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Paulo Cezar Andrade
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Estética e 
História da Arte
Estética e 
História da Arte
PAULO CEZAR ANDRADE
1ª Ed. / Setembro / 2013
Impressão em São Paulo - SP
ESTÉTICA E
HISTÓRIA DA ARTE
ESTÉTICA E
HISTÓRIA DA ARTE
Estética e História da Arte
Coordenação Geral
Nelson Boni
Coordenação de Projetos
Leandro Lousada
Professor Responsável
Paulo Cezar Andrade
Coordenadora Pedagógica de Cursos EaD
Profª. Me. Maria Rita Trombini Garcia
Projeto Gráfico e Diagramação
Jacqueline Cruz
Revisão Ortográfica
Nádia Fátima de Oliveira
Carlos Beltrão
1º Edição de 2013
Impressão em São Paulo/SP
Copyright © EaD Know How 2013
Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida por 
qualquer meio sem a prévia autorização desta instituição.
A555e Andrade, Paulo Cezar.
 Estética e história da arte. / Paulo Cezar Andrade. - 
 São Paulo : Know How, 2010.
 139 p. : 21 cm. : il.
	 Inclui	bibliografia
 ISBN: 978-85-63092-72-4
 1. Estética. 2. História da Arte. 3. I. Título. 
 CDD – 701.17
Sumário
Unidade 6 - arte Pos- Moderna/
MiniMalisMo ao Grafite 121
referências 135
Unidade 1 - estética, o estUdo 
do belo 7
Unidade 2 - Pré-história/
arte roMana 19
Unidade 3 - arte etrUsca/
arte renascentista 63
Unidade 4 - arte barroca/realisMo 77
Unidade 5 - arte Moderna/ 
iMPressionisMo ao oP.- arte 91
ESTÉTICA
O ESTUDO DO BELO
Caro (a) Aluno (a)
 Nesta unidade estudaremos o conceito Estético da Arte 
por dois pensadores Platão e Kant. Platão foi um filósofo e mate-
mático do período clássico da Grécia Antiga, 348 / 347 a.C. Im-
manuel Kant ou Emanuel Kant foi um filósofo alemão, considera-
do como o último grande filósofo dos princípios da era moderna.
Bom estudo!
11
 1.1 Estética 
 Do grego,aisthésis: percepção, sensação é um ramo da 
filosofia que tem por objeto o estudo da natureza do belo e dos 
fundamentos da arte. Estuda o julgamento e a percepção do que é 
considerado belo, a produção das emoções pelos fenômenos estéti-
cos, bem como as diferentes formas de arte e da técnica artística; a 
idéia de obra de arte e de criação; a relação entre matérias e formas 
nas artes. Por outro lado, a estética também pode ocupar-se do su-
blime, ou da privação da beleza, ou seja, o que pode ser considera-
do feio, ou até mesmo ridículo. 
 1.2 Platão / Estética 
1. Estética
 A estética de Platão procu-
ra responder à questão « O que é o 
Belo? » e interessa-se também pelos 
problemas ligados à arte. Neste caso 
também, a resposta deve ser procu-
rada no mundo das Idéias,é a Idéia 
de Belo que é necessário encontrar. 
Tal como nos casos da Virtude e da 
Justiça, é a unidade que caracteriza a 
Idéia do belo, só que, desta vez, trata-
se da unidade formal do objeto, da unidade da sua aparência. Assim, 
uma bela música é uma música em que cada nota tem o seu lugar e 
está no seu lugar, em que existe uma relação regular entre cada nota, 
onde reina a harmonia. O papel da arte, tal como o da política face 
à ética, é mais complexo. A arte é imitação: imitação das formas, 
das ações. Mas percebe-se facilmente que, por exemplo, no caso da 
música, é muito difícil atribuir um modelo à arte, algo que a música 
possa imitar. É, portanto necessário aprofundar o conceito de imi-
12
tação; através de uma forma sensível, é a própria alma que a arte pro-
cura imitar. Os estilos artísticos correspondem a diferentes estados 
de alma possíveis; uma música harmoniosa e regular imita a alma do 
sábio virtuoso, uma música majestosa, impressionante imita a alma 
do bravo, do guerreiro, uma música rápida e louca imita a alma do 
homem atraído pelos prazeres sensíveis. Do mesmo modo, o prazer 
que se experimenta ao contemplar uma obra de arte corresponde aos 
prazeres destas diferentes formas de almas. Só as obras que imitam 
uma alma sábia e virtuosa são belas, pois a sua unidade é a da alma 
elas imitam o que não quer dizer que só delas possa resultar prazer; o 
Belo não é necessariamente agradável. 
 Esta inconveniência, que resulta de o agradável poder não 
ser Belo, não seria problemático se a obra de arte não tivesse a pro-
priedade de envolver e de transportar aquele que a contempla.
 Platão de Atenas (428/27 a.C. — 347 a.C.) foi um filó-
sofo grego. Discípulo de Sócrates, fundador da Academia e mestre 
de Aristóteles. 
 1.3 Estética / Kant 
Segundo Kant, a arte segue dois pa-
radoxos: "é uma forma de apresentar 
que é proposital por conta própria e 
que promove, embora sem um propó-
sito, a cultura do nosso poder mental 
para [facilitar a comunicação social]" 
e "ele deve ter o olhar da natureza, 
apesar de estarmos conscientes de 
que a arte". Em outras palavras, Kant 
acredita que a arte é intencionalmen-
te produzido, ainda permanece sem uma finalidade teleológica, e 
é fabricado essencialmente antinatural, mas deve parecer natural 
para seus telespectadores. 
 Definição de Kant de arte baséia-se pesadamente sobre 
suas deduções anteriores de como a beleza é julgada no mundo 
natural. Ele acredita que juízos verdadeiros da parte de beleza qua-
13
tro características: eles são desinteressados, universal, necessária e 
intencional sem um propósito (Burnham). Desde Kant faz uma 
distinção entre estética e decisões racionais, ele argumenta que os 
juízos estéticos não são baseadas em conceitos, ou coisas que po-
dem ser conhecidos, mas em intuições ou sensações. Portanto, um 
verdadeiro julgamento de beleza é desinteressado, não é baseado 
em qualquer conceito conhecido, simplesmente, uma sensação de 
irrestrita, completamente separado do prazer. Nesta mesma linha, 
um belo objeto é proposital, contendo a propriedade ou a qua-
lidade de finalidade, sem realmente ter um propósito concreto. 
Como resume Freeland, Kant acredita que "nós respondemos ao 
objeto do acerto do projeto, que satisfaz a nossa imaginação e in-
telecto, mesmo que não seja objeto de avaliação a fim”. 
 Por exemplo, Kant diria 
que o nosso prazer em ver "Star-
ry Night",(Pintura ima 3) de 
Vincent Van Gogh, é derivada 
da harmonia e da "livre jogo" da 
nossa intuição e compreensão 
que é desencadeado pela inten-
cionalidade de suas formas. Há 
algo de esteticamente agradável 
sobre o arranjo de formas e uma 
mistura de cores que nos faz prazer sem aplicação direta a um con-
ceito concreto ou conhecido que podemos ter para saber como as 
igrejas devem olhar, ou como as estrelas devem ser dispostas no 
céu. Segundo Kant, nós não gostamos de "Starry Night", porque 
contém a nossa cor favorita de azul, ou lembra-nos da segurança e 
do calor de nossa cidade. Estes, ele diria que são questões de gosto 
e de "afabilidade" ao invés de julgamento e verdadeira beleza, e só 
serve para poluir o desinteresse que deverá acompanhar a nossa 
apreciação da estética. 
 Kant é chamada para o desinteresse na apreciação da be-
leza é talvez a parte mais irracional de sua teoria. É humanamen-
te possível para ser completamente intuitiva, para vivenciar algo 
14
através da sensação sozinho, sem aplicação de experiências passa-
das ou conhecimento anterior? Pode um observador de "Starry 
Night" veja os redemoinhos de azul, amarelo e preto sem anexar 
a sensação de movimento no céu noturno, imitado pela pintura, 
de sensações e experiências anteriores de olhar para as estrelas? A 
decisão é da arte e da beleza realmente livre de social, político e 
cultural fatores? Outros filósofos e pensadores como Nietzsche e 
Freud diria que a arte está relacionada com a vontade individual; 
Marx afirmaria que toda a arte, como produção cultural, é política, 
em certo sentido, e expressionista, como Van Gogh, que discor-
dam com o desinteresse afirmando que a arte é compreendida em 
termos de resposta afetiva (Burnham). 
 Como uma obra de arte, Kant diria que Van Gogh con-
seguiu cumprir o primeiro paradoxo da propositadamente criar 
algo que não tem nenhuma finalidade, ou concepção de um não-
conceito na sua pintura de "Starry Night". Idéias abstratasem poses mais mag-
nânimo, mas gravitas e um sentido subjacente da grandeza romana 
nunca foi muito longe da superfície da maioria escultura romana.
61
Exercícios Propostos
 Faça um estudo das principais características da arte egíp-
cia e a função da arte neste período.
 Quais as técnicas de pintura da arte egípcia?
 Por que alguns historiadores chamam a arte romana de copia?de paz 
e a tranquilidade são dadas forma, embora não sejam claramen-
te definidos, nem conceitualmente. Van Gogh seria considerado 
possuir "gênio" ou "predisposição mental inata através do qual a 
natureza dá a regra à arte" (Kant, Immanuel. Crítica do Juízo 174), 
devido à sua capacidade de capturar um conceito estético e trazê-
lo o mais próximo possível de uma forma concreta. Kant diria que 
Van Gogh foi guiado por uma força visceral para criar proposi-
tadamente "Starry Night", sem comprometer-se com um conceito 
claro propósito. 
