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Alimentação na Infância e Adolescência
______________________________________________________________________
Introdução
A alimentação nos primeiros anos de vida tem repercussões ao longo de toda a vida do indivíduo.
Deficiências nutricionais ou condutas inadequadas quanto à prática alimentar podem elevar a morbimortalidade infantil, como também deixar sequelas futuras como retardo de crescimento, atraso escolar e desenvolvimento de doenças crônicas.
A alimentação depende da dinâmica das primeiras relações que o bebê estabelece com a mãe, família e ambiente
World Health Organization(Unicef)2010,
Ministério da Saúde,2013
Aquino LA,Madeira IR,2003
______________________________________________________________________
O papel do enfermeiro na promoção da alimentação infantil, especialmente em relação à adequação da alimentação complementar.
A importância da Política Governamental
Comunicação Verbal e Não Verbal
Consulta de Enfermagem
Aleitamento Materno
______________________________________________________________________
 
O aleitamento materno deve ser exclusivo durante os seis primeiros meses e complementado com alimentos saudáveis até dois anos ou mais.
 
 
Aleitamento Materno
Composição do leite materno
COLOSTRO
Leite dos primeiros dias 
LEITE DE TRANSIÇÃO
7 -10 dias
LEITE MADURO
Rico em gordura, proporciona maior saciedade
açúcar
água
ferro
enzimas
gordura
vitaminas
sais
anticorpos
Prolactina: produção///Ocitocina: ejeção
Proteína: lactoalbumina (fácil digestão)/// Caseína (difícil digestão)
Pode ser conservado na geladeira por 12h e no congelador por 15dias
Atentar e orientar!!!
Pega correta 
Não uso de mamadeira e chupeta
Aspecto do leite
Alimentação da nutriz
Pega adequada
1. Mais aréola visível acima da boca do bebê;
2. Boca bem aberta;
3. Lábio inferior virado para fora;
4. Queixo tocando a mama.
Alimentação complementar para crianças menores de dois anos
Alimentação Complementar
______________________________________________________________________
Alimentação Complementar
 
Alimentação (líquidos ou sólidos) oferecida à criança em complementação ao aleitamento materno. Essa alimentação não tem como objetivo a substituição do leite materno e o desmame e sim complementar a amamentação.
 
						
Alimentos de Transição: Alimentos preparados especialmente para a criança.
Alimentação Complementar
______________________________________________________________________
 Após os 6 meses 
 
 
 O LM NÃO SUPRE MAIS TODAS
 AS NECESSIDADES DA CRIANÇA
Quando introduzir Alimentação Complementar????
Desenvolvimento da criança apresenta-se adequado para transformações alimentares (processo de mastigação, digestão e ingestão de alimentos)
Alimentação Complementar
______________________________________________________________________
ESQUEMA ALIMENTAR - INTRODUÇÃO DE ALIMENTOS COMPLEMENTARES PARA CRIANÇAS MENORES DE DOIS ANOS AMAMENTADAS 
Fonte: MS, 2009 – adaptado da SBP, 2006
Alimentação Complementar
______________________________________________________________________
ESQUEMA ALIMENTAR PARA MENORES DE 2 ANOS NÃO AMAMENTADAS 
Alimentação Complementar
______________________________________________________________________
Não peneirar ou liquidificar.
Quantidade: Oferecer alimentos Novos 8 a 10 vezes
Utensílios: Oferecer os líquidos em copinho e os materiais e utensílios devem ser apropriados (colher);
Ambiente: Refeições devem ser prazerosas , com troca amorosa ,através do contato visual, toques, sorriso e conversa.
Horário: Sem rigidez de horário, sempre respeitando a vontade da criança.
Higiene:Práticas adequadas de manejo, preparo , administração e armazenamento dos alimentos complementares.
 PRINCÍPIOS BÁSICOS
Alimentação Complementar
______________________________________________________________________
 
