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INSTRUMENTOS PARA MEDIÇÃO DE VAZÃO EM CURSOS D’ÁGUA NATURAIS E EM CANAIS CONSTRUÍDOS VERTEDORES ou VERTEDOUROS São, também, instrumentos hidráulicos utilizados para medir vazão em cursos d’água naturais e em canais construídos. VERTEDORES - NOMENCLATURA Crista ou Soleira: superfície por onde a água extravasa Face: Presente nos vertedores com contrações laterais Régua para medição da carga hidráulica VERTEDORES - DEFINIÇÃO Os vertedores podem ser definidos como paredes, diques ou aberturas sobre as quais um líquido escoa. O termo aplica-se também aos extravasores de represas (já vimos na aula 4). Os VERTEDORES devem ser construídos com forma geométrica definida e seu estudo é feito considerando-os como orifícios sem a parte superior. VERTEDORES - EXEMPLO Exemplo de vertedor em chapa metálica, usado em instalações para tratamento de água. Fonte: www.jinox.com.br/vertedouros9.asp VERTEDORES - CLASSIFICAÇÃO Muitos fatores podem servir de base para a classificação dos vertedores. Exemplos: Quanto à forma: •Simples (retangulares, trapezoidais, triangulares); •Compostos (seções combinadas – duas ou mais formas geométricas). CLASSIFICAÇÕES DE VERTEDORES ❖Geometria Retangular, Triangular, Trapezoidal, Circular, Parabólico. ❖Altura Relativa da Soleira Descarga Livre ou Descarga Submersa ❖Parede Parede Delgada ou Parede Espessa ❖ Largura Relativa da Soleira Sem Contração Lateral Com Contração Lateral h3/2e 'PP 'PP bL Descarga Livre ou Descarga Submersa???? MUITO CUIDADO!!!!! À esquerda na figura, vê-se um vertedor de forma simples (retangular) utilizado para medir grandes vazões. À direita há um vertedor de seção composta (retangular na parte superior e triangular em baixo). A forma triangular é apropriada para medir vazões pequenas com precisão. CLASSIFICAÇÃO DOS VERTEDORES: FORMA Quanto ao tipo da soleira ou crista: • Soleira delgada (chapa metálica ou madeira chanfrada); • Soleira espessa (alvenaria de pedras ou tijolos e concreto) CLASSIFICAÇÃO DOS VERTEDORES: TIPO DA SOLEIRA CLASSIFICAÇÃO DOS VERTEDORES: SOLEIRA DELGADA Soleira chanfrada para que a lâmina vertente a toque num só ponto. Fundo do canal Lâmina vertente (também denominada veia líquida) CLASSIFICAÇÃO DOS VERTEDORES: SOLEIRA DELGADA Vertedor triangular de soleira delgada CLASSIFICAÇÃO DOS VERTEDORES: SOLEIRA ESPESSA Condição: e > 0,66 H e H Soleira ❑ Quanto à largura relativa da soleira: • Vertedores sem contrações laterais; • Vertedores com uma contração lateral; • vertedores com duas contrações laterais. CLASSIFICAÇÃO DOS VERTEDORES: LARGURA RELATIVA CLASSIFICAÇÃO DOS VERTEDORES: LARGURA RELATIVA Vertedor retangular com duas contrações laterais Vertedor sem contrações laterais CLASSIFICAÇÃO DOS VERTEDORES: ALTURA RELATIVA DA