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Performance, Peso e Balanceamento de Aeronaves Apostila do Prof. Raul: Performance, Peso e Balanceamento de Aeronaves APRESENTAÇÃO SUMÁRIO PERFORMANCE, PESO E BALANCEAMENTO 40 A TEORIA DO P&B 47 CORDA MÉDIA AERODINÂMICA 67 LIMITES DO CG 68 LOCALIZAÇÃO DO CG EM % CMA 165 PESOS OPERACIONAIS 85 PESOS ESTRUTURAIS 149 ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEL 163 VELOCIDADES 166 TEMPERATURA 191 ALTITUDES 208 DECOLAGEM 213 VELOCIDADES ASSOCIADAS COM A DECOLAGEM 222 SEGMENTOS DE DECOLAGEM 240 DISTÂNCIAS DECLARADAS 244 DEFINIÇÃO E ESTUDO DAS VELOCIDADES DE DECOLAGEM E POUSO 248 DEFINIÇÃO DE PISTA BALANCEADA, CONTAMINADA, ETC 259 SEGMENTOS DE VOO 275 DEFINIÇÃO DOS FATORES QUE PODEM LIMITAR OS PESOS MÁXIMOS DE DECOLAGEM E POUSO 279 ENVELOPE DE PESO E BALANCEAMENTO 295 IMPROVED CLIMB 305 DIMENSIONAMENTO DO COMPRIMENTO DE PISTA 337 GRADIENTE DE PISTA (SLOPE) 373 CÁLCULO DAS COMPONENTES DE VENTO NA DECOLAGEM 383 CONTROLES DE VOO 393 DESIGNS AIRSPEEDS 407 BUFFET DE BAIXA/ESTOL DE BAIXA 409 BUFFET DE ALTA/ESTOL DE ALTA 410 FLIGHT ENVELOPE 416 BUFFET DE ALTA/ESTOL DE ALTA 410 COMBUSTÍVEL 420 RECLEARANCE 436 THRUST RATINGS 440 EFEITO DO USO DE BLEEDS E ANTI-ICE 448 FATORES QUE AFETAM O BALANCEAMENTO 452 LOADING INDEX 463 04 PESAGEM DA AERONAVE 467 ENVELOPE DE CG 470 RVSM 499 ETOPS 504 FAA TAKEOFF SAFETY TRAINING AID 519 PESO MÁXIMO DE DECOLAGEM 528 OBSTACLE CLEARANCE REQUIREMENTS 548 LOAD PLAN E NAVEGAÇÃO 611 1 LIMITAÇÕES ESTRUTURAIS 658 APRESENTAÇÃO Apostila elaborada para ministrar aula de Performance, Peso e Balanceamento de Aeronaves para as turmas do curso de Ciências Aeronáuticas da Faculdade Anhanguera de Campinas, SP, ano de 2022. Prof. Raul Campos Bernardes Leão Campinas, 2022 PERFORMANCE, PESO E BALANCEAMENTO https://www.faa.gov/regulations_policies /handbooks_manuals/aviation/media/FA A-H-8083-1.pdf https://www.amazon.com.br/Aircraft- Performance-Weight-Balance- Portuguese/dp/1795563400 http://www.faa.gov/regulations_policies http://www.faa.gov/regulations_policies http://www.amazon.com.br/Aircraft- http://www.amazon.com.br/Aircraft- http://www.amazon.com.br/Aircraft- Newton Soler Saintive PERFORMANCE, PESO E BALANCEAMENTO BAIXA PERFORMANCE PERFORMANCE, PESO E BALANCEAMENTO ALTA PERFORMANCE Finalidade principal: segurança. Finalidade secundária: maior eficiência de vôo. PERFORMANCE, PESO E BALANCEAMENTO Variando-se a posição do ponto de apoio, equilibra-se uma alavanca. CG: Centro de gravidade Uma aeronave é uma alavanca Necessidade de se fazer a pesagem • As aeronaves têm uma tendência de ganhar peso devido ao acúmulo de sujeira, graxa, etc., em áreas que não são facilmente acessíveis para lavagem e limpeza. É necessário refazer a pesagem periodicamente Exigências para Repesagem ✓ Aeronaves de Taxi Aéreo: Repesagem periodicamente exigido pelos regulamentos aeronáuticos é Obrigatório! ✓ Aeronaves particulares: Os mesmos regulamentos aeronáuticos NÃO exigem repesagem obrigatória. São repesadas quando sofrem uma grande alteração no P&B. ✓ Aeronaves de Cias Aéreas: De passageiros ou carga, estão sujeitas a apresentarem provas que estão sendo carregadas adequadamente. • A aeronave precisa de uma velocidade de decolagem maior, o que resulta em uma corrida de decolagem mais longa. • A razão e o ângulo de subida são reduzidos. • O teto de serviço é rebaixado. • A velocidade de cruzeiro é reduzida. • O alcance de cruzeiro é reduzido. • A capacidade de manobra é reduzida. • Um pouso mais longo é necessário devido a velocidade ser maior. • Cargas excessivas são impostas à estrutura, especialmente o trem de pouso. Rio Sul – SL310 – ERJ145 A teoria do P&B é a da alavanca, que está em equilíbrio ou balanceada quando está em repouso, em posição nivelada. A teoria do P & B Momento, Braço, Linha Datum, e C.G Braço A influência do peso depende da distancia do fulcro Braço Braço A teoria do P & B Definição de Momento • Momento é uma grandeza que representa a magnitude da força aplicada a um sistema rotacional a uma determinada distância de um eixo de rotação. Momento: É a variação que determina o movimento e inclinação da balança e o peso M = b x f Dados do Peso e Balanceamento • Os dados do P&B podem ser obtidos nas seguintes fontes: • Especificações da aeronave • Registro de peso e balanceamento da aeronave • Manual de vôo da Aeronave • Limitações operacionais da aeronave • AB11 – P&W TERMINOLOGIA Plano de Referência Linha Datum • Plano de Referência: Um plano vertical imaginário, a partir do qual todas as medidas são tomadas horizontalmente. Conhecido também com datum line. Este plano está em ângulo reto em relação ao eixo longitudinal Longitudinal Lateral Vertical Definições Linha Datum Station (STA) - Estação A frente Atrás - + Braço • O Braço é a distância horizontal entre um equipamento e o plano de referência. O Braço também pode ser calculado a partir da distância do CG M = f x b Momento • O momento é o resultado da multiplicação de um peso pelo seu braço. Qualquer peso adicionado a aeronave (em qualquer lado) será positivo (+); qualquer peso retirado da aeronave (em qualquer lado) será negativo (-). CONVENÇÃO : Nariz do avião sempre virado para a esquerda Braço negativo (-) ou Braço positivo (+) MOMENTO NEGATIVO (-) MOMENTO POSITIVO+ Definições Accelerate - GO Distância Balanceada Accelerate - STOP Se juntarmos as duas linhas vistas anteriormente, notaremos que existe um ponto de cruzamento. Neste ponto, para uma mesma V1, teremos a mesma distância, tanto para Accelerate – GO como para Accelerate – STOP É o que chamamos V1 balanceada - V1 + - + D is tâ n c ia V 1 B a la n ce a d a Rev.0 - 25/03/202 35 ft Definições Conforme dissemos anteriormente, para uma pista balanceada, a distância para Accelerate – GO é a mesma da Accelerate – STOP. Accelerate - STOP Accelerate - GO 35 ft Definições Alguns fatores podem “desbalancear” a pista, como por exemplo, a presença de uma clearway, que vai nos possibilitar atingir os 35 ft após o final da pista. Clearway Accelerate - GO Definições A presença de uma stopway também também causa o desbalanceamento da pista, pois permitirá que a aeronave faça uma parada completa sobre a sua superfície, resultando em uma V1 mais alta Stopway Accelerate - STOP Trajetória de Decolagem Segmentos de Vôo Vejamos agora a trajetória de decolagem, que começa após o avião atingir 35 ft, e termina a 1500 ft de altura sobre a pista, ou na altitude na qual a transição de configuração de decolagem para a configur de rota for completada (ou seja, na altitude mais elevada). • Primeiro Segmento : Começa quando o avião atinge 35 ft acima do nível da pista, e inicia o recolhimento do trem de pouso, terminando após o total recolhimento. Neste segmento os gradientes são pequenos, devido ao grande arrasto do trem de pouso. Gradiente Positivo requerido. • Segundo Segmento : Começa logo após o recolhimento do trem de pouso e termina, no mínimo, a 400 ft do nível da pista (minimum level off height). Normalmente é o segmento mais restritivo, por exigir maiores gradientes de subida. Gradiente mínimo requerido para aeronaves com 2 motores : 2.4% Trajetória de Decolagem Segmentos de Vôo • Terceiro Segmento : Os flaps são recolhidos, e a velocidade é aumentada para, pelo menos, 1.25 VS. Considera-se que este segmento tem gradiente nulo, de forma que a tração extra será empregada na aceleração • Segmento Final : Do ponto onde a configuração foi atingida, até 1500 ft ou mais sobre o nível da pista. Gradiente mínimo requerido de 1.2% para aeronaves com 2 motores. Trajetória de Decolagem - Sumário Segmentos de Vôo 4° Segmento 3° Segmento 2° Segmento 1° Segmento ➢ Gear Up ➢ Flaps recolhidos ➢ Max Continuous ➢ Veloc. Final Subida ➢ G r a d i e n t e 1 . 2 % ➢ Gear Up ➢ Transition Flaps ➢ Takeoff Power ➢ Aceleração ➢ Gradiente Zero ➢ Gear Up ➢ Takeoff Flaps ➢ Takeoff Power ➢ V2 1.2 VS ➢ Gradiente 2.4% ➢ Gear Down / Up ➢ Takeoff Flaps ➢ Takeoff Power ➢ V2 1.2 VS ➢ Gradiente Positivo C a b e c e i r a O p o s t a Fatores que Limitam decolagem e pouso Fatores que limitam a Decolagem Existem 5 fatores principais que limitam o peso máximo de decolagem de uma aeronave por performance. São eles : 35 ft Engine Out Accelerate - GO 35 ft 115% All Engines Accelerate - GO 15% Fatores que Limitam decolagem e pouso Fatores que limitam a Decolagem 1) Field Length Engine Out Accelerate - STOP Fatores que Limitam decolagem e pouso Fatores que limitam a Decolagem 2) Climb Requirement • Primeiro Segmento : Positivo • Segundo Segmento : 2.4% (Normalmente Limitante) • Segmento Final : 1.2% Fatores que Limitam decolagem e pouso Fatores que limitam a Decolagem 3) Obstacle Requirement • A trajetória de voo deve ultrapassar o obstáculo em 35 pés. 35 ft clearance Fatores que Limitam decolagem e pouso Fatores que limitam a Decolagem 4) Tire Speed • Velocidade máxima de operação dos pneus 5) Brake Energy • Velocidade máxima em que uma frenagem pode ser realizada sem que o calor gerado cause super-aquecimento e destruição dos freios Fatores que Limitam decolagem e pouso Efeito dos Flaps na Decolagem Fatores que Limitam decolagem e pouso Algumas informações sobre pistas “Fatoradas” e “Não Fatoradas” : Distância de Pouso Não Fatorada é a distância real de pouso numa pista seca e com slope zero, considerando que a aeronave cruza a cabeceira a 50 ft de altura com velocidade igual a Vref. Durante a desaceleração é considerada a utilização máxima manual dos freios e automatic speed brakes (spoilers), mas não é utilizado crédito de reverso. Para efeito de despacho das aeronaves, é necessário adicionar uma margem de segurança sobre a distância de pouso não fatorada. Para fazer isto, basta multiplicar a distância de pouso não fatorada (descrita acima) por um fator de segurança (isto é, estamos “fatorando” a pista) Fatores que Limitam decolagem e pouso Algumas informações sobre pistas “Fatoradas” e “Não Fatoradas” : A) A distância requerida para despacho em PISTA SECA (FATORADA) será : Distância NÃO FATORADA x 1.67 B) A distância requerida para despacho em PISTA MOLHADA (FATORADA) será : Distância FATORADA PARA PISTA SECA x 1.15 ou então : Distância NÃO FATORADA x 1.67 x 1.15 50 ft Margem de 15% Margem de 67% Distância real de pouso (NÃO FATORADA) Distância de Pouso FATORADA para pista seca Distância de Pouso FATORADA para pista molhada Exemplo : Se a distância NÃO FATORADA = 1000 metros, teremos : Distância FATORADA PARA PISTA SECA = 1000 x 1.67 = 1670 metros Distância FATORADA PARA PISTA MOLHADA = 1670 x 1.15 = 1920 metros Fatores que Limitam decolagem e pouso Outros Fatores que limitam os pesos de Decolagem e Pouso Existem outros fatores (que não os de performance) que podem limitaros pesos de decolagem e pouso de uma aeronave. São eles : ➢ Limitações Estruturais • Peso Máximo Estrutural de Decolagem (PMD Estrutural) • Peso Máximo Estrutural de Pouso (PMP Estrutural) • Peso Máximo Zero Combustivel (PMZC) Fatores que Limitam decolagem e pouso Outros Fatores que limitam os pesos de Decolagem e Pouso Para determinar facilmente se uma aeronave sofrerá limitação dev Resistência do pavimento, utilizamos o método ACN-PCN. Para entender melhor este método, apresentaremos as seguintes definições : ACN (Aircraft Classification Number) : relativo da aeronave sobre o pavimento de determinado grau de resistência. Depende tanto do peso quanto da disposição dos trens de pouso. Este número é fornecido pelo fabricante da aeronave. PCN (Pavement Classification Number) : ROTAER que indica a resistência de um pavimento para operações sem restrições. Quanto maior este número, maior a resistência do pavimento. O número do PCN é seguido por letras que indicam o tipo de pavimento, resistência do subleito, pressão máxima dos pneus e método de av do pavimento, a saber : Fatores que Limitam decolagem e pouso Outros Fatores que limitam os pesos de Decolagem e Pouso ➢ Limitações de Pavimento • Tipo do pavimento R – Pavimento Rígido (concreto) F – Pavimento Flexível (asfalto) • Categoria de resistência do subleitoA – Resistência Alta B – Resistência Média C – Resistência Baixa D – Resistência Ultra Baixa Fatores que Limitam decolagem e pouso Outros Fatores que limitam os pesos de Decolagem e Pouso ➢ • Categoria de pressão máxima admissível nos pneus W – Alta (sem limite de pressão) X – Média (pressão máxima de 217 psi) Y – Baixa (pressão máxima de 145 psi) Z – Muito Baixa (pressão máxima de 73 psi) • Método de avaliação do pavimento T – Avaliação técnica U – Avaliação Prática Fatores que Limitam decolagem e pouso Outros Fatores que limitam os pesos de Decolagem e Pouso ➢ Limitações de Pavimento As autoridades aeroportuárias podem autorizar operações com sobrecarga no pavimento (ACN maior do que PCN), desde que o pavimento permaneça seguro para utilização. Em geral, os seguintes critérios são adotados: Fatores que Limitam decolagem e pouso Outros Fatores que limitam os pesos de Decolagem e Pouso ➢ Limitações de Pavimento • Uma diferença de 10% entre o ACN e PCN para pavimentos flexíveis, ou 5% para pavimentos rígidos é normalmente aceitável, desde que as operações com sobrecarga não excedam 5% do número total de decolagens no ano, e que estas operações sejam espalhadas ao longo do ano. Fatores que Limitam decolagem e pouso Outros Fatores que limitam os pesos de Decolagem e Pouso ➢ Limitações de Pavimento – Exemplo Determinar o Peso Máximo limitado por Pavimento para um 737-700 operando Em uma pista com PCN 27/F/C/W/T Resposta : 53.700 Kg PCN FLEX IBLE RIGID PCN A B C D A B C D 14 34.3 35.4 34.7 31.8 34.1 32.1 30.7 29.8 17 15 36.3 37.1 36.2 33.1 35.6 33.5 32.1 31.2 18 16 38.2 38.8 37.6 34.4 37.1 35.0 33.5 32.5 19 17 40.1 40.5 39.1 35.8 38.6 36.5 34.9 33.8 20 18 42.0 42.2 40.5 37.1 40.1 37.9 36.3 35.2 21 19 43.9 44.0 42.0 38.4 41.6 39.4 37.7 36.5 22 20 45.9 45.7 43.4 39.7 43.1 40.9 39.1 37.8 23 21 47.8 47.4 44.9 41.0 44.7 42.4 40.5 39.2 24 22 49.7 49.1 46.4 42.3 46.2 43.8 41.9 40.5 25 23 51.6 50.8 47.8 43.7 47.7 45.3 43.3 41.8 26 24 53.5 52.5 49.3 45.0 49.2 46.8 44.7 43.2 27 25 55.4 54.2 50.7 46.3 50.7 48.2 46.1 44.5 28 26 57.4 55.9 52.2 47.6 52.2 49.7 47.5 45.8 29 27 59.3 57.6 53.7 48.9 53.7 51.2 48.9 47.2 30 28 61.2 59.4 55.1 50.2 55.2 52.6 50.3 48.5 31 29 63.1 61.1 56.6 51.5 56.7 54.1 51.7 49.8 32 30 65.0 62.8 58.0 52.9 58.2 55.6 53.1 51.2 33 31 67.0 64.5 59.5 54.2 59.7 57.1 54.5 52.5 34 32 68.9 66.2 61.0 55.5 61.3 58.5 55.9 53.8 35 33 70.8 67.9 62.4 56.8 62.8 60.0 57.4 55.2 36 34 72.7 69.6 63.9 58.1 64.3 61.5 58.8 56.5 37 35 74.6 71.3 65.3 59.4 65.8 62.9 60.2 57.8 38 36 76.6 73.1 66.8 60.7 67.3 64.4 61.6 59.2 39 37 78.5 74.8 68.3 62.1 68.8 65.9 63.0 60.5 40 38 80.4 76.5 69.7 63.4 70.3 67.4 64.4 61.8 41 39 82.3 78.2 71.2 64.7 71.8 68.8 65.8 63.2 42 40 84.2 79.9 72.6 66.0 73.3 70.3 67.2 64.5 43 41 86.2 81.6 74.1 67.3 74.8 71.8 68.6 65.8 44 42 88.1 83.3 75.5 68.6 76.3 73.2 70.0 67.2 45 43 90.0 85.0 77.0 70.0 77.9 74.7 71.4 68.5 46 44 91.9 86.7 78.5 71.3 79.4 76.2 72.8 69.9 47 45 93.8 88.5 79.9 72.6 80.9 77.6 74.2 71.2 48 46 95.7 90.2 81.4 73.9 82.4 79.1 75.6 72.5 49 47 97.7 91.9 82.8 75.2 83.9 80.6 77.0 73.9 50 48 99.6 93.6 84.3 76.5 85.4 82.1 78.4 75.2 51 Tabela de ACN / PCN do 737-700 Envelope de Peso e Balanceamento Peso e Balanceamento Limite Superior Definido pelo peso máximo estrutural Envelope de Peso e Balanceamento Peso e Balanceamento Limite Inferior Definido pelo peso básico vazio Envelope de Peso e Balanceamento Peso e Balanceamento Limite Dianteiro Definido para evitar problemas de manobrabilidade Envelope de Peso e Balanceamento Peso e Balanceamento Limite Traseiro Definido para evitar que o CG encontre o CP Envelope de Peso e Balanceamento Peso e Balanceamento Limite Superior Limite Inferior Peso e Balanceamento Envelope de Peso e Balanceamento