SUPLEMENTAÇÃO - Ferro: 
6 - 24 meses: 1 a 2 mg Fe/ Kg/dia (MS) 
6 - 24 meses: 1mg Fe/Kg/dia (SBP) 
Baixo peso e pré termo: após 30º dia→ 2mgFe/Kg/dia
 
Aleitamento materno não exclusivo: iniciar no 4º m 
Leite de vaca: iniciar assim que introduzir
Fórmula infantil: não suplementar 
Ministério da Saúde ,Cad. de Atenção Básica,2012
Pode inciar com 4m se não tiver em AM exclusive
Ferro devido alto indice de anemia ferropriva
1gota=3mcg… 1ml: 60mcg… 1ml: 20gotas
Alimentação Complementar
______________________________________________________________________
SUPLEMENTOS – Vitamina A e D
Posologia (bula): crianças de 1 mês à 2 anos: 1 a 2 gotas diárias. 
 VIT D- Não suplementar nas seguintes condições: 
 - Lactentes em AM c/ exposição regular ao sol 
 - Lactentes que recebem 500 ml/dia de fórmula infantil. Suplementação: 200 UI/dia (SBP, 2018). 
Raquitismo/// ossos e dentes
Aleitamento Artificial
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LEITE EM PÓ
0 A 4 MESES
Diluição à 10% (10g pó para 100ml de volume final)
FÓRMULA 
(Ex: NAN, Aptamil) Seguir orientações do Fabricante
Aleitamento Artificial
______________________________________________________________________
LEITE EM PÓ
ACIMA DE 4 MESES
Diluição à 15% (15g pó para 100ml de volume final)
MINISTÉRIO DA SAÚDE -2006
Aleitamento Artificial
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LEITE DE VACA
0 A 4 MESES
LEITE FLUÍDO: Diluição à 2/3 (2 partes de leite e 1 de água)
À PARTIR DE 4 MESES
LEITE FLUÍDO: integral (sem água)
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP)P
______________________________________________________________________
	IDADE	VOLUME	NÚMERO DE REFEIÇÕES/ DIA
	Do nascimento a 30 dias	60-120 ml	6 a 8 refeições de leite
Oferecer água nos intervalos
	30 a 60 dias	120-150 ml	6 a 8 refeições de leite
Oferecer água nos intervalos
	2 a 4 meses	150-180 ml	5 a 6 refeições de leite
Oferecer água nos intervalos
	4 a 8 meses	180-200 ml	5 a 6 refeições de leite
Oferecer água nos intervalos
Introduzir alimentos na forma de papas, purês.
A criança deve deixar resto na mamadeira
Aleitamento Artificial
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 Não há necessidade de oferecer o leite na mamadeira
Copinho
Diminui riscos de infecção da boca, ouvido, garganta.
Importante no desenvolvimento dos músculos da face
É barato e fácil de limpar
 Prevenção de problemas funcionais e estéticos futuros
Alimentação Complementar
______________________________________________________________________
Não peneirar ou liquidificar.
Quantidade: Oferecer alimentos Novos 8 a 10 vezes
Utensílios: Oferecer os líquidos em copinho e os materiais e utensílios devem ser apropriados (colher);
Ambiente: Refeições devem ser prazerosas , com troca amorosa ,através do contato visual, toques, sorriso e conversa.
Horário: Sem rigidez de horário, sempre respeitando a vontade da criança.
Higiene:Práticas adequadas de manejo, preparo , administração e armazenamento dos alimentos complementares.
 PRINCÍPIOS BÁSICOS
______________________________________________________________________
1º PASSO - Dar somente leite materno até os 6 meses, sem fornecer água, chás ou quaisquer outros alimentos
2º PASSO - A partir dos 6 meses, oferecer de forma lenta e gradual outros alimentos, mantendo o Leite Materno até 2 anos de idade
3º PASSO - A partir dos 6 meses, dar alimentos complementares (cereais, tubérculos, carnes, leguminosas, frutas, legumes) 3 x/dia, se criança receber leite materno e cinco vezes ao dia, se não estiver em aleitamento materno
4º PASSO - A alimentação complementar deve ser oferecida de acordo com os horários de refeição da família, em intervalos regulares e de forma a respeitar o apetite da criança
DEZ PASSOS DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL PARA CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS (MS/ OPAS / SBP, 2013)
______________________________________________________________________
							
