 15:51:0529/07/2022 15:51:05
• Na atividade 5, os estudan-
tes vão desenvolver a habi-
lidade EF08LI06 ao ler e in-
terpretar um trecho do livro 
Around the world in 80 days, 
de Júlio Verne, sendo incenti-
vados a apreciar textos narra-
tivos na língua inglesa. Inicie 
orientando-os a ler o texto 
individualmente de forma si-
lenciosa. Após essa primeira 
leitura, peça que comparti-
lhem a ideia geral do texto. 
Então, solicite a voluntários 
que leiam em voz alta para 
a turma. Ao final da leitura, 
incentive-os a ler o livro, pa-
ra que conheçam a história 
completa. Para a realização 
da atividade, proponha à tur-
ma que, primeiro, discuta as 
perguntas em duplas. Nesse 
momento, aproveite para 
unir estudantes com diferen-
tes tipos de conhecimento e 
habilidades, para que ocorra 
a troca de experiências. Dê 
um tempo para essa etapa e 
depois faça a discussão com 
toda a turma, pedindo a vo-
luntários que compartilhem 
o que foi conversado em du-
pla. Nesse momento, oriente 
os estudantes a conferir a 
capa do filme na atividade 
anterior e a tentar identificar 
nela os personagens men-
cionados, incentivando-os a 
fazer inferências acerca de 
outros elementos citados no 
trecho do texto. Além disso, 
instigue-os a mencionar o 
que acham que é o “Reform 
Club” e como imaginam que 
a história continuará. É pos-
sível que alguns estudantes 
já conheçam o livro ou o fil-
me, dessa forma, peça àque-
les que o desconhecem para 
levantar suas hipóteses, e, 
ao final, os que conhecem 
poderão confirmá-las ou re-
futá-las.
12
04/08/2022 09:20:3104/08/2022 09:20:31
 5. Read a chapter of the book Around the world in 80 days.
1. Phileas Fogg, a man of few words and many mysteries
On October 2, 1872, Phileas Fogg lived at Nº. 7 Saville row, London. He was a 
man of few words and his life was a perfect routine. His every move was made 
according to the hands of a clock. Everything had to be done with precision. Not 
one second more or one second less. Such rigorousness cost his servant dearly 
after preparing his master’s shaving lotion one day. He had heated the water to 
29 degrees instead of 30 degrees. He was dismissed because of that, and 
substituted on the same day by a young Frenchman called Jean Passepartout.
In the midst of such precision, Phileas Fogg’s life was, however, a mystery 
to all. Was he rich? Undoubtedly. Yet, how had he made his fortune? No one 
knew. Had he travelled a lot? It was likely, for he knew maps better than 
anyone. But where did he travel to? It was impossible to say. Did he have 
friends and family? No one had ever heard of them. He was a member of 
the Reform Club. That was all.
As usual, Phileas Fogg left his house when Big Ben struck 11:30. After walking 
down the same path, putting his right foot before his left foot five hundred and 
seventy-five times, and his left foot before his right foot five hundred and 
seventy-six times, the mysterious gentleman arrived at the Reform Club. 
His daily routine followed the same ritual: he sat at the same table, ordered 
the same dish, and finished his meal at exactly 12:47 pm. Then, he went to the 
large hall and read two newspapers until it was dinner time. Finally, still in the 
same hall, at 5:40 pm, he started to read the third newspaper of the day.
Phileas Fogg seemed to be chained to his pocket watch. Or perhaps time 
never let him go. Nevertheless, an unexpected event could put his orderly 
life at risk…
[…]
VERNE, Jules. Around the world in 80 days. Adaptation: Beto Junqueira. 
Illustrations: Danilo Tanaka. Itapira: Estrela Cultural, 2021. p. 5-6.
Now talk to your classmates and teacher about the following 
questions.
a. How is Phileas Fogg described in this chapter?
b. Where did he use to go every day? What did he do there?
c. While you were reading the text, could you imagine this scene 
in the movie? In your opinion, how would it be?
Resposta: As a man of few words, who does things with precision; a rich and mysterious man.
5. b. Resposta: He used to go to the Reform Club. He used to have lunch, 
dinner and read newspapers there. 
Resposta pessoal.
12 twelve
29/07/2022 15:51:0529/07/2022 15:51:05
 1. In your notebook, match the following pictures to the explanations.
A comunicação vai além da linguagem verbal, e, por isso, conhecer os 
significados de gestos em diferentes culturas pode facilitar as interações. 
Da mesma forma, gestos usados de forma inadequada podem causar 
desentendimentos.
How to avoid misunderstandings
 2. Do you know other gestures with different meanings in other 
cultures?
In Brazil, people use the fingers crossed gesture to wish good 
luck. However, in Vietnam, this is considered a very vulgar and 
rude gesture.
1. 
In Brazil, this gesture means “come here”. But, in the Philippines, 
it is considered rude and should not be used with people.
2. 
In some Asian countries, such as Japan and Korea, people bow when 
they greet each other to show respect, especially to older people.
3. 
In Brazil, the thumbs up gesture expresses approval. However, in 
Iran and Iraq, it is considered a serious insult and must not be used.
4. 
A. 
C. 
B. 
D. 
Resposta: A – 2; B – 3; C – 1; D – 4.
Resposta pessoal. Professor, incentive os estudantes a demonstrar qual é o 
gesto e a explicar o significado dele em diferentes países.
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13thirteen
29/07/2022 15:51:0529/07/2022 15:51:05
Orientações
• Ao longo das atividades 
desta subseção, os estudan-
tes desenvolvem as habili-
dades EF08LI01, EF08LI19 e 
EF08LI20, pois são levados a 
utilizar a língua inglesa pa-
ra resolver mal-entendidos, 
emitir opiniões e esclarecer 
informações, refletindo co-
mo aspectos culturais in-
fluenciam na comunicação.
• Antes de iniciar a atividade, 
escreva o verbo to understand 
na lousa e pergunte aos es-
tudantes o que ele significa. 
Em seguida, oriente-os a 
ler o subtítulo How to avoid 
misunderstandings e pergunte 
se identificam o substantivo 
understanding, que está rela-
cionado ao verbo understand. 
Explique, então, que ao adi-
cionar o prefixo mis- à pala-
vra, expressa-se a ideia de 
erro ou equívoco. Portanto, 
understanding (entendimen-
to, compreensão) torna-se 
misunderstanding (mal-en-
tendido, incompreensão).
• Na atividade 1, oriente os 
estudantes a analisar as ima-
gens e descrever as situações 
representadas em cada uma 
delas. Pergunte se conhecem 
os gestos expressosnelas e 
questione se costumam uti-
lizá-los e em quais situações. 
Então, peça a voluntários que 
leiam os itens para a turma, 
verifique se há dúvidas quan-
to ao vocabulário e, em segui-
da, peça-lhes que respondam 
à atividade no caderno. No 
momento da correção, per-
gunte aos estudantes se co-
nhecem o nome em inglês pa-
ra os gestos representados e, 
se necessário, fale para eles: 
A. Beckon; B. Bow; C. Fingers 
crossed; D. Thumbs up.
• Na atividade 2, solicite a 
um voluntário que leia o 
boxe complementar para a 
turma. Então, ao discutir a 
atividade, lembre-os de evi-
tar gestos ofensivos. Caso os 
estudantes não conheçam 
gestos e seus significados 
em outras culturas, compar-
tilhe com eles as informa-
ções a seguir. 
 ભ O V com os dedos indicador e médio, que no Bra-
sil significa vitória ou paz e amor, no Reino Unido, 
Nova Zelândia, Austrália e Irlanda, é utilizado como 
insulto, especialmente se mostrar o lado de fora da 
mão em vez da palma. 
 ભ Na Grécia, o gesto de pare com a palma da mão 
estendida, com todos os dedos abertos para cima, 
significa que você está mandando a pessoa para o 
inferno. 
 ભ Tocar a cabeça de alguém é considerado uma 
falta de respeito em alguns países asiáticos, pois 
na cultura budista, muito presente na Tailândia e 
no Siri Lanka, por exemplo, essa parte do corpo é 
considerada sagrada.
13
04/08/2022 09:20:3104/08/2022 09:20:31
Time to pronounce
Now talk to your classmates and teacher about these questions.
a. What can you notice about the spelling and pronunciation of 
these words?
b. What might happen when these words are mispronounced?
 4. In your notebook, write down the following sentences completing 
them with a word from the previous activity.
a. There are four ■ in my house: my father and three brothers. 
b. ■! Right over there, at the top of the building, it is a cat. 
c. I want to travel next year so I need to ■ some money. 
d. I always greet my friends with a kiss on the ■. 
Ao falar inglês, é necessário atenção à pronuncia das palavras para 
evitar possíveis incompreensões.
 3. Read the following pairs of words out loud.
 1. Listen and repeat the following pairs of words out loud.
track 1
 2. Pair up with a classmate and tell each other four words from the 
previous activity. In your notebook, write down the words you 
hear. Then, check these words with your classmate.
/ɪ/ /i:/ /æ/ /e/
sit seat bad bed
fit feet and end
/Əʊ/ /aʊ/ /e/ /eɪ/
know now get gate
load loud test taste
luck • lookcheek • checkmen • meansave • safe
Resposta esperada: The spelling is similar, but the pronunciation is different.
Resposta esperada: There might be misunderstandings in the conversation.
Resposta: Men.
Resposta: Look.
Resposta: Save.
Resposta: Cheek.
Resposta pessoal. Professor, verifique com os estudantes se houve alguma incompreensão 
no momento do ditado, ou ao verificar as palavras escritas, e se eles tomaram alguma 
atitude para resolvê-la, como pedir ao colega para repetir a palavra ou confirmar se a palavra 
que ouviu foi a que o colega disse.
14 fourteen
03/08/2022 09:15:2103/08/2022 09:15:21
 5. In your notebook, match the following words to the pictures.
Falsos cognatos, também chamados de falsos amigos, são palavras com 
grafias ou pronúncias parecidas, mas com significados diferentes em duas 
línguas. Os falsos cognatos podem causar mal-entendidos ao ler um texto 
ou em uma conversa, por isso é importante conhecê-los e atentar a eles.
 6. Talk to your classmates and teacher about the following questions.
a. Are these words similar to which words in Portuguese?
b. Is the meaning of these words the same or different from the 
words they look like in Portuguese?
Pesquise 
o significado 
das palavras no 
dicionário.
Tip
balconyA. 
fabricE. 
cartonB. 
jarF. 
collarC. costumeD. 
lunchG. pastaH. 
1. 
4. 
7. 
2. 
5. 
8. 
3. 
6. 
Resposta: A – 3; B – 8; C – 7; D – 2; E – 4; F – 6; G – 1; H – 5.
Resposta esperada: They are similar to balcão, cartão, colar, costume, fábrica, jarra, lanche e pasta.
a perceber as diferenças. Por exemplo, o significado de balcony é sacada, já 
balcão (a palavra em português similar à balcony) é counter em inglês.
Resposta: They are different. 
Professor, auxilie os estudantes 
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15fifteen
29/07/2022 15:51:0829/07/2022 15:51:08
• Na atividade 3, leia as pa-
lavras para a turma e peça 
aos estudantes que repitam. 
Leve-os a compreender que 
as palavras possuem escrita 
semelhante, mas pronúncia 
e significados diferentes. In-
centive-os a identificar quais 
sons são diferentes entre os 
pares, por exemplo, /v/ e /f/ 
em save e safe, e /e/ e /iː/ em 
men e mean. 
• Antes de iniciar a ativida-
de 4, oriente os estudantes 
a consultar o dicionário para 
que pesquisem o significado 
das palavras. 
• Nas atividades 1 e 2 do bo-
xe Time to pronounce, expli-
que que as palavras do qua-
dro são exemplos de minimal 
pairs, ou seja, duas palavras 
que apresentam somente 
um som (de vogal) diferente 
entre elas. Explique que os 
símbolos do quadro repre-
sentam os sons da língua in-
glesa e são parte do Alfabeto 
Fonético Internacional (IPA). 
Se possível, leve uma cópia 
do alfabeto fonético inter-
nacional de inglês e mostre 
para os estudantes. Explique 
que, geralmente, a letra i pro-
duz o som representado pelo 
símbolo /ɪ/, que soa similar 
ao nosso ê em português; já 
o símbolo /i:/ indica um som 
de i mais alongado. O som 
representado pelo símbolo 
/əʊ/ produz um ou, como nas 
palavras know e blow; já o 
símbolo /aʊ/ produz au, co-
mo na palavra now.
14
04/08/2022 09:20:3204/08/2022 09:20:32
Time to pronounce
Now talk to your classmates and teacher about these questions.
a. What can you notice about the spelling and pronunciation of 
these words?
b. What might happen when these words are mispronounced?
 4. In your notebook, write down the following sentences completing 
them with a word from the previous activity.
a. There are four ■ in my house: my father and three brothers. 
b. ■! Right over there, at the top of the building, it is a cat. 
c. I want to travel next year so I need to ■ some money. 
d. I always greet my friends with a kiss on the ■. 
Ao falar inglês, é necessário atenção à pronuncia das palavras para 
evitar possíveis incompreensões.
 3. Read the following pairs of words out loud.
 1. Listen and repeat the following pairs of words out loud.
track 1
 2. Pair up with a classmate and tell each other four words from the 
previous activity. In your notebook, write down the words you 
hear. Then, check these words with your classmate.
/ɪ/ /i:/ /æ/ /e/
sit seat bad bed
fit feet and end
/Əʊ/ /aʊ/ /e/ /eɪ/
know now get gate
load loud test taste
luck • lookcheek • checkmen • meansave • safe
Resposta esperada: The spelling is similar, but the pronunciation is different.
Resposta esperada: There might be misunderstandings in the conversation.
Resposta: Men.
Resposta: Look.
Resposta: Save.
Resposta: Cheek.
Resposta pessoal. Professor, verifique com os estudantes se houve alguma incompreensão 
no momento do ditado, ou ao verificar as palavras escritas, e se eles tomaram alguma 
atitude para resolvê-la, como pedir ao colega para repetir a palavra ou confirmar se a palavra 
que ouviu foi a que o colega disse.
14 fourteen
03/08/2022 09:15:2103/08/2022 09:15:21
 5. In your notebook, match the following words to the pictures.
Falsos cognatos, também chamados de falsos amigos, são palavras com 
grafias ou pronúncias parecidas, mas com significados diferentes em duas 
línguas. Os falsos cognatospodem causar mal-entendidos ao ler um texto 
ou em uma conversa, por isso é importante conhecê-los e atentar a eles.
 6. Talk to your classmates and teacher about the following questions.
a. Are these words similar to which words in Portuguese?
b. Is the meaning of these words the same or different from the 
words they look like in Portuguese?
Pesquise 
o significado 
das palavras no 
dicionário.
Tip
balconyA. 
fabricE. 
cartonB. 
jarF. 
collarC. costumeD. 
lunchG. pastaH. 
1. 
4. 
7. 
2. 
5. 
8. 
3. 
6. 
Resposta: A – 3; B – 8; C – 7; D – 2; E – 4; F – 6; G – 1; H – 5.
Resposta esperada: They are similar to balcão, cartão, colar, costume, fábrica, jarra, lanche e pasta.
a perceber as diferenças. Por exemplo, o significado de balcony é sacada, já 
balcão (a palavra em português similar à balcony) é counter em inglês.
Resposta: They are different. 
Professor, auxilie os estudantes 
Ca
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15fifteen
29/07/2022 15:51:0829/07/2022 15:51:08
• Antes de realizar as ativida-
des 5 e 6, leia com a turma 
o boxe complementar sobre 
falsos cognatos. Na sequên-
cia, leia as palavras da ativida-
de 5 e oriente os estudantes 
a responder às atividades. No 
momento da correção, per-
gunte a eles a qual termo em 
português essas palavras se 
assemelham e incentive-os 
a pesquisá-las no dicionário. 
Por exemplo, caso digam que 
a palavra fabric (em inglês) 
se assemelha ao termo fábri-
ca (em português), peça-lhes 
que pesquisem no dicionário 
a tradução de fábrica para o 
inglês, no caso, factory. Repi-
ta o processo com todas as 
palavras, para que ampliem 
seu vocabulário. Aproveite 
para expandir a atividade, es-
crevendo outros falsos cog-
natos na lousa e solicitando 
aos estudantes que, no ca-
derno, escrevam o significa-
do de cada um, assim como a 
qual palavra da língua portu-
guesa se assemelha e qual é 
a palavra em inglês para essa 
palavra em português.
15
04/08/2022 09:20:3204/08/2022 09:20:32
What I know
Pair up with a classmate to play the following board game and check 
what you already know in English. Follow the teacher’s directions.
Para jogar, vocês vão precisar de um dado e dois peões.Tip
Which characteristics 
of a cartoon do you know?
ST
AR
T
1 2 What kinds of stores can 
you name in English?
3
What clothing items can 
you name in English?
6
What do you know 
about a tutorial?
5
some
how many
What do you know about 
these expressions?
any
how much
4
What do you know about 
these words?
who
whichwhose
that
7
What do you know 
about an interview?
8 
What kinds of entertainment 
can you name in English?
9
What art forms can 
you name in English?
12
What do you know 
about a quiz?
11 Which sentence compares a 
difference between two things?
Soap operas are more 
popular than sitcoms.
Cartoons and game shows 
are very fun to watch.
10 
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16 sixteen
29/07/2022 15:52:2529/07/2022 15:52:25
Which sentence describes the 
extreme quality of something?
Tango is a traditional 
dance in Argentina.
Monalisa is the most popular 
painting in the world.
13 
What do you 
know about the 
news article?
14 
Which environmental issues 
can you name in English?
15 
What do you know 
about these words?
everybody
somebody
something
nobody
anybody
anything
18
Which sustainable actions 
can you name in English?
17 
What do you know about 
the comic strip?
16
What do you know about 
a sci-fi short story?
19
What gadgets can you 
name in English?
20
Which sentence indicates a 
prediction about the future?
Robots will help 
people at work.
People use smartwatches to 
monitor physical activities.
21
FI
N
IS
H24
Which sentence indicates a future plan?
I visit my best friend 
every weekend.
I am going to travel to my 
grandmother’s house next vacation.
23
What do you know 
about a blog post?
22
2. Resposta pessoal.
3. Resposta pessoal.
4. Resposta pessoal.
5. Resposta pessoal.
6. Resposta pessoal.
7. Resposta pessoal.
8. Resposta pessoal.
9. Resposta pessoal.
10. Resposta: Soap 
operas are more 
popular than sitcoms.
11. Resposta pessoal.
12. Resposta pessoal.
13. Resposta: Monalisa 
is the most popular 
painting in the world.
14. Resposta pessoal.
15. Resposta pessoal.
16. Resposta pessoal.
17. Resposta pessoal.
18. Resposta pessoal.
19. Resposta pessoal.
20. Resposta pessoal.
21. Resposta: Robots 
will help people at work.
22. Resposta pessoal.
23. Resposta: I am going to 
travel to my grandmother’s 
house next vacation.
17seventeen
29/07/2022 15:52:2529/07/2022 15:52:25
Objetivo
• Fazer uma avaliação diag-
nóstica do conhecimento 
prévio com relação aos con-
teúdos estudados ao longo 
do volume.
 
Orientações
• Para iniciar a seção, expli-
que aos estudantes que o ob-
jetivo dela é avaliar, por meio 
de uma atividade, o que já 
sabem do conteúdo que vão 
estudar neste volume. Para 
isso, organize a turma em 
duplas, unindo estudantes 
com diferentes tipos de co-
nhecimentos e habilidades, 
para que ocorra a troca de ex-
periências, e providencie da-
dos e folhas de papel sulfite. 
Informe que, para avançar no 
tabuleiro, é necessário cada 
um responder corretamente 
à pergunta da casa em que 
estiver. Quando isso acon-
tecer, o estudante avança o 
número de casas apontado 
pelo dado. Caso erre, ele não 
avança e precisa procurar no 
livro a informação correta e 
anotar em uma folha de pa-
pel sulfite a pergunta do jogo 
e a resposta encontrada. Res-
salte que, por rodada, cada 
integrante da dupla joga o 
dado apenas uma vez. 
• Conforme a atividade se 
desenrola, caminhe pela sala 
de aula para visualizar como 
eles estão se comportando e 
se estão seguindo as regras e 
fazendo as anotações solicita-
das, quando necessário. Pro-
videncie uma ficha de acom-
panhamento para registrar 
suas observações em relação 
ao desempenho e à motiva-
ção dos estudantes. Você po-
de retomá-la em outros mo-
mentos de seu planejamento.
• Para finalizar, pergunte aos 
estudantes sobre quais foram 
as perguntas que eles tiveram 
dificuldade e/ou facilidade 
em responder. Recolha as fo-
lhas de papel sulfite para que 
você avalie o conhecimento 
prévio da turma em relação 
aos principais conteúdos 
abordados ao longo do ano 
e possa acompanhar o de-
senvolvimento individual dos 
estudantes. Por fim, retome as questões do jogo e 
corrija-as em voz alta.