SOLEIRA •Vertedores Livres (p > p’); •Vertedores afogados (pdenominado de Calha Parshall. CALHA PARSHALL O princípio de funcionamento é semelhante ao do tubo de Venturi, o fluido é tranquilizado em sua seção convergente, evitando os efeitos da velocidade e eliminando as necessidades de bacias de tranquilização. A instalação é fácil e de baixo custo. O equipamento atua com precisão de +/- 3%, sendo disponível em modelos que variam de 1” a 144”, adaptáveis a vazões de trabalho de 0,40 a 815,60 m³/H. CALHA PARSHALL CALHA PARSHALL ✓ A vazão é determinada a partir da leitura da elevação do nível d’água, em uma escala ou régua, colocada na secção convergente do canal; ✓A principal vantagem das calhas Parshall é que existe uma relação direta e conhecida, ou facilmente calibrável, entre a vazão e a cota; ✓Devem ser usados em canais que não se dispõe de altura suficiente para instalação de um vertedor de parede delgada, observando que o fundo do canal de saída deve estar situado em um nível inferior ao do canal de entrada da calha Parshall, com o fim de assegurar que esta não trabalhe no regime de fluxo submerso; ✓A calha Parshall não sofre influência de líquidos contendo materiais em suspensão e por isso é recomendada para essa condição; FUNDAMENTOS DA FLUIDOSTÁTICA (ENTENDIMENTO DO FUNCIONAMENTO DO TUBO DE PITOT E TUBO DE VENTURI) Seja um recipiente de vidro transparente cheio de líquido com peso específico e, imerso nele, um cilindro imaginário, de área A e de altura h, a partir da superfície líquida (Figura). Podemos, então, calcular o peso W do cilindro da seguinte forma: W = V , onde: W = Peso do cilindro; = peso específico do líquido; V = Volume do cilindro. Como V = Ah, então: Relação entre pressão e altura de fluido : LEI DE STEVIN Figura 1 – O conceito de pressão Mas...Definimos pressão como sendo a relação entre a força F e a área A sobre a qual ela é aplicada, então: 𝒑 = 𝑭 𝑨 Como: F = W = Ah então: 𝒑 = 𝜸𝒉 → 𝑷 𝜸 = 𝒉 → 𝑳𝑬𝑰 𝑫𝑬 𝑺𝑻𝑬𝑽𝑰𝑵 𝑝 = 𝛾𝐴ℎ 𝐴 → EXEMPLO: Medindo a pressão atmosférica O barômetro de Torricelli, também, é um exemplo da utilização da Lei de Stevin. Ele nos dá a altura da pressão atmosférica local em coluna de mercúrio e, dependendo do sistema de unidades que estamos utilizando, transformamos a Patm. Por exemplo, ao nível do mar a Patm=760mmHg. Se quisermos transformar para metros de coluna d’água, fazemos o seguinte: P= h, então, como Hg=13600 kgf/m3 e h=0,760m, Tem-se: P=13600 kgf/m3 x 0,760m P=10336,00 kgf/m2 Mas, queremos a pressão em em m.c.a, então: P= h h=P/ da água = 1000 kgf/m3, então: h= 10336,00 kgf/m2/1000 kgf/m3 h=10,336 m.c.a. EXEMPLO: Diagramas de Pressões O diagrama de pressões é a representação gráfica das pressões atuantes sobre determinada superfície, devendo ser efetuada em escala que mostre a realidade