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AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA DA 
PERSONALIDADE
Profª Vilciele Damasceno
CRP 22/03337 
PERSONALIDADE
Porque duas pessoas, com as 
mesmas características 
reagem diferente diante da 
mesma situação? 
PERSONALIDADE
Como podemos saber antecipadamente como a 
pessoa provavelmente reagirá diante de um 
evento?
Um conhecimento prévio das características da 
Personalidade poderia predizer os 
comportamentos? 
PERSONALIDADE
... A personalidade permite entender aquilo que distingue as pessoas 
entre si nas suas diversas preferências e ações, o que lhe é singular e 
próprio. (Alchieri, 2007)
... Demarca, define, iguala e representa as 
pessoas em seus comportamentos, 
sentimentos, atos e preferências como 
aspectos comuns entre os demais membros 
de sua espécie. (Alchieri, 2007) 
EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE 
PERSONALIDADE
• Segundo Alchiere (2007) do ponto de vista Psicológico (Século XX)  é 
entendida como um padrão de características inter-relacionadas, 
constante e não consciente que se expressa de forma quase automática. 
 Origem etimológica do grego = 
“Pessoa”
 Referência a máscara usada por atores 
no teatro = “Aparência”. 
EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE 
PERSONALIDADE
• Estudo da Personalidade enfoca em duas tradições históricas: 
1. NOMOTÉTICA
2. IDIOGRÁFICA
 Para Millon (1997)  essas características ou traços emergem de 
uma matriz em que estão presentes nas predisposições biológicas e 
experiências de aprendizagem e, em função delas, organizam-se em 
formas relativamente estáveis (estilos) de pensar, de enfrentar 
situações, perceber, sentir, vincular-se com outras pessoas e, demais 
objetos do mundo cultural. 
• Teoria Nomotética da Personalidade  a personalidade pode ser descrita em 
função do desvio individual em relação a um valor grupal, tem a finalidade de 
formular proposições gerais, e seus autores buscam regularidades ou variações 
permanentes entre distintos grupos de sujeitos. 
 Escalas e Inventários
• Teoria Ideográfica da Personalidade  ênfase no individual e ao peculiar de 
cada indivíduo. Noção mais importante dessa perspectiva:  que toda 
individualidade é resultante da história particular de reações estabelecidas entre 
os aspectos biológicos e os elementos familiar, social e cultural.
 Testes Projetivos e Expressivos
• Técnicas projetivas: com respostas livres, material definido e padronizado, 
embora ambíguo. EX: este de mancha de tinta de Rorschach;
• Teste de completar frases;
• Teste Casa-Árvore-Pessoa (HTP);
• Teste de desenho da família em movimento Hongan;
• Teste de desenho da figura humana.
Técnicas expressivas: configuram situações nas quais há
uma ampla liberdade, tanto de instruções, quanto do
material utilizado.
COMO AVALIAR?
TESTES, ESCALAS E INVENTÁRIOS DE PERSONALIDADE
• As Escalas e Inventários são um tipo de Teste Psicológico. 
• Geralmente baseado na Teoria do traço, objetiva descrever dimensões 
humanas básicas de forma constante e replicável. (Hutz et al, 1998)
 Traços 
 Disposições globais
 Estilos, preferência do sujeito
 Regula reações no comportamento e na 
experiência humana
TENDÊNCIA
ESTILO
PREFERÊNCIA
 PSIOCOLEXICAIS  Análise da Linguagem  Auto-relato.
• APRESENTAÇÃO 
Escala Linkert –
 Atribuição de graus de concordância;
 Controle do viés da desejabilidade social por meio de escalas de controle;
 Dados normativos.
Escolha Forçada –
 Seleção das opções mais convenientes dentre um conjunto de itens;
 Pode contar com o controle do viés da desejabilidade social;
 Pode se verificar padrões – dados ipsativos. 
ESCALAS E INVENTÁRIOS DE PERSONALIDADE
TEORIA FATORIAL DA PERSONALIDADE
• Diferentes propostas teóricas  Teorias Fatoriais meio século de 
avanços metodológicos, teóricos e instrumental na busca de diferentes 
manifestações do comportamento humano. 
