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Ensino Fundam ental • Anos Finais Com ponente curricular: Língua Inglesa Componente curricular: Língua Inglesa Editora responsável: Denise de Andrade Santos Oliveira Ensino Fundamental Anos Finais MANUAL DO PROFESSOR 09/08/2022 17:46:2009/08/2022 17:46:20 Organizadora: FTD Educação Obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela FTD Educação. 1ª edição São Paulo, 2022 Editora responsável: Denise de Andrade Santos Oliveira Licenciada em Letras Anglo-Portuguesas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Especialista em Língua Inglesa pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Mestra em Letras Estrangeiras Modernas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Professora de Inglês em institutos de língua estrangeira e em escolas da rede particular de ensino e editora de materiais didáticos da área de Linguagens. Ensino Fundamental Anos Finais MANUAL DO PROFESSOR Componente curricular: Língua Inglesa 09/08/2022 16:05:4009/08/2022 16:05:40 Impresso no Parque Gráfico da Editora FTD CNPJ 61.186.490/0016-33 Avenida Antonio Bardella, 300 Guarulhos-SP – CEP 07220-020 Tel. (11) 3545-8600 e Fax (11) 2412-5375 Reprodução proibida: Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. Todos os direitos reservados à EDITORA FTD. Rua Rui Barbosa, 156 – Bela Vista – São Paulo – SP CEP 01326-010 – Tel. 0800 772 2300 Caixa Postal 65149 – CEP da Caixa Postal 01390-970 www.ftd.com.br central.relacionamento@ftd.com.br Em respeito ao meio ambiente, as folhas deste livro foram produzidas com fibras obtidas de árvores de florestas plantadas, com origem certificada. Direção-geral Ricardo Tavares de Oliveira Direção de conteúdo e negócios Cayube Galas Direção editorial adjunta Ana Carolina Costa Lopes Gerência editorial Renata Lara de Moraes Edição Myrian Kobayashi Yamamoto (coordenação) Preparação/Revisão Beatriz Carneiro (supervisão) Assistência de produção Janaina Simplicio Gerência de produção e arte Letícia Mendes de Souza Supervisão de arte e design Simone Oliveira Vieira Coordenação de imagens e textos Marcia Berne Supervisão de arquivos Silvia Regina E. Almeida Coordenação de eficiência e analytics Marcelo Henrique Ferreira Fontes Direção de operações e produção gráfica Reginaldo Soares Damasceno Projeto e produção editorial Scriba Soluções Editoriais Edição Denise de Andrade Santos Oliveira, Karina Otsuka Nihonmatsu, Rosana Gemima Amancio, Guilherme dos Santos Roberto Assistência editorial Marcela Marques Carreiro, Guilherme José Franzon Schürmann Preparação/Revisão Moisés Manzano da Silva (coordenação), Raisa Rodrigues da Fonseca Revisão técnica Jacob Lee Gaston Gerência de produção editorial Camila Rumiko Minaki Hoshi Supervisão de produção editorial Priscilla de Freitas Cornelsen Rosa Coordenação de produção editorial Daiana Fernanda Leme de Melo Coordenação de produção de arte Tamires Rose Azevedo Edição de arte Rogério Casagrande Projeto gráfico e capa Marcela Pialarissi Imagens de capa irin-k/Shutterstock.com (bola de futebol), cristovao/ Shutterstock.com (bola de basquete), Roman Chazov/Shutterstock. com (menino), Master1305/Shutterstock.com (menina), Erica Maradona (ilustrações) Diagramação Ana Maria Puerta Guimarães, Laryssa Dias Almeron dos Santos, Vivian Larissa Morita, Formato Comunicação Ltda. Autorização de recursos Marissol Martins Maia (coordenação) e Erika Cristina Iconografia Bruna Parronchi Tratamento de imagens Janaina Oliveira e Jéssica Sinnema Todos os direitos reservados à Editora FTD S.A. ELABORADORES DE ORIGINAIS Denise de Andrade Santos Oliveira Licenciada em Letras Anglo-Portuguesas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Especialista em Língua Inglesa pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Mestra em Letras Estrangeiras Modernas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Professora de Inglês em institutos de língua estrangeira e em escolas da rede particular de ensino e editora de materiais didáticos da área de Linguagens. Ana Cláudia Cury Calia de Souza Licenciada em Letras Estrangeiras Modernas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Especialista em Formação de Professor, Práticas Metodológicas e Tradutórias pela Universidade Estadual de Maringá (UEM-PR). Mestra em Estudos da Linguagem pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Doutora em Estudos da Linguagem pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Professora de Inglês em escolas da rede particular de ensino, elaboradora e editora de materiais didáticos da área de Linguagens. Maria Paula Pereira de Lima Licenciada em Letras Estrangeiras Modernas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Elaboradora e editora de materiais didáticos da área de Linguagens. Glaucia Alecrin Timoteo Silva Licenciada em Letras Português-Inglês pela Universidade Cesumar (Unicesumar-PR). Elaboradora de materiais didáticos da área de Linguagens. Ficha técnica dos recursos em áudio Locução: Lee Courtney Marvin, Mari Guedes, Rodrigo Seiji Kaneko, Tinofara Trevor Mangwiza Captação, edição e mixagem: Yan Maran 22-114415 CDD-372.652 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Joy starter : 8º ano : ensino fundamental : anos finais / organizadora FTD Educação ; obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela FTD Educação ; editora responsável Denise de Andrade Santos Oliveira. -- 1. ed. -- São Paulo : FTD, 2022. Componente curricular: Língua inglesa. ISBN 978-85-96-03409-8 (aluno) ISBN 978-85-96-03410-4 (professor) 1. Inglês (Ensino fundamental) I. Oliveira, Denise de Andrade Santos. Índices para catálogo sistemático: 1. Inglês : Ensino fundamental 372.652 Cibele Maria Dias - Bibliotecária - CRB-8/9427 09/08/2022 16:05:2109/08/2022 16:05:21 Caro professor, O mundo segue em constante mudança, e não po- demos deixar de considerar o impacto delas na forma- ção de nossos estudantes. Dessa maneira, é preciso não apenas formar cidadãos capazes de analisar e interpre- tar criticamente a grande quantidade de informações transmitidas a eles diariamente, mas também auxiliá- -los a desenvolver estratégias de organização, colabo- ração e respeito, tornando-os cada vez mais habilitados para agir no mundo de maneira responsável e ativa. Pensando nisso, elaboramos esta coleção com o ob- jetivo de lhe oferecer um instrumento que contribua tanto para a sua formação profissional quanto para a formação de seus estudantes. Para facilitar esses processos, organizamos este Manual do Professor com orientações, comentários e sugestões que o auxiliarão a tornar suas aulas ainda mais interessantes e enriquecedoras. Esperamos que as orientações didáticas e metodoló- gicas apresentadas neste material possam efetivamente promover sua formação profissional assim como guiar seu trabalho em sala de aula com os comentários especí- ficos das seções e as informações complementares. Bom trabalho! Apresentação Fo to m on ta ge m d e M ar ce la Pi al ar is si . F ot o: In k D ro p/ Sh ut te rs to ck .c om 04/08/2022 10:26:0504/08/2022 10:26:05 Sumário Conheça a estrutura da coleção ..........V Livro do Estudante .................................................. V Manual do Professor ............................................ VII Proposta teórico-metodológica da coleção.......................................................... VIII A língua inglesa no mundo .................................. IX Os eixos norteadores ...............................................X O uso da língua materna nas aulas de Língua Inglesa ..................................... XVI As atividades lúdicas .........................................XVII Práticas pedagógicas ...............................XIX O papel do professor ........................................... XIX O ensino interdisciplinar e o planejamento .. XIX Metodologias ativas.............................................habilidades devem estar envolvidas: [...] • diferenciação, comparação e contraste entre diferentes perspectivas disciplinares, profis- sionais e interdisciplinares; • identificação de pontos comuns e esclareci- mento de como as diferenças se relacionam com a tarefa a ser cumprida; • delineamento de um entendimento holístico baseado nos pontos comuns, mas que conti- nua suscetível às diferenças. [...] KLEIN, 1996 apud KLEIN, Julie Thompson. Ensino interdisciplinar: didática e teoria. In: FAZENDA, Ivani Catarina Arantes (org.). Didática e interdisciplinaridade. 17. ed. Campinas: Papirus, 2012. (Coleção Práxis). p. 121. Ao identificar os componentes curriculares que podem ser associados no trabalho de deter- minado objeto de conhecimento, iniciamos uma caminhada em direção a um processo de ensino- -aprendizagem integrador. A fim de promover a superação da fragmen- tação disciplinar, em sintonia com a BNCC, esta coleção propõe, em diversos momentos, uma articulação entre os componentes curriculares e seus respectivos objetos de conhecimento com base em temas, conteúdos, recursos e seções que favoreçam tal abordagem. Em diferentes momentos, no Manual do Professor, são apre- sentadas orientações de desenvolvimento espe- cíficas para compreender quais componentes podem ser desenvolvidos com base na leitura de um texto ou no desenvolvimento de determi- nada atividade. XX 04/08/2022 10:26:0704/08/2022 10:26:07 Como planejar uma aula interdisciplinar Para alcançar a interdisciplinaridade com ou- tro componente curricular, é necessário partir dos objetivos de aprendizagem estabelecidos para o conteúdo a ser trabalhado e, depois, para a aula em específico. Em seguida, é necessário conversar com o outro professor e saber dele quais objetivos de aprendizagem delineados por você são pertinentes à área de conhecimento de- le e, por fim, de que modo é possível trabalhá- -los em conjunto. Tendo em vista que ambos le- cionam para a turma em questão, é pressuposto que já tenham uma avaliação diagnóstica do que os estudantes sabem a respeito desse conteúdo e o que necessitam aprender no momento. Outro ponto importante a salientar é, sempre que possível, considerar os interesses específicos dos estudantes, permitindo-lhes opinar e partici- par das escolhas dos assuntos ou das atividades a serem realizadas. Desse modo, favorece-se o protagonismo da turma no processo de ensino- -aprendizagem e, ao mesmo tempo, permite-se que temáticas relacionadas à vivência deles, co- mo as pertencentes às culturas juvenis, possam ser discutidas em sala de aula. Se não houver a possibilidade do trabalho em parceria com o professor de outro componente curricular, conduza a realização de pesquisas para que a turma adquira os conhecimentos necessá- rios para desenvolver a proposta interdisciplinar. Nesse caso, oriente os estudantes com relação a: • quais fontes de pesquisa devem consultar ou como fazer a escolha delas; • como executar as anotações, discernindo o que é relevante para o estudo do que não é; • como organizar as informações obtidas; • como elas deverão ser entregues (impres- sas, por meio de cartazes, posts no blog da turma etc.). Tanto no trabalho individual quanto em con- junto com um professor colega, defina os objeti- vos de cada aula, os tópicos a serem estudados, quais são as etapas necessárias para a realização deles, os prazos para a conclusão de cada etapa e quais são os critérios de avaliação a serem uti- lizados. Defina o que se espera dos estudantes e atente para que todo o processo fique claro para eles. Nessa coleção, os momentos de interdisci- plinaridade estão destacados nas orientações es- pecíficas do Manual do Professor. As metodologias ativas são estratégias pe- dagógicas que buscam instigar o papel do pro- fessor como mediador, em vez de unicamente transmissor de informação, e o protagonismo dos estudantes. Por meio delas, [...] os alunos passam a ter um comportamento mais ativo, envolvendo-os de modo que eles sejam mais engajados, realizando atividades que possam auxiliar o estabelecimento de relações com o con- texto, o desenvolvimento de estratégias cognitivas e o processo de construção de conhecimento. [...] VALENTE, José Armando; ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de; GERALDINI, Alexandra Flogi Serpa. Metodologias ativas: das concepções às práticas em distintos níveis de ensino. Revista Diálogo Educacional, Curitiba, v. 17, n. 52, jun. 2017. p. 464. Disponível em: https://periodicos.pucpr.br/ dialogoeducacional/article/view/9900. Acesso em: 5 jun. 2022. De acordo com Moran (2018, p. 2), [...] O que constatamos, cada vez mais, é que a aprendizagem por meio da transmissão é impor- tante, mas a aprendizagem por questionamento e experimentação é mais relevante para uma com- preensão mais ampla e profunda. Nos últimos anos, tem havido uma ênfase em combinar meto- dologias ativas em contextos híbridos, que unam as vantagens das metodologias indutivas e das me- todologias dedutivas. Os modelos híbridos procu- ram equilibrar a experimentação com a dedução, invertendo a ordem tradicional: experimentamos, entendemos a teoria e voltamos para a realidade (indução-dedução, com apoio docente). A aprendizagem é ativa e significativa quando avançamos em espiral, de níveis mais simples pa- ra mais complexos de conhecimento e competên- cia em todas as dimensões da vida. Esses avanços realizam-se por diversas trilhas com movimentos, tempos e desenhos diferentes, que se integram Metodologias ativas XXI 04/08/2022 10:26:0704/08/2022 10:26:07 https://periodicos.pucpr.br/dialogoeducacional/article/view/9900 como mosaicos dinâmicos, com diversas ênfases, cores e sínteses, frutos das interações pessoais, so- ciais e culturais em que estamos inseridos. [...] MORAN, José. Metodologias ativas para uma aprendizagem mais profunda. In: BACICH, Lilian; MORAN, José (org.). Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018. p. 2. Com relação às tecnologias e ao hibridismo, o autor ainda afirma: [...] As metodologias ativas dão ênfase no papel protagonista do aluno, ao seu envolvimento direto, participativo e reflexivo em todas as etapas do pro- cesso, experimentando, desenhando, criando, com orientação do professor; a aprendizagem híbrida destaca a flexibilidade, a mistura e compartilha- mento de espaços, tempos, atividades, materiais, técnicas e tecnologias que compõem esse processo ativo. Híbrido, hoje, tem uma mediação tecnológica forte: físico-digital, móvel, ubíquo, realidade física e aumentada, que trazem inúmeras possibilidades de combinações, arranjos, itinerários, atividades. [...] Metodologias ativas são estratégias de ensino centradas na participação efetiva dos estudan- tes na construção do processo de aprendizagem, de forma flexível, interligada e híbrida. As me- todologias ativas, num mundo conectado e digi- tal, expressam-se por meio de modelos de ensi- no híbridos, com muitas possíveis combinações. A junção de metodologias ativas com modelos flexíveis e híbridos traz contribuições impor- tantes para o desenho de soluções atuais para os aprendizes de hoje. MORAN, José. Metodologias ativas para uma aprendizagem mais profunda. In: BACICH, Lilian; MORAN, José (org.). Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018. p. 4. O que se pretende com a utilização de metodo- logias ativas na educação é conduzir os estudan- tes para o centro do processo de ensino e apren- dizagem, conferindo-lhes mais autonomia quan- to aos assuntos e conteúdos que serão estudados e em formatos que favoreçam a descoberta e o desenvolvimento de suas habilidades pessoais (de fala, escrita, produção audiovisual, expres- sões artísticas, gerenciamento, liderança etc.). Dessa forma, as metodologias ativas podem ser utilizadas com o intuito de engajar os estu- dantes e tornar a aprendizagemmais significa- tiva em sala de aula, promovendo o trabalho em equipe, a cooperação, a empatia, o pluralismo de ideias, a argumentação, o pensamento crítico, a curiosidade intelectual, a investigação científica, entre outros inúmeros aspectos. Sabemos que, com uma mudança de postura do professor e seu olhar direcionado às neces- sidades e anseios de cada estudante, é possível reconfigurar a prática pedagógica para tornar a aprendizagem mais significativa, por isso apre- sentamos a seguir algumas das estratégias mais recorrentes nesta coleção, o que não inviabiliza que você utilize em suas aulas outras estraté- gias que sejam condizentes com o perfil de seus estudantes. Estratégias Card cluster (Cartões em grupos) Card cluster é uma estratégia de debate que usa cartões com assuntos a serem debatidos pelos estudantes. Selecione um ou mais temas e prepare cartões com perguntas e provocações com base neles. Em seguida, há três formas de desenvolver essa estratégia. Opção 1 Sorteie os cartões e leia-os para a turma. Em seguida, os estudantes iniciam o debate apresentando suas opiniões e as informações que as fundamentam. Opção 2 Em pequenos grupos, os estudantes sorteiam os car- tões e discutem o tema, anotando os principais pon- tos levantados. Ao final, um representante de cada grupo apresenta essas informações para a turma. Opção 3 Em pequenos grupos, os estudantes sorteiam os car- tões e discutem o tema, anotando os principais pontos levantados. Ao final, colam em um mural o que escre- veram, a fim de ser lido por toda a turma. Vale reforçar que em turma com muitos estu- dantes é necessário organizá-la em grupos meno- res. Nesse caso, procure mesclar estudantes com diferentes tipos de conhecimentos e habilidades, lembrando-os sempre de que apoio, respeito e cooperação são indispensáveis na atividade. XXII 04/08/2022 10:26:0704/08/2022 10:26:07 te, imprima formulários para a turma trabalhar individualmente ou em grupos. Gallery walk (Caminhada na galeria) A estratégia contempla a aprendizagem por meios de diferentes recursos, como a in- vestigação, a leitura, a troca de ideias com os pares, a escrita e a elaboração de materiais visuais. Cada indivíduo compreende melhor certos tipos de informação (visuais, sonoras, táteis etc.), portanto é necessário que, em uma aula, sejam usados diferentes estímulos para conduzir estudantes com diferentes tipos de conhecimentos e habilidades na construção do objeto do conhecimento. Essa estratégia prevê a execução de uma série de atividades que au- xiliam o professor a promover essa diversidade de experiências, além de levar os estudantes a desenvolver o poder de síntese. Essa estratégia consiste, basicamente, em expor os trabalhos (que podem ser o resultado de uma pesquisa – individual ou coletiva –, pro- dução textual, atividade avaliativa, entre outros) como se fossem obras de arte em uma galeria: os estudantes produzem cartazes e os fixam nas paredes da sala de aula. Em seguida, a turma ca- minha pela sala de aula analisando os trabalhos dos colegas e conversando sobre eles. Nas aulas do componente curricular de Lín- gua Inglesa, é possível empregar essa estratégia em diversos momentos, como na socialização de produções textuais, na apresentação do re- sultado das atividades de pesquisa e na siste- matização ou revisão de conteúdos. Ao final da atividade, é sempre interessante promover um encerramento reunindo a turma toda para uma discussão sobre o próprio trabalho e o dos cole- gas. Com isso, é possível detectar possíveis erros de compreensão e sanar dúvidas. Confira a seguir um resumo do passo a passo dessa estratégia. 1º momento • Os estudantes elaboram cartazes com as principais ideias do tema ou conteú- do proposto. Quiz (Questionário) O quiz tem por objetivo avaliar os conhecimen- tos do jogador. Como instrumento de ensino, ele pode ser aplicado em avaliações formativas pa- ra conferir o desenvolvimento e as necessidades dos estudantes. Como ele pode ser organizado em um programa ou aplicativo on-line próprio para produzir questionários, essa estratégia po- de ser desenvolvida presencialmente ou a distân- cia. Por ser um jogo que envolve pontuações, ele incentiva uma competição saudável entre os es- tudantes. Se não puder ser realizado virtualmen- Jigsaw (Quebra-cabeça) O jigsaw – ou quebra-cabeça, em português – é uma estratégia de aprendizagem cooperativa composta de três etapas. Confira como ocorre cada uma delas no esquema a seguir. Selecione um texto ou conteú- do e organize-o de acordo com a quantidade de estudantes de cada grupo. Assim, para equipes com cinco estudantes, por exem- plo, o conteúdo deve ser dividido em cinco partes. Cada um terá um tempo determinado para ler, concentrando-se exclusivamente em sua parte do assunto. Etapa 1 Reorganize os grupos, formando as novas equipes com os estu- dantes responsáveis pelo mesmo conteúdo ou trecho do texto. Com base nele, os integrantes do gru- po devem debater entre si o que compreenderam. Etapa 2 Volte à configuração original dos grupos para cada um compartilhar com sua equipe o que discutiu e o que entendeu sobre o conteú- do estudado. Durante a dinâmica, caminhe entre os grupos para es- clarecer dúvidas e auxiliar os es- tudantes com dificuldades em se comunicar com os colegas. Etapa 3 Ilu st ra çõ es : C ai o Ta na ka / Ar qu iv o da e di to ra XXIII 04/08/2022 10:26:0704/08/2022 10:26:07 One-minute paper (Papel de um minuto) A estratégia pode ser utilizada no momen- to da avaliação diagnóstica ou formativa ou ao longo do trabalho com os conteúdos. Consiste na escrita rápida, em um minuto, a respeito dos conhecimentos prévios sobre determinado tema ou conteúdo (no caso da avaliação diagnóstica) e também conceitos, respostas, opiniões, consi- derações ou dúvidas com relação a um conteúdo recentemente visto (no caso da avaliação forma- tiva ou durante o trabalho com os conteúdos). Essa atividade pode ser feita utilizando tiras de papel, nas quais os estudantes devem escrever, em um minuto, o que é solicitado e entregar, sem identificação, ao professor, que terá a opção de abordar coletivamente os aspectos verificados nessas contribuições. No caso de usá-la como avaliação diagnóstica, estruture a aula do conteúdo a ser estudado de forma a não repetir o que os estudantes já sa- bem. Se essa estratégia servir como avaliação formativa, elabore atividades específicas para atender às dificuldades identificadas. Confira a seguir um resumo do passo a passo dessa estratégia. 2º momento • Os cartazes são afixados na sala de aula, como obras de arte em uma galeria. • Os estudantes circulam, analisando o trabalho dos colegas, refletindo e conver- sando sobre as informações expostas. 3º momento • A turma é reunida, e os estudantes dis- cutem o próprio trabalho e o dos cole- gas, esclarecendo eventuais dúvidas e promovendo um debate geral acerca da atividade. Momento da abordagem • Início da aula ou abordagem de algum conteúdo, como avaliação diagnóstica. • Durante a aula ou ao final da abordagem do conteú- do, como avaliação formativa. Quick writing (Escrita rápida) Estratégia que consiste na escrita rápida e cur- ta sobre um tema em um tempo breve determina- do pelo professor. Serve tanto para ativar conhe- cimentos prévios quanto para auxiliar na fixação e esclarecimento de ideias. Além disso, ajuda os estudantes a desenvolver a fluência na escrita e a capacidade de síntese. A principal diferença entre esta e a estratégia One-minute paper é o tempo: nesse, caso, o tempo máximo é de cinco minutos. Uma das vantagens dessa estratégia é ela fa- vorecer estudantes que não se sentem seguros para se expor oralmente. Não é necessário que o texto criado seja compartilhado com os colegas, mas após a realização da atividade, os estudan- tes podem ser orientados a discutir as ideias re- gistradas em grupos ou duplas. Até que os estudantesse familiarizem com essa estratégia, de início, oriente-os a escrever as primeiras ideias que surgirem em sua mente. Com o tempo, eles poderão se concentrar mais facilmente no tema proposto e registrar o que pensam com maior clareza. Think-pair-share (Pensar-conversar-compartilhar) Trata-se de uma estratégia que incentiva o de- senvolvimento de diferentes habilidades dos es- tudantes, como refletir, dialogar e expor-se oral- mente, sendo também uma excelente proposta para avaliação diagnóstica e formativa. Essa estratégia consiste em, primeiro, pensar individualmente a respeito de uma pergunta feita pelo professor. Depois, em duplas, os estudantes devem compartilhar suas respostas e trocar in- formações sobre as ideias que tiveram, buscando Objetivo • Explorar os conhecimentos prévios dos estudantes. • Verificar a compreensão do conteúdo estudado. • Identificar dúvidas ou dificuldades. Exemplo • O que você entende por argumentação? • Dê um exemplo de texto jornalístico. Ilu st ra çõ es : C ai o Ta na ka /A rq ui vo d a ed ito ra XXIV 04/08/2022 10:26:0704/08/2022 10:26:07 juntos chegar a uma resposta para a questão. Por fim, devem socializar com um grupo maior ou com toda a turma as conclusões da dupla e ela- borar uma nova resposta ou conclusão coletiva. É interessante empregar essa estratégia com estudantes mais tímidos e que não se sentem à vontade para compartilhar suas respostas com a turma toda, pois antes de se exporem ao grupo maior, há o momento de troca de ideias com um colega de turma. Nas aulas do componente curricular de Lín- gua Inglesa, essa estratégia pode ser usada nas seções avaliativas, ao longo do desenvolvimen- to dos conteúdos, durante a leitura para elabo- rar hipóteses com relação ao texto e em diver- sos outros momentos em que o professor julgar pertinente. Confira a seguir um resumo do passo a passo dessa estratégia. O professor faz uma pergunta que conduza os estudantes a uma reflexão e solicita-lhes que pensem individualmente sobre ela. Os estudantes reúnem-se em duplas para trocar ideias sobre a resposta. As duplas reúnem-se em grupos maiores ou toda a turma se reúne para compartilhar as respostas. O gru- po discute as respostas de cada dupla e elabora uma nova resposta coletiva, com base nas conversas e con- clusões anteriores. THINK PAIR SHARE Antes de colocar essa estratégia em prática, é importante esclarecer à turma como se dará a ati- vidade, certificar-se de que todos a entenderam (exemplificar a estratégia com dois voluntários pode ser uma opção) e buscar formar duplas que se complementem (um estudante que fale pouco com outro que se expresse mais; um que domi- ne mais o conteúdo com outro que demonstra ter mais dificuldade etc.), associando estudantes com diferentes conhecimentos e habilidades. Turn and talk (Vire e fale) Com base em uma pergunta motivadora ou em um assunto previamente definido pelo pro- fessor, em duplas, os estudantes são convidados a conversar. Essa estratégia é propícia ao desen- volvimento da exposição oral, do intercâmbio conversacional e da escuta ativa, podendo ser usada como avaliação formativa. A vantagem dela é proporcionar a toda a turma a chance de responder ao questionamento ou comentar o as- sunto proposto. O uso de recursos didáticos variados propicia maior dinâmica em sala de aula, além de possi- bilitar aos estudantes acesso à informação por meio de diferentes linguagens, desenvolvendo assim estratégias de aprendizagem diversas. Afinal, realizar uma pesquisa em um livro é dife- rente de pesquisar um conteúdo em uma revista ou na internet, ainda que seja sobre o mesmo assunto; ler uma imagem é diferente de ler um texto verbal, e assim por diante. Dessa maneira, é importante compreender quais recursos podem ser utilizados em sala de aula e como esse uso pode efetivamente auxi- liar os estudantes a ser protagonistas de seu aprendizado. Tecnologias digitais da informação e comunicação A tecnologia faz parte da evolução do ser hu- mano e da história da humanidade. Atualmente, temos as Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC), que modificam as noções de tempo e espaço, influenciando diretamente as relações humanas. Elas permitem o processa- mento de qualquer tipo de informação, e a co- municação ocorre em tempo real mesmo entre pessoas distantes geograficamente. A presença das TDIC ampliou a gama de ele- mentos disponíveis para enriquecer o trabalho em sala de aula, que há muito tempo já contava com recursos tecnológicos como televisão, fil- mes, músicas e projeções. O uso de tecnologias em sala de aula poten- cializa o processo de aprendizagem, favorecendo Recursos didáticos XXV 04/08/2022 10:26:0704/08/2022 10:26:07 a interação entre professor, estudante e conhe- cimento. Além disso, utilizar a internet, os recur- sos e as ferramentas tecnológicas transforma a escola em um espaço aberto, conectado com o mundo, capaz de promover trocas de experiên- cias entre professores e estudantes de outras lo- calidades. É importante ressaltar, porém, que o uso de TDIC é um instrumento para o processo de ensi- no e aprendizagem e não o foco. A lousa, o giz e o professor compartilham espaço na sala de aula com televisores, mídias digitais, computadores, softwares, lousas digitais e projetores multimídia e não reduzem o papel da escola ou do professor na educação. [...] Os recursos semióticos que encontramos nas te- las dos computadores são basicamente os mesmos que podemos encontrar em uma sala de aula con- vencional: letras e textos escritos, imagens estáticas ou em movimento, linguagem oral, sons, dados nu- méricos, gráficos, etc. A novidade, em resumo, está realmente no fato de que as TIC digitais permitem criar ambientes que integram os sistemas semióti- cos conhecidos e ampliam até limites inimagináveis à capacidade humana de (re)apresentar, processar, transmitir e compartilhar grandes quantidades de informação com cada vez menos limitações de es- paço e de tempo, de forma quase instantânea e com um custo econômico cada vez menor. [...] COLL, César; MAURI, Teresa; ONRUBIA, Javier. A incorporação das tecnologias da informação e da comunicação na educação: do projeto técnico-pedagógico às práticas de uso. In: COLL, César; MONEREO, Carles. Psicologia da educação virtual: aprender e ensinar com as tecnologias da informação e da comunicação. Porto Alegre: Artmed, 2010. p. 76. Ao longo da coleção, é possível encontrar su- gestões de como aproveitar os recursos tecnoló- gicos, digitais ou não, multimidiáticos e multimo- dais, presentes no dia a dia dos estudantes, para ampliar o campo da educação e torná-la mais significativa e prazerosa, um desafio para a for- mação das novas e futuras gerações. É inegável que a educação é influenciada pela tecnologia e pelas diferentes formas de comu- nicação, assim como não é possível desvincular o ensino da comunicação em massa, seja ela impressa ou digital. Se julgar pertinente, aces- se com os estudantes a versão digital-interativa desta coleção, que contém alguns objetos de enriquecimento que complementam o material impresso e poderão tornar as aulas mais atrati- vas e interessantes. Televisão e cinema A televisão e o cinema podem ser utilizados para mostrar fatos históricos, a construção de conceitos científicos e os conceitos errôneos pre- sentes em muitas ideias de senso comum. Os fil- mes e os programas de televisão têm em comum o aspecto motivador e podem ser utilizados de forma contextualizada, complementando os con- ceitos científicos do currículo escolar. Ao longo da coleção são encontradas orientações de tra- balho com esses recursos tecnológicos. Artes gráficas e literatura O trabalho com leitura de imagens é extre- mamente importante e pode ser utilizado em diferentes momentos. O próprio material didá- tico apresenta fotografias, pinturas, ilustrações, entre outras imagens que podem ser exploradas em sala de aula,considerando sempre que possí- vel o contexto em que a imagem foi produzida, a técnica utilizada, o artista que a produziu (quan- do for o caso) e o objetivo da imagem (apresen- tar uma crítica social, expressar um sentimento, retratar um momento etc.). Outra possibilidade é o trabalho com literatu- ra, que além de incentivar a leitura, permite aos estudantes desenvolver a criatividade e a imagi- nação. É importante conhecer o contexto da obra (autor, época, público) antecipadamente para que, dessa forma, o conteúdo se torne mais insti- gante. Essas informações de contexto podem ser pesquisadas por eles ou apresentadas por você antes de realizar a leitura da obra. Atividades co- mo essas auxiliam no desenvolvimento da com- petência leitora. Jornais e revistas Ler jornais – impressos ou digitais – oferece diversos benefícios ao trabalho em sala de aula, pois além de contribuir para o desenvolvimento da competência leitora, o jornal é uma impor- tante fonte de informações atuais. Nele estão registradas informações, opiniões, fatos históri- cos, descobertas científicas e conflitos políticos XXVI 04/08/2022 10:26:0804/08/2022 10:26:08 e econômicos. Trata-se de um veículo de comu- nicação capaz de auxiliar na formação de cida- dãos críticos. O trabalho com jornais na escola desenvolve nos estudantes habilidades como: identificar, relacionar, combinar, comparar, selecionar, clas- sificar e ordenar, codificar, esquematizar, repro- duzir, transformar, memorizar, conceituar, criar e reaplicar conhecimentos. Esse trabalho também promove a capacidade de indução, dedução, le- vantamento e verificação de hipóteses, além do desenvolvimento da criticidade diante das fake news (notícias falsas) e da importância da busca por fontes seguras e confiáveis, além da checa- gem dos fatos e da curadoria da informação. As revistas especializadas (História, Ciências, Linguística, Arte) geralmente têm uma preocupa- ção com o caráter didático de suas reportagens, que facilita a compreensão e aumenta o compro- metimento com o assunto estudado. Elas são in- dicadas tanto para a sua leitura quanto para a dos estudantes, sempre que o momento for propício. Além disso, recursos livres e gratuitos em língua inglesa podem ser consultados na internet. Nesta coleção, em vários momentos, os estu- dantes são instruídos a realizar pesquisas, tan- to individuais quanto coletivas. Para que a pes- quisa escolar obtenha resultados satisfatórios, existem algumas etapas importantes que devem ser seguidas sempre que possível: definição do tema, planejamento, coleta de dados, análise e interpretação dos dados, produção do texto, re- visão, socialização. A pesquisa incentiva os estudantes a analisar a realidade e a levantar hipóteses para explicá- -la e/ou modificá-la, instigando sua curiosidade intelectual, a reflexão sobre seu contexto de vi- da, suas experiências pessoais e seu projeto de vida. Além disso, aproxima-os do saber científi- co, que lhes permite o contato com o pluralismo de ideias e o desenvolvimento do pensamento crítico, e, futuramente, facilitará sua inserção no mundo do trabalho. A internet é uma das principais ferramentas utilizadas por eles quando se trata de pesquisa. Práticas de pesquisa Para desenvolver essa prática com os estudan- tes, é necessário atentar à restrição de alguns conteúdos para determinadas faixas etárias, de acordo com critérios éticos e legais. Ao solicitar a eles a pesquisa na internet, é preciso orientá-los em relação aos cuidados que devem ter nas re- des e em acessar fontes confiáveis e adequadas à faixa etária. A supervisão do professor ou dos responsáveis é imprescindível para o uso dessas tecnologias de forma crítica, significativa, reflexi- va e ética. Visando ampliar a perspectiva dos estudan- tes a respeito do fazer científico, são trabalhadas nesta coleção noções introdutórias das seguintes práticas de pesquisa: revisão bibliográfica, obser- vação, tomada de nota e construção de relatórios e entrevistas. Ao longo das orientações ao professor, essas práticas de pesquisa são indicadas em momen- tos específicos e propícios, mas o professor tem a liberdade para empregá-las em outros momen- tos do livro que julgar pertinentes e também em outras atividades que dispensem o uso do livro didático, de acordo com o perfil de sua turma. Conheça a seguir um pouco mais sobre cada uma delas. Revisão bibliográfica A base para uma pesquisa consiste em co- nhecer todo o repertório de conhecimento pro- duzido a respeito da questão ou problema que se quer averiguar. A revisão bibliográfica é feita, principalmente, por meio da escolha de fontes confiáveis e da identificação de conceitos e pala- vras-chave a fim de distinguir, na bibliografia dis- ponível, o que é relevante para a investigação do que não é. Ao desenvolver esse tipo de pesquisa, é importante que os estudantes pesquisem fon- tes recentes e atualizadas sobre o tema e tam- bém os autores clássicos e canônicos. Em segui- da, devem registrar as informações selecionadas para apresentar à turma. Essa prática de pesquisa pode ser desenvolvi- da em diversos momentos, por exemplo, na se- ção Time to read, quando os estudantes preci- sam pesquisar informações relacionadas aos te- mas dos textos lidos, e no boxe Time to reflect, a fim de ampliar a discussão de temas relevantes. XXVII 04/08/2022 10:26:0804/08/2022 10:26:08 Observação, tomada de nota e construção de relatórios A observação científica é diferente daquela que procedemos habitualmente. O investigador busca a todo momento estar integralmente nas situa- ções que envolvem a pesquisa (ambiente físico e humano, problemas, fatos, histórias etc.), refletin- do e atentando aos detalhes que a circundam. De modo a não confiar apenas em sua memória ou no que lhe marcou no momento, é necessária a toma- da de nota. Por fim, com base nas anotações, deve ser feita a construção do relatório, cujo objetivo é socializar o resultado da pesquisa/investigação. Essa prática de pesquisa pode ser usada ao se desenvolver, por exemplo, um relatório com base em dados coletados em discussões com a turma. Entrevistas A entrevista é um gênero textual que faz parte dos objetos de ensino de Língua Inglesa, portanto os estudantes costumam ter certa familiaridade com ela. Enquanto prática de pesquisa, as entre- vistas possibilitam a interação entre o pesquisador e o entrevistado. Ela é guiada por um roteiro, con- tudo, como é esperado de qualquer relação hu- mana, não pode ser determinada por ele. Ao estar diante do entrevistado, o entrevistador deve saber que postura assumir (não julgar qualquer respos- ta obtida), como abordar o assunto, que registro utilizar (mais formal ou mais informal), de que mo- do deixar a pessoa à vontade para falar e diversos outros fatores relacionados ao ato conversacional em si. Por fim, as percepções e conclusões a res- peito da pesquisa realizada por meio da entrevista devem ser compartilhadas com a turma. Além de estar na seção Time to speak, como gênero a ser produzido, é possível solicitar aos es- tudantes que façam entrevistas ao produzirem ou- tros textos e em outras atividades investigativas. Diante desse cenário, é imprescindível o desen- volvimento do pensamento computacional, que se constitui na utilização de fundamentos e con- ceitos da Ciência da Computação para resolver problemas cada vez maiores e mais complexos. Pensamento computacional baseia-se no poder e limites de processos computacionais, sejam eles exe- cutados por um humano ou por uma máquina. Mé- todos e modelos computacionais nos dão a coragem para resolver problemas e projetar sistemas que ne- nhum de nós seria capaz de enfrentar sozinhos. [...] WING, Jeannette. Pensamento computacional – Um conjunto de atitudes e habilidades que todos, não só cientistas da computação, ficaram ansiosos para aprender e usar. Revista Brasileira de Ensino de Ciência e Tecnologia, Ponta Grossa, v. 9, n. 2,maio/ago. 2016. p. 2. Disponível em: https://periodicos.utfpr.edu.br/ rbect/article/download/4711/pdf. Acesso em: 30 maio 2022. É importante assinalar que para desenvolver o pensamento computacional não é indispensável o uso do computador, havendo o pensamento computacional plugado (aquele que exige o uso de ferramentas tecnológicas, como softwares e aplicativos) e o desplugado (aquele que não exige o uso de ferramentas tecnológicas, mas materiais impressos, como o próprio livro didático). O pensamento computacional designa um mecanismo de atuação que pode ser reproduzi- do quando temos em mente seus quatro pilares: decomposição, reconhecimento de padrões, abs- tração e algoritmo. Confira uma breve explicação de cada um deles a seguir. Dividir um problema em partes menores para compreendê-lo e resolvê-lo mais fa- cilmente. Decomposição Extrair dessa comparação informações relevantes para a solução do problema. Abstração Elaborar e seguir um passo a passo ou um conjunto de regras para a solução do problema. Algoritmos Comparar uma dessas partes com pro- blemas parecidos que foram soluciona- dos, reconhecendo semelhanças. Reconhecimento de padrões Vivemos em um mundo cada vez mais tecno- lógico e conectado, e a necessidade de acompa- nhar todas essas transformações impulsionou o uso das Tecnologias Digitais da Informação e Co- municação (TDIC) como recursos pedagógicos. Pensamento computacional XXVIII 04/08/2022 10:26:0804/08/2022 10:26:08 https://periodicos.utfpr.edu.br/rbect/article/download/4711/pdf Esta coleção proporciona o uso tanto do pen- samento computacional plugado quanto do des- plugado. Confira a seguir algumas sugestões de abordagens. Pensamento computacional plugado Pensamento computacional desplugado • Atividades de pesquisa na internet. • Leitura de textos multissemióticos, próprios da cultura digital. • Atividades práticas, de pesquisa e investigativas. • Atividades de produção de texto escrito, que envolvem planejamento, pesquisa, produção, revisão e edição. • Atividades de produção de texto oral, que envolvem plane- jamento, como dramatização. • Atividades de análise linguística, em que é possível desenvolver o reconhecimento de padrões. Há outros momentos em que é possível explo- rar conceitos do pensamento computacional na abordagem de conteúdos do componente curri- cular de Língua Inglesa. Exemplificamos no qua- dro a seguir algumas dessas possibilidades. Conceitos de pensamento computacional Língua Inglesa Coleção de dados Identificar padrões em diferentes tipos de frases e gêneros textuais; pesquisar e coletar informações para discutir sobre algum tema proposto. Análise de dados Representar padrões de diferentes tipos de frases e gêneros textuais. Representação de dados Escrever diferentes gêneros textuais colocando em prática a língua em estudo. Abstração Deduzir conclusões dos fatos. Algoritmos e procedimentos Descrever o passo a passo necessá- rio para produzir um exemplar de determinado gênero textual. Paralelismo Utilizar o corretor ortográfico. Simulação Encenação de um diálogo e jogos para praticar o vocabulário. Fonte: BRACKMANN, Christian Puhlmann. Desenvolvimento do pensamento computacional através de atividades desplugadas na educação básica. 2017. Tese (Doutorado em Informática na Educação) – Programa de Pós- graduação em Informática na Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2017. Disponível em: https://lume.ufrgs.br/ handle/10183/172208. Acesso em: 3 maio 2022. A BNCC orienta a incorporação de tecnolo- gias digitais por meio da competência geral 5, da competência específica de Linguagens 6 e da competência específica de Língua Inglesa 5. Além disso, segundo a BNCC, o pensamento computacional [...] envolve as capacidades de compreender, ana- lisar, definir, modelar, resolver, comparar e auto- matizar problemas e suas soluções, de forma me- tódica e sistemática, por meio do desenvolvimento de algoritmos [...] BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 474. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_ versaofinal_site.pdf. Acesso em: 11 fev. 2022. Percebe-se, então, que o objetivo não se res- tringe a proporcionar o contato com ferramen- tas digitais, mas também tornar os estudantes capazes de entender a estrutura desse mundo tecnológico e de atuar nele, de maneira crítica, reflexiva e ética. Sem dúvida, isso os auxiliará em outros contextos, fora do ambiente escolar, ao estabelecer e executar seus projetos pessoais. A importância da avaliação A avaliação é um instrumento essencial para sistematizar e orientar as ações pedagógicas do professor com base no diagnóstico e na análise do desenvolvimento dos estudantes. Reforçamos também que, além de a avaliação ser importante, seu processo deve ser contínuo e não se restringir a resultados ou a momentos definidos e estanques, pois ela diagnostica os reais problemas e defasagens na aprendizagem dos estudantes e colabora para a evolução de seu conhecimento. Assim, professores e estudantes participam da avaliação, que só acontece efetivamente se as dificuldades, os erros e os acertos fizerem senti- do para ambos, como uma via de mão dupla para o ensino e a aprendizagem. Dentro de sua atuação em sala de aula, po- dem ser desenvolvidos três tipos de avaliação: diagnóstica, formativa e somativa. A avaliação diagnóstica deve ser realizada a ca- da início de um ciclo de estudos, com o objetivo A Avaliação XXIX 04/08/2022 10:26:0804/08/2022 10:26:08 https://lume.ufrgs.br/handle/10183/172208 http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf de sondar os conhecimentos que os estudantes já têm sobre determinado assunto. Essa avalia- ção auxilia no planejamento do seu trabalho com os próximos conteúdos, pois revela um possí- vel ponto de partida. Segundo Santos e Varela (2007), essa etapa tem como objetivo averiguar como e em que medida ocorreram os conheci- mentos anteriores e o que precisa para selecio- nar as dificuldades que surgiram. Nesta coleção, a avaliação diagnóstica está na seção What I know, no começo do volume, embo- ra possa ser desenvolvida durante o trabalho com as páginas de abertura, ao explorar os gêneros a serem estudados, e no início de cada conteúdo. A avaliação formativa deve ser utilizada duran- te todo o processo de ensino-aprendizagem, pois está relacionada aos aspectos que proporcionam a formação dos estudantes e, por esse motivo, considera o processo de aprendizagem tão im- portante quanto aquilo que se aprende. A avaliação formativa privilegia a observação do processo ensino-aprendizagem por meio de di- versos instrumentos que podem ser utilizados para verificar o alcance dos objetivos almejados, o domí- nio do conhecimento, os avanços, as dificuldades em que o aluno necessita de uma nova abordagem. O erro é visto como parte integrante de uma cami- nhada e revela a necessidade interventiva em de- terminado conteúdo ou em dado momento. [...] GAVASSI, Susana Lisboa. Avaliação formativa: um desafio aos professores das séries finais do ensino fundamental. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Educação: Métodos e técnicas de ensino) – Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Medianeira, 2012. p. 21. Diversas atividades do Livro do Estudante podem ser aplicadas como avaliação formativa. No Manual do Professor, também são sugeri- das atividades extras que podem desempenhar essa função. A seção Time to check pode ser usada tanto como avaliação formativa quanto somativa, a depender dos seus objetivos no pla- nejamento das aulas. Nela, os estudantes exa- minarão o que aprenderam durante o estudo da unidade e também refletirão, com base nessas informações, sobre seu desempenho no proces- so, avaliando o que é necessário melhorar. Des- se modo, a seção promoveoportunidades de au- toavaliação por meio de metodologias ativas ao final de cada unidade. A avaliação somativa, por sua vez, pretende ajuizar o progresso realizado pelos estudantes no final de uma unidade de aprendizagem, no senti- do de aferir resultados já colhidos pelas avaliações formativas e obter indicadores que permitam aperfeiçoar o processo de ensino. Corresponde a um balanço final, a uma visão de conjunto relativo a um todo sobre o qual, até então, só haviam sido feitos juízos parciais. É fato que a avaliação soma- tiva é a mais utilizada nas escolas e que, em mui- tos casos, representa um caráter classificatório. Nesta coleção, a seção What I know, ao final do volume, funciona como avaliação somativa ao final do ano letivo. Além dela, como citado ante- riormente, a seção Time to check também pode servir como avaliação somativa, pois suas ques- tões contemplam os conteúdos da unidade. É importante pensar na avaliação como um processo que vai além de sua mera realização e que precisa ser cuidadosamente elaborado. O resultado dessa avaliação, por sua vez, deve ser devolvido e revisado com os estudantes, para que percebam o ensino como um processo, o que im- plica analisar os motivos de seus erros a fim de avançar na aprendizagem. O planejamento ava- liativo deve incluir conteúdos trabalhados em sala de aula de maneira contextualizada e reflexiva, le- vando em consideração o processo de aprendiza- gem dos estudantes. Deve, ainda, na medida do possível, conter atividades que valorizem diferen- tes formas de expressão do conhecimento dos es- tudantes, como atividades objetivas, dissertativas, trabalhos em grupo, debates, e assim por diante. Para que a avaliação não se torne uma forma de seleção e exclusão, focada apenas em princí- pios de eficiência e competitividade, é importan- te haver um canal de comunicação entre os estu- dantes e o professor. Desse modo, os critérios da avaliação, seja ela formativa ou somativa, preci- sam ser apresentados e discutidos antes de sua realização, para que os estudantes saibam como e sob quais aspectos serão avaliados. Quando elaborada, aplicada e revisada corre- tamente, a avaliação perde seu caráter punitivo e excludente e passa a avaliar os estudantes de maneira formativa e continuada, além de possi- bilitar a revisão e o aprimoramento da sua práti- ca pedagógica. XXX 04/08/2022 10:26:0804/08/2022 10:26:08 A seguir, apresentamos um modelo de ficha de desenvolvimento individual, que pode ser usado para mapear tanto os conhecimentos quanto as habilidades, atitudes e valores dos estudantes no início do processo de ensino-aprendizagem, auxiliando no acompanhamento da aprendiza- gem de cada estudante ao longo do ano letivo e também no planejamento das aulas. Essa ficha pode ser adaptada de acordo com as necessidades de cada turma. Por exemplo, o campo dos objetivos avaliados pode ser preenchi- do com habilidades e competências da BNCC ou com os objetivos de aprendizagem do ano letivo, de acordo com seu planejamento. O campo de acompanhamento socioemocional permite um diagnóstico das habilidades e competências so- cioemocionais de cada estudante e também pode ser adequado da maneira que julgar melhor. Os campos de avaliação diagnóstica inicial e de observações podem auxiliar no planejamen- to de suas aulas, conforme o diagnóstico de sua turma. Ficha de desenvolvimento individual Estudante Turma Objetivos avaliados Avaliação inicial 1º bim 2º bim 3º bim 4º bim Ler e compreender um cartum. Conhecer e empregar vocabulário referente a tipos de lojas. Conhecer e usar afixos. Ouvir e compreender um trecho de podcast. Conversar sobre consumismo. Produzir um cartum. Acompanhamento socioemocional Avaliação inicial 1º bim 2º bim 3º bim 4º bim Desenvolve as atividades com autonomia? É participativo e cooperativo nas aulas? Trabalha bem em grupo? Demonstra empatia e respeito com os colegas de turma e as demais pessoas de seu convívio? Demonstra interesse com relação aos conteúdos estudados? Avaliação diagnóstica inicial – considerações gerais Avaliação final Observações Legenda S = sim N = não ED = em desenvolvimento XXXI 04/08/2022 10:26:0904/08/2022 10:26:09 Sem dúvida, o professor deve levar em conta, ainda, o contexto das avaliações extraescolares, como o Saeb (Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Básico), conjunto de avaliações governa- mentais que medem a qualidade da educação básica brasileira, e, em um futuro próximo, o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), que, além de avaliar o desempenho dos estudantes ao término da educação básica, permite o ingres- so em um grande número de universidades. O alinhamento desta coleção com as com- petências e habilidades da BNCC, assim como a escolha dos textos e atividades propostas tanto no Livro do Estudante quanto no Manual do Professor permitem aos estudantes estarem preparados para esses exames de larga escala. As avaliações diagnóstica, formativa e somativa propostas ao longo da obra viabilizam um acom- panhamento constante do professor quanto ao desenvolvimento da turma, possibilitando inter- venções estratégicas para melhor condução do processo de ensino-aprendizagem. A autoavaliação A autoavaliação tem um papel fundamental na democratização da avaliação. A sua utilização possibilita tanto a estudantes quanto a professo- res avaliar seu desempenho em sala de aula. [...] Para o aluno autoavaliar-se, é altamente favorá- vel o desafio do professor, provocando-o a refletir sobre o que está fazendo, retomar passo a passo seus processos, tomar consciência das estratégias de pensamento utilizadas. Mas não é tarefa sim- ples. Para tal, ele precisará ajustar suas perguntas e desafios às possibilidades de cada um, às etapas do processo em que se encontra, priorizando uns e outros aspectos, decidindo sobre o quê, como e quando falar, refletindo sobre o seu papel frente à possível vulnerabilidade do aprendiz. [...] HOFFMANN, Jussara Maria Lerch. Avaliar para promover: as setas do caminho. 15. ed. Porto Alegre: Mediação, 2014. p. 60. Portanto, ao desafiar os estudantes, o profes- sor também passa a refletir sobre sua atuação nos processos didáticos, adequando-se às neces- sidades do dia a dia em sala de aula e tomando consciência de seu papel diante dos desafios do processo de ensino-aprendizagem. Confira, a seguir, sugestões de questionamen- tos autoavaliativos que podem ser apresentados aos estudantes. • O que estou aprendendo? • O que eu aprendi? • De que forma eu poderia aprender melhor? • Como eu poderia agir/participar para aprender mais? • Como desenvolvi as tarefas e atividades so- licitadas? • O que eu aprendi com elas? • O que mais eu poderia aprender? • O que eu aprendi, com meus colegas e pro- fessores, a ser e a fazer? • De que forma contribuí para que todos aprendessem mais? Cada indivíduo aprende de um jeito. Dentro de uma mesma sala de aula temos uma diversidade de estudantes quando pensamos em característi- cas comportamentais e cognitivas. Cada um tem uma história, que é única e decorre das particu- laridades de sua estrutura biológica, psicológica, familiar e sociocultural, resultando em diferenças que interferem diretamente na maneira como eles se apropriam do conhecimento na escola. Como salienta Bencini (2003), para entender o desenvolvimento das crianças e dos adolescen- tes, é necessário considerar, por exemplo, suas experiências, o espaço onde vivem, suas práticas culturais e a forma como constroem significados. A questão norteadora do trabalho docente deve ser: como enfrentar a heterogeneidade das turmas – principalmente em turmas grandes? Tendo em vista essas condições, é importante estarmos conscientes de que os níveis de apren- dizagem em uma sala de aula serão distintos, e devemos estar preparados para lidar com esse aspecto do trabalho docente, de modo que o de- senvolvimento dos estudantes não seja prejudi- cado. É função da escola[...] detectar a diversidade presente nas salas de aula e criar condições para que os conteúdos A defasagem em sala de aula XXXII 04/08/2022 10:26:0904/08/2022 10:26:09 trabalhados, quando não são bem compreendidos, sejam retomados em classe com novas atividades e estratégias de ensino. FRAIDENRAICH, Verônica. O reforço que funciona. Nova Escola, 1 out. 2010. Disponível em: https://gestaoescolar.org.br/conteudo/ 575/o-reforco-que-funciona. Acesso em: 5 jun. 2022. Antes mesmo de refletirmos sobre rendimen- to e defasagem escolar, salientamos que, para um bom desempenho dos estudantes em sala de aula, é fundamental que eles compreendam a importância dos estudos e abandonem a visão pessimista que muitos têm de que “estudar é chato”. Atividades instigantes, desafiadoras, que colocam os estudantes no centro do processo de ensino-aprendizagem e que saiam da rotina con- tribuem para atrair a atenção deles e para o de- senvolvimento de competências que favoreçam tanto sua aprendizagem quanto sua formação socioemocional. O envolvimento da família nesse processo é de suma importância para criar uma relação de confiança com a escola. O rendimento escolar dos estudantes e a pos- sível defasagem em sala de aula podem ser in- fluenciados por aspectos cognitivos (crianças com necessidades especiais relacionadas à lin- guagem, à percepção ou ao raciocínio, por exem- plo, ou outros problemas de saúde), sociocultu- rais (ambiente familiar, lugar onde mora, conví- vio social, oportunidade de desenvolvimento de atividades extracurriculares, tempo e lugar para se dedicar aos estudos em casa, relação da famí- lia com a escola e participação no processo de educação, entre outros) e político-institucionais (legislação educacional, trabalhista e de saúde em seus diversos níveis, metodologia de ensino adotada pela escola, corpo diretivo escolar, qua- lificação e motivação dos professores, infraestru- tura da escola etc.). Desse modo, é necessário refletirmos a respeito das situações de ensino e aprendizagem que podem detectar os tipos de defasagem dos estudantes. É preciso, ainda, considerar os efeitos resul- tantes da pandemia de covid-19, vivenciada re- centemente, na aprendizagem dos estudantes. As diferentes realidades das instituições escola- res brasileiras dificultaram ainda mais o nivela- mento da frequência e dos conteúdos das aulas remotas ou híbridas. Apesar dos esforços para minimizar essa defasagem, estudos realizados ainda em 2021 mostraram que os estudantes brasileiros apresentaram até quatro anos de de- fasagem educacional. Nesse contexto, é impor- tante considerar não só a defasagem com rela- ção aos conteúdos, mas também as relaciona- das ao desenvolvimento socioemocional dessas crianças e adolescentes. Para conhecer os níveis de aprendizagem dos estudantes e detectar uma possível defasagem, os instrumentos de avaliação e o trabalho do pro- fessor em conjunto com a coordenação pedagógica da escola são fundamentais. Segundo Fraidenraich (2010), alguns dos instrumentos que podem aju- dar o professor a ter um panorama da turma são: o diagnóstico inicial, as provas, a observação da sala de aula, as atividades de sondagem, as tare- fas de casa e a análise de cadernos e portfólios. Geralmente, o que se faz em sala de aula é de- senvolver o mesmo tipo de atividade para todos os estudantes. Em vários casos, alguns terminam mais rápido, outros precisam de mais tempo, e outros nem conseguem realizar a atividade, de maneira que o objetivo de ensino-aprendizagem nem sempre é atingido. Essa situação acaba de- sestimulando aqueles que têm resultados e rit- mos diferentes da maioria da classe. Uma possibilidade de auxiliar todos a atingir os objetivos de aprendizagem de maneira satis- fatória e eficiente é diversificar as estratégias de ensino, respeitando essa diversidade de modo a potencializar as habilidades de cada estudante. E quais são as estratégias de ensino que po- dem contribuir para corrigir as defasagens dos estudantes? São muitas e devem variar de acor- do com a realidade de cada comunidade escolar. No entanto, podem começar pelo espaço da sala de aula: em vez de trabalhar permanentemente com as carteiras enfileiradas, é possível organizá- -las em círculo ou em grupos, a fim de favorecer naturalmente a interação entre os estudantes. O importante é garantir na sala de aula um ambien- te flexível que contemple experiências de intera- ção social, pois se trata de um fator fundamental para o desenvolvimento, corroborando a apren- dizagem sob a perspectiva sociointeracionista. Diferentes metodologias ativas podem contribuir para essa diversificação de atividades e estraté- gias que incentivam o papel ativo dos estudantes. XXXIII 04/08/2022 10:26:0904/08/2022 10:26:09 https://gestaoescolar.org.br/conteudo/575/o-reforco-que-funciona Também devem fazer parte da rotina os tra- balhos em grupos, em duplas e individuais. Para cada um deles, é possível desenvolver diferentes habilidades. Ao propor trabalhos em duplas ou em grupos, é importante unir estudantes com diferentes tipos de conhecimentos e habilidades e que tenham diferentes níveis de aprendiza- gem, pois, no trabalho colaborativo, eles apren- dem mais do que apenas o conteúdo em estudo. Quando se ajudam, eles desenvolvem compe- tências como organização, liderança, cooperação, respeito, paciência e empatia, além de certamente melhorarem suas habilidades de comunicação. Em outros momentos, concentrar nos grupos estudan- tes com níveis de aprendizagem semelhantes é re- levante para dar a atenção necessária, e de maneira integrada, para o grupo. Já os trabalhos individuais permitem a eles momentos de autonomia, respon- sabilidade, autoconhecimento e criatividade. Do mesmo modo, é importante utilizar outros espaços, além da sala de aula, para atividades de ensino e aprendizagem, como o pátio da esco- la, o laboratório, o bairro, uma praça, um parque municipal, um museu etc. Tais espaços possibili- tam, muitas vezes, a aprendizagem de forma lú- dica, informal, fortalecendo o objetivo educativo. Outro ponto importante é alternar o uso de ma- teriais pedagógicos – revistas, mapas, jogos didáti- cos, histórias em quadrinhos, músicas, filmes – que desafiam os estudantes a refletir e a diversificar as formas de aprendizagem e a expressão do conhe- cimento formulado. Isso porque há estudantes que são mais visuais, outros são mais auditivos, e outros, cinestésicos. A avaliação diagnóstica ini- cial, com atividades variadas de escrita, leitura e interpretação de diferentes linguagens, auxilia a detectar as principais características dos estudan- tes: alguns podem ter facilidade em compreender uma música (estímulo auditivo), enquanto outros podem ter bom desempenho em analisar uma imagem (estímulo visual), por exemplo. Utilizar tecnologias digitais também é um óti- mo recurso quando corretamente empregado. Se a escola dispuser de uma sala de tecnologia, aproveite esse espaço e utilize ferramentas como sites e aplicativos para instigar a curiosidade dos estudantes e auxiliar na correção das defasagens. Em alguns casos, quando se detecta que de- terminado estudante está muito aquém do de- sempenho da turma, é importante desenvolver atividades educativas separadas dos demais, para avançar com ele na compreensão de certos conteúdos. Para isso, sempre que possível, reser- ve momentos, ainda que semanais, para acom- panhar individualmente as atividades realizadas por alguns deles. Em outros casos, atividades ex- tras em sala separada, com auxílio de outro pro- fessor e da coordenação pedagógica, são condu- ções relevantes para o progresso dos estudantes. Em todas essas situações, o professor deve planejar seu cotidiano, por isso Bencini (2003) de- fende que o professor precisa saber exatamente quais são os objetivos e resultados que almeja al- cançar com cada atividade, para que não exija da turma aquém nem além do esperado. É importante compreender queos estudantes dos Anos Finais do Ensino Fundamental estão em período de transição entre a infância e a adoles- cência, fase marcada por inúmeras mudanças, e que é necessário entendê-los como sujeitos com as próprias histórias de vida, experiências e indi- vidualidades. As mudanças próprias dessa fase da vida impli- cam a compreensão do adolescente como sujeito O estudante e os Anos Finais do Ensino Fundamental Culturas juvenis em desenvolvimento, com singularidades e forma- ções identitárias e culturais próprias, que deman- dam práticas escolares diferenciadas, capazes de contemplar suas necessidades e diferentes modos de inserção social. [...] BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 60. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_ versaofinal_site.pdf. Acesso em: 11 fev. 2022. Nesse sentido, é importante que professores e toda a comunidade escolar estejam prepara- dos para entender as culturas juvenis e dialogar com elas, uma vez que os jovens não constituem XXXIV 04/08/2022 10:26:0904/08/2022 10:26:09 http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf um grupo homogêneo, muito pelo contrário, os diferentes contextos – histórico, social, cultural, econômico, regional – nos quais estão inseridos contribuem para a existência de variadas realida- des e culturas juvenis. É necessário, portanto, revisitar constante- mente as práticas pedagógicas de modo a avaliar se contemplam as mais variadas culturas juvenis e se compreendem esses estudantes como sujei- tos ativos no processo de ensino-aprendizagem, considerando suas ideias, vivências e opiniões. Esta coleção, além de instigar o protagonismo dos jovens por meio de atividades que envolvem metodologias ativas, pesquisa, argumentação, reflexão e autoavaliação, preocupou-se em ex- plorar a cultura digital e os gêneros multimidiá- ticos, como cartum, podcast, tutorial e quiz, entre outros recursos, pois promovem a leitura e a pro- dução, assegurando aos estudantes um espaço para expressar seus pensamentos, sentimentos e ideias. Além disso, a escolha dos textos e dos temas visa abarcar as culturas juvenis, para que os estudantes com diferentes tipos de conheci- mentos e habilidades se sintam acolhidos e de- senvolvam o prazer em estudar. Utilizamos as mais diferentes linguagens – ver- bal, corporal, visual, sonora, digital – para nos ex- pressar e produzir sentidos. Por meio dos textos, temas e conteúdos apresentados nesta coleção, buscamos enfatizar o cuidado consigo e com o pró- ximo, a importância de comportamentos éticos, democráticos e inclusivos para o estabelecimento de um diálogo, a resolução de conflitos e a cons- trução de uma sociedade mais justa e democrática. Apresentando manifestações culturais de di- ferentes matrizes étnico-culturais e expressando diferentes experiências e visões de mundo, os textos artísticos e literários prestam-se à com- preensão da diversidade da vivência humana, o confronto com o pluralismo de ideias, a propaga- ção da não violência e o reconhecimento de dis- tintas realidades sociais. A linguagem artístico- -literária, em suma, constitui uma forma inegável de contato com o outro. Saúde mental, cultura da paz e bullying Em um tempo em que as pessoas, sobretudo os jovens, estão constantemente conectados, é preciso destacar, mais do que nunca, os aspec- tos humanos que nos ligam e desenvolver com- petências e habilidades socioemocionais que nos habilitem a resolver pacificamente os problemas com os quais nos defrontamos. Tem-se notado, há algum tempo, o fenômeno do bullying nas escolas e, mais recentemente, o cyberbullying, os quais devem ser combatidos e desencorajados no ambiente escolar e fora dele. Para isso, é necessário que haja uma relação de confiança e, principalmente, respeito entre estu- dantes e professores. Não haverá uma cultura da paz se não a incen- tivarmos desde a infância. É necessário contribuir para que as relações que acontecem no ambien- te escolar promovam não só a superação das diferenças, mas também a valorização delas. Se todos os profissionais da escola estiverem sensi- bilizados para perceber situações problemáticas e conseguirem oferecer suporte aos estudantes e às famílias, certamente será possível evitar que episódios mais sérios ocorram. O professor, sem dúvida, tem papel preponderante na observa- ção do que ocorre em sala de aula e muito tem a contribuir no combate ao bullying. Para isso, ao longo da coleção, é sugerido ao professor, em di- ferentes momentos, que incentive o respeito às diferenças e converse com os estudantes sobre valores que promovam a cultura da paz. Esta coleção desenvolve competências e habi- lidades socioemocionais e propõe a discussão de temáticas de relevância social que abordam tam- bém os temas contemporâneos transversais. Em diferentes atividades, ao longo da coleção, os es- tudantes contam com a oportunidade de conver- sar com os pares, desenvolvendo a escuta ativa, a empatia e o respeito ao próximo. Temas de re- levância social, ao selecionarem textos para leitu- ra e interpretação, podem servir como ponto de partida para aprofundar discussões importantes com a turma. Além disso, o pensamento crítico, o diálogo e o questionamento são constantemente incentivados nas atividades, oferecendo aos es- tudantes a oportunidade de discutir e se posicio- nar quanto aos temas abordados, especialmente no boxe Time to reflect. XXXV 04/08/2022 10:26:0904/08/2022 10:26:09 Esta coleção pauta-se no nivelamento de parâ- metros de proficiência estabelecidos pelo Qua- dro Europeu Comum de Referência para Línguas (Common European Framework of Reference – CEFR), padrão reconhecido e adotado internacio- nalmente para classificar as habilidades linguís- ticas dos estudantes de línguas estrangeiras, de acordo com as competências desenvolvidas por eles ao longo do processo de aprendizagem. Essa classificação é dividida em seis níveis: A1, A2, B1, B2, C1 e C2. O CEFR descreve as capaci- dades que os estudantes terão ao longo do pro- cesso de aprendizagem da língua, explicitando o que se espera que sejam capazes de fazer em ca- da um deles, como demonstra a figura a seguir. O Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas A1 A2 B1 B2 C2 C1 ainda deixa espaço para o professor considerar questões inerentes ao contexto em que o mate- rial será aplicado. As categorias contempladas aqui se referem aos níveis A1 (Iniciante) e A2 (Básico), que abran- gem falantes capazes de se comunicar de modo simples e compreender estruturas básicas rela- cionadas a informações pessoais e necessidades imediatas. De acordo com o CEFR, os aprendizes classifi- cados nos níveis A1 e A2 são capazes, por exem- plo, de: • compreender e empregar expressões bási- cas em ações concretas do dia a dia; • apresentar-se e fazer perguntas aos outros sobre detalhes pessoais; • interagir com outra pessoa de forma simples, desde que o outro fale lenta e claramente; • compreender expressões relacionadas a áreas de maior relevância imediata (como informações pessoais e familiares, compras, emprego e meio circundante); • concluir tarefas rotineiras que envolvam tro- ca direta de informações; • descrever assuntos de necessidade imediata em termos simples; • empregar linguagem simples e sinais não ver- bais para demonstrar interesse em uma ideia. Depois de atualizar seus descritores em 2018, o CEFR passou a adotar uma “abordagem mais flexível da relação entre a língua materna e a lín- gua de ensino” (EUROPEAN COMMISSION, 2018, p. 3), considerando, portanto, questões pluricul- turais e plurilíngues. Outras melhorias buscaram alinhar-se aos progressos tecnológicos, ao ado- tar e avaliar o uso de suportes digitais, incluindo as habilidades para verificar e trocar mensagens, manter interações orais e contribuir em discus- sões. Pautado em princípios inclusivos, o CEFRtambém adaptou alguns de seus descritores pa- ra a língua de sinais. Fonte: COUNCIL OF EUROPE. Common European Framework of Reference for Languages: Learning, Teaching, Assessment. Feb. 2018. Disponível em: https://rm.coe.int/cefr-companion-volume-with-new- descriptors-2018/1680787989. Acesso em: 21 jun. 2022. O documento está organizado em quatro ei- xos linguísticos: recepção, produção, interação e mediação. Nesses eixos, estão os descritores referentes a situações de comunicação especí- ficas. Ao utilizar esse documento para elaborar materiais didáticos, é possível estabelecer obje- tivos comuns para o que se espera de cada um, em cada fase, ao mesmo tempo que serve como referência para o professor verificar e avaliar o processo de aprendizagem de seus estudantes. Dessa maneira, embora o processo seja nivelado, Ca io T an ak a/ Ar qu iv o da e di to ra XXXVI 04/08/2022 10:26:0904/08/2022 10:26:09 https://rm.coe.int/cefr-companion-volume-with-newdescriptors-2018/1680787989 A seguir, apresentamos os descritores do nível A2 desenvolvidos no decorrer desse volume. Spoken reception • Overall listening comprehension Can understand enough to be able to meet needs of a concrete type provided speech is clearly and slowly articulated. • Listening to audio media recordings Can understand and extract the essential information from short, recorded passages dealing with predictable everyday matters that are delivered slowly and clearly. Written reception • Overall reading comprehension Can understand short, simple texts on familiar matters of a concrete type which consist of high frequency everyday or job-related language. • Reading for information and argument Can follow the general outline of a news report on a familiar type of event, provided that the contents are familiar and predictable. • Reading as a leisure activity Can understand short narratives and descriptions of someone’s life that are written in simple words. Written production • Overall written production Can write a series of simple phrases and sentences linked with simple connectors like ‘and,’ ‘but’ and ‘because’. • Creative writing Can write very short, basic descriptions of events, past activities and personal experiences. Spoken production • Adressing audiences Can give a short, rehearsed, basic presentation on a familiar subject. Descritores do CEFR • 8º ano A2 A2 A2 A2 A2 A2 A2 A2 Spoken interaction • Overall spoken interaction Can give a simple description or presentation of people, living or working conditions, daily routines, likes/dislikes etc. as a short series of simple phrases and sentences linked into a list. • Conversation Can chat in simple language with peers, colleagues or members of a host family, asking questions and understanding the answers relating to most routine matters. Can participate in short conversations in routine contexts on topics of interest. • Informal discussion (with friends) Can agree and disagree with others. Can express opinions in a limited way. • Information exchange Can ask and answer questions about habits and routines. • General linguistic range Has a repertoire of basic language, which enables him/her to deal with everyday situations with predictable content, though he/she will generally have to compromise the message and search for words. Can produce brief everyday expressions in order to satisfy simple needs of a concrete type: personal details, daily routines, wants and needs, requests for information. Can use basic sentence patterns and communicate with memorised phrases, groups of a few words and formulae about themselves and other people, what they do, places, possessions etc. • Vocabulary range Has a sufficient vocabulary for the expression of basic communicative needs. • Vocabulary control Can control a narrow repertoire dealing with concrete everyday needs. A2 A2 A2 A2 A2 A2 A2 A2 A2 A2 A2 XXXVII 04/08/2022 10:26:0904/08/2022 10:26:09 • Orthographic control Can link groups of words with simple connectors like ‘and, ‘but’ and ‘because’. • Flexibility Can expand learned phrases through simple recombination of their elements • Plurilingue comprehension Can recognise internationalisms and words common to different languages (e.g. Haus/hus/house) to: - deduce the meaning of simple signs and notices; - identify the probable message of a short, simple, written text; - follow in outline short, simple social exchanges conducted very slowly and clearly in his/her presence; - deduce what people are trying to say directly to him/her, provided they speak very slowly and clearly, with repetition if necessary A2 A2 A2 • Mediating communication Can communicate in (Language B) the main point of what is said in (Language A) in predictable, everyday situations, conveying back and forth information about personal wants and needs, provided that the speakers help with formulation. • Processing text in speech Can convey (in Language B) the main point(s) contained in clearly structured, short, simple spoken and written texts (in Language A), supplementing his/her limited repertoire with other means (e.g. gestures, drawings, words from other languages) in order to do so. • Analysis and criticism of creative texts (including literature) Can identify and briefly describe, in basic formulaic language, the key themes and characters in short, simple narratives involving familiar situations that are written in high frequency everyday language. A2 A2 A2 A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) tem como objetivo definir as aprendizagens es- senciais que os estudantes desenvolverão de modo progressivo ao longo das etapas da edu- cação básica. Em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica, esse documento normativo apresenta uma concep- ção de educação baseada em princípios éticos, políticos e estéticos que favorecem a formação integral dos estudantes. Nesse sentido, a BNCC valoriza a formação cognitiva dos estudantes, mas também reconhe- ce a necessidade de trabalhar com aspectos so- cioemocionais, buscando combater problemas como o preconceito e valorizar a diversidade. Além disso, a BNCC apresenta orientações para A Base Nacional Comum Curricular a construção de uma sociedade justa, democrá- tica, inclusiva e preocupada com os problemas contemporâneos. Independentemente da duração da jornada es- colar, o conceito de educação integral com o qual a BNCC está comprometida se refere à construção in- tencional de processos educativos que promovam aprendizagens sintonizadas com as necessidades, as possibilidades e os interesses dos estudantes e, também, com os desafios da sociedade contempo- rânea. Isso supõe considerar as diferentes infân- cias e juventudes, as diversas culturas juvenis e seu potencial de criar novas formas de existir. BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 14. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_ versaofinal_site.pdf. Acesso em: 11 fev. 2022. COUNCIL OF EUROPE. Common European Framework of Reference for Languages (CEFR). Disponível em: http://www.coe.int/en/web/common-european-framework-reference-languages/. Acesso em: 24 jun. 2022. XXXVIII 04/08/2022 10:26:1004/08/2022 10:26:10 https://www.coe.int/en/web/common-european-framework-reference-languages/ http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf Na etapa dos Anos Finais do Ensino Funda- mental, a BNCC sugere a realização de um tra- balho de retomada e aprofundamento do que foi desenvolvido nos Anos Iniciais. Nessa etapa, os estudantes devem fortalecer também sua au- tonomia ao refletir de modo crítico, realizando argumentações coerentes e análises embasadas criteriosamente, e buscando sempre valorizar o diálogo e os princípios dos direitos humanos.No que se refere à língua inglesa, a BNCC des- taca a importância de sua aprendizagem para a participação dos sujeitos no mundo globalizado, o exercício da cidadania e o engajamento social dos estudantes. Por isso, o documento privilegia o ensino desse componente com base no foco na função social e política que o inglês desempenha na sociedade contemporânea, pautando-se, por essa razão, em seu status de língua franca. Os estudantes devem ser incentivados a valorizar e respeitar as diferentes formas de expressão de valores e perspectivas de mundo ao participar de práticas sociais de diferentes semioses e lingua- gens, os multiletramentos. Assim, a aprendiza- gem de língua inglesa prioriza a formação para o protagonismo social ético, responsável e coeren- te aos valores democráticos. Valorizar e utilizar os conhecimentos historica- mente construídos sobre o mundo físico, social, cul- tural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva. Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investi- gação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar so- luções (inclusive tecnológicas) com base nos conhe- cimentos das diferentes áreas. Valorizar e fruir as diversas manifestações ar- tísticas e culturais, das locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural. Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visu- al, sonora e digital –, bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e pro- duzir sentidos que levem ao entendimento mútuo. Compreender, utilizar e criar tecnologias digi- tais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conheci- mentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva. Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experi- ências que lhe possibilitem entender as relações pró- prias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinha- das ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vi- da, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade. Argumentar com base em fatos, dados e infor- mações confiáveis, para formular, negociar e defen- der ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a cons- ciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta. Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade 1. Competências gerais da Educação Básica 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. A organização da BNCC foi estabelecida por meio da definição de competências gerais, com- petências específicas de área e competências es- pecíficas dos componentes curriculares. Nesta coleção, as competências gerais serão trabalha- das ao longo dos conteúdos, nas atividades e nas propostas disponibilizadas nas orientações ao professor. Nesses momentos, os estudantes se- rão incentivados a realizar reflexões que os levem a desenvolver seu senso crítico e sua capacidade de mobilização social diante dos desafios con- temporâneos. Destacamos, aqui, a competência geral 9, dada a importância do desenvolvimento e exercício da empatia, do diálogo, da coopera- ção e da resolução de conflitos para a construção de relações saudáveis e respeitosas entre os es- tudantes e seus pares, professores, familiares e outras pessoas de seu convívio. As competências da BNCC XXXIX 04/08/2022 10:26:1004/08/2022 10:26:10 humana e reconhecendo suas emoções e as dos ou- tros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas. Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e pro- movendo o respeito ao outro e aos direitos huma- nos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, iden- tidades, culturas e potencialidades, sem preconcei- tos de qualquer natureza. Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determi- nação, tomando decisões com base em princípios éti- cos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários. 9. 10. utilizar diversas linguagens para se expressar, desenvol- vendo também a capacidade de argumentação. Interpretação • Competências gerais 1, 4 e 7 Para compreender de modo crítico os conteúdos apre- sentados no material, é necessário trabalhar a capacida- de de interpretação. Desse modo, os estudantes terão fundamentação para explicar a realidade e reconhecer a diversidade. Contexto local • Competências gerais 6, 8 e 10 Em alguns momentos da coleção, serão estabelecidas relações entre os conteúdos e a vivência dos estudantes. Desse modo, eles poderão refletir sobre a realidade em que vivem e propor possíveis intervenções. Análise de imagens • Competências gerais 1, 2 e 3 As análises de imagens permitem aos estudantes desen- volver seu senso estético, valorizando diferentes mani- festações culturais. Esta coleção também contempla as compe- tências específicas da área de Linguagens e as competências específicas de Língua Inglesa, pro- postas pela BNCC. BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 9-10. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_ versaofinal_site.pdf. Acesso em: 11 fev. 2022. O trabalho com o desenvolvimento das com- petências gerais auxilia os estudantes a estabele- cer relações com sua vida cotidiana, resolver pro- blemas e atuar de modo consciente no mundo. Algumas iniciativas em sala de aula podem fa- vorecer o trabalho com as competências gerais, auxiliando os estudantes a mobilizar seus conhe- cimentos para se tornarem pessoas atuantes na sociedade. Leia a seguir algumas estratégias di- dáticas que podem ser desenvolvidas para que as competências gerais sejam contempladas no trabalho com esta coleção. Pesquisa • Competências gerais 1, 2 e 5 Em atividades que permitem desenvolver essas com- petências, os estudantes são orientados a usar de mo- do responsável os meios digitais, além de exercitar sua curiosidade intelectual. Produção de textos escritos • Competências gerais 1, 4 e 7 Na coleção, os estudantes poderão utilizar os conheci- mentos construídos ao longo das unidades para se ex- pressar por meio da linguagem escrita para argumentar, formular reflexões, registrar informações etc. Diálogo • Competências gerais 4, 7, 8 e 9 Diferentes abordagens de diálogo são propostas ao lon- go da coleção, nas quais os estudantes são levados a Compreender as linguagens como construção humana, histórica, social e cultural, de natureza di- nâmica, reconhecendo-as e valorizando-as como for- mas de significação da realidade e expressão de sub- jetividades e identidades sociais e culturais. Conhecer e explorar diversas práticas de lin- guagem (artísticas, corporais e linguísticas) em dife- rentes campos da atividade humana para continuar aprendendo, ampliar suas possibilidades de partici- pação na vida social e colaborar para a construção de uma sociedade mais justa, democrática e inclusiva. Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital –, para se expressar e partilhar infor- mações, experiências, ideias e sentimentos em dife- rentes contextos e produzir sentidos que levem ao diálogo,XXI Recursos didáticos ..............................................XXV Práticas de pesquisa ........................................XXVII Pensamento computacional ....................... XXVIII A avaliação .......................................................... XXIX A defasagem em sala de aula .......................XXXII O estudante e os Anos Finais do Ensino Fundamental ................ XXXIV Culturas juvenis ...............................................XXXIV Saúde mental, cultura da paz e bullying .. XXXV O Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas .............. XXXVI Descritores do CEFR • 8º ano ..XXXVII A Base Nacional Comum Curricular ........................XXXVIII As competências da BNCC ............................XXXIX Habilidades da BNCC • 8º ano .........................XLII Os temas contemporâneos transversais e a formação cidadã ............... XLIII Articulação entre a abordagem teórico- -metodológica e a BNCC .................................... XLV A Agenda 2030 .............................................XLVI Quadro de conteúdos • 8º ano ....XLVII Sugestões de cronogramas ....................LV Ampliando conhecimentos ................ LVI Referências bibliográficas comentadas ......................................................LXI Referências bibliográficas complementares comentadas ..... LXIV Início da reprodução do Livro do Estudante .......................................... 1 Sumário ........................................................................6 Get on board .............................................................10 What I know .............................................................16 UNIDADE 1 • What I buy .....................................18 UNIDADE 2 • What I wear ...................................40 Keep learning ...........................................................58 UNIDADE 3 • Entertainment ..............................62 UNIDADE 4 • Art .....................................................82 Keep learning ........................................................ 102 UNIDADE 5 • The environment ...................... 106 UNIDADE 6 • A more sustainable life .......... 126 Keep learning ........................................................ 144 UNIDADE 7 • Future and technology ........... 148 UNIDADE 8 • Future plans ............................... 168 Keep learning ........................................................ 189 What I know .......................................................... 193 English in the world ............................................ 197 Keep an eye on... ................................................... 201 List of verbs ............................................................ 203 Transcript ............................................................... 204 Commented bibliographic references .......... 208 04/08/2022 10:26:0504/08/2022 10:26:05 Esta coleção é composta de quatro volumes destinados aos estudantes dos Anos Finais do Ensino Fundamental – do 6º ao 9º anos – e qua- tro volumes destinados a você, professor. Para o ensino de língua inglesa, este material conta também com áudios específicos devidamente indicados no Livro do Estudante. Além disso, a coleção contempla a versão digital-interativa dos quatro volumes, os quais incluem alguns objetos de enriquecimento que complementam o mate- rial impresso. Conheça a estrutura da coleção Cada volume do Livro do Estudante é orga- nizado em oito unidades temáticas estruturadas em seções e subseções, as quais desenvolvem os eixos leitura, conhecimentos linguísticos, oralida- de e escrita. Antes de iniciarmos a primeira unida- de, temos uma seção que aborda o uso da língua inglesa no cotidiano. Permeando as unidades, podemos encontrar seções voltadas à avaliação diagnóstica, formativa e somativa. Também ao final do volume, temos uma seção que desenvol- ve algumas habilidades do eixo intercultural da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), além de indicações de filmes, livros, sites, músicas, en- tre outras sugestões que enriquecem o repertó- rio dos estudantes, como uma lista de verbos e as referências bibliográficas comentadas. A se- guir, apresentamos mais informações sobre a or- ganização desta coleção. Livro do Estudante No 6º ano, essa seção explora a língua inglesa em sala de aula, além de consultar o dicionário. No 7º ano, a seção apresenta a língua inglesa por meio de músicas e situações comunicativas mais informais. No 8º ano, ela aborda a língua ingle- sa em filmes e explora aspectos culturais, como gestos e comportamentos, que podem interferir na eficácia da comunicação. Por fim, no 9º ano, a seção apresenta a língua inglesa em exames de larga escala, como os vestibulares e o Enem, além de apresentar o uso da língua para divulga- ção de conhecimentos. Essa seção, apresentada no início do volume, propõe aplicar a língua inglesa no cotidiano com o objetivo de levar os estudantes a desenvolver uma comunicação mais eficaz e autônoma. Por- tanto, aborda-se a língua inglesa de diferentes formas ao longo dos quatro volumes que com- põem a coleção, sendo desenvolvida em língua portuguesa nos volumes de 6º e 7º anos e em língua inglesa nos volumes de 8º e 9º anos. Get on board Essa seção está presente em dois momentos em cada volume com o objetivo de promover avaliação. No início do volume, ela é proposta co- mo instrumento de avaliação dos conhecimentos prévios dos estudantes, explorando o que eles já sabem sobre os principais conteúdos abordados no volume. Ao final do volume, a seção serve pa- ra avaliar o conhecimento deles com base no que foi estudado até então. What I know As unidades temáticas são organizadas em seções que desenvolvem objetivos de aprendiza- gem em torno dos eixos leitura, conhecimentos linguísticos, oralidade e escrita: Abertura, Time to read, Time to learn words, Time to study the language, Time to listen, Time to speak, Time to write e Time to check. A seguir, apresentamos uma descrição de cada seção. Unidades A abertura apresenta para os estudantes os objetivos de aprendizagem da unidade, uma imagem relacionada ao tema e alguns questiona- mentos cujas respostas devem ser orais. A análi- se da imagem e a conversa proposta por meio das questões possibilitam aos estudantes envol- ver-se com o tema da unidade de maneira leve e gradativa, além de permitir que expressem o Abertura V 04/08/2022 10:26:0504/08/2022 10:26:05 que já sabem e o que pensam a respeito do tema estudado, valorizando, assim, seu conhecimento prévio e as opiniões formadas sobre os temas. Nessa seção, os estudantes podem desenvol- ver e ampliar sua produção escrita, elaborando textos de diversos gêneros baseados em uma perspectiva processual. A seção é organizada em Pre-writing, com orientações para o planejamen- to do texto; While writing, com orientações para a produção do texto, a revisão e a escrita da versão final; e Post-writing, com orientações de como di- vulgar o texto. Time to write O intuito dessa seção é desenvolver habilidades de leitura e compreensão textual com base em uma perspectiva processual. Para isso, ela apre- senta textos de diversos gêneros e é organizada em etapas de: Pre-reading, com atividades que vi- sam motivar e criar expectativas sobre a leitura; While reading, cujas atividades levam os estudan- tes a conhecer, compreender e confirmar expecta- tivas; e Post-reading, que promove a reflexão sobre o que leram e sobre o processo de leitura em si. Time to read Nessa seção, os estudantes são incentivados a desenvolver seu vocabulário por meio de pa- lavras e expressões conhecidas e/ou novas por meio de atividades contextualizadas com o tema da unidade. Time to learn words Essa seção propõe o estudo das estruturas gramaticais da língua inglesa de forma contex- tualizada com o tema da unidade. Time to study the language Essa seção apresenta as etapas Pre-listening, comà resolução de conflitos e à cooperação. 1. Competências específicas de Linguagens para o Ensino Fundamental 2. 3. XL 04/08/2022 10:26:1004/08/2022 10:26:10 http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf Utilizar diferentes linguagens para defender pontos de vista que respeitem o outro e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, atuando criticamente frente a questões do mundo contemporâneo. Desenvolver o senso estético para reconhecer, fruir e respeitar as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, inclusive aquelas pertencentes ao patrimônio cultural da humanida- de, bem como participar de práticas diversificadas, individuais e coletivas, da produção artístico-cultu- ral, com respeito à diversidade de saberes, identida- des e culturas. Compreender e utilizar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, signifi- cativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares), para se comunicar por meio das diferentes linguagens e mídias, produzir conhe- cimentos, resolver problemas e desenvolver projetos autorais e coletivos. 4. 5. 6. do a reconhecer a diversidade linguística como direito e valorizar os usos heterogêneos, híbridos e multimo- dais emergentes nas sociedades contemporâneas. Utilizar novas tecnologias, com novas lingua- gens e modos de interação, para pesquisar, selecio- nar, compartilhar, posicionar-se e produzir sentidos em práticas de letramento na língua inglesa, de for- ma ética, crítica e responsável. Conhecer diferentes patrimônios culturais, ma- teriais e imateriais, difundidos na língua inglesa, com vistas ao exercício da fruição e da ampliação de pers- pectivas no contato com diferentes manifestações artístico-culturais. 5. 6. BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 65. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_ versaofinal_site.pdf. Acesso em: 11 fev. 2022. Identificar o lugar de si e o do outro em um mundo plurilíngue e multicultural, refletindo, criti- camente, sobre como a aprendizagem da língua in- glesa contribui para a inserção dos sujeitos no mun- do globalizado, inclusive no que concerne ao mundo do trabalho. Comunicar-se na língua inglesa, por meio do uso variado de linguagens em mídias impressas ou digitais, reconhecendo-a como ferramenta de aces- so ao conhecimento, de ampliação das perspectivas e de possibilidades para a compreensão dos valores e interesses de outras culturas e para o exercício do protagonismo social. Identificar similaridades e diferenças entre a língua inglesa e a língua materna/outras línguas, ar- ticulando-as a aspectos sociais, culturais e identitá- rios, em uma relação intrínseca entre língua, cultura e identidade. Elaborar repertórios linguístico-discursivos da língua inglesa, usados em diferentes países e por gru- pos sociais distintos dentro de um mesmo país, de mo- 1. Competências específicas de Língua Inglesa para o Ensino Fundamental 2. 3. 4. BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 246. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_ versaofinal_site.pdf. Acesso em: 20 jun. 2022. De acordo com a BNCC, [...] Ao longo da Educação Básica, as aprendizagens essenciais definidas na BNCC devem concorrer pa- ra assegurar aos estudantes o desenvolvimento de dez competências gerais, que consubstanciam, no âmbito pedagógico, os direitos de aprendiza- gem e desenvolvimento. [...] BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 8. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_ versaofinal_site.pdf. Acesso em: 11 fev. 2022. Sendo assim, as competências gerais orien- tam o trabalho pedagógico ao longo das três etapas da educação básica, de todos os compo- nentes curriculares, norteando também o desen- volvimento das competências específicas da área e das competências específicas do componente curricular. As habilidades constituem as aprendi- zagens essenciais para cada ano e devem ser de- senvolvidas de forma articulada às competências específicas do componente, às competências da área e às competências gerais. As competências e as habilidades referentes a cada um dos objetos de conhecimento do com- ponente curricular de Língua Inglesa são con- templadas pelas seções que integram esta cole- ção, seja na leitura, compreensão ou produção de textos orais ou escritos, na dimensão intercul- XLI 04/08/2022 10:26:1004/08/2022 10:26:10 http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf tural, seja no estudo de tópicos de conhecimen- tos linguísticos. No tópico Quadro de conteúdos deste Manual do Professor, são explicitadas as habilidades e competências (gerais, específicas da área de Lin- guagens e específicas de Língua Inglesa) de cada unidade, além dos temas contemporâneos trans- versais. Nas orientações ao professor, são indica- das as relações entre os conteúdos da coleção e a BNCC, demonstrando a diferença de se trabalhar com as competências gerais, as competências es- pecíficas da área de Linguagens, as competências específicas de Língua Inglesa e as habilidades. Os conteúdos apresentados neste volume permitem aos estudantes desenvolver as habili- dades propostas pela BNCC para este ano esco- lar. O quadro a seguir indica as habilidades a se- rem desenvolvidas pelos estudantes no decorrer do trabalho com este volume. Cada habilidade é identificada por um código alfanumérico, que varia de acordo com o ano a que ela se refere. No componente curricular de Língua Inglesa, há somente uma forma de composição de código a cada volume. Confira o exemplo a seguir. Habilidades da BNCC • 8º ano EF08LI01 EF: Ensino Fundamental 08: 8º ano LI: Língua Inglesa 01: numeração sequencial da habilidade (EF08LI01) Fazer uso da língua inglesa para resolver mal-entendidos, emitir opiniões e esclarecer informações por meio de paráfrases ou justificativas. (EF08LI02) Explorar o uso de recursos linguísticos (frases incompletas, hesitações, entre outros) e paralinguísticos (gestos, expressões faciais, entre outros) em situações de interação oral. (EF08LI03) Construir o sentido global de textos orais, relacionando suas partes, o assunto principal e informações relevantes. (EF08LI04) Utilizar recursos e repertório linguísticos apropriados para informar/comunicar/falar do futuro: planos, previsões, possibilidades e probabilidades. Oralidade (EF08LI05) Inferir informações e relações que não aparecem de modo explícito no texto para construção de sentidos. (EF08LI06) Apreciar textos narrativos em língua inglesa (contos, romances, entre outros, em versão original ou simplificada), como forma de valorizar o patrimônio cultural produzido em língua inglesa. (EF08LI07) Explorar ambientes virtuais e/ou aplicativos para acessar e usufruir do patrimônio artístico literário em língua inglesa. (EF08LI08) Analisar, criticamente, o conteúdo de textos, comparando diferentes perspectivas apresentadas sobre um mesmo assunto. Leitura (EF08LI09) Avaliar a própria produção escrita e a de colegas, com base no contexto de comunicação (finalidade e adequação ao público, conteúdo a ser comunicado, organização textual, legibilidade, estrutura de frases). (EF08LI10) Reconstruir o texto, com cortes, acréscimos, reformulações e correções, para aprimoramento, edição e publicação final. (EF08LI11) Produzir textos (comentários em fóruns, relatos pessoais, mensagens instantâneas, tweets, reportagens, histórias de ficção, blogues,entre outros), com o uso de estratégias de escrita (planejamento, produção de rascunho, revisão e edição final), apontando sonhos e projetos para o futuro (pessoal, da família, da comunidade ou do planeta). Escrita XLII 04/08/2022 10:26:1004/08/2022 10:26:10 Nesta coleção, procuramos incentivar os es- tudantes à participação social, política e cidadã. Desse modo, o trabalho com os temas contem- porâneos transversais propicia reflexões impor- tantes a respeito de temas relevantes da contem- poraneidade. Por que abordar Temas Contemporâneos Trans- versais (TCTs) nas escolas? A abordagem da con- temporaneidade é uma busca pela melhoria da aprendizagem. Ao contextualizar o que é ensi- nado em sala de aula juntamente com os temas contemporâneos, espera-se aumentar o interesse dos estudantes durante o processo e despertar a relevância desses temas no seu desenvolvimento como cidadão. O maior objetivo dessa abordagem é que o estudante conclua a sua educação formal Os temas contemporâneos transversais e a formação cidadã (EF08LI12) Construir repertório lexical relativo a planos, previsões e expectativas para o futuro. (EF08LI13) Reconhecer sufixos e prefixos comuns utilizados na formação de palavras em língua inglesa. (EF08LI14) Utilizar formas verbais do futuro para descrever planos e expectativas e fazer previsões. (EF08LI15) Utilizar, de modo inteligível, as formas comparativas e superlativas de adjetivos para comparar quali- dades e quantidades. (EF08LI16) Utilizar, de modo inteligível, corretamente, some, any, many, much. (EF08LI17) Empregar, de modo inteligível, os pronomes relativos (who, which, that, whose) para construir períodos compostos por subordinação. Conhecimentos linguísticos (EF08LI18) Construir repertório cultural por meio do contato com manifestações artístico-culturais vinculadas à língua inglesa (artes plásticas e visuais, literatura, música, cinema, dança, festividades, entre outros), valorizando a diversidade entre culturas. (EF08LI19) Investigar de que forma expressões, gestos e comportamentos são interpretados em função de aspec- tos culturais. (EF08LI20) Examinar fatores que podem impedir o entendimento entre pessoas de culturas diferentes que falam a língua inglesa. Dimensão intercultural BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 256-259. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 11 fev. 2022. reconhecendo e aprendendo sobre os temas que são relevantes para sua atuação na sociedade. [...] Já a transversalidade é um princípio que desen- cadeia metodologias modificadoras da prática peda- gógica, integrando diversos conhecimentos e ultra- passando uma concepção fragmentada, em direção a uma visão sistêmica. Os TCTs não são de domínio exclusivo de um componente curricular, mas per- passam a todos de forma transversal e integradora. [...] Nesse sentido, os Temas Contemporâneos Transversais (TCTs) têm a condição de explicitar a ligação entre os diferentes componentes curricu- lares de forma integrada, bem como de fazer sua conexão com situações vivenciadas pelos estudan- tes em suas realidades, contribuindo para trazer contexto e contemporaneidade aos objetos do co- nhecimento descritos na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Temas contemporâneos transversais na BNCC: Proposta de Práticas de Implementação. Brasília, 2019. Disponível em: http://basenacionalcomum. mec.gov.br/images/implementacao/guia_pratico_temas_ contemporaneos.pdf. Acesso em: 31 maio 2022. XLIII 04/08/2022 10:26:1004/08/2022 10:26:10 http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/implementacao/guia_pratico_temas_contemporaneos.pdf Nesta coleção, os temas contemporâneos transversais são contemplados principalmente no boxe Time to reflect, mas é possível abordá- -los também durante a leitura e interpretação de textos, ao explorar os recursos imagéticos das páginas de abertura e em diversos outros mo- mentos. Sempre que for pertinente trabalhar um dos temas, estará indicada nas orientações ao professor a relação do conteúdo com o tema em questão, acompanhada de uma sugestão de como abordá-lo com a turma. Conheça mais sobre esses temas a seguir. Educação ambiental Considerando as perspectivas alarmantes divulgadas nos últimos anos sobre a situação do planeta, discutir a edu- cação ambiental na escola tornou-se algo essencial. Essa formação visa preparar cidadãos que sejam preocupados, conscientes e que consigam tomar atitudes adequadas com relação ao consumo de recursos, à poluição, ao des- pejo indevido de resíduos, à implantação de energias al- ternativas, entre outras questões. Nesse sentido, assuntos como o desenvolvimento sustentável e o consumo cons- ciente devem fazer parte do cotidiano dos estudantes. Educação para o consumo Nos últimos anos, o estabelecimento de políticas de con- sumo responsável tem sido um grande desafio, levando em conta a repercussão dos meios de comunicação em incentivar o consumo de bens e serviços de modo de- senfreado. Com isso, a educação para o consumo visa contribuir para que os estudantes analisem criticamente o contexto atual, identificando atitudes consumistas e possíveis alternativas sustentáveis em seu dia a dia. Ciência e tecnologia Refletir criticamente sobre as aplicações do desenvolvi- mento científico, analisando as tecnologias sob diferen- tes perspectivas e olhares, torna-se essencial no contex- to contemporâneo. O espaço escolar deve estar aberto às transformações e às modernizações, aplicando-as com responsabilidade e capacitando os estudantes a de- senvolver o uso consciente desses recursos. Diversidade cultural Entrar em contato com povos e culturas variados per- mite aos estudantes desenvolver a ideia de diversidade, reconhecendo, portanto, que o mundo é formado por diferentes modos de vida e tradições. Uma educação escolar voltada à valorização da diversidade favorece a desconstrução de ideias etnocêntricas. Nesse sentido, o Brasil surge como país privilegiado para discutir tais questões, tendo em vista a grande diversidade de etnias que contribuíram para a formação do povo brasileiro. Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras A aprovação de leis afirmativas, como a lei nº 10 639, de 2003, que determinou a introdução do ensino de história da África e da cultura afro-brasileira, e a lei nº 11 645, de 2008, que estabeleceu a obrigatoriedade da inclusão de história e cultura dos povos indígenas aos estudantes dos níveis fundamental e médio, colabora para a desconstru- ção de preconceitos e estereótipos, fortemente impregna- dos no conteúdo escolar, sobre africanos, afro-brasileiros e indígenas. No caso da inserção da história da África e da cultura afro-brasileira e da história e cultura dos povos indígenas nos currículos dos ensinos fundamental e mé- dio, vemos a expansão dos direitos de grupos tradicional- mente marginalizados, os quais têm agora sua cultura e sua contribuição para a construção da sociedade brasilei- ra reconhecidas, ao mesmo tempo que as especificidades desses grupos devem ser valorizadas como responsáveis por contribuições originais na formação de nosso povo. Vida familiar e social Conceber a convivência familiar e social como um tema significativo a ser abordado com os estudantes faz parte da proposta de educação integral. Assim, é necessário que se façam na escola reflexões sobre: diferentes cons- tituições familiares, conceitos patriarcais e matrilineares, papel dos membros familiares, regras de convivência com diferentes grupos, a importância do diálogo e do respeito, entre outras discussões. Educação para o trânsito Problemas relacionados à convivência no trânsito se im- põem como um dos grandes desafiosatuais, principal- mente em um mundo cada vez mais urbanizado e com escassos investimentos em planejamento de infraes- trutura. Nesse sentido, a educação para o trânsito tem como objetivo contribuir para reflexões sobre posturas responsáveis de pedestres, ciclistas e motoristas. Educação em direitos humanos A noção de direitos humanos foi construída historica- mente, ao longo de anos de lutas e mobilizações. Tra- tar o outro com dignidade, considerando sua condição humana fundamental, é um dever de todos. A escola se apresenta então como um espaço ideal para que essas noções sejam discutidas. Desse modo, busca-se comba- ter concepções e atitudes que tenham como base pers- pectivas discriminatórias. XLIV 04/08/2022 10:26:1004/08/2022 10:26:10 Direitos da criança e do adolescente O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), aprova- do no Brasil em 1990, trata da necessidade de conceder proteção integral à criança e ao adolescente, atribuindo prioridade a essa parcela da sociedade em diversos se- tores públicos e na destinação de recursos. Essa nova concepção a respeito das crianças e dos adolescentes passou a compreendê-los como pessoas em estágio de desenvolvimento e que requerem atenção e proteção da sociedade como um todo. Nesse sentido, prima-se por uma educação que destaque elementos como a preven- ção do trabalho e da exploração infantil, a promoção da convivência familiar saudável, o combate à violência intrafamiliar, além do incentivo e apoio à ampliação do universo cultural das crianças e adolescentes. Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso O Estatuto do Idoso foi aprovado no Brasil em 2003, visan- do garantir o bem-estar das pessoas com idade igual ou superior a 60 anos. Nesse documento, uma série de leis busca promover o respeito, a autonomia, a integração e a participação efetiva dos idosos na sociedade brasileira. A educação tem um papel relevante a cumprir na efetivação dessas leis, atuando na conscientização dos estudantes sobre a importância das pessoas idosas em nossa socieda- de, buscando promover a sociabilização e o compartilha- mento de experiências entre pessoas idosas e estudantes. Saúde A escola apresenta um papel importante nas reflexões dos estudantes sobre sua saúde. Os conhecimentos apreendidos com base nos componentes curriculares e na convivência diária no ambiente escolar devem sempre contribuir para a formação de hábitos saudáveis, como a prática de atividades físicas e de higiene, além de promo- ver o cuidado com o bem-estar físico, mental e emocional. Educação alimentar e nutricional A preocupação com a alimentação e com o aprimora- mento nutricional também é muito importante no con- texto atual. Com os altos níveis de industrialização viven- ciados nos últimos anos e com a aceleração do ritmo de vida imposta pelo sistema capitalista, nos submetemos a uma alimentação muitas vezes de má qualidade e sem critérios adequados para saúde. Assim, a educação nu- tricional se faz necessária, para que possamos identificar e seguir melhores hábitos. Trabalho Reflexões sobre as relações de trabalho são importantes para os estudantes compreenderem de modo crítico o mundo em que vivemos. Temas como trabalho infantil, desemprego, direitos trabalhistas e trabalho análogo ao escravo devem ser abordados em sala de aula para auxiliá-los a perceber as dinâmicas do sistema capitalista nas quais estão inseridos. Com base em discussões co- mo essas, é possível ajudar os estudantes a analisar as condições adversas que podem estar presentes em seu dia a dia, como é o caso da desigualdade social. Educação financeira A escola pode contribuir para a formação inicial dos estu- dantes com relação à educação financeira, apresentando reflexões que envolvam noções de planejamento financei- ro, aplicação, investimentos, consumo consciente, tomada de decisões etc. Além de aprender a importância do plane- jamento financeiro, a educação financeira ajuda a formar cidadãos mais conscientes em relação ao consumo e que compreendam a relação direta que há entre economia, meio ambiente e desenvolvimento sustentável. Educação fiscal É papel do cidadão compreender as dinâmicas que en- volvem a aplicação de investimentos tributários pelo po- der público. Assim, é de suma importância que os estu- dantes aprendam desde cedo sobre educação fiscal para que possam fiscalizar e cobrar dos governantes a desti- nação adequada dos tributos arrecadados, que devem ser convertidos em benfeitorias para a população. As unidades abordam os eixos norteadores leitura, oralidade, escrita, conhecimentos linguís- ticos e dimensão intercultural. Dessa forma, busca- -se desenvolver a autonomia dos estudantes por meio de atividades que os auxiliem no desenvol- vimento de competências, habilidades, atitudes e valores, garantindo sua formação integral. Ao longo dos quatro volumes, desenvolvemos a totalidade de competências e habilidades da BNCC, considerando a especificidade de cada ano escolar. Em nossa proposta, destacamos a importância da competência geral 9, uma vez que a empatia, o diálogo, a resolução de confli- tos, a cooperação, o respeito e a valorização da diversidade são essenciais para todas as relações sociais, não apenas no contexto de sala de aula; das competências específicas de Linguagens 2 e 3, pois os estudantes conhecem e exploram diversas práticas de linguagem ao longo do ano Articulação entre a abordagem teórico-metodológica e a BNCC XLV 04/08/2022 10:26:1004/08/2022 10:26:10 e empregam diferentes linguagens para se ex- pressar e aprender; da competência específica de Língua Inglesa 2, uma vez que leem, escutam e produzem textos orais, escritos e multissemió- ticos em língua inglesa, buscando desenvolver o protagonismo social; da habilidade EF08LI02, pois exploram os recursos linguísticos e paralin- guísticos em interações orais; das habilidades EF08LI03 e EF08LI05, visto que constroem o sen- tido global de textos orais e inferem informações implícitas do texto para construção de sentidos da habilidade EF08LI12, pois constroem reper- tório linguístico em língua inglesa e da habilida- de EF08LI18, uma vez que constroem repertório cultural por meio do contato com manifestações artístico-culturais relacionadas à língua inglesa. Além do trabalho com as competências e os temas contemporâneos transversais da BNCC, desenvolvemos o trabalho com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, que consis- tem em um plano de ação que orienta os traba- lhos da Organização das Nações Unidas (ONU) e de 193 Estados-membros, rumo ao desenvol- vimento sustentável até o ano de 2030. Além de ser universal, baseia-se em cinco princípios orientadores: Pessoas, Planeta, Prosperidade, Paz e Parcerias (5 Ps). Esse documento reflete os temas centrais que desafiam a qualidade de vida das pessoas e o A Agenda 2030 futuro do planeta, aprimorando e ampliando o escopo dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs), aprovados em 2000. A Agenda 2030 é a maior referência na contemporaneida- de para o direcionamento de modelos de desen- volvimento inclusivos e sustentáveis, portanto cabe a cada Estado-membro ajustar as diretrizes apresentadas no documento e definir a forma de implementá-las no contexto nacional. Aprovada em uma cúpula internacional reali- zada em 2015, a Agenda inclui uma Declaração, 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs) e 169 metas. Apresentamos a seguir os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. O D S: O s O bj et iv os d e D es en vo lv im en to S us te nt áv el XLVI 04/08/2022 10:26:1104/08/2022 10:26:11 Ao longo da coleção, marcamos momentos propícios para desenvolver determinados Obje- tivos de Desenvolvimento Sustentável, sempre acompanhados do respectivo número (ODS 3, por exemplo) e relacionados, muitas vezes, aos temas contemporâneos transversais. Por exem- plo, aotrabalhar o tema contemporâneo trans- versal Saúde, é possível desenvolver o ODS 3, Boa saúde e Bem-estar. O quadro a seguir apresenta os principais conteúdos de cada uni- dade, as habilidades, as principais competências e temas contem- porâneos transversais da BNCC e os descritores do CEFR referentes a tais conteúdos. Quadro de conteúdos • 8º ano CG: Competência geral CEL: Competência específica de Linguagens CELI: Competência específica de Língua Inglesa TCT: Tema contemporâneo transversal Seção Get on board Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR • Inglês relacionado a filmes • Diferenças culturais na comunicação O objetivo dessa seção é levar os estudantes a conhecer palavras relacionadas a filmes, além de possibilitar a reflexão sobre diferenças culturais na comunicação. Tudo isso favorece o desenvolvimento de habilidades de conhecimentos linguísticos, em que empregam a língua inglesa com autonomia. Esse estudo se justifica não apenas por estabelecer relação com a BNCC e o CEFR, mas também para agregar conhecimentos que podem ser incorporados ao cotidiano dos estudantes, auxiliando-os a empregar a língua como um recurso de participação social. • EF08LI01; EF08LI06; EF08LI19; EF08LI20 • CG3 • CEL5 • CELI2; CELI6 • A2: Analysis and criticism of creative texts (including literature) XLVII 04/08/2022 10:26:1104/08/2022 10:26:11 Seção What I know Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR • Avaliar os conhecimentos prévios dos estudantes O objetivo dessa seção é propor um jogo para que o professor faça uma avaliação diagnóstica dos estudantes. Esse estudo é importante tanto para avaliar os conhecimentos de língua inglesa dos estudantes quanto para o professor planejar sua prática pedagógica. What I buy Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR • Cartum • Tipos de lojas • Afixos • Substantivos contáveis e incontáveis • Indicar quantidades (quantifiers) • Trecho de podcast • Conversar sobre consumismo O objetivo dessa unidade é apresentar aos estudantes o gênero cartum e o vocabulário referente a tipos de lojas, permitindo-lhes que desenvolvam habilidades de oralidade, leitura, compreensão e produção textual e que aprimorem seus conhecimentos linguísticos, empregando a língua inglesa com autonomia e criticidade. Esse estudo se justifica não apenas pela relação que estabelece com a BNCC e o CEFR, mas também pelos conhecimentos que capacitam os estudantes a explorar a língua como um recurso de participação social. • EF08LI01; EF08LI02; EF08LI03; EF08LI05; EF08LI07; EF08LI08; EF08LI09; EF08LI10; EF08LI11; EF08LI13; EF08LI16 • CG3; CG4; CG5; CG7; CG9 • CEL3; CEL4; CEL5; • CELI3; CELI5; CELI6 • TCT: Educação para o consumo; Educação financeira; Educação fiscal • A2: Mediating communication • A2: Overall reading comprehension • A2: Flexibility • A2: General Linguistic Range • A2: Listening to audio and media recordings • A2: Overall written production Unidade 1 XLVIII 04/08/2022 10:26:1104/08/2022 10:26:11 What I wear Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR • Tutorial • Roupas • Afixos • Pronomes relativos • Trecho de tutorial • Apresentar um tutorial de customização de roupas O objetivo dessa unidade é apresentar aos estudantes o gênero tutorial e o vocabulário referente a roupas, desenvolvendo, assim, habilidades de oralidade, leitura e compreensão textual e aprimorando os conhecimentos linguísticos. Esse estudo é válido não somente pela relação que estabelece com a BNCC e o CEFR, mas também pelos conhecimentos que podem ser incorporados ao cotidiano dos estudantes, auxiliando-os a explorar a língua como um recurso de participação social. • EF08LI02; EF08LI03; EF08LI05; EF08LI13; EF08LI17 • CG4; CG5; CG7; CG9 • CEL3; CEL4; CEL6 • CELI2; CELI4; CELI5 • TCT: Educação para o consumo • A2: Listening to audio and media recordings • A2: Overall spoken interaction • A2: General linguistic range • A2: Mediating communication Seção Keep learning Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR • Revisão das unidades 1 e 2 O objetivo dessa seção é retomar, por meio de outras atividades, os conteúdos estudados até o momento. Esse estudo se justifica pela importância de aprimorar algumas das competências da BNCC e o nível A2 do CEFR, desenvolvidos nas unidades anteriores. • CG4 • CEL3 • A2: General linguistic range Unidade 2 XLIX 04/08/2022 10:26:1104/08/2022 10:26:11 Entertainment Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR • Entrevista • Tipos de entretenimento • Adjetivos • Comparativo • Trecho de palestra • Participar de uma entrevista oral O objetivo dessa unidade é apresentar aos estudantes o gênero entrevista e o vocabulário referente a entretenimento, desenvolvendo, assim, habilidades de oralidade, leitura e compreensão textual e aprimorando os conhecimentos linguísticos. Esse estudo se justifica não apenas pela relação que estabelece com a BNCC e o CEFR, mas também pelos conhecimentos que podem ser incorporados ao cotidiano dos estudantes, auxiliando-os a explorar a língua de forma crítica e como um recurso de participação social. • EF08LI01; EF08LI02; EF08LI03; EF08LI05; EF08LI15; EF08LI18 • CG1; CG3; CG4; CG5 • CEL2; CEL3; CEL5 • CELI1; CELI2; CELI5 • TCT: Diversidade cultural; Educação ambiental; Ciência e tecnologia • A2: Overall reading comprehension • A2: Listening to audio and media recordings • A2: Overall spoken interaction • A2: General linguistic range • A2: Vocabulary range • A2: Mediating communication Art Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR • Quiz • Tipos de arte • Adjetivos • Superlativo • Trecho de programa de TV • Apresentação oral de uma obra de arte O objetivo dessa unidade é apresentar aos estudantes o gênero notícia e o vocabulário referente a questões ambientais, desenvolvendo, assim, habilidades de oralidade, leitura, compreensão e produção textual e aprimorando os conhecimentos linguísticos. Esse estudo se justifica não apenas pela relação que estabelece com a BNCC e o CEFR, mas também pelos conhecimentos que auxiliam os estudantes a explorar a língua como um recurso de participação social. • EF08LI02; EF08LI03; EF08LI05; EF08LI09; EF08LI10; EF08LI15; EF08LI18 • CG1; CG2; CG3; CG4 • CEL3; CEL5 • CELI1; CELI2; CELI6 • TCT: Diversidade cultural • A2: Mediating Communication • A2: Overall reading comprehension • A2: General linguistic range • A2: Listening to audio media and recordings • A2: Overall written production Unidade 3 Unidade 4 L 04/08/2022 10:26:1104/08/2022 10:26:11 Seção Keep learning Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR • Revisão das unidades 3 e 4 O objetivo dessa seção é retomar, por meio de outras atividades, os conteúdos estudados nas últimas unidades. Esse estudo se justifica pela importância de aprimorar algumas das competências da BNCC e o nível A2 do CEFR, desenvolvidos nas unidades anteriores. • CG4 • CEL3 • CELI2 • A2: General linguistic range The environment Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR • Notícia • Questões ambientais • Pronomes indefinidos • Trecho de discurso • Apresentar um telejornal O objetivo dessa unidade é apresentar aos estudantes o gênero notícia e o vocabulário referente a questões ambientais, desenvolvendo, assim, habilidades de oralidade, leitura, compreensão e produção textual e aprimorando os conhecimentos linguísticos. Esse estudo se justifica não apenas pela relação que estabelece com a BNCC e o CEFR, mas também pelos conhecimentos que auxiliam os estudantes a explorar a língua como um recurso de participação social. • EF08LI02; EF08LI03; EF08LI05; EF08LI08; EF08LI09; EF08LI10 • CG4; CG5; CG6; CG7; CG10 • CEL3; CEL4; CEL6 • CELI1; CELI2; CELI5; CELI6 • TCT: Educação ambiental • A2: Read for information and argument • A2: Creative writing •A2: Informal discussion (with friends) • A2: Overall listening comprehension • A2: General linguistic range • A2: Processing text in speech Unidade 5 LI 04/08/2022 10:26:1104/08/2022 10:26:11 A more sustainable life Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR • Tirinha • Ações sustentáveis • Pronomes reflexivos • Informações sobre reciclagem • Apresentação oral de uma ação sustentável O objetivo dessa unidade é apresentar aos estudantes o gênero tirinha e o vocabulário referente a ações sustentáveis, desenvolvendo, assim, habilidades de oralidade, leitura e compreensão textual e aprimorando os conhecimentos linguísticos. Esse estudo se justifica não apenas pela relação que estabelece com a BNCC e o CEFR, mas também pelos conhecimentos que auxiliam os estudantes a explorar a língua como um recurso de participação social. • EF08LI01; EF08LI02; EF08LI03; EF08LI05; EF08LI06; EF08LI11 • CG3; CG7; CG10 • CEL4; CEL5 • CELI2 • TCT: Educação ambiental; Educação para o consumo • A2: Reading as a leisure activity • A2: General linguistic range • A2: Vocabulary range • A2: Listening to audio and media recordings • A2: Overall spoken interaction • A2: Processing text in speech Seção Keep learning Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR • Revisão das unidades 5 e 6 O objetivo dessa seção é retomar, por meio de outras atividades, os conteúdos estudados nas últimas unidades. Esse estudo se justifica pela importância de aprimorar algumas das competências da BNCC e o nível A2 do CEFR, desenvolvidos nas unidades anteriores. • CG4 • CELI2 • A2: Vocabulary range Unidade 6 LII 04/08/2022 10:26:1104/08/2022 10:26:11 Future and technology Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR • Conto de ficção científica • Gadgets • Will • Informações sobre as leis da robótica • Expressão oral de previsões para o futuro O objetivo dessa unidade é apresentar aos estudantes o gênero conto de ficção científica e o vocabulário referente a aparelhos tecnológicos (gadgets), desenvolvendo, assim, habilidades de oralidade, leitura e compreensão textual e aprimorando os conhecimentos linguísticos. Esse estudo se justifica não apenas pela relação que estabelece com a BNCC e o CEFR, mas também pelos conhecimentos que auxiliam os estudantes a explorar a língua como um recurso de participação social. • EF08LI02; EF08LI03; EF08LI04; EF08LI05; EF08LI06; EF08LI07; EF08LI12; EF08LI14 • CG2; CG4 • CEL3; CEL5; • CELI2; CELI6 • TCT: Ciência e tecnologia • A2: Processing text in speech • A2: Listening to audio and media recordings • A2: Reading as a leisure activity • A2: Vocabulary control • A2: Overall listening comprehension • A2: Addressing audiences Future plans Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR • Postagem de Blog • Planos para o futuro • Going to • Presente contínuo • Podcast • Expressão oral de planos para o futuro. O objetivo dessa unidade é apresentar aos estudantes o gênero postagem de blog e o vocabulário referente a planos para o futuro, desenvolvendo, assim, habilidades de oralidade, leitura, compreensão e produção textual e aprimorando os conhecimentos linguísticos. Esse estudo se justifica não apenas pela relação que estabelece com a BNCC e o CEFR, mas também pelos conhecimentos que auxiliam os estudantes a explorar a língua como um recurso de participação social. • EF08LI02; EF08LI03; EF08LI04; EF08LI05; EF08LI09; EF08LI10; EF08LI11; EF08LI12; EF08LI14; EF08LI19 • CG1; CG4; CG6; CG9; CG10 • CEL2; CEL3; CEL4 • CELI1; CELI2; CELI6 • TCT: Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso • A2: Mediating Communication • A2: Overall reading comprehension • A2: Vocabulary control • A2: General linguistic range • A2: Overall listening comprehension • A2: Overall written production Unidade 7 Unidade 8 LIII 04/08/2022 10:26:1104/08/2022 10:26:11 Seção Keep learning Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR • Revisão das unidades 7 e 8 O objetivo dessa seção é retomar, por meio de outras atividades, os conteúdos estudados nas últimas unidades. Esse estudo se justifica pela importância de aprimorar algumas das habilidades da BNCC e o nível A2 do CEFR, desenvolvidos nas unidades anteriores. • EF08LI12; EF08LI14 • A2: General linguistic range Seção What I know Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR • Avaliar os conhecimentos adquiridos pelos estudantes ao longo do ano letivo O objetivo dessa seção é propor uma avaliação somativa. Esse estudo se justifica pela importância de avaliar os conhecimentos que os estudantes adquiriram sobre a língua inglesa. Seção English in the world Conteúdos Objetivos e justificativas BNCC CEFR • A presença da língua inglesa em manifestações culturais • Impacto das manifestações culturais em língua inglesa na cultura brasileira. O objetivo da seção é discutir a presença da língua inglesa em manifestações culturais e o impacto das manifestações culturais em língua inglesa na cultura brasileira. Esse estudo se justifica não apenas pela relação que estabelece com a BNCC e o CEFR, mas também pelos conhecimentos que auxiliam os estudantes a explorar a língua de forma crítica e como um recurso de participação social. • EF08LI18 • CG1; CG3 • CEL2; CEL5 • CELI6 • TCT: Diversidade cultural; Educação para valorização do multiculturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras • A2: Mediating communication LIV 04/08/2022 10:26:1104/08/2022 10:26:11 Nestas sugestões de cronogramas, conside- ramos que o componente curricular de Língua Inglesa será trabalhado com uma carga horária média de duas aulas semanais. Dessa forma, apresentamos exemplos de como os conteúdos do livro podem ser desenvolvidos por bimestre e por semestre. Caso a carga horária semanal seja menor, o professor poderá ajustar o con- teúdo de forma autônoma, conforme suas ne- cessidades. Além disso, as aulas desenvolvem outras atividades que possam surgir ao longo do ano letivo e que deverão ser consideradas no planejamento anual. Salientamos que essas sugestões devem ser adaptadas de acordo com o perfil de cada turma e com seu planejamento, levando em considera- ção outros recursos e materiais além do livro di- Sugestões de cronogramas dático. Ainda é necessário atentar para as seções que apresentam subdivisões, como Reading (Pre- -reading, While reading, Post-reading), Listening (Pre-listening, While listening, Post-listening) e Writing (Pre-writing, While writing, Post-writing), o que poderá demandar mais ou menos tempo de interação, conforme a participação dos estudantes. Enfatizamos também que este material pos- sibilita diferentes modos de apresentar e orde- nar os conteúdos, sendo possível, por exemplo, alterar a ordem de algumas unidades ou mudar a ordem do trabalho de algumas seções em cada unidade. Ao longo das orientações ao professor, encontram-se algumas dessas sugestões. Cabe a você também selecionar as atividades a serem feitas em casa, envolvendo, dessa forma, a famí- lia no processo de ensino e aprendizagem. Unidades e seções 1º bimestre 2º bimestre 3º bimestre 4º bimestre Seções Get on board e What I know 2 aulas 9 aulas 7 aulas Keep learning 2 aulas 9 aulas 9 aulas Keep learning 2 aulas 10 aulas 8 aulas Keep learning 2 aulas 8 aulas 8 aulas Keep learning 2 aulas Seções What I know e English in the world 2 aulas Unidade 1 Unidade 2 Unidade 3 Unidade 4 Unidade 5 Unidade 6 Unidade 7 Unidade 8 LV 04/08/2022 10:26:1204/08/2022 10:26:12 Apresentamos a seguir uma seleção de textos que podem contribuir para a ampliação dos seus conhecimentos sobre importantes questões abordadas nesta coleção. Ampliando conhecimentos É nesse cenário de busca por meios de lidar com as mudanças com relação ao conceito de letramen- to em si bem como com relação às novas deman- das e mudançasocorridas no mundo do trabalho, no espaço público e nas nossas vidas em comuni- dade que surge a pedagogia dos “Multiletramen- tos” proposta pelo “New London Group” (COPE; KALANTZIS, 2000). Essa pedagogia tem como ob- jetivos centrais: refletir sobre as diferenças cultu- rais, de língua e de gênero que poderiam se tornar barreiras para o sucesso educacional e também so- bre as implicações das diversidades culturais e lin- guísticas pertencentes às sociedades amplamente globalizadas em uma pedagogia de letramento. Os autores pontuam ainda que o aspecto de “co- mo” ensinar segundo a pedagogia dos Multiletra- mentos é uma complexa integração de quatro fato- Unidades e seções 1º semestre 2º semestre Seções Get on board e What I know 2 aulas 9 aulas 7 aulas Keep learning 2 aulas 9 aulas 9 aulas Keep learning 2 aulas 10 aulas 8 aulas Keep learning 2 aulas 8 aulas 8 aulas Keep learning 2 aulas Seções What I know e English in the world 2 aulas Unidade 1 Unidade 2 Unidade 3 Unidade 4 Unidade 5 Unidade 6 Unidade 7 Unidade 8 [...] O termo “Novos Estudos do Letramento” se re- fere a uma nova tradição que considera a natureza do letramento não mais em termos de aquisição de habilidades, mas com o enfoque no entendimento do letramento como prática social. Isso implica no reconhecimento de que existem múltiplos letra- mentos que variam de acordo com o tempo e espa- ço, mas que também são contestados por meio das relações de poder. Ensino de línguas na perspectiva dos multiletramentos LVI 04/08/2022 10:26:1204/08/2022 10:26:12 res: prática situada (baseada no mundo das expe- riências já adquiridas e em processo de aquisição dos aprendizes); instrução explícita por meio do processo da metalinguagem; enquadramento críti- co, que relaciona os significados aos seus contextos e propósitos sociais; e a prática transformada, na qual os estudantes transferem e recriam designs de significados de um contexto para outro. SALDANHA, Gabriela da Cunha Barbosa. Letramento crítico e o ensino de língua estrangeira via língua-alvo em escolas públicas brasileiras: uma proposta viável? In: OLIVEIRA, Shirlene Bemfica de; SÓL, Vanderlice dos Santos Andrade (org.). Multiletramentos no ensino de inglês: experiências da escola regular contemporânea. Ouro Preto: Instituto Federal de Minas Gerais, 2016. p. 152-153. do, dessa forma, que uns se apropriem de estra- tégias utilizadas por outros, ampliando e aprofun- dando sua proficiência leitora pessoal”. [...] PEREIRA, Valquiria. A importância da leitura em sala de aula para a fluência leitora. Nova Escola, 1 jul. 2013. Disponível em: https://novaescola. org.br/conteudo/136/a-importancia-da-leitura-em-sala-de-aula-para-a- fluencia-leitora. Acesso em: 21 fev. 2022. [...] A formação de hipóteses de leitura é uma es- tratégia cognitiva baseada em diversos elementos textuais, explorados antes de começar a ler o con- teúdo propriamente dito: a capa do livro, o título, as imagens – fotos, gráficos, tabelas, figuras – que fazem parte do texto, as informações tipográficas e de diagramação, na página ou na tela, como fontes, tamanho das letras, cores. Tudo isso são aspectos em que o leitor se apoia para, junto com os conhe- cimentos que ele já tem e ativa mentalmente para realizar a atividade de leitura, elaborar hipóteses. [...] KLEIMAN, Angela B. Levantamento de hipóteses de leitura. Glossário Ceale. Disponível em: https://www.ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/ verbetes/levantamento-de-hipoteses-de-leitura. Acesso em: 21 fev. 2022. Levantamento de hipóteses antes da leitura [...] A leitura compartilhada ou colaborativa – aque- la em que alunos e professor leem juntos um mes- mo texto e apresentam suas ideias e impressões acerca do que foi lido – tem como finalidade [...] “ensinar a ler, ou seja, criar condições para que as estratégias de atribuição de sentido (sejam rela- tivas à mobilização de capacidades de leitura, ou utilização de determinados procedimentos e de- senvolvimento de comportamentos leitores) sejam explicitadas pelos diferentes leitores, possibilitan- Importância do trabalho com a leitura compartilhada em sala de aula [...] O sucesso da compreensão leitora depende da atividade do leitor. O bom leitor é aquele que sa- be selecionar das inúmeras atividades possíveis do ato de ler aquela que é mais adequada ao texto e ao objetivo de uma determinada leitura. Have- rá momentos em que para resolver uma dúvida é aconselhável reler um determinado segmento do texto e outros em que o correto é prosseguir na lei- tura. Segundo BROWN (1980), o leitor eficiente é aquele que: 1. Determina o objetivo de uma leitura e sele- ciona as estratégias adequadas a esse objetivo (se está procurando um automóvel nos anún- cios classificados sabe como correr os olhos pela página até encontrar o que deseja). 2. Identifica as ideias principais e secundárias de um texto (sabe quando o autor está resu- mindo um parágrafo, dando um exemplo ou acrescentando um detalhe). 3. Distribui a atenção de maneira diferenciada, concentrando-se mais nos aspectos importan- tes e menos nos detalhes. 4. Avalia constantemente a compreensão (“es- tou entendendo muito bem isto aqui”, “esta parte não entendi bem”). 5. Interroga-se para avaliar se os objetivos da lei- tura estão sendo atingidos (“o que não entendi é importante para o que quero desta leitura?”). 6. Toma medidas corretivas quando detecta falhas na compreensão (relê o parágrafo, lê adiante, consulta o dicionário, faz um esquema). 7. Recupera-se das distrações ocorridas durante a leitura. O uso dessas estratégias dá ao leitor a capacida- de de avaliar a própria compreensão, fazendo com Estratégias metacognitivas de leitura em língua estrangeira LVII 04/08/2022 10:26:1204/08/2022 10:26:12 https://novaescola.org.br/conteudo/136/a-importancia-da-leitura-em-sala-de-aula-para-a-fluencia-leitora https://www.ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbetes/levantamento-de-hipoteses-de-leitura que a leitura deixe de ser uma atividade mecânica para se tornar um processo consciente de constru- ção do significado. [...] LEFFA, Vilson José. A leitura da outra língua: uma crítica das estratégias. In: LEFFA, Vilson José. Língua estrangeira. Ensino e aprendizagem. Pelotas: EDUCAT, 2016. p. 196-197. [...] algumas canções podem ser ótimos modelos para linguagem do cotidiano, repletas de frases informais e expressões idiomáticas. Para o autor, há razões afetivas, cognitivas e linguísticas para se utilizar música na sala de aula. Além de ser uma atividade recreativa e relaxante, as canções po- dem ser utilizadas para a aquisição de habilidades linguísticas, como a pronúncia, ritmo, vocabulário e gramática. [Há] uma série de motivos para que professores utilizem canções e versos no ensino de inglês como língua estrangeira: • para apresentar e praticar estruturas linguísticas; • para apresentar e praticar vocabulário; • para ajudar na entonação e na pronúncia; • para contar (parte de) uma história; • para ilustrar um tópico; • para dar um insight da cultura de um país fa- lante do inglês; • para enfatizar associações culturais entre nos- so país e o mundo de falantes do inglês; • para proporcionar uma atmosfera agradável. Os autores enfatizam que as canções têm gran- de relação com a motivação na sala de aula, pois é uma forma de vivenciar algo prazeroso na LE. Dessa forma, os alunos tornam-se mais interes- sados na língua a partir da boa experiência e até os que apresentam mais dificuldades sentem que, de alguma forma, tiveram êxito [...]. SOUZA, Drielle Caroline Izaias Juvino. A música como recurso de ensino-aprendizagem da língua inglesa nos livros didáticos. Porto das Letras, v. 8, n. 1, 16 dez. 2021. p. 295-296. Disponível em: https://sistemas.uft. edu.br/periodicos/index.php/portodasletras/article/view/12842/19889. Acesso em: 12 jul. 2022. O gênero canção como recurso motivacional nas aulas de inglês [...] Especificamenteno caso do desenvolvimento e aprimoramento da habilidade de escrita, Warschauer, Arada e Zheng (2010, p. 223) argumentam que “os educadores devem enxergar seus estudantes não apenas como aprendizes, mas também como reais escritores com alguma coisa importante para dizer e proporcionar a eles a oportunidade de escrever algo com uma finalidade definida e para uma au- diência real por meio da mídia digital”. Levando em conta os aspectos mencionados pe- los autores, os diversos gêneros digitais oriundos do contínuo e acelerado avanço das TDIC podem se constituir como alternativa para o ensino e a aprendizagem da produção escrita tanto na esco- la, quanto no contexto acadêmico. Essa prática po- de servir como incentivo para que os aprendizes utilizem as ferramentas digitais não apenas para se comunicar, buscar informações ou se relacio- narem socialmente, mas também para que pos- sam aprender a pesquisar informações relevantes para sua formação, a interagir na língua alvo, a construir significados e pensamento crítico a par- tir de leituras, a produzir, publicar e comentar textos que expressem suas reflexões e opiniões, seus conhecimentos prévios, suas expectativas pessoais e profissionais. Do mesmo modo, a produção escrita individual e coletiva deve ser vista como prática social, contri- buindo para que os educandos aprendam a fazer escolhas, a se posicionar, a cooperar, a respeitar e tolerar diferentes pontos de vista, a refletir sobre a língua e cultura, exercendo a criatividade, a ética e a autonomia. [...] OLIVEIRA, Flávia Medianeira de. O uso de blogs como ferramenta de apoio ao desenvolvimento da produção escrita em língua inglesa. Trabalhos em Linguística Aplicada, v. 60, n. 3, 2021. p. 797. Disponível em: https://www.scielo.br/j/tla/a/cSNBBmJvQvzVrHBgtmn G45Q/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 8 jul. 2022. A produção escrita no contexto da mídia digital [...] o desenvolvimento da produção oral não ocor- re pela simples memorização de palavras repeti- das inúmeras vezes pelos aprendizes em uma aula A importância de práticas significativas na produção oral LVIII 04/08/2022 10:26:1204/08/2022 10:26:12 https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/portodasletras/article/view/12842/19889 de idiomas (JOHNSON, 2009). Pelo contrário, este desenvolvimento acontece dentro de um ambien- te em que interações significativas emergem dos e entre os seres sociais, os quais estão trabalhando dialogicamente e colaborativamente na constru- ção de sentido em uma língua adicional (KRAMS- CH & SULIVAN, 1996). Por conta disto, cada sujeito possui seu próprio tempo e ritmo para desenvol- ver a produção oral e esse processo não deve ser tomado como homogêneo, sem percalços ou obs- táculos. O desenvolvimento da oralidade de um(a) aprendiz de uma língua adicional está considera- velmente relacionado a sua participação em dife- rentes instâncias de uso da língua para diversos propósitos (JOHNSON, 2009). Ao poderem partici- par de modo mais engajado e colaborativo em di- ferentes atividades orais, maiores serão as oportu- nidades que o(a) aprendiz terá para desenvolver sua produção oral. De maneira sucinta, podemos dizer que o desenvolvimento da produção oral se- rá dependente da interconexão das experiências anteriores individuais de um aluno e seus colegas, de seus contextos socioculturais onde estão locali- zados, assim como as necessidades destes apren- dizes e o quê e como estes lidam com a produção oral neste processo contínuo de aprendizagem e, ao mesmo tempo, desenvolvimento. [...] RIO, Marlon Machado Oliveira; NICOLAIDES, Christine Siqueira. Olha, teacher, acho que dá pra gente usar isso na sala de aula, né? – diferentes usos de tecnologias digitais no desenvolvimento da produção oral da língua inglesa em contexto da escola pública pelo viés da teoria sociocultural. Revista Intercâmbio, São Paulo, v. XLV, 2020. p. 146. Disponível em: https://revistas. pucsp.br/index.php/intercambio/article/view/50452/32974. Acesso em: 25 jul. 2022. • As atitudes que geram curiosidade e pronti- dão para aceitação de outras culturas e de sua própria; • O conhecimento de grupos sociais com suas práticas e produtos e de processos de intera- ção individuais e na sociedade; • A habilidade de interpretação de outra cultu- ra aliada à habilidade de explicar e de relacio- nar essa outra cultura a sua própria; • As habilidades de aquisição de novo conheci- mento de outras culturas e suas práticas e o saber e lidar com esse conhecimento nos mo- mentos reais de comunicação e interação. Cabe ressaltar que a responsabilidade de se tor- nar um cidadão intercultural é de todos que fazem parte do processo educativo. Tanto alunos quanto professores precisam desenvolver essas compe- tências. [...] SILVA, Flavia Matias da. O ensino de língua inglesa sob uma perspectiva intercultural: caminhos e desafios. Trabalhos em Linguística Aplicada, Campinas, n. 58, jan./abr. 2019. p. 165-166. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/tla/article/ view/8654189/19288. Acesso em: 8 jul. 2022. Ser um cidadão intercultural implica desenvol- ver certas competências que viabilizam um olhar sensível para as questões políticas, sociais e edu- cacionais que envolvem o ensino de língua/cultu- ra. Segundo Byram (2008, p. 163-164), uma dessas competências é a consciência cultural crítica, que pode ser definida como a habilidade de avaliar crítica e criteriosamente perspectivas, práticas e produtos de sua e de outras culturas. Os outros elementos que auxiliam o desenvolvimento de um cidadão intercultural seriam: Ensino de línguas e a interculturalidade [...] Considera-se cada vez mais relevante preparar os alunos para a era digital e móvel, de forma a levá-los a desenvolver competências necessárias para uma vida em constante evolução tecnológica. Ao ser bem preparado, esse aluno não estará suscetível à obsolescência tecnológica, pois traz aspectos essenciais para lidar com ela, nem ao despreparo para novos raciocínios que essa vida contemporânea em constante transformação pro- põe. Para tanto, é preciso aproveitar e incentivar a curiosidade humana, a capacidade de ouvir e de buscar conhecimentos diversos no contexto de es- paços de informação integrados, compartilhamen- to constante, identidades públicas e baixas barrei- ras à produção [...] GARCIA, Marilene Santana dos Santos; CZESZAK, Wanderlucy. Contextos da curadoria e transformações esperadas. In: GARCIA, Marilene Santana dos Santos; CZESZAK, Wanderlucy. Curadoria educacional: práticas pedagógicas para tratar (o excesso de) informação e fake news em sala de aula. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2019. p. 48-49. A curadoria educacional LIX 04/08/2022 10:26:1204/08/2022 10:26:12 https://revistas.pucsp.br/index.php/intercambio/article/view/50452/32974 https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/tla/article/view/8654189/19288 [...] Em termos práticos, a concepção formativa de avaliação da aprendizagem posta ao final do século XX, somada à legitimidade da natureza subjetiva e heterogênea da construção do saber, inaugura no- vos conteúdos, propósitos e modalidades avaliati- vas. No que diz respeito aos conteúdos, a avaliação da aprendizagem de línguas passa a considerar conteúdos menos objetivos e estáveis (em geral, restritos ao uso “correto” da língua ou à acepção de leitura como mera decodificação) ao legitimar a multiplicidade de sentidos em exercícios de in- terpretação textual, por exemplo, ou mesmo o uso contextualizado e situado da língua. Quanto aos propósitos, passa-se a “avaliar para conhecer” em vez de “examinar para excluir”, nos termos de Álvarez Méndez (2002), concepção avaliativa que vem pre- valecendo nos diversos documentos reguladores da educação básica. Tal preocupação formativa nos leva a modalidades alternativas de avaliação que passam a priorizar o processo em detrimento do produto. Assim é que no fervor do final do sé- culoXX, em que teorias socioculturais influenciam sobremaneira o currículo escolar brasileiro, a pro- va escrita, sempre no pedestal, como instrumento avaliativo por excelência, passa a conviver com o desenvolvimento de projetos e portfólios como mo- dalidades avaliativas menos verticalizadas e cen- tralizadoras (VIEIRA, 2002; VILLAS-BOAS, 2005), os quais primavam pela centralidade do aluno. [...] DUBOC, Ana Paula Martinez. Avaliação da aprendizagem de línguas e os multiletramentos. Estudos em Avaliação Educacional, São Paulo, v. 26, n. 63, set./dez. 2015. p. 675-676. Disponível em: https://publicacoes.fcc.org.br/eae/ article/view/3628/3123. Acesso em: 19 jul. 2022. Avaliação formativa da aprendizagem de línguas Além disso, o professor pode atuar como um tu- tor e favorecer a criação de novos ambientes de aprendizagem, pois é ele quem pode assumir o pa- pel de guia dos alunos para a execução de tarefas de forma ativa e com uma postura crítica. Ao usar uma abordagem em prol do letramento crítico di- gital, o professor pode oportunizar aos alunos a construção e a negociação de significados de forma coletiva, de revisão de suas crenças e de questiona- mento das implicações de suas visões de mundo, conforme defendem Jordão e Fogaça (2007). Outra forma de o professor atuar como media- dor na construção do conhecimento é buscando o equilíbrio entre o currículo e as tecnologias. [...] Certamente, as tecnologias digitais não podem e nem devem substituir o professor, mas servir de alternativas e meios de tornar seu trabalho em sa- la de aula mais dinâmico e eficiente e, para tal, o professor deve buscar letrar-se digitalmente. [...] DENARDI, Didiê Ana Ceni; MARCOS, Raquel Amoroginski; STANKOSKI, Camila Ribas. Impactos da pandemia Covid-19 nas aulas de inglês. Ilha do Desterro, Florianópolis, v. 74, n. 3, set./dez. 2021. p. 117. Disponível em: https:// periodicos.ufsc.br/index.php/desterro/article/view/80733/47239. Acesso em: 20 jul. 2022. [...] Contudo, o uso efetivo e adequado da tecnologia em sala de aula requer uma nova competência exi- gida dos professores: a fluência digital. Não basta conhecer e se familiarizar com as mídias, sobre- tudo as digitais, ou seja, não basta alfabetizar-se tecnologicamente (SAMPAIO; LEITE, 2001). Para Silva (2014, p. 22), o professor “deve ter uma men- te aberta para receber as inovações” e, consequen- temente, fazer uso pedagógico dessas inovações. O desenvolvimento da autonomia na aprendizagem de línguas [...] As metodologias ativas associadas ao ensino de Língua Inglesa motivam os alunos a buscar ativa- mente outros recursos para completar sua forma- ção, além de incentivá-los à cooperatividade para o desenvolvimento do pensamento crítico frente à realidade atual e aos problemas tratados em sala de aula (Gimenez, 2009; Leal et al., 2019). Ao ser operacionalizado nessa perspectiva, o processo de ensino-aprendizagem de Língua Inglesa possibili- ta aos estudantes compreender o mundo através de aspectos linguísticos e culturais (Leffa, 2009). O uso de metodologias ativas exige que todos assumam papéis atuantes no processo de ensino- -aprendizagem, tendo em vista que a interação entre professores e alunos se torna fundamental para construção do saber. Isso acontece quando o professor compreende que além de ensinar con- teúdos, ele também está em sala de aula para ins- pirar, impulsionar, ouvir e motivar os estudantes. Adicionalmente, também cabe ao professor criar boas relações com seus alunos e entender as espe- cificidades de cada um deles [...] NASCIMENTO, Wilton Cardoso; OLIVEIRA-MELO, Felipe Guilherme de. Língua inglesa e metodologias ativas: desafios, experiências e perspectivas docentes. Research, Society and Development, v. 11, n. 6, 2022. p. 2. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/29345/25318. Acesso em: 19 jul. 2022. Metodologias ativas no ensino de inglês LX 04/08/2022 10:26:1204/08/2022 10:26:12 https://publicacoes.fcc.org.br/eae/article/view/3628/3123 https://periodicos.ufsc.br/index.php/desterro/article/view/80733/47239 Referências bibliográficas comentadas BACICH, Lilian; MORAN, José (org.). Metodologias ati- vas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018. Esse livro apresenta práticas pedagógicas em diferen- tes níveis de ensino que empregam as metodologias ativas e valorizam o protagonismo dos estudantes. Nos capítulos, os autores analisam por que e para que usar metodologias ativas na educação de forma inovadora. BAKHTIN, Mikhail. Os gêneros do discurso. Tradução: Paulo Bezerra. São Paulo: Editora 34, 2016. Esse livro apresenta ensaios de Mikhail Bakhtin a res- peito da abordagem dialógica de texto e linguagem. BASSIT, Ana Zahira (org.). O interdisciplinar: olhares contemporâneos. São Paulo: Factash Editora, 2010. O livro traz um olhar diferente sob a ótica interdisciplinar e a linguagem, apresentando recursos linguísticos que podem ser trabalhados de modo interdisciplinar e que se baseiam na cultura e na sociedade brasileira por meio da representação da língua. Além disso, aborda métodos interdisciplinares dentro de diferentes contextos educa- cionais e menciona o papel do professor nessa ótica. BENCINI, Roberta. Cada um aprende de um jeito. Nova Escola, 1 jan. 2003. Disponível em: https://novaescola. org.br/conteudo/1444/cada-um-aprende-de-um-jeito. Acesso em: 19 maio 2022. A autora demonstra as diferentes formas pelas quais os estudantes aprendem, considerando que cada um tem um ritmo de aprendizagem. Além disso, apresenta dois exemplos de trabalho em sala de aula com grupos nu- merosos de estudantes e demonstra, por meio de ilus- trações, como é a organização de uma aula. O intuito é todos aprenderem, o professor conseguir avaliar os estu- dantes e o planejamento ser efetivo na sala de aula. BERNABÉ, Flávia Herker Lopes. O uso da língua materna no ensino de língua estrangeira. Diálogos pertinentes: revista científica de Letras, v. 4, n. 4, p. 243-257, jan./ dez. 2008. Disponível em: http://www.educadores.diaa- dia.pr.gov.br/arquivos/File/setembro2012/lem_artigos/ bernabe.pdf. Acesso em: 5 jun. 2022. Esse artigo busca verificar situações específicas de ensino e aprendizagem em que há o uso da língua materna no en- sino de língua estrangeira. Também propõe uma reflexão sobre os momentos em que o uso da língua materna é vis- to como um recurso eficaz no ensino de língua estrangeira. BRACKMANN, Christian Puhlmann. Desenvolvimento do pensamento computacional através de atividades desplugadas na educação básica. Tese (Doutorado em Informática na Educação) – Programa de Pós-Gradua- ção em Informática na Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Centro de Estudos Interdiscipli- nares em Novas Tecnologias na Educação, Porto Alegre, 2017. Disponível em: https://lume.ufrgs.br/bitstream/ handle/10183/172208/001054290.pdf?sequence=1&i- sAllowed=y. Acesso em: 3 maio 2022. Esse trabalho trata do pensamento computacional e de sua relevância na educação como importante ferra- menta para promover uma aprendizagem mais crítica e reflexiva por parte dos estudantes. BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_ EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em: 11 fev. 2022. A Base Nacional Comum Curricular é o documento ofi- cial que define as competências e habilidades que de- vem ser desenvolvidas pelos estudantes em cada etapa da Educação Básica em todo o Brasil. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educa- ção Básica. Temas contemporâneos transversais na BNCC: proposta de práticas de implementação. Brasília, 2019. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec. gov.br/images/implementacao/guia_pratico_temas_ contemporaneos.pdf. Acesso em: 31 maio 2022. Esse documento apresenta os temas contemporâneos transversais, a importância deles para os currículos daEducação Básica, além de uma proposta de práticas de implementação. BROWN, H. Douglas. Teaching by principles: an interactive approach to language pedagogy. Michigan: Longman, 2001. O livro traz uma série de perspectivas metodológicas de ensino de idiomas, todas ancoradas em princípios de ensino-aprendizagem já estabelecidos na área. Além disso, conta com uma seção revisada sobre avaliação e outras a respeito de tópicos relevantes como instrução baseada em estratégias, pedagogia crítica etc. COLL, César; MONEREO, Carles. Psicologia da educação virtual: aprender e ensinar com as tecnologias da infor- mação e da comunicação. Porto Alegre: Artmed, 2010. Nesse livro, são apontadas análises e ferramentas para o trabalho do professor com as tecnologias educacio- nais, além de técnicas que podem ser desenvolvidas no processo de ensino. COUNCIL OF EUROPE. Common European Framework of Reference for Languages (CEFR). Disponível em: http://www.coe.int/en/web/common-european-fra- mework-reference-languages/. Acesso em: 25 jul. 2022. Esse texto trata de um padrão reconhecido de manei- ra internacional que descreve as competências de um idioma no decorrer das fases da aprendizagem. DENARDI, Didiê Ana Ceni; MARCOS, Raquel Amoroginski; STANKOSKI, Camila Ribas. Impactos da pandemia Covid-19 nas aulas de inglês. Ilha do Desterro, Florianópolis, v. 74, n. 3, p. 113-143, set./dez. 2021. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/desterro/article/ view/80733/47239. Acesso em: 20 jul. 2022. LXI 04/08/2022 10:26:1204/08/2022 10:26:12 https://novaescola.org.br/conteudo/1444/cada-um-aprende-de-um-jeito http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/setembro2012/lem_artigos/bernabe.pdf https://lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/172208/001054290.pdf?sequence=1&isAllowed=y http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/implementacao/guia_pratico_temas_contemporaneos.pdf https://www.coe.int/en/web/common-european-framework-reference-languages/ https://periodicos.ufsc.br/index.php/desterro/article/view/80733/47239 Esse texto apresenta os resultados de uma pesquisa que investigou como as aulas de inglês foram ministra- das e como os professores reagiram às aulas remotas em decorrência da pandemia da covid-19 em 2020. DUBOC, Ana Paula Martinez. Avaliação da aprendizagem de línguas e os multiletramentos. Estudos em Avaliação Educacional, São Paulo, v. 26, n. 63, p. 664-687, set./dez. 2015. Disponível em: https://publicacoes.fcc.org.br/eae/ article/view/3628/3123. Acesso em: 19 jul. 2022. Esse artigo discute as implicações dos conhecimentos digitais nos processos de avaliação da aprendizagem de línguas. EL KADRI, Michele S. Inglês como língua franca: um olhar sobre programas disciplinares de um curso de formação inicial de professores de inglês. Entretextos, Londrina, v. 10, n. 2, p. 64-91, jul./dez. 2010. Disponível em: http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/entretex- tos/article/viewFile/7966/6950. Acesso em: 19 jun. 2022. O artigo traz reflexões sobre a utilização da língua in- glesa como língua franca e os desafios relacionados aos currículos para a formação do profissional de línguas. EUROPEAN COMMISSION. Proposta de recomendação do conselho relativa a uma abordagem global de ensino e aprendizagem de línguas. Disponível em: https://ec.eu- ropa.eu/transparency/regdoc/rep/1/2018/PT/COM-2018- 272-F1-PT-MAIN-PART-1.PDF. Acesso em: 25 jul. 2022. O documento apresenta reflexões sobre os benefícios que a aprendizagem de uma língua estrangeira pode propor- cionar aos jovens. Além disso, discorre sobre a relevância do uso da tecnologia no processo de aprendizagem e o incentivo ao uso de metodologias voltadas para as neces- sidades locais, regionais e estaduais de cada país. FAZENDA, Ivani Catarina Arantes (org.). Didática e in- terdisciplinaridade. 17. ed. Campinas: Papirus, 2012. (Coleção Práxis). Nessa coletânea, os autores abordam questões referen- tes à interdisciplinaridade, considerando as mudanças pelas quais passam a educação e o papel do professor. FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Integração e inter- disciplinaridade no ensino brasileiro: efetividade ou ideologia. 6. ed. São Paulo: Loyola, 2011. A autora apresenta os significados dos termos ligados à interdisciplinaridade. É uma obra que busca promover a sistematização do modelo interdisciplinar ao ensino por meio do diálogo e propõe uma educação inovadora. FRAIDENRAICH, Verônica. O reforço que funciona. Nova Escola, 1 out. 2010. Disponível em: https://gestaoesco- lar.org.br/conteudo/575/o-reforco-que-funciona. Aces- so em: 5 jun. 2022. Nesse texto, a autora defende que um trabalho cons- tante durante todo o ano é a melhor maneira de lidar com os diferentes níveis de aprendizagem em sala de aula. Ela ressalta a importância de a escola detectar a diversidade que há nas turmas e empregar diferentes estratégias de ensino. GARCIA, Marilene Santana dos Santos; CZESZAK, Wanderlucy. Curadoria educacional: práticas pedagógicas para tra- tar (o excesso de) informação e fake news em sala de aula. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2019. A obra possibilita reflexões sobre o impacto das mídias digitais na educação e como professores e estudantes podem usar a curadoria da informação, além de apre- sentar exemplos e modelos para as aulas. GAVASSI, Susana Lisboa. Avaliação formativa: um de- safio aos professores das séries finais do ensino funda- mental. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Educação: Métodos e técnicas de ensino) – Universi- dade Tecnológica Federal do Paraná, Medianeira, 2012. O trabalho apresenta referenciais teóricos e suscita a importância de avaliar formalmente estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental. A autora ainda acrescenta as três principais formas de avaliação e aponta os objetivos de cada uma delas para o ensino. HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. 15. ed. Porto Alegre: Mediação, 2014. A autora apresenta o ato de avaliar como uma avaliação mediadora e enfatiza a importância de ser um processo de diálogo entre estudante e professor. Promove tam- bém a reflexão dos leitores sobre o processo avaliativo em todas as dimensões da aprendizagem. KLEIMAN, Angela B. Levantamento de hipóteses de lei- tura. Glossário Ceale. Disponível em: https://www.cea- le.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbetes/levantamento -de-hipoteses-de-leitura. Acesso em: 15 jun. 2022. O texto apresenta aos docentes a importância de levantar hipóteses de leitura com os estudantes, a fim de promo- ver um engajamento durante todo o processo de ler e in- terpretar um texto, desde a análise dos elementos verbais e não verbais até a verificação da estrutura do gênero e de seu contexto de produção e circulação na sociedade. LEFFA, Vilson José. Língua estrangeira. Ensino e apren- dizagem. Pelotas: EDUCAT, 2016. O livro é dividido em duas grandes áreas: ensino, em que aborda questões de metodologia, produção de materiais, tecnologias etc., e aprendizagem, em que discorre sobre a perspectiva do estudante, em diferentes níveis, abordan- do tópicos como autonomia e autorrevisão. MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gê- neros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. Essa obra apresenta estudos preliminares e de gran- des contribuições para acadêmicos e professores sobre produção textual com ênfase em linguística de texto de base cognitiva; análise sociointerativa de gêneros textuais no contínuo fala-escrita; e processos de com- preensão textual e produção de sentidos. MARTINS, Viviane Lima. O lúdico no processo ensino- -aprendizagem de língua inglesa. Revista Científica Intraciência, ed. 10, dez. Disponível em: http://uniesp. edu.br/sites/_biblioteca/revistas/20170531134517.pdf. Acesso em: 5 jun. 2022. Esse artigo apresenta uma reflexão teórica sobre o en- sino e aprendizagem da língua inglesa e a importância do lúdico nesse processo. MEURER,José L.; BONINI, Adair; MOTTA-ROTH, Désirée (org.). Gêneros: teorias, métodos, debates. São Paulo: Parábola Editorial, 2005. Essa obra tem como um de seus objetivos apresentar LXII 04/08/2022 10:26:1204/08/2022 10:26:12 https://publicacoes.fcc.org.br/eae/article/view/3628/3123 http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/entretextos/ https://ec.europa.eu/transparency/documents-register/detail?ref=COM(2018)272&lang=pt https://gestaoescolar.org.br/conteudo/575/o-reforco-que-funciona https://www.ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbetes/levantamento-de-hipoteses-de-leitura http://uniesp.edu.br/sites/_biblioteca/revistas/20170531134517.pdf os principais conceitos e termos presentes até o mo- mento sobre os gêneros textuais. ONU Brasil. Objetivos de Desenvolvimento Susten- tável. Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br/sdgs. Acesso em: 25 jul. 2022. Essa página do site da ONU Brasil apresenta as prin- cipais informações sobre os Objetivos de Desenvolvi- mento Sustentável e como esses objetivos são desen- volvidos no Brasil. NASCIMENTO, Wilton Cardoso; OLIVEIRA-MELO, Felipe Guilherme de. Língua inglesa e metodologias ativas: de- safios, experiências e perspectivas docentes. Research, Society and Development, v. 11, n. 6, p. 1-16, 2022. Dis- ponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/arti- cle/view/29345/25318. Acesso em: 19 jul. 2022. Por meio da investigação da experiência de cinco profes- soras de inglês, os autores refletem sobre os desafios e perspectivas quanto à utilização de metodologias ativas de ensino-aprendizagem no ensino de língua inglesa. OLIVEIRA, Flávia Medianeira de. O uso de blogs como ferramenta de apoio ao desenvolvimento da produção escrita em língua inglesa. Trabalhos em Linguística Aplicada, v. 60, n. 3, p. 791-810, 2021. Disponível em: https://www.scielo.br/j/tla/a/cSNBBmJvQvzVrHBgtmn G45Q/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 8 jul. 2022. A autora reflete sobre a importância do uso das Tecnolo- gias Digitais de Informação e Comunicação no ensino de língua inglesa, por meio da análise de uma experiência cujo foco era desenvolver a habilidade escrita dos estu- dantes por meio da criação de um blog acadêmico. OLIVEIRA, Shirlene Bemfica de; SÓL, Vanderlice dos Santos Andrade (org.). Multiletramentos no ensino de inglês: experiências da escola regular contemporânea. Ouro Preto: Instituto Federal de Minas Gerais, 2016. Esse livro aborda diferentes aspectos do multiletramen- to para ensinar a língua inglesa, como o uso de filmes e séries na sala de aula, o uso de ferramentas de trabalho colaborativo, aspectos motivacionais etc. PEREIRA, Valquiria. A importância da leitura em sala de aula para a fluência leitora. Nova Escola, 1 jul. 2013. Dis- ponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/136/ a-importancia-da-leitura-em-sala-de-aula-para-a-fluencia -leitora. Acesso em: 21 fev. 2022. O artigo aborda a prática da leitura compartilhada em sala de aula, dentre outras práticas de leitura que têm sido cada vez mais valorizadas na escola e que têm po- tencial para promover a fluência leitora. RIO, Marlon Machado Oliveira; NICOLAIDES, Christine Siqueira. Olha, teacher, acho que dá pra gente usar isso na sala de aula, né? – diferentes usos de tecnologias digitais no desenvolvimento da produção oral da língua inglesa em contexto da escola pública pelo viés da teo- ria sociocultural. Revista Intercâmbio, São Paulo, v. XLV, p. 140-167, 2020. Disponível em: https://revistas.pucsp. br/index.php/intercambio/article/view/50452/32974. Acesso em: 25 jul. 2022. Esse artigo apresenta uma experiência com o uso de tecnologias digitais em um contexto de ensino de lín- gua inglesa com enfoque no desenvolvimento da orali- dade, de forma colaborativa, e também no aumento do engajamento dos participantes. SANTOS, Monalize Rigon dos; VARELA, Simone. A avalia- ção como um instrumento diagnóstico da construção do conhecimento nas séries iniciais do ensino funda- mental. Revista Eletrônica de Educação, São Carlos, n. 1, ago./dez. 2007. Disponível em: http://web.unifil.br/ docs/revista_eletronica/educacao/Artigo_04.pdf. Aces- so em: 19 maio 2022. O artigo traz a concepção da avaliação diagnóstica como parte do processo de aprendizagem, enfatizando que avaliar diagnosticamente possibilita ao professor atingir seus objetivos durante o desenvolvimento do ensino. Além disso, demonstra que tal avaliação serve como base para tomadas de decisão frente aos diagnósticos obtidos. SILVA, Flavia Matias. O ensino de língua inglesa sob uma perspectiva intercultural: caminhos e desafios. Trabalhos em Linguística Aplicada, Campinas, n. 58, p. 158-176, jan./abr. 2019. Disponível em: https://pe- riodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/tla/article/ view/8654189/19288. Acesso em: 8 jul. 2022. O artigo traz reflexões a respeito do ensino intercultu- ral da língua inglesa por meio da análise das respostas de um grupo de estudantes a uma atividade que trata- va desse tema e cujo resultado reforça a importância da perspectiva crítica dentro do ensino. SOUZA, Drielle Caroline Izaias Juvino. A música como recurso de ensino-aprendizagem da língua ingle- sa nos livros didáticos. Porto das Letras, v. 8, n. 1, p. 291-309, 2022. Disponível em: https://sistemas.uft. edu.br/periodicos/index.php/portodasletras/article/ view/12842/19889. Acesso em: 12 jul. 2022. O artigo traz uma investigação a respeito de como as letras de músicas são abordadas em livros didáticos de língua inglesa, ressaltando a importância desse recurso dentro nas novas perspectivas de ensino e aprendiza- gem, voltadas para o uso de materiais autênticos e de forma contextualizada. TURNBULL, Miles; DAILEY-O’CAIN, Jennifer. (ed.) First language use in second and foreign language learning. Buffalo: Multilingual matters, 2009. Esse livro examina o papel da língua materna no pro- cesso de aprendizagem de uma segunda língua, dentro de abordagens comunicativas e/ou de imersão. UR, Penny. A Course in Language Teaching: practice and theory. New York: Cambridge University Press, 1996. Esse livro apresenta temas que englobam o papel do material didático no ensino de línguas, o uso de textos literários no processo de ensino e aprendizagem, bem como questões relacionadas à formação docente. VALENTE, José Armando; ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de; GERALDINI, Alexandra Flogi Serpa. Metodologias ativas: das concepções às práticas em distintos níveis de ensino. Revista Diálogo Educacio- nal, Curitiba, v. 17, n. 52, p. 455-478, jun. 2017. Dispo- nível em: https://periodicos.pucpr.br/dialogoeducacio- nal/article/view/9900/12386. Acesso em: 5 jun. 2022. Esse artigo aborda o resultado de uma prática peda- gógica com estudantes do Ensino Básico ou Superior, LXIII 04/08/2022 10:26:1204/08/2022 10:26:12 https://brasil.un.org/pt-br/sdgs https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/29345/25318 https://www.scielo.br/j/tla/a/cSNBBmJvQvzVrHBgtmnG45Q/?format=pdf&lang=pt https://novaescola.org.br/conteudo/136/a-importancia-da-leitura-em-sala-de-aula-para-a-fluencia-leitora https://revistas.pucsp.br/index.php/intercambio/article/view/50452/32974 https://web.unifil.br/docs/revista_eletronica/educacao/Artigo_04.pdf https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/tla/article/view/8654189/19288 https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/portodasletras/article/view/12842/19889 https://periodicos.pucpr.br/dialogoeducacional/article/view/9900/12386 baseada em metodologias ativas e no uso das TDIC, possibilitando entender as diferentes concepções so- bre metodologias ativas e suas potencialidades em di- ferentes níveis de ensino. VIAN JÚNIOR; Orlando. Língua e cultura inglesa. Curiti- ba: IESDE Brasil, 2008. Esse livro aborda a língua inglesa em diversos contex- tos: de uma perspectiva histórica, como língua nativa, como segunda língua, língua global, etc. VYGOTSKY, Lev S. Pensamento e linguagem. São Pau- lo: Martins Fontes, 1993. Livro em que se destaca o caráter social do desenvolvi- mento da linguagematividades que visam motivar e criar expec- tativas sobre a compreensão oral; While listening, cujas atividades possibilitam conhecer, compreen- der e confirmar expectativas; e Post-listening, com atividades que promovem a reflexão sobre o que ouviram. Nela, os estudantes podem desenvolver a compreensão oral com base em uma perspec- tiva processual por meio de atividades inspiradas nos diversos textos orais. Time to listen Nessa seção, os estudantes têm a oportunida- de de desenvolver e praticar a produção oral em inglês, por meio de atividades variadas, contex- tualizadas e relacionadas ao tema da unidade. Time to speak O objetivo dessa seção é proporcionar a ava- liação formativa dos estudantes. Assim, ao reto- mar os principais conceitos estudados na unida- de, os estudantes têm a oportunidade de avaliar seu desempenho. Essa seção é apresentada em língua portuguesa nos quatro volumes da cole- ção a fim de que todos tirem suas dúvidas em lín- gua materna, com o intuito de levá-los a se apro- priarem melhor das situações comunicativas em língua inglesa. Time to check Apresentada a cada duas unidades, essa se- ção propõe atividades que abordam os conteú- dos das unidades anteriores com o objetivo de complementar o aprendizado e reforçar os con- teúdos estudados. Keep learning Essa seção aborda o uso da língua inglesa ao redor do mundo, ampliando os conhecimentos interculturais dos estudantes. English in the world Essa seção traz indicações de filmes, livros, músicas e outros recursos interessantes relacio- nados aos temas abordados ao longo do volume para incentivar os estudantes a ampliar seus co- nhecimentos, além de levá-los a perceber que o estudo da língua inglesa também pode aconte- cer fora do material didático. Keep an eye on… VI 04/08/2022 10:26:0604/08/2022 10:26:06 Nessa seção, apresentamos uma lista de verbos comuns em língua inglesa para os estudantes con- sultarem quando estiverem estudando os tempos verbais e para sanar dúvidas sobre a escrita desses verbos ou revisá-los sempre que necessário. No 6º e 8º anos, a lista apresenta verbos exemplificados em frases. No 7º e 9º anos, a lista contempla os verbos no infinitivo, a respectiva tradução e suas formas no passado e no particí- pio passado. List of verbs Ao final de cada volume, apresentamos a trans- crição dos áudios que não estão reproduzidos em texto nas atividades. Com ela, é possível tirar dúvi- das sobre o áudio, servindo de apoio para treinar a habilidade de escuta e compreensão textual. Boxes Os boxes são recursos que favorecem a orga- nização das informações. Com objetivos varia- dos, eles aparecem em momentos diversos ao longo do volume. A seguir, apresentamos uma descrição dos boxes contemplados na coleção. Transcript O objetivo desse boxe é proporcionar a re- flexão de temas importantes da atualidade, principalmente por meio de textos sobre es- ses assuntos, os quais podem ser usados para promover conversas tanto entre os estudantes quanto entre eles e o professor. Time to reflect Esse boxe trabalha aspectos sonoros da lín- gua inglesa com o objetivo de proporcionar momentos de prática reflexiva de pronúncia de palavras e frases. Time to pronounce Esse boxe tem por objetivo relembrar con- teúdos que os estudantes possam ter aprendi- do em outros momentos. Keep in mind Ao longo dos conteúdos é possível encon- trar boxes com definições de palavras, infor- mações adicionais e explicações sobre conteú- dos gramaticais. Esse boxe traz dicas que podem auxiliar os estudantes na leitura de textos e na reso- lução de atividades. Tip Para indicar a habilidade específica (Speaking ou Listening) que a atividade desenvolve ou enfati- za, auxiliando na organização das aulas, os ícones aparecem constantemente ao longo do volume. Esse ícone indica que se deve responder à ativi- dade oralmente, fortalecendo o eixo da oralidade. Speaking Esse ícone indica que será necessário es- cutar uma das faixas do áudio da coletânea para realizar a atividade. Listening track 00 O Manual do Professor desta coleção é orga- nizado em duas partes. A primeira, localizada no início de cada volume, apresenta informações gerais sobre a coleção, incluindo a estrutura do Livro do Estudante e a do Manual do Professor; as competências gerais e específicas desenvolvi- das; a proposta teórico-metodológica; e os con- teúdos e as habilidades a serem desenvolvidos pelos estudantes em cada volume. A segunda parte apresenta a reprodução do Livro do Estu- dante em tamanho reduzido. Nas laterais e no rodapé das páginas é possível encontrar orien- tações que auxiliam o trabalho em sala de aula, trazendo eventualmente algumas estratégias. Em algumas páginas ímpares, para destacar o sentido da leitura, encontra-se o seguinte recur- so visual na lateral e no rodapé: A seguir, confira as características das divi- sões nas orientações do Manual do Professor página a página. Manual do Professor VII 04/08/2022 10:26:0604/08/2022 10:26:06 Houve, por muito tempo, a ideia de que o en- sino da língua estrangeira se baseava na apre- sentação de um conjunto de formas e estruturas gramaticais, desconsiderando seu papel comu- nicativo e contexto social. A aprendizagem era compreendida como um processo no qual os es- tudantes adquiririam novos hábitos linguísticos, e os métodos eram considerados modelos a se- rem seguidos como uma receita pronta. No final da década de 1980, no entanto, esse modelo passou a ser questionado, pois se reco- nhece que as condições de aprendizagem de to- dos os estudantes eram iguais, desconsiderando a importância de incluir uma contextualização autêntica ao falar a língua. Inicia-se, então, uma mudança de pensamento que passa a compreen- der a função da linguagem no contexto histórico, cultural e social no qual as interações acontecem. Dessa maneira, para construir um conhecimento mais significativo, é importante levar em conta Proposta teórico-metodológica da coleção Conforme a abordagem, são sugeridas algumas atividades para serem desenvolvidas com a turma a fim de aprofundar o conhecimento dos estudantes ou praticar um conteúdo específico. Atividade Com o objetivo de orientar o trabalho com a BNCC e com o Quadro Europeu Comum de Referências para Línguas (CEFR, na sigla em in- glês), inserimos, no início do Manual do Profes- sor página a página, uma explicação sobre os códigos encontrados ao longo das orientações. No início das seções Get on board, What I know, Keep learning e English in the world são apresentados os objetivos a serem desen- volvidos pelos estudantes. Você pode aprovei- tar os itens listados nesse boxe para orientar suas aulas durante o desenvolvimento dessas seções e também para acompanhar o aprendi- zado deles. Objetivo Orientações A fim de orientar o trabalho com o conteúdo das seções em sala de aula, são apresentadas, por tópicos, instruções, informações, sugestões e outras orientações conforme a necessidade. Conforme o conteúdo, são indicadas suges- tões para que você aprofunde seu conhecimen- to sobre determinado tópico. Conhecimento a quem o indivíduo se dirige em seus discursos, quem se dirigiu a ele, bem como o papel social desse indivíduo. Planejada e produzida nesse contexto, esta coleção baseia-se na perspectiva enunciativo-dis- cursiva da linguagem ao compreendê-la como prática social situada em um contexto sócio-his- tórico. Portanto, na concepção desta obra, o en- sino de língua inglesa tem um valor educacional que considera as situações reais de comunicação e cria oportunidades para que os estudantes par- ticipem de situações autênticas do uso da língua, sentindo-se incluídos no processo de ensino e aprendizagem. Dessa forma, para que os estudantes sejam participantes ativos de seu processo de constru- ção de conhecimento na aprendizagem da língua inglesa, consideramos o sociointeracionismo, de- senvolvido por Lev Vygotsky (1896-1934), como teoria metodológica norteadora destee a importância dela no processo cognitivo e social do ser humano. WING, Jeannette. Pensamento computacional: um con- junto de atitudes e habilidades que todos, não só cien- tistas da computação, ficaram ansiosos para aprender e usar. Revista Brasileira de Ensino de Ciência e Tecno- logia, Ponta Grossa, v. 9, n. 2, p. 1-10, maio/ago. 2016. Disponível em: https://periodicos.utfpr.edu.br/rbect/ article/view/4711/pdfhttps://periodicos.utfpr.edu.br/ rbect/article/view/4711/pd. Acesso em: 30 maio 2022. Nesse texto, a autora explica o que é o pensamento com- putacional, além de apresentar seus benefícios e sua importância para nossa sociedade, pois cada vez mais as pessoas precisam aprender a resolver problemas de diferentes níveis de complexidade utilizando as estraté- gias que envolvem o pensamento computacional. Referências bibliográficas complementares comentadas A ESCOLA tá ON. Cultura escolar × cultura juvenil: pos- sibilidades de diálogo na escola. Google Podcasts, 9 fev. 2022. Disponível em: https://podcasts.google.com/ feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy83ZjEyMzA4N- C9wb2RjYXN0L3Jzcw/episode/YTk3ZDVjNmMtOTY0M- C00YmU3LTk3MDQtNDJjYWQwNWRhYTEy?sa=X&ve- d=0CAgQuIEEahgKEwigmIfKrqP4AhUAAAAAHQAAAAA- QvEg. Acesso em: 10 jun. 2022. Nesse episódio do podcast, são entrevistados um pro- fessor, uma pedagoga e uma estudante, que debatem o favorecimento do ambiente escolar para expressão da cultura juvenil. Eles destacam que, para que essa expressividade ocorra, a cultura escolar deve estar ali- nhada ao progresso da cultura juvenil em atividades, projetos, planejamentos, métodos, interdisciplinarida- de e espaços alternativos e tecnológicos. INTERNATIONAL DIALECTS OF ENGLISH ARCHIVE. Dis- ponível em: https://www.dialectsarchive.com/. Acesso em: 8 jun. 2022. O site apresenta arquivos de gravações de falantes na- tivos, demonstrando e comparando as diferentes va- riantes da língua inglesa, por meio de histórias, fatos históricos, relatos de experiências, entre outros discur- sos. Além disso, ele apresenta as análises fonéticas e as transcrições das falas. LEARNING English. BBC. Disponível em: https://www. bbc.co.uk/learningenglish/. Acesso em: 8 jun. 2022. Nesse site há uma variedade de conteúdos para aprender inglês com vídeos que desenvolvem e auxiliam na apren- dizagem da língua. Os conteúdos abordam a gramática, a pronúncia e vocabulários por meio de temáticas da roti- na do dia a dia e de outros temas que cercam o indivíduo. METODOLOGIAS ativas para engajar seus alunos. Canal Futura, 5 nov. 2020. Disponível em: https://www. youtube.com/watch?v=WEPHFb5_9eU. Acesso em: 10 jun. 2022. Nesse vídeo, são abordadas as metodologias ativas que promovem a autonomia e o protagonismo dos estudan- tes. Ele apresenta respostas às dúvidas sobre como apli- car as metodologias ativas em sala de aula, além de trazer um relato de efetividade dos métodos aplicados em aula. O QUE É o pensamento computacional e para que ele serve? Instituto Ayrton Senna, 9 jan. 2020. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=IpUbdH7ZuuA. Acesso em: 10 jun. 2022. O vídeo apresenta uma definição de pensamento com- putacional e exemplos de sua aplicabilidade em diver- sas situações. RADIO GARDEN. Disponível em: http://radio.garden/vi- sit/jacksonville-fl/uv7VqrAV. Acesso em 9 jun. 2022. O site traz rádios do mundo todo, possibilitando a na- vegação por rádios americanas e de outros países de língua inglesa. SILVA, Renato Caixeta da. Livro didático de inglês: que livro é este? Discursos de produtores e usuários. Curitiba: Appris, 2016. Nesse livro, o autor apresenta uma reflexão sobre a avaliação e seleção do material didático e como ele pode auxiliar o professor na prática docente e no de- senvolvimento dos alunos. VOICES OF AMERICA. Learning English. Disponível em: https://learningenglish.voanews.com/. Acesso em: 10 jun. 2022. O site oferece materiais para a aprendizagem da lín- gua inglesa, divididos em níveis de conhecimento. Para cada nível, os materiais são compartilhados para que o aprendiz aprenda a ler e ouvir os formatos da língua. Ao final de cada vídeo é possível realizar uma atividade prática da fala e escrita do inglês, que promove o desen- volvimento da pronúncia, conversação, escuta e escrita. WEBSTER, Merriam. The Merriam-Webster Thesaurus. Springfield: Merriam-Webster, 2005. O dicionário oferece a tradução de sinônimos, antôni- mos, palavras e expressões e suas definições. LXIV 04/08/2022 10:26:1204/08/2022 10:26:12 https://periodicos.utfpr.edu.br/rbect/article/view/4711/pdfhttps://periodicos.utfpr.edu.br/rbect/article/view/4711/pd https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy83ZjEyMzA4NC9wb2RjYXN0L3Jzcw/episode/YTk3ZDVjNmMtOTY0MC00YmU3LTk3MDQtNDJjYWQwNWRhYTEy?sa=X&ved=0CAgQuIEEahgKEwigmIfKrqP4AhUAAAAAHQAAAAAQvEg https://www.dialectsarchive.com/ https://www.bbc.co.uk/learningenglish/ https://www.youtube.com/watch?v=WEPHFb5_9eU https://www.youtube.com/watch?v=IpUbdH7ZuuA http://radio.garden/visit/jacksonville-fl/uv7VqrAV https://learningenglish.voanews.com/ Ensino Fundamental Anos Finais Organizadora: FTD Educação Obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela FTD Educação. 1ª edição São Paulo, 2022 Editora responsável: Denise de Andrade Santos Oliveira Licenciada em Letras Anglo-Portuguesas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Especialista em Língua Inglesa pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Mestra em Letras Estrangeiras Modernas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Professora de Inglês em institutos de língua estrangeira e em escolas da rede particular de ensino e editora de materiais didáticos da área de Linguagens. Componente curricular: Língua Inglesa 09/08/2022 15:42:5609/08/2022 15:42:56 1 09/08/2022 15:50:2309/08/2022 15:50:23 Impresso no Parque Gráfico da Editora FTD CNPJ 61.186.490/0016-33 Avenida Antonio Bardella, 300 Guarulhos-SP – CEP 07220-020 Tel. (11) 3545-8600 e Fax (11) 2412-5375 Reprodução proibida: Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. Todos os direitos reservados à EDITORA FTD. Rua Rui Barbosa, 156 – Bela Vista – São Paulo – SP CEP 01326-010 – Tel. 0800 772 2300 Caixa Postal 65149 – CEP da Caixa Postal 01390-970 www.ftd.com.br central.relacionamento@ftd.com.br Em respeito ao meio ambiente, as folhas deste livro foram produzidas com fibras obtidas de árvores de florestas plantadas, com origem certificada. Direção-geral Ricardo Tavares de Oliveira Direção de conteúdo e negócios Cayube Galas Direção editorial adjunta Ana Carolina Costa Lopes Gerência editorial Renata Lara de Moraes Edição Myrian Kobayashi Yamamoto (coordenação) Preparação/Revisão Beatriz Carneiro (supervisão) Assistência de produção Janaina Simplicio Gerência de produção e arte Letícia Mendes de Souza Supervisão de arte e design Simone Oliveira Vieira Coordenação de imagens e textos Marcia Berne Supervisão de arquivos Silvia Regina E. Almeida Coordenação de eficiência e analytics Marcelo Henrique Ferreira Fontes Direção de operações e produção gráfica Reginaldo Soares Damasceno Projeto e produção editorial Scriba Soluções Editoriais Edição Denise de Andrade Santos Oliveira, Karina Otsuka Nihonmatsu, Rosana Gemima Amancio, Guilherme dos Santos Roberto Assistência editorial Marcela Marques Carreiro, Guilherme José Franzon Schürmann Preparação/Revisão Moisés Manzano da Silva (coordenação), Raisa Rodrigues da Fonseca Revisão técnica Jacob Lee Gaston Gerência de produção editorial Camila Rumiko Minaki Hoshi Supervisão de produção editorial Priscilla de Freitas Cornelsen Rosa Coordenação de produção editorial Daiana Fernanda Leme de Melo Coordenação de produção de arte Tamires Rose Azevedo Edição de arte Rogério Casagrande Projeto gráfico e capa Marcela Pialarissi Imagens de capa irin-k/Shutterstock.com (bola de futebol), cristovao/ Shutterstock.com (bola de basquete), Roman Chazov/Shutterstock. com (menino), Master1305/Shutterstock.com (menina),Erica Maradona (ilustrações) Diagramação Ana Maria Puerta Guimarães, Laryssa Dias Almeron dos Santos, Vivian Larissa Morita, Formato Comunicação Ltda. Autorização de recursos Marissol Martins Maia (coordenação) e Erika Cristina Iconografia Bruna Parronchi Tratamento de imagens Janaina Oliveira e Jéssica Sinnema Todos os direitos reservados à Editora FTD S.A. ELABORADORES DE ORIGINAIS Denise de Andrade Santos Oliveira Licenciada em Letras Anglo-Portuguesas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Especialista em Língua Inglesa pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Mestra em Letras Estrangeiras Modernas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Professora de Inglês em institutos de língua estrangeira e em escolas da rede particular de ensino e editora de materiais didáticos da área de Linguagens. Ana Cláudia Cury Calia de Souza Licenciada em Letras Estrangeiras Modernas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Especialista em Formação de Professor, Práticas Metodológicas e Tradutórias pela Universidade Estadual de Maringá (UEM-PR). Mestra em Estudos da Linguagem pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Doutora em Estudos da Linguagem pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Professora de Inglês em escolas da rede particular de ensino, elaboradora e editora de materiais didáticos da área de Linguagens. Maria Paula Pereira de Lima Licenciada em Letras Estrangeiras Modernas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Elaboradora e editora de materiais didáticos da área de Linguagens. Glaucia Alecrin Timoteo Silva Licenciada em Letras Português-Inglês pela Universidade Cesumar (Unicesumar-PR). Elaboradora de materiais didáticos da área de Linguagens. Ficha técnica dos recursos em áudio Locução: Lee Courtney Marvin, Mari Guedes, Rodrigo Seiji Kaneko, Tinofara Trevor Mangwiza Captação, edição e mixagem: Yan Maran 22-114415 CDD-372.652 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Joy starter : 8º ano : ensino fundamental : anos finais / organizadora FTD Educação ; obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela FTD Educação ; editora responsável Denise de Andrade Santos Oliveira. -- 1. ed. -- São Paulo : FTD, 2022. Componente curricular: Língua inglesa. ISBN 978-85-96-03409-8 (aluno) ISBN 978-85-96-03410-4 (professor) 1. Inglês (Ensino fundamental) I. Oliveira, Denise de Andrade Santos. Índices para catálogo sistemático: 1. Inglês : Ensino fundamental 372.652 Cibele Maria Dias - Bibliotecária - CRB-8/9427 09/08/2022 15:44:3109/08/2022 15:44:31 Get on board What I know Estudar uma língua estrangeira nos propicia o acesso a outras culturas e a informações diversificadas, além de certamente nos ajudar a compreender a sociedade em que vivemos. Afinal, é cada vez mais comum almoçarmos em um restaurante self-service, observar uma propaganda em um outdoor ou fazer compras no shopping center, não é mesmo? Com textos atuais, temas contemporâneos e uma proposta gradativa de aprendizagem, este material foi organizado para que sua aprendizagem da Língua Inglesa aconteça de forma reflexiva e significativa. Esperamos que você se identifique com este material e encontre nele o prazer de estudar outro idioma. Começamos aqui o estudo da Língua Inglesa e vamos compreender o quão presente ela está em nosso cotidiano. Para que você possa desenvolver sua comunicação de forma gradativa e autônoma, essa seção abordará situações e temas diferentes ao longo dos anos. Vamos entender um pouco sobre o que você já sabe? No início de cada livro, há uma avaliação dos seus conhecimentos sobre os principais conteúdos que serão abordados no volume. No final de cada livro você encontrará uma nova avaliação com o objetivo de verificar seu desempenho com relação ao que foi estudado ao longo do ano. Para conhecer seu livro Fo to m on ta ge m d e M ar ce la Pi al ar is si . F ot o: In k D ro p/ Sh ut te rs to ck .c om 01/08/2022 10:04:1401/08/2022 10:04:14 2 09/08/2022 15:50:2409/08/2022 15:50:24 14/06/2022 10:50:2714/06/2022 10:50:27 Get on board What I know Estudar uma língua estrangeira nos propicia o acesso a outras culturas e a informações diversificadas, além de certamente nos ajudar a compreender a sociedade em que vivemos. Afinal, é cada vez mais comum almoçarmos em um restaurante self-service, observar uma propaganda em um outdoor ou fazer compras no shopping center, não é mesmo? Com textos atuais, temas contemporâneos e uma proposta gradativa de aprendizagem, este material foi organizado para que sua aprendizagem da Língua Inglesa aconteça de forma reflexiva e significativa. Esperamos que você se identifique com este material e encontre nele o prazer de estudar outro idioma. Começamos aqui o estudo da Língua Inglesa e vamos compreender o quão presente ela está em nosso cotidiano. Para que você possa desenvolver sua comunicação de forma gradativa e autônoma, essa seção abordará situações e temas diferentes ao longo dos anos. Vamos entender um pouco sobre o que você já sabe? No início de cada livro, há uma avaliação dos seus conhecimentos sobre os principais conteúdos que serão abordados no volume. No final de cada livro você encontrará uma nova avaliação com o objetivo de verificar seu desempenho com relação ao que foi estudado ao longo do ano. Para conhecer seu livro Fo to m on ta ge m d e M ar ce la Pi al ar is si . F ot o: In k D ro p/ Sh ut te rs to ck .c om 01/08/2022 10:04:1401/08/2022 10:04:14 3 04/08/2022 09:20:2904/08/2022 09:20:29 Abertura Além de indicar o início da unidade, a abertura apresenta os objetivos de aprendizagem, importantes para que você compreenda o que será estudado. A imagem e as questões lhe permitem expressar o que você já sabe e o que pensa a respeito do tema em estudo. Time to read A leitura e a compreensão textual são importantes para o seu desenvolvimento e a sua aprendizagem da Língua Inglesa. Organizada em pre-reading, while reading e post-reading, essa seção vai ajudá-lo nesse processo. Time to learn words Nessa seção, você encontrará atividades contextualizadas para expandir seu vocabulário. Time to study the language Essa seção propõe o estudo das estruturas gramaticais da Língua Inglesa. Time to speak É hora de falar! O trabalho com a produção oral acontece por meio de atividades variadas e contextualizadas com o tema da unidade. Time to write Produzir textos escritos exige planejamento, organização e revisão. Por isso, essa seção é estruturada em pre-writing, while writing e post-writing. Time to check É hora de retomar os principais conceitos estudados na unidade e avaliar seu desempenho em uma autoavaliação simples e de fácil compreensão. Time to listen Vamos escutar? Ouvir e compreender textos em inglês parece um desafio, mas a organização das etapas pre-listening, while listening e post-listening vão ajudá-lo a desenvolver e praticar essa habilidade. Keep learning Para complementar seu aprendizado, essa seção contém atividades que abordam os conteúdos estudados nas duas unidades a que ela se refere. • Ler e compreender um cartum. • Conhecer e usar vocabulário sobre tipos de lojas. • Conhecer e usar afixos. • Usar substantivos contáveis e incontáveis. • Indicar quantidades usando quantifiers. • Ouvir e compreender um trecho de podcast. • Conversar sobre consumismo. • Produzir um cartum. Objetivos What I buy Unit 1 ny ke r/ Sh ut te rs to ck .c om 18 eighteen 29/07/2022 15:59:4129/07/2022 15:59:41 Performance Os cegos, do grupo Desvio Coletivo, em Nova York, Estados Unidos, 2014. a. Qual é a crítica da performance representada na imagem? b. Você acha que as pessoas compram coisas de que não necessitam? Justifique sua resposta. c. Em sua opinião, que fatores devem ser consideradosantes de realizarmos uma compra? Responda a. Sugestão de resposta: A performance representa uma crítica ao consumo exagerado, não consciente. b. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes reflitam sobre os hábitos de consumo, como o fato de que, muitas vezes, as pessoas adquirem itens que já têm em quantidade suficiente. c. Sugestão de resposta: É importante refletir sobre o quanto realmente necessitamos fazer determinada aquisição e, não menos importante, analisar se temos condições de arcar com os custos do produto, considerando nosso orçamento. 19nineteen 29/07/2022 15:59:4529/07/2022 15:59:45 01/08/2022 10:04:1501/08/2022 10:04:15 Time to pronounce Keep in mind English in the world List of verbs Keep an eye on... Essa seção aborda o uso da língua inglesa ao redor do mundo, ampliando seus conhecimentos interculturais. Nessa seção, você encontrará uma lista de verbos bastante comuns em língua inglesa. Você poderá consultá-la quando estiver estudando os tempos verbais, para sanar dúvidas sobre a escrita desses verbos ou revisá-los quando necessário. Conversar sobre os temas importantes da atualidade é uma maneira de aprender com os colegas, trocar ideias e refletir sobre o mundo em que vivemos. Esse boxe auxiliará você a relembrar conteúdos que você possa ter estudado em outros momentos. Ao longo do livro, você encontrará definições de palavras, informações adicionais e explicações sobre conteúdos gramaticais que podem auxiliar na leitura e na compreensão dos textos. Esse boxe trabalha aspectos sonoros da língua inglesa, com o objetivo de proporcionar uma reflexão sobre a pronúncia de determinados fonemas da língua. Transcript Nessa seção, você encontrará a transcrição de alguns dos textos orais trabalhados no volume. Essa seção traz indicações de filmes, livros, podcasts, músicas e outros recursos interessantes para você continuar estudando os temas desenvolvidos no volume. Dicas são sempre bem-vindas, não é mesmo? Especialmente as que auxiliam na leitura de textos e na resolução de atividades. Tip Vocabulário Time to reflect Speaking Este ícone indica que a atividade deve ser respondida oralmente. Listening Este ícone indica qual faixa da coletânea de áudios você deverá ouvir para realizar a atividade. 01/08/2022 10:04:1601/08/2022 10:04:16 4 04/08/2022 09:20:2904/08/2022 09:20:29 Abertura Além de indicar o início da unidade, a abertura apresenta os objetivos de aprendizagem, importantes para que você compreenda o que será estudado. A imagem e as questões lhe permitem expressar o que você já sabe e o que pensa a respeito do tema em estudo. Time to read A leitura e a compreensão textual são importantes para o seu desenvolvimento e a sua aprendizagem da Língua Inglesa. Organizada em pre-reading, while reading e post-reading, essa seção vai ajudá-lo nesse processo. Time to learn words Nessa seção, você encontrará atividades contextualizadas para expandir seu vocabulário. Time to study the language Essa seção propõe o estudo das estruturas gramaticais da Língua Inglesa. Time to speak É hora de falar! O trabalho com a produção oral acontece por meio de atividades variadas e contextualizadas com o tema da unidade. Time to write Produzir textos escritos exige planejamento, organização e revisão. Por isso, essa seção é estruturada em pre-writing, while writing e post-writing. Time to check É hora de retomar os principais conceitos estudados na unidade e avaliar seu desempenho em uma autoavaliação simples e de fácil compreensão. Time to listen Vamos escutar? Ouvir e compreender textos em inglês parece um desafio, mas a organização das etapas pre-listening, while listening e post-listening vão ajudá-lo a desenvolver e praticar essa habilidade. Keep learning Para complementar seu aprendizado, essa seção contém atividades que abordam os conteúdos estudados nas duas unidades a que ela se refere. • Ler e compreender um cartum. • Conhecer e usar vocabulário sobre tipos de lojas. • Conhecer e usar afixos. • Usar substantivos contáveis e incontáveis. • Indicar quantidades usando quantifiers. • Ouvir e compreender um trecho de podcast. • Conversar sobre consumismo. • Produzir um cartum. Objetivos What I buy Unit 1 ny ke r/ Sh ut te rs to ck .c om 18 eighteen 29/07/2022 15:59:4129/07/2022 15:59:41 Performance Os cegos, do grupo Desvio Coletivo, em Nova York, Estados Unidos, 2014. a. Qual é a crítica da performance representada na imagem? b. Você acha que as pessoas compram coisas de que não necessitam? Justifique sua resposta. c. Em sua opinião, que fatores devem ser considerados antes de realizarmos uma compra? Responda a. Sugestão de resposta: A performance representa uma crítica ao consumo exagerado, não consciente. b. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes reflitam sobre os hábitos de consumo, como o fato de que, muitas vezes, as pessoas adquirem itens que já têm em quantidade suficiente. c. Sugestão de resposta: É importante refletir sobre o quanto realmente necessitamos fazer determinada aquisição e, não menos importante, analisar se temos condições de arcar com os custos do produto, considerando nosso orçamento. 19nineteen 29/07/2022 15:59:4529/07/2022 15:59:45 01/08/2022 10:04:1501/08/2022 10:04:15 Time to pronounce Keep in mind English in the world List of verbs Keep an eye on... Essa seção aborda o uso da língua inglesa ao redor do mundo, ampliando seus conhecimentos interculturais. Nessa seção, você encontrará uma lista de verbos bastante comuns em língua inglesa. Você poderá consultá-la quando estiver estudando os tempos verbais, para sanar dúvidas sobre a escrita desses verbos ou revisá-los quando necessário. Conversar sobre os temas importantes da atualidade é uma maneira de aprender com os colegas, trocar ideias e refletir sobre o mundo em que vivemos. Esse boxe auxiliará você a relembrar conteúdos que você possa ter estudado em outros momentos. Ao longo do livro, você encontrará definições de palavras, informações adicionais e explicações sobre conteúdos gramaticais que podem auxiliar na leitura e na compreensão dos textos. Esse boxe trabalha aspectos sonoros da língua inglesa, com o objetivo de proporcionar uma reflexão sobre a pronúncia de determinados fonemas da língua. Transcript Nessa seção, você encontrará a transcrição de alguns dos textos orais trabalhados no volume. Essa seção traz indicações de filmes, livros, podcasts, músicas e outros recursos interessantes para você continuar estudando os temas desenvolvidos no volume. Dicas são sempre bem-vindas, não é mesmo? Especialmente as que auxiliam na leitura de textos e na resolução de atividades. Tip Vocabulário Time to reflect Speaking Este ícone indica que a atividade deve ser respondida oralmente. Listening Este ícone indica qual faixa da coletânea de áudios você deverá ouvir para realizar a atividade. 01/08/2022 10:04:1601/08/2022 10:04:16 5 04/08/2022 09:20:2904/08/2022 09:20:29 Unit 1 What I buy ..........................18 Time to read ..............................20 Cartoon Time to reflect .................................... 23 Time to learn words ........24 Kinds of stores ............................. 24 Affixes .............................................. 27 Time to study the language ..........................................30 Countable and uncountable nouns ................... 30 Quantifiers ..................................... 33 Time to listen ...........................35 Podcast Time to speak ...........................36 Talking about consumerism Time to write ............................37 Cartoon Time to check ...........................39 Unit 2 What I wear ....................40 Time to read ..............................42 Tutorial Time to learn words ........46 Clothes ..............................................46 Affixes .............................................. 50 Time to study the language ..........................................52 Relative pronouns ..................... 52 Time to listen ...........................55 Tutorial Time to speak ...........................56 Recording a tutorial Time to check ...........................57 Keep learning ...........................58 Get on board ...................................10 Learning through movies ......10 How to avoid misunderstandings .....................13 What I know ....................................16 Content 29/07/2022 17:33:4429/07/2022 17:33:44 Unit 3 Entertainment .........62 Time to read ..............................64 Interview Time to learn words ........68 Kinds of entertainment........... 68 Adjectives ....................................... 70 Time to study the language ..........................................73 Comparatives ............................... 73 Time to listen ...........................78 Lecture Time to speak ...........................79 Interviewing a classmate Time to reflect .................................... 80 Time to check ...........................81 Unit 4 Art ............................................................82 Time to read ..............................84 Quiz Time to learn words ........87 Works of art .................................. 87 Adjectives ....................................... 90 Time to study the language ..........................................92 Superlatives .................................. 92 Time to listen ...........................97 TV show Time to speak ...........................98 Presenting a work of art Time to write ............................99 Quiz Time to check ........................101 Keep learning ........................102 29/07/2022 17:33:4429/07/2022 17:33:44 6 04/08/2022 09:20:3004/08/2022 09:20:30 Unit 1 What I buy ..........................18 Time to read ..............................20 Cartoon Time to reflect .................................... 23 Time to learn words ........24 Kinds of stores ............................. 24 Affixes .............................................. 27 Time to study the language ..........................................30 Countable and uncountable nouns ................... 30 Quantifiers ..................................... 33 Time to listen ...........................35 Podcast Time to speak ...........................36 Talking about consumerism Time to write ............................37 Cartoon Time to check ...........................39 Unit 2 What I wear ....................40 Time to read ..............................42 Tutorial Time to learn words ........46 Clothes .............................................. 46 Affixes .............................................. 50 Time to study the language ..........................................52 Relative pronouns ..................... 52 Time to listen ...........................55 Tutorial Time to speak ...........................56 Recording a tutorial Time to check ...........................57 Keep learning ...........................58 Get on board ...................................10 Learning through movies ......10 How to avoid misunderstandings .....................13 What I know ....................................16 Content 29/07/2022 17:33:4429/07/2022 17:33:44 Unit 3 Entertainment .........62 Time to read ..............................64 Interview Time to learn words ........68 Kinds of entertainment........... 68 Adjectives ....................................... 70 Time to study the language ..........................................73 Comparatives ............................... 73 Time to listen ...........................78 Lecture Time to speak ...........................79 Interviewing a classmate Time to reflect .................................... 80 Time to check ...........................81 Unit 4 Art ............................................................82 Time to read ..............................84 Quiz Time to learn words ........87 Works of art .................................. 87 Adjectives ....................................... 90 Time to study the language ..........................................92 Superlatives .................................. 92 Time to listen ...........................97 TV show Time to speak ...........................98 Presenting a work of art Time to write ............................99 Quiz Time to check ........................101 Keep learning ........................102 29/07/2022 17:33:4429/07/2022 17:33:44 7 04/08/2022 09:20:3004/08/2022 09:20:30 Unit 5 The environment ...........106 Time to read ...........................108 News article Time to learn words .....112 Environmental issues ............112 Time to study the language .......................................117 Indefinite pronouns ................117 Time to listen ........................121 Speech Time to write .........................122 News article Time to speak ........................124 Recording a newscast Time to check ........................125 Unit 6 A more sustainable life ....126 Time to read ...........................128 Comic strip Time to learn words .....132 Sustainable actions .................132 Time to study the language .......................................136 Reflexive pronouns .................136 Time to listen ........................140 Information about recycling Time to speak ........................141 Presenting a sustainable action Time to reflect ..................................142 Time to check ........................143 Keep learning ........................144 29/07/2022 17:33:4529/07/2022 17:33:45 Unit 7 Future and technology .....................148 Time to read ...........................150 Short story Time to learn words .....155 Gadgets .........................................155 Time to study the language .......................................160 Future • will ................................160 Time to listen ........................165 Information about laws of robotics Time to speak ........................166 Expressing future predictions Time to check ........................167 Unit 8 Future plans .............168 Time to read ...........................170 Blog post Time to learn words .....174 Plans for the future .................174 Time to study the language .......................................178 Future • going to ..............................178 Future • present continuous ...181 Time to listen ........................183 Podcast Time to speak ........................184 Presenting future plans Time to write .........................185 Blog post Time to reflect ..................................187 Time to check ........................188 Keep learning ........................189 What I know .................................193 English in the world ..........197 Keep an eye on ..........................201 List of verbs .................................203 Transcript .......................................204 Commented bibliographic references .......................................208 29/07/2022 17:33:4529/07/2022 17:33:45 8 04/08/2022 09:20:3004/08/2022 09:20:30 Unit 5 The environment ...........106 Time to read ...........................108 News article Time to learn words .....112 Environmental issues ............112 Time to study the language .......................................117 Indefinite pronouns ................117 Time to listen ........................121 Speech Time to write .........................122 News article Time to speak ........................124 Recording a newscast Time to check ........................125 Unit 6 A more sustainable life ....126 Time to read ...........................128 Comicstrip Time to learn words .....132 Sustainable actions .................132 Time to study the language .......................................136 Reflexive pronouns .................136 Time to listen ........................140 Information about recycling Time to speak ........................141 Presenting a sustainable action Time to reflect ..................................142 Time to check ........................143 Keep learning ........................144 29/07/2022 17:33:4529/07/2022 17:33:45 Unit 7 Future and technology .....................148 Time to read ...........................150 Short story Time to learn words .....155 Gadgets .........................................155 Time to study the language .......................................160 Future • will ................................160 Time to listen ........................165 Information about laws of robotics Time to speak ........................166 Expressing future predictions Time to check ........................167 Unit 8 Future plans .............168 Time to read ...........................170 Blog post Time to learn words .....174 Plans for the future .................174 Time to study the language .......................................178 Future • going to ..............................178 Future • present continuous ...181 Time to listen ........................183 Podcast Time to speak ........................184 Presenting future plans Time to write .........................185 Blog post Time to reflect ..................................187 Time to check ........................188 Keep learning ........................189 What I know .................................193 English in the world ..........197 Keep an eye on ..........................201 List of verbs .................................203 Transcript .......................................204 Commented bibliographic references .......................................208 29/07/2022 17:33:4529/07/2022 17:33:45 9 04/08/2022 09:20:3004/08/2022 09:20:30 Get on board In this section, you are going to study the language related to movies. Also, you are going to be aware of how cultural differences can affect communication and how to avoid miscommunication. Learning through movies 1. Read and repeat the following words out loud. A. G. B. H. C. I. action musical animation romance comedy D. E. F. documentary drama horror sci-fi Co lo r Fo rc e/ 20 th C en tu ry F ox St ud io Ca na l/U ni ve rs al P ic tu re s Áf ric a Fi lm es /P an do ra F ilm es O ny x Fi lm s/ Pa ra m ou nt Bl oc k 2 Pi ct ur es /B at ra x En te rta in m en t So ny P ic tu re s An im at io n/ So ny Pi ct ur es B ra si l Su m m it En te rt ai nm en t/ Pa ris F ilm es Su m m it En te rt ai nm en t/P ar is Fi lm es La va B ea r Fi lm s/ Pa ra m ou nt P ic tu re s 10 ten 29/07/2022 15:51:0429/07/2022 15:51:04 Around the world in 80 days (Volta ao mundo em 80 dias, em português) é um filme baseado no livro do escritor francês Júlio Verne (1828-1905). Na história, o nobre inglês Phileas Fogg aposta com alguns colegas que ele consegue dar a volta no planeta em exatamente 80 dias. Com a companhia de Jean Passepartout, ele tenta cumprir seu objetivo, vivendo aventuras em todos os continentes. 2. Talk to your classmates and teacher about the following questions. a. What are the main characteristics of these movies genres? b. What is your favorite movie genre? Why? 3. In your notebook, write down the sentences that you consider true about movies and learning English. a. Watching movies in English is a fun way to appreciate art. b. Watching movies in English with subtitles in English helps to learn new words and how they are written. c. Watching movies in English without subtitles helps to improve listening skills. d. Watching movies in English about other countries is a way to learn about their culture. 4. Analyze the movie cover and answer the questions in your notebook. What genre is this movie?A. What elements from the story are represented in the cover? B. This movie was based on a book. What other movies based on books do you know? C. What do you notice when books are adapted for the cinema? D. 2. a. Sugestão de resposta: An action movie has fight scenes; an animation has computer-generated characters; a comedy has jokes; a documentary shows facts about a Resposta pessoal. Os estudantes podem mencionar que gostam de determinado gênero pelos sentimentos que ele causa ou por características de personagens comuns ao gênero. Resposta pessoal. Possíveis respostas: Adventure; comedy. Resposta: The characters and the places where the story happens. 4. c. Resposta pessoal. Os estudantes podem citar Harry Potter, O Senhor dos Anéis, A culpa é das estrelas, Extraordinário, entre outros. 4. d. Resposta pessoal. Os estudantes podem dizer que as descrições nos livros de personagens e locais podem ser longas enquanto que inexistem no filme, pois é possível observar tais características, ou que cenas podem ser cortadas ou alteradas. relevant topic; a drama has a dilemma to be solved; a horror movie has monsters or scary scenes; a musical has actors singing and dancing; a romance has love scenes; a sci-fi movie has a futuristic story, involving science and technology. W al de n M ed ia /W al t D is ne y Pi ct ur es 11eleven 29/07/2022 15:51:0529/07/2022 15:51:05 Objetivos • Conhecer vocabulário em língua inglesa relacionado a filmes. • Refletir a respeito de dife- renças culturais na comuni- cação, com o objetivo de evi- tar falhas de comunicação. Orientações • Ao longo desta seção são desenvolvidas a competên- cia geral 3 e a competência específica de Linguagens 5 ao engajar o estudante na valorização de manifestações artísticas e culturais, como o cinema, reconhecendo-o co- mo forma de expressar sua cultura e identidade. Esse tra- balho proporciona o contato com elementos das culturas juvenis. • Para iniciar a atividade 1, peça aos estudantes que analisem as imagens e falem se conhecem algum dos fil- mes apresentados. Em caso positivo, peça-lhes que com- partilhem o que sabem sobre eles, se gostaram ou não, en- tre outras informações que souberem. • A seguir, confira informa- ções sobre filmes trabalha- dos na atividade. ભ A. The grandmaster, de Wong Kar-Wai, 2013. 130 min. ભ B. The Little Prince, de Mark Osborne, 2015. 110 min. ભ C. Diary of a wimpy kid: the long haul, de David Bowers, 2017. 91 min. ભ D. Senna, de Asif Kapadia, 2010. 106 min. ભ E. Que horas ela volta?, de Anna Muylaert, 2015. 112 min. • Ao longo das orienta- ções apresentadas neste manual, você encontrará indicações como esta: EF08LI01. Esse código está relacionado às ha- bilidades da BNCC. As indicações A1 e A2, por sua vez, referem-se aos níveis do CEFR. Alguns descritores desses níveis são desenvolvidos nas unidades. ભ F. Goosebumps, de Rob Letterman, 2015. 103 min. ભ G. La La Land, de Damien Chazelle, 2016. 128 min. ભ H. Letters to Juliet, de Gary Winick, 2010. 105 min. ભ I. Arrival, de Denis Villeneuve, 2016. 116 min. • Se considerar oportuno, explique aos estudantes que o termo movie é mais usado no inglês ame- ricano; já no inglês britânico, é mais comum film. Atividade • Por meio de uma votação, proponha aos estu- dantes que escolham um dos filmes apresentados na página para assistir em sala de aula. Providencie a reprodução do filme para a turma e, depois, soli- cite aos estudantes que escrevam, em inglês, suas impressões sobre ele. Ao final, peça a voluntários que compartilhem o que escreveram e discutam suas opiniões com os colegas. 10 04/08/2022 09:20:3104/08/2022 09:20:31 Get on board In this section, you are going to study the language related to movies. Also, you are going to be awareof how cultural differences can affect communication and how to avoid miscommunication. Learning through movies 1. Read and repeat the following words out loud. A. G. B. H. C. I. action musical animation romance comedy D. E. F. documentary drama horror sci-fi Co lo r Fo rc e/ 20 th C en tu ry F ox St ud io Ca na l/U ni ve rs al P ic tu re s Áf ric a Fi lm es /P an do ra F ilm es O ny x Fi lm s/ Pa ra m ou nt Bl oc k 2 Pi ct ur es /B at ra x En te rta in m en t So ny P ic tu re s An im at io n/ So ny Pi ct ur es B ra si l Su m m it En te rt ai nm en t/ Pa ris F ilm es Su m m it En te rt ai nm en t/P ar is Fi lm es La va B ea r Fi lm s/ Pa ra m ou nt P ic tu re s 10 ten 29/07/2022 15:51:0429/07/2022 15:51:04 Around the world in 80 days (Volta ao mundo em 80 dias, em português) é um filme baseado no livro do escritor francês Júlio Verne (1828-1905). Na história, o nobre inglês Phileas Fogg aposta com alguns colegas que ele consegue dar a volta no planeta em exatamente 80 dias. Com a companhia de Jean Passepartout, ele tenta cumprir seu objetivo, vivendo aventuras em todos os continentes. 2. Talk to your classmates and teacher about the following questions. a. What are the main characteristics of these movies genres? b. What is your favorite movie genre? Why? 3. In your notebook, write down the sentences that you consider true about movies and learning English. a. Watching movies in English is a fun way to appreciate art. b. Watching movies in English with subtitles in English helps to learn new words and how they are written. c. Watching movies in English without subtitles helps to improve listening skills. d. Watching movies in English about other countries is a way to learn about their culture. 4. Analyze the movie cover and answer the questions in your notebook. What genre is this movie?A. What elements from the story are represented in the cover? B. This movie was based on a book. What other movies based on books do you know? C. What do you notice when books are adapted for the cinema? D. 2. a. Sugestão de resposta: An action movie has fight scenes; an animation has computer-generated characters; a comedy has jokes; a documentary shows facts about a Resposta pessoal. Os estudantes podem mencionar que gostam de determinado gênero pelos sentimentos que ele causa ou por características de personagens comuns ao gênero. Resposta pessoal. Possíveis respostas: Adventure; comedy. Resposta: The characters and the places where the story happens. 4. c. Resposta pessoal. Os estudantes podem citar Harry Potter, O Senhor dos Anéis, A culpa é das estrelas, Extraordinário, entre outros. 4. d. Resposta pessoal. Os estudantes podem dizer que as descrições nos livros de personagens e locais podem ser longas enquanto que inexistem no filme, pois é possível observar tais características, ou que cenas podem ser cortadas ou alteradas. relevant topic; a drama has a dilemma to be solved; a horror movie has monsters or scary scenes; a musical has actors singing and dancing; a romance has love scenes; a sci-fi movie has a futuristic story, involving science and technology. W al de n M ed ia /W al t D is ne y Pi ct ur es 11eleven 29/07/2022 15:51:0529/07/2022 15:51:05 • Para a atividade 2, retome a discussão da atividade an- terior, em que os estudantes compartilharam suas infor- mações a respeito dos filmes apresentados. Caso respon- dam que não conhecem ou não tenham assistido aos fil- mes, pergunte se gostariam de assisti-los e peça-lhes que justifiquem suas respostas. Se necessário, proponha que seja feita uma pesquisa a res- peito dos títulos apresenta- dos, para que conheçam um pouco sobre eles. Ao discutir o tema proposto, os estu- dantes vão desenvolver, par- cialmente, aspectos do nível A2 ao descrever narrativas curtas utilizando expressões relacionadas a situações e temas familiares. Além dis- so, essa atividade permite o desenvolvimento da compe- tência específica de Língua Inglesa 6, pois os estudantes serão levados a discutir e co- nhecer produtos artístico-cul- turais em língua inglesa. • Na atividade 3, pergunte aos estudantes se ao assistir a filmes estrangeiros prefe- rem a versão dublada ou a legendada e peça-lhes que justifiquem os motivos de tal preferência. Durante essa conversa, incentive-os a as- sistir a filmes em inglês, a fim de aprimorar as habilidades mencionadas nas alternati- vas. Essa atividade permite aos estudantes que desen- volvam a competência espe- cífica de Língua Inglesa 2 ao levá-los a se comunicar em língua inglesa, reconhecendo os filmes como possibilida- des para mais aprendizagem de inglês. • Na atividade 4, no momento da correção, explique que os filmes podem se enquadrar em mais de um gênero. Apro- veite pra expandir a discussão e pergunte-lhes quais outros filmes baseados em livros eles conhecem (Duna, As crôni- cas de Nárnia, Harry Potter, Extraordinário, O senhor dos anéis, Coraline, Jogos vorazes etc.). Ao final, peça a um volun- tário que leia o boxe em voz alta, enquanto todos acompanham a leitura silencio- samente. Em seguida, pergunte aos estudantes se esse seria um bom filme para assistir a fim de prati- car/estudar inglês e por quê. 11 04/08/2022 09:20:3104/08/2022 09:20:31 5. Read a chapter of the book Around the world in 80 days. 1. Phileas Fogg, a man of few words and many mysteries On October 2, 1872, Phileas Fogg lived at Nº. 7 Saville row, London. He was a man of few words and his life was a perfect routine. His every move was made according to the hands of a clock. Everything had to be done with precision. Not one second more or one second less. Such rigorousness cost his servant dearly after preparing his master’s shaving lotion one day. He had heated the water to 29 degrees instead of 30 degrees. He was dismissed because of that, and substituted on the same day by a young Frenchman called Jean Passepartout. In the midst of such precision, Phileas Fogg’s life was, however, a mystery to all. Was he rich? Undoubtedly. Yet, how had he made his fortune? No one knew. Had he travelled a lot? It was likely, for he knew maps better than anyone. But where did he travel to? It was impossible to say. Did he have friends and family? No one had ever heard of them. He was a member of the Reform Club. That was all. As usual, Phileas Fogg left his house when Big Ben struck 11:30. After walking down the same path, putting his right foot before his left foot five hundred and seventy-five times, and his left foot before his right foot five hundred and seventy-six times, the mysterious gentleman arrived at the Reform Club. His daily routine followed the same ritual: he sat at the same table, ordered the same dish, and finished his meal at exactly 12:47 pm. Then, he went to the large hall and read two newspapers until it was dinner time. Finally, still in the same hall, at 5:40 pm, he started to read the third newspaper of the day. Phileas Fogg seemed to be chained to his pocket watch. Or perhaps time never let him go. Nevertheless, an unexpected event could put his orderly life at risk… […] VERNE, Jules. Around the world in 80 days. Adaptation: Beto Junqueira. Illustrations: Danilo Tanaka. Itapira: Estrela Cultural, 2021. p. 5-6. Now talk to your classmates and teacher about the following questions. a. How is Phileas Fogg described in this chapter? b. Where did he use to go every day? What did he do there? c. While you were reading the text, could you imagine this scene in the movie? In your opinion, how would it be? Resposta: As a man of few words, who does things with precision; a rich and mysterious man. 5. b. Resposta: He used to go to the Reform Club. He used to have lunch, dinner and read newspapers there. Resposta pessoal. 12 twelve 29/07/2022 15:51:0529/07/2022 15:51:05 1.In your notebook, match the following pictures to the explanations. A comunicação vai além da linguagem verbal, e, por isso, conhecer os significados de gestos em diferentes culturas pode facilitar as interações. Da mesma forma, gestos usados de forma inadequada podem causar desentendimentos. How to avoid misunderstandings 2. Do you know other gestures with different meanings in other cultures? In Brazil, people use the fingers crossed gesture to wish good luck. However, in Vietnam, this is considered a very vulgar and rude gesture. 1. In Brazil, this gesture means “come here”. But, in the Philippines, it is considered rude and should not be used with people. 2. In some Asian countries, such as Japan and Korea, people bow when they greet each other to show respect, especially to older people. 3. In Brazil, the thumbs up gesture expresses approval. However, in Iran and Iraq, it is considered a serious insult and must not be used. 4. A. C. B. D. Resposta: A – 2; B – 3; C – 1; D – 4. Resposta pessoal. Professor, incentive os estudantes a demonstrar qual é o gesto e a explicar o significado dele em diferentes países. As ie r Ro m er o/ Sh ut te rs to ck .c om Je nn ife r La m / Sh ut te rs to ck .c om Pr os to ck -s tu di o/ Sh ut te rs to ck .c om Kr ak en im ag es / Sh ut te rs to ck .c om 13thirteen 29/07/2022 15:51:0529/07/2022 15:51:05 • Na atividade 5, os estudan- tes vão desenvolver a habi- lidade EF08LI06 ao ler e in- terpretar um trecho do livro Around the world in 80 days, de Júlio Verne, sendo incenti- vados a apreciar textos narra- tivos na língua inglesa. Inicie orientando-os a ler o texto individualmente de forma si- lenciosa. Após essa primeira leitura, peça que comparti- lhem a ideia geral do texto. Então, solicite a voluntários que leiam em voz alta para a turma. Ao final da leitura, incentive-os a ler o livro, pa- ra que conheçam a história completa. Para a realização da atividade, proponha à tur- ma que, primeiro, discuta as perguntas em duplas. Nesse momento, aproveite para unir estudantes com diferen- tes tipos de conhecimento e habilidades, para que ocorra a troca de experiências. Dê um tempo para essa etapa e depois faça a discussão com toda a turma, pedindo a vo- luntários que compartilhem o que foi conversado em du- pla. Nesse momento, oriente os estudantes a conferir a capa do filme na atividade anterior e a tentar identificar nela os personagens men- cionados, incentivando-os a fazer inferências acerca de outros elementos citados no trecho do texto. Além disso, instigue-os a mencionar o que acham que é o “Reform Club” e como imaginam que a história continuará. É pos- sível que alguns estudantes já conheçam o livro ou o fil- me, dessa forma, peça àque- les que o desconhecem para levantar suas hipóteses, e, ao final, os que conhecem poderão confirmá-las ou re- futá-las. 12 04/08/2022 09:20:3104/08/2022 09:20:31 5. Read a chapter of the book Around the world in 80 days. 1. Phileas Fogg, a man of few words and many mysteries On October 2, 1872, Phileas Fogg lived at Nº. 7 Saville row, London. He was a man of few words and his life was a perfect routine. His every move was made according to the hands of a clock. Everything had to be done with precision. Not one second more or one second less. Such rigorousness cost his servant dearly after preparing his master’s shaving lotion one day. He had heated the water to 29 degrees instead of 30 degrees. He was dismissed because of that, and substituted on the same day by a young Frenchman called Jean Passepartout. In the midst of such precision, Phileas Fogg’s life was, however, a mystery to all. Was he rich? Undoubtedly. Yet, how had he made his fortune? No one knew. Had he travelled a lot? It was likely, for he knew maps better than anyone. But where did he travel to? It was impossible to say. Did he have friends and family? No one had ever heard of them. He was a member of the Reform Club. That was all. As usual, Phileas Fogg left his house when Big Ben struck 11:30. After walking down the same path, putting his right foot before his left foot five hundred and seventy-five times, and his left foot before his right foot five hundred and seventy-six times, the mysterious gentleman arrived at the Reform Club. His daily routine followed the same ritual: he sat at the same table, ordered the same dish, and finished his meal at exactly 12:47 pm. Then, he went to the large hall and read two newspapers until it was dinner time. Finally, still in the same hall, at 5:40 pm, he started to read the third newspaper of the day. Phileas Fogg seemed to be chained to his pocket watch. Or perhaps time never let him go. Nevertheless, an unexpected event could put his orderly life at risk… […] VERNE, Jules. Around the world in 80 days. Adaptation: Beto Junqueira. Illustrations: Danilo Tanaka. Itapira: Estrela Cultural, 2021. p. 5-6. Now talk to your classmates and teacher about the following questions. a. How is Phileas Fogg described in this chapter? b. Where did he use to go every day? What did he do there? c. While you were reading the text, could you imagine this scene in the movie? In your opinion, how would it be? Resposta: As a man of few words, who does things with precision; a rich and mysterious man. 5. b. Resposta: He used to go to the Reform Club. He used to have lunch, dinner and read newspapers there. Resposta pessoal. 12 twelve 29/07/2022 15:51:0529/07/2022 15:51:05 1. In your notebook, match the following pictures to the explanations. A comunicação vai além da linguagem verbal, e, por isso, conhecer os significados de gestos em diferentes culturas pode facilitar as interações. Da mesma forma, gestos usados de forma inadequada podem causar desentendimentos. How to avoid misunderstandings 2. Do you know other gestures with different meanings in other cultures? In Brazil, people use the fingers crossed gesture to wish good luck. However, in Vietnam, this is considered a very vulgar and rude gesture. 1. In Brazil, this gesture means “come here”. But, in the Philippines, it is considered rude and should not be used with people. 2. In some Asian countries, such as Japan and Korea, people bow when they greet each other to show respect, especially to older people. 3. In Brazil, the thumbs up gesture expresses approval. However, in Iran and Iraq, it is considered a serious insult and must not be used. 4. A. C. B. D. Resposta: A – 2; B – 3; C – 1; D – 4. Resposta pessoal. Professor, incentive os estudantes a demonstrar qual é o gesto e a explicar o significado dele em diferentes países. As ie r Ro m er o/ Sh ut te rs to ck .c om Je nn ife r La m / Sh ut te rs to ck .c om Pr os to ck -s tu di o/ Sh ut te rs to ck .c om Kr ak en im ag es / Sh ut te rs to ck .c om 13thirteen 29/07/2022 15:51:0529/07/2022 15:51:05 Orientações • Ao longo das atividades desta subseção, os estudan- tes desenvolvem as habili- dades EF08LI01, EF08LI19 e EF08LI20, pois são levados a utilizar a língua inglesa pa- ra resolver mal-entendidos, emitir opiniões e esclarecer informações, refletindo co- mo aspectos culturais in- fluenciam na comunicação. • Antes de iniciar a atividade, escreva o verbo to understand na lousa e pergunte aos es- tudantes o que ele significa. Em seguida, oriente-os a ler o subtítulo How to avoid misunderstandings e pergunte se identificam o substantivo understanding, que está rela- cionado ao verbo understand. Explique, então, que ao adi- cionar o prefixo mis- à pala- vra, expressa-se a ideia de erro ou equívoco. Portanto, understanding (entendimen- to, compreensão) torna-se misunderstanding (mal-en- tendido, incompreensão). • Na atividade 1, oriente os estudantes a analisar as ima- gens e descrever as situações representadas em cada uma delas. Pergunte se conhecem os gestos expressosnelas e questione se costumam uti- lizá-los e em quais situações. Então, peça a voluntários que leiam os itens para a turma, verifique se há dúvidas quan- to ao vocabulário e, em segui- da, peça-lhes que respondam à atividade no caderno. No momento da correção, per- gunte aos estudantes se co- nhecem o nome em inglês pa- ra os gestos representados e, se necessário, fale para eles: A. Beckon; B. Bow; C. Fingers crossed; D. Thumbs up. • Na atividade 2, solicite a um voluntário que leia o boxe complementar para a turma. Então, ao discutir a atividade, lembre-os de evi- tar gestos ofensivos. Caso os estudantes não conheçam gestos e seus significados em outras culturas, compar- tilhe com eles as informa- ções a seguir. ભ O V com os dedos indicador e médio, que no Bra- sil significa vitória ou paz e amor, no Reino Unido, Nova Zelândia, Austrália e Irlanda, é utilizado como insulto, especialmente se mostrar o lado de fora da mão em vez da palma. ભ Na Grécia, o gesto de pare com a palma da mão estendida, com todos os dedos abertos para cima, significa que você está mandando a pessoa para o inferno. ભ Tocar a cabeça de alguém é considerado uma falta de respeito em alguns países asiáticos, pois na cultura budista, muito presente na Tailândia e no Siri Lanka, por exemplo, essa parte do corpo é considerada sagrada. 13 04/08/2022 09:20:3104/08/2022 09:20:31 Time to pronounce Now talk to your classmates and teacher about these questions. a. What can you notice about the spelling and pronunciation of these words? b. What might happen when these words are mispronounced? 4. In your notebook, write down the following sentences completing them with a word from the previous activity. a. There are four ■ in my house: my father and three brothers. b. ■! Right over there, at the top of the building, it is a cat. c. I want to travel next year so I need to ■ some money. d. I always greet my friends with a kiss on the ■. Ao falar inglês, é necessário atenção à pronuncia das palavras para evitar possíveis incompreensões. 3. Read the following pairs of words out loud. 1. Listen and repeat the following pairs of words out loud. track 1 2. Pair up with a classmate and tell each other four words from the previous activity. In your notebook, write down the words you hear. Then, check these words with your classmate. /ɪ/ /i:/ /æ/ /e/ sit seat bad bed fit feet and end /Əʊ/ /aʊ/ /e/ /eɪ/ know now get gate load loud test taste luck • lookcheek • checkmen • meansave • safe Resposta esperada: The spelling is similar, but the pronunciation is different. Resposta esperada: There might be misunderstandings in the conversation. Resposta: Men. Resposta: Look. Resposta: Save. Resposta: Cheek. Resposta pessoal. Professor, verifique com os estudantes se houve alguma incompreensão no momento do ditado, ou ao verificar as palavras escritas, e se eles tomaram alguma atitude para resolvê-la, como pedir ao colega para repetir a palavra ou confirmar se a palavra que ouviu foi a que o colega disse. 14 fourteen 03/08/2022 09:15:2103/08/2022 09:15:21 5. In your notebook, match the following words to the pictures. Falsos cognatos, também chamados de falsos amigos, são palavras com grafias ou pronúncias parecidas, mas com significados diferentes em duas línguas. Os falsos cognatos podem causar mal-entendidos ao ler um texto ou em uma conversa, por isso é importante conhecê-los e atentar a eles. 6. Talk to your classmates and teacher about the following questions. a. Are these words similar to which words in Portuguese? b. Is the meaning of these words the same or different from the words they look like in Portuguese? Pesquise o significado das palavras no dicionário. Tip balconyA. fabricE. cartonB. jarF. collarC. costumeD. lunchG. pastaH. 1. 4. 7. 2. 5. 8. 3. 6. Resposta: A – 3; B – 8; C – 7; D – 2; E – 4; F – 6; G – 1; H – 5. Resposta esperada: They are similar to balcão, cartão, colar, costume, fábrica, jarra, lanche e pasta. a perceber as diferenças. Por exemplo, o significado de balcony é sacada, já balcão (a palavra em português similar à balcony) é counter em inglês. Resposta: They are different. Professor, auxilie os estudantes Ca ci o M ur ilo / Sh ut te rs to ck .c om Pa ve l L P ho to a nd V id eo / Sh ut te rs to ck .c om G ra nd W ar sz aw sk i/ Sh ut te rs to ck .c om St as W al en ga / Sh ut te rs to ck .c om Al es si o O rr u/ Sh ut te rs to ck .c om am i m at ar aj / Sh ut te rs to ck .c om M yn am ei sl is en ok / Sh ut te rs to ck .c om Ily a St ud io / Sh ut te rs to ck .c om 15fifteen 29/07/2022 15:51:0829/07/2022 15:51:08 • Na atividade 3, leia as pa- lavras para a turma e peça aos estudantes que repitam. Leve-os a compreender que as palavras possuem escrita semelhante, mas pronúncia e significados diferentes. In- centive-os a identificar quais sons são diferentes entre os pares, por exemplo, /v/ e /f/ em save e safe, e /e/ e /iː/ em men e mean. • Antes de iniciar a ativida- de 4, oriente os estudantes a consultar o dicionário para que pesquisem o significado das palavras. • Nas atividades 1 e 2 do bo- xe Time to pronounce, expli- que que as palavras do qua- dro são exemplos de minimal pairs, ou seja, duas palavras que apresentam somente um som (de vogal) diferente entre elas. Explique que os símbolos do quadro repre- sentam os sons da língua in- glesa e são parte do Alfabeto Fonético Internacional (IPA). Se possível, leve uma cópia do alfabeto fonético inter- nacional de inglês e mostre para os estudantes. Explique que, geralmente, a letra i pro- duz o som representado pelo símbolo /ɪ/, que soa similar ao nosso ê em português; já o símbolo /i:/ indica um som de i mais alongado. O som representado pelo símbolo /əʊ/ produz um ou, como nas palavras know e blow; já o símbolo /aʊ/ produz au, co- mo na palavra now. 14 04/08/2022 09:20:3204/08/2022 09:20:32 Time to pronounce Now talk to your classmates and teacher about these questions. a. What can you notice about the spelling and pronunciation of these words? b. What might happen when these words are mispronounced? 4. In your notebook, write down the following sentences completing them with a word from the previous activity. a. There are four ■ in my house: my father and three brothers. b. ■! Right over there, at the top of the building, it is a cat. c. I want to travel next year so I need to ■ some money. d. I always greet my friends with a kiss on the ■. Ao falar inglês, é necessário atenção à pronuncia das palavras para evitar possíveis incompreensões. 3. Read the following pairs of words out loud. 1. Listen and repeat the following pairs of words out loud. track 1 2. Pair up with a classmate and tell each other four words from the previous activity. In your notebook, write down the words you hear. Then, check these words with your classmate. /ɪ/ /i:/ /æ/ /e/ sit seat bad bed fit feet and end /Əʊ/ /aʊ/ /e/ /eɪ/ know now get gate load loud test taste luck • lookcheek • checkmen • meansave • safe Resposta esperada: The spelling is similar, but the pronunciation is different. Resposta esperada: There might be misunderstandings in the conversation. Resposta: Men. Resposta: Look. Resposta: Save. Resposta: Cheek. Resposta pessoal. Professor, verifique com os estudantes se houve alguma incompreensão no momento do ditado, ou ao verificar as palavras escritas, e se eles tomaram alguma atitude para resolvê-la, como pedir ao colega para repetir a palavra ou confirmar se a palavra que ouviu foi a que o colega disse. 14 fourteen 03/08/2022 09:15:2103/08/2022 09:15:21 5. In your notebook, match the following words to the pictures. Falsos cognatos, também chamados de falsos amigos, são palavras com grafias ou pronúncias parecidas, mas com significados diferentes em duas línguas. Os falsos cognatospodem causar mal-entendidos ao ler um texto ou em uma conversa, por isso é importante conhecê-los e atentar a eles. 6. Talk to your classmates and teacher about the following questions. a. Are these words similar to which words in Portuguese? b. Is the meaning of these words the same or different from the words they look like in Portuguese? Pesquise o significado das palavras no dicionário. Tip balconyA. fabricE. cartonB. jarF. collarC. costumeD. lunchG. pastaH. 1. 4. 7. 2. 5. 8. 3. 6. Resposta: A – 3; B – 8; C – 7; D – 2; E – 4; F – 6; G – 1; H – 5. Resposta esperada: They are similar to balcão, cartão, colar, costume, fábrica, jarra, lanche e pasta. a perceber as diferenças. Por exemplo, o significado de balcony é sacada, já balcão (a palavra em português similar à balcony) é counter em inglês. Resposta: They are different. Professor, auxilie os estudantes Ca ci o M ur ilo / Sh ut te rs to ck .c om Pa ve l L P ho to a nd V id eo / Sh ut te rs to ck .c om G ra nd W ar sz aw sk i/ Sh ut te rs to ck .c om St as W al en ga / Sh ut te rs to ck .c om Al es si o O rr u/ Sh ut te rs to ck .c om am i m at ar aj / Sh ut te rs to ck .c om M yn am ei sl is en ok / Sh ut te rs to ck .c om Ily a St ud io / Sh ut te rs to ck .c om 15fifteen 29/07/2022 15:51:0829/07/2022 15:51:08 • Antes de realizar as ativida- des 5 e 6, leia com a turma o boxe complementar sobre falsos cognatos. Na sequên- cia, leia as palavras da ativida- de 5 e oriente os estudantes a responder às atividades. No momento da correção, per- gunte a eles a qual termo em português essas palavras se assemelham e incentive-os a pesquisá-las no dicionário. Por exemplo, caso digam que a palavra fabric (em inglês) se assemelha ao termo fábri- ca (em português), peça-lhes que pesquisem no dicionário a tradução de fábrica para o inglês, no caso, factory. Repi- ta o processo com todas as palavras, para que ampliem seu vocabulário. Aproveite para expandir a atividade, es- crevendo outros falsos cog- natos na lousa e solicitando aos estudantes que, no ca- derno, escrevam o significa- do de cada um, assim como a qual palavra da língua portu- guesa se assemelha e qual é a palavra em inglês para essa palavra em português. 