dos processos. Todo diagrama de pressão obedece a Lei de Stevin: P=h Diagrama de pressões num reservatório Diagrama de pressões numa piscina Retirado de Vianna, 2009 EQUAÇÃO DE BERNOULLI PARA FLUIDOS IDEAIS EQUAÇÃO DE BERNOULLI PARA FLUIDOS IDEAIS Sistema de tubulação conduzindo um fluido Em qualquer seção do sistema estamos interessados na pressão, velocidade e elevação do fluido z DATUM Equação de Bernoulli deduzida a partir da equação de conservação da energia. Em uma massa fluida em movimento, admitindo-se que o atrito seja desprezível, a energia total no sistema não se altera. Considere uma porção fluida, de massa específica , escoando dentro de uma tubulação. Ela terá certa velocidade U, determinada pressão p, e estará localizada a uma altura z, acima de um datum (plano de referência). Pode-se, então, considerar três formas de energia, para o escoamento em tubulações: energia cinética, energia potencial e energia de pressão. A Energia Cinética é a energia devido à velocidade do fluido, dada por: 2 2 1 mUEc = ou, por unidade de peso ( mgW = ), tem-se: g U Ec 2 2 = A Energia Potencial é a energia devida à elevação do fluido, acima do datum, escrita da seguinte forma. mgzEP = ou, por unidade de peso ( mgW = ), tem-se: 𝐸𝑃 = 𝑧 A Energia de Pressão, denominada, ainda, por energia de escoamento ou trabalho de fluxo, é a quantidade necessária de trabalho para que a porção fluida percorra determinada extensão da tubulação contra a pressão p. A soma de todas as energias por unidade de peso é denominada energia total por unidade de peso (H). Pelo princípio da conservação da energia, a energia total não muda no sistema. Desta forma, a equação de Bernoulli para Fluidos Ideais pode ser escrita: 𝑧 + 𝑝 𝛾 + 𝑈2 2𝑔 = 𝐻=Constante 𝐸𝐹 = 𝑝 𝑚 𝜌 ou, por unidade de peso ( mgW = ) : 𝐸𝐹 = 𝑝 1 𝜌𝑔 = 𝑝 𝛾 EPr= EPr Cada termo da equação de Bernoulli é o resultado da divisão da expressão referente à energia pelo peso do elemento do fluido. Isso significa que esse resultado representa a energia possuída pelo fluido por unidade de peso de fluido que escoa no sistema e cada termo exprime uma forma de energia por unidade de peso ou carga, assim denominadas: 𝑧= carga de posição ou altimétrica 𝑝 𝛾 = carga de pressão ou piezométrica 𝑈2 2𝑔 = carga de velocidade ou carga cinética ou taquicarga. No SI (Sistema Internacional), as unidades da equação de Bernoulli são (N.m)/N. Como a unidade de peso (N) pode ser eliminada permanecendo somente a unidade de comprimento (m), os componentes da equação representam também alturas, denominadas alturas acima do nível de referência. A soma destes três termos alcançará a cota do plano de carga efetiva. Se os três termos da equação de Bernoulli têm a dimensão de comprimento, pode-se representar geometricamente essa equação. Tubo de