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115 M aterial para uso exclusivo de aluno m atriculado em curso de Educação a Distância da Rede Senac EAD, da disciplina correspondente. Proibida a reprodução e o com partilham ento digital, sob as penas da Lei. © Editora Senac São Paulo. Capítulo 6 Tribunais de contas O controle social do serviço público, em especial da adequada uti- lização dos recursos públicos, demanda infraestrutura de controle, acompanhamento e fiscalização. A Constituição Federal (CF) atribui ao congresso nacional essa fiscalização no âmbito federal, com auxílio do Tribunal de Contas da União (TCU), conforme está escrito na seção IX da fiscalização contábil, financeira e orçamentária, artigo 71. Aos esta- dos compete estabelecer, nas constituições estaduais, as disposições sobre os tribunais de contas estaduais, respeitadas as determinações da Constituição Federal. No quinto capítulo, já foram estudados os princípios de funcio- namento dos tribunais de contas, os princípios de auditoria e os re- quisitos mandatórios para a auditoria no setor público. Este sexto 116 Normas e práticas de contabilidade do setor público M at er ia l p ar a us o ex cl us ivo d e al un o m at ric ul ad o em c ur so d e Ed uc aç ão a D is tâ nc ia d a Re de S en ac E AD , d a di sc ip lin a co rre sp on de nt e. P ro ib id a a re pr od uç ão e o c om pa rti lh am en to d ig ita l, s ob a s pe na s da L ei . © E di to ra S en ac S ão P au lo .capítulo apresenta as estruturas administrativas do TCU e dos Tribunais de Contas Estaduais (TCE). Destaca também as funções e âmbito de atuação dos auditores fiscais e mostra as diferentes formas de controle social disponíveis para a comunidade. 1 Tribunal de Contas da União A estrutura sistêmica da administração pública comporta o núcleo central, no qual estão os órgãos de controle, órgãos da administração direta, indireta e administração auxiliar. Conforme Silva (2008, p.187), os órgãos de controle interno e externo estão no núcleo central da estrutura. O TCU é órgão vinculado ao poder legislativo. O fato de ser compos- to por ministros pode levar à interpretação errônea de ser um órgão do poder judiciário; no entanto, conforme o artigo 71 da CF: Art. 71. O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União (...) Esse mesmo artigo relaciona as competências do TCU, desde a fis- calização das contas do presidente da República e dos administradores da administração pública direta e indireta até realizar inspeções e au- ditorias de qualquer atividade envolvendo recursos públicos, por inicia- tiva própria ou a partir da solicitação de terceiros. A atuação do TCU é ampla, mas sempre respaldada na CF, em especial nos artigos 70 a 75. O artigo 73 da CF prevê a composição do TCU por nove ministros, de acordo com as seguintes regras: nomeados entre os brasileiros com mais de 35 e menos de 65 anos de idade; com idoneidade moral e re- putação ilibada; com notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, eco- nômicos e financeiros ou de administração pública; e com mais de 10 anos de experiência em funções ou atividades profissionais nas áreas de conhecimento relacionadas. 117Tribunais de contas M aterial para uso exclusivo de aluno m atriculado em curso de Educação a Distância da Rede Senac EAD, da disciplina correspondente. Proibida a reprodução e o com partilham ento digital, sob as penas da Lei. © Editora Senac São Paulo. A escolha desses nove ministros recai sobre o presidente da República e sobre o Congresso Nacional. O presidente escolhe 1/3 de- les, a partir de lista tríplice elaborada pelo tribunal, e 2/3 são indicados pelo Congresso Nacional. Os ministros do TCU têm as mesmas garan- tias, prerrogativas, impedimentos, vantagens e vencimentos dos minis- tros do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A estrutura do tribunal de contas foi atualizada no ano de 2020. A Resolução TCU no 324, de 30 de dezembro de 2020, define a estrutura, as competências e a distribuição das funções de confiança das unida- des da secretaria do TCU, conforme a representação gráfica na figura 1. Figura 1 – Estrutura do TCU Presidência TCU B) Secretaria geral de controle externo A) Consultoria jurídicaA) Gabinete do presidente B) Secretaria de auditoria internaB) Gabinete de apoio estratégico C) Secretaria geral de administraçãoA) Secretaria geral da presidência C) Gabinete do corregedor D) Gabinetes de ministro, ministro substituto e de membro do MP junto ao Tribunal Complementarmente, o artigo 74 da CF prevê a manutenção de sis- temas de controle interno pelos poderes executivo, legislativo e judiciá- rio para exercer o controle interno e apoiar o controle externo. 