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Paulo Cezar Andrade
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Estética e
História da Arte
Estética e
História da Arte
PAULO CEZAR ANDRADE
1ª Ed. / Setembro / 2013
Impressão em São Paulo - SP
ESTÉTICA E
HISTÓRIA DA ARTE
ESTÉTICA E
HISTÓRIA DA ARTE
Estética e História da Arte
Coordenação Geral
Nelson Boni
Coordenação de Projetos
Leandro Lousada
Professor Responsável
Paulo Cezar Andrade
Coordenadora Pedagógica de Cursos EaD
Profª. Me. Maria Rita Trombini Garcia
Projeto Gráfico e Diagramação
Jacqueline Cruz
Revisão Ortográfica
Nádia Fátima de Oliveira
Carlos Beltrão
1º Edição de 2013
Impressão em São Paulo/SP
Copyright © EaD Know How 2013
Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida por
qualquer meio sem a prévia autorização desta instituição.
A555e Andrade, Paulo Cezar.
Estética e história da arte. / Paulo Cezar Andrade. -
São Paulo : Know How, 2010.
139 p. : 21 cm. : il.
Inclui bibliografia
ISBN: 978-85-63092-72-4
1. Estética. 2. História da Arte. 3. I. Título.
CDD – 701.17
Sumário
Unidade 6 - arte Pos- Moderna/
MiniMalisMo ao Grafite 121
referências 135
Unidade 1 - estética, o estUdo
do belo 7
Unidade 2 - Pré-história/
arte roMana 19
Unidade 3 - arte etrUsca/
arte renascentista 63
Unidade 4 - arte barroca/realisMo 77
Unidade 5 - arte Moderna/
iMPressionisMo ao oP.- arte 91
ESTÉTICA
O ESTUDO DO BELO
Caro (a) Aluno (a)
Nesta unidade estudaremos o conceito Estético da Arte
por dois pensadores Platão e Kant. Platão foi um filósofo e mate-
mático do período clássico da Grécia Antiga, 348 / 347 a.C. Im-
manuel Kant ou Emanuel Kant foi um filósofo alemão, considera-
do como o último grande filósofo dos princípios da era moderna.
Bom estudo!
11
1.1 Estética
Do grego,aisthésis: percepção, sensação é um ramo da
filosofia que tem por objeto o estudo da natureza do belo e dos
fundamentos da arte. Estuda o julgamento e a percepção do que é
considerado belo, a produção das emoções pelos fenômenos estéti-
cos, bem como as diferentes formas de arte e da técnica artística; a
idéia de obra de arte e de criação; a relação entre matérias e formas
nas artes. Por outro lado, a estética também pode ocupar-se do su-
blime, ou da privação da beleza, ou seja, o que pode ser considera-
do feio, ou até mesmo ridículo.
1.2 Platão / Estética
1. Estética
A estética de Platão procu-
ra responder à questão « O que é o
Belo? » e interessa-se também pelos
problemas ligados à arte. Neste caso
também, a resposta deve ser procu-
rada no mundo das Idéias,é a Idéia
de Belo que é necessário encontrar.
Tal como nos casos da Virtude e da
Justiça, é a unidade que caracteriza a
Idéia do belo, só que, desta vez, trata-
se da unidade formal do objeto, da unidade da sua aparência. Assim,
uma bela música é uma música em que cada nota tem o seu lugar e
está no seu lugar, em que existe uma relação regular entre cada nota,
onde reina a harmonia. O papel da arte, tal como o da política face
à ética, é mais complexo. A arte é imitação: imitação das formas,
das ações. Mas percebe-se facilmente que, por exemplo, no caso da
música, é muito difícil atribuir um modelo à arte, algo que a música
possa imitar. É, portanto necessário aprofundar o conceito de imi-
12
tação; através de uma forma sensível, é a própria alma que a arte pro-
cura imitar. Os estilos artísticos correspondem a diferentes estados
de alma possíveis; uma música harmoniosa e regular imita a alma do
sábio virtuoso, uma música majestosa, impressionante imita a alma
do bravo, do guerreiro, uma música rápida e louca imita a alma do
homem atraído pelos prazeres sensíveis. Do mesmo modo, o prazer
que se experimenta ao contemplar uma obra de arte corresponde aos
prazeres destas diferentes formas de almas. Só as obras que imitam
uma alma sábia e virtuosa são belas, pois a sua unidade é a da alma
elas imitam o que não quer dizer que só delas possa resultar prazer; o
Belo não é necessariamente agradável.
Esta inconveniência, que resulta de o agradável poder não
ser Belo, não seria problemático se a obra de arte não tivesse a pro-
priedade de envolver e de transportar aquele que a contempla.
Platão de Atenas (428/27 a.C. — 347 a.C.) foi um filó-
sofo grego. Discípulo de Sócrates, fundador da Academia e mestre
de Aristóteles.
1.3 Estética / Kant
Segundo Kant, a arte segue dois pa-
radoxos: "é uma forma de apresentar
que é proposital por conta própria e
que promove, embora sem um propó-
sito, a cultura do nosso poder mental
para [facilitar a comunicação social]"
e "ele deve ter o olhar da natureza,
apesar de estarmos conscientes de
que a arte". Em outras palavras, Kant
acredita que a arte é intencionalmen-
te produzido, ainda permanece sem uma finalidade teleológica, e
é fabricado essencialmente antinatural, mas deve parecer natural
para seus telespectadores.
Definição de Kant de arte baséia-se pesadamente sobre
suas deduções anteriores de como a beleza é julgada no mundo
natural. Ele acredita que juízos verdadeiros da parte de beleza qua-
13
tro características: eles são desinteressados, universal, necessária e
intencional sem um propósito (Burnham). Desde Kant faz uma
distinção entre estética e decisões racionais, ele argumenta que os
juízos estéticos não são baseadas em conceitos, ou coisas que po-
dem ser conhecidos, mas em intuições ou sensações. Portanto, um
verdadeiro julgamento de beleza é desinteressado, não é baseado
em qualquer conceito conhecido, simplesmente, uma sensação de
irrestrita, completamente separado do prazer. Nesta mesma linha,
um belo objeto é proposital, contendo a propriedade ou a qua-
lidade de finalidade, sem realmente ter um propósito concreto.
Como resume Freeland, Kant acredita que "nós respondemos ao
objeto do acerto do projeto, que satisfaz a nossa imaginação e in-
telecto, mesmo que não seja objeto de avaliação a fim”.
Por exemplo, Kant diria
que o nosso prazer em ver "Star-
ry Night",(Pintura ima 3) de
Vincent Van Gogh, é derivada
da harmonia e da "livre jogo" da
nossa intuição e compreensão
que é desencadeado pela inten-
cionalidade de suas formas. Há
algo de esteticamente agradável
sobre o arranjo de formas e uma
mistura de cores que nos faz prazer sem aplicação direta a um con-
ceito concreto ou conhecido que podemos ter para saber como as
igrejas devem olhar, ou como as estrelas devem ser dispostas no
céu. Segundo Kant, nós não gostamos de "Starry Night", porque
contém a nossa cor favorita de azul, ou lembra-nos da segurança e
do calor de nossa cidade. Estes, ele diria que são questões de gosto
e de "afabilidade" ao invés de julgamento e verdadeira beleza, e só
serve para poluir o desinteresse que deverá acompanhar a nossa
apreciação da estética.
Kant é chamada para o desinteresse na apreciação da be-
leza é talvez a parte mais irracional de sua teoria. É humanamen-
te possível para ser completamente intuitiva, para vivenciar algo
14
através da sensação sozinho, sem aplicação de experiências passa-
das ou conhecimento anterior? Pode um observador de "Starry
Night" veja os redemoinhos de azul, amarelo e preto sem anexar
a sensação de movimento no céu noturno, imitado pela pintura,
de sensações e experiências anteriores de olhar para as estrelas? A
decisão é da arte e da beleza realmente livre de social, político e
cultural fatores? Outros filósofos e pensadores como Nietzsche e
Freud diria que a arte está relacionada com a vontade individual;
Marx afirmaria que toda a arte, como produção cultural, é política,
em certo sentido, e expressionista, como Van Gogh, que discor-
dam com o desinteresse afirmando que a arte é compreendida em
termos de resposta afetiva (Burnham).
Como uma obra de arte, Kant diria que Van Gogh con-
seguiu cumprir o primeiro paradoxo da propositadamente criar
algo que não tem nenhuma finalidade, ou concepção de um não-
conceito na sua pintura de "Starry Night". Idéias abstratasem poses mais mag-
nânimo, mas gravitas e um sentido subjacente da grandeza romana
nunca foi muito longe da superfície da maioria escultura romana.
61
Exercícios Propostos
Faça um estudo das principais características da arte egíp-
cia e a função da arte neste período.
Quais as técnicas de pintura da arte egípcia?
Por que alguns historiadores chamam a arte romana de copia?de paz
e a tranquilidade são dadas forma, embora não sejam claramen-
te definidos, nem conceitualmente. Van Gogh seria considerado
possuir "gênio" ou "predisposição mental inata através do qual a
natureza dá a regra à arte" (Kant, Immanuel. Crítica do Juízo 174),
devido à sua capacidade de capturar um conceito estético e trazê-
lo o mais próximo possível de uma forma concreta. Kant diria que
Van Gogh foi guiado por uma força visceral para criar proposi-
tadamente "Starry Night", sem comprometer-se com um conceito
claro propósito.