 "Starry Night" mostra o paradoxo segundo aparecendo 
natural, apesar do fato de que ele era, obviamente, produzidos, 
porque a pintura é agradável, sem chamar a atenção para a inten-
cionalidade de sua criação. Neste segundo paradoxo, Kant é ex-
plicar a aversão que sente em relação a arte que parece forçado ou 
artificial. Nós apreciamos a arte fina, ele diria, porque é tão habil-
mente trabalhada que inicialmente concebê-la como se fosse algo 
que simplesmente era. Podemos até apreciar a técnica e o estilo 
que o artista usou para criar o trabalho, mas como um objeto de 
prazer estético, a sua beleza é a melhor avaliada pela sua forma, e 
15
não como forma que foi alcançado. 
 A teoria de Kant da arte e da beleza foca exclusivamen-
te as obras que causam prazer e harmonia interna ou o livre jogo 
"das faculdades mentais. Sua definição de arte é vista como limita-
da pelas normas da cena da arte de hoje, que inclui obras que não 
são nem bonitas nem agradáveis. No entanto, independentemente 
da miopia Kant na exclusão de coisas como o interesse pessoal a 
partir da avaliação da arte, ele consegue proporcionar uma pro-
funda análise das razões pelas quais algumas obras evocam o nosso 
apreço e acender a nossa imaginação, enquanto outros não. Suas 
idéias de intencionalidade sem uma finalidade natural e constante, 
embora sendo produzido ajudar a explicar porque algumas obras 
de arte parecem agradar sem comunicar uma mensagem específica, 
ou veiculando uma idéia direta. Apesar de muitas obras de arte 
são claramente a intenção de transmitir uma mensagem política 
ou social, como "Guernica" de Picasso, outros, como Van Gogh 
"Starry Night" são simplesmente agradável de ver. A contribuição 
de Kant para o campo da crítica estética é importante, indepen-
dentemente da incapacidade de sua teoria para abranger tudo o 
que agora define como "arte". Como Freeland menciona, "a visão 
de Kant de beleza tinha ramificações também no século XX, como 
os críticos enfatizaram a estética em incitar o público a apreciar e 
desafiar novos artistas como Cézanne, Picasso e Pollock (15), e seu 
foco em forma significativa continua para moldar a nossa forma de 
ver e justificar arte.
Conclusão
 A reivindicação principal da Crítica é que o belo é "aquilo 
que agrada sem conceito". Como esta tese é introduzida no, isso 
significa que o juízo de gosto deve ser cuidadosamente distinguido 
como uma espécie diferente de conceitos de bom, para chamar algo 
de bom ou é designá-lo como bom para alguma coisa, ou seja, útil 
16
Exercícios propostos
 Elabore um estudo seguido dos pensamentos estético de 
Platão e Kant?
 Pesquise outros filósofos para conhecer os pensamentos? 
(Nietzsche, David Hume, Schopenhauer)
ou para dizer que gosto de sua própria causa. "Em ambos os senti-
dos do termo", diz Kant, "o bem sempre contém o conceito de fina-
lidade e...," decisões do belo podem envolver nenhum recurso para 
uma finalidade extrínseca. “Kant explica:” Para considerar algo 
bom, eu sempre devo saber que tipo de coisa que o objeto é [signi-
fica] a ser, ou seja, eu devo ter um conceito do mesmo. Mas eu não 
preciso disso, a fim de encontrar a beleza em algo. Flores, desenhos 
livres, linhas sem rumo entrelaçadas e chamou folhagem,estes não 
têm nenhum significado, dependem nenhum conceito determina-
do, e ainda gostamos deles " juízos estéticos, como ele continua, 
são" meramente contemplativo ", e essa contemplação não é" dire-
cionado para os conceitos, para um julgamento de gosto não é um 
julgamento cognitivo (teórico ou prático) e, portanto, não é base-
ada em conceitos, nem dirigida a eles como efeitos. "Daqui resulta 
que, em contraste com a gratificação sensual ou a nossa aprovação 
do bom, o nosso "gosto pelo belo é desinteressada e livre...". A liber-
dade de julgar o assunto concebido como uma liberdade a partir 
da necessidade ou desejo de satisfação pessoal ou gratificação - é 
ainda mais realçada na próxima seção : "a pessoa que julga se sente 
completamente livre no que diz respeito o gosto que ele atribui ao 
objeto". A liberdade de um juízo estético é bom, pelo tempo que 
ele chegou, associado à noção de pureza: "a pura julgamento de 
gosto "se baséia unicamente na" intencionalidade da forma "de um 
objeto, e" não é influenciado por encanto ou emoção. "
17
PRÉ HISTÓRIA 
E ARTE ROMANA
 Prezado Aluno,
 A primeira pergunta que surge naturalmente antes de ini-
ciar a viagem maravilhosa da história da arte, é que a definição da 
própria arte:” O que é arte?; “O que significa para nós é arte?” e 
mesmo “a arte vem da racionalidade ou do instinto homem., Arte 
é simplesmente a “criatividade” em qualquer campo, construção 
de edifícios, esculturas, pinturas, móveis, tecidos e tudo o que a 
mente pode imaginar. E é isto que vamos ver na pré- historia.
Faça uma ótima aula!!!
23
Para a arte pré-histórica através da 
expressão artística de um longo perí-
odo de muito, durando cerca de um 
milhão de anos, e terminou com a 
descoberta da escrita. A prova mais 
distante da arte pré-histórica des-
cobriu até agora são um máximo de 
trinta mil anos. O cronograma bási-
co da Pré-História é dominada pela 
chamada Idade da Pedra Lascada ou 
Paleolítico, que durou (aproxima-
damente) de 1.600.000 até 10.000 
aC. Estende-se por três períodos:
(1) Paleolítico Inferior (2,500,000-200,000 aC) 
(2) Paleolítico Médio (200,000-30,000 aC) 
(3) Paleolítico Superior (40,000-10,000 aC). 
Depois vem uma fase de tran-
sição chamado Mesolítico 
(também conhecido como Epi-
paleolítico), terminando com a 
expansão da agricultura, segui-
do do período Neolítico (Nova 
Idade da Pedra), que testemu-
nhou a criação de assentamen-
tos permanentes.
 A Idade da pedra termina 
como ferramentas de pedra se substituída por novos produtos de 
bronze e de metalurgia do ferro, e é seguido por Idades do Bronze 
e do Ferro.
2. História da Arte 
Pré-História
24
 A Idade da pedra termina como ferramentas de pedra se 
substituída por novos produtos de bronze e de metalurgia do ferro, 
e é seguido por Idades do Bronze e do Ferro.
 O termo “arte da Idade da Pedra” refere-se livremente a 
qualquer obra criada durante estes três períodos. Também é referida 
como “ arte “pré-histórica “. 
O homem das cavernas era neces-
sário marcar posição com técnicas 
convencionais (ou não) para re-
presentar o mundo natural que o 
rodéia. Pinturas monocromáticas 
e a base de elementos como car-
vão, sangue de animais, terra. As 
pinturas rupestres tinham função 
mágica, acreditavam que os espí-
ritos poderiam ajudá-los em suas 
caçadas e assim nasceu que era do 
paleolítico superior, a arte fasci-
nante, que terá o nome de “Arte 
na pedra “. Com suas figuras de 
animais são representados muito 
bem definidos em seus detalhes, os homens e até mesmo coisas 
abstratas, ainda indecifráveis (talvez os autores também fossem 
atraídos pelo charme de irrealidade. Medido com ranhuras cur-
vas, retas e várias formas geométricas de madeira e osso escultura 
mal preparadas, na cerâmica rudimentar e outras coisas que eram 
normais para o uso diário, nós mostramos que o inquérito sobre a 
beleza sempre existiu. 
A maioria das obras criadas por pré-his-
tória do homem estava perdida, porque, 
infelizmente, feita em substratos de des-
gaste ao longo do tempo, tais como casca 
de árvore, madeira de vários tipos, pele ou 
partes rochosas expostas aos elementos. 
Permanecem tão poucos vestígios da lon-
25
ga evolução daarte rupestre. A característica distintiva do período 
inicial é a necessidade de marcar o domínio de uma zona de deixar 
impressões digitais por todos os meios à sua disposição, mãos, pés e 
até dentes. Quando a caça se torna o emprego dominante, impres-
sões digitais, após as incisões feitas com instrumentos muito mais 
fichas funcionais funcionou bem lítio e cinzéis de pedra. Mesmo 
com as representações de tintas têm o seu desenvolvimento e me-
lhorar ao longo do tempo para novas descobertas de processos na-
turais, porque as pessoas começam a usar cada vez mais variados 
tons derivados da natureza como a terra, os diferentes tipos de car-
vão e extratos de grama.
 2.2. Era Paleolítica 
 (c.2, 500.000 - 10.000 aC) 
 Caracterizado por um caçador coletor cultura de subsis-
tência da Idade da Pedra e da evolução da espécie humana através 
de australopitecos primitivo Homo erectus e do Homo sapiens a 
humanos anatomicamente modernos. 
 Paleolítico Inferior (2.500.000 - 200.000 aC)
26
 Médio Paleolítico (200.000 - 40.000 aC) 
 Paleolítico Superior (40,000 - 8,000 aC)
 Mesolítica
 (Na Europa, 10.000 - 4.000 aC) 
 Esta era se junta à cultura da Idade do Gelo do Paleolítico 
Superior com a agricultura livre de gelo da cultura, do Neolítico. 
Caracteriza-se por mais avançado caçador coleta, pesca e formas 
rudimentares de cultivo.
27
 Neolítica
 (Na Europa, 4000 - 2000 aC) 
 Esta época é caracterizada pela agricultura, a domesticação 
dos animais, estabeleceu as comunidades e o surgimento de impor-
tantes civilizações antigas (por exemplo, sumérios, egípcios).
