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Fazer um laudo na prova, no qual a analise vale 20.
Avaliação psicológica da criança e do adolescente 
Estamos sempre permeados por crianças ou adolescentes. Pois eles estão em todos os ambientes. 
· Escravização - história da criança no BR - mary del priore 
· Adolescência - calligaris 
Cada semana um grupo irá discutir o caso da Luisa 
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Aula dia 14/03/23
O que diferencia a avaliação da criança e do adolescente de com adultos? 
· trabalho com os pais ou responsáveis
· Instituições com que se trabalha (escola, saúde-hospital, assistência…) 
· Linguagem que se usa com a criança - difere sim, porque se brinca e tem uma linguagem mais lúdica.
· Técnicas/instrumentos, talvez diferentes. - depende do objetivo 
· Criança em desenvolvimento e por isso psiquismo em desenvolvimento - o momento e forma que acriançado esta pode ser mais detalhadamente em alguns aspectos. 
· Fechar o diagnóstico pode ser difícil — pode ser muito temporal, a criança pode ficar se rotulando. 
· A demanda é bem diferente, não parte do próprio sujeito. 
· Brincar 
INFÂNCIA — INFANS(aquele que não fala)
Não se deve dar um diagnostico logo na infância, as vezes e muito cedo. Não deve se pensar como uma manifestação apenas psicopatológica. 
O Psicodiagnóstico Clínico na Atualidade. Capítulo 1 – Principais tópicos
•Depois de um período de grande descrédito, o psicodiagnóstico estaria recuperando sua credibilidade
•Diagnóstico psicológico ≠ Psicodiagnóstico – este implica a aplicação de testes, necessariamente, e nem todo diagnóstico precisa ser feito com testes. 
•Entretanto, é sempre imprescindível que um diagnóstico psicológico seja o mais preciso possível, e isso por três razões: 
•1) Para saber o que ocorre e suas causas;
•2) Dar início a um tratamento sem questionar previamente o que ocorre é um altíssimo risco. Prometer, sem cumprir, que podemos “curar” o paciente. E garante, sem assegurar, que saberíamos lidar com qualquer situação que surgisse;
•3) Para proteger o psicólogo, que assume dois tipos de compromisso, automaticamente, quando inicia um tratamento: um compromisso clínico [técnico] e um compromisso ético.
•A autora aponta a importância da etapa diagnóstica, independente dos instrumentos científicos utilizados na mesma.
 
•São quatro, as finalidades com que se pode utilizar o psicodiagnóstico:
 
•1) Diagnóstico – Lembre-se que realizar um diagnóstico não equivale a colocar um rótulo em alguém mas “a explicar o que ocorre além do que o paciente pode descrever conscientemente”. (p.6) A autora enfatiza que o ideal é que se utilizem entrevistas E testes, de modo que se possa estudar o paciente por intermédio de diversas formas de comunicação. Ela também ressalta a importância dos testes padronizados porque, segundo ela, “nos dão uma margem de segurança diagnóstica maior”. (p.7)
 