• Na casa 2, os estudantes podem responder que 
é um gênero composto de imagens e palavras, ge-
ralmente com o objetivo de fazer uma crítica. Na ca-
sa 3, espera-se que a turma responda locais como 
bookstore, toy store, pet shop. Na casa 4, os estudan-
tes podem falar que são palavras para se referir a 
quantidades e valores. Na casa 5, eles podem dizer 
que são textos que ensinam a fazer algo. Na casa 
6, espera-se que a turma mencione palavras como 
shirt, pants, shoes. Na casa 7, eles podem explicar 
que são termos usados para conectar ideias relacio-
nadas a pessoas ou coisas. Na casa 8, espera-se que 
os estudantes falem se tratar de um texto em que 
uma pessoa entrevista outra, por meio de pergun-
tas e respostas. Nacasa 9, eles podem mencionar 
music, TV, cinema, sports. Na casa 11, os estudantes 
podem responder que se trata de um texto para tes-
tar os conhecimentos do leitor a respeito de deter-
minado tema. Na casa 12, eles podem falar tipos de 
arte como painting, sculpture, photography, graffiti.
16
04/08/2022 09:21:0404/08/2022 09:21:04
What I know
Pair up with a classmate to play the following board game and check 
what you already know in English. Follow the teacher’s directions.
Para jogar, vocês vão precisar de um dado e dois peões.Tip
Which characteristics 
of a cartoon do you know?
ST
AR
T
1 2 What kinds of stores can 
you name in English?
3
What clothing items can 
you name in English?
6
What do you know 
about a tutorial?
5
some
how many
What do you know about 
these expressions?
any
how much
4
What do you know about 
these words?
who
whichwhose
that
7
What do you know 
about an interview?
8 
What kinds of entertainment 
can you name in English?
9
What art forms can 
you name in English?
12
What do you know 
about a quiz?
11 Which sentence compares a 
difference between two things?
Soap operas are more 
popular than sitcoms.
Cartoons and game shows 
are very fun to watch.
10 
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om
16 sixteen
29/07/2022 15:52:2529/07/2022 15:52:25
Which sentence describes the 
extreme quality of something?
Tango is a traditional 
dance in Argentina.
Monalisa is the most popular 
painting in the world.
13 
What do you 
know about the 
news article?
14 
Which environmental issues 
can you name in English?
15 
What do you know 
about these words?
everybody
somebody
something
nobody
anybody
anything
18
Which sustainable actions 
can you name in English?
17 
What do you know about 
the comic strip?
16
What do you know about 
a sci-fi short story?
19
What gadgets can you 
name in English?
20
Which sentence indicates a 
prediction about the future?
Robots will help 
people at work.
People use smartwatches to 
monitor physical activities.
21
FI
N
IS
H24
Which sentence indicates a future plan?
I visit my best friend 
every weekend.
I am going to travel to my 
grandmother’s house next vacation.
23
What do you know 
about a blog post?
22
2. Resposta pessoal.
3. Resposta pessoal.
4. Resposta pessoal.
5. Resposta pessoal.
6. Resposta pessoal.
7. Resposta pessoal.
8. Resposta pessoal.
9. Resposta pessoal.
10. Resposta: Soap 
operas are more 
popular than sitcoms.
11. Resposta pessoal.
12. Resposta pessoal.
13. Resposta: Monalisa 
is the most popular 
painting in the world.
14. Resposta pessoal.
15. Resposta pessoal.
16. Resposta pessoal.
17. Resposta pessoal.
18. Resposta pessoal.
19. Resposta pessoal.
20. Resposta pessoal.
21. Resposta: Robots 
will help people at work.
22. Resposta pessoal.
23. Resposta: I am going to 
travel to my grandmother’s 
house next vacation.
17seventeen
29/07/2022 15:52:2529/07/2022 15:52:25
• Na casa 14, os estudantes 
podem responder que se tra-
ta de um texto em que o au-
tor expõe sua opinião sobre 
um fato. Na casa 15, eles po-
dem falar air pollution, global 
warming, water pollution. Na 
casa 16, os estudantes po-
dem responder que é um gê-
nero composto de imagens e 
palavras, geralmente com o 
objetivo de entreter o leitor. 
Na casa 17, a turma pode 
mencionar ações como plant 
a tree, save water, save energy, 
recycle and reuse. Na casa 18, 
os estudantes podem dizer 
que são termos usados para 
falar de outras pessoas e de 
coisas, no caso de something 
e anything. Na casa 19, eles 
podem mencionar que são 
narrativas de ficção que en-
volvem elementos próprios 
da ciência. Na casa 20, a tur-
ma pode mencionar itens 
como smartphone, earbuds, 
tablet, drone. Na casa 22, eles 
podem responder que se 
trata de um texto publicado 
em meio digital, em que a 
pessoa escreve sobre o que 
quiser. 
17
04/08/2022 09:21:0504/08/2022 09:21:05
• Ler e compreender um cartum.
• Conhecer e usar vocabulário sobre 
tipos de lojas.
• Conhecer e usar afixos.
• Usar substantivos contáveis 
e incontáveis.
• Indicar quantidades usando quantifiers.
• Ouvir e compreender um trecho de 
podcast.
• Conversar sobre consumismo.
• Produzir um cartum.
Objetivos
What I buy
Unit 1
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18 eighteen
29/07/2022 15:59:4129/07/2022 15:59:41
Performance Os cegos, do 
grupo Desvio Coletivo, em Nova 
York, Estados Unidos, 2014.
a. Qual é a crítica da performance representada na imagem?
b. Você acha que as pessoas compram coisas de que não necessitam? 
Justifique sua resposta.
c. Em sua opinião, que fatores devem ser considerados antes de 
realizarmos uma compra?
Responda
a. Sugestão de resposta: A performance 
representa uma crítica ao consumo exagerado, 
não consciente.
b. Resposta pessoal. Espera-se 
que os estudantes reflitam sobre 
os hábitos de consumo, como o 
fato de que, muitas vezes, as 
pessoas adquirem itens que já 
têm em quantidade suficiente.
c. Sugestão de resposta: É importante refletir sobre o 
quanto realmente necessitamos fazer determinada 
aquisição e, não menos importante, analisar se temos 
condições de arcar com os custos do produto, 
considerando nosso orçamento.
19nineteen
29/07/2022 15:59:4529/07/2022 15:59:45
Orientações
• Nesta unidade, os estudan-
tes terão a oportunidade de 
refletir a respeito do consumo 
e seus excessos, contemplan-
do o tema contemporâneo 
transversal Educação para o 
consumo. Além disso, será de-
senvolvida a competência ge-
ral 3, visto que os estudantes 
serão levados a discutir o tema 
proposto por meio da análise 
e da interpretação de uma 
performance artística, tendo a 
oportunidade de conhecer a 
respeito, apreciar e valorizar 
manifestações artísticas e cul-
turais de expressão global.
• Para iniciar, peça aos estu-
dantes para ler o título e ana-
lisar a imagem das páginas 
de abertura e incentive-os a 
levantar hipóteses sobre o 
tema e os conteúdos que vão 
estudar na unidade. Chame 
a atenção para a legenda da 
imagem, levando-os a per-
ceber que se trata de uma 
performance artística. Peça 
que compartilhem suas im-
pressões a respeito dela. Para 
isso, você pode fazer pergun-
tas como: “Quem são as pes-
soas que aparecem na ima-
gem?”; “O que carregam em 
suas mãos?”; “Por que seus 
olhos estão vendados?”; “Por 
que todos vestem a mesma 
cor?”; “Essa cor tem algum 
significado?”. Leve-os a per-
ceber que a imagem retrata 
uma intervenção urbana cujo 
objetivo é interagir com o pú-
blico, ao passo que propicia 
uma experiência que objetiva 
oportunizar uma reflexão críti-
ca sobre o consumo excessivo. 
Por meio dessa reflexão e do 
trabalho com as atividades, 
os estudantes desenvolverão 
as competências específi-
cas de Linguagens 2 e 5 ao 
conhecer diferentes práticas 
artísticas e refletir sobre elas. 
• A imagem proposta para 
estas páginas de abertura pos-
sibilita uma articulação com o 
componente curricular de Ar-
te. Se possível, convide o pro-
fessor desse componente para 
uma breve explanação sobre 
esse tipo de manifestação ar-
tística e seu papel como meio 
de crítica e denúncia social. 
18
04/08/2022 09:23:1104/08/2022 09:23:11
• Ler e compreender um cartum.
• Conhecer e usar vocabulário sobre 
tipos de lojas.
• Conhecer e usar afixos.
• Usar substantivos contáveis 
e incontáveis.
• Indicar quantidades usando quantifiers.
• Ouvir e compreender um trecho de 
podcast.
• Conversar sobre consumismo.
• Produzir um cartum.
Objetivos
What I buy
Unit 1
ny
ke
r/
Sh
uttrabalho. 
VIII
04/08/2022 10:26:0604/08/2022 10:26:06
Vale destacar que, de acordo com essa teoria 
de aprendizagem, somos seres moldados pelo 
contexto histórico, social e cultural em que vi-
vemos, e a língua que falamos é um produto da 
participação social, que resulta de um processo 
de construção de significados por meio de práti-
cas contextualizadas, considerando a finalidade 
da interação e o meio social e histórico em que 
ela ocorre. Por esse motivo, ao longo dos qua-
tro volumes da coleção, procuramos contemplar 
o contexto social, a interação e o papel media-
dor da língua. Nas unidades, os estudantes são 
constantemente incentivados a trocar ideias, 
emitir opiniões e compartilhar experiências e co-
nhecimentos, de modo a desenvolver, ampliar e 
consolidar conceitos com base na interação que 
estabelecem com o professor e com os colegas.
Além disso, a coleção está pautada nas ha-
bilidades de Língua Inglesa, nas competências 
gerais, nas competências específicas de Lingua-
gens, nas competências específicas de Língua In-
glesa e nos temas contemporâneos transversais, 
apresentados na BNCC. Além disso, considera os 
níveis A1 e A2 do CEFR.
A fim de promover um processo de ensino e 
aprendizagem em que os estudantes continua-
mente exercitem, de forma individual ou coletiva, 
a curiosidade, a criticidade e a autonomia e apro-
fundem seus conhecimentos, a coleção apresen-
ta temas relevantes para a faixa etária (família, 
alimentação, esportes, saúde, arte, tecnologia, 
comunicação, sentimentos, entre outros) e con-
teúdos organizados de forma gradativa a serem 
praticados por meio dos eixos de aprendizagem: 
leitura, escrita, oralidade, conhecimentos linguís-
ticos e dimensão intercultural.
[...]
É imprescindível dizer que esses eixos, embo-
ra tratados de forma separada na explicitação da 
BNCC, estão intrinsecamente ligados nas práticas 
sociais de usos da língua inglesa e devem ser as-
sim trabalhados nas situações de aprendizagem 
propostas no contexto escolar. Em outras pala-
vras, é a língua em uso, sempre híbrida, polifôni-
ca e multimodal [...].
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum 
Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 245. Disponível em: 
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 19 jun. 2022.
Conhecer a língua inglesa e saber utilizá-la é 
uma forma de garantir aos estudantes o acesso 
também a bens culturais de outras nações e levá-
-los a desmitificar ideias preconcebidas, contras-
tando-as com a cultura do próprio país a fim de 
valorizá-la. Além disso, promover a língua ingle-
sa como um elemento fundamental na formação 
torna-se cada vez mais necessário no mundo e 
no momento em que vivemos, cada vez mais de-
safiador, complexo, dinâmico e fluido. Assim, ao 
se apropriar da língua inglesa, os estudantes se 
apropriam da língua de comunicação mundial no 
meio cultural, no meio científico, no comércio, 
nas interações via internet, tornando-se, portan-
to, cidadãos do mundo.
Falada por milhões de pessoas como primeira 
ou segunda língua, a língua inglesa é oficial ou 
semioficial em mais de setenta países. O inglês 
é a primeira língua de falantes oriundos de al-
gumas das maiores potências mundiais, como 
Estados Unidos, Inglaterra, Austrália e Canadá. 
E é a segunda língua em nações como África do 
Sul, Malta e Filipinas, além de ser falada como lín-
gua estrangeira em diversos lugares do mundo.
[...]
Essa situação é verídica não só para países como 
a Índia — ex-colônia inglesa que, pela diversidade 
das línguas faladas no país, adota o inglês como 
língua oficial associada —, mas também para paí-
ses que passaram a adotar o inglês como segunda 
língua para a comunicação internacional.
Assim, o inglês passou a ser utilizado como língua 
para a comunicação internacional em países ao sul da 
Ásia, como Índia, Paquistão, Myanmar, Bangladesh. 
As ex-colônias africanas também desenvolveram 
variedades do inglês nas quais foi dado status ofi-
cial ao idioma, como é o caso de Serra Leoa, Gana, 
Gâmbia, Nigéria, Camarões e Libéria, no oeste 
africano. Outros países, no leste africano, também 
deram ao inglês status oficial, incluindo: Quênia, 
Tanzânia, Uganda, Malavi, Zâmbia e Zimbábue.
No sudoeste asiático e no Pacífico Sul, também 
devido à influência britânica, o inglês adquiriu 
status em Cingapura, Malásia, Hong Kong e Papua-
-Nova Guiné.
A língua inglesa no mundo
IX
04/08/2022 10:26:0604/08/2022 10:26:06
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/
Como se vê, a expansão do inglês apresenta um 
crescimento marcante a partir do século XIX, pas-
sando a ser uma língua de caráter internacional 
pelo modo como a sociedade moderna passou a 
usá-la e, de certa forma, dela passou a depender.
VIAN JÚNIOR, Orlando. Língua e cultura inglesa. 
Curitiba: IESDE Brasil, 2008. p. 47.
Sendo assim, qual variedade de inglês deve-
mos, afinal, ensinar aos estudantes: americana, 
britânica, australiana, neozelandesa ou outra? 
Além de decidir priorizar uma dessas varieda-
des, é importante considerar que, atualmen-
te, o número de falantes nativos do inglês já é 
inferior ao número de falantes não nativos ao 
redor do mundo. Ou seja, a interação e a troca 
de informações entre falantes nativos das mais 
diversas línguas ocorrem por meio de uma lín-
gua em comum, o inglês. Com o conhecimento 
e a proficiência da língua inglesa, em diferentes 
níveis e habilidades, o falante não nativo é capaz 
de acessar informações produzidas em inglês 
em qualquer lugar do mundo, relacionadas a 
diversas áreas do conhecimento, como pesqui-
sas científicas, inovações tecnológicas e avanços 
empresariais. Também permite que esse falante 
se comunique, seja ouvido ou lido por estran-
geiros em situações de interação, seja presen-
cial, seja on-line.
Dessa maneira, é especialmente relevante 
que os estudantes aprendam o inglês como lín-
gua internacional para serem capazes de com-
preender informações divulgadas em diferen-
tes fontes de comunicação. Em consonância, é 
fundamental explicar que o objetivo do estudo 
de uma língua estrangeira não é pronunciá-la 
exatamente como um falante nativo. O essen-
cial é saber empregá-la para, assim, interagir no 
mundo. Segundo a BNCC,
[...] Este é o cenário do inglês como língua fran-
ca, e, nele, aprender inglês implica problematizar 
os diferentes papéis da própria língua inglesa no 
mundo, seus valores, seu alcance e seus efeitos nas 
relações entre diferentes pessoas e povos, tanto na 
sociedade contemporânea quanto em uma pers-
pectiva histórica. [...]
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum 
Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 245. Disponível em: 
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 19 jun. 2022.
Ao considerar a língua inglesa como língua 
franca, percebe-se que existem variedades além 
das faladas nos países imperialistas e que ela é 
usada em diferentes contextos: comunicação em 
eventos oficiais; comunicação entre pessoas de 
diferentes lugares; idioma da maioria das publi-
cações acadêmicas e científicas; transações co-
merciais internacionais; idioma de documentos 
internacionais. Por fim, valorizar tanto a produ-
ção do aprendiz quanto a do professor, ambos 
não nativos, é reconhecer que língua e cultura 
são indissociáveis.
[...] enquanto a perspectiva do inglês como língua 
estrangeira procura situar o aprendiz como um 
“nativo imperfeito” (embora este fato não seja 
consenso na Linguística Aplicada), situá-lo como 
língua franca requer a transcendência de uma 
identificação marcada pelo território geográfico 
ou linguístico. [...]
EL KADRI, Michele S. Inglês como língua franca: um olhar sobre programas 
disciplinares de um curso de formação inicial de professores de inglês. 
Entretextos, Londrina, v. 10, n. 2, jul./dez. 2010, p. 65-66. Disponível 
em: http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/entretextos/article/
viewFile/7966/6950. Acesso em: 19 jun. 2022.
Assim, o principal objetivo desta coleção é 
promover situações de ensino e aprendizagemte
rs
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18 eighteen
29/07/2022 15:59:4129/07/2022 15:59:41
Performance Os cegos, do 
grupo Desvio Coletivo, em Nova 
York, Estados Unidos, 2014.
a. Qual é a crítica da performance representada na imagem?
b. Você acha que as pessoas compram coisas de que não necessitam? 
Justifique sua resposta.
c. Em sua opinião, que fatores devem ser considerados antes de 
realizarmos uma compra?
Responda
a. Sugestão de resposta: A performance 
representa uma crítica ao consumo exagerado, 
não consciente.
b. Resposta pessoal. Espera-se 
que os estudantes reflitam sobre 
os hábitos de consumo, como o 
fato de que, muitas vezes, as 
pessoas adquirem itens que já 
têm em quantidade suficiente.
c. Sugestão de resposta: É importante refletir sobre o 
quanto realmente necessitamos fazer determinada 
aquisição e, não menos importante, analisar se temos 
condições de arcar com os custos do produto, 
considerando nosso orçamento.
19nineteen
29/07/2022 15:59:4529/07/2022 15:59:45
• Na sequência, peça aos es-
tudantes que formem duplas 
para ler os objetivos de apren-
dizagem e conversar sobre o 
que já sabem desses conteú-
dos e o que esperam apren-
der com eles. Oriente-os a 
anotar suas conclusões no 
caderno para que possam re-
tomá-las ao final da unidade.
• Na sequência, trabalhe 
as atividades incentivando-
-os a responder em inglês. 
Desse modo, desenvolve-se, 
parcialmente, o nível A2 ao 
proporcionar aos estudantes 
uma oportunidade de se co-
municar em língua inglesa, 
baseando-se em textos sim-
ples e curtos, complemen-
tando seu repertório com 
outras formas de linguagem 
(gestos, desenhos, palavras 
de outras línguas etc.).
• No item a, pergunte aos es-
tudantes quais elementos re-
forçam a crítica ao consumis-
mo, chame a atenção para as 
vendas que cobrem os olhos 
dos artistas e instigue-os a in-
terpretar o que cada elemen-
to representa em sua opi-
nião, de modo que possam 
ampliar suas perspectivas 
ao interpretar tal manifesta-
ção artístico-cultural, desen-
volvendo assim aspectos da 
competência específica de 
Língua Inglesa 6. 
• No item b, incentive-os a 
refletir sobre o consumismo 
exacerbado, como os impac-
tos para o meio ambiente 
no que concerne ao excesso 
de materiais descartados e 
a exploração exagerada de 
recursos de matéria-prima. 
Pergunte, ainda, por que al-
gumas pessoas adquirem 
itens dos quais não precisam. 
Leve-os a se posicionar com 
relação à influência das pro-
pagandas e da mídia no com-
portamento do consumidor. 
• No item c, deixe que parti-
lhem as respostas em peque-
nos grupos e depois peça-
-lhes que compartilhem com 
a turma hábitos que conside-
ram importantes para o con-
sumo consciente, como con-
siderar a real necessidade da 
aquisição de algum produto.
19
04/08/2022 09:23:1204/08/2022 09:23:12
I always think 
long and hard 
before buying a 
product. I think it is 
important to analyze 
whether I really 
need it or not.
Buying 
something new 
makes me feel 
good. But, 
sometimes, I 
regret buying it 
later on.
Going to the mall 
is my favorite 
free-time activity. 
Many times, I end up 
buying something 
out of impulse, 
not necessity.
I always make a 
list of the items 
I have to buy at the 
supermarket. That 
way, I avoid buying 
more than I need.
Time to read
Pre-reading
 1. Converse com os colegas e o professor sobre as questões a seguir.
a. O que você e seus familiares costumam comprar e com que 
frequência fazem compras?
b. Em sua opinião, qual é a diferença entre consumidor consciente 
e consumista?
 2. Você se identifica com alguma das afirmações a seguir? Justifique 
sua resposta.