DEZ PASSOS DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL PARA CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS (MS / OPAS / SBP, 2013)
5º PASSO - A alimentação complementar deve ser espessa desde o início e oferecida de colher; começar com consistência pastosa (papas e purês) e gradativamente, aumentar a sua consistência até chegar na alimentação da família
6º PASSO - Oferecer à criança diferentes alimentos ao dia. Uma alimentação variada é uma alimentação colorida
7º PASSO - Estimular o consumo diário de frutas, verduras e legumes nas refeições
8º PASSO - Evitar açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinhos e outras guloseimas nos primeiros anos de vida. Usar sal com moderação
______________________________________________________________________
							
DEZ PASSOS DA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL PARA CRIANÇAS MENORES DE 2 ANOS (MS / OPAS / SBP, 2013)
9º PASSO - Cuidar da higiene no preparo e manuseio dos alimentos; garantir o seu armazenamento e conservação adequados
10ºPASSO - Estimular a criança doente e convalescente a se alimentar, oferecendo sua alimentação habitual e seus alimentos preferidos, respeitando sua aceitação
 Ministério da Saúde 2013
Alimentação para crianças em idade pré-escolar e escolar
Problemas alimentares mais frequentes no pré-escolar
Mamadeira: dieta láctea excessiva: recusa da refeição de sal, anemia
Manter “papa” ou “sopa” até 3-4 anos: atraso no desenvolvimento da mastigação
Chantagens dos pais
Fase do “Eu não quero”
Grande interesse pelo ambiente
Atenção desviada durante a alimentação
Dificuldade de permanecer sentado para alimentar-se
Problemas alimentares mais frequentes no escolar
Propaganda alimentar; pressa para comer; refeições na frente da TV
Hábitos: fast-food 
Dietas com alto teor de energia, mas com baixa qualidade
Carências subclínicas: “fome oculta”
Sequelas na idade adulta: obesidade, hipertensão, dislipidemias
Alimentação de crianças/adolescentes
de 7 a 12 anos
Mudança no padrão alimentar (aumento do consumo de alimentos processados e ricos em gordura e diminuição da ingestão de alimentos não industrializados) 
redução da atividade física
 provocou a transição nutricional, caracterizada pela queda das taxas de desnutrição, aumento da prevalência de obesidade e incremento de casos de “fome oculta” – deficiências nutricionais específicas, pouco evidentes clinicamente, mas prejudiciais à boa saúde.
Alimentação de crianças/adolescentes 
É recomendado que a avaliação do consumo alimentar seja realizada na rotina dos serviços de Atenção Básica
Orientações para promoção da alimentação saudável
Conhecimento do comportamento alimentar dos adolescentes e de seu grupo social e a construção coletiva das estratégias;
Preferir sempre alimentos naturais e comida caseira a produtos prontos para consumo e evitar produtos ultraprocessados;
Utilizar alimentos variados, incluindo grãos, verduras, legumes, tubérculos, frutas, leite, ovos, carnes, peixes e água, e variedade dentro de cada tipo.
Ministério da Saúde, 2017
Alimentação de crianças/adolescentes 
Orientações para promoção da alimentação saudável
Produtos processados e ultraprocessados devem ser evitados ou consumidos ocasionalmente em pequenas quantidades.
As bebidas açucaradas, como: refrigerantes, sucos industrializados, xaropes etc., merecem atenção especial, pois apresentam consumo elevado entre os adolescentes.
Aumentar o consumo de frutas, legumes e verduras
Manter alimentação atrativa, colorida.
Ministério da Saúde, 2017
Alimentação de crianças/adolescentes 
Orientações para promoção da alimentação saudável
Evitar substituir refeições por lanches
Evitar a omissão do café da manhã
Evitar realizar refeições assistindo televisão/ computador/ celular/tablete
O ambiente escolar e um espaço estratégico para o desenvolvimento de ações de promoção da saúde. A cantina escolar é um ambiente com forte influencia para formação/manutenção de praticas alimentares saudáveis ou não. 
Ministério da Saúde, 2017
calorias provenientes de gordura saturada ultrapasse 10% das calorias totais, alimentos em cuja preparação seja utilizada gordura vegetal hidrogenada e alimentos industrializados com alto teor de sódio.
