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DIAGNÓSTICO E INTERVENÇÃO EM PSICOLOGIA *Aula dia 06/08 Nem todo sujeito e rotulado, a perda do contato com a realidade gera sofrimento/prejuízo; Existem psicopatologias que possam trazer sofrimento/prejuízo e outras não. Quando o sujeito tiver sofrimento/prejuízo ou prejuízo se faz necessário um diagnóstico e intervenção, porem se o sujeito não tiver sofrimento/prejuízo não se faz preciso esse processo do diagnóstico. O psicodiagnotico vem para achar novas possibilidades para o sujeito que esta em sofrimento/prejuízo. No processo do diagnóstico entender que existe uma queixa central, considerando sempre o sofrimento/prejuízo. Contexto terapêutico se inicia no “ambiente”, desenvolver um vinculo terapêutico. RAPPONT é o que criamos juntos com nosso paciente, como eu vou me comunicar com os meus pacientes gestos, postura expressões tem influencia na criação do vinculo com nosso paciente, pois os pacientes iram interpretar essas reações. É preciso conhecer o histórico dos pacientes, como possíveis quadros clínicos, uso de medicações, histórico familiar, historias pessoais, percepções, experiências de vida, no caso de crianças falar com os pais: ESSE PROCESSO É A ANAMNSE. PsicoDiagnóstico; tema função para diagnosticar forcas e fraquezas. Compreender o motivo do encaminhamento para a avaliação diagnóstica, levar todos os dados tudo que for fonte de informação, conhecer o estado mental do paciente, o tempo do processo e relativo, pois o tempo é do paciente, falar sobre quando o paciente estiver confiante para falar sobre seu diagnóstico. Na avaliação; testes, escalas, técnicas terapêuticas. Um plano de avaliação, levantar hipóteses, definir objetivos, ter domínios dos testes psicológicos aplicados, testes qualitativos e quantitativos, dar o resultado e entender o momento do processo terapêutico. A Interação e manejo entre o paciente e o terapeuta; manjo verbal. Bateria de testagem, testes e técnicas, medos que vão alem do verbal; manjo direcionado. Plano de avaliação, 2 a 5 instrumentos. Analise e integração de dados, organizar tudo que foi visto e falado durante o processo, e verificar se os dados conversam. E finalizando os o diagnostico para o paciente; será um trabalho de ressignificação para o paciente, trabalhar que o diagnostico faça sentido para o paciente. E criar um plano para cada paciente. Problema/queixa: O real problema pode estar ou não relacionado com a queixa. Contextos de entrevista: história clínica - história pessoal ou anamnese - avaliação dinâmica – setting Cunha define... A) Determinar motivos do encaminhamento, queixas e outros problemas iniciais; B) Levantar dados de natureza psicológica, social, médica, profissional e/ou escolar, etc., sobre o sujeito e pessoas significativas, solicitando eventualmente informações de fontes complementares; C) Colher dados sobre a história clínica e história pessoal, procurando reconhecer denominadores comuns com a situação atual, do ponto de vista psicopatológico e dinâmico; D) Realizar o exame do estado mental do paciente (exame subjetivo), eventualmente complementado por outras fontes (exame objetivo); E) Levantar hipóteses iniciais e definir os objetivos do exame; F) Estabelecer um plano de avaliação; G) Estabelecer um contrato de trabalho com o sujeito ou responsável; H) Administrar testes e outros instrumentos psicológicos; I) Levantar dados quantitativos e qualitativos; J) Selecionar, organizar e integrar todos os dados significativos para os objetivos do exame, conforme o nível de inferência previsto, com os dados da história e características das circunstâncias atuais de vida do examinando; I) Comunicar resultados (entrevista devolutiva, relatório, laudo, parecer e outros informes), propondo soluções, se for o caso, em benefício do examinando; M) Encerrar o processo Estabelecendo um Plano de Avaliação INTERAÇÃO e MANEJO CLÍNICO - Refere a uma relação de harmonia, empatia e confiança entre duas ou mais pessoas. Descreve a qualidade da conexão estabelecida entre indivíduos durante uma interação. Através da escuta ativa, comunicação clara, empatia, acolhimento, ética e respeito, permitem a criação de um ambiente seguro e propício para o diálogo e a troca de informações. COLETA DE DADOS – BATERIA DE TESTAGEM Bateria de testes é a expressão utilizada para designar um conjunto de testes ou de técnicas, que podem variar entre dois e cinco ou mais instrumentos, que são incluídos no processo psicodiagnóstico para fornecer subsídios que permitam confirmar ou infirmar as hipóteses. ANÁLISE E INTEGRAÇÃO DOS DADOS Independentemente das informações dos testes, nesse momento, o profissional já possui um acervo de observações que constitui uma amostra do comportamento do paciente durante as várias sessões em que transcorreu o processo diagnóstico, desde o contato inicial até a última técnica utilizada. INFERÊNCIA CLÍNICA – input/output Lembramos que psicodiagnóstico é um processo científico, que utiliza técnicas e testes psicológicos (input) e, através de uma série de passos, termina com a comunicação de resultados (output) após a integração e seleção dos dados. Inferência é a assertividade de uma proposição em decorrência de sua ligação com outras já reconhecidas. DIAGNÓSTICO E PROGNÓSTICO É o momento final da assertividade diagnóstica, momento de traçar o processo interventivo, a orientação técnica escolar, convocar a rede de apoio (quando se aplicar), aplicar encaminhamentos e documentos necessários. *Aula 13/08/2024 Ter um plano de ação para o paciente, ter interação e manejo clinico, inferência e manejo é o vinculo terapeuta entre o terapeuta e o paciente, o primeiro contato com o paciente pode não ser bom, a terapia se inicia no primeiro contato com o terapeuta, na procurar por terapia. *Quando o paciente mente, para ele é uma verdade, é uma verdade que não chegou acontecer* É preciso observar o paciente de todas as formas possíveis, observa o paciente com tranqüilidade, o diagnostico poderá ser feito em uma sessão como mais de 10, pois o tempo e do sujeito/paciente. O mais comum é chegar o paciente ideal para avaliação/terapia aquele que não precisa de terapia, pois ele já sabe seu diagnóstico/questões/dores, o papel do psicólogo também é identificar esses pacientes. *Sintoma é um sinal, nem sempre os sinais estão relacionados com a queixa* Saber cortar o paciente, ouvir o paciente, perguntar novamente quando algo não ficou claro para o terapeuta.