Pitot Tubo de Pitot TUBO PITOT Tubo de Pitot Exercício: Qual o valor de Dh na Figura ao lado, admitindo-se valor da velocidade ser médio? Dh=U2/2g Dh=22/2g Dh=0,204m Tubo Pitot Dh Tubo Pitot Monitoramento nos tipos de escoamento Velocidade média Medindo a vazão de um rio Seção batimétrica e leitura de velocidades Micro-molinete Para determinar a vazão numa dada seção transversal de um rio, procede-se da seguinte forma: • Seleciona-se algumas verticais na seção, linhas traço-ponto da Figura e, a partir da medição pontual da velocidade obtém-se a velocidade média em cada vertical. • Conhecidas, então, para uma dada vazão, as velocidades médias nas verticais de medição e as áreas parcelares da seção delimitadas por linhas a meia distância entre verticais, calcula-se a vazão e a velocidade média. Medindo a vazão de um rio Exemplo: Determine a vazão e a velocidade média do rio na seção batimétrica apresentada na Figura. Solução: σ𝒊=𝟏 𝟔 𝑨𝒊 𝑼𝒊 = 𝑸 =7,2 x 0,32 + 18,2 x 0,55 + 25,0 x 0,71+25,3x0,82+ 19,5x0,65+ 9,8 x 0,41 σ𝒊=𝟏 𝟔 𝑨𝒊 𝑼𝒊= Q= 67,503 m3/s Mas, Então U= σ𝒊=𝟏 𝟔 𝑨𝒊 𝑼𝒊/ (Atotal)= 67,503/(7,2+18,2+25+25,3+19,5+9,8) U= 0,643m/s U= Q A Medidor Venturi O tubo de Venturi, mostrado na figura, tem a função de causar um diferencial de pressão (Δp) dentro do sistema, a partir de um determinado ponto a montante e outro a jusante do estrangulamento. O estrangulamento provoca o aumento de velocidade do fluido e, consequente redução da pressão, logo após sua passagem pelo estrangulamento, de acordo com o princípio de conservação de energia expresso na equação de Bernoulli e na equação de continuidade. Medidor Venturi 21 22 21 2 . 21 hhg AA AA Q − − = 21 hhCQ −= Aplicando-se a equação de Bernoulli entre os pontos 1 e 2, tem-se: z1 + p1/ + U1 2/2g = z2 + p2/ + U2 2/2g Mas, os dois pontos estão no eixo da tubulação, então Z1=Z2=0 0 + h1 + (Q/A1) 2/2g = 0 + h2 + (Q/A2) 2/2g Rearranjando os termos , tem-se a equação : Medidor Venturi Essa equação nos fornece a VAZÃO TEÓRICA , pois não leva em conta a dissipação de energia que ocorre no medidor. Os fabricantes corrigem esse valor, através de experimentos e fornecem o valor de C (determinadoexperimentalmente), tendo-se que se aplicar a seguinte equação: Medidor Venturi Exercício: Determine a vazão teórica de água, no medidor Venturi da Figura. Solução: Man.1= 0,15 MPa Man.1=150000 Pa Man.1=150000N/m2 Pela lei de Stevin P=h água=9810N/m3, então: h=P/ h=150000N/m2/9810 N/m3 h1=15,30m Man.2= 0,3kgf/cm2=0,3 x 104 = 3000 kgf/m2 h= (3000 kgf/m2)/(1000kgf/m3) h2=3m 21 22 21 2 . 