Dez passos para uma alimentação saudável para crianças de 2 a 10 anos
 10 PASSOS: 2 A 10 ANOS
Alimentação na adolescência
Dietas e modismos
Pular refeições
Troca de refeições por lanches
Uso excessivo de suplementos dietéticos
Distúrbios da imagem corporal
Drogas, álcool, fumo
Sedentarismo 
Riscos nutricionais
Distúrbio na Alimentação do Adolescente
Anorexia nervosa
É um distúrbio emocional e alimentar caracterizado por:
Recusa de manter um peso corporal em harmonia com a altura, que é, no mínimo, 15% abaixo do esperado para uma determinada estatura.
Intenso medo de ganhar peso e engordar.
Distorção da imagem corporal, como sentir-se gordo, quando, na verdade, esta muito magro.
Ocorre com mais frequência em adolescentes/ jovens, de camadas socioeconômicas mais elevadas e esta relacionada com o ideal estético veiculado pela mídia e reforçado pela cultura de consumo de beleza.
Ministério da Saúde, 2017
Distúrbio na Alimentação do Adolescente
Anorexia nervosa
Associado a transtornos relacionados com a desnutrição e alterações endócrinas.
Amenorreia (falta de menstruação) é uma das principais características da anorexia nervosa.
Ministério da Saúde, 2017
Conduta: 
Avaliação clinica a fim de verificar risco de vida devido a desnutrição.
Realizar diagnostico diferencial com outras doenças psiquiátricas como, por exemplo, a depressão. 
Procurar conhecer a estrutura familiar e de suporte social. É fundamental a atuação de um profissional da área de Saúde Mental do NASF e do apoio de nutricionista.
Distúrbio na Alimentação do Adolescente
Bulimia
Caracteriza-se por períodos de grande compulsão alimentar, quando é ingerida uma grande quantidade de alimentos seguidos de período de purgação em que a(o) paciente lança mão de vômitos provocados, uso de laxativos e diuréticos e exercícios vigorosos.
Seu início é mais frequente no final da adolescência. 
Ministério da Saúde, 2017
Distúrbio na Alimentação do Adolescente
Bulimia
A paciente pode ser eutrófica ou ate mesmo apresentar sobrepeso. 
Acompanham sintomas depressivos.
Risco de morte durante os surtos devido aos distúrbios hidroeletrolíticos e acidobásicos desencadeados pelos vômitos, uso de laxantes e diuréticos.
Conduta: 
Avaliar a historia do adolescente e os riscos para depressão. 
É fundamental o acompanhamento por profissionais especializados (Saúde Mental do NASF; nutricionista e clinico).
Ministério da Saúde, 2017
Distúrbio na Alimentação do Adolescente
Obesidade
Consequência do aumento da gordura corporal em relação a massa muscular. 
E uma doença multicausal, em que ocorre a interação de fatores genético-metabólicos e do meio ambiente. 
Representa um importante problema de saúde publica.
Calcular o IMC
Segundo a OMS, adolescentes com sobrepeso são aqueles que apresentam IMC situado entre z-escore +1 e +2 e adolescentes obesos aqueles com z-escore maior que +2.
Ministério da Saúde, 2017
Distúrbio na Alimentação do Adolescente
Obesidade
Conduta: 
manutenção de peso tão próximo do normal quanto as características fisiológicas do individuo permitirem. 
O tratamento consiste em normalizar (não restringir) o consumo de alimentos; aumentar a movimentação corporal, especialmente os exercícios aeróbicos; e atentar para as condições sociais e emocionais.
Ministério da Saúde, 2017
Observar e investigar:
Peso atual e desejado
Início e padrão da menstruação
Preferências e peculiaridades alimentares; Restrições alimentares; Padrões de jejum
Frequência e extensão da hiperfagia e dos vômitos
Uso de laxantes, diuréticos, pílulas para emagrecer
Perturbações na imagem corporal
Padrões de exercícios
Avaliar os indicadores de crescimento, desenvolvimento sexual e desenvolvimento físico
Verificar a históriapsiquiátrica, história de uso de substâncias e avaliação familiar
Fazer perguntas como: a) Você está satisfeita com seu padrão alimentar b) Você já comeu em segredo?
Ressaltar os aspectos positivos, mantendo uma observação e uma escuta sensível ao adolescente
Registrar no prontuário todo e qualquer tipo de informação adquirida
______________________________________________________________________
							