"Starry Night" mostra o paradoxo segundo aparecendo
natural, apesar do fato de que ele era, obviamente, produzidos,
porque a pintura é agradável, sem chamar a atenção para a inten-
cionalidade de sua criação. Neste segundo paradoxo, Kant é ex-
plicar a aversão que sente em relação a arte que parece forçado ou
artificial. Nós apreciamos a arte fina, ele diria, porque é tão habil-
mente trabalhada que inicialmente concebê-la como se fosse algo
que simplesmente era. Podemos até apreciar a técnica e o estilo
que o artista usou para criar o trabalho, mas como um objeto de
prazer estético, a sua beleza é a melhor avaliada pela sua forma, e
15
não como forma que foi alcançado.
A teoria de Kant da arte e da beleza foca exclusivamen-
te as obras que causam prazer e harmonia interna ou o livre jogo
"das faculdades mentais. Sua definição de arte é vista como limita-
da pelas normas da cena da arte de hoje, que inclui obras que não
são nem bonitas nem agradáveis. No entanto, independentemente
da miopia Kant na exclusão de coisas como o interesse pessoal a
partir da avaliação da arte, ele consegue proporcionar uma pro-
funda análise das razões pelas quais algumas obras evocam o nosso
apreço e acender a nossa imaginação, enquanto outros não. Suas
idéias de intencionalidade sem uma finalidade natural e constante,
embora sendo produzido ajudar a explicar porque algumas obras
de arte parecem agradar sem comunicar uma mensagem específica,
ou veiculando uma idéia direta. Apesar de muitas obras de arte
são claramente a intenção de transmitir uma mensagem política
ou social, como "Guernica" de Picasso, outros, como Van Gogh
"Starry Night" são simplesmente agradável de ver. A contribuição
de Kant para o campo da crítica estética é importante, indepen-
dentemente da incapacidade de sua teoria para abranger tudo o
que agora define como "arte". Como Freeland menciona, "a visão
de Kant de beleza tinha ramificações também no século XX, como
os críticos enfatizaram a estética em incitar o público a apreciar e
desafiar novos artistas como Cézanne, Picasso e Pollock (15), e seu
foco em forma significativa continua para moldar a nossa forma de
ver e justificar arte.
Conclusão
A reivindicação principal da Crítica é que o belo é "aquilo
que agrada sem conceito". Como esta tese é introduzida no, isso
significa que o juízo de gosto deve ser cuidadosamente distinguido
como uma espécie diferente de conceitos de bom, para chamar algo
de bom ou é designá-lo como bom para alguma coisa, ou seja, útil
16
Exercícios propostos
Elabore um estudo seguido dos pensamentos estético de
Platão e Kant?
Pesquise outros filósofos para conhecer os pensamentos?
(Nietzsche, David Hume, Schopenhauer)
ou para dizer que gosto de sua própria causa. "Em ambos os senti-
dos do termo", diz Kant, "o bem sempre contém o conceito de fina-
lidade e...," decisões do belo podem envolver nenhum recurso para
uma finalidade extrínseca. “Kant explica:” Para considerar algo
bom, eu sempre devo saber que tipo de coisa que o objeto é [signi-
fica] a ser, ou seja, eu devo ter um conceito do mesmo. Mas eu não
preciso disso, a fim de encontrar a beleza em algo. Flores, desenhos
livres, linhas sem rumo entrelaçadas e chamou folhagem,estes não
têm nenhum significado, dependem nenhum conceito determina-
do, e ainda gostamos deles " juízos estéticos, como ele continua,
são" meramente contemplativo ", e essa contemplação não é" dire-
cionado para os conceitos, para um julgamento de gosto não é um
julgamento cognitivo (teórico ou prático) e, portanto, não é base-
ada em conceitos, nem dirigida a eles como efeitos. "Daqui resulta
que, em contraste com a gratificação sensual ou a nossa aprovação
do bom, o nosso "gosto pelo belo é desinteressada e livre...". A liber-
dade de julgar o assunto concebido como uma liberdade a partir
da necessidade ou desejo de satisfação pessoal ou gratificação - é
ainda mais realçada na próxima seção : "a pessoa que julga se sente
completamente livre no que diz respeito o gosto que ele atribui ao
objeto". A liberdade de um juízo estético é bom, pelo tempo que
ele chegou, associado à noção de pureza: "a pura julgamento de
gosto "se baséia unicamente na" intencionalidade da forma "de um
objeto, e" não é influenciado por encanto ou emoção. "
17
PRÉ HISTÓRIA
E ARTE ROMANA
Prezado Aluno,
A primeira pergunta que surge naturalmente antes de ini-
ciar a viagem maravilhosa da história da arte, é que a definição da
própria arte:” O que é arte?; “O que significa para nós é arte?” e
mesmo “a arte vem da racionalidade ou do instinto homem., Arte
é simplesmente a “criatividade” em qualquer campo, construção
de edifícios, esculturas, pinturas, móveis, tecidos e tudo o que a
mente pode imaginar. E é isto que vamos ver na pré- historia.
Faça uma ótima aula!!!
23
Para a arte pré-histórica através da
expressão artística de um longo perí-
odo de muito, durando cerca de um
milhão de anos, e terminou com a
descoberta da escrita. A prova mais
distante da arte pré-histórica des-
cobriu até agora são um máximo de
trinta mil anos. O cronograma bási-
co da Pré-História é dominada pela
chamada Idade da Pedra Lascada ou
Paleolítico, que durou (aproxima-
damente) de 1.600.000 até 10.000
aC. Estende-se por três períodos:
(1) Paleolítico Inferior (2,500,000-200,000 aC)
(2) Paleolítico Médio (200,000-30,000 aC)
(3) Paleolítico Superior (40,000-10,000 aC).
Depois vem uma fase de tran-
sição chamado Mesolítico
(também conhecido como Epi-
paleolítico), terminando com a
expansão da agricultura, segui-
do do período Neolítico (Nova
Idade da Pedra), que testemu-
nhou a criação de assentamen-
tos permanentes.
A Idade da pedra termina
como ferramentas de pedra se substituída por novos produtos de
bronze e de metalurgia do ferro, e é seguido por Idades do Bronze
e do Ferro.
2. História da Arte
Pré-História
24
A Idade da pedra termina como ferramentas de pedra se
substituída por novos produtos de bronze e de metalurgia do ferro,
e é seguido por Idades do Bronze e do Ferro.
O termo “arte da Idade da Pedra” refere-se livremente a
qualquer obra criada durante estes três períodos. Também é referida
como “ arte “pré-histórica “.
O homem das cavernas era neces-
sário marcar posição com técnicas
convencionais (ou não) para re-
presentar o mundo natural que o
rodéia. Pinturas monocromáticas
e a base de elementos como car-
vão, sangue de animais, terra. As
pinturas rupestres tinham função
mágica, acreditavam que os espí-
ritos poderiam ajudá-los em suas
caçadas e assim nasceu que era do
paleolítico superior, a arte fasci-
nante, que terá o nome de “Arte
na pedra “. Com suas figuras de
animais são representados muito
bem definidos em seus detalhes, os homens e até mesmo coisas
abstratas, ainda indecifráveis (talvez os autores também fossem
atraídos pelo charme de irrealidade. Medido com ranhuras cur-
vas, retas e várias formas geométricas de madeira e osso escultura
mal preparadas, na cerâmica rudimentar e outras coisas que eram
normais para o uso diário, nós mostramos que o inquérito sobre a
beleza sempre existiu.
A maioria das obras criadas por pré-his-
tória do homem estava perdida, porque,
infelizmente, feita em substratos de des-
gaste ao longo do tempo, tais como casca
de árvore, madeira de vários tipos, pele ou
partes rochosas expostas aos elementos.
Permanecem tão poucos vestígios da lon-
25
ga evolução daarte rupestre. A característica distintiva do período
inicial é a necessidade de marcar o domínio de uma zona de deixar
impressões digitais por todos os meios à sua disposição, mãos, pés e
até dentes. Quando a caça se torna o emprego dominante, impres-
sões digitais, após as incisões feitas com instrumentos muito mais
fichas funcionais funcionou bem lítio e cinzéis de pedra. Mesmo
com as representações de tintas têm o seu desenvolvimento e me-
lhorar ao longo do tempo para novas descobertas de processos na-
turais, porque as pessoas começam a usar cada vez mais variados
tons derivados da natureza como a terra, os diferentes tipos de car-
vão e extratos de grama.
2.2. Era Paleolítica
(c.2, 500.000 - 10.000 aC)
Caracterizado por um caçador coletor cultura de subsis-
tência da Idade da Pedra e da evolução da espécie humana através
de australopitecos primitivo Homo erectus e do Homo sapiens a
humanos anatomicamente modernos.
Paleolítico Inferior (2.500.000 - 200.000 aC)
26
Médio Paleolítico (200.000 - 40.000 aC)
Paleolítico Superior (40,000 - 8,000 aC)
Mesolítica
(Na Europa, 10.000 - 4.000 aC)
Esta era se junta à cultura da Idade do Gelo do Paleolítico
Superior com a agricultura livre de gelo da cultura, do Neolítico.
Caracteriza-se por mais avançado caçador coleta, pesca e formas
rudimentares de cultivo.
27
Neolítica
(Na Europa, 4000 - 2000 aC)
Esta época é caracterizada pela agricultura, a domesticação
dos animais, estabeleceu as comunidades e o surgimento de impor-
tantes civilizações antigas (por exemplo, sumérios, egípcios).