 2.2. Período Paleolítica 
 (C.2, 500.000 - 10.000 aC)
 Tradicionalmente, este período é dividido em três subse-
ções, o Paleolítico Inferior, Paleolítico Médio e Paleolítico Superior, 
os avanços marcação (especialmente em ferramentas de tecnologia) 
entre as diferentes culturas humanas. Em essência, o Homem do 
Paleolítico viviam exclusivamente da caça e coleta, enquanto seus 
sucessores, durante o Mesolítico e Neolítico tempos posteriores de-
senvolveram sistemas de agricultura e assentamentos permanentes, 
em última instância. 
 A sobrevivência não foi fácil, não menos por causa de inú-
meras mudanças climáticas adversas: em quatro ocasiões distinta 
latitude do norte experimentou as ondas idades de gelo resultante 
insucessível de congelamento e descongelamento, e provocando 
migrações ou a morte generalizada. De fato, o desenvolvimento 
da cultura humana durante o período do Paleolítico foi repetida 
e profundamente afetado por fatores ambientais. Humanos do 
28
Paleolítico eram coletores de alimentos, que dependia para sua 
subsistência na caça de animais silvestres, pesca e coleta de frutas, 
frutas e nozes. Não era até cerca de 8000 aC que os métodos mais 
seguros de alimentação agricultura e a domesticação dos animais 
foram adotados. 
 2.3 Ferramentas de pedra
 Chave para a civilização, Cultura e Arte 
 As ferramentas de pedra foram os instrumentos pelos 
quais o homem primitivo se desenvolveu e evoluiu. Toda a cultura 
humana está baseada na criatividade e inteligência dos nossos an-
tepassados no início de criar cada vez mais sofisticadas ferramen-
tas que lhes permitiram sobreviver e prosperar. Afinal, arte é ape-
nas um reflexo da sociedade, e as sociedades pré-históricas eram 
em grande parte definido pelo tipo de instrumento utilizado. De 
fato, a cultura do Paleolítico é mapeada e classificada de acordo 
com o avanço das tecnologias da ferramenta. 
 As ferramentas de pedra em primeiro lugar foram feitas 
mais de dois milhões de anos atrás, e não apenas de pedra, mas de 
todos os tipos de materiais orgânicos (madeira, osso, marfim, chi-
fre). No entanto, achados arqueológicos, a maioria compreende 
a pedra variedade mais resistente. Os mais antigos instrumentos 
humanos eram cortadores de pedra simples, como os descobertos 
em Olduvai Gorge, na Tanzânia.
 De acordo com os paleoantropólogos, Homem do Pa-
leolítico produzido quatro tipos de ferramentas. : (1) Pebble-fer-
ramentas (com uma única 
aresta afiada para cortar 
ou picar), (2) bifacial-fer-
ramentas (por exemplo, 
mão-eixo), (3) Floco de 
ferramentas e (4) Blade-
tools. Todo o tipo final-
mente entrou em uso, téc-
nicas e ferramentas novas 
29
foram criadas para produzi-los, com a velha técnica que persiste 
desde que foi necessário para um determinado propósito. 
 As ferramentas de pedra em primeiro lugar foram feitas 
mais de dois milhões de anos atrás e não apenas de pedra, mas de 
todos os tipos de materiais orgânicos (madeira, osso, marfim, chi-
fre). No entanto, achados arqueológicos, a maioria compreende a 
pedra variedade mais resistente. Os mais antigos instrumentos hu-
manos eram cortadores de pedra simples, como os descobertos em 
Olduvai Gorge, na Tanzânia. 
 De acordo com os paleoantropólogos, Homem do Paleo-
lítico produzido quatro tipos de ferramentas de melhor e melhor. 
Estes foram: (1) Pebble-ferramentas (com uma única aresta afiada 
para cortar ou picar), (2) bifacial-ferramentas (por exemplo, mão-
eixos), (3) Floco de ferramentas e (4) Blade-tools. Todos os tipos 
finalmente entraram em uso, técnicas e ferramentas novas foram 
criadas para produzi-los, com a velha técnica que persiste desde 
que foi necessário para um determinado propósito. 
 Paleolítico Médio 
 (200.000 - 40.000 aC) 
 O período Paleolítico Médio é a segunda fase da era pa-
leolítica, quando aplicado a Europa, África e Ásia. A cultura do-
minante era paleolítica moustierense, uma indústria ferramenta 
flake em grande parte caracterizada pelo ponto e raspador lateral, 
associada (na Europa) com o Homo neanderthalensis. Este não foi 
um período de grande invenção - simples mão-eixos, por exemplo, 
foram regularmente empregados ainda - mas importantes melho-
rias foram feitas no processo básico de ferramenta de decisão, e no 
intervalo e na utilização adequada dos utensílios fabricados. No fi-
nal do período, a tecnologia ferramenta moustierense foi reforçada 
por outra cultura conhecida como Levallois, e praticada no Norte 
da África, Oriente Médio e tão distante como Sibéria. 
 2.4 Era do Paleolítico Superior 
30
 (40.000 - 8.000 aC) 
 Paleolítico Superior é a última e mais curta fase da Pa-
leolítica Idade,menos de 15 por cento da duração do anterior 
Paleolítico Médio. Quando nos referimos à África é mais comu-
mente conhecida como a Idade da Pedra. Além de ferramentas 
especializadas e mais uma forma mais sofisticada de vida, a cultura 
do Paleolítico Superior gerou generalizada primeira aparição do 
Homem de pintura e escultura, que surgiu simultaneamente em 
quase todos os cantos do globo. Além disso, desde o início do pe-
ríodo Paleolítico Superior, o Homem de Neanderthal subespécie 
de Homo sapiens foi substituído pelo “homem anatomicamente 
moderno” (por exemplo, o Homem de Cro-Magnon, Chancelade 
Man e Grimaldi Man) que se tornou o único hominídeo habitante 
através continental a Europa. 
 Culturas Stone Tool 
 As cinco culturas principal ferramenta do Paleolítico Su-
perior eram (1) chatelperroniana (Baixa perigordino), (2) aurigna-
cianas; (3) gravetiana (4); Solutrense e (5) Magdalenian.
 Alta Sociedade Paleolítica 
 A via era a construção do homem habitações (mais adian-
ta das subterrâneas casas semi principalmente), enquanto que a 
localização dos assentamentos indica um complexo padrão mais 
interação social, envolvendo a caça coletiva, organizada de pesca, a 
estratificação social, eventos cerimoniais, sobrenatural e ritual reli-
gioso. Outros desenvolvimentos incluíram o início da propriedade 
privada, o uso de agulha e linha, e vestuário. 
 Arte do Paleolítico Superior 
 O período Paleolítico Superior presenciou o início da 
arte, com desenho, modelagem, escultura e pintura, bem como 
jóias, adornos pessoais e as primeiras formas de música e dança. As 
duas principais formas de arte eram pinturas rupestres e esculturas 
figurativas em miniatura. 
31
 Escultura
 Artistas do Paleolítico Superior produziu um grandenúmero de pequenas esculturas de figuras femininas, conhecidas 
como Venus. Durante os tempos aurignacianas, incluíram: a Vê-
nus de Kostenky (osso de mamute escultura: c.30, 000 aC), e Vênus 
de Monpazier (esteatito escultura: c.30, 000 aC). Durante o grave-
tiana cultura seguinte, muitos mais surgiram, como por exemplo: 
a Vênus de Dolni Vestonice (osso da escultura: C.26, 000 aC), a 
Vênus de Willendorf (escultura de pedra calcária: C.25, 000 aC), 
a Vênus de Savignano (serpentina escultura: C.25, 000 aC), Vê-
nus de Kostenki (escultura de pedra calcária: C.24, 000 aC), a Vê-
nus de Moravany (marfim de mamute escultura: C.24, 000 aC), 
a Vênus de Laussel (escultura de pedra calcária: C.23, 000 aC), 
a Vênus de Brassempouy (marfim de mamute: C.23, 000 aC), a 
Vênus de Lespugue (marfim de mamute: C.23, 000 aC), a Vênus 
de Laussel (escultura em pedra calcária-bas: C.23, 000), e a Vênus 
de Garagino (rocha vulcânica: C.22, 000 aC), para citar apenas 
alguns. Outros exemplos e mulheres não incluem o marfim Lion 
Man of Hohlenstein-Stadel (c.28, 000 aC). Fora da Europa, do 
Paleolítico Superior escultura inclui a Venus siberiana de Mal'ta 
(marfim de mamute: C.21, 000 aC), entre muitos outros. 
32
 Pintura
 Durante este período, a sociedade começou a aceitar pré-
histórica de rituais e cerimônias, de uma religião ou xamã tipo na-
tureza quase. Como resultado, algumas cavernas foram reservados 
como galerias de arte pré-histórica, onde os artistas começaram a 
pintar os animais e cenas de caça, bem como uma variedade de abs-
tratos ou simbólicos desenhos. 
 Este tipo de arte se estabeleceu durante a cultura aurigna-
cianas como exemplificado pelo pinturas rupestres de Chauvet (mo-
nocromático fotos principalmente de animais e desenhos abstratos), 
datado de 30.000 aC. Mais exemplos surgiram a partir da cultura 
gravetiana como a arte stencil mão em Cosquer Cave (de 25.000 
aC), eo carvão e ocre imagens policromadas de Pech- Merle (de 
25.000 aC). Durante o período Solutrense, pintores pré-históricos 
começaram a trabalhar em seu magnífico imagens policromadas de 
cavalos, touros e outros animais nas cavernas de Lascaux e em Font 
de Gaume (ambos de 17.000 aC), eo espanhol da Cantábria Caver-
na de La Pasiega (de 16.000 aC). Pinturas rupestres Magdalenian é 
bem representado pelas imagens policromadas de bisões e veados na 
Gruta de Altamira na Espanha (de 15.000 aC), as imagens de renas 
em galhadas encontrado no francês Lortet Cave (de 15.000 aC) eo 
relevo escultura bison surpreendente no Tuc d’Audoubert Cave (de 
13,5000 aC), também na França.