Peso Máximo de Pouso ® C.E.A.P. Proibida a reprodução sem autorização expressa Peso e Balanceamento Envelope de Peso e Balanceamento Peso Máximo Zero Combustível ® C.E.A.P. Proibida a reprodução sem autorização expressa Peso e Balanceamento Envelope de Peso e Balanceamento Pesos ® C.E.A.P. Proibida a reprodução sem autorização expressa Envelope de Peso e Balanceamento % MAC Peso e Balanceamento Envelope de Peso e Balanceamento Stabilizer Trim Settings Peso e Balanceamento Notar que há Diferença na Escala para Flaps 1/5 e 10/15/25 Algumas Definições : Improved Climb • Quando a performance estiver limitada pela subida (normalmente segundo segmento) e tivermos pista extra disponível para correr, podemos utilizar o método do “Improved Climb” para melhorar o nosso MTOW. • Os motores fornecem energia para a aeronave, que pode ser trocada tanto por velocidade, quanto por gradiente de subida. Quando decolamos com improved climb, aceleramos mais a aeronave em solo, para que na fase de subida possamos trocar a energia dos motores por um gradiente maior, já que a velocidade foi adquirida na pista. Restrições : Improved Climb Existem algumas restrições para a utilização desta técnica, como por exemplo, pistas contaminadas. Menor Gradiente Maior Gradiente (ou mesmo gradiente com mais peso) Menor Velocidade Maior Velocidade Normal Takeoff Improved Climb Takeoff REFERENCIA RBAC 25 (FAR 25) REQUERIMENTOS DE PERFORMANCE SEGMENTOS DE DECOLAGEM e UVVL2OF= 110 %11d0a%VdM5aC%AV1MaCVdVAa1S1V) SMg CONCLUSÃO: 1. V1)mcg 105%Vmca Vmca V 1 V1(Decision Speed) VEF Vef: 1s V1 (Engine Failure VmcgA razão para que isso aconteça, é que considera-se que o evento ocorrerá aproximadamente 1 segundo antes da V1. Portanto, para V1 baixa teria muito tempo para acelerar a aeronave com 1 motor V1 BALANCEADA ➢ Na segunda situação (Accelerate – STOP), pode-se notar pelo gráfico que, quanto maior a V1, maior será a distância do Accelerate – Stop (ASDA). ACCELERATE - STOP Distância Grande Para Acc-STOP Distância Pequena para Acc-STOP A razão para que isso aconteça, é que considera-se que o evento ocorrerá 1 seg. antes da V1. Portanto, a V1 baixa teria baixa velocidade para frear a aeronave completamente. A S D A A S D A + D is tâ n c ia V 1 B a ix a V 1 A lt a - V1 + - V1 BALANCEADA Ao se juntar as duas linhas vistas anteriormente, nota-se que existe um ponto de cruzamento. Neste ponto, para uma mesma V1, se obtém a mesma distância, tanto para o Accelerate – GO como para o Accelerate – STOP. Isto é o que se chama de V1 BALANCEADA. + - V1 + - D is tâ n c ia A S D A = T O D A V 1 B a la n ce a d a PISTA BALANCEADA Para uma pista balanceada, a distância para o Accelerate – GO é a mesma do Accelerate – STOP (ASDA = TODA) 35 pés EF ACCELERATE - GO MESMA DISTÂNCIA EF ACCELERATE - STOP STOPWAY AA SSTTOOPPWWAAYY:: • Terá que possuir no mínimo a largura da pista, além de possuir seu eixo centrado na mesma; • Ter a capacidade de suportar a aeronave sem causar danos durante o RTO; • Ser identificada para o uso da desaceleração da aeronave no caso de RTO. CLEARWAY • Deverá possuir, no mínimo 500 pés de largura, além de possuir o seu eixo centrado na pista; VVLLooff C CC • Estar sob o controle das Autoridades Aeronáuticas • Nenhum objeto se projetar acima de um gradiente de 1,2 % do plano da pista; DEFINIÇÃO DE STOPWAY e CLEARWAY 35 pés ACCELERATE – GO ACCELERATE – STOP DESBALANCEAMENTO DA PISTA A presença de uma CLEARWAY também poderá “desbalancear” uma pista, pois vai possibilitar a aeronave atingir os 35 pés após o final dessa pista, resultando em uma V1 mais baixa A presença de uma CLEARWAY sempre resultará em maior disponível, para o “Climb”. ACCELERATE – GO ACCELERATE – STOP DESBALANCEAMENTO DA PISTA A presença de uma STOPWAY causará o desbalanceamento da pista, pois permitirá que a aeronave faça uma parada completa sobre a sua superfície, resultando em uma V1 mais elevada. A presença de uma STOPWAY sempre resultará em maior disponível, para o “Field Length”. DESBALANCEAMENTO DA PISTA Existem casos onde é necessário DESBALANCEAR a pista, como por exemplo: ➢ Em uma pista com altitude pressão elevada, alta temperatura, pouco vento, pouco flap e muito peso, eventualmente poderá ter uma V1 balanceada maior que a VMBE. Neste caso, a V1 deve ter o seu valor diminuído; ➢ No outro extremo, ou seja, para temperaturas/ altitude pressão baixas, pouco peso e muito flap, poderá ocorrer a V1 balanceada menor que a VMCG. Neste caso, a V1 deverá ser aumentada. GRADIENTE DA PISTA (SLOPE) DH COMPRIMENTO DA PISTA (Field Lenght) ➢ DH = Diferença de altitude entre as cabeceiras NÍVEL DO MAR GRADIENTE = ( DH / Field Lenght) x 100 % LIMITE: 2 % de Inclinação Qual é o SLOPE ? ➔ Comprimento da Pista = 6.360ft; Altitudes: Cabeceira A = 2.321ft e Cabeceira B = 2.361ft Resp.: (2.361 – 2.321) / 6.360 x 100% = 0,62% SEGMENTOS DE DECOLAGEM MMÍÍNNIIMMOO 11..550000 PPÉÉSS SEGMENTOS DE DECOLAGEM Acelerando (V.Subida) Acelerando (V. Subida) 1,2% 44ºº SSEEGGTTOO 125% Vs (Mínimo) MMÍÍNNIIMMOO 440000PÉPSÉ(FASR) 120% Vs (Mínimo) 2 2 , , 4 4 %%% 120% Vs (Mínimo) 120% Vs 110% Vmca GGeeaarr UUPP FF ll aa pp ss UU pp GGeeaarr UUUPPP FFllaappss UUUppp VV 33ºº SSEEGGTTOO 22ºº SSEEGGTTOO GGGeeeaaarrr UUPP 11ºº SSEEGG TTOO GGGeeeaaarrr UUPP FFllaappss DDoowwnn FFllaappss 22 DDoowwnn REQUERIMENTO PARA LIVRAR OS OBSTÁCULOS 0,8 % 4º Segmento 3º Segmento 2º Segmento 35 Feet 1,2% FLAP U P CLIMB 2,4% 1º Segto. Gear LIMIT UP V2 REQUERIMENTOS DE DECOLAGEM REQUERIMENTOS DE DECOLAGEM REQUISITOS EXIGIDOS PARA A PERFORMANCE DE UMA DECOLAGEM: FATORES QUE LIMITAM UMA DECOLAGEM ➢ O peso máximo de decolagem de uma aeronave é limitado por fatores que afetam a sua performance. São eles: Comprimento de Pista (Field Length); Requerimentos de Subida (Climb); Requerimentos de Obstáculo (Obstacle); Requerimentos de Velocidade Mínima no Solo (Vmcg); Requerimentos de Tempo Máximo de Acceleração (Level Off); Velocidade dos Pneus (Tire Speed); Energia dos Freios (Brake Energy). TRANSIÇÃO EF FULL STOP - REVERSER OUT Throttles REQUERIMENTOS DE DECOLAGEM FATORES QUE LIMITAM A DECOLAGEM POR PERFORMANCE Comprimento de Pista (Field Length): Spoilers set to Idle V1 V2 set VEF Brakes VLOF VR 35 Feet ➔ Dry Runway 15 Feet ➔ Wet Runway VEF 1 LOST ENGINE ACCEL EF 35 pés + 15% DISTÂNCIA BIMOTOR = 100% REQUERIMENTOS DE DECOLAGEM FATORES QUE LIMITAM A DECOLAGEM POR PERFORMANCE Requerimentos de Obstacle; 0,8 % 4º Segmento 3º Segmento 2º Segmento 35 Feet 1,2% 2,4% 1º Segto. FLAP UP CLIMB LIMIT Gear UP V2 REQUERIMENTOS DE DECOLAGEM FATORES QUE LIMITAM A DECOLAGEM POR PERFORMANCE Requerimentos de Vmcg; 30 Feet MÁXIMUM Eng Fault Objetivo da Vmc= W V1 WEIGHT W V1 WEIGHT > W V1 Y DECOLAGEM PADRÃO X ▪ V1 Balanceada FREIOS DESATIVADOS (ALGUNS TIPOS DE AERONAVES) ▪ Peso Reduzido; ▪ V1 Reduzida; ▪ Baixa VMBE CLEARWAY ▪ Peso Elevado; ▪ V1 Reduzida; ▪ Desbalanceada. Y X STOPWAY ▪ Peso Elevado; ▪ V1 Elevada; ▪ Desbalanceada. PERFORMANCE DE POUSO REQUERIMENTOS DE POUSO REQUISITOS EXIGIDOS PARA A PERFORMANCE DE UM POUSO FATORES QUE LIMITAM UM POUSO ➢ O peso máximo de pouso de uma aeronave é limitado pelos seguintes fatores: Pista; Arremetida (Approach/ Landing Climb); PCN da Pista; Estrutural de Pouso. 1.000 PÉS ✓ CONSIDERA-SE O USO DO SPEEDBRAKES; ✓ NÃO É CONSIDERADO O USO DOS REVERSORES. DISTÂNCIA REQUERIDA PARA DESPACHO EM PISTA SECA MOLHADA + 15 % DISTÂNCIA REQUERIDA PARA DESPACHO EM PISTA MOLHADA + 67 % Distancia Real de Parada FATORES QUE LIMITAM O POUSO: PARA EFEITO DE DESPACHO, A PISTA DEVERÁ SER FATORADA. ➢ CÁLCULO DA DISTÂNCIA REAL DE PARADA: VREF ✓ APLICAÇÃO DE “MÁXIMO MANUAL BRAKES”; PERFORMANCE DE POUSO 5 0 P É S FATORES QUE LIMITAM A DECOLAGEM OU O POUSO DE UMA AERONAVE ❑ LIMITAÇÕES DE PAVIMENTO ➢ Para determinar facilmente se uma aeronave sofrerá limitação devido à Resistência do pavimento, utiliza-se método ACN - PCN. ❖ ACN (Aircraft Classification Number): É o número que indica o efeito relativo da aeronave sobre o pavimento de determinado grau de resistência. Depende tanto do peso quanto da disposição dos trens de pouso. Este número é fornecido pelo fabricante da aeronave. ❖ PCN (Pavement Classification Number): É o Número que indica a resistência de um pavimento para operações sem restrições. Quanto maior este número, maior será a resistência do pavimento. O PCN é um número fornecido no ROTAER para cada aeroporto do país. PERFORMANCE DE POUSO É permitido ACN > PCN, desde que as diferenças não excedam 5% das decolagens anuais, para diferenças: - 10 % em Pavimentos Flexíveis; - 5 % em Pavimentos Rígidos. IDENTIFICAÇÃO NO ROTAER A = Resistência Alta; R = Piso Rígido (Concreto). P C N PERFORMANCE DE POUSO ANÁLISE DE POUSO 29 = VALOR DO PCN R = TIPO DE PISO B = CATEGORIA DO SUB-LEITO W = CATEGORIA DE PRESSÃO PNEUS T = TIPO DE AVALIAÇÃO DO PISO 2299 / RR / BB / WW / TT CRAETSEIGSOTRÊIANDCEIAPRDEOSSSÃUOBMLÁEXIIMTOA : AFVADAV=MALPIiOLSsoISRAÍFVÇlDeExÃLOívONePOl D(CSAONsPfaNPlEtoIUS);SO: : W = Alta (sem limite de pressão); O PCN (PAVEMENT CLASSIFICATION NUMBER) É O NÚMERO EXISTENTE NO ROTAER QUE INDICA A RESISTÊNCIA DE UMA PISTA PARA OPERAÇÕES SEM RESTRIÇÕES. QUANTO MAIOR O PCN, MAIOR A RESISTÊNCIA DO PAVIMENTO. TBXQu===aMnARtéovdeaiMsaliiaa(spiotçrêerã,nsomscãieTaoléhmMocárnéx!ii.cdm..aiaa;;de 217 psi); UCY ===BARaivexaasli(isaptrçeêãsnsocãioPamrBáátaxiciimxaaa.;de 145 psi); ZD==MRuietosBisatiêxanc(piaresUsãltoramBáxaimixaa=.73 psi). Dimensionamento do Comprimento de Pista DISTÂNCIAS DECLARADAS Dimensionamento do Comprimento de Pista • Sistema de Pista • Pavimento estrutural (pista), acostamentos, áreas finais de segurança e faixa de pista Dimensionamento do Comprimento de Pista • Comprimento de Pista • Iniciada a decolagem, abortar e parar com segurança; • Completar a decolagem e iniciar a subida, também com segurança. Dimensionamento do Comprimento de Pista • V1 - Velocidade de decisão: velocidade escolhida pelo operador à qual admite-se que, ao ser reconhecida pelo piloto uma perda súbita e total de potência de uma unidade motopropulsora, é possível frear o avião ou continuar a decolagem sem o motor crítico; • VR - Velocidade de rotação: velocidade à qual o piloto inicia a rotação da aeronave, levantando o nariz, tirando do chão as rodas do nariz; • VLOF - Velocidade para deixar o solo ou de decolagem: velocidade à qual se tira o avião da pista, isto é, inicia o Vôo propriamente dito sustentando-se no ar (lift-off speed); • V2 - Velocidade de subida: velocidade mínima com a qual o piloto pode dar início à subida depois de ter passado a 10,70m de altura sobre a superfície da pista durante uma decolagem com um motor inoperante. Dimensionamento do Comprimento de Pista • Distâncias declaradas: utilizadas para cálculo de pouso e decolagem • TORA (take-off run available) – comprimento declarado da pista, disponível para corrida no solo de uma aeronave que decola; • TODA (take-off distance available) – comprimento da TORA somado ao comprimento da Zona Livre de Obstáculos (clearway), se existente; • ASDA (accelerate – stop distance available) – comprimento da TORA somado ao comprimento da Zona de Parada (stopway), se existente; • LDA (landing distance available) – comprimento declarado de pista disponível para a corrida no solo de uma aeronave que pousa. Dimensionamento do Comprimento de Pista Dimensionamento do Comprimento de Pista Viracopos ( SBKP ) / CAMPINAS, SP RWY TORA(m) TODA(m) ASDA(m) LDA(m) 15 3150 3390 3150 3150 33 3240 3390 3240 3150 RWY TORA(m) TODA(m) ASDA(m) LDA(m) 15 3150 3390 3150 3150 33 3240 3390 3240 3150 RWY TORA(m) TODA(m) ASDA(m) LDA(m) 15 3150 3390 3150 3150 33 3240 3390 3240 3150 Dimensionamento do Comprimento de Pista • O avião sobrevoa a cabeceira da pista passando à altura de 15m (50 pés), com velocidade constante igual a 1,3VS (1,3 velocidade de estol) para as condições de pouso; • O comprimento da pista para pouso é tal que a aeronave nestas condições pouse e pare em 60 % do comprimento de pista disponível para pouso. Dimensionamento do Comprimento de Pista • Procedimento de Subida Dimensionamento do Comprimento de Pista • Características do avião: • Capacidade de aceleração • Capacidade de alçar vôo • Carga alar = relação área da asa por unidade de peso • Capacidade de frenagem depois de atingir determinada velocidade e a resistência dos pneus Dimensionamento do Comprimento de Pista • O comprimento de pista necessário para a decolagem depende: • Do avião; • Da operação: • Do peso bruto de decolagem; • Das condições operacionais específicas como posição dos flapes, tipo de pneu, V1... • Da pista: • Declividade da pista; • Condições de atrito do pavimento. • Das condições atmosféricas; • Altitude (pressão) do aeródromo; • Temperatura do ar externo; • Vento: direção e intensidade. Dimensionamento do Comprimento de Pista • Comprimento de Pista a Ser Construído: condições “médias” ou “menos” favoráveis. • Temperatura de referência do aeródromo: Média mensal das temperaturas máximas diárias do mês mais quente do ano (aquele que tem a maior média mensal), feita para um período de vários anos. • Altitude: do ponto mais alto da área de pouso. • Vento: condições menos favoráveis que é o vento nulo. • Declividade: condições menos favoráveis = operação em subida. Dimensionamento do Comprimento de Pista • Informações necessárias: • Temperatura de referência do local • Altitude geométrica • Declividade média da pista • Entrada: • Peso bruto do avião (geralmente o máximo de decolagem) • Saída: • Comprimento de pista necessário. Dimensionamento do Comprimento de Pista • Código de Referência do Aeródromo • O objetivo do código de referência é proporcionar um método simples para relacionar entre si as numerosas especificações relativas às características do aeródromo, de modo a prover uma série de instalações aeroportuárias compatíveis com os aviões destinados a operar no aeródromo; • O código é composto de dois elementos que se relacionamcom as características e dimensões da aeronave. Dimensionamento do Comprimento de Pista • Tabela COD (Código ICAO) Dimensionamento do Comprimento de Pista • Largura da Pista de Pouso / Decolagem • A largura das pistas de pouso/decolagem não deverá ser menor do que a dimensão apropriada especificadas na tabela (RBAC 154) Dimensionamento do Comprimento de Pista • Separação entre pistas paralelas • Duas pistas paralelas operando simultaneamente – a mínima distância entre seus eixos deverá ser: CÓDIGO COD DISTÂNCIA ENTRE EIXOS 3 ou 4 210 m 2 150 m 1 120 m Dimensionamento do Comprimento de Pista • Área de segurança de fim de pista (RESA): deve ser disponibilizada nas extremidades da faixa de pista, quando: • número de código for 3 ou 4; • número de código for 1 ou 2 e a pista for do tipo por instrumento. Dimensionamento do Comprimento de Pista • Dimensões de RESA: • Devem se estender a partir do final de uma faixa de pista a uma distância de, no mínimo, 90 m; • A RESA deve estender-se a partir do final de uma faixa de pista a uma distância de, no mínimo: CÓDIGO COD DISTÂNCIA MÍNIMA 3 ou 4 240 m 1 ou 2 120 m • A largura de uma RESA deve ser, no mínimo, o dobro da largura da pista a que está associada; • Uma RESA deve oferecer uma área limpa e nivelada para aeronaves para as quais a pista é destinada, no caso de uma aeronave realizar o toque antes de alcançar a cabeceira ou ultrapassar acidentalmente o fim da pista. Dimensionamento do Comprimento de Pista • Curvas de pista de táxi • Mudanças na direção das pistas de táxi devem ser mínimas e as mais suaves possíveis; • Os raios das curvas devem ser compatíveis com a capacidade de manobra e as velocidades normais de táxi das aeronaves. Dimensionamento do Comprimento de Pista • Pista de táxi de saída rápida: deve ser projetada com um raio de curva de saída NÚMERO DE CÓDIGO RAIO DE CURVA DE SAÍDA MÍNIMO 3 ou 4 550 m 1 ou 2 275 m • Permitir saídas rápidas em condições de pista molhada, com velocidades no mínimo NÚMERO DE CÓDIGO VELOCIDADE 3 ou 4 93 km/h – 50 kt 1 ou 2 65 km/h – 35 kt Dimensionamento do Comprimento de Pista Área de giro de pista de pouso e decolagem Uma área de giro de pista de pouso e decolagem deve ser provida nas cabeceiras que não são servidas por uma pista de táxi. Área de giro de pista de pouso e decolagem Código de referência Os números e letras de código de referência do aeródromo devem ter os significados a eles atribuídos. Elemento 1 do Código Número do código Comprimento básico de pista requerido pela aeronave 1 menor que 800 m 2 maior ou igual a 800 m e menor que 1200 m 3 maior ou igual a 1200 m e menor que 1800 m 4 maior ou igual a 1800 m Elemento 2 do Código Letra do código Envergadura A menor que 15 m B maior ou igual a 15 m e menor que 24 m C maior ou igual a 24 m e menor que 36 m D maior ou igual a 36 m e menor que 52 m E maior ou igual a 52 m e menor que 65 m F maior ou igual a 65 m e menor que 80 m Tabela 3 – Código de referência Método ACN/PCN Utilizado para comparar a resistência de pavimentos destinados a aeronaves de mais de 5.700 kg. IS Nº 153.103-001 ACN – Aircraft Classification Number PCN – Pavement Classification Number tipo de pavimento; resistência do subleito; pressão máxima admissível dos pneus; e método de avaliação. SBKP: 15/33 3240x45 ASPH 56/F/B/X/T Método ACN/PCN Tabela 4 – Tabela para a definição do ACN de aeronaves SBKP: 15/33 3240x45 ASPH 56/F/B/X/T É permitido ACN > PCN, desde que as diferenças não excedam 5% das decolagens anuais, para diferenças: - 10 % em Pavimentos Flexíveis; - 5 % em Pavimentos Rígidos. IDENTIFICAÇÃO NO ROTAER SBKP 15/33 3240x45 ASPH 56/F/B/X/T O PCN (PAVEMENT CLASSIFICATION NUMBER) É O NÚMERO EXISTENTE NO ROTAER QUE INDICA A RESISTÊNCIA DE UMA PISTA PARA OPERAÇÕES SEM RESTRIÇÕES. QUANTO MAIOR O PCN, MAIOR A RESISTÊNCIA DO PAVIMENTO. 