118 Normas e práticas de contabilidade do setor público M at er ia l p ar a us o ex cl us ivo d e al un o m at ric ul ad o em c ur so d e Ed uc aç ão a D is tâ nc ia d a Re de S en ac E AD , d a di sc ip lin a co rre sp on de nt e. P ro ib id a a re pr od uç ão e o c om pa rti lh am en to d ig ita l, s ob a s pe na s da L ei . © E di to ra S en ac S ão P au lo .PARA SABER MAIS Para exercer seu direito de acesso à informação e de controle externo, acesse o site e extraia diferentes informações da Carta de Serviços ao Controle Social do TCU: https://portal.tcu.gov.br/data/files/E7/70/7C/ A7/85A1F6107AD96FE6F18818A8/Carta_servicos_controle_social.pdf. 2 Tribunais de contas estaduais Os tribunais de contas estaduais e municipais estão previstos no ar- tigo 75 da CF. Seu regramento jurídico está pacificado na súmula 653 do Supremo Tribunal Federal (STF), de acordo com Ferreira (2020). Os tribunais estaduais são compostos por sete conselheiros: quatro escolhidos pela Assembleia Legislativa e três escolhidos pelo governa- dor do estado. O governador deve escolher uma das opções entre os auditores, outra entre os membros do Ministério Público e finalmente uma de sua livre escolha. É importante destacar que os tribunais acompanham, fiscalizam e auditam as contas da administração pública direta e indireta, o que inclui as empresas públicas. Portanto, é curioso que seus membros máximos, os ministros e conselheiros, sejam nomeados pelos gover- nantes, chefe do poder executivo e pelos membros das assembleias legislativas, todos entes públicos a serem fiscalizados e auditados. Conforme Castro (2018), no caso da prestação de contas de prefei- tos, a CF estabelece no artigo 31 que a Câmara dos Vereadores só pode rejeitar o parecer prévio do tribunal de contas por decisão de 2/3 dos vereadores; já as contas de presidente e governadores serão rejeitadas ou aceitas por maioria simples. 119Tribunais de contas M aterial para uso exclusivo de aluno m atriculado em curso de Educação a Distância da Rede Senac EAD, da disciplina correspondente. Proibida a reprodução e o com partilham ento digital, sob as penas da Lei. © Editora Senac São Paulo. A estrutura de controle dos tribunais de contas é grande. Portanto, a União, os estados e os municípios, quando é o caso, incorrem em gas- tos administrativos para a manutenção dessas estruturas. No entanto, a CF remete à lei complementar para a limitação dos gastos com pes- soal, e a Lei de Responsabilidade Fiscal estabelece os parâmetros, com base na receita líquida, a saber: Art. 19. Para os fins do disposto no caput do art. 169 da Constitui- ção, a despesa total com pessoal, em cada período de apuração e em cada ente da Federação, não poderá exceder os percentuais da receita corrente líquida, a seguir discriminados: I - União: 50% (cinquenta por cento); II - Estados: 60% (sessenta por cento); III - Municípios: 60% (sessenta por cento). Art. 20. A repartição dos limites globais do art. 19 não poderá ex- ceder os seguintes percentuais: I - na esfera federal: a) 2,5% (dois inteiros e cinco décimos por cento) parao Legislati- vo, incluído o Tribunal de Contas da União; b) 6% (seis por cento) para o Judiciário; c) 40,9% (quarenta inteiros e nove décimos por cento) para o Exe- cutivo, destacando-se 3% (três por cento) para as despesas com pessoal decorrentes do que dispõem os incisos XIII e XIV do art. 21 da Constituição e o art. 31 da Emenda Constitucional no 19, repartidos de forma proporcional à média das despesas relativas a cada um destes dispositivos, em percentual da receita corrente líquida, verificadas nos três exercícios financeiros imediatamente anteriores ao da publicação desta Lei Complementar; (Vide De- creto nº 3.917, de 2001) http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2001/D3917.