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DOENÇA HEPÁTICA
ALCOÓLICA
CASO 5
Alunos01
02
03
04
05
Alunos Analis maximiano
Mariana Valeriano
Mileny Contini
Murilo D’Angelo
Waleska Krishna 
AchadosAchados Na doença hepática alcoólica, os níveis
séricos de AST tendem a ser mais elevados
que os de ALT. Esse achado pode ser
particularmente útil em caso de etilismo
oculto
EtiologiaEtiologia
O consumo crônico e excessivo de
álcool é a principal causa da
doença hepática alcoólica. O
álcool é metabolizado no fígado, e
seus metabólitos tóxicos (como o
acetaldeído) causam danos aos
hepatócitos.
Fisiopatogenia
Metabolismo oxidativo do etanol em hepatócitos. No citosol e nos peroxissomos, o etanol é metabolizado a
acetaldeído por ação das enzimas álcool desidrogenase (ADH) e catalase, respectivamente. No retículo
endoplasmático liso e pela via MEOS (sistema microssomal de oxidação do etanol), por ação do CYP2E1 e utilizando
oxigênio molecular, é gerado o radical hidroxietil (radical livre), que, ao transferir o elétron desemparelhado,
transforma-se também em acetaldeído. Portanto, o produto dessas três vias é o acetaldeído. Este, produzido no
citosol, é transferido para as mitocôndrias, onde é oxidado pela enzima acetaldeído desidrogenase (ALDH), gerando
acetil-CoA, que entra no ciclo de Krebs ou é utilizado na síntese de ácidos graxos.
FisiopatogeniaFisiopatogenia
O metabolismo do etanol no fígado pelo CYP2E1
produz ERO, que causam peroxidação lipídica
das membranas dos hepatócitos. O álcool
também provoca a liberação de endotoxina
(lipopolissacarídeo) de bactérias gram-
negativas na flora intestinal, o que estimula a
produção do fator de necrose tumoral (TNF) e
outras citocinas de macrófagos e células de
Kupffer, levando à lesão hepática.
Tendências em
Ascensão
Indução de CYP2E1
2
Na formação do acetaldeído (pela ADH) e sua
oxidação pela ADLH, é consumido NAD e gerado
NADH (aumento da relação NADPH/NADP). NAD é
necessário para a oxidação de ácidos graxos e
para a conversão do lactato em piruvato. Com
diminuição do NAD, surgem esteatose (acúmulo
de lipídeos) e acidose lática
Excesso de
Acetaldeído 
Reducao de NAD
A oxidação do álcool pela álcool
desidrogenase provoca a redução de NAD a
NADH, com consequente diminuição da NAD
e aumento da NADH. 
A NAD é necessária para a oxidação de
ácidos graxos no fígado e para a conversão
de lactato em piruvato.
 Sua deficiência é a principal causa do
acúmulo de gordura no fígado dos
alcoólatras. O aumento da razão NADH/NAD
em alcoólatras também causa acidose
láctica
Fenômenos microFenômenos Micro
 Uma mistura de pequenas e grandes gotículas de lipídios (observadas como vacúolos claros) é mais proeminente
ao redor da veia central, estendendo-se para fora até os tratos portais. Observa-se a presença de alguma fibrose
(coloração azul) em um padrão em tela de arame perissinusoidal.
Fenômenos microFenômenos Micro
A. Hepatite alcoólica com células inflamatórias agrupadas marcando o local de um hepatócito necrótico. Observa-se a
presença de corpúsculo de Mallory em outro hepatócito (seta). 
B. Hepatite alcoólica com muitos hepatócitos balonizados (cabeças de setas).
Fenômenos Macro
Fenômenos microFenômenos Micro
Fenômenos Macro
Cirrose alcoólica. A. A nodularidade difusa
característica da superfície é induzida pela
cicatrização fibrosa subjacente. O tamanho
médio dos nódulos é de 3 mm nessa vista
ampliada, típico da cirrose “micronodular” da
doença hepática alcoólica. A coloração
esverdeada é causada pela colestase. B. Do
ponto de visto microscópico, essa cirrose
caracteriza-se por pequenos nódulos envolvidos
por tecido fibroso de coloração azul; o acúmulo
de gordura não é mais observado nesse estágio
de “exaustão” (coloração: tricrômico de Masson).
OBRIGADO

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