15 04/08/2022 09:20:3204/08/2022 09:20:32 What I know Pair up with a classmate to play the following board game and check what you already know in English. Follow the teacher’s directions. Para jogar, vocês vão precisar de um dado e dois peões.Tip Which characteristics of a cartoon do you know? ST AR T 1 2 What kinds of stores can you name in English? 3 What clothing items can you name in English? 6 What do you know about a tutorial? 5 some how many What do you know about these expressions? any how much 4 What do you know about these words? who whichwhose that 7 What do you know about an interview? 8 What kinds of entertainment can you name in English? 9 What art forms can you name in English? 12 What do you know about a quiz? 11 Which sentence compares a difference between two things? Soap operas are more popular than sitcoms. Cartoons and game shows are very fun to watch. 10 Ilu st ra çã o de Ja cq ue lin e Am ad io /A rq ui vo d a ed ito ra . F ot os : C as se tte B le ue , F ot in ia , M ar in a Ak in in a, Ja m es bi n, Je m as to ck , A lx el eo , V ec to rf ai r, Sa ra rw ut Ja im as si ri, M ar ty sh ov a M ar ia , D ia m on d D us t, Le n. O K, h ow co lo ur , M on ki k, M ac ro ve ct or , C ho nn an it, B ib ad as h, s ve kl oi d, V ec to riu m e m en ta lm in d/ Sh ut te rs to ck .c om 16 sixteen 29/07/2022 15:52:2529/07/2022 15:52:25 Which sentence describes the extreme quality of something? Tango is a traditional dance in Argentina. Monalisa is the most popular painting in the world. 13 What do you know about the news article? 14 Which environmental issues can you name in English? 15 What do you know about these words? everybody somebody something nobody anybody anything 18 Which sustainable actions can you name in English? 17 What do you know about the comic strip? 16 What do you know about a sci-fi short story? 19 What gadgets can you name in English? 20 Which sentence indicates a prediction about the future? Robots will help people at work. People use smartwatches to monitor physical activities. 21 FI N IS H24 Which sentence indicates a future plan? I visit my best friend every weekend. I am going to travel to my grandmother’s house next vacation. 23 What do you know about a blog post? 22 2. Resposta pessoal. 3. Resposta pessoal. 4. Resposta pessoal. 5. Resposta pessoal. 6. Resposta pessoal. 7. Resposta pessoal. 8. Resposta pessoal. 9. Resposta pessoal. 10. Resposta: Soap operas are more popular than sitcoms. 11. Resposta pessoal. 12. Resposta pessoal. 13. Resposta: Monalisa is the most popular painting in the world. 14. Resposta pessoal. 15. Resposta pessoal. 16. Resposta pessoal. 17. Resposta pessoal. 18. Resposta pessoal. 19. Resposta pessoal. 20. Resposta pessoal. 21. Resposta: Robots will help people at work. 22. Resposta pessoal. 23. Resposta: I am going to travel to my grandmother’s house next vacation. 17seventeen 29/07/2022 15:52:2529/07/2022 15:52:25 Objetivo • Fazer uma avaliação diag- nóstica do conhecimento prévio com relação aos con- teúdos estudados ao longo do volume. Orientações • Para iniciar a seção, expli- que aos estudantes que o ob- jetivo dela é avaliar, por meio de uma atividade, o que já sabem do conteúdo que vão estudar neste volume. Para isso, organize a turma em duplas, unindo estudantes com diferentes tipos de co- nhecimentos e habilidades, para que ocorra a troca de ex- periências, e providencie da- dos e folhas de papel sulfite. Informe que, para avançar no tabuleiro, é necessário cada um responder corretamente à pergunta da casa em que estiver. Quando isso acon- tecer, o estudante avança o número de casas apontado pelo dado. Caso erre, ele não avança e precisa procurar no livro a informação correta e anotar em uma folha de pa- pel sulfite a pergunta do jogo e a resposta encontrada. Res- salte que, por rodada, cada integrante da dupla joga o dado apenas uma vez. • Conforme a atividade se desenrola, caminhe pela sala de aula para visualizar como eles estão se comportando e se estão seguindo as regras e fazendo as anotações solicita- das, quando necessário. Pro- videncie uma ficha de acom- panhamento para registrar suas observações em relação ao desempenho e à motiva- ção dos estudantes. Você po- de retomá-la em outros mo- mentos de seu planejamento. • Para finalizar, pergunte aos estudantes sobre quais foram as perguntas que eles tiveram dificuldade e/ou facilidade em responder. Recolha as fo- lhas de papel sulfite para que você avalie o conhecimento prévio da turma em relação aos principais conteúdos abordados ao longo do ano e possa acompanhar o de- senvolvimento individual dos estudantes. Por fim, retome as questões do jogo e corrija-as em voz alta. • Na casa 2, os estudantes podem responder que é um gênero composto de imagens e palavras, ge- ralmente com o objetivo de fazer uma crítica. Na ca- sa 3, espera-se que a turma responda locais como bookstore, toy store, pet shop. Na casa 4, os estudan- tes podem falar que são palavras para se referir a quantidades e valores. Na casa 5, eles podem dizer que são textos que ensinam a fazer algo. Na casa 6, espera-se que a turma mencione palavras como shirt, pants, shoes. Na casa 7, eles podem explicar que são termos usados para conectar ideias relacio- nadas a pessoas ou coisas. Na casa 8, espera-se que os estudantes falem se tratar de um texto em que uma pessoa entrevista outra, por meio de pergun- tas e respostas. Nacasa 9, eles podem mencionar music, TV, cinema, sports. Na casa 11, os estudantes podem responder que se trata de um texto para tes- tar os conhecimentos do leitor a respeito de deter- minado tema. Na casa 12, eles podem falar tipos de arte como painting, sculpture, photography, graffiti. 16 04/08/2022 09:21:0404/08/2022 09:21:04 What I know Pair up with a classmate to play the following board game and check what you already know in English. Follow the teacher’s directions. Para jogar, vocês vão precisar de um dado e dois peões.Tip Which characteristics of a cartoon do you know? ST AR T 1 2 What kinds of stores can you name in English? 3 What clothing items can you name in English? 6 What do you know about a tutorial? 5 some how many What do you know about these expressions? any how much 4 What do you know about these words? who whichwhose that 7 What do you know about an interview? 8 What kinds of entertainment can you name in English? 9 What art forms can you name in English? 12 What do you know about a quiz? 11 Which sentence compares a difference between two things? Soap operas are more popular than sitcoms. Cartoons and game shows are very fun to watch. 10 Ilu st ra çã o de Ja cq ue lin e Am ad io /A rq ui vo d a ed ito ra . F ot os : C as se tte B le ue , F ot in ia , M ar in a Ak in in a, Ja m es bi n, Je m as to ck , A lx el eo , V ec to rf ai r, Sa ra rw ut Ja im as si ri, M ar ty sh ov a M ar ia , D ia m on d D us t, Le n. O K, h ow co lo ur , M on ki k, M ac ro ve ct or , C ho nn an it, B ib ad as h, s ve kl oi d, V ec to riu m e m en ta lm in d/ Sh ut te rs to ck .c om 16 sixteen 29/07/2022 15:52:2529/07/2022 15:52:25 Which sentence describes the extreme quality of something? Tango is a traditional dance in Argentina. Monalisa is the most popular painting in the world. 13 What do you know about the news article? 14 Which environmental issues can you name in English? 15 What do you know about these words? everybody somebody something nobody anybody anything 18 Which sustainable actions can you name in English? 17 What do you know about the comic strip? 16 What do you know about a sci-fi short story? 19 What gadgets can you name in English? 20 Which sentence indicates a prediction about the future? Robots will help people at work. People use smartwatches to monitor physical activities. 21 FI N IS H24 Which sentence indicates a future plan? I visit my best friend every weekend. I am going to travel to my grandmother’s house next vacation. 23 What do you know about a blog post? 22 2. Resposta pessoal. 3. Resposta pessoal. 4. Resposta pessoal. 5. Resposta pessoal. 6. Resposta pessoal. 7. Resposta pessoal. 8. Resposta pessoal. 9. Resposta pessoal. 10. Resposta: Soap operas are more popular than sitcoms. 11. Resposta pessoal. 12. Resposta pessoal. 13. Resposta: Monalisa is the most popular painting in the world. 14. Resposta pessoal. 15. Resposta pessoal. 16. Resposta pessoal. 17. Resposta pessoal. 18. Resposta pessoal. 19. Resposta pessoal. 20. Resposta pessoal. 21. Resposta: Robots will help people at work. 22. Resposta pessoal. 23. Resposta: I am going to travel to my grandmother’s house next vacation. 17seventeen 29/07/2022 15:52:2529/07/2022 15:52:25 • Na casa 14, os estudantes podem responder que se tra- ta de um texto em que o au- tor expõe sua opinião sobre um fato. Na casa 15, eles po- dem falar air pollution, global warming, water pollution. Na casa 16, os estudantes po- dem responder que é um gê- nero composto de imagens e palavras, geralmente com o objetivo de entreter o leitor. Na casa 17, a turma pode mencionar ações como plant a tree, save water, save energy, recycle and reuse. Na casa 18, os estudantes podem dizer que são termos usados para falar de outras pessoas e de coisas, no caso de something e anything. Na casa 19, eles podem mencionar que são narrativas de ficção que en- volvem elementos próprios da ciência. Na casa 20, a tur- ma pode mencionar itens como smartphone, earbuds, tablet, drone. Na casa 22, eles podem responder que se trata de um texto publicado em meio digital, em que a pessoa escreve sobre o que quiser. 17 04/08/2022 09:21:0504/08/2022 09:21:05 • Ler e compreender um cartum. • Conhecer e usar vocabulário sobre tipos de lojas. • Conhecer e usar afixos. • Usar substantivos contáveis e incontáveis. • Indicar quantidades usando quantifiers. • Ouvir e compreender um trecho de podcast. • Conversar sobre consumismo. • Produzir um cartum. Objetivos What I buy Unit 1 ny ke r/ Sh ut te rs to ck .c om 18 eighteen 29/07/2022 15:59:4129/07/2022 15:59:41 Performance Os cegos, do grupo Desvio Coletivo, em Nova York, Estados Unidos, 2014. a. Qual é a crítica da performance representada na imagem? b. Você acha que as pessoas compram coisas de que não necessitam? Justifique sua resposta. c. Em sua opinião, que fatores devem ser considerados antes de realizarmos uma compra? Responda a. Sugestão de resposta: A performance representa uma crítica ao consumo exagerado, não consciente. b. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes reflitam sobre os hábitos de consumo, como o fato de que, muitas vezes, as pessoas adquirem itens que já têm em quantidade suficiente. c. Sugestão de resposta: É importante refletir sobre o quanto realmente necessitamos fazer determinada aquisição e, não menos importante, analisar se temos condições de arcar com os custos do produto, considerando nosso orçamento. 19nineteen 29/07/2022 15:59:4529/07/2022 15:59:45 Orientações • Nesta unidade, os estudan- tes terão a oportunidade de refletir a respeito do consumo e seus excessos, contemplan- do o tema contemporâneo transversal Educação para o consumo. Além disso, será de- senvolvida a competência ge- ral 3, visto que os estudantes serão levados a discutir o tema proposto por meio da análise e da interpretação de uma performance artística, tendo a oportunidade de conhecer a respeito, apreciar e valorizar manifestações artísticas e cul- turais de expressão global. • Para iniciar, peça aos estu- dantes para ler o título e ana- lisar a imagem das páginas de abertura e incentive-os a levantar hipóteses sobre o tema e os conteúdos que vão estudar na unidade. Chame a atenção para a legenda da imagem, levando-os a per- ceber que se trata de uma performance artística. Peça que compartilhem suas im- pressões a respeito dela. Para isso, você pode fazer pergun- tas como: “Quem são as pes- soas que aparecem na ima- gem?”; “O que carregam em suas mãos?”; “Por que seus olhos estão vendados?”; “Por que todos vestem a mesma cor?”; “Essa cor tem algum significado?”. Leve-os a per- ceber que a imagem retrata uma intervenção urbana cujo objetivo é interagir com o pú- blico, ao passo que propicia uma experiência que objetiva oportunizar uma reflexão críti- ca sobre o consumo excessivo. Por meio dessa reflexão e do trabalho com as atividades, os estudantes desenvolverão as competências específi- cas de Linguagens 2 e 5 ao conhecer diferentes práticas artísticas e refletir sobre elas. • A imagem proposta para estas páginas de abertura pos- sibilita uma articulação com o componente curricular de Ar- te. Se possível, convide o pro- fessor desse componente para uma breve explanação sobre esse tipo de manifestação ar- tística e seu papel como meio de crítica e denúncia social. 18 04/08/2022 09:23:1104/08/2022 09:23:11 • Ler e compreender um cartum. • Conhecer e usar vocabulário sobre tipos de lojas. • Conhecer e usar afixos. • Usar substantivos contáveis e incontáveis. • Indicar quantidades usando quantifiers. • Ouvir e compreender um trecho de podcast. • Conversar sobre consumismo. • Produzir um cartum. Objetivos What I buy Unit 1 ny ke r/ Sh uttrabalho. VIII 04/08/2022 10:26:0604/08/2022 10:26:06 Vale destacar que, de acordo com essa teoria de aprendizagem, somos seres moldados pelo contexto histórico, social e cultural em que vi- vemos, e a língua que falamos é um produto da participação social, que resulta de um processo de construção de significados por meio de práti- cas contextualizadas, considerando a finalidade da interação e o meio social e histórico em que ela ocorre. Por esse motivo, ao longo dos qua- tro volumes da coleção, procuramos contemplar o contexto social, a interação e o papel media- dor da língua. Nas unidades, os estudantes são constantemente incentivados a trocar ideias, emitir opiniões e compartilhar experiências e co- nhecimentos, de modo a desenvolver, ampliar e consolidar conceitos com base na interação que estabelecem com o professor e com os colegas. Além disso, a coleção está pautada nas ha- bilidades de Língua Inglesa, nas competências gerais, nas competências específicas de Lingua- gens, nas competências específicas de Língua In- glesa e nos temas contemporâneos transversais, apresentados na BNCC. Além disso, considera os níveis A1 e A2 do CEFR. A fim de promover um processo de ensino e aprendizagem em que os estudantes continua- mente exercitem, de forma individual ou coletiva, a curiosidade, a criticidade e a autonomia e apro- fundem seus conhecimentos, a coleção apresen- ta temas relevantes para a faixa etária (família, alimentação, esportes, saúde, arte, tecnologia, comunicação, sentimentos, entre outros) e con- teúdos organizados de forma gradativa a serem praticados por meio dos eixos de aprendizagem: leitura, escrita, oralidade, conhecimentos linguís- ticos e dimensão intercultural. [...] É imprescindível dizer que esses eixos, embo- ra tratados de forma separada na explicitação da BNCC, estão intrinsecamente ligados nas práticas sociais de usos da língua inglesa e devem ser as- sim trabalhados nas situações de aprendizagem propostas no contexto escolar. Em outras pala- vras, é a língua em uso, sempre híbrida, polifôni- ca e multimodal [...]. BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 245. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 19 jun. 2022. Conhecer a língua inglesa e saber utilizá-la é uma forma de garantir aos estudantes o acesso também a bens culturais de outras nações e levá- -los a desmitificar ideias preconcebidas, contras- tando-as com a cultura do próprio país a fim de valorizá-la. Além disso, promover a língua ingle- sa como um elemento fundamental na formação torna-se cada vez mais necessário no mundo e no momento em que vivemos, cada vez mais de- safiador, complexo, dinâmico e fluido. Assim, ao se apropriar da língua inglesa, os estudantes se apropriam da língua de comunicação mundial no meio cultural, no meio científico, no comércio, nas interações via internet, tornando-se, portan- to, cidadãos do mundo. Falada por milhões de pessoas como primeira ou segunda língua, a língua inglesa é oficial ou semioficial em mais de setenta países. O inglês é a primeira língua de falantes oriundos de al- gumas das maiores potências mundiais, como Estados Unidos, Inglaterra, Austrália e Canadá. E é a segunda língua em nações como África do Sul, Malta e Filipinas, além de ser falada como lín- gua estrangeira em diversos lugares do mundo. [...] Essa situação é verídica não só para países como a Índia — ex-colônia inglesa que, pela diversidade das línguas faladas no país, adota o inglês como língua oficial associada —, mas também para paí- ses que passaram a adotar o inglês como segunda língua para a comunicação internacional. Assim, o inglês passou a ser utilizado como língua para a comunicação internacional em países ao sul da Ásia, como Índia, Paquistão, Myanmar, Bangladesh. As ex-colônias africanas também desenvolveram variedades do inglês nas quais foi dado status ofi- cial ao idioma, como é o caso de Serra Leoa, Gana, Gâmbia, Nigéria, Camarões e Libéria, no oeste africano. Outros países, no leste africano, também deram ao inglês status oficial, incluindo: Quênia, Tanzânia, Uganda, Malavi, Zâmbia e Zimbábue. No sudoeste asiático e no Pacífico Sul, também devido à influência britânica, o inglês adquiriu status em Cingapura, Malásia, Hong Kong e Papua- -Nova Guiné. A língua inglesa no mundo IX 04/08/2022 10:26:0604/08/2022 10:26:06 http://basenacionalcomum.mec.gov.br/ Como se vê, a expansão do inglês apresenta um crescimento marcante a partir do século XIX, pas- sando a ser uma língua de caráter internacional pelo modo como a sociedade moderna passou a usá-la e, de certa forma, dela passou a depender. VIAN JÚNIOR, Orlando. Língua e cultura inglesa. Curitiba: IESDE Brasil, 2008. p. 47. Sendo assim, qual variedade de inglês deve- mos, afinal, ensinar aos estudantes: americana, britânica, australiana, neozelandesa ou outra? Além de decidir priorizar uma dessas varieda- des, é importante considerar que, atualmen- te, o número de falantes nativos do inglês já é inferior ao número de falantes não nativos ao redor do mundo. Ou seja, a interação e a troca de informações entre falantes nativos das mais diversas línguas ocorrem por meio de uma lín- gua em comum, o inglês. Com o conhecimento e a proficiência da língua inglesa, em diferentes níveis e habilidades, o falante não nativo é capaz de acessar informações produzidas em inglês em qualquer lugar do mundo, relacionadas a diversas áreas do conhecimento, como pesqui- sas científicas, inovações tecnológicas e avanços empresariais. Também permite que esse falante se comunique, seja ouvido ou lido por estran- geiros em situações de interação, seja presen- cial, seja on-line. Dessa maneira, é especialmente relevante que os estudantes aprendam o inglês como lín- gua internacional para serem capazes de com- preender informações divulgadas em diferen- tes fontes de comunicação. Em consonância, é fundamental explicar que o objetivo do estudo de uma língua estrangeira não é pronunciá-la exatamente como um falante nativo. O essen- cial é saber empregá-la para, assim, interagir no mundo. Segundo a BNCC, [...] Este é o cenário do inglês como língua fran- ca, e, nele, aprender inglês implica problematizar os diferentes papéis da própria língua inglesa no mundo, seus valores, seu alcance e seus efeitos nas relações entre diferentes pessoas e povos, tanto na sociedade contemporânea quanto em uma pers- pectiva histórica. [...] BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 245. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 19 jun. 2022. Ao considerar a língua inglesa como língua franca, percebe-se que existem variedades além das faladas nos países imperialistas e que ela é usada em diferentes contextos: comunicação em eventos oficiais; comunicação entre pessoas de diferentes lugares; idioma da maioria das publi- cações acadêmicas e científicas; transações co- merciais internacionais; idioma de documentos internacionais. Por fim, valorizar tanto a produ- ção do aprendiz quanto a do professor, ambos não nativos, é reconhecer que língua e cultura são indissociáveis. [...] enquanto a perspectiva do inglês como língua estrangeira procura situar o aprendiz como um “nativo imperfeito” (embora este fato não seja consenso na Linguística Aplicada), situá-lo como língua franca requer a transcendência de uma identificação marcada pelo território geográfico ou linguístico. [...] EL KADRI, Michele S. Inglês como língua franca: um olhar sobre programas disciplinares de um curso de formação inicial de professores de inglês. Entretextos, Londrina, v. 10, n. 2, jul./dez. 2010, p. 65-66. Disponível em: http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/entretextos/article/ viewFile/7966/6950. Acesso em: 19 jun. 2022. Assim, o principal objetivo desta coleção é promover situações de ensino e aprendizagemte rs to ck .c om 18 eighteen 29/07/2022 15:59:4129/07/2022 15:59:41 Performance Os cegos, do grupo Desvio Coletivo, em Nova York, Estados Unidos, 2014. a. Qual é a crítica da performance representada na imagem? b. Você acha que as pessoas compram coisas de que não necessitam? Justifique sua resposta. c. Em sua opinião, que fatores devem ser considerados antes de realizarmos uma compra? Responda a. Sugestão de resposta: A performance representa uma crítica ao consumo exagerado, não consciente. b. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes reflitam sobre os hábitos de consumo, como o fato de que, muitas vezes, as pessoas adquirem itens que já têm em quantidade suficiente. c. Sugestão de resposta: É importante refletir sobre o quanto realmente necessitamos fazer determinada aquisição e, não menos importante, analisar se temos condições de arcar com os custos do produto, considerando nosso orçamento. 19nineteen 29/07/2022 15:59:4529/07/2022 15:59:45 • Na sequência, peça aos es- tudantes que formem duplas para ler os objetivos de apren- dizagem e conversar sobre o que já sabem desses conteú- dos e o que esperam apren- der com eles. Oriente-os a anotar suas conclusões no caderno para que possam re- tomá-las ao final da unidade. • Na sequência, trabalhe as atividades incentivando- -os a responder em inglês. Desse modo, desenvolve-se, parcialmente, o nível A2 ao proporcionar aos estudantes uma oportunidade de se co- municar em língua inglesa, baseando-se em textos sim- ples e curtos, complemen- tando seu repertório com outras formas de linguagem (gestos, desenhos, palavras de outras línguas etc.). • No item a, pergunte aos es- tudantes quais elementos re- forçam a crítica ao consumis- mo, chame a atenção para as vendas que cobrem os olhos dos artistas e instigue-os a in- terpretar o que cada elemen- to representa em sua opi- nião, de modo que possam ampliar suas perspectivas ao interpretar tal manifesta- ção artístico-cultural, desen- volvendo assim aspectos da competência específica de Língua Inglesa 6. • No item b, incentive-os a refletir sobre o consumismo exacerbado, como os impac- tos para o meio ambiente no que concerne ao excesso de materiais descartados e a exploração exagerada de recursos de matéria-prima. Pergunte, ainda, por que al- gumas pessoas adquirem itens dos quais não precisam. Leve-os a se posicionar com relação à influência das pro- pagandas e da mídia no com- portamento do consumidor. • No item c, deixe que parti- lhem as respostas em peque- nos grupos e depois peça- -lhes que compartilhem com a turma hábitos que conside- ram importantes para o con- sumo consciente, como con- siderar a real necessidade da aquisição de algum produto. 19 04/08/2022 09:23:1204/08/2022 09:23:12 I always think long and hard before buying a product. I think it is important to analyze whether I really need it or not. Buying something new makes me feel good. But, sometimes, I regret buying it later on. Going to the mall is my favorite free-time activity. Many times, I end up buying something out of impulse, not necessity. I always make a list of the items I have to buy at the supermarket. That way, I avoid buying more than I need. Time to read Pre-reading 1. Converse com os colegas e o professor sobre as questões a seguir. a. O que você e seus familiares costumam comprar e com que frequência fazem compras? b. Em sua opinião, qual é a diferença entre consumidor consciente e consumista? 2. Você se identifica com alguma das afirmações a seguir? Justifique sua resposta. 3. Na página seguinte, você vai ler um cartum sobre consumo. Antes disso, responda no caderno às questões a seguir. a. Você acha que o cartum vai fazer uma crítica ao excesso de consumo ou aos hábitos dos consumidores conscientes? b. No caderno, liste as palavras que você espera encontrar no cartum. A. C. B. D. 1. a. Resposta pessoal. Os estudantes podem dizer que compram alimentos, produtos de higiene, roupas e calçados. Professor, atente para que os estudantes não se sintam constrangidos por suas situações econômicas. 1. b. Sugestão de resposta: Consumidor consciente é aquele que, ao comprar, leva em consideração o meio ambiente, a saúde humana e animal, as relações justas de trabalho e busca equilíbrio entre consumo e suas consequências. Consumista é quem consome de forma impulsiva e inconsciente. Resposta pessoal. 3. a. Resposta pessoal. Professor, oriente os estudantes a conferir o cartum na página seguinte para que possam levantar hipóteses sobre o seu conteúdo. Resposta pessoal. Os estudantes podem listar palavras como buy, sale, store, money, price, consumerism. M al lik a H om e St ud io / Sh ut te rs to ck .c om Pr os to ck -s tu di o/ Sh ut te rs to ck .c om AL PA P RO D /S hu tt er st oc k. co m M ik e_ sh ot s/ Sh ut te rs to ck .c om 20 twenty 29/07/2022 15:59:4629/07/2022 15:59:46 While reading 1. Read the following cartoon. 2. In your notebook, write down the option that describes what is illustrated in the cartoon. 3. In your notebook, answer the following questions. a. How do the people illustrated in the cartoon look? b. What kinds of products are illustrated in the cartoon? c. What happens with the quantity of products illustrated with each person? People thinking about buying new products in stores. People on top of piles of products they bought, used and discarded. CONSUMERISM and Growth. POLYP. Available at: https://polyp.org. uk/consumerism_cartoons/cartoons_about_consumerism.html. Accessed on: March 29th, 2022. Resposta: The piles grow in quantity of products. Resposta: People on top of piles of products they bought, used and discarded. Resposta: They look angry because they are frowning. Resposta: Electronic products. Po ly p 21twenty-one 29/07/2022 15:59:4729/07/2022 15:59:47 Pre-reading • Na atividade 1, peça aos estudantes que formem pe- quenos grupos para debater os itens antes de propor uma discussão coletiva. Oriente- -os a registrar no caderno os principais pontos discuti- dos pelo grupo para, depois, compartilhar com a turma. Ao realizar o debate com a turma, questione os estu- dantes qual tipo de consumi- dor eles se consideram e por quê. Aproveite a oportunida- de para incentivá-los a anali- sar seus hábitos de consumo e como isso afeta o mundo ao seu redor. • Inicie a atividade 2 pedindo a voluntários que leiam as afirmações apresentadas e verifique se todos compreen- dem a mensagem de cada uma delas. Se necessário, pe- ça aos próprios estudantes que tentem, em inglês, ex- plicá-las aos colegas que não entenderam. • Ao realizar a atividade 3, levante com os estudantes algumas características do gênero cartum para auxi- liá-los na leitura. Para isso, explique que o cartum é um gênero textual jornalístico e opinativo com o objetivo de apresentar uma crítica sobre determinado assunto atual por meio de uma ilustração humorística. Oriente os es- tudantes a anotar suas hipó- teses a respeito do cartum para que as verifiquem após a leitura. 20 04/08/2022 09:23:1204/08/2022 09:23:12 I always think long and hard before buying a product. I think it is important to analyze whether I really need it or not. Buying something new makes me feel good. But, sometimes, I regret buying it later on. Going to the mall is my favorite free-time activity. Many times, I end up buying something out of impulse, not necessity. I always make a list of the items I have to buy at the supermarket. That way, I avoid buying more than I need. Time to read Pre-reading 1. Converse com os colegas e o professor sobre as questões a seguir. a. O que você e seus familiares costumam comprar e com que frequência fazem compras? b. Em sua opinião, qual é a diferença entre consumidor consciente e consumista? 2. Você se identifica com algumadas afirmações a seguir? Justifique sua resposta. 3. Na página seguinte, você vai ler um cartum sobre consumo. Antes disso, responda no caderno às questões a seguir. a. Você acha que o cartum vai fazer uma crítica ao excesso de consumo ou aos hábitos dos consumidores conscientes? b. No caderno, liste as palavras que você espera encontrar no cartum. A. C. B. D. 1. a. Resposta pessoal. Os estudantes podem dizer que compram alimentos, produtos de higiene, roupas e calçados. Professor, atente para que os estudantes não se sintam constrangidos por suas situações econômicas. 1. b. Sugestão de resposta: Consumidor consciente é aquele que, ao comprar, leva em consideração o meio ambiente, a saúde humana e animal, as relações justas de trabalho e busca equilíbrio entre consumo e suas consequências. Consumista é quem consome de forma impulsiva e inconsciente. Resposta pessoal. 3. a. Resposta pessoal. Professor, oriente os estudantes a conferir o cartum na página seguinte para que possam levantar hipóteses sobre o seu conteúdo. Resposta pessoal. Os estudantes podem listar palavras como buy, sale, store, money, price, consumerism. M al lik a H om e St ud io / Sh ut te rs to ck .c om Pr os to ck -s tu di o/ Sh ut te rs to ck .c om AL PA P RO D /S hu tt er st oc k. co m M ik e_ sh ot s/ Sh ut te rs to ck .c om 20 twenty 29/07/2022 15:59:4629/07/2022 15:59:46 While reading 1. Read the following cartoon. 2. In your notebook, write down the option that describes what is illustrated in the cartoon. 3. In your notebook, answer the following questions. a. How do the people illustrated in the cartoon look? b. What kinds of products are illustrated in the cartoon? c. What happens with the quantity of products illustrated with each person? People thinking about buying new products in stores. People on top of piles of products they bought, used and discarded. CONSUMERISM and Growth. POLYP. Available at: https://polyp.org. uk/consumerism_cartoons/cartoons_about_consumerism.html. Accessed on: March 29th, 2022. Resposta: The piles grow in quantity of products. Resposta: People on top of piles of products they bought, used and discarded. Resposta: They look angry because they are frowning. Resposta: Electronic products. Po ly p 21twenty-one 10/08/2022 11:01:4710/08/2022 11:01:47 While reading • Ao ler um cartum, os estu- dantes entram em contato com elementos próprios das culturas juvenis. As ativida- des relacionadas à leitura do texto permitem aos es- tudantes desenvolver, par- cialmente, o nível A2 ao ler e compreender textos curtos e simples que tratam de tópi- cos familiares e contemplam vocabulário comum a situa- ções cotidianas. A proposta de leitura permite o desen- volvimento da competência específica de Língua Inglesa 6, pois os estudantes terão acesso a um elemento cul- tural produzido em língua inglesa no propósito de am- pliar suas perspectivas sobre um tema de relevância social. • Na atividade 1, peça aos estudantes que façam uma leitura individual e silenciosa e instrua-os a reler o texto quantas vezes julgarem ne- cessário para confirmar ou refutar as hipóteses levan- tadas no Pre-reading. Na sequência, chame a atenção deles para os diferentes ele- mentos apresentados no cartum, como cores, traços e expressões dos persona- gens. Aproveite o momento para retomar com a turma a imagem de abertura, ques- tionando qual é a seme- lhança entre ela e o cartum. Espera-se que os estudantes percebam que ambos fazem uma crítica ao consumismo, desenvolvendo assim a habi- lidade EF08LI08. • Na atividade 2, leia as op- ções com os estudantes e incentive-os a consultar o dicionário para checar pos- síveis dúvidas relacionadas ao vocabulário. Certifique-se de que todos compreendem o sentido que cada alterna- tiva expressa e oriente-os a reler o texto para responder à atividade. Depois, peça a eles que comparem e discu- tam suas respostas com um colega e solicite que as justifi- quem com evidências do tex- to. Por fim, faça a correção e sane possíveis dúvidas. • Na atividade 3, os estudantes desenvolvem a habilidade EF08LI05, pois são levados a inferir in- formações e estabelecer relações com dados implí- citos no texto na construção de sentidos. Se neces- sário, oriente a turma a formar duplas, juntando estudantes com diferentes tipos de conhecimentos e habilidades para responder à atividade, de modo que cada um exponha sua visão sobre o que está sendo representado no cartum. 21 10/08/2022 12:08:4310/08/2022 12:08:43 https://polyp.org.uk/consumerism_cartoons/cartoons_about_consumerism.html 4. In your notebook, write down the correct option about the relation between the people’s thoughts and the products illustrated in the cartoon. 5. In your notebook, write down the sentences completing them with the following words. People think excessive consumerism is not their fault, but actually it is. People think they are not conscious consumers, but they are. internet • illustrator • criticism a. The cartoon’s ■ is Polyp. b. The cartoon was published on the ■. c. The cartoon makes a ■ about how much people consume. Post-reading 1. Converse com os colegas e o professor sobre as questões a seguir. a. Você concorda com o ponto de vista ilustrado no cartum em relação ao consumo? Justifique sua resposta. b. Em sua opinião, quais são as consequências do consumo exagerado? c. Em sua opinião, como as pessoas podem ser consumidoras conscientes? 2. Ouça o áudio e, no caderno, escreva a opção correta que descreve a ideia geral apresentada nele.track 2 3. Como você pode comparar o que foi apresentado no áudio com as ideias abordadas no cartum? 4. Junte-se a um colega, pesquisem cartuns em inglês em materiais impressos e ambientes virtuais e selecionem um deles para compartilhar com a turma. People should buy things to keep the city’s economy growing.A. People should buy less and make ethical choices when buying things.B. à temática da unidade. Com os cartuns selecionados, disponibilize um tempo para que os estudantes os leiam e, ao final, compartilhem suas impressões com a turma. Resposta: People think excessive consumerism is not their fault, but actually it is. Resposta: Illustrator. Resposta: Internet. Resposta: Criticism. 1. a. Resposta pessoal. Professor, caso os estudantes discordem da cena ilustrada no cartum, incentive-os a mencionar qual cena poderia ser ilustrada para Resposta pessoal. Os estudantes podem indicar consequências ambientais e também podem mencionar que o consumo em exagero pode estar relacionado a distúrbios, como vício em compras e acumulação compulsiva. 1. c. Resposta pessoal. Os estudantes podem indicar que o consumidor deve diferenciar necessidade de desejo no momento de comprar algo, pesquisar sobre os produtos que vai adquirir para verificar se eles são seguros para a saúde e para o meio ambiente, não se deixar convencer pela persuasão de publicidades, entre outras ações. Resposta: B. Sugestão de resposta: Tanto o cartum como o conteúdo do áudio buscam levar o consumidor a assumir atitudes mais responsáveis em relação aos próprios hábitos de consumo a fim de evitar o consumismo. representar o ponto de vista deles em relação ao consumo. Resposta pessoal. Professor, incentive os estudantes a pesquisar cartuns que estejam relacionados ou próximos 22 twenty-two 03/08/2022 09:17:0203/08/2022 09:17:02 Time to reflect Para ser um consumidor consciente, é preciso tomar decisões financeiras inteligentes. Confira algumas informações a seguir. O consumidor também pode aderir a programas de cidadania fiscal que retornam a ele parte dos impostos cobrados pelo produto ou optar pela doação a alguma instituição filantrópica. 1. Converse com os colegas e o professor sobre as questões a seguir. a. Você considera que você e seus familiares fazem decisões financeiras inteligentes? Justifique sua resposta.b. Em sua opinião, de que forma uma boa educação financeira e fiscal pode impactar sua vida e a de sua família? 2. Junte-se a um colega, escolham um produto e apresentem à turma um plano para adquiri-lo de maneira consciente e com decisões financeiras inteligentes. Antes de fazer a compra, fazer uma pesquisa é fundamental para encontrar o produto por um preço mais acessível. No momento do pagamento, é essencial analisar se é mais vantajoso pagar à vista ou parcelar no cartão de crédito ou boleto. Antes de fechar a compra, é importante verificar se há algum desconto e se há políticas de troca e de devolução do produto. Após a compra, guardar a nota fiscal ou algum outro comprovante de compra pode facilitar o gerenciamento de gastos do mês. 1. a. Resposta pessoal. Professor, verifique se os estudantes já presenciaram os familiares pondo em prática alguma ação financeira inteligente ou se já os auxiliaram nesse aspecto. Resposta pessoal. Professor, incentive os estudantes a pesquisar por preço, pelos tributos pagos pelo produto, entre outras informações, para que possam elaborar um plano de compra. 1. b. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes mencionem algumas vantagens, como poder lidar com imprevistos que envolvam gastos não planejados e poder realizar sonhos, como viajar ou adquirir um produto mais caro. Ilu st ra çõ es : I sa be la Sa nt os /A rq ui vo d a ed ito ra 23twenty-three 29/07/2022 15:59:4829/07/2022 15:59:48 • Na atividade 4, escreva as expressões-chave excessive consumerism e conscious consumers na lousa e incenti- ve os estudantes a fazer infe- rências acerca do significado de cada uma. • Instrua os estudantes a primeiro responder à ativi- dade 5 sem retomar a leitura do cartum para que possam analisar as atividades e fazer inferências com base nas op- ções que possuem para com- pletar as frases. Depois, peça que se juntem a um colega e retornem ao texto para discu- tir e conferir suas respostas. Post-reading • Ao longo desta subseção, os estudantes desenvolve- rão a competência geral 7 e a competência específica de Linguagens 4 ao discutir, apresentando argumentos, com base em informações confiáveis, perspectivas que estejam em consonância com valores que respeitem os Di- reitos Humanos e incentivem o consumo responsável, a consciência socioambiental e o exercício de uma postura ética frente a questões perti- nentes à sociedade. • A atividade 1 possibilita de- senvolver o ODS 8, da Agen- da 2030, ao propor uma re- flexão sobre consumo cons- ciente. Para complementar essa proposta, converse com os estudantes a respeito da importância de se pensar no coletivo e procure conscienti- zá-los sobre como os hábitos de consumo de cada pessoa podem impactar o meio am- biente e a sociedade. • Para as atividades 2 e 3, reproduza o áudio continua- mente e instrua-os a tomar notas das palavras e ideias que compreenderam. Por meio dessas atividades, a ha- bilidade EF08LI08 será desen- volvida, pois os estudantes analisarão dois textos de te- mas correlacionados e refle- tirão criticamente a respeito deles. • Na atividade 4, os estudantes desenvol- verão noções de práticas de pesquisa de revisão bibliográfica e a competência específica de Língua Inglesa 5 ao usar tecnologias para realizar pesquisas relacionadas a práticas escolares. Caso o acesso à internet não seja possível, leve-os à biblio- teca ou disponibilize materiais para que consultem. Ao pesquisar os cartuns, os estudantes estarão acessando patrimônios artísticos literários em am- bientes virtuais, desenvolvendo, assim, a habilida- de EF08LI07. Ao desenvolver atividades com o uso da internet, é importante orientar os estudantes a acessar fontes que sejam adequadas à faixa etária. Além disso, é preciso monitorá-los para auxiliá-los com dificuldades que possam apresentar e garantir que façam uso seguro e responsável dessa ferra- menta. 22 04/08/2022 09:23:1304/08/2022 09:23:13 4. In your notebook, write down the correct option about the relation between the people’s thoughts and the products illustrated in the cartoon. 5. In your notebook, write down the sentences completing them with the following words. People think excessive consumerism is not their fault, but actually it is. People think they are not conscious consumers, but they are. internet • illustrator • criticism a. The cartoon’s ■ is Polyp. b. The cartoon was published on the ■. c. The cartoon makes a ■ about how much people consume. Post-reading 1. Converse com os colegas e o professor sobre as questões a seguir. a. Você concorda com o ponto de vista ilustrado no cartum em relação ao consumo? Justifique sua resposta. b. Em sua opinião, quais são as consequências do consumo exagerado? c. Em sua opinião, como as pessoas podem ser consumidoras conscientes? 2. Ouça o áudio e, no caderno, escreva a opção correta que descreve a ideia geral apresentada nele.track 2 3. Como você pode comparar o que foi apresentado no áudio com as ideias abordadas no cartum? 4. Junte-se a um colega, pesquisem cartuns em inglês em materiais impressos e ambientes virtuais e selecionem um deles para compartilhar com a turma. People should buy things to keep the city’s economy growing.A. People should buy less and make ethical choices when buying things.B. à temática da unidade. Com os cartuns selecionados, disponibilize um tempo para que os estudantes os leiam e, ao final, compartilhem suas impressões com a turma. Resposta: People think excessive consumerism is not their fault, but actually it is. Resposta: Illustrator. Resposta: Internet. Resposta: Criticism. 1. a. Resposta pessoal. Professor, caso os estudantes discordem da cena ilustrada no cartum, incentive-os a mencionar qual cena poderia ser ilustrada para Resposta pessoal. Os estudantes podem indicar consequências ambientais e também podem mencionar que o consumo em exagero pode estar relacionado a distúrbios, como vício em compras e acumulação compulsiva. 1. c. Resposta pessoal. Os estudantes podem indicar que o consumidor deve diferenciar necessidade de desejo no momento de comprar algo, pesquisar sobre os produtos que vai adquirir para verificar se eles são seguros para a saúde e para o meio ambiente, não se deixar convencer pela persuasão de publicidades, entre outras ações. Resposta: B. Sugestão de resposta: Tanto o cartum como o conteúdo do áudio buscam levar o consumidor a assumir atitudes mais responsáveis em relação aos próprios hábitos de consumo a fim de evitar o consumismo. representar o ponto de vista deles em relação ao consumo. Resposta pessoal. Professor, incentive os estudantes a pesquisar cartuns que estejam relacionados ou próximos 22 twenty-two 03/08/2022 09:17:0203/08/2022 09:17:02 Time to reflect Para ser um consumidor consciente, é preciso tomar decisões financeiras inteligentes. Confira algumas informações a seguir. O consumidor também pode aderir a programas de cidadania fiscal que retornam a ele parte dos impostos cobrados pelo produto ou optar pela doação a alguma instituição filantrópica. 1. Converse com os colegas e o professor sobre as questões a seguir. a. Você considera que você e seus familiares fazem decisões financeiras inteligentes? Justifique sua resposta. b. Em sua opinião, de que forma uma boa educação financeira e fiscal pode impactar sua vida e a de sua família? 2. Junte-se a um colega, escolham um produto e apresentem à turma um plano para adquiri-lo de maneira consciente e com decisões financeiras inteligentes. Antes de fazer a compra, fazer uma pesquisa é fundamental para encontrar o produto por um preço mais acessível. No momento do pagamento, é essencial analisar se é mais vantajoso pagar à vista ou parcelar no cartão de crédito ou boleto. Antes de fechar a compra, é importante verificar se há algum desconto e se há políticas de troca e de devolução do produto. Após a compra,guardar a nota fiscal ou algum outro comprovante de compra pode facilitar o gerenciamento de gastos do mês. 1. a. Resposta pessoal. Professor, verifique se os estudantes já presenciaram os familiares pondo em prática alguma ação financeira inteligente ou se já os auxiliaram nesse aspecto. Resposta pessoal. Professor, incentive os estudantes a pesquisar por preço, pelos tributos pagos pelo produto, entre outras informações, para que possam elaborar um plano de compra. 1. b. Resposta pessoal. Espera-se que os estudantes mencionem algumas vantagens, como poder lidar com imprevistos que envolvam gastos não planejados e poder realizar sonhos, como viajar ou adquirir um produto mais caro. Ilu st ra çõ es : I sa be la Sa nt os /A rq ui vo d a ed ito ra 23twenty-three 29/07/2022 15:59:4829/07/2022 15:59:48 Orientações • As atividades desta página contemplam os temas con- temporâneos transversais Educação financeira e Edu- cação fiscal, uma vez que levam o estudante a refletir a respeito da importância de estabelecer uma relação sau- dável com o dinheiro. Ao de- bater e refletir sobre tais te- mas, os estudantes desenvol- verão também a competên- cia geral 7 e a competência específica de Linguagens 4, pois serão incentivados a dis- cutir aspectos relacionados ao consumo consciente e a defender pontos de vista coe- rentes a escolhas pautadas em valores éticos que pro- movam os Direitos Humanos. Nessa direção, as atividades promovem ainda o desen- volvimento parcial do nível A2 ao oportunizar aos estu- dantes que se comuniquem por meio de textos simples e curtos, complementado seu repertório com outras for- mas de linguagem (gestos, desenhos, palavras de outras línguas etc.). Para isso, incen- tive os estudantes a usar o repertório em língua inglesa para responder às atividades promovendo a interação en- tre os colegas. • Na atividade 1, converse com os estudantes acerca da importância desses temas para a redução das desigual- dades, um dos objetivos da Agenda 2023. Questione co- mo as dicas dadas na seção podem ser aplicadas na vida familiar deles e conduza uma discussão para que digam o que suas famílias já fazem e o que precisam aprimorar. • Na atividade 2, os estudan- tes desenvolverão a compe- tência específica de Língua Inglesa 5 ao usar tecnologias para pesquisar informações que os auxiliem a elaborar planos de ação. Durante a atividade, destaque para os estudantes a importância dos cuidados ao realizar compras on-line, principalmente na ve- rificação da confiabilidade do vendedor. 