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03/04/2024
Mastite: 
causas e prevenção
Patrícia VD Andrade
20/03/2024
Mastite
Inflamação do 
parênquima da glândula 
mamária 
Principal causa: bactérias
O QUE É?
Caráter contagioso e 
fácil transmissão.
Prevalência relacionada 
a fatores ambientais e 
manejo.
Mastite ou mamite Ocorrência
Mastite
Animal
Ambiente
Patógeno
Impactos no leite
CCS CBT Composição
Afeta a qualidade
Afeta a composição
Afeta a produção
IN 76 de 2018- Leite cru:
Contagem padrão em placas: 
CPP 300.000 UFC/mL e 
Contagem de células somáticas: 
CCS 500.000 CS/mL
03/04/2024
 gordura
 lactose 
 caseína
 proteínas soro 
 Na e cloretos
Impactos na composição
Impactos na qualidade
Presença de microrganismos 
Transmissão de doenças
Resíduos de antibióticos
Saúde 
pública
Prejuízos
Tratamento 
Descarte de leite 
Morte ou descarte 
prematuro
Redução de produção de leite
Prejuízos no beneficiamento
Diminuição do rendimento
Sabor
03/04/2024
Síntese e secreção do leite
Cada quarto é uma entidade funcional 
própria que opera independentemente 
e secreta o leite por seu próprio teto. 
 Geralmente, os quartos traseiros são 
levemente mais desenvolvidos e 
produzem mais leite (60%) do que os 
quartos dianteiros (40%). 
Andrade, PVD
Andrade, PVD
Alvéolos
Célula 
glandular
Etiologia
bactérias, 
fungos, 
micoplasmas, 
e algas
alguns agentes virais. 
MECANISMO
Microrganismos invadem o 
úbere pelo canal do teto
Migram pelo canal 
do teto e colonizam 
as células secretoras 
03/04/2024
Inflamação: 
liberação de mediadores químicos 
(prostaglandinas e leucotrienos) 
vasodilatação  permeabilidade 
vascular e infiltrado leucocitário 
calor, runbor, dor e edema.
Prevalência
Manejo de 
ordenha
Antes
Durante
Depois
Quase todos os casos de mastite
clínica ocorrem durante a lactação:
60% nas 6 primeiras semanas.
50% das vacas de leite são afetadas
em algum grau.
Diferenças de susceptibilidade entre
as vacas.’
Epidemiologia Transmissão
animais infectados 
microrganismos podem
sobreviver fora da glândula
mamária.
de vaca para vaca através de
fômites.
 ferimentos nas tetas
 leite de retorno
Agentes causadores
 Infecções subclínicas e crônicas
 Fixa nas células epiteliais →
necrose do estroma e parênquima 
mamário 
 Formação de micro-abcessos
 Baixa resposta ao tratamento
Staphylococcus aureus
CCS 
elevada
Agentes causadores
 Infecções subclínicas
 Ductos da porção inferior da 
glândula → fibrose
 Poucos casos clínicos e alta CCS
 Boa resposta a antibioticoterapia. 
Streptococcus agalactiae
03/04/2024
Agentes causadores
 Infecções subclínica ou clínicas
 Eliminação no leite (>CBT)
Streptococcus uberis
Clínica
Subclínica
Mastite
superaguda, aguda, 
subaguda, crônica e 
gangrenosa 
Tipos
Clínica: 
Sinais evidentes de infecção
https://www.ourofinosaudeanimal.com/
Departamento Técnico Ourofino Saúde Animal
Tipos
Subclínica: 
Aumento CCS
03/04/2024
Tipos
Contagiosa
 Transmissão durante a ordenha
Problemas: mãos dos ordenhadores, 
tetos infectados, equipamento e 
utensílios da ordenha, bezerro
 Staphylococcus aureus
 Streptococcus agalactiae
03/04/2024
Tipos
Ambiental
 Contaminação com matéria orgânica 
 transmissão entre ordenhas
fezes, solo, cama, animal, 
equipamentos de ordenha
https://opresenterural.com.br/novos-enfoques-
na-mastite-bovina/
https://www.milkpoint.com.br/colunas/
marco-veiga-dos-santos/a-
importancia-do-periodo-seco-no-
controle-de-mastite-16190n.aspx
 Streptococcus uberis, 
S.dysgalactiae
 Coliformes: E. coli, Klebsiella
 Staphylococcus coagulase 
negativa
03/04/2024
Diagnóstico
Clínico
Subclínico
Mastite clínica
1.Exame visual do úbere antes da
ordenha: diferença de tamanho e
formato de tetas e úbere
2.Exame manual do úbere após a
ordenha  pressionando a cisterna
Nódulos, fibrose e edema indicam
alterações
Mastite clínica
3. Inspeção do filtro do leite após a
ordenha grumo ou coagulo
4. Teste da caneca de fundo escuro
 primeiros jatos
Mastite subclínica
CMT (California Mastite Test) - na
hora da ordenha
Coloca-se numa placa especial o
leite, adicionando-se o reagente
específico para o teste. Agita-se a
placa e, pela coloração e aspecto
que a mistura tomar, pode – se saber
se há ou não presença de infecção.
03/04/2024
Mastites Mastites
CMT (California Mastite Test)
1.Negativo, ou seja, com ausência de 
geleificação (-);
2.Reação suspeita ou traços, com 
geleificação suave (T);
3.Reação positiva fraca, com geleificação
suave-moderada (+);
4.Reação positiva com geleificação
moderada (++); e
5.Reação fortemente positiva, ou seja, 
com geleificação intensa (+++).