 Fora da Europa, pinturas rupestres do Paleolítico Supe-
rior e arte rupestre incluem, Aboriginal obras Ubirr (de 30.000 
aC), as pinturas figura animal em carvão e ocre na caverna de 
Apollo 11 (a partir de 25.500 aC), na Namíbia, as pinturas Bra-
33
dshaw (de 17.000 aC) na Austrália Ocidental, e as imagens stencil 
mão na Cuevas de las Manos (Caverna das Mãos) (de 9500 aC), na 
Argentina, entre muitos outros.
 2.5 Era Mesolítico 
 (Cerca de 10.000 - 4.000 aC, na Europa)
 O período mesolítico é uma época de transição entre o 
coletor-caçador de cultura afetada gelo do Paleolítico Superior, e 
da cultura agrícola do Neolítico. Quanto maior o efeito do recuo 
do gelo sobre o ambiente de uma região, maior era a duração do 
Mesolítico. Assim, em áreas sem gelo (por exemplo, o Oriente Mé-
dio), as pessoas a transição muito rapidamente a partir de caça / 
coleta para a agricultura. Seu período mesolítico, portanto, a curto 
e, muitas vezes referido como o Epi-Paleolítico ou Epipaleolítico. 
Em comparação, em áreas submetidas a mudança de gelo sem gelo, 
a era do Mesolítico e sua cultura durou muito tempo. Descobertas 
arqueológicas do mesolítico permanecem testemunhar uma gran-
de variedade de raças. Estes incluem o Azilian Ofnet Man (Bavie-
ra), depois de vários tipos de homem de Cro-Magnon, tipos de se-
res humanos braquicéfalos (short-duras) e tipos de seres humanos 
dolicocéfalos (long-duras). 
 Culturas do Mesolítico europeu
 À medida que o gelo desaparecer, ser substituída por pas-
tagens e florestas, a mobilidade e a flexibilidade tornou-se mais im-
portante na caça e na aquisição de alimentos. Como resultado, as 
culturas do Mesolítico são caracterizadas por pequenas ferramen-
tas de pedra mais leve, as quantidades de pesca, enxós de pedra, 
arcos e flechas. Pouco a pouco, pelo menos na Europa, a caça e a 
pesca foi substituída pela agricultura ea domesticação de animais. 
As três principais culturas do Mesolítico europeu são: Azilian, 
Tardenoisense e Maglemosian. Azilian era uma indústria de pedra, 
em grande parte microlithic, associada Ofnet Homem. Tardenoi-
sense, associada Tardenoisense Man, produzido pequenas lâminas 
de sílex e pedra pequena implementa com formas geométricas, 
juntamente com arpões de osso com flocos de pedra como farpas. 
34
Maglemosian (norte da Europa) foi um osso e chifre cultura, pro-
duzindo raspadores de sílex, brocas e core-eixos. 
 Mesolítica Arte rocha
 Obras de arte criadas durante o período mesolítico refle-
tir a chegada de novas condições de vida e práticas de caça causada 
pelo desaparecimento das grandes manadas de animais provenien-
tes de Espanha e França, no final da Idade do Gelo. Florestas agora 
a paisagem, a necessidade de cooperação e acordos de caça mais 
cuidadoso. Europeu de arte rupestre do Mesolítico dá mais espaço 
para figuras humanas, e é caracterizada por mais aguçada observa-
ção, e uma maior narrativa na pintura. Além disso, devido ao clima 
mais quente, ele se move de cavernas para sites no exterior em vá-
rios locais em toda a Europa, Ásia, África, Oceânia e Américas. Por 
exemplo, na África, certo número de pinturas rupestres bushman 
foi encontrado na área de Waterberg que datam de cerca de 8.000 
aC. Na Índia, as pinturas rupestre nos abrigos de Bhimbetka, de-
rivam dos artistas mesolíticos. Uma boa parte da arte Aborígene 
Australiano (por exemplo, de Arnhem Land) data de Mesolítico, 
bem como o período Paleolítico. A maioria dos "antigos aboríge-
nes da arte é estilizada pintura rupestre, muitas vezes, executado 
em uma forma simbólica ou abstrata como muitos foram criados a 
partir de um" olho vista do pássaro.
35
 Escultura Mesolítico
 Para além destas pinturas rupestres estilizada, a era do 
Mesolítico também contou com mais 3-D de arte, incluindo bai-
xos-relevos e esculturas em pé livres. Os primeiros exemplos deste 
último incluir as figuras antropomórficas, geralmente embelezada 
pelos animais, descoberto em Nevali Cori e Tepe Göbekli perto 
de Urfa no leste da Ásia Menor (atual Turquia), datando de 9000 
aC. As estátuas do Mesolítico Lepenski Vir (por exemplo, o deus-
peixe), em data a Sérvia a partir de cerca de 5.000 aC e retratam 
figuras do homem ou híbrida, parte humana, parte de peixe. 
 2.6 Era Neolítica
 (Cerca de 4, 000 2,000 aC)
 O período Neolítico testemunhou uma mudança funda-
mental no estilo de vida de toda a Europa. foi o seminômade estilo 
primitivo da caça e da coleta de alimentos, que chegou uma forma 
muito mais estável de existência, com base na agricultura e na cria-
ção de animais domesticados. Cultura neolítica foi caracterizada 
por ferramentas de pedra em forma de polimento ou trituração e 
agricultura (cultivos básicos: trigo, cevada e arroz; animais domes-
ticados ovelhas, cabras, porcos e gado) e conduzida diretamente 
para um crescimento do artesanato, como cerâmica e tecelagem. 
Tudo isso começou há cerca de 9000 AC, nas aldéias do sul da 
Ásia, após o que floresceu no Crescente Fértil do rio Tigre e Eufra-
tes vales no Oriente Médio (c.7, 000 aC), antes de se espalhar para 
a Índia (c.5, 000 aC), Europa (c.4, 000 aC), China (3.500 aC) e 
nas Américas (independente) (c.2, 500 aC).
 A criação de comunidades estabelecidas (aldéias, vilas e 
nas cidades devido) desencadeou uma série de novas atividades, 
nomeadamente: a rápida estimulação do comércio, a construção 
de veículos comerciais (principalmente barcos), novas formasde 
organização social, juntamente com o crescimento das crenças 
religiosas e as respectivas cerimônias. E devido a melhorias no 
abastecimento de alimentos e controle ambiental, a população au-
mentou rapidamente. Para dezenas de milênios antes do advento 
36
da agricultura, a população humana total variou entre 5.000.000 e 
8.000.000. e 4000 AC, depois de menos de 5 mil anos de agricul-
tura, o número tinha aumentado para 65 milhões de euros.
 Arte Neolítica
 Em geral, o mais estável e melhor dos recursos da região, 
mais arte que produz. Assim foi com o período Neolítico. E embo-
ra a maioria antiga arte permanecesse essencialmente de natureza 
funcional, houve um maior enfoque na ornamentação e decoração. 
Por exemplo, a caligrafia um dos grandes exemplos de arte chinesa 
aparece pela primeira vez durante o Neolítico.
 Com a maior resolução em aldéias e outras pequenas 
comunidades, pintura rock começa a ser substituída por formas 
de arte mais portátil. Descobertas em Catal Huyuk, um antigo 
vilarejo na Ásia Menor Turquia moderna incluem belas pinturas 
murais incluindo a primeira pintura de paisagem, datada de 6100 
aC. Obras tornam-se progressivamente ornamentadas com metais 
preciosos, por exemplo, o cobre é utilizado pela primeira vez na 
Mesopotâmia, enquanto a mais avançada metalurgia é descober-
ta no Sudeste da Europa. A escultura de pé, em pedra e madeira 
começa a ser vista, assim como bronze estatuetas nomeadamente 
através da Civilização do Vale do Indo, um dos primeiros motores 
de pintura e escultura em Portugal, joalharia primitiva e desenhos 
decorativos de uma variedade de artefatos.
 2.7 Idades do Bronze 
 Europa 3000-1200 aC
 Arte da Idade do Bronze (c.3500-1100 aC), um período 
importante que liga a Idade da Pedra com a Idade do Ferro, foi 
um reflexo do ambiente da época. A Idade do Bronze foi caracteri-
zada pela produção do metal bronze (uma liga de cobre e estanho), 
e assistiu a um aumento da produtividade econômica e o conse-
quente surgimento de trabalhadores qualificados, muitos dos 
quais estiveram envolvidos na atividade artística, embora de uma 
semi natureza funcional. Desenhos decorativos e ornamentais em 
37
capacetes armadura, espadas, machados e outras armas tornaram-
se mais difundido. Desenhos cerâmicos tornaram-se mais elegan-
te, e uma nova gama de cerimonial e de artefatos religiosos e obras 
de arte começaram a surgir.
 O melhor exemplo da arte da Idade do Bronze apareceu 
no “berço da civilização” em torno do Mediterrâneo, no Próximo 
Oriente, durante a ascensão da Mesopotâmia (atual Iraque). Egíp-
cia arte foi bem estabelecida, sob a forma de sua arquitetura mo-
numental a pirâmides e incluiu também uma série de murais, cerâ-
mica me escultura. Arte persa era ainda mais avançada, enquanto a 
minóica e icênica culturas estavam começando. Dentro de alguns 
séculos, a arte grega parece adequada, juntamente com o etrusco 
e, posteriormente, a arte romana. Havia na Grécia, Creta / civili-
zação minóica e Egípcia, embora a arte deste período é também 
visível no ritual bronzes da dinastia Shang, na China. Em várias 
dessas regiões, o surgimento das cidades, o uso da língua escrita 
e do desenvolvimento de pedra mais sofisticada e de trabalho de 
metal, permitiu aumentar o tipo e a qualidade da arte produzida.