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2001/D3917.htm 120 Normas e práticas de contabilidade do setor público M at er ia l p ar a us o ex cl us ivo d e al un o m at ric ul ad o em c ur so d e Ed uc aç ão a D is tâ nc ia d a Re de S en ac E AD , d a di sc ip lin a co rre sp on de nt e. P ro ib id a a re pr od uç ão e o c om pa rti lh am en to d ig ita l, s ob a s pe na s da L ei . © E di to ra S en ac S ão P au lo .d) 0,6% (seis décimos por cento) para o Ministério Público da União; II - na esfera estadual: a) 3% (três por cento) para o Legislativo, incluído o Tribunal de Contas do Estado; (Vide ADIN 6533) b) 6% (seis por cento) para o Judiciário; (Vide ADIN 6533) c) 49% (quarenta e nove por cento) para o Executivo; (Vide ADIN 6533) d) 2% (dois por cento) para o Ministério Público dos Estados; (Vide ADIN 6533) III - na esfera municipal: a) 6% (seis por cento) para o Legislativo, incluído o Tribunal de Contas do Município, quando houver; b) 54% (cinquenta e quatro por cento) para o Executivo. Castro (2018) evidencia a importância da estrutura de controle in- terno em todas as constituições brasileiras. Em relação a CF atual, de 1988, o autor destaca a necessidade do alinhamento para acompa- nhamento, controle e auditoria, independentemente da existência do tribunal de contas, em especial no caso dos municípios, conforme a Lei Orgânica do TCU (Lei no 8.443/92). Outro destaque relevante é a res- ponsabilização da pessoa física do presidente, dos governadores e dos prefeitos, porque a prestação de contas é da pessoa investida no cargo público, e não da prefeitura, do estado ou da União. PARA SABER MAIS A CF de 1988 proíbe a criação de tribunais de contas municipais. No entanto, os munícipios de São Paulo (1968) e de Rio de Janeiro (1980) já tinham seus tribunais; portanto, eles permaneceram e, em tese, http://www.stf.jus.br/portal/peticaoInicial/verPeticaoInicial.asp?base=ADI&documento=&s1=6533&numProcesso=6533 http://www.stf.jus.br/portal/peticaoInicial/verPeticaoInicial.asp?base=ADI&documento=&s1=6533&numProcesso=6533 http://www.stf.jus.br/portal/peticaoInicial/verPeticaoInicial.asp?base=ADI&documento=&s1=6533&numProcesso=6533 http://www.stf.jus.br/portal/peticaoInicial/verPeticaoInicial.asp?base=ADI&documento=&s1=6533&numProcesso=6533 http://www.stf.jus.br/portal/peticaoInicial/verPeticaoInicial.asp?base=ADI&documento=&s1=6533&numProcesso=6533 121Tribunais de contas M aterial para uso exclusivo de aluno m atriculado em curso de Educação a Distância da Rede Senac EAD, da disciplina correspondente. Proibida a reprodução e o com partilham ento digital, sob as penas da Lei. © Editora Senac São Paulo. exercem a função de acompanhamento, controle e auditoria desses municípios, com estrutura própria. Além desses dois, existem quatro outros Tribunais de Contas Municipais (TCM) que fiscalizam municípios de alguns estados: Goiás, Bahia, Ceará e Pará. Consulte as páginas de cada um deles para conhecê-los melhor. 3 As funções do auditor e o controle social Os tribunais de contas são considerados órgãos de controle externo, portanto, seu corpo técnico é composto por auditores de controle exter- no. Essa é a forma correta de chamar os profissionais responsáveis, em última instância, por informar à sociedade e aos seus representantes, de forma imparcial, independente e técnica sobre como gestores es- tão utilizando bens e recursos públicos. Nas palavras de Glória Merola (2020), os auditores de controle externo integram o quadro próprio de pessoal das cortes de contas. Suas duas funções principais são: a audi- toria, que reúne as atividades de investigação; e a função de julgamen- to de contas, também sob a responsabilidade do Ministério Público de Contas. O auditor público é selecionado por concurso público, como quase todos os cargos públicos administrativos. Os concursos para o TCU e TCEs exigem graduação completa em qualquer área e são muito con- corridos, pois a carreira é sólida e promissora. Ao longo da atuação como auditor, a formação em contabilidade pública é um diferencial, as- sim como princípios éticos e de responsabilidade social. Esse profissional precisa não apenas de formação técnica sólida, mas também exige-se dele imparcialidade na avaliação e comporta- mento pautado na integridade, confidencialidade e transparência. Esses requisitos podem