 3. Na página seguinte, você vai ler um cartum sobre consumo. 
Antes disso, responda no caderno às questões a seguir.
a. Você acha que o cartum vai fazer uma crítica ao excesso de 
consumo ou aos hábitos dos consumidores conscientes?
b. No caderno, liste as palavras que você espera encontrar 
no cartum.
A. 
C. 
B. 
D. 
1. a. Resposta pessoal. Os estudantes podem dizer 
que compram alimentos, produtos de higiene, 
roupas e calçados. Professor, atente para que os 
estudantes não se sintam constrangidos por suas 
situações econômicas.
1. b. Sugestão de resposta: Consumidor consciente é aquele que, ao 
comprar, leva em consideração o meio ambiente, a saúde humana e 
animal, as relações justas de trabalho e busca equilíbrio entre 
consumo e suas consequências. Consumista é quem consome de 
forma impulsiva e inconsciente.
Resposta pessoal.
3. a. Resposta pessoal. Professor, oriente os estudantes a conferir o cartum na 
página seguinte para que possam levantar hipóteses sobre o seu conteúdo.
Resposta pessoal. Os estudantes podem listar palavras como buy, sale, 
store, money, price, consumerism.
M
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20 twenty
29/07/2022 15:59:4629/07/2022 15:59:46
While reading
 1. Read the following cartoon.
 2. In your notebook, write down the option that describes what is 
illustrated in the cartoon.
 3. In your notebook, answer the following questions.
a. How do the people illustrated in the cartoon look?
b. What kinds of products are illustrated in the cartoon?
c. What happens with the quantity of products illustrated with 
each person?
People thinking about buying new products 
in stores.
People on top of piles of products they 
bought, used and discarded.
CONSUMERISM and Growth. POLYP. Available at: https://polyp.org.
uk/consumerism_cartoons/cartoons_about_consumerism.html. 
Accessed on: March 29th, 2022.
Resposta: The piles grow in quantity of products.
Resposta: People on top of piles of products they 
bought, used and discarded.
Resposta: They look angry because they are frowning.
Resposta: Electronic products.
Po
ly
p
21twenty-one
29/07/2022 15:59:4729/07/2022 15:59:47
Pre-reading
• Na atividade 1, peça aos 
estudantes que formem pe-
quenos grupos para debater 
os itens antes de propor uma 
discussão coletiva. Oriente-
-os a registrar no caderno 
os principais pontos discuti-
dos pelo grupo para, depois, 
compartilhar com a turma. 
Ao realizar o debate com a 
turma, questione os estu-
dantes qual tipo de consumi-
dor eles se consideram e por 
quê. Aproveite a oportunida-
de para incentivá-los a anali-
sar seus hábitos de consumo 
e como isso afeta o mundo 
ao seu redor. 
• Inicie a atividade 2 pedindo 
a voluntários que leiam as 
afirmações apresentadas e 
verifique se todos compreen-
dem a mensagem de cada 
uma delas. Se necessário, pe-
ça aos próprios estudantes 
que tentem, em inglês, ex-
plicá-las aos colegas que não 
entenderam. 
• Ao realizar a atividade 3, 
levante com os estudantes 
algumas características do 
gênero cartum para auxi-
liá-los na leitura. Para isso, 
explique que o cartum é um 
gênero textual jornalístico e 
opinativo com o objetivo de 
apresentar uma crítica sobre 
determinado assunto atual 
por meio de uma ilustração 
humorística. Oriente os es-
tudantes a anotar suas hipó-
teses a respeito do cartum 
para que as verifiquem após 
a leitura.
20
04/08/2022 09:23:1204/08/2022 09:23:12
I always think 
long and hard 
before buying a 
product. I think it is 
important to analyze 
whether I really 
need it or not.
Buying 
something new 
makes me feel 
good. But, 
sometimes, I 
regret buying it 
later on.
Going to the mall 
is my favorite 
free-time activity. 
Many times, I end up 
buying something 
out of impulse, 
not necessity.
I always make a 
list of the items 
I have to buy at the 
supermarket. That 
way, I avoid buying 
more than I need.
Time to read
Pre-reading
 1. Converse com os colegas e o professor sobre as questões a seguir.
a. O que você e seus familiares costumam comprar e com que 
frequência fazem compras?
b. Em sua opinião, qual é a diferença entre consumidor consciente 
e consumista?
 2. Você se identifica com algumadas afirmações a seguir? Justifique 
sua resposta.
 3. Na página seguinte, você vai ler um cartum sobre consumo. 
Antes disso, responda no caderno às questões a seguir.
a. Você acha que o cartum vai fazer uma crítica ao excesso de 
consumo ou aos hábitos dos consumidores conscientes?
b. No caderno, liste as palavras que você espera encontrar 
no cartum.
A. 
C. 
B. 
D. 
1. a. Resposta pessoal. Os estudantes podem dizer 
que compram alimentos, produtos de higiene, 
roupas e calçados. Professor, atente para que os 
estudantes não se sintam constrangidos por suas 
situações econômicas.
1. b. Sugestão de resposta: Consumidor consciente é aquele que, ao 
comprar, leva em consideração o meio ambiente, a saúde humana e 
animal, as relações justas de trabalho e busca equilíbrio entre 
consumo e suas consequências. Consumista é quem consome de 
forma impulsiva e inconsciente.
Resposta pessoal.
3. a. Resposta pessoal. Professor, oriente os estudantes a conferir o cartum na 
página seguinte para que possam levantar hipóteses sobre o seu conteúdo.
Resposta pessoal. Os estudantes podem listar palavras como buy, sale, 
store, money, price, consumerism.
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20 twenty
29/07/2022 15:59:4629/07/2022 15:59:46
While reading
 1. Read the following cartoon.
 2. In your notebook, write down the option that describes what is 
illustrated in the cartoon.
 3. In your notebook, answer the following questions.
a. How do the people illustrated in the cartoon look?
b. What kinds of products are illustrated in the cartoon?
c. What happens with the quantity of products illustrated with 
each person?
People thinking about buying new products 
in stores.
People on top of piles of products they 
bought, used and discarded.
CONSUMERISM and Growth. POLYP. Available at: https://polyp.org.
uk/consumerism_cartoons/cartoons_about_consumerism.html. 
Accessed on: March 29th, 2022.
Resposta: The piles grow in quantity of products.
Resposta: People on top of piles of products they 
bought, used and discarded.
Resposta: They look angry because they are frowning.
Resposta: Electronic products.
Po
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21twenty-one
10/08/2022 11:01:4710/08/2022 11:01:47
While reading
• Ao ler um cartum, os estu-
dantes entram em contato 
com elementos próprios das 
culturas juvenis. As ativida-
des relacionadas à leitura 
do texto permitem aos es-
tudantes desenvolver, par-
cialmente, o nível A2 ao ler e 
compreender textos curtos e 
simples que tratam de tópi-
cos familiares e contemplam 
vocabulário comum a situa-
ções cotidianas. A proposta 
de leitura permite o desen-
volvimento da competência 
específica de Língua Inglesa 
6, pois os estudantes terão 
acesso a um elemento cul-
tural produzido em língua 
inglesa no propósito de am-
pliar suas perspectivas sobre 
um tema de relevância social.
• Na atividade 1, peça aos 
estudantes que façam uma 
leitura individual e silenciosa 
e instrua-os a reler o texto 
quantas vezes julgarem ne-
cessário para confirmar ou 
refutar as hipóteses levan-
tadas no Pre-reading. Na 
sequência, chame a atenção 
deles para os diferentes ele-
mentos apresentados no 
cartum, como cores, traços 
e expressões dos persona-
gens. Aproveite o momento 
para retomar com a turma a 
imagem de abertura, ques-
tionando qual é a seme-
lhança entre ela e o cartum. 
Espera-se que os estudantes 
percebam que ambos fazem 
uma crítica ao consumismo, 
desenvolvendo assim a habi-
lidade EF08LI08. 
• Na atividade 2, leia as op-
ções com os estudantes e 
incentive-os a consultar o 
dicionário para checar pos-
síveis dúvidas relacionadas 
ao vocabulário. Certifique-se 
de que todos compreendem 
o sentido que cada alterna-
tiva expressa e oriente-os a 
reler o texto para responder 
à atividade. Depois, peça a 
eles que comparem e discu-
tam suas respostas com um 
colega e solicite que as justifi-
quem com evidências do tex-
to. Por fim, faça a correção e 
sane possíveis dúvidas.
• Na atividade 3, os estudantes desenvolvem a 
habilidade EF08LI05, pois são levados a inferir in-
formações e estabelecer relações com dados implí-
citos no texto na construção de sentidos. Se neces-
sário, oriente a turma a formar duplas, juntando 
estudantes com diferentes tipos de conhecimentos 
e habilidades para responder à atividade, de modo 
que cada um exponha sua visão sobre o que está 
sendo representado no cartum.
21
10/08/2022 12:08:4310/08/2022 12:08:43
https://polyp.org.uk/consumerism_cartoons/cartoons_about_consumerism.html
 4. In your notebook, write down the correct option about the 
relation between the people’s thoughts and the products illustrated 
in the cartoon.
 5. In your notebook, write down the sentences completing them with 
the following words.
People think excessive consumerism is not their fault, but actually it is.
People think they are not conscious consumers, but they are.
internet • illustrator • criticism
a. The cartoon’s ■ is Polyp.
b. The cartoon was published on the ■.
c. The cartoon makes a ■ about how much people consume.
Post-reading
 1. Converse com os colegas e o professor sobre as questões a seguir.
a. Você concorda com o ponto de vista ilustrado no cartum em 
relação ao consumo? Justifique sua resposta.
b. Em sua opinião, quais são as consequências do consumo 
exagerado?
c. Em sua opinião, como as pessoas podem ser consumidoras 
conscientes?
 2. Ouça o áudio e, no caderno, escreva a opção correta que descreve 
a ideia geral apresentada nele.track 2
 3. Como você pode comparar o que foi apresentado no áudio com as 
ideias abordadas no cartum?
 4. Junte-se a um colega, pesquisem cartuns em inglês em materiais 
impressos e ambientes virtuais e selecionem um deles para 
compartilhar com a turma.
People should buy things to keep the city’s economy growing.A. 
People should buy less and make ethical choices when buying things.B. 
à temática da unidade. Com os cartuns selecionados, disponibilize um tempo para 
que os estudantes os leiam e, ao final, compartilhem suas impressões com a turma.
Resposta: People think excessive consumerism is not their fault, but actually it is.
Resposta: Illustrator.
Resposta: Internet.
Resposta: Criticism.
1. a. Resposta pessoal. Professor, caso os estudantes 
discordem da cena ilustrada no cartum, incentive-os a 
mencionar qual cena poderia ser ilustrada para 
Resposta pessoal. Os estudantes podem indicar consequências ambientais 
e também podem mencionar que o consumo em exagero pode estar 
relacionado a distúrbios, como vício em compras e acumulação compulsiva.
1. c. Resposta pessoal. Os estudantes podem indicar que o consumidor 
deve diferenciar necessidade de desejo no momento de comprar algo, 
pesquisar sobre os produtos que vai adquirir para verificar se eles são 
seguros para a saúde e para o meio ambiente, não se deixar 
convencer pela persuasão de publicidades, entre outras ações.
Resposta: B.
Sugestão de resposta: Tanto o cartum como o conteúdo 
do áudio buscam levar o consumidor a assumir atitudes 
mais responsáveis em relação aos próprios hábitos de consumo a fim de evitar o consumismo.
representar o ponto de vista deles 
em relação ao consumo.
Resposta pessoal. Professor, incentive os estudantes a 
pesquisar cartuns que estejam relacionados ou próximos 
22 twenty-two
03/08/2022 09:17:0203/08/2022 09:17:02
Time to reflect
Para ser um consumidor consciente, é preciso tomar decisões 
financeiras inteligentes. Confira algumas informações a seguir.
O consumidor também pode aderir a programas de cidadania 
fiscal que retornam a ele parte dos impostos cobrados pelo 
produto ou optar pela doação a alguma instituição filantrópica.
 1. Converse com os colegas e o professor sobre as questões a seguir.
a. Você considera que você e seus familiares fazem decisões 
financeiras inteligentes? Justifique sua resposta.b. Em sua opinião, de que forma uma boa educação financeira 
e fiscal pode impactar sua vida e a de sua família?
 2. Junte-se a um colega, escolham um produto e apresentem à 
turma um plano para adquiri-lo de maneira consciente e com 
decisões financeiras inteligentes.
Antes de fazer a compra, 
fazer uma pesquisa é 
fundamental para 
encontrar o produto por 
um preço mais acessível.
No momento do pagamento, 
é essencial analisar se é 
mais vantajoso pagar à vista 
ou parcelar no cartão de 
crédito ou boleto.
Antes de fechar a compra, 
é importante verificar se 
há algum desconto e se há 
políticas de troca e de 
devolução do produto.
Após a compra, guardar a 
nota fiscal ou algum outro 
comprovante de compra pode 
facilitar o gerenciamento de 
gastos do mês.
1. a. Resposta pessoal. Professor, verifique se os estudantes já presenciaram os familiares pondo 
em prática alguma ação financeira inteligente ou se já os auxiliaram nesse aspecto.
Resposta pessoal. Professor, incentive 
os estudantes a pesquisar por preço, 
pelos tributos pagos pelo produto, entre outras informações, para que possam elaborar 
um plano de compra.
1. b. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes mencionem algumas vantagens, como poder 
lidar com imprevistos que envolvam gastos não planejados e poder realizar sonhos, como viajar 
ou adquirir um produto mais caro.
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29/07/2022 15:59:4829/07/2022 15:59:48
• Na atividade 4, escreva as 
expressões-chave excessive 
consumerism e conscious 
consumers na lousa e incenti-
ve os estudantes a fazer infe-
rências acerca do significado 
de cada uma. 
• Instrua os estudantes a 
primeiro responder à ativi-
dade 5 sem retomar a leitura 
do cartum para que possam 
analisar as atividades e fazer 
inferências com base nas op-
ções que possuem para com-
pletar as frases. Depois, peça 
que se juntem a um colega e 
retornem ao texto para discu-
tir e conferir suas respostas. 
Post-reading
• Ao longo desta subseção, 
os estudantes desenvolve-
rão a competência geral 7 
e a competência específica 
de Linguagens 4 ao discutir, 
apresentando argumentos, 
com base em informações 
confiáveis, perspectivas que 
estejam em consonância com 
valores que respeitem os Di-
reitos Humanos e incentivem 
o consumo responsável, a 
consciência socioambiental 
e o exercício de uma postura 
ética frente a questões perti-
nentes à sociedade.
• A atividade 1 possibilita de-
senvolver o ODS 8, da Agen-
da 2030, ao propor uma re-
flexão sobre consumo cons-
ciente. Para complementar 
essa proposta, converse com 
os estudantes a respeito da 
importância de se pensar no 
coletivo e procure conscienti-
zá-los sobre como os hábitos 
de consumo de cada pessoa 
podem impactar o meio am-
biente e a sociedade.
• Para as atividades 2 e 3, 
reproduza o áudio continua-
mente e instrua-os a tomar 
notas das palavras e ideias 
que compreenderam. Por 
meio dessas atividades, a ha-
bilidade EF08LI08 será desen-
volvida, pois os estudantes 
analisarão dois textos de te-
mas correlacionados e refle-
tirão criticamente a respeito 
deles.
• Na atividade 4, os estudantes desenvol-
verão noções de práticas de pesquisa de 
revisão bibliográfica e a competência específica de 
Língua Inglesa 5 ao usar tecnologias para realizar 
pesquisas relacionadas a práticas escolares. Caso o 
acesso à internet não seja possível, leve-os à biblio-
teca ou disponibilize materiais para que consultem. 
Ao pesquisar os cartuns, os estudantes estarão 
acessando patrimônios artísticos literários em am-
bientes virtuais, desenvolvendo, assim, a habilida-
de EF08LI07. Ao desenvolver atividades com o uso 
da internet, é importante orientar os estudantes a 
acessar fontes que sejam adequadas à faixa etária. 
Além disso, é preciso monitorá-los para auxiliá-los 
com dificuldades que possam apresentar e garantir 
que façam uso seguro e responsável dessa ferra-
menta.
22
04/08/2022 09:23:1304/08/2022 09:23:13
 4. In your notebook, write down the correct option about the 
relation between the people’s thoughts and the products illustrated 
in the cartoon.
 5. In your notebook, write down the sentences completing them with 
the following words.
People think excessive consumerism is not their fault, but actually it is.
People think they are not conscious consumers, but they are.
internet • illustrator • criticism
a. The cartoon’s ■ is Polyp.
b. The cartoon was published on the ■.
c. The cartoon makes a ■ about how much people consume.
Post-reading
 1. Converse com os colegas e o professor sobre as questões a seguir.
a. Você concorda com o ponto de vista ilustrado no cartum em 
relação ao consumo? Justifique sua resposta.
b. Em sua opinião, quais são as consequências do consumo 
exagerado?
c. Em sua opinião, como as pessoas podem ser consumidoras 
conscientes?
 2. Ouça o áudio e, no caderno, escreva a opção correta que descreve 
a ideia geral apresentada nele.track 2
 3. Como você pode comparar o que foi apresentado no áudio com as 
ideias abordadas no cartum?
 4. Junte-se a um colega, pesquisem cartuns em inglês em materiais 
impressos e ambientes virtuais e selecionem um deles para 
compartilhar com a turma.
People should buy things to keep the city’s economy growing.A. 
People should buy less and make ethical choices when buying things.B. 
à temática da unidade. Com os cartuns selecionados, disponibilize um tempo para 
que os estudantes os leiam e, ao final, compartilhem suas impressões com a turma.
Resposta: People think excessive consumerism is not their fault, but actually it is.
Resposta: Illustrator.
Resposta: Internet.
Resposta: Criticism.
1. a. Resposta pessoal. Professor, caso os estudantes 
discordem da cena ilustrada no cartum, incentive-os a 
mencionar qual cena poderia ser ilustrada para 
Resposta pessoal. Os estudantes podem indicar consequências ambientais 
e também podem mencionar que o consumo em exagero pode estar 
relacionado a distúrbios, como vício em compras e acumulação compulsiva.
1. c. Resposta pessoal. Os estudantes podem indicar que o consumidor 
deve diferenciar necessidade de desejo no momento de comprar algo, 
pesquisar sobre os produtos que vai adquirir para verificar se eles são 
seguros para a saúde e para o meio ambiente, não se deixar 
convencer pela persuasão de publicidades, entre outras ações.
Resposta: B.
Sugestão de resposta: Tanto o cartum como o conteúdo 
do áudio buscam levar o consumidor a assumir atitudes 
mais responsáveis em relação aos próprios hábitos de consumo a fim de evitar o consumismo.
representar o ponto de vista deles 
em relação ao consumo.
Resposta pessoal. Professor, incentive os estudantes a 
pesquisar cartuns que estejam relacionados ou próximos 
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03/08/2022 09:17:0203/08/2022 09:17:02
Time to reflect
Para ser um consumidor consciente, é preciso tomar decisões 
financeiras inteligentes. Confira algumas informações a seguir.
O consumidor também pode aderir a programas de cidadania 
fiscal que retornam a ele parte dos impostos cobrados pelo 
produto ou optar pela doação a alguma instituição filantrópica.
 1. Converse com os colegas e o professor sobre as questões a seguir.
a. Você considera que você e seus familiares fazem decisões 
financeiras inteligentes? Justifique sua resposta.
b. Em sua opinião, de que forma uma boa educação financeira 
e fiscal pode impactar sua vida e a de sua família?
 2. Junte-se a um colega, escolham um produto e apresentem à 
turma um plano para adquiri-lo de maneira consciente e com 
decisões financeiras inteligentes.
Antes de fazer a compra, 
fazer uma pesquisa é 
fundamental para 
encontrar o produto por 
um preço mais acessível.
No momento do pagamento, 
é essencial analisar se é 
mais vantajoso pagar à vista 
ou parcelar no cartão de 
crédito ou boleto.
Antes de fechar a compra, 
é importante verificar se 
há algum desconto e se há 
políticas de troca e de 
devolução do produto.
Após a compra,guardar a 
nota fiscal ou algum outro 
comprovante de compra pode 
facilitar o gerenciamento de 
gastos do mês.
1. a. Resposta pessoal. Professor, verifique se os estudantes já presenciaram os familiares pondo 
em prática alguma ação financeira inteligente ou se já os auxiliaram nesse aspecto.
Resposta pessoal. Professor, incentive 
os estudantes a pesquisar por preço, 
pelos tributos pagos pelo produto, entre outras informações, para que possam elaborar 
um plano de compra.
1. b. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes mencionem algumas vantagens, como poder 
lidar com imprevistos que envolvam gastos não planejados e poder realizar sonhos, como viajar 
ou adquirir um produto mais caro.