2.2. Período Paleolítica
(C.2, 500.000 - 10.000 aC)
Tradicionalmente, este período é dividido em três subse-
ções, o Paleolítico Inferior, Paleolítico Médio e Paleolítico Superior,
os avanços marcação (especialmente em ferramentas de tecnologia)
entre as diferentes culturas humanas. Em essência, o Homem do
Paleolítico viviam exclusivamente da caça e coleta, enquanto seus
sucessores, durante o Mesolítico e Neolítico tempos posteriores de-
senvolveram sistemas de agricultura e assentamentos permanentes,
em última instância.
A sobrevivência não foi fácil, não menos por causa de inú-
meras mudanças climáticas adversas: em quatro ocasiões distinta
latitude do norte experimentou as ondas idades de gelo resultante
insucessível de congelamento e descongelamento, e provocando
migrações ou a morte generalizada. De fato, o desenvolvimento
da cultura humana durante o período do Paleolítico foi repetida
e profundamente afetado por fatores ambientais. Humanos do
28
Paleolítico eram coletores de alimentos, que dependia para sua
subsistência na caça de animais silvestres, pesca e coleta de frutas,
frutas e nozes. Não era até cerca de 8000 aC que os métodos mais
seguros de alimentação agricultura e a domesticação dos animais
foram adotados.
2.3 Ferramentas de pedra
Chave para a civilização, Cultura e Arte
As ferramentas de pedra foram os instrumentos pelos
quais o homem primitivo se desenvolveu e evoluiu. Toda a cultura
humana está baseada na criatividade e inteligência dos nossos an-
tepassados no início de criar cada vez mais sofisticadas ferramen-
tas que lhes permitiram sobreviver e prosperar. Afinal, arte é ape-
nas um reflexo da sociedade, e as sociedades pré-históricas eram
em grande parte definido pelo tipo de instrumento utilizado. De
fato, a cultura do Paleolítico é mapeada e classificada de acordo
com o avanço das tecnologias da ferramenta.
As ferramentas de pedra em primeiro lugar foram feitas
mais de dois milhões de anos atrás, e não apenas de pedra, mas de
todos os tipos de materiais orgânicos (madeira, osso, marfim, chi-
fre). No entanto, achados arqueológicos, a maioria compreende
a pedra variedade mais resistente. Os mais antigos instrumentos
humanos eram cortadores de pedra simples, como os descobertos
em Olduvai Gorge, na Tanzânia.
De acordo com os paleoantropólogos, Homem do Pa-
leolítico produzido quatro tipos de ferramentas. : (1) Pebble-fer-
ramentas (com uma única
aresta afiada para cortar
ou picar), (2) bifacial-fer-
ramentas (por exemplo,
mão-eixo), (3) Floco de
ferramentas e (4) Blade-
tools. Todo o tipo final-
mente entrou em uso, téc-
nicas e ferramentas novas
29
foram criadas para produzi-los, com a velha técnica que persiste
desde que foi necessário para um determinado propósito.
As ferramentas de pedra em primeiro lugar foram feitas
mais de dois milhões de anos atrás e não apenas de pedra, mas de
todos os tipos de materiais orgânicos (madeira, osso, marfim, chi-
fre). No entanto, achados arqueológicos, a maioria compreende a
pedra variedade mais resistente. Os mais antigos instrumentos hu-
manos eram cortadores de pedra simples, como os descobertos em
Olduvai Gorge, na Tanzânia.
De acordo com os paleoantropólogos, Homem do Paleo-
lítico produzido quatro tipos de ferramentas de melhor e melhor.
Estes foram: (1) Pebble-ferramentas (com uma única aresta afiada
para cortar ou picar), (2) bifacial-ferramentas (por exemplo, mão-
eixos), (3) Floco de ferramentas e (4) Blade-tools. Todos os tipos
finalmente entraram em uso, técnicas e ferramentas novas foram
criadas para produzi-los, com a velha técnica que persiste desde
que foi necessário para um determinado propósito.
Paleolítico Médio
(200.000 - 40.000 aC)
O período Paleolítico Médio é a segunda fase da era pa-
leolítica, quando aplicado a Europa, África e Ásia. A cultura do-
minante era paleolítica moustierense, uma indústria ferramenta
flake em grande parte caracterizada pelo ponto e raspador lateral,
associada (na Europa) com o Homo neanderthalensis. Este não foi
um período de grande invenção - simples mão-eixos, por exemplo,
foram regularmente empregados ainda - mas importantes melho-
rias foram feitas no processo básico de ferramenta de decisão, e no
intervalo e na utilização adequada dos utensílios fabricados. No fi-
nal do período, a tecnologia ferramenta moustierense foi reforçada
por outra cultura conhecida como Levallois, e praticada no Norte
da África, Oriente Médio e tão distante como Sibéria.
2.4 Era do Paleolítico Superior
30
(40.000 - 8.000 aC)
Paleolítico Superior é a última e mais curta fase da Pa-
leolítica Idade,menos de 15 por cento da duração do anterior
Paleolítico Médio. Quando nos referimos à África é mais comu-
mente conhecida como a Idade da Pedra. Além de ferramentas
especializadas e mais uma forma mais sofisticada de vida, a cultura
do Paleolítico Superior gerou generalizada primeira aparição do
Homem de pintura e escultura, que surgiu simultaneamente em
quase todos os cantos do globo. Além disso, desde o início do pe-
ríodo Paleolítico Superior, o Homem de Neanderthal subespécie
de Homo sapiens foi substituído pelo “homem anatomicamente
moderno” (por exemplo, o Homem de Cro-Magnon, Chancelade
Man e Grimaldi Man) que se tornou o único hominídeo habitante
através continental a Europa.
Culturas Stone Tool
As cinco culturas principal ferramenta do Paleolítico Su-
perior eram (1) chatelperroniana (Baixa perigordino), (2) aurigna-
cianas; (3) gravetiana (4); Solutrense e (5) Magdalenian.
Alta Sociedade Paleolítica
A via era a construção do homem habitações (mais adian-
ta das subterrâneas casas semi principalmente), enquanto que a
localização dos assentamentos indica um complexo padrão mais
interação social, envolvendo a caça coletiva, organizada de pesca, a
estratificação social, eventos cerimoniais, sobrenatural e ritual reli-
gioso. Outros desenvolvimentos incluíram o início da propriedade
privada, o uso de agulha e linha, e vestuário.
Arte do Paleolítico Superior
O período Paleolítico Superior presenciou o início da
arte, com desenho, modelagem, escultura e pintura, bem como
jóias, adornos pessoais e as primeiras formas de música e dança. As
duas principais formas de arte eram pinturas rupestres e esculturas
figurativas em miniatura.
31
Escultura
Artistas do Paleolítico Superior produziu um grandenúmero de pequenas esculturas de figuras femininas, conhecidas
como Venus. Durante os tempos aurignacianas, incluíram: a Vê-
nus de Kostenky (osso de mamute escultura: c.30, 000 aC), e Vênus
de Monpazier (esteatito escultura: c.30, 000 aC). Durante o grave-
tiana cultura seguinte, muitos mais surgiram, como por exemplo:
a Vênus de Dolni Vestonice (osso da escultura: C.26, 000 aC), a
Vênus de Willendorf (escultura de pedra calcária: C.25, 000 aC),
a Vênus de Savignano (serpentina escultura: C.25, 000 aC), Vê-
nus de Kostenki (escultura de pedra calcária: C.24, 000 aC), a Vê-
nus de Moravany (marfim de mamute escultura: C.24, 000 aC),
a Vênus de Laussel (escultura de pedra calcária: C.23, 000 aC),
a Vênus de Brassempouy (marfim de mamute: C.23, 000 aC), a
Vênus de Lespugue (marfim de mamute: C.23, 000 aC), a Vênus
de Laussel (escultura em pedra calcária-bas: C.23, 000), e a Vênus
de Garagino (rocha vulcânica: C.22, 000 aC), para citar apenas
alguns. Outros exemplos e mulheres não incluem o marfim Lion
Man of Hohlenstein-Stadel (c.28, 000 aC). Fora da Europa, do
Paleolítico Superior escultura inclui a Venus siberiana de Mal'ta
(marfim de mamute: C.21, 000 aC), entre muitos outros.
32
Pintura
Durante este período, a sociedade começou a aceitar pré-
histórica de rituais e cerimônias, de uma religião ou xamã tipo na-
tureza quase. Como resultado, algumas cavernas foram reservados
como galerias de arte pré-histórica, onde os artistas começaram a
pintar os animais e cenas de caça, bem como uma variedade de abs-
tratos ou simbólicos desenhos.
Este tipo de arte se estabeleceu durante a cultura aurigna-
cianas como exemplificado pelo pinturas rupestres de Chauvet (mo-
nocromático fotos principalmente de animais e desenhos abstratos),
datado de 30.000 aC. Mais exemplos surgiram a partir da cultura
gravetiana como a arte stencil mão em Cosquer Cave (de 25.000
aC), eo carvão e ocre imagens policromadas de Pech- Merle (de
25.000 aC). Durante o período Solutrense, pintores pré-históricos
começaram a trabalhar em seu magnífico imagens policromadas de
cavalos, touros e outros animais nas cavernas de Lascaux e em Font
de Gaume (ambos de 17.000 aC), eo espanhol da Cantábria Caver-
na de La Pasiega (de 16.000 aC). Pinturas rupestres Magdalenian é
bem representado pelas imagens policromadas de bisões e veados na
Gruta de Altamira na Espanha (de 15.000 aC), as imagens de renas
em galhadas encontrado no francês Lortet Cave (de 15.000 aC) eo
relevo escultura bison surpreendente no Tuc d’Audoubert Cave (de
13,5000 aC), também na França.