Exemplos de arte da Idade do Bronze no Mediterrâneo incluem: 
uma grande variedade de pintura cerâmica, frescos murais, incluin-
do paisagens, bem como imagens figurativas dos seres humanos e 
animais. Alívio Religioso e escultura, principalmente esculpida em 
pedra, apesar de escultura em madeira também era comum. Havia 
pinturas dos deuses, e uma série de homenagens artísticas para reis 
e governantes seculares também foram observados. Durante este 
período, a arte começou a assumir um papel importante na refle-
xão da comunidade, seus governantes e sua relação com as divin-
dades que adoravam. 
 Como a Idade do Bronze chegou ao fim por volta de 1100 
aC, a historia da arte revela cultural fosso crescente entre Norte e 
Europa Mediterrânea. Clima, a presença de minerais e outros me-
tais preciosos, a segurança, a coesão social e do comércio foram 
fatores que favoreceram o desenvolvimento econômico mais rápi-
do. O que levou a um crescimento mais rápido das artes (pintura e 
metal, especialmente) nas regiões do Sul, e ao longo das principais 
38
vias navegáveis européias, como o Reno e o Danúbio.
 2.8 Arte Egípcia
 (3100 aC)
 Egito, sem dúvida, a maior civilização da história da arte 
antiga, foi à primeira cultura a adotar um estilo reconhecível na 
arte pintores egípcios mostrava a cabeça, pernas e pés de seus seres 
humanos de perfil, enquanto que retratam os olhos, ombros, bra-
ços e tronco de frente. Outras 
convenções artísticas estabe-
lecidas como deuses, faraós e 
as pessoas comuns devem ser 
descritos, regulando os ele-
mentos, tais como tamanho, 
cor e posição figurativa. Uma 
série de maravilhosas pintu-
ras egípcias cera encáustica, 
conhecidos como os retratos 
oferecem uma visão fascinante 
da arte egípcia. Além disso, os 
egípcios desenvolveram uma arquitetura única - principalmente 
39
câmaras mortuárias maciça (chamados de pirâmides) e túmulos 
subterrâneos. experiência egípcia em pedra teve um enorme im-
pacto sobre mais tarde arquitetura grega. Exemplos notáveis de 
arquitetura pirâmide egípcias incluem: A Pirâmide de Djoser 
(c.2630 aC), e A Grande Pirâmide de Giza (c.2550 aC), também 
chamada de Pirâmide de Quéops, ou Pirâmide de Quéops. 
 A função da arte egípcia era dupla. Primeiro, para glorifi-
car os deuses inclusive o Faraó e facilitar a passagem humana na 
vida após a morte. Por outro lado, afirmar, propaganda e preservar 
os valores do dia. Devido à estabilidade geral da vida egípcia e da 
cultura, todas as artes incluindo arquitetura, escultura, pintura, 
metalurgia e cerâmica foram caracterizados por uma adesão muito 
conservadora às regras tradicionais, o que favoreceu a ordem e for-
ma sobre a criatividade e a expressão artística.
 Antigo Egito é famoso pela sua monumental arquitetura 
egípcia (por exemplo, a Pirâmide), o túmulo de seus trabalhos ar-
tísticos ("arte múmia, pinturas, esculturas, cerâmicas e artesanato 
em metais preciosos), são hieróglifos (a escrita egípcia script basea-
do em imagens e símbolos) e seu estilo artístico em geral. Este último 
manteve-se em grande parte independente de artistas estrangeiros, 
até a difusão da cultura grega no período helenístico (323-31 aC). 
40
 As Pirâmides 
 As pirâmides egípcias são maiores do mundo, os edifícios 
funerários, e continuam a ser um dos mais duradouros símbo-
los da arquitetura antiga em geral e arte egípcia e da civilização, 
em particular. A maioria das 200 pirâmides até agora descoberto 
(apenas cerca de metade dos que permanecem em pé) foram cons-
truídos ao longo de um período de mil anos, durante as eras do 
Antigo Reinado (26802258 aC) e do Reino Médio (2134-1786 
aC). Embora tenha sido projetados como túmulos para os reis / 
Faraós do tempo, exatamente como e por que as pirâmides foram 
construídas permanece um mistério. Em todo o caso egípcio espe-
cialização, a manipulação de pedra teve um impacto sobre a arte 
grega, especialmente escultura grega em pedra. 
 A primeira pirâmide (Djozer) foi supostamente concebi-
da pelo arquiteto Imhotep egípcio, que estendeu a forma de mas-
taba usual (a mastaba foi uma superestrutura retangular contendo 
uma câmara de sepultamento e várias salas) por empilhamento de 
um número de pedras do lado de fora, um em cima do o outro. Os 
passos que deveriam servir de escada gigante pelo qual a alma do 
faraó morto pudesse subir aos céus. Imhotep foi posteriormente 
deificado pelos egípcios. 
 A Grande Pirâmide de Gizé (também conhecida como 
a Pirâmide de Khufu e "Pirâmide de Quéops") é de 147 metros de 
altura, e foi a mais alta estrutura feita homem no mundo mais de 
3.200 anos. É calculada para conter cerca de 2,3 milhões de blocos 
41
de pedra, pesando cada uma médiade 2,5 a 15 toneladas cada um. 
Os blocos se encaixam tão perto que uma folha de papel grosso 
não irá deslizar entre eles. A Grande Pirâmide foi designada uma 
das Sete Maravilhas do Mundo por Antípatro de Sídon, e é agora 
o único surving maravilha do mundo antigo. 
 Como foram construídas as pirâmides?
 Egiptólogos continuam indecisos quanto ao método de 
construção exato usado para criar as pirâmides. Foram constru-
ídas em grande parte fora dos blocos de pedra, enquanto as pos-
teriores eram muitas vezes feitas de 
tijolos de barro revestidos de pedra 
calcária., Os especialistas discor-
dam sobre o método pelo qual as 
pedras foram transportado coloca-
do rolos, ou diversos tipos de ram-
pa, ou com sistema de alavancas, e 
á de mão de obra utilizada escravos 
ou trabalhadores especializados. 
Egito não era o único país a cons-
truir as pirâmides. Durante a era 
Napata no Sudão (c.700-661 aC), 
um conjunto de pirâmides foram 
42
construídas sob a influência de arquitetos egípcios. Mais tarde, 
durante o Reino sudanesa de Meroe (c.300 aC - 300 dC), mais de 
duzentos mais pirâmide jazigos foram construídos.
 O Período Arcaico, O Império Antigo (26802258 aC); 
O Reino Médio (2134-1786 aC), o Reino Novo (15701075 
aC), incluindo a controversa Período de Amarna rei Amenhotep 
(Akhenaton) (13501320 aC). Após isso, veio um período de tran-
sição até a era ptolomaica (323-30 aC) e o período de domínio 
romano (30 aC - 395 dC). 
 Antiga civilização egípcia é simbolizada pelas pirâmides, 
a maioria dos que foram construídos durante o Antigo e o Rei-
no períodos Médios, quando o poder do Faraó era mais absoluto. 
Ainda hoje, o pleno significado destes monumentos funerários e 
túmulos são mal compreendidos pelos arqueólogos e egiptólogos. 
 A esfinge
 A maior escultura monumental no mundo antigo, a Esfin-
ge foi esculpida em uma única corcova de pedra 240 pés (73 metros) 
de comprimento e 66 pés (20 metros) de altura. A cabeça, que tem 
uma textura muito diferente do corpo, e mostra a erosão muito me-
nos grave, é um afloramento natural de pedra mais dura. Para formar 
a parte inferior do corpo da Esfinge, enormes blocos de pedra foram 
extraídos da rocha base (e estes blocos foram então usados na alve-
naria núcleo dos templos em frente e ao sul da Esfinge). Enquanto 
uns egiptólogos alguns teimosos ainda sustentam que a esfinge foi 
construída na dinastia quarta pelo faraó Quéfren (Khafre), um acú-
mulo de evidências, tanto arqueológicas e geológicas, indica que a 
Esfinge é muito mais antiga que a quarta dinastia, e só foi restaurado 
43
por Chephren durante o seu reinado. Não há inscrições na Esfinge, 
ou em qualquer um dos templos ligados a ela que, a prova oferta de 
construção, por Chepren, mas o chamado "Inventário Estela" desco-
berta no planalto de Gizé no século XVIIII diz que o faraó Quéops 
Quéfren. Ordenou um templo construído ao lado da Esfinge, o que 
significa, é claro que a Esfinge já estava lá, e, portanto, não poderia 
ter sido construída por Quéfren.
 Artistas e artesãos egípcios
 Escultores e pintores egípcios não eram artistas, no senti-
do moderno de ser um indivíduo criativo. Antiga arte egípcia era 
bastante o trabalho dos artesãos pagos que foram treinados e que 
depois trabalhou como parte de uma equipe. O mestre artesão 
principal pode ser muito versátil e capaz de trabalhar em vários 
ramos da arte, mas sua participação na produção de uma estátua 
ou a decoração de um túmulo foi anônima. Ele guia seus assisten-
tes como eles trabalhavam, e ajudar a treinar os novatos, mas sua 
contribuição pessoal não pode ser avaliado Artistas em todas as 
fases de seu ofício trabalharam juntos. O esboço inicial ou esboço 
de desenho seria executado por um ou mais, que passaria então a 
ser seguido por outros esculpindo a final e as fases intermediárias. 
Pintores iriam seguir da mesma maneira. Onde as cenas foram 
deixadas inacabadas é possível ver as correções feitas para o traba-
lho de mãos menos hábeis, por artesãos mais praticados. Muitos 
mestres alcançaram posições de influência e importância social, 
como sabemos, a partir de seus próprios monumentos funerários. 
Imhotep, arquiteto que construiu a Pirâmide complexo para o rei 
Zoser, 2660-2590 aC, era tão reverenciado em tempos mais tarde 
que ele foi endeusado. O crédito para qualquer obra de arte, po-
rém, se acreditava pertencer ao patrono que o encomendou.