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29/07/2022 15:59:4829/07/2022 15:59:48
Orientações
• As atividades desta página 
contemplam os temas con-
temporâneos transversais 
Educação financeira e Edu-
cação fiscal, uma vez que 
levam o estudante a refletir 
a respeito da importância de 
estabelecer uma relação sau-
dável com o dinheiro. Ao de-
bater e refletir sobre tais te-
mas, os estudantes desenvol-
verão também a competên-
cia geral 7 e a competência 
específica de Linguagens 4, 
pois serão incentivados a dis-
cutir aspectos relacionados 
ao consumo consciente e a 
defender pontos de vista coe-
rentes a escolhas pautadas 
em valores éticos que pro-
movam os Direitos Humanos. 
Nessa direção, as atividades 
promovem ainda o desen-
volvimento parcial do nível 
A2 ao oportunizar aos estu-
dantes que se comuniquem 
por meio de textos simples e 
curtos, complementado seu 
repertório com outras for-
mas de linguagem (gestos, 
desenhos, palavras de outras 
línguas etc.). Para isso, incen-
tive os estudantes a usar o 
repertório em língua inglesa 
para responder às atividades 
promovendo a interação en-
tre os colegas.
• Na atividade 1, converse 
com os estudantes acerca da 
importância desses temas 
para a redução das desigual-
dades, um dos objetivos da 
Agenda 2023. Questione co-
mo as dicas dadas na seção 
podem ser aplicadas na vida 
familiar deles e conduza uma 
discussão para que digam o 
que suas famílias já fazem e o 
que precisam aprimorar.
• Na atividade 2, os estudan-
tes desenvolverão a compe-
tência específica de Língua 
Inglesa 5 ao usar tecnologias 
para pesquisar informações 
que os auxiliem a elaborar 
planos de ação. Durante a 
atividade, destaque para os 
estudantes a importância dos 
cuidados ao realizar compras 
on-line, principalmente na ve-
rificação da confiabilidade do 
vendedor. 
23
04/08/2022 09:23:1304/08/2022 09:23:13
Time to learn words
Kinds of stores
 1. Read and repeat the following expressions out loud.
A. 
J. 
G. 
K. 
D. 
L. 
B. 
sports shop
H. 
stationery store
C. 
toy store
bookstore
I. 
E. 
candy shop
music shop
clothes store
F. 
pet shop
department store flower shop
shoe store
grocery store
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24 twenty-four
08/08/2022 15:50:2908/08/2022 15:50:29
 2. In your notebook, write down the following sentences completing 
them with the appropriate kind of store.
a. I buy a new dress at a 
■ if I really need it.
e. Lucy is a botanist and 
she works at this ■.
b. We need some 
tomatoes and onions. 
Let’s go to the ■.
c. The books in this ■ 
are on sale.
d. I’m going to buy food 
for my dog in this ■.
f. There is a ■ in my 
neighborhood.
Resposta: Clothes store.
Resposta: Grocery store.
Resposta: Bookstore. Resposta: Pet shop.
Resposta: Flower shop. Resposta: Candy shop.
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25twenty-five
29/07/2022 15:59:5329/07/2022 15:59:53
Orientações
• Ao longo das atividades 
desta seção, será contem-
plada a habilidade EF08LI13, 
uma vez que os estudantes 
vão conhecer e usar sufixos 
e prefixos comumente utiliza-
dos na formação de palavras 
em língua inglesa. Além disso, 
desenvolverão, parcialmente, 
o nível A2 ao expandir seu re-
pertório linguístico por meio 
de recombinações simples de 
elementos nas frases elabora-
das por eles nas atividades.
• Na atividade 1, oriente os 
estudantes a ler o subtítulo da 
seção e analisar as imagens 
para inferir o tema explora-
do: os diferentes tipos de lo-
jas. Peça a eles que formem 
duplas e repitam as palavras 
para o colega. Nesse momen-
to, caminhe pela sala de aula 
orientando-os em relação 
à pronúncia. Depois, leia os 
itens para os estudantes para 
que eles os repitam depois de 
você.
24
09/08/2022 15:51:4109/08/2022 15:51:41
Time to learn words
Kinds of stores
 1. Read and repeat the following expressions out loud.
A. 
J. 
G. 
K. 
D. 
L. 
B. 
sports shop
H. 
stationery store
C. 
toy store
bookstore
I. 
E. 
candy shop
music shop
clothes store
F. 
pet shop
department store flower shop
shoe store
grocery store
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24 twenty-four
29/07/2022 15:59:5129/07/2022 15:59:51
 2. In your notebook, write down the following sentences completing 
them with the appropriate kind of store.
a. I buy a new dress at a 
■ if I really need it.
e. Lucy is a botanist and 
she works at this ■.
b. We need some 
tomatoes and onions. 
Let’s go to the ■.
c. The books in this ■ 
are on sale.
d. I’m going to buy food 
for my dog in this ■.
f. There is a ■ in my 
neighborhood.
Resposta: Clothes store.
Resposta: Grocery store.
Resposta: Bookstore. Resposta: Pet shop.
Resposta: Flower shop. Resposta: Candy shop.
Cl
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25twenty-five
29/07/2022 15:59:5329/07/2022 15:59:53
• Na atividade 2, incentive a 
autonomia dos estudantes 
para responder à atividade. 
Sugira, por exemplo, que 
identifiquem os cognatos e 
as palavras-chave para com-
preender as informações 
de cada item. Instrua-os a 
retornar à atividade 1, se 
necessário, para consultar 
o vocabulário, e a utilizar o 
dicionário para checar possí-
veis dúvidas. Depois, faça a 
correção coletiva pedindo a 
voluntários que leiam as fra-
ses e falem a resposta.
25
04/08/2022 09:23:1304/08/2022 09:23:13
Good 
morning. █ I’m 
looking 
for a black 
sweater.
█
█
It’s $30.
█ credit 
card?
Sure.
 3. In your notebook, match the stores to the products they sell.
 4. In your notebook, write down the dialog and complete it with the 
following expressions.
shoe storeA. 
toy storeE. 
department storeD.music shopB. 
sports shopC. 
stationery storeF. 
guitars, drums, and violins1. 
clothes, foods, and electronics2. 
notebooks, pencils, and pens3. 
shoes, sneakers, and sandals4. 
dolls, teddy bears, and puzzles5. 
balls, rackets, and helmets6. 
 5. Pair up with a classmate, choose a kind of store, and role-play 
a dialog.
Here 
you are.
How much 
is it?
Can I 
pay by
How can I 
help you?
A. 
C. 
B. 
D. 
Resposta: A – 4; B – 1; C – 6; D – 2; E – 5; F – 3.
Resposta pessoal.
Resposta: A: How can I help you?; B: Here you are.; C: How much is it?; D: Can I pay by.
Ilu
st
ra
çõ
es
: F
ab
io
 E
iji
 S
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su
m
a/
Ar
qu
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da
 e
di
to
ra
26 twenty-six
29/07/2022 15:59:5529/07/2022 15:59:55
Affixes
 1. Read the following words.
Now write down in your notebook the correct answer for each 
question.
a. Which group has words with prefixes (letters added to the 
beginning of a word)?
Group A. Group B.
A new word is formed 
with a different meaning.
A new word is formed 
with the same meaning.
b. What happens when a word has a prefix?
 2. Analyze the words from the previous activity and, in your 
notebook, answer the following questions.
a. Which prefix means two or twice?
b. Which prefix refers to a higher position?
c. Which prefix means again?
d. Which prefix means below or under?
e. Which prefixes give words a negative meaning?
Group A Group B
lateral bilateral
appear disappear
possible impossible
happy unhappy
legal illegal
do redo
marine submarine
stairs upstairs
Resposta: Dis; im; un; il.
Resposta: Group B.
Resposta: A new word is formed with a different meaning.
Resposta: Bi.
Resposta: Up.
Resposta: Re.
Resposta: Sub.
27twenty-seven
29/07/2022 15:59:5529/07/2022 15:59:55
• Antes de realizar a ativida-
de 3, para ativar os conhe-
cimentos prévios da turma, 
retome com os estudantes as 
imagens da página 24 e, em 
seguida, peça a eles que lis-
tem no caderno os produtos 
que imaginam que possam 
ser encontrados em cada tipo 
de estabelecimento presente 
nas imagens. Depois, orien-
te-os a responder e compa-
rar suas respostas com as de 
um colega para que discutam 
suas conclusões. 
• Na atividade 4, peça aos 
estudantes para analisar as 
imagens e fazer inferências 
sobre o contexto e a situa-
ção de comunicação que 
elas representam. Peça que, 
nesse momento, não leiam 
as informações verbais para 
que possam ativar seu co-
nhecimento prévio com base 
na análise das cenas. No mo-
mento da correção, se pos-
sível, escreva o diálogo na 
lousa e peça aos estudantes 
que, em duplas, leiam em voz 
alta algumas vezes. 
• Na atividade 5, os estudan-
tes desenvolvem a compe-
tência geral 4 e a compe-
tência específica de Lingua-
gens 3 ao utilizar diferentes 
linguagens para se expres-
sar. Se necessário, oriente os 
estudantes a, previamente, 
escrever no caderno um diá-
logo para que possam segui-
-lo. Instrua-os a se expressar 
oralmente com entonação 
adequada e com atenção à 
pronúncia. Durante a ativi-
dade, caminhe pela sala de 
aula auxiliando as duplas na 
composição do diálogo e na 
pronúncia. Ao final, peça a 
duplas voluntárias que re-
produzam seu diálogo para 
a turma.
26
04/08/2022 09:23:1404/08/2022 09:23:14
Good 
morning. █ I’m 
looking 
for a black 
sweater.
█
█
It’s $30.
█ credit 
card?
Sure.
 3. In your notebook, match the stores to the products they sell.
 4. In your notebook, write down the dialog and complete it with the 
following expressions.
shoe storeA. 
toy storeE. 
department storeD. 
music shopB. 
sports shopC. 
stationery storeF. 
guitars, drums, and violins1. 
clothes, foods, and electronics2. 
notebooks, pencils, and pens3. 
shoes, sneakers, and sandals4. 
dolls, teddy bears, and puzzles5. 
balls, rackets, and helmets6. 
 5. Pair up with a classmate, choose a kind of store, and role-play 
a dialog.
Here 
you are.
How much 
is it?
Can I 
pay by
How can I 
help you?
A. 
C. 
B. 
D. 
Resposta: A – 4; B – 1; C – 6; D – 2; E – 5; F – 3.
Resposta pessoal.
Resposta: A: How can I help you?; B: Here you are.; C: How much is it?; D: Can I pay by.
Ilu
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29/07/2022 15:59:5529/07/2022 15:59:55
Affixes
 1. Read the following words.
Now write down in your notebook the correct answer for each 
question.
a. Which group has words with prefixes (letters added to the 
beginning of a word)?
Group A. Group B.
A new word is formed 
with a different meaning.
A new word is formed 
with the same meaning.
b. What happens when a word has a prefix?
 2. Analyze the words from the previous activity and, in your 
notebook, answer the following questions.
a. Which prefix means two or twice?
b. Which prefix refers to a higher position?
c. Which prefix means again?
d. Which prefix means below or under?
e. Which prefixes give words a negative meaning?
Group A Group B
lateral bilateral
appear disappear
possible impossible
happy unhappy
legal illegal
do redo
marine submarine
stairs upstairs
Resposta: Dis; im; un; il.
Resposta: Group B.
Resposta: A new word is formed with a different meaning.
Resposta: Bi.
Resposta: Up.
Resposta: Re.
Resposta: Sub.
27twenty-seven
29/07/2022 15:59:5529/07/2022 15:59:55
• Neste momento, os estu-
dantes vão aprender sobre 
afixos da língua inglesa, 
desenvolvendo a habilida-
de EF08LI13. Se considerar 
necessário, de acordo com 
o nível da turma, explique, 
previamente, o conceito de 
afixos em português.
• Na atividade 1, chame a 
atenção dos estudantes pa-
ra a palavra prefix. Peça que 
reflitam a respeito dela, que 
é uma palavra cognata, e 
busquem compreender seu 
significado. A ideia é que 
eles associem esse termo a 
letras que são acrescentadas 
no início de uma palavra. Na 
sequência, oriente os estu-
dantes a atentar ao significa-
do das palavras no quadro, 
comparando a coluna da 
esquerda com a da direita, 
de modo que percebam que 
a mudança de significado é 
devida ao prefixo acrescen-
tado a cada palavra. Durante 
a correção da atividade, peça 
aos estudantes que pensem 
em outros exemplos de pala-
vras formadas com um prefi-
xo que cause o mesmo efeito 
descrito em cada item.
• Na atividade 2, explique aos 
estudantes que cada prefixo 
modifica e atribui um novo 
sentido às palavras, mas que 
isso, geralmente, não afeta 
a sua classe gramatical. Se 
necessário, oriente-os a con-
sultar o dicionário para con-
ferir as definições da palavra 
e fazer inferências sobre qual 
sentido cada afixo atribui ao 
substantivo ao qual é adicio-
nado. Escreva outros exem-
plos de palavras que conte-
nham os afixos retomados 
na atividade para que os es-
tudantes expandam seu re-
pertório acerca desse aspec-
to lexical. Ao corrigir o item 
a, você pode citar bilingual; 
no item b, upgrade; para o 
c, restart; no d, submersion; 
e para o item e, disagree, 
impatient, unfair e illogical.
27
04/08/2022 09:23:1404/08/2022 09:23:14
 3. Read the following words.
Now answer the questions in your notebook.
a. Which group has words with suffixes (letters added at the 
end of a word)?
b. What happens when a word has a suffix?
 4. In your notebook, write down the explanations completing them 
with the correct option.
a. The suffix -er transforms a verb into a noun. For example: ■.
Lembre-se de que um verbo (verb) expressa uma ação, um estado, uma 
mudança de estado ou fenômeno da natureza. Um substantivo (noun) nomeia seres, 
objetos, lugares etc. Já um adjetivo (adjective) atribui característica a um substantivo.
Tip
Group A Group B
fashion fashionable
music musical
help helpful
end endless
paint painter
happy happiness
real realism
b. Some suffixes (such as -ness and -ism) transform an adjective 
into a noun. For example: ■.
c. Some suffixes (such as -able, -al, -ful and -less) transform a 
noun into an adjective. For example: ■.
painter musical
endless, fashion happiness, realism
musical, paint, 
happy, real, endfashionable, musical, 
helpful, endless
Resposta: Fashionable, musical, helpful, endless.
Resposta: Group B.
Resposta: A new word is formed with a different meaning.
Resposta: Painter.
Resposta: Happiness, realism.
28 twenty-eight
29/07/2022 15:59:5529/07/2022 15:59:55
 5. Add a prefix or suffix to the following words and write the new 
words in your notebook.
a. title
d. logic
g. home
j. cycle
 6. Add a prefix or suffix to the following words. Then, use the new 
words to complete the sentences in your notebook.
b. use
e. honest
h. patient
a. Don’t be ■ in a store. Say please and thank you.
b. Stationery stores are ■ in my city.
c. This ■ dress doesn’t fit me anymore. I want to donate it.
d. I ■ with you! We don’t need to go shopping every week.
e. I don’t need new shoes, my old ones are very ■.
f. I would like to speak with the store ■, please.
g. You need to ■ this paragraph about consumerism.
h. For me, buying clothes is a ■ event, on the months of June 
and November.
polite
common
color
agree
comfort
manage
write
annual
c. critic
f. aware
i. literate
Resposta: Biannual.
Sugestão de resposta: a. subtitle; b. reuse; c. criticism; d. logical; e. dishonest; 
f. awareness; g. homeless; h. impatient; i. illiterate; j. upcycle.
Resposta: Impolite.
Resposta: Uncommon.
Possíveis respostas: Colorful; colorless.
Resposta: Disagree.
Resposta: Comfortable.
Resposta: Manager.
Resposta: Rewrite.
29twenty-nine
29/07/2022 15:59:5529/07/2022 15:59:55
• Na atividade 3, explique 
aos estudantes que os sufi-
xos são adicionados ao final 
da palavra. Após a correção, 
proponha a eles que consul-
tem o dicionário ou que uti-
lizem a estratégia scanning e 
identifiquem outras palavras 
com sufixos.
• Antes de responder à ativi-
dade 4, oriente os estudantes 
a ler as informações do boxe 
Tip e peça que respondam 
com base nos exemplos que 
estudaram na atividade. Ao 
corrigi-la, aproveite para ex-
plicar as regras de uso do 
sufixo em inglês. Explique 
que, assim como os prefixos, 
os sufixos mudam o senti-
do das palavras, porém eles 
também mudam sua classe 
gramatical. Escreva a palavra 
happy na lousa e pergunte 
a qual classe gramatical ela 
pertence (adjetivo – pois ela 
descreve uma característi-
ca de alguém ou algo). Em 
seguida, adicione o prefixo 
un- e pergunte se ela ainda 
é um adjetivo, ou seja, se 
continua descrevendo uma 
característica de alguém ou 
algo. Na sequência, adicione 
o sufixo -ness e pergunte se a 
palavra unhappiness é usada 
para descrever uma carac-
terística ou para dar nome 
a algo. Dessa forma, leve os 
estudantes a perceber que, 
ao adicionarmos o sufixo, ela 
deixou de ser um adjetivo e 
se transformou em um subs-
tantivo (noun). Explique que 
a atribuição de novos senti-
dos a uma palavra também 
ocorre em português, como 
nos termos ilegal, legalizar, 
submarino, marinheiro, re-
criar, criativo, entre outros. 
Peça a eles que sugiram ou-
tros exemplos com base em 
seu conhecimento prévio. Ao 
refletir sobre os afixos em 
inglês e em português, os 
estudantes desenvolverão 
aspectos da competência es-
pecífica de Língua Inglesa 3.
28
04/08/2022 09:23:1404/08/2022 09:23:14
 3. Read the following words.
Now answer the questions in your notebook.
a. Which group has words with suffixes (letters added at the 
end of a word)?
b. What happens when a word has a suffix?
 4. In your notebook, write down the explanations completing them 
with the correct option.
a. The suffix -er transforms a verb into a noun. For example: ■.
Lembre-se de que um verbo (verb) expressa uma ação, um estado, uma 
mudança de estado ou fenômeno da natureza. Um substantivo (noun) nomeia seres, 
objetos, lugares etc. Já um adjetivo (adjective) atribui característica a um substantivo.
Tip
Group A Group B
fashion fashionable
music musical
help helpful
end endless
paint painter
happy happiness
real realism
b. Some suffixes (such as -ness and -ism) transform an adjective 
into a noun. For example: ■.
c. Some suffixes (such as -able, -al, -ful and -less) transform a 
noun into an adjective. For example: ■.
painter musical
endless, fashion happiness, realism
musical, paint, 
happy, real, end
fashionable, musical, 
helpful, endless
Resposta: Fashionable, musical, helpful, endless.
Resposta: Group B.
Resposta: A new word is formed with a different meaning.
Resposta: Painter.
Resposta: Happiness, realism.
28 twenty-eight
29/07/2022 15:59:5529/07/2022 15:59:55
 5. Add a prefix or suffix to the following words and write the new 
words in your notebook.
a. title
d. logic
g. home
j. cycle
 6. Add a prefix or suffix to the following words. Then, use the new 
words to complete the sentences in your notebook.
b. use
e. honest
h. patient
a. Don’t be ■ in a store. Say please and thank you.
b. Stationery stores are ■ in my city.
c. This ■ dress doesn’t fit me anymore. I want to donate it.
d. I ■ with you! We don’t need to go shopping every week.
e. I don’t need new shoes, my old ones are very ■.
f. I would like to speak with the store ■, please.
g. You need to ■ this paragraph about consumerism.
h. For me, buying clothes is a ■ event, on the months of June 
and November.
polite
common
color
agree
comfort
manage
write
annual
c. critic
f. aware
i. literate
Resposta: Biannual.
Sugestão de resposta: a. subtitle; b. reuse; c. criticism; d. logical; e. dishonest; 
f. awareness; g. homeless; h. impatient; i. illiterate; j. upcycle.
Resposta: Impolite.
Resposta: Uncommon.
Possíveis respostas: Colorful; colorless.
Resposta: Disagree.
Resposta: Comfortable.
Resposta: Manager.
Resposta: Rewrite.
29twenty-nine
29/07/2022 15:59:5529/07/2022 15:59:55
• Nas atividades 5 e 6, se ne-
cessário, oriente os estudan-
tes a conferir as respostas 
das atividades anteriores pa-
ra auxiliá-los na escolha dos 
prefixos e sufixos que adicio-
narão a cada palavra. Se con-
siderar oportuno, transcreva 
os prefixos e os sufixos na 
lousa e relembre o significa-
do de cada um com a turma. 