gerar conflitos de interesse, caso o agente público venha a exercer atividade político partidária ou participar de grupos de 122 Normas e práticas de contabilidade do setor público M at er ia l p ar a us o ex cl us ivo d e al un o m at ric ul ad o em c ur so d e Ed uc aç ão a D is tâ nc ia d a Re de S en ac E AD , d a di sc ip lin a co rre sp on de nt e. P ro ib id a a re pr od uç ão e o c om pa rti lh am en to d ig ita l, s ob a s pe na s da L ei . © E di to ra S en ac S ão P au lo .pressão e lobbies. A imparcialidade do agente fica comprometida, bem como a da instituição de controle. Outra situação de conflito de interesses é quando o auditor já ocu- pou cargo no ente auditado, ainda que antes de se ter tornado auditor de controle externo. Portanto, deveria haver políticas restritivas de ces- são de auditores para outros órgãos da administração pública. Por fim, o vínculo de parentesco e grande amizade entre o auditor e pessoas influentes no órgão auditado também deveria ser suficiente para a de- claração de impedimento do auditor. Essas observações valem para todos os tribunais de contas, haja vista que o TCU tende a ter mais cuidado com as situações de conflito de interesses. Naturalmente, a facilidade e o incentivo ao controle so- cial, em especial pela população, tende a minorar os problemas ante- riormente destacados. PARA SABER MAIS Em relação ao controle social, muito se avançou com a lei da trans- parência e os portais eletrônicos das diferentes entidades públicas. A Controladoria Geral da União (CGU) disponibiliza na internet o ranking da transparência. Acesse a página para conhecê-lo: https://mbt.cgu. gov.br/publico/avaliacao/escala_brasil_transparente/66; nela, você obtém a posição de um município em relação aos demais, no estado e no Brasil. Em relação aos municípios cearenses, Diniz (2020) apresenta inte- ressante análise a partir do desenvolvimento e mensuração de indica- dores técnicos. A obra permite fomentar mecanismos para o aumento da transparência pública: a partir de três dimensões, institui níveis de análise para, então, estabelecer os indicadores a serem pesquisados. O quadro 1, a seguir, evidencia os elementos de análise. O objetivo é verificar, de forma geral, a transparência dos portais dos municípios 123Tribunais de contas M aterial para uso exclusivo de aluno m atriculado em curso de Educação a Distância da Rede Senac EAD, da disciplina correspondente. Proibida a reprodução e o com partilham ento digital, sob as penas da Lei. © Editora Senac São Paulo. estudados e analisar, em específico, que fatores se constituem óbices ou incentivos ao controle social. A relevância do trabalho está não ape- nas em desvelar a transparência nos municípios estudados, mas prin-cipalmente em estabelecer metodologia para análise da transparência de qualquer munícipio. Esse estudo facilita a implantação de portais e/ ou sua melhoria para qualquer município no Brasil. Quadro 1 – Elementos de análise dos portais dos municípios DIMENSÕES CATEGORIAS DE ANÁLISE FINALIDADES Informações gerais a) município b) internet Identificar a cidade e o website pesquisado quanto aos indicadores políticos, sociais, econômicos e quanto às características básicas do website que se relacionam à análise da transparência digital. Informações e serviços técnicos c) usabilidade d) acessibilidade e) hiperlink Verificar a organização e a arquitetura da informação, assim como a integração entre design, conteúdos e serviços, além da capacidade de comunicação de forma transparente com outros sistemas. Informações e serviços específicos f) informações contextuais g) informações institucionais h) informações financeiro-orçamentárias i) informações administrativas j) comunicação com o público k) responsividade Avaliar as informações apresentadas pelo portal com a finalidade de fornecer ao usuário esclarecimentos e serviços sobre a estrutura e o funcionamento do município, leis, modos e canais de participação do governo, programas e projetos realizados, em andamento e em discussão, acompanhamento da execução orçamentária, financeira e administrativa, além dos meios de manutenção do diálogo e atendimento das demandas encaminhadas pelo usuário. Fonte: adaptado de Diniz (2020). É importante destacar a possibilidade de replicar esses indicadores para qualquer realidade municipal. Portanto, para o objetivo desse livro, importam menos os resultados da pesquisa e destaca-se a utilidade da metodologia empregada. 