44
 Regras da Pintura
 A civilização egípcia era altamente religiosa. Assim, a 
maioria das obras egípcias, envolve a representação de muitos deu-
ses e deusas, de quem o faraó era um deles. Além disso, o respei-
to egípcio para o fim e valores conservadores levou ao estabeleci-
mento de regras complexas de como os deuses e os seres humanos 
poderiam ser representados por artistas. Por exemplo, na pintura 
de figuras, os tamanhos dos valores foram calculados unicamente 
com base no estatuto social da pessoa, e não pelas artísticas regras 
normais da perspectiva linear. A mesma fórmula para a pintura da 
figura humana foi utilizado ao longo de centenas ou mesmo milha-
res de anos. Cabeça e as pernas sempre em perfil, os olhos e a parte 
superior do corpo visto de frente. Para escultura egípcia e estátuas, 
as regras determinam que as estátuas do sexo masculino devam ser 
mais escuras do que os do sexo feminino, quando sentado, as mãos 
do sujeito deve ser sobre os joelhos. Deuses também foram descri-
tos de acordo com sua posição na hierarquia das divindades, e sem-
pre com o mesmo pretexto. Por exemplo, Hórus (o deus do céu) era 
45
sempre representada com uma cabeça de falcão, Anubis (o deus dos 
ritos funerários) sempre foi retratado com uma cabeça de chacal. 
 Uso de pigmentos
 O uso da cor nas pinturas egípcias também foi regula-
mentado e utilizado simbolicamente. Os artistas egípcios utiliza-
dos seis cores em suas pinturas de vermelho, verde, azul, amarelo, 
branco e preto. Vermelho, sendo a cor do poder, simbolizada vida 
e vitória, assim como a raiva e fogo. Verde simboliza uma nova 
vida, crescimento e fertilidade, enquanto a criação e o renascimen-
to simbolizado azul e amarelo simbolizam o eterno, tal como as 
qualidades do sol e do ouro. O amarelo era a cor de todos os faraós, 
razão pela qual o funeral e máscaras sarcófagos eram feitos de ouro 
para simbolizar o faraó e eterno eterno que agora era um deus. 
Branco era a cor da pureza, que simboliza todas as coisas sagradas, 
e foi usado tipicamente usado em objetos religiosos e ferramentas 
usadas pelos sacerdotes. Preto era a cor da morte e representavam 
o submundo e à noite. Quase todos os sobreviventes de pinturas 
Egito Antigo foram descobertos nas tumbas dos faraós ou altos 
funcionários governamentais, e retrata cenas da vida após a morte. 
Conhecida como a arte funerária, estas imagens descritas na narra-
tiva da vida após a morte, assim como coisas como servos, barcos e 
alimentos para ajudar o defunto na sua viagem através da vida após 
46
a morte. Estas pinturas seriam executadas em papiros, em painéis, 
usando encáustica pintura ou em paredes em forma de afrescos 
murais com temperatura. Além disso, os modelos, por exemplo, 
dos barcos, espigueiros, açougues e cozinhas foram incluídos no 
túmulo, a fim de garantir o futuro bem-estar da pessoa morta. 
Como o espírito habitava o cor-
po, a preservação do último con-
tra a cárie foi igualmente crítico. 
A utilização de bandagens bem 
embrulhada para mumificar o 
cadáver, a remoção e acondicio-
namento dos órgãos internos 
dentro de potes de cerâmica 
e outros sarcófagos opulento 
generalizou-se entre a elite do-
minante. Todas estas medidas 
ajudaram a apoiar uma indústria 
nacional de artistas e artesãos 
egípcios que trabalhavam para 
produzir as obras pinturas, es-
culturas, olarias, cerâmica, jóias 
e metais, necessários. 
 A escultura egípcia foi altamen-
te simbólica e para a maioria da 
história egípcia não se destinava 
a ser naturalista ou realista. Esculturas e estátuas eram feitas de 
barro, madeira, metal,marfim e pedra de pedra que foi o mais per-
manente e abundante. Muitas esculturas egípcias foram pintadas 
em cores vivas.
 O Estado de Amenhotep King (Akhenaton) 
 (13501320 aC) 
 Faraó Amenófis IV (marido da rainha Nefertiti) provo-
cou uma espécie de revolução cultural no Egito. Nascido no cul-
to de Amon (Amen), uma linha que adoravam uma ampla varie-
dade de deuses, ele mudou seu nome para Akhenaton, e reforçado 
47
pelo seu controle do exército, instituiu o culto de Aton apenas, 
um deus-sol. A capital egípcia e corte real foi transferida para 
Amarna, no Médio Egito. Tudo isso levou a uma ruptura radical 
com a tradição, especialmente nas artes, como pintura e escultu-
ra. Tornaram-se mais naturalista e mais dinâmica do que a regra 
ligada a arte estática de eras anteriores. Em particular, o estilo de 
Amarna de arte era caracterizado por um senso de movimento e 
atividade. Retratos de nobres egípcios deixaram de ser idealizada, 
e alguns foram mesmo caricatural. A presença de Aten em muitas 
fotos foi representada por um disco dourado brilhante de cima 
para baixo. 
 Após a morte de Akhenaton, o faraó seguinte - a criança Tu-
tankhaten - foi persuadido a voltar para Memphis e mudar seu nome 
para Tutankhamon, assim, voltar a Amon. Como resultado, os pin-
tores e escultores egípcios em grande parte voltaram para as velhas 
tradições que continuou até a época helenística a partir de 323 aC. 
A influência da arte grega sobre os artis-
tas egípcios.
 Um processo acelerado por Alexandre o Grande e, pos-
teriormente, durante a era ptolomaica, incentivou a representa-
ção naturalista dos indivíduos em pinturas e esculturas, e não ao 
contrário do processo iniciado por Akhenaton. Retrato tornou-se 
realista e as regras de cor foram relaxadas. Esta tendência foi enco-
rajada pelo estilo romano prática da arte. 
 - Coleções de obras de arte egípcia podem ser visto no 
Museu Egípcio, no Cairo, o Museu Britânico, em Londres, o Mu-
seu do Louvre, em Paris, o Museu Ägyptisches, Berlim, o Metro-
politan Museum of Art, em Nova York. 
48
 Pintura e escultura egípcia
 Socorro a escultura e a pintura podem ser consideradas 
em conjunto, como as convenções seguidas por artesãos de uma 
ou outra foram, pelo menos nos estágios iniciais de uma obra, 
muito semelhante, e mais franquias foram destinados a ser com-
pletada pela adição de cor.
 As primeiras figuras e ce-
nas entalhadas na data de alívio 
de tempos pré-históricos, quando 
os painéis de ardósia cosméticos e 
pentes de madeira, osso, marfim e 
foram enterrados em túmulos de 
seus proprietários. Estes foram es-
culpidas em simples, eficaz contor-
nos de espécies conhecidas para o povo do Vale do Nilo antílopes, 
cabras, peixes e aves. Mais pentes de marfim e elaborar o marfim 
cabos de facas de pedra que provavelmente teve alguma finalidade 
cerimonial foram esculpidos em relevo, destacando-se o cenário 
do fundo. 
 Ao final do período pré-histórico do Egito estilo distinto 
é inconfundível. Até agora não houve grandes monumentos ar-
quitetônico em que a habilidade dos escultores pode ser exibida. 
A partir das evidências escassas de esculturas em alguns fragmen-
tos de osso e marfim, sabemos que os deuses eram adorados em 
templos construídos por feixes de juncos. O cacique do Egito pré-
histórico provavelmente viveu em estruturas similares, bem como 
os que ainda se encontram nos pântanos do sul da Arábia. 
 O trabalho dos escultores foi exibido na produção do ce-
rimonial cabeças e paletas, esculpido para comemorar as vitórias e 
outros eventos importantes e dedicados aos deuses. Elas mostram 
que a escultural estilo distinto, ecoou em todos os períodos pos-
teriores da história egípcia, já havia surgido, e da convenção de 
mostrar a figura humana, em parte, no perfil e parcialmente em 
vista frontal foi bem estabelecida. O significado de muitos deta-
49
lhes ainda não pode ser totalmente explicado, mas representações 
do rei como um poderoso leão ou um touro forte são muitas vezes 
repetidas em tempos dinásticos.
 Relevos
 Os relevos real, mostrando o
rei ferir seus inimigos ou avança 
a passos largos em pose ritual, são 
um pouco estridente, mas pela 
terceira dinastia técnicas já esta-
vam muito avançados. A maioria 
dos exemplos sobreviventes é em 
pedra, mas os painéis de madeira 
encontrado no túmulo de Hesire 
em Saqqara, 2660-2590 aC, mostram a excelência atingida pelos 
mestres artesãos Museu Egípcio, no Cairo. Estes números, de pé 
e sentado, esculpidas de acordo com as convenções dos ideais de 
masculinidade egípcias, enfatizou diferentes maneiras os diferen-
tes elementos da forma humana. A cabeça, tórax e pernas são mos-
tradas em perfil, mas o olho visível e os ombros são representados 
como se fosse visto de frente, enquanto a cintura e os quadris estão 
em quarto vista três. No entanto, essa postura artificial não parece 
estranha por causa da preservação da proporção natural. A exce-
lência da técnica, mostrado na modelagem bem dos músculos da 
face e do corpo, confere uma graça sobre o que poderiam parecer 
rígidas e severas. Hesire, transportando pessoal e cetro de sua ca-
tegoria, juntamente com a paleta e caso caneta simbolizando seu 
cargo de escriturário real, olham com orgulho e confiança para a 
eternidade. O cuidado do artesão não pára com a figura do seu 
patrono, para os hieróglifos que compõem a inscrição, o nome e 
títulos dos falecidos também estão esculpidos com delicadeza e 
segurança, e são representações multa em miniatura de animais, 
pássaros, e objetos usados na escrita egípcia. Os animais e aves usa-
das como hieróglifos são mostradas em perfil verdadeiro.