Atividade
• Para ampliar o trabalho 
com o conteúdo prefixos e 
sufixos, faça a atividade a se-
guir com a turma. Para isso, 
oriente a formação de duplas, 
aproveitando para unir estu-
dantes com diferentes tipos 
de conhecimentos e habilida-
des. Explique a eles que de-
verão elaborar duas tabelas, 
uma com os sufixos e outra 
com os prefixos estudados, 
anotando o sentido de cada 
um. Para isso, faça na lousa 
duas tabelas, cada uma com 
três colunas e dez linhas. Na 
primeira linha de cada tabela, 
escreva o título das colunas: 
em uma, prefix, meaning, 
examples; e, na outra, suffix, 
meaning, examples. Solicite 
às duplas que preencham as 
colunas com as palavras es-
tudadas ao longo da seção. 
Para finalizar, faça a correção 
coletiva da atividade pedindo 
a uma dupla por vez que se 
dirija à lousa e preencha uma 
das linhas com as informa-
ções anotadas. Oriente os es-
tudantes a guardar as tabelas 
para consultas posteriores.
29
04/08/2022 09:23:1404/08/2022 09:23:14
Shopping list
tomatoes
apples
bread
milk
Shopping list
paper
paint
pens
pencils
 2. Analyze the words from the previous activity and answer the 
questions in your notebook.
a. Which words are in the plural form?
b. What are the singular forms of these words?
c. Which words are in the singular form?
d. Do these words have a plural form?
Countable and uncountable nouns
 1. Read the following shopping lists.
Time to study the language
Now, in your notebook, match the lists with the pictures that 
represent people buying these items.
1. 2. 
Plural form indica que se refere a mais de um elemento. 
Singular form indica que se refere a somente um elemento.
Tip
A. B. 
Resposta: A – 2; B – 1.
Resposta: Tomatoes, apples, pens, pencils.
Resposta: Tomato, apple, 
pen, pencil.
Resposta: Bread, milk, paper, paint.
Resposta: No, they don’t.
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30 thirty
30/07/2022 12:39:3830/07/2022 12:39:38
Para os uncountable nouns, podemos indicar a quantidade usando 
algumas expressões. Confira-as a seguir.
• a bag of rice
• a bottle of water
• a bowl of soup
• a can of soda
• a head of cabbage
• a jar of juice
• a piece of cheese
• a pot of ice cream
• a slice of pizza
• a bar of soap
• a box of cereal
• a carton of milk
• a cup of tea
• a kilo of meat
• a loaf of bread
• a pinch of salt
• a roll of toilet paper
• a tube of toothpaste
 3. In your notebook, write down the sentences completing them with 
the correct option.
a. The shopping lists have countable and uncountable █.
 4. In your notebook, write down the following words adding a C to the 
ones that are countable nouns and a U for the uncountable nouns.
b. Countable nouns can be counted and they have both singular 
and plural forms, such as █.
c. Uncountable nouns can’t be counted and they only have a 
singular form, such as █.
nouns
bread and milk
paper and paint
adjectives
apples and tomatoes
pen and pencils
b. egg
d. sugar f. pants
h. time
j. flower
a. coffee c. notebook
e. money
g. butter i. furniture
Resposta: 
Nouns.
Resposta: Apples and tomatoes.
Resposta: Paper and paint.
Resposta: C.
Resposta: U. Resposta: C.
Resposta: U.
Resposta: C.
Resposta: U. Resposta: C.
Resposta: U.
Resposta: U. Resposta: U.
31thirty-one
29/07/2022 16:03:0929/07/2022 16:03:09
Orientações
• Nesta seção, os estudantes 
vão aprender alguns subs-
tantivos contáveis e incon-
táveis em inglês. Se julgar 
conveniente, considerando 
as necessidades dos estu-
dantes, você pode iniciar o 
trabalho com o conteúdo 
lendo as informações e os 
exemplos apresentados nos 
boxes das páginas 31 e 32. A 
fim de exemplificar e ampliar 
o trabalho com esses subs-
tantivos, providencie alguns 
alimentos ou imagens deles, 
como café, limão e água, e 
leve-os para a sala de aula. 
Peça aos estudantes que 
elaborem frases utilizando 
os alimentos que você pro-
videnciou. Por exemplo, “I 
drink some coffee every day in 
the morning”; “I bought three 
lemons yesterday”. 
• Ao longo da seção, os estu-
dantes desenvolverão, par-
cialmente, o nível A2 ao usar 
frases cotidianas comumente 
utilizadas para contemplar 
necessidades simples rela-
cionadas a objetivos e situa-
ções específicas, falar sobre 
rotinas diárias, expressar de-
sejos e necessidades e pedir 
informações. 
• Na atividade 1, pergunte 
aos estudantes se costumam 
ajudar a elaborar listas de 
compras em casa. Questio-
ne se o responsável pelas 
compras da família costuma 
anotar os itens de primeira 
necessidade antes de ir ao 
supermercado ou outros es-
tabelecimentos. Em seguida, 
leia as listas com os estudan-
tes e peça que repitam os 
itens para que possam pra-
ticar a pronúncia. Estipule o 
tempo para que realizem a 
atividade e peça que compa-
rem suas respostas com as de 
um colega. Depois, corrija e 
tire as dúvidas que surgirem.
• Na atividade 2, se necessá-
rio, explique aos estudantes 
que, em outros contextos e 
com outros significados, al-
gumas dessas palavras po-
dem aparecer na forma do 
plural. Por exemplo, a palavra 
paper, quando significar papel, 
vai estar sempre no singular; 
porém, quando for usada com o sentido de jornal ou 
documento, poderá aparecer no plural. Oriente-os 
a ler o conteúdo do boxe Tip e escreva alguns exem-
plos de substantivos no plural e no singular na lousa, 
por exemplo orange/oranges, book/books, entre ou-
tras palavras que já façam parte do repertório coti-
diano deles. Em seguida, peça a eles que escrevam 
exemplos de frases com essas palavras no caderno 
para ampliar o trabalho com o uso do singular e do 
plural.
30
04/08/2022 09:23:1404/08/2022 09:23:14
Shopping list
tomatoes
apples
bread
milk
Shopping list
paper
paint
pens
pencils
 2. Analyze the words from the previous activity and answer the 
questions in your notebook.
a. Which words are in the plural form?
b. What are the singular forms of these words?
c. Which words are in the singular form?
d. Do these words have a plural form?
Countable and uncountable nouns
 1. Read the following shopping lists.
Time to study the language
Now, in your notebook, match the lists with the pictures that 
represent people buying these items.
1. 2. 
Plural form indica que se refere a mais de um elemento. 
Singular form indica que se refere a somente um elemento.
Tip
A. B. 
Resposta: A – 2; B – 1.
Resposta: Tomatoes, apples, pens, pencils.
Resposta: Tomato, apple, 
pen, pencil.
Resposta: Bread, milk, paper, paint.
Resposta: No, they don’t.
Be
ar
Fo
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N
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30 thirty
30/07/2022 12:39:3830/07/2022 12:39:38
Para os uncountable nouns, podemos indicar a quantidade usando 
algumas expressões. Confira-as a seguir.
• a bag of rice
• a bottle of water
• a bowl of soup
• a can of soda
• a head of cabbage
• a jar of juice
• a piece of cheese
• a pot of ice cream
• a slice of pizza
• a bar of soap
• a box of cereal
• a carton of milk
• a cup of tea
• a kilo of meat
• a loaf of bread
• a pinch of salt
• a roll of toilet paper
• a tube of toothpaste
 3. In your notebook, write down the sentences completing them with 
the correct option.
a. The shopping lists have countable and uncountable █.
 4. In your notebook, write down the following words adding a C to the 
ones that are countable nouns and a U for the uncountable nouns.
b. Countable nouns can be counted and they have both singular 
and plural forms, such as █.
c. Uncountable nouns can’t be counted and they only have a 
singular form, such as █.
nouns
bread and milk
paper and paint
adjectives
apples and tomatoes
pen and pencils
b. egg
d. sugar f. pants
h. time
j. flower
a. coffee c. notebook
e. money
g. butter i. furniture
Resposta: 
Nouns.
Resposta: Apples and tomatoes.
Resposta: Paper and paint.
Resposta: C.
Resposta: U. Resposta: C.
Resposta: U.
Resposta: C.
Resposta: U. Resposta: C.
Resposta: U.
Resposta: U. Resposta: U.
31thirty-one
29/07/2022 16:03:0929/07/2022 16:03:09
• Na atividade 3, explique 
aos estudantes que o termo 
nouns se refere a palavras 
que nomeiam pessoas, ob-
jetos, lugares e emoções, 
e pode representar itens 
concretos (coisas, objetos 
etc.) ou conceitos abstratos 
(sentimentos, ideias etc.). 
Já os adjetivos referem-se à 
qualidade de algo, caracteri-
zando-o. Explique a diferença 
entre countable e uncountable 
nouns e diga que os substan-
tivos contáveis podem ser 
usados no plural, ao passo 
que os incontáveis são usa-
dos no singular. Explique que 
os conceitos de contável e 
incontável podem ser dife-
rentes do português para al-
guns substantivos ao compa-
rarmos sua equivalência em 
inglês, por isso é importante 
ater-se às regras de uso com 
atenção. Tal reflexão permite 
desenvolver a competência 
específica de Língua Inglesa 
3 ao incentivar os estudantes 
a refletir sobre os usos das 
línguas em diferentes con-
textos culturais.
• Na atividade 4, leia o enun-
ciado e os itens com os es-
tudantes e verifique se há 
dúvidas quanto ao significa-
do de algum termo. Dê um 
tempo para que respondam 
à atividade e, depois, faça a 
correção coletiva. Nesse mo-
mento, incentive-os a usar 
as expressões do quadro pa-
ra indicar a quantidade dos 
substantivos incontáveis. Ex-
plique que algumas expres-
sões são comumente utiliza-
das com substantivos espe-
cíficos e retome os exemplos 
na lousa.
31
04/08/2022 09:23:1404/08/2022 09:23:14
Time to pronounce
 5. In your notebook, write down the following sentences and 
complete them with a noun from the previous activity.
a. Yesterday, I bought a nice pair of █ at the clothes store.
b. Let’s have a cup of █ at the coffee shop.
c. The TV costs $500 and we don’t have this amount of █.
d. We need to buy a dozen █ to make a cake.
Os artigos indefinidos a e an são usados antes de countablenouns 
no singular.
In English, nouns can be countable or uncountable. Countable nouns 
can be counted and have a singular and a plural form.
I need to buy a pen and an eraser at the stationery store.
I need to buy rice and oranges at the supermarket.
I bought a book at the bookstore.
I bought milk at the supermarket.
I bought two books at the bookstore.
I bought lettuce at the grocery store.
Esses artigos não são usados antes de countables nouns no plural e 
uncountable nouns.
 1. Listen and repeat the following words.
track 3
When the letters T or TT are in the middle of words, between 
vowel sounds or between an R and a vowel sound, they can be 
pronounced with a regular T sound or with a flap T sound.
 2. In your notebook, list words with T and TT. Then, pair up with 
a classmate and read them out loud.
bottle butter lettuce water
little Saturday thirty forty
Uncountable nouns cannot be counted and have only a singular form.
Resposta: 
Pants.
Resposta: Coffee.
Resposta: 
Money.
Resposta: Eggs.
Resposta pessoal. Professor, reforce aos estudantes que T e TT devem 
estar no meio das palavras e incentive-os a praticar as duas pronúncias.
32 thirty-two
03/08/2022 09:18:2203/08/2022 09:18:22
Quantifiers
 1. Read the following questions and answers.
 2. In your notebook, write down the following questions and 
complete them with How many or How much.
a. █ books do you have?
b. █ money do you have in your pocket?
c. █ slices of pizza are there in a pizza pie?
d. █ pairs of sneakers do you have?
e. █ time do you usually spend at the shopping mall?
f. █ milk did you buy last time you went to the supermarket?
 3. In your notebook, answer the questions from the previous activity.
It is used to express an indefinite 
quantity in affirmative sentences.
1. how manyA. 
It is used to express an indefinite 
quantity in negative sentences.
2. 
It is used to ask questions about 
the quantity of countable nouns.
3. 
It is used to ask questions about 
the quantity of uncountable nouns.
4. 
how muchB. 
someC. 
anyD. 
Now, in your notebook, match the expressions with their use.
How many 
flowers are 
there at the 
flower shop?
There isn’t 
any chocolate 
at the candy 
shop.
How much 
chocolate is 
there at the 
candy shop?
There are 
some flowers 
at the flower 
shop.
Resposta: A – 3; B – 4; C – 1; D – 2. Professor, explique aos estudantes que some e any podem 
ser usados com countable e uncountable nouns e que any também pode ser usado em frases 
interrogativas, como em “Is there any cheese in the fridge?”.
Resposta: How many.
Resposta: How much.
Resposta: How many.
Resposta: How many.
Resposta: How much.
Resposta: How much.
Respostas pessoais.
33thirty-three
29/07/2022 16:03:0929/07/2022 16:03:09
• Na atividade 5, retome com 
os estudantes o conteúdo do 
boxe complementar e as in-
formações ao final da página 
para reforçar as regras de 
uso dos artigos e dos subs-
tantivos contáveis e incontá-
veis em inglês. Em seguida, 
leia as frases com a turma 
e, depois, destaque na lousa 
as expressões-chave que po-
dem auxiliá-los a identificar 
o substantivo correto: a pair 
of, a cup of, an amount of e 
a dozen of. Incentive-os tam-
bém a analisar o contexto da 
frase para inferir e identificar 
a resposta correta. Faça a cor-
reção e sane as dúvidas que 
surgirem.
• Ao realizar a proposta do 
boxe Time to pronounce, 
peça aos estudantes que se 
juntem a um colega para que 
realizem as atividades em 
duplas. Antes de reproduzir 
o áudio, solicite a eles que 
tentem repetir as palavras da 
atividade 1 da forma como 
imaginam ser o correto, aten-
tando para as pronúncias dos 
sons de t e tt. Depois, toque 
o áudio para que eles rea-
lizem o que foi proposto e 
pergunte se percebem a dife-
rença na pronúncia dos dois 
sons. Leia com a turma o tex-
to sobre as maneiras de pro-
nunciar cada som e repita as 
palavras exemplificando aos 
estudantes as possibilidades 
descritas.
• Na atividade 2, leve a turma 
para a sala de informática ou 
a algum lugar com acesso à 
internet para que os estu-
dantes possam pesquisar 
exemplos de palavras para 
complementar a lista que ela-
boraram na atividade e sugi-
ra que acessem um dicioná-
rio on-line para que ouçam as 
variações da pronúncia dos 
termos que listaram. Caso 
não tenham acesso à inter-
net, disponibilize dicionários 
para que consultem o voca-
bulário e, depois, ao corrigir 
a atividade, leia as palavras 
para que a turma as repita.
32
04/08/2022 09:23:1404/08/2022 09:23:14
Time to pronounce
 5. In your notebook, write down the following sentences and 
complete them with a noun from the previous activity.
a. Yesterday, I bought a nice pair of █ at the clothes store.
b. Let’s have a cup of █ at the coffee shop.
c. The TV costs $500 and we don’t have this amount of █.
d. We need to buy a dozen █ to make a cake.
Os artigos indefinidos a e an são usados antes de countable nouns 
no singular.
In English, nouns can be countable or uncountable. Countable nouns 
can be counted and have a singular and a plural form.
I need to buy a pen and an eraser at the stationery store.
I need to buy rice and oranges at the supermarket.
I bought a book at the bookstore.
I bought milk at the supermarket.
I bought two books at the bookstore.
I bought lettuce at the grocery store.
Esses artigos não são usados antes de countables nouns no plural e 
uncountable nouns.
 1. Listen and repeat the following words.
track 3
When the letters T or TT are in the middle of words, between 
vowel sounds or between an R and a vowel sound, they can be 
pronounced with a regular T sound or with a flap T sound.
 2. In your notebook, list words with T and TT. Then, pair up with 
a classmate and read them out loud.
bottle butter lettuce water
little Saturday thirty forty
Uncountable nouns cannot be counted and have only a singular form.
Resposta: 
Pants.
Resposta: Coffee.
Resposta: 
Money.
Resposta: Eggs.
Resposta pessoal. Professor, reforce aos estudantes que T e TT devem 
estar no meio das palavras e incentive-os a praticar as duas pronúncias.
32 thirty-two
03/08/2022 09:18:2203/08/2022 09:18:22
Quantifiers
 1. Read the following questions and answers.
 2. In your notebook, write down the following questions and 
complete them with How many or How much.
a. █ books do you have?
b. █ money do you have in your pocket?
c. █ slices of pizza are there in a pizza pie?
d. █ pairs of sneakers do you have?
e. █ time do you usually spend at the shopping mall?
f. █ milk did you buy last time you went to the supermarket?
 3. In your notebook, answer the questions from the previous activity.
It is used to express an indefinite 
quantity in affirmative sentences.
1. how manyA. 
It is used to express an indefinite 
quantity in negative sentences.
2. 
It is used to ask questions about 
the quantity of countable nouns.
3. 
It is used to ask questions about 
the quantity of uncountable nouns.
4. 
how muchB. 
someC. 
anyD. 
Now, in your notebook, match the expressions with their use.
How many 
flowers are 
there at the 
flower shop?
There isn’t 
any chocolate 
at the candy 
shop.
How much 
chocolate is 
there at the 
candy shop?
There are 
some flowers 
at the flower 
shop.
Resposta: A – 3; B – 4; C – 1; D – 2. Professor, explique aos estudantes que some e any podem 
ser usados com countable e uncountable nouns e que any também pode ser usado em frases 
interrogativas, como em “Is there any cheese in the fridge?”.
Resposta: How many.
Resposta: How much.
Resposta: How many.
Resposta: How many.
Resposta: How much.
Resposta: How much.
Respostas pessoais.
33thirty-three
29/07/2022 16:03:0929/07/2022 16:03:09
• Nesta subseção será con-
templada a habil idade 
EF08LI16, pois os estudantes 
compreenderão e utilizarão 
some, any, many e much.
• Ao propor a atividade 1, fa-
ça outros questionamentos 
aos estudantes para que eles 
possam inferir o significado 
das expressões how much e 
how many a partirdo contex-
to. Por exemplo, aponte para 
os materiais disponíveis na 
sala de aula e faça perguntas 
utilizando a expressão how 
many, tais como “How many 
pencils are there in your pencil 
case?”, e escreva as respostas 
na lousa para que percebam 
que é utilizada para questio-
nar a quantidade de substan-
tivos contáveis. Faça também 
perguntas com a expressão 
how much. Depois, incentive-
-os a escrever exemplos de 
perguntas no caderno e a 
respondê-las usando as ex-
pressões some e any.
• Na atividade 2, peça aos 
estudantes que, após ter-
minar de responder a to-
dos os itens, partilhem suas 
respostas com o colega ao 
lado, discutindo-as e fazen-
do as correções necessárias, 
utilizando, dessa forma, a 
metodologia ativa Turn and 
talk. Durante a resolução da 
atividade, caminhe pela sala 
de aula para auxiliá-los com 
a pronúncia e corrigir even-
tuais erros. Depois, corrija a 
atividade na lousa e sane as 
dúvidas que surgirem.
• Na atividade 3, oriente os 
estudantes a responder às 
atividades com informações 
sobre si e, caso alguma ques-
tão não corresponda à sua 
realidade, instrua-os a criar 
uma resposta que esteja ade-
quada ao contexto de uso e 
às regras gramaticais. Ao fi-
nal, faça a correção coletiva 
pedindo a voluntários que 
compartilhem suas respostas 
com a turma.
33
04/08/2022 09:23:1504/08/2022 09:23:15
I don’t have any musical instruments at home.
I need to buy some vegetables at the grocery store.
 4. In your notebook, write down the following sentences and 
complete them with some or any.
a. Are there ■ roses at the flower shop?
b. I need to buy ■ food for my dog at the pet shop.
c. Is there ■ furniture at the department store?
d. I didn’t buy ■ bread the last time I went to the supermarket.
e. We are going to the shopping mall to buy ■ clothes and shoes.
 5. In your notebook, write sentences with some and any. Follow the 
examples.
To ask about quantities, we use how much with uncountable nouns and 
how many with countable nouns.
I didn’t buy any toys at the toy store.
Did you buy any bread at the bakery?
Could I have some water, please?
Would you like some help?
I bought some paper and some pens at the stationery store.
How much money do you usually 
spend at the shopping mall?
How many pairs of shoes did 
you buy at the department store?
Any is used in negative and interrogative sentences.
The quantifiers some and any refer to a limited quantity of something. 
They are used with countable and uncountable nouns.
Some is used in affirmative sentences.
We use some in questions when we make a request or an offer.
Resposta: Any.
Resposta: Some.
Resposta: Any.
Resposta: Any.
Resposta: Some.