Mastite subclínica
Contagem de células somáticas (CCS) no
leite - indicação da incidência geral da
mastite por rebanho
CCS de 100.000 células/ml: cerca de 20% das vacas apresentam mastite
subclínica e menos de 1% têm, também, mastite clínica.
500.000 células/ml indica que cerca de 50% apresentam mastite subclínica
e 2% mastite clínica.
Contagem maior que 250.000 ou 300.000 células/ml no leite, por vaca (ou
por quarto) indica que a vaca (ou o quarto) está provavelmente
afetado por mastite clínica.
Identificação agentes
Coliformes Estafilocócica
Estretocócica
03/04/2024
Mastite por coliformes
Ocorrem mais comumente dentro de poucos dias após a parição (0-6 
semanas) e geralmente
envolve um ou dois quartos da glândula mamária. 
As bactérias usualmente agrupadas nesta categoria incluem: Echerichia coli, 
Pseudomonas aeruginosa,
Pasteurella spp., Klebsiella pneumoniae e Aerobacter aerogenes, e elas
ocorrem normalmente nesta ordem de freqüência
os microrganismos coliformes são a causa mais comum de mastite fatal, e 
aproximadamente 50% das vacas morrem ou são descartadas em 
consequência dessa doença.
Os microrganismos gram-negativos são oportunistas e contaminam a teta 
entre as ordenhas.
Mama apresenta congestão intensa, de modo que a superfície de corte
encontra- se vermelha, tonalidade que passa a verde-acinzentada após o
tecido mamário ter sido exposto ao ar por algum tempo, acompanhando-se de
focos de necrose do órgão, cujo aparecimento é explicado pela inflamação e
trombose de veias e linfáticos.
Ocorre geralmente de forma esporádica, mas uma incidência alta em rebanho
pode chegar a 25%.
A incidência pode ser mais alta em vacas mais velhas, vacas com alta
produção ou em rebanhos que praticam estrito controle para mastite
subclínica.
A mastite por coliformes é mais comum em rebanhos com altas pressões
populacionais, aglomerações e más práticas de higiene e manejo.
Ocorre predominantemente em vacas leiteiras jovens, e não há aumento da
susceptibilidade com o avançar da idade.
A causa principal da mastite em vacas são estafilococos coagulase-positivos.
Em ordem decrescente de frequência são: Staphylococcus aureus, S.
intermedius e S. hicus.
O S. aureus normalmente determina uma mastite contagiosa subclínica e
crônica, mas que pode ser aguda e causar gangrena dos quartos mamários
envolvidos.
Mastite estafilocócia
A área comprometida no processo de gangrena é bastante variável, e grupos 
de lóbulos necróticos podem ser observados adjacentes a
outros aparentemente normais.
A reação inicial é necrotizante e estes focos necróticos são circundados por 
uma intensa reação leucocitária acompanhada de fibrose, destruindo 
grandes áreas de tecido normal. Os focos granulomatosos são numerosos e 
medem não mais que 1–2cm de diâmetro
As causas mais comuns de mastite estreptocócica em vacas leiteiras são:
Streptococcus agalactia, S. dysgalactiae e S. uberis. Outros estreptococos
que causam esporadicamente mastite em bovinos são: S. bovis, S. pyogenes e
S. pneumoniae.
S. agalactiae é a causa comum de mastite crônica bovina caracterizada por
surtos de atividade inflamatória com períodos intervenientes de quiescência
inflamatória. É um agente que tem como habitat natural a glândula mamária
de vacas e cabras, não sobrevivendo por muito tempo fora das mamas dessas
espécies.
O agente pode ser eliminadoatravésda detecção e segregação das vacas
infectadas, uso de práticas de higiene e infusão intramamária.
Mastite estreptocócica
S. dysgalactiae não depende da glândula mamária para sobreviver na 
natureza. Tem origem ambiental e, portanto não é susceptível à erradicação.
O S. dysgalactiae parece ser oportunista e provoca uma forma aguda e súbita 
de
mastite, que pode ter suas origens num ferimento traumático envolvendo a 
teta. 
A infecção que ocorre com o S. agalactiae é freqüentemente autolimitante, 
não persistindo o agente nas áreas de involução e fibrose.
S. uberis tipicamente causa uma mastite crônica mais branda do que a 
causada por S. agalactiae
03/04/2024
1. Deve-se banhar o úbere com água morna e massageá-
lo delicadamente; secar bem e ordenhar totalmente a
vaca duas vezes ao dia.
2. Fazer uma infusão intramamária, com antibióticos
próprios e em seguida é importante que a infusão seja
massageada de baixo para cima, até atingir o úbere
3. Mastite clínica pode ser tratada com antibióticos
durante a lactação, mas tanto a mastite clínica como a
subclínica podem ser tratadas com antibióticos ao final
da lactação usando a chamada terapia da vaca seca.
Tratamento Prevenção
Patógeno no teto
Resistência 
imunológica
Antibioticoterapia
Controle 
mastite 
contagiosa
Diminuição da contaminação dos tetos
Pré-dipping→ ambiental
Pós-dipping
Linha de ordenha
Novilhas
Vacas que nunca 
tiveram mastite
Vacas curadas
Vacas com mastite
Limpeza da ordenhadeira
http://www.grupoapoiar.com/importancia-da-limpeza-de-equipamento-de-ordenha/
A regulagem dos 
equipamentos 
também é muito 
importante!
Obrigada