 Os cemitérios grande de Gizé e Saqqara em que os nobres 
e os oficiais de justiça foram enterrados perto de seus reis forne-
50
cem muitos exemplos da habilidade dos artesãos da quarta, quinta 
e sexta dinastias, uma habilidade raramente igualada em períodos 
posteriores. O foco desses túmulos precoce foi uma laje de pedra 
esculpida com uma representação do falecido sentado na frente de 
uma mesa de oferendas. Estes últimos eram normalmente coloca-
dos acima da porta falsa, através do qual o espírito da pessoa mor-
ta, chamou o, poderá continuar a entrar e sair do túmulo. A idéia 
por trás disso era que a representação mágica de ofertas em estelas, 
ativado pelos religiosos fórmulas corretas, que existem para o resto 
da eternidade, juntamente com o caráter a da pessoa a quem elas 
foram feitas. 
 Em cenas individuais, ou em obras de terraplanagem de 
uma parede do teto ao chão, cada figura tinha o seu devido lugar e 
não foi permitida a transbordar seu espaço alocado. Uma das reali-
zações mais notáveis de artesãos egípcios foi a maneira que encheu 
o espaço disponível de forma equilibrada, o caminho natural, de 
modo que as cenas chéias de vida nunca parecem ser apertado ou 
superlotadas. 
 As sequências horizontais ou registros de cenas dispostas 
em ambos os lados das estelas funerárias e portas falsas 5 ª Dinastia 
e túmulos da dinastia 6 são cheios de detalhes naturais e anima-
da. Aqui a vida quotidiana dos camponeses e nobres foi captura-
do para a eternidade por um artesão - a ação do pastor e pescador 
congelado no meio-passo, de modo que o proprietário do túmulo 
seria sempre rodeado pela azáfama diária de sua propriedade. Os 
sujeitos foram destinados a serem típicas de eventos normais, ce-
nas familiares ao invés de ocasiões especiais. 
 Artesãos egípcios não empregar a perspectiva para sugerir 
profundidade e distância, mas eles não estabelecer uma convenção 
pela quais vários registros, cada um com sua própria linha de base, 
poderão ser utilizados para descrever uma multidão de pessoas. 
Aqueles que o menor registro foi entendido como mais próxima 
do telespectador, os da mais alta mais afastada. Algumas dessas ce-
nas ocorrem no Brasil recente: muitas oferecem portadores trazer 
o produto de suas propriedades a um nobre morto em sua mesa 
51
funerária, por exemplo, ou tropas de homens são mostradas car-regando uma grande estátua. Estátuas representadas em relevos, 
como os hieróglifos, encontram-se na verdade perfil, em contraste 
com as figuras dos homens transportando-los. Talvez o mais co-
nhecido melhores cenas mostrando a proximidade e a distância, 
no entanto, são as cenas pintadas banquete do Reino Novo, onde 
os numerosos clientes, vestidos com suas melhores roupas, sentar-
se em fileiras cerradas na frente de seus exércitos. 
 Os registros também podem ser usados para apresentar 
vários estágios de desenvolvimento em uma sequência de ação, um 
pouco como os quadros de um gibi. No Reino Antigo, os eventos 
importantes do ano agrícola seguem uns aos outros através das pa-
redes dos túmulos muitos: aração, semeadura, colheita, debulha e 
os grãos são fielmente representados. Os pastores são mostrados 
no trabalho nas pastagens para o gado cuidar tão valorizada pelos 
antigos egípcios, enquanto outras cenas mostram a captura de aves 
aquáticas nos pântanos do Nilo e da pesca no rio. Outras ativida-
des domésticas, como panificação e fabricação de cerveja, também 
vital para a existência eterna dos mortos são representados nobres; 
outras cenas mostram carpinteiros, oleiros, ourives e no trabalho. 
 Foi nestas cenas da vida cotidiana que o escultor foi capaz 
de usar sua iniciativa, e libertar-se, em certa medida dos laços de 
convenção. O homem morto e sua família tiveram que ser apre-
sentados no ritual coloca como descrito - maior que a vida, estrita-
mente proporcional, e sempre calmo e um pouco distante. 
 Os trabalhadores rurais nas fazendas, no entanto, pode-
riam ser mostrados em seu diário pergunta em uma maneira mais 
descontraída, capturando algo da vivacidade e energia que deve ter 
caracterizado os antigos egípcios. Embora a oferta de portadores, 
que simboliza os dons funerários dos herdeiros ao seu senhor, são 
retratados em direção a ele em e imponente procissão formal, os 
camponeses no trabalho nos campos parecem simultaneamente 
robusto e vigoroso. Eles se inclinam para o arado e bater os jumen-
tos, tendem a levar o gado e os bezerros pequenos sobre os seus 
ombros claro do perigo à espreita de crocodilos nos pântanos.
52
 O detalhe natural usado para encher os cantos. O estra-
nho nestas cenas tumba mostra o quanto o prazer artesãos egípcios 
antigos tomaram em observar o ambiente. Aves, insetos e pedaços 
de plantas foram utilizados para equilibrar e completar o quadro. 
O resultado da observação afiada de olhos pode ser visto nos deta-
lhes que diferenciam as espécies de aves e peixes os juncos e águas 
rasas dos pântanos. 
 Pouco sobrevive dos relevos que decoravam o templo real 
da quinta dinastia, mas a partir do templo funerário do primeiro 
rei, Userkaf, c.2, 460 aC, vem um fragmento de uma cena de caça 
nos pântanos (Museu Egípcio, no Cairo). O ar acima das cabeças 
dos graciosos papiros está vivo com as aves, e a delicada escultura 
torna facilmente distinguíveis, mesmo sem a adição de cores. A 
poupa, ibis, Martim - pescador, garça e são inconfundíveis, e uma 
borboleta grande pairando acima fornece o toque final
 Baixo Relevo
 A tradição da decoração finamente detalhado em baixo 
relevo, destacando-se os valores ligeiramente acima do fundo, conti-
nuou com a sexta dinastia e no Reino do Meio, quando foi utilizado 
especialmente por monumentos reais. Fragmentos Poucos destes 
permanecem, mas os hieróglifos esculpidos na pequena capela de 
Sesostris I, agora reconstruída em Karnak, show e delicado toque 
53
certo de mestres artesãos. Durante o final do reino antigo o baixo-
relevo foi combinado com outras técnicas como a incisão, em que 
as linhas foram simplesmente cortadas na pedra, especialmente em 
monumentos reais não, e o resultado muitas vezes é artisticamente 
muito agradável. A estela funerária de calcário Neankhteti, c.2, 250 
aC, é um bom exemplo Condado de Merseyside Museus, Liverpool. 
A maiomr parte do monumento, a figura e a inscrição horizontal 
acima, é em baixo relevo, mas uma incisão vertical do painel de hie-
róglifos repete o seu nome com outro título. O símbolo do escriba, 
a paleta e caneta, necessários para o início das duas linhas, é usada 
uma única vez, no ponto em que as linhas se cruzam. O resultado é 
um design perfeitamente equilibrado, com uma variação os tipos de 
estelas esculpidas durante o Império Antigo. 
 A evolução é mostrada na estela de Hotep, esculpida 
durante o Reino Médio, 2000-1800 aC (Condado de Merseysi-
de Museus, Liverpool). Os números de três funcionários perma-
nentes e os sinais hieroglíficos foram crisply cavado no granito 
vermelho duro. Originalmente, os sinais e os valores teriam sido 
preenchidos com pigmento azul, que contrasta com o vermelho da 
superfície polida da pedra. 
 Durante o Reino Médio o uso de relevo afundado entrou 
em moda, e no início de 19 dinastias e 18 ela foi empregada com 
grande efeito. O fundo não foi cortado como em baixo relevo para 
deixar os números situando-se acima do nível do resto do da su-
perfície. Em vez disso o desenho do relevo foi cortada na superfície 
suavizada da pedra. No Egito o sol forte detalhe esculpido que se 
destacam bem, mas o alívio foi afundado mais protegido das in-
tempéries e, portanto, mais durável. 
Técnicas egípcias de relevos e Pintura 
 Antes de qualquer escultura ou pintura em relevo pode 
ser feito, o terreno a pedra ou madeira teve de ser preparado. Se 
a superfície era bom, a suavização foi muitas vezes bastante, mas 
qualquer falha teve de ser mascarado com gesso. Durante o Novo 
Império, paredes inteiras foram rebocadas, relevos e às vezes de 
detalhes requintados foram esculpidos no próprio gesso. Normal-
54
 A etapa seguinte foi à elaboração, e as cenas foram esbo-
çadas, muitas vezes em vermelho, usando um pincel ou caneta de 
junco um escrevente. Essa fase foi importante, particularmente 
quando uma cena complicada, com muitas figuras foi planejada, 
ou quando uma parede inteira estava a ser coberto com cenas or-
ganizadas em registros horizontais. Alguns artesãos estavam con-
fiantes o suficiente para ser capaz de usar a mão livre, mais frequen-
temente cruzam linhas horizontais e verticais foram usados como 
um guia. Estes podiam ser governados, ou obtidos por firmemente 
segurando as extremidades de uma corda embebida em pigmentos, 
e espalhavam em toda a superfície. Muito cedo na história do Egi-
to às proporções do foram corrigidas para garantir que as figuras 
humanas foram estabelecidas de acordo com o cânone fixo. Desde 
a decoração de alguns túmulos nunca foi terminado, as linhas de 
grade e desenhos podem ser vistos claramente, juntamente com as 
correções feitas por mestres artesãos. 
 A próxima etapa na elaboração de um relevo foi a volta 
mente lama de gesso foi utilizado, revestida com uma fina camada 
de gesso fino. 