29 = VALOR DO PCN R = TIPO DE PISO B = CATEGORIA DO SUB-LEITO W = CATEGORIA DE PRESSÃO PNEUS T = TIPO DE AVALIAÇÃO DO PISO 2299 / RR / BB / WW / TT P C N AFVADAV=MALPIiOLSsoISRAÍFVÇlDeExÃLOívONePOl D(CSAONsPfaNPlEtoIUS);SO: : CRAETSEIGSOTRÊIANDCEIAPRDEOSSSÃUOBMLÁEXIIMTOA : A = Resistência Alta; T R W B= = P A i l s ta oeMs ( R s í e g m iêdr,o lim (C it o e n d c e rée p t. r o e )a s . são); UCY ===BARaivexaasli(isaptrçeêãsnsocãioPamrBáátaxiciimxaaa.;de 145 psi); XQu===aMnARtéovdaialiiaa(spiotçreãnsomscãieTaoléhmMocárnx!iicdm..aia;;de 217 psi); ZD==MRuietosBisatiêxanc(piaresUsãltoramBáxaimixaa=.73 psi). SBKP: 15/33 3240x45 ASPH 56/F/B/X/T SBKP: 15/33 3240x45 ASPH 56/F/B/X/T SBGR: 09L/27R 3700x45 ASPH 77/F/B/W/T GRADIENTE DA PISTA (SLOPE) DH COMPRIMENTO DA PISTA (Field Lenght) ➢ DH = Diferença de altitude entre as cabeceiras NÍVEL DO MAR GRADIENTE = ( DH / Field Lenght) x 100 % LIMITE: 2 % de Inclinação Qual é o SLOPE ? ➔ Comprimento da Pista = 10.629ft; Altitudes: Cabeceira 33 = 2.170ft e Cabeceira 15 = 2.149ft Resp.: (2.170 – 2.149) / 10.629 x 100% = 0,19% 1° Segmento Inicia-se após ter sido atingida a velocidade V2 a 35 pés de altura. Neste segmento é efetuado o recolhimento do trem de pouso. Ele termina quando o trem estiver totalmente recolhido. Os gradientes exigidos para este segmento são pequenos devido ao arrasto do trem de pouso. Definições do 1° Segmento: Dentro deste segmento a aeronave poderá estar operando nas seguintes condições: A) um motor inoperante; B) demais motores com potência de decolagem; C) trem de pouso recolhendo; D) flap em posição de decolagem; E) velocidade - mantendo a V2; F) gradiente - aeronave de 04 reatores = 0,5% aeronave de 03 reatores = 0,3% aeronave de 02 reatores = no mínimo positivo 2° Segmento Inicia-se logo após o total recolhimento do trem de pouso. Este é o segmento é o mais restrito, pois exige altos gradientes de subida para poder ganhar altura mais rapidamente e livrar os obstáculos. Termina quando a aeronave atinge no mínimo 400 pés de altura sobre o nível da pista. Definições do 2° Segmento A) um motor inoperante; B) demais motores em potência de decolagem; C) trem de pouso recolhido; D) flap na posição de decolagem; E) velocidade - V2; F) gradiente mínimo - aeronave de 04 reatores: 3% aeronave de 03 reatores: 2,7% aeronave de 02 reatores: 2,4% 3° Segmento Inicia-se a no mínimo a 400 pés sobre o nível da pista. Este segmento é horizontal, pois no mesmo é efetuada a aceleração da aeronave e o recolhimento dos flaps. Por ser um segmento com gradiente nulo, ou seja 0%, uma tração extra é aplicada na aceleração da aeronave, porém, em alguns casos em que a aeronave estiver leve, ela poderá atingir velocidades acima da máxima permitida com os flaps abaixados (Vide Flap placard speed), sendo necessário continuar a subida para evitar danos estruturais nos flaps. Este segmento termina após o recolhimento total do flap ou após a aeronave ter atingido 1,25 VS, o que ocorrer por último. Definições do 3° Segmento A) um motor inoperante; B) demais motores em potência de decolagem; C) trem de pouso recolhido; D) flap recolhendo; E) velocidade - acelerando de V2 para 1,25 VS; F) gradiente nulo -0% Segmento Final: Inicia-se a partir do ponto onde a configuração for atingida.Neste ponto o avião atinge normalmente o limite de uso da potência de decolagem (5 minutos para motores a reação) e passa a utilizar a potência máxima contínua (MCT - Maximum Continuous Thrust). Termina a no mínimo 1500 pés acima do nível da pista. Definições do Segmento Final: A) um motor inoperante; B) demais motores em potência máxima contínua; C) trem de pouso recolhido; D) flap recolhido; E) velocidade - no mínimo 1,25 VS; F) gradiente mínimo - aeronave de 04 reatores: 1,7% aeronave de 03 reatores: 1,5% aeronave de 02 reatores: 1,2% MMÍÍNNIIMMOO 11..550000 PPÉÉSS SEGMENTOS DE DECOLAGEM Acelerando (V.Subida) Acelerando (V. Subida) 1,2% 44ºº SSEEGGTTOO 125% Vs (Mínimo) MMÍÍNNIIMMOO 440000PÉPSÉ(FASR) 120% Vs (Mínimo) 2 2 , , 4 4 %%% 120% Vs (Mínimo) 120% Vs 110% Vmca GGeeaarr UUPP FF ll aa pp ss UU pp GGeeaarr UUUPPP FFllaappss UUUppp VV 33ºº SSEEGGTTOO 22ºº SSEEGGTTOO GGGeeeaaarrr UUPP 11ºº SSEEGG TTOO GGGeeeaaarrr UUPP FFllaappss DDoowwnn FFllaappss 22 DDoowwnn OAT or SAT Outside Air Temperature or Static Air Temperature Stand still air temperature Used to calculate TAS, MACH and aircraft performance. Calculus are made using Kelvin scale 𝐾𝑒𝑙𝑣𝑖𝑛 = 𝐶𝑒𝑙𝑐𝑖𝑢𝑠 + 273 What is the double of 27°C? 23°C +273 = 300 K 2x 300K = 600K 600K – 273 = 327°C 𝑇𝐴𝑆�𝐴𝐶𝐻=1 = 𝑇𝐴𝑆�𝐴𝐶𝐻=1 = 1.2 ∙ 𝑂𝐴𝑇 °𝐶 + 644 OAT = -40°C M= 0.80 TAS = 0.80 x (1.2 * -40 + 644) TAS = 477 kt 𝛾𝑅𝑇(𝐾) Example IAS = 249 M = 0.786 TAT = -38°C SAT = -64°C TAS = ??? 𝑇𝐴𝑆M𝐴𝐶𝐻=1 = 1.2 ∙ 𝑂𝐴𝑇 °𝐶 + 644 OAT = -64°C M= 0.786 TAS = 0.786 x (1.2 * -64 + 644) TAS = 445 kt STAR 𝑔𝑟𝑎𝑑 = 𝐻2 − 𝐻1 60 ∙ 𝐷 KTAS = 200 KT PUPSI - UGOTA 18000 − 17000 𝑔𝑟𝑎𝑑 = 60 ∙ 17.3 = 1% 𝑉= 200 ∙ 1 = 200 𝑓𝑝𝑚 UGOTA - MUPIP 17000 − 7000 𝑔𝑟𝑎𝑑 = = 9% 60 ∙ 18.3 𝑉= 200 ∙ 9 = 1800 𝑓𝑝𝑚 PUPSI - MUPIP 18000 − 7000 𝑔𝑟𝑎𝑑 = 60 ∙ 35.7 = 5.2% 𝑉= 200 ∙ 5 = 1000 𝑓𝑝𝑚 Thrust to Weight Ratio - Taxa empuxo-peso ou Relação empuxo-peso É uma taxa sem dimensão de empuxo para o peso de um foguete espacial, motor a reação, motor de hélice, ou um veículo propelido por tal motor que indica o desempenho do motor ou veículo. Specifications / Fighters F-15K F-15C Mig-29K Engine(s) Thrust Maximum (lbf) 58,320 46,900 39,162 Aircraft Weight (lb) 45,223 42,474 37,461 Thrust to Weight Ratio 1,289 1,10 1,04 Empuxo: 58320 Lb Peso máx. de decolagem: 45223 Lb T/W 58320/45223 = 1,289 FADEC - Full authority digital engine control Weight versus Moment C.G. c.g. (%mac) 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% 45% 50% Moment (in-lb) C-6 W e ig h t (l b ) North American X-15 tem 829 kg/m2 máxima de carga alar. RVSM • Inicialmente, o espaço aéreo foi “projetado” para ter níveis de voo alternados a cada 1.000 ft nas aerovias, até 29.000 ft. Acima disso, os níveis seriam a cda 2.000 ft • Isso se dá pelo fato de que os altímetros perdem a precisão acima de 29.000 ft, tornando o voo mais suscetível a erros • A partir de 1997, graças ao uso dos ADCs, os altímetros passaram a ser mais precisos e a separação de 1.000 ft se estendeu até 41.000 ft • O emprego deste novo nível de separação foi gradual. Iniciou em 1997 nos EUAe os últimos a adotarem foram algumas regiões da África, em 2008 RVSM • A essa nova separação de níveis, deu-se o nome de Reduced Vertical Separation Minimums (RVSM) RVSM • Deve-se observar que o nível a ser utilizado depende da proa que a aeronave está voando naquela aerovia RVSM • Para provar que uma aeronave tem os instrumentos acurados o suficiente para voar em modo RVSM, ela deve voar em todo o envelope de pesos, velocidades e altitudes da aeronave entre 29.000 ft e 41.000 ft, conferindo os dados do ADCcom o de um sistema especial de GPS, chamado GMU (GPS Monitoring Unit) • Uma aeronave não certificada para voo em RVSM não pode voar acima do nível FL290 (29.000 ft) https://www.youtube.com/watch?v=dQ5ggycaDgk https://www.youtube.com/watch?v=dQ5ggycaDgk ETOPS • Extended Twin Engine Operations - ETOPS - Extended Operations • Diz respeito a operação estendida de aeronaves comerciais bimotores, para que possam voar a uma determinada distância de um aeródromo de alternativa (para pouso em caso de pane de motor) • Os cenários são: • Falha de Motor • Falha de Pressurização• Falha combinada de motor e pressurização. • Áreas livres de obstáculos (rotas de contingencia) • Reservas de oxigênio. ETOPS • Em 1953, o FAA impôs uma restrição a aeronaves comerciais, de que elas não poderiam se afastar mais do que 1 hora de voo de um aeródromo qualquer de alternativa • Com o tempo e o início de operação dos motores a jato (mais confiáveis), estendeu-se o limite para 60 minutos em aeronaves bimotores e 120 minutospara tri ou quadrimotores ETOPS ETOPS • Os motores a jato ainda tinham a vantagem de ser mais velozes, podendo percorrer uma distância maior em 60 minutos • Com os motores cada vez mais confiáveis, pediu-se, em 1985, uma exceção ao Boeing 767, para voar em rotas 120 minutos • Ficou implantado então o chamado ETOPS-120 ETOPS • Esta decisão praticamente enterrou aeronaves tri e quadrimotoras como o DC-8 e o Boeing 707, já que a exclusividade de voar ETOPS-120 é o que tornava a operação dessas aeronaves vantajosa • Em 1988, as primeiras aeronaves bi, tri e quadrimotores começaramter autorização para voar ETOPS-180 • Essa medida tornou inviável outras aeronaves, como o DC-10 e o MD-11, etornou também menos atraente o Airbus A-340 e o Boeing 747 ETOPS 120 minutos; ETOPS 180 minutos; ETOPS • Com isso, 95% da superfície do globo poderiam ser voadas por aeronaves bimotoras • Na figura, a comparação de ETOPS-60 com ETOPS-180 ETOPS • Em 2001, operadores do Boeing 777 pediram extensão de 15% no ETOPS-180, criando o ETOPS-207 • Tal medida foi autorizada pelo FAA, mas negada pela ICAO e pelo JAA (autoridade europeia na época) • Porém houve o compromisso de se criar e discutir regras para uma futura adoção da certificação ETOPS-240 ou mesmo ETOPS-330 • Caso seja aceita, praticamente não haverão mais limites na superfície do globo para operações de voo ETOPS • Comparação ETOPS-180 com o possível ETOPS-330 ETOPS-180 ETOPS-330 ETOPS Airbus A330 é o primeiro a receber a certificação ETOPS 285 12 de dezembro de 2011 ETOPS Boeing 777 é o primeiro a receber a certificação ETOPS 330 ETOPS Boeing 787 Dreamliner recebe a certificação ETOPS 330 28 de maio de 2014 Santiago – Auckland – Sydney ETOPS 28 de maio de 2014 Santiago – Auckland – Sydney ETOPS Airbus A330neo recebe certificação para voos transoceânicos de longa distância https://www.airway.com.br/airbus-a330neo-recebe-certificacao-para-voos-transoceanicos-de-longa-distancia/ https://www.airway.com.br/airbus-a330neo-recebe-certificacao-para-voos-transoceanicos-de-longa-distancia/ ETOPS • Para uma aeronave ser certificada ETOPS, ela deve demonstrar confiabilidade ao longo do tempo, sistemas que sejam robustos o suficiente contra falhas (evitando o acontecimento e apresentando alternativa caso aconteça) • Além disso a aeronave deve demonstrar que é capaz de voar em condição de falha real de motor durante o tempo que se almeja receber o ETOPS ETOPS • Ainda, a empresa aérea que vai operar a aeronave deve demonstrar também capacidade de atender a aeronave em pane nos aeródromos de alternativa • Caso tudo seja demonstrado, a aeronave recebe o “ETOPS Operational Approval” https://www.youtube.com/watch?v=K_lzVrdfIa8 https://www.youtube.com/watch?v=K_lzVrdfIa8 1993 https://flightsafety.org/files/RERR/TakeoffTrainingSafetyAid.pdf Pilot Guide to Takeoff Safety (Section 2 of the training aid updated in 2004); Rejected Takeoff and the Go/No Go Decision - a flight crew briefing video created by Boeing. https://www.youtube.com/watch?v=KlpJTGAv2Oc https://flightsafety.org/files/RERR/TakeoffTrainingSafetyAid.pdf https://www.youtube.com/watch?v=KlpJTGAv2Oc CFM International CFM56-7B - Boeing 737 Next-Generation Family CFM56-5B - Family Airbus 330 assentos (2 classes). 195 libras por passageiro (peso médio do passageiro adulto) 50 libras de bagagem por passageiro Payload de 80.850 libras BOW - 41,145kg (90,710lb) MTOW - 70,535kg (155,500lb) BOW - Basic Operational Weight O peso básico operacional é composto pelo peso básico (PB) + a tripulação e comissários de bordo com suas bagagens, manuais e documentos de bordo, e itens necessários para que a aeronave seja operada. Neste peso não é incluído o combustível necessário e nem a carga paga (payload) MTOW - Maximum Takeoff Weight Peso máximo de decolagem - PMD, em inglês: Maximum Take-Off Weight, MTOW) é o peso máximo com o qual uma determinada aeronave pode alçar voo com segurança. PAYLOAD/RANGE FOR LONG- RANGE CRUISE- MODEL 737-800 3.3.47 RWY TORA(m) TODA(m) ASDA(m) LDA(m) 15 3150 3390 3150 3150 33 3240 3390 3240 3150 RWY TORA(m) TODA(m) ASDA(m) LDA(m) 02R 1323 1323 1323 1323 20L 1323 1323 1323 1323 F.A.R. TAKEOFF RUNWAY LENGTH REQUIREMENTS STANDARD DAY, DRY RUNWAY MODEL 737-800/-800W/BBJ2 (CFM56-7B24/-7B26/-7B27 ENGINES AT 26,000 LB SLST) 3.3.48 RWY TORA(m) TODA(m) ASDA(m) LDA(m) 15 3150 3390 3150 3150 33 3240 3390 3240 3150 RWY TORA(m) TODA(m) ASDA(m) LDA(m) 02R 1323 1323 1323 1323 20L 1323 1323 1323 1323 F.A.R. TAKEOFF RUNWAY LENGTH REQUIREMENTS STANDARD DAY +27oF (STD + 15oC), DRY RUNWAY MODEL 737-800/-800W/BBJ2 (CFM56-7B24/-7B26/-7B27 ENGINES AT 26,000 LB SLST)c F.A.R. TAKEOFF RUNWAY LENGTH REQUIREMENTS STANDARD DAY +45oF (STD + 25oC), DRY RUNWAY MODEL 737-800/-800W/BBJ2 (CFM56-7B24/-7B26/-7B27 ENGINES AT 26,000 LB SLST)c RWY TORA(m) TODA(m) ASDA(m) LDA(m) 15 3150 3390 3150 3150 33 3240 3390 3240 3150 RWY TORA(m) TODA(m) ASDA(m) LDA(m) 02R 1323 1323 1323 1323 20L 1323 1323 1323 1323 F.A.R. TAKEOFF RUNWAY LENGTH REQUIREMENTS STANDARD DAY +63oF (STD + 35oC), DRY RUNWAY MODEL 737-800/-800W/BBJ2 (CFM56-7B24/-7B26/-7B27 ENGINES AT 26,000 LB SLST)c RWY TORA(m) TODA(m) ASDA(m) LDA(m) 15 3150 3390 3150 3150 33 3240 3390 3240 3150 RWY TORA(m) TODA(m) ASDA(m) LDA(m) 02R 1323 1323 1323 1323 20L 1323 1323 1323 1323 F.A.R. LANDING RUNWAY LENGTH REQUIREMENTS - FLAPS 30 MODEL 737-800 RWY TORA(m) TODA(m) ASDA(m) LDA(m) 15 3150 3390 3150 3150 33 3240 3390 3240 3150 RWY TORA(m) TODA(m) ASDA(m) LDA(m) 02R 1323 1323 1323 1323 20L 1323 1323 1323 1323 3.4.30 F.A.R. LANDING RUNWAY LENGTH REQUIREMENTS - FLAPS 40 005 299 MODEL 737-800 D6-58325-6 OCTOBER 2 RWY TORA(m) TODA(m) ASDA(m) LDA(m) 15 3150 3390 3150 3150 33 3240 3390 3240 3150 RWY TORA(m) TODA(m) ASDA(m) LDA(m) 02R 1323 1323 1323 1323 20L 1323 1323 1323 1323 3.4.31 F.A.R. LANDING RUNWAY LENGTH REQUIREMENTS - FLAPS 30 MODEL 737-800 D6-58325-6 300 OCTOBER 2005 RWY TORA(m) TODA(m) ASDA(m) LDA(m) 15 3150 3390 3150 3150 33 3240 