• Teorias Fatoriais descritores de expressões comportamentais por meio 
de um número mínimo de fatores.
BIG FIVE OU 
MODELO DOS CINCO GRANDES FATORES (CGF) 
BIG FIVE OU 
MODELO DOS CINCO GRANDES FATORES (CGF) 
• Contrasta ajustamento ou estabilidade emocional ao neuroticismo ou mau ajustamento. 
• Tendência de experimentar afetos negativos, tais como medo, tristeza, vergonha, raiva, culpa e nojo é o 
núcleo do domínio N. 
• Altos escores demonstra propensão a apresentar ideias irracionais, as serem pouco hábeis em controlar 
seus impulsos e a lidar pobremente com o estresse. 
• Resultados baixos em N. são emocionalmente estáveis, normalmente calmos, moderados, tranquilos, 
capazes de enfrentar situações estressantes sem se aborrecer ou se perturbar.
 F1. NEUROTICISMO (N – Neuroticism)
BIG FIVE OU 
MODELO DOS CINCO GRANDES FATORES (CGF) 
• Sociabilidade é um dos traços que compõe o domínio E. Inclui traços de 
assertividade e busca de excitação e estimulação.
• Alto escores em E. são pessoas que tendem a ser alegres e bem dispostas. 
Também fortemente relacionado por ocupação empreendedoras. 
• A introversão deve ser vista como a falta de extroversão.
 F2. EXTROVERSÃO (E – Estraversion)
 F.3 ABERTURA A EXPERIÊNCIA (O – Openness)
 Os elementos “O” trata-se de imaginação ativa, sensibilidade estética, 
atenção aos próprios sentimentos, preferência pela variedade, curiosidade 
intelectual e independência de julgamento .
BIG FIVE OU 
MODELO DOS CINCO GRANDES FATORES (CGF) 
• Dimensão de tendências interpessoais. Trata-se da predisposição a 
sensibilizar-se pela situação dos outros e colocar-se no lugar deles, 
acarretando muitas vezes comportamento de complacência. 
• Tendência em ver o lado cordial como psicologicamente saudável, mas 
esse traço não é vantagem em ambientes específicos. Ex: tribunal. 
 F4. AMABILIDADE (A – Agreeableness)
 F5. CONSCIENCIOSIDADE (C – Conscientiousness)
 Relaciona-se ao controle dos impulsos. Ao longo do desenvolvimento, 
aprende-se a administrar seus desejos. Autocontrole pode se referir a 
processos mais ativos de planejamento, organização e condução de 
tarefas. 
BIG FIVE OU 
MODELO DOS CINCO GRANDES FATORES (CGF) 
• Críticas (Briggs, 1989; Mershon & Gorsuch, 1988) 
avaliações baseada unicamente no modelo CGF eram 
insuficiente para compreensão completa e detalhada da 
personalidade do indivíduo.
• Costa & MacCrae (1992)  desenvolvimento de trinta facetas 
que representam distinções importantes dentro de cada um 
dos cinco fatores. 