Fora da Europa, pinturas rupestres do Paleolítico Supe-
rior e arte rupestre incluem, Aboriginal obras Ubirr (de 30.000
aC), as pinturas figura animal em carvão e ocre na caverna de
Apollo 11 (a partir de 25.500 aC), na Namíbia, as pinturas Bra-
33
dshaw (de 17.000 aC) na Austrália Ocidental, e as imagens stencil
mão na Cuevas de las Manos (Caverna das Mãos) (de 9500 aC), na
Argentina, entre muitos outros.
2.5 Era Mesolítico
(Cerca de 10.000 - 4.000 aC, na Europa)
O período mesolítico é uma época de transição entre o
coletor-caçador de cultura afetada gelo do Paleolítico Superior, e
da cultura agrícola do Neolítico. Quanto maior o efeito do recuo
do gelo sobre o ambiente de uma região, maior era a duração do
Mesolítico. Assim, em áreas sem gelo (por exemplo, o Oriente Mé-
dio), as pessoas a transição muito rapidamente a partir de caça /
coleta para a agricultura. Seu período mesolítico, portanto, a curto
e, muitas vezes referido como o Epi-Paleolítico ou Epipaleolítico.
Em comparação, em áreas submetidas a mudança de gelo sem gelo,
a era do Mesolítico e sua cultura durou muito tempo. Descobertas
arqueológicas do mesolítico permanecem testemunhar uma gran-
de variedade de raças. Estes incluem o Azilian Ofnet Man (Bavie-
ra), depois de vários tipos de homem de Cro-Magnon, tipos de se-
res humanos braquicéfalos (short-duras) e tipos de seres humanos
dolicocéfalos (long-duras).
Culturas do Mesolítico europeu
À medida que o gelo desaparecer, ser substituída por pas-
tagens e florestas, a mobilidade e a flexibilidade tornou-se mais im-
portante na caça e na aquisição de alimentos. Como resultado, as
culturas do Mesolítico são caracterizadas por pequenas ferramen-
tas de pedra mais leve, as quantidades de pesca, enxós de pedra,
arcos e flechas. Pouco a pouco, pelo menos na Europa, a caça e a
pesca foi substituída pela agricultura ea domesticação de animais.
As três principais culturas do Mesolítico europeu são: Azilian,
Tardenoisense e Maglemosian. Azilian era uma indústria de pedra,
em grande parte microlithic, associada Ofnet Homem. Tardenoi-
sense, associada Tardenoisense Man, produzido pequenas lâminas
de sílex e pedra pequena implementa com formas geométricas,
juntamente com arpões de osso com flocos de pedra como farpas.
34
Maglemosian (norte da Europa) foi um osso e chifre cultura, pro-
duzindo raspadores de sílex, brocas e core-eixos.
Mesolítica Arte rocha
Obras de arte criadas durante o período mesolítico refle-
tir a chegada de novas condições de vida e práticas de caça causada
pelo desaparecimento das grandes manadas de animais provenien-
tes de Espanha e França, no final da Idade do Gelo. Florestas agora
a paisagem, a necessidade de cooperação e acordos de caça mais
cuidadoso. Europeu de arte rupestre do Mesolítico dá mais espaço
para figuras humanas, e é caracterizada por mais aguçada observa-
ção, e uma maior narrativa na pintura. Além disso, devido ao clima
mais quente, ele se move de cavernas para sites no exterior em vá-
rios locais em toda a Europa, Ásia, África, Oceânia e Américas. Por
exemplo, na África, certo número de pinturas rupestres bushman
foi encontrado na área de Waterberg que datam de cerca de 8.000
aC. Na Índia, as pinturas rupestre nos abrigos de Bhimbetka, de-
rivam dos artistas mesolíticos. Uma boa parte da arte Aborígene
Australiano (por exemplo, de Arnhem Land) data de Mesolítico,
bem como o período Paleolítico. A maioria dos "antigos aboríge-
nes da arte é estilizada pintura rupestre, muitas vezes, executado
em uma forma simbólica ou abstrata como muitos foram criados a
partir de um" olho vista do pássaro.
35
Escultura Mesolítico
Para além destas pinturas rupestres estilizada, a era do
Mesolítico também contou com mais 3-D de arte, incluindo bai-
xos-relevos e esculturas em pé livres. Os primeiros exemplos deste
último incluir as figuras antropomórficas, geralmente embelezada
pelos animais, descoberto em Nevali Cori e Tepe Göbekli perto
de Urfa no leste da Ásia Menor (atual Turquia), datando de 9000
aC. As estátuas do Mesolítico Lepenski Vir (por exemplo, o deus-
peixe), em data a Sérvia a partir de cerca de 5.000 aC e retratam
figuras do homem ou híbrida, parte humana, parte de peixe.
2.6 Era Neolítica
(Cerca de 4, 000 2,000 aC)
O período Neolítico testemunhou uma mudança funda-
mental no estilo de vida de toda a Europa. foi o seminômade estilo
primitivo da caça e da coleta de alimentos, que chegou uma forma
muito mais estável de existência, com base na agricultura e na cria-
ção de animais domesticados. Cultura neolítica foi caracterizada
por ferramentas de pedra em forma de polimento ou trituração e
agricultura (cultivos básicos: trigo, cevada e arroz; animais domes-
ticados ovelhas, cabras, porcos e gado) e conduzida diretamente
para um crescimento do artesanato, como cerâmica e tecelagem.
Tudo isso começou há cerca de 9000 AC, nas aldéias do sul da
Ásia, após o que floresceu no Crescente Fértil do rio Tigre e Eufra-
tes vales no Oriente Médio (c.7, 000 aC), antes de se espalhar para
a Índia (c.5, 000 aC), Europa (c.4, 000 aC), China (3.500 aC) e
nas Américas (independente) (c.2, 500 aC).
A criação de comunidades estabelecidas (aldéias, vilas e
nas cidades devido) desencadeou uma série de novas atividades,
nomeadamente: a rápida estimulação do comércio, a construção
de veículos comerciais (principalmente barcos), novas formasde
organização social, juntamente com o crescimento das crenças
religiosas e as respectivas cerimônias. E devido a melhorias no
abastecimento de alimentos e controle ambiental, a população au-
mentou rapidamente. Para dezenas de milênios antes do advento
36
da agricultura, a população humana total variou entre 5.000.000 e
8.000.000. e 4000 AC, depois de menos de 5 mil anos de agricul-
tura, o número tinha aumentado para 65 milhões de euros.
Arte Neolítica
Em geral, o mais estável e melhor dos recursos da região,
mais arte que produz. Assim foi com o período Neolítico. E embo-
ra a maioria antiga arte permanecesse essencialmente de natureza
funcional, houve um maior enfoque na ornamentação e decoração.
Por exemplo, a caligrafia um dos grandes exemplos de arte chinesa
aparece pela primeira vez durante o Neolítico.
Com a maior resolução em aldéias e outras pequenas
comunidades, pintura rock começa a ser substituída por formas
de arte mais portátil. Descobertas em Catal Huyuk, um antigo
vilarejo na Ásia Menor Turquia moderna incluem belas pinturas
murais incluindo a primeira pintura de paisagem, datada de 6100
aC. Obras tornam-se progressivamente ornamentadas com metais
preciosos, por exemplo, o cobre é utilizado pela primeira vez na
Mesopotâmia, enquanto a mais avançada metalurgia é descober-
ta no Sudeste da Europa. A escultura de pé, em pedra e madeira
começa a ser vista, assim como bronze estatuetas nomeadamente
através da Civilização do Vale do Indo, um dos primeiros motores
de pintura e escultura em Portugal, joalharia primitiva e desenhos
decorativos de uma variedade de artefatos.
2.7 Idades do Bronze
Europa 3000-1200 aC
Arte da Idade do Bronze (c.3500-1100 aC), um período
importante que liga a Idade da Pedra com a Idade do Ferro, foi
um reflexo do ambiente da época. A Idade do Bronze foi caracteri-
zada pela produção do metal bronze (uma liga de cobre e estanho),
e assistiu a um aumento da produtividade econômica e o conse-
quente surgimento de trabalhadores qualificados, muitos dos
quais estiveram envolvidos na atividade artística, embora de uma
semi natureza funcional. Desenhos decorativos e ornamentais em
37
capacetes armadura, espadas, machados e outras armas tornaram-
se mais difundido. Desenhos cerâmicos tornaram-se mais elegan-
te, e uma nova gama de cerimonial e de artefatos religiosos e obras
de arte começaram a surgir.
O melhor exemplo da arte da Idade do Bronze apareceu
no “berço da civilização” em torno do Mediterrâneo, no Próximo
Oriente, durante a ascensão da Mesopotâmia (atual Iraque). Egíp-
cia arte foi bem estabelecida, sob a forma de sua arquitetura mo-
numental a pirâmides e incluiu também uma série de murais, cerâ-
mica me escultura. Arte persa era ainda mais avançada, enquanto a
minóica e icênica culturas estavam começando. Dentro de alguns
séculos, a arte grega parece adequada, juntamente com o etrusco
e, posteriormente, a arte romana. Havia na Grécia, Creta / civili-
zação minóica e Egípcia, embora a arte deste período é também
visível no ritual bronzes da dinastia Shang, na China. Em várias
dessas regiões, o surgimento das cidades, o uso da língua escrita
e do desenvolvimento de pedra mais sofisticada e de trabalho de
metal, permitiu aumentar o tipo e a qualidade da arte produzida.