124 Normas e práticas de contabilidade do setor público M at er ia l p ar a us o ex cl us ivo d e al un o m at ric ul ad o em c ur so d e Ed uc aç ão a D is tâ nc ia d a Re de S en ac E AD , d a di sc ip lin a co rre sp on de nt e. P ro ib id a a re pr od uç ão e o c om pa rti lh am en to d ig ita l, s ob a s pe na s da L ei . © E di to ra S en ac S ão P au lo . Considerações finais Este capítulo procurou aprofundar o conhecimento sobre o TCU, os TCEs, os tribunais municipais e o “multimunicipal”. Para isso, busca- mos apresentar a estrutura normativa e legal dessas entidades de con- trole do setor público e evidenciar a sua importância para uma maior eficiência e eficácia do setor público. As pessoas são elemento central das entidades, e isso não é dife- rente nos tribunais de contas: o auditor de controle externo é a figura central do corpo técnico próprio em cada um dos tribunais. Sua função, suas responsabilidades e os aspectos éticos do ofício foram destaca- dos e o tema conflito de interesses também foi objeto de análise neste capítulo. Por fim, foi explicado o controle social e foi apresentado também um trabalho de pesquisa sobre transparência pública por meio de por- tais, aplicada aos munícipios do Ceará, com o objetivo de mostrar uma metodologia para desenvolver e/ou melhorar a transparência pública de municípios. Os elementos centrais de análise são: informações ge- rais sobre o município e acesso à internet; acessibilidade, usabilidade e hiperlinks disponíveis para informações e serviços técnicos; e, por fim, dados e serviços específicos relacionados a informações contextuais, institucionais, financeiro orçamentárias, administrativas, comunicação com o público e responsividade. 125Tribunais de contas M aterial para uso exclusivo de aluno m atriculado em curso de Educação a Distância da Rede Senac EAD, da disciplina correspondente. Proibida a reprodução e o com partilham ento digital, sob as penas da Lei. © Editora Senac São Paulo. Referências BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 30 jun. 2021. BRASIL. Lei no 8.443, de 16 de julho de 1992. Dispõe sobre a Lei Orgânica do Tribunal de Contas da União e dá outras providências. Disponível em: http:// www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8443.htm. Acesso em: 30 jun. 2021. BRASIL. Lei Complementar no 131, de 27 de maio de 2009. Acrescenta dis- positivos à Lei Complementar no 101, de 4 de maio de 2000, que estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal e dá outras providências, a fim de determinar a disponibilização, em tempo real, de informações pormenorizadas sobre a execução orçamentária e finan- ceira da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp131.htm. Acesso em: 30 jun. 2021. BRASIL. Tribunal de Contas da União. Manual de auditoria operacional. 4.ed. Brasília, 2020. Disponível em: https://portal.tcu.gov.br/manual-de-auditoria- -operacional.htm. Acesso em: 30 jun. 2021. BRASIL. Tribunal de Contas da União. Carta de Serviços e Controle Social. 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Os auditores de controle externo e o conflito de interesses. ANTC, 15 set. 2020. Disponível em: https://www.antcbrasil.org.br/comunica- cao/artigos/1115-artigo-os-auditores-de-controle-externo-e-o-conflito-de- -interesses. Acesso em: 30 jun. 2021. SILVA, Lino Martins. Contabilidade governamental: um enfoque administrativo. São Paulo ATLAS, 2008. SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF). Resolução TCU no 324, de 30 de dezembro de 2020. Define a estrutura, as competências e a distribui- ção das funções de confiança das unidades da Secretaria do Tribunal de Contas da União. Disponível em: https://portal.tcu.gov.br/data/files/13/00/ E8/9A/4BDC67106D09B867F18818A8/BTCU_01_de_04_01_2021_ Especial%20%20-%20Cargos,%20Fun%C3%A7%C3%B5es%20de%20 Confian%C3%A7a,%20Estrutura%20e%20Compet%C3%AAncias%20das%20 Unidades%20do%20TCU.pdf. Acesso em: 30 jun. 2021. SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF). Súmula no 653, de 24 de setembro de 2003. 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