Resposta pessoal. Professor, com base nas frases criadas por eles, oriente os 
estudantes a refletir sobre consumismo, levando-os a pensar se suas frases refletem 
que eles possuem itens necessários ou supérfluos e se compram em excesso ou moderadamente.
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30/07/2022 12:39:5330/07/2022 12:39:53
 1. Listen to the audio and, in your notebook, write down the option 
that describes what it is about.track 4
Time to listen
Pre-listening
 1. Leia o verbete de dicionário.
Como o minimalismo pode ser aplicado ao consumo consciente?
MINIMALISM. Collins Dictionary. Disponível em: https://www.collinsdictionary.com/
pt/dictionary/english/minimalism. Acesso em: 25 maio 2022.
While listening
 2. Listen to the audio again and, in your notebook, complete the 
sentences with the following words.track 4
Consumerism as a lifestyle and some steps to buy more.A. 
Minimalism as a lifestyle and some steps to practice it.B. 
Minimalism is a style in which a small number of very simple 
things are used to create a particular effect.
Post-listening
 1. Em sua opinião, como o minimalismo poderia melhorar a qualidade 
de vida de uma pessoa?
a. Living a minimalistic life makes you value what you ■ instead 
of what you ■.
b. One step to practice ■ is to say ■ to things you don’t need.
c. You can ■ or ■ the things you no longer need to other people.
d. Minimalism is based on the ■ of eliminating ■.
no
clutter
donate
idea
want
minimalism
sell
need
Resposta: B.
1. Sugestão de resposta: Ao diminuir o nível de consumo, 
adquirindo somente o que é necessário, prioriza-se, assim, 
um estilo de vida mais simples.
materiais em casa e o foco em valorizar o que é realmente necessário na vida 
e o que traz satisfação pessoal.
Resposta: Need; want.
Resposta: Minimalism; no.
Resposta: Donate; sell.
Resposta: Idea; clutter.
Resposta pessoal. Os estudantes podem mencionar o alívio 
do estresse ou da pressão de consumir e ter tantos bens 
35thirty-five
03/08/2022 09:18:3503/08/2022 09:18:35
• Na atividade 4, peça aos es-
tudantes que mencionem o 
que se lembram sobre o uso 
dos quantifiers some e any 
para que ativem sua memó-
ria. Se necessário, retome a 
explicação e leia com eles os 
exemplos do quadro ao final 
da página para relembrar os 
exemplos das formas interro-
gativa e afirmativa de frases 
com essas expressões. Leia 
os itens com os estudantes 
e estipule um tempo para 
que realizem a atividade. Na 
sequência, ao corrigi-la cole-
tivamente, peça que justifi-
quem suas respostas.
• Ao propor a atividade 5, es-
tipule o tempo e o número de 
frases que os estudantes de-
verão escrever. Incentive-os a 
escrever frases significativas, 
que representem aspectos 
de sua rotina. Instigue-os a 
refletir sobre o que de fato 
precisam para que elaborem 
os exemplos. Desse modo, 
os estudantes desenvolverão 
a competência geral 4 e a 
competência específica de 
Linguagens 3 ao partilhar 
informações pessoais e sen-
timentos e mobilizar os co-
nhecimentos aprendidos na 
unidade. Depois, oriente-os 
a comparar suas respostas 
com as de um colega e, na se-
quência, peça que reportem 
à turma o que foi partilhado 
pelo colega. 
34
04/08/2022 09:23:1504/08/2022 09:23:15
I don’t have any musical instruments at home.
I need to buy some vegetables at the grocery store.
 4. In your notebook, write down the following sentences and 
complete them with some or any.
a. Are there ■ roses at the flower shop?
b. I need to buy ■ food for my dog at the pet shop.
c. Is there ■ furniture at the department store?
d. I didn’t buy ■ bread the last time I went to the supermarket.
e. We are going to the shopping mall to buy ■ clothes and shoes.
 5. In your notebook, write sentences with some and any. Follow the 
examples.
To ask about quantities, we use how much with uncountable nouns and 
how many with countable nouns.
I didn’t buy any toys at the toy store.
Did you buy any bread at the bakery?
Could I have some water, please?
Would you like some help?
I bought some paper and some pens at the stationery store.
How much money do you usually 
spend at the shopping mall?
How many pairs of shoes did 
you buy at the department store?
Any is used in negative and interrogative sentences.
The quantifiers some and any refer to a limited quantity of something. 
They are used with countable and uncountable nouns.
Some is used in affirmative sentences.
We use some in questions when we make a request or an offer.
Resposta: Any.
Resposta: Some.
Resposta: Any.
Resposta: Any.
Resposta: Some.
Resposta pessoal. Professor, com base nas frases criadas por eles, oriente os 
estudantes a refletir sobre consumismo, levando-os a pensar se suas frases refletem 
que eles possuem itens necessários ou supérfluos e se compram em excesso ou moderadamente.
Se
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34 thirty-four
30/07/2022 12:39:5330/07/2022 12:39:53
 1. Listen to the audio and, in your notebook, write down the option 
that describes what it is about.track 4
Time to listen
Pre-listening
 1. Leia o verbete de dicionário.
Como o minimalismo pode ser aplicado ao consumo consciente?
MINIMALISM. Collins Dictionary. Disponível em: https://www.collinsdictionary.com/
pt/dictionary/english/minimalism.Acesso em: 25 maio 2022.
While listening
 2. Listen to the audio again and, in your notebook, complete the 
sentences with the following words.track 4
Consumerism as a lifestyle and some steps to buy more.A. 
Minimalism as a lifestyle and some steps to practice it.B. 
Minimalism is a style in which a small number of very simple 
things are used to create a particular effect.
Post-listening
 1. Em sua opinião, como o minimalismo poderia melhorar a qualidade 
de vida de uma pessoa?
a. Living a minimalistic life makes you value what you ■ instead 
of what you ■.
b. One step to practice ■ is to say ■ to things you don’t need.
c. You can ■ or ■ the things you no longer need to other people.
d. Minimalism is based on the ■ of eliminating ■.
no
clutter
donate
idea
want
minimalism
sell
need
Resposta: B.
1. Sugestão de resposta: Ao diminuir o nível de consumo, 
adquirindo somente o que é necessário, prioriza-se, assim, 
um estilo de vida mais simples.
materiais em casa e o foco em valorizar o que é realmente necessário na vida 
e o que traz satisfação pessoal.
Resposta: Need; want.
Resposta: Minimalism; no.
Resposta: Donate; sell.
Resposta: Idea; clutter.
Resposta pessoal. Os estudantes podem mencionar o alívio 
do estresse ou da pressão de consumir e ter tantos bens 
35thirty-five
03/08/2022 09:18:3503/08/2022 09:18:35
Orientações
• As atividades propostas 
nesta seção permitem desen-
volver a competência geral 7 
ao promover uma reflexão 
sobre práticas de consumo 
consciente coerentes a uma 
postura ética e sustentável. 
A seção contempla ainda o 
tema contemporâneo trans-
versal Educação para o con-
sumo.
Pre-listening
• Na atividade 1, explore os 
conhecimentos prévios dos 
estudantes sobre o tema. 
Para isso, podem ser feitos 
os seguintes questionamen-
tos: “Como você imagina que 
seria um estilo de vida mini-
malista?”, “Você conhece al-
guém que adota esse estilo 
de vida?”. Ao discutir minima-
lismo e consumo conscien-
te, exercitando a empatia, o 
diálogo e o respeito às ideias 
e opiniões dos colegas, os 
estudantes desenvolvem a 
competência geral 9.
While listening
• As atividades desta subse-
ção desenvolvem a habilidade 
EF08LI03, pois os estudantes 
vão construir o sentido global 
de um trecho de episódio de 
podcast, identificando o as-
sunto principal e as informa-
ções relevantes. Eles desen-
volverão ainda, parcialmente, 
o nível A2 ao terem a oportu-
nidade de compreender infor-
mações de gravações curtas a 
respeito de temas relaciona-
dos ao cotidiano deles.
• Na atividade 1, peça aos 
estudantes que leiam as al-
ternativas antes de ouvir o 
áudio para se familiarizarem 
com o que vão ouvir. Na se-
quência, reproduza o áudio 
sem interrupções e verifique 
se conseguem responder 
à atividade. Se necessário, 
toque novamente, fazendo 
pausas conforme as informa-
ções forem apresentadas e 
pedindo aos estudantes que 
compartilhem o que enten-
deram de cada trecho.
• Na atividade 2, oriente os estudantes a ler as op-
ções e fazer previsões sobre as possibilidades de 
resposta. Em seguida, toque o áudio continuamen-
te para que respondam à atividade. Ao corrigir, 
chame a atenção para as palavras-chave e toque 
o áudio pausadamente para que verifiquem os tre-
chos em que cada item é mencionado.
Post-listening
• Na atividade 1, incentive os estudantes a dizer o 
que mais chamou a atenção deles em relação ao mi-
nimalismo e pergunte se eles se sentiram interes-
sados em aderir a esse estilo de vida. Por meio des-
sa atividade, os estudantes desenvolverão aspec-
tos da competência específica de Linguagens 4, 
pois expressarão suas opiniões e perspectivas sobre 
o tema, refletindo.
35
04/08/2022 09:23:1504/08/2022 09:23:15
https://www.collinsdictionary.com/pt/dictionary/english/minimalism
 1. Talk to your classmates and choose a topic for a collective discussion.
Time to speak
 4. What could you learn from your classmates’ viewpoints?
Confira algumas expressões que você pode usar durante a 
conversa com os colegas.
Para apresentar opinião: I believe, I think, In my opinion.
Para concordar com uma ideia: I agree, Exactly, I feel the same.
Para discordar de uma ideia: I disagree, I don’t think so, I beg to differ.
Para pedir por esclarecimentos: What do you mean?, Can you explain?, 
Can you repeat?.
Para reformular uma ideia: In other words, I mean, Let me try again.
Tip
 3. Join some classmates to discuss the topic. Follow these instructions.
a. Decide the order each member of the group is going to speak.
b. On your turn, give your opinion and present arguments.
c. You can use body language to help to communicate your ideas.
d. On your classmates’ turn, listen to them carefully.
e. You can comment or express disagreement politely.
 2. Do some research about the topic chosen and, in your notebook, 
list information and ideas for the collective discussion.
Special occasions, 
like Christmas, 
make people 
consume more.
Why does this happen?
What are the arguments 
to defend your opinion?
What is your opinion about it?
What do studies or surveys 
show about it?
What do specialists say 
about it?
The role of product 
labels, such as 
clothing brands, in 
consumerism.
Teenagers and 
children are becoming 
consumerists earlier.
Resposta pessoal. Os estudantes podem indicar ideias apresentadas pelos colegas ou o que 
aprenderam com a atividade, como o respeito aos turnos de fala e aos pontos de vista dos colegas.
Resposta pessoal.
Resposta pessoal.
Resposta pessoal.
36 thirty-six
29/07/2022 16:03:0929/07/2022 16:03:09
c. Pense em como satirizar o tema, gerar humor e levar o leitor à 
reflexão.
d. Escolha uma cena para ilustrar e representar o tema.
e. Defina o texto verbal para complementar sua ideia. Confira, a 
seguir, como o texto verbal pode aparecer no cartum.
Time to write
Pre-writing
consumismo
O que é 
consumismo?
O que leva as pessoas 
ao consumismo?
Para falas dos 
personagens, utilize 
balões de fala.
Para pensamentos 
dos personagens, 
utilize balões de 
pensamento.
Para descrição da 
cena, posicione o 
texto acima ou 
abaixo da ilustração.
consumo consciente
O que é consumo 
consciente?
Como consumir de 
maneira consciente?
 1. No caderno, escreva qual opção descreve características do cartum.
Apresenta uma ilustração que satiriza, geralmente, uma 
questão de relevância social com o intuito de levar o leitor 
à reflexão.
A. 
Apresenta uma ilustração que promove, geralmente, um 
produto com o intuito de levar o leitor a ser mais consumista.
B. 
 2. Você vai produzir um cartum. Para planejá-lo, siga as orientações.
a. Escolha um dos seguintes temas para o cartum.
b. Se necessário, faça uma pesquisa sobre o tema escolhido para 
se informar mais a respeito e anote as informações no caderno. 
Confira alguns tópicos para a pesquisa.
1. Resposta: A. Professor, peça aos estudantes que retomem o cartum 
lido anteriormente na unidade para que possam conferir as 
características desse gênero textual.
Resposta pessoal. 37thirty-seven
29/07/2022 16:03:0929/07/2022 16:03:09
Orientações
• Ao longo desta seção, os es-
tudantes desenvolverão, par-
cialmente, o nível A1 ao con-
cordar com as opiniões parti-
lhadas pelos colegas durante 
o debate ou discordar delas. 
Além disso, ao se engajar no 
debate, eles desenvolverão 
ainda a competência geral 4 
e a competência específica 
de Linguagens 3, pois utili-
zarão práticas de linguagem 
diversas para expressar suas 
ideias e perspectivas sobre 
o tema. Para isso, chame a 
atenção da turma para o con-
teúdo do boxe Tip e leia com 
eles as expressões que pode-
rão utilizar na realização da 
atividade proposta.
• Na atividade 1, ajude os 
estudantes a escolher o tó-
pico que será discutido. Essa 
decisão poderá ser feita por 
meio de votação ou sorteio, 
por exemplo. Na sequência, 
divida os estudantes em dois 
grupos: um para argumentar 
a favor do tema e outro para 
argumentar contra. 
• Na atividade 2, cada grupo 
deverá se reunir para discutirem que os estudantes possam desenvolver com-
petências comunicativas que não se pautem em 
um modelo ideal de uso da língua, levando-os 
a considerar as diferentes formas de expressão 
que promovem interações inteligíveis dentro de 
seus contextos.
Além disso, a coleção foi concebida em conso-
nância com os princípios éticos e de construção 
da cidadania, propiciando a formação de indiví-
duos críticos e aptos a conviver socialmente. Des-
sa forma, essa abordagem condiz com a compe-
tência geral 4, as competências específicas de 
Linguagens 1, 2 e 3, as competências específi-
cas de Língua Inglesa 1, 2 e 6 e as habilidades do 
eixo Dimensão Intercultural, presentes na BNCC.
O ensino de língua inglesa para este nível de 
ensino, de acordo com a BNCC, está organizado 
pelos seguintes eixos: leitura, oralidade, escrita, 
conhecimentos linguísticos e dimensão intercul-
Os eixos norteadores
X
04/08/2022 10:26:0604/08/2022 10:26:06
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/
http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/entretextos/article/
tural. Desenvolver todos eles é fundamental para 
que os estudantes compreendam e utilizem a lín-
gua como um instrumento de interação social e 
para adquirir informação. Considerando que eles 
mantêm contato com a língua inglesa em diver-
sos meios de comunicação, aprender as habilida-
des que compõem esses eixos é indispensável pa-
ra a sua formação e para o seu desenvolvimento 
como cidadãos críticos, capazes de não somente 
compreender a língua em situações reais de uso 
como também de se expressarem e agirem no 
mundo por meio dela. Com essa finalidade, esta 
coleção propõe atividades que desenvolvem as 
competências e habilidades da BNCC, assim co-
mo os níveis A1 e A2 do CEFR.
Leitura
O trabalho com a leitura em língua inglesa é 
de extrema importância, especialmente se con-
siderarmos, por exemplo, o acesso aos textos 
escritos nesse idioma, cada vez mais facilitado 
por meio da internet; a relevância da leitura na 
ampliação de vocabulário e no desenvolvimen-
to da imaginação e criatividade; e a exigência da 
habilidade leitora e interpretativa em exames de 
larga escala. O trabalho de leitura pode, ainda, 
ser uma estratégia para desenvolver atividades 
com turmas grandes, com estudantes com dife-
rentes tipos de conhecimento e habilidade, para 
dinamizar o trabalho em sala de aula, já que a lei-
tura acontece dentro e fora dela, podendo ocor-
rer de maneira autônoma, além de desenvolver 
a pronúncia em atividades de leitura em voz alta, 
como leitura de poema ou de música.
Na seção Time to read, que apresenta diver-
sos gêneros textuais para desenvolver a leitura 
e a compreensão textual em língua inglesa, con-
sideramos o trabalho efetivo de leitura, incluin-
do os diversos gêneros, o que ocorre em todo o 
material. Trazer o trabalho com gêneros para o 
livro é uma forma de lidar com a realidade, pois, 
se toda manifestação humana tem seu sentido 
materializado em textos, é natural que o ensino 
dos eixos da leitura, da escrita e da oralidade se 
desenvolva com base nos gêneros; infinitos e em 
constante evolução. Uma abordagem em que os 
gêneros são representativos do discurso social e 
das formas de interação verbal.
[...] A constituição dos gêneros encontra-se vincula-
da à atividade humana, ao surgimento e (relativa) 
estabilização de novas situações sociais de intera-
ção verbal. [...] cada gênero está vinculado a uma 
situação social de interação, dentro de uma esfera 
social; tem sua finalidade discursiva, sua própria 
concepção de autor e destinatário.
[...]
RODRIGUES, Rosângela Hammes. Os gêneros do discurso na perspectiva 
dialógica da linguagem: a abordagem de Bakhtin. In: MEURER, José. L.; 
BONINI, Adair; MOTTA-ROTH, Désirée (org.). Gêneros: teorias, métodos, 
debates. São Paulo: Parábola Editorial, 2005. p. 165.
O texto escrito é uma ferramenta de comu-
nicação e interação na nossa sociedade, por isso 
é fundamental proporcionar aos estudantes tal 
acesso, levando-os a conhecer suas características 
e estruturas, para que aprendam a ler não apenas 
os textos apresentados nas unidades da coleção, 
mas também outros dos mesmos gêneros textuais 
com os quais possam se deparar ao longo da vida. 
A leitura deve ser, ainda, compreendida como 
um processo do qual fazem parte três etapas, 
que em nosso material estão organizadas em 
Pre-reading, While reading e Post-reading. Assim, 
antes de iniciar a leitura do texto e a interpre-
tação textual, é importante dedicar alguns mi-
nutos às atividades de pré-leitura. Da mesma 
maneira, algumas estratégias podem auxiliar o 
trabalho dos estudantes durante e após a leitu-
ra. Confira a seguir algumas sugestões de como 
desenvolvê-las.
Antes da leitura
Pergunte aos estudantes o que já conhecem so-
bre o tema do texto a ser lido. Juntos, conversem 
um pouco de modo a levantar os conhecimen-
tos prévios.
Oriente os estudantes a ler o título, observar a 
formatação do texto, a autoria e as eventuais 
imagens e fazer previsões sobre o conteúdo tra-
tado nele, levantando hipóteses.
Explique aos estudantes que a leitura sempre 
pressupõe um objetivo: ler para se informar, pa-
ra compreender mais sobre um assunto, para 
realizar uma tarefa escolar, para se distrair. Por 
fim, auxilie-os a perceber o objetivo da leitura 
que estão prestes a iniciar.
XI
04/08/2022 10:26:0604/08/2022 10:26:06
Estratégia Questões
Ativação de 
conhecimento 
prévio
O que você já leu ou sabe 
sobre o assunto do texto?
Análise da 
estrutura 
textual
Qual é o gênero textual?
Como os textos desse mesmo 
gênero costumam ser 
organizados?
Levantamento 
de hipóteses
Sobre o que tratará o texto?
Que palavras você acha que 
aparecerão no texto?
Durante a leitura
Considerar o emprego de estratégias de leitura 
rápida, seja para compreender a ideia geral do 
texto (skimming), seja para compreender infor-
mações específicas (scanning), é uma forma de 
iniciar a leitura de um texto. Explique aos estu-
dantes que a escolha da estratégia deve estar 
relacionada também ao objetivo da leitura.
Oriente os estudantes a ler e analisar também 
as informações não verbais que acompanham 
o texto (fotografias, ilustrações, símbolos), bus-
cando relacioná-las ao conteúdo verbal.
Explique que, em alguns casos, o uso do dicio-
nário certamente vai auxiliá-los durante a leitu-
ra, mas geralmente a análise do contexto pode 
ser suficiente para compreender o significado de 
palavras novas, cognatas ou falsas cognatas.
Oriente-os a conferir se as previsões e hipóteses 
levantadas na etapa da pré-leitura se confirma-
ram ou não.
Estratégia Questões
Skimming
Scanning
Qual é o assunto geral do texto?
Que informações específicas o 
texto apresenta?
Informações 
não verbais
Existem imagens 
acompanhando o texto?
As imagens complementam o 
texto verbal de alguma maneira? 
Ou elas são o elemento principal 
do texto? O que é possível ver na 
imagem que não está descrito 
no texto?
Quais informações são veiculadas 
nas imagens ou por elas?
Palavras 
desconhecidas
Quais palavras você desconhece?
Elas se parecem com palavras 
em português?