21 hhg AA AA Q − − = A1 = D2/4 A1= 0,302/4 A1=0,0707m2 A12=0,0050m4 A2 = D2/4 A1= 0,202/4 A2=0,0314m2 A22=0,0010m4 A12-A22=0,005-0,001=0,004m4 h1-h2=15,3 – 3 h=12,3m Q= [(0,0707 x0,0314/(0,004)0,5 ] x [(2x9,81)0,5] x(12,3 0,5) Q=0,540m3/s RESOLUÇÃO 1ª AVALIAÇÃO/EXERCÍCIOS QUESTÃO 1 (valor 30 pontos) Uma barragem de regularização abastece um projeto de irrigação. No entanto, ao longo de sua vida útil, ocorreram várias falhas. Preencha o Quadro 1 e verifique se durante o período de 1970 e 1971, esse reservatório atendeu a demanda de regularização de 55 m3/s. a) Elabore, ainda, a curva de permanência da amostra da afluência (em forma de tabela e gráfico), indicando a Q95 e a Q40, preenchendo o Quadro 2 e o quadriculado da Figura 1. Vazões médias mensais afluentes Ano Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 1970 106,4 142,1 65,3 40,2 32,5 28,2 24,7 21,2 33,6 26,3 24,8 30,9 1971 53,9 45,0 70,5 36,8 28,4 23,7 20,7 19,9 18,7 23,2 22,8 64,6 Dados sobre a barragem e características do reservatório: Cota da crista do vertedouro: 840,00m Cota da tomada d’água para a válvula dispersora do canal de irrigação: 780,00m. A válvula dispersora funciona de 6 horas até 18 horas e de março a outubro. Considere Evaporação média mensal do Tanque Classe A=110mm (constante) Equação do Vertedouro: Q=25,15 H1,5 Curva Cota-Área-Volume do Reservatório Cota (m) Área (km2) Volume (hm³) 772,00 0,00 0,00 775,00 0,94 0,94 780,00 2,39 8,97 785,00 4,71 26,40 790,00 8,15 58,16 795,00 12,84 110,19 800,00 19,88 191,30 805,00 29,70 314,39 810,00 43,58 496,50 815,00 58,01 749,62 820,00 74,23 1.079,39 825,00 92,29 1.494,88 830,00 113,89 2.009,38 835,00 139,59 2.642,00 840,00 164,59 3.401,09 845,00 191,44 4.289,81 Volume Evap. Q Regulrizada Situação Inicial (hm3) (hm3) (vertendo?) (hm3) Sim ou Não? Q=25,15 H1,5 Cota (m) Área (km 2 ) Volume (hm³) jan/70 106,4 3.401,09 18,10 0 3658,77 Sim 257,68 99,42 2,50 842,5 772 0 0 fev/70 142,1 3401,09 18,10 0 3751,31 Sim 350,22 135,12 3,07 843,07 775 0,94 0,94 mar/70 65,3 3401,09 18,10 71,28 3480,96 Sim 79,87 30,82 1,15 841,14 780 2,39 8,97 abr/70 40,2 3401,09 18,10 71,28 3415,90 Sim 14,81 5,72 0,37 840,37 785 4,71 26,4 mai/70 32,5 3401,09 18,10 71,28 3395,95 Não 0,00 0,00 0,00 839,97 790 8,15 58,16 jun/70 28,2 3395,93 18,09 71,28 3379,66 Não 0,00 0,00 0,00 839,86 795 12,84 110,19 jul/70 24,7 3379,66 18,03 71,28 3354,38 Não 0,00 0,00 0,00 839,69 800 19,88 191,3 ago/70 21,2 3354,38 17,94 71,28 3320,11 Não 0,00 0,00 0,00 839,47 805 29,7 314,39 set/70 33,6 3320,11 17,81 71,28 3318,11 Não 0,00 0,00 0,00 839,45 810 43,58 496,5 out/70 26,3 3318,11 17,80 71,28 3297,20 Não 0,00 0,00 0,00 839,32 815 58,01 749,62 nov/70 24,8 3297,20 17,73 0 3343,75 Não 0,00 0,00 0,00 839,62 820 74,23 1.079,39 dez/70 30,9 3343,75 17,90 0 3405,95 sim 4,86 1,87 0,18 840,18 825 92,29 1.494,88 jan/71 53,9 3401,09 18,10 0 3522,69 sim 121,60 46,92 1,52 841,52 830 113,89 2.009,38 fev/71 45 3401,09 18,10 0 3499,63 sim 98,54 38,02 1,32 841,32 835 139,59 2.642,00 mar/71 70,5 3401,09 18,10 71,28 