 FACETAS DO NEUROTICÍSMO – (N – Neuroticism)
 N1: Ansiedade -
 N2: Raiva/Hostilidade -
 N3: Depressão -
 N4: Embaraço/Constrangimento –
 N5: Impulsividade -
 N6: Vulnerabilidade -
 FACETAS DE EXTROVERSÃO – (E – Extraversion)
 E1: Acolhimento –
 E2: Gregarismo -
 E3: Assertividade -
 E4: Atividade –
 E5: Busca de Sensações -
 E6: Emoções Positivas -
 FACETAS DE ABERTURA – (O – Openness)
 O1: Fantasia –
 O2: Estética -
 O3: Sentimentos –
 O4: Ações Variadas –
 O5: Ideias -
 O6: Valores -
 FACETAS DE AMABILIDADE – (A – Agreeableness)
 A1: Confiança –
 A2: Franqueza -
 A3: Altruísmo -
 A4: Complacência –
 A5: Modéstia -
 A6: Sensibilidade -
 FACETAS DE CONSIENCIOSIDADE – (C– Consciencitiousness)
 C1: Competência -
 C2: Ordem -
 C3: Senso de Dever -
 C4: Esforço por realizações -
 C5: Autodisciplina -
 C6: Ponderação -
ESCALAS/INVENTÁRIOS DE PERSONALIDADE - (ADULTO)
NEO-PI-R e NEO-FFI-R – Inventário de Personalidade Neo Revisado
BFP – Bateria Fatorial de Personalidade 
IFP-II – Inventário Fatorial de Personalidade
CPS – Escala de Personalidade de Comrey
ESCALAS/INVENTÁRIOS DE PERSONALIDADE -
(INFANTIL/ADOLESCENTE)
EPQ-J – Escala de Personalidade para Criança e Adoescentes
ETPC – Escala de Traços de Personalidade para Criança 
EAC-IJ – Escala de Autoconceito Intanto-Juvenil
EFAC & EMAC – Escala Feminina e Masculina de Autocontrole
• Agressividade – traço de personalidade  estudos desde 1930. 
estudos consideram fatores biológicos, psicológicos e social que 
influenciariam o comportamento agressivo. 
• Estudos atuaisagressividade é inato ao ser humano?
agressividade é controlável ?
o controle pode ser aprendido?
ESCALAS/INVENTÁRIOS 
 AVALIAÇÃO DA AGRESSIVIDADE E DA RAIVA
EATA – Escala para Avaliação de Tendência à Agressividade 
EDITORA PEARSON
STAXI-II – inventário de Expressão de Raiva como Estado e Traço
VETOR EDITORA
ESCALAS/INVENTÁRIOS 
• Impulsividade segundo Moeller, et all (2001) in: Rueda & Ávila-Batista (2012). . 
...uma propensão a reações rápidas e não planejadas a partir de estímulos externos e 
internos, sem que sejam levas em consideração as consequências negativas que 
podem decorrer das ações para própria pessoa ou para outras.
• No CGF, segundo McCrae e Costa (1990) in: Rueda & Ávila-Batista (2012).
postulam que existem três domínios que revelam aspectos da impulsividade:
1. Baixo autocontrole – Neuroticismo
2. Autodisciplina e deliberação – Consienciosidade
3. Busca de excitação – Extroversão.
 AVALIAÇÃO DA IMPULSIVIDADE
EsAvI-A e B – Escala de Avaliação da Impulsividade Formas A e B 
VETOR EDITORA
AVALIAÇÃO DOS PILARES DE RESILIÊNCIA
• Resiliência consiste na capacidade dos seres humanos de superar as 
adversidades da vida e, além disso, saírem fortalecidos após uma situação-
problema. (Melillo, 2008)
EPR – Escala dos Pilares de Resiliência
VETOR EDITORA
 Aceitação Positiva da Mudança (APM)
 Autoconfiança (AC)
 Autoeficácia (AE)
 Bom Humor (BH)
 Controle Emocional (CE)
 Empatia (E)
 Independência (I)
 Orientação Positiva para o Futuro (OPF)
 Reflexão (R)
 Sociabilidade (S)
 Valores Positivos (VP)
TEORIA TIPOLÓGICA
• Conhecido por avaliar a personalidade segundo os tipos 
psicológicos de Jung.
• Isso é feito através das escolhas situacionais que cada sujeito faz. 
Sua tipologia não é um fim em si mesmo, mas está intimamente 
ligada às concepções de homem e mundo desenvolvidas por Jung 
em sua teoria da personalidade. 
• Para que haja um melhor aproveitamento desse sistema tipológico, 
por parte de quem a utiliza, é necessário se ter conhecimento da 
psique à luz da teoria analítica.
TEORIA TIPOLÓGICA
• Os tipos Junguianos Jung escreveu em 1921 o importante livro "Tipos 
Psicológicos", que na época foi fruto de mais de 20 anos de observação e de 
exercício da Medicina Psiquiátrica e da Psicologia Prática. 