Análise do 
contexto
Pelo contexto, você é capaz de 
identificar os significados dessas 
palavras? Se sim, quais seriam, 
em sua opinião?
Após a leitura
Peça aos estudantes que façam um resumo do 
texto, oral ou escrito. Explique que recontar o 
texto lido auxilia na organização e fixação das 
informações.
Outra maneira de organizar as informações é 
por meio da produção de um mapa mental ou 
diagrama.
Faça perguntas que ajudem os estudantes a re-
fletir sobre o texto e estabelecer conexões entre 
ele e outras fontes de informação, com o objetivo 
de levá-los a chegar às próprias conclusões.
Verifique se as hipóteses levantadas antes da 
leitura se confirmaram ou não.
Permita aos estudantes que expressem suas opi-
niões sobre o texto, incentivando-os a, de forma 
respeitosa, avaliar se gostaram ou não do texto.
Estratégia Questões
Resumo
Qual é o assunto tratado no texto?
Quais pontos principais forame listar o maior número de 
argumentos possível. Além 
disso, é importante que pen-
sem em contra-argumentos, 
prevendo as falas do ou-
tro grupo. Para a pesquisa, 
disponibilize para a turma 
equipamentos com acesso 
à internet, dessa forma os 
estudantes desenvolvem a 
competência específica de 
Língua Inglesa 5. Caso o 
acesso à tecnologia não es-
teja disponível, providencie 
materiais para que os estu-
dantes possam consultar em 
sala de aula.
• Durante o debate na ati-
vidade 3, certifique-se de 
que os estudantes estejam 
se comunicando de modo 
respeitoso. Nessa atividade, 
os estudantes desenvolve-
rão as habilidades EF08LI01 
e EF08LI02, pois usarão a 
língua inglesa e recursos lin-
guísticos e paralinguísticos 
para participar de um debate, 
emitindo opiniões e esclare-
cendo informações. A ativi-
dade proporciona, também, o desenvolvimento de 
habilidades de análise e argumentação.
• Para complementar a atividade 4, peça aos estu-
dantes que reflitam sobre os argumentos expostos 
pelo outro grupo dizendo se os fizeram mudar de 
ideia ou rever alguma percepção. Pergunte tam-
bém o que consideraram mais persuasivo no deba-
te levando em consideração aspectos como tom de 
voz, boa articulação de palavras, argumentos bem 
fundamentados, linguagem corporal etc.
36
04/08/2022 09:23:1504/08/2022 09:23:15
 1. Talk to your classmates and choose a topic for a collective discussion.
Time to speak
 4. What could you learn from your classmates’ viewpoints?
Confira algumas expressões que você pode usar durante a 
conversa com os colegas.
Para apresentar opinião: I believe, I think, In my opinion.
Para concordar com uma ideia: I agree, Exactly, I feel the same.
Para discordar de uma ideia: I disagree, I don’t think so, I beg to differ.
Para pedir por esclarecimentos: What do you mean?, Can you explain?, 
Can you repeat?.
Para reformular uma ideia: In other words, I mean, Let me try again.
Tip
 3. Join some classmates to discuss the topic. Follow these instructions.
a. Decide the order each member of the group is going to speak.
b. On your turn, give your opinion and present arguments.
c. You can use body language to help to communicate your ideas.
d. On your classmates’ turn, listen to them carefully.
e. You can comment or express disagreement politely.
 2. Do some research about the topic chosen and, in your notebook, 
list information and ideas for the collective discussion.
Special occasions, 
like Christmas, 
make people 
consume more.
Why does this happen?
What are the arguments 
to defend your opinion?
What is your opinion about it?
What do studies or surveys 
show about it?
What do specialists say 
about it?
The role of product 
labels, such as 
clothing brands, in 
consumerism.
Teenagers and 
children are becoming 
consumerists earlier.
Resposta pessoal. Os estudantes podem indicar ideias apresentadas pelos colegas ou o que 
aprenderam com a atividade, como o respeito aos turnos de fala e aos pontos de vista dos colegas.
Resposta pessoal.
Resposta pessoal.
Resposta pessoal.
36 thirty-six
29/07/2022 16:03:0929/07/2022 16:03:09
c. Pense em como satirizar o tema, gerar humor e levar o leitor à 
reflexão.
d. Escolha uma cena para ilustrar e representar o tema.
e. Defina o texto verbal para complementar sua ideia. Confira, a 
seguir, como o texto verbal pode aparecer no cartum.
Time to write
Pre-writing
consumismo
O que é 
consumismo?
O que leva as pessoas 
ao consumismo?
Para falas dos 
personagens, utilize 
balões de fala.
Para pensamentos 
dos personagens, 
utilize balões de 
pensamento.
Para descrição da 
cena, posicione o 
texto acima ou 
abaixo da ilustração.
consumo consciente
O que é consumo 
consciente?
Como consumir de 
maneira consciente?
 1. No caderno, escreva qual opção descreve características do cartum.
Apresenta uma ilustração que satiriza, geralmente, uma 
questão de relevância social com o intuito de levar o leitor 
à reflexão.
A. 
Apresenta uma ilustração que promove, geralmente, um 
produto com o intuito de levar o leitor a ser mais consumista.
B. 
 2. Você vai produzir um cartum. Para planejá-lo, siga as orientações.
a. Escolha um dos seguintes temas para o cartum.
b. Se necessário, faça uma pesquisa sobre o tema escolhido para 
se informar mais a respeito e anote as informações no caderno. 
Confira alguns tópicos para a pesquisa.
1. Resposta: A. Professor, peça aos estudantes que retomem o cartum 
lido anteriormente na unidade para que possam conferir as 
características desse gênero textual.
Resposta pessoal. 37thirty-seven
29/07/2022 16:03:0929/07/2022 16:03:09
Orientações
• Ao longo da seção, os es-
tudantes desenvolverão a 
habilidade EF08LI11 ao par-
ticipar das diversas etapas 
de produção de um cartum, 
tal como planejamento, re-
visão, edição e produção fi-
nal. O assunto explorado na 
produção contempla o tema 
contemporâneo transversal 
Educação para o consumo.
Pre-writing
• Na atividade 1, explore o 
conhecimento prévio dos 
estudantes sobre o cartum, 
visto que o gênero já foi tra-
balhado anteriormente e faz 
parte das culturas juvenis. 
Você pode orientá-los a dis-
cutir as alternativas em pe-
quenos grupos e apresentar 
alguns cartuns que contem-
plem as características men-
cionadas. 
• Na atividade 2, se conside-
rar oportuno, permita aos es-
tudantes que se organizem 
em pequenos grupos para 
essa etapa, mas explique que 
cada um deverá fazer o pró-
prio planejamento. Durante 
essa etapa, caminhe pela sa-
la de aula para acompanhar 
o desenvolvimento da turma 
e auxilie no que for necessá-
rio. Essa atividade permite a 
eles desenvolver noções de 
prática de pesquisa, como re-
visão bibliográfica e tomada 
de notas. 
37
04/08/2022 09:23:1504/08/2022 09:23:15
 1. Create the cartoon following these steps.
a. Make a panel with enough space to illustrate and add the text.
b. Illustrate the scene, but leave the coloring for later on.
c. Include the text next to the illustration or in speech or thought 
balloons.
d. Make sure it has humor and satirizes the theme.
e. Add your signature as the creator.
 2. Review and write the final version of the cartoon. Follow these 
instructions.
While writing
Post-writing
 1. Junte-se aos colegas e, com a ajuda do professor, organizem a 
postagem dos cartuns em um ambiente virtual. Confira as 
orientações a seguir.
a. Criem um arquivo digital dos cartuns; para isso, vocês podem 
digitalizá-los ou fotografá-los.
b. Escolham um local para postar os cartuns — pode ser em uma 
rede social da escola ou em um blog da escola ou da turma.
c. Depois de postados os cartuns, aproveite para ler as produções 
dos colegas, curti-las e comentá-las.
Se não for possível divulgar os cartuns em um ambiente virtual, vocês podem 
expô-los na escola, afixando-os em um mural ou em uma parede de um local a que 
toda a comunidade escolar tenha acesso.
Tip
a. Pair up with a classmate and exchange cartoons.
b. Read each other’s cartoon and suggest improvements. You can 
check if it has humor and if the text needs any correction.
c. Make the necessary improvements and corrections to your 
cartoon.
d. Color the illustration.
1. Professor, explique aos estudantes que a colorização do cartum 
será feita como etapa final, pois, durante a revisão, eles poderão 
identificar que algo precise ser ajustado ou possa ser melhorado.
Professor, auxilie os estudantes a revisar a produção, 
atentando ao texto e às características do gênero textual.
38 thirty-eight
29/07/2022 16:03:0929/07/2022 16:03:09
Nesta seção, você vai retomar o que estudou na unidade. Depois, 
fará uma autoavaliação do seu desempenho.
 1. Para retomar os conteúdos da unidade, siga as orientações.
a. No caderno, liste palavras-chave para cada conteúdo estudado.
b. O professor vai cronometrar 3 minutos e instruí-lo a parar 
de escrever.
c. Converse com os colegas sobre as palavras-chave que anotaram. 
Há alguma que você gostaria de incluir em sua lista? Há alguma 
que você não se lembra dediscutidos nele?
Reflexão 
crítica
As informações apresentadas 
nesse texto são similares ou 
contraditórias ao que você já 
sabia sobre esse tema?
Verificação 
de hipóteses
As hipóteses levantadas antes da 
leitura se confirmaram ou não? 
O que o texto apresentou 
de forma diferente do que 
esperávamos?
Expressar 
opiniões
Qual é a sua opinião sobre o 
texto lido? Por quê?
Como o texto se relaciona à sua 
realidade?
Nesse trabalho sistematizado, explique aos 
estudantes que as estratégias de leitura se tor-
nam cada vez mais naturais e, conforme o hábito 
XII
04/08/2022 10:26:0604/08/2022 10:26:06
de leitura, passamos a organizar de maneira ágil 
e quase imperceptível as etapas corresponden-
tes a antes, durante e depois de ler. Sobre as es-
tratégias de skimming e scanning, sugeridas ante-
riormente, explique que a primeira consiste em 
correr os olhos sobre o texto para compreender 
seu assunto principal, conferindo ao leitor a van-
tagem de estar apto a predizer os objetivos de 
partes do texto ou a mensagem principal contida 
nele. Já a segunda refere-se a uma leitura rápida 
que possibilite a compreensão e identificação de 
detalhes, como nomes, datas e conceitos-chave. 
O objetivo dessa habilidade é extrair informações 
específicas do texto sem lê-lo integralmente. Se-
gundo Douglas Brown:
[…] Skimming consists of quickly running 
one’s eyes across a whole text (an essay, article, 
or chapter, for example) to get the gist. Skimming 
gives readers the advantage of being able to 
predict the purpose of the passage, the main topic 
or message, and possibly some of the developing 
or supporting ideas. This gives them a “head start” 
as they embark on more focused reading. You can 
train students to skim passages by giving them, 
say, 30 seconds to look through a few pages of 
material, have them close their books, and tell you 
what they learned.
[…]
Scanning exercises may ask students to look 
for names or dates, to find a definition of a key 
concept, or to list a certain number of supporting 
details. The purpose of scanning is to extract 
certain specific information without reading 
through the whole text. For academic English, 
scanning is absolutely essential. In vocational or 
general English, scanning is important in dealing 
with genres like schedules, manuals, forms, etc. 
BROWN, H. Douglas. Teaching by principles: an interactive approach 
to language pedagogy. Michigan: Longman, 2001. p. 308.
Escrita
O eixo da escrita também desempenha papel 
fundamental na aprendizagem dos estudantes. 
Por meio de produções escritas eles têm a opor-
tunidade de registrar informações, organizar 
ideias e colocar em prática seus conhecimentos 
linguísticos e de gênero, compreendendo-se co-
mo sujeitos engajados no discurso. 
Reforçamos que na produção escrita os estu-
dantes compreendem a materialidade dos gêne-
ros, identificando como é possível encontrá-los 
nas mais diversas situações cotidianas, desde a 
produção de um bilhete, a escrita de uma notícia, 
os registros de uma aula até as anotações para 
uma apresentação de trabalho.
[...] Os gêneros textuais são textos que encon-
tramos em nossa vida diária e que apresentam 
padrões sociocomunicativos característicos de-
finidos por composições funcionais, objetivos 
enunciativos e estilos concretamente realizados 
na integração de forças históricas, sociais, institu-
cionais e técnicas. [...]
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e 
compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. p. 155.
Por isso, assim como nas atividades de leitura, 
as atividades de produção escrita também de-
vem ser entendidas como um processo realiza-
do em diferentes etapas, que em nossa coleção 
estão organizados em Pre-writing, While writing e 
Post-writing. Confira a seguir algumas sugestões 
de como desenvolver estratégias nessas etapas.
Antes da escrita
Refere-se a um momento de reflexão, fundamen-
tal para situar os estudantes em seu contexto de 
produção. Assim, eles devem pensar: Para quem 
escrever?; Por que escrever?; Como apresentar 
as informações?; Onde o texto será veiculado?; 
Qual é o objetivo comunicativo desse texto?
Dependendo do gênero textual, pode ser neces-
sário pesquisar em fontes de informação antes 
de iniciar o texto. Para isso, oriente os estudan-
tes a organizar as principais informações, mas 
lembre-os de que talvez seja necessário fazer 
outras pesquisas durante a produção.
Durante a escrita
Oriente os estudantes a produzir uma versão ini-
cial do texto, considerando o planejamento feito 
na etapa anterior. 
A consulta ao dicionário pode ser importante ao 
escrever o texto, assim como pesquisar mais in-
formações em outras fontes de conhecimento.
A leitura e revisão da versão inicial do texto é 
uma etapa de extrema importância, mesmo em 
situações cotidianas de escrita, como em um bi-
lhete ou uma mensagem de celular. 
XIII
04/08/2022 10:26:0604/08/2022 10:26:06
Oriente os estudantes a reler o texto em busca 
de eventuais erros de ortografia, falhas de digi-
tação, incoerências, entre outros aspectos. Re-
force que o texto final deve responder às ques-
tões da etapa que antecede a escrita: para quem 
escrever, por que escrever, como apresentar as 
informações, onde o texto será veiculado e qual 
é o objetivo comunicativo desse texto.
Explique a necessidade da reescrita, conside-
rando a correção das falhas identificadas nessa 
análise final. Diga também que, em alguns ca-
sos, uma nova leitura pode ser importante para 
garantir a qualidade do produto final.
Após a escrita
Divulgar o texto escrito é também uma parte im-
portante da produção.
A produção escrita é desenvolvida especial-
mente na seção Time to write, embora em ou-
tros momentos da coleção os estudantes também 
sejam incentivados a registrar informações em 
língua inglesa ou em língua materna, consideran-
do o objetivo da atividade. As produções textuais 
apresentam orientações considerando o gênero 
proposto e o objetivo comunicativo. Reforçamos, 
no entanto, que a atividade de produção escri-
ta deve, assim como qualquer outra, ser guiada 
pelo professor de maneira que os estudantes 
conheçam o objetivo e o sentido desse trabalho. 
Dependendo da complexidade das atividades, o 
professor deverá, no momento da produção tex-
tual, orientar a turma em todas as fases neces-
sárias à escrita, verificando as possíveis dúvidas 
e auxiliando os estudantes nessas tarefas. Além 
disso, a escrita em duplas ou trios pode facilitar o 
processo de pesquisa, planejamento, construção 
e revisão textual, especialmente em turmas maio-
res ou quando se objetiva unir estudantes com 
diferentes tipos de conhecimentos e habilidades.
Oralidade
O eixo oralidade pode ser extremamente im-
portante e instigante para os estudantes, justa-
mente por proporcionar um contato maior com 
conteúdos em língua inglesa, como músicas, ví-
deos da internet, jogos, filmes, séries e podcasts, 
além de prepará-los para a comunicação com 
pessoas de outros países. 
Por meio das atividades de compreensão oral, 
produção oral e pronúncia, os estudantes desen-
volverão estratégias de recepção oral, como a 
compreensão oral intensiva (identificar sons, pa-
lavras, frases), extensiva (compreender o áudio de 
maneira geral) e seletiva (compreender detalhes 
específicos da mensagem), e de produção oral, 
como o planejamento (refletir conscientemente 
sobre o que dizer), a compensação (usar gestos 
paralinguísticos e paráfrases) e o monitoramento 
e reparo (reformular frases, substituir palavras e 
adequar a pronúncia ao veicular a mensagem). 
As seções especialmente destinadas a este eixo 
são Time to listen e Time to speak, além do bo-
xe Time to pronounce. Assim como os demais 
eixos, este geralmente extrapola as fronteiras 
dessas seções, convidando os estudantes a prati-
car a escuta e a fala em outras atividades ao lon-
go do livro. As atividades de listening e speaking 
são indicadas por ícones. 
As respostas a perguntas orais podem ser in-
termediadaspelo professor, desenvolvidas em 
duplas ou em pequenos grupos, proporcionan-
do momentos colaborativos entre os estudantes, 
que podem compartilhar seus conhecimentos 
com os colegas, além de ser uma oportunidade 
para expressarem suas opiniões sobre assuntos 
autênticos. Uma sugestão para ampliar essas 
atividades é aproveitá-las para ensinar expres-
sões de concordância e discordância: I agree 
(with)..., I disagree (with)..., I totally agree, I totally 
disagree, I don’t think so, You’re absolutely right, In my 
opinion,..., e assim por diante.
Quando houver necessidade, o recurso role 
play pode ser explorado em sala de aula; uma 
estratégia associada às metodologias ativas que 
pode ser importante para ampliar o trabalho com 
a oralidade. Nesse caso, os estudantes poderão 
encenar situações simples do cotidiano, como se 
apresentar a um desconhecido ou fazer um pe-
dido em um restaurante. Antes de iniciar a ativi-
dade, converse com a turma sobre as expressões 
comuns em situações que eles vão encenar e lis-
te-as na lousa. Se julgar necessário, oriente-os a 
criar, inicialmente, um diálogo básico por escrito 
e depois encená-lo, alterando pequenos trechos 
e improvisando, sempre que possível.
Indicadas por um ícone, as atividades de com-
preensão oral reforçam diferentes gêneros au-
XIV
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tênticos, tais como trechos de filmes, podcasts, 
trechos de audiolivros e programas de rádio. 
Ao iniciar essas atividades, explore com os es-
tudantes o gênero a ser trabalhado e suas princi-
pais características, leiam o enunciado da ativida-
de, analisem a imagem, se houver, e verifiquem 
os demais elementos que a acompanham. Antes 
da atividade, incentive a turma a prever o conteú-
do a ser ouvido, pensando em possíveis palavras 
e frases da gravação. Se o áudio apresentar certa 
complexidade ou for mais extenso, faça pausas 
em intervalos curtos para assimilarem o que ou-
viram. Se preferir, utilize a transcrição dos áudios 
ao final do livro para facilitar a escuta inicial, re-
produzindo em seguida o áudio novamente pa-
ra que a turma também o ouça sem o apoio do 
texto. Além disso, durante a execução do áudio 
é possível propor aos estudantes que anotem as 
palavras e frases que conseguirem identificar, a 
fim de compartilharem, depois, o que compreen-
deram, de modo que um ajude o outro. 
Vale ressaltar que em consonância com a pro-
posta desta coleção, de se trabalhar o inglês co-
mo língua internacional, os áudios apresentados 
no decorrer da coleção trazem diferentes falantes 
de língua inglesa vindos de diversos países, com 
sotaques e pronúncias variadas. Sempre que pos-
sível, explore esse ponto com os estudantes, mos-
trando a eles como uma mesma palavra pode ser 
falada de maneiras diferentes e ainda assim ser 
compreendida por falantes nativos ou não.
Para trabalhar a compreensão oral, além das 
atividades propostas na coleção, leve para a sa-
la de aula vídeos jornalísticos, propagandas ou 
músicas de artistas que os estudantes apreciam, 
com os quais se identificam e que sejam adequa-
dos à faixa etária. Seguem algumas sugestões 
para ampliar o trabalho com essa habilidade.
[...]
Stories. Tell a joke or real-life anecdote, retell a 
well-known story, read a story from a book; or play 
a recording of a story. If the story is well-chosen, 
learners are likely to be motivated to attend and 
understand in order to enjoy it.
Songs. Sing a song yourself, or play a recording 
of one. Note, however, that if no response is 
required learners may simply enjoy the music 
without understanding the words. 
Entertainment: films, theatre, video. As with 
stories, if the content is really entertaining 
(interesting, stimulating, humorous, dramatic) 
learners will be motivated to make the effort to 
understand without the need for any further task.
UR, Penny. A course in language teaching: practice and theory. 
New York: Cambridge University Press, 1996. p. 113.