3390 3240 3150 RWY TORA(m) TODA(m) ASDA(m) LDA(m) 02R 1323 1323 1323 1323 20L 1323 1323 1323 1323 3.4.32 F.A.R. LANDING RUNWAY LENGTH REQUIREMENTS- FLAPS 15 005 301 MODEL 737-800 D6-58325-6 OCTOBER 2 RWY TORA(m) TODA(m) ASDA(m) LDA(m) 15 3150 3390 3150 3150 33 3240 3390 3240 3150 RWY TORA(m) TODA(m) ASDA(m) LDA(m) 02R 1323 1323 1323 1323 20L 1323 1323 1323 1323 3.4.33 F.A.R. LANDING RUNWAY LENGTH REQUIREMENTS - FLAPS 40 MODEL 737-800 WITH WINGLETS D6-58325-6 302 OCTOBER 2005 RWY TORA(m) TODA(m) ASDA(m) LDA(m) 15 3150 3390 3150 3150 33 3240 3390 3240 3150 RWY TORA(m) TODA(m) ASDA(m) LDA(m) 02R 1323 1323 1323 1323 20L 1323 1323 1323 1323 3.4.34 F.A.R. LANDING RUNWAY LENGTH REQUIREMENTS - FLAPS 30 005 303 MODEL 737-800 WITH WINGLETS D6-58325-6 OCTOBER 2 RWY TORA(m) TODA(m) ASDA(m) LDA(m) 15 3150 3390 3150 3150 33 3240 3390 3240 3150 RWY TORA(m) TODA(m) ASDA(m) LDA(m) 02R 1323 1323 1323 1323 20L 1323 1323 1323 1323 3.4.35 F.A.R. LANDING RUNWAY LENGTH REQUIREMENTS - FLAPS 15 MODEL 737-800 WITH WINGLETS D6-58325-6 304 OCTOBER 2005 RWY TORA(m) TODA(m) ASDA(m) LDA(m) 15 3150 3390 3150 3150 33 3240 3390 3240 3150 RWY TORA(m) TODA(m) ASDA(m) LDA(m) 02R 1323 1323 1323 1323 20L 1323 1323 1323 1323 The ACN/PCN system (Section 7.10) as referenced in ICAO Annex 14, "Aerodromes," 3rd Edition, July 1999, provides a standardized international airplane/pavement rating system replacing the various S, T, TT, LCN, AUW, ISWL, etc., rating systems used throughout the world. PCN PAVEMENT TYPE SUBGRADE CATEGORY TIRE PRESSURE CATEGORY EVALUATION METHOD R = Rigid A = High W = No Limit T = Technical F = Flexible B = Medium X = To 254 psi (1.75 MPa) U = Using Aircraft C = Low Y = To 181 psi (1.25 MPa) D = Ultra Low Z = To 73 psi (0.5 MPa) ACN values for flexible pavements are calculated for the following four subgrade categories: Code A - High Strength - CBR 15 Code B - Medium Strength - CBR 10 Code C - Low Strength - CBR 6 Code D - Ultra Low Strength - CBR 3 ACN values for rigid pavements are calculated for the following four subgrade categories: Code A - High Strength, k = 550 pci (150 MN/m3) Code B - Medium Strength, k = 300 pci (80 MN/m3) Code C - Low Strength, k = 150 pci (40 MN/m3) Code D - Ultra Low Strength, k = 75 pci (20 MN/m3) ACN/PCN Reporting System: Flexible and Rigid Pavements ACN FOR RIGID PAVEMENT ACN FOR FLEXIBLE PAVEMENT AIRCRAFT MODEL ALL-UP MASS/ OPERATING MASS EMPTY LB (KG) LOAD ON ONE MAIN GEAR LEG (%) TIRE PRESSURE PSI (MPa) HIGH MEDIUM LOW ULTRA LOW HIGH MEDIUM LOW ULTRA LOW 737-800 174,700 (79,242) 46.79 204 (1.41) 49 52 54 56 43 45 50 55 91,300 (41,413) 23 24 25 27 20 21 22 26 NOTE: VALUES FOR 737-700, -800, -900, -900ER ARE VALID FOR MODELS WITH AND WITHOUT WINGLETS. 7.10.16 AIRCRAFT CLASSIFICATION NUMBER - FLEXIBLE PAVEMENT MODEL 737-800 WITH AND WITHOUT WINGLETS D6-58325-6 OCTOBER 2005 509 1 5 - ( 3 2 4 0 x 4 5 A S P H 5 6 /F /B /X /T ) - 3 3 7.10.16 AIRCRAFT CLASSIFICATION NUMBER - FLEXIBLE PAVEMENT MODEL 737-800 WITH AND WITHOUT WINGLETS D6-58325-6 OCTOBER 2005 509 1 6 - ( 1 2 0 0 x 3 0 A S P H 2 5 /F /A /X /T ) - 3 4 AOC SBKP AC Nº: 120-91 Advisory Circular AC Nº: 120-91 AOC SBKP O que é Improved Climb? • A Improved Climb é uma ferramenta disponível para o Engenheiro de Desempenho para otimizar o desempenho de decolagem da aeronave, resultando em aumento dos pesos de decolagem. Flaps Bleed V1 Policy Improved Climb 5 fatores determinantes desempenho limitado peso bruto de decolagem 1. Field Length 2. Climb 3. Tire Speed 4. Brake Energy 5. Obstacle Available Runway Length Field Length Limited Weight • Peso no qual após uma falha no motor pouco antes da V1 a aeronave continua acelerando, com um motor inoperante, e atinge uma altura de 35 pés no final da pista. 35 Feet Available Runway Length Field Length Limited Weight • Peso no qual após uma falha no motor pouco antes da V1 a aeronave continua acelerando, com um motor inoperante, e atinge uma altura de 35 pés no final da pista. 35 Feet Available Runway Length Field Length Limited Weight • FAR Parte 25.107 define a velocidade mínima exigida na altura de 35 pés como a mais alta de: • 1.13 Vs1 • 1.10 Vmca • Vr + aceleração para 35 feet Takeoff Weight Capability Runway Length Required Para maximizar o Field Length limit weight: - precisa de uma grande aceleração - baixa velocidade de segurança de decolagem, V2 – Takeoff Safety Flap 15 Field Limit Takeoff Gross Weight Available Runway Length Climb Limited Weight • Peso no qual após uma falha no motor pouco antes da V1 a aeronave continua acelerando, com um motor inoperante, e tem a capacidade mínima de gradiente de subida regulatória. Climb Limited Weight • Peso no qual após uma falha no motor pouco antes da V1 a aeronave continua acelerando, com um motor inoperante, e tem a capacidade mínima de gradiente de subida regulatória. 35 Feet Available Runway Length Climb Limited Weight 35 Feet Available Runway Length • FAR Parte 25.107 define a velocidade mínima exigida na altura de 35 pés como a mais alta de: • 1.13 Vs1 • 1.10 Vmca • Vr + aceleração para 35 feet Takeoff Weight Capability Flap 1 Field Limit Runway Length Flap 5 Field Limit Flap 15 Field Limit Flap 1 Climb Limit Flap 5 Climb Limit Flap 15 Climb Limit Takeoff Gross Weight Climb Limited Weight • Peso de decolagem limitada pelo gradiente de subida que resulta em não usar todo o comprimento da pista disponível. 35 Feet Available Runway Length Actual Runway Length Comprimento da pista não usada disponível Climb Gradient Versus Speed Grad Best Gradient • • Optimum Climb Speed V22Speed New V22Speed Aumentar a V2 pode melhorar a capacidade de gradiente de subida Climb Gradient Versus Speed Grad Required Gradient Weight 1 IInnccrrreeaassiinngg Weight 2 V22Speed Speed O aumento da velocidade de subida pode: melhorar a capacidade de gradiente de subida para um determinado peso, ou permitir maior peso para gradiente fixo Climb Limited Weight Without Improved Climb 35 Feet Available Runway Length Actual Runway Length V1 VR V2 Unused Runway Length Available Climb Limited Weight With Improved Climb 35 Feet Available Runway LengthActual Runway Length V11with VRRwith V22 with Unused Runway Length Available Improved Climb Improved Climb Improved Climb Climb Limited Weight com Improved Climb 35 Feet Available Runway Length Actual Runway Length V1 VR V2 Unused Runway Length Available 35 Feet Available Runway Length Actual Runway Length V11with VRRwith V22 with U n u s e d R u n w a y L e n g t h A v a i l a b l e Improved Climb Improved Climb Improved Climb Determination of Improved Climb Limited Weight Field Limit Weight Improved Climb Weight Improved Climb Limit Weight Climb Limit Weight Improved Climb Speed Increase 0 1 2 3 4 5 • Speed Increase Takeoff Weight Capability com Improved Climb Flap 15 Climb Limit Flap 15 Improved Climb (Field + Climb Limited) Runway Length Required Flap 15 Field Limit Takeoff Gross Weight AFM Improved Climb Limit Weight Chart AFM Improved Climb Limit Weight Chart AFM Improved Climb Limit Weight Chart Field Length Limit = 78,000 Kgs Climb Limit = 66,000 Kgs AFM Improved Climb Limit Weight Chart 70,500 Kgs 12.8 Units AFM Improved Climb Limit Weight Chart Speed Without Improved Climb Speed With Improved Climb Improved Climb Units Improved Climb Units Speed Without Improved Climb Speed With Improved Climb Usando o Improved Climb Speeds Chart Climb Weight Improvement Field Length Limit Weight Minus Climb Limit Weight Field Length Limit = 78,000 Kgs Climb Limit = 66,000 Kgs Usando o Improved Climb Speeds Chart Field Length Limit Weight Minus Climb Limit Weight Climb Weight Improvement Available Runway Length Tire Speed Limited Weight • O peso em que a velocidade máxima alcançada no solo não excede o limite de velocidade nominal do pneu. Tire Speed Limited Weight • O peso em que a velocidade máxima alcançada no solo não excede o limite de velocidade nominal do pneu. 35 Feet Available Runway Length Determination of Tire Speed Limited Weight Lift-Off Speed Flap 5 Tire Limit Speed Tire Speed Limit Weight Takeoff Gross Weight Obstacle Limited Weight • Peso no qual após uma falha no motor pouco antes do V1 a aeronave continua acelerando, com um motor inoperante, e a rota de voo da rede limpa todos os obstáculos em pelo menos 35 pés. • Bruto Net 3355FFeeeet Tire Speed Limit Flight Planning and Performance Manual Obstacle Limited Weight • O desempenho limitado de peso com a Escalada Melhorada é uma troca entre o aumento da distância de decolagem e a melhor capacidade de gradiente de subida. • A melhora de peso, se houver, depende da localização de obstáculos. Gross Net 3355FFeeeet Normal Improved Climb NFP - Rota de voo líquida GFP - Rota de voo atual NFP 0.8% for two-engine aircraft 0.9% for three-engine aircraft 1.0% for four-engine aircraft FAR 25.111 (i) 1,2 por cento para aviões bimotores; (ii)1,5 por cento para aviões de três motores; e (iii)1,7 por cento para aviões quadrimotores. Por regulamentação o valor mínimo do gradiente é de 2.5% Minimum Climb Performance Engines 1st Segment 2nd Segment 3rd Segment Final Segment 2 Engine Positive 2.5% Positive 1.2% 3 Engine 3.0% 2.7% Positive 1.5% 4 Engine 5.0% 3.0% Positive 1.7% Segundo Segmento: 2.5% + Net Flight Patch: 0.8% - 2.4 + 0.8 = 3.3% MMÍÍNNIIMMOO 11..550000 PPÉÉSS SEGMENTOS DE DECOLAGEM Acelerando (V.Subida) Acelerando (V. Subida) 1,2% 44ºº SSEEGGTTOO 125% Vs (Mínimo) MMÍÍNNIIMMOO 440000PÉPSÉ(FASR) 120% Vs (Mínimo) 2 2 , , 4 4 %%% 120% Vs (Mínimo) 120% Vs 110% Vmca GGeeaarr UUPP F F l l a a p p s s UU pp GGeeaarr UUPP FFllaappss UUpp VV 33ºº SSEEGGTTOO 22ºº SSEEGGTTOO GGeeaarr UUPP 11ºº SSEEGG TTOO GGeeaarr UUPP FFllaappss DDoowwnn FFllaappss 22 DDoowwnn REQUERIMENTOS DE DECOLAGEM FATORES QUE LIMITAM A DECOLAGEM POR PERFORMANCE Requerimentos de Obstacle; 0,8% 2 motores 1,0% 4 motores 0,8 % 4º Segmento 3º Segmento 2º Segmento 35 Feet 1,2% FLAP U P CLIMB 2,4% 1º Segto. Gear LIMIT UP V2 NFP 0.8% for two-engine aircraft 0.9% for three-engine aircraft 1.0% for four-engine aircraft FAR 25.111 (i) 1,2 por cento para aviões bimotores; (ii) 1,5 por cento para aviões de três motores; e (iii)1,7 por cento para aviões quadrimotores. Por regulamentação o valor mínimo do gradiente é de 2.5% Minimum Climb Performance Engines 1st Segment 2nd Segment 3rd Segment Final Segment 2 Engine Positive 2.5% Positive 1.2% 3 Engine 3.0% 2.7% Positive 1.5% 4 Engine 5.0% 3.0% Positive 1.7% Segundo Segmento: 2.5% + Net Flight Patch: 0.8% - 2.4 + 0.8 = 3.3% PANS - OPS Procedures for Air Navigation Services – Operations • PANS-ATM: Procedures for Air Navigation Services – Air Traffic Management (ICAO Doc. 4444) • PANS-TRG: Procedures for Air Navigation Services – Training (ICAO Doc. 9868) • PANS-AD (PANS-Aerodrome, ICAO Doc 9981) • PANS-OPS (Aircraft operations, ICAO Doc 8168) • PANS-ABC (Abbreviations and codes, ICAO Doc 8400) • PANS-AIM (Aeronautical information management, ICAO Doc 10066) A partir do fim de pista, aumenta em 0,8% da distância horizontal na direção do vôo, assumindo uma curva máxima de 15º. O gradiente de subida padrão para procedimentos de decolagem é de 3,3% Part II — Section 2, Chapter 1 II-2-1-5 Figure II-2-1-2. Conversion nomogram Exemplo Improved Climb Speeds Airplane = 737-400 Engines = CFM56-3-B2 Flaps = 5 Slope = 0.5% Airconditioning = Auto Anti-Skid = ON OAT = 30 Deg C Wind = 0 Kts Altitude = 3000 ft Obstacles = None V1/Vr Ratio Climb Limit Weight = 57,000 kg Field Limit Weight = 62,000 kg Tire Speed Limit Weight = 70,000 kg Improved Climb Weight Improved Climb V1 Improved Climb VR Improved Climb V2 Vmbe Takeoff Gross Weight Relação entre Climb Limit Weight vs Fiel Length Limit Weight 59,000 kg 6.2 Units Climb Limit Weight = 57,000 kg Field Limit Weight = 62,000 kg Takeoff Gross Weight Relação entre Climb Limit Weight vs Tire Speed Limit Weight 59,000 kg Climb Limit Weight = 57,000 kg TireSpeed Limit Weight = 70,000 kg 10 Units Airplane = 737-400 Engines = CFM56-3-B2 Flaps = 5 Slope = 0.5% Airconditioning = Auto Anti-Skid = ON OAT = 30 Deg C Wind = 0 Kts Altitude = 3000 ft Obstacles = None V1/Vr Ratio Climb Limit Weight = 57,000 kg Field Limit Weight = 62,000 kg Tire Speed Limit Weight = 69,000 kg Improved Climb Weight 59,000 kg Improved Climb V1 Improved Climb VR Improved Climb V2 Vmbe146 OAT = 30ºC Wind = 0 Kts Altitude = 3000 ft Improved Climb = 59,000 kg Takeoff decision speed ratio V1/Vr 154 148 146 162 156 153 168 Slope = 0.5% OAT = 30ºC Wind = 0 Kts Altitude = 3000 ft Takeoff Gross Weight Weight = 59,000 kg Altitude = 3000 ft Airplane = 737-400 Engines = CFM56-3-B2 Flaps = 5 Slope = 0.5% Airconditioning = Auto Anti-Skid = ON OAT = 30 Deg C Wind = 0 Kts Obstacles = None Climb Limit Weight = 57,000 kg Field Limit Weight = 62,000 kg Tire Speed Limit Weight = 69,000 kg Improved Climb Weight 59,000 kg Improved Climb V1 153 Kt Improved Climb VR 156 Kt Improved Climb V2 162 Kt Vmbe 168 Kt AIRBUS A-318 O Airbus A318 é o menor membro da família Airbus A320 de curto e médio alcance, aviões a jato de passageiros bimotor comerciais fabricados pela Airbus. O A318 transporta até 132 passageiros e tem um máximo de 3.100 milhas náuticas (5.700 km), a montagem final da aeronave tem lugar em Hamburgo, Alemanha. LOAD PLAN E NAVEGAÇÃO PESO E BALANCEAMENTO NO GRÁFICO VAMOS PRATICAR!!! PESO E BALANCEAMENTO NO GRÁFICO 1221 25/05/2016 SBCY SBBR PR-AVH FLORES 4 0 1 9 0 0 4 3 0 0 8 0 0 0 1 5 0 0 0 0 5 0 0 0 8 6 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 7 0 0 0 51615 58615 4 0 1 9 0 0 4 3 0 0 8 0 0 0 0 3 0 1 5 0 0 0 0 5 0 0 5 0 0 0 0 3 0 8 6 2 5 0 0 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 5 5 0 0 3 5 1 6 1 5 0 5 2 0 7 0 0 0 0 0 1 0 5 2 5 8 6 1 5 0 0 0 5 1 1 0 3 1 6 7 5 5 4 4 8 PESO E BALANCEAMENTO NO GRÁFICO 1221 25/05/2016 SBCY SBBR PR-AVH FLORES 051 58610 25% 51610 26% 052 51615 26% 58615 25% 24%MAC 1.5 NOSE UP 4 0 1 9 0 0 4 3 0 0 8 0 0 0 0 3 0 1 5 0 0 0 0 5 0 0 5 0 0 0 0 3 0 8 6 2 5 0 0 4 0 0 0 0 0 0 0 0 0 5 5 0 0 3 5 1 6 1 5 0 5 2 0 7 0 0 0 0 0 1 0 5 2 5 8 6 1 5 0 0 0 5 1 1 0 3 1 6 7 5 5 4 4 8 BRUNO FLORES FLORES METAR SDAM 042100Z 19005KT 9999 FEW030 30/13 Q1010= METAR SDAM 042100Z 19005KT 9999 FEW030 30/13 Q1010= METAR SDAM 042100Z 19005KT 9999 FEW030 30/13 Q1010= METAR SDAM 042100Z 19005KT 9999 FEW030 30/13 Q1010= AD=AP+100.