Exemplos de arte da Idade do Bronze no Mediterrâneo incluem:
uma grande variedade de pintura cerâmica, frescos murais, incluin-
do paisagens, bem como imagens figurativas dos seres humanos e
animais. Alívio Religioso e escultura, principalmente esculpida em
pedra, apesar de escultura em madeira também era comum. Havia
pinturas dos deuses, e uma série de homenagens artísticas para reis
e governantes seculares também foram observados. Durante este
período, a arte começou a assumir um papel importante na refle-
xão da comunidade, seus governantes e sua relação com as divin-
dades que adoravam.
Como a Idade do Bronze chegou ao fim por volta de 1100
aC, a historia da arte revela cultural fosso crescente entre Norte e
Europa Mediterrânea. Clima, a presença de minerais e outros me-
tais preciosos, a segurança, a coesão social e do comércio foram
fatores que favoreceram o desenvolvimento econômico mais rápi-
do. O que levou a um crescimento mais rápido das artes (pintura e
metal, especialmente) nas regiões do Sul, e ao longo das principais
38
vias navegáveis européias, como o Reno e o Danúbio.
2.8 Arte Egípcia
(3100 aC)
Egito, sem dúvida, a maior civilização da história da arte
antiga, foi à primeira cultura a adotar um estilo reconhecível na
arte pintores egípcios mostrava a cabeça, pernas e pés de seus seres
humanos de perfil, enquanto que retratam os olhos, ombros, bra-
ços e tronco de frente. Outras
convenções artísticas estabe-
lecidas como deuses, faraós e
as pessoas comuns devem ser
descritos, regulando os ele-
mentos, tais como tamanho,
cor e posição figurativa. Uma
série de maravilhosas pintu-
ras egípcias cera encáustica,
conhecidos como os retratos
oferecem uma visão fascinante
da arte egípcia. Além disso, os
egípcios desenvolveram uma arquitetura única - principalmente
39
câmaras mortuárias maciça (chamados de pirâmides) e túmulos
subterrâneos. experiência egípcia em pedra teve um enorme im-
pacto sobre mais tarde arquitetura grega. Exemplos notáveis de
arquitetura pirâmide egípcias incluem: A Pirâmide de Djoser
(c.2630 aC), e A Grande Pirâmide de Giza (c.2550 aC), também
chamada de Pirâmide de Quéops, ou Pirâmide de Quéops.
A função da arte egípcia era dupla. Primeiro, para glorifi-
car os deuses inclusive o Faraó e facilitar a passagem humana na
vida após a morte. Por outro lado, afirmar, propaganda e preservar
os valores do dia. Devido à estabilidade geral da vida egípcia e da
cultura, todas as artes incluindo arquitetura, escultura, pintura,
metalurgia e cerâmica foram caracterizados por uma adesão muito
conservadora às regras tradicionais, o que favoreceu a ordem e for-
ma sobre a criatividade e a expressão artística.
Antigo Egito é famoso pela sua monumental arquitetura
egípcia (por exemplo, a Pirâmide), o túmulo de seus trabalhos ar-
tísticos ("arte múmia, pinturas, esculturas, cerâmicas e artesanato
em metais preciosos), são hieróglifos (a escrita egípcia script basea-
do em imagens e símbolos) e seu estilo artístico em geral. Este último
manteve-se em grande parte independente de artistas estrangeiros,
até a difusão da cultura grega no período helenístico (323-31 aC).
40
As Pirâmides
As pirâmides egípcias são maiores do mundo, os edifícios
funerários, e continuam a ser um dos mais duradouros símbo-
los da arquitetura antiga em geral e arte egípcia e da civilização,
em particular. A maioria das 200 pirâmides até agora descoberto
(apenas cerca de metade dos que permanecem em pé) foram cons-
truídos ao longo de um período de mil anos, durante as eras do
Antigo Reinado (26802258 aC) e do Reino Médio (2134-1786
aC). Embora tenha sido projetados como túmulos para os reis /
Faraós do tempo, exatamente como e por que as pirâmides foram
construídas permanece um mistério. Em todo o caso egípcio espe-
cialização, a manipulação de pedra teve um impacto sobre a arte
grega, especialmente escultura grega em pedra.
A primeira pirâmide (Djozer) foi supostamente concebi-
da pelo arquiteto Imhotep egípcio, que estendeu a forma de mas-
taba usual (a mastaba foi uma superestrutura retangular contendo
uma câmara de sepultamento e várias salas) por empilhamento de
um número de pedras do lado de fora, um em cima do o outro. Os
passos que deveriam servir de escada gigante pelo qual a alma do
faraó morto pudesse subir aos céus. Imhotep foi posteriormente
deificado pelos egípcios.
A Grande Pirâmide de Gizé (também conhecida como
a Pirâmide de Khufu e "Pirâmide de Quéops") é de 147 metros de
altura, e foi a mais alta estrutura feita homem no mundo mais de
3.200 anos. É calculada para conter cerca de 2,3 milhões de blocos
41
de pedra, pesando cada uma médiade 2,5 a 15 toneladas cada um.
Os blocos se encaixam tão perto que uma folha de papel grosso
não irá deslizar entre eles. A Grande Pirâmide foi designada uma
das Sete Maravilhas do Mundo por Antípatro de Sídon, e é agora
o único surving maravilha do mundo antigo.
Como foram construídas as pirâmides?
Egiptólogos continuam indecisos quanto ao método de
construção exato usado para criar as pirâmides. Foram constru-
ídas em grande parte fora dos blocos de pedra, enquanto as pos-
teriores eram muitas vezes feitas de
tijolos de barro revestidos de pedra
calcária., Os especialistas discor-
dam sobre o método pelo qual as
pedras foram transportado coloca-
do rolos, ou diversos tipos de ram-
pa, ou com sistema de alavancas, e
á de mão de obra utilizada escravos
ou trabalhadores especializados.
Egito não era o único país a cons-
truir as pirâmides. Durante a era
Napata no Sudão (c.700-661 aC),
um conjunto de pirâmides foram
42
construídas sob a influência de arquitetos egípcios. Mais tarde,
durante o Reino sudanesa de Meroe (c.300 aC - 300 dC), mais de
duzentos mais pirâmide jazigos foram construídos.
O Período Arcaico, O Império Antigo (26802258 aC);
O Reino Médio (2134-1786 aC), o Reino Novo (15701075
aC), incluindo a controversa Período de Amarna rei Amenhotep
(Akhenaton) (13501320 aC). Após isso, veio um período de tran-
sição até a era ptolomaica (323-30 aC) e o período de domínio
romano (30 aC - 395 dC).
Antiga civilização egípcia é simbolizada pelas pirâmides,
a maioria dos que foram construídos durante o Antigo e o Rei-
no períodos Médios, quando o poder do Faraó era mais absoluto.
Ainda hoje, o pleno significado destes monumentos funerários e
túmulos são mal compreendidos pelos arqueólogos e egiptólogos.
A esfinge
A maior escultura monumental no mundo antigo, a Esfin-
ge foi esculpida em uma única corcova de pedra 240 pés (73 metros)
de comprimento e 66 pés (20 metros) de altura. A cabeça, que tem
uma textura muito diferente do corpo, e mostra a erosão muito me-
nos grave, é um afloramento natural de pedra mais dura. Para formar
a parte inferior do corpo da Esfinge, enormes blocos de pedra foram
extraídos da rocha base (e estes blocos foram então usados na alve-
naria núcleo dos templos em frente e ao sul da Esfinge). Enquanto
uns egiptólogos alguns teimosos ainda sustentam que a esfinge foi
construída na dinastia quarta pelo faraó Quéfren (Khafre), um acú-
mulo de evidências, tanto arqueológicas e geológicas, indica que a
Esfinge é muito mais antiga que a quarta dinastia, e só foi restaurado
43
por Chephren durante o seu reinado. Não há inscrições na Esfinge,
ou em qualquer um dos templos ligados a ela que, a prova oferta de
construção, por Chepren, mas o chamado "Inventário Estela" desco-
berta no planalto de Gizé no século XVIIII diz que o faraó Quéops
Quéfren. Ordenou um templo construído ao lado da Esfinge, o que
significa, é claro que a Esfinge já estava lá, e, portanto, não poderia
ter sido construída por Quéfren.
Artistas e artesãos egípcios
Escultores e pintores egípcios não eram artistas, no senti-
do moderno de ser um indivíduo criativo. Antiga arte egípcia era
bastante o trabalho dos artesãos pagos que foram treinados e que
depois trabalhou como parte de uma equipe. O mestre artesão
principal pode ser muito versátil e capaz de trabalhar em vários
ramos da arte, mas sua participação na produção de uma estátua
ou a decoração de um túmulo foi anônima. Ele guia seus assisten-
tes como eles trabalhavam, e ajudar a treinar os novatos, mas sua
contribuição pessoal não pode ser avaliado Artistas em todas as
fases de seu ofício trabalharam juntos. O esboço inicial ou esboço
de desenho seria executado por um ou mais, que passaria então a
ser seguido por outros esculpindo a final e as fases intermediárias.
Pintores iriam seguir da mesma maneira. Onde as cenas foram
deixadas inacabadas é possível ver as correções feitas para o traba-
lho de mãos menos hábeis, por artesãos mais praticados. Muitos
mestres alcançaram posições de influência e importância social,
como sabemos, a partir de seus próprios monumentos funerários.
Imhotep, arquiteto que construiu a Pirâmide complexo para o rei
Zoser, 2660-2590 aC, era tão reverenciado em tempos mais tarde
que ele foi endeusado. O crédito para qualquer obra de arte, po-
rém, se acreditava pertencer ao patrono que o encomendou.