• Ele distinguiu duas formas de atitudes: 
 a pessoa que prefere focar a sua atenção no mundo externo de fatos e 
pessoas (Tipo denominado de Extrovertido, do latin extra + Vertere = “virar” 
para fora; que se expande). 
 a pessoa que prefere focar a sua atenção e no mundo interno de 
representações e impressões psíquicas (Tipo denominado de Introvertido, de 
introverter; voltado para dentro, absorto).
TEORIA TIPOLÓGICA
• Além dos dois tipos de atitude, Jung verificou que havia uma diferença entre 
as pessoas de um mesmo grupo, ou seja, um introvertido poderia diferir muito 
de outro introvertido. 
• A pessoa não é o tempo todo um tipo ou outro. 
• Ao lado das atitudes Jung estabeleceu também as funções psíquicas que 
juntas constituem os Tipos Psicológicos. 
• Jung distinguiu quatro funções psíquicas: 
 Sensação, Intuição, 
 Pensamento e Sentimento. 
 Existem duas maneiras através das quais percebemos as coisas - Sensação e 
Intuição.
 Existem outras duas, que usamos para julgarmos os fatos- Pensamento e 
Sentimento.
QUATI – Questionário de Avaliação Tipológica 
VETOR EDITORA
TESTE GRÁFICO E EXPRESSIVO
• Avalia características estruturais e reacionais de personalidade. A tarefa a 
ser realizada pelo avaliado consiste na reprodução de alguns traços.
• Teste Psicológico Gráfico e Expressivo permite inferir aspectos da 
personalidade, variações do estado emocional/humoral e aspectos 
atitudinais.
PMK– PSICODIAGNÓSTICO MICIONÉTICO
PALOGRÁFICO – TESTE PALOGRÁFICO NA AVALIAÇÃO DA 
PERSONALIDADE
PMK - PSICODIAGNÓSTICO 
MICIONETICO
• Os resultados quantitativos mensuráveis no PMK permitem a avaliação de seis 
fatores da personalidade: 
• Tônus Vital (Elação ou Depressão); 
• Agressividade (Hetero ou Autoagressividade); 
• Reação Vivencial (Extra ou Intratensão); 
• Emotividade; Dimensão Tensional (Excitação ou inibição) 
• Predomínio Tensional (Impulsividade ou Rigidez).
• O teste pode ser utilizado em diferentes áreas de atuação do psicólogo como a 
Clínica, a Organizacional (Corporativa) e nas avaliações psicológicas para os mais 
diversos fins tais como: seleção de pessoal, obtenção da Carteira Nacional de 
Habilitação (CNH), porte de arma e psicodiagnósticos em geral.
• CORREÇÃO ATRAVÉS DO SKIM
TESTE PALOGRÁFICO
• Trata-se de um teste que avalia a personalidade 
por meio do comportamento expressivo. Sua 
aplicação é muito simples e rápida, mas sua 
avaliação e interpretação exigem um certo grau 
de preparação e experiência do psicólogo com a 
técnica. 
• O Teste Palográfico foi criado por Salvador Escala 
Milá, na Espanha. No Brasil, sua divulgação e seu 
desenvolvimento foram realizados, sobretudo, 
por Agostinho Minicucci. O Exame Palográfico é 
um instrumento ou teste expressivo de 
personalidade.
• A correção é realizada pela avaliação 
quantitativa e qualitativa, com base nos traços 
realizados.
CORREÇÃO ATRAVÉS DO SKIP
TESTES PROJETIVOS
• Concebido para revelar emoções 
escondidas e conflitos internos através de 
respostas de um sujeito a estímulos 
ambíguos. Em vez de ser marcado com um 
padrão universal como em um teste de 
personalidade objetivo, o conteúdo de 
testes projetivos de personalidade 
são analisados por significado.
• Francis Galton é a pessoa que inventou os 
testes projetivos de personalidade. Sua 
primeira experiência foi realizada em 1897 
e consistia em escolher uma seleção de 
palavras e deixar sua mente associar 
livremente. 