(▲T) AD=7900 METAR SDAM 042100Z 19005KT 9999 FEW030 30/13 Q1010= METAR SDAM 042100Z 19005KT 9999 FEW030 30/13 Q1010= 737-86N = o ta l 3500 +0.6 15000 -1.3 LMC T 4000 +1.0 15500 -2.0 7500 +8.1 19000 -7.1 55000 [B] *7828 +9.4 19500 -7.9 R O 8000 +9.1 20000 -8.7 G PRIORITY ADDRESS(ES) ORIGINATOR RECHARGE / DATE / TIME INITIALS ALL WEIGHTS IN KILOS LOADSHEET & LOADMESSAGE Passenger Aircraft FLIGHT A/C REG L D M VERSION CREW BASIC WEIGHT Crew Pantry Take-off Weight and Allowed Traffic Load Check MAXIMUM WEIGHTS FOR ZERO FUEL TAKEOFF LANDING Take-off Fuel Trip Fuel a b c DRY OPERATING WEIGHT Take-off Fuel (RAMP FUEL MINUS TAXI FUEL) ALLOWED WEIGHT FOR TAKE-OFF (lowest of a, b, or c) Operating Weight OPERATING WEIGHT ALLOWED TRAFFIC LOAD Weight Distribution NO. OF PASS M A/F Ch Inf Weight Totals Pcs. 1 wt. 2 3 4 Pcs. Wt. Pcs. Wt. Pcs. Wt. Remarks PAX PAD Y Y TOTAL Tr B C M T 1/ 2/ 3/ 4/ TRAFFIC LOAD CHECK Si Passenger Weight TOTAL TRAFFIC LOAD ALLOWED TRAFFIC LOAD Dry Operating Weight UNDERLOAD BEFORE LMC Notes ZERO FUEL WEIGHT = LAST MINUTE CHANGES LMC Specification Cl/Cmpt +/- Index +/- Weight MAX Take-off Fuel Adj. ZFW = (RAMP FUEL MINUS TAXI FUEL) TAKE-OFF WEIGHT MAX Adj. TOW = Trip Fuel LANDING WEIGHT MAX LMC Adj. LW = = WEIGHT (KG) X [ARM (IN) - 658.3] LMC Total INDEX = 35000 For Dry Operating Index, ADD +45 Units BALANCE ARM - IN. 100 200 300 400 500 600 700 800 900 1000 1100 1200 1300 FWD CABIN ROWS 1 - 11 MID CABIN ROWS 12 - 21 AFT CABIN ROWS 22 - 32 Passenger Entrance and Exit Emergency Exit Only Service amd Emergency Exi Oa Max 63 Ob Max 60 Oc Max 66 1 2 3 4 FWD HOLDS AFT HOLDS Date BALANCE & TRIM CHART BOEING 737-86N BASIC INDEX ADJUSTMENTS = DRY OPERATING INDEX DRY OPERATING INDEX 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 COMPARTMENT FWD HOLD 1 FWD HOLD 2 MAX 888 KG MAX 2670 KG AFT HOLD 3 AFT HOLD 4 MAX 3777 KG MAX 667 KG CABIN 0a MAX 63 PASS. CABIN 0b CABIN 0c MAX 60 PASS. No Index Change MAX 66 PASS. -1 INDEX UNITS 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 FUEL INDEX ADJUSTMENT FUEL LOAD % MAC 10 14 18 22 26 30 34 TANKS WT (KG) INDEX UNITS T.O. FUEL TOTAL FUEL INDEX TABLE 80000 79015 KG WT INDEX WT (KG) UNITS (KG) 500 0.0 12000 1000 0.0 12500 1500 0.0 13000 2000 +0.1 13500 2500 +0.2 14000 3000 +0.4 14500 INDEX UNITS +3.0 +2.3 +1.5 +0.8 +0.1 -0.6 1 2 75000 70000 MAXIMUM LANDING WEIGHT 65317 KG 65000 4500 +1.5 5000 +2.1 5500 +2.9 6000 +3.9 6500 +5.1 7000 +6.5 16000 16500 17000 17500 18000 18500 -2.7 -3.5 -4.2 -4.9 -5.6 -6.3 MAXIMUM ZERO FUEL WEIGHT 61688 KG 60000 6 1/2 6 5 1/2 5 4 1/2 4 [A] Do not operate in this area during Takeoff 8500 9000 9500 10000 10500 11000 11500 +8.4 +7.7 +6.9 +6.1 +5.3 +4.5 +3.7 20500 20893 21000 21500 22000 **22144 -9.7 -10.4 -10.4 -10.7 -10.9 -11.0 50000 [C] 45000 STAB TRIM FLAPS 1&5 26,000 LB THRUST 3 1/2 [A] Forward Zero Fuel and Takeoff Limit [B] Aft Takeoff Limit [C] Aft Zero Fuel Limit Alternate Forward 1 Takeoff CG Limit 1 Alternate Forward 2 Takeoff CG Limit 2 *TANKS 1 + 2 FULL **TANKS 1 + 2 + CS FULL INDEX 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 ZFW %MAC TOW %MAC STAB TRIM FOR T.O. FLAP SETTING Flaps 1 and 5 STAB TRIM ADJUSTMENT ENGINE THRUST (LB)/1000 22 24 26 Note: The Stab trim shown on the Check Grid is for engine thrust of 26,000 LB and Flaps 1 and 5. ADD or SUBTRACT stab trim adjustment as necessary from the Stab Trim Adjustment table to the Stab Trim calculated from the Check Grid. Flaps 10, 15 & 25 +1/2 -1/2 +1/4 0 -1/2 -1 Approved by: Prepared by: MAXIMUM TAKEOFF GROSS WEIGHT 5 PAX 5 PAX 200KG 200KG 200KG 200KG S S W E IG H T - K IL O G R A M S MAY 2006 Revision B APPENDIX A D043A680-HCY1C A d ju s tm e n ts C h e c k L M C w it h U n d e rl o a d LAST MINUTE CHANGE PASSENGERS FWD CABIN 0a MID CABIN 0b AFT CABIN 0c No. of Pass. Index Corr. NO INDEX CHANGE No. of Pass. Index Corr. 1 -1 1 - 2 1 2 - 3 4 5 -2 -3 -4 3 4 5 - 6 2 3 4 6 - 7 -5 7 5 8 -6 8 6 9 -7 9 - 10 7 10 -8 NOTE: Insert Index Correction value (+ OR -) according to Load/Unload in the Last Minute Change section on front of the Loadsheet and Loadmessage. LAST MINUTE CHANGE BAGGAGE(+) Qual o momento de um equipamento com braço de 30” e peso 40lb? Calculo do Momento 1º Passo: Identificar quem é quem: Braço= 30”; Peso= 40lbs 2º Passo: Aplicar a fórmula padrão: 3º Passo: desenvolver a equação: M= 30x40= 1.200 Momento= 1.200/lbs.pol Unidades medidas: Kg/m ou N/m ou lb/pol (lb.in) M = f x b Cálculo dos momentos: Exemplo 1 Neste caso os pesos são iguais, portanto o ponto de equilíbrio está no meio do anteparo. M = f x b M = f x b Cálculo dos momentos: Exemplo 2 Neste caso os pesos são diferentes, gerando momentos diferentes e um ponto de equilíbrio diferente. Peso Braço Momento Calculo do Momento Calculo do Momento Centro de Gravidade • É o ponto de equilíbrio da aeronave. É o ponto de concentração de peso da aeronave – os três eixos (longitudinal, vertical e transversal) se cruzam neste ponto. Calculo CG Item Weight (lb) Arm (in) Moment CG Weight A 100 -60 -6000 Weight B 100 -20 -2000 M = f x b Weight C 200 +40 8000 TOTAL 400 0 0 Pesagem e Localização do CG no Avião M = f x b Calculo CG Item Weight (kg) Arm (m) Moment CG Balança A 100 +1,20 120 kg/m Balança B e C 500 +3,00 1500 kg/m 600kg 1620 kg/m 2,7m Corda Média Aerodinâmica A localização do centro de gravidade de um avião é dada em referência à projeção da corda média aerodinâmica na fuselagem, ou CMA; Esta representa a corda onde se localiza a sustentação média de cada asa; O CG é dado em Porcentagem de CMA; Limites do CG O CG de uma aeronave, localizado sobre a corda média do perfil, apresenta uma mar- gem de segurança para frente e para trás da posição exata do cg, denominada “passeio” do centro de gravidade; Com isso, podemos concluir que o CG apresenta um limite dianteiro e um traseiro, limites esses ditados pela controlabilidade da aeronave, velocidade de estol, etc; Limite Dianteiro Limite ditado pela controlabilidade longitudinal do avião, sendo que com o CG nesta posição, o profundor deve ser suficiente para manter o avião nivelado e ainda desestabilizar a aeronave (pouso e decolagem); Limite Traseiro Limite ditado pela controlabilidade longitudinal do avião, sendo que com o CG nesta posição, menor será o momento restaurador, ou seja, menor a tendência da aeronave voltar à estabilidade se tirada da mesma; Efeitos de um Balanceamento Defeituoso CG à frente do limite dianteiro 1- Falta de comando de profundor, dificultando o piloto colocar a aeronave nas atitu- des previstas em baixas velocidades; 2- Aumento do Arrasto por deflexão do profundor, conseqüentemente aumento do consumo; 3- Redução da controlabilidade do avião, com comandos mais duros e pesados; 4- Aumento excessivo da estabilidade longitudinal; Efeitos de um Balanceamento Defeituoso CG atrás do limite traseiro 1- Instabilidade longitudinal do avião; 2- Comandos ficarão muito leves e sensíveis; 3- Impossibilidade de pilotar a aeronave por controlabilidade Efeitos de um Balanceamento Defeituoso CG à frente do limite dianteiro CG atrás do limite traseiro LEMAC - Leading edge of mean aerodynamic chord TEMAC - Trailing edge of mean aerodynamic chord Efeitos de um Balanceamento Defeituoso CG à frente do limite dianteiro CG atrás do limite traseiro LEMAC - Leading edge of mean aerodynamic chord TEMAC - Trailing edge of mean aerodynamic chord Passeio do C.G. do Operacional Os limites do CG são em porcentagem da CMA% (Corda Média Aerodinâmica ) ou em polegadas de distância da linha datum. Corda Média Aerodinâmica CMA CMA é a corda média da asa. A seção transversal da asa do bordo de ataque ao bordo de fuga. Centro de Pressão • É o ponto no qual a pressão se concentra empurrando a asa para cima. H= Distância entre a datum e o CG = 170” C= Distância entre LEMAC e TEMAC= 80” X= Distância entre a datum e o bordo de ataque da CMA = 150” Localização do CG em % CMA LEMAC - Leading edge of mean aerodynamic chord TEMAC - Trailing edge of mean aerodynamic chord Localização do CG em % CMA H = 170” X = 150” C = 80” CMA% = 170 – 150 = 20 80 80 20 = 0,25 80 0,25 x 100 = 25% Formula H – X C Localização do CG em % CMA 100% 25% Pesos Operacionais 1- Peso Básico (PB) ou Basic Weight (BW) 2- Peso Básico Operacional (PBO) ou Basic Operacional Weight (BOW) 3 - Peso Operacional (PO) ou Operacional Weight (OW) 4- Peso Máximo de Performance (PMD) ou Maximum Take off Weight (MTOW) 5 - Carga Paga ou Payload 6 - Carga Útil ou Useful Load 7 - Peso Atual Zero Combustível (PAZC) ou Actual zero fuel weigth (AZFW) 8 - Peso Atual de Pouso (PAP) ou Landing Weight (LW) Pesos Operacionais 1- Peso Básico (PB) ou Basic Weight (BW) Avião vazio, incluindo fluído hidráulico, óleo, combustível não drenável, poltronas e equipamentos fixos; 2- Peso Básico Operacional (PBO) ou Basic Operacional Weight (BOW) PB + tripulação com bagagem + copas (refeições, bebidas, jornais, etc...); 3 - Peso Operacional (PO) ou Operacional Weight (OW) PBO + combustível de decolagem (take off fuel); Pesos Operacionais 1 - Peso Básico (PB) ou Basic Weight (BW) PBO = PB + tripulação com bagagens + copa (refeições,bebidas, jornais, etc) Pesos Operacionais 2 - Peso Básico Operacional (PBO) ou Basic Operacional Weight (BOW) Pesos Operacionais 3 - Peso Operacional (PO) ou Operacional Weight (OW) PO = PBO + combustível de decolagem Pesos Operacionais 4- Peso Máximo de Performance (PMD) ou Maximum Take off Weight (MTOW) Peso máximo de decolagem limitado pela pista (field limit), pelos gradientes de subida (climb limit), pelos obstáculos próximos à pista, velocidade máxima dos pneus e pelo freio (brake); 5 - Carga Paga (Disponível ou Payload) Peso dos passageiros (75 Kgf + bagagem de mão) + Bagagem (entregue no check in) + Carga (manifesto de carga) + Correio. 6 - Carga Útil Carga Paga + Combustível de Decolagem (take off fuel) Carga Paga – É a soma: + + + Carga Paga (Payload) Correio Carga (indicada no manifesto de carga) Bagagens entregues no Check-in Peso dos passageiros (75 kgf/pax incluindo a bagagem de mão) Peso dos passageiros (75 Kgf + bagagem de mão) + Bagagem (entregue no check in) + Carga (manifesto de carga) + Correio. Pesos Operacionais 7 – Peso Atual Zero Combustível (PAZC) ou Actual zero fuel weigth – (AZFW) PBO + carga paga 7 - Peso Atual de Decolagem (PAD) ou Take off Weight (TOW) Soma do Peso Atual Zero combustível (PAZC) + Combustível de decolagem (Take off Weight) ou Peso Operacional (PO) + Carga Paga. PAD = PAZC + combustível de decolagem ou PAD = PO + carga paga 8 - Peso Atual de Pouso (PAP) ou Landing Weight (LW) PAD – Combustível consumido na Etapa (Trip Fuel); PAP = PAD - combustível consumido na etapa (trip fuel) 9 - Peso Máximo de Pouso (PMP) ou Maximum Landing Weight (MLW) É o peso máximo de pouso de acordo com as condições de pista e meteorológicas do aeroporto de destino, não podendo ser maior que PMEP – Peso Máximo Estrutural de& CARGO FWD HOLD 1 FWD HOLD 2 AFT HOLD 3 AFT HOLD 4 Weight (KG) Index Corr. Weight (KG) Index Corr. Weight (KG) Index Corr. Weight (KG) Index Corr. Up to 41 0 Up to 67 0 Up to 83 0 Up to 41 0 42 - 123 -1 68 - 202 -1 84 - 251 1 42 - 124 1 124 - 206 -2 203 - 336 -2 252 - 418 2 125 - 207 2 207 - 289 -3 337 - 471 -3 419 - 586 3 208 - 290 3 290 - 371 -4 472 - 606 -4 587 - 753 4 291 - 373 4 372 - 454 -5 607 - 740 -5 754 - 921 5 374 - 456 5 455 - 537 -6 741 - 875 -6 922 - 1089 6 457 - 539 6 538 - 619 -7 876 - 1010 -7 1090 - 1256 7 540 - 623 7 620 - 702 703 - 785 -8 -9 1011 - 1144 1145 - 1279 -8 -9 1257 - 1424 1425 - 1591 8 9 624 - 667 8 786 - 867 -10 1280 - 1414 -10 1592 - 1759 10 868 - 888 -11 1415 - 1548 -11 1760 - 1926 11 1549 - 1683 -12 1927 - 2094 12 1684 - 1818 -13 2095 - 2261 13 1819 - 1952 -14 2262 - 2429 14 1953 - 2087 -15 2430 - 2596 15 2088 - 2222 -16 2597 - 2764 16 2223 - 2356 -17 2765 - 2932 17 2357 - 2491 -18 2933 - 3099 18 2492 - 2626 -19 3100 - 3267 19 2627 - 2670 -20 3268 - 3434 20 3435 - 3602 21 3603 - 3769 22 3770 - 3777 23 NOTE: Insert Index Correction value (+ OR -) according to Load/Unload in the Last Minute Change section on front of the Loadsheet and Loadmessage. MAY 2006 Revision B APPENDIX A D043A680-HCY1C Tire Speed Limit Flight Planning and Performance Manual Boeing 737-700-800-900 FPPM - FLIGHT PLANNING AND PERFORMANCE MANUAL METAR SDAM 042100Z 19005KT 9999 FEW030 30/13 Q1010= Cabeceira 34 060/20Kt 080 METAR SDAM 042100Z 19005KT 9999 FEW030 30/13 Q1010= METAR SDAM 042100Z 19005KT 9999 FEW030 30/13 Q1010= METAR SDAM 042100Z 19005KT 9999 FEW030 30/13 Q1010= AD=AP+100.(▲T) AD=7900 METAR SDAM 042100Z 19005KT 9999 FEW030 30/13 Q1010= METAR SDAM 042100Z 19005KT 9999 FEW030 30/13 Q1010= FADEC - Full authority digital engine control Temperatura Assumida As principais limitações para o método de temperatura assumido são: A redução de empuxo máxima de 25% é permitida de acordo com os regulamentos; Proibido em pistas escorregadias ou contaminadas; Proibido para envio com alguns sistemas inoperantes. Máx. tração e OAT = 40ºC – 144/154/165 Densidade do ar mais baixa Comprimento da pista: 3600 m Elevação do aeródromo 2.000 pés Sem declive Sem obstáculos OAT 14oC TOW 68700 kg Vento de proa 10 kt Pista seca Flap 5 Comprimento da pista: 3600 m Elevação do aeródromo 2.000 pés Sem declive Sem obstáculos OAT 14oC TOW 68700 kg Vento de proa 10 kt Pista seca Flap 5 Comprimento da pista: 3600 m Elevação do aeródromo 2.000 pés Sem declive Sem obstáculos OAT 14oC TOW 68700 kg Vento de proa 10 kt Pista seca Flap 5 Comprimento da pista: 3600 m Elevação do aeródromo 2.000 pés Sem declive Sem obstáculos OAT 14oC TOW 68700 kg Vento de proa 10 kt Pista seca Flap 5 Comprimento da pista: 3600 m Elevação do aeródromo 2.000 pés Sem declive Sem obstáculos OAT 14oC TOW 68700 kg Vento de proa 10 kt Pista seca Flap 5 N1 98.1 a 98.8 Comprimento da pista: 3600 m Elevação do aeródromo 2.000 pés Sem declive Sem obstáculos OAT 14oC TOW 68700 kg Vento de proa 10 kt Pista seca Flap 5 N1 98.1 a 98.8 -5.8 93.6 N1 93.6% a 94.3% N1 42ºC Dispatch release RBAC121 Dispatch release 121.687 Emissão de despacho de voo: Operações regulares (Redação dada pela Resolução nº 526, de 06.08.2019) (a) O despacho de cada voo deve conter, pelo menos, as seguintes informações sobre o voo: (1) matrícula do avião; (2) número do voo; (3) aeródromo de partida, pousos intermediários, aeródromos de destino e aeródromos de alternativa; (4) combustível mínimo a bordo; (5) as características de operação (IFR, VFR, etc.); e (6) para cada voo ETOPS despachado, o tempo de desvio ETOPS. (b) O despacho de voo deve conter ou ter anexado a ele as últimas informações e previsões meteorológicas disponíveis para os aeródromos de destino, aeródromos intermediários e aeródromos de alternativa. Pode, ainda, incluir qualquer informação adicional que o piloto em comando ou o despachante considerar necessária ou desejável. O despacho deve ser assinado pelo piloto em comando e pelo despachante de voo, a menos que seja computadorizado quando basta a identificação, de algum modo, dos responsáveis por ele. Loadsheet 121.693 Manifesto de carga. Todos os detentores de certificado O manifesto de carga para cada voo deve conter as seguintes informações referentes ao peso do avião, no momento da decolagem: (a) Peso do avião, peso de combustível e óleo, peso de carga e bagagem e peso de tripulantes e passageiros. (b) O peso máximo permissível para o voo que não pode exceder, pelo menos, os seguintes pesos: (1) peso máximo de decolagem permissível para a pista a ser utilizada (incluindo correções de gradiente, altitude, temperatura e vento existente no momento da decolagem); (2) peso máximo de decolagem, considerando-se a estimativa de consumo de combustível e óleo que permita conformidade com as aplicáveis limitações de desempenho em rota; (3) peso máximo de decolagem, considerando-se a estimativa de consumo de combustível e óleo que permita conformidade com o peso máximo estrutural de pouso na chegada ao aeródromo de destino (ou de primeiro pouso); Loadsheet (continuação) 121.693 Manifesto de carga. Todos os detentores de certificado (4) peso máximo de decolagem, considerando a estimativa de consumo de combustível e óleo, que permita conformidade com as limitações de distância de pouso na chegada ao aeródromo de destino ou de alternativa. (c) O peso total computado segundo procedimento aprovado. (d) Evidência de que o avião foi carregado de acordo com procedimento aprovado, que assegure o centro de gravidade dentro dos limites aprovados. (e) Nome de cada passageiro, a menos que tal informação seja conservada de outra maneira pelo detentor de certificado. Loadsheet 121.695 Disponibilizaçãodo manifesto de carga, do despacho do voo e do planejamento de voo. Operações regulares (Redação dada pela Resolução nº 526, de 06.08.2019) (a) Um piloto em comando de um avião deve ter em seu poder, até seu destino: (1) cópia do manifesto de carga (ou informações sobre ele exceto dados sobre distribuição de passageiros e carga); (2) cópia do despacho de voo; e (3) cópia do plano de voo. (b) Cada detentor de certificado deve conservar cópias dos documentos requeridos por esta seção durante, pelo menos, 3 meses.Pouso. IMPORTANTE - PERFORMANCE 10 - Peso Máximo de Decolagem – (MTOW – maximum take off weigth) • Peso máximo de decolagem limitado pela pista (field limit) • Pelos gradientes de subida (climb limit) • Pelos obstáculos próximos à pista (obstacle limit) • Pela velocidade máxima dos pneus (tire limit) • Pelo freio (brake limit) Conseqüência do Emprego de Pesos Excessivos 1- Aumento das velocidades de decolagem, de pouso e estol, corridas de decolagem e aterrisagem e consumo de combustível; 2- Redução do ângulo e razão de subida, tetos absoluto e de serviço, alcance, autono-mia, velocidade máxima e controlabilidade do avião; 3- Se forem superados os pesos estruturais ou o fator de carga, poderão ocorrer em partes solicitadas: deformações plásticas, trincas, fissuras, quebras. Com relação ao P&B, as afirmações são V ou F? F 01- Finalidade do P&B é? 1º a eficiência, 2º a segurança. F 02- A linha datum devera ser fixada na parede de fogo das aeronaves para se computar o balanceamento mais rapidamente. F 03- O braço multiplicado pelo braço de alavanca é igual ao momento. F 04- Braço com Sinal (+) está a frente do plano de referência. Com relação ao P&B, as afirmações se são V ou F? 05- Um peso de 30lbs localizado a -20” de distância da linha V datum, possui um Momento de -600/lbs.pol 06- O CG sempre está à frente do CP, e também dado em V porcentagem da CMA. V 07- Avião vazio, incluindo fluído hidráulico, óleo, combustível não drenável, poltronas e equipamentos fixos fazem parte do basic weight (BW) da aeronave. 