Referências Bibliográficas
	
1-World Health Organization(WHO)/UNICEF. Indicators for assessing infant and young child feeding practices.Part 3. Country Profiles.Geneva :Who,2010ª.
2-Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.Dez passos para uma alimentação saudável: guia alimentar para crianças menores de dois anos : um guia para o profissional da saúde na atenção básica / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – 2 ed. – 2 reimpr. –2013
3-Madeira IR,Aquino LA.Problemas de abordagem difícil: “não come” e “não dorme”.Jpediatric,2003;79(supl.1):543-554.
4-World Health Organization. The optimal duration of exclusive breastfeeding: a systematica rewiew.Geneva:World Health Organization;2001
5-Sociedade Brasileira de Pediatria. Departamento de Nutrologia .Manual de orientação: alimentação do lactente, alimentação do pré-escolar, alimentação do
escolar, alimentação do adolescente, alimentação na escola / Sociedade Brasileira de Pediatria.Departamento de Nutrologia. - São Paulo, 2006.
______________________________________________________________________
							
	
6-Fujimori E,Rezende MA Alimentação Complementar e nos primeiros anos de vida.In: Fujimori E,Silva CV,organizadoras.Enfermagem e a saúde da criança na atenção básica. Barueri:Manole;2009.p.174-99.
7-Lima DB,Fujimori E,Borges ALV,Silva MMSS. Prática Alimentar nos dois primeiros anos de vida.Revista da Escola de Enfermagem da USP.vol45 no.spe2 São Paulo Dec. 2011
8-Heitor SFD,Rodrigues LR, Santiago LB. Introdução de Alimentos supérfluos no primeiro ano de vida e as repercussões nutricionais. Revista Ciência Cuidado Saúde Jul/set;10(3):430-436 , 2011.
9- Ministério da Saúde .Secretaria de Vigilância em Saúde.Secretaria de Atenção Básica.Guia prático de preparo de alimentos para crianças menores de 12 meses que não podem ser amamentadas/Ministério da Saúde ;Secretaria de Atenção á saúde.Brasília:Ministério da Saúde,2006.(Série Manuais)48p.
10- Brasil,Ministério da Saúde.Secretaria de Atenção à Saúde.Departamento de Atenção Básica. Saúde da Criança:nutrição infantil :aleitamento materno e alimentação complementar/Ministério da Saúde.Brasília,2009.112p.
11- MINISTÉRIO DA SAÚDE. Atenção à saúde da criança de 0 a 12 anos. Porto Alegre : Hospital Nossa Senhora da Conceição, 2009.
12- Brasil. Ministerio da Saude.Proteger e cuidar da saude de adolescentes na atencao basica [recurso eletronico] / Brasilia : Ministerio da Saude, 2017.
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