Atualmente, é possível encontrar na internet 
diversos recursos disponíveis para preparar ativi-
dades interessantes e significativas. Além disso, 
a versão digital-interativa desta coleção também 
apresenta alguns objetos de enriquecimento que 
podem ser importantes para esse trabalho de 
compreensão oral.
A prática da pronúncia em língua inglesa, 
que acontece especialmente no boxe Time to 
pronounce, pode ser reforçada ou ampliada por 
meio dos sites e livros sugeridos a seguir. 
Site
• O site American English Pronunciation 
traz dicas e exercícios sobre a pronúncia do 
inglês americano. Disponível em: https://
pronuncian.com/. Acesso em: 20 jun. 2022.
Livros
• CUNNINGHAM, Sarah; MOOR, Peter. New 
headway pronunciation: elementary. [S.l.]: 
Oxford University Press, 2006.
• BAKER, Ann. Tree or three: an elementary 
pronunciation course. 2. ed. Cambridge: 
Cambridge University Press, 2006.
• GODOY, Sônia M. Baccari; GONTOW, Cris; 
MARCELINO, Marcello. English pronuncia-
tion for Brazilians: the sounds of American 
English. São Paulo: Disal, 2006.
Conhecimentos linguísticos
O eixo de conhecimentos linguísticos deve ser 
estudado de forma contextualizada, buscando 
sempre situações reais em que se fala o idioma. 
Dessa maneira, os estudantes são incentivados 
a analisar a língua em uso e refletir sobre ela em 
diversas esferas sociais, desenvolvendo as res-
pectivas habilidades em atividades de oralidade, 
de leitura e de escrita.
XV
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https://pronuncian.com/
Nesta coleção, o trabalho com os conhecimen-
tos linguísticos é desenvolvido especialmente 
nas seções Time to learn words e Time to study 
the language, cujo objetivo é capacitar os estu-
dantes a falar em língua inglesa com autonomia, 
dentro e fora da escola, proporcionando o conta-
to real com o idioma e propiciando uma aprendi-
zagem efetiva e enriquecedora. 
Por meio da aquisição desses conhecimentos 
linguísticos, os estudantes, ao aprender a ler e 
interpretar textos – como tirinha, infográfico, 
gráfico, regras de jogo, verbete de enciclopédia, 
anúncio, notícia, mensagem instantânea, entre 
outros gêneros –, terão, entre outras capacida-
des, a oportunidade de contrastar, comparar e 
também compreender os textos de circulação 
social em língua materna, tornando a aprendiza-
gem mais significativa.
Além disso, algumas das atividades de produ-
ção oral e escrita propostas visam levar os estu-
dantes a explorar a língua inglesa em situações 
simples do dia a dia, como se apresentar, expres-
sar seus sentimentos e preferências, descrever 
sua família e apresentar seus planos para o futu-
ro. Também é possível incentivá-los a usar o idio-
ma em momentos de interação mais complexa, 
como descrever características, emitir opiniões e 
apresentar diferentes tópicos de maneira objeti-
va, estando, dessa forma, em concordância com 
os níveis A1 e A2 do CEFR.
Para isso ocorrer, os vocabulários e a gramá-
tica (desenvolvida por meio de atividades e con-
solidada após essa construção inicial) são apre-
sentados de acordo com os diferentes temas pro-
postos a fim de complementar e serem utilizados 
nesses momentos de interação.
Dimensão intercultural
Desenvolvido ao longo da coleção por meio, 
por exemplo, de textos sobre personalidades de 
diferentes origens – incluindo o reconhecimen-
to e a expressão em inglês de povos africanos 
e indígenas –, o eixo de dimensão intercultural 
ganha destaque na seção English in the world. 
Considerando os fatos de que língua e cultura 
são indissociáveis e de que as culturas, sobretu-
do nas sociedades contemporâneas, interagem 
entre si e por meio disso se reconstroem, bus-
camos maneiras de capacitar os estudantes a 
compreender que seu comportamento deve se 
basear no respeito, sobretudo, a regras da lín-
gua relacionadas ao contexto histórico e cultural 
do local onde se desenvolve a comunicação, não 
apenas em aspectos gramaticais, lexicais, fonéti-
cos e semânticos.
Neste eixo, defende-se que a constituição de 
identidades abertase plurais deve ser assunto 
estudado diariamente e em diversos contextos, 
com o intuito de motivar e despertar o interesse 
dos estudantes pelo tema. O ensino da língua in-
glesa consiste, então, em um processo educacio-
nal mais amplo, que deve possibilitar a expansão 
do conhecimento de mundo e lhes proporcionar 
condições de compreender melhor a sociedade 
em que vivem, além do importante papel dos as-
pectos culturais que a compõem.
Alguns pesquisadores defendem que “[...] first 
language use may help students who are challenged 
in some way to learn a language.” (TURNBULL; 
DAILEY-O’CAIN, 2009, p. 6). Assim sendo, acredi-
tamos que excluir a língua materna do material 
didático das aulas de língua inglesa, especialmen-
te das escolas com turmas grandes, cujos estu-
dantes apresentam diferentes tipos de conheci-
mentos e habilidades, é ignorar um importante 
instrumento de comparação e de aprendizado.
Compreendemos que a língua materna de-
va ser usada de modo consciente, limitando-a 
a algumas atividades e gradualmente reduzida 
para que os estudantes da língua estrangeira se 
tornem menos dependentes desse apoio. Sobre 
isso, a professora e pesquisadora Flávia Herker 
Lopes Bernabé (2008) explica que
O uso de L1 (Primeira Língua/Língua Materna) 
pelo aluno durante o processo ensino-aprendiza-
gem é quase inevitável já que o aluno faz uso de 
sua língua materna para a aprendizagem da LE 
(Língua Estrangeira). A estratégia de transferên-
cia linguística usada pelo aluno, ao aprender a LE, 
O uso da língua materna 
nas aulas de Língua Inglesa
XVI
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é baseada no conhecimento que ele tem de sua 
língua materna, ou seja, o aluno já sabe a L1 e sa-
be como usá-la, e isso lhe permite formular hipó-
teses, fazer inferências, deduções e comparações 
com a LE. [...]
BERNABÉ, Flávia Herker Lopes. O uso da língua materna no 
ensino de língua estrangeira. Diálogos pertinentes: revista 
científica de Letras, v. 4, n. 4, jan./dez. 2008. p. 245. Disponível em: 
http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/setembro2012/ 
lem_artigos/bernabe.pdf. Acesso em: 5 jun. 2022.
Em seu estudo, a autora complementa ao di-
zer que “o uso da língua materna pode ajudar o 
aluno a se tornar consciente da força comunica-
tiva que tem a LE aproveitando-se do exemplo de 
funcionamento da sua própria língua” (BERNABÉ, 
2008, p. 251) e reforça a importância de possibi-
litarmos cada vez mais a exposição dos estudan-
tes à língua estrangeira.
Considerando, então, que a língua materna 
pode ser um importante apoio para construir o 
conhecimento em língua estrangeira e levando 
em conta que nos anos finais do Ensino Funda-
mental se dá, para a maioria dos estudantes, o 
primeiro contato formal com a língua inglesa, 
esta coleção requisita a língua materna em si-
tuações específicas (especialmente para con-
ferir seus conhecimentos prévios, a sistema-
tização do seu conhecimento gramatical e as 
discussões relacionadas ao eixo de dimensão 
intercultural), com o objetivo de ativar a zona de 
conforto dos estudantes ao introduzir o tema 
da unidade ou o gênero a ser estudado. No de-
correr das unidades e dos volumes, em um viés 
de construção do conhecimento e considerando 
que os estudantes estão gradativamente am-
pliando sua compreensão da língua estrangeira, 
o uso da língua materna é diminuído.
É importante ressaltar que, desde o início do 6º 
ano, todas as oportunidades de explorar a língua 
inglesa devem ser aproveitadas, mesmo que os 
estudantes falem em português. Nesse sentido, 
a seção Get on board, que inicia cada volume, 
pode ser muito relevante e constantemente reto-
mada. Além disso, ainda que os estudantes se ex-
pressem em língua materna, escreva em inglês 
na lousa tanto as palavras e expressões quanto 
as frases que mencionarem, a fim de incentivá-
-los a falar cada vez mais a língua estrangeira.
As práticas lúdicas desempenham papel fun-
damental na aprendizagem, principalmente no 
que diz respeito à língua estrangeira, visto que 
a ludicidade corresponde a um impulso inerente 
ao jovem aprendiz, que, como todo ser humano, 
deseja sentir prazer em suas atividades. Sendo 
assim, a ludicidade satisfaz uma necessidade na-
tural ao mesmo tempo que favorece o aprendi-
zado. Uma abordagem lúdica pode, portanto, ser 
um fator de motivação em sala de aula ao insti-
gar os estudantes a se envolverem com o estudo 
da língua inglesa para aprender mais.
[...]
Nesse contexto o jogo ganha um espaço como 
ferramenta ideal da aprendizagem de LI, na medi-
da em que propõe o estímulo ao interesse do alu-
no, que tem no jogo um fator de desenvolvimento 
dos diferentes níveis de sua experiência pessoal e 
social. O jogo ajuda-o a construir novas descober-
tas, desenvolve e enriquece sua personalidade e 
simboliza um instrumento pedagógico que leva o 
professor à condição de condutor, estimulador e 
avaliador da aprendizagem. 
Se o aluno tem dificuldade para o entendimen-
to por ocorrência da falta de vocabulário, um jogo 
com vocabulário poderia mostrar que a nova lín-
gua aprendida não é tão difícil. [...]
MARTINS, Viviane Lima. O lúdico no processo ensino-aprendizagem 
de língua inglesa. Revista Científica Intraciência, ed. 10, dez. 
2015. p. 11. Disponível em: http://uniesp.edu.br/sites/_biblioteca/
revistas/20170531134517.pdf. Acesso em: 5 jun. 2022.
Em seu artigo sobre a importância da ludici-
dade no ensino de língua estrangeira, Martins 
(2015) reforça a importância do jogo e da brinca-
deira na construção do conhecimento, especial-
mente por promover um espaço seguro para o 
erro, tornando esses momentos “uma espécie de 
janela que nos mostra o que está acontecendo 
‘dentro da mente do aluno’ e podem ajudar os 
professores de diversas formas” (MARTINS, 2015, 
p. 19). Afinal, os erros nos fornecem informações 
importantes sobre o progresso dos estudantes, 
e uma avaliação contínua é uma forma segura 
de rever estratégias e garantir um processo de 
aprendizagem mais efetivo.
As atividades lúdicas
XVII
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http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/setembro2012/lem_artigos/bernabe.pdf
http://uniesp.edu.br/sites/_biblioteca/revistas/20170531134517.pdf
Além disso, o trabalho por meio de jogos, 
brincadeiras e outros tipos de atividade cria um 
ambiente estimulante e envolvente, propício à 
aprendizagem. 
Vale lembrar que, ao desenvolver atividades em 
sala de aula com aspecto lúdico, elas devem ser 
aplicadas de forma organizada e comprometida, a 
fim de que os objetivos sejam alcançados de ma-
neira prazerosa e envolvente, como promover a 
motivação e o aprendizado efetivo dos conteúdos. 
Portanto, as atividades lúdicas podem ser 
aproveitadas como recurso pedagógico sempre 
que forem pertinentes para alcançar determi-
nada finalidade dentro do processo de ensino e 
aprendizagem. Para tal, é importante considerar 
os seguintes pontos.
O objetivo da atividade
Ao planejar uma atividade lúdica, pergunte a 
si mesmo: 
1. 
O que pretendo desenvolver no decorrer 
da atividade?
Quais conteúdos espero que os estudan-
tes pratiquem?
Quais conteúdos espero que os estudan-
tes aprendam?
Qual resultado espero alcançar?
extras, especialmente em turmas com estudan-
tes mais novos.
O tempo
Ao planejar uma atividade lúdica, considere o 
tempo necessário para aplicá-la, sempre supon-
do que possivelmente levará mais tempo do que 
o previsto, principalmente se a turma gostar da 
proposta e se envolver com ela.
A avaliação da proposta
Ao aplicar uma atividade lúdica, faça anota-
ções durante ou após a prática com o objetivo 
de analisar futuramente os resultados obtidos. 
Avalie os pontos positivos que resultaram no su-
cesso da atividade e os pontos negativos por não 
funcionarem como planejado. Observe quais es-
tudantes tiveram mais desenvoltura, quais erros 
foram cometidos (analisando eventuais corre-
ções de rota), se a organização das equipes teve 
bom êxito ou se em outra atividade é importanterever essa estratégia, entre outras observações.
Sugerimos a seguir alguns livros que propõem 
atividades lúdicas e dinâmicas que podem ser 
desenvolvidas na sala de aula.
• DIGIACOMO, Michael. ESL games for the 
classroom: 101 interactive activities to engage 
your students with minimal prep. California: 
Rockridge Press, 2018.
• LEVENTHAL, Lilian Itzicovitch. Inglês é teen!: 
para professores de Ensino Fundamental II e 
Ensino Médio. Barueri: Disal, 2009.
• MATOS, Francisco Gomes de. Criatividade 
no ensino de inglês: a resourcebook. São 
Paulo: Disal, 2004.
• SILVA, Solimar. Dinâmicas e jogos para au-
las de idiomas. 2. ed. São Paulo: Vozes, 2012.
• UR, Penny; WRIGHT, Andrew. Five-minute 
activities: a resource book of short activities. 
Cambridge: Cambridge University Press, 
2005.
4. 
5. 
O público-alvo
É indispensável que a preparação da atividade 
leve em conta a faixa etária e o número de par-
ticipantes. Para turmas grandes, o trabalho em 
pequenos grupos pode ser uma solução.
Os materiais
Organize os materiais com antecedência, con-
siderando as especificidades de cada turma. Em 
uma atividade prática, sempre tenha materiais 
2. 
3. 
XVIII
04/08/2022 10:26:0704/08/2022 10:26:07
Compreendemos que você, professor, desem-
penha um papel de mediador entre os conteú-
dos específicos de cada componente curricular e 
os conhecimentos adquiridos pelos estudantes. 
Assim, deve desenvolver, de maneira constante, 
a reflexão para demonstrar que o ato de estudar 
não é apenas fundamental, mas pode ser uma 
tarefa prazerosa e enriquecedora.
A união entre teoria e prática geralmente 
ocorre quando se propiciam aos estudantes mo-
mentos em que eles possam debater, refletir e 
emitir opiniões sobre acontecimentos ocorridos 
em contextos locais e mundiais. Dessa forma, a 
prática reflexiva a respeito dos conteúdos estu-
dados é essencial para o ensino contextualizado.
É fundamental ter a sensibilidade para perceber 
as singularidades do relacionamento professor-
-estudante e estudante-estudante, propondo in-
tervenções em casos de possíveis dificuldades de 
aprendizagem e conduzindo as aulas de modo a 
promover a construção do conhecimento pautada 
em respeito e empatia. Para isso, o docente deve 
ter autonomia, que se refere à capacidade de fazer 
escolhas e de se posicionar, participando de ma-
neira cooperativa diante de percalços e desafios. 
Além disso, compreendemos a importância de 
incentivar essa autonomia nos estudantes, a fim 
de que eles assumam um papel proativo em sala 
de aula – e também fora dela –, encorajando-os e 
conduzindo-os a questionamentos e a argumen-
tações em suas tomadas de decisão. Para isso, é 
necessário assumir a responsabilidade de educa-
dor no processo de ensino-aprendizagem, preser-
vando a consciência de que suas ações refletem 
diretamente no desenvolvimento dos estudantes.
O papel do professor
Práticas pedagógicas
[...]
Interdisciplina — Interação existente entre 
duas ou mais disciplinas. Essa interação pode ir da 
simples comunicação de ideias à integração mútua 
dos conceitos diretores da epistemologia, da termi-
nologia, da metodologia, dos procedimentos, dos 
dados e da organização referentes ao ensino e à 
pesquisa. Um grupo interdisciplinar compõe-se de 
pessoas que receberam sua formação em diferen-
tes domínios do conhecimento (disciplinas) com 
seus métodos, conceitos, dados e termos próprios.
[...]
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Integração e 
interdisciplinaridade no ensino brasileiro: efetividade ou 
ideologia. 6. ed. São Paulo: Loyola, 2011. p. 54.
A ideia de integrar as áreas do conhecimento 
tem como objetivo a formação integral dos estu-
dantes por meio de um estudo mais contextua-
lizado e, por isso, mais significativo. Em sala de 
aula, essa integração pode ocorrer, por exemplo, 
com projetos investigativos ou pesquisas. Por 
apresentarem etapas, como planejamento, le-
vantamento de hipóteses, coletas de dados, aná-
lises, deduções e conclusões, essas atividades 
possibilitam maior integração entre os compo-
nentes curriculares. Além disso, elas podem criar 
situações de aprendizagem de forma dinâmica, 
por intermédio da reflexão, do questionamento 
e da argumentação dos estudantes.
Dentro dessa perspectiva, um trabalho inter-
disciplinar preocupa-se em relacionar os concei-
tos de maneira articulada, levando em conta os 
objetivos gerais e específicos de cada componen-
te curricular envolvido, com o propósito de evitar 
a fragmentação do conhecimento e instigar o in-
teresse dos estudantes para envolvê-los direta-
mente no processo de aprendizagem. Cabe enfa-
tizar que o trabalho interdisciplinar deve estar li-
gado à vida dos estudantes e às suas motivações, 
de modo que os envolva e torne o processo, além 
de útil, prazeroso.
Nessas atividades, os estudantes aprendem 
a trabalhar coletivamente, interagindo com os 
colegas de turma, favorecendo assim o desen-
volvimento da capacidade de argumentar e de 
O conceito norteador de um trabalho educacio-
nal feito em parceria, fruto de uma pedagogia in-
tegradora, é o de interdisciplina, definido a seguir.
O ensino interdisciplinar 
e o planejamento
XIX
04/08/2022 10:26:0704/08/2022 10:26:07
organizar informações. O envolvimento dos es-
tudantes motiva o fortalecimento das relações 
entre professores de diferentes componentes 
curriculares.
[...]
O estilo de educação que prioriza o trabalho 
em equipe, que busca a interdisciplinaridade e o 
compromisso com a integralidade das ações e que 
procura respeitar as especificidades de cada pro-
fissão, está pautado nas concepções teóricas das 
metodologias ativas de ensino-aprendizagem. 
[...]
GEMIGNANI, Elizabeth Yu Me Yut. Interdisciplinaridade e 
metodologias ativas de ensino-aprendizagem. In: BASSIT, 
Ana Zahira (org.). O interdisciplinar: olhares 
contemporâneos. São Paulo: Factash, 2010. p. 118.
Na escola, uma postura interdisciplinar traz 
contribuições quando os estudantes começam a 
estabelecer um relacionamento de parceria e co-
laboração com a equipe escolar, bem como com 
a comunidade na qual a escola está inserida.
Propostas como essas abrangem estratégias 
mais dinâmicas, interativas e colaborativas com 
relação à gestão do ensino e da aprendizagem, 
possibilitam a formulação de um saber crítico-re-
flexivo com base no diálogo entre os conteúdos 
de diferentes componentes curriculares e permi-
tem uma nova postura de professores e estudan-
tes diante do conhecimento, deixando de conce-
bê-lo como algo estanque.
“Interdisciplinaridade” é um termo utilizado 
para caracterizar a colaboração existente entre 
disciplinas diversas ou entre setores heterogêneos 
de uma mesma ciência [...]. Caracteriza-se por uma 
intensa reciprocidade nas trocas, visando a um en-
riquecimento mútuo.
[...]
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Integração e 
interdisciplinaridade no ensino brasileiro: efetividade ou 
ideologia. 6. ed. São Paulo: Loyola, 2011. p. 73.
Cabe dizer ainda que o movimento integrador, 
decorrente da interdisciplinaridade, exige, tanto 
por parte dos professores quanto dos estudan-
tes, o desenvolvimento de três atitudes essen-
ciais: amplitude, profundidade e síntese.
[...] A amplitude assegura uma larga base de conhe-
cimento e informação. A profundidade assegura 
o requisito disciplinar, profissional e/ou conheci-
mento e informação interdisciplinar para a tarefa 
a ser executada. A síntese assegura o processo in-
tegrador [...] 
KLEIN, Julie Thompson. Ensino interdisciplinar: didática e teoria. In: 
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes (org.). Didática e interdisciplinaridade. 
17. ed. Campinas: Papirus, 2012. (Coleção Práxis). p. 121.
Nesse sentido, docentes e discentes podem 
ser capazes de aliar um conhecimento geral a 
conteúdos das diversas áreas de conhecimento 
e, ao final, promover uma síntese, adquirindo 
uma compreensão maior do conhecimento que 
a do início. Contudo, sem dúvida, é necessário 
que você seja o primeiro a desenvolver esse tra-
jeto. Para tanto, as seguintes

Mais conteúdos dessa disciplina