23 04/08/2022 09:23:1304/08/2022 09:23:13 Time to learn words Kinds of stores 1. Read and repeat the following expressions out loud. A. J. G. K. D. L. B. sports shop H. stationery store C. toy store bookstore I. E. candy shop music shop clothes store F. pet shop department store flower shop shoe store grocery store H af iz Jo ha ri/ Sh ut te rs to ck .c om An to n G vo zd ik ov / Sh ut te rs to ck .c om So rb is /S hu tt er st oc k. co m Ar tC oo kS tu di o/ Sh ut te rs to ck .c om Be st Ph ot oP lu s/ Sh ut te rs to ck .c om So rb is /S hu tt er st oc k. co m Ro m an T ira sp ol sk y/ Sh ut te rs to ck .c om Sh eb ek o/ Sh ut te rs to ck .c om G ilb er to M es qu ita / Sh ut te rs to ck .c om bo gd an io ne sc u/ Sh ut te rs to ck .c om An na K riv its ka ya / Sh ut te rs to ck .c om Pa ck -S ho t/ Sh ut te rs to ck .c om 24 twenty-four 08/08/2022 15:50:2908/08/2022 15:50:29 2. In your notebook, write down the following sentences completing them with the appropriate kind of store. a. I buy a new dress at a ■ if I really need it. e. Lucy is a botanist and she works at this ■. b. We need some tomatoes and onions. Let’s go to the ■. c. The books in this ■ are on sale. d. I’m going to buy food for my dog in this ■. f. There is a ■ in my neighborhood. Resposta: Clothes store. Resposta: Grocery store. Resposta: Bookstore. Resposta: Pet shop. Resposta: Flower shop. Resposta: Candy shop. Cl ov er a/ Sh ut te rs to ck .c om Be ar Fo to s/ Sh ut te rs to ck .c om PV p ro du ct io ns /S hu tt er st oc k. co m Be ar Fo to s/ Sh ut te rs to ck .c om Be ar Fo to s/ Sh ut te rs to ck .c om Be ar Fo to s/ Sh ut te rs to ck .c om 25twenty-five 29/07/2022 15:59:5329/07/2022 15:59:53 Orientações • Ao longo das atividades desta seção, será contem- plada a habilidade EF08LI13, uma vez que os estudantes vão conhecer e usar sufixos e prefixos comumente utiliza- dos na formação de palavras em língua inglesa. Além disso, desenvolverão, parcialmente, o nível A2 ao expandir seu re- pertório linguístico por meio de recombinações simples de elementos nas frases elabora- das por eles nas atividades. • Na atividade 1, oriente os estudantes a ler o subtítulo da seção e analisar as imagens para inferir o tema explora- do: os diferentes tipos de lo- jas. Peça a eles que formem duplas e repitam as palavras para o colega. Nesse momen- to, caminhe pela sala de aula orientando-os em relação à pronúncia. Depois, leia os itens para os estudantes para que eles os repitam depois de você. 24 09/08/2022 15:51:4109/08/2022 15:51:41 Time to learn words Kinds of stores 1. Read and repeat the following expressions out loud. A. J. G. K. D. L. B. sports shop H. stationery store C. toy store bookstore I. E. candy shop music shop clothes store F. pet shop department store flower shop shoe store grocery store H af iz Jo ha ri/ Sh ut te rs to ck .c om An to n G vo zd ik ov / Sh ut te rs to ck .c om So rb is /S hu tt er st oc k. co m Ar tC oo kS tu di o/ Sh ut te rs to ck .c om Be st Ph ot oP lu s/ Sh ut te rs to ck .c om So rb is /S hu tt er st oc k. co m Ro m an T ira sp ol sk y/ Sh ut te rs to ck .c om Sh eb ek o/ Sh ut te rs to ck .c om G ilb er to M es qu ita / Sh ut te rs to ck .c om bo gd an io ne sc u/ Sh ut te rs to ck .c om An na K riv its ka ya / Sh ut te rs to ck .c om Pa ck -S ho t/ Sh ut te rs to ck .c om 24 twenty-four 29/07/2022 15:59:5129/07/2022 15:59:51 2. In your notebook, write down the following sentences completing them with the appropriate kind of store. a. I buy a new dress at a ■ if I really need it. e. Lucy is a botanist and she works at this ■. b. We need some tomatoes and onions. Let’s go to the ■. c. The books in this ■ are on sale. d. I’m going to buy food for my dog in this ■. f. There is a ■ in my neighborhood. Resposta: Clothes store. Resposta: Grocery store. Resposta: Bookstore. Resposta: Pet shop. Resposta: Flower shop. Resposta: Candy shop. Cl ov er a/ Sh ut te rs to ck .c om Be ar Fo to s/ Sh ut te rs to ck .c om PV p ro du ct io ns /S hu tt er st oc k. co m Be ar Fo to s/ Sh ut te rs to ck .c om Be ar Fo to s/ Sh ut te rs to ck .c om Be ar Fo to s/ Sh ut te rs to ck .c om 25twenty-five 29/07/2022 15:59:5329/07/2022 15:59:53 • Na atividade 2, incentive a autonomia dos estudantes para responder à atividade. Sugira, por exemplo, que identifiquem os cognatos e as palavras-chave para com- preender as informações de cada item. Instrua-os a retornar à atividade 1, se necessário, para consultar o vocabulário, e a utilizar o dicionário para checar possí- veis dúvidas. Depois, faça a correção coletiva pedindo a voluntários que leiam as fra- ses e falem a resposta. 25 04/08/2022 09:23:1304/08/2022 09:23:13 Good morning. █ I’m looking for a black sweater. █ █ It’s $30. █ credit card? Sure. 3. In your notebook, match the stores to the products they sell. 4. In your notebook, write down the dialog and complete it with the following expressions. shoe storeA. toy storeE. department storeD.music shopB. sports shopC. stationery storeF. guitars, drums, and violins1. clothes, foods, and electronics2. notebooks, pencils, and pens3. shoes, sneakers, and sandals4. dolls, teddy bears, and puzzles5. balls, rackets, and helmets6. 5. Pair up with a classmate, choose a kind of store, and role-play a dialog. Here you are. How much is it? Can I pay by How can I help you? A. C. B. D. Resposta: A – 4; B – 1; C – 6; D – 2; E – 5; F – 3. Resposta pessoal. Resposta: A: How can I help you?; B: Here you are.; C: How much is it?; D: Can I pay by. Ilu st ra çõ es : F ab io E iji S ira su m a/ Ar qu iv o da e di to ra 26 twenty-six 29/07/2022 15:59:5529/07/2022 15:59:55 Affixes 1. Read the following words. Now write down in your notebook the correct answer for each question. a. Which group has words with prefixes (letters added to the beginning of a word)? Group A. Group B. A new word is formed with a different meaning. A new word is formed with the same meaning. b. What happens when a word has a prefix? 2. Analyze the words from the previous activity and, in your notebook, answer the following questions. a. Which prefix means two or twice? b. Which prefix refers to a higher position? c. Which prefix means again? d. Which prefix means below or under? e. Which prefixes give words a negative meaning? Group A Group B lateral bilateral appear disappear possible impossible happy unhappy legal illegal do redo marine submarine stairs upstairs Resposta: Dis; im; un; il. Resposta: Group B. Resposta: A new word is formed with a different meaning. Resposta: Bi. Resposta: Up. Resposta: Re. Resposta: Sub. 27twenty-seven 29/07/2022 15:59:5529/07/2022 15:59:55 • Antes de realizar a ativida- de 3, para ativar os conhe- cimentos prévios da turma, retome com os estudantes as imagens da página 24 e, em seguida, peça a eles que lis- tem no caderno os produtos que imaginam que possam ser encontrados em cada tipo de estabelecimento presente nas imagens. Depois, orien- te-os a responder e compa- rar suas respostas com as de um colega para que discutam suas conclusões. • Na atividade 4, peça aos estudantes para analisar as imagens e fazer inferências sobre o contexto e a situa- ção de comunicação que elas representam. Peça que, nesse momento, não leiam as informações verbais para que possam ativar seu co- nhecimento prévio com base na análise das cenas. No mo- mento da correção, se pos- sível, escreva o diálogo na lousa e peça aos estudantes que, em duplas, leiam em voz alta algumas vezes. • Na atividade 5, os estudan- tes desenvolvem a compe- tência geral 4 e a compe- tência específica de Lingua- gens 3 ao utilizar diferentes linguagens para se expres- sar. Se necessário, oriente os estudantes a, previamente, escrever no caderno um diá- logo para que possam segui- -lo. Instrua-os a se expressar oralmente com entonação adequada e com atenção à pronúncia. Durante a ativi- dade, caminhe pela sala de aula auxiliando as duplas na composição do diálogo e na pronúncia. Ao final, peça a duplas voluntárias que re- produzam seu diálogo para a turma. 26 04/08/2022 09:23:1404/08/2022 09:23:14 Good morning. █ I’m looking for a black sweater. █ █ It’s $30. █ credit card? Sure. 3. In your notebook, match the stores to the products they sell. 4. In your notebook, write down the dialog and complete it with the following expressions. shoe storeA. toy storeE. department storeD. music shopB. sports shopC. stationery storeF. guitars, drums, and violins1. clothes, foods, and electronics2. notebooks, pencils, and pens3. shoes, sneakers, and sandals4. dolls, teddy bears, and puzzles5. balls, rackets, and helmets6. 5. Pair up with a classmate, choose a kind of store, and role-play a dialog. Here you are. How much is it? Can I pay by How can I help you? A. C. B. D. Resposta: A – 4; B – 1; C – 6; D – 2; E – 5; F – 3. Resposta pessoal. Resposta: A: How can I help you?; B: Here you are.; C: How much is it?; D: Can I pay by. Ilu st ra çõ es : F ab io E iji S ira su m a/ Ar qu iv o da e di to ra 26 twenty-six 29/07/2022 15:59:5529/07/2022 15:59:55 Affixes 1. Read the following words. Now write down in your notebook the correct answer for each question. a. Which group has words with prefixes (letters added to the beginning of a word)? Group A. Group B. A new word is formed with a different meaning. A new word is formed with the same meaning. b. What happens when a word has a prefix? 2. Analyze the words from the previous activity and, in your notebook, answer the following questions. a. Which prefix means two or twice? b. Which prefix refers to a higher position? c. Which prefix means again? d. Which prefix means below or under? e. Which prefixes give words a negative meaning? Group A Group B lateral bilateral appear disappear possible impossible happy unhappy legal illegal do redo marine submarine stairs upstairs Resposta: Dis; im; un; il. Resposta: Group B. Resposta: A new word is formed with a different meaning. Resposta: Bi. Resposta: Up. Resposta: Re. Resposta: Sub. 27twenty-seven 29/07/2022 15:59:5529/07/2022 15:59:55 • Neste momento, os estu- dantes vão aprender sobre afixos da língua inglesa, desenvolvendo a habilida- de EF08LI13. Se considerar necessário, de acordo com o nível da turma, explique, previamente, o conceito de afixos em português. • Na atividade 1, chame a atenção dos estudantes pa- ra a palavra prefix. Peça que reflitam a respeito dela, que é uma palavra cognata, e busquem compreender seu significado. A ideia é que eles associem esse termo a letras que são acrescentadas no início de uma palavra. Na sequência, oriente os estu- dantes a atentar ao significa- do das palavras no quadro, comparando a coluna da esquerda com a da direita, de modo que percebam que a mudança de significado é devida ao prefixo acrescen- tado a cada palavra. Durante a correção da atividade, peça aos estudantes que pensem em outros exemplos de pala- vras formadas com um prefi- xo que cause o mesmo efeito descrito em cada item. • Na atividade 2, explique aos estudantes que cada prefixo modifica e atribui um novo sentido às palavras, mas que isso, geralmente, não afeta a sua classe gramatical. Se necessário, oriente-os a con- sultar o dicionário para con- ferir as definições da palavra e fazer inferências sobre qual sentido cada afixo atribui ao substantivo ao qual é adicio- nado. Escreva outros exem- plos de palavras que conte- nham os afixos retomados na atividade para que os es- tudantes expandam seu re- pertório acerca desse aspec- to lexical. Ao corrigir o item a, você pode citar bilingual; no item b, upgrade; para o c, restart; no d, submersion; e para o item e, disagree, impatient, unfair e illogical. 27 04/08/2022 09:23:1404/08/2022 09:23:14 3. Read the following words. Now answer the questions in your notebook. a. Which group has words with suffixes (letters added at the end of a word)? b. What happens when a word has a suffix? 4. In your notebook, write down the explanations completing them with the correct option. a. The suffix -er transforms a verb into a noun. For example: ■. Lembre-se de que um verbo (verb) expressa uma ação, um estado, uma mudança de estado ou fenômeno da natureza. Um substantivo (noun) nomeia seres, objetos, lugares etc. Já um adjetivo (adjective) atribui característica a um substantivo. Tip Group A Group B fashion fashionable music musical help helpful end endless paint painter happy happiness real realism b. Some suffixes (such as -ness and -ism) transform an adjective into a noun. For example: ■. c. Some suffixes (such as -able, -al, -ful and -less) transform a noun into an adjective. For example: ■. painter musical endless, fashion happiness, realism musical, paint, happy, real, endfashionable, musical, helpful, endless Resposta: Fashionable, musical, helpful, endless. Resposta: Group B. Resposta: A new word is formed with a different meaning. Resposta: Painter. Resposta: Happiness, realism. 28 twenty-eight 29/07/2022 15:59:5529/07/2022 15:59:55 5. Add a prefix or suffix to the following words and write the new words in your notebook. a. title d. logic g. home j. cycle 6. Add a prefix or suffix to the following words. Then, use the new words to complete the sentences in your notebook. b. use e. honest h. patient a. Don’t be ■ in a store. Say please and thank you. b. Stationery stores are ■ in my city. c. This ■ dress doesn’t fit me anymore. I want to donate it. d. I ■ with you! We don’t need to go shopping every week. e. I don’t need new shoes, my old ones are very ■. f. I would like to speak with the store ■, please. g. You need to ■ this paragraph about consumerism. h. For me, buying clothes is a ■ event, on the months of June and November. polite common color agree comfort manage write annual c. critic f. aware i. literate Resposta: Biannual. Sugestão de resposta: a. subtitle; b. reuse; c. criticism; d. logical; e. dishonest; f. awareness; g. homeless; h. impatient; i. illiterate; j. upcycle. Resposta: Impolite. Resposta: Uncommon. Possíveis respostas: Colorful; colorless. Resposta: Disagree. Resposta: Comfortable. Resposta: Manager. Resposta: Rewrite. 29twenty-nine 29/07/2022 15:59:5529/07/2022 15:59:55 • Na atividade 3, explique aos estudantes que os sufi- xos são adicionados ao final da palavra. Após a correção, proponha a eles que consul- tem o dicionário ou que uti- lizem a estratégia scanning e identifiquem outras palavras com sufixos. • Antes de responder à ativi- dade 4, oriente os estudantes a ler as informações do boxe Tip e peça que respondam com base nos exemplos que estudaram na atividade. Ao corrigi-la, aproveite para ex- plicar as regras de uso do sufixo em inglês. Explique que, assim como os prefixos, os sufixos mudam o senti- do das palavras, porém eles também mudam sua classe gramatical. Escreva a palavra happy na lousa e pergunte a qual classe gramatical ela pertence (adjetivo – pois ela descreve uma característi- ca de alguém ou algo). Em seguida, adicione o prefixo un- e pergunte se ela ainda é um adjetivo, ou seja, se continua descrevendo uma característica de alguém ou algo. Na sequência, adicione o sufixo -ness e pergunte se a palavra unhappiness é usada para descrever uma carac- terística ou para dar nome a algo. Dessa forma, leve os estudantes a perceber que, ao adicionarmos o sufixo, ela deixou de ser um adjetivo e se transformou em um subs- tantivo (noun). Explique que a atribuição de novos senti- dos a uma palavra também ocorre em português, como nos termos ilegal, legalizar, submarino, marinheiro, re- criar, criativo, entre outros. Peça a eles que sugiram ou- tros exemplos com base em seu conhecimento prévio. Ao refletir sobre os afixos em inglês e em português, os estudantes desenvolverão aspectos da competência es- pecífica de Língua Inglesa 3. 28 04/08/2022 09:23:1404/08/2022 09:23:14 3. Read the following words. Now answer the questions in your notebook. a. Which group has words with suffixes (letters added at the end of a word)? b. What happens when a word has a suffix? 4. In your notebook, write down the explanations completing them with the correct option. a. The suffix -er transforms a verb into a noun. For example: ■. Lembre-se de que um verbo (verb) expressa uma ação, um estado, uma mudança de estado ou fenômeno da natureza. Um substantivo (noun) nomeia seres, objetos, lugares etc. Já um adjetivo (adjective) atribui característica a um substantivo. Tip Group A Group B fashion fashionable music musical help helpful end endless paint painter happy happiness real realism b. Some suffixes (such as -ness and -ism) transform an adjective into a noun. For example: ■. c. Some suffixes (such as -able, -al, -ful and -less) transform a noun into an adjective. For example: ■. painter musical endless, fashion happiness, realism musical, paint, happy, real, end fashionable, musical, helpful, endless Resposta: Fashionable, musical, helpful, endless. Resposta: Group B. Resposta: A new word is formed with a different meaning. Resposta: Painter. Resposta: Happiness, realism. 28 twenty-eight 29/07/2022 15:59:5529/07/2022 15:59:55 5. Add a prefix or suffix to the following words and write the new words in your notebook. a. title d. logic g. home j. cycle 6. Add a prefix or suffix to the following words. Then, use the new words to complete the sentences in your notebook. b. use e. honest h. patient a. Don’t be ■ in a store. Say please and thank you. b. Stationery stores are ■ in my city. c. This ■ dress doesn’t fit me anymore. I want to donate it. d. I ■ with you! We don’t need to go shopping every week. e. I don’t need new shoes, my old ones are very ■. f. I would like to speak with the store ■, please. g. You need to ■ this paragraph about consumerism. h. For me, buying clothes is a ■ event, on the months of June and November. polite common color agree comfort manage write annual c. critic f. aware i. literate Resposta: Biannual. Sugestão de resposta: a. subtitle; b. reuse; c. criticism; d. logical; e. dishonest; f. awareness; g. homeless; h. impatient; i. illiterate; j. upcycle. Resposta: Impolite. Resposta: Uncommon. Possíveis respostas: Colorful; colorless. Resposta: Disagree. Resposta: Comfortable. Resposta: Manager. Resposta: Rewrite. 29twenty-nine 29/07/2022 15:59:5529/07/2022 15:59:55 • Nas atividades 5 e 6, se ne- cessário, oriente os estudan- tes a conferir as respostas das atividades anteriores pa- ra auxiliá-los na escolha dos prefixos e sufixos que adicio- narão a cada palavra. Se con- siderar oportuno, transcreva os prefixos e os sufixos na lousa e relembre o significa- do de cada um com a turma. Atividade • Para ampliar o trabalho com o conteúdo prefixos e sufixos, faça a atividade a se- guir com a turma. Para isso, oriente a formação de duplas, aproveitando para unir estu- dantes com diferentes tipos de conhecimentos e habilida- des. Explique a eles que de- verão elaborar duas tabelas, uma com os sufixos e outra com os prefixos estudados, anotando o sentido de cada um. Para isso, faça na lousa duas tabelas, cada uma com três colunas e dez linhas. Na primeira linha de cada tabela, escreva o título das colunas: em uma, prefix, meaning, examples; e, na outra, suffix, meaning, examples. Solicite às duplas que preencham as colunas com as palavras es- tudadas ao longo da seção. Para finalizar, faça a correção coletiva da atividade pedindo a uma dupla por vez que se dirija à lousa e preencha uma das linhas com as informa- ções anotadas. Oriente os es- tudantes a guardar as tabelas para consultas posteriores. 29 04/08/2022 09:23:1404/08/2022 09:23:14 Shopping list tomatoes apples bread milk Shopping list paper paint pens pencils 2. Analyze the words from the previous activity and answer the questions in your notebook. a. Which words are in the plural form? b. What are the singular forms of these words? c. Which words are in the singular form? d. Do these words have a plural form? Countable and uncountable nouns 1. Read the following shopping lists. Time to study the language Now, in your notebook, match the lists with the pictures that represent people buying these items. 1. 2. Plural form indica que se refere a mais de um elemento. Singular form indica que se refere a somente um elemento. Tip A. B. Resposta: A – 2; B – 1. Resposta: Tomatoes, apples, pens, pencils. Resposta: Tomato, apple, pen, pencil. Resposta: Bread, milk, paper, paint. Resposta: No, they don’t. Be ar Fo to s/ Sh ut te rs to ck .c om N ej ro n Ph ot o/ Sh ut te rs to ck .c om Se rg io L im a/ Ar quiv o da e di to ra 30 thirty 30/07/2022 12:39:3830/07/2022 12:39:38 Para os uncountable nouns, podemos indicar a quantidade usando algumas expressões. Confira-as a seguir. • a bag of rice • a bottle of water • a bowl of soup • a can of soda • a head of cabbage • a jar of juice • a piece of cheese • a pot of ice cream • a slice of pizza • a bar of soap • a box of cereal • a carton of milk • a cup of tea • a kilo of meat • a loaf of bread • a pinch of salt • a roll of toilet paper • a tube of toothpaste 3. In your notebook, write down the sentences completing them with the correct option. a. The shopping lists have countable and uncountable █. 4. In your notebook, write down the following words adding a C to the ones that are countable nouns and a U for the uncountable nouns. b. Countable nouns can be counted and they have both singular and plural forms, such as █. c. Uncountable nouns can’t be counted and they only have a singular form, such as █. nouns bread and milk paper and paint adjectives apples and tomatoes pen and pencils b. egg d. sugar f. pants h. time j. flower a. coffee c. notebook e. money g. butter i. furniture Resposta: Nouns. Resposta: Apples and tomatoes. Resposta: Paper and paint. Resposta: C. Resposta: U. Resposta: C. Resposta: U. Resposta: C. Resposta: U. Resposta: C. Resposta: U. Resposta: U. Resposta: U. 31thirty-one 29/07/2022 16:03:0929/07/2022 16:03:09 Orientações • Nesta seção, os estudantes vão aprender alguns subs- tantivos contáveis e incon- táveis em inglês. Se julgar conveniente, considerando as necessidades dos estu- dantes, você pode iniciar o trabalho com o conteúdo lendo as informações e os exemplos apresentados nos boxes das páginas 31 e 32. A fim de exemplificar e ampliar o trabalho com esses subs- tantivos, providencie alguns alimentos ou imagens deles, como café, limão e água, e leve-os para a sala de aula. Peça aos estudantes que elaborem frases utilizando os alimentos que você pro- videnciou. Por exemplo, “I drink some coffee every day in the morning”; “I bought three lemons yesterday”. • Ao longo da seção, os estu- dantes desenvolverão, par- cialmente, o nível A2 ao usar frases cotidianas comumente utilizadas para contemplar necessidades simples rela- cionadas a objetivos e situa- ções específicas, falar sobre rotinas diárias, expressar de- sejos e necessidades e pedir informações. • Na atividade 1, pergunte aos estudantes se costumam ajudar a elaborar listas de compras em casa. Questio- ne se o responsável pelas compras da família costuma anotar os itens de primeira necessidade antes de ir ao supermercado ou outros es- tabelecimentos. Em seguida, leia as listas com os estudan- tes e peça que repitam os itens para que possam pra- ticar a pronúncia. Estipule o tempo para que realizem a atividade e peça que compa- rem suas respostas com as de um colega. Depois, corrija e tire as dúvidas que surgirem. • Na atividade 2, se necessá- rio, explique aos estudantes que, em outros contextos e com outros significados, al- gumas dessas palavras po- dem aparecer na forma do plural. Por exemplo, a palavra paper, quando significar papel, vai estar sempre no singular; porém, quando for usada com o sentido de jornal ou documento, poderá aparecer no plural. Oriente-os a ler o conteúdo do boxe Tip e escreva alguns exem- plos de substantivos no plural e no singular na lousa, por exemplo orange/oranges, book/books, entre ou- tras palavras que já façam parte do repertório coti- diano deles. Em seguida, peça a eles que escrevam exemplos de frases com essas palavras no caderno para ampliar o trabalho com o uso do singular e do plural. 30 04/08/2022 09:23:1404/08/2022 09:23:14 Shopping list tomatoes apples bread milk Shopping list paper paint pens pencils 2. Analyze the words from the previous activity and answer the questions in your notebook. a. Which words are in the plural form? b. What are the singular forms of these words? c. Which words are in the singular form? d. Do these words have a plural form? Countable and uncountable nouns 1. Read the following shopping lists. Time to study the language Now, in your notebook, match the lists with the pictures that represent people buying these items. 1. 2. Plural form indica que se refere a mais de um elemento. Singular form indica que se refere a somente um elemento. Tip A. B. Resposta: A – 2; B – 1. Resposta: Tomatoes, apples, pens, pencils. Resposta: Tomato, apple, pen, pencil. Resposta: Bread, milk, paper, paint. Resposta: No, they don’t. Be ar Fo to s/ Sh ut te rs to ck .c om N ej ro n Ph ot o/ Sh ut te rs to ck .c om Se rg io L im a/ Ar qu iv o da e di to ra 30 thirty 30/07/2022 12:39:3830/07/2022 12:39:38 Para os uncountable nouns, podemos indicar a quantidade usando algumas expressões. Confira-as a seguir. • a bag of rice • a bottle of water • a bowl of soup • a can of soda • a head of cabbage • a jar of juice • a piece of cheese • a pot of ice cream • a slice of pizza • a bar of soap • a box of cereal • a carton of milk • a cup of tea • a kilo of meat • a loaf of bread • a pinch of salt • a roll of toilet paper • a tube of toothpaste 3. In your notebook, write down the sentences completing them with the correct option. a. The shopping lists have countable and uncountable █. 4. In your notebook, write down the following words adding a C to the ones that are countable nouns and a U for the uncountable nouns. b. Countable nouns can be counted and they have both singular and plural forms, such as █. c. Uncountable nouns can’t be counted and they only have a singular form, such as █. nouns bread and milk paper and paint adjectives apples and tomatoes pen and pencils b. egg d. sugar f. pants h. time j. flower a. coffee c. notebook e. money g. butter i. furniture Resposta: Nouns. Resposta: Apples and tomatoes. Resposta: Paper and paint. Resposta: C. Resposta: U. Resposta: C. Resposta: U. Resposta: C. Resposta: U. Resposta: C. Resposta: U. Resposta: U. Resposta: U. 31thirty-one 29/07/2022 16:03:0929/07/2022 16:03:09 • Na atividade 3, explique aos estudantes que o termo nouns se refere a palavras que nomeiam pessoas, ob- jetos, lugares e emoções, e pode representar itens concretos (coisas, objetos etc.) ou conceitos abstratos (sentimentos, ideias etc.). Já os adjetivos referem-se à qualidade de algo, caracteri- zando-o. Explique a diferença entre countable e uncountable nouns e diga que os substan- tivos contáveis podem ser usados no plural, ao passo que os incontáveis são usa- dos no singular. Explique que os conceitos de contável e incontável podem ser dife- rentes do português para al- guns substantivos ao compa- rarmos sua equivalência em inglês, por isso é importante ater-se às regras de uso com atenção. Tal reflexão permite desenvolver a competência específica de Língua Inglesa 3 ao incentivar os estudantes a refletir sobre os usos das línguas em diferentes con- textos culturais. • Na atividade 4, leia o enun- ciado e os itens com os es- tudantes e verifique se há dúvidas quanto ao significa- do de algum termo. Dê um tempo para que respondam à atividade e, depois, faça a correção coletiva. Nesse mo- mento, incentive-os a usar as expressões do quadro pa- ra indicar a quantidade dos substantivos incontáveis. Ex- plique que algumas expres- sões são comumente utiliza- das com substantivos espe- cíficos e retome os exemplos na lousa. 31 04/08/2022 09:23:1404/08/2022 09:23:14 Time to pronounce 5. In your notebook, write down the following sentences and complete them with a noun from the previous activity. a. Yesterday, I bought a nice pair of █ at the clothes store. b. Let’s have a cup of █ at the coffee shop. c. The TV costs $500 and we don’t have this amount of █. d. We need to buy a dozen █ to make a cake. Os artigos indefinidos a e an são usados antes de countablenouns no singular. In English, nouns can be countable or uncountable. Countable nouns can be counted and have a singular and a plural form. I need to buy a pen and an eraser at the stationery store. I need to buy rice and oranges at the supermarket. I bought a book at the bookstore. I bought milk at the supermarket. I bought two books at the bookstore. I bought lettuce at the grocery store. Esses artigos não são usados antes de countables nouns no plural e uncountable nouns. 1. Listen and repeat the following words. track 3 When the letters T or TT are in the middle of words, between vowel sounds or between an R and a vowel sound, they can be pronounced with a regular T sound or with a flap T sound. 2. In your notebook, list words with T and TT. Then, pair up with a classmate and read them out loud. bottle butter lettuce water little Saturday thirty forty Uncountable nouns cannot be counted and have only a singular form. Resposta: Pants. Resposta: Coffee. Resposta: Money. Resposta: Eggs. Resposta pessoal. Professor, reforce aos estudantes que T e TT devem estar no meio das palavras e incentive-os a praticar as duas pronúncias. 32 thirty-two 03/08/2022 09:18:2203/08/2022 09:18:22 Quantifiers 1. Read the following questions and answers. 2. In your notebook, write down the following questions and complete them with How many or How much. a. █ books do you have? b. █ money do you have in your pocket? c. █ slices of pizza are there in a pizza pie? d. █ pairs of sneakers do you have? e. █ time do you usually spend at the shopping mall? f. █ milk did you buy last time you went to the supermarket? 3. In your notebook, answer the questions from the previous activity. It is used to express an indefinite quantity in affirmative sentences. 1. how manyA. It is used to express an indefinite quantity in negative sentences. 2. It is used to ask questions about the quantity of countable nouns. 3. It is used to ask questions about the quantity of uncountable nouns. 4. how muchB. someC. anyD. Now, in your notebook, match the expressions with their use. How many flowers are there at the flower shop? There isn’t any chocolate at the candy shop. How much chocolate is there at the candy shop? There are some flowers at the flower shop. Resposta: A – 3; B – 4; C – 1; D – 2. Professor, explique aos estudantes que some e any podem ser usados com countable e uncountable nouns e que any também pode ser usado em frases interrogativas, como em “Is there any cheese in the fridge?”. Resposta: How many. Resposta: How much. Resposta: How many. Resposta: How many. Resposta: How much. Resposta: How much. Respostas pessoais. 33thirty-three 29/07/2022 16:03:0929/07/2022 16:03:09 • Na atividade 5, retome com os estudantes o conteúdo do boxe complementar e as in- formações ao final da página para reforçar as regras de uso dos artigos e dos subs- tantivos contáveis e incontá- veis em inglês. Em seguida, leia as frases com a turma e, depois, destaque na lousa as expressões-chave que po- dem auxiliá-los a identificar o substantivo correto: a pair of, a cup of, an amount of e a dozen of. Incentive-os tam- bém a analisar o contexto da frase para inferir e identificar a resposta correta. Faça a cor- reção e sane as dúvidas que surgirem. • Ao realizar a proposta do boxe Time to pronounce, peça aos estudantes que se juntem a um colega para que realizem as atividades em duplas. Antes de reproduzir o áudio, solicite a eles que tentem repetir as palavras da atividade 1 da forma como imaginam ser o correto, aten- tando para as pronúncias dos sons de t e tt. Depois, toque o áudio para que eles rea- lizem o que foi proposto e pergunte se percebem a dife- rença na pronúncia dos dois sons. Leia com a turma o tex- to sobre as maneiras de pro- nunciar cada som e repita as palavras exemplificando aos estudantes as possibilidades descritas. • Na atividade 2, leve a turma para a sala de informática ou a algum lugar com acesso à internet para que os estu- dantes possam pesquisar exemplos de palavras para complementar a lista que ela- boraram na atividade e sugi- ra que acessem um dicioná- rio on-line para que ouçam as variações da pronúncia dos termos que listaram. Caso não tenham acesso à inter- net, disponibilize dicionários para que consultem o voca- bulário e, depois, ao corrigir a atividade, leia as palavras para que a turma as repita. 32 04/08/2022 09:23:1404/08/2022 09:23:14 Time to pronounce 5. In your notebook, write down the following sentences and complete them with a noun from the previous activity. a. Yesterday, I bought a nice pair of █ at the clothes store. b. Let’s have a cup of █ at the coffee shop. c. The TV costs $500 and we don’t have this amount of █. d. We need to buy a dozen █ to make a cake. Os artigos indefinidos a e an são usados antes de countable nouns no singular. In English, nouns can be countable or uncountable. Countable nouns can be counted and have a singular and a plural form. I need to buy a pen and an eraser at the stationery store. I need to buy rice and oranges at the supermarket. I bought a book at the bookstore. I bought milk at the supermarket. I bought two books at the bookstore. I bought lettuce at the grocery store. Esses artigos não são usados antes de countables nouns no plural e uncountable nouns. 1. Listen and repeat the following words. track 3 When the letters T or TT are in the middle of words, between vowel sounds or between an R and a vowel sound, they can be pronounced with a regular T sound or with a flap T sound. 2. In your notebook, list words with T and TT. Then, pair up with a classmate and read them out loud. bottle butter lettuce water little Saturday thirty forty Uncountable nouns cannot be counted and have only a singular form. Resposta: Pants. Resposta: Coffee. Resposta: Money. Resposta: Eggs. Resposta pessoal. Professor, reforce aos estudantes que T e TT devem estar no meio das palavras e incentive-os a praticar as duas pronúncias. 32 thirty-two 03/08/2022 09:18:2203/08/2022 09:18:22 Quantifiers 1. Read the following questions and answers. 2. In your notebook, write down the following questions and complete them with How many or How much. a. █ books do you have? b. █ money do you have in your pocket? c. █ slices of pizza are there in a pizza pie? d. █ pairs of sneakers do you have? e. █ time do you usually spend at the shopping mall? f. █ milk did you buy last time you went to the supermarket? 3. In your notebook, answer the questions from the previous activity. It is used to express an indefinite quantity in affirmative sentences. 1. how manyA. It is used to express an indefinite quantity in negative sentences. 2. It is used to ask questions about the quantity of countable nouns. 3. It is used to ask questions about the quantity of uncountable nouns. 4. how muchB. someC. anyD. Now, in your notebook, match the expressions with their use. How many flowers are there at the flower shop? There isn’t any chocolate at the candy shop. How much chocolate is there at the candy shop? There are some flowers at the flower shop. Resposta: A – 3; B – 4; C – 1; D – 2. Professor, explique aos estudantes que some e any podem ser usados com countable e uncountable nouns e que any também pode ser usado em frases interrogativas, como em “Is there any cheese in the fridge?”. Resposta: How many. Resposta: How much. Resposta: How many. Resposta: How many. Resposta: How much. Resposta: How much. Respostas pessoais. 33thirty-three 29/07/2022 16:03:0929/07/2022 16:03:09 • Nesta subseção será con- templada a habil idade EF08LI16, pois os estudantes compreenderão e utilizarão some, any, many e much. • Ao propor a atividade 1, fa- ça outros questionamentos aos estudantes para que eles possam inferir o significado das expressões how much e how many a partirdo contex- to. Por exemplo, aponte para os materiais disponíveis na sala de aula e faça perguntas utilizando a expressão how many, tais como “How many pencils are there in your pencil case?”, e escreva as respostas na lousa para que percebam que é utilizada para questio- nar a quantidade de substan- tivos contáveis. Faça também perguntas com a expressão how much. Depois, incentive- -os a escrever exemplos de perguntas no caderno e a respondê-las usando as ex- pressões some e any. • Na atividade 2, peça aos estudantes que, após ter- minar de responder a to- dos os itens, partilhem suas respostas com o colega ao lado, discutindo-as e fazen- do as correções necessárias, utilizando, dessa forma, a metodologia ativa Turn and talk. Durante a resolução da atividade, caminhe pela sala de aula para auxiliá-los com a pronúncia e corrigir even- tuais erros. Depois, corrija a atividade na lousa e sane as dúvidas que surgirem. • Na atividade 3, oriente os estudantes a responder às atividades com informações sobre si e, caso alguma ques- tão não corresponda à sua realidade, instrua-os a criar uma resposta que esteja ade- quada ao contexto de uso e às regras gramaticais. Ao fi- nal, faça a correção coletiva pedindo a voluntários que compartilhem suas respostas com a turma. 33 04/08/2022 09:23:1504/08/2022 09:23:15 I don’t have any musical instruments at home. I need to buy some vegetables at the grocery store. 4. In your notebook, write down the following sentences and complete them with some or any. a. Are there ■ roses at the flower shop? b. I need to buy ■ food for my dog at the pet shop. c. Is there ■ furniture at the department store? d. I didn’t buy ■ bread the last time I went to the supermarket. e. We are going to the shopping mall to buy ■ clothes and shoes. 5. In your notebook, write sentences with some and any. Follow the examples. To ask about quantities, we use how much with uncountable nouns and how many with countable nouns. I didn’t buy any toys at the toy store. Did you buy any bread at the bakery? Could I have some water, please? Would you like some help? I bought some paper and some pens at the stationery store. How much money do you usually spend at the shopping mall? How many pairs of shoes did you buy at the department store? Any is used in negative and interrogative sentences. The quantifiers some and any refer to a limited quantity of something. They are used with countable and uncountable nouns. Some is used in affirmative sentences. We use some in questions when we make a request or an offer. Resposta: Any. Resposta: Some. Resposta: Any. Resposta: Any. Resposta: Some. Resposta pessoal. Professor, com base nas frases criadas por eles, oriente os estudantes a refletir sobre consumismo, levando-os a pensar se suas frases refletem que eles possuem itens necessários ou supérfluos e se compram em excesso ou moderadamente. Se rg io L im a/ Ar qu iv o da e di to ra 34 thirty-four 30/07/2022 12:39:5330/07/2022 12:39:53 1. Listen to the audio and, in your notebook, write down the option that describes what it is about.track 4 Time to listen Pre-listening 1. Leia o verbete de dicionário. Como o minimalismo pode ser aplicado ao consumo consciente? MINIMALISM. Collins Dictionary. Disponível em: https://www.collinsdictionary.com/ pt/dictionary/english/minimalism. Acesso em: 25 maio 2022. While listening 2. Listen to the audio again and, in your notebook, complete the sentences with the following words.track 4 Consumerism as a lifestyle and some steps to buy more.A. Minimalism as a lifestyle and some steps to practice it.B. Minimalism is a style in which a small number of very simple things are used to create a particular effect. Post-listening 1. Em sua opinião, como o minimalismo poderia melhorar a qualidade de vida de uma pessoa? a. Living a minimalistic life makes you value what you ■ instead of what you ■. b. One step to practice ■ is to say ■ to things you don’t need. c. You can ■ or ■ the things you no longer need to other people. d. Minimalism is based on the ■ of eliminating ■. no clutter donate idea want minimalism sell need Resposta: B. 1. Sugestão de resposta: Ao diminuir o nível de consumo, adquirindo somente o que é necessário, prioriza-se, assim, um estilo de vida mais simples. materiais em casa e o foco em valorizar o que é realmente necessário na vida e o que traz satisfação pessoal. Resposta: Need; want. Resposta: Minimalism; no. Resposta: Donate; sell. Resposta: Idea; clutter. Resposta pessoal. Os estudantes podem mencionar o alívio do estresse ou da pressão de consumir e ter tantos bens 35thirty-five 03/08/2022 09:18:3503/08/2022 09:18:35 • Na atividade 4, peça aos es- tudantes que mencionem o que se lembram sobre o uso dos quantifiers some e any para que ativem sua memó- ria. Se necessário, retome a explicação e leia com eles os exemplos do quadro ao final da página para relembrar os exemplos das formas interro- gativa e afirmativa de frases com essas expressões. Leia os itens com os estudantes e estipule um tempo para que realizem a atividade. Na sequência, ao corrigi-la cole- tivamente, peça que justifi- quem suas respostas. • Ao propor a atividade 5, es- tipule o tempo e o número de frases que os estudantes de- verão escrever. Incentive-os a escrever frases significativas, que representem aspectos de sua rotina. Instigue-os a refletir sobre o que de fato precisam para que elaborem os exemplos. Desse modo, os estudantes desenvolverão a competência geral 4 e a competência específica de Linguagens 3 ao partilhar informações pessoais e sen- timentos e mobilizar os co- nhecimentos aprendidos na unidade. Depois, oriente-os a comparar suas respostas com as de um colega e, na se- quência, peça que reportem à turma o que foi partilhado pelo colega. 34 04/08/2022 09:23:1504/08/2022 09:23:15 I don’t have any musical instruments at home. I need to buy some vegetables at the grocery store. 4. In your notebook, write down the following sentences and complete them with some or any. a. Are there ■ roses at the flower shop? b. I need to buy ■ food for my dog at the pet shop. c. Is there ■ furniture at the department store? d. I didn’t buy ■ bread the last time I went to the supermarket. e. We are going to the shopping mall to buy ■ clothes and shoes. 5. In your notebook, write sentences with some and any. Follow the examples. To ask about quantities, we use how much with uncountable nouns and how many with countable nouns. I didn’t buy any toys at the toy store. Did you buy any bread at the bakery? Could I have some water, please? Would you like some help? I bought some paper and some pens at the stationery store. How much money do you usually spend at the shopping mall? How many pairs of shoes did you buy at the department store? Any is used in negative and interrogative sentences. The quantifiers some and any refer to a limited quantity of something. They are used with countable and uncountable nouns. Some is used in affirmative sentences. We use some in questions when we make a request or an offer. Resposta: Any. Resposta: Some. Resposta: Any. Resposta: Any. Resposta: Some. Resposta pessoal. Professor, com base nas frases criadas por eles, oriente os estudantes a refletir sobre consumismo, levando-os a pensar se suas frases refletem que eles possuem itens necessários ou supérfluos e se compram em excesso ou moderadamente. Se rg io L im a/ Ar qu iv o da e di to ra 34 thirty-four 30/07/2022 12:39:5330/07/2022 12:39:53 1. Listen to the audio and, in your notebook, write down the option that describes what it is about.track 4 Time to listen Pre-listening 1. Leia o verbete de dicionário. Como o minimalismo pode ser aplicado ao consumo consciente? MINIMALISM. Collins Dictionary. Disponível em: https://www.collinsdictionary.com/ pt/dictionary/english/minimalism.Acesso em: 25 maio 2022. While listening 2. Listen to the audio again and, in your notebook, complete the sentences with the following words.track 4 Consumerism as a lifestyle and some steps to buy more.A. Minimalism as a lifestyle and some steps to practice it.B. Minimalism is a style in which a small number of very simple things are used to create a particular effect. Post-listening 1. Em sua opinião, como o minimalismo poderia melhorar a qualidade de vida de uma pessoa? a. Living a minimalistic life makes you value what you ■ instead of what you ■. b. One step to practice ■ is to say ■ to things you don’t need. c. You can ■ or ■ the things you no longer need to other people. d. Minimalism is based on the ■ of eliminating ■. no clutter donate idea want minimalism sell need Resposta: B. 1. Sugestão de resposta: Ao diminuir o nível de consumo, adquirindo somente o que é necessário, prioriza-se, assim, um estilo de vida mais simples. materiais em casa e o foco em valorizar o que é realmente necessário na vida e o que traz satisfação pessoal. Resposta: Need; want. Resposta: Minimalism; no. Resposta: Donate; sell. Resposta: Idea; clutter. Resposta pessoal. Os estudantes podem mencionar o alívio do estresse ou da pressão de consumir e ter tantos bens 35thirty-five 03/08/2022 09:18:3503/08/2022 09:18:35 Orientações • As atividades propostas nesta seção permitem desen- volver a competência geral 7 ao promover uma reflexão sobre práticas de consumo consciente coerentes a uma postura ética e sustentável. A seção contempla ainda o tema contemporâneo trans- versal Educação para o con- sumo. Pre-listening • Na atividade 1, explore os conhecimentos prévios dos estudantes sobre o tema. Para isso, podem ser feitos os seguintes questionamen- tos: “Como você imagina que seria um estilo de vida mini- malista?”, “Você conhece al- guém que adota esse estilo de vida?”. Ao discutir minima- lismo e consumo conscien- te, exercitando a empatia, o diálogo e o respeito às ideias e opiniões dos colegas, os estudantes desenvolvem a competência geral 9. While listening • As atividades desta subse- ção desenvolvem a habilidade EF08LI03, pois os estudantes vão construir o sentido global de um trecho de episódio de podcast, identificando o as- sunto principal e as informa- ções relevantes. Eles desen- volverão ainda, parcialmente, o nível A2 ao terem a oportu- nidade de compreender infor- mações de gravações curtas a respeito de temas relaciona- dos ao cotidiano deles. • Na atividade 1, peça aos estudantes que leiam as al- ternativas antes de ouvir o áudio para se familiarizarem com o que vão ouvir. Na se- quência, reproduza o áudio sem interrupções e verifique se conseguem responder à atividade. Se necessário, toque novamente, fazendo pausas conforme as informa- ções forem apresentadas e pedindo aos estudantes que compartilhem o que enten- deram de cada trecho. • Na atividade 2, oriente os estudantes a ler as op- ções e fazer previsões sobre as possibilidades de resposta. Em seguida, toque o áudio continuamen- te para que respondam à atividade. Ao corrigir, chame a atenção para as palavras-chave e toque o áudio pausadamente para que verifiquem os tre- chos em que cada item é mencionado. Post-listening • Na atividade 1, incentive os estudantes a dizer o que mais chamou a atenção deles em relação ao mi- nimalismo e pergunte se eles se sentiram interes- sados em aderir a esse estilo de vida. Por meio des- sa atividade, os estudantes desenvolverão aspec- tos da competência específica de Linguagens 4, pois expressarão suas opiniões e perspectivas sobre o tema, refletindo. 35 04/08/2022 09:23:1504/08/2022 09:23:15 https://www.collinsdictionary.com/pt/dictionary/english/minimalism 1. Talk to your classmates and choose a topic for a collective discussion. Time to speak 4. What could you learn from your classmates’ viewpoints? Confira algumas expressões que você pode usar durante a conversa com os colegas. Para apresentar opinião: I believe, I think, In my opinion. Para concordar com uma ideia: I agree, Exactly, I feel the same. Para discordar de uma ideia: I disagree, I don’t think so, I beg to differ. Para pedir por esclarecimentos: What do you mean?, Can you explain?, Can you repeat?. Para reformular uma ideia: In other words, I mean, Let me try again. Tip 3. Join some classmates to discuss the topic. Follow these instructions. a. Decide the order each member of the group is going to speak. b. On your turn, give your opinion and present arguments. c. You can use body language to help to communicate your ideas. d. On your classmates’ turn, listen to them carefully. e. You can comment or express disagreement politely. 2. Do some research about the topic chosen and, in your notebook, list information and ideas for the collective discussion. Special occasions, like Christmas, make people consume more. Why does this happen? What are the arguments to defend your opinion? What is your opinion about it? What do studies or surveys show about it? What do specialists say about it? The role of product labels, such as clothing brands, in consumerism. Teenagers and children are becoming consumerists earlier. Resposta pessoal. Os estudantes podem indicar ideias apresentadas pelos colegas ou o que aprenderam com a atividade, como o respeito aos turnos de fala e aos pontos de vista dos colegas. Resposta pessoal. Resposta pessoal. Resposta pessoal. 36 thirty-six 29/07/2022 16:03:0929/07/2022 16:03:09 c. Pense em como satirizar o tema, gerar humor e levar o leitor à reflexão. d. Escolha uma cena para ilustrar e representar o tema. e. Defina o texto verbal para complementar sua ideia. Confira, a seguir, como o texto verbal pode aparecer no cartum. Time to write Pre-writing consumismo O que é consumismo? O que leva as pessoas ao consumismo? Para falas dos personagens, utilize balões de fala. Para pensamentos dos personagens, utilize balões de pensamento. Para descrição da cena, posicione o texto acima ou abaixo da ilustração. consumo consciente O que é consumo consciente? Como consumir de maneira consciente? 1. No caderno, escreva qual opção descreve características do cartum. Apresenta uma ilustração que satiriza, geralmente, uma questão de relevância social com o intuito de levar o leitor à reflexão. A. Apresenta uma ilustração que promove, geralmente, um produto com o intuito de levar o leitor a ser mais consumista. B. 2. Você vai produzir um cartum. Para planejá-lo, siga as orientações. a. Escolha um dos seguintes temas para o cartum. b. Se necessário, faça uma pesquisa sobre o tema escolhido para se informar mais a respeito e anote as informações no caderno. Confira alguns tópicos para a pesquisa. 