3494,44 sim 93,35 36,02 1,27 841,27 840 164,59 3.401,09 abr/71 36,8 3401,09 18,10 72,28 3406,09 sim 5,00 1,93 0,18 840,18 845 191,44 4.289,81 mai/71 28,4 3402,09 18,10 73,28 3384,32 Não 0 0 0 839,89 jun/71 23,7 3384,32 18,05 71,28 3356,42 Não 0 0 0 839,71 840-835= Volume jul/71 20,7 3356,42 17,94 71,28 3320,85 Não 0 0 0 839,47 5m 759,09 ago/71 19,9 3320,85 17,81 71,28 3283,34 Não 0 0 0 839,22 X 753,93 set/71 18,7 3283,34 17,68 71,28 3242,85 Não 0 0 0 838,96 out/71 23,2 3242,85 17,53 71,28 3214,17 Não 0 0 0 838,77 X= 4,97 Cota= 839,97 nov/71 22,8 3214,17 17,43 71,28 3184,56 Não 0 0 0 838,57 dez/71 64,6 3184,56 17,32 71,28 3263,41 Não 0 0 0 839,09 Cota Área 5m 25 840-835= Volume 840-835= Volume 4,97 X Área= 24,85 5m 759,09 5m 759,09 X 737,66 X 712,38 Cota Área 839,97 164,44 X= 4,86 Cota= 839,86 X= 4,69 Cota= 839,69 Cota Área Cota Área 5m 25 5m 25 4,86 X Área= 24,29 4,69 X Área= 23,46 Cota Área Cota Área 839,86 163,88 839,69 163,05 H=(Q/25,15)^(1/1,5) Cota NA H(m) vertedouro Volume = 3395,93 Volume=3379,66 Volume=3354,38 Mês Q.Afluente (m3/s) V. Final (hm3) Volume vertido Vazão Vertida a) QUADRO 2 – Curva de Permanência Mês Q.Afluente (m3/s) Ordem Q (m3/s) Ordem crescente Probabilidade de Excedência (%) jan/70 106,4 fev/70 142,1 mar/70 65,3 abr/70 40,2 mai/70 32,5 jun/70 28,2 jul/70 24,7 ago/70 21,2 set/70 33,6 out/70 26,3 nov/70 24,8 dez/70 30,9 jan/71 53,9 fev/71 45 mar/71 70,5 abr/71 36,8 mai/71 28,4 jun/71 23,7 jul/71 20,7 ago/71 19,9 set/71 18,7 out/71 23,2 nov/71 22,8 dez/71 64,6 B) Figura 1 – Gráfico da Curva de Permanência Q.Afluente (m3/s) Ordem Q (m3/s) Probabilidade de Excedência (%) Ordem crescente 106,4 1 142,1 4,2 142,1 2 106,4 8,3 65,3 3 70,5 12,5 40,2 4 65,3 16,7 32,5 5 64,6 20,8 28,2 6 53,9 25,0 24,7 7 45 29,2 21,2 8 40,2 33,3 33,6 9 36,8 37,5 26,3 10 33,6 41,7 24,8 11 32,5 45,8 30,9 12 30,9 50,0 53,9 13 28,4 54,2 45 14 28,2 58,3 70,5 15 26,3 62,5 36,8 16 24,8 66,7 28,4 17 24,7 70,8 23,7 18 23,7 75,0 20,7 19 23,2 79,2 19,9 20 22,8 83,3 18,7 21 21,2 87,5 23,2 22 20,7 91,7 22,8 23 19,9 95,8 64,6 24 18,7 100,0 0 25 50 75 100 125 150 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80,0 90,0 100,0 V az õ e s (m 3 /s ) Permanência (%) Curva de Permanência QUESTÃO 2 (valor 10 pontos) Determine, pelo método de Thiessen, as áreas de influência de cada posto pluviométrico e, em seguida, a chuva média na bacia da figura abaixo, considerando que a chuva observada em A é de 1300 mm, a chuva observada em B é de 900 mm e a chuva observada em C é de 1100 mm, a área total da bacia é 50 km2 e o posto A tem influência em 35% da área da bacia, o posto B em 48% e o C em 17%. RESPOSTA: Pm=(1300*0,35)+(900*0,48)+(1100x0,17) Pm=1074mm QUESTÃO 3 (valor 10 pontos) O pluviograma abaixo indica que ocorreu uma precipitação com três intensidades