44
Regras da Pintura
A civilização egípcia era altamente religiosa. Assim, a
maioria das obras egípcias, envolve a representação de muitos deu-
ses e deusas, de quem o faraó era um deles. Além disso, o respei-
to egípcio para o fim e valores conservadores levou ao estabeleci-
mento de regras complexas de como os deuses e os seres humanos
poderiam ser representados por artistas. Por exemplo, na pintura
de figuras, os tamanhos dos valores foram calculados unicamente
com base no estatuto social da pessoa, e não pelas artísticas regras
normais da perspectiva linear. A mesma fórmula para a pintura da
figura humana foi utilizado ao longo de centenas ou mesmo milha-
res de anos. Cabeça e as pernas sempre em perfil, os olhos e a parte
superior do corpo visto de frente. Para escultura egípcia e estátuas,
as regras determinam que as estátuas do sexo masculino devam ser
mais escuras do que os do sexo feminino, quando sentado, as mãos
do sujeito deve ser sobre os joelhos. Deuses também foram descri-
tos de acordo com sua posição na hierarquia das divindades, e sem-
pre com o mesmo pretexto. Por exemplo, Hórus (o deus do céu) era
45
sempre representada com uma cabeça de falcão, Anubis (o deus dos
ritos funerários) sempre foi retratado com uma cabeça de chacal.
Uso de pigmentos
O uso da cor nas pinturas egípcias também foi regula-
mentado e utilizado simbolicamente. Os artistas egípcios utiliza-
dos seis cores em suas pinturas de vermelho, verde, azul, amarelo,
branco e preto. Vermelho, sendo a cor do poder, simbolizada vida
e vitória, assim como a raiva e fogo. Verde simboliza uma nova
vida, crescimento e fertilidade, enquanto a criação e o renascimen-
to simbolizado azul e amarelo simbolizam o eterno, tal como as
qualidades do sol e do ouro. O amarelo era a cor de todos os faraós,
razão pela qual o funeral e máscaras sarcófagos eram feitos de ouro
para simbolizar o faraó e eterno eterno que agora era um deus.
Branco era a cor da pureza, que simboliza todas as coisas sagradas,
e foi usado tipicamente usado em objetos religiosos e ferramentas
usadas pelos sacerdotes. Preto era a cor da morte e representavam
o submundo e à noite. Quase todos os sobreviventes de pinturas
Egito Antigo foram descobertos nas tumbas dos faraós ou altos
funcionários governamentais, e retrata cenas da vida após a morte.
Conhecida como a arte funerária, estas imagens descritas na narra-
tiva da vida após a morte, assim como coisas como servos, barcos e
alimentos para ajudar o defunto na sua viagem através da vida após
46
a morte. Estas pinturas seriam executadas em papiros, em painéis,
usando encáustica pintura ou em paredes em forma de afrescos
murais com temperatura. Além disso, os modelos, por exemplo,
dos barcos, espigueiros, açougues e cozinhas foram incluídos no
túmulo, a fim de garantir o futuro bem-estar da pessoa morta.
Como o espírito habitava o cor-
po, a preservação do último con-
tra a cárie foi igualmente crítico.
A utilização de bandagens bem
embrulhada para mumificar o
cadáver, a remoção e acondicio-
namento dos órgãos internos
dentro de potes de cerâmica
e outros sarcófagos opulento
generalizou-se entre a elite do-
minante. Todas estas medidas
ajudaram a apoiar uma indústria
nacional de artistas e artesãos
egípcios que trabalhavam para
produzir as obras pinturas, es-
culturas, olarias, cerâmica, jóias
e metais, necessários.
A escultura egípcia foi altamen-
te simbólica e para a maioria da
história egípcia não se destinava
a ser naturalista ou realista. Esculturas e estátuas eram feitas de
barro, madeira, metal,marfim e pedra de pedra que foi o mais per-
manente e abundante. Muitas esculturas egípcias foram pintadas
em cores vivas.
O Estado de Amenhotep King (Akhenaton)
(13501320 aC)
Faraó Amenófis IV (marido da rainha Nefertiti) provo-
cou uma espécie de revolução cultural no Egito. Nascido no cul-
to de Amon (Amen), uma linha que adoravam uma ampla varie-
dade de deuses, ele mudou seu nome para Akhenaton, e reforçado
47
pelo seu controle do exército, instituiu o culto de Aton apenas,
um deus-sol. A capital egípcia e corte real foi transferida para
Amarna, no Médio Egito. Tudo isso levou a uma ruptura radical
com a tradição, especialmente nas artes, como pintura e escultu-
ra. Tornaram-se mais naturalista e mais dinâmica do que a regra
ligada a arte estática de eras anteriores. Em particular, o estilo de
Amarna de arte era caracterizado por um senso de movimento e
atividade. Retratos de nobres egípcios deixaram de ser idealizada,
e alguns foram mesmo caricatural. A presença de Aten em muitas
fotos foi representada por um disco dourado brilhante de cima
para baixo.
Após a morte de Akhenaton, o faraó seguinte - a criança Tu-
tankhaten - foi persuadido a voltar para Memphis e mudar seu nome
para Tutankhamon, assim, voltar a Amon. Como resultado, os pin-
tores e escultores egípcios em grande parte voltaram para as velhas
tradições que continuou até a época helenística a partir de 323 aC.
A influência da arte grega sobre os artis-
tas egípcios.
Um processo acelerado por Alexandre o Grande e, pos-
teriormente, durante a era ptolomaica, incentivou a representa-
ção naturalista dos indivíduos em pinturas e esculturas, e não ao
contrário do processo iniciado por Akhenaton. Retrato tornou-se
realista e as regras de cor foram relaxadas. Esta tendência foi enco-
rajada pelo estilo romano prática da arte.
- Coleções de obras de arte egípcia podem ser visto no
Museu Egípcio, no Cairo, o Museu Britânico, em Londres, o Mu-
seu do Louvre, em Paris, o Museu Ägyptisches, Berlim, o Metro-
politan Museum of Art, em Nova York.
48
Pintura e escultura egípcia
Socorro a escultura e a pintura podem ser consideradas
em conjunto, como as convenções seguidas por artesãos de uma
ou outra foram, pelo menos nos estágios iniciais de uma obra,
muito semelhante, e mais franquias foram destinados a ser com-
pletada pela adição de cor.
As primeiras figuras e ce-
nas entalhadas na data de alívio
de tempos pré-históricos, quando
os painéis de ardósia cosméticos e
pentes de madeira, osso, marfim e
foram enterrados em túmulos de
seus proprietários. Estes foram es-
culpidas em simples, eficaz contor-
nos de espécies conhecidas para o povo do Vale do Nilo antílopes,
cabras, peixes e aves. Mais pentes de marfim e elaborar o marfim
cabos de facas de pedra que provavelmente teve alguma finalidade
cerimonial foram esculpidos em relevo, destacando-se o cenário
do fundo.
Ao final do período pré-histórico do Egito estilo distinto
é inconfundível. Até agora não houve grandes monumentos ar-
quitetônico em que a habilidade dos escultores pode ser exibida.
A partir das evidências escassas de esculturas em alguns fragmen-
tos de osso e marfim, sabemos que os deuses eram adorados em
templos construídos por feixes de juncos. O cacique do Egito pré-
histórico provavelmente viveu em estruturas similares, bem como
os que ainda se encontram nos pântanos do sul da Arábia.
O trabalho dos escultores foi exibido na produção do ce-
rimonial cabeças e paletas, esculpido para comemorar as vitórias e
outros eventos importantes e dedicados aos deuses. Elas mostram
que a escultural estilo distinto, ecoou em todos os períodos pos-
teriores da história egípcia, já havia surgido, e da convenção de
mostrar a figura humana, em parte, no perfil e parcialmente em
vista frontal foi bem estabelecida. O significado de muitos deta-
49
lhes ainda não pode ser totalmente explicado, mas representações
do rei como um poderoso leão ou um touro forte são muitas vezes
repetidas em tempos dinásticos.
Relevos
Os relevos real, mostrando o
rei ferir seus inimigos ou avança
a passos largos em pose ritual, são
um pouco estridente, mas pela
terceira dinastia técnicas já esta-
vam muito avançados. A maioria
dos exemplos sobreviventes é em
pedra, mas os painéis de madeira
encontrado no túmulo de Hesire
em Saqqara, 2660-2590 aC, mostram a excelência atingida pelos
mestres artesãos Museu Egípcio, no Cairo. Estes números, de pé
e sentado, esculpidas de acordo com as convenções dos ideais de
masculinidade egípcias, enfatizou diferentes maneiras os diferen-
tes elementos da forma humana. A cabeça, tórax e pernas são mos-
tradas em perfil, mas o olho visível e os ombros são representados
como se fosse visto de frente, enquanto a cintura e os quadris estão
em quarto vista três. No entanto, essa postura artificial não parece
estranha por causa da preservação da proporção natural. A exce-
lência da técnica, mostrado na modelagem bem dos músculos da
face e do corpo, confere uma graça sobre o que poderiam parecer
rígidas e severas. Hesire, transportando pessoal e cetro de sua ca-
tegoria, juntamente com a paleta e caso caneta simbolizando seu
cargo de escriturário real, olham com orgulho e confiança para a
eternidade. O cuidado do artesão não pára com a figura do seu
patrono, para os hieróglifos que compõem a inscrição, o nome e
títulos dos falecidos também estão esculpidos com delicadeza e
segurança, e são representações multa em miniatura de animais,
pássaros, e objetos usados na escrita egípcia. Os animais e aves usa-
das como hieróglifos são mostradas em perfil verdadeiro.