1000 lbs 4000 lbs STA 110 STA 620 Calcular a STA do CG da aeronave sabendo que durante a pesagem obteve-se os seguintes: Roda Nariz: 1000 lbs M = f x b Roda Direita: 2000 lbs Roda Esquerda: 2000 lbs STA 110 STA 620 Item Weight (lb) Arm (in) Moment CG Roda Nariz Roda Direita 1000 lbs 4000 lbs M = f x b Roda Esquerda Localização do CG em % CMA Calcular a STA CG Início CMA – STA 300 Fim CMA – STA 400 CG 25% CMA A) 300 B)400 C)325 D)125 PERFORMANCE, PESO E BALANCEAMENTO Veja abaixo a primeira pesagem com a aeronave: AERONAVE VAZIA Peso (Kgf) Alavanca (mm) Momento (Kgf/mm) Roda dianteira 54.2 -1450 -78590 Roda traseira esq. 262.4 1040 272896 Roda traseira dir. 262.4 1040 272896 M = f x b TOTAL 579 467202 CG 806,91 1000 lbs 4000 lbs STA 110 STA 620 Calcular a STA do CG da aeronave sabendo que durante a pesagem obteve-se os seguintes: Roda Nariz: 1000 lbs M = f x b Roda Direita: 2000 lbs Roda Esquerda: 2000 lbs STA 110 STA 620 Item Weight (lbs) Arm (in) Moment CG Roda Nariz 1000 110 110000 Roda Direita 2000 620 1240000 1000 lbs 4000 lbs M = f x b Roda Esquerda 2000 620 1240000 5000lbs 2590000 518 in Localização do CG em % CMA Calcular a STA CG Início CMA: STA 300 Fim CMA: STA 400 CG 25% CMA A) 300 B)400 C)325 D)125 L 1 bs para Kg: Lbs x 0,453 Limites do CG: +390mm +514mm Lt: 0,72 Kgf mm para in x 0,039 Combustível 50 litros Item Peso (lbs) Arm (in) Moment (lbs/in) CG Peso Básico (Vazio) 1229,3 +10” +12293 Assento dianteiro 187,6 +6,08” +1140,6 Assento traseiro 187,6 +34” +6378,4 Combustível 153,2 +25,3” +3875,9 Bagagem 10 +92” +920 Total 1767,7 lbs +24607,9 lbs/in +13,92in a- sua posição for para traz do plano de referência e adiante do plano de referência; 01 - O braço é precedido do sinal (+) ou (-) respectivamente quando: b- sua posição for adiante do plano de referencia para traz do plano de referencia; c- sua posição for exatamente encima do plano de referencia; d- sua posição for a esquerda do plano de referencia. Definições Linha Datum Station (STA) - Estação Atrás A frente - + 01 - O braço é precedido do sinal (+) ou (-) respectivamente quando: b- momento; M = p x b 02 - O resultado da multiplicação de um peso pelo seu braço denomina- se: a- instante; c- força; d- trabalho. b- o momento é de + 1400 lb.pol.; 03 - Um peso de 35 libras localizado para traz do plano de referencia tem um braço de 40 polegadas. Isto significa que: a- o momento é de – 1400 lb.pol.; c- o momento é de -1400 lb.; d- o momento é de + 1400 pol. Momento 03 - Um peso de 35 libras localizado para traz do plano de referencia tem um braço de 40 polegadas. Isto significa que: Atrás - M = p x b A frente + b- peso básico; 04 - O peso da aeronave que é constituído pelo peso da célula, grupo motopropulsor, equipamentos necessários, lastro fixo, fluido hidráulico e óleo residuais denomina-se: a- peso mínimo; c- peso estrutural; d- peso de estocagem. Pesos Operacionais 1- Peso Básico (PB) ou Basic Weight (BW) Avião vazio, incluindo fluído hidráulico, óleo, combustível não drenável, poltronas e equipamentos fixos; 04 - O peso da aeronave que é constituído pelo peso da célula, grupo motopropulsor, equipamentos necessários, lastro fixo, fluido hidráulico e óleo residuais denomina-se: b- básico operacional, atual zero comb., carga paga; 05 - Subtraindo o peso do peso obtemos a da aeronave: a- total, mínimo, tolerância; c- calculado, estrutural, carga inútil; d- de trabalho, de estocagem, carga útil. Pesos Operacionais 7 – Peso Atual Zero Combustível (PAZC) ou Actual zero fuel weigth – (AZFW) PBO + carga paga PBO: 1500 kg AZFW: 2000kg Payload: 500kg 05 - Subtraindo o peso do peso obtemos a da aeronave: d- carga útil. 06 – O máximo de combustível, bagagem, correio, carga e passageiros constitui: a- lotação total; b- capacidade útil; c- pés permitido; Pesos Operacionais 4- Peso Máximo de Performance (PMD) ou Maximum Take off Weight (MTOW) Peso máximo de decolagem limitado pela pista (field limit), pelos gradientes de subida (climb limit), pelos obstáculos próximos à pista, velocidade máxima dos pneus e pelo freio (brake); 5 - Carga Paga (Disponível ou Payload) Peso dos passageiros (75 Kgf + bagagem de mão) + Bagagem (entregue no check in) + Carga (manifesto de carga) + Correio. 6 - Carga Útil 06 – O máximo de combustível, bagagem, correio, carga e passageiros constitui: Carga Paga + Combustível de Decolagem (take off fuel) a- arqueamento do C.G; c- trabalho do C.G; d- distorção do C.G. b- passeio do C.G; 07 – Como é denominado a variação permissível entre os limites máximo e mínimo do C.G: a- correta; b- duvidosa; d- correta dependendo do tipo da aeronave. c- errada; 08 – Devemos carregar a aeronave de modo que o C.G fique fora dos limites especificados pelo fabricante. Esta afirmativa é: c- corda média aerodinâmica; 09 – A secção transversal da asa, do bordo de ataque ao bordo de fuga, denomina-se: a- plano de referência; b- eixo longitudinal; d- braço da asa. Corda Média Aerodinâmica CMA CMA é a corda média da asa. A seção transversal da asa do bordo de ataque ao bordo de fuga. 09 – A secção transversal da asa, do bordo de ataque ao bordo de fuga, denomina-se:a- remover todos os acentos e materiais inutilizáveis; c- drenar o combustível até que marque 50% da quantidade total; d- desconsiderar o peso dos motores. b- verificar as instruções do fabricante . 10 – Ao preparar uma aeronave para pesagem devemos colocá-la em atitude nivelada e: d- é o resultado da multiplicação de um peso pelo seu braço. 11 ‐ Na terminologia do peso e balanceamento, o que significa “momento”? a- é o tempo em que o peso leva para se acomodar; b- é o limite entre o C.G. de uma aeronave e seu comprimento; c- é o peso dividido pelo seu tamanho; M = p x b a- CG traseiro; b- CG dianteiro; d- todas acima. c- passeio do C.G.; 12 ‐ Quando nos referimos a uma variação do centro de gravidade de uma aeronave, nos referimos ao? a- é a corda média aerodinâmica; 13 ‐ O que é a CMA? b- é a corda mínima da asa; c- é a seção perpendicular da asa; d- é uma parte da asa. a- é o peso máximo da aeronave carregada sem combustível; 14 ‐ O que é o peso atual zero combustível zero AZFW? b- é o peso mínimo da aeronave carregada sem combustível; c- é o peso máximo da aeronave menos o combustível; d- as alternativas “a” e “b” estão corretas. Pesos Operacionais 7 – Peso Atual Zero Combustível (PAZC) ou Actual zero fuel weigth – (AZFW) PBO + carga paga 14 ‐ O que é o peso atual zero combustível zero AZFW? Carga Paga – É a soma: + + + Carga Paga (Payload) 14 ‐ O que é o peso atual zero combustível zero AZFW? Correio Carga (indicada no manifesto de carga) Bagagens entregues no Check-in Peso dos passageiros (75 kgf/pax incluindo a bagagem de mão) Peso dos passageiros (75 Kgf + bagagem de mão) + Bagagem (entregue no check in) + Carga (manifesto de carga) + Correio. b- é um plano vertical imaginário; 15 - O que é Plano de Referência? a- é um pl ano horizontal imaginário; c- é um plano paralelo ao eixo da aeronave nivelada; d- é um plano vertical a deriva da aeronave. a- combustível decolagem mais bagagem e passageiros; 16 - Em que consiste a carga útil? b- somente fluídos residuais mais bagagem; c- máximo de fluídos mais bagagem; d- toda carga que couber na aeronave. Pesos Operacionais 4- Peso Máximo de Performance (PMD) ou Maximum Take off Weight (MTOW) Peso máximo de decolagem limitado pela pista (field limit), pelos gradientes de subida (climb limit), pelos obstáculos próximos à pista, velocidade máxima dos pneus e pelo freio (brake); 5 - Carga Paga (Disponível ou Payload) Peso dos passageiros (75 Kgf + bagagem de mão) + Bagagem (entregue no check in) + Carga (manifesto de carga) + Correio. 6 - Carga Útil Carga Paga + Combustível de Decolagem (take off fuel) 16 - Em que consiste a carga útil? d- todas acima. 17 - O que está incluído no Peso de Combustível Zero? AZFW a- somente a carga; b- somente a tripulação; c- somente os passageiros; Pesos Operacionais 7 – Peso Atual Zero Combustível (PAZC) ou Actual zero fuel weigth – (AZFW) PBO + carga paga 17 - O que está incluído no Peso de Combustível Zero? AZFW c- somente diz respeito a segurança do voo; 18 – Qual a principal finalidade do controle do peso e balanceamento de uma aeronave? a- se o peso e o balanceamento aumentaram; b- se o peso e o balanceamento diminuírem; d- somente diz respeito ao consumo de combustível. Finalidade principal: segurança. Finalidade secundária: maior eficiência de vôo. 18 – Qual a principal finalidade do controle do peso e balanceamento de uma aeronave? a- dependerá da localização do peso colocado na aeronave; 19 – Quando adicionamos um peso a uma aeronave, o momento será? b- dependendo da localização, será negativo e nulo; c- depende do volume do peso; d- sempre será positivo em relação ao P%B. 19 – Quando adicionamos um peso a uma aeronave, o momento será? CONVENÇÃO : Nariz do avião sempre virado para a esquerda Braço negativo (-) ou Braço positivo (+) MOMENTO NEGATIVO (-) MOMENTO POSITIVO (+) a- a 50 Pol. com relação ao CG; b- a 50 Pol. com relação ao nariz da aeronave; d- N.D.A. c- a 50 Pol. em relação à DATUM LINE; 20 – Quando localizamos um equipamento a 50 Pol. em relação a DATUM LINE, entendemos que ele está: a- o seu peso básico e o CG da aeronave; 21 – Sobre peso e balanceamento: se instalarmos ou removermos qualquer equipamento poderemos estar alterando: b- alternando o consumo de combustível; c- alterando a razão de subida da aeronave; d- alterando a velocidade de cruzeiro da aeronave. Pesos Operacionais 1- Peso Básico (PB) ou Basic Weight (BW) Avião vazio, incluindo fluído hidráulico, óleo, combustível não drenável, poltronas e equipamentos fixos; 2- Peso Básico Operacional (PBO) ou Basic Operacional Weight (BOW) PB + tripulação com bagagem + copas (refeições, bebidas, jornais, etc...); 3 - Peso Operacional (PO) ou Operacional Weight (OW) PBO + combustível de decolagem (take off fuel); 21 – Sobre peso e balanceamento: se instalarmos ou removermos qualquer equipamento poderemos estar alterando: b- sempre à frente da CMA; 22 – Com relação ao Centro de Pressão na CMA, onde normalmente fica localizado o CG da aeronave? a- na posição mais central da aeronave; c- na posição mais traseira da aeronave; d- em todas as posições c- no nariz ou adiante deles; 23 – Quando todos os braços relacionados à DATUM LINE forem positivos, onde estará localizado a DATUM LINE? a- no bordo de fuga; b- em uma posição mais traseira; d- em nenhuma posição. DATUM LINE Linha Datum Linha de referência - + PERFORMANCE, PESO E BALANCEAMENTO Pesos Peso e Balanceamento No projeto de um avião, são determinados os fatores de carga e velocidades máximos e mínimos, e os pesos máximos, e a partir daí é dimensionada a estrutura da aeronave. Se forem ultrapassados, a aeronave poderá sofrer danos elásticos ou plásticos; Pesos Estruturais 1 Peso Máximo Estrutural de Decolagem (PMED) ou Maximum Take Off Gross Weight (MTOGW); 2 Peso Máximo Estrutural de Pouso (PMEP) ou Maximum Landing Gross Weight (MLGW); 3 Peso Máximo Zero Combustível (PMZC) ou Maximum Zero Fuel Weight (MZFW); 4 Peso Máximo de Taxi (PMT) ou Maximum Taxi Weight (MTW); Pesos Estruturais 1- Peso Máximo Estrutural de Decolagem (PMED) ou Maximum Take Off Gross Weight (MTOGW); Peso máximo que a estrutura da aeronave consegue tirar do chão sem sofrer danos estruturais; Pesos Estruturais 2- Peso Máximo Estrutural de Pouso (PMEP) ou Maximum Landing Gross Weight (MLGW); Peso máximo com o qual a aeronave pode pousar sem que sofra danos estruturais (trem de pouso, asas); Pesos Estruturais 3- Peso Máximo Zero Combustível (PMZC) ou Maximum Zero Fuel Weight (MZFW); Peso máximo de um avião totalmente carregado, faltando apenas o combustível nas asas. Se for excedido poderá ocorrer danos à raiz da asa; Pesos Estruturais 3- Peso Máximo Zero Combustível (PMZC) ou Maximum Zero Fuel Weight (MZFW) Pesos Estruturais 4- Peso Máximo de Taxi (PMT) ou Maximum Taxi Weight (MTW); Peso máximo com o qual a aeronave pode iniciar as manobras de Taxi com segurança sem perigo de danos para a estrutura. É determinado pelo fabricante por questões estruturais e principalmente para aeronaves à turbina de grande consumo no solo. Todo peso superiorao PMD deverá ser do combustível s ser queimado no solo antes da decolagem. b- consumo de combustível em voo; c- razão de subida da aeronave; d- velocidade de cruzeiro da aeronave. a- combustível a ser queimado antes da decolagem; Todo peso acima do PMD deverá ser de(a): a- combustível a ser queimado antes da decolagem; c- razão de subida da aeronave; d- velocidade de cruzeiro da aeronave. b- combustível a ser queimado durante o voo; Todo peso acima do PMP deverá ser de(a): a- combustível a ser queimado antes da decolagem; b- combustível a ser queimado durante o voo; d- velocidade de cruzeiro da aeronave. c- combustível abastecido nas asas da aeronave; Todo peso acima do PMZC deverá ser de(a): a- PMZC e PBO; O peso máximo de carga que uma aeronave pode transporter é a diferença entre: b- PBO e PO; c- PMP e PMD; d- Carga paga e PO. Pesos Operacionais 7 – Peso Máximo Zero Combustível (PMZC) ou Maximum zero fuel weigth – (MZFW) PBO + carga paga O peso máximo de carga que uma aeronave pode transporter é a diferença entre: ITEM DADOS PBO 13000 KG TAKEOFF FUEL 1000 GAL TRIP FUEL 400 GAL 30 PASSAGEIROS 70 KG CADA BAGAGEM 1000 KG CARGA 300 KG CORREIO 250 KG Problemas de Peso e Balanceamento Determinar PO PAZC PAD PAP 1 GAL = 2,7 KG ITEM DADOS PBO 13000 KG TAKEOFF FUEL 1000 GAL TRIP FUEL 400 GAL 30 PASSAGEIROS 70 KG CADA BAGAGEM 1000 KG CARGA 300 KG CORREIO 250 KG Problemas de Peso e Balanceamento Determinar PO PAZC PAD PAP 1 GAL = 2,7 KG ITEM DADOS PBO 85000 LBS TAKEOFF FUEL 12810 LBS 80 PASSAGEIROS 150 LBS CADA CARGA 5000 LBS Problemas de Peso e Balanceamento Determinar Esta aeronave está em condições de voo? LIMITES DO FABRICANTE PMED – 115000 LBS PMZC – 102000 LBS Abastecimento de Combustível 1 Combustível de Decolagem (Take off Fuel) Peso do combustível contido nos tanques, quando o avião alinha na cabeceira da pista, pronto para decolar; 2 Combustível para Taxi (Taxi Fuel) Combustível previsto para ser queimado durante o taxi até a cabeceira da pista; 3 Combustível para Etapa (Trip Fuel) Peso estimado do combustível a ser consumido na viagem, da decolagem ao pouso, sem margem de segurança; Abastecimento de Combustível 4- Abastecimento de Combustível (Block Fuel ou Total Fuel) Peso