O teste da mancha de tinta 
Rorschach, onde os indivíduos 
são solicitados a descrever o que 
vêem nas imagens ambíguas, é o 
teste de personalidade 
projetivo mais conhecido
TESTES PROJETIVOS
Z- TEST 
ZULLIGER NO SISTEMA COMPREENSIVO
TESTE DE APERCEPÇÃO TEMÁTICA 
TAT / SAT / CAT-A / CAT-H
PFISTER – ADULTO / INFANTIL-ADOLESCENTE
R-PAS – SISTEMA DE AVALIAÇÃO POR 
PERFORMANCE NO RORSCHACH
Z- TEST – COLETIVO E INDIVIDUAL 
H. T. P – HOUSE-TREE-PERSON
TESTE DE APERCEPÇÃO TEMÁTICA 
TAT / SAT / CAT-A / CAT-H
• Considerado uma técnica projetiva que consiste em apresentar uma série de 
pranchas, selecionadas pelo examinador, ao sujeito e este deverá contar uma 
história sobre cada uma das pranchas. 
• As histórias obtidas com frequência revelam componentes importantes da 
personalidade, que são decorrentes de duas tendências psicológicas segundo a 
teoria de Murray. 
 A primeira é a tendência das pessoas para interpretar uma situação humana 
ambígua baseando-se em suas experiências passadas e em seus anseios 
presentes. 
 A segunda é a inclinação das pessoas que escrevem histórias para agir de igual 
maneira para utilizar os acervos de suas experiências e expressar seus 
sentimentos e necessidades conscientes e inconscientes.
 TAT  ADULTO
 SAT  IDOSO
 CAT-A  CRIANÇA
 CAT-H  CRIANÇA
TESTE DE RORSCHACH
• Popularmente conhecido como "teste do borrão 
de tinta" é uma técnica de avaliação 
psicológica pictórica, comumente denominada 
de teste projetivo, ou mais recentemente de 
método de autoexpressão. 
• Foi desenvolvido pelo psiquiatra e Psicanalista 
suíço Hermann Rorscharch. O teste consiste em 
dar respostas sobre com o que se parecem as dez 
pranchas com manchas de tinta simétricas. A 
partir das respostas, procura-se obter um quadro 
amplo da dinâmica psicológica do indivíduo. O 
teste de Rorschach é amplamente utilizado em 
vários países.
• As pranchas do teste, desenvolvidas por 
Rorschach, são sempre as mesmas. No entanto, 
para a codificação e a interpretação das 
informações, diferentes sistemas são utilizados.
TÉCNICA ZULLIGER -
• Paralelamente ao "Teste de Rorschach" propriamente dito, Rorschach desenvolveu 
em 1921 juntamente com Hans Behn-Eschenburg uma segunda série de pranchasque ficou conhecida como Behn-Rorschach ou simplesmente Be-Ro-Teste. 
• Hans Zulliger publicou em 1948 um teste semelhante, mas em forma de slides a 
serem projetados na parede, chamado Teste Z. Esse teste, originalmente pensado 
como um teste para grupos, foi posteriormente editado em pranchas e utilizado 
como uma forma breve do teste de Rorschach, com apenas três pranchas.
• Os testes baseado na Técnica Zulliger avalia os construtos psicológicos básicos: 
• capacidade de desempenho, 
• objetividade, 
• ansiedade, 
• depressão, 
• controle geral e emocional, 
• funcionamento do pensamento lógico,
• integração humana 
• outros aspectos da personalidade.
As Pirâmides Coloridas de PFISTER
• O Teste das Pirâmides Coloridas de Pfisterf foi criado na década de cinquenta por 
Max Pfister. É um instrumento projetivo de avaliação de personalidade que é de 
fácil aplicação e pode ser usado independente da idade ou nível de escolaridade. 
O teste faz uso das cores como um meio de investigação da personalidade.
• O Teste Pfister contém um jogo de três cartões com esquemas de uma pirâmide 
subdividida em 15 quadrados e um jogo de 50 quadrículos coloridos divididos em 
24 tonalidades. A tarefa do sujeito é montar as pirâmides, uma a uma, com os 
quadrículos coloridos. É analisada a freqüência das cores usadas, bem como a 
forma em que o sujeito distribuiu os quadrículos pela pirâmide.