•2) Avaliação do tratamento – São os retestes. Avalia-se o andamento de um tratamento. Usa-se ou “para apreciar os avanços terapêuticos de forma mais objetiva e também para planejar uma alta”ou “para descobrir o motivo de um “impasse” no tratamento”, ou ainda, “porque existe disparidade de opiniões” entre [paciente e terapeuta] quanto ao fim do tratamento. 
•3) Como meio de comunicação – Os pacientes reagem de formas distintas. Para se obter cooperação interessada no processo, “o bom rapport é imprescindível” (p. 9)
· importância do rapport para lidar bem com esse paciente. 
•4) Na investigação há dois objetivos:
1) criação de novos instrumentos; 
2) planejamento da investigação para um estudo específico
No item Método para que o Consultante Aceite Melhor as Recomendações, encontramos que “O psicodiagnóstico inclui, além das entrevistas iniciais, os testes, a hora de jogo com crianças, entrevistas familiares, vinculares, etc. As conclusões de todo o material obtido são discutidas com o interessado, seus pais, ou com a família completa, conforme o caso e o sistema do profissional.” (p.10)
No item seguinte, Escolha da Estratégia Terapêutica Mais Adequada, “Um psicodiagnóstico completo e corretamente administrado permite-nos estimar o prognóstico do caso e a estratégia mais adequada para ajudar o consultante: entrevistas de esclarecimento, de apoio, terapia breve, psicanálise, terapia de
Objetivos e Etapas do Processo Psicodiagnóstico - Capítulo 2
•PSICODIAGNÓSTICO: “estudo profundo da personalidade, do ponto de vista fundamentalmente clínico (p. 13, grifo nosso)
•Quando o objetivo é de outra natureza (trabalhista, educacional, forense, organizacional, etc...), o psicodiagnóstico clínico configura etapa anterior e serve de base para as conclusões a que se pode chegar, nas outras áreas.
•Página 13 - De acordo com essa abordagem, a concepção de personalidade leva em conta que:
•a personalidade possui um aspecto consciente e outro inconsciente;
•tem uma dinâmica interna, já bem descrita pela psicanálise;
•existem ansiedades básicas que mobilizam defesas mais primitivas e outras mais evoluídas;
•cada indivíduo possui uma configuração de personalidade única e inconfundível;
•há um nível e um tipo de inteligência que pode ou não se manifestar, a depender se existem ou não interferências emocionais;
•há emoções e impulsos mais intensos ou mais moderados, que podem ser adequada ou inadequadamente controlados pelo indivíduo;
•existem desejos, inveja e ciúmes constantemente entrelaçados com o resto da personalidade;
•que há uma luta constante por ter primazia, ao longo da vida, entre os impulsos libidinosos e os fanáticos;
•sadismo e masoquismo sempre estão presentes, em maior ou menor escala;
•O nível de narcisismo pode ser baixo demais, adequado ou alto demais e isso incide no grau de submissão, maturidade ou onipotência demonstrado
•As qualidades depressivas ou esquizóides que predominam como base da personalidade podem ser razoáveis ou acabarem por se transformar em um conflito e que este pode atrapalhar ou alterar o desenvolvimento do indivíduo;
•As defesas que o indivíduo tem usado ao longo da vida podem ou não ser benéficas, dependendo do contexto – elas não são boas ou nocivas em si mesmas.
•sobre a estrutura de base de predomínio esquizóide ou depressivo instalam-se outras estruturas defensivas de tipo obsessivo, fóbico ou histérico;
•fatores hereditários e constitutivos desempenham um papel muito importante – em função disso não é recomendável trabalhar exclusivamente com a história do indivíduo e o fato desencadeante da consulta, mas incluir outros estudos complementares, se for o caso.
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21/03/23
O enquadre no processo diagnóstico 
O enquadre não é apenas regras que vão ser estabelecidas, não pode ficar preso nisso. 
Primeiro contato se dá pelo telefone, e aí já vai se estabelecendo um enquadre.
A avaliação não vai ate na escola, mas pode chamar para eles possam ir até você
Pode perguntar para a criança sobre o que está sendo falado sobre a mesma (A demanda) 
· a primeira entrevista deve ser livre e não direcionada 
· Pode ser mais dirigida, no momento oportuno, a fim de se poder elaborar uma história clínica completa do paciente. Também se solicita outras informações e se estabelece o contrato para essa etapa do trabalho diagnóstico. 
· Importante detectar o nível de angústia, bem como identificar e trabalhar com o nível de ansiedade (tem um aspecto instrumental que me permitirá maneja-o 
· Equivalente a entrevista projetiva inicial e a hora do jogo diagnóstico. 
· Se a primeira entrevista cumpriu sua finalidade, terminaremos a mesma com:
· •uma imagem do conflito central e seus derivados;
· •uma história da vida do paciente e da situação desencadeadora;
· •alguma hipótese inicial sobre o motivo profundo do conflito, a qual será ratificada ou modificada, segundo o material projetivo dos testes e da entrevista de devolução;
· •Uma estratégia para usar determinados instrumentos diagnósticos seguindo uma determinada ordem, de modo que sirvam para ratificar e ampliar as nossas hipóteses prévias ou pararetifica-las.