total do combustível contido nos tanques do avião, antes da partida dos motores; 5- Combustível Reserva ou Combustível Sobre o destino (Reserve Fuel ou Fuel Over Destination) Combustível levado como margem de segurança, além daquele previsto para o vôo. Se não ocorrer imprevistos, avião aterrisará com este combustível nos tanques; Conseqüência do Emprego de Pesos Excessivos 1- Aumento das velocidades de decolagem, de pouso e estol, corridas de decolagem e aterrisagem e consumo de combustível; 2- Redução do ângulo e razão de subida, tetos absoluto e de serviço, alcance, autonomia, velocidade máxima e controlabilidade do avião; 3- Se forem superados os pesos estruturais ou o fator de carga, poderão ocorrer em partes solicitadas: deformações plásticas, trincas, fissuras, quebras; Velocidades • Recordação do Funcionamento do Tubo de Pitot Estático Pressão total dos filetes de ar: Soma da pressão dinâmica e a atmosférica. Furo “1” Dinâmica Furo “2” Estática 11 Ptotal = 1 2 ..V 2 + Patm Velocidades • Essas duas pressões são levadas ao velocímetro que obtém a pressão dinâmica através da subtração das tomadas (1) e (2) calculando a velocidade empregando a fórmula: Da equação de Berloulli Vi – Velocidade lida no velocímetro V – Velocidade verdadeira do avião q – Pressão dinâmica Vi = 2.q 0 Rho o – Densidade do ar nas condições ISA – nível do mar Rho – Densidade do ar no nível de vôo 12 • Vi – Velocidade lida no velocímetro • VI – Velocidade indicada (Indicated air speed – IAS): É a leitura do velocímetro corrigida para erros VI = Vi + Vi Vi → correção do erro do instrument o Terminologia das Velocidades Nos aviões modernos ΔVi é pequena, podendo despresar. VI = Vi 13 • Vc – Velocidade Calibrada (calibrated air Speed – CAS): É obtida a partir da VI corrigida para erros de posição: Vc = VI + Vp Vp → correção do erro de posição Em relação ao número Mach Terminologia das Velocidades 14 • VE – Velocidade Equivalente (equivalent air speed – EAS): É igual a velocidade calibrada corrigida para a compressibilidade do escoamento adiabático na altitude de vôo. VE = Vc + Vc Vc → correção de compressib ilidade Terminologia das Velocidades 15 A próxima figura dá as correções de compressibilidade em função da altitude, pressão e da velocidade calibrada. Terminologia das Velocidades 16 Terminologia das Velocidades • Exemplo: Um avião voa na altitude pressão de 40.000 pés, na velocidade calibrada de 300 kt, condições ISA. Qual a velocidade equivalente? Vc = −25 kt Logo: EAS = CAS − Vc = 300 − 25 = 275 kt 17 Note que Delta Vc é menor que zero – Nas grandes altitudes e velocidades a indicação do velocímetro é sempre superior a velocidade equivalente devido aos erros causados pela compressibilidade V = VE 0 Não é necessário calcular – pode ser utilizado o computador de vôo. Fórmula para o cálculo das velocidades do computador Terminologia das Velocidades • V – Velocidade Aerodinâmica ou Verdadeira (true air Speed – TAS): É relacionada com VE pela fórmula: 18 Vc = VE = V VI A Velocidade Verdadeira é usada para o cálculo das forças aerodinâmicas e das velocidades em relação ao solo Terminologia das Velocidades • Ao nível do mar, em condições ISA: 19 Terminologia das Velocidades • Vs – Velocidade em Relação ao Solo (ground speed): É obtida somando a velocidade verdadeira com a componente do vento. Vs = V W W → componente do vento A velocidade em relação ao solo é usada nos problemas de navegação e para calcular as distâncias de decolagem, aterragem e frenagem no solo. 20 M = V a Terminologia das Velocidades • Número de Mach – É a relação entre a velocidade aerodinâmica e a velocidade do som (a) no mesmo local. DEPENDE APENAS DA TEMPERATURA. M – Número Mach V – Velocidade Aerodinâmica a – Velocidade do som 21 Terminologia das Velocidades Sumário das velocidades: 22 Limites de Vôo • Os limites de vôo de qualquer avião podem ser definidos como os limites de velocidade – altitude – aceleração, dentro dos quais ele deve voar. • Os fatores que determinam essas restrições são: • limites aerodinâmicos • de motores • estruturais 23 • Velocidade mínima em vôo estável, quando o avião ainda é controlável. Velocidade Mínima – Estol (Vs) • Quanto menor for essa velocidade – maiores serão as velocidades de decolagem e de aterragem e menores as pistas para a operação do avião. 24 Velocidade Mínima – Estol (Vs) • Quanto maior o coeficiente de sustentação (cl) – menor é a velocidade de estol. • Para aumentar esse coeficiente e reduzir avelocidade são empregados dispositivos hipersustetadores: flaps e slats. 25 Velocidade Mínima – Estol (Vs) 26 Velocidade Mínima – Estol (Vs) • Determinação da Velocidade de Estol (power off) • Pela regulamentação FAR25-103: Velocidade calibrada mínima em vôo estável, na qual o avião ainda é controlável, na configuração especificada, com tração nula ou com marcha lenta, e o CG na posição mais desfavorável (à frente). 27 Velocidade Mínima – Estol (Vs) • Abreveaturas utilizadas: • Vso – Velocidade de estol na configuração de pouso-flapes e trem de pouso baixados. • Vs1 – Velocidade de estol numa configuração desejada, que corresponde a diferentes casos particulares 28 L = n.W = 1 2 . .V .S.C 2 s L max (1) Velocidade Mínima – Estol (Vs) • Se um avião pesa “W” podemos escrever: L – Força de sustentação n – Fator de carga Rho – Densidade do ar no nível de vôo Vs – Velocidade verdadeira de estol S – Área da asa CLmax – Coeficiente de sustentação máximo 29 2.W .S.CL max V s1 = 2.W .S.C L max Velocidade Mínima – Estol (Vs) • Da equação de sustentação pode-se tirar: Vs = = . n ... ( 2) Quando o vôo é reto horizontal, o fator de carga é igual a 1. Com isso a velocidade de estol fica: 2.n.W .S.CL max 30 Velocidade Mínima – Estol (Vs) • Se o fator de carga for igual a “n”, pode-se escrever: VSn = Vs1. .......(3) n 31 Quanto maior o fator de carga – maior a velocidade de estol Velocidade Mínima – Estol (Vs) • Exemplo: Em um vôo reto horizontal, um avião tem a velocidade de estol de 90kt. Determinar a nova velocidade de estol em uma curva padrão de 75º31’, quando o fator de carga atinge 4. Utilizando a equação (3) achamos: VS 4 = 90. = 180kt 4 32 Portanto, ao fazer uma curva de 75º31’ a velocidade de estol DOBRA Velocidades Máximas • São determinadas a partir das curvas de arrasto e tração (tração = arrasto: em vôos horizontais). • A tração cai com a altitude: Redução da densidade do ar mas o arrasto é praticamente constante. 33 Velocidades Máximas 34 Velocidades Máximas • Quanto maior a velocidade acima do Mach crítico – mais intensas são as ondas de choque e maior o deslocamento dos filetes . • Buffering – Vibração provocada pelo deslocamento dos filetes (parecido com a vibração do pré-estol). • Buffering muito intenso: Pode ser uma limitação aerodinâmica da velocidade máxima impedindo que o avião ultrapasse determinado número Mach, mesmo possuindo tração suficiente para isso. 35 Temperatura • Durante todo o vôo, inclusive na decolagem e aterragem, a medição precisa da temperatura é muito importante (estamos tratando de um corpo submerso em um fluido). • Ela é utilizada: • Determinação dos pesos máximos de performance • Cálculo da velocidade aerodinâmica (TAS) • Regulagem da tração de decolagem de diversos segmentos • No cálculo do consumo de combustível • Etc 36 Temperatura • Em condições estáticas é fácil medir a temperatura mas em condições de vôo a temperatura é aumentada pela compressão adiabática dos filetes de ar da camada limite que são retardados em relação ao avião. • Essa compressão acarreta um aumento de temperatura – ram rise (acréscimo de impacto). 37 Temperatura • Termos usados nos manuais de vôo: • SAT – static air temperature: temperatura do ar imóvel • OAT – outside air temperature: temperatura do ar externo • RAT – ram air temperature: temperatura do ar de impacto • TAT – total air temperature: temperatura total do ar 38 Temperatura • SAT – Representa a temperatura do ar ambiente, imóvel, ou seja, sem o ram rise. Podem também ser classificada como SAT e OAT. • TAT – Temperatura do ar em movimento e se relaciona com a SAT pela fórmula TAT = SAT + 0,2 M 2 SAT 39 Temperatura • Para medir a TAT é necessário determinar o ram rise. ram rise = 0,2 M 2 SAT - Para isso é necessário provocar uma parada do ar em contato com o instrumento para que a velocidade do ar seja transformada em pressão (princípio de Bernoulli) e então ocorrer um aumento de temperatura - Um dos aparelhos para medir a TAT é o rosemount probe. 40 Temperatura Rosemount Probe Para Aviação 41 • 2- Temperatura - TAT – Total Air Temperature – Temperatura Total do Ar; • É a temperatura do ar em movimento, ou seja, SAT + Ram Rise, que na aeronave é medido por um instrumento denominado “Rosemount Probe” • 2- Temperatura - TAT – Total Air Temperature – Temperatura Total do Ar; • É a temperatura do ar em movimento, ou seja, SAT + Ram Rise, que na aeronave é medido por um instrumento denominado “Rosemount Probe” 2- Temperatura 2.2- Termos relacionados com a Temperatura - RAT – Ram Air Temperature – Temperatura do Ar de Impacto; É a temperatura do ar de impacto, ou seja, o próprio Ram Rise, captada por um instrumento denominado “Lewis Flush Bulb” Esta temperatura é diminuída da TAT e tem-se a SAT no FL voado; Temperatura • Nem sempre é possível medir todo o ram rise. Neste caso a temperatura medida é chamada RAT. RAT = SAT + 0,2 K M 2 SAT K – fator de recuperação do ram rise e varia de 0,75 a 0,90 A RAT pode ser medida por um lewis flush bulb 42 Temperatura • Conclusão: A TAT será sempre maior que a RAT. • Obtenção da SAT de um avião em movimento: • Utilização de aparelhos (muito caros de difícil utilização) • Utilização de tabelas (confeccionadas a partir dos instrumentos acima para facilitar o trabalho do piloto). 43 A tabela funciona somente para M>0,3 Tabela do Boeng 737-200 44 Temperatura • Exemplo: TAT = 70ºC SAT varia de 47ºC (M=0,6) a 27ºC (M=0,84) 45 Temperatura • Como o ram rise é proporcional ao Mach, ele pode acarretar problemas de creep (estalos) nas estruturas dos aviões supersônicos e hipersônicos. • Ex: O nariz do Concorde voando a Mach 2, altitude de 50.000ft, pode atingir 127ºC de temperatura, o que corresponde a um ram rise de 127-(-56,5) = 183,5ºC. Quando a temperatura ultrapassa esse limite o piloto deve reduzir a velocidade. 46 Temperatura 47 Tabela para estimativa rápida da temperatura da superfície em relação a altitude e número Mach Temperatura 48 Temperatura • Atualmente são utilizados equipamentos mais sofisticados que fornecem dados aos pilotos. • CADS (Central Air Data System) – Recebe informações do ar externo e permite maior precisão nas leituras de diversos instrumentos.49 Altitudes • Medição – Feita por instrumentos manométricos. • Na aproximação – Necessidade de maior precisão, por isso é utilizado o RÁDIO ALTÍMETRO. • A medição barométrica é simplesmente a medição da pressão atmosférica. A relação entre a pressão atmosférica e a altitude é dada pela atmosfera padrão ICAO. • A medição é tirada do tubo de Pitot estático mas as diferentes pressões provocam erros. 50 Nos aviões modernos esse erro é compensado com um air data computer que tem interface com o instrumento. Altitudes • Esse erro é provocado pelas diferentes posições do fluxo de ar que passa pelo medidor. hp = hpi + hp hp – Altitude pressão hpi – Altitude pressão indicada (lida no altímetro) Delta hp – erro de posição 51 Altitudes • Calibração: • Escala principal – Calibrada em pés e a sub-escala indica a pressão atmosférica (hPa ou polegadas de mercúrio). • Regulagem básica: • Sub-escala – pressão de 1013,25 hPa ou 29,92 polegadas de mercúrio (ao nível do mar com atmosfera padrão). • Com esse ajuste: A altitude obtida pelo altímetro será a ALTITUDE PRESSÃO que corresponde a altitude real com 29,92 pol de mercúrio e 15ºC. • Essa altitude é sempre expressa por nível de vôo: 40.000 pés = FL 400 52 Altitudes • Altitude Densidade – Tem como referência não uma pressão mas a densidade do ar na atmosfera padrão. • Como o avião não possui nenhum instrumento que meça a densidade do ar, a altitude deve ser calculada a partir da altitude pressão e da temperatura do ar atmosférico com o auxílio de um computador de vôo. • É muito importante: • Na determinação das pistas (aeroporto local) • Razão e ângulo de subida • Teto prático e absoluto • Tração do motor • Consumo de combustível • etc 53 Altitudes • Influência da Meteorologia sobre o Altímetro • Mudança de Pressão – Quando o avião voa de uma área de alta pressão para uma de baixa, o altímetro “pensará” que está subindo, indicando aumento de altitude. Quando ocorre o contrário: o altímetro “pensará” que está descendo. • Mudança de Temperatura – É o mesmo: com uma temperatura inferior a ISA indicará altitude superior à real. Quando a temperatura é superior à ISA, uma altitude inferir à real. • Situação Crítica: Quando ocorrerem baixas temperaturas e baixas pressões. • EX: Sobreviventes dos Andes 54 4- Decolagem Durante a decolagem, temos as seguintes forças agindo sobre a aeronave: 4- Decolagem A decolagem pode ser decomposta em duas partes distintas: a) Distância de Decolagem Consideramos que a distância de decolagem vai do “break release” até a V2, ou ponto que o avião atinge 35 Ft de altura sobre a cabeceira oposta a 1,2VS; b) Trajetória de Decolagem A trajetória de decolagem inicia na V2 e termina a 1500 Ft de altura, com a aeronave limpa (Flapes e trem de pouso recolhidos); Decolagem • Forças que agem sobre o avião durante a decolagem: 55 Decolagem • Além das 4 forças existentes em vôo existem: • Forças entre as rodas e a pista (Ff) • Componente devido a inclinação da pista (W.senΦ) 56 Decolagem • Força de Atrito • É a normal agindo sobre o avião (W-L) vezes o coeficiente de atrito (µ) que depende das duas superfícies. • Para pista de concreto seco: • µ = 0,015, ou seja, 1,5% da carga sobre os pneus 57 Decolagem • No início da decolagem a velocidade é nula, portanto “L” e “D” também são. • Neste instante a força líquida que provoca a aceleração é: T − .W −Wsen 58 Ângulo da Pista com a Horizontal Decolagem • Se o avião decolar no sentido contrário ao da figura (descendo a ladeira), a força será: T − .W +Wsen • Como o máximo de inclinação permissível para a pista é 2%, o valor máximo de WsenΦ será 0,02W 59 Decolagem • Logo que começa a decolagem, são criadas as forças de sustentação e arrasto. A força que produz aceleração passa a ser: F = T − D − .(W − L) −W.sen Tração Arrasto Força de Atrito Componente: inclinação d a pista 60 Decolagem • À medida que aumenta a velocidade, também aumenta a sustentação e o arrasto, a tração atinge o máximo e depois cai ligeiramente, de modo que a força líquida e a aceleração variam. 61 Fr x lr = T x le Velocidades associadas à decolagem • A força no leme pode ser maior que 150 libras (680N ou 68kgf). Para haver equilíbrio (avião mantendo a proa) o momento produzido pela tração do motor oposto ao motor parado deve ser igual ao momento produzido pelo leme de direção/deriva: 62 Velocidades associadas à decolagem • Essa velocidade é função da tração do motor, que por sua vez depende da altitude pressão e da temperatura, e também da posição do centro de gravidade do avião. 63 Velocidades associadas à decolagem • Quanto maior o momento, maior a força necessária no leme de direção, portanto, a VMCG. • Essa velocidade é maior nas baixas altitudes e baixas temperaturas – A TRAÇÃO É MÁXIMA. • A posição do CG também influi na VMCG: • Quanto mais à frente, maior o braço de alavanca e menores: • A força no leme de direção • VMCG 64 Velocidades associadas à decolagem • Na determinação da VMCG, emprega-se o CG na posição mais desfavorável (limite traseiro). 