• As cores e a maneira como o indivíduo as dispõem na pirâmide diz muito sobre 
como este se posiciona emocionalmente no ambiente, como expressa suas 
emoções em relação às outras pessoas. Atualmente, o Teste das Pirâmides 
Coloridas proposto por Max Pfister tem sido revalidado e atualizado pela mesma 
autora Anna Elisa de Villemor Amaral.
H. T. P CASA-ÁRVORE-PESSOA
• Para realizar este teste solicita ao avaliando 
que desenhe em uma folha em branco uma 
casa, uma árvore e uma pessoa. Por isso as 
siglas em inglês são: HTP, ou seja, House
(casa), Tree (árvore) e Person (pessoa).
• Este teste tem como objetivo mostrar quais 
são os conflitos mais comuns e, ao mesmo 
tempo, mais “escondidos” dentro de nós.
• Além disso, graça aos desenhos desses 
simples objetos cotidianos é possível analisar 
os elementos da personalidade da pessoa. 
Embora não se perceba, ao desenhar uma 
casa, uma árvore e uma pessoa a pessoa traz 
à tona elementos que estão guardados no 
nosso inconsciente por vários motivos.
• APLICAÇÃO MONOCROMÁTICA E 
POLICROMÁTICA
INTERPRETAÇÃO
Por intermédio da avaliação, os psicólogos buscam 
informações que os ajudem a responder questões sobre 
o funcionamento psicológico das pessoas e suas 
implicações. Como o comportamento humano é 
resultado de uma complexa teia de dimensões inter-
relacionadas que interagem para produzi-lo, é 
praticamente impossível entender e considerar todas as 
nuances e relações a ponto de prevê-lo 
deterministicamente. As avaliações têm um limite em 
relação ao que é possível entender e prever. Entretanto, 
avaliações calcadas em métodos cientificamente 
sustentados chegam a respostas muito mais confiáveis 
que opiniões leigas no assunto ou o puro acaso.
(CFP-Cartilha Avaliação Psicológica, 2007)
Referências
ALCHIERI, J. C. (Org). Avaliação Psicológica: perspectivas e contextos. São Paulo: Vetor Editora, 2007. 
EATA – Escala para Avaliação de Tendência à Agressividade. Fermino Fernandes Sisto. São Paulo: Pearson Editora, 2012. (Coleção EATA, 
Manual).
EsAvI-A e EsAvI-B – Escala de Avaliação da Impulsividade Formas A e B. Fabian Javier Marin Rueda, Ana Cristina Ávila-Batista. (Coleção 
EsAvI-A e EsAvI-B, V.1).
JUNG, Carl Gustav. Obras completas de CG. Jung. fundamentos de psicologia analítica.14 Ed. Petrópoles: Vozes, 
NEO-PI-R. Inventário de Personalidade Neo revisado; e Inventário de cinco fatores Neo revisado NEO-FFI-R (versão curta)/ Paul T. 
Costa Júnior, Robert R. MacCrae – São Paulo: Vetor Editora, 2010. (Coleção NEO-PI-R e NEO-FFI-R, V. 1).
PASQUALI, L. TEP – Técnicas de Exame Psicológico: Os Fundamentos. 2ª ed. São Paulo: Vetor Editora, 2016.
QUATI. Questionário de Avaliação Tipológica (Versão II) 5ª Zacarias José J. de Moraes. São Paulo: Vetor Editora, (Coleção QUATI, V. 1).
STAXI-2 - Inventário de Expressão de Raiva como Estado e Traço. Charles D. Spielberger, PhD. São Paulo: Vetor Editora (Coleção Staxi-2, 
V.1). 
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA – CFP. Cartilha Avaliação Psicológica. Brasília, 2007. Disponível em: http://site.cfp.org.br/wp-
content/uploads/2013/05/Cartilha-Avalia%C3%A7%C3%A3o-Psicol%C3%B3gica.pdf Acesso em: 10/02/2017.
http://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/2013/05/Cartilha-Avalia%C3%A7%C3%A3o-Psicol%C3%B3gica.pdf

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