Os cemitérios grande de Gizé e Saqqara em que os nobres
e os oficiais de justiça foram enterrados perto de seus reis forne-
50
cem muitos exemplos da habilidade dos artesãos da quarta, quinta
e sexta dinastias, uma habilidade raramente igualada em períodos
posteriores. O foco desses túmulos precoce foi uma laje de pedra
esculpida com uma representação do falecido sentado na frente de
uma mesa de oferendas. Estes últimos eram normalmente coloca-
dos acima da porta falsa, através do qual o espírito da pessoa mor-
ta, chamou o, poderá continuar a entrar e sair do túmulo. A idéia
por trás disso era que a representação mágica de ofertas em estelas,
ativado pelos religiosos fórmulas corretas, que existem para o resto
da eternidade, juntamente com o caráter a da pessoa a quem elas
foram feitas.
Em cenas individuais, ou em obras de terraplanagem de
uma parede do teto ao chão, cada figura tinha o seu devido lugar e
não foi permitida a transbordar seu espaço alocado. Uma das reali-
zações mais notáveis de artesãos egípcios foi a maneira que encheu
o espaço disponível de forma equilibrada, o caminho natural, de
modo que as cenas chéias de vida nunca parecem ser apertado ou
superlotadas.
As sequências horizontais ou registros de cenas dispostas
em ambos os lados das estelas funerárias e portas falsas 5 ª Dinastia
e túmulos da dinastia 6 são cheios de detalhes naturais e anima-
da. Aqui a vida quotidiana dos camponeses e nobres foi captura-
do para a eternidade por um artesão - a ação do pastor e pescador
congelado no meio-passo, de modo que o proprietário do túmulo
seria sempre rodeado pela azáfama diária de sua propriedade. Os
sujeitos foram destinados a serem típicas de eventos normais, ce-
nas familiares ao invés de ocasiões especiais.
Artesãos egípcios não empregar a perspectiva para sugerir
profundidade e distância, mas eles não estabelecer uma convenção
pela quais vários registros, cada um com sua própria linha de base,
poderão ser utilizados para descrever uma multidão de pessoas.
Aqueles que o menor registro foi entendido como mais próxima
do telespectador, os da mais alta mais afastada. Algumas dessas ce-
nas ocorrem no Brasil recente: muitas oferecem portadores trazer
o produto de suas propriedades a um nobre morto em sua mesa
51
funerária, por exemplo, ou tropas de homens são mostradas car-regando uma grande estátua. Estátuas representadas em relevos,
como os hieróglifos, encontram-se na verdade perfil, em contraste
com as figuras dos homens transportando-los. Talvez o mais co-
nhecido melhores cenas mostrando a proximidade e a distância,
no entanto, são as cenas pintadas banquete do Reino Novo, onde
os numerosos clientes, vestidos com suas melhores roupas, sentar-
se em fileiras cerradas na frente de seus exércitos.
Os registros também podem ser usados para apresentar
vários estágios de desenvolvimento em uma sequência de ação, um
pouco como os quadros de um gibi. No Reino Antigo, os eventos
importantes do ano agrícola seguem uns aos outros através das pa-
redes dos túmulos muitos: aração, semeadura, colheita, debulha e
os grãos são fielmente representados. Os pastores são mostrados
no trabalho nas pastagens para o gado cuidar tão valorizada pelos
antigos egípcios, enquanto outras cenas mostram a captura de aves
aquáticas nos pântanos do Nilo e da pesca no rio. Outras ativida-
des domésticas, como panificação e fabricação de cerveja, também
vital para a existência eterna dos mortos são representados nobres;
outras cenas mostram carpinteiros, oleiros, ourives e no trabalho.
Foi nestas cenas da vida cotidiana que o escultor foi capaz
de usar sua iniciativa, e libertar-se, em certa medida dos laços de
convenção. O homem morto e sua família tiveram que ser apre-
sentados no ritual coloca como descrito - maior que a vida, estrita-
mente proporcional, e sempre calmo e um pouco distante.
Os trabalhadores rurais nas fazendas, no entanto, pode-
riam ser mostrados em seu diário pergunta em uma maneira mais
descontraída, capturando algo da vivacidade e energia que deve ter
caracterizado os antigos egípcios. Embora a oferta de portadores,
que simboliza os dons funerários dos herdeiros ao seu senhor, são
retratados em direção a ele em e imponente procissão formal, os
camponeses no trabalho nos campos parecem simultaneamente
robusto e vigoroso. Eles se inclinam para o arado e bater os jumen-
tos, tendem a levar o gado e os bezerros pequenos sobre os seus
ombros claro do perigo à espreita de crocodilos nos pântanos.
52
O detalhe natural usado para encher os cantos. O estra-
nho nestas cenas tumba mostra o quanto o prazer artesãos egípcios
antigos tomaram em observar o ambiente. Aves, insetos e pedaços
de plantas foram utilizados para equilibrar e completar o quadro.
O resultado da observação afiada de olhos pode ser visto nos deta-
lhes que diferenciam as espécies de aves e peixes os juncos e águas
rasas dos pântanos.
Pouco sobrevive dos relevos que decoravam o templo real
da quinta dinastia, mas a partir do templo funerário do primeiro
rei, Userkaf, c.2, 460 aC, vem um fragmento de uma cena de caça
nos pântanos (Museu Egípcio, no Cairo). O ar acima das cabeças
dos graciosos papiros está vivo com as aves, e a delicada escultura
torna facilmente distinguíveis, mesmo sem a adição de cores. A
poupa, ibis, Martim - pescador, garça e são inconfundíveis, e uma
borboleta grande pairando acima fornece o toque final
Baixo Relevo
A tradição da decoração finamente detalhado em baixo
relevo, destacando-se os valores ligeiramente acima do fundo, conti-
nuou com a sexta dinastia e no Reino do Meio, quando foi utilizado
especialmente por monumentos reais. Fragmentos Poucos destes
permanecem, mas os hieróglifos esculpidos na pequena capela de
Sesostris I, agora reconstruída em Karnak, show e delicado toque
53
certo de mestres artesãos. Durante o final do reino antigo o baixo-
relevo foi combinado com outras técnicas como a incisão, em que
as linhas foram simplesmente cortadas na pedra, especialmente em
monumentos reais não, e o resultado muitas vezes é artisticamente
muito agradável. A estela funerária de calcário Neankhteti, c.2, 250
aC, é um bom exemplo Condado de Merseyside Museus, Liverpool.
A maiomr parte do monumento, a figura e a inscrição horizontal
acima, é em baixo relevo, mas uma incisão vertical do painel de hie-
róglifos repete o seu nome com outro título. O símbolo do escriba,
a paleta e caneta, necessários para o início das duas linhas, é usada
uma única vez, no ponto em que as linhas se cruzam. O resultado é
um design perfeitamente equilibrado, com uma variação os tipos de
estelas esculpidas durante o Império Antigo.
A evolução é mostrada na estela de Hotep, esculpida
durante o Reino Médio, 2000-1800 aC (Condado de Merseysi-
de Museus, Liverpool). Os números de três funcionários perma-
nentes e os sinais hieroglíficos foram crisply cavado no granito
vermelho duro. Originalmente, os sinais e os valores teriam sido
preenchidos com pigmento azul, que contrasta com o vermelho da
superfície polida da pedra.
Durante o Reino Médio o uso de relevo afundado entrou
em moda, e no início de 19 dinastias e 18 ela foi empregada com
grande efeito. O fundo não foi cortado como em baixo relevo para
deixar os números situando-se acima do nível do resto do da su-
perfície. Em vez disso o desenho do relevo foi cortada na superfície
suavizada da pedra. No Egito o sol forte detalhe esculpido que se
destacam bem, mas o alívio foi afundado mais protegido das in-
tempéries e, portanto, mais durável.
Técnicas egípcias de relevos e Pintura
Antes de qualquer escultura ou pintura em relevo pode
ser feito, o terreno a pedra ou madeira teve de ser preparado. Se
a superfície era bom, a suavização foi muitas vezes bastante, mas
qualquer falha teve de ser mascarado com gesso. Durante o Novo
Império, paredes inteiras foram rebocadas, relevos e às vezes de
detalhes requintados foram esculpidos no próprio gesso. Normal-
54
A etapa seguinte foi à elaboração, e as cenas foram esbo-
çadas, muitas vezes em vermelho, usando um pincel ou caneta de
junco um escrevente. Essa fase foi importante, particularmente
quando uma cena complicada, com muitas figuras foi planejada,
ou quando uma parede inteira estava a ser coberto com cenas or-
ganizadas em registros horizontais. Alguns artesãos estavam con-
fiantes o suficiente para ser capaz de usar a mão livre, mais frequen-
temente cruzam linhas horizontais e verticais foram usados como
um guia. Estes podiam ser governados, ou obtidos por firmemente
segurando as extremidades de uma corda embebida em pigmentos,
e espalhavam em toda a superfície. Muito cedo na história do Egi-
to às proporções do foram corrigidas para garantir que as figuras
humanas foram estabelecidas de acordo com o cânone fixo. Desde
a decoração de alguns túmulos nunca foi terminado, as linhas de
grade e desenhos podem ser vistos claramente, juntamente com as
correções feitas por mestres artesãos.
A próxima etapa na elaboração de um relevo foi a volta
mente lama de gesso foi utilizado, revestida com uma fina camada
de gesso fino.