diferentes, entre 5 e 8:30 horas. a) Calcule a intensidade de cada bloco de precipitação; b) Se essa chuva caiu sobre uma região de 2,3km2, com igualdade no tempo e no espaço, qual a vazão que afluirá no exutório, sabendo-se que o coeficiente de escoamento dessa bacia é 0,85? RESPOSTA: Bloco 1 = 9mm em 40 minutos, então t=40/60=0,67h i=P/t i=9/0,67 i=13,43mm/h Bloco 2 = 10mm em 70 minutos, então t=70/60=1,17 h i=10/1,17 i=5,88mm/h Bloco 3 = 10 mm em 90 minutos, então t=90/60=1,5 i=10/1,5 i=6,66mm/h Q=CiA Q1=0,85 x 2,3 x 106 x 13,43/(1000*3600)=7,29m3/s Q2=0,85 x 2,3 x 106 x 5,88/(1000*3600)=3,19 m3/s Q3=0,85 x 2,3 x 106 x 6,66/(1000*3600)=3,62m3/s Qtotal=7,29+3,19+3,62=14,10m3/s Obs: Poderia ter somado os blocos de chuva, que daria o mesmo resultado, pois não foi solicitado a vazão por bloco.. OBRIGADA. BOM RECESSO! Slide 1: INSTRUMENTOS PARA MEDIÇÃO DE VAZÃO EM CURSOS D’ÁGUA NATURAIS E EM CANAIS CONSTRUÍDOS Slide 2 Slide 3: VERTEDORES - NOMENCLATURA Slide 4: VERTEDORES - DEFINIÇÃO Slide 5: VERTEDORES - EXEMPLO Slide 6: VERTEDORES - CLASSIFICAÇÃO Slide 7: CLASSIFICAÇÕES DE VERTEDORES Slide 8 Slide 9: CLASSIFICAÇÃO DOS VERTEDORES: FORMA Slide 10: CLASSIFICAÇÃO DOS VERTEDORES: TIPO DA SOLEIRA Slide 11: CLASSIFICAÇÃO DOS VERTEDORES: SOLEIRA DELGADASlide 12: CLASSIFICAÇÃO DOS VERTEDORES: SOLEIRA DELGADA Slide 13: CLASSIFICAÇÃO DOS VERTEDORES: SOLEIRA ESPESSA Slide 14: CLASSIFICAÇÃO DOS VERTEDORES: LARGURA RELATIVA Slide 15: CLASSIFICAÇÃO DOS VERTEDORES: LARGURA RELATIVA Slide 16 Slide 17: CÁLCULO DA VAZÃO ATRAVÉS DE VERTEDORES Slide 18: CÁLCULO DA VAZÃO ATRAVÉS DE VERTEDORES Slide 19: INFLUÊNCIA DAS CONTRAÇÕES LATERAIS Slide 20: INFLUÊNCIA DAS CONTRAÇÕES LATERAIS Slide 21: INFLUÊNCIA DAS CONTRAÇÕES LATERAIS Slide 22: VERTEDOR CIPOLLETTI Slide 23: VERTEDOR CIPOLLETTI Slide 24: VERTEDOR CIPOLLETTI Slide 25: VERTEDOR TRIANGULAR Slide 26: VERTEDOR TRIANGULAR Slide 27: VERTEDORES DE SOLEIRA ESPESSA Slide 28: Por que o vertedor triangular é mais sensível, na medida da vazão que o retangular ?? Slide 29: RECOMENDAÇÕES PARA CONSTRUÇÃO DE UM VERTEDOR RETANGULAR Slide 30: RECOMENDAÇÕES PARA CONSTRUÇÃO DE UM VERTEDOR RETANGULAR Slide 31 Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35 Slide 36: CALHA PARSHALL Slide 37: CALHA PARSHALL Slide 38: CALHA PARSHALL Slide 39: CALHA PARSHALL Slide 40: FUNDAMENTOS DA FLUIDOSTÁTICA (ENTENDIMENTO DO FUNCIONAMENTO DO TUBO DE PITOT E TUBO DE VENTURI) Slide 41 Slide 42 Slide 43 Slide 44 Slide 45: EQUAÇÃO DE BERNOULLI PARA FLUIDOS IDEAIS Slide 46 Slide 47 Slide 48 Slide 49 Slide 50 Slide 51 Slide 52 Slide 53 Slide 54 Slide 55 Slide 56 Slide 57 Slide 58 Slide 59 Slide 60 Slide 61 Slide 62 Slide 63 Slide 64 Slide 65 Slide 66 Slide 67 Slide 68 Slide 69 Slide 70 Slide 71 Slide 72 Slide 73 Slide 74 Slide 75 Slide 76