65 Velocidades associadas à decolagem • Também por segurança, é considerado o STEERING (direção) da roda do nariz. Quanto maior a distância do motor ao plano do simetria do avião, maior a VMCG. • É por esse motivo que, apesar de empregarem o mesmo motor (JT8D17), em condições ISA-nível do mar: • 737-200 ADV: VMCG = 105 kt • 727-200: VMCG = 60 kt Aviões com posições de CG diferentes 66 4.1- Velocidades Associadas com a Decolagem • VEF – Velocidade de Falha do Motor Crítico (Engine Fail Airspeed) • VMCG – Velocidade Mínima de Controle no Solo (Minimum Control Speed on the Ground) • VMCA – Velocidade Mínima de Controle no Ar (Air Minimum Control Airspeed) • V1 – Velocidade de Decisão (Decision Speed) • VR – Velocidade de Rotação (Rotation Speed) 4.1- Velocidade Associadas com a Decolagem VMU – Velocidade Mínima com Manche Livre (Minimum Unstick Speed) VLOF – Velocidade de Abandono do Solo (Lift Off Speed) VMTS – Velocidade Máxima dos Pneus (Maximum Tire Speed) V2 – Velocidade de Decolagem e Subida (Take Off Climb Speed) VMBE – Velocidade Máxima para Iniciar Frenagem (Maximum Break Energy Speed) A aeronave pode derivar no máximo 30ft do centro da pista, podendo continuar a decolagem, não é necessário retornar ao centro, sem o uso do steering, considerando 1 sec. para reconhecimento da falha. Velocidades: VMCG – Velocidade Mínima de Controle on Ground 1 sec. Menor velocidade na qual, após a falha do motor crítico é possível controlar a aeronave e continuar a decolagem. 4.1- Velocidade Associadas com a Decolagem VEF - (engine failure speed): A velocidade na qual se considera que o motor crítico falhou. Motor crítico é aquele que tem o maior impacto na performance e controle do avião. 4.1- Velocidade Associadascom a Decolagem VMCA – Velocidade Mínima de Controle no Ar (Air Minimum Control Airspeed) É a menor velocidade na qual o controle direcional pode ser recuperado e mantido em vôo, podendo ser empregada uma inclinação de 5º de curva. Velocidadade mínima em voo no qual o controle direcional pode ser mantido com um motor inoperante, sem yaw e com bank angle máximo de 5°. Velocidades: VMCA – Velocidade Mínima de Controle no Ar 4.1- Velocidade Associadas com a Decolagem V1 – Velocidade de Decisão (Decision Speed) Velocidade de Decisão na qual o piloto, percebendo a falha do motor crítico, optará por continuar a decolagem ou abortá-la. Esta decisão porém já deve ter sido tomada na V1. V1 – Velocidade de Decisão (Decision Speed) 4.1- Velocidade Associadas com a Decolagem VR – Velocidade de Rotação (Rotation Speed) Velocidade na qual a rotação é iniciada durante a decolagem para se atingir a V2 a 35 ft de altura . A VR não deve ser inferior a 1,05 % da VMCA. VMU – Velocidade Mínima com Manche Livre (Minimum Unstick Speed) Velocidade na qual ou acima da qual o avião poderá deixar o solo e continuar a decolagem com segurança, mantendo o gradiente inicial de subida. 4.1- Velocidade Associadas com a Decolagem VLOF – Velocidade de Abandono do Solo (Lift Off Speed) É a velocidade no exato momento em que a aeronave deixa o solo. Com todos os motores operando, a VLOF não poderá ser inferior a 110 % da VMU, e com um motor inoperante a 105% da VMU; O limite superior da VLOF é a velocidade máxima dos pneus VMTS; VMTS – Velocidade Máxima dos Pneus (Maximum Tire Speed) É a velocidade determinada pela resistência dos pneus, que são expostos a grandes esforços nas velocidades elevadas; • 4.1- Velocidade Associadas com a Decolagem • V2 – Velocidade de Decolagem e Subida (Take Off Climb Speed) • É a velocidade a ser atingida a 35 ft de altura sobre a pista, devendo ser igual ou superior a 120% da Velocidade de Estol na Configuração de Decolagem (VS0) e 110% da Velocidade Mínima de Controle no Ar (VMCA); • VMBE – Velocidade Máxima para Iniciar Frenagem (Maximum Break Energy Speed) • Velocidade Máxima para aplicação dos freios, sem que ocorra super aquecimento e destruição do sistema de freio da aeronave; 4.2- Limitações da V1 Quando o piloto perceber a falha de motor crítico na V1, ele poderá abortar a decolagem ou continuá-la, e portanto devemos ter: V1 ≥ VMCG – O piloto poderá manter a reta numa decolagem sem um dos motores; V1 ≤ VMBE – Se a decisão for interromper a decolagem, é indispensável o uso de freios, o que não poderia ocorrer se a V1 fosse maior que a VMBE; V1 ≤ VR – Se a VR fosse menor que a V1, o piloto poderia abortar a decolagem após a rotação do avião. Ele precisaria abaixar rapidamente o nariz do avião, podendo danificar a roda dianteira da aeronave; Relação entre as diferentes Velocidades de Decolagem PERFORMANCE DE AVIÕES A JATO SEGMENTOS DE DECOLAGEM Velocidades: V1 – Velocidade de Decisão PERFORMANCE DE AVIÕES A JATO SEGMENTOS DE DECOLAGEM Velocidades: VR – Rotate Speed PERFORMANCE DE AVIÕES A JATO SEGMENTOS DE DECOLAGEM Velocidades: V2 – Velocidade de Segurança PERFORMANCE DE AVIÕES A JATO SEGMENTOS DE DECOLAGEM TAKE OFF DISTANCE 1° SEGMENTO 2° SEGMENTO Take off Thrust Take off Flaps Acceleration to V2 T.O Thrust T.O Flaps V2 Gear Retraction T.O Thrust T.O Flaps V2 Gear Retracted 3° SEGMENTO T.O Thrust-Reducing Flap Retraction Acceleration to FINAL CLIMB SPEED (4°) SEGMENTO FINAL Max Continuous Thrust FLAPS Retracted CLIMB SPEED ENROUTE CLIMB 1500ft Gross Path Minimum height 400ft Gear up V2 VEF 35ft ALL ENGINES 1 ENGINE FAIL Min. 0% Min 1,2% min2,4% Positivo 35ft Gradientes mínimos – 2 engines (considerando perda de 1 motor na V1 – FAR25) DISTÂNCIAS DECLARADAS SENTIDO DE OPERAÇÃO CWY SWY -LDA – Landing Distance Available -TORA – Take-off Runway Available -ASDA – Accelerate Stop Distance Available -TODA – Take-off Distance Available DISTÂNCIAS DECLARADAS ▪ Pista Disponível para Corrida de Decolagem (Take-Off Run Available – TORA) significa o comprimento declarado da pista, disponível para corrida no solo de uma aeronave que decola. ▪ Distância Disponível para Decolagem (Take-Off Distance Available – TODA) significa o comprimento da pista disponível para corrida de decolagem, acrescido da extensão da zona desimpedida (Clearway), se existente. ▪ Distância Disponível para Aceleração e Parada (Accelerate-Stop Distance Available – ASDA) significa o comprimento da pista disponível para corrida de decolagem, somado ao comprimento da zona de parada (Stopway), se existente. (iv) Distância Disponível para Pouso (Landing Distance Available – LDA) significa o comprimento declarado de pista disponível para a corrida no solo de uma aeronave que pousa. DISTÂNCIAS DECLARADAS ▪ Clearway (CWY): área livre de obstáculos após a pista, usada para ganhar altura imediatamente após a decolagem. ▪ Stopway (SWY): área após a pista para eventual frenagem de aviões que abortem a decolagem. ▪ RESA (RBAC 154 - Runway End Safety Area - Área de Segurança de Fim de Pista): significa a área simétrica ao longo do prolongamento do eixo da pista de pouso e decolagem e adjacente ao fim da faixa de pista, utilizada primordialmente para reduzir o risco de danos a aeronaves que realizem o toque antes de alcançar a cabeceira (undershoot) ou que ultrapassem acidentalmente o fim da pista de pouso e decolagem (overrun). Definição e estudo das velocidades de decolagem e pouso • VEF (engine failure speed) : Definições de Velocidades a velocidade na qual se considera que o motor crítico falhou. Motor crítico é aquele que tem o maior impacto na performance e controle do avião. • V1 (Decision Speed) : • É a velocidade máxima onde pode ser iniciada uma abortagem de decolagem, assegurando uma parada completa até o final da pista, e • É a velocidade mínima que assegura que uma decolagem poderá ser continuada com segurança na pista remanescente, cruzando 35 ft na cabeceira oposta, e • É a única velocidade onde, para um peso em particular, será permitida uma parada completa ou a continuação da decolagem para a pista remanescente. Definições de Velocidades • VMCG (Ground Minimum Control Speed) : na qual é possível retomar o controle do avião apenas com recursos aerodinâmicos (leme) após o motor crítico ter falhado. comando de leme de direção não pode superar 150 lb. Não pode ser considerado “nose wheel steering” e frenagem diferencial. • VMCA (Air Minimum Control Speed) : qual o controle direcional pode ser recuperado e mantido em vôo. Neste caso, é permitido empregar uma inclinação lateral de no máximo 5°. • VR (Rotation Speed) : É definida como a velocidade na qual a rotação é iniciada durante a decolagem para atingir a velocidade V2 a 35 ft de altura. A VR não deve ser inferior a 1,05 VMCA, e nem menor que a V1. • VMU (Minimum Unstick Speed) : Velocidade na qual ou acima da qual o avião poderá deixar o solo e continuar a decolagem com segurança. A VMU deverá ser determinada tanto para todos os motores funcionando como para monomotor. Esta velocidade é determinada em ensaios de vôo, e consiste em deixar a aeronave no máximo ângulo possível, e acelerar a aeronave nesta atitude até ele deixar o solo. • VLOF (Lift OffSpeed) : aeronave deixa o solo. Está bastante ligada à VR, e será ditada porela. Com todos os motores funcionando, a VLOF não poderá ser inferior a 110% da VMU com todos os motores operando, ou 105% da VMU com um dos motores inoperante. • V2 (Takeoff Safety Speed) : ft sobre a pista, devendo ser igual ou maior que 120% da velocidadede estol na configuração de decolagem, e 110% da VMCA. Definições de Velocidades • VMBE (Maximum Brake Energy Speed) : Quando se freia uma aeronave, sua energia cinética é transformada em calor, que deve suportado pelos freios. Quanto maior a velocidade da aeronave, maior será o calor gerado. A VMBE é a velocidade máxima onde a aeronave poderá ser freada sem que o calor gerado cause super-aquecimento e destruição dos freios. • Velocidade máxima dos pneus (Maximum Tire Speed) : É a velocidade máxima determinada pela resistência dos pneus, que são expostos a grandes esforços, principalmente em altas velocidades. • VS (Stall Speed) : ensaio, reduzindo a velocidade da aeronave a uma dada configuração e peso até que seja percebida redução súbita de sustentação nas asas. One Engine INOP Acceleration All Engine Acceleration Definições de • Relação típica das velocidades V : A e cc l e o le c ra i t d e - a GO des 35 ft 1 sec V2 VLOF VR V1 VEF Brake Release Transition Stopping All Engine Acceleration Definições de • Relação típica das velocidades V : A e cc l e o le c ra i t d e - a ST d OP es Full Stop Full Stop Configuration 1 sec V1 VEF Brake Release % do total de RTOs Acima de 120 Kts De 100 a 120 Kts De 80 a 100 Kts 80 Kts ou menos Acidentes decorrentes de RTO acontecem principalmente nos 2% de rejeições em altas velocidades Definições de Velocidades Definições de Velocidades Definições de velocidades Os speedbrakes oferecem grande ajuda para a parada da aeronave, pois aumentam o arrasto e a carga sobre as rodas, o que representa um aumento aproximado de 34% na capacidade de frenagem. O diagrama abaixo mostra uma comparação de RTO com e sem a utilização dos speedbrakes. Definições de Velocidades : Aproximação / Po V us e o locidades • VREF (Reference Speed) : cabeceira a 50 ft de altura. VREF = 1,3 VSO, sendo que VSO é a velocidade de estol na configuração de pouso. • VAPP (Velocidade de Aproximação) : Normalmente, a velocidade de cruzamento da cabeceira de pista para vento calmo será : VAPP = VREF+5Kt. Se ocorrerem vento de proa e rajadas, a Boeing recomenda : VAPP = VREF + ½ Vento de Proa + Rajadas (Max 20 Kt) 4.1- Velocidade Associadas com a Decolagem VMCA – Velocidade Mínima de Controle no Ar (Air Minimum Control Airspeed) É a menor velocidade na qual o controle direcional pode ser recuperado e mantido em vôo, podendo ser empregada uma inclinação de 5º de curva. VEF(enginefailurespeed): avelocidadenaqual se consideraque omotorcríticofalhou. Motorcríticoé aqueleque tem omaior impactonaperformanceecontroledoavião. • Pista Contaminada : Definições quando mais de 25% de sua superfície estiver coberta por uma camada de água, slush, neve de pelo menos 3mm de espessura, ou então se tiver uma acumulação de neve ou gelo (Definição da FAA Advisory Circular 91-6B). Esta condição influi tanto para a aceleração como para a desaceleração da aeronave. • Não devem ser realizadas decolagens quando a espessura da camada de água ou gelo for maior que 13 mm. O fabricante considera que nestes casos, o “spray” gerado pela aeronave se choca contra ela podendo causar danos estruturais. • Neste caso, passa a ser considerada “screen height” de 15 ft na cabeceira oposta, ao invés de 35 ft, além de contar com 1 reverso para auxiliar na parada da aeronave (assim como para pista molhada) Aceleração em Pista Seca Drag Friction Thrust Definições Aceleração em Pista Contaminada Drag Friction Slush Drag Thrust Definições Definições Redução da capacidade de aceleração para pista contaminada para o Boeing 737 All Engine Engine Out Dry Runway 3,7 Kt/sec 1,3 Kt/sec 6 mm 3,0 Kt/sec 0,5 Kt/sec 13 mm 2,2 Kt/sec -0,1 Kt/sec Definições • Pista Escorregadia : É a pista coberta por gelo, neve compactada, ou água. Esta condição vai causar impacto na capacidade de desaceleração da aeronave. • A Boeing utiliza informação de condição de frenagem reportada (reported runway braking condition) para fazer as correções para pista escorregadia. Para se ter uma idéia, o braking coeficient de uma pista seca é 0,40 Good Medium Poor Assumed Airplane Braking Coefficient 0,20 0,10 0,05 Definições Pistas úmidas ou molhadas NÃO são o mesmo que contaminadas • Pista Úmida : superfície não dá uma aparência espelhada à pista. (JAR-OPS 1.480) NOTA • Pista Molhada : camada de água menor que 3 mm (JAR-OPS 1.480) Pista Contaminada: quando mais de 25% de sua superfície estiver coberta por uma camada de água, slush, neve de pelo menos 3mm de espessura, ou então se tiver uma acumulação de neve ou gelo (Definição da FAA Advisory Circular 91-6B). Esta condição influi tanto para a aceleração como para a desaceleração da aeronave. Definições Análises de pista molhada • Historicamente, não havia a necessidade de rodar análises de pista MOLHADA (o que havia eram apenas recomendações de correções de peso e velocidade – “advisory data”) • Porém, os regulamentos (FAR 25 / 121) foram revisados, e aeronaves homologadas após 1998 obrigatoriamente têm de apresentar análises de performance de decolagem específicas para pista molhada. É o caso da série 737-600/700/800/900, do 777, 757-300, 767-400, entre outros. Definições Pista Balanceada • Como é de conhecimento geral, basicamente, temos duas situações a considerar durante uma decolagem. A primeira é a continuação da decolagem após um determinado evento (accelerate-go), e a segunda é a abortagem da decolagem após este evento (accelerate-stop). • Podemos fazer uma relação entre as distâncias envolvidas para acelerar e continuar a decolagem (até atingir 35ft) ou acelerar e parar completamente a aeronave com a nossa V1. Accelerate - GO Distância Grande para Acc-GO Distância Pequena para Acc-GO - V1 + Definições Na primeira situação (Accelerate – GO), podemos notar pelo gráfico ao lado que quanto maior a nossa V1, menor será a distância de Accelerate – GO. A razão para que isso aconteça, é que consideramos que o evento ocorrerá aproximadamente 1 seg. antes da V1. Portanto, para V1 baixa teríamos muito tempo para acelerar a aeronave com - D is tâ n c ia V 1 B a ix a V 1 A lt a 1 motor + Accelerate - STOP Distância Grande Para Acc-STOP Distância Pequena para Acc-S TOP - V1 + Definições Na segunda situação (Accelerate – STOP), podemos notar pelo gráfico ao lado que quanto maior a nossa V1, maior será a distância de Accelerate – STOP. A razão para que isso aconteça, é que consideramos que o evento ocorrerá aproximadamente 1 seg. antes da V1. Portanto, para V1 baixa estaríamos a uma baixa velocidade para frear a aeronave - D is tâ n c ia V 1 B a ix a V 1 A lt a completamente.