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do cinzel corrigir contornos e reduzir o nível ao redor, até que a
cena consistiu de uma série de formas planas em pé sobre o fundo
em baixo relevo. Então, os detalhes finais poderiam ser esculpidos
e a superfície alisada pronto para a pintura. Eventuais retificações
e alterações efetuadas à escultura podem ser escondidas sob uma
camada de gesso antes da pintura fosse aplicada.
O pintor trabalhava diretamente para um projeto sobre
uma superfície plana, e começou com o fundo. Esta foi preenchi-
da com uma cor, cinza, branco ou amarelo, utilizando uma escova
feita de um galho reto ou caniço com as fibras arreliadas para fora.
As áreas maiores de figuras humanas foram pintadas em seguida,
a pele cor aplicada, e as vestes de linho pintado. Indicações preci-
sas, como a marcação de animais e pássaros ou as camadas pétalas
de uma coleira ornamental, foram concluídas com um pincel mais
fino ou uma caneta. Os pigmentos são preparados a partir de subs-
tâncias naturais, como o ocre vermelho e amarelo, malaquita em
pó, o carbono negro, e gesso. De cerca de seis cores básicas que era
possível misturar vários tons intermédios.
A média foi de água a que a goma era adicionadaàs vezes,
e a pintura foi aplicada em áreas de cor lisa. Durante o Reino deli-
cado Novo efeitos foram obtidos por meio de pequenos traços do
pincel ou caneta para escolher ou animal peles macias das cabeças
de papiros. Sombreamento era raramente utilizado até o meio 18a
dinastia, quando ela foi empregada, especialmente em cenas de
multidão, para sugerir o vestuário de linho.
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2.9 Arte Grega 650-27 aC
A prática da arte na Grécia Antiga abrange três eras bási-
ca: o período arcaico (c.600-500 aC), o Período Clássico (c.500-
323 aC) e o período helenístico (c.323-27 aC).
Em termos simples, o Perí-
odo Arcaico foi um período
de experimentação gradual.
A era clássica, que terminou
com a morte de Alexandre, o
Grande, depois testemunhou
o florescimento do poder e
da dominação grega artística.
Enquanto o final do Período
helenístico viu a exportação
das artes grega, os artistas e a
cultura de Roma e mais além.
Infelizmente, a maioria origi-
nal escultura grega, e a maio-
ria dos murais e pinturas do
painel da antiguidade grega,
bem como a arquitetura, fo-
ram perdidos, deixando-nos
quase que totalmente depen-
dente de cópias de arte roma-
na e cerâmica grega.
- Período Arcaico
(c.600-500)
Durante esse tempo, a arte grega foi fortemente influen-
ciada por vários estilos, incluindo etrusca, sírios e egípcios, para
citar apenas alguns. Desenvolvimento, tanto em escultura grega
arcaica - assim como seu precursor Daedalic Escultura e pintura
foi gradual do que espetacular. Era uma influência notável na arte
celta do Hallstatt e La Tène períodos de cultura celta.
57
A Forma Humana em arte grega
Para artistas gregos, (como seu posterior renascimento
admiradores, como Michelangelo e Leonardo Da Vinci), a for-
ma humana foi o tema mais
importante para a represen-
tação artística. Mesmo os
deuses foram retratados em
forma humana. Durante o
período arcaico da arte grega
(625-500 aC), a forma mais
valorizada escultural foi o
Kouros, ou em pé nu mascu-
lino. O equivalente femini-
no, a kore (plural Korai), ou
em pé vestida forma femini-
na, também era comum, em-
bora, devido à sua natureza
vestida foi considerada me-
nos importante no desenvol-
vimento da escultura
Período Clássico (500-323 AC)
A vitória sobre os persas em 490 aC e 479 aC, Atenas es-
tabeleceu como a mais forte das cidades estados gregas. Apesar das
ameaças externas, que manteria o seu papel de liderança cultural
para os poucos séculos seguintes. Com efeito, durante o século
V aC, Atenas, assistimos a um ressurgimento criativo que não só
dominam a arte romana futuro, mas quando redescoberto por Re-
nascença Europa 2000 anos mais tarde, constituiria um padrão ar-
tístico absoluto por mais quatro séculos. Tudo isso apesar do fato
de que a maioria das pinturas e esculturas gregas foi destruída.
Arquitetura Grega
A história da arte e arquitetura na Grécia Antiga é divi-
dida em três eras básica: o período arcaico (c.600-500 aC), o Pe-
ríodo Clássico (c.500-323 aC) e o período helenístico (c.323-27
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aC). Cerca de 600 aC, inspirada na teoria e na prática dos pri-
meiros pedreiros e construtores egípcios, os gregos sobre a subs-
tituição das estruturas de madeira dos edifícios públicos com as
estruturas de pedra - um processo conhecido como “petrificação”.
Calcário e mármore foi empregada para as colunas e paredes, en-
quanto terracota foi usada para telhas e ornamentos. Decoração
foi feita em metal, como o bronze.
Como os pintores e escultores, arquitetos gregos aprecia-
ram nenhuma do estatuto reforçado concedidas aos seus sucesso-
res. Eles não eram vistos como artistas, mas como comerciantes.
Assim, nenhum nome dos arquitetos é conhecido antes sobre o
século 5 aC. Os tipos mais comuns de edifícios públicos foram os
templos, estruturas municipais, teatros e estádios esportivos.
2.10 Arte Romana
(750 aC - 200 dC)
Apesar de Roma foi fundada em 750 aC, ele levou uma
existência precária há vários séculos.
Inicialmente, Roma foi governada
por reis etruscos, que encomendou
uma série de pinturas em estilo etrus-
co e esculturas de seus túmulos e pa-
lácios, e para comemorar suas vitórias
militares. Após a fundação da Repú-
blica Romana em 500 aC, a influên-
cia etrusca e diminuiu, de 300 aC, os
romanos começaram a entrar em con-
tato com o grego florescentes cidades
do sul da Itália e do Mediterrâneo
oriental, que caiu sob a influência da
arte grega e da cultura, um processo conhecido como helenização.
Logo, muitas obras de arte grega foram levadas para Roma como
despojo, e muitos artistas gregos seguiram para prosseguir a sua car-
reira sob o patrocínio romano.
No entanto, as artes ainda não foram uma prioridade para
59
os líderes romanos que estavam mais preocupados com a sobrevi-
vência e assuntos militares. Não era até cerca de 200 aC, quando
ele ganhou a primeira Guerra Púnica contra Aníbal e os cartagi-
neses, que Roma se sentia seguro o suficiente para desenvolver sua
cultura. Mesmo assim, a ausência de uma tradição cultural inde-
pendente de seu próprio significado que a maioria da pintura ro-
mana e escultura foram altamente derivadas de obras de arte gre-
gas. Na verdade, Roma foi o único entre as potências imperialistas
do mundo antigo para o desenvolvimento limitado somente uma
linguagem artística própria. Arquitetura e de engenharia nunca
foi menos ousada, mas suas pinturas e esculturas eram em grande
parte de imitação da arte grega e influenciada também por formas
de arte em seus estados vassalos como Egito e Pérsia.
Arte Romana visto como inferior à arte grega
Dito de outra forma, apesar de seus enormes sucessos mi-
litares, os romanos tinham um complexo de inferioridade em face
da realização artística grega. Sua resposta ultra pragmático era
reciclar escultura grega em cada
oportunidade. As Gregas poses,
retrabalhadas com roupas romanas
e acessórias, foram pressionados no
serviço para reforçar o poder roma-
no. Estátuas gregas Heróico sequer
ser fornecidos sem cabeça, para
permitir que o comprador para
caber sua cabeça próprio retrato.
Um exemplo é a estátua em bron-
ze do imperador Marcus Aurélio
(c.175 aC), cuja posição é refor-
mulado a partir da escultura grega
“Doryphorus” (c.440 aC). (Imagem 41)
Estilos de Arte Romano
Como os próprios romanos, arte romana (c.510 aC a 27 aC)
tenderam a ser representativa, realista e direto. Retratos em ambas as
60
pinturas e esculturas eram geralmente detalhadas e utilizada embora
mais tarde durante a Idade Imperial de Augusto a partir da arte hele-
nístico-romano (c.27 aC - 200 dC), os romanos estavam cientes do seu
valor de propaganda, e procurou transmitir político mensagens através
das poses e assunto, especialmente nos retratos de seus imperadores,
bem como em relevos, frisos e pinturas murais. Por exemplo, quando
comemora uma batalha, a obra utilizada será executada em um realis-
ta - ‘documentário’ estilo quase. Este a realista estilo romano de arte
contrasta com a de artistas gregos que normalmente comemorado suas
conquistas militares indiretamente, usando alegorias mitológicas.
Escultura Romana
Fortemente influenciado por estátuas gregas e relevos do
período helenístico, escultura romana inclui, estátuas, relevos e frisos
e bustos em bronze ou pedra. Sendo concebido como arte pública,
o seu impacto sobre o espectador era primordial. Assim, muitas es-
culturas romanas (como muitos
exemplos da arquitetura romana)
foram projetadas para impressio-
nar o público - sejam eles cidadãos
romanos ou “bárbaros” - e comuni-
car o poder e a majestade de Roma.
Relevos e frisos de cenas militares
eram altamente detalhados, en-
quanto o humor e as expressões das
estátuas romanas eram tipicamen-
te solenes e sisudos. Imperial ou
grupos de figuras militares foram
cuidadosamente organizadas para
refletir. Quando Roma tornou-se
mais confiantes desde o reinado de
Augusto (31 aC - 14 dC), impera-
dores e outros assuntos escultura
pode aparecer