55
do cinzel corrigir contornos e reduzir o nível ao redor, até que a 
cena consistiu de uma série de formas planas em pé sobre o fundo 
em baixo relevo. Então, os detalhes finais poderiam ser esculpidos 
e a superfície alisada pronto para a pintura. Eventuais retificações 
e alterações efetuadas à escultura podem ser escondidas sob uma 
camada de gesso antes da pintura fosse aplicada.
 O pintor trabalhava diretamente para um projeto sobre 
uma superfície plana, e começou com o fundo. Esta foi preenchi-
da com uma cor, cinza, branco ou amarelo, utilizando uma escova 
feita de um galho reto ou caniço com as fibras arreliadas para fora. 
As áreas maiores de figuras humanas foram pintadas em seguida, 
a pele cor aplicada, e as vestes de linho pintado. Indicações preci-
sas, como a marcação de animais e pássaros ou as camadas pétalas 
de uma coleira ornamental, foram concluídas com um pincel mais 
fino ou uma caneta. Os pigmentos são preparados a partir de subs-
tâncias naturais, como o ocre vermelho e amarelo, malaquita em 
pó, o carbono negro, e gesso. De cerca de seis cores básicas que era 
possível misturar vários tons intermédios. 
 A média foi de água a que a goma era adicionadaàs vezes, 
e a pintura foi aplicada em áreas de cor lisa. Durante o Reino deli-
cado Novo efeitos foram obtidos por meio de pequenos traços do 
pincel ou caneta para escolher ou animal peles macias das cabeças 
de papiros. Sombreamento era raramente utilizado até o meio 18a 
dinastia, quando ela foi empregada, especialmente em cenas de 
multidão, para sugerir o vestuário de linho.
56
 2.9 Arte Grega 650-27 aC
 A prática da arte na Grécia Antiga abrange três eras bási-
ca: o período arcaico (c.600-500 aC), o Período Clássico (c.500-
323 aC) e o período helenístico (c.323-27 aC).
Em termos simples, o Perí-
odo Arcaico foi um período 
de experimentação gradual. 
A era clássica, que terminou 
com a morte de Alexandre, o 
Grande, depois testemunhou 
o florescimento do poder e 
da dominação grega artística. 
Enquanto o final do Período 
helenístico viu a exportação 
das artes grega, os artistas e a 
cultura de Roma e mais além. 
Infelizmente, a maioria origi-
nal escultura grega, e a maio-
ria dos murais e pinturas do 
painel da antiguidade grega, 
bem como a arquitetura, fo-
ram perdidos, deixando-nos 
quase que totalmente depen-
dente de cópias de arte roma-
na e cerâmica grega.
 - Período Arcaico
 (c.600-500) 
 Durante esse tempo, a arte grega foi fortemente influen-
ciada por vários estilos, incluindo etrusca, sírios e egípcios, para 
citar apenas alguns. Desenvolvimento, tanto em escultura grega 
arcaica - assim como seu precursor Daedalic Escultura e pintura 
foi gradual do que espetacular. Era uma influência notável na arte 
celta do Hallstatt e La Tène períodos de cultura celta.
57
 A Forma Humana em arte grega 
 Para artistas gregos, (como seu posterior renascimento 
admiradores, como Michelangelo e Leonardo Da Vinci), a for-
ma humana foi o tema mais 
importante para a represen-
tação artística. Mesmo os 
deuses foram retratados em 
forma humana. Durante o 
período arcaico da arte grega 
(625-500 aC), a forma mais 
valorizada escultural foi o 
Kouros, ou em pé nu mascu-
lino. O equivalente femini-
no, a kore (plural Korai), ou 
em pé vestida forma femini-
na, também era comum, em-
bora, devido à sua natureza 
vestida foi considerada me-
nos importante no desenvol-
vimento da escultura 
 Período Clássico (500-323 AC) 
 A vitória sobre os persas em 490 aC e 479 aC, Atenas es-
tabeleceu como a mais forte das cidades estados gregas. Apesar das 
ameaças externas, que manteria o seu papel de liderança cultural 
para os poucos séculos seguintes. Com efeito, durante o século 
V aC, Atenas, assistimos a um ressurgimento criativo que não só 
dominam a arte romana futuro, mas quando redescoberto por Re-
nascença Europa 2000 anos mais tarde, constituiria um padrão ar-
tístico absoluto por mais quatro séculos. Tudo isso apesar do fato 
de que a maioria das pinturas e esculturas gregas foi destruída. 
 Arquitetura Grega
 A história da arte e arquitetura na Grécia Antiga é divi-
dida em três eras básica: o período arcaico (c.600-500 aC), o Pe-
ríodo Clássico (c.500-323 aC) e o período helenístico (c.323-27 
58
aC). Cerca de 600 aC, inspirada na teoria e na prática dos pri-
meiros pedreiros e construtores egípcios, os gregos sobre a subs-
tituição das estruturas de madeira dos edifícios públicos com as 
estruturas de pedra - um processo conhecido como “petrificação”. 
Calcário e mármore foi empregada para as colunas e paredes, en-
quanto terracota foi usada para telhas e ornamentos. Decoração 
foi feita em metal, como o bronze. 
 Como os pintores e escultores, arquitetos gregos aprecia-
ram nenhuma do estatuto reforçado concedidas aos seus sucesso-
res. Eles não eram vistos como artistas, mas como comerciantes. 
Assim, nenhum nome dos arquitetos é conhecido antes sobre o 
século 5 aC. Os tipos mais comuns de edifícios públicos foram os 
templos, estruturas municipais, teatros e estádios esportivos. 
 2.10 Arte Romana
 (750 aC - 200 dC)
 Apesar de Roma foi fundada em 750 aC, ele levou uma 
existência precária há vários séculos. 
Inicialmente, Roma foi governada 
por reis etruscos, que encomendou 
uma série de pinturas em estilo etrus-
co e esculturas de seus túmulos e pa-
lácios, e para comemorar suas vitórias 
militares. Após a fundação da Repú-
blica Romana em 500 aC, a influên-
cia etrusca e diminuiu, de 300 aC, os 
romanos começaram a entrar em con-
tato com o grego florescentes cidades 
do sul da Itália e do Mediterrâneo 
oriental, que caiu sob a influência da 
arte grega e da cultura, um processo conhecido como helenização. 
Logo, muitas obras de arte grega foram levadas para Roma como 
despojo, e muitos artistas gregos seguiram para prosseguir a sua car-
reira sob o patrocínio romano.
 No entanto, as artes ainda não foram uma prioridade para 
59
os líderes romanos que estavam mais preocupados com a sobrevi-
vência e assuntos militares. Não era até cerca de 200 aC, quando 
ele ganhou a primeira Guerra Púnica contra Aníbal e os cartagi-
neses, que Roma se sentia seguro o suficiente para desenvolver sua 
cultura. Mesmo assim, a ausência de uma tradição cultural inde-
pendente de seu próprio significado que a maioria da pintura ro-
mana e escultura foram altamente derivadas de obras de arte gre-
gas. Na verdade, Roma foi o único entre as potências imperialistas 
do mundo antigo para o desenvolvimento limitado somente uma 
linguagem artística própria. Arquitetura e de engenharia nunca 
foi menos ousada, mas suas pinturas e esculturas eram em grande 
parte de imitação da arte grega e influenciada também por formas 
de arte em seus estados vassalos como Egito e Pérsia.
 Arte Romana visto como inferior à arte grega 
 Dito de outra forma, apesar de seus enormes sucessos mi-
litares, os romanos tinham um complexo de inferioridade em face 
da realização artística grega. Sua resposta ultra pragmático era 
reciclar escultura grega em cada 
oportunidade. As Gregas poses, 
retrabalhadas com roupas romanas 
e acessórias, foram pressionados no 
serviço para reforçar o poder roma-
no. Estátuas gregas Heróico sequer 
ser fornecidos sem cabeça, para 
permitir que o comprador para 
caber sua cabeça próprio retrato. 
Um exemplo é a estátua em bron-
ze do imperador Marcus Aurélio 
(c.175 aC), cuja posição é refor-
mulado a partir da escultura grega 
“Doryphorus” (c.440 aC). (Imagem 41)
 Estilos de Arte Romano 
 Como os próprios romanos, arte romana (c.510 aC a 27 aC) 
tenderam a ser representativa, realista e direto. Retratos em ambas as 
60
pinturas e esculturas eram geralmente detalhadas e utilizada embora 
mais tarde durante a Idade Imperial de Augusto a partir da arte hele-
nístico-romano (c.27 aC - 200 dC), os romanos estavam cientes do seu 
valor de propaganda, e procurou transmitir político mensagens através 
das poses e assunto, especialmente nos retratos de seus imperadores, 
bem como em relevos, frisos e pinturas murais. Por exemplo, quando 
comemora uma batalha, a obra utilizada será executada em um realis-
ta - ‘documentário’ estilo quase. Este a realista estilo romano de arte 
contrasta com a de artistas gregos que normalmente comemorado suas 
conquistas militares indiretamente, usando alegorias mitológicas. 
 Escultura Romana
 Fortemente influenciado por estátuas gregas e relevos do 
período helenístico, escultura romana inclui, estátuas, relevos e frisos 
e bustos em bronze ou pedra. Sendo concebido como arte pública, 
o seu impacto sobre o espectador era primordial. Assim, muitas es-
culturas romanas (como muitos 
exemplos da arquitetura romana) 
foram projetadas para impressio-
nar o público - sejam eles cidadãos 
romanos ou “bárbaros” - e comuni-
car o poder e a majestade de Roma. 
Relevos e frisos de cenas militares 
eram altamente detalhados, en-
quanto o humor e as expressões das 
estátuas romanas eram tipicamen-
te solenes e sisudos. Imperial ou 
grupos de figuras militares foram 
cuidadosamente organizadas para 
refletir. Quando Roma tornou-se 
mais confiantes desde o reinado de 
Augusto (31 aC - 14 dC), impera-
dores e outros assuntos escultura 
pode aparecer

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