1. Resposta: A. Professor, peça aos estudantes que retomem o cartum lido anteriormente na unidade para que possam conferir as características desse gênero textual. Resposta pessoal. 37thirty-seven 29/07/2022 16:03:0929/07/2022 16:03:09 Orientações • Ao longo desta seção, os es- tudantes desenvolverão, par- cialmente, o nível A1 ao con- cordar com as opiniões parti- lhadas pelos colegas durante o debate ou discordar delas. Além disso, ao se engajar no debate, eles desenvolverão ainda a competência geral 4 e a competência específica de Linguagens 3, pois utili- zarão práticas de linguagem diversas para expressar suas ideias e perspectivas sobre o tema. Para isso, chame a atenção da turma para o con- teúdo do boxe Tip e leia com eles as expressões que pode- rão utilizar na realização da atividade proposta. • Na atividade 1, ajude os estudantes a escolher o tó- pico que será discutido. Essa decisão poderá ser feita por meio de votação ou sorteio, por exemplo. Na sequência, divida os estudantes em dois grupos: um para argumentar a favor do tema e outro para argumentar contra. • Na atividade 2, cada grupo deverá se reunir para discutirem que os estudantes possam desenvolver com- petências comunicativas que não se pautem em um modelo ideal de uso da língua, levando-os a considerar as diferentes formas de expressão que promovem interações inteligíveis dentro de seus contextos. Além disso, a coleção foi concebida em conso- nância com os princípios éticos e de construção da cidadania, propiciando a formação de indiví- duos críticos e aptos a conviver socialmente. Des- sa forma, essa abordagem condiz com a compe- tência geral 4, as competências específicas de Linguagens 1, 2 e 3, as competências específi- cas de Língua Inglesa 1, 2 e 6 e as habilidades do eixo Dimensão Intercultural, presentes na BNCC. O ensino de língua inglesa para este nível de ensino, de acordo com a BNCC, está organizado pelos seguintes eixos: leitura, oralidade, escrita, conhecimentos linguísticos e dimensão intercul- Os eixos norteadores X 04/08/2022 10:26:0604/08/2022 10:26:06 http://basenacionalcomum.mec.gov.br/ http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/entretextos/article/ tural. Desenvolver todos eles é fundamental para que os estudantes compreendam e utilizem a lín- gua como um instrumento de interação social e para adquirir informação. Considerando que eles mantêm contato com a língua inglesa em diver- sos meios de comunicação, aprender as habilida- des que compõem esses eixos é indispensável pa- ra a sua formação e para o seu desenvolvimento como cidadãos críticos, capazes de não somente compreender a língua em situações reais de uso como também de se expressarem e agirem no mundo por meio dela. Com essa finalidade, esta coleção propõe atividades que desenvolvem as competências e habilidades da BNCC, assim co- mo os níveis A1 e A2 do CEFR. Leitura O trabalho com a leitura em língua inglesa é de extrema importância, especialmente se con- siderarmos, por exemplo, o acesso aos textos escritos nesse idioma, cada vez mais facilitado por meio da internet; a relevância da leitura na ampliação de vocabulário e no desenvolvimen- to da imaginação e criatividade; e a exigência da habilidade leitora e interpretativa em exames de larga escala. O trabalho de leitura pode, ainda, ser uma estratégia para desenvolver atividades com turmas grandes, com estudantes com dife- rentes tipos de conhecimento e habilidade, para dinamizar o trabalho em sala de aula, já que a lei- tura acontece dentro e fora dela, podendo ocor- rer de maneira autônoma, além de desenvolver a pronúncia em atividades de leitura em voz alta, como leitura de poema ou de música. Na seção Time to read, que apresenta diver- sos gêneros textuais para desenvolver a leitura e a compreensão textual em língua inglesa, con- sideramos o trabalho efetivo de leitura, incluin- do os diversos gêneros, o que ocorre em todo o material. Trazer o trabalho com gêneros para o livro é uma forma de lidar com a realidade, pois, se toda manifestação humana tem seu sentido materializado em textos, é natural que o ensino dos eixos da leitura, da escrita e da oralidade se desenvolva com base nos gêneros; infinitos e em constante evolução. Uma abordagem em que os gêneros são representativos do discurso social e das formas de interação verbal. [...] A constituição dos gêneros encontra-se vincula- da à atividade humana, ao surgimento e (relativa) estabilização de novas situações sociais de intera- ção verbal. [...] cada gênero está vinculado a uma situação social de interação, dentro de uma esfera social; tem sua finalidade discursiva, sua própria concepção de autor e destinatário. [...] RODRIGUES, Rosângela Hammes. Os gêneros do discurso na perspectiva dialógica da linguagem: a abordagem de Bakhtin. In: MEURER, José. L.; BONINI, Adair; MOTTA-ROTH, Désirée (org.). Gêneros: teorias, métodos, debates. São Paulo: Parábola Editorial, 2005. p. 165. O texto escrito é uma ferramenta de comu- nicação e interação na nossa sociedade, por isso é fundamental proporcionar aos estudantes tal acesso, levando-os a conhecer suas características e estruturas, para que aprendam a ler não apenas os textos apresentados nas unidades da coleção, mas também outros dos mesmos gêneros textuais com os quais possam se deparar ao longo da vida. A leitura deve ser, ainda, compreendida como um processo do qual fazem parte três etapas, que em nosso material estão organizadas em Pre-reading, While reading e Post-reading. Assim, antes de iniciar a leitura do texto e a interpre- tação textual, é importante dedicar alguns mi- nutos às atividades de pré-leitura. Da mesma maneira, algumas estratégias podem auxiliar o trabalho dos estudantes durante e após a leitu- ra. Confira a seguir algumas sugestões de como desenvolvê-las. Antes da leitura Pergunte aos estudantes o que já conhecem so- bre o tema do texto a ser lido. Juntos, conversem um pouco de modo a levantar os conhecimen- tos prévios. Oriente os estudantes a ler o título, observar a formatação do texto, a autoria e as eventuais imagens e fazer previsões sobre o conteúdo tra- tado nele, levantando hipóteses. Explique aos estudantes que a leitura sempre pressupõe um objetivo: ler para se informar, pa- ra compreender mais sobre um assunto, para realizar uma tarefa escolar, para se distrair. Por fim, auxilie-os a perceber o objetivo da leitura que estão prestes a iniciar. XI 04/08/2022 10:26:0604/08/2022 10:26:06 Estratégia Questões Ativação de conhecimento prévio O que você já leu ou sabe sobre o assunto do texto? Análise da estrutura textual Qual é o gênero textual? Como os textos desse mesmo gênero costumam ser organizados? Levantamento de hipóteses Sobre o que tratará o texto? Que palavras você acha que aparecerão no texto? Durante a leitura Considerar o emprego de estratégias de leitura rápida, seja para compreender a ideia geral do texto (skimming), seja para compreender infor- mações específicas (scanning), é uma forma de iniciar a leitura de um texto. Explique aos estu- dantes que a escolha da estratégia deve estar relacionada também ao objetivo da leitura. Oriente os estudantes a ler e analisar também as informações não verbais que acompanham o texto (fotografias, ilustrações, símbolos), bus- cando relacioná-las ao conteúdo verbal. Explique que, em alguns casos, o uso do dicio- nário certamente vai auxiliá-los durante a leitu- ra, mas geralmente a análise do contexto pode ser suficiente para compreender o significado de palavras novas, cognatas ou falsas cognatas. Oriente-os a conferir se as previsões e hipóteses levantadas na etapa da pré-leitura se confirma- ram ou não. Estratégia Questões Skimming Scanning Qual é o assunto geral do texto? Que informações específicas o texto apresenta? Informações não verbais Existem imagens acompanhando o texto? As imagens complementam o texto verbal de alguma maneira? Ou elas são o elemento principal do texto? O que é possível ver na imagem que não está descrito no texto? Quais informações são veiculadas nas imagens ou por elas? Palavras desconhecidas Quais palavras você desconhece? Elas se parecem com palavras em português? Análise do contexto Pelo contexto, você é capaz de identificar os significados dessas palavras? Se sim, quais seriam, em sua opinião? Após a leitura Peça aos estudantes que façam um resumo do texto, oral ou escrito. Explique que recontar o texto lido auxilia na organização e fixação das informações. Outra maneira de organizar as informações é por meio da produção de um mapa mental ou diagrama. Faça perguntas que ajudem os estudantes a re- fletir sobre o texto e estabelecer conexões entre ele e outras fontes de informação, com o objetivo de levá-los a chegar às próprias conclusões. Verifique se as hipóteses levantadas antes da leitura se confirmaram ou não. Permita aos estudantes que expressem suas opi- niões sobre o texto, incentivando-os a, de forma respeitosa, avaliar se gostaram ou não do texto. Estratégia Questões Resumo Qual é o assunto tratado no texto? Quais pontos principais forame listar o maior número de argumentos possível. Além disso, é importante que pen- sem em contra-argumentos, prevendo as falas do ou- tro grupo. Para a pesquisa, disponibilize para a turma equipamentos com acesso à internet, dessa forma os estudantes desenvolvem a competência específica de Língua Inglesa 5. Caso o acesso à tecnologia não es- teja disponível, providencie materiais para que os estu- dantes possam consultar em sala de aula. • Durante o debate na ati- vidade 3, certifique-se de que os estudantes estejam se comunicando de modo respeitoso. Nessa atividade, os estudantes desenvolve- rão as habilidades EF08LI01 e EF08LI02, pois usarão a língua inglesa e recursos lin- guísticos e paralinguísticos para participar de um debate, emitindo opiniões e esclare- cendo informações. A ativi- dade proporciona, também, o desenvolvimento de habilidades de análise e argumentação. • Para complementar a atividade 4, peça aos estu- dantes que reflitam sobre os argumentos expostos pelo outro grupo dizendo se os fizeram mudar de ideia ou rever alguma percepção. Pergunte tam- bém o que consideraram mais persuasivo no deba- te levando em consideração aspectos como tom de voz, boa articulação de palavras, argumentos bem fundamentados, linguagem corporal etc. 36 04/08/2022 09:23:1504/08/2022 09:23:15 1. Talk to your classmates and choose a topic for a collective discussion. Time to speak 4. What could you learn from your classmates’ viewpoints? Confira algumas expressões que você pode usar durante a conversa com os colegas. Para apresentar opinião: I believe, I think, In my opinion. Para concordar com uma ideia: I agree, Exactly, I feel the same. Para discordar de uma ideia: I disagree, I don’t think so, I beg to differ. Para pedir por esclarecimentos: What do you mean?, Can you explain?, Can you repeat?. Para reformular uma ideia: In other words, I mean, Let me try again. Tip 3. Join some classmates to discuss the topic. Follow these instructions. a. Decide the order each member of the group is going to speak. b. On your turn, give your opinion and present arguments. c. You can use body language to help to communicate your ideas. d. On your classmates’ turn, listen to them carefully. e. You can comment or express disagreement politely. 2. Do some research about the topic chosen and, in your notebook, list information and ideas for the collective discussion. Special occasions, like Christmas, make people consume more. Why does this happen? What are the arguments to defend your opinion? What is your opinion about it? What do studies or surveys show about it? What do specialists say about it? The role of product labels, such as clothing brands, in consumerism. Teenagers and children are becoming consumerists earlier. Resposta pessoal. Os estudantes podem indicar ideias apresentadas pelos colegas ou o que aprenderam com a atividade, como o respeito aos turnos de fala e aos pontos de vista dos colegas. Resposta pessoal. Resposta pessoal. Resposta pessoal. 36 thirty-six 29/07/2022 16:03:0929/07/2022 16:03:09 c. Pense em como satirizar o tema, gerar humor e levar o leitor à reflexão. d. Escolha uma cena para ilustrar e representar o tema. e. Defina o texto verbal para complementar sua ideia. Confira, a seguir, como o texto verbal pode aparecer no cartum. Time to write Pre-writing consumismo O que é consumismo? O que leva as pessoas ao consumismo? Para falas dos personagens, utilize balões de fala. Para pensamentos dos personagens, utilize balões de pensamento. Para descrição da cena, posicione o texto acima ou abaixo da ilustração. consumo consciente O que é consumo consciente? Como consumir de maneira consciente? 1. No caderno, escreva qual opção descreve características do cartum. Apresenta uma ilustração que satiriza, geralmente, uma questão de relevância social com o intuito de levar o leitor à reflexão. A. Apresenta uma ilustração que promove, geralmente, um produto com o intuito de levar o leitor a ser mais consumista. B. 2. Você vai produzir um cartum. Para planejá-lo, siga as orientações. a. Escolha um dos seguintes temas para o cartum. b. Se necessário, faça uma pesquisa sobre o tema escolhido para se informar mais a respeito e anote as informações no caderno. Confira alguns tópicos para a pesquisa. 1. Resposta: A. Professor, peça aos estudantes que retomem o cartum lido anteriormente na unidade para que possam conferir as características desse gênero textual. Resposta pessoal. 37thirty-seven 29/07/2022 16:03:0929/07/2022 16:03:09 Orientações • Ao longo da seção, os es- tudantes desenvolverão a habilidade EF08LI11 ao par- ticipar das diversas etapas de produção de um cartum, tal como planejamento, re- visão, edição e produção fi- nal. O assunto explorado na produção contempla o tema contemporâneo transversal Educação para o consumo. Pre-writing • Na atividade 1, explore o conhecimento prévio dos estudantes sobre o cartum, visto que o gênero já foi tra- balhado anteriormente e faz parte das culturas juvenis. Você pode orientá-los a dis- cutir as alternativas em pe- quenos grupos e apresentar alguns cartuns que contem- plem as características men- cionadas. • Na atividade 2, se conside- rar oportuno, permita aos es- tudantes que se organizem em pequenos grupos para essa etapa, mas explique que cada um deverá fazer o pró- prio planejamento. Durante essa etapa, caminhe pela sa- la de aula para acompanhar o desenvolvimento da turma e auxilie no que for necessá- rio. Essa atividade permite a eles desenvolver noções de prática de pesquisa, como re- visão bibliográfica e tomada de notas. 37 04/08/2022 09:23:1504/08/2022 09:23:15 1. Create the cartoon following these steps. a. Make a panel with enough space to illustrate and add the text. b. Illustrate the scene, but leave the coloring for later on. c. Include the text next to the illustration or in speech or thought balloons. d. Make sure it has humor and satirizes the theme. e. Add your signature as the creator. 2. Review and write the final version of the cartoon. Follow these instructions. While writing Post-writing 1. Junte-se aos colegas e, com a ajuda do professor, organizem a postagem dos cartuns em um ambiente virtual. Confira as orientações a seguir. a. Criem um arquivo digital dos cartuns; para isso, vocês podem digitalizá-los ou fotografá-los. b. Escolham um local para postar os cartuns — pode ser em uma rede social da escola ou em um blog da escola ou da turma. c. Depois de postados os cartuns, aproveite para ler as produções dos colegas, curti-las e comentá-las. Se não for possível divulgar os cartuns em um ambiente virtual, vocês podem expô-los na escola, afixando-os em um mural ou em uma parede de um local a que toda a comunidade escolar tenha acesso. Tip a. Pair up with a classmate and exchange cartoons. b. Read each other’s cartoon and suggest improvements. You can check if it has humor and if the text needs any correction. c. Make the necessary improvements and corrections to your cartoon. d. Color the illustration. 1. Professor, explique aos estudantes que a colorização do cartum será feita como etapa final, pois, durante a revisão, eles poderão identificar que algo precise ser ajustado ou possa ser melhorado. Professor, auxilie os estudantes a revisar a produção, atentando ao texto e às características do gênero textual. 38 thirty-eight 29/07/2022 16:03:0929/07/2022 16:03:09 Nesta seção, você vai retomar o que estudou na unidade. Depois, fará uma autoavaliação do seu desempenho. 1. Para retomar os conteúdos da unidade, siga as orientações. a. No caderno, liste palavras-chave para cada conteúdo estudado. b. O professor vai cronometrar 3 minutos e instruí-lo a parar de escrever. c. Converse com os colegas sobre as palavras-chave que anotaram. Há alguma que você gostaria de incluir em sua lista? Há alguma que você não se lembra dediscutidos nele? Reflexão crítica As informações apresentadas nesse texto são similares ou contraditórias ao que você já sabia sobre esse tema? Verificação de hipóteses As hipóteses levantadas antes da leitura se confirmaram ou não? O que o texto apresentou de forma diferente do que esperávamos? Expressar opiniões Qual é a sua opinião sobre o texto lido? Por quê? Como o texto se relaciona à sua realidade? Nesse trabalho sistematizado, explique aos estudantes que as estratégias de leitura se tor- nam cada vez mais naturais e, conforme o hábito XII 04/08/2022 10:26:0604/08/2022 10:26:06 de leitura, passamos a organizar de maneira ágil e quase imperceptível as etapas corresponden- tes a antes, durante e depois de ler. Sobre as es- tratégias de skimming e scanning, sugeridas ante- riormente, explique que a primeira consiste em correr os olhos sobre o texto para compreender seu assunto principal, conferindo ao leitor a van- tagem de estar apto a predizer os objetivos de partes do texto ou a mensagem principal contida nele. Já a segunda refere-se a uma leitura rápida que possibilite a compreensão e identificação de detalhes, como nomes, datas e conceitos-chave. O objetivo dessa habilidade é extrair informações específicas do texto sem lê-lo integralmente. Se- gundo Douglas Brown: […] Skimming consists of quickly running one’s eyes across a whole text (an essay, article, or chapter, for example) to get the gist. Skimming gives readers the advantage of being able to predict the purpose of the passage, the main topic or message, and possibly some of the developing or supporting ideas. This gives them a “head start” as they embark on more focused reading. You can train students to skim passages by giving them, say, 30 seconds to look through a few pages of material, have them close their books, and tell you what they learned. […] Scanning exercises may ask students to look for names or dates, to find a definition of a key concept, or to list a certain number of supporting details. The purpose of scanning is to extract certain specific information without reading through the whole text. For academic English, scanning is absolutely essential. In vocational or general English, scanning is important in dealing with genres like schedules, manuals, forms, etc. BROWN, H. Douglas. Teaching by principles: an interactive approach to language pedagogy. Michigan: Longman, 2001. p. 308. Escrita O eixo da escrita também desempenha papel fundamental na aprendizagem dos estudantes. Por meio de produções escritas eles têm a opor- tunidade de registrar informações, organizar ideias e colocar em prática seus conhecimentos linguísticos e de gênero, compreendendo-se co- mo sujeitos engajados no discurso. Reforçamos que na produção escrita os estu- dantes compreendem a materialidade dos gêne- ros, identificando como é possível encontrá-los nas mais diversas situações cotidianas, desde a produção de um bilhete, a escrita de uma notícia, os registros de uma aula até as anotações para uma apresentação de trabalho. [...] Os gêneros textuais são textos que encon- tramos em nossa vida diária e que apresentam padrões sociocomunicativos característicos de- finidos por composições funcionais, objetivos enunciativos e estilos concretamente realizados na integração de forças históricas, sociais, institu- cionais e técnicas. [...] MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. p. 155. Por isso, assim como nas atividades de leitura, as atividades de produção escrita também de- vem ser entendidas como um processo realiza- do em diferentes etapas, que em nossa coleção estão organizados em Pre-writing, While writing e Post-writing. Confira a seguir algumas sugestões de como desenvolver estratégias nessas etapas. Antes da escrita Refere-se a um momento de reflexão, fundamen- tal para situar os estudantes em seu contexto de produção. Assim, eles devem pensar: Para quem escrever?; Por que escrever?; Como apresentar as informações?; Onde o texto será veiculado?; Qual é o objetivo comunicativo desse texto? Dependendo do gênero textual, pode ser neces- sário pesquisar em fontes de informação antes de iniciar o texto. Para isso, oriente os estudan- tes a organizar as principais informações, mas lembre-os de que talvez seja necessário fazer outras pesquisas durante a produção. Durante a escrita Oriente os estudantes a produzir uma versão ini- cial do texto, considerando o planejamento feito na etapa anterior. A consulta ao dicionário pode ser importante ao escrever o texto, assim como pesquisar mais in- formações em outras fontes de conhecimento. A leitura e revisão da versão inicial do texto é uma etapa de extrema importância, mesmo em situações cotidianas de escrita, como em um bi- lhete ou uma mensagem de celular. XIII 04/08/2022 10:26:0604/08/2022 10:26:06 Oriente os estudantes a reler o texto em busca de eventuais erros de ortografia, falhas de digi- tação, incoerências, entre outros aspectos. Re- force que o texto final deve responder às ques- tões da etapa que antecede a escrita: para quem escrever, por que escrever, como apresentar as informações, onde o texto será veiculado e qual é o objetivo comunicativo desse texto. Explique a necessidade da reescrita, conside- rando a correção das falhas identificadas nessa análise final. Diga também que, em alguns ca- sos, uma nova leitura pode ser importante para garantir a qualidade do produto final. Após a escrita Divulgar o texto escrito é também uma parte im- portante da produção. A produção escrita é desenvolvida especial- mente na seção Time to write, embora em ou- tros momentos da coleção os estudantes também sejam incentivados a registrar informações em língua inglesa ou em língua materna, consideran- do o objetivo da atividade. As produções textuais apresentam orientações considerando o gênero proposto e o objetivo comunicativo. Reforçamos, no entanto, que a atividade de produção escri- ta deve, assim como qualquer outra, ser guiada pelo professor de maneira que os estudantes conheçam o objetivo e o sentido desse trabalho. Dependendo da complexidade das atividades, o professor deverá, no momento da produção tex- tual, orientar a turma em todas as fases neces- sárias à escrita, verificando as possíveis dúvidas e auxiliando os estudantes nessas tarefas. Além disso, a escrita em duplas ou trios pode facilitar o processo de pesquisa, planejamento, construção e revisão textual, especialmente em turmas maio- res ou quando se objetiva unir estudantes com diferentes tipos de conhecimentos e habilidades. Oralidade O eixo oralidade pode ser extremamente im- portante e instigante para os estudantes, justa- mente por proporcionar um contato maior com conteúdos em língua inglesa, como músicas, ví- deos da internet, jogos, filmes, séries e podcasts, além de prepará-los para a comunicação com pessoas de outros países. Por meio das atividades de compreensão oral, produção oral e pronúncia, os estudantes desen- volverão estratégias de recepção oral, como a compreensão oral intensiva (identificar sons, pa- lavras, frases), extensiva (compreender o áudio de maneira geral) e seletiva (compreender detalhes específicos da mensagem), e de produção oral, como o planejamento (refletir conscientemente sobre o que dizer), a compensação (usar gestos paralinguísticos e paráfrases) e o monitoramento e reparo (reformular frases, substituir palavras e adequar a pronúncia ao veicular a mensagem). As seções especialmente destinadas a este eixo são Time to listen e Time to speak, além do bo- xe Time to pronounce. Assim como os demais eixos, este geralmente extrapola as fronteiras dessas seções, convidando os estudantes a prati- car a escuta e a fala em outras atividades ao lon- go do livro. As atividades de listening e speaking são indicadas por ícones. As respostas a perguntas orais podem ser in- termediadaspelo professor, desenvolvidas em duplas ou em pequenos grupos, proporcionan- do momentos colaborativos entre os estudantes, que podem compartilhar seus conhecimentos com os colegas, além de ser uma oportunidade para expressarem suas opiniões sobre assuntos autênticos. Uma sugestão para ampliar essas atividades é aproveitá-las para ensinar expres- sões de concordância e discordância: I agree (with)..., I disagree (with)..., I totally agree, I totally disagree, I don’t think so, You’re absolutely right, In my opinion,..., e assim por diante. Quando houver necessidade, o recurso role play pode ser explorado em sala de aula; uma estratégia associada às metodologias ativas que pode ser importante para ampliar o trabalho com a oralidade. Nesse caso, os estudantes poderão encenar situações simples do cotidiano, como se apresentar a um desconhecido ou fazer um pe- dido em um restaurante. Antes de iniciar a ativi- dade, converse com a turma sobre as expressões comuns em situações que eles vão encenar e lis- te-as na lousa. Se julgar necessário, oriente-os a criar, inicialmente, um diálogo básico por escrito e depois encená-lo, alterando pequenos trechos e improvisando, sempre que possível. Indicadas por um ícone, as atividades de com- preensão oral reforçam diferentes gêneros au- XIV 04/08/2022 10:26:0604/08/2022 10:26:06 tênticos, tais como trechos de filmes, podcasts, trechos de audiolivros e programas de rádio. Ao iniciar essas atividades, explore com os es- tudantes o gênero a ser trabalhado e suas princi- pais características, leiam o enunciado da ativida- de, analisem a imagem, se houver, e verifiquem os demais elementos que a acompanham. Antes da atividade, incentive a turma a prever o conteú- do a ser ouvido, pensando em possíveis palavras e frases da gravação. Se o áudio apresentar certa complexidade ou for mais extenso, faça pausas em intervalos curtos para assimilarem o que ou- viram. Se preferir, utilize a transcrição dos áudios ao final do livro para facilitar a escuta inicial, re- produzindo em seguida o áudio novamente pa- ra que a turma também o ouça sem o apoio do texto. Além disso, durante a execução do áudio é possível propor aos estudantes que anotem as palavras e frases que conseguirem identificar, a fim de compartilharem, depois, o que compreen- deram, de modo que um ajude o outro. Vale ressaltar que em consonância com a pro- posta desta coleção, de se trabalhar o inglês co- mo língua internacional, os áudios apresentados no decorrer da coleção trazem diferentes falantes de língua inglesa vindos de diversos países, com sotaques e pronúncias variadas. Sempre que pos- sível, explore esse ponto com os estudantes, mos- trando a eles como uma mesma palavra pode ser falada de maneiras diferentes e ainda assim ser compreendida por falantes nativos ou não. Para trabalhar a compreensão oral, além das atividades propostas na coleção, leve para a sa- la de aula vídeos jornalísticos, propagandas ou músicas de artistas que os estudantes apreciam, com os quais se identificam e que sejam adequa- dos à faixa etária. Seguem algumas sugestões para ampliar o trabalho com essa habilidade. [...] Stories. Tell a joke or real-life anecdote, retell a well-known story, read a story from a book; or play a recording of a story. If the story is well-chosen, learners are likely to be motivated to attend and understand in order to enjoy it. Songs. Sing a song yourself, or play a recording of one. Note, however, that if no response is required learners may simply enjoy the music without understanding the words. Entertainment: films, theatre, video. As with stories, if the content is really entertaining (interesting, stimulating, humorous, dramatic) learners will be motivated to make the effort to understand without the need for any further task. UR, Penny. A course in language teaching: practice and theory. New York: Cambridge University Press, 1996. p. 113. Atualmente, é possível encontrar na internet diversos recursos disponíveis para preparar ativi- dades interessantes e significativas. Além disso, a versão digital-interativa desta coleção também apresenta alguns objetos de enriquecimento que podem ser importantes para esse trabalho de compreensão oral. A prática da pronúncia em língua inglesa, que acontece especialmente no boxe Time to pronounce, pode ser reforçada ou ampliada por meio dos sites e livros sugeridos a seguir. Site • O site American English Pronunciation traz dicas e exercícios sobre a pronúncia do inglês americano. Disponível em: https:// pronuncian.com/. Acesso em: 20 jun. 2022. Livros • CUNNINGHAM, Sarah; MOOR, Peter. New headway pronunciation: elementary. [S.l.]: Oxford University Press, 2006. • BAKER, Ann. Tree or three: an elementary pronunciation course. 2. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2006. • GODOY, Sônia M. Baccari; GONTOW, Cris; MARCELINO, Marcello. English pronuncia- tion for Brazilians: the sounds of American English. São Paulo: Disal, 2006. Conhecimentos linguísticos O eixo de conhecimentos linguísticos deve ser estudado de forma contextualizada, buscando sempre situações reais em que se fala o idioma. Dessa maneira, os estudantes são incentivados a analisar a língua em uso e refletir sobre ela em diversas esferas sociais, desenvolvendo as res- pectivas habilidades em atividades de oralidade, de leitura e de escrita. XV 04/08/2022 10:26:0704/08/2022 10:26:07 https://pronuncian.com/ Nesta coleção, o trabalho com os conhecimen- tos linguísticos é desenvolvido especialmente nas seções Time to learn words e Time to study the language, cujo objetivo é capacitar os estu- dantes a falar em língua inglesa com autonomia, dentro e fora da escola, proporcionando o conta- to real com o idioma e propiciando uma aprendi- zagem efetiva e enriquecedora. Por meio da aquisição desses conhecimentos linguísticos, os estudantes, ao aprender a ler e interpretar textos – como tirinha, infográfico, gráfico, regras de jogo, verbete de enciclopédia, anúncio, notícia, mensagem instantânea, entre outros gêneros –, terão, entre outras capacida- des, a oportunidade de contrastar, comparar e também compreender os textos de circulação social em língua materna, tornando a aprendiza- gem mais significativa. Além disso, algumas das atividades de produ- ção oral e escrita propostas visam levar os estu- dantes a explorar a língua inglesa em situações simples do dia a dia, como se apresentar, expres- sar seus sentimentos e preferências, descrever sua família e apresentar seus planos para o futu- ro. Também é possível incentivá-los a usar o idio- ma em momentos de interação mais complexa, como descrever características, emitir opiniões e apresentar diferentes tópicos de maneira objeti- va, estando, dessa forma, em concordância com os níveis A1 e A2 do CEFR. Para isso ocorrer, os vocabulários e a gramá- tica (desenvolvida por meio de atividades e con- solidada após essa construção inicial) são apre- sentados de acordo com os diferentes temas pro- postos a fim de complementar e serem utilizados nesses momentos de interação. Dimensão intercultural Desenvolvido ao longo da coleção por meio, por exemplo, de textos sobre personalidades de diferentes origens – incluindo o reconhecimen- to e a expressão em inglês de povos africanos e indígenas –, o eixo de dimensão intercultural ganha destaque na seção English in the world. Considerando os fatos de que língua e cultura são indissociáveis e de que as culturas, sobretu- do nas sociedades contemporâneas, interagem entre si e por meio disso se reconstroem, bus- camos maneiras de capacitar os estudantes a compreender que seu comportamento deve se basear no respeito, sobretudo, a regras da lín- gua relacionadas ao contexto histórico e cultural do local onde se desenvolve a comunicação, não apenas em aspectos gramaticais, lexicais, fonéti- cos e semânticos. Neste eixo, defende-se que a constituição de identidades abertase plurais deve ser assunto estudado diariamente e em diversos contextos, com o intuito de motivar e despertar o interesse dos estudantes pelo tema. O ensino da língua in- glesa consiste, então, em um processo educacio- nal mais amplo, que deve possibilitar a expansão do conhecimento de mundo e lhes proporcionar condições de compreender melhor a sociedade em que vivem, além do importante papel dos as- pectos culturais que a compõem. Alguns pesquisadores defendem que “[...] first language use may help students who are challenged in some way to learn a language.” (TURNBULL; DAILEY-O’CAIN, 2009, p. 6). Assim sendo, acredi- tamos que excluir a língua materna do material didático das aulas de língua inglesa, especialmen- te das escolas com turmas grandes, cujos estu- dantes apresentam diferentes tipos de conheci- mentos e habilidades, é ignorar um importante instrumento de comparação e de aprendizado. Compreendemos que a língua materna de- va ser usada de modo consciente, limitando-a a algumas atividades e gradualmente reduzida para que os estudantes da língua estrangeira se tornem menos dependentes desse apoio. Sobre isso, a professora e pesquisadora Flávia Herker Lopes Bernabé (2008) explica que O uso de L1 (Primeira Língua/Língua Materna) pelo aluno durante o processo ensino-aprendiza- gem é quase inevitável já que o aluno faz uso de sua língua materna para a aprendizagem da LE (Língua Estrangeira). A estratégia de transferên- cia linguística usada pelo aluno, ao aprender a LE, O uso da língua materna nas aulas de Língua Inglesa XVI 04/08/2022 10:26:0704/08/2022 10:26:07 é baseada no conhecimento que ele tem de sua língua materna, ou seja, o aluno já sabe a L1 e sa- be como usá-la, e isso lhe permite formular hipó- teses, fazer inferências, deduções e comparações com a LE. [...] BERNABÉ, Flávia Herker Lopes. O uso da língua materna no ensino de língua estrangeira. Diálogos pertinentes: revista científica de Letras, v. 4, n. 4, jan./dez. 2008. p. 245. Disponível em: http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/setembro2012/ lem_artigos/bernabe.pdf. Acesso em: 5 jun. 2022. Em seu estudo, a autora complementa ao di- zer que “o uso da língua materna pode ajudar o aluno a se tornar consciente da força comunica- tiva que tem a LE aproveitando-se do exemplo de funcionamento da sua própria língua” (BERNABÉ, 2008, p. 251) e reforça a importância de possibi- litarmos cada vez mais a exposição dos estudan- tes à língua estrangeira. Considerando, então, que a língua materna pode ser um importante apoio para construir o conhecimento em língua estrangeira e levando em conta que nos anos finais do Ensino Funda- mental se dá, para a maioria dos estudantes, o primeiro contato formal com a língua inglesa, esta coleção requisita a língua materna em si- tuações específicas (especialmente para con- ferir seus conhecimentos prévios, a sistema- tização do seu conhecimento gramatical e as discussões relacionadas ao eixo de dimensão intercultural), com o objetivo de ativar a zona de conforto dos estudantes ao introduzir o tema da unidade ou o gênero a ser estudado. No de- correr das unidades e dos volumes, em um viés de construção do conhecimento e considerando que os estudantes estão gradativamente am- pliando sua compreensão da língua estrangeira, o uso da língua materna é diminuído. É importante ressaltar que, desde o início do 6º ano, todas as oportunidades de explorar a língua inglesa devem ser aproveitadas, mesmo que os estudantes falem em português. Nesse sentido, a seção Get on board, que inicia cada volume, pode ser muito relevante e constantemente reto- mada. Além disso, ainda que os estudantes se ex- pressem em língua materna, escreva em inglês na lousa tanto as palavras e expressões quanto as frases que mencionarem, a fim de incentivá- -los a falar cada vez mais a língua estrangeira. As práticas lúdicas desempenham papel fun- damental na aprendizagem, principalmente no que diz respeito à língua estrangeira, visto que a ludicidade corresponde a um impulso inerente ao jovem aprendiz, que, como todo ser humano, deseja sentir prazer em suas atividades. Sendo assim, a ludicidade satisfaz uma necessidade na- tural ao mesmo tempo que favorece o aprendi- zado. Uma abordagem lúdica pode, portanto, ser um fator de motivação em sala de aula ao insti- gar os estudantes a se envolverem com o estudo da língua inglesa para aprender mais. [...] Nesse contexto o jogo ganha um espaço como ferramenta ideal da aprendizagem de LI, na medi- da em que propõe o estímulo ao interesse do alu- no, que tem no jogo um fator de desenvolvimento dos diferentes níveis de sua experiência pessoal e social. O jogo ajuda-o a construir novas descober- tas, desenvolve e enriquece sua personalidade e simboliza um instrumento pedagógico que leva o professor à condição de condutor, estimulador e avaliador da aprendizagem. Se o aluno tem dificuldade para o entendimen- to por ocorrência da falta de vocabulário, um jogo com vocabulário poderia mostrar que a nova lín- gua aprendida não é tão difícil. [...] MARTINS, Viviane Lima. O lúdico no processo ensino-aprendizagem de língua inglesa. Revista Científica Intraciência, ed. 10, dez. 2015. p. 11. Disponível em: http://uniesp.edu.br/sites/_biblioteca/ revistas/20170531134517.pdf. Acesso em: 5 jun. 2022. Em seu artigo sobre a importância da ludici- dade no ensino de língua estrangeira, Martins (2015) reforça a importância do jogo e da brinca- deira na construção do conhecimento, especial- mente por promover um espaço seguro para o erro, tornando esses momentos “uma espécie de janela que nos mostra o que está acontecendo ‘dentro da mente do aluno’ e podem ajudar os professores de diversas formas” (MARTINS, 2015, p. 19). Afinal, os erros nos fornecem informações importantes sobre o progresso dos estudantes, e uma avaliação contínua é uma forma segura de rever estratégias e garantir um processo de aprendizagem mais efetivo. As atividades lúdicas XVII 04/08/2022 10:26:0704/08/2022 10:26:07 http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/setembro2012/lem_artigos/bernabe.pdf http://uniesp.edu.br/sites/_biblioteca/revistas/20170531134517.pdf Além disso, o trabalho por meio de jogos, brincadeiras e outros tipos de atividade cria um ambiente estimulante e envolvente, propício à aprendizagem. Vale lembrar que, ao desenvolver atividades em sala de aula com aspecto lúdico, elas devem ser aplicadas de forma organizada e comprometida, a fim de que os objetivos sejam alcançados de ma- neira prazerosa e envolvente, como promover a motivação e o aprendizado efetivo dos conteúdos. Portanto, as atividades lúdicas podem ser aproveitadas como recurso pedagógico sempre que forem pertinentes para alcançar determi- nada finalidade dentro do processo de ensino e aprendizagem. Para tal, é importante considerar os seguintes pontos. O objetivo da atividade Ao planejar uma atividade lúdica, pergunte a si mesmo: 1. O que pretendo desenvolver no decorrer da atividade? Quais conteúdos espero que os estudan- tes pratiquem? Quais conteúdos espero que os estudan- tes aprendam? Qual resultado espero alcançar? extras, especialmente em turmas com estudan- tes mais novos. O tempo Ao planejar uma atividade lúdica, considere o tempo necessário para aplicá-la, sempre supon- do que possivelmente levará mais tempo do que o previsto, principalmente se a turma gostar da proposta e se envolver com ela. A avaliação da proposta Ao aplicar uma atividade lúdica, faça anota- ções durante ou após a prática com o objetivo de analisar futuramente os resultados obtidos. Avalie os pontos positivos que resultaram no su- cesso da atividade e os pontos negativos por não funcionarem como planejado. Observe quais es- tudantes tiveram mais desenvoltura, quais erros foram cometidos (analisando eventuais corre- ções de rota), se a organização das equipes teve bom êxito ou se em outra atividade é importanterever essa estratégia, entre outras observações. Sugerimos a seguir alguns livros que propõem atividades lúdicas e dinâmicas que podem ser desenvolvidas na sala de aula. • DIGIACOMO, Michael. ESL games for the classroom: 101 interactive activities to engage your students with minimal prep. California: Rockridge Press, 2018. • LEVENTHAL, Lilian Itzicovitch. Inglês é teen!: para professores de Ensino Fundamental II e Ensino Médio. Barueri: Disal, 2009. • MATOS, Francisco Gomes de. Criatividade no ensino de inglês: a resourcebook. São Paulo: Disal, 2004. • SILVA, Solimar. Dinâmicas e jogos para au- las de idiomas. 2. ed. São Paulo: Vozes, 2012. • UR, Penny; WRIGHT, Andrew. Five-minute activities: a resource book of short activities. Cambridge: Cambridge University Press, 2005. 4. 5. O público-alvo É indispensável que a preparação da atividade leve em conta a faixa etária e o número de par- ticipantes. Para turmas grandes, o trabalho em pequenos grupos pode ser uma solução. Os materiais Organize os materiais com antecedência, con- siderando as especificidades de cada turma. Em uma atividade prática, sempre tenha materiais 2. 3. XVIII 04/08/2022 10:26:0704/08/2022 10:26:07 Compreendemos que você, professor, desem- penha um papel de mediador entre os conteú- dos específicos de cada componente curricular e os conhecimentos adquiridos pelos estudantes. Assim, deve desenvolver, de maneira constante, a reflexão para demonstrar que o ato de estudar não é apenas fundamental, mas pode ser uma tarefa prazerosa e enriquecedora. A união entre teoria e prática geralmente ocorre quando se propiciam aos estudantes mo- mentos em que eles possam debater, refletir e emitir opiniões sobre acontecimentos ocorridos em contextos locais e mundiais. Dessa forma, a prática reflexiva a respeito dos conteúdos estu- dados é essencial para o ensino contextualizado. É fundamental ter a sensibilidade para perceber as singularidades do relacionamento professor- -estudante e estudante-estudante, propondo in- tervenções em casos de possíveis dificuldades de aprendizagem e conduzindo as aulas de modo a promover a construção do conhecimento pautada em respeito e empatia. Para isso, o docente deve ter autonomia, que se refere à capacidade de fazer escolhas e de se posicionar, participando de ma- neira cooperativa diante de percalços e desafios. Além disso, compreendemos a importância de incentivar essa autonomia nos estudantes, a fim de que eles assumam um papel proativo em sala de aula – e também fora dela –, encorajando-os e conduzindo-os a questionamentos e a argumen- tações em suas tomadas de decisão. Para isso, é necessário assumir a responsabilidade de educa- dor no processo de ensino-aprendizagem, preser- vando a consciência de que suas ações refletem diretamente no desenvolvimento dos estudantes. O papel do professor Práticas pedagógicas [...] Interdisciplina — Interação existente entre duas ou mais disciplinas. Essa interação pode ir da simples comunicação de ideias à integração mútua dos conceitos diretores da epistemologia, da termi- nologia, da metodologia, dos procedimentos, dos dados e da organização referentes ao ensino e à pesquisa. Um grupo interdisciplinar compõe-se de pessoas que receberam sua formação em diferen- tes domínios do conhecimento (disciplinas) com seus métodos, conceitos, dados e termos próprios. [...] FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Integração e interdisciplinaridade no ensino brasileiro: efetividade ou ideologia. 6. ed. São Paulo: Loyola, 2011. p. 54. A ideia de integrar as áreas do conhecimento tem como objetivo a formação integral dos estu- dantes por meio de um estudo mais contextua- lizado e, por isso, mais significativo. Em sala de aula, essa integração pode ocorrer, por exemplo, com projetos investigativos ou pesquisas. Por apresentarem etapas, como planejamento, le- vantamento de hipóteses, coletas de dados, aná- lises, deduções e conclusões, essas atividades possibilitam maior integração entre os compo- nentes curriculares. Além disso, elas podem criar situações de aprendizagem de forma dinâmica, por intermédio da reflexão, do questionamento e da argumentação dos estudantes. Dentro dessa perspectiva, um trabalho inter- disciplinar preocupa-se em relacionar os concei- tos de maneira articulada, levando em conta os objetivos gerais e específicos de cada componen- te curricular envolvido, com o propósito de evitar a fragmentação do conhecimento e instigar o in- teresse dos estudantes para envolvê-los direta- mente no processo de aprendizagem. Cabe enfa- tizar que o trabalho interdisciplinar deve estar li- gado à vida dos estudantes e às suas motivações, de modo que os envolva e torne o processo, além de útil, prazeroso. Nessas atividades, os estudantes aprendem a trabalhar coletivamente, interagindo com os colegas de turma, favorecendo assim o desen- volvimento da capacidade de argumentar e de O conceito norteador de um trabalho educacio- nal feito em parceria, fruto de uma pedagogia in- tegradora, é o de interdisciplina, definido a seguir. O ensino interdisciplinar e o planejamento XIX 04/08/2022 10:26:0704/08/2022 10:26:07 organizar informações. O envolvimento dos es- tudantes motiva o fortalecimento das relações entre professores de diferentes componentes curriculares. [...] O estilo de educação que prioriza o trabalho em equipe, que busca a interdisciplinaridade e o compromisso com a integralidade das ações e que procura respeitar as especificidades de cada pro- fissão, está pautado nas concepções teóricas das metodologias ativas de ensino-aprendizagem. [...] GEMIGNANI, Elizabeth Yu Me Yut. Interdisciplinaridade e metodologias ativas de ensino-aprendizagem. In: BASSIT, Ana Zahira (org.). O interdisciplinar: olhares contemporâneos. São Paulo: Factash, 2010. p. 118. Na escola, uma postura interdisciplinar traz contribuições quando os estudantes começam a estabelecer um relacionamento de parceria e co- laboração com a equipe escolar, bem como com a comunidade na qual a escola está inserida. Propostas como essas abrangem estratégias mais dinâmicas, interativas e colaborativas com relação à gestão do ensino e da aprendizagem, possibilitam a formulação de um saber crítico-re- flexivo com base no diálogo entre os conteúdos de diferentes componentes curriculares e permi- tem uma nova postura de professores e estudan- tes diante do conhecimento, deixando de conce- bê-lo como algo estanque. “Interdisciplinaridade” é um termo utilizado para caracterizar a colaboração existente entre disciplinas diversas ou entre setores heterogêneos de uma mesma ciência [...]. Caracteriza-se por uma intensa reciprocidade nas trocas, visando a um en- riquecimento mútuo. [...] FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Integração e interdisciplinaridade no ensino brasileiro: efetividade ou ideologia. 6. ed. São Paulo: Loyola, 2011. p. 73. Cabe dizer ainda que o movimento integrador, decorrente da interdisciplinaridade, exige, tanto por parte dos professores quanto dos estudan- tes, o desenvolvimento de três atitudes essen- ciais: amplitude, profundidade e síntese. [...] A amplitude assegura uma larga base de conhe- cimento e informação. A profundidade assegura o requisito disciplinar, profissional e/ou conheci- mento e informação interdisciplinar para a tarefa a ser executada. A síntese assegura o processo in- tegrador [...] KLEIN, Julie Thompson. Ensino interdisciplinar: didática e teoria. In: FAZENDA, Ivani Catarina Arantes (org.). Didática e interdisciplinaridade. 17. ed. Campinas: Papirus, 2012. (Coleção Práxis). p. 121. Nesse sentido, docentes e discentes podem ser capazes de aliar um conhecimento geral a conteúdos das diversas áreas de conhecimento e, ao final, promover uma síntese, adquirindo uma compreensão maior do conhecimento que a do início. Contudo, sem dúvida, é necessário que você seja o primeiro a desenvolver esse tra- jeto. Para tanto, as seguintes